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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp

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MensagemAssunto: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyDom 22 Nov 2020, 17:01

Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptySex 11 Dez 2020, 17:47




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Barco nobre


Chegava ser engraçado como os marinheiros eram ainda mais ingênuos que os nobres, era como se seus ideais de “justiça cega” cegassem eles mesmos, até os marinheiros mais inflexíveis se dobravam a própria justiça.

Finalmente as informações sobre o barco começaram a ficar concretas e havia a confirmação de que Jerry não estava inventando aquela história, pelo menos não ela toda, o que já era um alívio por si só. O barco está “em illusia? Eu posso ir pra lá e roubar direto da loja, acho que seria mais facil…” Pensava ao receber a informação, mas em um segundo aquele pensamento se esvaia. “Mais facil? foda-se o mais facil, eu já falei para Pietra que roubaria aquele barco de baixo do nariz do capitão desse QG e é isso que eu farei, além disso eu não daria as costas para o Hitman dessa forma covarde, embora eu ache que ele me seguiria de qualquer forma…”. Agora saindo do quartel só pensava em encontrar logo Pietra e trocar aquelas roupas ridículas de marinheiro, embora eu a guardaria mesmo assim na bolsa, visto que poderia ser útil em algum outro momento.

Daria uma boa olhada em volta, ignorando aquela mania de perseguição que parecia uma maldição dessa ilha, e quando achasse Pietra perguntaria: -Você também ta sentindo como se tivessem alguem atrás da gente?- se ela negasse eu daria de ombros e andaria com ela emburrado por conta do uniforme para longe do quartel, se ela me questionasse sobre as roupas diria: -Não quero falar sobre isso…- Não estaria nem perto de estar de bom humor. Mas se ela concordasse que estava sentindo a mesma coisa que eu então eu sorriria com a cabeça levemente abaixada e diria baixo em voz baixa. -Tudo bem… Isso deixa tudo mais emocionante não concorda?- Procuraria um banheiro público ou em último caso um beco solitário para trocar de roupa, andando sempre furtivamente e tomando cuidado para não trombar com nenhum marinheiro de plantão, indo na direção contrária caso estivesse indo de encontro a ele. Uma vez estando com minhas roupas padrões respiraria aliviado. -Ufa, agora sim! Onde a gente estava mesmo…. Ah é! Eu consegui roubar a agenda! Você tinha que ter visto, a marinheira que cuidava da sala quase chorou com a minha atuação hahahha.- me gabaria um pouco, embora já estava começando a entender que Pietra não esboçava reação alguma para isso, contaria sobre as informações sobre a agenda, incluindo o número de denden mushi e a loja em illusia kingdom e então lhe diria mais sobre meu plano para enganar Yasuhiro: -A vistoria do navio está marcada para daqui a cinco dias, provavelmente haverão diversos subalternos no navio mas apenas um chefe encarregado pelo navio como um todo, eu preciso então me fazer passar por esse cara, apartir dai vai ser muito fácil enganar o capitão apaixonado...- Estaria em partes falando com Pietra e em partes comigo mesmo, como se dizendo meus pensamentos em voz alta fariam com que minha mente se iluminasse. -Primeiro eu tenho que ligar pra essa loja e fazer com que eles cheguem um pouco mais cedo que a data marcada com Yasuhiro pra dar tempo de eu conseguir me infiltrar lá dentro e me disfarçar de chefe do barco, a propósito mudança de planos você vem comigo Pietra, eu não iria querer ficar com toda a diversão sozinho, tem também uma ultima coisa… Mas essa eu te conto depois hihihiihi- nem todo plano poderia ser dito em voz alta, não enquanto eu ainda tivesse aquela sensação de estar sendo seguido.

Voltaria ao banco mundial pela terceira vez apenas refletindo sobre aquela ironia. “que engraçado um ladrão entrando no banco três vezes sem rouba-lo uma única, na proxima vez que eu for a um banco vai ser pra rouba-lo…” mesmo que não pudesse roubar o banco naquele momento estava convicto que um dia eu poderia, mas naquele instante só me cabia fazer uma ligação. Iria até o local onde ocorrem as famosas “denden calls”, daria o numero da loja a um dos encarregados ou discaria eu mesmo se fosse possivel e esperaria alguem do outro lado atender. Assim que fosse atendido iria direto ao ponto que queria chegar. -Olá, eu falo em nome de Yasuhiro Tohara, ele está com uma enorme dificuldade em contactá-los devido a sua enorme carga de trabalho então pediu que eu passasse o recado para a loja… Apenas para confirmar, a vistoria do barco está marcada para daqui a 5 dias, no periodo da noite correto?- Usaria uma técnica básica de todo bom ladrão chamado “jogar verde”, consistia em passar uma informação que poderia ser correta ou não, apenas para receber de volta a informação relevante. Caso ele confirmasse que seria no período da noite eu diria. -Correto, assim como ele havia me dito… Então, acontece que devido a alguns ajustes na sua agenda com a marinha ele precisa que o navio chegue a ilha no máximo até as 15 horas, período da tarde, peço perdão transtorno, iremos pagar qualquer taxa de re-agendamento caso necessário, só me mandarem o número da conta da empresa e depositarei a taxa.-. Faria o deposito da taxa caso necessario e o mesmo esquema de dialogo para caso ele dissesse que o periodo da vistoria seria de tarde, mas dessa vez agendado para às 8 horas da manhã, e se o período da vistoria fosse de manhã pediria que chegassem ainda mais cedo, de madrugada às 3 horas da manhã. Se a loja me pedisse informações como o numero do pedido eu tentaria lembrar se havia memorizado algo do tipo na agenda do capitão e então diria a eles o número, caso eu não soubesse nada disse tentaria enrolá-lo com alguma desculpa. -Número? Do que isso se trata afinal? Yasuhiro não me disse absolutamente nada sobre isso, você está insinuando que isso foi falha dele? Vocês deveriam ter avisado a ele ao menos que isso seria necessário! Agora sabe se lá quando eu irei conseguir avisá-lo sobre essa falha miserável de comunicação…- Se isso fosse suficiente para fazer a loja ceder eu me despediria após reagendar a vistoria e desligaria, então pagaria o valor correspondente a ligação para um dos responsáveis. “O que foi? Tá achando que eu sou maluco de caçar briga com o banco mundial por conta de centavos agora? Já não basta o Hitman e possivelmente a marinha atrás de mim não??”

