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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyTer 24 Nov 2020, 17:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Duncan Dellumiere. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyDom 03 Jan 2021, 04:27


Narração
Sensação térmica: Frio
Localização: Farol
Amanheceu


Duncan e Yumi
A vida é tão bela, Naomi concordava com isso completamente, bom, ou pelo menos agora concordava, pois até ver o sacrífico do pirata estava para matar sem nenhum problema. Quando percebeu o que estava para fazer e o que havia acontecido, o arrependimento batia com força na menina, que começava a gritar para o povo parar com aquela matança. Alguns até pareciam aceitar, afinal, ficar matando gente que se rendeu precisava de um quê de crueldade. Já outros, principalmente os piratas aliados, continuavam a matar sem nenhum problema.

Por isso a luta continuava, com menos ímpeto, basicamente os escravistas protegendo a própria vida. Duncan, meio sem acreditar no que havia ouvido provavelmente, passava os dedos da mão que não estava encharcada com o próprio sangue para assim enxergar a sua volta. Conseguia ver o que imaginava, Naomi tentava estabilizar o lanceiro inimigo enquanto a maldita arqueira vinha tropeçando sozinha até ele. Com certa dificuldade, Duncan fazia o possível, usando até mesmo a sua lança como apoio, para se levantar. Mancando também ia em direção a Yumi.

Quando chegou, viu que a garota tentava em vão parar o sangramento, mas a lança do Eclipse ali simplesmente garantia que a vida daquele lanceiro acabara. Via ela se desculpando com a arqueira que finalmente chegava, mas a menina claramente estava ouvindo as falas de Naomi por um ouvido enquanto saía pelo outro. Chorando, a arqueira abraçava o homem caído enquanto Duncan sem nenhuma piedade dava lição de moral em Yumi, falando para que ela não pedisse desculpas. Apesar disso, ele também dava a ordem para que não atacassem quem se rendeu, reparou que, no entanto, continuavam atacando, afinal, por que os novos aliados dele precisavam obedecê-lo?

Foi quando outro disparo do canhão foi ouvido, mas o alvo desta vez foi a água, todos olharam para o navio e viram M-4 em pé no convés. – Não ouviram? Parem com essa matança. – A voz dela era firme e forte e bem, o canhão era uma ameaça convincente o suficiente. Após ela falar aquilo, ela pulava do convés para o nível do chão. Andando na direção do povo e vendo que todos estavam se rendendo.

Durante essa comoção, o lanceiro havia morrido, e a arqueira só continuava a chorar abraçada a ele. Naomi então queria tratar Duncan enquanto ele continuava a falar sobre como ela pensava e o que faria agora já que eles não simplesmente deixariam de ser escravistas.

Os ferimentos de Duncan eram sérios. Ele havia perdido muito sangue principalmente por causa das diversas flechas em seu corpo. Ela só conseguia diminuir o sangramento, mas ele precisava de um tratamento mais efetivo depois, que passavam um pouco da capacidade atual da pequena Naomi. Por isso, essa partia pelo campo de batalha curando todo mundo enquanto Duncan simplesmente via M-4 chegando e olhando para o estado dele, para o lanceiro morto e para a arqueira que chorava abraçada a ele.

– Não imagino que você tenha mandado poupar os inimigos. Não sei se eu pouparia também nessas circunstâncias... – Comentou ela deixando claro que aquela ordem partiu de ter visto os dois gritando aquilo e não dela mesma. – Mas digamos que é interessante poupar. – Comentou novamente. – Afinal, a gente está contra o governo e eles amam executar piratas em praças públicas. Ou seja, pessoas que eles discordam e consideram “errado” acabam sendo mortos, não sei se adianta muito só fazermos os mesmos que eles já que somos revolucionários. – Concluiu ela tentando sorrir, e ela conseguia tranquilamente, pois Duncan reparava que além de alguns arranhões, a comandante basicamente não havia se machucado. A força da tampinha continuava um mistério. – Algum plano para te levar para o nosso novo navio sem você morrer? – Perguntava ela quase como uma piada olhando para a grande embarcação que estava ali parada. Duncan poderia responder, mas não demorou muito depois disso para simplesmente cair no sono, pois dormir bem é algo que ele não fazia havia muito tempo.

Já Yumi, ia estabilizando como dava os aliados e os adversários. O número de corpos ali era alto, passava dos sessenta homens e mulheres mortos no total. Os feridos passavam dos sessenta também e alguns ela simplesmente teve que aceitar que não seria seus primeiros socorros que salvaria. Sua falta de conhecimento ali cobrava o preço e a sua perna também, pois cada passada doía um pouco e a atrasava para tentar curar outro.

Ferimentos no campo de batalha:
 


Ganhos Não divididos da aventura anterior:
 

Ferimentos no navio revo:
 


Legenda:
 


Histórico:
 
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Akuma Nikaido
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyDom 03 Jan 2021, 20:21



A seu modo, Duncan e M-4 tentavam me apoiar à sua maneira. Aos poucos as lutas iam se encerrando, finalmente acabando tudo com o tiro de canhão disparado pela líder. Duncan tentava me motivar, tentando diminuir a minha culpa, mas ele não entendia como eu pensava e, principalmente, como eu sentia.



— Não me entenda mal, senpai. Enquanto estivemos em batalha, eu estava preparada para a opção de matar e morrer. E isso não mudou. Mas cada vida que tirei, cada pessoa que feri... É algo que carregarei para sempre comigo. O destino nos fez adversários, mas eles são pessoas como nós. Você viu como ele lutou para salvar a vida da companheira dele. Você está vendo como ela está agora... Será que se fosse circunstâncias diferentes, não estaríamos defendendo o mesmo lado? Por pouco que não sou eu chorando ao seu lado...



