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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyDom 07 Fev 2021, 14:17

O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Subaé. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Subaé
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MensagemAssunto: Post 1 - Maldita rotina   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyDom 07 Fev 2021, 17:09



Já fazem 13 anos desde que Subaé chegou em Centaurea. Nesse tempo dedicou-se aos estudos e se formou como arqueólogo. Trabalhou muito na Universidade e conseguiu comprar uma casa para seu afilhado Palomero e sua mãe Martha; Uma mulher que Subaé salvou anos atrás quando ainda estava grávida.

Agora Palomero estava com 13 anos de idade, Martha tinha uma casa própria para criar o filho e por isso Subaé sabia que seu dever ali estava cumprido.
Além disso, algo lhe incomodava.

Já não aguentava mais a rotina daquela ilha pacata dos mares do sul. Estava de saco cheio de ter que ir trabalhar todos os dias na universidade, de ver sempre as mesmas pessoas, os mesmos lugares, sempre vivendo as mesmas vivências.
Subaé desejava ir embora daquele lugar, mas antes haviam coisas que ele precisava resolver.


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Subaé recolheria sua bolsa e sairia de casa às pressas, sequer pegaria o seu chapéu de cangaceiro ou cumprimentaria sua companheira ou o seu afilhado, pretendia despedir-se deles depois, agora ele tinha mais o que fazer.

Andaría tranquilamente até o bar mais próximo da Universidade Centaurea; Caso alguém o cumprimentasse durante a caminhada, responderia erguendo a mão com um sinal de “oi”, mas sem pronunciar uma palavra sequer.

Chegando no bar, iria até o balcão e diria para quem o estivesse atendendo:
-Olá!! Me dispache um pacote de pacaia e uma garrafa de cana, mas no fiado fazendo favor, a Martha me mata se eu gastar o dinheiro do pão.

Obviamente esta era uma desculpa para conseguir o fumo e a bebida de graça, já que não pretendia passar mais muito tempo ali naquela ilha.
Se a(o) taverneira(o) não aceitasse vender fiado Subaé tentaria pechinchar comprar ambos pela metade do preço, e só depois de ouvir muitos “nãos” ele aceitaria pagar o valor justo das mercadorias.

Ao recolher suas compras bolaria um cigarro, e logo após acendê-lo daria um gole direto na garrafa de cana
-Agora sim o dia começou!

Terminaria de fumar o cigarro ainda no bar, aproveitando para observar os outros indivíduos que ali se encontravam, e caso tivesse alguém jogando cartas ou dominó, Subaé pediria para jogar uma partida apostada (1.500 Berrie$).

Durante a partida, Subaé usaria sua perícia “Lógica” para conseguir ler o jogo e conseguir prever melhor as jogadas futuras.
Subaé também usaria sua visão aguçada para talvez conseguir ver as cartas ou peças de seu(s) oponente(s), também aproveitaria de sua noção exata do tempo, assim como de sua visão para perceber quando o(s) outro(s) jogador(es) estiverem emocionados ou acuados, tendo assim um controle maior sobre o jogo e uma noção melhor sobre quando o oponente esteja blefando ou não.

Só quando terminasse tudo que tinha pra fazer no bar dirigiria-se à biblioteca da universidade (caso exista).
Na biblioteca (ou na universidade, caso não exista biblioteca) Subaé perguntaria ao responsável duas coisas:
-iai meu chegado, tudo bão? eu to querendo uns livros tu me consegue um livro sobre pilotagem e um sobre navegação fazendo favor! vou estudar sobre isso mais tarde.
Ah, ôtra coisa, tô precisando encontrar o Dr. Derek Sannes, Sabe me dizer se ele tá aqui pela UC?



