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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Right Punch, Left Punch!

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MensagemAssunto: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty25.12.20 23:28

Right Punch, Left Punch!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Joe Astrulf. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty26.12.20 21:17

Right Punch, Left Punch! - 01



-Droga, já tá de dia? -acordaria espreguiçando, olharia para a janela que teria deixado aberta enquanto "acabava de acordar" e após alguns segundos daria um leve suspiro, quando me levantaria da cama.
Pegaria então minha camisa vermelha, que ficava sempre jogada por ali e a vestiria, assim como procuraria pelo quarto um pouco bagunçado, por minha calça, jaqueta e boina, que colocaria em seguida. "Bem, agora que já tô vestido... o que vou fazer hoje mesmo?" -pensaria enquanto encarava a parede. "Ah é, hoje eu vou arrumar um trampo! Acho que vou colar pra Marinha, devo receber uma grana boa lá e tenho quase certeza de que meus punhos vão ser bem vindos...".
Agora sorriria tentando demonstrar minha animação, desceria até a cozinha, pegaria um pão e uma fruta para forrar o estômago, os quais comeria encostado na parede mais próxima. Assim que terminasse, me dirigiria até a porta que resultava na rua e daria um grito para noticiar e acordar meus pais. -MEUS VELHOS, VOU TENTAR ARRUMAR UM EMPREGO! TENHAM UM BOM DIA!!!

Sairia dali, tendo eles acordado ou não, afinal estava um pouco ansioso. Quando saísse, olharia para os lados e então coçaria a cabeça indeciso. "Vou ter que ver com alguém por aqui onde é o quartel... como posso eu viver nesse lugar há tanto tempo e não saber? Acho que é porque nunca preocupei com essas coisas..." -pensaria enquanto parava na saída de casa parecendo estar totalmente perdido.
Respiraria fundo e então olharia a primeira pessoa que passasse, esperando que minha lábia e minha voz que costumava chamar a atenção das pessoas fossem o necessário para conseguir uma resposta educada, quando começaria a perguntar. -Bom dia senhor(a), você saberia me explicar como eu chego no Quartel? Tô precisando ir lá pra resolver algumas coisinhas... -abriria um sorriso sem graça esperando resposta. Caso as pessoas me ignorassem, ou não soubessem informar, iria rapidamente correr até alguma outra, até que alguma hora conseguissem me passar as informações. Se mesmo assim ninguém soubesse, tomaria distância do local e tentaria ir para uma região mais central, onde repetiria o processo e caso falhasse, apelaria para dar um gritar "-ALGUÉM SABE ME INFORMAR ONDE FICA O QUARTEL? NÃO É POSSÍVEL QUE NINGUÉM SAIBA...".
Se descobrisse onde era, seguiria até o local aliviado, observando bem as ruas, afinal teria que ir lá com frequência. Caso não descobrisse nada, apesar de meus esforços, começaria a andar frustrado pela cidade, na esperança de que, após andar muito, achasse o local ou ao menos alguém que oferecesse ajuda.
Se chegasse no local destinado, entraria um pouco sem jeito e observaria a área, procurando assim por alguém que parecesse ser o responsável, ou qualquer um que estivesse atrás de um balcão, quando me aproximaria lentamente e indagaria. -Oi, eu tenho interesse em... ser da Marinha, sabe? O que tenho que fazer pra conseguir?. Caso tivesse que esperar minha vez, ficaria apenas escorado na parede esperando que fosse chamado, e então faria as mesmas perguntas.



   
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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty11.01.21 23:05



NARRATIVA


Mais um dia se iniciava na pacata vida de Joe Astrulf e, assim como todos os outros dias do ano, o clima primaveril tornava o despertar do jovem em um momento agradável quase toda manhã. No entanto, diferentemente de todos os outros dias do ano, aquele dia seria um marco na vida do garoto que, finalmente, iria sair de casa em busca de emprego.

Já em seus vinte anos, Joe não poderia mais viver sobre a asa de seus pais e agora precisaria começar a contribuir para pagar as contas de casa. Felizmente, o garoto era uma pessoa correta e, diferentemente de muitos, ele não tinha em sua mente se submeter a criminalidade, mesmo vivendo na parte mais periférica e humilde da belíssima Capital!

Animado, o rapaz não perdia muito tempo, vestia sua roupa, comia algumas coisas para começar o dia e fazia questão de gritar com todo seu fôlego para acordar seus pais e contar-lhes o que faria naquele dia. - Desgraçado! Não precisava nos acordar! Acho bom você conseguir um emprego! - Em resposta, era possível ouvir um murmúrio vindo do quarto de seus pais antes do seu pai responder com raiva e ainda com a voz rouca por ter acabado de acordar.

