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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 País da Fome

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptyDom 31 Jan 2021, 16:39

Relembrando a primeira mensagem :

País da Fome

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Tensei K. Kallis. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Lukazin
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptySex 19 Fev 2021, 22:49

Melodia Nº 1: Para um Dia Cinzento



Mesmo que o público ainda estivesse chegando aos poucos, minha vontade de tocar era a mesma do que se a casa estivesse lotada, não tinha amor pelo público em si, mas sim por compartilhar minha música com eles, essa era minha verdadeira paixão.

- Estou aqui, outra vez em busca desse abrigo do conforto desse olhar amigo.... – Cantaria com um sorriso gigantesco em meu rosto, naquele momento minhas certezas foram confirmadas mais ainda, cantar era minha vida e fazia parte de mim.

Lembraria do nome daquele homem até o fim de minha vida “Muito obrigado, senhor Isaac.. Não esquecerei de você quando virar o maior contador de histórias cantadas dos Blues.” Faria uma breve reverencia com a cabeça ao dono do bar.


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Meu esforço seria o mesmo do início até o fim daquele show, então quando o fim estivesse se aproximando, tentaria dar o máximo de mim mesmo que o cansaço tentasse me segurar, afinal não adianta nada fazer um bom show sem um verdadeiro gran finale, não é?

- Essa vai para meu pai.... O homem que me ensinou mesmo que de longe a seguir meus sonhos e graças a ele estou aqui hoje lhes trazendo este espetáculo – Uma pequena lagrima cairia de meu rosto, afinal guardava muita saudade e amor pelo meu pai, mesmo sem conhece-lo totalmente - Unindo todos os nossos sonhos, nós iremos encontrar o que estamos procurando... – Cantaria a música com toda força de meu coração, quem sabe de certa forma meu pai poderia me ouvir.

Aquela seria a música final e analisaria o público para saber se havia sido o verdadeiro gran finale que eles estavam esperando, não me importaria tanto se receberia palmas ou até mesmo vaias, agradeceria curvando meu corpo para frente mostrando gratidão por todos terem de certa forma apreciado meu show.


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Depois de guardar meu instrumento e prendê-lo novamente em minhas costas, me aproximaria de Isaac e levantaria meu corpo deixando a entender que gostaria que ele colocasse mais daquela maravilhosa bebida novamente, caso ele não concordasse em me servir mais, daria de ombros, afinal talvez já estivesse passado do ponto.

- Por favor, Isaac.... Esse espetáculo me deixou morrendo de fome HAHAHAHAHA – Usaria de minha simpatia para pedir a refeição que me havia sido prometida por aquele homem e sua filha.

Caso meu pedido fosse negado, jogaria aquele copo que estava vazio ou cheio no chão, pois odiava quando as pessoas não cumpriam o que me prometiam, me retiraria do local com bastante raiva e caso alguém ficasse em meu caminho, provavelmente arrumaria alguma briga.
Mas se o nosso combinado fosse feito, comeria aquela refeição com bastante vontade, não deixando com que nenhum grão de comida continuasse no prato, só ficaria satisfeito quando o prato estivesse totalmente vazio de qualquer vestígio.

- Muito obrigado, senhor Isaac... A refeição estava ótima, avise pra Lyn que da próxima vez que eu voltar aqui terei muitas histórias de pirata para contar a ela! – A felicidade em falar sobre meu sonho seria notável em meus olhos, me retiraria daquele local após uma tentativa de aperto de mãos com aquele homem.


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Após sair realizado daquele bar após meu primeiro espetáculo solo, seria a hora de pensar realmente em como poderia arrumar algum dinheiro, afinal estava totalmente quebrado financeiramente. Então na mesma hora uma ideia surgiu em minha cabeça.

- Puta merda, é claro.... Eu vou na porta daquele motel pedir dinheiro para alguns homens da melhor forma que consigo imaginar... – Daria um soco para o alto após aquela ótima ideia, estava bastante animado em arrumar uma grana, pois com certeza iria mais tarde em algum para tomar alguns drink.

Depois de caminhar bastante calmamente e chegar na frente daquele motel, esperaria qualquer idiota passar pelas portas e me aproximaria para pedir alguns trocados.

- Ei senhor, desculpa incomodar... Mas sua esposa sabe que você está aqui? Pois seria uma honra contar para ela que você está com outra mulher aqui.. Caso não queira que eu conte isso, poderia me conseguir um dinheiro de bom grado, não? – Aquela seria minha abordagem, mesmo não sabendo se os homens teriam esposas ou não, jogaria com o medo de qualquer um que passasse por la.



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Iruh
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptySex 19 Fev 2021, 23:37




Iruh Infamus
País da fome


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50 mil berries por uma noite é muita coisa. Mesmo que valha a pena fazer minha Nadja feliz, o que eu faria com nada no bolso? Meu sentimento de ganância não me permitia, por nada nesse mundo, gastar todo esse dinheiro dessa forma.

- Nadjia, me perdoe, porém eu não consigo pagar essa estadia por enquanto. Sabe como é né? - Diria com uma indiscutível aparência de infelicidade e desconforto no rosto. - Que tal se me convidasse para sua casa? - Indagaria como quem não quisesse nada, porém ansiava por isso como o maior de meus desejos internamente.

