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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Barbarism Begins At Home

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MensagemAssunto: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptySeg 21 Dez 2020, 12:19

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bartholomew Sparrow. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyTer 22 Dez 2020, 20:15






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O despertar de um novo dia


Lembro até hoje do quão revigorante fora aquela espreguiçada que dei após acordar. Aquele dia podia ser apenas mais um dia na minha vida, mas não. Era um dia especial. Era o dia que tanto eu esperava: o dia da minha formatura. Finalmente me tornaria um arqueólogo e sairia para o mar em busca do maior tesouro de todos: o One Piece. Meu bom humor estava inabalável, minha única preocupação era se eu teria uma cãimbra no rosto de tanto sorrir. Mas, assim, nada que fosse muito fora do meu padrão.

Levantaria de minha cama quase que com um pulo e abriria minha janela, para ver como estava o dia. Procuraria também ver a hora em algum relógio, ou então perguntando se alguém na casa sabia o horário, com - Bom dia, família, tô atrasado ou tô com tempo? -. Então, esperaria a resposta, pegaria minha toalha e iria tomar um belo de um banho. Procuraria estar o mais bonito e apresentável possível antes de sair de casa, afinal, eu tinha fotos para tirar. Aproveitaria também para dar umas boas olhadas no meu quarto, afinal, seriam alguns anos sem vê-lo de novo. Vestiria minhas roupas de sempre, com exceção do meu chapéu habitual e desceria para tomar o café da manhã. Ou almoçar. Só Deus sabe a hora que eu acordaria. Comprimentaria todos com um “bom dia”. O sorriso permaneceria estampado no meu rosto, apesar de, no fundo, sentir tristeza por me despedir da família que me acolheu tão bem. Após feita a refeição, escovaria os dentes, esperaria dar a hora, vestiria minha beca e iria para minha formatura.

Isso tudo, contando com a possibilidade de eu ter acordado sozinho e com tempo. Caso eu tivesse que ser agredido para acordar, coisa que acontecia com uma frequência maior da qual me orgulho de admitir, eu perguntaria meio desnorteado - Han…? Que horas tem…? - e, caso estivesse muito atrasado, pularia da cama dizendo - Meu Deus??? - e faria tudo o acima citado, só que tentando agir com mais rapidez.


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyQua 23 Dez 2020, 09:48


 


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Centaurea Island - 09h40

 O dia nascia com o sol no horizonte, estava realmente agradável para todos despertarem de uma longa noite de sono, ou quase todos, afinal Bartholomew era acordado com rajada de água em seu rosto, que escorria de um balde antigo.

 - Garoto vamos acorde hoje é o grande dia! – Sua avó logo agitava o jovem com sua empolgação, normalmente esse jeito de acordar seria tratado como peculiar, mas no caso de Bartholomew era algo necessário.

 Ela sabia que acordar o jovem não trazia bom humor para o mesmo, por isso preparava a roupa que jovem vestiria em sua formatura com um sorriso estampado no rosto.

 - Vai logo tomar seu banho! – O orgulho era nítido em suas expressões.

 Com um pulo da cama logo Bartholomew se diria a vista de sua janela, o dia estava lindo como se o chamasse para uma nova aventura, ao olhar para o relógio vê o ponteiro marcando 8h30 ele ainda tinha tempo para se arrumar, por isso logo se arruma tentando se enfeitar para sua formatura.

 Descendo para comer, o café ainda estava servido tudo com um toque especial de carinho de sua avó, o aroma se manifestava no ambiente aguçando os sentidos de quem estivesse ali despertando a fome de qualquer um.

 - Você mima demais ele! Se um dia ele partir em busca de uma aventura vai acabar passando por poucos bocados. – Willian brincava enquanto tomava o cheiroso café. – Vê se não se atrasa, a formatura começa às 9 horas.