Finalmente saindo de casa e com um belo sorriso no rosto, Joe decidiu começar a abordar as pessoas para perguntar onde conseguiria encontrar um quartel da Marinha. Como ainda era muito cedo, poucas pessoas estavam na rua e as poucas que estavam, nenhuma delas realmente lhe respondia algo. Todas elas pareciam um pouco cabisbaixa e acabavam ignorando o jovem que, depois de tomar alguns não na cara, decidiu que a melhor ideia era esbravejar sua pergunta a todos os ouvidos.

De fato aquilo chamou a atenção de todos ao redor, principalmente de um senhor de idade que estava sentado à frente da casa dele e que, ao ouvir o grito de Joe, havia arremessado uma pequena pedra no garoto. - Ora seu, como você sai pela rua de manhã cedo e começa a gritar assim do nada! - O senhor realmente estava irritado, porém ele fazia um sinal com a mão para que Joe se aproximasse para ouvi-lo. - Não existe quartel da marinha aqui, garoto. A única lei que você vai encontrar aqui é a Polícia de Goa que trabalha pro rei e mantém a cidade nos trilhos. Porém… - Por um momento o velho olhava para Joe com os olhos cerrados e, após ponderar algo, ele falava. - Ah, sim, lembrei. Porém parece que é seu dia de sorte. Me falaram que uma embarcação da marinha vai chegar no porto hoje pela manhã, quem sabe você não fala com eles, se é realmente isso que quer. Se você quiser pode ir para a central da Polícia e tentar se alistar também.

Mesmo vivendo desde que nasceu naquela cidade, Joe havia esquecido completamente que a segurança da cidade era feita pela Polícia de Goa. Agora bastava saber se ele realmente tentaria ir para a polícia ou tentaria a sorte para encontrar os marinheiros no porto.


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty13.01.21 3:53

Ficaria assustado com a reação de meu pai, mas compreenderia, até porque, obviamente, ninguém se sentiria muito feliz ao ser acordado com gritos que surgiam do nada. "Parece que alguém não acordou de bom humor..." -pensaria com um sorriso sem graça no rosto enquanto seguiria meu caminho.

Ao perceber que ninguém parecia interessado em me ajudar, ficaria um pouco frustrado, o que me levava a realizar o plano B, de gritar para que todos conseguissem ouvir. Rapidamente quando senti algo me atingir e escutei xingamentos, olharia indignado para quem arremessou e já mudando um pouco do meu bom humor, via que a pessoa me chamava para perto, o que me deixaria confuso, mas me aproximaria curioso. Escutando então a afirmação, coçava minha nuca frustrado e começaria a conversar comigo mesmo enquanto o velho ainda falava "MEU DEUS JOE, TU É BURRO EM?! COMO ESQUECEU DISSO?". Colocaria então a mão esquerda no queixo pensativo e ao identificar que o indivíduo terminava sua fala, respiraria fundo e responderia já agradecendo:  "-Pois bem, muito obrigado pela informação senhor, não sei como fui esquecer de algo assim, logo eu, que sempre morei por aqui... Talvez seja realmente meu dia de sorte, agradeço pela ajuda e tenha um ótimo dia!"

Sairia então dali pensativo, mas entusiasmado pela oportunidade que teria ao receber uma "visita" da Marinha no porto local. "Será que vale a pena? Isso aí pode mudar a minha vida... talvez eu possa só virar um policial daqui também, pensar pequeno nem sempre é tão ruim..." -expressaria indecisão em meu rosto, enquanto olharia bastante pros lados mostrando também certa ansiedade. Sei lá, os caras não devem vir no porto assim do nada com frequência, já o quartel policial continuará aqui, a não ser que inventem uma forma de movê-lo... Tá, não custa nada, bora ver primeiro qual é a da Marinha, qualquer coisa eu só desisto e fico por aqui mesmo!" -encerraria meus pensamentos decidido.

