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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 X - A vontade de um Rei

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyTer 29 Dez 2020, 16:23

Relembrando a primeira mensagem :

X - A vontade de um Rei

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySab 16 Jan 2021, 16:45





O pé sapateava na terra em velocidade arrítmica, seguido do punho nervoso que agarrava as minhas próprias vestes, enquanto  levava a outra mão à altura do queixo. Alternava e começava a andar de um lado para o outro, quase que em rodopios. "Tomei a decisão certa?" - me questionava. Teria feito outra péssima decisão? Talvez Ryo não estivesse preparado. Será que ele estava bem? Será que não havia acon- "Finalmente!" - minha mão se desvencilhava do tecido e ia em direção ao caracol — Mushi, mushi. Entendido - respondia breve, profundamente aliviado.


Restava-me, então, entrar em ação. Como odiava ficar parado! Gostava do campo, da liberdade de agir, das linhas de frente! Desci a dita colina quase que correndo, pouco controlando a velocidade, limitando-me apenas a não sair rolando aclive abaixo. Mais que seguro, Ryo havia encontrado algo suspeito. Estava desejando que aquilo nos levasse a algum canto, senão teria que recorrer a outros meios e tinha pouca paciência para investigações. Inclusive, para o bem ou para o mal, havia caído nesta bendita ilha durante uma...


Sem perder tempo, me dirigi à embarcação suspeita ao localizar e compreender as pistas de Ryo — Pode me ajudar não obstruindo o meu trabalho. Irei realizar uma fiscalização de rotina no navio - direto, já impaciente pelo tempo que havia esperado, pressionei a mão do homem, momento em que reafirmaria o aperto quando ele fosse soltar e puxando um pouco em minha direção, colocando-o em uma posição de submissão — Está carregando peixes? Esses sempre cheiraram assim? - indagaria, soltando-a logo depois e seguindo em direção à embarcação, esbarrando em quem tentasse bloquear o meu caminho, no fito de obstrui-lo.


Assim, buscaria primeiro analisar as mercadorias que possivelmente ainda estivessem do lado de fora, tomando a liberdade de abri-las, com cuidado, e checar o seu conteúdo, dando leves cutucadas em diferentes partes dos caixotes, a fim de escutar o som produzido, o qual deveria ser uniforme de cima para baixo, em uma mercadoria, caso estivesse levando o mesmo conteúdo. Dessa forma, esperava evitar o famigerado truque dos ilícitos ao fundo e os lícitos sobrepondo-os. Seguiria abrindo os caixotes e, tendo a mínima suspeita, enfiaria a minha mão ou cabo da foice dentro do interior, em busca de algo suspeito. Realizaria o mesmo procedimento com as mercadorias dentro da embarcação, em qualquer outro momento.


A fim de aprofundar a investigação, subiria na embarcação — Há homens lá dentro? - perguntaria — Este navio está sendo fiscalizado por agora, peço que desçam até que termine - determinaria, simplesmente não esperando que saíssem do interior do navio, mas adentrando-o e gesticulando para que saíssem, para não dar tempo que fizessem nenhuma falcatrua, às quais estaria atento, como retardos e até sinais de início de uma agressão. E assim procederia a inspeção das cargas, nos termos descritos outrora, conhecendo os aposentos do navio — Fique atenta - diria ao Den Den Mushi, baixinho, alertando Ryo para que ficasse atento aos movimentos dos marujos. Em minha busca, perquiriria até mesmo por fundos falsos, alçapões e compartimentos secretos, me atentando ao cheiro, mas não deixando-me cegar por ele.






Off: minha reação vai depender do que achar, então não fui mais adiante. Mesmo que seja um ilícito, vai depender do que é ele e da gravidade, então só vou agir quando tiver mais infos sobre.








~ Histórico ~




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Ofício: Ferreiro.
EdC: Justiça Dupla [Inicial]; Boxeador [Inicial].

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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySeg 18 Jan 2021, 20:22




Narração 10





Kayro podia ser uma figura de bondade, porém também era de justiça e eficiência, James era o primeiro a sentir isso no aperto de mão do outro homem. Um aperto bem dado, forte, eficaz o suficiente para mostrar de quem era a autoridade ali. Sem poder oferecer muita resistência, acaba sendo puxado para mais perto do esqueleto e um certo arrepio percorria o corpo do executivo, então aquele era o Capitão Shen, um defunto marinheiro, seu "corpo" não era apenas uma fábula ou ilusão, de fato ele era um morto andante. - S-sim senhor, apenas peixes. Dizia brevemente. Quando sua mão era solta, freneticamente buscava um lenço entre seus bolsos, passando-o na mão como se estivesse secando ou limpando o que tocava outrora.

Hayne até tentava responder ao pedido do oficial, todavia o Ceifador era mais rápido, primeiro fazia sua inspeção nos caixotes ao redor da passarela e para seu descontentamento não encontrava nada errado. Restava então subir na embarcação e assim fazia, anunciando sua ida. - Bom, ouviram o Capitão! Dizia o diretor aos seus subordinados que resmungavam algo como um possível atraso no trabalho, mas ao passar pela figura esquelética sentiam seu corpo ficar mais tenso pelo possível medo.

