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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca da resistência

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyTer 29 Dez 2020, 16:23

Em busca da resistência

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyQua 30 Dez 2020, 03:37



Posts em Utopia: 86



Sem muitas surpresas, o agora capitão Karyo Shen, e agora sargento Katherine Silverstone foram congratulados com suas devidas promoções. O vice-almirante até falava que eu merecia também, algo sobre a quantidade de medalhas que levava no peito. Aquilo era engraçado, porque eu não sabia o que elas significavam já que ele só me passava elas.

Sinceramente, só conseguia imaginar a fala como alguém que ouviu como a batalha foi pelos soldados e não como alguém que a presenciou, igual o comodoro havia presenciado a batalha do novo capitão e da sargento dentro do armazém. A minha batalha pelo menos só deixava claro que não estava pronto.

Com o encerramento da cerimônia, possuía o resto do dia livre para fazer o que bem entendesse. Queria aprender e descobrir algumas coisas que me intrigaram na batalha de dez dias atrás, mas possuía uma prioridade no momento: descobrir o que havia acontecido com o pai de Karin ou pelo menos descobrir se ela possuía outro parente na ilha. Tinha pedido para Kyo investigar, mas agora que ela tinha a mesma patente que eu... bem, não me parece muito lógico mais esperar que ela faça isso.

Por isso, a primeira coisa a se fazer era simples, iria até Karin, que havia pedido para esperar por mim. – E então, vamos para o refeitório? Quem sabe você não me explica como fez essa maravilhosa manopla enquanto almoçamos. – Falava brincando olhando para os dois... braceletes? Não sei se chamar de bracelete seria o certo enquanto elas estão no modo encolhido ou guardado.

Karin provavelmente adoraria ir para o laboratório e não para o refeitório, antes não entendia direito, mas agora com a manopla comigo fazia um pouco mais de sentido o porquê de ela gostar daquele lugar. Apesar de ainda não entender como aquela manopla funcionava, como uma menina tão pequena fez e muito menos como o quartel general tinha esses equipamentos para fazer.

Aproveitaria o caminho para perguntar para a baixinha. – Sabe de algum outro parente seu na ilha? – Perguntava meio despretensioso. – Quem sabe eles não possuem alguma notícia do seu pai. – Não lembrava se já havia perguntado isso para ela literalmente nem eu e nem o Noskire nos lembramos se já perguntei isso em algum momento. – Inclusive, eu cheguei a perguntar o nome do seu pai? Na verdade, acho que tem muitas coisas que não te perguntei... – Falava pensando até se eu tratava ela de forma correta, a baixinha claramente era um gênio muito acima do que eu poderia sequer um dia pensar em ser, será que ela não via aquilo tudo como mera perda de tempo por falar com alguém provavelmente incapaz?

Perderia nesse tipo de pensamento enquanto íamos para o refeitório. Quando chegássemos, me agacharia, faria um cafuné na cabeça de Karin enquanto falava, decidindo que no final não havia por que mudar o modo que tratava ela já que ela não parecia se importar. – Vamos limpar as mãos antes de comer... mas já perguntando, o que você quer de almoço hoje? – Ao terminar me levantava e indicava para irmos nas pias limpar as mãos. Indicaria com a cabeça uma mesa para a baixinha sentar-se.

Serviria primeiro para ela, colocando o prato a sua frente, indicaria para Gwen sair do meu ombro e ficar do lado dela. – Vou pegar algo para você também. – Falando isso, saía em direção a cozinha como sempre fazia quando precisava pegar algo para a aranha. Pegaria um pouco de carne crua e voltaria para a mesa, onde entregaria para ela. Após isso, me serviria com um bom prato de peixe e arroz, pensando no dia longo que poderia ter a seguir. Indagando na mesa para Karin. – O que você pode me contar a mais da sua família?



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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyQua 30 Dez 2020, 13:54


Em busca da resistência!


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NARRAÇÃO
Utopia
Tarde
Nublado, 22ºC

Depois da cerimônia, Calros não perdia tempo, ia com Gwen, a aranha que estava em seu ombro, até Karin, a criança que tinha forjado sua manopla, ela o esperava com um enorme sorriso no rosto. A vendo, não dava outra, o rapaz já a chamava para comer no refeitório enquanto a indagava sobre a manopla. Quando chamada, a garota segurava a barriguinha, ela parecia realmente com fome, mas no instante em que era perguntada sobre como tinha feito a arma, ela simplesmente abaixou a cabeça, não parecia querer falar sobre aquilo, ao menos não naquele momento.

Era uma caminhada silenciosa, mas ainda sim Calros persistia com as perguntas, a questionando sobre seus parentes na ilha. – Eu... Não tenho ninguém, só o meu pai. – Foi ai que o rapaz a perguntou sobre o nome de seu pai, onde ela olhou para cima bem nos olhos de Calros o respondendo. – O nome dele é Kevin B. Morty. Ele é um cientista e tinha ido pra Jaya estudar um mineral novo, ai ele me deixou sozinha e pediu pra uma mulher me levar comida todo dia, mas não sei onde ela mora... Acho que o papai vai demorar alguns meses lá. –

Chegando no refeitório, Calros perguntou a garota o que ela queria comer, fazendo com que ela olhasse para frente de forma sonhadora e respondesse. – Lagosta! Lagosta por favor! – Ambos se lavavam e sentavam na mesa, de forma que o ruivo servia a comida da garota e deixava sua aranha para ir pegar um pouco de carne. Feito isso, já servido Calros a questionava sobre sua família mais uma vez, o que fazia a menininha abaixar novamente a cabeça.