Deixaria o banco junto de Pietra e me sentiria um tanto quanto sem rumo a partir dali, só me restava esperar o dia da execução da parte mais audaciosa do meu plano, sendo assim olharia para Pietra coçando a cabeça com o dedo e diria. -E aí, quer fazer o que agora?-


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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptySab 12 Dez 2020, 13:49


Narração - Cory Atom



- Sim. E sequer consigo me acostumar com a sensação de ser perseguida. - Pietra falava com as sobrancelhas levemente deformadas em raiva, mais uma de suas expressões quase inexpressivas que só se podiam notar com bastante atenção. Mas logo a ex-mafiosa encarava Cory de baixo a cima em um quase-riso avaliando suas vestimentas. -Não quero falar sobre isso…

Os dois seguiram caminhando por uma Las Camp ensolarada sentindo constantemente os arrepios na nuca de estarem sendo perseguidos. Pietra nunca olhava para trás, mantendo o pescoço duro e o olhar doravante. -Tudo bem… Isso deixa tudo mais emocionante não concorda? - Ela apenas deu mais um quase-sorriso e piscou. Quando seus olhos abriram, as pupilas estavam apontadas para o lado, direcionadas a Cory, e suas pálpebras se fechavam como se sorrisse.

Chegaram até um banco em uma das praças da Universidade em que os alunos estavam em aula e portanto o pátio estava vazio e Cory, já de roupas trocadas, terminou de contar para Pietra tudo o que ocorrera. Ela ouviu a história com bastante calma, sentando-se num banco de braços e pernas cruzadas com sua maleta ao lado. A sacola em que Cory guardara suas roupas de marinheiro estavam do outro lado dela.

Quando Cory disse-lhe seu plano e falou sobre a parte que contaria para ela depois teve de se esforçar para permanecer impassível. Às vezes parecia que ela era quase tão curiosa quanto o ladrão. Ou talvez fosse apenas a sua fome por espetáculos.

- Bem... Prossiga com o seu plano. Eu irei continuar aqui. - Ela abria a maleta cheia de armas e tirava um jornal dela. Trocava a perna de apoio pela perna que estava cruzadas as invertendo e prosseguia a leitura tampando o rosto com o jornal.

Cory não se sentiu perseguido durante todo o seu caminho até o banco.

Ao adentrá-lo o atendente continuava sendo o mesmo da vez anterior. Ele foi bastante solícito com Cory mais uma vez, e ele logo seguiu até a área de Den Den Mushi.

- Me desculpe, senhor... Mas as ligações de Den Den Mushi só são possíveis entre sedes do Banco Mundial. Nós não poderemos discar este número... - Tal detalhe acabava por arruinar todo o plano que Cory possuía. Teria de se reinventar mais uma vez.

Jerry:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptySab 19 Dez 2020, 19:11




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Tom&Jerry


“Ah pronto….” E foi assim que o plano de roubar o navio em las camp havia fracassado

. E o de roubar o navio em Illusia começava.

-Sério isso? Mas que grande mer…- Reclamaria com a pessoa que havia me dado a noticia do banco, mesmo sabendo que ele não tinha culpa, mas minha frustração não conseguia ser contida, nem mesmo pelo meu temperamento sempre tão calmo.

Eu conseguia ver claramente o rosto de hitman se divertindo com aquilo tudo, prevendo meus movimentos como se tratasse de algo óbvio, e me sentia um verdadeiro perdedor sabendo que minha chance de conseguir entrar no navio antes do capitão era praticamente nula e por isso toda a ideia principal do plano havia ido por água abaixo, ao mesmo tempo instigava minha curiosidade saber que eu teria que ir para illusia, eu não fazia nem ideia do que se passava naquela ilha, como eram seus habitantes ou a quantidade de dinheiro que carregavam em suas carteiras, conhecer aquela ilha seria talvez tão divertido quanto roubar aquele navio nobre. Não, eu não havia me esquecido daquele bilhete que tinha deixado para o hitman encontrar, meu plano era que ele encontrasse esse bilhete só no ultimo monento do roubo, mas agora com as circunstância modificadas ele teria que encontrá-lo antes de eu ir até illusia com Pietra, isso era tão importante quanto roubar o barco em si.

Foi então que eu me toquei... Se Hitman previa todos os meus movimentos, então só havia uma forma de engana-lo...

Iria até uma papelaria e compraria um bloco de notas e um lápis, me ausentaria novamente de roubar a papelaria por se tratar de um roubo muito pequeno, seria apenas uma perda de tempo, então escreveria no papel a seguinte mensagem para pietra:
bilhete escreveu:
“Vá atrás de um barco de fuga,e me espera no mesmo lugar que a gente chegou na ilha, vamos ter que continuar o plano em illusya. “
então iria até o local onde Pietra estava e quando a encontra-se falaria com certo pesar: -O plano falhou… Acho que vamos ter que nos contentar com um plano menor…- Falaria para ela cabisbaixo e cerrando os punhos ainda remoendo o fato de ter falhado - Eu gastei todo meu dinheiro daqueles dendenmushi, então vamos roubar uma lanchonete e recuperar um pouco do prejuizo, depois vamos tentar algo maior- Diria em alto e bom som, para que tanto Pietra quanto qualquer outra pessoa ao redor pudesse escutar, inclusive Hitman, caso minha suspeita de que ele me espionava o tempo tudo estivesse certa. Antes que Pietra pudesse me julgar eu fingiria um tropeço e colocaria o bilhete em algum bolso da sua calça, ou do proprio terno, usando minha habilidade de mãos leves para que ninguem conseguisse suspeitar que eu havia o plantado ali, então sussuraria em seu ouvido: -Olha no seu bolso…- Olharia em seus olhos e piscaria com o olho esquerdo, para que ela percebesse que se tratasse de um blefe e então continuaria a dizer em voz alta o plano falso. -Ops, desculpa por isso, onde eu parei mesmo… Ah sim, a lanchonete! Quando eu terminei de jogar xadrez com aquele mafioso idiota eu acabei indo em uma lanchonete dentro da universidade, o a questão toda não é só roubar a lanchonete, vamos discutir mais sobre o resto do plano lá dentro, eu tenho praticamente certeza de que o Hitman não me seguiu até aquele lugar, então ele não deve fazer de que eu planejaria um roubo naquele lugar, vai ser muito facil! - Olharia para o rosto de Pietra desconfiado, para ter certeza de que ela havia entendido que se tratava de um blefe, independente da sua reação eu diria. -Não é seguro a gente continuar falando sobre esse plano aqui, quando estiver pronta me liga  por denden mushi, eu vou estar esperando na universidade, para realizarmos o “plano”.- Daria enfase na palavra plano, fazendo com que ela parecesse suspeita e então viraria de costas para Pietra e iria em direção a universidade.