Enfim, Shen estava livre no barco. Começava a buscar pelos cômodos, encontrava uma cozinha com algumas panelas ainda sujas, comida normal, nada estranho no cômodo. Passava então para o dormitório dos marujos, redes penduradas, alguns papeis jogados com anotações de algum jogo de carteado, fotos indecentes de mulheres, garrafas de bebidas jogadas, bagagem típica de marujo. Por fim, voltava a andar no convés até que sentia aquele cheiro pútrido impugnando suas narinas novamente. Olhava para baixo e via o carregamento de peixes.

Descendo ao porão, as caixas de pescado espalhavam-se pelo local todo e o cheiro, bem...Kayro poderia agradecer ao deuses por não ter exatamente narinas naquele momento. De todo modo, ao caminhar sentia algo estranho, uma sensação que parecia água, mas...lodo ? Por que exatamente deveria ter lodo naquele lugar ? Seus olhos, buscando a fonte, encontravam-na nos caixotes espalhados pelo piso, os quais vazavam esse lodo. Seria ele fruto da decomposição dos peixes ou algo relacionado ao pescado? Impureza do mar ?

A embarcação como um todo não parecia ter algo estranho, apenas curiosas peculiaridades. Kyo e os marujos do navio de pesca continuavam ainda em solo, deixando o Capitão sozinho em sua busca se ainda desejasse aprofundar-se mais nela.

Legenda escreveu:
Vice-Almirante Kurt Storm
Sargento Kyo Chiba
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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySeg 18 Jan 2021, 20:59





Com passe livre para averiguar o navio, analisava bem os recintos, em busca das coisas ocultas. Fato era que apenas no porão parecia encontrar algo. "Quem diria..." - descia os últimos lances da escada, atento ao cheiro pútrido que emanava daquele local. De fato, se havia algo a se esconder, que fosse nos recantos mais escuros da embarcação. "Não que isso seja esconder" - reavaliava, esgueirando o limiar entre a escada e o espaço aberto com a minha mão, que tocava a ponta da parede.


Volvia a cabeça nos arredores e, então, após alguns passos, parava. "Isso é..." - ao sentir a sensação estranha sob os pés, recuei para fora daquele líquido, esfregando a bota no chão. Era melhor agir sempre com cautela; e para isso, precisava enxergar melhor. Assim, acenderia o lampião que carregava comigo¹, tirando-o de dentro da bolsa. Era melhor que o isqueiro, visto que o fogo ficava contido dentro do instrumento. A última coisa que queria era incendiar a embarcação. Sob a luz, analisaria melhor o líquido que permeava o chão, a fim de determinar a sua natureza, se possível.


Pela característica grudenta que havia sentido ao pisar, sabia que não era apenas água do mar, mas algo mais substancial. Talvez algum tipo de matéria orgânica, visto que estava em um barco pesqueiro? Restava-me diligenciar para descobrir. "Isso deve servir" - pegaria a capa que Ryo havia me dado e jogaria no chão, fazendo um caminho sobre o líquido estranho. Ao chegar perto de uma das caixas que estavam vazando o chorume, pegaria a minha foice e a estenderia, envolvendo uma das caixas e puxando-a, sem cortá-la. Arrastaria para a beirada do chão limpo, momento em que abriria o seu conteúdo, com cuidado, após dar algumas cutucadas no revestimento. "Ora, ora, o que temos aqui..." - por fim, chegava a hora de descobrir o que estava gerando aquele cheiro tão intenso e nauseante. E também o momento em que provavelmente eu decidiria o destino daqueles marujos.


Encontrando alguma substância evidentemente ilícita, imediatamente pegaria o Den Den Mushi e alertaria Ryo — Junte os soldados e sargentos presentes no porto e detenha o capitão e marujos dessa embarcação - ordenaria, de forma breve, passando a fisgar mais caixotes para analisar o seu conteúdo — E ordene que dois marinheiros ajudem a retirar as mercadorias do porão deste navio após controlar a situação - complementaria. No que um simples navio de pesca poderia estar envolvido?






¹ Consta no inventário.








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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyQui 21 Jan 2021, 16:44




Narração 11





Proteger a vida de outras pessoas nem sempre significava grandes batalhas ou honrarias, na verdade, muitas vezes concentrava-se em fazer o comum ou o que muitos não queriam. Entrar no meio daquele "pântano" de fedor sem dúvida era um feito admirado pelos marujos do lado de fora, uns chamavam o esqueleto de louco se é que isso seria possível outros imaginavam a morte dando-lhe seu abraço pela segunda vez.

De todo modo, o Capitão Kayro Shen seguia seus pensamentos e inteligentemente colocava antes de pisar naquele lodo uma capa, um objeto que poderia proteger seus ossos do líquido misterioso. Usava sua arma mais do que para a destruição, mas como um instrumento, a puxava para perto e então observava de cima para baixo, analisando-a e vendo nada anormal. Então, decidia por abrir o caixote e ao sentir a madeira ceder dos pregos, um odor forte de animais mortos preenchia mais o espaço ao ponto que até o morto começava a sentir seu estômago embriagar.

O lampião, anteriormente acendido, não relevava nada demais no ambiente ou no caixote, apenas um carregamento de peixes. O máximo a ser acusado era a péssima condição de estoque dos alimentos, claramente estragados, e de alguns insetos que pareciam se alimentar daquele lamaçal que escorria dos pescados na parte inferior do compartimento.

O lodo, ou o que fosse, não parecia ter nada demais, parecia mesmo algo próximo ao chorume ou ao líquido que os corpos expeliam após a decomposição.