Tentava explicar meus sentimentos, pondo em palavras o que eu pensava. Eu não sabia o que eles passaram por para estarem onde estavam hoje. Não cabia a mim julgá-los, eu não era uma executora. O restante da fala do major e da comandante lembravam-me da importância de minha escolha. Passava o restante do tempo tratando a todos igualmente, com o máximo de cuidado que podia, tentando fazer sobreviver aqueles que estavam feridos, aliviando a dor daqueles que já não mais podiam se safar do abraço da morte.


Apesar de toda minha boa vontade, meus conhecimentos ainda eram parcos e, portanto, sabia que deixava de fazer muita coisa. Assim que pudesse estava determinada a estudar mais e aprimorar meus conhecimentos. Se ao menos Lenora e Katie estivessem em boas condições, poderiam me ajudar também, mas não era esse o caso no momento. Aproveitava os momentos em silêncio entre os tratamentos para pensar em tudo que me fora dito. Demorava um pouco, mas colocava tudo em ordem e finalmente me dirigia para a amurada do navio, onde poderia ver a todos: companheiros, aliados, adversários rendidos e também os mortos. Respirava fundo e então pediria a M-4 ou a alguém da nossa célula para ao meu sinal, disparar um tiro de canhão no mar. Após isso, esperaria por alguns segundos antes de chamar a atenção de todos.



— Pessoal, gostaria de um momento da atenção de todos, por favor!



Esperaria até que todos se voltassem para mim, pedindo atenção novamente se fosse necessário, fazendo-me chamar atenção para garantir que minha mensagem fosse passada. Quando enfim conseguisse, iniciaria meu discurso:



— Primeiramente gostaria de agradecer a todos que nos ajudaram nessa batalha! Vocês foram fundamentais para nossa vitória. Sei que todos aqui tivemos perdas nessa batalha, alguns com mortes de pessoas muito queridas... Gostaria que todos fizéssemos alguns momentos de silêncio após o disparo, em tributo àqueles que se foram. Lembrem-se deles, dos momentos que passaram com, de como eram, pois enquanto nos lembrarmos verdadeiramente, eles jamais partirão por completo...



Faria o sinal para o tiro e, então, aguardaria cerca de um minuto antes de retomar minha fala. Colocar em palavras meus sentimentos e tentar fazer com que todos entendessem não seria a coisa mais fácil do mundo, mas eu era sincera. E, modéstia à parte, boa oradora também.



— O destino quis hoje que fôssemos inimigos em campo de batalha, mas não acredito que precise ser assim! Eu desconheço as razões pelo qual se aliaram ao Big Bang Kid, e entendo que o conceito de lealdade é algo importante. Mas eu quero apresentar a vocês o motivo pelo qual eu luto...



Cadenciava o discurso, fazendo pausas nos momentos que julgava apropriado para manter a atenção da plateia, tanto aliados quanto inimigos. Olhava para M-4, buscando algum olhar da líder ou algum gesto de aprovação, sentindo-me ainda um pouco nervosa em tomar a frente. Sabia, entretanto, que essa responsabilidade era minha, uma vez que eu é quem ordenara que eles fossem poupados.



— O nosso mundo é um lugar injusto. Há pessoas acima da lei, que vivem completamente alheios à realidade da maioria das pessoas, as quais precisam de lutar diariamente por sua sobrevivência. A forma como somos expostos a essa violência constante nos marca. Tomamos escolhas todos os momentos para nos adaptarmos e conseguirmos conforto. Tanto conforto físico quanto também nossa paz de espírito. E não cabe a mim ou a qualquer outro aqui julgar se nossas decisões passadas foram acertadas ou não. Mas quero oferecer a mão, em vez de brandir o chicote...



Em um gesto pacificador, colocava um sorriso no rosto e de fato jogava um de meus braços à frente, como se estivesse me preparando para puxar alguém invisível em minha direção.



— Nós, do exército revolucionário, queremos mudar o mundo. Trazer liberdade contra as amarras desse sistema que nos oprime e nos obriga a batalhar pela sobrevivência todos os dias. E sempre podemos utilizar de mais pessoas que compartilhem nossa causa. Gostaria que todos vocês considerassem a oportunidade de se juntar a nós! Não serão obrigados a isso, lhes garanto, mas acredito que tenhamos muito a oferecer! Se alguém se interessar, quiser perguntar algo sobre ou apenas contar sua história, podem me chamar, ouvirei a todos!



Passava os olhos vagarosamente pela multidão, focando primeiro em nossos prisioneiros para depois olhar para nossos aliados.



— Sei que aqui temos uma gama enorme de crenças e grupos distintos... Piratas, caçadores de recompensas e revolucionários... Mas o meu convite estende-se também a todos. Lutemos por aquilo que acreditamos, mas, se por algum momento, a nossa visão de mundo for partilhada, coloquemo-nos para ajudar uns aos outros. Juntos somos mais fortes!!



Terminava meu discurso olhando para Duncan e para M-4, como que buscando sinal de que gostaram de minha fala, de que aceitavam meu pensamento. Tendo terminado, me dirigiria a M-4 inicialmente, para falar com nossa líder, antes de procurar por pessoas interessadas na proposta.



— M-4, não sou inocente para achar que todos falarão abertamente sobre aceitar a proposta. Certamente terão aqueles que rejeitarão, seja por medo de represálias do Big Bang, seja porque realmente não concordam. Teremos também aqueles que fingirão aceitar, mas estarão esperando a qualquer momento para nos trair. Mas também temos quem irá aceitar e acredito que merecem uma chance de redenção... Minha opinião é de que os mantenhamos prisioneiros até podermos deixá-los em uma de nossas bases. A partir daí, podemos separá-los em pequenos grupos e deixá-los sob supervisão direta. Mesmo aqueles que se recusarem podem nos ser úteis, sendo forçados a trabalhar como prisioneiros. Confesso que não gosto muito da ideia de cortar a liberdade de alguém, tanto quanto não gosto de ceifar uma vida... Mas ao menos podemos tratá-los com dignidade e respeito, mesmo forçando-os aos trabalhos. O que acha?




