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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyQua 11 Nov 2020, 09:52



Ao contrário do que eu podia imaginar ter minhas perguntas respondidas me causaram maiores dúvidas. "Ao Sr. Santo e a mim?" Ele e Lust eram meus principais suspeitos de terem contratado o ataque, mas saber que havia sido outra mundana fazia todas as minhas desconfianças caírem por terra. - Então uma lunática moribunda tem recursos suficientes para contratar assassinos profissionais? Não que vossos serviços aparentam custar algum valor significativo de qualquer maneira… - Era curioso pensar que uma mulher insana e mal vestida poderia pagar pelo trabalho de uma trupe de criminosos, mas os contratados em questão não aparentam tanta eficiência, talvez tenham aceitado o trabalho por um punhado de ração… Fato é que com as poucas informações seria bastante irritante perseguir a contratante, quantas plebéias mal cheirosas poderiam existir na ilha, por tal razão não fiz mais perguntas, mas talvez eu vá visitá-los na prisão para tentar extrair maiores informações quando estiverem menos eufóricos.

- Eu não usaria a gargantilha na ocasião que estávamos vivenciando... - Respondia o fato de não utilizar o presente da Nervosinha, enquanto desviava olhar para o lado deixando um ligeiro sorriso impertinente ganhar forma no canto dos lábios com as palavras sendo entonadas de maneira ligeiramente maliciosa, desejando "relembrar" a tenente das diversas indecências que foram realizadas no quarto.

Ter recuperado a gargantilha que minha pessoa não possuía o conhecimento de ter sido furtada era um tanto reconfortante, porém minha pessoa não poderia perdoar tais felinos arruaceiros com a mesma facilidade que a marinheira. - Poky não abaixe sua guarda, ou eles podem tentar roubar suas uvas brilhantes e extremamente suculentas. - Fingindo estar preocupada apenas com o precioso alimento da bolota felpuda disse como se estivesse o alertando, mas meu real desejo era instigar Poky a ameaçar cruelmente a gataria com os pepinos. Então iria simplesmente me virar de costas pois se minha pessoa visualizar Poky atormentando os felinos será incapaz de conter o riso, arruinando totalmente a pose preocupada. E se uma certa marinheira com tendências indecentes que fica facilmente agitada vier protestar contra a minha pessoa, eu iria envolvê-la por trás cintura com ambas as mãos ao mesmo tempo que iria puxá-la de encontro ao meu corpo, apalpando-a do quadril até o topo das costas. - Estou apenas conferindo se não há outros pertences que foram afanados. - As palavras aparentemente ingênuas seriam ditas num tom cômico com sutis pitadas de perversão, permitindo que a Nervosinha facilmente entenda minhas intenções duvidosas, pois não desejo receber sermões de uma marinheira.

- Nyan! Nyan!? - Ao tentar reproduzir o nome do grupo criminoso sem perceber elevei o tom de voz oferecendo uma entonação deverás fofa em minhas palavras simulando miados adoráveis, mas percebendo a complexidade do nome simplesmente desisti de decorar após a primeira tentativa fracassada. - Ao menos eles possuem algum valor, talvez o suficiente para pagar os danos causados a residência. - Me lamentei deixando o olhar cair ao mesmo tempo que suspirava na tentativa de me conformar com a situação e enxergar algo positivo nessa tentativa fracassada de assassinato. - Há algum carpinteiro decente na ilha? - Direcionava a pergunta principalmente para a Nervosinha, acreditando que o fato dela estar a mais tempo na ilha poderia fazê-la ter esse tipo de conhecimento, mas ficaria satisfeita se algum outro marinheiro me respondesse. Claro que minha pessoa não se dignaria a procurar por um carpinteiro tão tarde, mas… - Você poderia contratá-lo amanhã de manhã para fazer os reparos necessários em minha morada? Pode utilizar parte da recompensa como pagamento. - Dizendo com minha voz adocicada junto de um olhar meigo enquanto estaria a enrolar uma mecha de cabelo nos dedos tentando parecer bem fofa, pois eu realmente gostaria de evitar ter de procurar por alguém possa consertar os estragos na residência, então se a Nervosinha ostentar tamanha boa vontade e pudesse fazer tal favor durante seu tempo livre eu ficaria deveras contente.

Após os marinheiros levarem os baderneiros felinescos minha pessoa se deslocaria até o sofá, ou até o que sobrou dele, para sentar-se de pernas cruzadas, mantendo as costas eretas e os ombros abertos numa postura impecável mas sem apoiar as costas no sofá, apanhando a xícara pela alça enquanto aguardar-ia antes de beber um pouco do chá. - Não havia como prever esse infortúnio, e o problema já foi resolvido sem maiores agravantes. - Minha pessoa não sentia vontade de descontar suas frustrações em Vick, nas profundezas de meus sentimentos eu estava feliz por ela estar a salvo.

Pausei para tomar mais um pouco de chá antes de prosseguir com a fala. - Os gatos disseram que foram contratados por uma plebéia louca, que desejava vingança contra o Sr. Santo e a mim, imagino que Lust não teria razões para atacar o outro ruivo. - Informando a Vick a minha ausência de suspeitas a Lust, minhas palavras seriam proferidas com apatia pois não desejo revirar toda a sarjeta de Tuntz Tuntz em busca de uma moribunda qualquer.

- A foto que eu escolhi quando Alvi veio nos visitar, onde vossa pessoa a guardou? - Minha voz tornar-se-ia pesada, com meu olhar rígido sendo direcionado a Vick, meu corpo parecia estar vivenciando um conflito interno de emoções, raiva, medo, preocupação, ansiedade, tive de me esforçar para manter a compostura, pois Vick não era a responsável por me causar tais sensações, minha pessoa somente se importava com aquela foto, e se ela estivesse intacta todas as minhas aflições iriam desaparecer.

- Vamos dormir. - Diria após terminar de beber o chá, afinal minha pessoa deseja simplesmente esquecer os acontecimentos desagradáveis ao invés ficar remoendo tamanho desgosto, sendo assim minha pessoa daria início aos preparativos para adormecer, primeiro eu mostraria os ferimentos a Vick deixando-a limpá-los antes de minha pessoa se banhar, afinal o banheiro não deve ter sofrido com o ataque, por fim eu me iria deitar-me de bruços na cama colocando os braços por baixo do travesseiro para que Vick possa fazer os curativos necessários, mas antes eu iria esperar a morena retirar possíveis impurezas do lençol, pelos de gatos, pequenos pedregulhos, poeira… Antes de finalmente depositar meu corpo acima da cama, e por acreditar que a porta ainda pode cumprir sua função de manter a casa trancada minha pessoa iria adormecer tranquila, pois amanhã irei me preocupar com os reparos da casa.

Se no restante da noite minha pessoa pudesse ter um sono tranquilo, sem outros assassinos animalesco invadindo a morada, eu iria me levantar após o amanhecer para ir até o banheiro desejando lavar o rosto, em seguida vestiria o look Graceful Purple, então convidaria Vick para desjejuar comigo em alguma cafeteria próxima.

Após estar devidamente alimentada minha pessoa se deslocaria até o ateliê de Des, pois desejo encomendar o vestido de gala, afinal nada melhor do que fazer compras para esquecer dos problemas. - Bom dia Des, vim realizar outro pedido, desta vez quero um vestido para ocasiões formais. - Ao encontrar o alfaiate meu humor seria revigorado, sem poder esconder animação na voz, às exigências seriam bem semelhantes ao figurino dos shows, mantendo todo o requinte e sensualidade da peça, a diferença seria a necessidade da roupa transmitir um ar majestoso, sendo assim o vestido poderia ser longo. Com as especificações impostas minha pessoa iria desviar o olhar malicioso para Vick esboçando um sorriso motivador, instigando-a motivar o alfaiate com sua incrível técnica de motivação. Bom, nem preciso dizer que exijo um par de sapatos para harmonizar com o novo look, por tal razão eu novamente pediria pela presença de Day, caso o pedido do conjunto de gala seja bem sucedido minha pessoa não se importaria em realizar o pagamento adiantado.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyQui 12 Nov 2020, 12:18




Perguntas e respostas e por fim uma quantidade maior de perguntas restava. O mundo era amplo e como sempre as peças estavam todas movendo-se ao mesmo tempo. Kare viasse possuindo mais inimigos do que inicialmente esperava, inclusive desta vez um inimigo com alvos inesperados. Era "inconcebível" para ela alguém que desejava simultaneamente ela e o Sr.Santo não mortos, mas sim capturados para poder ter o prazer de fazer isso com as próprias mãos, um rancor que parecia muito ser de natureza extremamente pessoal. - Nyoo.. isso foi ofensivo. - Nyandudu irritou-se, seus pelos ficam mais estufados e seus bigodes tremeram. - Não somos assassinos. - bem… o motivo da irritação poderia não ser o esperado.


>><<

- Na….situa-çãooooo. - a tenente não gritava, sua voz contida era de alguém que estava puxando da memória para entender sobre o que Kare falava e no momento em que lembrava seu rosto foi tornando-se vermelho e sua fala alongada tentando evitar o embaraço. - S-sim, a-a situação., Hehehe, verdade…. - o olhar de Nyandudu era claro. PERVERTIDA. Todavia dessa vez ele não dava voz a essas palavras, afinal Kare poderia não ser tão gentil depois disso.


>><<

- NYA NYA, EU NAO QUERO UVAS. - Poky parecia não ligar, Kare havia-o atiçado novamente e por tal Poky havia entrado em seu modo de batalha completo. - zzzzzzz. - lentamente Marian virava seu rosto emburrado para Kare dando-lhe um olhar de: Isso era mesmo necessário?

