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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 País da Fome

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyDom 31 Jan 2021, 15:39

Relembrando a primeira mensagem :

País da Fome

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Tensei K. Kallis. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Tensei
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyQua 10 Fev 2021, 19:51




Homens Animais!



        Toda cena acontecia de uma maneira tão rápida que acompanhar os movimentos até para os olhos mais espertos seria uma tarefa nada fácil. Em poucos segundos eu estava com um revolver apontado para minha testa e tudo que pude fazer foi ficar imóvel, mantive minha mão para o alto e a outra no bolso. Após ouvir atentamente as palavras do musculoso respirei fundo e abri um sorriso, dando tempo para que Arthur fizesse algum movimento também. Mas independente dele eu começaria — Olha só, vou tirar o dinheiro do bolso então ta bom. E depois colocar de vagar na mesa. — Enquanto falava virava meus olhos na direção do meu bolso, na intenção de chamar a atenção do homem para o mesmo.

No entanto oque eu queria mesmo era tirar a atenção dele da minha mão erguida, então caso obtivesse uma mínima brecha eu tentaria empurrar o braço que segurava a arma para a esquerda (lembrando que minha mão erguida é a direita) ao mesmo tempo eu tentaria mover minha cabeça para a direita, tentaria fazer esses movimentos para tirar minha cabeça da mira da arma em poucos segundos, evitando assim de ser atingido por um disparo. Caso conseguisse tal manobra eu tentaria emendar um soco, dessa vez tirando a mão que estava em meu bolso, já com a minha soqueira, e miraria bem no pescoço do homem. Lançaria meu corpo para frente afim de ganhar impulso e aplicar o soco com toda minha força, o objetivo era fazer o mesmo perder o ar.

Na possibilidade de meu movimento inicial dar errado eu tentaria saltar para trás, ao mesmo tempo que "caia" no chão. Era um movimento desesperado tentando desviar de qualquer tiro que pudesse vir em minha direção, em seguida eu logo tentaria esticar ao máximo meu braço e me aproveitar de minha envergadura grande para alcançar a mesa onde a espada de dois metros estava. Ainda abaixado eu pegaria a mesma com ambas as mãos e tentaria aplicar um corte horizontal mirando as pernas do homem armado, visava acertar a altura dos joelhos do mesmo afim de cortar ambas fora. Mas acertando ou não eu usaria a força de minhas pernas para me mover para trás afim de tentar manter uma distancia de no mínimo 2 metros.

Qualquer que fosse a situação eu esperava que Arthur estivesse bem — Não acho que eles precisam morrer, mas podemos deixar eles amarrados não é? — Caso nossa situação fosse favorável e estivéssemos no controle, iria olhar ao redor e procurar uma corda ou algo que pudéssemos usar para amarrar ambos. Iria querer prender as mãos de ambos nas costas, mas antes disso iria procurar por mais armas nas vestes deles fazendo uma revista, não iria querer uma surpresa. — Vamos levar o dinheiro também? — Questionaria Arthur, e tentaria achar o caixa para pegar a grana. Nessa situação eu também iria pegar a Katana do vendedor para mim, ela podia ser menor que a minha, mas eu podia fazer um bom uso com duas espadas.

No entanto poderíamos estar desfavorecidos, e nessa situação eu tentaria manter a distancia e segurar minha espada na frente do corpo (se estivesse com ela). Se não estivesse com a mesma ficaria em uma postura de karatê e esperaria por mais movimentos ou ações vindas de Arthur ou um dos dois homens.

Fala - cc1d00
Pensamento - 0099ff



Off e adentos:
 

Histórico:
 


Objetivos:
 


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Arthur Infamus
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptySex 12 Fev 2021, 23:51


 


País da Fome
Briss Kingdom - 09h05

Franklin

  A vida para a maioria das pessoas é uma montanha-russa de sentimentos e emoções, e para nosso querido mink não era muito diferente, a nostalgia e música se envolviam em uma variedade sensações.  Uma linda canção era entoada, não só pelo jovem, mas pelo belo instrumento que ele conduzia com excelência.

  - Ei senhor! Cantor. - Uma garotinha puxava a ponta da calça social do mink gentilmente. - E eu e meu pai queremos que você toque no nosso restaurante. - Ela sorria e voltava para perto de seu pai, enquanto sorria.

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  - Podemos pagar uma pequena quantia se desejar. - O senhor apoiava suas mãos no ombro da filha animada. - Não somos ricos, mas gostamos de uma boa música.

Tensei e Arthur

  Existem momentos na vida que devido à adrenalina, a noção de tempo muda tornando um minuto muito mais longo do que se parece normalmente. E os quatro ali provavelmente estariam cheios de adrenalina, afinal qualquer ação poderia decidir o fim de uma das duplas.

   - Ei ruivo, não adianta fazer essa carinha de bravinho! - O Pistoleiro brincava com a cara do aspirante a pirata. - Coloca a porra do dinheiro e vaza, você e esse humanoide.

   Arthur não parecia gostar nenhum pouco da situação, ele parecia se o tipo de capitão que se preocupa com seus subordinados. E em uma tentativa muito arriscada ele coloca o dinheiro sobre a mesa, já indo seco na arma.

  - Essa quantia não parece ser a combinada. - O atendente olha para o dinheiro e saca sua espada. - Não seja tão pretensioso, não quero encrencas só paga e caí fora cara.

  Seu companheiro, por outro lado, era totalmente motivado pelo preconceito que tinha contra os tritões, levando ele a cair facilmente na emboscada de Tensei. Que além de se livrar da arma apontada para sua cabeça, ainda conseguiu desferir um poderoso soco no pescoço do homem, criando uma poça de sangue no chão. 

  O atendente principal ao ver a vida de seu amigo, entrava em desespero largando a arma instantaneamente, e quando olha para Arthur nota a arma apontada para ele, não deixando opções a não ser levantar as mãos.

  - Nós amarrar? Não brinque comigo você já matou ele. - O timbre da voz emanava raiva e medo. - E pode levar tudo que tiver no caixa só por favor não me mate. - Ele pegava o dinheiro e jogava no balcão, cerca de 120 mil.