A parte mais difícil caberia a nossos superiores, de separar, fiscalizar e tomar cuidado com todos os nossos prisioneiros, inclusive permitindo que quem desejasse se redimisse e se tornasse realmente alguém participante da revolução. E isso não dependeria só de mim, muito pelo contrário. Por isso mesmo obter a aprovação de M-4 era o primeiro passo para conseguirmos a aprovação de nossos superiores depois. Uma vez que a conversa com a líder terminasse, começaria a andar entre as pessoas, parando a cada vez que notasse que queriam dirigir a palavra a mim. Mesmo cansada, precisando de um bom sono, nesse momento precisava cumprir uma função social e tentava me motivar o tempo todo, sempre procurando prestar atenção em cada um que falasse comigo. Nome, quem essa pessoa era, o que desejava... Ouvir e compreender as motivações de alguém era de suma importância para criar um laço com a pessoa. E assim pretendia.


Quando, enfim, terminasse todos meus afazeres, pediria para alguém ficar de guarda em meu lugar, para que eu descansasse durante algumas horas. Não seria um sono completo e reparador, mas ao menos me permitiria um pouco de descanso antes de começar as tarefas do dia seguinte. Ainda havia toneladas de coisas a fazermos antes de zarpar. Como eu queria umas férias merecidas.

Objetivos:
 

Citação :

Contagem

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Relações:

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyDom 03 Jan 2021, 21:34


O Eclipse

We are Revolution






A comoção e a matança só paravam quando M-4 decidia nos ajudar usando um tiro de canhão para chamar a atenção de todos os que ainda lutavam. Dentre diversos motivos que tinha para sorrir naquela situação, eu escolhia sorrir por ver que a comandante de fato estava bem e que eu havia feito bem em acreditar que não seria um simples tiro de canhão que acabaria com ela.

Com Diarmuid morto e a arqueira sem condições psicológicas para continuar a lutar, eu decidia finalmente baixar a guarda para que Yumi pudesse cuidar dos meus ferimentos da melhor maneira que conseguisse. Durante esse tempo, acabávamos tendo uma breve conversa - Eu entendo o que quer dizer. É como aquele marinheiro que enfrentamos em Loguetown. Estamos em lados opostos, mas duvido que fosse má pessoa pelo jeito que o povo parecia gostar dele. Eu realmente sei o que quer dizer. Mas carregar uma cruz para cada oponente caído vai acabar fazendo mal para você em algum momento - Dizia de forma bem séria, para continuar após uma breve pausa - Apesar de tudo… Fico feliz de ter uma pessoa como você lutando ao meu lado. É importante ter alguém com um ponto de vista diferente. Sei que enquanto estiver por perto não me deixará ir longe demais, e eu não deixarei que você se afaste muito para o outro lado também - Sorria - É tudo sobre equilíbrio no fim das contas, não é?

Depois de fazer o que podia por meus ferimentos, a garota se retirava enquanto eu continuava assistindo a Euryale chorar sobre o cadáver de Diarmuid. Percebia, naquele momento, que não conseguiria ter a mesma empatia que Yumi não importando por quanto tempo olhasse as lágrimas daquela mulher sendo derramadas. Ela havia tentado me matar e havia sido complacente com a destruição de diversas vidas, assim como o homem que agora estava morto no chão. Para mim, eram simplesmente pessoas egoístas que só eram capazes de chorar quando era um deles entrando na contagem de corpos. A questão é, será que eu sou tão diferente disso?

Alguns instantes passavam sem que eu desse muito mais importância para esses questionamentos, e era então que M-4 se aproximava de mim. Não podia deixar de dar um sorriso quando via a pequena comandante, pois estava genuinamente feliz de vê-la bem - Não fui eu quem quis poupá-los, definitivamente. Fiz isso como um voto de confiança à Yumi que tem me ajudado muito. Quero ver o que ela vai sugerir para você... - Dizia a pequena - No que dependesse de mim - Olhava agora na direção da arqueira - A cabeça de cada um deles estaria na ponta de uma lança - Concluía, respirando fundo e olhando novamente para a comandante - Por isso fico feliz de tê-la conosco. Pessoas com os ideais de Yumi fazem bem para a nossa causa - Sorria mais uma vez.

A comandante, por fim, parecia brincar quanto ao meu estado após a luta - Você devia ter visto o outro cara! - Respondia a ela em tom de brincadeira - Mas pode me carregar se quiser. Seria até bom pra ver o quão forte você é. Só uns arranhões? Eu realmente preciso te ver lutando um dia desses - E era então que eu bocejava. Quando havia sido a última vez que dormi? Já havia gastado tanta energia nas últimas 24 horas que mal conseguia me lembrar - Você também deve estar exausta, né? - Questionava me sentindo meio culpado por querer dormir - Pode deixar que eu durmo aqui mesmo então. Na verdade acho que mais um pouco e vou acabar desmaiando. Só me promete que vai descansar também quando resolver suas pendências de comandante! - Dizia para garota. Algum tempo depois disso, eu caía no sono.



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•Perdas:

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptySeg 04 Jan 2021, 04:50


Narração
Sensação térmica: Frio
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Amanheceu


Duncan e Yumi
Enquanto Naomi tratava os ferimentos de vários desconhecidos, acabava reconhecendo os revolucionários que ali estavam, Zhac estava todo quebrado, havia sido literalmente pisoteado algumas vezes, Snowflake estava com o braço numa posição que ela jamais vira, Shuto, este estava intacto apesar de coberto de sangue.