- NAO, NAO É SERIO NYA, EU NÃO GOSTO DE UVASSS, NYAAAA, MANA PERVERTIDA, SOCORROOOOOOOO. - Marian com as mãos na cintura encarava Kare batendo seu pezinho no chão em uma pose intimidante com todo o seu metro e meio de altura. Esperando que a morena tomasse alguma atitude e parasse com aquela infantilidade, todavia Kare apenas virou-se para o outro lado para não rir da cena que se desdobrava. Não satisfeita a tenente foi até a dançarina apenas para ser agarrada. - Nem vem com essa. Não é certo ficar maltratando eles. - a tenente era realmente uma pessoa de bom coração e não queria ver nem mesmo ladrões sofrendo abusos. O plano de Kare havia falhado, pois mesmo a investida amorosa não foi capaz de impedir o sermão da Tenente que tentava apelar pra consciência de Kare…. Bem, azar o dela.

>><<

- NyanNyanNyanNyanNyanta. - repetiu a tenente ao ver que Kare havia ficado com dúvidas. Prosseguiram e na despedida Kare tinha mais uma pilha de favores inconvenientes para pedir, apenas porque queria evitar esses problemas jogando-os no colo de outra pessoa.

- Hnmm, no porto há alguns que cuidam dos navios. Não sei se algum deles trabalha com residências… hnmmm, mas eu posso perguntar e ver se alguém pode vir aqui amanhã ora falar com vocês.

- Eeee… bemmm eu?... Contratar, bem eu não… - Obrigada Senhorita Marian por nós ajudar nisso, assim poderei me ater a segurança da Senhorita. - Vick percebendo que a tenente estava incerta sobre o assunto logo tratava de a "motivá-la" um pouco para aceitar. - Bem… acho… sim, vou fazer isso. - Vick aproveitava-se da personalidade prestativa da tenente.

>><<

A saída dos marinheiros deixou para trás uma casa em "ruínas", na qual estava uma bela mulher sentada com as costas eretas na poltrona segurando pelo pires a xícara e dando pequenos goles enquanto conversava com sua companheira.

Vick poderia brincar com Kare, considerando que realmente fazia sentido ser fácil querer se vingar de Bast e dela ao mesmo tempo, mas a situação não era propícia para isso e embora houvesse aprendido os prazeres de implicar com Kare não desejava em todo usar esse hábito contra sua amiga. - É realmente pouco provável que seja Lust. Se fosse ela talvez o ataque houvesse sido apenas contra Bast com alguma forma de incriminar a Senhorita. - Vick levantava uma consideração de um ponto de vista diferente a qual futuramente não poderia também ser descartada, afinal uma tomada de atitude assim poderia muito bem deixar marcada a imagem pública de Kare. - Porém desejar uma vingança pessoal contra ambos… Consigo pensar em duas pessoas Senhorita. - Sem continuar inicialmente Vick ia até o outro lado da sala de onde erguia a poltrona para se sentar. - Alvida. - Pronunciava com seriedade o nome da mulher. - Não consigo dizer bem os motivos, apenas me parece ser plausível. E a outra pessoa é a Secretária que conhecemos no primeiro dia a qual Alvida disse ter sido demitida após Bast ter de pedir publicamente a sua soltura. De acordo com Alvida havia sido ela que agiu com a polícia local pedindo a sua prisão. - Continuava dando uma opção menos assustadora.

Com o prosseguir da conversa Kare descobriria que a foto estava muito segura. - Devido a importância da mesma eu a coloquei em um cofre no banco mais seguro da ilha Senhorita. - Vick havia ido um pouquinho além no quesito manter a fotografia em segurança. - Acreditei que quanto mais longe da Senhorita, mais seguro a foto estaria. - Ai estava a alfinetada, Vicktória continuava má.

>><<

Ao chegarem no quarto de Kare se depararam com o buraco na parede da cabeceira que dava para a rua, do outro lado do buraco estava um marinheiro que as cumprimentou. - A tenente Marian pediu que montasse guarda para a Senhorita. - Sim, certo… Havia sido muito atencioso da parte da tenente, claro… Era também um uso bem egoísta das forças navais, mas…. Ele não iria ficar espiando Kare dormir ia? - A Senhorita gostaria de dormir no meu quarto? - Vick sugeriu após olhar o estado do quarto de Kare, também era uma forma que ela percebia para se desculpar, muito embora Kare não depositasse qualquer culpa nela. - A Senhorita não gosta de dormir sozinha também não? - Na verdade não faltava muito para o amanhecer e mesmo Vick já havia "dormido e acordado", tanto que já havia saído e retornado. Ainda assim o sentimento de culpa que a habitava a impedia de expressar tais emoções. Se Kare aceitasse iriam dormir juntas por mais algumas horas, o corpo mais geladinho de Vick era bastante bom junto ao amanhecer quando começava a esquentar. Claro que só haviam ido para cama após Vick fazer os curativos em Kare.  

Sem mais empecilhos o amanhecer não tardou, mas devido a agitação noturna com a tenente e depois o ataque Felinesco a jovem Senhorita precisou de um tempo a mais de descanso. Vick aguardou pacientemente, muito embora não houvesse conseguido dormir por estar alerta a outros possíveis ataques. Foi fiel ao seu papel de travesseiro de corpo para Kare. - Bom dia Senhorita, conseguiu descansar? - Muito embora não o houvesse dormido a empregada parecia tão bem quanto de costume.


Tomaram cafés não muito longe da residência, Vick como sempre bebia um café preto bastante forte e um croissant salgado. Para Kare havia pedido um suco de morango, alguns pãezinhos torrados e temperados e frutas, enquanto Poky servisse de suas uvas prediletas e… - Até quando o Senhor Poky ficará com essa bandana na cabeça? - Vick dava-lhe um olhar duro, mas agora além da bandana verde na cabeça havia uma faixa em sua cintura onde estavam enfiados por dentro dois palitos de dente que ele havia pego na padaria.

Koth estava ali para servir a Kare como condutor mais uma vez e aguardava na Jog não muito longe. Vez ou outra um fotógrafo a abordava, não eram muitos ainda, pois nem todos os fotógrafos acompanharam desfiles de moda ou estavam ativos a essa hora da "madrugada", afinal a vida artística de Tuntz Tuntz era mais ativa a noite. Haviam pessoas que apontavam para ela e cochichavam algumas coisas. Isso ocorria com maior frequencia perto do centro e não tanto nas zonas residenciais, todavia a revista com as fotos provocativas ainda não havia sido lançada, logo tudo isso poderia acabar mudando.

- Lugar… Estranho. - Khot se mostrou um pouco desconfortavel ao chegarem no  telie de Desmond, se é que aquele cazebre podia ser chamado disso. Ali ela descobriria que o look que usava também havia sido feito por ele e a conversa que tiveram foi mais ou menos parecida com o da outra vez. Claro que ela mais uma vez precisou pagar os sapatos com seus pezinhos e mais uma vez Day desejou lavá-los, massageá-los e continuou suas tentativas de poder mordê-los, beijá-los, chupá-los, lambê-los… Por algum motivo ele desejava muito por sua boca nos lindos pezinhos de Kare.

>><<

- Irei procurar pela secretária então. - Estavam agora voltando na JOG para o ponto mais central de Tuntz, não muito longe do teatro Chords que podia ser visto elevando-se acima dos outros prédios próximos. Khot conduzia enquanto Kare e Vick estavam sentadas no interior, Poky é claro também estava ali, mas por alguma razão estava no banco do condutor como se vigiando alguma coisa. Bem… Havia algo estranho em Poky, pois na residência de Desmond ele havia saído para perseguir um gato de rua.

(OFF: O café da manha foi pago por Vick. Vestido e sapatos novos: 14,5kk)

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyQui 12 Nov 2020, 18:59



A suposição de Vick fez um arrepio percorrer o corpo de minha pessoa deixando-me enrijecida, o olhar semicerrado que antes tentava relaxar ficou atentamente aberto, antes de afiar-se na direção da morena, apesar dela não ser a razão de tal aflição. "Aquela ratazana sórdida." Comecei a imaginar situações onde Lust poderia usar sua influência para tentar arruinar a reputação de minha digníssima pessoa. "É algo totalmente plausível daquela cabeça de tomate azedo fazer." Mesmo com Lust ainda não tendo cometido tamanho sacrilégio sua natureza inescrupulosa não poderia ser ignorada, apertei a alça da xícara num reflexo angustiante, minha pessoa estava a pensar em diferentes maneiras de proteger sua imagem ao mundo, pois os mundanos ignorantes são extremamente manipuláveis, portanto não ficaria surpresa se caso uma falsa notícia fosse vista como verdade absoluta.

- Alvi…? - Questionei-me ao escutar o primeiro nome na lista de suspeitos deduzida por Vick. - Ela teria razões para tal sequestro? - Eu não desejava confrontar as suspeitas de Vick, porém minha pessoa não conseguia pensar em qualquer motivação que poderia induzir Alvida a contratar criminosos para me atacar, principalmente após colaborar com meu sucesso em Tuntz Tuntz, mas Alvi também não demonstra razões sólidas para se dedicar tanto em impulsionar-me ao estrelato, tal impasse poderia mantê-la na lista de suspeitos, se não fosse por alguns detalhes no depoimento dado pela trupe Nyanyan. - Receio que a vaidade de Alvi a impeça de vestir farrapos mal cheirosos, mesmo considerando um disfarce. - Dizia enquanto suspirava de leveza, mas sem poder conter a entonação maldosa ao enfatizar a vaidade extrema da okama.