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Última edição por Subaé em Sex 12 Fev 2021, 17:15, editado 4 vez(es)
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Minerva Yesta
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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyDom 07 Fev 2021, 23:23

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Velvet Lips

Não havia passado muito tempo desde a sua fuga repentina de Baterilla. Aquela noite sem precedentes fora tão negativamente impactante quanto inesquecível. Cada som, cheiro e imagem estariam para sempre gravados na sua memória, até o sabor do sangue ao morder a própria bochecha em desespero. Um poço em espiral que parece não ter fundo, uma sensação de queda no vazio, o aperto súbito do coração e então... luz.

-Merda... - dizia ao recuperar o fôlego, o sono havia sido atribulado pelo que parecia. Com as roupas e jóias que tinha no corpo escapou algumas noite atrás, por sorte havia conseguido vender quase tudo pela chance de pagar algum abrigo até este dia, caso contrário haveria arranjado outro jeito. Quem sabe até, dormir dentro de uma caixa? Ridículo. Jamais admitiria tal coisa.

Lavando o rosto com o possível ao alcance, preparava-se para o dia. Vestindo as suas roupas nem um pouco subtis fora de uma festa de gala, dirigir-se-ia à rua. Se sua família realmente anda atrás dela seria apenas uma questão de tempo até que a achassem por ali. Por outro lado, a sua fuga para Centaurea, apesar de rápida, não fora sem motivo aparente. Os revolucionários. Dentro de tal força conseguiria algum tipo de protecção talvez? Mesmo que não... pelo menos teria algum conforto em procurar fazer o bem. O bem verdadeiro.

- Bom dia. Tem algum cigarro? - perguntaria a algum individuo aleatório na rua, seu maço terminou na noite passada, stress. - Se importa? - sugeria que o mesmo individuo acendesse o cigarro caso este lhe tivesse sido oferecido. Caso contrário, continuaria até achar alguma alma caridosa que se encantasse com a sua beleza gélida e completamente desinteressada.

Na eventualidade de arranjar algum cigarro, colocaria a mão nos bolsos. - Merda! - disfarçaria entre dentes, já bastava roupas vistosas, chamar mais a atenção quando se está em fuga de alguém não é a melhor das ideias... Mas, as suas garras haviam desaparecido! Fora roubada? Perdera-as? Só a lua sabe. Sinceramente, não vale a pena sequer ficar irritada, a sua pele agradeceria. Tomaria então, como sua tarefa importante do dia procurar pela cidade algum tipo de ferreiro ou vendedor de armas. Procuraria replicar as suas preciosas garras prateadas, afinal, não passavam de acessórios não é mesmo?

- Bom dia? - sugeria a entrada em algum estabelecimento que vendesse roupas caso, claro, encontrasse um antes de se dirigir a algum profissional de armas. Noite formal não combinaria propriamente com o cenário.


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyQui 11 Fev 2021, 22:26




O Som das Ondas é o Meu Chamado... Adeus, meu filho!
Primavera!



Em uma cidade pacífica de Centaurea Island se encontrava uma assassina fugindo do seu passado, temendo por sua vida e pairando sobre a proteção dos revolucionários poderia ter um momentâneo descanso, mas sabia que cedo ou tarde, o turbilhão de problemas que deixou para trás chegaria até ela. No momento, queria mais era fumar um cigarro, a mulher excêntrica trajava vestes não tão usuais da região ao qual se encontrava, mesmo entre as lojas de roupas, seria difícil um estilista possuir talento para tal designer, seu olhar frio e cintilante observou o ambiente ao seu redor, pessoas felizes e despreocupadas nesta manhã caminhando de um lado para o outro, mulheres sempre usando estampas de flores com cores mais vivas e suaves enchiam sua visão de beleza.