Caso a moça aceitasse, iria com ela até sua casa, no entanto, se a mesma recusasse, iria perguntar por um motel um pouco mais barato. Economizar nunca é o bastante, e isso eu aprendi desde minhas poucas idades.

Ao chegar no local, a beijaria com todo carinho e paixão que desenvolvi pela mesma ao decorrer desse tempo. Pode parecer exagero, mas essa é a mulher da minha vida!

Durante a noite, faria questão de realizar seus desejos com a maior vontade. Meu objetivo era a fazê-la feliz, e não descansaria enquanto não o fizesse. Até o nascer do sol, a trataria com respeito, carinho e amor, em busca de conquistar o seu coração.

Dormiria tranquilo, então, agora que passei meu tempo com ela. Eu sinceramente não ligaria de ter isso para o resto da minha vida.

Gostaria de acordar primeiro que a moça nesse dia, afinal, possuía algumas pendências para resolver. Minha lista de objetivos antes de sair dessa cidade era grande, e urgente. Caso acordasse primeiro, a deixaria um bilhete em um lugar visível, para que ela acordasse e tivesse notícias de mim.

Cartinha:
 

Caso ela já estivesse acordada, no entanto, perguntaria à ela se gostaria de me acompanhar durante o meu dia. De qualquer forma, seguiria com meus planos.

Para encontrar a tal loja de armas, perguntaria para as pessoas da rua mesmo.

- Ei, amigo(a), onde poderia encontrar uma loja de armas bem próximo daqui? Obrigado! Hehe. - Faria questão de usar uma voz encantadora e talvez um pouco do meu charme para adiantar a resposta. Se não conseguisse de primeira, continuaria tentando até que tivesse uma localização.

Chegando lá, procuraria o vendedor ou o encarregado pelo local.

- Opa, tudo bem? Gostaria de comprar um par de botas de Taekwondo! Poderia me mostrar algumas por favor? - Perguntaria para a pessoa. - Ah! Quase me esqueci, onde eu encontro alguém para testá-las? - Indagaria novamente, ficando animado só de pensar na chance de uma grande luta. Falaria de modo que demonstrasse isso, e talvez com um ar superior. O importante era encontra um inimigo digno.



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Arthur Infamus
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptyDom 21 Fev 2021, 23:36


 


País da Fome
Briss Kingdom - 13h20

Luna

 O atendente continuava sorridente quase como se quisesse convidar a jovem para sair, quiça despertando maior interesse nele. Mas a ansiedade para forjar uma bela arma tomava conta de Luna, não dando tempo para dar a oportunidade de conhecer o rapaz melhor, não no momento pelo menos.

  - Claro que temos! E de sobra. - Ele corria até uma sala aonde provavelmente ficava os materiais. - Aço Carbono 1055, pronto para ser utilizado. - Seus olhos também brilhavam de ansiedade, assim como Luna ele parecia ser um entusiasta de forja.

   E então o serviço começava, começando pelo forno que começava a criar forma para aquele aço, prosseguindo para as fortes marteladas deixando a lâmina muito parecia com o que Luna havia imaginado. Faltando apenas o acabamento, e com as inúmeras ferramentas e materiais, logo isso não era um problema, a afiação era feita com uma lima deixando ela com um belo corte, e para empunhar um pelo punho de madeira era feito pela jovem.

  - É um belo nome para uma bela espada. - O Atendente puxava assunto com a linda moça. - Temos sim, aquela arena de treinos ali é para os clientes testarem suas armas. - Ele apontava para o espaço que contava com alguns bonecos de treino, e uma espécie de ringue.

  A sensação que Luna desfrutava era linda de se ver, ela fizera uma bela lamina digna de orgulho, e conseguia utilizar sua nova arma com maestria, como se sua bela obra fosse uma extensão de seu corpo.

  - Olha o material vai sair 40 mil, a utilização das ferramentas fica 10 mil, então no total 50 mil. - Ele parava por um instante coçando a cabeça. - Mas se você sair comigo eu faço por 30 mil, só não conta para o meu patrão. - Ele cochichava e sorria alegremente. Mas logo respondia à pergunta. - Temos tudo que você imaginar, desde tamanho, cores e até mesmo formatos. - Ele apontava para uma prateleira recheada de bainhas.

Arthur

  O recanto da bela moça, era realmente agradável para vista afinal Briss apesar de toda tecnologia, não contava com um belo verde como outras ilhas como Baterilla, era como um pedacinho do paraíso(para alguns) em meio as propriedades cinzentas daquela cidade desenvolvida.

  - O prazer é todo meu. - Seu rosto corava ao ouvir as palavras de Arthur. - Me chamo Gabriela, e você como se chama? - Ela sorria atentamente. - Vim de uma ilha aonde tudo era verde, mas quando cheguei aqui percebi que não tinha vegetação nenhuma. Então resolvi criar esse meu paraíso.

  Gabriela pegava um enorme livro com um emblema de um trevo na capa, e entregava para o jovem com certo receio, parecia ser algo importante para ela, mas logo o puxava e guiava Arthur pelo jardim mostrando cada planta que ela tinha falando seus efeitos, apontando e catalogando cada espécie de flor.

  - Você consegue ter em qualquer lugar, o importante é saber cuidar. - Ela sorria meigamente e prosseguia. - Olha só esse lugar, antes de eu chegar aqui não era possível encontrar nenhum verde nessa cidade. - Parando um momento colocando a mão no queixo ela parecia estar pensando ou lembrando de algo. - Hum!? Vamos plantar algo, e lhe dou algumas sementes para você começar seu paraíso em alto mar.