Ela então levantava soltando a lagosta com um olhar choroso encarando Calros e começava a desabafar. – Tio Calros... Eu... Eu... Eu menti pra vocês! Desculpa! – Ela esfregava os olhos se limpando enquanto Gwen a encarava sem entender bem suas falas. – Acontece que não fui eu que fiz essas manoplas, meu pai tava estudando ela... Elas foram feitas por um lendário e renomado do país de Wano, o mesmo que fez parte da tripulação do último Rei dos Piratas! Eu não conseguia mais mentir! Me perdoe! –Ela sentava ainda chorando toda necessitada de algum carinho.

De toda forma, pouco tempo depois chegava Helena, a garota ruiva se sentava na mesa do refeitório com os dois os encarando de forma aparentemente despretensiosa. – Aconteceu alguma coisa? – Fazendo com que Gwen se aproximasse dela fazendo alguns movimentos andando pela mesa de um lado para o outro como se encenasse alguma coisa ao fazer alguns sons. – Quik... Quik... Quik... – Onde a garota acenava com a cabeça como se entendesse ao dar um leve sorriso, embora não desse para entender nada do que a aranha fazia.




Com isso, Helena dava de ombros e começava a falar com Calros desviando o olhar hora ou outra para a garota. – Eu tive ajuda de alguns marinheiros e investigamos mais a fundo a Karin... Pelo jeito o pai dela é um agente, da parte de pesquisas do Governo Mundial. Ao que parece ele deixou uma mulher cuidando dela, mas essa mulher... Aqui tá o laudo da investigação. – Ela passava um papel para Calros.


Papel escreveu:
A mulher de 53 anos, Alice Redberry, foi encontrada morta pela manhã em sua residência, já estava morta a cerca de 10 dias, suspeitas apontam para um mafioso que está tentando se instaurar no submundo de Utopia, por mais que isso pareça difícil de ocorrer e nem um pouco vantajoso para um criminoso. Não se sabe ao certo o nome da figura, mas boatos, investigações e interrogatórios indicam que seu apelido é Desgraçado Junior.


O delicado sorriso de Helena logo parava em um semblante mais sério com a garota falando. – Entende Calros? Isso é coisa séria... A gente foi designado pra essa missão, eles tem uma suspeita de uma das famílias ricas locais estarem por trás das atividades suspeitas na ilha, a segunda mais influente da ilha, a Família Kodiac! – Ela começava a fazer carinho na Gwen que parecia satisfeita em receber alguma atenção onde finalizava. – Vamos ter que dar um jeito de nos infiltrar, então acho que vou ter que te ensinar alguns truques de atuação... – Ela se levantava concluindo enquanto saia. – Me encontre às 19 horas no Pelicano, vou tentar te ensinar alguns truques lá! Pode deixar a Karin com a recepcionista do QG, eles tão com uma creche aqui agora. -

Considerações:
 

Histórico Calros:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyQua 30 Dez 2020, 18:23



Posts em Utopia: 87



A primeira informação que Karin me contava me surpreendia um pouco. O pai dela não tinha o mesmo sobrenome que ela. Seria ela adotada? Independente disso, ela falava algumas informações interessantes sobre o pai dela poder demorar meses. Talvez tenha passado um tempo padrão para ele dar alguma notícia e como ele não havia voltado ainda, o normal seria ele demorar muito mais? Não havia muito o que fazer com isso.

Já no refeitório, era queria lagosta e enquanto começávamos a comer a pequena me jogava uma “bomba” informando que havia mentido. Wano? Ferreiro famoso? Passaria a mão na cabeça dela. – Mentir é feio, então não vamos repetir isso. Mas eu adorei a luva. – Comentava com ela, para tentar fazê-la se acalmar. Não que desse tempo, pois Helena chegava perguntando o que havia acontecido.

Gwen começava uma dança maluca tentando falar algo para Helena, mas no final só sobrava para eu comentar. – Nada, ela só comentou que o pai dela pode demorar meses. – Talvez seguindo a deixa, Helena começava um monólogo falando sobre o pai de Karin. Quanta conveniência naquela situação. A tenente falava que o pai da baixinha era um agente e me mostrava que a mulher que estava a cargo de Karin havia sido encontrada morta. Já era uma missão nova. – Ok tenente Aakre. – Falava com a mão já na testa após ela terminar de falar.

Após a saída da tenente continuava a comer enquanto lia o papel mais uma vez. Alice fora morta mais ou menos na época que trouxe Karin para o quartel general. Agora envolveria máfia? Desgraçado Júnior? Que tipo de apelido é esse? Não faria bem tentar entender isso tudo agora. – Prefere a creche ou o laboratório Karin? – Perguntava. – A creche pode ter outras crianças para você brincar também. – Comentava em sequência, para fazê-la pensar um pouco mais antes de responder. Crianças dessa idade precisam conversar com outras crianças.

Após o almoço indicaria para ela o banheiro, fazendo um gesto com a mão para escovar os dentes. – Vamos Gwen. – Diria colocando a mão na mesa para a aranha ter algum apoio enquanto subisse para o meu ombro. Pegaria os pratos e os levaria para o local correto, para em seguida ir ao banheiro escovar os dentes.

