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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 União Flasco: Inicio do Sonho

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQua 27 Jan 2021, 01:11

União Flasco: Inicio do Sonho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civis Lillith BlackWater, Tony Redstorm e do(a) marinheiro Sonny Delahunt. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptySex 29 Jan 2021, 11:46


A linda Nicole Burnett era o que se poderia chamar de uma moça ingênua.  Nos encontramos em alguma das várias viagens de negócios da família, e ela era uma das coisinhas mais lindas que eu já conheci.  Ela simplesmente acreditava em todas as mentiras que eu contava, e não foi difícil arrancar um beijo seu logo na primeira tentativa.  Era difícil não me aproveitar daquela cabeça oca, sendo canalha como sempre fui em minha essência.  Mas para sua sorte, seu irmão babaca estava sempre por perto para lhe proteger.  Jean Burnett nos flagrou completamente nús em um quarto de bordel em Briss, e o desgraçado era mais forte do que parecia.  Até onde eu sabia aquele cara tinha envolvimento com os revolucionários, mas não era algo que ele entregava abertamente.

A noite de amor com Nicole? Foi das melhores.  Ela simplesmente fazia tudo o que eu lhe pedia, estava completamente apaixonada e o que eu poderia fazer?  Quanto aos seus dotes femininos, eram irresistíveis, além de estampar um sorriso inocente que só me fazia querer me atirar aos seus pés ainda mais.  Um pena uma graciosa como aquela ter conhecido alguém como eu.  Ainda me lembro de seus cabelos loiros enrolados nos meus dedos, enquanto ela se esforçava para me agradar.  Seus olhos amendoados me entregavam o melhor amor que eu poderia pedir, e sua voz doce gemia como se fosse a primeira vez de sua vida.  Talvez fosse.

Quando seu irmão invadiu o quarto depois de quebrar a porta como se fosse de papel, consegui atrasá-lo causando um incêndio e fugir com a donzela pela sacada.  Ela gritava que se ele nos alcançasse me esfolaria vivo, e eu não estava nem um pouco a vontade em descobrir se era verdade.  Roubamos alguns casacos de pele de um varal desconhecido e fomos parar em um restaurante a alguns quilômetros dali para comer alguma coisa.  Aquela foi a pior das manhãs, já que acabamos entrando por engano em um dos vários estabelecimentos da família Gambino.  Esta era uma família rival que atrapalhava e muito os negócios da Delahunt, e fazer o que eu era o garoto prodígio da máfia na cidade.

Naquele dia, o açougueiro da família Gambino estava sedento por sangue, e nos sequestrou com direito a tortura.  Estava feliz em ter conseguido capturar o garoto Delahunt e sua vadia.  Eu com certeza não queria que a garota estivesse passando por aquilo, e com certeza se pudesse ter feito tudo diferente eu o teria feito.  Cada pancada que a garota levava também doía em mim, afinal de contas é tudo culpa minha.

Acontece que o açougueiro era um idiota, e espalhou pelo submundo que tinha nos capturado como se isso fosse de alguma importância.  O resultado disso é que em dois dias tanto a minha família quanto o grupo Burnett estavam a nossa procura, e dessa vez quando vi o filho da puta do Jean, me senti aliviado.  Eles mataram o açougueiro e seus capangas da pior forma possível, e recebi um soco no estômago logo nas boas vindas.  Apesar de ter cuspido sangue, eu estava feliz já que a garota estaria livre todo aquele mal.  Naquele dia, fiz um trato com Jean…  Ele sabia que não poderia me matar ou minha família queimaria tudo o que um dia se chamou Burnett, então foi fácil fazê-lo aceitar.

Não foi tão difícil quanto pensei que seria quando conversei com a doce Nicole, explicando que eu só queria usá-la para foder.  Que em tudo aquilo que havia acontecido, eu não dava a minima se ela morreria ou se transformaria na nova cadela dos Gambino.  Depois de minhas duras palavras, ela me acertou um tapa de coração partido, e chorando retornou ao seu irmão e quanto a mim… Retornei aos negócios da família.  No fim de tudo, aquela foi a melhor decisão para todos.


...


Observando o farol ainda de dentro do navio, só conseguia pensar no que havia deixado para trás.  Ah… Nicole… Será que ainda fica corada facilmente?  Agora seria olhar pra frente, e torcer para encontrá-la mais uma vez no futuro… Assim como Denise, Suzi e Opala…  Desembarcaria do navio em busca dos meus novos companheiros desprezíveis. - E aí babaca… Gostou da viagem? - Perguntaria ao Tony, em tom de ironia.  Eu definitivamente não gostava dele, e provavelmente era recíproco, não que eu me importasse. - Temos um casamento para ir, vê se limpa essa cara de bêbado. - Dessa vez arrumaria a gola da camisa.  Os marinheiros não costumam vir por esse caminho até onde sei, então provavelmente essa merda tá cheia de piratas fedidos e caçadores imundos.

Procuraria por BlackWater, e tentaria puxar algum assunto. - Sabe por onde seu noivo está?  É claro que se fosse eu já estaria bem longe, mas tô realmente torcendo para que ele apareça.  Tô curioso.- Curioso pra ver esse cara de gostos tão peculiares.  Seria ele algum degenerado?  - Eu aposto que você tem preparativos do casamento pra fazer... - Observaria a área do farol dali mesmo.  Parando pra pensar, Lilith tem habilidades bem interessantes além da aparência estranha e gostosa ao mesmo tempo.  Ela consegue comandar aquele animal repugnante, Lenora, com certa maestria e habilidade.  Talvez eu queira ter um animal para comandar, mas para isso eu precisaria aprender tanto a domar quanto a treinar e mais do que isso, precisaria de um mestre.  Talvez antes de prosseguir com investigações, eu queira um bom cão farejador.

Aprendizado de Perícia: Doma

Quando a garota cabra começou a falar sobre seu noivo, deu pra perceber que as coisas tinham ido muito além de abraços e beijinhos, o que fazia meu estômago revirar.  Na verdade, não tinha certeza do que sentir e até onde era certo ou profano pensar naquilo.  No fim, ela me desejou sorte para encontrar alguém também. - Bom eu espero que não.  Isso só mostra fraqueza a seus inimigos, e meios para que lhe atinjam… Pode acreditar docinho, você parece apaixonada e esse pode no futuro ser o motivo da sua queda.  Em uma escolha difícil, não pense duas vezes em afogar o tal Mirutsu, pois pode ter certeza de que ele faria o mesmo. - Apesar de forte, ela parece não conhecer muito sobre o mundo.