  Uma semente Menta era depositado nas mãos de Arthur, e algumas instruções sobre o que fazer. - Primeiro afofe à terra com carinho, tirando qualquer empecilho para seu crescimento, como pedrinhas ou outra plantam e adicione um pouco de atubo. - Ela fazia o processo para o jovem ter instruções. - Depois é só semear à terra, e cobrir com um pouco de terra. - Ela sorria e guiava Arthur com maestria. - É bom deixar receber de 3-4 horas sol, e sempre que puder regar um pouco.

  O roncar dos estômagos do casal alertava que o momento de uma saborosa refeição se aproximava, então ela concordava com Arthur balançando a cabeça positivamente, corria para dentro de sua cozinha. Chegando lá era possível notar ser um espaço meio bagunçado, mas apesar disso tinha um senso de aconchego para a maioria das pessoas.

  - Desculpe a bagunça, sou um desastre em tudo que não seja relacionado a plantas. - Ela corria arrumando a cozinha, e deixava todas as panelas e utensílios de cozinha no balcão para Arthur usar a vontade. - Vim para cá devido à tecnologia medicinal, infelizmente as plantas não conseguiram manter minha irmã mais nova. - Seu olhar se entristecia um pouco ao lembrar de alguém. - Porém conseguir criar esse paraíso, nessa cidade foi o que motivou a continuar todos os dias. 

  Ela servia um vinho antigo em duas taças e servia o jovem com um sorriso meigo, um tanto até sedutor. Se aproximava do jovem e perguntava com uma voz roca e suave. - Posso provar? 

Franklin

  O espetáculo era lindo a música ecoava naquele ambiente, que gradualmente se enchia de trabalhadores para o almoço, todos animados com a música, cantando até junto e aplaudindo em agradecimento pelo entretenimento sonoro.

  - Eí Franklin, pare um pouco e venha comer! - Issac o chamava e servia um enorme prato de comida acompanhado de meia garrafa da bebida que o mink já tinha tomado. - Não é muito, mas aproveite a refeição, e obrigado pela música.

    A refeição estava ótima assim como a bebida, mas para os objetivos de Murphy  ele precisava de dinheiro por isso não perdia muito tempo ali, e logo se despedia de Issac que o cumprimentava com um sorriso.

 - Nos que agradecemos pela música meu jovem. - Ele tirava o prato e copo da mesa. - Aviso sim, e volte sempre que desejar. - Ele sorria acenando para o mink. - Você é um músico incrível confio no seu potencial.

 Uma ideia brotava em sua mente, assim como uma lembrança de um lugar perto dali, um motel aonde talvez conseguisse algum dinheiro para começar sua jornada. Chegando no estabelecimento, poderia notar um homem alto ruivo e bem acompanhado de uma bela dama, e sem perder mais tempo começava sua busca por algum trocado.

Iruh

  Dinheiro, para alguns é algo mais valioso do que as sensações que o belo mundo oferece, e esse era o caso de Iruh, que preferia pagar algo mais barato mesmo aquele lugar sendo uma indicação da bela moça que o acompanhava.
 
  - Tsc! Não quero outro lugar, quero aqui. - Ela dizia sem jeito, apertando seus dotes no braço de Iruh. - Eu pago então. - Ela não parecia feliz em ter que pagar, estando com um homem que supostamente a faria feliz.

  A noite se passava com muito amor envolvido, apesar que a felicidade de Nadja não era nada fácil de conseguir após ela ficar responsável por pagar as contas. Embora isso o casal ficava acordado até um pouco depois do amanhecer, suprindo os desejos da carne.

  Quando Iruh conseguiu levantar, após uma longa noite, já tinha seus objetivos claros, ir até uma loja de armas. Nadja parecia dormir como um anjo, mas não durou muito e antes que o jovem pudesse dar o fora, ela acorda e se arruma para partir com seu caso de uma noite.

  Mas ao sair do hotel/motel luxuoso se depara com um mink, que começava a fazer perguntas para Iruh um tanto ofensivas dependendo do modo de vista.



~ Belo rapaz da ferraria
~ Gabriela
~ Issac
~ Nadja



Tensei:
 

Arthur:
 

Franklin:
 

Iruh:
 

Luna:
 



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lunabrag
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptySeg 22 Fev 2021, 14:29



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– Fico muito agradecida – diria Luna sobre o desconto, com um sorriso sincero nos lábios.

Olharia para as bainhas com atenção, procurando alguma que tivesse tons vermelhos ou desenhos que remetessem ao fogo. A jovem sentia que esse seria o símbolo de sua vida a partir de agora. Quente, em chamas, preparada para aquecer – ou queimar – tudo ao seu redor. Talvez esses pensamentos viessem um pouco da Bela e da Arya, mas Luna não se importava.

Continuaria procurando a bainha até achar alguma que lhe agradasse visualmente e, claro, que servisse perfeitamente em Abaddon. Faria os testes necessários para ver se encaixava bem e, quando escolhesse, já colocaria na espada. Voltaria sua atenção para o atendente e a forja em si, ainda meio deslumbrada com o lugar e com o que havia acabado de fazer.  