Caso a nanica falasse que queria ir para a creche, iria levá-la já comentando. – Você ouviu Helena. As 19 eu e ela vamos sair em uma missão, então tenha certeza de ouvir direitinho os responsáveis da creche pelo resto do dia. – E se ela perguntasse por que eu não poderia ficar com ela enquanto não dava as 19. – Preciso fazer algumas coisas. Quero diminuir a chance de ficar no hospital por mais dez dias. – Falava a última frase sorrindo, para ela esquecer um pouco que isso acontecia porque me meteria em algo perigoso. Chegando a recepcionista, da forma mais gentil pediria por algumas informações. – Olá, a pequena Karin aqui vai ficar na creche. – Se a recepcionista indicasse que era perto ou pedisse para a pequena simplesmente acompanhá-la, esperaria me despedindo dela.

Quando a recepcionista voltasse continuaria falando. – O pai dela se chama Kevin B. Morty, é um agente do governo, você sabe se tem alguma maneira de contactá-lo para informarmos que a filha dele está por aqui e não onde deveria estar? – Após a possível resposta, agradeceria com a cabeça e comentaria mais uma vez. – Juro que são as últimas perguntas. Você poderia me informar a direção do Pelicano? E onde se encontra a capitã Katt? – Com tudo concluído, restava agradecer “Muito obrigado.” e seguir na direção da capitã. Possuía algumas horas antes das 19 e acho que daria tempo de falar com ela.

Quando achasse a capitã, se ela não estivesse ocupada comentaria após fazer uma reverência. – Capitã, a senhorita havia comentado que poderia me ensinar a treinar Gwen quando tivéssemos tempo. Está livre agora? – Perguntava esperançoso. – Posso ficar aqui até umas 18, tenho uma missão com a tenente Helena. – Complementaria para ela me indicar se teríamos tempo para isso ou não. Podendo ela me ensinar agradeceria a capitã.

caso seja isso que ocorra
Início aprendizado Treinamento

A capitã me levou para o campo de treinamento do quartel general, onde começou a dar um bom exemplo de ordens do que o leão dela conseguia ou não fazer. Como havia feito e o tempo que levava. Explicando diferentes tipos de possíveis treinos que poderiam realizar para que o animal conseguisse agir da forma desejada, seja para executar uma ação específica como se sentar, ou para algo mais amplo como guiar uma pessoa cega.

Após esses detalhes, a capitã começou a passar detalhes de como fazer isso aos poucos, exemplificando como dar um petisco ou um agrado para o pet em geral é algo melhor do que puni-lo por não realizar a ação correta. Sendo Gwen comilona como era, ficava fácil de imaginar ela sendo treinada de forma rápida com aquele pensamento.

Claro, que chegou em um momento que só falar não adiantava, então ele me fez praticar com o leão dela, que já é um animal treinado, para aprender melhor como funcionava. E foi uma lição importante para verificar como cada animal possui o seu trejeito e por isso apesar da teoria ser simples, cada um necessita de um tipo de treinamento diferente.

Quando finalizamos, já quase na hora desejada, soltei um “obrigado!” do fundo do meu coração e parti com Gwen para a recepcionista.
Fim aprendizado Treinamento


Se não houvesse tempo, ou ela estivesse ocupada, iria até o meu quarto do quartel general, onde começaria a ler o meu livro de cirurgia.

Na hipótese de a baixinha querer ficar no laboratório. Iria até este com ela, “a soltaria” lá para ela se divertir, já que não houve ninguém reclamando dela estar solta ali nos últimos dias, imagino que ela não cause problemas. E assim, sentando-me no canto, pegaria minha mochila e começaria a ler o exemplar do livro de cirurgia que possuía. Quando fosse 18 horas indicaria para Karin seguir comigo para a recepcionista, onde faria as mesmas perguntas com exceção da pergunta quanto a capitã Katt.

Podendo assim seguir em paz para o Pelicano, no entanto, como era para ser algo envolvendo “atuação” e iríamos nos infiltrar, acho que os uniformes da marinha chamariam muita atenção. Por isso pararia em qualquer loja fuleira de roupas no meio do caminho e compraria um conjunto de roupas escuras para usar no lugar, colocando as da marinha em uma sacola.


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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptySex 01 Jan 2021, 02:10


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NARRAÇÃO
Utopia
Noite
Nublado, 18ºC

Quando perguntada, a garota dava um enorme sorriso respondendo Calros empolgada, não parecia mais nem um pouco chateada com sua mentira anterior. – Não gosto muito de crianças, mas acho que na creche, eu queria uma caminha bem quentinha pra dormir... – Logo depois, ambos se aprontaram e foram em direção à recepção. No caminho Calros pediu que ela se comportasse, de forma que a menina o respondeu com a voz meio cansada. – Tudo bem Tio Calros, vou ser uma boa menina! Você consegue trazer amendoim do bar pra mim? O papai sempre trazia... -

Não demorou até que avistassem a recepção, onde uma linda marinheira loira estava preenchendo alguns formulários, sendo que quando questionada, ela se levantou rapidamente já se aproximando da garota. – Own... Que bonitinha, certo, pode deixar ela comigo! – Foi falando de forma carinhosa enquanto levantava Karin a deixando de colo e a levando por um corredor.