Enfim, toquei no assunto que me interessava. - Sei que pode parecer pedir muito mas, pode me ensinar a domar uma fera igual você fez com esse seu boi estranho? - É claro que ela teria muito o que fazer para o casamento, mas quem sabe ela não me cede um pouco do seu tempo? Seus olhos pareciam brilhar, e ela estava realmente disposta em me ajudar com aquela habilidade.  Ela concordou e começou a falar sobre linguagem corporal e odor, o que me fez checar se meus odores estavam tão ruins levantando levemente o braço e tentando sentir o cheiro.  Eu sabia que cachorros tinham o olfato aguçado, mas as cabras? Isso é novidade.

Ela então começou a explicar sobre a aproximação com os animais, de uma forma que fazia realmente muito sentido.  Usou a Lenora para fazer o exemplo, e o bisão parecia ser bem dócil.  Então comecei a reproduzir os movimentos mencionados pela garota cabra, levantando as mãos e deixando que Lenora me visse como um possível amigo, e não uma ameaça.  - Muito bem Lenora… Amigo… Amigo… - Então observei a reação do animal.  É claro que aquele ali já é adestrado, e o que eu realmente quero é que BlackWater veja minha postura e se estou executando o procedimento de maneira correta.  Ela então me falou mais uma vez sobre o odor, o que me fez pensar que talvez animais deem muita importância a memória olfativa.  Então era isso.  Deixei que o bisão cheirasse a minha mão, após um movimento lento porém firme.  Ela ainda me deu algumas outras dicas, e ao final da aula eu conseguia ver BlackWater com bons olhos.  É sempre difícil ter esse tipo de aproximação com alguém, mas acima de tudo… Aquela garota cabra parecia uma boa pessoa.

Ela ainda me deu um pedaço de seu vivre antes de revelar que provavelmente seguiria com seu noivo depois do casamento, o que era de se esperar. - Nada mais justo, garota cabra.  Quem sabe a gente não volta a se encontrar pra espancar alguns revolucionários por aí… - Parece tom de despedida, mas eu ainda pretendo estar presente no casamento.  Por fim, saí por ali em busca de uma gaivota ou algum outro animal pequeno, para treinar verdadeiramente a minha nova habilidade de doma e fixar na mente os conhecimentos.  Encontrei um daqueles bichos voadores nojentos sedentos por peixes bem em cima de uma pedra suja, e tratei de me aproximar com calma e aplicar as dicas de BlackWater. - Calma… Amigo… Calma....

O bixo de inicio me olhou com desconfiança, e quando me aproximei demais ele abriu as asas. - Opa amigo... Não quero machucar você... - Levantei as mãos com firmeza, deixando que ele me visse por inteiro. Então aos poucos, voltei a me aproximar em passos lentos e olhar firme. Pude estender minha mão direita lentamente, para que a ave pudesse cheirar e ela gralhou, me forçando a recolher o membro com o susto. - Vai com calma filha da putinha... Eu só quero ser seu amigo... - Então mais uma vez tentei a aproximação, deixando que a gaivota aproximasse seu bico da minha mão. O resultado foi um beliscão, dolorido já que não tive reflexo o suficiente para esquivar do ataque. - Ah seu bastardinho... Vamos tentar de novo, e dessa vez sem beliscar ok?

Mais uma vez aproximei a minha mão, e a gaivota parecia estar menos desconfiada com a minha presença. Desta vez consegui que ela passasse o bico sobre a minha mão, e até afaguei aquelas penas úmidas. - Quem que é a minha vagabunda hã... Agora vaza. - Então empurrei a gaivota daquela pedra, que saiu voando assustada. Finalmente, hoje acho que aprendi uma coisa nova assim como aquela gaivota otária. Nunca confie em ninguém.

Fim do Aprendizado

Agora com o resto do meu dia livre, teria algum tempo para explorar a área do farol até que o casamento se inicie. Para começar, nada mais justo do que ir até aquela grande construção que marca o início da Grande Linha. Me dirigiria até lá e procuraria pelo responsável. - Algum serviço por aqui? - Meu padrinho sempre me dizia que o cara no farol era um homem que gostava de apostas, então se eu der sorte o lugar ainda vai estar sob sua regência. Observaria todos os andarilhos por ali, já que a pirataria pode ser algo comum entre os presentes.

- Soldado Delahunt, o marinheiro perdido no farol... - Avisaria, caso alguém se apresentasse. Eu sei que a grande maioria dos marinheiros nunca vem por esse caminho, então pode parecer estranho aos olhos dos presentes. - Estou em busca de um pouco de diversão... Aposto que você pode me ajudar. - Diria sorrindo de um modo canalha, se encontrasse com o tal regente no farol.

Histórico:
 

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Última edição por Shogo em Qua 03 Fev 2021, 12:40, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyDom 31 Jan 2021, 00:23




Na minha opinião você deveria ter mais calma




Finalmente… O farol! Não conseguia tirar o sorriso do meu rosto, não conseguia deixar de pensar quanto tempo levaria para Mirutsu chegar ali naquele local. Mais nada importava para mim naquele momento. O meu corpo estava cheio de energia, embora eu tivesse a fome de duas equipes de futebol, eu ainda não conseguia deixar de me sentir enérgica. Existiam tantas coisas para preparar, tantas coisas para fazer e tantas coisas para pensar!


Estava nas nuvens, me sentia tão leve e feliz que eu poderia até mesmo voar. Até que eu voltei para a terra. A realidade me dava um soco bem forte e, com ele, várias preocupações e medos. Eu não sabia ao certo quanto tempo levaria para Mirutsu chegar, aos poucos ficava triste só de pensar quanto tempo eu teria que ficar longe dele. Quanto tempo eu teria que continuar me sentindo alienada, sozinha e incompreendida? - Delahunt e Dante não parecem ser má companhia mas... Claramente não estamos na mesma página. - fazia carinhos em Lenora, sorridente e perdida em meus pensamentos. - Tenho a certeza que você vai gostar dele, Lenora. - dava um grande abraço nela.


Eu lembrava muito pouco sobre o farol, a última vez que havia passado ali com mamãe e papai havia sido quando eu ainda era pequenina. A minha memória era bem vaga sobre aquele lugar, apenas lembrava que um velhinho que cuidava do farol para não haver barraco com todos os piratas que lá passavam. Quase que como o rei do pedaço. - Talvez exista alguém vendendo jóias e roupas para o casamento! - pensei animada.