“Quais eram as chances de Hitman cair naquele plano? Nem precisa me dizer… São Zero!”. O motivo era um só:  Hitman já sabia que não fazia nem um pouco meu estilo realizar roubos assim tão fracos, mas se as chances eram nulas então por que forjar um plano tão idiota e simples? Oras, como ele estava sempre um passo na minha frente usaria isso para fazer com que ele percebesse que meu plano era falso, mas por não saber qual seria o plano verdadeiro em si  ele iria pelo caminho mais lógico de me seguir para saber o verdadeiro plano e nesse momento ele estaria preso na minha armadilha.

Quando conseguisse uma certa distancia de Pietra eu abriria um largo sorriso e começaria a andar um pouco mais rápido em direção a universidade rumo a biblioteca, dentro da biblioteca eu pediria a algum dos funcionários se eles teriam algumas sobre a planta da universidade e começaria a estudá-las, ou fingir que estava as estudando, pegando meu bloco de notas fingindo que estaria fazendo anotações sobre as plantas, enquanto na verdade estaria escrevendo um outro bilhete, que diria:
bilhete escreveu:
“Vá para a diretoria e diz que precisa falar com a diretora Nia, o dinheiro está no bolso do casaco.”
O motivo daquilo tudo era ganhar tempo suficiente para Pietra conseguir arranjar o barco e fazer Hitman suspeitar que eu estava querendo fazer algum roubo dentro da universidade. Enquanto eu não recebesse a ligação de Pietra continuaria tentando enrolar Hitman fazendo mais alguns atos suspeitos, como perguntar a alguns alunos se eles sabiam se a diretora da universidade estava por lá hoje, ou se haviam muitos seguranças dentro da universidade.

Quando recebesse a ligação de Pietra eu diria: -Otimo, vamos dar inicio ao plano principal de uma vez, te falo quando eu entrar na diretoria, fica na lanchonete como nós combinamos...- Então iria até o banheiro da biblioteca e ficaria de olho na entrada para ver quem chegava lá, assim que um garoto com mais ou menos os mesmos aspectos fisicos meus entrasse no banheiro eu o abordaria dizendo. -Ei! Quer ganhar 10 mil berris e um casaco de pele novinho? Então faça isso que eu anotei no bilhete, ah! não esqueça de não tirar o capuz…- Colocaria 10 mil berris no bolso do casaco como havia dito e andaria com o resto na bolsa da gaivota, então deixaria o universitario sair do banheiro e cerca de d 5minutos depois eu sairia o mais rapido possivel, rumo ao ponto de encontro que havia planejado antes com Pietra.

Se tudo aquilo desse certo eu conseguiria imaginar bem a cara de Hitman abordando o garoto e vendo que não era eu, então indo até a lanchonete para ver o que eu estava planejando lá e recebendo minha mensagem, aquilo não poderia ser mais engraçado! Mas claro, eu não estava lidando com uma pessoa comum, era ninguem mais ninguem menos que o mafioso mais inteligente de todo o West blue, engana-lo seria quase impossivel, era justamento por isso que aquilo tudo era tão divertido! Mesmo sabendo que talvez eu só saberia se ele havia caido no meu plano quando nos encontrassemos novamente, o que provavelmente resultaria na minha derrota, eu me divertiria muito até lá imaginando sua cara de surpresa ao ver que eu estava na frente de seus planos o tempo inteiro.

Quando encontrasse Pietra provavelmente já estaria esbaforido de tanto correr em direção ao local, mas juntaria o maximo das minhas forças para pular no barco de fuga e dizer: -Só bora vazar daqui!! Não dou nem 2 minutos pro Hitman perceber que tudo se tratava de um blefe!- E caso corresse tudo bem e saissemos da ilha eu riria o trajeto inteiro e balançaria Pietra de um lado para o outro em comemoração dizendo quase como cantando: -A gente enganou o mafioso babaca! HAHAHAHAHHAHA-
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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptySab 19 Dez 2020, 23:01


Narração - Cory Atom



Pietra mantinha uma expressão de tédio para todo o falatório de Cory.

Ela levava uma das mãos até atrás de uma das orelhas e a coçava um tanto envergonhada, como se achasse que se o Hitman realmente estivesse ouvindo tudo aquilo ele estaria vendo com muita facilidade através do plano. Piscava bem devagar quando o recado era posto em seu bolso e caminhava para longe de Cory com uma cara de quem comeu algo amargo sem nem se despedir.

Já dentro da biblioteca, diversos alunos se espantavam com o barulho que o ladrão fazia ao analisar a planta da universidade abrindo e fechando mapas, caminhando de um lado para o outro e ficando constantemente com uma expressão pensativa...

- Ei, o mapa está de cabeça pra baixo... - Sussurrava um deles pra um Cory com os dois dedos no queixo como um intelectual.