Não demorou até que a mulher voltasse e fosse abordada por Calros sobre o pai da menina. Com isso a mulher segurou o queixo olhando para cima enquanto pensava um pouco antes de responder ainda pensativa. – Kevin B. Morty... Nunca ouvi esse nome... Mas pode deixar, vou pedir pra contactarem a inteligência da marinha, Sargento Calros. – Ela fazia uma reverência com a mão. Já respondendo sobre o bar, ela apontava para frente falando com respeito. – É só seguir por oito quadras e virar à esquerda. – Só o respondendo com uma última reverência. – De nada! –

Com toda a informação em mente e tendo algum tempo sobrando, Calros foi com Gwen até a Capitã do QG, ela estava no campo d treinamento alimentando seu leão. – Aqui Mr. Juba, fofinho... Não é a carne daquela ruiva, mas acho que você vai gostar! – Quando viu Calros e Gwen, ela sorriu deixando que o leão comesse o que parecia uma vaca esfolada crua maior do que a própria moça já respondendo o marinheiro. – Ah sim, então você veio, certo, estou na minha folga, mas posso te ajudar. –

Os dois ficaram treinando lá por um bom tempo com ela demonstrando como fazia com seu leão. A sincronia dos dois era impressionante, dava para ver que não seria um oponente qualquer lutando de forma justa que a derrotaria. A capitã era uma ótima professora, não demorando para que Calros entendesse tudo sobre a arte de treinar animais, ele tinha simplesmente se tornado um mestre tão bom quanto ela em poucas horas.

Calros então passou em uma loja gastando B$ 50.000,00 em um conjunto de roupas prestas e chegou vestido no Pelicano. Quando chegou lá, avistou Helena, ela estava observando um grupo de bêbados disputando para ver quem bebia mais. No instante em que Calros se aproximou, um dos homens caiu para trás, o que fez ela dizer aborrecida. – Droga! Eu sou muito ruim nessas coisas! – Já entregando para um outro homem o que parecia ser uma quantidade grande de berries com uma cara meio abobalhada e medrosa ao perceber a presença do ruivo.

Quando Calros se aproximou mais, ela juntou os braços com os punhos fechados a frente de seu corpo como se estivesse com vergonha, mas logo o puxou pela mão. – Boa noite Calros! Tá pronto pra começar? – Ela ficava mais séria e ia falando. – Queria te revelar uma coisa... Na verdade eu não sou aquela menina fraca que você conhece... - Ela respirava um pouco mais fundo o encarando com seus olhos verdes penetrantes e finalizava sua fala. - É tudo atuação pra facilitar minha vida... Eu queria começar te falando isso pra você ter ideia de o quão útil a arte da atuação pode ser, então decidi abrir o jogo.  – Dava um sorriso sádico e sensual ao fim de sua fala.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptySex 01 Jan 2021, 04:40



Posts em Utopia: 88



Karin soltava um simples “Não gosto muito de crianças” que me surpreendia um pouco. Não imaginava aquela doce menina desse jeito. De qualquer forma, após pedir um pouco de amendoim, ela topou ir dormir na creche. E isso foi facilmente preenchido com a ajuda da recepcionista da marinha super prestativa. Nem lembrava de ter me apresentado, mas ela me reconheceu, acho que é o normal quando você é chamado para o palanque pelo vice-almirante.

Após isso, ia até a capitã onde ela parecia alimentar o Mr. Juba com uma carne que não era de ruiva... isso me fez lembrar de uma pirata ruiva que eu conheci após ser raptado por aquele todo poderoso com akuma. De qualquer forma, o treinamento foi ótimo e consegui aprender muito, podendo assim partir em direção ao Pelicano.

Entrar no bar foi algo interessante. Dada a fala da tenente imaginava que seria uma missão encoberta e havia comprado roupas para me passar por alguém que não fosse da marinha, porém, lá estava a tenente Helena com suas roupas da marinha. perguntei no off para o leogoinha se ela estava com a roupa da marinha E ela estava... bem diferente do que estava acostumado a ver, parecia quase errado ver aquele sorriso, apesar da tenente sempre ter sido bonita.

Apesar de ficar um pouco perdido no primeiro instante, logo responderia à pergunta da tenente. – Sim, estou pronto. – Não sei como se fingir de fraco ajudaria alguém no mundo onde os fortes abusam dos fracos, mas não queria questionar a tenente no momento, então tentava focar na missão. Ou seja, no aprendizado naquele momento.

Início aprendizado Atuação
Como a lição seria no bar, a primeira coisa que fiz foi pedir para irmos para uma mesa, como acharia ruim sentar-me lá sem pedir por nada, acabei encomendando duas cervejas. Na mesa conseguiria ouvir e filtrar o que ela falasse com maior facilidade em comparação com aquele grupo de bêbados. Tantos bêbados me lembravam tempos sombrios após a morte de minha noiva. Ao chegarmos na mesa, indicaria para Gwen ficar na mesa o mais quietinha possível, afinal o povo bêbado não havia se importado com ela até agora, não precisa me preocupar muito.