~ Matilda
~ Willian


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Última edição por Arthur Infamus em Qui 24 Dez 2020, 10:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyQui 24 Dez 2020, 02:10






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O despertar de um novo dia


Mesmo com o balde de água, eu era incapaz de me estressar com dona Matilda. Pra começo de conversa, naquele dia eu não tinha nem sequer tempo hábil pra isso. Mas, no geral, eu não me lembro de uma única vez. Aquela mulher era um anjo, e eu devia muito a ela. Ainda mais se for considerar que foi ela quem deu a luz à William e, sem ele, eu não estaria vivo para contar essa história. Embora eu até então nunca a houvesse chamado de “minha avó”, ela era. Ela preparava meu café, separava minhas roupas, e me ajudava nas lições de casa quando William estava no mar, a serviço do Exército Revolucionário. E eu sentia que ela também me via como o neto que ela sempre quis ter, ao menos, até a chegada do Jack. Eu vou ser grato a ela por toda a minha vida. A eles.

De banho tomado e devidamente arrumado, desci para tomar meu último café da manhã naquela casa. - Eu não me atraso, William - disse, limpando minha boca, após terminar minha refeição - Eu gero expectativa, humhumhumhumhum… agora, com licença... - diria, levantando da mesa e indo escovar meus dentes. Após, seria a hora de vestir a beca e sair em direção à UC. Esperava que eles fossem comigo, caso contrário, perguntaria - Vejo vocês lá?

Então, sairia de casa, rumo à Universidade. Prestaria atenção em todos os detalhes do caminho, tentando memorizar a ilha como se meu cérebro fosse uma máquina fotográfica. Meu sorriso talvez fosse aumentando, à medida que me aproximasse. A animação era algo que eu não seria capaz de esconder, mas não que eu quisesse isso. Chegando lá, procuraria por meus colegas de turma e iria em direção à eles, caso estivessem em pé, ou sentando no lugar que estivesse designado para mim, caso já estivesse na hora da cerimônia.

Quando tivesse a oportunidade, abraçaria aqueles que estivessem perto de mim, um por um, dizendo: - Conseguimos! e, encontrando algum dos professores que tivessem me dado aula, diria: - Obrigado, se estou aqui, foi graças ao(à) senhor(a) - com um aperto de mão ou um abraço, também, o que parecesse mais coerente no momento.

No mais, tentaria seguir todas as orientações e diretrizes sociais que uma formatura impõe, afinal, estava em um dos dias mais felizes não só da minha vida, como de toda a minha classe. Longe de mim querer estragar isso.

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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyDom 27 Dez 2020, 15:15


 


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Centaurea Island - 11h30

  Bartholomew logo se apressa para sua formatura tomando o café da manhã e terminando de se arrumar, ele encontraria Willian e Matilda mais tarde na formatura, por isso foi sem mais enrolação para a famosa Universidade de Centaurea.

 No caminho era possível ver a agitação, afinal aquela era uma grande data para vários formandos, era possível ver universitários com becas assim como o jovem Bartholomew, também familiares e amigos todos indo em direção a grande fundação dos revolucionários, para assistir aquela linda festa tão aguardada.

 O ambiente estava agradável aos olhos e ouvidos, era possível ver os rostos conhecidos, a empolgação permeada nas expressões dos alunos e professores, belas decorações enfeitavam todo o local com flores e cartazes de formatura e é claro, música leve e calma dando um toque final aquela cerimonia.

 O lugar era indicado pelos coordenadores, e logo todos se assentavam para assistir aquela cerimonia, que era bela do início ao fim com vários discursos, entrega de diplomas e reconhecimento de alunos.

 Por fim era o momento de se despedir daqueles longos 4 anos, infelizmente nem todos mais se veriam, mas não era um momento triste, pelo contrário era para ser alegre por isso todos comemoravam!

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 - Sim conseguimos! Finalmente nos formamos! – Uns expressavam sua animação conversando com os demais alunos, já os professores – Meus parabéns somos gratos por termos a oportunidade de auxiliar vocês em sua educação.