- Se-cre-tária? - Pisquei os olhos algumas bem incrédula, minha pessoa chegava a suspeitar que Vick estava inventando uma secretária, pois eu não conseguia recordar-me de sequer ter visto tal mundana antes. - Essa secretária possui possui uma razão desejar eliminar o Sr. Santo e a mim, o ódio de ter a credibilidade arruinada e o rancor por perder o emprego. - Como Vick mencionava ter sido uma acusação pública minha pessoa conseguia acreditar na existência desta mundana.

Inspirei profundamente pelas narinas permitindo que todo o ar fosse expirado num único suspiro de alívio, fechei os olhos enquanto relaxava os ombros. - Vossa pessoa tomou uma sábia decisão. - Fiquei tão contente ao descobrir que a foto estava a salvo longe de toda a catástrofe causada pelos sequestradores felinesco, minha voz tranquila era acompanhada de um largo sorriso genuinamente feliz, a sensação de ter a mente totalmente liberta de preocupações e angústias era indiscriminadamente maravilhosa. Porém quando me deixei levar pelo alívio meus ombros caíram e por uma instante minha postura se desfez, tal instante foi suficiente para uma súbita fisgada dolorosa açoitar minhas costas, me obrigando a sentar novamente ereta no sofá. - Sugiro que faça o mesmo com sua pessoa. - Após tal felicidade recair em meu corpo eu poderia simplesmente relevar a implicância de Vick, porém a pontada de dor despertou meu lado ácido, após a xícara em cima do sofá iria levantar-me caminhando alguns passos em sua direção enquanto a encaro com frigidez no olhar, e de forma repentina iria laçar Vick por trás cintura puxando para próximo de mim em um abraço bem apertado ao mesmo tempo que carinhosamente apóio meu queixo acima de seu ombro. - Quando for queimar aquelas roupas não se esqueça de varrer as cinzas para o além. - Eu queria demonstrar o quão feliz fiquei por Vick estar a salvo e também agradecer por seu cuidado com a foto, mas nem por isso perderia a oportunidade de lhe desferir implicâncias amigáveis.

O único interesse que eu possuía de dormir no quarto destruída era o fato de minha pessoa ter se acostumado com o ambiente, mas considerando a localização do buraco na parede além do marinheiro possivelmente bisbilhoteiro não havia motivo para recusar a oferta de Vick. - Tudo bem, mas não se aproveite de mim enquanto estou dormindo. - Encolhi os ombros ao mesmo tempo que cobria o busto com braços, fingindo muito mal estar desconfiada da morena. - Mas se for só um pouco… - Então lhe dei esperanças de poder se aproveitar de minha fascinante pessoa, mesmo sabendo que Vick não possui esse tipo de interesse em mim, era apenas uma maneira cômica de lidar com a situação trágica, pois de fato minha pessoa estava desapontada por ter perdido a oportunidade de dormir abraçada com a Nervosinha, por tal razão eu iria me certificar de manter Vick muito bem presa em minhas garras até o amanhecer.

>><<

No ateliê de Des/Day. - Vossa pessoa conquistou o direito de poder cheirá-los. - Erguia o queixo exalando soberba com nariz arrebitado enquanto tratava Day como um reles servo, me dando o trabalho de somente abaixar o olhar na direção de sua pessoa, ainda é um mistério toda essa obsessão do sapateiro por pés, porém como seu trabalho anterior havia sido… satisfatório, o julguei como merecedor de não somente poder lavar e massagear meus majestosos pés, como também agora Day teria a honra de sentir o perfume.

Prestes a deixar o ateliê minha pessoa iria direcionar sua atenção contra a bolota felpuda. "Então, isso é o que chamam de fase rebelde?" Numa combinação de dúvida e curiosidade continuei encarando a doninha por alguns instantes, enquanto levei o dedo indicador dobrado até o lábio inferior, não conseguia pensar em uma razão plausível que justificasse tal mudança comportamental em Poky, então talvez seja algo totalmente sentimental.

- De acordo, se a encontrá-la entre em contato comigo, quando o ensaio acabar eu irei ao seu encontro. - Respondia a Vick que deseja localizar a secretária, confesso que também possuo certo interesse na mundana, pois ela pode ter informações comprometedoras do Sr. Santo, e tal conhecimento seria muito proveitoso, porém há um compromisso que não posso simplesmente prorrogar, sendo assim eu me deslocaria até o local do ensaio enquanto Vick realiza sua busca, levando Poky comigo nem que eu precise apanhá-lo por trás nuca com o intuito de evitar maiores complicações para Vick.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptySex 13 Nov 2020, 20:39




As palavras de Vick eram preocupantes, todavia naquele momento não havia formas de se prevenir contra tal linha de ação e tão pouco Kare se permitiria branquear seus cabelos preocupando-se antecipadamente, afinal, Lust poderia nunca pensar em um plano desses, pois talvez poderia não estar ciente da completa forma da personalidade da dançarina.

Todavia Lust vinha recebendo derrota após derrota, perdendo aliados "importantes" e talvez essa mudança de atitude fosse algo possível de se presenciar no futuro.

Felizmente Kare tinha um ótimo ponto a seguir, pois muito embora Alvida fosse uma pessoa difícil de determinar limites e intenções ela ainda era vaidosa demais para se permitir ver em andrajos, ouvindo este ponto mesmo Vick prestou uma reverencia a Kare como forma de respeito a opinião prestada. - Eu não havia pensado nisso Senhorita, mas agora que falou realmente não consigo imaginar Alvida se prestando a tanto.  - Vick Se levantava. - Embora algumas das modelos e atrizes pudesse fazer o papel. - Vick havia aceitado o ponto e talvez estivesse assistindo apenas para não se ver totalmente errada, talvez este fosse um tipo de orgulho da empregada?

- Sim, no dia em que fomos a escola de Bast, a mulher que estava a frente da fila discutindo com um nobre que desejava forçar a sua entrada na escola. - Vick esforçava-se para fazer Kare lembrar-se, mas caso não fosse possível. - De toda forma a Senhorita não precisa se preocupar, pois eu me recordo dela. Irei procurá-la amanha.

O que havia acontecido com a mulher, em perder seu emprego e credibilidade deixava a situação descrita pelos felinos muito plausível para ela.

- A minha segurança não é tão importante quanto a da Senhorita e daquilo que a Senhorita valoriza. - As vezes a subserviência de Vick beirava o exagero, todavia essas palavras não haviam sido ditas da boca para fora e sim vinham do coração de Vick e expressavam nada além dos seus verdadeiros sentimentos. Ainda que o abraço que Kare dera tenha sido disfarçado com um comentário maldoso os sentimentos por trás do mesmo eram bastante calorosos.

>><<

O Marinheiro tinha uma leve face de decepção, mas logo tratou de virar para o outro lado. - Acredito que a Senhorita está confundindo as coisas. - Vick dizia com ceticismo, embora fosse difícil perceber este tom em sua voz.

>><<

Algo precisava ser feito com Poky, todavia mesmo que parecesse estar em sua fase rebelde ele parecia muito bem disposto a seguir Kare… Bem, aparentemente ele estava sentindo-se como algum tipo de escolta por seguia do lado de fora da JOG como se fosse o segurança particular da dançarina. Alvida estava mais uma vez do lado de fora do Ateliê Le Blanc esperando por Kare e logo de Kare viu Poky saltando do banco do condutor e partindo para olhar em volta enquanto Khot seguia para abrir a porta para Kare sair do carro. - Boa Tarde Querida, mas… o que seu bichinho está fazendo? - Poky erguia a saia babada longa de Alvida para olhar por baixo e depois de ter feito isso largava imediatamente eo vestido recuando a passos trêmulos enquanto apontava para o Okama um dos palitos de dente, o corpo inteiro da doninha tremia. Alvida que deu um passo para tentar ver o que ele estava fazendo o viu apenas recuar com maior intensidade. - Acho que ele não gostou de mim.


Assim que entraram foram dirigidas ao terceiro andar do prédio, andar que imitava um pequeno teatro com cerca de cinco fileiras de poltronas e um palco que ocupava a maior parte do andar, além de um fundo por trás das cortinas que servia para fazer o preparo das cenas.

A Kare foi entregue o script, ela poder-se-ia sentar numa das cadeiras enfileiradas. Outras atrizes andavam acima do palco de um lado para o outro enquanto liam, algumas coreografar seus passos, enquanto outras sentavam-se nas cadeiras lendo os papéis. Sophie não estava ali, talvez fosse focada apenas em desfiles. Entre as pessoas ali não havia apenas mulheres, mas também alguns atores, embora estes em menor quantidade.

- Então você é a Miss Lawford, finalmente podemos nos conhecer pessoalmente. Meu nome é[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], serei eu a contracenar o papel de Christian.

Kare, se houvesse sentado para ler, teria podido completar a sinopse.

Citação :
Moulin Rouge! está situado no bairro Montmartre de Bingo Bingo, Grand Line, durante o século perdido. O musical conta a história de Christian, um jovem compositor, que se apaixona pela atriz de cabaré Satine, estrela do Moulin Rouge .

Kare seria a atriz principal, enquanto Devond o ator. Eles teriam grande ligação durante a apresentação não só como destaques, mas também como par romântico que deveria cativar o público. Era um musical dançante onde ambos teriam a maior parte das cenas, mas Kare também conduziria cenas com as outras atrizes representando as apresentações no cabaré.

- Miss Lawford, o que achou do papel?