Já a primeira coisa que a tenente fez comigo foi demonstrar porque ela conseguia “enganar” todos com tamanha facilidade, ela criara trejeitos únicos para a personagem que era na maior parte do tempo. Ria com facilidade no que chamava de “outra faceta” e sempre se fingia de fraca, podendo pedir ajuda das pessoas com maior facilidade. Helena pedia para que pensasse em alguns e assim os fizesse, dando algum tempo para que treinasse o básico.

Esses eram os trejeitos fáceis de se ver, ela se aprofundava mais e demonstrava que a forma de andar e até como o corpo ficava enquanto parada modificavam como você poderia ver uma pessoa. E assim, nós dois ficávamos andando em círculos em volta da mesa, Helena de tempos em tempos pedia para que eu alterasse minha forma de andar. Antes de perceber já havia acabado com a minha cerveja e acabava por pedir outra para nós dois.

Ter uma boa visualização mental do “personagem” e assim encarná-lo parecia ótimo para a atuação em geral. Mas não era tudo. Helena não sabia qual tipo eu era, mas para ela, era crucial manter-se calma e consciente na maior parte da atuação. Comentando que se não fosse um ator tão fenomenal que conseguisse atuar até mesmo ao perder o controle de seu próprio corpo. Realmente, eu não conseguia pelo menos me imaginar atuando como outra pessoa caso algo urgente ocorresse, acabaria voltando a ser quem eu sou desde sempre.

Então ela passava para os diferentes tipos de vozes. Sentando-se ela demonstrava como a entonação da voz poderia mudar a personalidade da pessoa completamente. Era acostumado com a voz mais feliz da tenente, e ela falando agora parecia alguém mais “morta”, uma pessoa mais depressiva por assim dizer. Era difícil explicar, mas ela conseguia modificar e pedia para que eu a acompanhasse enquanto subíamos e descíamos o tom de voz diversas vezes, o que fez a segunda cerveja que pedi ser ótima.

Uma terceira cerveja foi pedida enquanto ela comentava que obviamente havia um limite do que era possível se fazer sem um disfarce, então que precisávamos ter a consciência de nossa própria aparência e de nosso corpo. Não adianta alguém como o vice-almirante e o comodoro, com todos aqueles músculos, tentarem se passar por alguém fraco e raquítico sem um disfarce extremamente bom.

No final atuar era um amontoado de coisas complexas, e ela aproveitava que já estávamos na terceira cerveja, mandando-me atuar como alguém bêbado para termos certeza que havia passado no teste de aprendizado.

Gastos até aqui: 6 cervejas (não sei quanto você vai me cobrar por cada uma, então não vou colocar nas perdas ainda)

Final aprendizado Atuação


Levantando-me da mesa, já começava a minha atuação. Sendo sincero, não conseguia imaginar porque esse seria um bom teste, para o povo ali tanto faz e tanto fez se estou ou não bêbado. E de qualquer forma, a parte de fingir-se de bêbado não seria tão difícil, não por causa das três cervejas, mas porque bebi um bocado após a morte de Mona e de minha família. Faria o melhor para que passos fossem erráticos enquanto iria me mover na direção do balcão.

Chegando lá deixaria meu corpo quase cair em cima do balcão e com a voz meio tremulante falaria. – Mais duas. – Levantaria a mão com certa dificuldade para fazer o dois com meus dedos. Quando o balconista surgisse com as cervejas olharia para o povo a minha volta e simplesmente viraria ambas as cervejas, torcendo para que aguentasse aquilo tudo sem realmente ficar bêbado. Baixando um pouco mais a cabeça pedia mais uma. Se me perguntassem por que estava querendo mais, apontaria meio torto para a mesa da tenente, onde Gwen estaria também, e falaria no melhor tom bêbado e triste que conseguisse, já colocando a mão em meu peito. – Nosso encontro... não acabou muito bem...

Após mais umas duas cervejas, se a própria tenente não fosse até mim, levantaria meio torto, iria até a mesa esbarrando em várias cadeiras e ao chegar na mesa, não falaria com Helena em si, fingiria que não queria falar com ela. Estava ali somente para pegar Gwen e partir.


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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptySex 01 Jan 2021, 14:01


Em busca da resistência!


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Utopia
Madrugada
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Calros e Helena ficavam por bastante tempo conversando e discutindo ideias de atuação. Por sorte o ruivo parecia ter bastante facilidade para esse tipo de coisa, não demoravam os anos de teatro que seriam o normal para qualquer pessoas desenvolver tais habilidades, em poucas horas ele já parecia ter as habilidades de muitos profissionais renomados. Helena então fez o desafio para o rapaz que aceitou sem pestanejar.

Se levantou da mesa e foi fazer sua encenação. Acontece que poderia parecer algo trivial e sem sentido, o que Calros não sabia era que o barman que já era um homem de idade trabalhava na área sendo um dos sócios do Pelicano a mais de 45 anos. Se conseguisse enganar alguém como ele que já tinha presenciado algumas centenas de milhares de pessoas bêbadas, com certeza conseguiria enganar qualquer um.

O rapaz foi pedindo mais duas cervejas, o que fez o homem o olhar de baixo em cima meio desconfiado e pegar mais duas deixando acima do balcão. Ele virava as duas, fazendo com que outro bêbado que estava ao lado o perguntasse. – Teve um dia difícil? – Com a resposta, todos do bar que escutaram pararam o que estavam fazendo e olharam para a garota por alguns segundos que em resposta abaixou a cabeça meio envergonhada, foi como uma onda, de forma que até os que não escutaram pararam e olharam também.