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Última edição por Arthur Infamus em Ter 29 Dez 2020, 23:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptySeg 28 Dez 2020, 20:50






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Finalmente formado


Não me recordo de já ter sido chamado de "presunçoso" alguma vez na minha vida até então. Mas, naquele dia eu estava. Sentia como se tudo fosse dar certo. O dia lindo, o sol esquentando minha pele, era como se o destino estivesse olhando para mim e dizendo: ”Bartholomew, você é o cara!”

E eu estava começando a realmente pensar nisso. Eu, Bartholomew Sparrow, aquele que encontraria o One Piece e se tornaria o Rei dos Piratas! Só de pensar nisso meu sorriso estava maior que o normal. Olhava bem para a cidade, a comoção geral era compreensível, mas eu apenas ficava me perguntando uma coisa: ”Em qual lugar seria melhor instalar a plataforma pra minha execução?” ~ uma morte digna do Rei dos Piratas. Foi quando eu me toquei de uma coisa: para que conseguissem me executar ali, primeiro o governo teria de conquistar a ilha. E eu conhecia bem o poderio de Centaurea Island pra ter certeza que isso nunca iria rolar. Era mais fácil ter uma estátua em minha homenagem na ilha. Foi quando me questionei: ”Onde será que ficaria melhor a minha estátua?”

Bom, isso é problema para eles verem no futuro, eu não tenho nada a ver com isso. Não sou engenheiro ou arquiteto, eu sou arqueólogo. Oficialmente. E voltemos à formatura.

Até então aquele estava sendo um dos dias mais felizes da minha vida. Me perguntei o porquê de não ter sido eleito orador, até lembrar que escolheram em um dos dias que dormi demais e me atrasei. ”Faz parte” ~ não me importei muito. Quem estava lá deu conta do recado. Na hora de pegar o diploma, cheguei até a sentir algumas borboletas no estômago. Estava, enfim, formado.

Finada a cerimônia, eu continuava olhando para o “canudinho” completamente embasbacado. Lembrei dos quatro anos de muito esforço, dos trabalhos em grupo, provas, amizades, festas, estresse. Tudo. Das vezes em que pensei que não seria capaz de escrever um TCC, mas não só fiz como foi aprovado com 10. O tema? “Lendas, tesouros e aventuras”. Citei diversos aventureiros e piratas, já dando a entender que me lançaria ao mar em busca do One Piece. Enfim, eram muitas lembranças na minha cabeça. Mordi o lábio e fiz uma força para evitar deixar as lágrimas escorrerem.

Foram alguns segundos de devaneio, até voltar a focar no presente. Se eu queria começar uma jornada, eu precisava sair da ilha. Agora, como? Vocês devem estar pensando “ah, é só roubar um barco, certo?”. Errado. Eu era incapaz de fazer isso em Centaurea Island, afinal, era minha casa. Restava conseguir uma passagem ou uma carona, independente da forma. Quem sabe algum dos meus colegas de classe não viajariam? Afinal, muitos deles eram de outras ilhas. Bom, julguei esse ponto algo para lembrar depois. Naquele momento, minha prioridade ainda era comemorar.

Procuraria ao meu redor por algum colega de turma com quem tivesse feito mais amizade e fosse mais íntimo ao longo do curso, estivesse sozinho ou em grupo. Me direcionaria até ele ou ela e diria - E aí, arqueólogo... - dando uma certa ênfase na última palavra - O porre de formatura vai ser na casa de quem? Humhumhumhumhum - brincaria, mas com certo fundo de verdade - E aí, qual são os planos depois daqui? Vai fazer o que agora? - perguntaria, agora de maneira séria. Esperava como resposta projeções de vida, e torceria para a pessoa não achar que eu estava propondo outra coisa. Caso a interpretação fosse a segunda, eu diria - Que? Ah, não. Tô falando mais a médio-longo prazo…

No caso de alguém, fosse amigo, familiar ou professor, perguntar o que eu faria, diria - Eu? Vou começar minha jornada em busca do maior tesouro de todos: o One Piece. Só preciso é conseguir uma carona para alguma outra ilha para começar minha aventura… e talvez algum dinheiro. Tem alguma sugestão? - perguntaria, esperançoso, por alguma indicação ou coisa do gênero, e tentaria segui-la, caso fosse algo imediato.