~ Npcs Aléatorios
~ Atendente do caixa
~ Empregado musculoso


Tensei:
 

Arthur:
 

Franklin:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptySab 13 Fev 2021, 15:27



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“Puta merda, um soco e ele está ali sangrando no chão” pensaria Arthur, olhando para Tensei com um misto de admiração e surpresa. Arthur manteria a arma apontada para o atendente, ouvindo o desenrolar da conversa com atenção.

– Ok. – diria Arthur, seco, pegando todo o dinheiro ainda com a arma apontada para o homem. – Também vou levar a outra pistola e toda munição que você tiver. E mesmo assim vamos te amarrar, sabe, para conseguirmos sair numa boa. Mas não se preocupe, logo logo alguém vem te ajudar.

Arthur ajudaria Tensei a encontrar uma corda para deixar o homem bem amarrado. Também procuraria algum pano ou fita para tampar sua boca, impedindo-o de gritar. Analisaria o corpo do outro homem, supostamente morto. Se ainda estivesse respirando, mas totalmente desacordado, o deixaria ali para morrer. Mas se ainda parecesse prestes a acordar, o amarraria também. Arthur também pegaria a Magnum 45 e levaria com ele. Se aproximaria de Tensei, olhando ao redor garantindo que não estavam esquecendo de nada.

– Acho melhor a gente se afastar um pouco da cidade. – diria Arthur, para apenas o tritão ouvir. – Sei que não vamos encontrar muita vegetação aqui em Briss, mas eu estava querendo aprender um pouco de botânica antes de sair da ilha. Talvez seja uma boa hora. Até as coisas se acalmarem.

Esperando que o tritão concordasse, sairia dali até uma área mais afastada da cidade. Alguma floresta – se é que existe algo do tipo na caótica Briss – ou uma área mais rural. Esperava encontrar alguém que pudesse ajuda-lo com seus interessantes em plantas. Poderia parecer cruel, acabaram de atacar e roubar e loja, porque diabos ele estaria pensando em botânica? Bem, a verdade é que ele não ligava nem um pouco para aqueles desgraçados. Para ser sincero, se importava com pouca gente. E Tensei começava a ser uma dessas pessoas.

– Como você está, mano? – perguntaria o ruivo enquanto andavam, observando com atenção o tritão. Depois, daria um sorriso. – Você mandou bem  

E, com a conversa se estendendo ou não, esperava chegar em algum lugar mais calmo. Se encontrasse alguém que pudesse lhe dar informações, se aproximaria e perguntaria.

– Bom dia, tudo bem? Meu nome é Arthur, sou cozinheiro e estou procurando alguém que entenda bastante sobre plantas para me ajudar. Pode se outro cozinheiro também, ou algum médico... Sabe onde posso encontrar? – perguntaria devagar, com a voz tranquila. Também manteria um sorriso agradável nos lábios.

Ouviria as instruções com atenção, agradecendo e seguindo para a direção indicada (se houvesse uma). Se não conseguisse nenhuma informação, tentaria novamente, até ser levado para alguém que parecesse capaz de lhe ajudar.

– Acho que vou ficar por aqui e tentar convencê-lo a me ensinar– diria Arthur para Tensei – Você quer ir comigo? Ou nos encontramos aqui mais tarde?

Independente da resposta, Arthur concordaria com a decisão do tritão e abordaria o desconhecido. Analisaria bem o lugar que estava, a aparência do outro e quaisquer outros detalhes que parecessem interessantes.

– Bom dia, tudo bem? Me falaram que você poderia me ajudar a entender um pouco mais esse complexo universo das plantas. É verdade? – perguntaria com um sorriso interessado, quase como um aluno empolgado com a primeira aula.  

Histórico:
 

Objetivos:
 

Arthur Diggory:
 


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyDom 14 Fev 2021, 18:21



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Você já imaginou que louco seria dividir sua vida com outras pessoas? Não digo da forma romântica, como juntar as escovas de dentes e viver ao lado de quem ama. Nem mesmo sobre compartilhar a vida com amigos ou irmãos, que sabem de tudo sobre você e querem seu bem. Digo, literalmente. Sua vida não é mais só sua, meu amigo. Meio assustador, né? Luna também se sentia assim. No começo.

“Mas agora ela já nos ama” diria Bela, no complexo mundo onde as três eram capazes de interagir. Normalmente em sonhos, ou quando Luna estava prestes a acordar. Realmente, já havia se acostumado com o jeitinho agradável e carinhoso de Bela. Sempre acordava relaxada depois que aquela personalidade tomava conta do seu corpo.

Ao contrário de Arya, é claro. Quando ela dominava, Luna sempre voltava a si com hematomas. Isso quando não estava coberta de sangue (seu ou de outras pessoas). Nesses dias, a amnésia era uma tortura e um alivio ao mesmo tempo. Felizmente, aprendeu a não se culpar pelo o que essas duas faziam.

Ao acordar naquele dia, independente da hora ou de onde estivesse, sabia muito bem o que queria fazer. Depois de sair de sua ilha e mudar-se para Briss, ainda não tinha tido a chance de trabalhar. Sua mão parecia tremer de empolgação. Sentia falta do calor da forja e do cheiro do aço.

Por isso, Luna despertaria se espreguiçando, alongando bem seu corpo antes de sair. Se estivesse em um lugar que tivesse café da manhã, comeria, mais com o intuito de nutrir seu corpo do que qualquer outro. Também beberia bastante água. Era saudável, afinal de contas. Não precisaria abandonar esses bons hábitos só porque iria se tornar uma pirata irresponsável. (bebam água, crianças).

Depois disso, sairia em busca de uma forja. Não queria apenas comprar uma arma. Queria um lugar que lhe permitisse criar a sua, pagando pelo material e o uso do lugar. Espera, piratas pagavam pelas coisas? Bem, a jovem ferreira ainda não sabia exatamente que tipo de pirata seria, então decidiu deixar as coisas se desenrolarem aos poucos. Agora, queria forjar uma espada.