Enquanto tratava seus colegas como podia, M-4 e Duncan continuavam sua conversa. – Se quer ver a minha força é só lutarmos... – Comentava ela retirando o bastão e dando uma pequena pancadinha na cabeça dele. Ele então comentava sobre ela estar exausta. – Longe ainda do meu limite. – Falava ela sorrindo, mas era claro para o Eclipse o tanto que aquele sorriso era um sorriso cansado. Ele só não conseguia comentar muito mais, pois acabava apagando.

Demorou um bom tempo até Yumi terminar de tratar todos, enquanto fazia isso, via M-4 carregando Duncan, depois Zhac, depois Snowflake, todos para o navio dos piratas, Shuto a ajudou. Quando acabou de tratar quem podia e como podia, tinha uma ideia melhor dos “números” por assim dizer. Revolucionários na luta não haviam morrido, então continuavam sendo os seis mais os que ficaram no navio. O grupo pirata foi o grupo com mais perdas, além da capitã, contavam-se meramente mais cinco piratas. E o grupo dos caçadores contavam com dez vivos, para o azar de Naomi e de Duncan, o próprio médico estava um pouco ferido e demoraria uma hora ou duas para ir tratá-lo. Já o grupo de piratas escravistas contavam facilmente entre os quarenta e poucos, mas tinham alguns que perigavam morrer de qualquer forma.

Perto dos últimos tratados, viu que várias pessoas a mais apareciam do navio dos piratas, mas não eram piratas. Elas saíam gritando de alegria e excitação. Percebia que as roupas estavam em trapos, seus corpos eram magros e alguns pareciam bem fracos, eram escravos presos que provavelmente seriam vendidos.

Com tudo “mais calmo”, Naomi pedia algumas coisas para M-4 e preparava um grande discurso. A própria comandante não entendia o que a novata tinha em mente, mas deixou ela fazer o que queria. Na verdade, a comandante precisava tomar um banho, cair numa cama e ficar lá por várias e várias horas relaxando para ter certeza de que estava tudo bem. Enquanto aquele discurso era feito, o médico dos caçadores ia tratar de Duncan. Shuto ficava encarregado de acionar o canhão sempre que Yumi pedisse.

E assim, ela começava um discurso, único talvez. Começava bem, mas a real é que havia muito potencial daquilo dar errado. Em um certo momento do discurso, um dos prisioneiros falava que queria sim entrar para os revolucionários, mas quando falou aquilo, a única coisa que ele gerou foi uma raiva dos ex-escravos perto e o que Naomi viu foram dois deles partindo para cima do homem. Alguns dos caçadores até correram para parar os ex-escravos, mas repararam que eles foram espertos e trouxeram faca da cozinha do navio, o pirata já estava morto. Outros ex-escravos partiram para cima dos piratas escravistas e assim o que acabou acontecendo foi a necessidade de pararem o povo de matar os escravistas novamente, não fora difícil já que os ex-escravos estavam fracos, mas levaram com eles alguns dos piratas que já estavam mais feridos.

Assim, o discurso de Naomi, apesar de bonito, não conseguiu atingir os corações de todos como ela desejava. A diversidade, a tensão, talvez até o momento não fosse o mais adequado. Os ex-escravos não queriam entrar para o grupo que queria perdoar quem os escravizou. Os piratas escravistas não queriam fingir entrar pelo medo da retaliação. Os caçadores simplesmente não possuíam motivo para isso. E os piratas de apoio pareciam meio perdido pela perda massiva de membros. Com o término do discurso, se dirigiu para a comandante, mas antes de começar a falar algo, via que ela sinalizava para subirem no grande navio. E não estavam sós, a capitã pirata e o caçador subiam com elas.

Lá em cima, Yumi podia contar seu plano para a comandante. A primeira reação de M-4 foi um sorriso meio torto de que não acreditava muito no que estava ouvindo, mas fora o caçador de recompensas que comentara. – Você acabou de libertar um grupo de prisioneiros escravos e quer aprisionar pessoas para fazerem trabalhos contra a vontade deles? – Ele terminava de falar e começava a rir. – Também não achei a melhor das ideias... além deste recrutamento “forçado” não combinar muito com os nossos ideais. – Comentava M-4. – Esses piratas são todos meus. Aceitem. Isso é óbvio. – Comentava o homem meio arrogante. – Eles possuem um número maior do que o de todos nós aqui. E este navio é gigantesco, fica claro o porquê deste número. Não tem como só vocês revolucionários irem, não tem como só nós caçadores irmos, não tem como o que sobrou de os piratas irem. – Falava ele deixando claro a verdade. A última parte afetava em especial a capitã pirata, que havia perdido basicamente seu bando inteiro. – Todos nós precisamos ir para a próxima ilha juntos para finalmente sairmos desse lugar horroroso. É mais fácil chegarmos numa ilha com uma bandeira de caçador, e é muito mais fácil de ficarmos tranquilos se tivermos todos esses prisioneiros para entregarmos para a marinha local. – Falava ele apontando para todos os escravistas.

O plano do homem fazia muito sentido, até por eles serem o maior número de pessoas vivas e em condições de luta, ir contra o plano era basicamente pedir para ser preso. – Não acho que com nossos... vinte membros? Não acho que com vinte pessoas consigamos navegar esse navio gigantesco, mesmo com a ajuda dos ex-escravos... então acho melhor ficarmos um tempo aqui para descansarmos e os revolucionários que estão machucados no navio melhorarem. – Falava a comandante séria. – Estaremos em maior número, mas você tem a minha palavra que pode levar os escravistas para pegar a sua recompensa, em troca não poderá tocar em um fio de cabelo nosso ou dos piratas que nos ajudaram. – O tom de voz da baixinha era firme. O homem sorria e estendia a mão para que firmassem aquele trato.

