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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySex Out 16, 2020 5:16 pm

Relembrando a primeira mensagem :

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Fukai Himitsu. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyDom Dez 06, 2020 6:23 pm




Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas

A interferência da cantora causou reações variadas nas pessoas presentes. Miaumiau por exemplo sentiu-se aliviado; enquanto que Alex Fate ficou frustrado e decepcionado, afinal queria ver sangue; já Fukai resgatou memórias de sua infância, mantendo-se reflexivo por alguns instantes, mas não demorou muito para retomar sua postura defensiva e alerta.

A conversa se desenrolou até que bem; Alex e Edward interagiram um pouco, o ninja não ficou tão empolgado com a missão, já por outro lado se interessou e muito pela recompensa, retirando algumas gargalhadas de Edward com sua reação exagerada. Antes disso se apresentou com seu nome verdadeiro, algo incomum. - Então seja bem-vindo, Bethania. - Edward havia dito em meio a outra gargalhada.

Fukai também se manifestou, mostrando interesse na parte sobre as recompensas por criminosos, lançando algumas palavras na direção do homem grisalho.

- Bom, tente chegar em um acordo com ele. - O homem disse apontando para Alex. - Se não der certo, podemos debater depois sobre isso. Mas acho improvável que sejamos atacados em alto mar, talvez quando eu encontrar o esconderijo desses malditos, mas até lá suponho que já teremos nos separado, afinal você só quer uma carona até a ilha... Agora se você também quiser trabalhar para mim, ai conversa já é outra. -

...

Em dado momento Alex sussurra alguns conselhos bem no ouvido de Fukai, mas o espadachim apenas o ignora, da forma mais fria possível. Com tamanha rejeição, o ninja se encaminha para o balcão; curiosamente Fukai decide fazer o mesmo, e ambos chegam quase que no mesmo instante. Já Edward se retira do estabelecimento.

No balcão, Fukai e Alex fazem seus pedidos quase que simultaneamente; a atendente é uma mulher de longos cabelos negros, grandes olhos cor de amêndoa, seios fartos e está trajando um vestido cheio bem simples. Ela nota o olhar diferenciado de Alex e sorri.

- Boa noite! Vejamos... - Ela dá uma sondada nas bebidas que estão organizadas em prateleiras logo atrás dela e nos barris próximos, em seguida pega uma caneca vazia, se aproximando de um dos barris e enchendo a caneca com uma bebida escura. A mulher coloca esta mesma caneca na frente de Alex e ao lado uma caixa de fósforos, não parece se preocupar com o porquê do ninja pedir aquilo, afinal foi bem paga por Edward. - Aqui está, aproveite. - Ela sorri novamente, mas não perde muito tempo e vai atender Fukai.

- Tenho que ver se há alguma coisa importada no estoque, me dê um minuto. - A mulher diz, dirigindo-se a um outro cômodo; a porta de acesso fica do outro lado do balcão.

Fukai acaba sendo obrigado a esperar pelo retorno da mulher, mas Alex fica livre, sendo o primeiro a ir abordar aquela misteriosa cantora no fundo da taverna. Quando chega perto, nota que ela está avaliando o instrumento que tem em mãos; Alex se senta de frente para ela e fica a observando, mas ela não se manifesta, apenas fica quieta na dela, ainda sem revelar a face. Alex dá alguns goles na bebida que trouxe consigo, o gosto é muito forte, mas já tomou bebidas bem melhores anteriormente.

- Ainda temos alguns destes vinhos de Kano. - A atendente diz para Fukai, logo após retornar ao balcão. - Eu não sei bem como funciona a produção, mas vende muito bem aqui em Las Camp, escutei dizer que tem um gosto doce. -

Ela pega duas taças e serve as doses, em seguida pega um bloco de anotações para registrar as vendas, realizando assim um tipo de controle.

Alex enfim inicia uma conversa com a musicista, ela hesita antes de responder, mas logo agracia o ninja com sua voz agradável aos ouvidos, porém, falando em voz baixa e devagar. - Não está... - Para a surpresa dele, a mulher diz não estar incomodada, embora esteja hesitante por alguma razão desconhecida. Em seguida, Alex se apresenta com um nome falso, diferente de quando conversou com Edward. - Eu... Me chamo Violet Cherith. - Por um breve momento ela levanta o olhar, e mesmo que o ninja não consiga visualizar a face dela tão bem, ainda assim vê de relance olhos vermelhos como sangue, além disso percebe que ela tem cabelos tão negros quanto um céu noturno e a pele clara. - Tudo bem. - É tudo o que ela diz, quando Alex anuncia que precisa partir, mas que em algum momento futuro voltará para procurá-la; não consegue ver, mas os lábios dela moldam um sútil sorriso por toda aquela estranha abordagem, talvez no fundo ela tenha gostado.

De repente, antes que o ninja realmente deixe a mesa, surge Fukai com duas taças em mãos, ele entrega uma para Violet. - Oh... Obrigada... - Apesar de hesitar, ela aceita pegar a taça, provavelmente por educação, já que a primeira coisa que faz é colocar o recipiente em cima da mesa. Conforme Alex se afasta, o espadachim assume a mesa e segue com o que Alex resolveu deixar para depois: Interagir.