Ela daria uma boa olhada na cidade em busca de um lugar que atendesse os requisitos que ela gostaria. Não era do tipo que gostava de pedir informações. Mas, se realmente não achasse, perguntaria.

- Ei, você sabe me falar onde consigo achar uma forja aqui em Briss?

E, assim, repetiria a pergunta a quantas pessoas fossem necessárias até achar um lugar que atendesse seus desejos. Quando chegasse nele, já olharia com atenção a sua volta, sentindo a empolgação voltar em seu corpo.

- Nesse lugar eu posso forjar uma espada? Pago pelo tempo de uso e pelos materiais. – diria ela, sem se lembrar de ser educada. Seu corpo tremeria de empolgação.

Ouviria a resposta com atenção e, esperando ser positiva, completaria animada:

- Ótimo, onde estão as coisas? Como funciona o processo de vocês?

Enquanto esperava mais informações, prenderia o cabelo com mais firmeza e ajeitaria suas roupas da forma mais confortável possível, com muita vontade de aliviar a tensão com o trabalho.

Histórico:
 

Objetivos:
 

Luna:
 


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Última edição por lunabrag em Seg 22 Fev 2021, 13:47, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyDom 14 Fev 2021, 19:36




Homens Animais!



         O golpe fazia o corpo do homem cair para trás e instantâneamente pude notar o sangue, vermelho como o meu —Talvez no inferno você perceba que humanos e tritões são iguais, até nosso sangue é da mesma cor! — Após a fala o riso irônico sairia de meus lábios, de maneira inconsciente. No entanto todo aquele precoceito revivido na pele me trouxe lembranças não muito boas, o tempo como escravo havia me mostrado como os seres humanos podem ser desprezíveis, e olhando aquele corpo no chão não pude deixar de me lembrar de uma ocasião em especial.

FLASHBACK


         Meus joelhos doíam de forma agonizante, a cada novo "passo" eu podia sentir um pouco de pele ficando no chão e criando uma nova escoriação. As mãos já estavam cheias de calos e por isso não sentiam tanta dor, mas o peso do infeliz gordo que estava montado em minhas costas machuca minha coluna de uma forma extremamente dolorida. Nada disso no entanto era pior que a humilhação de servir como cavalo para um nobre, um ser tão repugnante que nem mesmo queria respirar o mesmo ar que eu — Mais rápido peixe idiota! Vamos, vamos. — Enquanto falava suas pernas gordas batiam em minhas costelas, me fazendo engatinhar mais rápido.

          No entanto o humano que servia de cavalo para a noiva do nobre parecia estar sofrendo mais do que eu, pois ele não conseguia acompanhar minha velocidade, e claro que isso incomodou o homem gordo — Pode parar tritão, levante! — Obedecendo o mesmo por conta da coleira em meu pescoço parei e me levantei. Ele deu a mesma ordem ao humano que também servia de cavalo, o homem estava exausto. Outrora eu tinha ouvido dizer que ele tinha sido um pirata, mas agora não podia fazer nada contra aqueles homens. —Esse lixo não vale o dinheiro gasto nele, é mais lento que uma lesma. Eu quero ver a força de um homem-peixe, quero que mate ele tritão! — Aquilo era uma ordem das mais cruéis.

         Mas notei algo diferente no rosto do homem quando ele ouviu tais palavras, ele parecia ... Aliviado? Fiquei imóvel por alguns momentos até que a voz do outro escravo finalmente chegou meus ouvidos — Faça isso, por favor amigo. Me mate! — Foi um choque enorme! Ele preferia a morte a servir mais um segundos aqueles vermes, de certo modo era corajoso e covarde ao mesmo tempo. Eu não conseguia entender, mesmo sendo escravo eu amava a vida, sabia que um dia iria fugir. Meu punho se fechou e ....

FIM


       Voltei a mim encarando o homem no chão, de certo modo ele me lembrava o pirata escravo e ao mesmo tempo o nobre, tudo em uma só pessoa. Era um retrato da sociedade. Voltando a realidade eu iria pegar a katana de dois metros e colocar a mesma no lado esquerdo de minha cintura, então tentaria me aproximar do vendedor e pegar a arma que ele havia jogado no chão e colocar a mesma no lado direito —Me amarrar? SIM te amarrar porra, ou acha que vamos te deixar livre, leve e solto para chamar a Marinha racista? — Iria então procurar uma corda ou algo que pudesse ser usado como uma junto com Arthur, e tentaria amarrar o homem o mais forte possível.

        Enquanto deixava a loja iria falar para o mesmo — E não se esqueça, só acabou assim pois vocês mecheram com o cozinheiro Arthur e o tritão Tensei!— Nos apresentar podia ser burrice mas eu queria deixar claro o motivo deles terem se fodido. Ao sair da loja Arthur declarava sua intenção de aprender botânica e procurar uma área mais tranquila da cidade, no entanto isso não batia muito com meus planos — Oque acha da gente se separar e nos encontramos no porto quando voce tiver feito tudo Arth? Eu quero aprender a pilotar um navio.—

          Após minha fala independente da resposta de meu amigo eu tentaria me dirigir até o porto da cidade, mas evitando andar pela área em que eu havia estado ontem, afinal tinha matar um homem lá também. Iria procurar por pessoas que aparentavam ser lobos do mar, e por navios. Encontrando qualquer coisa assim eu perguntaria — Pode me ajudar? Estou tentando achar alguém que possa me ensinar a pilotar um navio, posso pagar pelas aulas.— Caso a resposta fosse negativa eu simplismente iria sair andando e perguntando para o próximo que encontrasse. Tentaria ficar longe de marinheiros, e evitar muita aglomeração de pessoas. Caso obtivesse uma resposta positiva iria questionar — E por onde começamos?— Falaria de forma amigável.