No fim, tudo o que havia naquele navio de ilegal era a má conservação dos peixes. Seria esse o suficiente para prender o capitão daquela embarcação ? Ou será que valia a pena mobilizar a tropa para impedir isso ?

Tururu Turur turu

O Den Den Mushi cortava novamente o silêncio, e ao atender o caramujo ouviria a voz do seu mentorado. - Encontrou algo? Não se preocupe, estou em um lugar seguro, não vão me perceber.

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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyQui 21 Jan 2021, 19:57





Com o crânio balançando em negação, ressentia que minha empreitada não havia me dado nenhum resultado satisfatório até o momento. Estaria tudo bem se sentisse que não havia nada errado com aquele barco pesqueiro, mas não sentia. "Não é possível... esses peixes não venderão!" - uma mercadoria daquela qualidade não teria êxito em ser vendida, então qual seria o propósito de tê-la aqui? Os moradores podiam pescar peixes mais frescos, bem como transportar para outra ilha deterioraria ainda mais o produto. Algo não encaixa nessa equação.
 

"Esse cheiro..." - repeti para mim, ao sentir o fedor insustentável daquele caixote. "Um cheiro tão forte que vai contra a intenção primária de vender..." - refletia, perplexo com aquele quebra-cabeças. Seria possível que eles... eles estavam usando o odor nauseante para camuflar outra coisa de odor forte e característico, que poderia ser denunciada apenas ao sentir? A iluminação veio à minha mente. Tal hipótese seria verdade? Custava a acreditar, ao passo que não me surpreendia com as artimanhas que os bandidos podiam empregar.


Sem resultado no primeiro caixote, estava determinado a seguir para os próximos, no fito de por à prova a minha teoria, abrindo-os em sequência, no mesmo procedimento de outrora; não deixaria um passar. Podia demorar e, para isso, precisava do apoio de Ryo do lado de fora — Nada, mas tenho uma suspeita. Mantenha-se no escuro, mas transmita a ordem para que façam um perímetro neste navio. Temo que se demorar demais, possam fazer algo a ele enquanto estou aqui dentro, por acreditarem que encontrei algo ou encontrarei - respondia ao chamado de Ryo, desligando a chamada. Com o lado externo controlado, podia me focar na investigação interna, dando-me o tempo necessário e a cautela devida.


Sob as luzes do lampião e agora vestindo a máscara dada por Ryo, para me prevenir contra o mal cheiro, na medida do possível, revistaria o conteúdo de todos os caixotes, de cima a baixo, retirando o conteúdo do primeiro e despejando no chão. Do segundo em diante despejaria os peixes dentro do recipiente anterior, a fim de não gerar uma bagunça incontrolável. Buscaria, também, por fundos falsos nas caixas, batendo com a foice nestes e tentando deslocá-los com as mãos, se não encontrasse algum mecanismo rústico que os abrisse. Assim, pretendia achar algo, hora ou outra. E, não achando, continuaria a remexer os caixotes. "Talvez seja uma distração..." - ao mover as caixas de suas posições originais, me atentaria a possíveis alçapões ocultos.


Já me encontraria profundamente perturbado não logrando resultados, de modo que despejaria a água de meu cantil pessoal e coletaria aquele líquido viscoso e estranho que estava vazando dos caixotes. "Talvez um químico possa analisar isso no Quartel General" - era uma das minhas últimas suspeitas e esperanças de pegar a raposa em sua toca. Agachado, rasparia o cantil no chão, engolindo tanto líquido quanto pudesse; ou até mesmo pegaria direto da fonte, de onde estava vazando.


Não sendo bem sucedido, apenas suspiraria fundo e ligaria para Ryo, pelo carocol — Está limpo, sairei em breve - organizaria a minha bagunça e sairia da embarcação, indo em direção ao tal Haynes — Vocês estão presos - puxaria a minha algema e minha foice, com certa lentidão, esperando que esboçassem alguma reação. Não conseguia apaziguar os meus sentidos em relação à embarcação e restava-me fazer um bleff e esperar que, se fossem bandidos, entregassem o jogo ao tentar opor resistência — É o que gostaria de dizer, depois de sentir o cheiro da mercadoria - comentaria, guardando as algemas e a arma, se eles não demonstrassem nenhum sinal evidente de estarem fazendo algo ilícito — Esses peixes são para venda em que lugar? - ainda assim, como um insaciável homem da justiça, faria um breve interrogatório, pois sabia que a mentira tinha perna curta.


Retomando o meu pensamento de outrora, se os peixes fossem daqui e ele me respondesse que eram destinados a outro lugar, minhas suspeitas se agravariam ainda mais, uma vez que sendo para venda local, ainda que dubitável, teria mais credibilidade. Era desses truques de um interrogatório inteligente que queria me valer — E você consegue vendê-los para a população naquele estado? Eu não acredito - continua os questionamentos, pois talvez, em uma possibilidade remota, eles não fossem destinados ao povo — E como os peixes chegaram àquele estado? Você não tem cuidado? O que aconteceu? - questionaria, de tom firme e inquisitório — Dê-me um motivo para não confiscar toda a mercadoria e o navio, por atentar à saúde da população - daria o meu ultimato.