– Foi incrível forjar aqui com vocês. Não estão precisando de ninguém para trabalhar ou algo assim? – perguntaria Luna, já animada para forjar novamente. - – Poderiam descontar o valor da espada ao invés do salário. Inclusive, pretendo forjar uma manopla muito em breve também.

Observaria com atenção a reação do atendente e esperava ter uma resposta positiva. “Não foi isso que viemos fazer em Briss” ouviria uma vozinha em sua cabeça, lembrando dos planos de se tornar pirata. Não seria trabalhando que o alcançaria. Com um suspiro, se conseguisse o “emprego”, prometeria para si mesma que seria só até pagar a espada e a manopla. Depois, seguiria para o mar.

“Afinal, o que eu preciso realmente fazer para ser uma pirata?” se perguntaria Luna, perdida em seus devaneios. No mínimo, aprender algo que não envolva apenas forjar. Provavelmente se envolveria em muitos conflitos e sem garantias que estaria armada.  Sem falar que precisava aperfeiçoar suas habilidades, estava bem enferrujada. Nem mesmo Arya lutava a um bom tempo – e ela atormentava sua mente constantemente por isso.

– Sabe, também tenho outros planos para essa cidade. – diria ela, escorando-se no balcão. Algo naquela forja a deixava confortável, não queria sair dali de imediato. E o atendente era simpático. Sentiu vontade de conversar. – Acho que estou precisando aprender umas coisas além da profissão de ferreira.   – diria Luna, pensativa, se alongando demoradamente no balcão, sentindo seus músculos relaxarem com os movimentos do corpo. – Algo louco tipo... Luta de rua. Sabe, sem regras, sem posturas... Sobrevivência mesmo. Caso eu não esteja com a Abaddon, claro. – pensando na espada, ela completou – Ou, quem sabe, finalmente estudar um pouco sobre anatomia humana. Sei o básico, como deve imaginar. Mas queria muito saber onde acertar exatamente cada pessoa para causar um golpe foda e...

Percebendo que poderia parecer levemente psicopata compartilhando seus pensamentos com o atendente, Luna sentiria seu rosto corar de vergonha. Ajeitaria sua postura, dando uma tossezinha de leve.

– Desculpe, acho que falei demais. – diria a jovem, meio sem graça. – Além dos 30 mil, quanto te devo pela bainha? Melhor eu parar logo de ocupar seu dia. Isso, é claro, se não aceitar minha proposta de trabalhar com você.

E, assim, Luna observaria o atendente em busca de orientação sobre o que faria a seguir. Sendo bem sincera, não queria investir tudo que tinha na espada naquele momento. Então, esperaria para a reação dele sobre aquele monte de baboseiras que acabou falando sem prestar atenção. Também daria mais uma boa olhada na loja, tentando perceber o movimento e se algo de interessante acontecia ao seu redor.

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptyTer 23 Fev 2021, 11:55




Iruh Infamus
País da fome


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Enquanto estava saindo do motel com Nadja, imaginaria que ela estivesse chateada por ontem, afinal, ela teve que pagar toda a quantia do hotel.

- Nadja, eu peço perdão por ontem... A verdade é que... Bom, eu tenho exatamente 50 mil berries no meu bolso e precisaria desse dinheiro para poder sair desse lugar e realizar meus objetivos... Logo logo saíremos daqui e eu terei dinheiro o suficiente para fazer várias coisas. Além de tudo, não era seu sonho sair de Briss? - Falaria para ela meio sem jeito, afinal, essa era uma situação bem ruim.

Óbvio que não estava mentindo para a mulher, porém de fato a ganância foi o maior fator para minha escolha. Talvez minha criação ainda reverbere nas minhas escolhas de adulto mais do que eu desejaria...

Pegaria na mão de Nadja para que pudéssemos andar pela cidade até uma loja de armas.

- Falando nisso, onde eu encontro uma boa loja de armas para mim? É um dos itens necessários hehe. - Meu plano era sair desse lugar, e provavelmente isso envolveria alguma luta. Além do mais, como eu me sentiria seguro desarmado em um lugar onde um assassinato havia acontecido tão naturalmente? De qualquer forma, eu iria para os mares, sair desse lugar de uma vez por todas e levar minha amada. "O que será que ela pensa sobre piratas? Farei questão de perguntá-la mais tarde." - Me indagaria.

Meus planos, porém, foram subitamente atrasados por uma espécie de mink, que de maneira grosseira se dirigiu até mim, fazendo acusações um tanto quanto sérias.

- Amigo, se fosse qualquer outra pessoa no meu lugar teria te batido, não chegue com acusações dessa forma, insultando eu e minha parceira. Vaza, antes que minha paciência acabe! Venha Nadja, vamos comprar logo essa arma, logo sairemos de Briss de uma vez por todas. - O responderia com um ar de superioridade ao mink.

Sairia daquele lugar imediatamente após "lidar" com esse problema. Ainda bem que sou cabeça fria, se aquele cara continuar dessa forma, definitivamente vai tomar uma bela surra.

Chegando na loja, analisaria meticulosamente o ambiente e os clientes, e imediatamente me dirigiria a(o) vendedor(a) ou don(a) do estabelecimento.

- Opa amigo, tudo bem? Eu gostaria de um par de botas de Taekwondo, se possível. Algo dentro de meu orçamento, tenho apenas 50 mil berries hehe. - Falaria com a pessoa com pouco jeito, mas ainda assim com uma voz calma e serena.