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyDom 15 Nov 2020, 21:13



- ………………… - Posso jurar que vi meu espírito abandonando o corpo totalmente envergonhado, meus olhos se arregalaram de espanto ao testemunhar a atitude vexaminosa da bolota felpuda, vergonha, desgosto, eram algumas das sensações horrorosas que assolaram o meu ser diante a situação, com as sobrancelhas trêmulas eu só conseguia observá-lo abismada enquanto desejava me esconder em um abismo para fugir de tanto constrangimento, comecei a engasgar enquanto minhas mãos tremiam numa combinação de raiva e aflição. - Bartholomew… - As palavras se arrastavam de minha boca, enquanto minha pessoa fechava os olhos tentando não explodir em surto furioso. - ...Poky… - Minha pessoa evitava gritar ao mesmo tempo que rangia os dentes com a voz abafada pelo ódio. - ...Robberts! - Uma vêia estaria saltando de minha testa como se a qualquer instante pudesse estourar, exclamei seu nome com rancor por serem as únicas palavras que minha pessoa conseguia proferir naquele momento.

A passos pesados caminhei completamente enraivecida na direção da doninha, erguendo-o pela nuca e em voltei para o interior da carruagem batendo a porta não conseguindo conter a totalidade de meu desgosto. - Eu posso entender que você deseja ser meu guardião, mas simplesmente é inconcebível que haja com tanta indelicadeza! - Sentada no banco da carruagem mantive a doninha suspensa no ar enquanto conversava "calmamente" deixando meu rosto próximo ao seu a fim de encará-lo intensamente. - Agora se desculpe com Alvida! - Minha voz teria sido elevada ao ponto de eu não fica surpresa se o restante dos mundanos pudesse escutar, claro que Poky poderia simplesmente se recusar ou contestar meu "gentil pedido", porém não irei responsabilizar-me pelas atitudes desencadeadas se caso a doninha não acate minhas ordens.

- Boa tarde Alvi. - Acenando de forma amigável minhas palavras seriam ditas num tom de voz transbordando alegria, permitindo que em meu gracioso semblante seja ornado com um adorável sorriso, agindo naturalmente como se fosse a primeira vez que encontro Alvida naquele dia.

No teatro meu olhar percorria involuntariamente todo o ambiente, e de maneira inexplicável minha pessoa ficou desapontada. "Onde a coadjuvante se escondeu?" Não sabendo justificar a razão de procurar por ela assim que pisei no local eu notei sua ausência, talvez fosse minha expectativa alta desejando por uma rival, mas como sempre eu cometia o erro de superestimar as capacidades mundanas. "Ela teria a honra de enaltecer minha performance." Afinal este é o papel das secundárias, realçar todo glamour da protagonista, mas sem minha coadjuvante para atormentar o ensaio não parecia tão divertido.

Sentei-me com as pernas cruzadas em uma das poltronas na primeira fila, apoiando o cotovelo no braço do assento e depositei o peso da cabeça nos dedos dobrados da mão, enquanto lia o roteiro num ar de desinteresse estampado no semblante, não era uma atividade empolgante por tal razão minha pessoa realizava a leitura de todo o script apenas por "obrigação".

Minha concentração fora perturbada pela aparição de Devond, dignei-me a somente erguer os olhos repletos de tédio em sua direção. - Olá. - Como não havia necessidade de apresentar-me ao ator minha pessoa dispensou qualquer formalidade ou intenção de demonstrar simpatia, lhe dando uma resposta seca.

A pergunta realizada a seguir me fez esboçar pequeno um sorriso cínico, parecia que eu escutava uma piada de péssimo gosto. - Interpretar uma vedete vulgar é praticamente uma ofensa a dignidade de meu ser. - Não havia outra conclusão a ser tirada, dado a forma como a população enxerga as profissionais do ramo. - Mas que tipo de atriz eu seria se não fosse capaz de sequer enobrecer uma personagem. - Afiei o olhar pelo canto dos olhos de encontro ao ator, permitindo-me a sorrir convencidamente, pois independente do papel minha pessoa seria aquela a se engrandecer no palco.

Se houver tempo até os ensaios de fato começarem minha pessoa voltaria a ler o roteiro, a fim de memorizá-lo por completo, pois como se trata de uma atividade monótona desejo realizá-la com dedicação para não ter de repetir a leitura, porém caso o ensaio seja iniciado em breve minha pessoa de contentaria a memorizar somente a cenas iniciais que participa.

Quando o ensaio for iniciado minha pessoa iria desfilar até Devond puxando-o pelo colarinho. - Chegou o momento de seus sonhos tornarem-se reais. - Dizendo numa entonação calorosamente cativante, enquanto o guiaria bem atrás de mim até o palco, pois como a peça conta a história do empresário que se apaixona pela vedeta e a peça gira em torno de tal relacionamento minha pessoa se certificará de levar esses sentimentos ao público, mesmo que signifique fazer o ator de apaixonar verdadeiramente por mim.

Seguindo o script a primeira cena seria a de Christian chegando ao cabaré onde o mestre de cerimônia anunciaria o espetáculo da noite, então às dançarinas iriam entrar em cena para encantar os olhos do público, devendo estar sincronizadas tanto na coreografia quanto na música, a princípio minha personagem não estaria presente na cena, pois deveria ser anunciada pelo mestre de cerimônias como a principal atração da noite, descendo ao palco enquanto é suspensa por cabos presos na cintura minha pessoa seria conduzida por todo o palco simulando estar a graciosamente voar por cima dos outros personagem enquanto os agraciava com um um sorriso encantador deixando-os tocar na ponta de meus dedos ao mesmo tempo que as outras vedetes iriam permanecer dançando, até minha pessoa ser bruscamente solta no chão do cabaré rodopiando até encontrar-se com Christian. - Feliz por me ver? - A cena era construída a fim de parecer ser um acidente, com Satine esbarrando em seu par romântico, minha pessoa praticamente se jogaria no outro colidindo com busto aberto em Devond, já Satine por sua vez não escondia a felicidade de chocar-se com o corpo firme de Christian ao ponto de ficar boquiaberta e sorriso visivelmente eriçada, obviamente minha pessoa não teria o menor problema de esboçar tais feições virando seu rosto na direção da platéia pois é o público que deve apreciar a apresentação, elevando o tom de voz para que quem estivesse nas primeiras fileiras pudesse escutar claramente, cravando meus dedos por detrás dos ombros de Devond mantendo nossos corpos aproximados.

Então Satine se afastaria alguns passos de Chisitan sem perder o rebolado chamativo. - Agora! A dama escolhe o par! - Erguendo a mão para o alto com o dedo indicador erguida iria anunciar o que deveria acontecer, com Satine se curvando algumas vezes deixando que público pudesse vislumbrar o balançar sensual de seu busto enquanto os atiça sacodindo o tórax, às atrizes deveriam dançar com os atores indicados e Satine faria o mesmo com Christian. - Chegou a pouco tempo em Bingo Bingo? - Apesar da cena dançante Satine e Christian teriam um diálogo no meio da coreografia com público podendo escutar a fala dos personagens, durante as respostas de Christian, Satine ficaria responsável por conduzí-lo enquanto as dançarina não poderiam perder a sincronia, se abaixando ao mesmo tempo na frente de seus cavalheiros enquanto usam os dedos para percorrer suas pernas em um movimento deveras sugestivo. - Que maravilha seu interesse em nosso show! - Perguntava Satine antes de novamente abaixar-se na frente de Christian que ficaria sem palavras com a performance ousada, minha pessoa iria deslizar as unhas pelas pernas de Devond ao abaixar-se permitindo-se empinar quadril quando fosse se levantar e prosseguir com a cena.

Eu iria me dedicar a ensaiar principalmente as cenas em conjunto, seja com Devond ou com as outras atrizes, negligenciando minhas cenas solo pois estas seriam as mais fáceis de realizar perfeitamente, afinal não haveria outras pessoas para corrigir ou me atrapalhar, além de exercer o meu papel no ensaio também iria me atentar aos outros atores, observando-os a fim de identificar possíveis erros predominantes em suas performances e aqueles que demonstram maior dificuldade em uma parte específica, seja atingir entonação correta durante certo verso ou estrofe na música, acertar o timing na transição dos passos coreografados, se falta graciosidade ou firmeza em sua atuação, enfim, buscaria por erros perceptíveis de maneira geral.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptySeg 16 Nov 2020, 12:30




- Iiikkkyyy. - Poky estava tão distraído com o choque que sofreu que não foi capaz de ouvir a morte se aproximando por suas costas e somente quando foi pego é que perceber o terrível erro que havia cometido. Ele tentou lutar se remexendo e  esperneando, mas era incapaz de escapar do aperto de pinça dos dedos de Kare. Alvida olhava a dupla com curiosidade enquanto retornavam para o interior da Jog com Kare batendo a porta ao entrar.

Poky ouvia em silêncio, talvez não entendesse, mas o tom de Kare deixava claro que algo estava errado e que ele havia feito algo que não a havia agradado nenhum pouco. Enquanto ouvia as orelhinhas de pelo macio iam caindo de vergonha.

- Pokyun Pokyunnn Poky. - após saírem da JOG Poky se desculpava.

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Kare lamentava a falta da sua melhor amiga no teatro da companhia. Bem, elas eram isso afinal não eram? Mas independente a força dos seus desejos Shopie não fazia parte da equipe de teatro da Cia. Os mais céticos poderiam quiçá afirmar que Kare havia começado a gostar da outra e até mesmo sentia sua falta enquanto tentava disfarçar este sentimento com mentiras convenientes.