- PURURURU PURURURU PURURURU... PURURURU PURURURU PURURURU... - ''Shhhhhhhhhhhh'' respondiam diversas vozes quando o telefone tocava na biblioteca. - Está feito. - Dizia Pietra. E sua voz parecia bem mais seca do que o normal.

Conseguira a embarcação em menos de uma hora, e logo o plano já poderia ser cumprido.

Cory se dirigiu até o banheiro e viu Jerry caminhando pelo corredor em outra direção. O louco caminhava com os braços soltos como se cantarolasse e quando notou o ladrão entrando no banheiro parou e acenou com um olhar risonho. Quase orgulhoso.

-Ei! Quer ganhar 10 mil berris e um casaco de pele novinho? Então faça isso que eu anotei no bilhete, ah! não esqueça de não tirar o capuz… - O universitário que havia acabado de entrar no banheiro dava um sorriso bastante esperto. Como se tivesse acabado de ganhar na loteria. - Hehehe.. Antes eu só preciso realmente ir ao banheiro - E então vestia o casaco de Cory sem sequer lavar as mãos na saída.

Saía cinco minutos após ele e o corredor parecia ter uma aura completamente diferente.

Diversos alunos se encostavam nas paredes e outros encaravam pelas frestas das portas o movimento.

Cory caminhava no centro do corredor e era simplesmente surpreendido por algo de aterrorizante.

Do outro lado, acompanhado por diversos marinheiros, com uma postura completamente alinhada e uma expressão muito mais inflexível e impassível que a de qualquer mafioso que já encontrara, Yasuhiro Nohara, Capitão da Marinha de Las Camp e principal alvo do roubo de Cory Atom caminhava no corredor.

Apenas os dois estavam ali, e Cory, não apenas por estar sem o seu casaco após muito tempo, se sentia completamente nu.

A aura imponente que se dispersava na forma como o homem caminhava, sua expressão gélida e o óbvio poder que dele era emanado criavam uma tensão contra o ladrão que apenas conseguira atravessar o corredor indo de encontro ao marinheiro sem tropeçar ou parecer suspeito graças ao seu sangue frio.

Como Cory era o único ''aluno'' que não havia parado e se encostado na parede para abrir espaço e prestar respeitos ao Capitão, no momento exato em que um passou ao lado do outro o cara-de-pau pôde sentir um olhar pesado sobre si, que praticamente soava como uma ameaça, mas que na verdade era a mais absoluta intenção de aplicar disciplinas aquele aluno estranho e distraído.

Pietra guiou Cory até o bote quando se encontraram na lanchonete. Nenhum dos dois falou nenhuma palavra.

Completamente silenciosa, a navegadora começava a remar o bote em ótimo estado que encontrara... Indo em direção a Illusia Kingdom.

Jerry:
 

Hitman:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyDom 20 Dez 2020, 00:24




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Se a canoa não virar ole ole ola


O que Jerry fazia numa biblioteca era realmente um misterio, não duvido até agora que aquela sensação de perseguição era por conta dele me seguindo, com um daqueles tios sem noção, ele era algo parecido com isso para mim.

Eu me sentia imóvel, paralisado, não haviam palavras no meu vocabulário para descrever aquilo que eu sentia, era como se tivessem apertado meu peito tão forte que me faltava ar, de forma que era quase impossível não levar a mão ao peito e aperta-lo como se fosse de fato uma dor física. “exatamente… O maldito daquele moleque sequer lavou a mão antes de pegar o meu casaco! “

Fora isso tinha é claro aquele marinheiro, sua aura intimidadora era levemente parecida com a de Hitman, exceto pelo fato de eu sentir que ela não era direcionada para mim, mas no momento em que ele me olhou eu consegui sentir um pouco daquela sua força tão famosa na ilha, não era como se me afetasse muito, estava ocupado demais pensando em como iria conseguir um casaco parecido com o meu…

Já no bote com Pietra senti pela primeira vez um alívio, como se tivesse terminado uma prova muito longa, mas eu sabia que na verdade tudo tinha acabada de começar, então não estava com a guarda completamente baixa ainda, mas como a viagem até illusia seria relativamente longa eu queria mesmo era interagir um pouco com Pietra, entender mais sobre suas ambições, família, altura, habilidades, tudo por pura curiosidade. -Então… Me conta mais sobre sua familia, quer dizer, eu sei que eles são mafiosos e tudo mais, mas não tinha ninguém lá que você gostasse mais?- Se ela não respondesse ou só negasse diria em tom de que já imaginava. -É acho que somos meio parecidos nisso…- Caso ela me desse alguma resposta sobre essa tema continuaria desenvolvendo outros. -E quanto aquela mulher que você quer encontrar, qual o nome dela? Como vocês se conheceram? Qual a idade dela e… Ok perguntas de mais, só me fala o nome mesmo.- Esperaria com um olhar afiado sua resposta, eu realmente me importava com sua historia e passado, embora tudo parecesse uma grande brincadeira, após receber minhas respostas lançaria uma nova perguntava, talvez a ultima da viagem. -E o que você sabe fazer além de pilotar? Sabe lutar com facas como eu por exemplo? Eu posso te dar uma aulas se você quiser hehehe.- Uma vez tendo essa resposta abriria uma brecha para caso ela quisesse me perguntar algo. -Ok, fim do interrogatório, pode me perguntar o que você quiser, se você quiser né…- Olharia para ela com um olhar já sem esperança de que ela me faria uma pergunta e se minha expectativa se concretizado ficaria calado o resto da viagem até illusia.


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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyDom 20 Dez 2020, 11:12


Narração - Cory Atom



O bote possuía realmente bastante qualidade, sendo completamente pintado de preto. O mar estava bastante tranquilo, quase como se fosse um lago, mas Pietra remava com uma expressão como se ela fosse o próprio Coronte. Não olhava Cory nos olhos, apenas encarava o horizonte.

. -Então… Me conta mais sobre sua familia, quer dizer, eu sei que eles são mafiosos e tudo mais, mas não tinha ninguém lá que você gostasse mais? - Ela seguia encarando o horizonte. - Não... - Respondia distante. -É acho que somos meio parecidos nisso… - Mantinha-se em silencio.