Se quisesse se camuflar entre os civis teria de mudar seu estilo de roupa, não demorou muito para chamar a atenção de um cidadão, sua voz era açucarada e sua face um doce para todos. - Eh.. Não tenho, faz mal para a saúde. Não deveria fumar, flores devem sempre tem uma boa fragrância. - [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], mesmo respondendo de forma fria, não era rude, se curvava rapidamente mostrando educação deixando Donatella sem demostrar mais nenhuma expressão além de seriedade. Um homem ouvindo a breve conversa se aproximou da dama, este tinha olhos baixos e um sorriso sorrateiro, caminhou até ela lhe oferecendo um cigarro com uma bituca na boca. - Hora, hora, mas que jovem desagradável. Não se deve negar um pedido de uma belezura dessas.

Olhando de perto tinha olheiras e sua idade não era abaixo dos quarenta, barba mal feita e um chapéu de couro velho. - Claro que sim. - Pegava seu isqueiro e acendeu o cigarro, a gatuna examinava o homem com seus cristais de âmbar. - O te traz aqui meu sonho?

Não muito longe dali, ainda na parte comercial da cidade e quase na Universidade Centaurea estava um sujeito arretado, criado na terra e feito para ela, não se importava com sujeira e muito menos com a barulheira vindo do bar próximo de qual sempre fazia o favor de visitar. Atravessa a porta do famosa “Budega de seu Craúdo”, o velho esticava o olho para cima enquanto mantinha o esquerdo fechado, havia perdido em uma briga de galo fazia anos, este por sua vez conhecia Subaé. - A fí da peste sem vergonha, fiado é uma porra! Tu ainda ta me devendo do corote passado! - Apontou Craúdo para o sujeito que recolhia os ombros por reflexo, o velho sabia dá medo em seus devedores.

Só num te faço pagar agora porquê ucê da última vez conseguiu me fazer rir. - Finalizou de limpar o copo de vidro e o colocou sobre o balcão colocando uma dose de pinga do tipo prata, só os conhecedores de bebida saberiam degustar de tal bebida. - Faço a primeira por conta de Martha, nunca vir muier mais gentil. - O primeiro trago era de graça, já o fumo ficaria para depois. - Tô sem pacaia seu jumento, vá comprar em outro lugar! - Observando os arredores do estabelecimento, não tinha muitas pessoas ali, somente os bebuns da noite passada afinal de contas ainda era de manhã e a ressaca estava em alta. - Vá simbora logo, quero ter que cuidar dos mosquito que tu atrai não!


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Subaé
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MensagemAssunto: Post 2 - Budega do Cráudo    O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptySex 12 Fev 2021, 16:56

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Seu Craudo serviu a cachaça no copo de dose única -Faço a primeira por conta de Martha, nunca vir muier mais gentil. - disse o bodegueiro ao dar o copo para o mink.
Subaé ergueria o copo brindando consigo mesmo, apreciaria a fragrância da bebida e logo após beberia tudo com um único gole.

A bebida levemente adoçada desceu queimando. Os tons doces do sabor logo deram lugar à uma forte amargura que se alastrou até o estômago. Apalpou a língua contra o céu da boca três vezes para depois arrotar.Aquela bebida era uma delícia!

-Pois então velhote, me faça uma garrafa dessa pinga- e ao dizer isso entregaria ao bodegueiro o valor da garrafa. -Acho que vou varar a noite mais uma vez estudando, uma garrafa rabuda dessas vai manter meus zóios abertos.

Subaé ficaria meio cabisbaixo por não ter pacaia ali, mas como não havia nada que ele pudesse fazer quanto a isso, deixaria para lá. Além do mais, ele iria para a universidade, onde talvez seja bem possível encontrar algum fumo.

Despediria-se de Craudo, pegaria sua garrafa (se realmente a comprou), e sairia daquela budega fedida.
Ao sair da budega Subaé observaria a situação da rua (talvez encontre alguma coisa no chão, ou alguma situação inusitada?), guardaria a garrafa na bolsa após dar mais uma bicada.
Só então partiria para a universidade.