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyTer 29 Dez 2020, 23:32


 


I - Barbarism Begins At Home
Centaurea Island - 11h40

  Um sonho muito ousado foi cativado pelo lendário rei dos piratas em milhares de jovens piratas, buscando o tão valioso one piece tornando assim quem o encontrasse o próximo rei dos piratas, Bartholomew não diferia desses jovens, pelo contrário era sua maior ambição por isso não perdia tempo e já planejava como sairia daquela linda ilha.

 - Vamos todos para a Taberna do Ruivo! Todos os formandos têm direito a bebida de graça hoje. – O ânimo do garoto era grande ao citar “de graça”.

 Bartholomew interagia com mais e mais pessoas, todas animadas e festejando, algumas já até pensando em ir para a Taberna, mas um amigo seu logo respondia.

 - Acho que os planos da maioria é encontrar um emprego por aqui no South Blue mesmo, mas eu vou ser um grande revolucionário!

 Procurando entre os mais chegados logo se depara com os melhores alunos de sua turma, que compartilharam vários momentos com o aspirante a pirata.

 - Encontrar o One Piece? BHABHABHAHAHA não sabia que você era um dos seguidores daquele homem, sempre imaginei que você seguiria os passos de Willian.

 Um do grupo de amigos respondia, mas logo era interrompido por uma linda garota de  cabelos azuis que falava com um pouco de vergonha e o rosto corado.

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 - Se quiser meu pai poderia nos levar para alguma ilha aqui perto, ele é um pequeno comerciante, mas tem uma bela embarcação, quem sabe podemos começar uma aventura juntos.



~ Npcs Aleatórios
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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyDom 03 Jan 2021, 23:23






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Finalmente formado


Até aquele momento, minha prioridade era, sim, sair da ilha e começar minha jornada como um pirata. Mas ouvir “bebida de graça” tocou meu coração. E meu fígado. ”Talvez eu acabe fazendo um pequeno desvio no caminho pro porto...” ~ pensei, com o bar do Ruivo na minha cabeça. Não só pelo álcool, mas também porque eu estava nostálgico. Foram diversas idas àquele bar, fosse para comemorar, fosse para afogar as mágoas. Não esperava que uma última farra fosse me matar. ”E, se eu morrer, vou estar feliz.”

Meus colegas tinham cada um um objetivo diferente após a formatura. Alguns mais comuns, outros mais ambiciosos, mas não cabia a mim julgar. Até então, éramos todos iguais, e os sonhos de alguém não poderiam ser mensurados ou ridicularizados. Eu sabia bem disso. - Espero que nos esbarremos pelo mar! - esbravejei ao que disse querer ser revolucionário, e queria ter respondido o outro, mas Becca fora mais rápida que eu, ao anunciar que eu poderia pegar uma carona no barco de seu pai. E, sinceramente? Com uma fala daquelas, eu fiquei feliz por ter sido interrompido.

- Sério??? - perguntei, com os olhos potencialmente mais brilhosos que o habitual. - Até quando eu posso te dar uma resposta? - indagaria e esperaria por uma réplica. Esperava que fosse até o dia seguinte, ou quem sabe até um pouco mais tardar no dia, assim eu teria a possibilidade de me despedir da minha família, quem sabe até mesmo de sair uma última vez com os formandos. Enfim, baseado em sua resposta, eu tomaria meu rumo.