Fala - cc1d00
Pensamento - 0099ff



Off e adentos:
 

Histórico:
 


Objetivos:
 



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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptySeg 15 Fev 2021, 20:21

Melodia Nº 1: Para um Dia Cinzento


Cada passo dado pelas ruas de Briss era como uma melodia sendo criada em minha cabeça, a melodia de minha história assim por dizer. Minha procura por moedas perdidas havia sido totalmente inútil, porém a coisa que mais me incomodava era a sede que estava sentindo, a vida de artista de rua as vezes não é fácil, damos nosso melhor para alegrar as pessoas que estão em nossa volta, porém não são todas pessoas que são agradecidas por nosso esforço.

Meus pensamentos foram interrompidos por uma menininha que aparentemente tinha uns oito anos que puxava a ponta de minha calça, ela estava me fazendo uma proposta irrecusável para um artista.

- Bela garotinha, eu me sentiria um idiota se recusasse o convite para alegrar os outros com minha música! – Me abaixaria e bagunçaria os cabelos dela amigavelmente, após isso veria a menininha voltar para perto de seu pai.


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Aquela era uma cena que me deixava bastante emocionado, pois o amor entre aquele pai e sua filha me lembrou de como eu e minha mãe éramos próximos antes daquela tragédia, de certa forma também me lembrou o motivo pelo qual havia começado a criar melodias, não para ganhar muito dinheiro, mas sim trazer alegria para aqueles que queriam ouvi-las.

- Seria uma honra tocar minhas melodias em seu bar, senhor – Um sorriso seria criado em minha face, deixando amostra meus afiados caninos – Porém terei que recusar seu dinheiro, acredito que a música seja algo que deve ser gratuito para todos que queiram a escutar, então como irei lhe oferecer uma boa melodia, que tal o senhor me retribuir com uma boa comida acompanhada por uma boa bebida? – Esperaria para ver qual a resposta do homem olhando nos olhos dele.

Caso minha proposta fosse recusada, daria de ombros e continuaria minha caminhada em direção a moedas perdidas para matar minha sede. Mas se aquele senhor aceitasse minha proposta, seguiria na mesma direção que ele, provavelmente até seu bar.

Ao chegar no bar do homem, observaria quantas mesas e cadeiras existiam lá para tentar de certa forma prever o quão grande seria o público naquele lugar, não estava acostumado a fazer apresentações dentro de estabelecimentos, aquela seria uma das primeiras vezes que isso aconteceria.

- Um drink de maça verde, por favor – Pediria ao garçom enquanto tiraria meu violino de sua caixa e com bastante calma começaria a afina-lo para aquele que eu chamaria de “O Grande Espetáculo de Franklin”

Quando fosse a hora de começar meu espetáculo, olharia nos olhos de todo público antes de começar a tocar, isso era algo muito pessoal que fazia antes de um espetáculo, de certa forma conseguiria perceber o que cada pessoa que lá estava estaria sentindo.


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- Velas ao vento, homens ao remo, navegando em alto-mar.... Velas ao vento, homens ao remo, navegando em alto-mar – De qualquer forma aquela seria a música escolhida, era uma de minhas favoritas desde pequeno depois de descobrir que meu pai era um pirata.



Fala - cc66cc
Pensamento - ccffff



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Iruh
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptySeg 15 Fev 2021, 21:50




Iruh Infamus
Deuses entre nós


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Apesar do aviso de Nadja, me manteria calmo, afinal, não havia cometido aquele crime. Porém, ao ver a inquietude da dama, me afastaria do local. Esse noite seria nossa e nada há de estragar isso.

- Vamos querida, esse não é um lugar para se estar no momento. - Diria mansamente, para trazer calma à moça.

Não via a hora de satisfazer seus desejos e estar a sós com ela, cercados por 4 paredes, vivendo um verdadeiro romance. É isso que os poetas e cantores chamam de amor à primeira vista? Eu sabia que seus desejos eram iguais aos meus, e faria questão de que nós aproveitássemos isso.

- Meu bem, o que acha de irmos para uma pousada? Eu quero te fazer a mulher mais feliz desse mundo. - Falaria com um certo charme e uma voz mansa.

Caso ela aceitasse, imediatamente procuraria por algum lugar que servisse para nós dois. Apesar de não poder dizer exatamente a localização de um bom estabelecimento, perguntaria para os locais onde encontraria.

- Ei amigo(a), poderia me dizer onde eu encontro uma pousada ou até mesmo ou motel? - Perguntaria até obter uma resposta satisfatória.

Ao chegar no local, reservaria um quarto e pagaria adiantado, tentaria arrumar um desconto, mesmo que pequeno, pela noite, afinal, Berrys são extremamente valiosos.

- O que acha de me dar um desconto? Estou pagando adiantado, vamos lá! O que te custa, amigo(a)? - Pediria usando uma voz encantadora. Dando certo ou não, a noite estava garantida. Amanhã, sairia em busca de novos objetivos.

Porém, caso Nadja não aceitasse minha proposta, perguntaria a ela o que deveríamos fazer, e se estivesse dentro de nosso alcance, assim faria.

Durante todo o tempo, seguraria firmemente a bela mulher pela sua cintura e mão, algo que ela parecia gostar bastante.

Off:
 



Fala - cc1d00
Pensamento - 0099ff


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Histórico:
 

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   "A justiça pode se torna maligna. A realidade pode se tornar uma ilusão. E o significado pode ser encontrado em coisas sem sentido."

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Arthur Infamus
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Arthur Infamus

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyTer 16 Fev 2021, 22:56


 


País da Fome
Briss Kingdom - 09h45

Tensei e Arthur

  O sangue dos aspirantes a piratas começava a esfriar, Tensei ao ver todo aquele sangue lembrava de um companheiro escravo, que teve o mesmo final daquele homem estendido no chão. Eles tinham que sair da cena do crime quanto antes, afinal não queriam chamar mais atenção, por isso logo eles amarravam o atendente com uma corda que estava na pratilheira e ao conferirem o corpo do outro homem, notariam a inexistência de batimentos cardíacos.

  Mas o caminho dos dois se separavam alí, um seguia para a pequena parcela da ilha que tinha alguma vegetação, e outro rumo ao porto, ambos em busca de conhecimento.