Na universidade, Subaé iria até a sala do diretor para falar com seu antigo professor de história, Noskoir Frinch. Perguntaria ao diretor duas coisas:
-iai meu chegado, tudo bão? eu to querendo uns livros tu me consegue um livro sobre pilotagem e um sobre navegação fazendo favor! Vou estudar sobre isso mais tarde.
Ah, ôtra coisa, tô precisando encontrar o Dr. Derek Sannes, talvez ele possa me ajudar naqueles estudos. Sabe me dizer se ele tá aqui pela universidade?
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Última edição por Subaé em Sex 12 Fev 2021, 17:21, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptySex 12 Fev 2021, 17:01

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Velvet Lips

- Estampa de flores? Na Primavera? Que... "inovador"... - pensava consigo mesma ao ver as restantes mulheres vestidas com roupas tão feias, seria mesmo esse o preço a pagar para passar despercebida? Credo, definitivamente que não, ao ver a típica "moda" do local desistira de procurar nas lojas comuns por roupa, preferia bem ser apanhada e morta do que ser vista em trajes tão horrendos. Talvez no futuro consiga arranjar alguma roupa, por agora, as suas garras perdidas eram mais importantes.

No meio do seu "passeio" fora abordada por um jovem moço, belo aliás e parecia ser um óptimo alvo. Aproximou-se e perguntara-lhe por um cigarro, no entanto, não esperava uma resposta tão deselegante e misógina. Aparências realmente iludem, foi quando, uma segunda resposta surgira.  

Desviando o olhar para a recente voz, repara no segundo sujeito. O que faltava ao primeiro em utilidade este tinha em falta de charme, no entanto, decidira jogar o joguinho dele, talvez conseguisse algo de valor do charlatão já que o outro nem um cigarro tinha, como também oferecia comentários indesejados. Estendendo a mão, garantia o fumo e colocando-o nos lábios, aproxima-se lentamente do homem deixando que acendesse o cigarro. Olhava-o nos olhos, uns quantos reflexos de luz faziam com que brilhassem subtilmente. Voltava a pegar no cigarro só com dois dedos, expirava o fumo no rosto do homem e então continuava:

- Depende, quem está a perguntar? - questionava-o com uma voz aveludada numa mistura de mistério e brincadeira, porém o seu rosto continuava sério, sensual. - Temo nunca ter-me encontrado com a sua simpatia antes senhor... - dava um pequeno espaço para que lhe dissesse o seu nome e, caso o dissesse, repetia-o. - Pois, senhor ****... - expirava mais um pouco de fumo, sacudia a cinza apontando que caísse por "acidente" no sapato do homem, continuaria a falar como se nada fosse - Sabe, digamos que, hipoteticamente, eu teria uma amiga que perdeu algo de valor. Talvez alguém pegou no que não devia, talvez se tenha perdido sozinho. Acontece todo o tempo não é? - expirava fumo - Mas digamos, então, que essa minha amiga precisava muito de reaver o que lhe fora "roubado"... - enfatiza, ironicamente - Saberia dizer-lhe onde ir? - chegando perto do ouvido dele sussurrava - Ela precisa saber onde os meninos maus se encontram... - expiraria fumo na bochecha/orelha do homem. Enquanto faria toda esta performance, à medida que chegava perto, tentaria revistar o sujeito em busca de qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, quer uma carteira, o resto dos cigarros, um isqueiro, qualquer coisa sem que ele notasse.





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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyDom 14 Fev 2021, 21:49




O Som das Ondas é o Meu Chamado... Adeus, meu filho!
Sómente



A garrafa era barata apenas quinhentos berries, uma manguaça das boas que descia rasgando, porém com certa sutileza. - Vá simbora homi, vá. - Foram as últimas palavras de Craúdo para Sunbaé, o mink não tinha outra escolha a não ser se contentar com a bebida já que sua pacaia não tinha sido estocada pelo velho, continuava sua caminhada observando as ruas da cidade que tanto conhecia, pode até ver Antônio, o famoso queixudo dando em cima de uma mulher e parecia correr bem, pois a mesma estava colada no sujeito, ele não conseguia ver de perto o rosto dela, mas pelas vestes e curvas, o galanteador barato parecia estar se dando bem.