-E quanto aquela mulher que você quer encontrar, qual o nome dela? Como vocês se conheceram? Qual a idade dela e… Ok perguntas de mais, só me fala o nome mesmo. - Pietra começou a falar um tanto quanto séria... E até mesmo alinhou seus lindos cabelos crespos como se buscasse se arrumar mais apenas por pensar naquilo. Seus olhos sorriram e ela parecia agora encarar um horizonte diferente... Começava a falar mais do que o normal.

- Seu nome era Flora. Flora Profiacce. Nós duas temos a mesma idade... E a minha primeira missão foi protegê-la... - Sorria-se e até mesmo parava de remar por um instante. - Eu era a melhor atiradora entre as crianças, e por isto mesmo me designaram como a guarda-costas dela. Mas só que... Flora era muito rebelde e odiava os pais mafiosos. Não que ela se importasse com eles serem criminosos ou qualquer uma dessas besteiras moralistas... O que ela detestava mesmo era a falta de liberdade. E por isto eu não podia agir como sua guarda-costas, mas como sua amiga, ou ela não me aceitaria como guarda-costas. Desde muito novas sempre estávamos juntas.. Talvez desde os oito anos de idade. E ela sempre me falava que, como arqueóloga, o próximo passo para ela seria conhecer o mundo e investigá-lo com os próprios olhos... Foi então que eu decidi aprofundar meus estudos em Navegação... Eu iria criar o nosso próprio plano de fuga. - Os olhos de Pietra se tornavam ígneos, e a ex-mafiosa parecia até mesmo fazer o mesmo olhar que fizera quando decidira que aquela seria o futuro das duas. - Um dia, sem eu sequer imaginar, ela me beijou de repente. Foi daí que eu comecei a repensar toda a nossa amizade e a necessidade de escapar se tornava ainda mais necessária... - Uma de suas sobrancelhas tremia triste. - O nosso primeiro plano falhou, e o pai de Flora a pôs em alguma ilha secreta da Grand Line... - Voltava a remar e dava as costas a Cory. - Eu nunca fiz promessa alguma pra ela de que iria resgatá-la. Mas eu tenho certeza, Cory... Certeza de que ela está me esperando. Lendo os seus livros de história em algum castelo impenetrável, imaginando o mundo do lado de fora e aguardando que eu venha resgatá-la...

Ela continuou remando durante algum tempo até que o bote pareceu ter sido pego por uma correnteza e ela finalmente parou para descansar.

-E o que você sabe fazer além de pilotar? Sabe lutar com facas como eu por exemplo? Eu posso te dar uma aulas se você quiser hehehe. - Pietra se encostava na amurada do bote, olhando para o mar ao invés de para o ladrão que estava a sua frente, encostando os dois cotovelos sobre o muro, e repentinamente voltava a ficar monossilábica.

- Eu sei como atirar. E também algumas histórias das ilhas do West Blue... - Apertava o olhar ao se lembrar disto.

-Ok, fim do interrogatório, pode me perguntar o que você quiser, se você quiser né…

- Infelizmente não teremos tempo para isto agora, Cory. Em pouco tempo estaremos chegando à ilha... E eu esqueci de te contar algo. - Seu tom era mortalmente sério. - Illusia Kingdom é a ilha mais protegida do West Blue. Recebendo proteção tanto da Marinha quanto do Governo Mundial... - Ela se apoiava ainda mais sobre a amurada para ver a ilha se aproximando distante. - O Porto de Thala, o principal porto da ilha, é sempre supervisionado por marinheiros. E todos os barcos avistados por eles são parados e interrogados... A esta altura, talvez até já tenham nos visto, o que tornaria mais suspeito tentar entrar por outra direção... Todas as vezes em que eu já embarquei aqui anteriormente foi com a ajuda da Máfia e de suas influências internas e sutis entre os marinheiros... De tão acostumada com isto, até mesmo me esqueci, Cory... Mas em breve teremos de arranjar um jeito... Um jeito de enganar a justiça da ilha mais protegida do West Blue..

Do porto, era possível ver o brilho forte sob a luz do sol de uma luneta apontada pra eles.



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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyDom 20 Dez 2020, 17:20




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Chuva acida



Era bom ouvir Pietra abrir o coração, era a prova que ela não era totalmente inflexível afinal. Era quase impossível não sorrir ao ouvir a história de Pietra e de Flora, que me lembravam as histórias de fantasia que eu lia quando era criança, mas ainda melhor, porque não era um príncipe encantado que salvava a donzela indefesa, o que quebrava aquele velho paradigma já manjado. Histórias de amor nunca me chamaram muita atenção, porém a de Pietra realmente me encantava.

Ficaria de pé em cima do bote e olharia em direção ao brilho, levando uma das mãos aos olhos e acenando com a outra, mostrando que não estava querendo me esconder da visão deles ao mesmo tempo que falaria com Pietra. -Flora é um nome bonito, é quase o oposto do seu!- Diria isso de forma completamente ingênua, embora  o sarcasmo de dizer que seu nome era feio teria sido completamente proposital. -Estou ansioso para conhecê-la, ela parece ser muito importante pra você…- Evitaria contato visual com Pietra, pois comentar sobre aqueles assuntos românticos me deixava levemente desconfortável. Quando ancorássemos no porto minha maior preocupação seria com alguma espécie de revista dos marinheiros, havia muita coisa na minha bolsa que poderia ser muito dificil de explicar, como o carimbo do tenente Curry e os materiais de falsificação.... Portanto algum momento antes de atracar eu tiraria o fraco do veneno flor de toroa da bolsa e ficaria com ele em mãos, para preparar uma armadilha no caso de uma revista.