Antes que eu pudesse ir para o farol, Delahunt parecia querer trocar algumas palavras. Ele parecia estar de bom humor atrás, fazendo até uma piada. Eu começava a rir - Mirutsu é uma pessoa incrível, soldado Delahunt. - diria com um sorriso no rosto, corando levemente - Ele me faz sentir tão segura e feliz… Me faz sentir amada e compreendida… Mas… Não vou encher você com essa conversa. Até porque… - levava as minhas mãos ao rosto, escondendo o rosto completamente vermelho, pensando em tudo que a gente havia feito - Eu posso perder a mão da conversa. - soltaria uma risada boba. - Mas eu sei que você vai achar alguém para você também, Delahunt. Ou alguéns… - felizmente eu me sentia satisfeita com apenas uma pessoa, mas era normal as pessoas, principalmente homens, gostarem de ter várias parceiras até achar a ideal.


O marine perguntava se eu poderia ensinar para ele como domar animais. Os meus olhos começaram a brilhar, mesmo sabendo que ele errou tanto o género e espécie da Lenora. - Bem… Visto que eu arrastei você até aqui e os revolucionários não parecem estar em lado nenhum… - diria pensativa e sorridente - Eu acho que isso é o mínimo que eu posso fazer para você! Vou tentar ensinar tudo que eu sei sobre doma de animais. - diria olhando ao meu redor, procurando por algum animal e, caso achasse um, apontaria para ele. - Animais, embora sejam inteligentes, eles agem por instintos. O seu odor e linguagem corporais são importantes. Não tente se impor ao animal ou subjugá-lo. - diria farejando o ar - Não que você esteja fedendo ou cheirando bem mas… Poxa um banho ajudaria né. - diria com um sorriso maldoso.


Domar animais talvez fosse mais fácil para um amante dessas criaturas fascinantes, compreender que eles são seres inteligentes como a gente, que são sensíveis e complexos como nós pessoas. - Embora possa parecer uma ideia meio estranha, você precisa demonstrar ao animal que você não pretende nenhum mal a ele. Você tem que se aproximar lentamente dele, deixar que ele te veja. - explicaria, me aproximando de Lenora lentamente, claro que ela não me estranharia, mas serviria como exemplo - Se ele se sentir ameaçado, pare, recue um pouco e espere ele ficar confortável com a sua presença. Usar algum tipo de alimento ajuda sempre. - andaria com os braços bem visíveis e abertos, com as mãos vazias - Fale com o animal num tom tranquilo e sereno. Talvez ele não compreenda as suas palavras, mas ele compreende a sua entonação.


Animais são criaturas magníficas. Eles não compreendem as nossas palavras, mas compreendem os nossos sentimentos. Havia tanto que a gente podia aprender com eles e tanto que eles poderiam aprender com a gente. Lenora havia sido o meu porto seguro por muito tempo, eu nem sei o que faria se não tivesse ela ao meu lado nos momentos difíceis. - Lembra o que eu falei sobre o seu odor? Muito bem… - muito lentamente eu levantaria a mão dele para Lenora, porém cerca de 1 metro de distância dela - Deixe o animal cheirar você e vir até você. Este passo, dependendo do animal, pode ser perigoso. - diria com certa seriedade - Mas não demonstre medo. Confie no animal que ele vai confiar em você. Mas é claro, se ele fizer um movimento brusco não seja trouxa. Salve sua mão. - Assim que Lenora se aproximasse de Delahunt eu empurraria a mão dele lentamente até tocar nela - Agora você tem a confiança do animal. Comece a afagar ele, deixe ele confortável com você. Dê um nome para ele. - diria para Delahunt. Então começaria a andar em direção ao farol, talvez existissem alguns mercadores ali no local. durante o caminho eu continuaria a explicar alguns detalhes sobre a doma para Delahunt. - E é tudo que eu sei. - diria no final. - AH! Antes que eu me esqueça, soldado Delahunt... - começaria a mexer no meu bolso, procurando pelo vivre card e rasgando ele ao meio, entregando o pedaço para ele - Talvez eu siga rumo com o meu homem, mas se precisar algum dia de alguma ajuda sabe onde me encontrar.


Na possibilidade de existir alguns mercadores ali, eu começaria a procurar por mercadores de jóias e vestidos, precisava comprar as nossas alianças e o meu vestido de noiva. Precisava ficar o mais bonita possível para Mirutsu. Também procuraria por ferreiros ou pessoas que vendem-sem livros sobre essa profissão. - Mirutsu é um caçador de recompensas com alguma experiência, a única forma que eu tenho para ajudar… Seria com amor, carinho e armas fortes para ele encher os cara de porrada. - pensaria feliz. Além disso, eu amava aprender coisas novas. Claro que primeiro iria me preocupar com as alianças e roupas.






Objetivos:
 

Histórico :
 

Ficha:
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQua 03 Fev 2021, 11:41



Nem o melhor e Nem o pior

Apenas debochado
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Meus olhos estavam fixados no horizonte, absorto em pensamentos ainda mais distantes do que a própria paisagem do paraíso. Rumorejando por mares de incertezas e inseguranças posteriores, ainda assim conseguia encontrar um pouco de prazer para observar. Estranhamente, era um sentimento tão desconhecido quanto meus vizinhos, mas não podia negar que queria continuar próximo dele. Distante, era a palavra.

O sorriso sutil tornou-se um fugitivo quando ouvi alguém ainda mais estranho aos olhos clamar pela minha atenção.

- Eu? Mais ou menos. Preferia ter ido num dos assentos especiais como você. - Deixava o tom de deboche impregnado na voz, redesenhando mais um sorriso provocativo. Todavia, existia verdade naquela resposta. Aquele havia sido um jeito bem… Distinto de subir a reverse mountain. Agarrado em um par de tetolas? O cara tinha ganhado na loteria, ou o equivalente a isso. - Não sou eu quem deve se preocupar com as aparências aqui, cachorrinho fardado. - Respondia-o de maneira um pouco mais agressiva, embora não fosse de todo ruim ter alguém para provocar em tempo integral. Um marinheiro no farol… Peculiar.

E eu era apenas um civil ainda.