Nosso herói seguia adiante, seu objetivo era falar com seu antigo professor, o atual ministro da educação e também diretor da universidade ao qual se formou, não era uma tarefa difícil já que Noskoir tinha apreço por todos que procuram conhecimento, este por sua vez pode ser encontrado em sua sala ou na biblioteca, conhecendo o caminho, o cabrito passou pela recepção da universidade e a porta da direção estava aberta, passando pela porta notou o seu professor polindo uma lança em cima da mesa, sua face estava séria como sempre e os olhos calmos do homem encararam o mink.

O que faz aqui Subaé? - O diretor agora fitava a lança e polia a ponta da arma com cautela, o cabrito indagava pelos livros. - Sim, possuo livros sobre os dois temas. Finalmente decidiu explorar o mar? - Perguntou se levantando, no lado esquerdo do escritório havia uma estante com dezenas de livros enfileirados, o grisalho colocou uma mão no queixo enquanto procurava pelos livros, Subaé aproveitou o momento para falar sobre o cientista que Frinch conhecia como o. - O Louco? A essa hora deve estar na Florimel. Não recomendo que se encontre com ele por seu bem. Prezo por meus alunos, melhor seguir meu conselho. Aqui está. - Ele pegava dois livros e oferecia para o cabrito. - Arqueólogos nunca podem ficar parados, admito que se for sair da ilha, espero que tenha sorte na jornada.

Voltando a cena que o mink tinha visto antes, Antônio poderia dizer que estava se dando bem, afinal de contas tinha se apresentado para a dama e a mesma tinha ficado pertinho dele do jeito que ele gostava, só não sabia que ela estava tomando posse de seu maço de cigarro e sua carteira que tinha pífios dez mil berries. - Hora se não sei, é só me seguir minha beleza. Não parece, mas sou bem conhecido pela região, sou um caçador de piratas famoso, dos bens fortes. - O homem estava se vangloriando, buscando engrandecer o seu valor para Donatella.

A ilha pode ser comandada por revolucionários, mas caçadores que acabam com baderneiros de outras ilhas é um trabalho meu, fiz até uma trato com um grande senhor desta cidade. - Apenas algumas mentiras, se a senhorita DiFerro iria acreditar dependia do seu conhecimento deste punhado de terra em meio ao mar, notava que ao seguir o homem iria ver em um beco escuro, uma plaquinha “Drakne and Knife” e uma porta escura. - A maioria dos informantes que vem de outras ilhas passam por ali, mas é bem barra pesada, sorte que você está comigo.


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Subaé
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MensagemAssunto: Post 3 - Universidade Centaurea   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptySeg 15 Fev 2021, 21:07

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Ao sair do buteco, Subaé avistou António com uma mulher nunca antes vista na cidade pelo cabrito. "Talvez seja uma caloura" ele pensou. A julgar pela situação de suas vestes seria bem possível que tenha saído de um trote universitário. A mulher era bastante bonita para os padrões humanos, e o Antònio, obviamente, já estava em cima da coitada igual um urubu.

Subaé obserbou por um breve momento a garota. Pensou em avisar-lhe sobre a encrenca que se meteria andando com o fanfarrão do Antônio, mas o cangaceiro não era pago para ajudar calouras e por isso apenas seguiu seu caminho.  


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Chegando na Universidade, dirigiu-se à sala do diretor Noskoir para lhe pedir alguns livros de navegação, o diretor não tardou em apoiar a sua lança para recolher os livros que Subaé havia solicitado.

-Finalmente decidiu explorar o mar?

-mais do que explorar o mar, eu decidi me entregar a ele. dessa forma eu serei do mar, e todo o mar será meu também professor! ZEBEBEBEBEBE!!!

E gargalhou com o que havia dito. Não por achar engraçado, mas por sentir a excitação pela viagem que se aproximava.