-Olá senhores marinheiros, meu nome é Cory! Cory Atom. Antes de vocês me perguntarem eu não sou parente do Tenente Curry Atom, muita gente acha isso…- Diria no caso de trombar com marinheiros, já estava farto de usar o nome do tenente Curry em absolutamente todas as situações com a marinha, queria resolver algumas com o meu próprio nome. Se os marinheiros -ou o marinheiro viesse só um- viessem fazer uma revista depois da minha fala eu diria sem demonstrar um pingo de preocupação: -Uma revista é? Sem problema nenhum meus nobres defensores da justiça!- Se então um deles viesse em minha direção eu tentaria desviar a atenção olhando para o horizonte dizendo: -Aquilo é um navio pirata?- Quando eles olhassem eu pingaria uma gota do veneno da flor em uma parte exposta do corpo do marinheiro que estivesse me revistando, em seguida diria. -Vocês sentiram esse pingo? Acho que vai chover…- Então olharia para o céu na intenção que eles olhassem junto comigo e então daria um passo para trás, como se estivesse procurando uma nuvem. -Nah acho que não. o céu tá tão limpo… Deve ter sido o mar!- Então se o marinheiro começasse a sentir algum sintoma como coceira eu diria. -Ta tudo bem cara? Será que era chuva acida?...- me indagaria andando de um lado para o outro, então se houvessem outros marinheiros diria para qualquer um deles. -Ei que tal você me revistar?- E então no momento que ele viesse usaria minhas mãos leves para pingar o veneno em seu corpo sem que ele nem percebesse, fazendo com que ele tivesse o mesmo sintoma do outro marinheiro. Nesse ponto talvez alguém começasse a estranhar aquela reação alérgica, por isso fingiria que também estava com coceira e diria. -Eu acho que é chuva acida mesmo! Meu corpo não para de coçar aaah!!- e se houvesse mais algum marinheiro diria. -Você também ta sentindo isso cara?- ele obviamente não estaria então diria. -Acho melhor a gente sair daqui logo, fiquei sabendo que esse tipo de chuva causa umas bolhas terriveis no corpo… Vamos, faz essa revista logo!- Se ele ficasse muito assustado e saisse correndo junto com os outros marinheiros (caso houvessem)  eu iria para dentro da cidade pacificamente com Pietra, caso ele se apressasse em fazer a revista eu pingaria o veneno nele.

Continuaria convidando os marinheiros a me revistar até que todos estivessem contaminados pelo veneno ou desistissem da revista, então cataria minhas coisas e diria. -É gente acho que não vai dar pra fazer a revista dessa vez… Adeus!- e sairia andando por eles como se nada tivesse acontecido.

Se não houvesse nenhum tipo de revista só falaria para Pietra esconder aquele barco e iria na frente explorar a ilha.

Chegando na cidade principal daria uma boa olhada ao redor, eu mal poderia esperar para matar minha curiosidade a respeito daquela que parecia ser a ilha mais segura de todo o West Blue e em segundo lugar teria que encontrar logo aquela loja de navios nobres, o mais provável era que ela se encontrasse próxima do litoral da cidade, então começaria dando uma volta por lá, livre e despreocupado, como os ladrões deveriam ser.


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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyDom 20 Dez 2020, 23:49


Narração - Cory Atom



-Flora é um nome bonito, é quase o oposto do seu! - O olhar de Pietra para o Cory em pé, completamente seguro, já pondo mais um plano louco em prática ao mesmo tempo em que a elogiava distraído era de.... Infelizmente Cory não o via. Pois tinha vergonha de conversas sobre sentimentos. -Estou ansioso para conhecê-la, ela parece ser muito importante pra você… - O pequeno bote deslizava em direção ao porto como se fosse completamente inocente.

Pietra cruzava as pernas e se encostava no bote, deixando que a correnteza a levasse até um ponto em que voltou a remar. Cory seguia de sangue-frio e preparado para o golpe que se aproximava.

O marinheiro com a luneta observava os dois se aproximando, e a sombra do boné da Marinha tampava o seu rosto totalmente, deixando-os observarem apenas o seu uniforme.

Era possível notar diversos marinheiros trabalhando naquele porto, cada um deles fazendo uma observação absolutamente intensiva dos navios que aportavam.

Apenas de olhar a quantia de homens da lei Cory já podia saber que o seu veneno não seria o suficiente para todos.

Dentre eles o marinheiro com a luneta e com o rosto misterioso os observava intensamente. O barco se aproximava cada vez mais e os olhos como que os de uma aranha predatória aguardavam-nos...

De repente, logo após anotar algo em uma caderneta após mal olhar para os dois, o homem simplesmente lhes dizia: - Muito bem... Podem passar. - E ele mesmo ajudava a arrumar o bote negro no porto.

Pietra e Cory adentravam o porto mais seguro do West Blue com facilidade e sem nem mesmo ter de fazer algo.

Os dois caminhavam pelos marinheiros e adentravam a cidade...

Era possível ver as construções modernas, diversas casas e prédios circundando o comércio intenso da ilha. Carroças carregavam os mais diversos produtos em várias direções e ao longe era possível ver um imponente castelo, do tipo que Cory nunca havia visto, sendo circundado por diversos cavaleiros muito bem armados.

Nobres caminhavam em carruagens, e era possível para um gatuno como o nosso antiherói notar pessoas com os mesmos trejeitos da Agente Ann se espreitando pelas sombras, cavaleiros com armaduras e de peitos estufados prontos para matar ladrões e marinheiros andando em grupos de maneira que ele nunca havia visto antes. Aquela ilha certamente possuía as mais diversas proteções contra os bandidos.

Cory possuía um bom palpite, e logo caminhava por entre os comércios de forma paralela à praia até se encontrar com uma loja de navios relativamente próxima ao porto chamada ''NAVIOS NOBRES - ILUSIA KINGDOM'', o mesmo nome que vira na agenda do Capitão de Las Camp.

A loja possuía a mesma arquitetura que um pequeníssimo castelo, tendo o tamanho de uma casa normal com uma torre à sua frente. Atrás desta torre havia uma enorme construção em um formato retangular de depósito, tão grande que provavelmente terminava na praia, como era típico dos locais de construção naval. À porta da loja um jovem todo vestido de armadura e usando uma lança, com um olhar cheio de vontade, energia e determinação, se prostrava aguardando quem quer que fosse chegar.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptySab 26 Dez 2020, 16:46




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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castelinho


Embora fosse um  alivio  não ter que passar por uma revista logo de cara ao chegar na ilha me sentia um tanto frustrado por não poder colocar meu plano de envenenamento em ação. “Droga, ele parecia tão incrível na minha cabeça….”.