Tensei

  O vento suave batia no rosto de Tensei, ele não parecia se importar tanto com a reação das pessoas em ver um tritão de bermuda pela cidade. Ao chegar o porto veria a agitação das pessoas em suas rotinas de trabalho, Briss não era uma ilha tranquila, afinal era tem o maior centro tecnológico dos Blues.

  - Olha tem um barco ancorado ali que pode ajudar. - Um pescador respondia Tensei enquanto puxava uma rede lotada de peixes. 

  O barco que fora direcionado pelo pescador, era de porte médio, a madeira parecia estar gasta de tantas viagens pelo mar, apesar disso estava em ótimas condições dando a entender que o Dono era muito zeloso. Sem muita demora um homem alto e musculoso saí da cabine e se apoia no parapeito do convés.

  - Quer aprender a navegar? Hum!? Ta bom sobe aí meu consagrado. - Ele chamava o tritão para dentro da embarcação com um sorriso. - Esses são meus companheiros. - Ele mostrava 6 pessoas atrás dele, que não pareciam tão receptivos como ele.

Arthur

  Achar um lugar aonde tivesse alguma vegetação era algo muito difícil em Briss, fazendo o ruivo andar muito pela cidade até encontrar um belo recanto na periferia da cidade. O lugar era belo e cheio de flores, se destacava por ser a única parte verde por perto, além da bela paisagem criada pelo cultivo de algumas plantes em uma cidade cinza, tinha uma bela moça cuidando daquele ambiente.

  - Bom dia ruivinho! - Ela cumprimentava com ânimo, era claro a diferença da recepção das pessoas quando não estivesse com a enorme figura homem-peixe. - Olha eu não sei muito de cozinha, nem de medicina em sí, mas de plantas sou a melhor. - Ela regava uma flor enquanto respondia. - Que tal o seguinte, lhe dou uma aula de plantas, e você faz nosso almoço?

Iruh - 01h20

  Era lindo de se ver o casal caminhar pela rua sobre o Luar, o horário gradualmente se estendia e as pretensões para aquela noite, precisariam de tempo. Por isso Iruh logo começava a abordar a linda moça, deixando suas intenções claras.

  - Pousada? Só nos dois? - Seu rosto se avermelhava. - Bom se você vai me fazer feliz, tudo bem. - Ela soltava um sorriso manso, e um olhar sensual para o ruivo musculoso. - Eu conheço um, aqui perto na área nobre... - Ela pegava sua mão, e levava em direção ao possível local.  

   Chegando lá Iruh já pedia um desconto logo de cara, e de fato era um lugar chique, não parecendo ser agradável para o bolso. - Olha hoje temos uma promoção, vai sair metade do preço. - Um homem gordo estendia a mão, com um sorriso no rosto. - Apenas 50 mil bellies.

Franklin

  Os olhos da garota transbordavam de alegria ao receber a resposta positiva do mink. - Ebaaa, Ebaaa. - Ela exclamava girando ao redor de seu pai. - Esqueci de me apresentar, chamo Issac e essa é minha filha Lyn. - Ele estendia a mão para cumprimentar o mink. - Por mim tudo bem, vou preparar o melhor prato para você.

  Chegando no local, poderia notar ser um ambiente agradável, cheio de mesas e cadeiras podendo abrigar cerca de 40 pessoas sem lotar o bar. Issac sorria ao ouvir o pedido e acenava concordando. Como ainda era cedo não teria uma plateia tão grande, mas logo aquele lugar lotaria para o horário do almoço.

Luna
  
  A vida não costumava ser fácil para as pessoas, sempre fornecendo obstáculos nessa jornada que conhecemos como "vida". Para Luna esse desafio era conviver com mais 2 personalidades que simplesmente tomavam conta dela quando bem entendiam.

  Seu despertar era calmo em uma pequena pousada, que fazia fronteira com a parte nobre da ilha. O desejum eram frutas e pães, que servia perfeitamente para nutrição de um longo dia. Mas seus planos já estavam traçados, ela ia queria sentir o calor de uma ferraria.

  - No bairro nobre, tem uma muito boa, o preço é meio salgado, mas as armas compensam. - Uma atendente da pousada respondia a jovem.

  A ferraria era linda, principalmente para os olhos de um ferreiro(a)! A variedade de armas e ferramentas que preenchiam as prateleiras era de deixar o queixo cair. O espaço era enorme e contava com uma equipe de atendimento, e um espaço para testes de armas.

  - Uma companheira de serviço? Sabe forjar? - Um belo rapaz atendia com um sorriso sedutor. - Claro que pode, inclusive temos tudo o que você puder imaginar. - Ele apontava para as prateleiras orgulhoso. - Na parte de trás, é aonde fica o espaço para forja é só me dizer o que você precisa e eu lhe entrego.


~ Issac
~ Lyn
~ Homem musculoso
~ Nadja
~ Bela moça
~ Npc Aleatorio
~ Belo rapaz da ferraria


Tensei:
 

Arthur:
 

Franklin:
 

Iruh:
 

Luna:
 



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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 12:56



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O desjejum da pousada agradaria muitíssimo a jovem ferreira, que tinha grandes planos para aquele dia. E ao entrar na belíssima ferraria sentiria seu coração bater mais acelerado, com a empolgação quase a consumindo por completo. Era perfeita.

– Pode apostar que sei – responderia Luna, sobre a pergunta do atendente se ela sabia forjar. Daria uma olhada rápida no homem, pensando que Bela gostaria de conhece-lo melhor. Azar dela. Estava bem mais interessada nas armas. – Vamos começar com os materiais. Vocês trabalham com Aço carbono 1055?

E, assim, começaria a forjar sua tão desejada espada. Já tinha um design incrível em sua mente e tudo começaria com um simples pedaço de metal. Gostaria de trabalhar com o aço carbono, que devia ter algo entre 0.47 e 0.55% de carbono. Isso faz dele um aço até comum, mas capaz de criar armas fascinantes. Se não houvesse o que ela queria, substituiria por um similar.

A jovem separaria o pedaço de barra de aço que usaria para sua espada e colocaria no forno. Esperaria esquentar o suficiente, adquirindo o maravilhoso tom laranja do aço consumido pelo calor. E, só então, começaria a achatar e a esticar o aço bruto na ferramenta disponível naquela ferraria. Seria um processo demorado.