A falta do poder de clarividência mais uma vez se mostrava como um fardo na vida de Kare que se via obrigada a tediosa tarefa de ler o script. A face do tédio estava, durante todo o processo, estampada no seu rosto.

- Satine não é só uma vedete vulgar. - Devond refutou o comentário de Kare, para ele a personagem, embora fosse uma vedete, não se resumia apenas a isso. - Christian não se apaixonaria por ela se fosse assim. - ele começava a defender o seu papel. - Ohhh, e como a Miss Lawford pretende fazer isso? - ele demonstrava interesse ao comentário de Kare, sentando-se agora na poltrona do lado meio inclinado para ela e como se era de esperar seus olhos luxuriosa deslizaram pelo corpo de Kare devorando-o neste momento. Ele puxaria assunto por apenas mais um pouco de tempo e quando Kare estivesse mais ou menos na metade da leitura Alvida entrou batendo palmas para chamar a atenção de todos para começarem, ela nesse tempo sentava-se na primeira fila junto a um rapazote que parecia ser algum tipo de assistente.


- E quais seriam esses sonhos que irei realizar Miss Lawford? - ele revelava um sorriso cheio de segundas intenções, afinal sonhar era livre e os dele poderiam ser bastante altos.

Obviamente por se tratar de um ensaio, Kare não precisou ser imediatamente içada podendo fazer as primeiras cenas no chão partindo do ponto onde se jogava no colo de Christian. - Muito. - Devond falou baixinho, apenas para Kare que estava em seu colo sentada a cravar suas unhas nas costas dele, algo eriçava-se por baixo da coxa da morena dando-lhe pequenos cutucadas. - ESQUECEU SUA FALA QUERIDO? - Alvida chamou-lhe a atenção. - Desculpa Alvi. - ele tentava por uma mão na cintura de Kare deslizando-a por sua perna. - Fui pego desprevinido pela espontaneidade de Miss Lawford, acho que precisamos refazer. - enquanto ele falava Kare sentisse ser cutucada, isso é claro se houvesse permanecido sentada. Era um abuso por parte de seu parceiro, mas também podia ser benefício ao seu plano de fazê-lo se apaixonar.

Sendo necessário a repetição, Devond aproveitaria para tirar mais uma casquinha dela, mas dessa vez não perdendo a compostura em realizar o papel, embora a barraca permanecesse armada após Kare levantar acampamento. As outras garotas olharam com azedume para Kare quando a mesma começou a mandar, mas como era realmente aquilo que elas tinham que fazer não sobrou espaço para discordar. Outros atores nesse momento entraram no palco, estes que estavam esperando fora até então por questões de espaço. Kare puxava Debond/ / Christian para dançar aí inclinar-se podia ter a visão direta do seu efeito sobre ele. Ainda que estivesse sendo amplamente distraído ele dessa vez havia mantido o foco e respondido em voz alta o que deveria responder, mas haviam sussuros misturados. - Que tal um jantar? Poderíamos ensaiar mais na minha casa depois dele. - as palavras de Devond eram o completo oposto de seu personagem, um jovem tímido que não sabia como reagir às investidas impetuosas de Satine, as respostas em voz alta eram gagas e desconexas, enquanto os sussurros vinham cheios de confiança e segundas intenções.


>><<

O ensaio levaria a tarde toda. Em alguns momentos Alvida teria interrompido e mandado refazer, Kare teria a oportunidade de ajudar as outras meninas com dicas, se assim quisesse e isso, a depender de como fosse feito poderia mudar a forma como elas viam a morena. Devond por usa vez não era sutil em suas investidas e convites, isso é claro a depender do quão incisivamente Kare recusasse, ou talvez aceitasse.

Já no início da noite terminavam e Kare mal havia saído do ateliê quando o den den mushi dentro da Jog toca. - Encontrei a residência dela Senhorita. - Vick falava assim que era atendida.

As duas próximas aí ateliê não possuíam quase qualquer movimento, naquele momento havia apenas alguns outros Jogs parados esperando as atrizes que estavam saindo. Vick passaria o endereço, ou melhor dizendo, a firma de chegar.

Diferente do esperado o bairro não era ruim, também não era um bairro nobre, mas o local era melhor do que a antiga residência da apressadinha em Budou. Por ser um distrito prática residêncial não havia muito movimento, as ruas estavam iluminadas e algumas crianças jogavam bola no local. Haviam árvores e um filhote de cachorro amarrado em um poste enquanto "assistia" o jogo. Poky olhava para ele com desconfiança.

- De acordo com os funcionários da escola do Bast essa é a residência dela.

Se subissem encontrariam uma porta de madeira fechada com cartazes de despejo colados além de algumas ofensas escritas.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyTer 17 Nov 2020, 19:26



- Estamos realmente lendo o mesmo roteiro? - Iria caçoar de Devond após o mesmo parecer estranhamente ofendido com minha pessoa tratando Satine de forma simplista, ou talvez ele quisesse defender Christian, em ambos os casos minha pessoa era incapaz de compreender o motivo dele se importar tanto com a honra de personagens fictícios, além do que o argumento de Devond parecia um tanto falho considerando o script, afinal Christian ficou deslumbrado só ver Satine pela primeira vez.

"Este será um longo ensaio…" Por trás de um sorriso adorável estariam minhas frustrações por necessitar de repetir as cenas, logo nas primeiras falas o ator já demonstrava sinais de amadorismo, por mais que eu possa compreender a dificuldade de resistir aos encantos de minha estonteante pessoa ainda é um fardo reproduzir o mesmo passo por causa de falhas mundanas. "O público provavelmente irá apreciar isso." Pensei a respeito de Devond tirar proveito da situação, pois tal atitude apelativa no geral agrada a platéia.

- Lamento recusar, mas hoje a noite possuo um compromisso inadiável. - O ator loiro não era desagradável aos olhos, talvez em outra ocasião minha pessoa aceitasse o convite mas tenho outras prioridades a tratar, simplesmente não posso correr o risco de ter meu vestido de alta costura incendiado por um alfaiate com hábitos exóticos. - Terei de ver em minha agenda um horário disponível. - Responderia se caso o ator sugerisse outra data para o encontro, dando lhe um olhar bem sugestivo pelo canto dos olhos enquanto arqueio a sobrancelha, a verdade é que apesar de Devond ser um tanto atraente ele não cativava o meu interesse, por tal motivo optei apenas por brincar com ele, lhe dando falsas esperanças de que em algum momento aceitarei o convite.


- Arrrf! - Suspirava aborrecida enquanto estaria a observar discretamente as outras atrizes e seus fracassos. "Se minha pessoa fosse a única presente no palco os ensaios infinitamente agilizados." Lamentava-me em silêncio pelo fardo de depender que outras pessoas sejam bem sucedidas em seus papéis, antes de minha pessoa infartar com tanto desgosto tomaria alguma atitude para corrigir as falhas das """colegas de palco""".

- Vossa pessoa está apressando os passos de transição, faça-os com maior graciosidade. - Iria demonstrar como a atriz deveria performar a coreografia, reproduzindo os passos lentamente para que ela não perca nenhum detalhe. - Sua voz está desafinando na terceira estrofe, mantenha o timbre constante, exercícios para voz antes dos ensaios também podem ajudá-la. - Recitaria o verso com a entonação adequada. - Vossa pessoa está fora de sincronia com o grupo, não se oriente pelas outras, tente gravar as marcações da coreografia e use as batidas da música como forma de se guiar. - Este seria um conselho mais trabalhoso pois minha pessoa precisaria cantar a melodia enquanto dança aogr parte da coreografia para exemplificar o conselho. De modo geral eu iria me dignar a falar pessoalmente com cada atriz e lhes dizer onde estão errando além de sugerir alternativas para consertarem, manteria a formalidade ao falar com elas num tom de voz distante, sem tentar forçar intimidade ou conquistar a admiração alheia, mas também evitaria ser propositalmente grosseira pois desejo fazê-las ter um mínimo de vontade em colaborar, não me importaria de repetir os conselhos assim como as ilustrações duas ou três até que elas acertem, entretanto minha boa vontade ficaria claramente menor caso alguém venha pedir ajuda diversas vezes para superar o mesmo empecilho.

Por parte de minha pessoa o ensaio iria prosseguir comigo tentando ajudar as atrizes durante os intervalos pois qualquer erro durante uma apresentação real será imperdoável, caso reste algum tempo iria aproveitar para terminar a tediosa leitura do roteiro, relevando as investidas mal intencionadas de Devond, afinal caso haja problemas entre nós poderá afetar drasticamente a performance no palco e por consequência arruinar a MINHA peça, onde EU devo brilhar mais do que qualquer outro.

Quando o ensaio terminou minha pessoa anseava por retornar até sua residência onde poderia simplesmente esquecer de todos os abrrocimentos causados pelo amadorismo alheio. - Tudo bem Vick, irei até vosso encontro. - Minha pessoa ficava levemente surpreendida por Vick ter sido capaz de localizar a secretária com menos de um dia de busca, mas considerando sua eficiência creio ser o esperado, apesar de ter outros interesses no momento minha pessoa iria até a morada da mulher, afinal quanto antes eu resolver este problema menor serão as chances de minha pessoa ser novamente atacada por sequestradores contratados.