Todavia, encontrando algum ilícito que fosse digno de decretar a prisão do capitão do navio e dos marujos, sairia imediatamente da embarcação, ligando para Ryo no caminho e anunciando — Estou saindo, mantenha-se oculto - e, do lado de fora, exclamaria — Senhores, irei levá-los comigo para a prisão do QG-18, onde poderão prestar esclarecimentos! O navio e tudo que estiver nele será confiscado até segunda ordem. Peço que não ofereçam resistência... ou não irei me segurar - sacaria a foice girando-a e produzindo um forte deslocamento de ar, no intuito de intimidá-los e facilitar meu dever, algemando-os, após convocar o auxílio dos marinheiros próximos.












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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySeg 25 Jan 2021, 15:47




Narração 12





Kyo ao terminar de ouvir as ordens de seu mentor, imediatamente encerrava a ligação e começava a correr atrás do ordenado, não por menos Kayro podia ouvir vindo mais forte do lado de fora um som de vozes e passos, significando que o perímetro estava sendo montado. Entretanto, ainda sem entender o significado daquela cena, o capitão continuava sua meticulosa busca, batia no dorso de caixas, nas madeiras, buscava qualquer coisa que justificasse aquela cena ao mesmo tempo incomum e ordinária.

Para o seu breve descontentamento, nada além dos suspeitos peixes podres fora encontrado ali, por fim, aceitava pegar uma amostra daquele liquido e guardá-lo para análises no Quartel General. Então, saia da embarcação e de imediato declarava a suposta voz de prisão, os homens que pareciam ser os segundos em comando ficavam um pouco pavorados com a ideia, mas o capitão logo decidia intervir. - Mas Capitão, não estamos vendendo nada ilegal sim ? Digo, alguns peixes apodreceram, mas íamos limpar os caixotes e lavar os alimentos antes da venda. Então, a voz do marinheiro interrompia o homem que ao ouvir a pergunta arqueava a sobrancelha. - Na verdade esses peixes não são para o público, um restaurante local que comprou a carga. Então, James puxava um papel e prontamente entregava-o, travava-se de um cartão de apresentação.

Citação :
Restaurante Pôr do Sol.
Uma experiência maravilhosa para sua senhoria, coma a melhor comida de Utopia tendo uma vista privilegiada.
Endereço X.X.X.X

- É um restaurante de elite, precisa reservar com boa antecedência, mas creio que eles possam abrir uma exceção para o senhor. Entretanto, mesmo com o ultimato, parecia que não havia motivos que iriam frear aqueles homens de vender peixe para um restaurante, no fim ainda atentariam contra a saúde da população e não por menos Kayro Shen dava a voz de prisão, e sem muitas opções, a tripulação aceitava, sendo ordenados inclusive a levar as cargas para o QG.

O procedimento padrão ocorria, a trupe chegava ao QG sem problemas e logo os presos eram encaminhados provisoriamente para as celas. Shen encaminhava a amostra ao laboratório e quando terminava, ouvia um soldado lhe informar que o Vice-Almirante estava o convocando.

- Então, o que descobriu? Tenho um dono de restaurante furioso me ligando, mas sei que teve bons motivos para fazer a prisão.

Na sala encontrava-se apenas Kurt, o qual ignorava a densa papelada em sua mesa para focar sua atenção no discípulo. Ele se levantava, andava para o outro lado do móvel, e então apoiava a bunda na mesa, sentando-se parcialmente sobre ela.

Terminado o relatório de Shen, o homem fechava os olhos e levava a mão ao queixo, refletindo sobre suas informações, abria os olhos, a íris chamativa focava-se nas orbes vazias do esqueleto, com um olhar pouco mais sério que o normal. - Capitão, essa informação que vou passar é algo confidencial, de forma alguma pode sair daqui, nem mesmo Kyo Chiba pode saber. Ele parava por um momento cruzando os braços. - Como você bem sabe, Utopia sofreu muito com o ataque do Moonlight Sunshine. Não apenas a cidade, mas o Governo Mundial sofreu um baque. Antigamente tínhamos a ajuda de uma unidade da CP9 aqui, mas foram mortos, todos eles com exceção de um.

- Esse agente que sobrou, ele era um usuário de fruto também, e segundos os relatórios sua fruta era capaz de alterar materia orgânica, decompondo-a. Isso bateria com a sua descrição, mas precisamos de provas do laboratório. Além disso, como podemos saber que trata-se dele, e por que ele estaria aqui depois de tanto tempo nas sombras ?

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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyTer 26 Jan 2021, 12:09





 

Após deter os mercantes por crime contra a saúde pública, com o papel contendo as informações do dito restaurante entre meus dedos, em altura visível, escutava o Vice-Almirante compartilhar as importantes e confidenciais informações a respeito da relação entre Utopia, Moonlight Sunshine e a CP9. "Então foi isso que ocorreu..." - a situação completa da ilha ainda era desconhecida por mim, que possuía apenas alguns fragmentos de informação, que começavam a se juntar. Fisher, o Governo Mundial, Moonlight, aparente líder da organização Midnight Shine, como podia supor pela relação entre os nomes e papel na destruição causada por estas terras.


Antes eu era um mero peão da marinha, agora não mais. Longe da influência de Kurt, mas também longe de ser um soldado raso. Estava conquistado o meu espaço e, para cumprir devidamente minhas obrigações, sentia a necessidade de estar por dentro das tramas ocultas — Gostaria de ter mais detalhes sobre as motivações desses personagens e eventos que ocorreram por aqui. Meu trabalho só pode ser bem feito se tiver conhecimento do que de fato ocorreu - solicitaria — Quanto ao Sargento... - estranhava mais uma vez aquele nome, parando por um momento — Quanto ao Sargento Chiba, não compartilharei esta informação com este - intercalaria.