Dirigiria-me então até o local desejado, onde procuraria algum navio que tivesse o símbolo desejado. Caso não conseguisse enxergar nada, apenas procuraria uma parede na qual me escoraria e ficaria observando o local e as pessoas que por ali passavam, até que tivesse algum sinal ou escutasse alguma informação de tabela. Se eles já estivessem lá quando eu aparecesse no local, observaria um pouco criando coragem e então me aproximaria, tentando avistar algum responsável e, se não fosse possível, perguntaria para qualquer pessoa que estivesse ali: "-Ei, ei, cês são da Marinha mesmo? Tipo, daquela de verdade?" -sorriria sem graça mostrando estar sem jeito e falaria em seguida. "Sabe o que é necessário fazer pra eu ingressar? Tenho muito interesse, tanto que até me confundi achando que tinha um quartel por aqui..." -esperaria então a resposta da pessoa prestando bastante atenção. Caso desse azar e não encontrasse ninguém na embarcação, suspiraria fundo e então me colocaria a esperar lá fora, o que seria muito difícil devido a ansiedade que enfrentava e na hora que alguém aparecesse, teria o mesmo diálogo.


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty13.01.21 23:18



NARRATIVA


Depois de receber uma pequena ajuda do senhor, que não se deu nem o trabalho de se identificar, Joe havia finalmente se lembrado que não havia quartel general da Marinha em Dawn Island, porém, com muita sorte uma oportunidade havia surgido. Sabendo que um navio da marinha estava ancorado no porto da capital, o rapaz tinha uma decisão a fazer: tentar aproveitar a chance de entrar na Marinha ou se juntar à Polícia da capital? Ambas as opções eram válidas e tinham suas vantagens e desvantagens, mas o fato é que ele não teria muito tempo para escolher, afinal ninguém sabia quanto tempo o navio da Marinha estaria na cidade.

Depois de ponderar um pouco sobre que caminho tomar, Joe finalmente rumava ao porto para procurar pelo tal navio da marinha que se encontrava por lá. Como ainda era bem cedo, o caminho era tranquilo porque não havia muitas pessoas na rua ainda. Apenas aqueles que realmente precisavam estavam acordados naquela hora, portanto o boxeador conseguia ver algumas lojas abrindo, pessoas limpando a rua a frente a casa delas e até mesmo algumas duplas de oficiais da polícia da cidade passando pelas ruas, mas nada muito além disso.

A caminhada até o porto demorava pouco mais de meia hora pois Joe literalmente morava do outro lado da capital, onde a parcela mais pobre vivia ainda dentro das muralhas que separavam as pessoas dos lixos humanos. Quando o jovem chegou ao porto, não era difícil de encontrar o que ele estava procurando. Apesar de ter alguns outros navios de grande porte ali, o navio da marinha se destacava de todos os outros, afinal, era um dos únicos com três mastros enormes e com o nome e símbolo Marinha estampados nas velas.

Porto e Navio da Marinha:
 

Ao andar um pouco pelo porto, em direção ao imponente navio, Joe conseguia notar que havia certa agitação no local. Diferentemente do resto da cidade, o porto parecia já estar em plena movimentação, com pessoas andando de um lado para o outro carregando caixotes e mais caixotes, e quanto mais próximo do navio de guerra ele chegava, mais movimentado ficava.

Passando pelas pessoas, Joe conseguia chegar até o atracadouro que estava o navio. Aquele era o único atracadouro que havia guardas, onde dois homens completamente fardados e com armas apoiadas no ombro guardavam a entrada do atracadouro. Assim que o jovem boxeador se aproximava, ambos os guardas olharam para ele e Joe reparava que os dois homens eram extremamente parecidos. Ao fazer a pergunta para os guardas, ambos se olhavam em sincronia e começavam a falar entre si de forma audível.

- Você ouviu ele, Terry? - Falava o marinheiro da esquerda. - Ouvi, Berry. Ele perguntou se a gente é a marinha de verdade. - Respondia o outro marinheiro. - E existe marinha de mentira? - Continuava o primeiro. - Talvez, mas eu nunca vi. - Seguindo o ritmo em tom de brincadeira, os dois marinheiros conversavam entre si na sua frente, ignorando por um completo sua existência, até que eles retornavam a brincar e o primeiro começava. - Ahh, ele quer entrar na marinha de verdade, Terry! - Falava olhando na direção do outro marinheiro. - Uma pena que não tem um Quartel aqui, Berry! - Mais uma vez os dois começaram a tagarelar entre si, porém, antes do Berry responder Terry, um terceiro marinheiro surgia. - Atenção soldados! O que os dois trastes estão fazendo!? - Quando este marinheiro surgia os dois que guardavam a entrada abriam espaço e batiam continência. - Guardando a entrada, Sargento Boldy! - respondiam em unisom.