Perguntava-me o que estava acontecendo no East com as coisas que deixei para trás, que não eram muitas na verdade. Do meu mestre, só restava uma colega que eu não tinha ideia do paradeiro. Ironicamente, estava ao lado de um marinheiro e uma ex-agente que lembravam esses dois. As companhias que menos imaginei ter por perto.

Portanto, começava a caminhar pelo tal farol, dando os primeiros passos. Aliás, que passos? Como se navega num lugar desses, cacete. - Então… Quem aqui pode me dar um navio de presente pra próxima ilha? - Indagava para o primeiro grupo ou pessoa que surgisse, sem me importar muito. A verdade é que essa ideia de virar navegador já tinha sido deixada para trás.





Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

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E daí que parece sem saída? Eu nem fujo mesmo
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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQui 04 Fev 2021, 04:07





Todos

Fim da Tarde




Diferente do que normalmente se imaginava, a área acessível à pé em torno do Farol carecia de opções. Em uma das extremidades, bem próximo da borda da Red Line com a descida da Reverse Mountain, um enorme farol se erguia majestosamente a alguns metros para cima, em constante funcionamento, mesmo que o sol ainda estivesse no céu provendo a sua luz natural. Ao lado do farol, havia uma construção menor acoplada a ele, que mais parecia algum tipo de depósito velho, se vista de fora.
A partir daquele farol, diversos buracos abrigavam outras mais diversas cavernas no paredão vermelho, que podiam ser acessadas através de um longo e estreito caminho no litoral da Red Line, naturalmente construído pelo uso excessivo e pelo choque contínuo das constantes ondas que chicoteavam contra a encosta vermelha.

Algumas das cavernas mais próximas do farol eram também as mais movimentadas, de onde se podia ouvir várias vozes e altas gargalhadas. De outras, o som de metal se chocando era presente vez ou outra, tomando as proporções rítimicas de uma música. Alguns homens maltrapilhos carregavam baldes em seus ombros de um lado ao outro, entrando em cavernas um tanto mais distantes. Uma mulher negra que trajava um vestido outrora branco carregava um pedaço pequeno de papelão em uma das mãos, enquanto que na outra mantinha um bebê pendurado, amamentando-o. No seu papelão, lia-se "Ajude uma mãe", e de vez em quando ela passava pelo grupo, balançando a placa em frente aos heróis soltando curtos e incompreensíveis grunhidos da boca enquanto apelava pela compaixão daqueles que eram apenas estranhos para si. Mesmo ali por fora, no "calçadão da Red Line", ela não era a única que o grupo podia ver em condições desfavoráveis. Haviam outros homens e mulheres que vez ou outra passavam por ali, mas que logo encontravam algum buraco qualquer, se enfiavam e dormiam por lá mesmo.

Próximo ao pé do farol, via-se uma mesa amarela de plástico com um símbolo redondo. Em volta dela estavam um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] mas que aparentava sofrer de algum problema dermatológico, e um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que gargalhava bastante, enquanto que os dois primeiros pareciam compartilhar de uma expressão de preocupação. Próximo ao Farol, algum tipo de caravela estava ancorada, estampando uma bandeira pirata com uma Jolly Roger estranhamente depressiva e que mantinha cabelos longos e negros.

Tony


Rapidamente atraído pelo cheiro de problema, Tony já se encaminhava para as primeiras vozes e gargalhadas que o grupo pudera perceber, chegando a uma das cavernas mais próximas de onde estavam, e que também era uma das primeiras do calçadão. Um pouco mais para dentro de um largo buraco, era possível perceber que a caverna era inteiramente fechada com diversas tábuas de madeira velhas que formavam uma parede desajeitada. Uma placa torta podia ser lida um pouco acima de uma porta entreaberta como "Bar da Ruiva", mas não que Tony tivesse prestado tanta atenção assim antes de entrar.

Do lado de dentro, três mesas de madeira estavam dispostas por um apertado salão de uma maneira que possibilitava uma boa movimentação por parte da clientela, no entanto, a maior parte dela permanecia sentada, ocupando todas as três mesas que o local possuía. A mesa mais próxima da entrada estava ocupada por dois homens grandes, peludos, um deles com uma coroa careca no topo da cabeça, que pareciam estar competindo em algum tipo de aposta de bebida contra uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] em frente a eles. Cada gole que ela dava competia por espaço com o cigarro que ela tragava com o canto de sua boca.
A segunda mesa mais próxima da entrada estava ocupada por um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que trajava um casaco rasgado e sujo da marinha, o qual mantinha desabotoado, mostrando o seu físico enquanto tomava alguns goles de sua bebida sozinho e olhava para os outros no bar com uma raiva estampada no olhar, grunhindo de vez em quando. Já a terceira mesa, sendo esta a mais distante da porta, e que encostava nas paredes ao fundo da caverna, estava sendo ocupada por um outro [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que mais parecia ser irmão gêmeo do outro, e que por sua vez estava acompanhado por uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que parecia estar recebendo constantes flertes por parte do rapaz.

Ao lado dessa organização de mesas havia uma bancada com alguns bancos, detrás de onde uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] organizava algumas bebidas em uma prateleira, e limpava alguns copos de vidro enquanto conversava com uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], esta que apenas fumava um cigarro e que, logo de cara, chamava atenção por sua profunda cicatriz que passava pelo olho direito.

- Então… Quem aqui pode me dar um navio de presente pra próxima ilha? - Tony perguntava para o trio na primeira mesa, não se importanto muito com o alvo daquela pergunta. Os homens grandes pareciam estar bêbados demais para responder, e apenas olhavam confusos para Tony e levantavam suas canecas, como se quisessem brindar. Logo em seguida, a moça de madeixas negras acabava respondendo. - Ninguém... Você nunca vai sair daqui... Nenhum de nós vai... É esse o destino de todos nós. - Ela respondia, um tanto quanto desanimada antes de colocar para dentro mais uma caneca de bebida, parecendo ter sido a vitoriosa em sua competição. Enquanto isso, diretamente da segunda mesa, o gêmeo N1 olhava para Tony de forma ameaçadora.

Lilith


Após passar uma parcela de seu tempo dando uma curta aula para Sonny a respeito da maneira como ele deveria tratar um animal, Lilith se despedia e saía de perto do grupo. Ela seguia de forma meio que instintiva pelo calçadão, passando em frente às cavernas mais próximas do farol e percebendo que poucas delas possuíam qualquer coisa relacionadas a roupas, muito menos a jóias. Percebia, no entanto, que em uma dessas cavernas iniciais acabava por encontrar uma ferraria, que era um dos seus objetivos com essa busca, mas deixava a ferraria de lado por hora e continuava em busca da loja de roupas.