Mas não demorou para que voltassem a fazer o que estavam fazendo, ninguém riu, ninguém zoou, ninguém abriu a boca. Todos simplesmente voltaram a conversar e o barman disse meio sem jeito meio baixo para que ninguém escutasse. – Que pena garoto... Mas é como dizem, o oceano é vasto e cheio de peixes... – A atuação tinha sido impecável, Calros e Helena tinham simplesmente enganado todos que estavam no bar com aquele fora imaginário.

Com isso Calros foi até a mesa e pegou Gwen, saindo do bar, nem nesse momento pararam de atuar o termino. Só depois de alguns segundos, Helena que estava com sua aljava, algumas flechas e um arco nas costas alcançou o rapaz. Ela olhanva para Calros enquanto arqueava uma das sobrancelhas e dizia animada. – Aquilo foi muito bom, não esperava que você fosse aprender tão rápido. – Já era madrugada, a noite chegava a ser romântica com a Lua cheia e as estrelas que cobriam o céu, inclusive, sob o luar, Helena parecia que tinha algo a dizer.

Ela então parou e começou a falar, naquela rua não tinha nada além de casas iluminadas por velas e as estrelas, sem falar em um muro velho degradado pelo tempo, mas aparentemente muito resistente a frente. – Calros, pretendo começar a infiltração na nobreza daqui duas semanas, então tem algo que vamos ter que treinar nesse meio tempo também. – Ela apontava o dedo para cima, parecia ter muita propriedade de suas palavras. – Você já ouviu falar no conceito de Haki? –

A garota o encarava para ver o que tinha a falar, enquanto isso Gwen estava sob a cabeça do rapaz dormindo, só com sua resposta ela continuava. – Existem três tipos de haki... Haki do armamento, haki da observação e Haki do Rei ou Haki do Conquistador. – Helena pegava sua aljava deixando no chão e pegava seu arco com uma flecha apontando para cima sem olhar. – Com o Haki da observação, você consegue basicamente sentir presenças. – Ela atirava uma flecha para o alto e incrivelmente, após alguns segundos caia um morcego no chão com a flecha fincada em sua cabeça.

Então ela mais uma vez apontava uma flecha, dessa vez em direção ao muro continuando sua explicação. – Com o Haki do armamento você pode aumentar o poder de projeteis ou armas, fortalecendo seu próprio corpo com sua energia. – Ela disparava uma flecha que simplesmente fincava no muro. Na sequência a garota disparava outra flecha, mas dessa vez a flecha ficava com a ponta enegrecida, o que Calros via claramente e destruía o muro por completo que se transformava em um punhado de pedras e tijolos no chão.

Então ela sorria continuando. – O haki do Rei é diferente, nem todos tem, é algo que as pessoas nascem com. – Ela então guardava suas coisas e finalizava. – Eu não sou uma mestra em haki ainda, eu mesmo aprende os conceitos pouco tempo atrás e ainda estou treinando, mas seria bem útil se você soubesse ao menos como utilizar o haki do armamento. –

A garota olhava para o céu finalizando. – A marinha e o governo omitem essa informação dos soldados de baixa patente... Seria perigoso se isso saísse do submundo caindo nos ouvidos da população e bandidos comuns começassem a correr atrás desse tipo de poder. -  A garota se aproximava então de Calros e finalizava dando as costas ao se despedir. – Me encontre amanhã 8 horas no centro de treinamento do QG, vou praticar com o Mestre Kane, ele é quem treina os usuários de haki, o lugar fica escondido no subterrâneo do centro, mas eu te levo lá. - Ela pegava o morcego o jogando em um cesto de lixo e saia andando deixando Calros com seus próprios pensamentos.

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Histórico Calros:
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptySex 01 Jan 2021, 19:34



Posts em Utopia: 89



Aprendia a arte de atuar e até conseguia me divertir um pouco com isso. Na real que aquilo poderia me ser útil de diversas maneiras em batalha, se todos perdessem a calma como Tsukasa, já estava decidido em provocá-los. Mas agora sentia que poderia fazer isso de uma forma provavelmente mais efetiva.

Quando saímos do bar, ela começava a me elogiar. – Muito obrigado. – Falava sorrindo, facilmente graças ao álcool todo que havia ingerido naquela brincadeira. Só que nós não continuávamos a andar, pois a tenente me parava realizando uma pergunta. Já respondia com a cabeça negativamente, mas acabava falando de qualquer forma que “nunca ouvi falar de haki”.

Foi quando a tenente começava a explicar esse algo chamado Haki. Não entendia direitinho o que ela estava falando no começo, mas parecia quase um bom exemplo de exibicionismo, pois a tenente acertava um morcego no ar com facilidade. Após isso ela quebrava uma parede com mais facilidade ainda. Realmente, o povo que havia sobrevivido dentro daquele armazém estava em um nível completamente diferente do meu. Só que no meio da explicação toda dela, algo havia me interessado mais, que foi ver a ponta da flecha dela enegrecida. Pensava que havia alucinado, mas acho que quando a lança de Tsukasa me atravessou vi aquilo também.

Helena me informava onde deveria aparecer no dia seguinte e partia. Se era uma informação que não deveriam contar para baixas patentes... ela me contar não era errado? Talvez ela me considere um tenente apesar de ter recusado a promoção? Não importava muito, me despedia dela e olhava para o céu por um instante.