O terceiro homem que surgia usava uma roupa diferente dos outros dois. Enquanto ele ainda seguia o mesmo padrão, usando um boné, camisa com um lenço no pescoço, calças e sapatos sociais, o que mudava eram as cores e alguns poucos broches que estavam presos em sua camisa. O homem se aproximava de você e perguntava o que você queria. - Então quer entrar para a Marinha? Por que um garoto franzino como você quer entrar para a Marinha? Qual a sua história, me conte e talvez eu diga se está apto! - Falava o homem cruzando os braços e o encarando de cima a baixo.

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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty16.01.21 2:10

Ao chegar no local desejado, coçava a cabeça pensativo, olhava para a esquerda, esperava um pouco e então olharia para a direita. "Caraca, será por que o porto tá tão cheio assim sendo que o resto da cidade mal mal acordou? Ah é, tem gente chegando e saindo a todo momento, produto chegando pro comércio, que pergunta idiota a minha... Será que esqueci de ligar meu cérebro quando acordei hoje? Já é a segunda bobeira...".

Assim que avistava a embarcação que se destacava entra as outras, ficaria com os olhos brilhando de admiração. "Rapaz... aquilo ali é grande mesmo em, a Instituição não tá de brincadeira!". Não precisaria me esforçar muito para diferenciar, então animado começava a me aproximar e perguntaria à dupla, que começava a me responder em tom de brincadeira, o que me deixava um pouco sem graça, já não tinha iniciado com a perna direita. Ficava quieto e esboçava pequenos sorrisos apenas para não me mostrar frustrado, até que o terceiro homem, que aparentava ter uma classificação maior aparecesse e eu ficasse totalmente sério esperando para ouvir o que o mesmo tinha a falar.

"Droga, eu preciso ter uma história? Ah não, agora eu tô ferrado... nunca fiz nada de mais... Vou ter que dar uma intensificada nas coisas, quem sabe dê certo! Tenho que aproveitar que sou conversador e muita gente cai no meu papo, vamo que vamo!" -pensaria em questão de segundos encarando o homem. "-Pois b-bem, Sargento Boldy?! Meu nome é Joe, e... quero sim entrar pra Marinha! -diria decidido. -Oras... dizem que tamanho não é documento, certo?! E quanto menor... mais difícil de se acertar! -daria um riso sem graça e em poucos segundos voltaria para uma postura mais séria. -Olha, sou bem magro mesmo, mas sou um bom lutador, então acho que servirei para certas missões! Bem... a minha história? Nasci e vivi uma vida humilde Boldy... d-digo, Sargento! A gente nunca teve luxo algum sabe? Só consegui achar algo legal pra fazer quando já tava um pouquinho mais velho... foi a luta. Treinei bastante com um senhor, sabe? O cara era bom treinador, e eu... um bom aluno, eu acho. O negócio é que sempre mostrei bastante proatividade e tenho um futuro promissor com essas duas mãos..." -diria esticando-as pra frente e sorriria um pouco com os olhos brilhando. "-Só que ultimamente... tamo sem grana direito, só temos pra sobreviver, sabe? Tive que parar os treinos e tal, ainda por cima, tô precisando de um trabalho... E como não queria desperdiçar tudo pelo que já passei e aprendi, pensei em usar por uma boa causa... Foi aí que pensei na Marinha, tipo, se eu entrasse na polícia, não seria nada mal, mas eu estaria pensando pequeno. Sou ambicioso e arriscado sabe? Queria pensar alto, usar meu Boxe pra algo realmente grande, então foi por isso que decidi... Não tenho uma daquelas histórias emocionantes, mas né, não posso fazer nada, é a minha história..." -encerraria minha explicação com um pequeno sorriso e então esperaria sua resposta.

Caso tivesse uma resposta negativa, mostraria ter ficado chateado de início, mas cruzaria os braços e perguntaria: "-Poxa, tem nada que eu possa fazer não? Algum forma de eu provar que tenho valor e tal? Dá uma chance aí...". Se o mesmo falasse que sim, eu escutaria atentamente, mas caso negasse, deixaria minha vontade mais pra frente, quando tentaria apenas me ingressar na polícia mesmo.