Ao encontrar-me com Vick na residência da secretaria. - Se afaste alguns passos. - Avisaria a morena para se manter distante quando eu estivesse prestes a bater na porta, pois considerando o rancor da secretária não me surpreenderia caso ela tenha um surto psicótico e tente atacar-me assim que seus olhos fixarem-se em minha pessoa. Sendo assim eu tentaria esquivar de ataques corpo a corpo, projetando calmamente o tórax para longe de seus golpes, recuando a passos curtos caso a secretária tente chutar ou agarrar-me, aguardando a oportunidade de poder chutar seu pé de apoio a fim de derrubá-la. - Podemos continuar com esse disperdicio de tempo durante anos, mas não possuo tanta disponibilidade para atender vossos caprichos, então poderia simplesmente se recompor para conversamos? - Iniciaria o diálogo com meu semblante refletindo todo a monotonia que estaria sentindo no momento, considerando que a mulher é uma reles secretária minha pessoa jamais poderia sentir-se ameaçada em combate.


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Última edição por Licia em Qua 18 Nov 2020, 12:53, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyQua 18 Nov 2020, 08:51




- Bem, é uma pena Miss Lawford, outro dia então? - ela, assim como Kare esperava, não desistiria tão fácil. - Sei que encontrará um momento. - Mostrava-se confiante, mas para seu pesar era provável que sua oportunidade jamais chegasse.

O ensaio seguia e com seu progresso a paciência de Kare se extingue pouco a pouco. Na verdade as outras garotas não eram ruins, mas também não eram ótimas. Jovens que provavelmente haviam começado sua carreira mais tardiamente após não terem obtido sucesso na música instrumental que dominava a ilha. Belas jovens que possuíam pequenas características que as impediam de ir mais além. Os conselhos de Kare, alguém que havia desde cedo crescido com a música fazendo parte de si, eram pontuais, todavia faltava-lhe o tato social para transmitir seus conhecimentos, ou ainda, não que este tato faltasse, mas sim que ela apenas não desejou usá-lo. Não era a simpatia delas que a morena desejava e sim o sangue e suor para que a apresentação que fossem realizar ao seu lado pudesse ser minimamente aceitável para os padrões dela própria.

Alvida colaborou nesse momento, pois algumas das jovens estavam a ponto de retrucar antes de receberem um olhar duro de advertência da ruiva. A contragosto se permitiram ser corrigidas pelas dicas de Kare. Precisaram de mais algumas cutucadas, afinal as primeiras tentativas eram feitas de malgrado. No final havia um progresso, mas este era apenas na dança e não no relacionamento entre elas. Havia ainda o rancor e a inveja, afinal esses sentimentos eram mais fáceis de se nutrir do que admitir suas próprias incapacidades e aceitar a realidade. Kare dançava melhor que elas, mas elas se negariam a ver isso assim como se negavam a ver suas próprias dificuldades enquanto continuavam a procurar desculpas e pretextos para justificar o que acontecia a sua volta.

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- No sábado então, arrume um tempo. Tem um restaurante orquestra que zarpa todo sábado no final da tarde para uma volta ao redor da ilha, o pôr do sol é magnífico, quase tão belo quantos seus olhos Miss Lawford. - Devond tentava mais uma vez enquanto Kare buscava terminar o roteiro. Dia seguinte haveria novamente o ensaio, agora obviamente do restante do roteiro que era relativamente extenso.

>><<

O prédio era limpo, mas havia um certa pressão perigosa vindo de trás da porta da ex-secretária, algo terrível e ameaçador que podia fazer até mesmo a pele de Kare se arrepiar, seriam os pelos, mas neste mundo divino a dançarina é lisinha lisinha. Por outro lado, Poky, andando em quatro patas com a cabeça quase colada ao chão dava pequenos passos tensos a frente tentando espiar pela nesga inferior da porta. Seu focinho crispava enquanto farejava algo que parecia não deixá-lo muito contente.

TOC TOC TOC TOC.

Kare bateu a porta por cima dos cartazes de despejo, mas…. Nada. Não houve qualquer resposta do outro lado. Uma porta ao lado oposto se abriu, uma velha…. Digo, hehe, uma nobre ancia mostrou seu rosto carcomido no corredor. - O que querem? - Certo, velhas por… Digo, anciã são donas de toda a sabedoria, mas a sabedoria vem das perguntas, então ela estava apenas sendo fiel a sua natureza anciã e não era apenas uma velha enxerida. - Viemos procurar pela Senhorita Suzete, sabe se ela está? - Vick virou-se para a mumia e respondeu a pergunta. - Sim, ela mora ai. Não a vi sair. - Considerando os dons miraculosos da anciã de não perder nada que acontece ao seu entorno então era bem provável que a mulher estivesse em casa, mas mesmo após responder e após Vick ter agradecido a … fodasse. V-E-L-H-A não foi embora e também não havia resposta do interior. Vick olharia com o canto do olho para trás na direção de Kare para verificar se a mesma havia se mostrado para velha e caso percebesse que sua Senhorita não havia revelado seu rosto iria dirigir-se até a porta tirando sua arma, um grito de espanto seria dado pela V-E-L-H-A que entraria correndo para casa.

BANG

Agora a porta estava aberta. Vick desta vez entraria ainda, objetivando Kare que parecia desejar sua segurança, pois o contrário era igualmente verídico. A sensação de pressão arrepiante era agora explicada. O interior estava um nojo.

Haviam móveis caídos, sofás rasgados, garrafas espalhadas, revistas e jornais trucidados e um cheiro desagradavel. Nas paredes haviam fotos de Kare e de Bast presas, fotos depredadores. Havia inclusive uma muito interessante de Kare, está com um bigode e óculos pintados em seu rosto completando com um desenho de uma força ao redor do seu pescoço.

Deitada no chão, próxima a porta de acesso ao banheiro, abraçada a uma garrafa de Rum barato estava Suzete, apagada no chão. Suas roupas encardidas. O ambiente e a figura da mulher eram repulsivos demais para a natureza perfeita de Kare, o ambiente parecia expulsar-lhe assim como uma igreja faria. - Devo matá-la Senhorita? - Vick apontando a arma para a mulher questionou Kare. Era óbvio que ela sabia que poderiam conseguir informações, mas também achava naquele momento afrontoso demais a visão de Suzete para os olhos de Kare e desejava livrar-se logo daquela situação. - Ou peço a Khot para tirá-la daqui? - Poderiam alugar um hotel reservado, não muito bom, mas discreto e com toda certeza, Mais limpo, deixando assim aquele pardieiro para trás, quem sabe até promovendo o dever cívico de incendiá-lo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptySex 20 Nov 2020, 01:09



Minha pessoa tão adorável, tão compreensiva, tão calma, tão plena, lutava contra sua vontade de esquartejar pública cada uma das atrizes amadores em prol do espetáculo ser perfeitamente entregue ao público, entretanto, a certas situações que me fazem perder a compostura. - Escute atentamente pois não irei repetir. - Num súbito acesso de raiva amassei parte do roteiro ao apertar meus dedos em torno do papel em um reflexo causado pela fúria. - Vossa pessoa terá o privilégio de jantar comigo quando eu tiver vontade, até lá se comporte obedientemente. - Após soltar o roteiro no assento ao lado, levantei-me abruptamente para me aproximar de Devond, puxando-o pela camisa com meus dedos cravados na gola. - Fui clara? - Aproximando meu rosto ao do ator até nossos narizes ficarem próximos de se tocarem meus iria lhe desferir um olhar penetrante como se desejasse enxergar as profundezas de seu espírito, dizendo num tom de voz calmo para que o reles ator entenda sucintamente o fato de minha pessoa ser aquela que dita as ordens e não o oposto. - Bom garoto. - Responderia caso Devond compreenda a sua posição diante mim, acariciando-lhe abaixo do queixo com a ponta do dedo indicador, e como uma forma de recompensá-lo lhe daria um breve beijo próximo ao canto dos lábios. - Agora me traga um pouco de chá. - Minha pessoa naturalmente precisaria se hidratar após toda movimentação no ensaio, e porque não tirar algum proveito do meu mascote? Entretanto na possibilidade Devond recusar-se a me obedecer eu simplesmente o soltaria com descaso, voltando a me sentar a fim de prosseguir com a leitura do script, ao menos isso pode fazê-lo pensar uma ou duas vezes na maneira que deve me dirigir a palavra.

>><<

Se em algum momento minha pessoa chegou a sentir raiva daquela mulher agora eu a julgava por ser repulsivamente asquerosa. - Patético… - Meus pensamentos imediatamente se tornaram palavras quando tive o desprazer de visualizar a secretária estirada no chão após provavelmente ter bebido todo o rum que podia suportar, talvez fosse sua maneira de esquecer os problemas, entretanto isso não me impediria de repudiá-la.

- Matá-la seria o mesmo que mostrar-lhe benevolência. - Suspirava numa tentativa de acalmar-me, pois retirar a vida da secretária de forma lenta e dolorosa era uma opção deveras cativante, mas deixá-la passar o resto de sua vida na mediocridade seria o mais adequado, pois assim ela poderia aproveitar toda sua decadência arrependendo-de amargamente por ter ousado desafiar-me.

- Faça com que ela acorde. - Dizendo num tom de descaso por não me importar com os métodos usados por Vick ao despertar a secretária de seu sono de beleza, essa tarefa poderia ser perfeitamente realizada por minha pessoa, entretanto eu simplesmente estava enojada e me recusava a aproximar-me daquela mulher moribunda.

- Poky, não coma nada desse chiqueiro, ou você provavelmente irá adoecer. - Conhecendo a natureza da bolota felpuda imagino que ele iria furtar algumas frutas encontradas, mas considerando o estado repugnante do local não ficaria surpresa se houvesse frutas apodrecidas, por tal razão eu alertar-ia a doninha e assim poder evitar o aborrecimento de cuidar da doninha adoecida.