Caso a bota custasse algo acima de 40 mil berries, o convidaria para uma luta valendo um pequeno desconto. Eu estava ansioso por um grande oponente há tempos e talvez essa seja minha grande oportunidade.

- Amigo, o que acha de duelarmos por um pequeno desconto? Eu acho que você será um oponente digno! Espero que se sinta da mesma maneira que eu. - Faria a suposição para a pessoa caso fosse preciso pelo preço. Mesmo que eu vá ganhar dinheiro brevemente, não posso sair gastando tão desenfreadamente o meu dinheiro. Até mesmo Nadja ficaria brava comigo, já que não paguei o motel.

Caso ele não aceitasse, faria outra proposta.

- E o que eu poderia fazer por um pequeno desconto? Faço qualquer coisa que esteja no meu alcance! - Minha proposta seria totalmente absurda, uma vez que ele poderia fazer qualquer coisa, porém era necessário, meu anseio por berries era maior.

Sinceramente, até onde isso vai me levar? Mas eu devo continuar. Vou sair de Briss em breve e não posso deixar que nada frustre meus planos. Pensando bem, até mesmo alguns companheiros ajudariam bastante nessa minha jornada, mas isso só o tempo e o destino podem me dizer.


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptyTer 23 Fev 2021, 12:44



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Arthur perceberia o rosto dela corar. Os sorrisos. A forma delicada com que ela conversava e o ensinava. E isso despertaria um enorme desejo de conseguir ainda mais reações como aquelas. De deixar aquele ambiente onde conversavam, aprendiam e cozinhavam ainda mais prazeroso. A cozinha também tinha um clima deliciosamente aconchegante, Arthur não se importava com a bagunça. Acharia os ingredientes que precisasse.

– Sua irmã? – perguntaria Arthur, com a voz acolhedora, enquanto começava os preparativos. – E como ela está, conseguiu resultados com a tecnologia de Briss?

Arthur pegaria a taça de vinho com um sorriso, se deliciando com o cheiro da bebida. Depois, com o pedido para provar sua comida, o ruivo se sentiria completamente conquistado. Ele pegaria uma colher, escolheria o item mais saboroso no momento e colocaria um pouco.

- Abra a boca – diria ele, com a voz firme.

E, esperando que ela abrisse, levaria suavemente a colher até os lábios da jovem. Deixaria que ela experimentasse, fazendo questão de sujar um pouquinho no cantinho da boca na hora de tirar a colher.

- Opa, deixa que eu limpo. – diria Arthur, levando delicadamente a mão até o lugar e limpando, encostando mais tempo que o necessário no delicado rosto de Gabriela. –  E então, o que achou? Logo logo está tudo pronto e podemos comer.

E, assim, continuaria cozinhando. Beberia alguns goles do vinho enquanto preparava e sempre dando uma olhada para Gabriela. Tentaria manter sua postura o mais elegante possível, com firmeza em seus movimentos. Gostava de ser observado por ela.

- Você tem alguém em sua vida, Gabi? – perguntaria Arthur, com a voz suave. –  Digo, amorosamente. Algum relacionamento?

Arthur ansiava por um não, estava torcendo para a belíssima botânica em sua companhia ser completamente disponível. Se ela devolvesse a pergunta, perguntando sobre os relacionamentos do cozinheiro, ele diria:

- Não tenho ninguém. Acho que não tenho sorte para esse tipo de coisa.  

Quando terminasse de cozinhar, serviria os dois pratos, sentando-se de frente para a jovem. Se tivesse mais vinho, também serviria outra taça para ambos.

- Bom apetite – diria ele, antes de começarem a comer. Esperava que ela aproveitasse a refeição. Decidiu puxar alguns assuntos mais rotineiros, enquanto comiam, para conhecê-la melhor.  

 - Aquele livro, com o trevo na capa – diria Arthur, bebendo mais um gole do vinho. – Ele parecia bem especial. Onde conseguiu?

E ouviria a resposta com atenção. Talvez seria bom ter um livro como aquele na viagem. “Ou uma botânica como aquela” pensaria ele, olhando com desejo para a jovem na sua frente. Realmente, a companhia de Gabriela deixaria a vida em alto mar bem mais agradável.  

- Quais sementes você vai me dar para que eu leve para a viagem? – perguntaria ele, tentando afastar os próprios pensamentos perversos -  Acho que vou precisar comprar um pouco de adubo também... Já vou dizendo, com seus ensinamentos, me sinto confiante para cuidar de qualquer espécie. – Arthur pararia de comer por um momento, olhando-a nos olhos e sorrindo antes de dizer – E sabe qual a melhor parte? Sempre que eu for cuidar delas vou lembrar de você.

Com um sorriso, esperaria a reação dela antes de completar.

- Claro, eu não precisaria disso se você quisesse me acompanhar nessa aventura. – ele beberia o restante do vinho da taça, encarando-o nas olhos. – O que acharia disso? Se tornar uma pirata, conhecer o mundo.... Imagine quantas vegetações incríveis se escondem em outras ilhas.