As revelações que me eram feitas eram bastante contundentes e a indagação do Vice-Almirante, mais ainda. "Um único ex-agente de uma Chiper Pol" - pensava, desviando o olhar para os arredores, reflexivo. "O Vice-Almirante falou com bastante naturalidade, mas sequer tinha conhecimento desta divisão da Cipher Pol... - suspirava, ciente de que Kurt podia ser bastante relaxado às vezes — O que sei é que um homem que trama nas sombras tem um alvo. E senão aquele que lhe causou a miséria, este é aquele que não lhe estendeu mais a mão - diria, pondo as mãos sobre a mesa, as quais as juntas pareciam quebrar, enquanto me projetava para frente — Eu não sinto um cheiro bom nessa história... rezarei que seja a primeira opção, pois ando bastante descontente com algumas coisas, sempre ocultas - me recomporia, levando a mão ao pescoço e estalando-o — Mas hora ou outra tudo que é oculto se revela. Se não há mais nada a tratar, me retirarei, com a sua licença - me despediria, deixando a sala com uma estranha sensação.


Tal sensação vinha de me envolver diretamente, mais uma vez, com o Governo Mundial. Estava ciente que estar na marinha era estar vinculado ao GM, mas da esma forma, tinha consciência que se envolver profundamente nos assuntos de tal organização nunca era um bom sinal - muito menos quando não concordava com diversas de suas ações. O caso de Unmei Eisenberg era a minha prova disso¹. E era por isso que estava em minha jornada de escalar as patentes, para mudar as estruturas de poder em sua parte mais vulnerável: por dentro.


Se teria que lidar com um problema tão grande, era bom estar devidamente preparado. Não tinha tempo de forjar uma arma, agora, mas precisava atualizar a minha. "A marinha guarda alguns itens interessantes em seus depósitos" - lembrava da Akuma no Mi que havia apreendido, infelizmente roubada por Ishisaki. "Talvez eu tenha acesso a coisas mais interessantes, agora?" - me indagava. E só saberia ao buscar, o que faria imediatamente, em busca de uma arma provisória que pudesse estar à altura do que enfrentaria². Essa não era a resposta do Vice-Almirante, mas a minha; arma e usuário eram uma fórmula essencial. Diligenciando para tanto e, por fim, com ela em mãos, seguiria o meu caminho.


E meu caminho tinha destino certo: o Restaurante Por do Sol. "Uma pequena visita inofensiva" - pensava, possivelmente apertando o cabo de minha nova arma. "Vamos ver o que consigo se pressionar um pouco" - era a minha ideia inicial, mas já formulava outras na manga, em minha caminhada solitária até o local. E nem tão solitária assim, pois arrastaria comigo um caixote das mercadorias apreendidas, com pouquíssimos peixes, apenas o suficiente para exalar o fedor pútrido e não dar mais conteúdo para um possível poder da Akuma no Mi do ex-agente, pois se era isso que ele queria, não poderia dar um presente tão fácil assim.


Chegando lá, bateria na porta, em busca de ser atendido. Como haviam informado, era um local de elite e talvez fosse necessário reservas. Ou melhor, seria apenas um pretexto para não me permitirem entrar ou me atenderem. Dessa forma, não sendo acalentado com as boas graças, sentaria em meu caixote pútrido, de pernas cruzadas, observando despretensiosamente o mar, na entrada do estabelecimento, em seu horário de funcionamento, até que o malefício daquele odor incomodasse tanto que, diante das possíveis perdas com clientela, fossem obrigados a me atender — Achei que definharia aqui...pois só sairei daqui ao falar com o gerente ou quem quer que esteja ao comando! - queria fazer isso dessa maneira, para colocá-los em uma posição que me atendessem, sem ser necessário que usasse a força para isso - ainda.





¹ Tecnicamente, Karyo cometeu um grande crime contra o GM, pois acobertou e deu uma nova identidade a uma criança chamada Unmei Eisenberg, que era filha de uma ex-Tenente da marinha, que foi corrompida pelos Tenryuubitos, ao ser forçado, para que essa sua filha fosse libertada de sua escravidão com destino selado à morte. A mãe morreu depois de umas tretas, mas Karyo, junto de alguns companheiros, participou de uma trama para forjar a morte ordenada de Unmei, pelo GM, e agora ela vive tranquila em Calmaria, com uma nova identidade. Desde então, a relação com o GM e o marinheiro não é das boas, e ele odeia se envolver com as merdas do governo, pois sabe que ao mesmo tempo que eles criam soluções, criam problemas, tipo o batman.

² Quero comprar uma L.W com os créditos e busquei dar um pretexto que mantenha a fluidez para isso, de modo a explicar porque não seria uma "compra" que tira algo da ficha, como berries, já que créditos são algo off-game.








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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySab 30 Jan 2021, 15:32




Narração 13





Kurt parecia tão incomodado e assentado nesse mistério quanto Shen, seus olhos ficavam um pouco perdidos, em reminiscências e meditações, porém não havia resposta pronta para o dilema. Quem quer que fosse, seja o próprio agente ou alguém com seu nome, estaria começando a mover seus dedos para fora das sombras. - Tudo bem, quando tiver notícias do laboratório entrarei em contato. Fique atento capitão, a tempestade está começando.