Subaé aproveitou o momento para pedir ao professor mais um livro, sendo este o terceiro e último sobre criação de projéteis.

-Aproveitando que cê já tá aí na estante, olha pra mim se não tem um livro sobre criação de projéteis! Eu esqueci de te pedir!- Logo após, perguntou sobre o cientista que estava buscando.

-O Louco? A essa hora deve estar na Florimel. Não recomendo que se encontre com ele por seu bem.

-Mas cê só pode tar de brincadeira né? - E ao perguntar isso Subaé ficou sério -Eu estou a anos estudando a alquimia antiga (ciências proibidas), mas os princípios herméticos são inúteis sem os conhecimentos dos outros campos. Você chama ele de louco, mas eu consigo enxergar que aquele homem é o único qui pode  me ensinar os princípios químicos com a maestria qui eu preciso para atingir o nível de conhecimento que eu desejo.


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O olhar de Subaé exalava determinação. Não existia aviso de perigo que o impediria de ir atrás do que queria agora que estava determinado a encontrar-se com o tal louco.

Recolheria todos os livros que Noskoir lhe entregasse e agradeceria dando-lhe tapinhas afetuosos no ombro - Sou muito agradecido por tudo qui o senhor me ensinou. Inté mais ver, professor! - E assim que terminasse de se despedir de seu mestre sairía pelos portões da universidade Centaurea pela última vez.

Observaria com pressa os corredores e os demais estudantes enquanto inúmeras lembranças borbulhavam, inundando a sua mente em uma melancolia nostálgica. -Eu vou sentir saudades desse lugar- falou para si mesmo.

Porém não havia tempo para perder ali. Subaé já estava com os livros que viera buscar em mãos, e agora precisaria correr para encontrar o Dr Sannes antes que este fosse embora da doceria Florimel. E assim ele faria.

Correria pelas ruas de Centaurea o mais rápido que conseguisse até chegar na tal doceria e ao chegar lá empurraria a porta e entraria gritando sem nem mesmo parar para observar quem poderia estar dentro da loja.
-DEREK SANES, EU PRECISO QUE VOCÊ ME ENSINE ESSA TAL DE QUÍMICA!!!

Caso o Dr. Sannes não esteja na loja, Subaé pediria para @ atendente informações sobre o cientista. Sairia correndo e gritando na direção apontada, em busca do seu futuro professor.

-SANNES SEU MALDITO! ONDE É QUE VOCÊ SE METEU?
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Minerva Yesta

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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptyQua 17 Fev 2021, 11:15

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Velvet Lips

Colocando os seus prémios de consolação escondidos algures no seu vestido, tentava ao máximo suportar o leve nojo pelo sujeito claramente despistado. Felizmente, para alguém tão idiota, o sujeito parecia saber onde os locais mais "difíceis" se encontram por Centaurea. Já não aguentava o cheirinho a flores, as pessoas risonhas e muito menos aquelas... roupas feias. Onde é que estaria o bom gosto? O requinte? O luxo? Chorava por dentro.

- Depois de você... - diria, expirando o ultimo bafo de fumo antes de jogar a beata. Apontava, novamente para o pé do sujeito inocentemente e, então, num falso reflexo, tentaria "apagar" o cigarro com o salto. O seu verdadeiro intuito era pisar o homem assim que estivessem se aproximando do tal local... "Drakne and Knife". Caso conseguisse, limitar-se ia a tentar ir na frente, separando-se do homem dizendo - Ai desculpe, não vi seu pé!

Não queria ser mais vista com o homem, queria deixa-lo para trás, possivelmente queixando-se do próprio pé, afinal, o seu salto de agulha era bem afiado.

Uma vez no interior do estabelecimento, dava uma olhada ao seu redor, tentaria ver quantas pessoas lá estavam, observar faces atentamente e, por fim, dirigir-se ao balcão ou mesa dependendo do display do local. - Bom dia... - dirigir-se-ia a quem a pudesse atender, estava pronta para iniciar uma conversa mais interessante.