E, lançando essa bomba, terminaria de comer ouvindo o que ela achava daquilo. Não insistiria, independente da resposta. Quando ambos terminassem de comer, ele recolheria os pratos e começaria a lavar a louça. Guardaria o que tivesse sobrado de comida para depois, em uma geladeira ou algo do tipo. Se ela oferecesse para ajudar, Arthur aceitaria, trabalhando junto com ela para deixar a cozinha organizada. E aproveitaria para ficar cada vez mais próximo dela enquanto limpavam. Quando terminasse, sentindo as mãos geladas pela água, daria um sorriso travesso.

- Ei, Gabi – chamaria ele, buscando a atenção da jovem. Quando conseguisse, colocaria as mãos geladas nas bochechas dela, com uma risada. – Está gelada?

Esperava fazê-la rir com aquela bobagem, ou até receber outras mãos geladas como vingança. Depois desse momento de descontração, se aproximaria bastante dela, o suficiente para que sentissem o ar quente da respiração um do outro.

- Acho que sei um jeito de esquentar nossas mãos. E o resto do corpo inteiro também. – diria ele, com um olhar safado, observando atentamente as reações da jovem com a sugestão antes de continuar.  

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptyTer 23 Fev 2021, 17:49



Escuta, talvez essa aqui não seja a melhor primeira impressão. - ...Ah... Quê?! - Eu sou tranquilo, não entenda errado... Mas todo mundo tem um dia de cão de vez em quando, não é mesmo? - Ahhhhh!!!!! DESGRAÇADO! - Levantando-me do banco onde estava dormindo, rangia os dentes e batia a perna furiosamente. O filho da puta me roubou tudo. Tudo! Meu fumo, meu dinheiro, minha mochila, minha espada, meu cachimbo... Meu pobre cachimbo! Mal consigo imaginar onde ele está agora. O canalha roubou as minhas meias, quem é que faz esse tipo de coisa?! Lá estava eu, havia acabado de acordar com a realização de que perdi tudo que eu tinha, e mesmo com uma raiva nublando meus pensamentos e sentimentos, não levaria muito tempo até eu olhar para os lados, tentando me situar sobre meus arredores.

Meu cérebro não consegue olhar essa perda só como uma tragédia, também é uma oportunidade incrível, começar do zero é desafiador e, logo, muito divertido. Hoje é o meu primeiro dia em Geartrópolis, e eu não queria perder tempo. Felizmente, havia me lembrado de um detalhe importantíssimo, meu dinheiro de emergência! Abriria o bolso interno da minha túnica e.... Ah, só cinquenta mil berries? Bom, vai ter que dar pro gasto. Eu começaria a andar sorrateiramente pelas avenidas agitadas de Briss Kingdom, olhando a paisagem acima com um sorriso no rosto. Não tinha muita experiência com megalópoles tão movimentadas, então faria o ato cortês de me desculpar caso esbarrasse em alguém ou algo. - Opa, foi mal! - Retrucaria de modo afável, sempre com um sorriso. Independente do horário do dia, faça chuva ou faça sol, me dirigiria aos locais mais urbanos e mais sujos da cidade. Muitos ladrões usariam sua última fortuna restante para investir em algum golpe ou algo para conseguir mais dinheiro, mas eu sabia bem as minhas prioridades. Algo pra fumar e uma espada pra me defender.

Nunca pisei meu pé nessas ruelas motorizadas, mas eu sentia que já conhecia uma parte do reino melhor que a maioria dos moradores. Eu não consigo comprar tudo que eu gostaria em alguma mercearia de esquina com cinquenta mil berries, mas eu tenho meus jeitos. Procuraria pelos becos mais escuros, os ferros-velhos mais longínquos, os prédios abandonados e as passarelas mais desoladas, meu objetivo era descobrir onde estavam os pontos isolados do mercado negro de Geartrópolis. Toda ilha tem um, principalmente uma tão movimentada desse jeito. Entraria nos pontos designados de modo bem discreto, tentando não chamar a atenção de ninguém.

Buscaria algum vendedor de itens generalizados, com todo tipo de mercadoria roubada ou estoque que acabou de cair de algum navio. - Olá! - Meus cumprimentos seriam realizados com um tom bem amigável, que emitia segurança e um sentimento tranquilo, como se eu passasse lá todo dia. - Escuta, eu tava procurando um cachimbo e fósforo, e uma espada qualquer também, você tem o que aí? - Observaria com atenção o que aquele pracista tinha para oferecer, com os olhos bem abertos principalmente para detectar qualquer espada com ferro muito desgastado ou cachimbo furado. Caso não encontrasse nada de meu agrado, agradeceria rapidamente, - Valeu. -, e tomaria meu rumo, rastreando algum outro ponto com bancas de contrabando, sempre andando em passos silenciosos. Sempre escolheria o produto que aparentava maior qualidade, desde que o preço entrasse em meu poder de compra, que ínfimo, sabia bem que não iria poder escolher muita coisa, uma espada qualquer teria que bastar. Já sinto muito falta da minha katana antiga, eu fiquei com ele por quase quinze anos... Bom, é lixo agora, não devo me preocupar.