A ""decoração"" do ""apartamento"" talvez fosse tão repugnante quanto a própria inquilina. "Se ela usasse seus dons artísticos para ganhar a vida certamente não teria o suficiente para comprar um pincel." Refletia a respeito dos rabiscos de péssimo gosto que a secretária fez em minhas fotos, mas minha nem sequer ousou se aproximar das fotos, pois certamente eu seria contaminada por alguma doença incurável se tentasse explorar os interiores sórdidos do recinto, cruzando meus braços mantive-me imóvel no centro do cômodo evitando de sujar-me em meio a vastidão empoeirada.

Meus instintos claramente estavam me dizendo para deixar aquele local de imediato, talvez um instinto de sobrevivência para proteger meus olhos de encontrarem roupas cafonas e encardidas, além das que a secretária está trajando, mas iria me forçar a permanecer alguns minutos naquele inferno, pois quero ter certeza de resolver todos os equívocos com a secretária e assim nunca mais precisar retornar.

Quando a secretária despertar não seria improvável acreditar que ela tentaria me agredir subitamente, mas Vick poderia facilmente convencê-la a acalmar-se, afinal uma arma apontada contra o rosto geralmente funciona como calmante, mas se a ameaça não for suficiente minha pessoa iria girar o corpo em torno do pé para chutar a secretária no rosto utilizando o calcanhar, a fim de afastá-la. - O desprezo é mútuo, mas nós temos interesses em comum, então vossa pessoa poderia comportar-se como uma adulta e me escutar? - Diria num ar de desinteresse, pois não desejava prosseguir com as infantilidades da secretária.

Caso a secretária demonstre interesse em saber o motivo de minha repentina aparição em vosso apartamento. - Eu desejo que vossa pessoa me conte os segredos degradantes que o Sr. Santo esconde do público. - Desejando encurtar minha estadia no manicômio da secretária não hesitaria em ir direto ao ponto, permitindo que um sorriso meigo se faça presente meio semblante em harmonia com o tom de voz adocicado ao exigir algo que pode simplesmente dizimar a imagem do ruivo.

Claro, a secretária pode muito bem se recusar a cooperar com minha pessoa tão amável. - O que você tem a perder? - O questionamento afrontoso teria a finalidade de enaltecer o atual estado da secretária prestes a ser despejada de sua """residência""". - E também não foi o Sr. Santo o único responsável de tê-la colocado nessa posição vexaminosa? - Bom, é verdade que minha pessoa pode ter motivado a raiva da secretária, mas. - Se ele de fato possuísse a piedade de um ser divino vossa atitude impulsiva teria sido perdoada, porém o Sr. Santo simplesmente deixou que vossa pessoa fosse expurgada para egoistamente proteger a própria imagem e reputação perante a platéia. - Expressando um sorriso arrogante em minha belíssima face iria enfatizar a atitude mesquinha do Sr. Santo, desejando direcionar a ele todo o rancor da secretária. - Estou lhe dando a oportunidade de fazer justiça contra as atitudes cruéis de um falso ídolo. - Talvez o mais correto a dizer seria uma vingança pessoal, porém a palavra justiça enobrece as ações destrutivas, e talvez assim a secretária fique mais motivada a colaborar comigo.

Mas caso ainda falte inventivos para a secretária decidir cooperar com minha pessoa. - Conheço alguém que desgosta tanto do Sr. Santo quanto nós, se vossa pessoa for capaz de agradá-la é bem provável que consiga um emprego que lhe permita re-estruturar vossa vida. - A julgar pelas mensagens de ódio na porta do muquifo acredito que o principal motivo da secretária ter chegado ao fundo do abismo foi o restante dos mundanos recusando-se a ajudá-la após ter manchado a imagem falsamente digna do Sr. Santo.

Se eventualmente a secretária aceitar a minha exigência, eu não iria ficar imediatamente contente, meu semblante tornaria-se rígido ao encará-la com frieza. - Ótimo, agora vá se banhar, vista algumas roupas decentes e me encontre em alguma hospedaria próxima. - Suspirava muitíssimo aborrecida por ter passado tanto tempo nesse chiqueiro a ponto de simplesmente desejar abandonar esse ambiente decrépito, além de ser totalmente repulsivo para minha pessoa ser vista e reconhecida na companhia de uma mundana maltrapilha. - Mas, aquelas fotos, livre-se delas, imediatamente! - Dizendo sem qualquer resquício de pressa na voz a fim de fazer a secretária deduzir o que deve ser feito antes de minha pessoa terminar a ordem, desviei o olhar para as fotografias maculadas de minha pessoa, ansiando por vê-las serem arrancadas, num gesto totalmente caprichoso podendo ser simplesmente ignorado, porém fazer a secretária rasgar as fotos que a própria ousou profanar me parecia uma atração deveras satisfatória de apreciar, e tal teimosia extravagante de minha parte colocaria tudo a perder caso não seja atendida.

Se a minha relação com a secretária floresça em uma agradável união de interesses minha pessoa perguntaria a ela por um hotel nas proximidades onde poderíamos conversar de maneira civilizada sem o risco de minha majestosa pessoa ficar coberta de poeira, aguardando-a no lado de fora do prédio.

Porém se a secretária se recusar a cooperar eu simplesmente daria de ombros e retornaria até minha residência, afinal poderei utilizar deste tempo a fim de tentar encontrar uma solução rápida para reparar a catástrofe que assolou a casa, além do mais eu ficarei bastante contente por derrotar o Sr. Santo no palco, o auxílio da secretária apenas complementaria o prazer da situação e talvez antecipasse a inevitável queda do ruivo, de qualquer maneira é um bônus que posso ignorar, enquanto a secretária continuaria vivendo todos os anos de sua existência decadente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyDom 22 Nov 2020, 12:32




Podia ser descrito como ''desagradável'' a insistencia que Devond aplicava. Bem, era o esperado, mas a forma como ele a fazia que era o problema. Kare não aceitaria ser ''mandada'', não por um homem nesse tipo de situação. - Estou todo ouvidos Miss Lawford. - Mas o sorriso logo mudou um pouco no momento em que ele viu Kare amassando o roteiro enquanto ouvia suas palavras agressivas. Não houve resposta do ator que apenas ficou-a encarando com certa perplexidade. Kare levantou-se, agarrou-o pelo colarinho e trouxe para si, por reflexo Devond levantou as mãos em rendição na altura de seus ombros, o reflexo que viu de si mesmo nos olhos de Kare pareceram-lhe dessa vez um tanto perigoso e lembraram-no do seu passado onde sofria na mão de valentões… bem, obviamente isso nunca aconteceu, mas neste momento o ator meio que conseguia entender a sensação.

Kare aproximou-se, seus narizes tocando-se permitindo que ele sentisse o doce perfume da mulher. O brilho no olhar delas aos poucos tornou-se mais cômodo como se a sensação de frieza inicial houvesse sido apenas uma alucinação e assim, após esse breve momento ele retomava sua confiança, crendo que certamente havia sido sua impressão. Um sorriso arrogante voltava aos seus lábios, não que Kare pudesse ver devido a posição. Ele também era um jogador e não se importava em fazê-lo se no final houvesse um prêmio que valesse o esforço. Naquele momento havia julgado que Kare valeria o esforço de jogar. - Clarissima Miss Lawford. - Não havia temor, mas sim divertimento em seu olhar e tom de voz.

>><<

- Como quiser Senhorita. - Vick adentrou o cômodo indo em direção a cozinha, Kare pode ouvir o barulho de algumas portas sendo abertas e depois o som de água antes de Vick retornar carregando um balde plastico preto cheio até a borda ao ponto de derramar-se um pouco a cada passo da empregada.

- AHHHHHHHH, OQUEEEEE. - A Ex-secretária sentou-se de susto ofegante e então começou a tossir descontroladamente precisando inclusive virar-se de lado, meio de quatro com os cabelos curtos caindo ao redor do rosto tossindo em direção ao chão ao afogar-se com o próprio ar. Continuou por algum tempo, parecia sofrido, quando começou a se acalmar levou a mão a têmpora reclamando da dor de cabeça. Ela ainda não havia registrado em sua visão quem era o culpado e por tal praguejava baixinho achando que eram os cobradores que haviam invadido seu ''lar'' e lhe acordado daquela maneira vil e cruel. - Seus malditos desgraçados sem educação. Eu já disse que vou pagar, então esperem um pouco mais enquanto .... - Era o momento que ela erguia a cabeça, seus cabelos encharcados grudados no rosto eram retirados com ajuda de sua mão lentamente enquanto as palavras morriam em sua língua. - O que você ta fazendo aqui, VAI EMBORA.   - Ao gritar ela encolheu as pernas junto ao corpo apoiando a cabeça com ambas as mãos apertando-a na tentativa de aliviar a dor.   - Já não basta tudo que me fez? Agora veio rir de mim? - Ela havia ficado sabendo do fracasso do ataque dos felinos, pois obviamente haviam paparazzis de espreita na residência de Kare e eles haviam visto o momento em que a marinha chegou para levar em custódia a trupe. É claro que nenhum deles havia novamente se atrevido a entrar escondido na residência, afinal, haviam descoberto os perigos que tal atitude poderia trazer. - EU NÃO TENHO NENHUM INTERESSE EM COMUM COM VOCÊ. - Ela gritou exasperada apertando mais as pernas contra o peito e as mãos contra a cabeça. Ela havia perdido tudo que lhe importava no curto período após a aparição de Kare. A verdade era que havia sido culpa unica e exclusivamente dela, mas era algo difícil de se admitir. Bast lhe havia mandado não interferir com a mulher a sua frente, Bast naquele momento havia sentido que Kare possuía algo e por tal decidira que o melhor era não prover situações que poderiam servir de alimento para que ela crescesse, mas a ex-secretária havia ignorado o que Bast lhe disse e não pode deixar Kare após a afronta que a mesma havia realizado contra aquele a quem ela divinizava. Todavia suas atitudes contra Kare haviam apenas prejudicado Bast. Ela sentiu-se mais, depois destruída, mas ainda acreditava que o grande coração de Bast a perdoaria, que ele lhe estenderia a mão, a abraçaria e diria que estava tudo bem, mas… qual fora o resultado? O que aconteceu não podia estar mais longe do que ela achou.