Caso ela dissesse que deveria ser naquele momento, eu pediria - Posso só falar com minha família, então? Porém, caso não houvesse tanta pressa, perguntaria - Então dá tempo de um último porre dos formados? Humhumhumhum -  e, havendo essa possibilidade, perguntaria à meus colegas - Então, rapaziada, bora pro bar do Ruivo??? - e iria para lá, beber o que poderiam ser minhas canecas de cerveja em Centaurea Island.

Mas, antes de mais nada, iria atrás de William, sua esposa, dona Matilda e do pequeno Jack, e daria um abraço apertado em cada um, sempre com meu sorriso clássico no rosto, afinal, nada diminuiria minha felicidade, muito menos os méritos da minha conquista, e diria - Nada disso aqui seria possível sem vocês… - me referindo ao diploma - não sei nem como agradecer… por tudo… - ainda faria uma força consciente para evitar chorar. - Muito obrigado, gente… - esperava que não percebessem, mas aquela poderia ser minha despedida. - Tem como vocês levarem meu diploma? - pediria e entregaria-o à dona Matilda, após uma possível resposta. Em caso de eu ainda poder fazer uma parada no bar, completaria o pedido com - Eu e o pessoal estamos indo ao bar, quero evitar que molhe! Humhumhumhum… - faria uma pausa e respiraria fundo, tentando calcular bem as palavras para o que viria na sequência - E, bom… lembram que eu tinha dito que começaria minha aventura como pirata assim que me formasse? Então… acabaram de me oferecer uma carona para outra ilha… acho que depois daqui já estou de partida… eu sei que é repentino e tal… mas, sinto que chegou minha hora de brilhar… - terminaria, torcendo para que me interrompessem nesse ponto ou até antes, pois a cada palavra que eu dissesse, mais difícil se tornaria a tarefa de não chorar. - Isso não é um “tchau”, mas um “até logo”… - a essa altura meu sorriso já estaria contraído para dentro junto com meus lábios, enquanto meus olhos estariam marejados. Abraçaria-os novamente, dessa vez um pouco mais demorado que antes.

Talvez eu fosse para o bar beber algumas canecas de cerveja e melhorar o meu astral, talvez não. Tudo dependia da resposta de Becca. Porém, quando fosse a hora indicada, iria até o porto em busca do barco, torcendo para ela estar comigo e me facilitar encontrá-lo. Quando estivesse com o pai dela, diria - Um bom dia, senhor! Sua filha disse que o senhor poderia me levar até outra ilha, é verdade? Se quiser, eu trabalho até chegarmos lá, isso não é problema! - de maneira firme, e esperaria uma resposta, talvez até um comando.

Sempre bom ressaltar que todos os cenários acima listados apenas seriam realizados caso ela dissesse que partiríamos no mesmo dia. Caso não, seriam apenas os referentes ao bar, onde, havendo a possibilidade de minha viagem ser pouco depois, eu não beberia o suficiente para ficar embriagado, apenas para ficar mais “alegre”.


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyTer 05 Jan 2021, 23:02


 


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Centaurea Island - 12h30

  O aspirante a pirata trocava os planos ao ouvir sobre a bebida de graça, de fato era uma proposta muito interessante para qualquer um ali, como poderia recusar uma proposta daquelas?

 - Olha a já que a festa vai acabar tarde, lá pelas nove horas.– Ela parava por alguns segundos para ajeitar o cabelo. – Depois da festa partiremos, o que me diz?

 A agitação no portão gradualmente voltava para as ruas em direção ao Bar, que a essa hora já deve estar lotado com a maioria da população de Centaurea, afinal a formatura era um dos dias mais aguardados do ano, mas para Sparrow o mais importante era se encontrar com sua doce família.

 As lagrimas de felicidade escorriam no rosto da dona Matilda, ela tinha muito orgulho do jovem formando, Willian era quem mais sorria de empolgação, a despedia secreta era linda todos estavam animados e felizes.