- Hmm... Que facada... - Colocando meu indicador e polegar abaixo de meu queixo, aproximaria meu rosto à mercadoria, como se a analisasse meticulosamente. - Por favor, vamos, onde é que nós estamos? - Se fosse possível, colocaria minha mão sobre o ombro do vendedor, lhe dando um sorriso bem amistoso, além de falar as coisas em um tom bem gentil e quieto. - Parece que você não anda muito em Geartrópolis, né? Lá no bairro de baixo eu acho isso daqui pela metade desse teu preço! Só um toque para você... - Caso o comerciante não decidisse que minha pechincha fora o suficiente, apenas daria de ombros e partiria silenciosamente. - Você quem sabe... - Cochicharia, já em meu caminho. Entretanto, se ele abaixasse o preço, mesmo que apenas um pouco, o visaria de cima a baixo, com um rosto bem mais sério. - Tá... Mas só porque eu tô com pressa. - Pagaria o vendedor de acordo com a quantia proposta, e remexeria na mercadoria para pegar a venda rapidamente, guardando a caixa de fósforos e o cachimbo em um bolso interno em minha túnica, e prendendo a espada em meu cinto. - Valeu. - Depois de ajustar meu chapéu, sairia em um andar rápido e discreto. Caso o vendedor pudesse me dar apenas parte dos produtos que procuro, os compraria e continuaria vasculhando os becos por mais contrabandistas, até que obtivesse tudo que eu procuro por um preço pagável.

Antes de qualquer coisa, pegaria meu cachimbo e daria uma boa olhada nele, em seu formato, na qualidade da madeira. Talvez eu realmente devesse olhar a espada primeiro, mas, não consigo me conter, eu preciso saber o formato e a condição do meu mais novo cachimbo, teria que me acostumar bem com ele. Era melhor não fumar já, desde cedo, antes disso, eu precisava arranjar alguma grana pra comer alguma coisa. Havia acabado de acordar e a fome poderia começar a apertar em qualquer momento. Não é um problema, eu consigo alguma coisa rapidinho. Não precisa de nada além das minhas próprias mãos para trabalhar.

Eu me distanciaria um pouco dos cantos escuros, em busca das avenidas mais movimentadas de Briss. Aquelas muvucas intermináveis, onde um único suspiro de leveza parece impossível. Andaria com certa serenidade, com a cabeça levantada, como se eu soubesse bem onde gostaria de ir, e me reclinaria sobre alguma parede ou poste, especificamente algum canto onde o fluxo de pessoas andando fosse alto e constante, com muita gente e sem muitas paradas. Colocaria meu pé direito sobre a parede, reclinando minhas costas e pescoço sobre a mesma para poder relaxar um pouco os músculos, deixando-os dispostos a se moverem em alta velocidade a qualquer momento. Passaria um ou outro minuto lá, simplesmente dando um tempo, observando bem a paisagem, a velocidade com que as pessoas se moviam, o tipo de sujeito que andava por aquelas bandas, coisas assim... Até que meus olhos pudessem notar algum ser despreocupado, apressado, algum distraído caminhando rapidamente. Tentaria perceber se havia algo solto em seu bolso, ou em qualquer outra parte de seu corpo, objetos pequenos que poderiam ser apanhados com certa facilidade sem causar algum barulho e que não estejam amarrados ao seu devido dono a ponto de que o mesmo sinta a falta de seu peso, ou sinta o meu puxar. Me certificaria de que o sujeito não estava olhando para mim, ou prestando atenção, e esperaria que passasse ao meu lado. Neste momento, minhas mãos saltariam em alta velocidade, agarrando o furto com destreza, sempre o puxaria de volta com meus punhos a frente da vítima, para não notarem o que minhas mãos escondem, dando também a impressão de que eu estava apenas movendo minhas mãos inocuamente.

Deixaria o objeto em minhas mãos por alguns segundos antes de guardá-lo discretamente em meu bolso interno. Após cada furto vitorioso, tentaria seguir o fluxo da caminhada das pessoas, buscando algum outro canto semelhante, mas também me afastando do ponto anterior, talvez com uma distância mínima de uma quadra, para que ninguém naquela rua percebesse meus hábitos ao longo do tempo, e então repetindo o plano. Eu manteria sempre um rosto bem tranquilo, um pouco austero, como se estivesse muito cansado, mas não deixando nem um pingo de insegurança ultrapassar minha expressão. Não deixaria meu olhar fixo à minha vítima, apenas olhando para a mesma de volta no exato instante em que precisaria me mover para roubá-la. Não hesitaria em tentar furtar agentes do governo ou marinheiros passageiros, mas apenas se eu notasse que estavam completamente sozinhos, e não em bando ou dupla.

Caso alguém percebesse o que eu fizera, e viesse até mim se queixar, eu manteria a calma, levantando meus ombros em indiferença. - Eu não sei do que você está falando... - Fingiria uma voz tímida, e bem desanimada. - Por favor, eu sou só um fazendeiro, nem sei como vim parar aqui... - Olharia para o chão, abaixando meu chapéu e cobrindo parte dos meus olhos com ele, como se estivesse me sentindo miserável. Felizmente, a mentira sempre foi minha arma mais confiável.



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Arthur Infamus
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 3 EmptySeg 01 Mar 2021, 18:09


 


País da Fome
Briss Kingdom - 14h00

Luna

 Chamas, incrivelmente uma das bainhas se destacavam sendo justamente o que Luna tinha em mente, demostrando o símbolo da sua vida, uma bainha perfeita para a sua nova espada. O Jovem notava os olhos da moça se depararem com aquela bela bainha, e logo ele pegava colocando na mesa.