Ele partiu e a pirata ficou parada lá no convés olhando pela amurada para os cadáveres que havia lá embaixo. M-4 sinalizou para que Naomi fosse com ela para um dos quartos abaixo do convés. Era o quarto onde Duncan estava e o médico havia terminado de tratá-lo. – Como você ajudou a libertar escravos, considero que você já é digna de se tornar um cabo do exército revolucionário. – A comandante dava um sorriso, mas era um sorriso fraco, exibindo o cansaço dela com a situação. – Pode descansar um pouco, imagino que esteja um pouco frustrada. – Ela apontava para uma das camas daquele cômodo. Ali estavam também Zhac e Snowflake. – Vou trazer o resto de nós para cá... Então descanse, mas fique de olho neles por mim, ok? – Falava ela saindo.

Yumi ficava em guarda por um tempo, até a chegada de Shuto, podendo assim descansar.

A noite estava começando quando os dois acordaram, quase que ao mesmo tempo. E não à toa, pois o cheiro de comida invadia suas narinas. No cômodo em que estavam viam Handsome com um bom grupo de peixes fritos em espetos, distribuindo para quem quisesse.


Ganhos Não divididos da aventura anterior:
 

Ferimentos:
 

Contagem dos sobreviventes:
 

Legenda:
 


Histórico:
 

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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptySex 08 Jan 2021, 14:36



Eram tantos a tratar, alguns com ferimentos tão sérios, que às vezes eu me perguntava se algum dia eu conseguiria terminar de assistir a todos. Zhac e Snowflake eram quem mais me deixavam preocupada, dada a situação de ambos, mas ao menos estavam estáveis o suficiente para sobreviverem. Procuraria estudar e tratar melhor de cada ferido após.


Meu discurso após não surtia tão bem o efeito que eu esperava. Na verdade acontecia justamente o contrário e quase um novo banho de sangue começava. Olhava para aquilo tudo estupefata e um pouco desolada. Talvez tivesse sido esperançosa demais em acreditar que conseguiria tocar nos corações das pessoas, mas aos poucos compreendia a complexidade de toda aquela situação. A fala do caçador como resposta ao meu discurso, assim como a concordância de M-4 serviam para salientar que eu ainda estava bem aquém das minhas próprias expectativas.



— Não vou dizer que sei qual a resposta certa, nunca precisei lidar com uma situação assim... Mas estou tentando pensar em uma. Me recuso a acreditar que matar alguém é a melhor solução. Entregá-los para a marinha não é diferente de prendê-los sob nossa supervisão... E não é como se fôssemos maltratá-los ou deixá-los trabalhando de graça eternamente...



Balbuciava, tentando me justificar. A presença daquele homem era intimidadora e o meu fracasso somente fazia com que eu ficasse ainda mais estabanada. Recompunha-me com o que conseguia antes de dizer:



— Não foi dessa vez ainda, mas continuarei pensando e tentando encontrar um esquema adequado para lidar com pessoas que estejam cometendo atrocidades... E então lhe daria essa resposta, senhor!



Aceitava minha derrota e permitia que M-4 conduzisse as negociações. Ao fim, M-4 me promovia à cabo. Agradecia, enquanto pensava:



~ Será que conto pra ela que Duncan já me promoveu antes? Melhor não... vai que ela acha que o senpai desrespeitou a autoridade dela.



Recebendo o sinal positivo para descansar, esperava até que Shuto chegasse e, enfim, procurava um canto para dormir. Era aí que as coisas ficavam estranhas. Sonhava com uma ilha de inverno, onde eu encontrava com Duncan e conhecia uma nova revolucionária, Elise. Também via Azura, mas a mulher estava mais velha e sequer esboçava alguma reação para entrar em contato com a gente. Era nesse momento que sentia um cheiro de comida e acordava, assustada e com a barriga roncando.



— COMIDAAAA!!



Enquanto pegava alguns espetinhos com Wiley e ia comendo, ia me recordando do sonho. A culpa por deixar Azura ser sequestrada voltava, enquanto me perguntava como a garota estava. Achá-la seria uma prioridade. Agradecia ao pirata e me recompunha, preparando-me para procurar o médico dos caçadores para oferecer minha ajuda a ele. Era hora de aprender um pouco mais.



INÍCIO DO APRENDIZADO

— Médico-san, será que posso ajudar com algo? Quero aprender mais sobre a medicina e posso ser um par de mãos extras para ajudar a tratar tantas pessoas feridas!



Fosse por ele já ter visto minhas habilidades ao colocar aquele tubo em Lenora mais cedo, fosse porque realmente a quantidade de pessoas precisando de cuidados era enorme, ele assentia com um resmungo e me mostrava uma sacola ali perto. Ia até lá e, dentro dela, pegava um livro, em cuja capa encontrava-se escrita a palavra Anatomia.



— Se quer ajudar, primeiro precisa conhecer a anatomia para então aprender a diagnosticar e tratar. Estude esse livro e depois venha falar comigo.



Entendia o seu ponto de vista e me sentava, começando a ler sobre cada parte do corpo, reconhecendo suas posições, sua relação com os outros órgãos e como eles recebiam e drenavam o sangue que circulava pelo corpo. Apesar da vontade de ajudar logo, obrigava-me a estudar com calma, usando de toda minha inteligência para compreender os ensinamentos e facilitar a retenção. Quando por fim acabava, apresentava-me para o homem, que então dizia:



— Pois bem, observe esses cinco feridos aqui. Quero que avalie os locais onde eles se lesionaram, qual tipo de arma deve ter provocado o ferimento e me diga quais órgãos provavelmente estão afetados. Se acertar todos, deixarei que avalie sozinha os outros, pra já me adiantar o trabalho em tratá-los.



E assim começava a fazer essa análise, olhando cada trecho do corpo de cada um dos meus pacientes, tentando compreender a dinâmica do trauma e respondendo o que eu achava que havia sido lesionado. Acertava quatro das cinco vezes, e o médico reclamava que não era bom o bastante, mas após me corrigir e ver que eu entendera meu erro, aceitava que eu continuasse o ajudando. E assim seguíamos, tratando e ajudando um a um até que eu terminasse meu trabalho.