Então, após despedir-se de seu mentor, o marinheiro ia em direção ao armazém, talvez arranjasse lá uma nova arma, melhor que a sua antiga, o suficiente para os desafios futuros. Ao chegar no local, observava que haviam novas armas ali dispostas, provavelmente obtidas após a guerra com os Números. Dessas, uma chamava a atenção do puro-osso, uma forma já muito bem conhecida pelo guerreiro, uma foice. Havia detalhas interessantes nela, seu material parecia de excelente qualidade, uma ótima pedida para as suas expectativas.


Sem mais delongas, o oficial partia para sua próxima pista, o restaurante destino às entregas dos peixes, mas resolvia departir com uma pequena peculiaridade, levava, além de sua arma, um caixote com um pouco da matéria pútrida que encontrou antes além dos exemplares aquáticos. O restaurante localizava-se no limite entre o centro e o porto, em uma área de topo de colina, favorecendo a melhor vista possível para o oceano. Geralmente espera-se encontrar todo o tipo de gente em um restaurante, mas esse era exceção, havia uma estrada pavimentada até o local, destoando do chão batido e pedras arredondadas ao longo das ruas de Utopia. Carros com motores primitivos à combustão subiam aquela pequena estrada. Ao lado da rua haviam árvores e flores, dando a sensação de estar indo para outro lugar senão Utopia.

Talvez essa fosse uma característica interessante dessa cidade, para além de seu nome, existem estabelecimentos ali que teriam esse dom, de transportar seus clientes para além do espaço físico, Pôr do Sol era um desses lugares, transmitia realmente uma sensação única de estar no fim de uma tarde ensolarada e pacífica.

Bem...assim seria se não fosse pela presença da mais nova "nobre" figura da marinha. Kayro Shen era diferente de todos ali, dos carros desciam algumas pessoas extremamente bem vestidas, homens aos seus 60 anos usando roupas visivelmente de grife, mulheres com exuberantes vestidos, garçons atendendo seus clientes desde o momento da chegada. Porém, muitos deles, no momento no qual o capitão pisava, pareciam estar vendo uma cena de filme. Mulheres gritavam, homens estavam enojados( seja pelo cheiro da caixa ou pela aparência do homem). De todo modo, o caos instaurava-se naquele momento.

O metri, ao notar a confusão, já deixava a lista de clientes de lado e caminhava a passos largos e pesados em direção até do esqueleto e tomava dois sustos, primeiro pelo esqueleto, segundo pela farda a qual usava. - O s-senhor deve ser o capitão Kayro Shen não ? Dizia ele cruzando suas mãos, visivelmente desconcentrado e suando frio. Ao ouvir a reclamação por parte do outro, ele ficava um pouco aflito de tudo que isso geraria. Mas, ao ouvir uma terceira voz se envolvendo, tornava-se imediatamente mais calmo.

- Ora Jeffrey, não trate-o assim, ele é meu convidado. Entre capitão ! Podemos conversar aqui enquanto comemos algo. Um homem de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e longo saia do restaurante enquanto olhava para a situação, ele ficava ainda dentro do estabelecimento, tendo apenas metade do seu rosto abraçado pela luz. - P-prefeito, é claro, com certeza, capitão queira me acompanhar por favor.




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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptySeg 01 Fev 2021, 08:27





"Isso..." - olhava as pessoas assustadas com a minha aparência; ou melhor, com a minha existência. Não era a primeira vez, mas era difícil me acostumar com aquelas reações, muito mais quando era o meu dever protegê-las. O uniforme da marinha não era suficiente para mostrar que eu não era um cara mal? Que não era uma entidade que trazia pragas e infortúnios?
 

Antes sentado, ao ver alguém se aproximar, me levantaria para ser recebido apropriadamente — Sim, Capitão Karyo Shen - corrigiria, em tom de autoridade, com os olhos repousados sobre o homem. Analisava-o brevemente, curioso se o seu nervossismo se devia à minha presença - o que era justificável em diversos contextos - ou se por outra razão. Neste momento do campeonato, todos eram suspeitos - precisava ficar com o olho esquerdo em um e o direito em outro.


Mais interessante foi o seu semblante se tornar mais ameno ao meu primeiro ouvir daquela voz. "Um bom tom" - não podia deixar de notar, desviando o meu olhar para o indivíduo que havia falado e atraído a minha atenção. "Prefeito?" - me indaguei, ao ouvir o dito Joffrey falar. Utopia realmente tinha um prefeito, mas nunca havia me encontrado com este durante os meus dias aqui. Seu nome era Marshell Crown, um homem que parecia trazer angústias até mesmo para o Vice-Almirante Kurt.


Observava-o à meia de luz, de onde tinha uma estranha sensação. "Por que sinto que estou entrando na gruta do lobo?" - sentia uma inquietação, mas aceitava o convite, em parte — Aceitarei a conversa - responderia, em tom amistoso — Mas temo que terei que rejeitar a comida - complementaria, já introduzindo o assunto que me levara até ali, de forma sutil. "Este é o homem que possui tantos fundos que deixou o Governo e a Marinha de mãos atadas..." - pensaria, ao me sentar à mesa do Prefeito, interiormente de guarda alta — É uma honra sentar-me à mesa junto ao benfeitor da marinha - e externamente despojaria.