Se fosse uma resposta positiva, aceitaria que talvez viesse munida de alguns xingamentos, o que obviamente era algo esperado de um Sargento se dirigindo a alguém que almejava um cargo muito mais baixo e então agradeceria, perguntando em seguida: -O que eu tenho que fazer agora? Vocês estão de saída, ou dá pra eu correr até em casa pra avisar meus velhos? Se não der, tá tranquilo, arrumo uma forma de avisar, vão nem reparar que eu sumi nos primeiros três dias..." -abriria um sorriso que mostrava gratidão e esperaria por próximas ordens.
Caso o Sargento dissesse que ainda havia tempo, correria até em casa o mais rápido possível e entraria em grande velocidade. "-Acho que vou entrar na Marinha... IRRA!" -diria indo para o quarto, onde prepararia uma mala rapidamente, colocando apenas o necessário, ficando assim, pronto para partir. Andaria até meus pais e daria um abraço em cada e me despedindo, talvez não voltaria tão cedo para vê-los. "-Tô indo tá?! Tenho certeza que vai ser legal e vou poder usar todo meu treinamento! Eu volto pra ver vocês assim que der, mas não sei se vai demorar, me aguardem!". Assim que saísse novamente de casa, sorriria animado e lembraria de comprar algum equipamento para lutar, quando decidia passar na loja de armas mais próxima dali.

Se não tivesse nenhuma por perto ou não estivesse aberta, deixaria para comprar mais à frente. Caso houvesse, quando chegasse iria entrar em velocidade, tentando demonstrar minha pressa e me dirigiria até o balcão principal, onde esperaria que alguém me atendesse. Assim que aparecesse alguém, diria: "-Bom dia! Você tem alguma coisa para mim? Eu luto Boxe, sabe?" -daria socos ao ar brincando. Se a pessoa pegasse algo que fosse útil para meu estilo de luta, olharia pensativo e levando a mão ao queixo, seguiria: -Acho que essas luvas de combate aí seriam perfeitas... As simples, por favor!
Após escolher, deixaria o dinheiro sobre o balcão e sorridente pegaria o equipamento, o qual colocaria na mala e então sairia dali depois de agradecer quem havia me atendido.

Sairia da loja com muita pressa e após puxar uma grande quantidade de ar, começaria a correr em direção ao porto, lugar no qual talvez demoraria chegar, mas tentaria ir na maior velocidade possível, evitando assim que perdesse aquela oportunidade. "Só preciso chegar a tempo, vai dar tudo certo!"


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty17.01.21 12:04



NARRATIVA


A presença do homem de patente mais alta cessava as brincadeiras que os dois soldados faziam com Joe. O jovem ficava completamente desconcertado ao ouvir as brincadeira, agradecia mentalmente pela aparição do terceiro homem, mas sua alegria dura pouco tempo. Ouvindo o pedido de Joe, o terceiro homem, nomeado de Boldy, o fazia uma pergunta que deixava o jovem boxeador de mãos atadas por um momento.

Joe realmente não estava preparado para responder aquilo e, ao ver que o jovem precisava pensar um pouco para responder, Boldy cruzava os braços em clara desaprovação. O silêncio dele fazia Joe temer ainda mais pois sabia que ele não estava feliz e, por isso, Joe não pensava mais e apenas lhe contava sua história. O sargento, ainda com a expressão fechada e braços cruzados, ouvia a história do boxeador em silêncio e sem demonstrar nenhuma reação. Na verdade, a única reação demonstrada por ele era um arquear de sobrancelha quando Joe o chamava pelo nome.

Dando um suspiro depois de ouvir toda aquela história, o sargento descruzou os braços e olhou diretamente nos olhos de Joe. - A sua decisão de ajudar seus pais é respeitável, garoto, mas a Marinha não é brincadeira, está me ouvindo? Nós servimos o governo e aplicamos as leis, garantindo a segurança de todos! Nem sempre socos vão ser a resposta, mas seu espírito é digno. - Ele falava e fazia uma pausa. - Se você realmente quiser entrar na Marinha, nosso navio sairá para Yotsuba daqui uma hora e lá você poderá fazer o processo de recrutamento no quartel general. Não vamos esperar ninguém, portanto se não estiver aqui em até uma hora você vai ficar para trás!

Aquilo era tudo que Joe queria ouvir! Sua oportunidade finalmente havia surgido, mas ele teria de deixar para trás sua família para seguir seu sonho. Claro que ele ainda estaria ajudando-os financeiramente agora que tinha um emprego, mas quem sabe quando ele os veria novamente. Assim ele partiu para sua casa com toda a velocidade. Correndo de volta a sua casa ele fazia o caminho de volta na metade do tempo. Ao chegar em casa, ele via que seus pais já estavam acordados e arrumando um café parco que mal alimentava os dois. Ao ouvir as boas notícias, seu pai e sua mãe o olhavam com alegria enquanto você arrumava suas malas. A verdade é que você não tinha muitas coisas para levar, na verdade não tinha nada de útil, afinal sua condição não era das melhores e suas roupas do corpo eram as únicas que ainda não haviam sido comidas pelas traças ou que estavam em bom estado de uso. As únicas coisas que você tinha para levar eram suas economias que juntavam alguns mil Beli que seriam gastos logo logo.