 - Trabalhar com um anjo desses? Eu adoraria. - O sorriso do belo rapaz ia de orelha a orelha. - Olha não estamos precisando de uma forjadora em período integral, mas temos alguns pedidos caso você queira podemos descontar sim no valor.

 A mente da jovem era bombardeada por pensamentos quanto ao futuro, ela queria ser pirata e não poderia enrolar muito naquele lugar. E nesse momento uma outra figura muito bela passa por Luna, um ruivo musculoso acompanhado de uma garota não tão feliz.

 - O que você tem interesse? Posso ser seu professor essa noite. - Ele se escorava no balcão ficando próximo da garota. - Suponho que seja seu dia de sorte, conheço bem o corpo humano. - Seus olhos se fixavam nos lábios da jovem. - Também conheço alguns truques em lutas.

Iruh

  A situação com Nadja já não era das melhores, e após as palavras de Iruh as coisas pareciam ir de mal a pior. Ela fechava a cara como se não tivesse gostado da explicação da parede de músculos, apesar de a noite ter sido boa não pareceu compensar toda aquela confusão.

  - Então você tinha o dinheiro, só queria me levar para um lugar barato e nojento? - Ela cruzava os braços e virava o rosto. - Não sei o que eu vi em você. - Apesar de seguir o jovem, ela não aceitou andar de mãos dadas com ele.

  O mink não parecia querer responder Infamus no momento, fazendo ele partir para a loja de armas, e assim como aquele motel, o lugar estava situado na área nobre da grande cidade de Briss. O Espaço era lindo e cheio de armas, já tinha alguns clientes, dentre eles se destacava uma bela moça de cabelos escuros.

  - As botas de Taekwondo estão na promoção hoje, musculoso o que acha daquela ali? - Ele aponta para uma bela bota reforçada. - São apenas 45 mil bellies, o que me diz vai querer. - O atendente sorria, mas parecia estar mais interessado na outra cliente, não ouvindo ou dando bola para a proposta de Iruh.

Arthur

    Já mais na periferia de Briss, mais precisamente em um recanto da ilha, se encontrava um dos nossos protagonistas com quiça um começo de um romance, com uma bela moça chamada Gabriela.

   - Infelizmente ela não se encontra mais entre nos. - Ela parecia não querer tocar no assunto para não atrapalhar o clima aconchegante que permeava o ambiente. 

  E de fato ela conseguia, a tarde prosseguia com uma "vibe" agradável para o casal, com um bom vinho e algumas carícias com segundas intenções.

  - Talvez no final do jantar eu consiga uma pessoa assim. - Ela olhava insegura para o jovem, mas com um sorriso meigo no rosto. - E você teria alguém na sua vida? 

  A refeição estava servida, e ao provar a comida os olhos de Gabriela brilhavam, ela sorria e pegava mais do delicioso macarrão.

  - Foi um presente, dos meus pais adotivos eles amavam plantas assim como eu. - Ela tocava a mão do ruivo com gentileza. - E você meu querido me conte sua história?

  - Alto Mar? Suponho ser aconselhado levar Menta, Hortelã talvez uma muda de Babosa também auxilie em uma jornada. - Sorria ao ouvir as palavras de Arthur, e logo prosseguia.  - Pirata? Eu? Nunca me vi com um chapéu, um gancho e uma perna de pau. - Ela brincava e imitava o estereotipo de pirata. - Quem sabe numa próxima vida? Não queria deixar para trás o único verde dessa ilha.

  Após a refeição Arthur ia lavar a louça, com planos de gelar as bochechas da garota. - Me mostre então. - Ela abria um sorriso um tanto malicioso.
  
Veridis

  A aventura de mais um protagonista começa na famosa Geartrópolis, mas nem sempre as jornadas começam da melhor forma, Veridis havia sido assaltado e começava completamente do zero a não ser pelas poucas moedas que restaram em seu bolso reserva.

 Embora esse caos matutino, o garoto não deixava isso o abalar, e seguia pelas ruas da cidade desconhecida em busca de encontrar algo para fumar e uma arma para se defender. Ele esbarrava em várias pessoas no caminho, pela quantidade de pessoas que transitavam naquele horário de pico, em uma das cidades mais industrializada dos Blues. E elas não pareciam gostar, mas nem se importavam com o pedido de desculpas ou o sorriso do jovem, só queriam seguir com sua vida.

 Após uma busca quase instantânea Veridis encontra uma tenda em um dos becos com alguns objetos a mostra, e um homem encapuzado atendendo as poucas almas que se atreviam a passar por ali.

 - Uma espada e um cachimbo? Vai ser 50 mil meu compadre. - Sua voz era mansa e suave, mas com um tom ganancioso na sua voz. - Hmm!? Por que não vai comprar lá então sabichão? - Ele colocava uma espada simples e um cachimbo velho na mesa. - Me dê 40 mil e vaza.

  Momentos depois o trombadinha já estava na rua, se preparando para realizar pequenos furtos. E de fato era um bom negócio para alguém com sua aparência de fragilidade. Conseguindo roubar um relógio de outro antigo e um saco de dinheiro, mas não tinha muitas moedas apenas alguns trocados.(15 mil)



~ Belo rapaz da ferraria
~ Gabriela
~ Npc Aleatorio
~ Nadja



Tensei:
 

Arthur:
 

Franklin:
 

Iruh:
 

Luna:
 

Veridis:
 



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