Esperaria um momento, dando a oportunidade para que Marshell se introduzisse e iniciasse a conversa, para deixá-lo em uma posição mais confortável. Apesar da cautela e dos sentimentos do Vice-Almirante, isso se dava apenas por estar diante de uma figura muito influente, que o dinheiro e influência tornava difícil tocar. E com seu passado sendo um mistério, era plausível que nos levantasse alguns temores. Todavia, até então, o Prefeito havia sido essencial na reconstrução de Utopia e era uma figura bem vista localmente. Dando-o o benefício da dúvida, mesmo eu o tinha em bons olhares.


Adiante, reservaria algum tempo para responder possíveis questões que o Prefeito tivesse, para só então prosseguir, com perguntas mais discretas — Então o senhor prefeito é o patrono desse local? - era algo importante a se ter em mente. Pela autoridade que ele havia demonstrado, havia dado a entender que possuía alguma relação do gênero — Entendo... Bem, não estou aqui há muito tempo. Cheguei em Utopia ao acaso, e aqui pareço ter firmado alguns vínculos com a ilha, mas a vida de marinheiro é sempre de constante mudança, ficar aqui e firmar raízes é um privilégio que não terei igual ao senhor - conversaria, adentrando assuntos de interessante, tentando fisgar alguma informação a respeito do misterioso Marshell.


Estava a espera que perguntasse o que havia me trazido até ali ou porque não aceitaria a refeição do restaurante — Já que o senhor perguntou... Sentiu um cheiro estranho? - perguntaria, levantaria o dedo, apontando ligeiramente para trás — É de um carregamento de peixes podres que havia sido comprado por este restaurante. Tive que fiscalizar, devido à saúde pública, infelizmente - diria, em tom casual, fazendo passar que o assunto não era mais do que aparentava, sendo apenas um ocorrido de rotina. Era importante passar essa imagem — Achei que não fosse ser atendido de bom grado, então trouxe parte do carregamento comigo - suspiraria — Vim aqui buscar esclarecer o ocorrido, pois sei que a carga foi comprada daquela forma. Que valor tem um peixe podre? Isso sequer pode ser servido? Me pergunto que utilidade isso tem - levantaria as dúvidas que me trouxeram até ali — É uma situação estranha que pretendi que o gerente do restaurante explicasse, para não ter que responsabilizar um local tão bem frequentado por algo como um crime contra a saúde pública - diria, com um falso ar de compaixão.













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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyTer 09 Fev 2021, 16:06




Narração 14





Ambos, convidado e anfitrião adentravam naquele ambiente que memorava a uma antiga catedral, haviam vitrais por alguns cantos com imagens de benfeitores, demônios e outras referências a alguma crença. O metre responsável pelo prefeito prontamente arrumava mais um lugar a mesa, primeiro a cadeira, colocava a almofada, a proteção para vestes, os diferentes tipos talheres, guardanapos, e taças para o capitão, inclusive fazendo um pequeno mimo ao colocar um guardanapo com o símbolo da marinha costurado nele. Enfim, sentavam-se e ao ouvir a recusa da comida, o burgomestre dava de ombros, e o empregado servia apenas um pouco de vinho e água para o oficial. - A honra é toda minha, ouvi falar bastante de você sobre na última batalha que Utopia enfrentou, o capitão Gunter, o capitão Shen, a soldado Katherine e a soldado Kyo Chiba, o sargento Calros Lazo e o tenente Laith Kinder. Os heróis de guerra de Utopia. É realmente uma honra poder sentar-me com você capitão. Dizia o patrono da cidade enquanto tomava um gole do vinho tinto.

Então, o homem comia um pouco da comida e brevemente parava para ouvir as indagações do administrador, ele limpava a boca e deixava ao lado. - Bom, acredito que Utopia como um todo perdeu nas guerras, a minha esposa, Layla Crown também foi uma vítima do ataque da tripulação Moonlight à essa amável ilha. Paralelo à conversa, Shen podia notar os olhares dos clientes ricaços dali olhando para a mesa do prefeito. - De início, fiquei perdido com a perda da minha amada, a vida perdeu totalmente o sentido e ficava preso à minha cama por dias. Ele falava desapertando um pouco a gravata em seu pescoço como se estivesse sentindo sua garganta fechar. - Mas então ocorreu a guerra contra os Números, apesar de não envolver diretamente os civis como no caso anterior, senti pela perda das vidas. Então, me senti na obrigação de fazer algo por Utopia. Tomei residência aqui e comecei a investir na reconstrução da cidade, e então fui agraciado pela escolha dos meus conterrâneos com a prefeitura. Esse restaurante que estamos era uma antiga igreja que foi destruída, minha esposa era muito religiosa, então tentei resgatar a paixão dela e revitalizar o prédio, porém não foi continuado como um centro de cultos pois os que cuidavam daqui foram mortos na mesma catástrofe. Desse modo, foi transformado em algo que agradou aos locais, um restaurante, considero-me o patrono por revitalizar a estrutura, mas não mantenho esse local.

Ele parava por um momento para respirar e ouvir o marinheiro e depois assentia com a cabeça. - É uma pena não podermos contar com seus serviços para sempre capitão, Utopia vai sentir sua falta quando partir, tenha certeza disso. Eu também vejo minha prefeitura como algo temporário, só saberei se o povo me aprovou ou não no fim dela e então cederei a escolha da população.