FIM DO APRENDIZADO

— Muito obrigada, médico-san!




Agradecia, pensando em qual seria o próximo trabalho que eu deveria fazer. Haviam muitas coisas a serem feitas e não tinha muita certeza de por onde começar, agora que o primeiro e principal passo já havia sido realizado.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptySex 08 Jan 2021, 15:29


O Eclipse

We are Revolution






Acordava de forma ainda preguiçosa em uma cama confortável. Ao olhar para as paredes do local, julgava que já estávamos no novo navio “Não é que ela me carregou mesmo?” Sorria me lembrando da brincadeira que havia feito com a comandante mais cedo, e então me lembrava de seu sorriso cansado enquanto dizia que estava longe do limite. Torcia para que ela estivesse dormindo agora.

Era então que memórias vinham à tona de algo que em tempos passados eu pensaria ser apenas um sonho que parecia bem real. Tinha voltado aquela ilha, com toda a certeza. Dessa vez Yumi estava lá e Azura também. Sentia-me feliz por saber que a garota estava bem, por mais que agora soubesse que nossos objetivos não mais levariam nossa jornada ao mesmo lugar “Continua impulsiva como sempre...” Havíamos conhecido uma outra revolucionária que prometeu chegar logo no Farol e por isso mesmo precisávamos esperá-la. Isso seria até bom, visto que tínhamos muitos feridos que precisavam de tempo para se recuperar e me fazia questionar por quanto tempo eu mesmo havia dormido.

Olhando para a janela percebia que já havia anoitecido, torcia para que tivesse dormido apenas algumas horas mas o grito de Yumi não me dava muito tempo para pensar. A garota parecia ter voltado ao seu jeito mais animado, o que me fazia pensar que o tempo na ilha talvez tivesse feito bem para ela. Sem sequer dar tempo para conversarmos, ela ia em busca de comida, o que me arrancava outra risada enquanto eu me levantava da cama vagarosamente.

Logo via Handsome oferecendo comida para os tripulantes e percebia que o homem parecia bem considerando a luta que tivemos. Levantando minha mão para chamá-lo para perto, eu aceitava um de seus espetinhos e logo começava a falar - Muito obrigado Handsome, bom ver que está bem - Dizia sorrindo para o homem - Pode me dizer o que eu perdi enquanto estava apagado? E M-4? Foi descansar? - Questionava. Começaria a comer enquanto ouvia o que ele tinha para dizer e logo depois sairia daquela sala se nada mais me chamasse a atenção.

Iria para o convés, onde observaria o movimento e tentaria ver se alguém precisava de ajuda. Tentaria aproveitar a caminhada para ver a situação em que meu corpo se encontrava depois do tratamento e do descanso. Havia sido um longo dia, sabia que meus amigos e eu precisávamos de um tempo de pausa para descansarmos nossos corpos e principalmente nossas mentes.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2021, 01:11


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Duncan e Yumi
Os revolucionários acordavam cada um de sua própria maneira. Naomi simplesmente partia gritando por comida na direção de Wiley. Já Duncan gastava mais um tempo pensando no que havia acontecido e no quão milagroso era o fato de M-4 ter realmente o carregado. Duncan perguntava algumas coisas para o pirata. – Os caçadores trouxeram todos os feridos do barco de vocês para cá... acho que só isso mesmo... – Falava ele passando um espetinho para a faminta Yumi que ia saboreando e andando. Quem era os caçadores? Duncan não sabia de quem ele estava falando, mas parecia natural aquela frase para o pirata, o que era no mínimo irônico.

Ele passava um espetinho para Duncan. – Ah! Os piratas escravistas estão presos lá embaixo. M-4 estava vigiando a última vez que vi. Pois os ex-escravos estavam querendo matá-los. - Comentava ele meio tenso olhando para a pequena Naomi que já partia a procura do médico dos caçadores e por isso não ouvia o que ele estava falando. – Não acho que ela precise vigiar mais, os caçadores falaram que iam matar qualquer ex-escravo que matasse os piratas, pois recebem mais recompensa por eles vivos, então eles relaxaram um pouco, mas a loirinha baixinha ficou na porta lá na última vez que vi... – Comentou ele continuando a andar para servir outros. O quarto em que eles estavam tinha alguns revolucionários machucados.

O Eclipse começou a saborear o peixe enquanto andava na direção do convés. Cada passo para ele era um sofrimento, seu corpo estava pesado e doloroso. Por isso, quando finalmente chegou aonde queria viu que Naomi já estava conversando com o médico do grupo de Morgana e pedindo para ele a ensinar mais. O homem estava claramente cansado e parecia realmente querer socar a baixinha e ir descansar, mas aquilo provavelmente seria uma dor de cabeça enorme. Além disso, se ele ensinasse ela, poderia descansar mais nos outros dias deixando todo o serviço para ela. Como Duncan sabia que ele pensava assim? Pois o homem literalmente falou aquilo antes de aceitar e assim partir com Yumi para ensiná-la o que ela queria. Por bem ou por mal, ela tinha um professor.

O que ele via ali no convés era o que poderia esperar mesmo, os homens de Morgana estavam bêbados e os piratas daquela moça que ele conheceu na caverna ainda mais bêbados, pois claramente haviam perdido mais companheiros. A própria moça não era vista em lugar nenhum, provavelmente já estava dormindo.

Se aproximando da borda do convés reparava nos ex-escravos animados, na verdade essa não era a palavra, estavam felizes e ao mesmo tempo nem tanto. Estavam todos sentados sentindo a água do mar batendo em suas pernas. Eles pareciam fracos, a ponto de sentir que mesmo não se aguentando em pé poderia lutar com eles e vencer pelo menos uns dois ou três antes de cair. Como mencionar que estavam felizes e ao mesmo tempo nem tanto? Alguns choravam, mas não era aquele choro de alegria de “estou livre”, parecia mais um choro de luto, outros pareciam olhar para o mar meio perdidos, parecia que pensavam no que aconteceria se entrassem no mar e começassem a nadar.