Saindo de casa, você corria pela rua a procura de uma loja de armas. Seu tempo era limitado e por isso não podia se dar o luxo de procurar com cautela, porém ao passar pela casa do velho que o havia ajudado, no começo da manhã, você via que ele tinha uma loja de equipamentos e armas! Sem pensar duas vezes você entrava e rapidamente dizia a que havia vindo. - Ohhh. Você já voltou garoto? Conseguiu entrar na Marinha ou foi para a Polícia? Bom, não importa muito, vamos aos negócios! Aqui está sua luva, são 30 mil Belis! - Assim que você recebia as luvas, saia da loja com velocidade e corria a todo vapor para voltar ao porto. Você ia tão rápido que nem sequer reparava no caminho.

Você não demorava mais do que 40 minutos para retornar ao local onde havia conversado com o Sargento e ao retornar, você via que os três homens ainda estavam ali, porém, com a presença de um quarto homem e alguns outros soldados que carregavam caixas para dentro do navio. Se aproximando, ainda ofegante, você chamava a atenção do Sargento e do outro homem. - Olha ele ai, Tenente! Eu falei que ele chegaria a tempo de ajudar!

Tenente:
 

A roupa dele era completamente diferente da dos outros homens, mas você ainda conseguia ver o padrão. Diferentemente de todos, ele não usava lenço no pescoço e usava uma bandana branca na testa, no lugar do boné. Além disso, ele usava uma blusa branca por baixo de uma camisa social azul, da cor da marinha, desabotoada por cima. A camisa social ainda tinha alguns detalhes nos ombros que pareciam adornos militares. - Então você é o Joe? Meu nome é Don Sanders. Sou o Tenente e comandante desta embarcação. Prazer em conhecê-lo, garoto. Vamos levá-lo até Yotsuba para fazer o recrutamento, mas a partir desse momento começe a se agir como um recruta. - Ele falava com tranquilidade e sem muito rigor, como fazia o Sargento, mas as palavras dele eram como ordens. - Felizmente você chegou cedo. Comece ajudando a carregar essas caixas a bordo e sairemos o quanto antes. - Ao fim ele estendia a mão para lhe cumprimentar e seguia para o interior do navio juntamente do Sargento. Quando eles saiam, os dois Soldados que o importunavam no começo voltavam a falar entre risadas. - É bom você não quebrar nada em garoto!

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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty20.01.21 12:01

Chegando no porto após toda minha correria, ficaria feliz ao ver que o navio permanecia em seu lugar, quando suspiraria fundo e abriria um pequeno sorriso de alívio. Não tardou para que conseguisse escutar Boldy falando com outro rapaz que agora estava presente e, após escutar o Sargento chamá-lo de Tenente, pararia de correr tanto e respiraria fundo, quando andaria mais em postura tentando passar uma boa imagem.
Quando escutava Don falar, tentaria me manter atento, não querendo perder nenhum detalhe. "- É um prazer senhor Do... Tenente!" -diria com a voz em um tom respeitoso, mas sem graça por quase não tê-lo tratado por seu título. "- Yotsuba? Beleza! Não vamos perder tempo, vou ajudar o máximo com as caixas agora mesmo!" -falaria querendo mostrar utilidade, quando apertaria sua mão que me havia sido estendida.
Assim que o Sargento e o Tenente entravam, começaria a andar até as caixas pensativo "Ué... e eu achando que os caras da Marinha iam me receber com xingamentos e tudo, são bem educados, sabem impor respeito sem nenhum grito... Enfim, preciso ajudar logo com isso aqui, dinheiro não cai de árvore e eu preciso recuperar o que gastei com a luva!". Procuraria então caixas proporcionais à minha força e tamanho e se achasse, pegaria-as, começando assim a seguir o trajeto que os outros dois marinheiros faziam. "- Relaxa, vou quebrar nada não, preciso causar uma boa impressão pra entrar na "Marinha de Verdade"... " -diria em tom de brincadeira dando uma leve risada. Qualquer caixa que avistasse e me parecesse ser possível de carregar, me aproximaria, seguraria dos lados e começaria a fazer força, esperando assim que conseguisse levantá-las. Caso não desse certo, assumiria que era muito pesada e iria atrás de outra que tivesse capacidade de carregar, quando levaria-as pro navio e procuraria deixar em lugares que não fossem atrapalhar as maiores. A cada duas vezes que passasse pelos outros dois que faziam também o trabalho pesado, falaria algo como "Se precisarem de ajuda me falem, não sou grandão mas posso ajudar com uma coisa ou outra!" ou "Se eu colocar alguma em lugar errado, me fala que eu tiro...", esperando que entendessem que eu não era só mais um magrelo fraco e que tava ali realmente pra "conquistar" meu lugar.
Se não houvessem caixas menores, me voluntaria a ajudar Terry e Berry com o que carregavam, sendo pra ajudar a colocar em algum lugar melhor lá dentro no navio, ou até mesmo carregando junto  a eles as que fossem mais pesadas, até que tudo estivesse lá dentro e finalmente suspiraria olhando pro horizonte. "- Bem vindo à sua nova vida Joe!"