Algumas cavernas passadas e Lilith finalmente encontrava algo que podia satisfazê-la, apesar de acabar tendo se distanciado um pouco das áreas principais do Farol. Enquanto andava, distraída e um tanto quanto mais focada em sua própria busca, pôde perceber apenas que o calçadão se tornava cada vez mais estreito, e as ondas até mesmo chegavam a respingar certa água na garota quando batiam contra as rochas vermelhas da Red Line. Além disso, o número de desabrigados só aumentava conforme ela seguia caminho em frente às cavernas.

- Olá, olá, olá, olá, olá mocinha...! - Lilith era recebida logo à entrada da caverna de roupas por um velho corcunda possuidor de um longo nariz enrugado e verde. Seu tamanho também era incomum, e sua cabeça batia bem na altura dos peitos da caprina. - O que deseja, o que deseja, o que deseja? - Ele perguntava, mantendo um vício de linguagem bastante curioso. - Fique fique fique à vontade, viu...? Eu tenho tenho tenho as melhores peças em toda a Grand Line. É verdade, é verdade, é verdade. - Ele dizia, com bastante convicção, mostrando a sua vitrine para Lilith, que podia ver uma enorme quantidade de jóias, como brincos, anéis, alianças, colares, relógios e bússolas. Por detrás da vitrine, haviam alguns conjuntos de roupas pendurados por cabides, mas nenhum vestido de noiva estava presente naquele estoque. - Se tiver interesse em algo mais, eu posso arrumar, eu posso arrumar, eu posso arrumar... Você não estaria interessada em uma bússola? Os mares da Grand Line são difíceis de prever, apenas as minhas bússolas podem guiar um desconhecido por eles, apenas as minhas bússolas, apenas as minhas bússolas.

Sonny


Após o tempo passado aprendendo a domar animais, Sonny finalmente decidia fazer alguma outra coisa de útil para o momento. Ele podia caminhar de forma um pouco mais despreocupada por hora, mas era constantemente atingido por belas porções de água salgada em todas as vezes que a correnteza que descia da Reverse Mountain se chocava contra as paredes firmes da Red Line, e aquilo ficava cada vez pior conforme ele se aproximava do Farol. Lá, ele podia reconhecer o velho grisalho como o provável regente do Farol, o qual já tinha certo conhecimento a respeito. Os outros dois, que se sentavam em uma mesa amarela com ele, pareciam estar juntos, realizando algum tipo de aposta. Sonny podia perceber que eles estavam bem preocupados, mas que estavam jogando um tipo de jogo de dados, onde cada apostador possuía uma caneca e um conjunto de 6 dados e tinha que jogá-los, formando trios e somando valores para os seus jogos, até o primeiro entre eles chegar em 4000. Era um jogo bem conhecido entre a ralé dos bares e tavernas de Newberry.

- Algum serviço por aqui? - Sonny perguntava, ao chegar na base do farol e se encontrar com aquele trio. O velho grisalho se divertia bastante jogando, e olhava até um tanto quanto surpreso com a presença de mais um convidado. Abria os braços largamente e soltava uma pesada gargalhada. - E há serviço melhor do que beber, apostar e se divertir entre amigos?! HUAHAHAHAHAHAHAH! - Ele parecia estar se divertindo como se fosse a sua primeira vez bebendo. Como nenhum deles se apresentou, e a julgar pelo navio pirata ancorado ao lado, Sonny não ousou se apresentar, mas já podia perceber os claros olhares feios direcionados a ele por parte da dupla que jogava com o velho. Era óbvio que eles sabiam da verdade, mesmo que Sonny não dissesse nada, sua roupa o devia estar entregando.

- Bom, se você acabou de chegar... Talvez não tenha um desses? - Ele perguntava a Sonny, mostrando a ele um pequeno item pendurado em seu pulso. O item era algo parecido com uma bússola tridimensional, com uma agulha posta em uma orbe transparente. Os dois que apostavam contra o velho olhavam com bastante atenção para o item, quase como se esperassem pela brecha para roubá-lo.




Tony mu mu
Sim
Não
Sonny
Karthus



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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQui 04 Fev 2021, 16:25



Nem o melhor e Nem o pior

Apenas debochado
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Cá estava eu mais uma vez de cara com a diversidade que o mundo tanto me proporcionava, e que bela diversidade. Esse tanto de gente nunca seria encontrada dentro do mesmo bar no East Blue. Talvez o excêntrico fosse um privilégio advindo do farol, quiçá da grande linha, mas, por mais excêntricos que fossem, ainda não me era tão interessante assim sair por aí socializando. Contudo, bolso furado, viagem cancelada. Não dava pra cair matando em cima de ninguém de barriga vazia, muito menos sair pelo tal paraíso navegando só com braçadas.

Em primeiro momento evitava sentar na mesa logo de cara, principalmente depois de perceber o estado daqueles bêbados incapazes de me responder. Todavia, não restava muita opção no momento e estava longe de ter a resposta que eu almejava. Sair abordando todo mundo do bar deixava-me cansado só de imaginar. - E o que te faz acreditar nesse destino? - Indagava em tom sério, fixando aquela mulher com os olhos. Eu com certeza não estava bêbado o suficiente pra ter esse tipo de conversa ainda, mas forçava-me a entrar naquela posição sociável, ouvindo com atenção e desejando algum meio de sair do farol o mais rápido possível. Pelo menos, rápido o suficiente pra não terminar como os três que muito consegui identificar-me no lugar, pois sabia bem da possibilidade disso acontecer.

Observava a competição dos três, imaginando o que poderia tê-los levado àquele estado. - Espero que estejam apostando algo além do fígado - Carregava a voz com um humor leve, enquanto procurava alguma cadeira pra sentar próximo daquele grupinho. É… Dois macacos e uma mulher com tendências potencialmente suicidas. Sem dúvidas todos nós tínhamos muito em comum, portanto não deveria ser tão problemático assim entrosar com a trupe. - Quantas garrafas a vencedora já bebeu? - Aguardava a resposta, desejando que não fosse das mais fortes competidoras, pois de certo eu já tinha algo em mente. - Se eu beber o dobro, vocês pagam a conta e me dão uma carona pra fora daqui. - Sorria de canto desafiadoramente. - Que tal? - É claro que ela poderia estar mentindo a quantidade, então fazia questão de averiguar com meus próprios olhos a veracidade do que dizia observando as garrafas na mesa e talvez no chão.