Apesar de querer ir para o quartel general e só dormir, me lembrava de um pedido de Karin. Por isso me guiava de volta para o bar. Quando entrasse, iria até o atendente direto, voltaria para a atuação, mas como se estivesse um pouco mais sóbrio. – Tem amendoim? – Perguntaria e se ele falasse que sim pediria por dois pacotes. Pagando voltaria a sair me despedindo do povo do bar.

Aos poucos ia andar em direção do quartel general, aproveitando para deixar o álcool ser processado direitinho no meu organismo enquanto comia um dos pacotes de amendoim. Precisava tomar um bom banho quando chegasse lá também. O dia fora agitado e fizera algumas coisas que não faria normalmente, como fingir estar interessado em alguém.

Percebia que era a primeira vez que sequer brincava com esse tipo de frase da boca para fora desde a morte de Mona. Quando ela morreu parece que qualquer tipo de pensamento sobre o assunto simplesmente fugiu de minha mente. Bem, claro, é o normal do luto diria... Só que perceber isso agora que me assustava um pouco.

Balançando a cabeça seguiria para o quartel general comendo o meu pacote de amendoim. Passaria na cantina antes para pegar pelo menos uma fruta para comer, havia ficado um bom tempo sem comer já e amendoim não bastaria, além de um petisco para Gwen. Após isso, tomaria um bom banho, escovaria bem os dentes e beberia muita água. Iria para a cama com uma boa sensação de dever cumprido.

Quando acordasse na manhã seguinte, a minha primeira parada seria a creche, onde levaria o outro pacote de amendoim. Se a baixinha já estivesse acordada entregaria para ela o amendoim. – Infelizmente hoje será um dia de treino novamente. – Falava para ela. – Na verdade, provavelmente vai ser um treino bem longo. – Comentava meio desanimado para ela entender que não me veria muito ultimamente. Se ela não estivesse acordada escreveria “Para Karin” no papel que havia em minha mochila e deixaria do lado da cama dela ou com a recepcionista se não pudesse entrar onde as crianças da creche estão.

Com isso tudo feito, poderia tomar um bom café da manhã, alimentando Gwen novamente porque até hoje eu não sei quanto essa aranha aguenta comer, e iria para o centro de treinamento procurar pela tenente Helena. – Sargento Calros se apresentando tenente! – Exclamaria quando a visse, esperando que ela me guiasse como havia comentado.


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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyDom 03 Jan 2021, 07:08


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Depois de se despedir de Helena, Calros voltou para o bar e comprou algum amendoim para a pequena. Com isso, voltou para o quartel comendo, onde comeu mais e alimentou sua aranha para só então se preparar para dormir. Quando amanheceu, depois de se ajeitar, o ruivo foi até a creche, mas as crianças estavam dormindo e a recepcionista disse fazendo uma reverência. – Sargento Calros! Bom dia senhor! É melhor não ir lá, pode acordar as crianças e prejudicar o sono delas. O sono na juventude é muito importante para o desenvolvimento, sabia? –

Ele deixou uma carta com a garota e foi se alimentar, além de alimentar Gwen. Só então foi até o campo de treinamento, onde viu Helena e um velho barbudo, ambos estavam sentados aparentando estar meditando. Era uma cena bastante calma, haviam pássaros sobre ambos já que estavam em uma área de ar livre.

Quando Calros se aproximou, Helena sorriu abrindo os olhos e se levantando ao dizer animada. – Calros, esse é o mestre Kane. Ele é um ótimo professor, tenho certeza de que vai conseguir dominar o haki do armamento com ele bem rápido, ele era vice-almirante da marinha, mas mesmo depois de se aposentar decidiu treinar futuros marinheiros. – O homem velho, enrugado e com um coque se levantou então esticando o braço para que Calros desse um soquinho se quisesse. – É um prazer te conhecer Calros, a Helena já me falou muito sobre você. – O homem completava sua frase puxando sua enorme barba que dava em seu joelho. – Me acompanhe tenente. –

Ele então foi andando até um corredor no canto do muro, um lugar que não parecia haver nada e discretamente abriu um alçapão encoberto com grama. Quando os três deceram, Calros viu algo que jamais imaginaria estar em baixo do QG sem que visse. Haviam não só os marinheiros que moravam em Utopia, como vários outros de outros lugares do mundo, todos estavam realizando treinamentos diferentes. Alguns socavam metais, outros rochas, outros se batiam com pedaços de madeira enquanto usavam vendas, era um caos total. Enquanto andavam, o Mestre que esbanjava uma postura ereta e exemplar apesar da idade segurava as próprias mãos atrás das costas e ia conversando. – Helena me disse que já te explicou o básico, então podemos avançar com o treino. -

Existiam pequenos tatames onde os treinamentos aconteciam, então os três subiram em um, onde só então o Metre Kane começou a explicar sobre o haki. - Busoshoku Haki... Ou haki do armamento é uma forma de Haki que permite ao usuário usar seu espírito para criar, em essência, uma armadura invisível em torno de si, fornecendo capacidades ofensivas e defensivas potencialmente incríveis. – Ele pegava um pedaço de metal gigante o deixando no centro da arena e continuava. - Notavelmente, essa forma de Haki pode ser usada para ferir usuários de Akuma no Mi que são imunes a certos tipos de danos físicos, principalmente usuários de Logia, não sei se você chegou a encontrar algum, mas eles são problemáticos por ter o próprio corpo composto por algum elemento da natureza. Helena, atire uma flecha em mim sem usar haki pra ele entender. –