Caso ocorresse tudo certo e o navio começasse a zarpar, me dirigiria até onde os dois marinheiros de patente mais baixas estavam com um sorriso no rosto e questionaria-os. "- E aí, quê que cês acham de trabalhar na Marinha? A carga é pesada?" -esperaria a resposta enquanto cruzaria meus braços e ficaria observando os objetos ali na embarcação, o mar a minha volta e qualquer ave que passasse voando. Assim que terminassem a resposta, diria animado "- Pô, o Sargento me deu um susto, disse ali que era coisa pesada, que não era só dar socos e tal. Mas isso me deixou curioso, acabei ficando foi entusiasmado..." -daria uma boa risada. Se eles me ignorassem, ou falassem comigo, mas não respondessem minha pergunta, simplesmente aceitaria e tentaria aproveitar a viagem mesmo sem bater papo. Caberia a mim, esperar que chegássemos em Yotsuba, conversando ou não, onde esperaria ser recrutado e logo, logo, ser considerado um integrante da Marinha.

Na possibilidade de algo de errado acontecer e o navio não ter saído do porto, me aproximaria do Sargento caso aparecesse por perto e diria "- Ei Sargento, posso ter esquecido uma coisinha ou outra hoje de manhã, mas conheço muita gente e muito lugar nessa ilha, se precisar que eu faça algo pra resolver o problema aí, só falar...", quando olharia pra ele esperando alguma ordem.


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty22.01.21 9:50



NARRATIVA


Assim que o Sargento e o Tenente saiam, você notava que haviam outros soldados, além dos dois que vigiavam a entrada para do atracadouro. Todos os soldados, exceto por aqueles dois, estavam ajudando a colocar as caixas para dentro. Alguns faziam o serviço do lado de fora, onde você estava, e levavam até a entrada do navio onde o resto dos soldados faziam o trabalho de levar para dentro do navio.

Quando você respondia um dos gêmeos, ambos faziam uma careta de desgosto e ignoravam o que você tinha falado. A reação deles, no entanto, fez com que outra pessoa falasse. - Ei garoto, não dê bola para esses dois aí. Eles são desprezíveis. Venha aqui e me ajude. - Você ouvia um outro marinheiro, que também parecia ser um soldado pois vestia as mesmas roupas, ficando próximo de uma das caixas e lhe esperando para poder erguê-las. Somente depois de se aproximar delas é que você viu o quão grandes e pesadas elas eram. Seria impossível alguém carregar aquilo sozinho.

Demorava algum tempo para que todas as caixas fossem embarcadas, mas finalmente aconteceu, e quando tudo estava pronto, você subia no navio e se surpreendia com a estrutura do mesmo. De fora era grande e de dentro era monstruoso. Era muito mais largo do que você imaginava e comportava uma quantidade enorme de tripulantes. Contando de maneira rápida você conseguia ver pelo menos 15 tripulantes do deck superior fazendo diversas tarefas para que o navio zarpasse.

- Acordem seus cães molhados! Temos que lançar essa belezinha no mar o quanto antes porque os estúpidos demoraram demais para guardar aquelas caixas pequenas! Ao trabalho!! - Antes que você pudesse falar com qualquer pessoa ou fazer qualquer coisa, o sargento retornava e lhe mostrava o que você estava sentindo falta, a famosa ignorância da Marinha. - Ei novato, você também vai trabalhar, a viagem não vai ser de graça! Soldado Atila! Esse garoto vai ser sua sombra! - Pegando literalmente o primeiro soldado que passava perto dele, Átila seria o responsável por te guiar dentro do navio e ali você via o quão frenético era a vida de um marinheiro. Atila nem sequer falava nada para você, ele apenas batia continência para o sargento e lhe fazia um sinal de cabeça para você segui-lo.