Por falar em olhar, tornava-se intrigante o fato de dar as caras com mais um marinheiro no farol. Um que com certeza não tinha ido com a minha cara. Mas isso era só uma vantagem… Já que incomodar veio a ser um prazer meu tem muito tempo.

Sorria abertamente, encarando o homem de volta. - Por falar em carona, de quem é o navio lá fora. Gostei das decorações e tal…- Uma inverdade, de fato, mas por não saber quem era o dono, puxar o saco era sempre uma boa opção.






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Última edição por Dante em Qui 04 Fev 2021, 18:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQui 04 Fev 2021, 17:49




Na minha opinião você deveria ter mais calma




Eu me sentia muito feliz em ensinar o que sabia para Delahunt. Ser capaz de ajudar os outros era algo tão recompensador e simples que me dava um grande boost de humor. O farol parecia diferente desde a última vez que eu havia passado ali, na realidade eu não conseguia dizer ao certo, visto que havia ficado muito pouco tempo. Mas aquela grande construção parecia se manter inalterada.


Estava tão feliz que se eu tentasse esconder iria falhar. Um enorme sorriso no meu rosto, cantarolando músicas felizes e saltitando pela região à procura de comprar algumas coisas. Não conseguia tirar Mirutsu da minha cabeça, não conseguia esperar muito mais para poder abraçar ele, sentir o seu calor e o seu cheiro. Enquanto estava perdida em meus pensamentos acabei por achar um senhor que vendia jóias e algumas roupas, assim como também outros artigos. - NOSSA QUE LEGAL! - pensei com os olhos brilhando.


O senhor tinha um aspecto engraçado e falava de um jeito curioso e intrigante. Olhava os vestidos, com os olhos brilhando - Boa tarde senhor! - diria sorrindo e admirando a vitrine do vendedor. Ele parecia interessado em vender uma bússola para mim, embora eu não tivesse qualquer conhecimento sobre usar aquele item, eu não podia dizer que não estava curiosa para saber a razão delas serem as melhores da Grand Line. - Nossa que incrível! Mas eu na realidade estou mais interessada naquilo, senhor! - diria apontando para o vestido mais bonito em exposição.


Olharia novamente para as jóias - E não podem faltar anéis para oficializar a cerimônia… Queria que o Mirutsu estivesse aqui para escolher comigo… - pensaria olhando todas as opções. - Quanto custam dois anéis e o vestido? - perguntaria sorridente. Claro que ele era um vendedor e era provável ele tentar querer tirar o máximo de lucro e… Bem… Eu acho que poderia levar a bússola dele para brincar com ela. Se ele fizesse muita questão eu aceitaria a proposta da bússola - Eu levo a bússola… Mas… - lançaria um sorriso desafiador. Papai sempre falava que negociar era como uma dança e um jogo - Você poderia fazer um desconto! Veja bem, eu tenho amigos e os meus amigos têm amigos! Tenho a certeza que depois de verem como as suas bússolas são incríveis também vão querer uma! - diria num tom confiante, inclinando a minha cabeça para a esquerda.






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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyQui 04 Fev 2021, 20:19

Aquele que parecia ser o regente do lugar se demonstrava de bom humor, jogando contra uma dupla um tipo de jogo composto por dados e copos. - Parece realmente uma boa hora para um jogo… - Com o fim da tarde se escancarando sobre nós, provavelmente teríamos a noite toda ali para perder em troca daquela pequena bússola que o velhote esfregava nas nossas caras. - Tem espaço para mais um jogador? - Perguntaria, antes de olhar para o casal provavelmente interessado na mesma coisa que eu. - Tenho certeza que os pombinhos não vão se opor. - Não que eu estivesse pedindo por permissão, e pode apostar que eu seria o mais inconveniente possível. Se houvesse alguma cadeira sobrando, a colocaria exatamente entre os dois. - Opa opa cuidado com a cabeça eu vou ficar bem aqui… - E ao colocar o móvel no lugar, daria uma piscadela para a moça com problemas de pele. Logo em seguida me sentaria na cadeira.

- Você é diferenciada hein? Gosto disso… Esse babaca aqui do lado tá acompanhando você? Hahaha - Essa foi a minha primeira tacada, mas não deixa de ser um flerte. Vai que eu dou sorte. - Sabe eu sempre jogava isso aqui por horas em bordéis do West Blue. E eu juro que te conheço de algum lugar hein… Hahahaha - Riria, mesmo que não fosse acompanhado pelos presentes tentando parecer o mais entrosado possível. Na verdade não dava a mínima para o jogo, a ideia era fazer com que todos ali entrassem no meu próprio. - Me chamem de Delahunt. E vocês são…? - Nesse momento observaria os copos na mesa, e pegaria o copo da moça… Faria a menção de beber, mas não o faria interrompendo com uma fala. - Aquele navio alí é de vocês? É uma bela bandeira!… E vocês têm sorte, porque eu tô de folga logo hoje. - Tentando parecer descuidado, faria o copo quicar na mesa em direção ao regente do farol ao mesmo tempo que me levanto, tentando conter os danos de forma atrapalhada. Então com minhas mãos rápidas tentaria pegar um dos dados do velho e escondê-lo entre os dedos sem que os demais o percebessem.

Dando certo ou não, pediria perdão por conta do “acidente”. - Desculpe amigo… Eu sempre fico atrapalhado ao lado de mulheres excitantes. Mais uma rodada? - Então aguardaria que jogassem outra vez. - Piratas fazendo piratices…Algum deles já tentou te roubar? Han? Diz aí Capitão Broxa! HAHAHAHA! - Levantaria a mão para um “bate aqui” com o regente do farol, que até onde sei provavelmente era um dos caras mais poderosos que eu poderia encontrar pela frente. Minha estratégia é ser o mais irritante e inconveniente naquela mesa, até que alguém saísse do sério.