Quando meus olhos vislumbram o primeiro risco de luz vindo daquela cidade eu imediatamente perco o fôlego ao ver como tudo lá parecia ter saído de uma história de fantasia. -P-pi-Pietra… Você tá vendo a mesma coisa que eu ou será que estou sonhando acordado?- Diria para a navegadora, quase não conseguindo controlar a empolgação. -Aquele cara… Aquela cara está…. Usando armadura!!!-

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Dispararia na frente dela correndo  com o bloco de notas na mão, como se fosse entrevistar aquelas pessoas, aquilo parecia mais um evento de “cosplay” gigantesco, de forma que até me custava admitir que era tudo de verdade, mas antes de fazer alguma maluquice me lembraria de que para eles aquilo era sim tudo de verdade e que se um maluco aparecesse com um bloco de notas assim ele poderia ser inclusive preso e tudo que eu não queria era ser preso numa maldita prisão medieval… “Eu li uma vez que eles prendem as pessoas loucas em masmorras escuras embaixo da terra, cara isso deve ser claustrofóbico….". Então dando dois tapas no meu próprio rosto voltaria a realidade e guardaria minhas anotações para depois, agora o importante era aquela loja que eu via mais na frente  desviaria toda minha curiosidade para ela, afinal dentro daquele depósito provavelmente estava o navio que eu tanto almejava. -Olha só Pietra, a loja! Hahaha foi mais fácil do que eu imaginei achar ela!- Diria à Pietra estufando o peito com ares de confiança medieval, inspirado naquela atmosfera da ilha, como se nem tivesse visto a loja de tão empolgado que estava com o cara de armadura. -Agora a questão é… Como vamos entrar aqui… Ah tanto faz vamo pela frente mesmo!-  Se ela me questionasse dizendo que era uma má ideia daria dois tapas em seu ombro e diria. -Ah relaxa! Eu já li várias vezes sobre isso em livros de historia medieval, é só mandar um papo sobre honra, saca só!- Tossiria como se estivesse aquecendo as cordas vocais e então me aproximaria lentamente da entrada, com um sorriso no rosto para falar com o guarda da entrada.

-Boa tarde nobre guerreiro eu e minha honrada....- Faria uma pausa por não saber como me referir a Pietra naquela situação. -Assistente! Viemos verificar a situação do barco que solicitamos a empresa, pode nos deixar passar por gentileza?- Nessa hora viraria para trás e daria uma piscada de olho para Pietra, como se tivesse mandado a labia infalivel, porém se ele não permitisse a minha passagem por qualquer motivo, sejá uma lista na qual eu não estava citado ou uma simples desconfiança da minha pessoa eu insistiria. -Oras, deve haver algum engano, todo mundo lá dentro me conhece, sou um cliente bem assiduo da loja…- Mas se nem isso fosse suficiente para o  jovem guarda me deixar passar eu teria que recorrer a metodos não usuais. “Sim… O veneno de novo! A segunda tentativa custuma dar sorte.”. Não seria fácil envenenar aquele guarda visto que seu corpo estava todo coberto pela armadura, mas suspeitando que ele era um homem de honra olharia para o lado espantado e diria da forma mais natural possível. -Majestade!- Então faria uma reverencia medieval, aquela em que se agacha, apoia-se um dos joelhos no chão e se abaixa a cabeça, para que o guarda expusesse sua nuca no reflexo de reverenciar a autoridade, então iria pingar uma ou duas gotas do veneno na parte exposta de seu corpo amadurado e seguiria pacificamente para a entrada da loja, mesmo que ele tentasse me deter eu desviaria para o lado com muita naturalidade, sabendo que era só uma questão de tempo até que o veneno começasse a causar coceiras em seu corpo e o imobilizasse sozinho, e então diria a para Pietra. -Que infelicidade! Nosso nobre guarda parece estar tendo alguma reação alergica… Por gentileza Pietra, acompanhe ele um lugar mais quieto, ele realmente precisa de uma ajuda.- Sorriria sarcasticamente para ela e seguiria para dentro daquela miniatura de castelo. Se nada daquilo fosse necessario e ele só permitisse minha entrada eu apenas entraria para ser atendido por alguem lá dentro.

Uma vez dentro da loja que eu apelidaria de “castelinho” eu me preocuparia em falar com um dos encarregados para dar uma olhada no tal navio do capitão. -Olá, o guarda lá fora permitiu minha entrada, eu vim ver o barco encomendado por Yasuhiro Tohara.- Como já havia passado pela segurança externa eu não me preocuparia tanto em inventar uma desculpa para ver o barco, mas caso o atendente do local me perguntasse o motivo eu já teria uma resposta pronta. -Nada que exija muita burocracia, Yasuhiro apenas me enviou para que tivesse certeza que o barco estaria minimamente arrumado para o dia da entrega, sabe como são os homens da lei, sempre muito cautelosos com os detalhes.-. Então esperaria que o homem ou outra pessoa me guiasse até o barco, para que eu finalmente pudesse ver como ele se parecia de fato, eu esperava algo épico mas não sabia como era o gosto do homem para navios, portanto tentaria manter a expectativa baixa para evitar desilusões. Uma vez tendo visto o barco eu olharia para o homem que me guiaria para a revista ou então iria para algum outro e diria. -Parece que está tudo certo com o navio, você pode deixar um recado a mando de Yasuhiro para o mestre encarregado dessa obra de arte? Diga eu preciso encontrá-lo o quanto antes para conversar sobre ultima revista do navio que acontecerá em Las camp.- Mostraria meu dendenmushi para que o homem pudesse de alguma forma ter meu contato e diria. -Por favor me contatem quando ele estiver disponível… Obrigado.- Sem dar mais nenhuma explicação sairia do castelinho e voltaria a passear pela ilha até que o encarregado pela obra do navio me contatasse pelo dendenmushi.