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Takamoto Lisandro
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! EmptySex 19 Fev 2021, 21:41




O Som das Ondas é o Meu Chamado... Adeus, meu filho!
Ih rapaiz



Criação de projéteis, não acho que há um livro desses na universidade. Apesar de ser um lugar ao qual tem como objetivo reter e espalhar conhecimento, esta técnica requer bem mais que simplesmente um livro, não acha? - O diretor o encarava, sabia que talvez fosse a última vez que visse seu aluno, assim como disse antes, o oceano ansiava por um novo aspirante a marujo, liberdade era a maior vantagem em cruzar os mares, poderia ser o maior desejo de todos aqueles que partiram em direção a um sonho. Sunbaé estava convicto sobre seu próximo movimento, respeitava o cientista maluco. - Espero que ele ao menos lhe dê atenção, até mais Subaé. - Mesmo um homem tão sério consegue dar um sorriso, era bem mais que isso, uma última despedida ao cabrito que se entregaria ao mar e a partir dali só iria para frente sem parar, passando pela porta e dando seu adeus, o mink não pôde ouvir as palavras de seu professor. - Que o mar seja benevolente para você, Subaé.

O atirador sabia a direção da loja de doces, tão silencioso quanto uma buzina gritava anunciando sua presença em Florimel, já via um rapaz menor do que ele com um jaleco de frente para o balcão conversando com a atendente que parecia espantada pela voz grave e alta do caprino. O rapaz não se virou, colocou o dedo no ouvido e girou algumas vezes coçando seu aparelho auditivo, olhou de relance com um olhar desinteressado, tinha usado seu indicador para limpar a orelha. - Hum.. Parece que ouvi algo. - Assoprava o indicador e depois voltava a atenção na moça. - Sim, pode ficar com o troco. Adeus. - Ele olhava para o atirador de frente. - Está no meio da entrada Capra aegagrus hircus. - E com um simples empurrão tirava o macho da sua frente começando a caminhar e deixando o mink para trás, ele tinha o ignorado quase por completo.

Se o Subaé havia sido ignorado, havia outra pessoa que não tinha o mesmo azar ou sorte, depende de o que achasse de sua presença ser conhecida por um dos informantes do recinto, minutos antes ainda estava fora do bar requintado e obscuro que era "Drakne and Knife" sendo xavecada por um dos piores mulherengos da ilha e em um outro estava sentada no balcão dentro do estabelecimento.

Foi ao atravessar a porta e descer alguns degraus se deparou vislumbrando um ambiente especial, uma boate com luzes de cristais e um palco no centro, a música era um tom de jazz suave, muitas pessoas estavam reunidas em mesas circulares separadas, algumas possuíam cortinas para a privacidade, sentia cada pontada de olhares, alguns maliciosos, outros curiosos, porém havia um entre eles com um significado bem mais profundo. Antônio tinha acompanhado a moça até então, mas por algum motivo, seguranças trajados com ternos negros passavam por Donatella e o galanteador sumia de sua vista, quando percebeu algo já estava sentada de alguma forma olhando para a barmaid, tom de pele bronzeado e olhos violetas. - Deseja um drink? - Perguntou com um copo na mão e uma garrafa de whisky em outra, antes que pudesse responder, um homem se sentava à sua direita.

O de sempre. - Este escondia sua face com seu boné branco e gola alta, apenas seus [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], parecia somente um cliente comum do lugar, porém após tomar um gole de sua bebida verde, começou a falar educadamente, porém a gatuna podia sentir certa tensão e uma gota de suor frio escorrer até seu queixo. - Não acha que está muito longe de sua casa, senhorita DiFerro?


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Última edição por Takamoto Lisandro em Qui 25 Fev 2021, 17:50, editado 1 vez(es)
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