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A jovem queria criar uma arma com o fio aguçado, que seria flexível, mas não frágil. Ela seria capaz de aguentar até os mais violentos combates. Quando falamos de metal, a rigidez é bem diferente da força. A rigidez é necessária para que a borda resista e fique afiada, mas a força é a capacidade de ser flexível, sem se partir.

Se ficar flexível demais, é mole e não fica afiada. Inútil. Mas se ficar dura demais, ela se tornaria quebradiça e poderia se partir com o impacto. Também inútil. Então o truque é forjar, endurecer e temperar a lâmina do modo exatamente certo, dando a combinação de força e flexibilidade que fará dessa espada a arma dos sonhos.

Continuaria com as marteladas até atingir o comprimento e a largura que a jovem iria precisar para a espada. Depois, voltaria para o fogo para dar outra aquecida e repetiria o processo, acertando principalmente as laterais e tentando atingir a base desejada.  

A ponta da espada teria o formato de um "V" agudo, perfeita para golpes certeiros. Luna trabalharia nessa ponta no lado extremo da bigorna (ou similar), forjando o afunilado de forma agressiva, atingindo o design desejado sob controle dos movimentos de suas mãos. Nesse momento, o metal ainda estaria bem grosso, mas a medida que a jovem ia afinando, o formato em "V" iria se alongar. Então, naquele momento, Luna estaria meramente definindo a forma que iria precisar.

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Além do cuidado com a força e a rigidez, Luna também teria muita atenção para deixar a lâmina reta. Geralmente, ela forjaria a lâmina plana e limaria os chanfros depois, mas se ela cometesse algum erro na amolação, não teria como voltar atrás. Por isso, com aquela espada, decidiria ir aos pouquinhos. Com esse cuidado aos detalhes a jovem conseguiria deixar ela perfeita, apesar de dar muito mais trabalho. Luna aqueceria repetidamente o aço para dar flexibilidade e martelaria sem descanso para dar forma. Com isso, Luna veria o esboço da espada começar a surgir no aço.

Algumas horas já deviam ter se passado nesse processo e, se depender da jovem, ela não pararia por nada. Mas seu corpo tinha necessidades fisiológicas. Portanto, se sentisse sede, fome ou vontade de ir ao banheiro em qualquer momento, conversaria com o atendente bonitinho para ajudá-la. Mas apenas resolveria seu “problema” e voltaria para a forja.  

Começaria uma parte muito importante, afinal, o que é uma espada sem uma lâmina afiada? Para isso, Luna rebaixaria os chanfros, definindo-os com o martelo de mão e o calor do aço. Preocupada que toda a espada saia reta no fim, seu trabalho seria firme e cuidadoso. Definindo a maior parte dos chanfros, ajeitaria qualquer torção que aparecesse, endireitando levemente olhando por cima da borda, e acertar batendo com o martelo. Forjar corretamente os chanfros manteria tudo reto e consistente. Em uma forja como essa, diferente de só trabalhar em um molde pronto, as coisas se mexem, são quentes, são elásticas... e é preciso dedicar um tempo para que tudo saia certo.  

Com os equipamentos corretos, começaria a afiar a lâmina por completo, analisando os resultados o tempo todo até atingir o achatamento desejado, assim como a espessura. Abaixaria um pouco a espada enquanto afiava, criando uma lâmina forte no processo e fazendo a borda convexa, tomando muito cuidado para que ela permanecesse reta. Trabalharia em quaisquer protuberâncias que aparecessem, garantindo que ela estivesse completamente alinhada.

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Luna mudaria as granulações do afiador, indo mais profundamente na lâmina até atingir o polimento desejado. Na finalização desse polimento, deslocaria seu corpo de um lado para o outro, com o olhar sempre fixo no metal e as mãos firmes, mantendo o movimento mais estável possível. Se concentraria na própria respiração, ritmada com cada deslocamento. Nesse momento, o trabalho seria bem mais suave, afinando e deixando a lâmina exatamente da forma necessária para começar o lixamento manual.

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Quando finalmente fosse lixar com a mão, seria possível corrigir a linha central, deixando-a no formato perfeito. Garantiria que espada estivesse bem firme antes de começar, dedicando-se demoradamente para esse lixamento final. Tiraria nesse processo qualquer arranhão ou imperfeição que ainda houvesse na lâmina. Quando conseguisse o resultado desejado, olharia com um sorriso para o aço afiado em suas mãos.

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E finalmente seria hora de trabalhar no punho. Primeiro, cortaria as sobras do aço para deixá-lo no tamanho desejado. Depois, afiaria aquele pedaço, garantindo a espessura e o polimento perfeito. Arredondaria a ponta e o ajustaria, para garantir o tamanho exato. Usaria, no fim, uma lima para garantir os pequenos acabamentos desse suporte. Deixaria tudo bem quadrado, nivelado e organizado da forma necessária para um encaixe perfeito.  

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O cabo em si, Luna gostaria que fosse de madeira. Mas, se necessário, substituiria o material para o que fosse possível utilizar dentro do estoque da loja. Pediria um papel ou usaria alguma espécie de quadro que eles tivessem para começar a desenhar suas opções de cabo. Usaria na memória o que mais lhe atraia e, finalmente, escolheria o desenho da sua espada.

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Pegaria a madeira (ou o material substituto) do tamanho necessário, para englobar todo o punho e o pomo.  Se possível, colocaria também uma placa de cobre na parte de trás do pomo, por estética e para proteger melhor o punho. O espigão também seria fixado nesse acento de cobre. Tiraria todas as medidas na espada e no cabo, rascunhando quantas vezes fosse necessário até as contas baterem. Faria as marcações da espessura e largura da espiga e só então cortaria a madeira ou similar no formato exato necessário para o punho, com as ferramentas disponíveis naquele local para essa atividade. Encaixaria tudo e trabalharia a afiação do cabo, deixando-o completamente liso e perfeito.