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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 3 EmptyTer 29 Dez 2020, 15:31


Narração - Cory Atom



- Bom, é claro. Todos os nobres são bem-vindos à Navios Nobres. Eu só vou precisar saber o nome de vocês... - O guerreiro era bastante caloroso e educado, mas em momento algum deixou de lado a sua espada bem segurada em ambas as mãos.

-Majestade! - Cory meneou em uma direção aleatória, e o guerreiro automaticamente abaixou a cabeça e se ajoelhou para cumprimentar o fantasma de algum nobre caminhando ao lado deles.

- Hã? O quê... Mas qual das princesas era... - Dizia se levantando confuso. - AH! aIAiaiai... - Começava a coçar as próprias costas e a pular. A espada caía barulhenta no chão enquanto ele se debatia. - Deve ser um carrapato... AH... AH...

-Que infelicidade! Nosso nobre guarda parece estar tendo alguma reação alergica… Por gentileza Pietra, acompanhe ele um lugar mais quieto, ele realmente precisa de uma ajuda. - O envenenamento de Cory havia funcionado. E com apenas uma gota despejada no pescoço desnudo do guarda ele conseguira desestabilizado. Pietra segurava-o pela mão e caminhava junto a ele para um outro lugar...

O depósito era enorme. Era uma construção quadrada e um tanto quanto escura, mas que a partir da metade dela havia um enorme canal com navios já prontos ancorados. A parte líquida da estrutura já era o próprio mar, embora que coberto pela estrutura, e dali os navios sairiam em direção aos seus clientes. Diversos construtores carregavam toras de madeira para todos os lados, constantemente. Pareciam que muitas pessoas trabalhavam ao mesmo tempo por ali.

-Olá, o guarda lá fora permitiu minha entrada, eu vim ver o barco encomendado por Yasuhiro Tohara. - Um homem com cerca de dois metros e vestido com uma túnica negra que mais parecia um vestido fazia um sorriso falso para Cory. - Ah, olá... Eu me chamo Rico. Mas você já deve saber... Sou o dono da Navios Nobres... Yasuhiro Tohara é um grande cliente, certamente... Hihihihi... - Sua risada era bastante aguda e ansiosa, e ele alisava muito as palmas das mãos enquanto falava, se curvando para ficar próximo à altura de Cory. Ele não perguntou a razão do jovem estar ali, mas abriu os olhos rapidamente e cerrou os lábios em um sorriso fechado de uma forma que servia como a pergunta. -Nada que exija muita burocracia, Yasuhiro apenas me enviou para que tivesse certeza que o barco estaria minimamente arrumado para o dia da entrega, sabe como são os homens da lei, sempre muito cautelosos com os detalhes.

- Hihihihihi.... Certamente.... - Sua risada aguda e incômoda acabava bruscamente conforme se virava de costas para Cory em um gesto que embora não fosse mal-educado era bastante grosseiro. - Vamos... Acompanhe-me, querido... Qual o seu nome mesmo? - Dizia mas ignorava a resposta. Era do tipo que não se importava muito com serventes.

Ao se deparar com o navio, o ladrão veria a coisa mais bem ornamentada que vira nos últimos dias.

O navio era completamente branco... Não, mas do que isto. O navio era absolutamente alvo. Toda a sua construção, desde as velas até a madeira, tudo era absolutamente limpo e bem lixado. Ao ponto de se destacar absolutamente e de reluzir até mesmo sob a pouca luz daquela zona de construção.

Ele estava suspenso no ar sobre uma estrutura de madeira bem próxima ao canal de água, quase que completamente pronto. A bem da verdade, naquele exato instante haviam três pessoas dentro do navio. Uma delas era um menino de talvez doze anos, lixando e limpando o navio de uma maneira paranoica.

- O nome dele é Imaculado. - Dizia o dono da Navios Nobres. - Para fazê-lo tivemos de contratar os Três Marceneiros... Uma carpinteira, uma artista e o assistente das duas... Os três irmãos famosos por serem bons guarda-costas e bons construtores de navios... O ideal para entregar para entregar um navio belo e em segurança para o Capitão Yasuhiro. - Cory não conseguia distingui-los muito bem, apenas as suas silhuetas. Mas os três estavam sobre o navio. - O mais novo, um arqueiro, é um ótimo navegador. Ele serve como assistente das duas e ajuda na limpeza durante o processo de construção, além de achar jóias preciosas graças a seus conhecimentos em geografia para incrustar na embarcação. A irmã do meio, uma lanceira, é a artista do navio. Foi ela quem teve a visão da arquitetura do navio e dele ser completamente branco, com uma tinta muito difícil de manchar, de forma a mostrar a pureza de um navio imaculado... A irmã mais velha, a com o martelo em mãos, ela é a carpinteira. Toda a parte pesada de construção foi feita por ela, que é bem mais forte do que aparenta. Os três irmãos extremamente honrados que sempre fizeram trabalhos excepcionais de construção e segurança no pouco tempo em que começaram a trabalhar... - Falava com um tom de admiração, muito diferente da forma como se portava a Cory.

Pelo que o ladrão podia ver, o navio estava praticamente pronto. Sua expressão deve ter deixado escapar isto.

- Ah, sim. O navio está pronto, mas ele está recebendo a última demão de tinta e o timão de prata ainda está sendo instalado. Embora ainda faltem alguns dias... Nós sempre cumprimos com alguma folga do prazo que nos é dado para não termos atrasos. Amanhã tudo estará terminado.

-Parece que está tudo certo com o navio, você pode deixar um recado a mando de Yasuhiro para o mestre encarregado dessa obra de arte? Diga eu preciso encontrá-lo o quanto antes para conversar sobre ultima revista do navio que acontecerá em Las camp.

- Bom.. Você pode conversar com os três. É só subir a escada ao lado do andaime... Se me der licença, até logo... HIHIHIHIHI...

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