Bem, é claro que ela sabia que Bast não era realmente o completo santo que a maioria das pessoas acreditava, mas nem por isso sua fé nele era menor. Ela o idolatrava e seguiu cada um dos seus passos, se esforçou e se dedicou completamente a ela para poder finalmente chegar ao seu lado. Ela acreditou que toda sua vida seria dedicada ao homem ao qual ela nutria profundo afeto, ela amava Bast, mas como podê-lo-ia dizer? Ele estava muito acima dela e por tal se forçou ao silêncio, sentindo-se satisfeita por simplesmente poder viver junto dele como seu braço direito, porém… No momento em que vacilou se viu descartada. Havia sido um único deslize em todos os anos que ela havia trabalhado ao lado dele e por este único deslize toda a dedicação da sua vida havia sido desprezada. Os culpados, para ela, não poderiam ser outros senão Kare e Bast. Ela deseja ver Kare morta, enquanto a Bast…. Seus desejos para o ruiva eram talvez ainda mais arrepiantes.

Ela havia se recusado a conversar com Kare, seu silêncio permaneceu enquanto mantinha seu rosto afundado em seus joelhos. Kare prosseguir tentando convencê-la até que houve algumas palavras. - Você também é culpada. - Era a opinião dela, embora Kare nunca a houvesse obrigado a tomar nenhuma das atitudes que ela havia realizado. As palavras de Kare seguiram, cada uma era como uma adaga venenosa cravando-se no peito da ex-secretária. Ela havia sido martirizada pelo bem dele. No inicio ela havia aceitado, mas logo se viu destruida por tal acontecimento. - Tudo que eu fiz pra ele… - Começou a chorar baixinho pela dor que Kare novamente trazia a tona. - Dediquei minha vida toda pra ele. - Os sons de fungadas intensificar-se, todos vindos de Suzete. - Foi um único erro e… e… e… - Ela não conseguiu concluir.

Kare precisou esperar quase um minuto até ela se acalmar e isso só ocorreu porque Vick jogou mais água nela. - Não viemos escutar o seu choro Senhorita Suzete, então controle-se. - A voz dura repreendeu a mulher.  

- Me dando a oportunidade? - Ela pareceu confusa, parecia inconcebível que fosse algo assim, afinal embora ela estivesse naquele estado já havia sido uma das pessoas de confiança de Bast e por tal não era burra ou inocente. Ela bem sabia que não era benevolência de Kare, também sabia que o fato da morena está ali estava ligado aos gatos terem dado com a língua nos dentes e de qualquer forma sabia que o seu apartamente resolveria qualquer dúvida quanto às suas intenções para com Kare.   - Você só quer me usar, assim como ele. - O coração ferido não seria facilmente conquistado como aliado. Ela já havia perdido tudo, sua vida estava completamente arruinada e ela já não possuía nada mais a perder. Quase todas suas economias havia sido usadas para contratar o grupo NyanNyanNyanNyanNyanta. Mas então algo que ela não esperava ouvir foi dito.

- Você… Vai me arrumar um emprego? - Sua face de olhos inchados ergueu-se, seus olhos vermelhos encaram Kare que parecia viver num mundo completamente diferente do dela. Ela ficou olhando desconfiada por muito tempo antes de se atrever a concordar, mas mesmo assim expressou dúvidas. - Como posso acreditar em você?

>><<

Ela seguiu o que Kare lhe pediu. As fotos haviam sido rasgadas e jogadas num lixo, ela moveu-se muito lentamente devido a dor de cabeça, mas o fez. Após isso informou o hotel o que permitiu a Kare ir embora junto a Vick enquanto a secretária ia tomar banho. Ao saírem do apartamento dela a velha espiada por uma fresta, mas ao v⁻las a porta bateu-se com pressa.

Era um hotel modesto, mas o menos o quarto era limpo. Demorou quase meia hora para ela aparecer. Mas estava vestida e limpa, embora ainda não pudesse ser tido como um bom estado. Seu rosto estava acabado e seus cabelos eram um desastre que só. As roupas eram cafonas e estava amarrotadas. O rosto estava inchado e pálido devido a pouca alimentação e embora houvesse tomado banho ainda era possível sentir levemente o fedor do álcool que emanava dela.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 6 EmptyOntem à(s) 11:10



Não posso negar que minha pessoa ficava um pouco, ou talvez bastante contente ao testemunhar a secretária afogando-se diante a sutileza cuidadosa de Vick quando a acordou, meu olhar reluzia discretamente satisfeito comigo levando o dedo indicador até o queixo enquanto um pequeno sorriso maléfico seria desenhado nos lábios, mas todo esse apreço rapidamente era dissipado quando a secretária começou a falar. - Agora vossa pessoa me expulsa, mesmo que a pouco tempo tenha enviado mensageiros solicitando minha presença. - Desinteressada nas palavras da secretária minha pessoa olhava para as próprias unhas apoiando um dedo por vez no polegar, me dando o único trabalho de encará-la pelo canto dos olhos elevando a sobrancelha num ar questionador, a voz monótona enfatizava a reação contraditória da mulher.

As lamúrias da secretaria eram atentamente escutadas por meus ouvidos interessados em vosso depoimento, mas minha pessoa rapidamente recobrou a atenção quando Vick lhe deu o segundo banho, de qualquer forma eu já havia escutado o suficiente. "Um erro…" A informação era agradável, pois se ela não estiver mentindo ou omitindo as próprias falhas (algo bem comum) indicava certa eficiência profissional por parte da mulher. "Creio ser útil para Alvi." O único motivo que fazia minha grandiosa pessoa se dignar a dedicar sua atenção para uma plebéia maltrapilha era a preocupação genuína com Alvi e seu atelier, eu realmente não desejava entregar uma ferramenta sem utilidade para a minha patrocinadora em Tuntz Tuntz.

Em resposta o questionamento da secretária a respeito de confiar em minha pessoa. - Você tem opção melhor? - Cruzei os braços inclinando levemente a cabeça para o lado, apesar das palavras um tanto maldosas eu não desejava esfregar na cara da mulher o fato da mesma encontrar-se num estado miserável, e nem estou falando das roupas… Eu simplesmente não tinha o interesse de me esforçar para conquistar a colaboração daquela mulher, devolvendo-lhe outra pergunta sem tentar disfarçar o semblante desmotivado.

- Eu apenas sugiro que vossa pessoa procure por tratamento psiquiátrico. - Não faria menor questão de ser delicada ao praticamente alegar a insanidade da mulher, pois com essa instabilidade emocional ela poderia trazer problemas futuros para Alvi, caso seja contratada. - Irei lhe conseguir a entrevista de emprego, mas para vossa pessoa ser efetivada dependerá de seu merecimento. - Talvez esse seria o terceiro banho gelado recebido pela secretária naquele dia, mas minha pessoa desejava lhe mostrar um cenário mais realista e fácil de se acreditar, desejando também evitar outras tentativas irritantes de vinganças se porventura a mulher fracasse novamente. - Mas se vossa pessoa for tão capacitada quanto afirma acredito que não haverá problema, afinal pessoas eficientes são estimadas. - Por fim daria a secretária uma visão otimista, isso se ela não houvesse tentado mascarar seus erros anteriormente.

No quarto de hotel. - Lhe falei para trajar roupas melhores… - Meus pensamentos se tornaram palavras assim que os os olhos de minha pessoa tiveram o desprazer de apreciar as vestes abarrotadas da secretária, eu simplesmente desejava acreditar que aquelas não eram suas roupas mais sofisticadas. "Não é possível que alguém seja a redentora de tal péssimo gosto." Acenei em negação com a cabeça, recusando-me a crer naquilo diante de mim.

Mas visualizando a secretária em maiores detalhes, minha pessoa sentiu seus olhos queimarem de tanto desgosto, ao ponto de se obrigar a fechá-los enquanto gentilmente massagearia às pálpebras utilizando as pontas a fim de evitar a iminente dor de cabeça. - Consiga algo para ela comer. - Diria a Vick enquanto ainda mantenho os olhos completamente fechados como se estivesse a desabafar pela aflição, com tal atitude talvez eu consiga um pouco do apreço da secretária, mas tal interesse nem se comparava a minha de evitar sofrer a tortura por encarar a mundana cadavérica enquanto escuto suas estórias.

O hotel apesar de possuir características menos desprezíveis se comparado ao apartamento habitado pela secretária ainda era desagradavei o suficiente para fazer com que minha majestosa pessoa sinta-se desconfortável no ambiente, tendo preferência por ficar de pé durante a estadia naquele quarto.

Sendo assim iria aguardar até que a secretária termine seu desjejum, pois considerando aquela aparência abominável eu não ficaria surpresa se ela começasse a falar de boca cheia, e meus olhos tão preciosos já tiveram de suportar muitas aflições em um único dia. - Importar-se de começar a falar agora que terminou vossa refeição? - Encarando-a através do canto de meu olhar irritado, permitindo que em minha voz seja transmitida a impaciência de ter aguardado uma eternidade no recinto.


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