Além disso, para estragar a cena ainda mais, o cheiro de sangue ainda estava no ar, os corpos ainda estavam ali na praia, levaram os machucados para o navio, mas ainda não haviam cuidado dos cadáveres, poderiam deixar isso para outro dia.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2021, 03:01


O Eclipse

We are Revolution






Caçadores?” Apesar da dúvida levantada pelas falas de Willey, eu decidia não incomodá-lo por muito mais tempo por ver que ele precisava servir os outros tripulantes que sem dúvidas precisavam de comida tanto quanto eu. De qualquer forma, saber que M-4 ainda não tinha ido dormir tornava-se uma preocupação, assim como um conflito entre os escravizados e os escravistas.

Que droga...” Suspirava com o dilema. Eu realmente conseguia entender o raciocínio daquelas pessoas perfeitamente. No lugar deles, inclusive, faria a mesma coisa. Mas tudo aquilo se tornava um problema a partir do momento que já os havíamos capturado depois de rendidos. Não queria que o incidente do dia anterior se repetisse ali e por isso mesmo precisávamos impedi-los de buscar a vingança dessa forma.

Deixando Handsome de lado eu ia até o convés. O movimento naquela hora não era nada demais sendo que o que mais chamava atenção era Yumi aporrinhando o médico dos aliados até que ele aceitasse ensinar um pouco do que sabe a garota. Pessoas bêbadas e tristes eram predominantes ali e não era de se surpreender. Com uma breve olhada para praia não ficava difícil perceber quantos aliados havíamos perdido e quantas pessoas perderam amigos ou entes queridos ali. Os escravos, por sua vez, pareciam não saber o que fazer agora que tinham conquistado a liberdade.

Decidia que o melhor a se fazer naquele momento seria ir para dentro do navio. De todos ali, havia apenas uma pessoa que eu já sabia como poderia ajudar. Antes disso, entretanto, procuraria por livros no navio. Tentava encontrar algo que pudesse me tornar mais útil para a tripulação, assim como foi com os conhecimentos de navegação e por isso mesmo o livro que Garfield havia me dado teria que ficar para outra hora mais uma vez. Pegaria todos que encontrasse e conseguisse carregar sem grandes problemas.

Tendo ou não sucesso na busca pelos livros, perguntaria a alguma pessoa acordada próxima como poderia chegar até os prisioneiros e então iria para lá, em busca de M-4 - Major Duncan se apresentando para o serviço, comandante. Pode ir dormir que eu assumo o turno da noite - Dizia a mulher em um tom um pouco brincalhão mas tentando deixar claro que eu falava sério - Não se preocupe, até trouxe um livro comigo e posso me sentar em qualquer lugar, não sou exigente. Se quiser companhia, traz um colchão pra cá que eu até boto esse pessoal pra te cantar uma canção de ninar enquanto a gente conversa pra você dormir. Mas o importante é que descanse! E peça pra alguém me trazer uma cadeira. - Sorria novamente - Ah, só uma coisa… Quem são esses caçadores? O pessoal da Morgana? - Questionava tendo em mente que eram o único grupo que eu realmente não sabia a origem ali.

Em todo caso não obrigaria M-4 a ir embora e nem a proibiria de fazer a vigília comigo caso realmente fizesse questão. Para passar o tempo, de qualquer forma, começaria a analisar como os prisioneiros estavam ali e o meu livro, para perceber do que o conteúdo realmente se tratava. Talvez fosse realmente uma boa ideia passar o tempo lendo enquanto vigiava.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyQua 13 Jan 2021, 19:11



Apesar de uma certa dose de mau humor, o médico reclamão aceitava me ensinar após eu passar em seu teste inicial.



— Prometo que vou fazer seu tempo valer, sensei!  



Ignorava a acidez dele e agradecia. Aqueles conhecimentos seriam bem úteis para nós, ou ao menos assim pensava.



INÍCIO DO APRENDIZADO

— Como posso ajudar agora?



Se meus reflexos fossem um pouco piores, teria recebido uma livrada na cara, mas apanhei a tempo ao vê-lo voando em minha direção.



— Agora que tem algum conhecimento de anatomia, é hora de aprender a diagnosticar. Leia um pouco, estude sobre sinais e sintomas sindrômicos e como classificar. Você não vai saber tudo de cabeça, então sugiro que aprenda como agrupar e pesquisar rapidamente, pra não passar aperto.



Ouvia as instruções do sensei e começava a ler rapidamente, passando pelos mais diferentes grupamentos sindrômicos: trauma, síndromes ictéricas, síndromes álgicas, e por aí continuava. Às vezes olhava para o homem desconfiada de que ele na verdade só queria um tempo de paz, pois um bom tempo foi gasto até conseguir terminar. Precisei de algumas pausas para comer e beber água, até mesmo para deixar tanta informação sedimentar.



— Terminei de ler, sensei!



O homem me olhava com uma cara de "quer um biscoito por isso?" e adoraria que ele tivesse dito em voz alta, pois minha resposta certamente seria sim. Imagina um cookie quentinho... Mas logo minha mente voltava a atenção para o médico, que começava a me testar. Descrevia para mim diferentes casos clínicos e perguntava como eu poderia classificá-los. E assim passava um bom tempo, treinando, sendo corrigida e repreendida quando errava, até que, por fim, o sensei parecia satisfeito.



FIM DO APRENDIZADO

— Passei no teste?