 - Você mereceu meu jovem, até conseguiu acordar no horário algumas vezes. – Willian sorria e brincava enquanto dava um apertado abraço. – Não precisa agradecer por nada, você faz parte da família. – Matilda mal se recuperava das lagrimas, mas falava com voz de choro. – Levo sim, pode deixar.– Ela tentava disfarçar a voz chorosa, mas em vão. – Nós sabíamos que esse dia chegaria meu jovem, você tem um sonho e tem que conquistá-lo. – Willian finalizava a conversa e todos davam um longo abraço de despedida.

 Sparrow caminhava até o bar, era possível ver agitação das pessoas todas bebendo animadamente.



~ Becca
~ Matilda
~ Willian


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home EmptyQua 06 Jan 2021, 23:19






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Despedida


- Fechado! - esbravejei, após a proposta de Becca. Como podem imaginar, eu estava com um sorriso de uma orelha à outra. Era oficial: eu ia sair da ilha. Minha jornada ia começar. Mas, em questão de minutos, o sorriso deixaria de ser de felicidade. Passaria a ser de gratidão.

A despedida da minha família não foi fácil. Cheguei até mesmo a me questionar se eu precisava ir naquela hora, se não podia esperar mais um dia, ou dois. Talvez uma semana. Mas, é como Willian havia dito: tenho que correr atrás dos meus sonhos. Tentei manter a postura, evitar as lágrimas. Foi difícil. O estado em que dona Matilda estava era algo que já me deixara fragilizado. Sentia que aquilo não era só por causa de eu estar me formando, parecia ter algo a mais. Era como se eles já esperassem o que eu fosse falar. Então, a gente deu um abraço de despedida. Ali, eu quebrei. A emoção tomou conta de mim, não tinha como não chorar. Queria dizer aqui que foi um daqueles choros cinematográficos, em que a cara se mantém séria e as lágrimas só escorrem. Mas, não. Foi de soluçar. - Eu… hic hic… amo vocês...

Então, fomos cada um para um lado. Eles, eu imaginava que para casa. Já eu, me pûs a caminho do bar. Precisava comemorar minhas conquistas e afogar minha tristeza pela despedida. No caminho, passava a mão nos olhos e no rosto, para ver se conseguia dar uma disfarçada na cara de quem se acabou de chorar, que muito possivelmente estava em meu rosto. Cogitava até mesmo ir até algum espelho e re-pentear meu cabelo para deixar a franja cair e tentar amenizar meu rosto, possivelmente vermelho. Mas, por que? Não tinha vergonha nenhuma. Tratei de botar meu sorriso de volta no rosto e seguir meu caminho. ”Levanta a cabeça, Rei dos Piratas… se não, a coroa cai ~” repeti mentalmente, quase que como um mantra.

Chegando ao bar, iria até o banheiro jogar uma água no rosto. De lá, iria para o banheiro lavar o rosto e então procuraria uma mesa na qual eu tivesse afinidade com as pessoas lá sentadas, e procurando para ver se Becca estava nela, afinal, a moça era minha carona. Quando fosse atendido, meu pedido já estava na ponta da língua: - Uma caneca de cerveja, por favor! - e quando chegasse meu pedido eu brindaria com meus colegas. Quando a caneca acabasse, pediria outra. E outra. E outra. E por aí vai. Mas procuraria não entornar muito rápido, para não ficar muito bêbado antes dos demais. Em dado momento, brincaria com Becca dizendo: - Só espero que você não tenha que me carregar até o barco humhumhumhumhum gyararararara.

Tendo o que comer, comeria também. E procuraria me divertir ao máximo possível. Tentaria ser aquilo que sempre fui: alto astral, participando das brincadeiras e conversas. Se era minha despedida de Centaurea, então ela fosse a melhor possível!

Se alguém me perguntasse o porquê de minha cara de choro, explicaria com naturalidade: - Me despedi da minha família antes de vir para cá. Não foi fácil, eu amo eles demais… Mas, é a vida. Agora, vamos comemorar!


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