Se antes você achava que não havia coisa para fazer, o Sargento fazia questão de lhe mostrar que estava errado. Uma embarcação grande precisava de muita gente trabalhando para que ela se movesse e sair do porto era a parte mais difícil! Primeiro, Átila te levava para erguer a âncora. Além de vocês dois, outros 4 marinheiros se juntavam em uma roda enorme e juntavam forças para guiá-la. Assim que a âncora havia sido erguida, o soldado ia para o mastro central onde, novamente junto de outros marinheiros, abria as velas. Definitivamente não havia muito tempo para conversa pois dali ele te levou para fazer outras diversas tarefas e somente quando o navio estava no alto mar é que vocês tinham tempo para respirar.

Seus braços e costas doíam, suas mãos estavam completamente arranhadas e com algumas pequenas bolhas que já se formavam, e você estava encharcado de suor. A vida de marinheiro definitivamente não era fácil! - Você até que aguentou bem. Sou o Átila, prazer em conhecê-lo. Venha, vamos tomar água e comer algo. - Após todas as tarefas serem concluídas, ele te levava à um local onde os outros soldados se reuniram ao redor de um barril enorme de água. Ao lado do barril, havia também uma mesa com alguns sanduíches à disposição. Após vocês pegarem os seus alimentos e água, Átila ia um pouco mais para o lado e ficava ali conversando com outros dois marinheiros. Agora sim era uma hora boa para conversar pois, além do grupo de Átila, existiam outros pequenos grupos de soldados espalhados pelo deck.


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MensagemAssunto: Re: Right Punch, Left Punch!   Right Punch, Left Punch! Empty23.01.21 2:55

"Eita, eu fui inocente... Pensei que eram só quatro tripulantes, onde já se viu isso? Principalmente em um navio grande desses, acho que realmente não acordei 100% quando pulei da cama." -pensaria observando todos os integrantes da embarcação. "Tá bom, vamos logo ao que interessa!" -começaria então a ajudar com as caixas.

Após não ter a reação esperada dos gêmeos, me afastaria e então ao escutar uma outra voz, me aproximaria com uma rápida corridinha "- Opa, é pra já!", ajudaria-o então com as cargas e comentaria brevemente "- E eu achando que daria pra carregar alguma dessas caixas sozinho...", finalizando com uma risada sem graça e seguindo o ritmo do trabalho. Assim que tudo estivesse em seu devido lugar e estivéssemos preparados para sair do lugar, ficaria maravilhado com o tamanho do navio, que se antes era grande, agora estava em proporções maiores, percebendo então o alto número de marujos presentes, que em alta movimentação, faziam o meio de transporte zarpar. Não tardou para que o sargento começasse a dar suas ordens, as quais eu escutaria atentamente tentando entender um pouco de cada orientação. Quando o mesmo se dirigia a mim, ficaria um pouco assustado com toda a pressa, mas faria também um sinal de sentido e logo seguiria Átila.

"Pelo jeito o trabalho é pesado mesmo..." -pensaria sentindo as dores, o suor escorrer e olhando para minhas mãos que já aparentavam estar um pouco machucadas, "Isso aqui não vai ser brincadeira, acho que me acostumo, mas até lá... Boa sorte Joe." -concluiria dando um suspiro enquanto seguia o soldado. "- P-prazer, aguentei bem, mas até agora né? Já comecei a ficar acabado... -diria com uma leve risada. " -Certo, tô precisando comer algo e me hidratar, o dia até agora tá uma grande correria..." -falaria em um tom mais baixo enquanto o seguia.

Assim que estivesse servido com algum sanduíche, observaria bastante o local e vendo que o soldado que eu estava seguindo se aproximava de um grupo para conversar, diria " -Aí Átila, vou ver se enturmo, ou... fico um tempo sozinho, sei lá. Talvez eu me junte a vocês aí depois, vou dar uma observada, pensada e tal... Tentarei ficar bem atento, que se precisar de algo, to chegando junto!". Dirigiria-me então para algum lugar mais vazio dali, talvez uma mesa sem ninguém sentado caso achasse, quando sentaria e começaria a observar alguns grupos que me chamassem mais atenção. Por causa da exaustão, acabaria perdendo a animação do início e ficaria por decidir, talvez fosse melhor conversar com alguém para passar o tempo, mas dependendo, ficar ali sentado comendo não seria a pior das ideias.


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