Shen resolvia finalmente adentrar no assunto espinhoso, indicava a prova, jogava a sentença no ar e esperava o responsável pelo poder Executivo tomar sua posição. - É verdade capitão, recebi a pouco tempo um relatório, é chocante saber que um lugar que tenho tanta estima esteve a cometer um crime público. Sobre o gerente, não se preocupe, já não trabalha mais aqui, foi demitido assim que o relatório veio a público. O dono do restaurante já está a caminho do Quartel General para depor. Não se preocupe capitão, a justiça será aplicada e quando confirmado que o carregamento pertence à esse local, será devidamente punido por atentar contra nossa amada Utopia. O homem falava com firmeza e olhando diretamente para o capitão, não parecia haver  mentiras em suas palavras.

Purupurupuru

Mais uma vez o caramujo do marinheiro voltava a tocar, e ao atende-lo sabia que estava falando com Kurt. - Capitão, espero que esteja sozinho. O dono do restaurante Pôr do Sol  e James Hayne estão detidos provisoriamente, gostaria que interrogasse-o assim que possível. Além disso, recebemos algumas notícias preocupantes, o laboratório investigou o líquido e parece que no líquido não tinha somente material putrefato de peixe, mas também de humanos. Não sei o que está acontecendo, mas a situação parece ter ficado mais sinistra, estamos bem perto da tempestade agora.





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MensagemAssunto: Re: X - A vontade de um Rei   X - A vontade de um Rei - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2021, 14:43





Estar em contato com uma figura tão importante era uma lembrança do dever que a minha posição ostentava agora. Devia ser cauteloso, pois como dizia o sábio ditado — Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades - compartilhava com o Prefeito — Não deve ter sido nada fácil. Também é uma honra e um alívio compartilhar o fardo de cuidar do povo - complementava — Muito mais após saber dos motivos tão nobres... - me tocava pela história de vida. Reconhecia naquele homem os valores virtuosos que tanto estimava.


À medida que a conversa fluía, Marshell Crown me ganhava cada vez mais. Até o momento, não vislumbra razões para considerá-lo suspeito, visto que estava tão colaborativo, além de explicar a sua relação com o local. Se havia algo que me intrigava era um detalhe de sua fala. "Uma antiga igreja que foi reformada... onde ocorriam atividades de culto" - pensava comigo. Nada anormal, até então. Porém, o fato de ser uma construção antiga me levantava curiosidades — Certamente, agiremos rápido para responsabilizar quem está por trás disso - diria — Enquanto isso, se incomoda se eu olhar o local? - solicitaria. Apesar de não ser o dono, ele claramente possuía alguma autoridade ali; apesar de não exatamente permitir, não queria que minha atitude o incomodasse.


Dessa forma, me levantaria da cadeira e começaria a inspecionar o local. Se era uma construção revitalizada, pensava que poderia não tê-lo sido por completo, mas apenas a parte interessante da estrutura. O objetivo da minha busca era encontrar instalações antigas, provavelmente subterrâneas, razão pela qual a minha atenção estaria focada nas possibilidades que levassem a isso, como alçapões, escadas, porões, portas trancadas e afins. Prestaria uma especial atenção mesmo em meus passos, a fim de escutar o som produzido pela superfície, pois sabia que pisar em madeira oca, como no convés de um navio, era diferente de pisar em um assoalho sólido de madeira, como em algumas salas.


Sendo ou não bem sucedido, guardaria os resultados de minha busca para mim — Devo voltar agora. Agradeço pela conversa e gentileza - me despediria do Prefeito e voltaria ao Quartel General, respondendo apenas do lado de fora — Mushi, mushi. Compreendido. Estou a caminho. Estava com o Prefeito Marshell e tivemos uma conversa. Darei mais informações pessoalmente - relataria de volta ao Vice-Almirante Kurt, perplexo pelo que havia escutado. "Humanos...?" - aquilo até me dava ânsia ao sentir o cheiro do caixote, que carregaria de volta comigo ao QG, com uma das mãos, enquanto a outra ligaria o Den Den Mushi — Sargento Chiba, seja discreto e fique de olho nas movimentações próximas ao Restaurante Por do Sol. Fique de guarda na área. Será uma guarda longa. Colherei o relatório após algumas horas - instruiria, atribuindo-o a missão de sentinela.


De volta ao Quartel General, rumaria imediatamente à prisão, onde esperava encontrar com os suspeitos detidos e, talvez, com o Vice-Almirante — Então são esses... - estralaria os dedos, em um ruído bem alto, ao encontrá-los, para lembrá-los que sequer era mais humano. Levaria, primeiro, o dito James Hayne para a sala de interrogatório; a mesma onde havia interrogado o ex-tenente Hector. Colocando-o do outro lado da mesa, puxando-o propositalmente pela algema, começaria — É ruim estar algemado, não é? - daria o tempo para que ele respondesse — É o que se recebe mentindo para um marinheiro! - bradaria, em tom intimidador¹, projetando o meu corpo para frente, por cima da mesa, com os olhos vidrados nos seus. Voltando ao respaldo da cadeira lentamente, continuaria — Não deixaremos de puni-lo pelo seu crime, salvo se os efeitos dele sejam completamente impedidos. E se deseja impedir qualquer resultado ruim que tenha relação com sua conduta, é bom começar a falar tudo que sabe... - após morder, aliviava, dando-lhe um caminho favorável para ser seguido, sendo esse apenas o começo.





¹ Usando de minha Intimidação.








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