- Certo. - A garota sem pestanejar pegava uma flecha e atirava no peito do homem, acontece que a flecha simplesmente o varava, onde o buraco era aberto, voltava ao normal. – Eu comi a akuma da rocha, então golpes sem haki não funcionam em mim. Existem diversos usuários desse tipo de akuma por aí... – O homem então enegrecia sua mão direita, segurava um dos lados do metal e começava a apertar, o que fazia com que o metal amaçasse com facilidade como se fosse um pedaço de papelão molhado. – Os usos desse haki são inúmeros. Pelo que Helena me contou, provavelmente o Desgraçado Junior possui uma logia, por isso é essencial que você aprenda o haki do armamento para prevenir um possível massacre em algum confronto. -

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MensagemAssunto: Re: Em busca da resistência   Em busca da resistência EmptyDom 03 Jan 2021, 18:27



Posts em Utopia: 90



Acabava me surpreendendo novamente com as situações daquele quartel general. Helena e um velho, que ela apresentava como Kane. – Prazer senhor. – Falava dando o soquinho como ele indicou, mas depois tive que comentar enquanto ele pedia para acompanhá-lo. – Na verdade sou sargento senhor. Recusei a promoção ontem... – Falava com medo dele demonstrar que não me ensinaria por causa disso.

Como continuamos a andar, imagino que não tenha um problema real com isso já que iam me promover de qualquer forma? Até porque me levavam para um lugar que eu realmente nunca vira e que me parecia muito estranho como um todo. Onde estava aquele povo no ataque dias atrás para nos ajudar? Todos pareciam fortes, tinha gente socando metal, rocha e outros com vendas. Aquilo fazia um pouco de sentido com o que ela me falara ontem, mas até onde esse tal de haki conseguia ir? Quebrar uma parede já era impressionante por si só ontem...

E tudo podia ficar ainda mais impressionante, pois ele começava a explicar mais detalhadamente o Busoshoku Haki até aceitando levar um tiro. Para a minha surpresa a única coisa que acontecia era a flecha atravessando-o... Kane falava sobre akuma logia e finalizava com ele comentando um massacre... estava com a minha mente a mil. – Ok... – Falava tentando me acostumar um pouco com tudo aquilo tudo.

– Deixa eu ir por partes para ter certeza de que não perdi nada. – Comentava porque realmente era muita coisa que se passava na minha mente. – Eu podia estar aqui mesmo? Vocês estão me tratando como tenente, mas eu não sou isso. Falei para o vice-almirante que não merecia o cargo ontem. – Reforçava o que havia falado mais cedo já que parecia ter passado batido. – Dito isso, não acho que haki deveria envolver cargos, porque mesmo sendo sargento realmente vi meu peito ficando escuro quando a lança lá do Tsukasa me atravessou. Então eu acho que tenho esse tal haki aí. – Falava apontando para o povo maluco que socava metal. – Se isso ajudaria nossos soldados a sobreviver aquela confusão de dez dias atrás, deveríamos ensinar isso para todos dos nossos... – Havia traidores dez dias atrás, mas na média havia mais do nosso lado.

Com aquele primeiro ponto esclarecido, podia passar para o outro, que era um pouco mais triste. – Sobre as akumas... consigo enumerar... meu primeiro contato com akuma foi um maluco que me teleportou para me roubar cinquenta mil berries. – Falava levantando o primeiro dedo. – O segundo foi o capitão Karyo Shen que é um esqueleto andante. – Levantava o segundo dedo. – O terceiro foi outro que conseguiu me teleportar para uma ilha paradisíaca no calm belt. – O terceiro dedo era levantando e aí eu podia completar. – E tem aquela voz misteriosa que mandava no Ishisaki Oota e que ainda provavelmente consegue falar comigo quando quer... o que é até perigoso eu ficar por aqui... não sei se ele consegue ver o que eu vejo... – Comentava levantando o quarto dedo e olhando a minha volta pensando se não poderiam usar isso para atacar o local.

Só que pensar nisso seria um pouco de perda de tempo já que ali provavelmente só tinha gente forte. – Não tive nenhum outro contato com akuma no mi. – Falava deixando claro a minha ignorância, se havia algo que havia entendido com o tempo era como ela era perigosa. – Eu não sei o que você quis dizer com Logia, mas acho que deu para entender o que difere essa tal Logia das outras pelo que deu para ver de você... – Falava apontando para a parte do corpo dele que a flecha atravessou. – Preciso saber mais sobre akumas no mi no geral. Poderia me explicar melhor? – Falava pedindo a explicação básica.

Quando ele terminasse, precisava ver primeiramente se ainda me aceitariam como aluno ali, pois havia simplesmente demonstrado a minha ignorância. – Vamos atrás de um potencial usuário de logia então... por que acha que ele é usuário de logia? Eu não vi a cena do crime, não vi nada lá da Alice, então eu simplesmente estou perdido até agora. – Perguntava para a tenente Helena, precisava assumir um pouco do controle na minha vida para entender o que estava acontecendo.


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