Esse seria o momento de fazer o detalhe final em cobre, colocando o pequeno pomo no topo da espada. Iria cortar, moer e limar, até atingir o tamanho desejado. Com tudo pronto, Luna lixaria e finalizaria manualmente cada uma das peças do cabo, sendo a etapa final apenas juntar a lâmina e todos os itens adjacentes da sua maravilhosa espada. Também daria uma última revisão na lâmina, garantindo que ela estivesse com o corte o polimento desejado.

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Para fixar a madeira, usaria a cola disponível na forja, garantindo que tudo ficasse tão firme como desejado. Se não estivesse usando madeira, iria soldar os itens. Depois, precisaria esperar a cola estar bem curada para pintar o espigão. Garantiria que tudo tivesse fixado bem, sem nenhuma rachadura e sem a cola ceder em nenhum ponto. Não sairia do processo até atingir a perfeição desejada.

Quando finamente terminasse, seguraria a arma em mãos, quase sem acreditar que havia conseguido. Finalmente sentiria o cansaço, o suor e as dores do corpo depois do dia de trabalho. Mas não se importava. Estava orgulhosa.

- Ela se chamará Abaddon. – diria Luna, sorrindo. – Todas as boas espadas tem nome, sabe. Posso testar?

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Se houvesse um local adequado para testes na forja, Luna se soltaria totalmente, sentindo todos os detalhes de sua criação. Sentiria o peso do aço e a sua empunhadura. Testaria os cortes, desejando que fossem rápido e precisos. Deixaria seu corpo se mover livremente, como uma dança, para sentir seu envolvimento com cada pedacinho da sua nova companheira, Abaddon.

Não se importaria em ser observada naquele momento, ainda estava em uma espécie de transe pós trabalho. Mas, quando se sentisse satisfeita com os testes, procuraria um lugar para sentar e conversar com o atendente e observar o lugar.

– Nem vi o tempo passar. Que horas são? Quanto te devo? – perguntaria Luna, ainda com a espada em mãos, mas analisando o ambiente externo de forma geral. Depois, completaria. Também vou precisar de uma bainha. O que sugere?

OFF:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

Luna:
 


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Última edição por lunabrag em Seg 22 Fev 2021, 13:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 14:43



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Era estranho para Arthur, que sempre viveu em Baterilla, andar em um lugar tão urbano como Briss. Onde nasceu havia uma grande floresta e era fácil encontrar um pouco de verde. Não que o ruivo tivesse memórias muito felizes sobre aquele lugar, mas ainda assim, era melhor do que nenhuma natureza.

Ficaria animado ao perceber que estava sendo bem recebido. E mais animado ainda ao perceber que era uma linda moça a responsável por aquele pedacinho de vida em meio ao caos. Ele se aproximaria da jovem, estendendo a mão para ela e apertando com delicadeza.

–  Seria um prazer cozinhar para você. – diria ele, encarando a jovem nos olhos. – Me avise quando sentir fome que serei todo seu.  

E então ele se sentaria próximo a ela, sem querer atrapalhar o trabalho da jovem, olhando bem interessado em cada movimento que ela fazia.

–  Qual seu nome? – perguntaria, olhando-a meio deslumbrado. –  E como surgiu esse interesse por plantas? – ouviria com atenção, depois contaria a própria história. –  Bem, eu quero aprender porquê preciso. Pretendo seguir para o mar e quero aproveitar ao máximo os ingredientes que vou encontrar por ai. E acho que não vou encontrar muito rótulos. Então, para não matar meus companheiros com algum veneno, seria ótimo saber mais. Por onde começamos?

Aprendizado: botânica.

E, assim, seguiria jovem por onde ela recomendasse.  Ele tinha alguns objetivos bem claros. O primeiro é saber reconhecer o maior número possível de plantas. Para isso, o cozinheiro perguntaria se a jovem tinha alguma espécie de livro ou catálogo que podia emprestar e estudaria o máximo possível. Também perguntaria sobre as plantas que ela mesma cultivava, querendo saber sua origem, benefícios e formas de uso.  O seu objetivo ali era conhecer o maior volume possível de itens.

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Depois, queria saber plantar e cultivar. Pediria que a jovem o levasse até seu jardim, mostrando todos os detalhes. Qual terra é mais adequada? Qual adubo? Tem uma época certa para plantar? E para colher? E sobre a irrigação? Arthur perguntaria calmamente cada itens, tirando suas dúvidas de forma simpática e agradável.

– Acha que eu conseguiria ter uma horta em um navio? – perguntaria ele, sonhador. Sorriria para a jovem, com um olhar de flerte. – Quais sementes você levaria para uma aventura pirata ao meu lado?  

E, sorrindo, ouviria com a atenção as respostas da moça. Também aproveitaria para perguntar onde ela costumava comprar sementes em Briss. Se não houvesse nenhuma dúvida, perguntaria a jovem se ele poderia plantar algo no jardim dela.

Se a resposta fosse positiva, prestaria atenção em cada movimento ensinado, para ter certeza que conseguiria replicar depois. Deixaria que a jovem lhe ensinasse do jeito dela, sempre a encarando nos olhos e sorrindo. Para Arthur, era delicioso aprender e flertar ao mesmo tempo, sem que um atrapalhasse o outro.

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Por fim, ele questionaria sobre remédios e venenos. Era algo que lhe interessava bastante. Principalmente os remédios, pois sabia do poder de alguns chás e alimentos ricos para curar doenças e recuperar a energia. Focaria bastante nesse aspecto, buscando sugar cada gotinha de conhecimento que aquela mulher tivesse para lhe ensinar. E, se não houvesse mais nenhuma dúvida, agradeceria imensamente.

Fim do aprendizado.

–  Agora me mostre onde é a cozinha, que vou fazer almoço maravilhoso para compensar essa aula. – ele diria, se espreguiçando. – Aliás, você é uma professora incrível.

E então seguiria a jovem até a cozinha. Ele daria uma boa olhada nos mantimentos, buscando opções. Independe do que tivesse, tentaria lembrar de alguma receita que se encaixasse. Se tivesse alguma boa carne, ela seria o foco, com legumes a arroz de acompanhamento.