Se em algum momento algum deles dissesse algo rude, me levantaria virando a mesa em cima do velho gente boa. - OPA! ISSO AÌ EU NÃO ADMITO! - Gritaria colocando toda a intimidação na voz, e provavelmente teria alguma forma de agressão tanto por parte dos piratas, quanto por parte do velhote. Antes que o cara me atacasse eu tentaria lhe aplicar um chute na altura do peito para derrubá-lo no chão. Quanto ao golpe da garota, tentaria atentar se a mesma utilizava armas de corte ou perfuração. Se não, receberia o golpe e cambalearia em direção ao velhote para tentar pegar a bússola após esbarrar nele com toda aquela distração. Caso a moça usasse armas afiadas e/ou pontiagudas, tentaria desviar com movimentações laterais mas sempre com o objetivo de esbarrar no regente do farol ao final e roubar o logpose. - Nunca confie em piratas, amigo…

Tentaria então esquivar de golpes posteriores, me abaixando e dando uma cambalhota para um lado livre um pouco mais longe de toda a confusão. Me levantaria virando para o grupo, levantando as mãos com um sorriso no rosto. - Mil perdões… Eu me excedi… Amigos de novo?

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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyDom 07 Fev 2021, 00:41





Tony

Fim da Tarde




- E o que te faz acreditar nesse destino? - Tony tentava entrar no tipo de conversa que a mulher bêbada estava tendo, talvez como uma maneira de criar algum vínculo e já ter o seu passaporte de saída para a fora dali. A mulher olhava novamente para o civil, erguendo uma de suas garrafas de bebida e virando-a completamente na boca, despejando boa parte do conteúdo enquanto o fazia por simplesmente não ser capaz de retê-lo completamente. - Eu vi esse destino. - Ela dizia, agora com um pouco mais de sobriedade na voz. Apenas na voz, já que de resto parecia completamente acabada.

O olhar de Tony passava pela mesa do trio rapidamente, e podia contar uma quantidade de garrafas que já estava em torno das 20, mas não conseguindo ter completa certeza sem de fato parar para contar cada uma delas com mais foco. Ele comentava algo sobre o tipo de apostas que o trio estaria fazendo, mas eles apenas se entreolhavam e soltavam algumas gargalhadas profundas, até que um dos homens carecas bebendo com a moça acabava por cair no sono entre uma gargalhada e a outra.

- É...? Pode ser... Eu duvido que você consi... - A mulher se interrompia no meio de sua frase, e então a completava com outra informação. - Eu bebi 6 garrafas. - Ela dizia, mas Tony podia ter certeza de que, se ela tinha vencido aquela competição, e a considerar pela quantidade de garrafas que estava embaixo da mesa, ela com certeza não tinha bebido apenas isso. A mulher fechava os olhos entre uma palavra e a outra. - Eu sou a Capitã Groulevard. O navio é meu... Espero que tenha gostado mesmo. Não que importe já que iremos todos morrer. - Ela respondia, e se levantava para que Tony pudesse se sentar, e então se escorava em uma parede próxima, observando o desafio que o próprio Tony tinha se imposto. Era possível perceber também que as conversas cessavam quando Groulevard falava o seu nome, e as moças no balcão cochichavam alguma coisa sobre "Anny 'Deprimida' Groulevard? O que ela está fazendo aqui?"

Lilith


- Ah... Aquilo é? Aquilo? Hmmmmmm... - O vendedor parecia ter ficado bastante surpreso quando percebia qual dos vestidos tinha sido apontado por Lilith, e rapidamente seguia para detrás do balcão e pegava o vestido em um cabide, retirando-o de onde estava pendurado para que pudesse demonstrar melhor a vestimenta e seu tecido. - Aquilo? - Ele perguntava novamente, apesar de já estar com o vestido nas mãos. Ele retornava com a roupa para Lilith, colocando-a por sobre o balcão e a dobrando, ansioso para fechar logo uma compra. - Anéis, é? Anéis...? Hmmmm - Mais uma vez, após terminar de empacotar o vestido, ele se abaixava por detrás do balcão e surgia de lá com um par de alianças que brilhavam bastante, e que pareciam extremamente bonitas. - São as únicas que possuo, você deu sorte... São as únicas que possuo. - Ele falava, colocando as alianças, ainda em suas caixinhas abertas, em cima do pacote do vestido. - Essas são bem caras... Consegui de um mercador do Novo Mundo... Então essas são bem caras... São do Novo Mundo, sabia? - Lilith percebia que havia algumas inscrições no interior das alianças, mas estavam em alguma língua desconhecida. - Não se preocupe. Elas são de primeira linha... E são bem caras... - Ele as empacotava, fechando as caixinhas e colocando-as também na sacola de compras do vestido. - São do Novo Mundo.

Em seguida ele pegava uma das bússolas e também a colocava no pacote, selando-o. - Olha só... O vestido custa 80.000 berries... As jóias custam... 300.000 berries... Cada. Já o vestido custa... 80.000 berries. A bússola vai te custar... 300.000 berries... Já as jóias... 30.000... Somando tudo... Olha só... - Ele parecia estar com certa dificuldade para fazer os cálculos, mas após algum tempo queimando seus neurônios, surgia com uma conclusão. - 710.000 berries. É no dinheiro? - Ele perguntava, sorrindo e já com todos os produtos muito bem embalados. - Com o desconto que você pediu... Faço por 700.000.

Sonny


Sonny já se aproximava do trio jogando dados e colocava todo o seu jogo de cintura para causar o maior desconforto possível rapidamente. Sentava-se entre os dois que estavam jogando, e também falava muito mais do que era necessário. Todos os três pareciam cada vez mais incomodados a cada vez que Sonny falava algo, se intrometendo diversas vezes nas rodadas de jogo de maneira que já nem era mais possível se lembrar de quem estava vencendo entre os três. - Olha, garotão... Eu tenho certeza de nunca ter te visto antes, haha... - A mulher dava uma risada sem jeito enquanto o homem parecia querer se levantar a qualquer momento. - Eu sou Tommy. - O homem dizia, sendo perceptível a frustração em sua voz, quase como se estivesse com raiva de si mesmo. - Eu sou Margaret. Mas você pode me chamar de Maggie. - A morena dizia, sorrindo e lançando uma piscadela de canto para Sonny, que parecia ser o único a perceber tal sinal.

- Eu sou Karthus. Estou jogando com eles por essa bússola. A navegação na Grand Line só funciona com uso dela. É um Log Pose. - O velho dizia, mostrando novamente o Log Pose que estava em seu pulso. Sonny puxava o copo de Margaret enquanto eles jogavam, e pareciam até perder uma outra rodada, por mais que Sonny não entendesse muito bem de como exatamente aquilo estava sendo jogado. - Aquele navio alí é de vocês? É uma bela bandeira!… E vocês têm sorte, porque eu tô de folga logo hoje. - Ele perguntava, logo em seguida afirmando que estava de folga, mas nenhum dos três parecia ter entendido muito bem o motivo, e qual exatamente era o seu emprego.