Esperava pela resposta dele, aguardando minhas próximas instruções.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyQui 14 Jan 2021, 02:35


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Noite


Duncan e Yumi
Yumi após a extensa aula de anatomia humana passava para o aprendizado de diagnose. O aprendizado foi realmente extenso, tanto que ela e Duncan não estão mais na mesma linha temporal. O Eclipse estava simplesmente procurando por livros enquanto a jovem ainda aprendia Anatomia Humana. O que ele estava fazendo enquanto ela mudava o seu aprendizado para Diagnose só o tempo dirá porque sei lá que merda o Wesker vai inventar.

Mancando, poderia se preocupar com os ex-escravos, com o termo “caçadores” que Wiley usou, com muitas coisas, mas no final, o jovem estava mais preocupado com a comandante. Justiça seja feita, era realmente o principal ponto a se preocupar por aí. Antes de partir na direção de M-4 procurou por livros mais interessantes para se ler do que os que Garfield havia passado para ele.

Como estava com pressa, o que era totalmente contrário ao estado de seu corpo, o jovem simplesmente ignorava os títulos dos muitos livros que ia empilhando até finalmente chegar no local que os piratas estavam presos. Este local era obviamente o piso mais baixo do navio.

Ao chegar lá, viu as celas e sentiu o cheiro ruim que havia no ambiente de simples suor e excrementos humanos. Era incrível terem metido tantos piratas em tão poucas celas. Onde havia quatorze escravos presos em condições precárias acabaram enfiando quase 40 piratas em condições piores do que precárias. A luz ali era fraca, só algumas velas iluminando o lugar, os piratas davam uma forma de tentar dormir confortavelmente em suas celas, se é que confortável pode ser usado para descrever como tentavam dormir. A única pirata que não estava na cela era a arqueira, que por ser a única mulher foi presa por correntes fora das celas. Ela se espantou quando viu Duncan aparecendo, com medo de que ele a atacasse.

O medo dela era justificável, não só pelo que ela havia feito, mas também porque mais impressionante do que o estado absurdo que os piratas estavam, era a comandante revolucionária conseguir dormir naquele ambiente. Duncan chegava fazendo piadas sobre querer liberar a pequena. Porém tudo que via era a comandante apoiada do lado da porta do local, já na parte de dentro, dormindo profundamente. Alguém havia passado por ali e colocado uma manta para a cobrir, porque não a levara era uma incógnita. M-4 naquele estado realmente parecia uma simples criança que estava exausta após brincar muito com suas irmãs ou com qualquer outra coisa.

Como não queria acordá-la, o jovem nada perguntou sobre o grupo de Morgana para ela. Olhava então seus livros. Os livros claramente seguiam duas linhas distintas. O primeiro e o segundo livro eram sobre a mente humana, se aprofundando em psiquiatria; o terceiro livro era sobre toxicologia; o quarto era sobre nutrição; o quinto, já entrando na outra linha de livros encontrados, era sobre a criação de projéteis; o sexto e o sétimo sobre “engenharia para idiotas” e um mais aprofundado sobre engenharia; o oitavo era sobre engenharia mecânica especificamente; enquanto o último livro, o nono, era sobre a forja, que não só falava como forjar, como ia contando a história da forja e como ela foi progredindo com o passar do tempo, falando porque tal metal parava de ser utilizado e porque outros iam ganhando espaço.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 4 EmptyQui 14 Jan 2021, 15:08



Após muito esforço e um bocado de dor de cabeça, conseguia a aprovação do médico sobre meus novos conhecimentos. Satisfeita comigo mesma, parava um pouco e pensava no que ele tinha dito no começo de meu treinamento.



— Então agora que eu já aprendi sobre a anatomia e a diagnosticar, então o próximo passo é tratar?  



Refletia, ansiosa pelo próximo passo.



INÍCIO DO APRENDIZADO

— Vejo que lembrou das minhas palavras no começo. Ao menos te ensinar algo não é uma completa perda de tempo.. Pegue aqueles três livros ali!



Olhava para ele, deitado e escorado na lateral do navio, sentindo-me um pouco indignada. Ele falava as coisas como se eu estivesse me aproveitando, mas graças a isso ele folgaria mais um tempo. Ia até onde indicado e pegava os volumes que me foram recomendados. Via o título de cada um, seguindo a ordem de cima pra baixo: "bôtanica básica", "química básica", "guia básico de drogas para idiotas principiantes".



— Tratar feridas é o básico dos primeiros socorros, e isso você já sabe. Agora vai aprender como fabricar remédios. Entender onde encontrar ingredientes e como usá-los ou extrair a droga de algum lugar é o básico. Leia atentamente os três e depois vou te testar. Acorde-me quando acabar!



Suspirava ao entender que as próximas horas novamente seriam gastas lendo mais e mais livros. Mas logo iniciava, passando de um para o outro, alternando entre eles quando cansava de ler sobre um assunto, antes de retomá-lo. Procurava memorizar todas as imagens que me apareciam, as dicas para encontrar as plantas, os truques para extrair o máximo de cada ingrediente e como misturá-los corretamente.



— Ufa, acabei!



Quando finalmente conseguia terminar, acordava o homem e esperava por suas instruções. Logo ele abria um baú do lado dele com uma série de diferentes ingredientes: plantas, pós, água, dentre outros e me deixava um tempo para olhá-los e entender o que era cada um. Começava, então, a me perguntar o que seria cada um daqueles ingredientes, me corrigindo quando errava algo. Ao terminar, apontava para três pacientes diferentes, pedindo para que eu relembrasse o que cada um estava sentindo e, então, a partir dos ingredientes disponíveis, fizesse alguma droga para aliviar seus sintomas.


Com muito esforço, preparei cada uma delas e entreguei para os pacientes tomarem, esperando que fizesse efeito para avaliar se havia preparado corretamente.



FIM DO APRENDIZADO

— Fiz direitinho, sensei?




Bocejava, sentindo-me um tanto quanto cansada. Assim que fosse liberada, voltaria para a cama e procuraria dormir um pouco, a fim de me recuperar depois de tanto esforço mental em sequência.

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