Caso identificasse materiais para massa, cozinharia um incrível macarrão com tomates frescos e ervas da própria horta da jovem. E também procuraria algo doce para já preparar uma sobremesa. Se tivesse frutas, faria uma geleia rápida e deixaria esfriando enquanto preparava o almoço.

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Caso o cozinheiro tivesse companhia, faria questão de conversar com ela o tempo todo. Se a jovem fosse fazer outras coisas enquanto ele cozinhava, Arthur se dedicaria apenas as panelas, aos cheiros e aos temperos. Independente do momento (enquanto cozinhava ou após, enquanto comiam) ele tentaria descobrir mais sobre a sua professora de botânica.

–  Me fala mais de você. – diria ele, mostrando interesse. – Porquê plantas, afinal? Ainda mais aqui em Briss! Seu jardim é um verdadeiro paraíso nessa ilha.  

E, assim, tentaria descobrir mais sobre as intenções da jovem na cinzenta Briss. Esperava já ter conseguido sua simpatia nesse momento – e talvez até mais que isso – e adoraria passar mais um tempinho com ela antes de se encontrar novamente com Tensei.

–  E aí, o que achou da comida? – perguntaria, quando finalmente ficasse pronto e a jovem experimentasse. Ele próprio também comeria, animado, pois já estava começando a ficar com fome e odiava a sensação. Observaria com atenção as reações da jovem e aproveitaria o momento com ela.  


Histórico:
 

Objetivos:
 

Arthur Diggory:
 


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome - Página 2 EmptySex 19 Fev 2021, 21:49

Melodia Nº 1: Para um Dia Cinzento



Mesmo que o público ainda estivesse chegando aos poucos, minha vontade de tocar era a mesma do que se a casa estivesse lotada, não tinha amor pelo público em si, mas sim por compartilhar minha música com eles, essa era minha verdadeira paixão.

- Estou aqui, outra vez em busca desse abrigo do conforto desse olhar amigo.... – Cantaria com um sorriso gigantesco em meu rosto, naquele momento minhas certezas foram confirmadas mais ainda, cantar era minha vida e fazia parte de mim.

Lembraria do nome daquele homem até o fim de minha vida “Muito obrigado, senhor Isaac.. Não esquecerei de você quando virar o maior contador de histórias cantadas dos Blues.” Faria uma breve reverencia com a cabeça ao dono do bar.


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Meu esforço seria o mesmo do início até o fim daquele show, então quando o fim estivesse se aproximando, tentaria dar o máximo de mim mesmo que o cansaço tentasse me segurar, afinal não adianta nada fazer um bom show sem um verdadeiro gran finale, não é?

- Essa vai para meu pai.... O homem que me ensinou mesmo que de longe a seguir meus sonhos e graças a ele estou aqui hoje lhes trazendo este espetáculo – Uma pequena lagrima cairia de meu rosto, afinal guardava muita saudade e amor pelo meu pai, mesmo sem conhece-lo totalmente - Unindo todos os nossos sonhos, nós iremos encontrar o que estamos procurando... – Cantaria a música com toda força de meu coração, quem sabe de certa forma meu pai poderia me ouvir.

Aquela seria a música final e analisaria o público para saber se havia sido o verdadeiro gran finale que eles estavam esperando, não me importaria tanto se receberia palmas ou até mesmo vaias, agradeceria curvando meu corpo para frente mostrando gratidão por todos terem de certa forma apreciado meu show.


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Depois de guardar meu instrumento e prendê-lo novamente em minhas costas, me aproximaria de Isaac e levantaria meu corpo deixando a entender que gostaria que ele colocasse mais daquela maravilhosa bebida novamente, caso ele não concordasse em me servir mais, daria de ombros, afinal talvez já estivesse passado do ponto.

- Por favor, Isaac.... Esse espetáculo me deixou morrendo de fome HAHAHAHAHA – Usaria de minha simpatia para pedir a refeição que me havia sido prometida por aquele homem e sua filha.

Caso meu pedido fosse negado, jogaria aquele copo que estava vazio ou cheio no chão, pois odiava quando as pessoas não cumpriam o que me prometiam, me retiraria do local com bastante raiva e caso alguém ficasse em meu caminho, provavelmente arrumaria alguma briga.
Mas se o nosso combinado fosse feito, comeria aquela refeição com bastante vontade, não deixando com que nenhum grão de comida continuasse no prato, só ficaria satisfeito quando o prato estivesse totalmente vazio de qualquer vestígio.

- Muito obrigado, senhor Isaac... A refeição estava ótima, avise pra Lyn que da próxima vez que eu voltar aqui terei muitas histórias de pirata para contar a ela! – A felicidade em falar sobre meu sonho seria notável em meus olhos, me retiraria daquele local após uma tentativa de aperto de mãos com aquele homem.


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Após sair realizado daquele bar após meu primeiro espetáculo solo, seria a hora de pensar realmente em como poderia arrumar algum dinheiro, afinal estava totalmente quebrado financeiramente. Então na mesma hora uma ideia surgiu em minha cabeça.

- Puta merda, é claro.... Eu vou na porta daquele motel pedir dinheiro para alguns homens da melhor forma que consigo imaginar... – Daria um soco para o alto após aquela ótima ideia, estava bastante animado em arrumar uma grana, pois com certeza iria mais tarde em algum para tomar alguns drink.

Depois de caminhar bastante calmamente e chegar na frente daquele motel, esperaria qualquer idiota passar pelas portas e me aproximaria para pedir alguns trocados.

- Ei senhor, desculpa incomodar... Mas sua esposa sabe que você está aqui? Pois seria uma honra contar para ela que você está com outra mulher aqui.. Caso não queira que eu conte isso, poderia me conseguir um dinheiro de bom grado, não? – Aquela seria minha abordagem, mesmo não sabendo se os homens teriam esposas ou não, jogaria com o medo de qualquer um que passasse por la.



Fala - cc66cc
Pensamento - ccffff



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Objetivos:
 

Histórico:
 

Personagem:
 


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1° Divisão Pandamônio, faminto por Histórias
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