- É da nossa Capitã... Uma delicinha, viu? - A morena dizia, lambendo os lábios e balançando a caneca com dados em frente ao seu corpo. Quando estava prestes a lançar os dados, Sonny soltava o copo de cerveja na mesa, em direção de Karthus. Dessa maneira ele causava uma bagunça generalizada, e tentava usar desse momento para pegar um dos dados do velho, que percebia aquilo demonstrando ser muito mais rápido que o jovem Delahunt, puxando os dados para si. Ele olhava furioso para Sonny, mas se acalmava quando ouvia o seu pedido de desculpas. - Eu te entendo, HAHAHAHAHAHAHAH! - Ele gargalhava, olhando para os peitos de Margaret antes de beber uma caneca inteira de cerveja de uma só vez.

- Ei, filho da puta! A Margaret tava pra jogar!! Ela podia tirar dados bons dessa vez e você atrapalhou a porra toda! - Tommy resmungava, parecendo extremamente frustrado e puxando os cabelos de sua cabeça com as mãos. Margaret tentava acalmá-lo com um tom doce, dizendo que não precisava de tudo aquilo, mas já era o suficiente para que Sonny se levantasse, puxando a mesa com as duas mãos e levantando-a, virando-a para cima de Karthus. - OPA! ISSO AÌ EU NÃO ADMITO! - Ele gritava para Tommy, que se assustava momentaneamente mas logo gritava de volta, partindo para um soco, que era revidado rapidamente por Delahunt, que o acertava com um chute em seu peito, lançando-o por cima da mesa virada e caindo mais ou menos aos pés de Karthus.

- Ei, aí não! - Margaret gritava, se levantando de sua cadeira também e olhando para Sonny, dando-lhe uma piscadela e atacando-o com um chute na horizontal contra as suas costelas. O impacto era o suficiente para empurrar Sonny por cima de Tommy, parando próximo de Karthus. Sonny usava daquela brecha para rapidamente puxar o Logpose do pulso de Karthus sem que fosse percebido por nenhum outro além de Margaret, que se sentava logo em seguida, acalmando-se e levando os outros a também se acalmarem. - Ei, ei... Tá bom... Sem briga... Acho que já deu desse jogo. Vamos embora. - Ela dizia, ajudando Tommy e Sonny a se levantar. Karthus parecia um pouco confuso, e até decepcionado por ter tido o seu jogo acabando mais cedo, mas arrumava a mesa e as cadeiras enquanto os outros iam embora.

- Você mandou bem lá. - Ela dizia a Sonny, já um pouco mais distante. - Que mané mandou bem? Do que merda vocês estão falando?!




Logpose obtido por Sonny:
Quantidade aleatória (1,7) :
5

Tony mu mu
Sim
Não
Sonny
Karthus
Tommy
Margaret



Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: União Flasco: Inicio do Sonho   União Flasco: Inicio do Sonho EmptyDom 07 Fev 2021, 12:50



Nem o melhor e Nem o pior

Apenas debochado
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O dom pra rodear-me de perigo realmente era algo inato, e inquestionavelmente afiado. Capitã, e de um navio daqueles. Claro que era uma fora-da-lei, ou pelo menos alguém tentando ser. Por sorte, eu não dava a mínima pra isso. Não tinha nenhuma obrigação a cumprir com a lei, apenas contas a pagar… E isso implica em um bolso bem vazio.

Vazio até demais.

O fato de não ter um tostão nesse fim de mundo tornava-se um desespero meu, embora gostasse de não demonstrá-lo a ninguém mais e preferisse evitar pensar nisso pra não ficar tão ansioso. - É vidente então. - Afirmava com escárnio óbvio no tom e um sorriso desprezível depois dela falar mais uma vez sobre destino.

O que alguém que paga suas contas faz pra sair de uma situação miserável dessas? Indagava para meus demônios internos, enquanto lançava mais um olhar breve para a tal da deprimida levantando a garrafa em um cumprimento. Pensava nisso, imaginando quantos milhões deveria valer a cabeça da beberrona.

Todas as palavras que saíam daquela sua boca faziam-me desprezá-la. Talvez fosse a quantidade exorbitante de bebida que ingeriu, ou a catastrofe que a fez querer beber daquele jeito. Mas nada do que dizia fazia muito sentido.

Bem, no fim, dava de ombros e começava a despejar álcool goela abaixo.

Não era problema meu.

Minha única preocupação agora era descobrir como beber 12 garrafas, que deveria ser o dobro de 6 se eu não estivesse enganado. Trapacear em uma competição alcoólica nunca foi algo que cogitei outrora, mas talvez fosse uma boa tentar agora. Lá pela sexta meu estômago já começaria a chorar, e portanto, tentaria despejar líquido discretamente enquanto bebia, escapulindo pelos lábios sem que eu tivesse de zerar toda a garrafa. O chão seria meu melhor companheiro de copo, sem dúvidas. - Aliás, ninguém perguntou mas meu nome é Gregory. - A mentira descia tão bem quanto o álcool, despejando-a assim que um dos três viesse reclamar.

O nome de um dos meus primeiros conhecidos era tudo que via à mente agora, o maluco dos pedaços. Não deveria ser um problema pra ele ter o nome divulgado… Assim espero. - Eh… Tem algum banheiro aqui? - Indagava discretamente pra um dos três, e caso algum deles comentasse sobre a aposta, prontamente responderia - Eu disse que beberia o dobro, mas não disse quando. Agora preciso mijar. - Elevava o canto do lábio em mais um sorriso trapaceiro.

Por fim iria até o banheiro tomar um pouco de água e esvaziar a caranga, lavando as mãos e a cara tentando despertar dos encantos alcoólicos. Que péssima ideia ficar chapado no meio de um monte de piratas e… Seja lá o que for. A contragosto, retornaria para a mesa enfiando tudo o que faltava goela abaixo o mais rápido possível. Apesar de pobre, tentava ser um homem de palavra… Mesmo que fossem palavras traiçoeiras e voláteis. E essa porra de pobreza me irritava muito, não dá pra viver só de palavras.




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