Fukai está realmente interessado nas habilidades musicais da cantora, pedindo mais uma canção; ela fica pensativa, e não chega a responder, apenas começa a tocar o instrumento, dedilhando as cordas com tranquilidade, algo que ela não demonstra nenhum pouco quando conversa com alguém.


Enquanto Fukai permanece na taverna escutando aquela bela canção, Alex se retira do estabelecimento com a caneca em mãos e ainda 70% de seu conteúdo; do lado de fora percebe pouca movimentação, não nota nada de suspeito, consegue avistar o porto logo adiante. Há um navio de tamanho mediano ancorado, a bandeira remete ao Reino de Ilusia; além disso há outras duas embarcações bem menores, estas devem operar com menos de sete pessoas. O silencio da noite acaba sendo o único companheiro do ninja, e ele fica livre para decidir seu destino.


Caso opte por encaminhar-se para o navio de Edward, dará de cara com uma rampa e poderá subir ao [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] se assim desejar. No convés não verá o cavaleiro, talvez ele esteja dentro da embarcação, porém, verá dois homens fortes, morenos e sem camisa trazendo alguns caixotes e barris do porto, eles estão enchendo o navio com comida e água. Há três sujeitos vagabundeando na traseira superior do convés, eles estão conversando sobre alguma coisa, Alex não escutará pela distância, os três possuem aparências e vestimentas simplórias. Já próximo da proa, na área superior dianteira, encontra-se a irmã de Edward, ela está olhando para o mar, parece estar apreensiva.

Se Alex resolver descer para o piso inferior, encontrará apenas uma porta que provavelmente dá acesso ao restante das cabines. Mas ao se aproximar, a porta se abrirá sozinha e um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] bem musculoso irá sair; ele tem feições rústicas e traja uma armadura que remete a Kano.

- PARADO AÍ INTRUSO! - Ele gritará. - GAHAHA! É brincadeira, Edward já nos avisou que teremos companhia! -

Sua voz grossa e aparente força lhe confere um ar de imponência, mas soa alguém de temperamento leve. - Precisa de ajuda com algo? -

Este encontro poderá ser evitado se Alex não ir até a porta.


Com o fim da música e os copos sendo esvaziados, alguns dos marujos vão se retirando da taverna, afinal precisam partir. - Você... Gostou? - A cantora pergunta para o espadachim, ela pega a taça e dá um pequeno gole no vinho. Miaumiau repentinamente surge ao lado de Fukai com uma coxa de galinha em mãos, mordiscando e balançando a cauda animadamente. - Que música bonita! Você é amigo dela Fukai? Do que estão conversando? - Ele se intromete no meio da conversa na maior curiosidade, já sentando-se em uma cadeira livre.

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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySex Dez 11, 2020 4:09 pm









Cruisin'



Após ouvir as sonoras risadas de Edward e ter sido completamente ignorado pelo samurai, Alex conseguiu sua bebida, um encontro marcado com a misteriosa artista e um sorriso da atendente. Sua mente já estava um pouco conturbada por conta do whisky de mais cedo, por isso ele não ligou muito para a atitude do ruivo, tudo que importava é que ele estava um pouco mais feliz que antes e que por um momento a sua mente se distanciou de sua longa jornada até o topo do mundo.

Agora, sob a luz da lua, Alex encarava o vazio... Pensando sobre o desafio que vinha a frente. Sua confiança advinda de seu gigantesco ego não o permitia se preocupar com sua própria segurança, mas recentemente, a ficha caiu sobre a morte de seu pai e ele passou a temer ser morto antes mesmo de chegar lá. Aquilo o fez questionar internamente se o que ele tinha e sabia são o bastante para um conflito direto, visto que o mesmo veio recentemente notar o como tinha perdido sua força. Agora as suas ações tinham que ser bem pensadas, visto que muito provavelmente não teria a oportunidade de resolver aquilo no braço. Sem uma arma bem afiada, ele não conseguiria impor sua vontade sobre ninguém e aquilo o irritava. Sem dinheiro, sem gente de confiança, e nem força. Ele não passava de um moleque com umas bolsas cheias de facas e agulhas, por isso ele estava motivado a dar tudo de si nessa missão.

Após sua longa reflexão, ele decidiu ir para o navio de Edward e aguardar por lá a partida. O local estava consideravelmente agitado, mas a única coisa que realmente chamou a sua atenção era a jovem moça a quem havia ajudado, o motivo dele estar ali. Ela parecia estar nervosa, o que pra Alex seria bem normal, á que ela não demonstrava ser do tipo que luta. Ele se aproximaria da garota, encarando a lua no ao distante, e diria: - É lindo, não? - Ele se reclinaria sobre a borda convés, dessa vez encarando o mar, e tomaria um gole de sua bebida. - Talvez seja porque eu fiquei um bom tempo no mar, mas essa visão sempre me fascina. De dia, uma vitrine mostrando toda sua beleza para aqueles que se aventuram nele, e a noite, um espelho que reflete e destaca a grande atriz do momento que é a lua. - Ele abaixaria a cabeça, dando um sorriso nostálgico. - Meu pai tinha um livro de capa dura com todas as poesias mais chinfrins que ele encontrou. Ele achava aquilo genial. O poder da palavra! Meio que se sentia obrigado a nos contar pelo menos uma delas a noite, acho que foi a partir daí que meus irmãos passaram a não gostar muito dele... - Ele daria um outro gole na bebida e olharia pra dentro da caneca. - Quer um pouco? -Ele a mostraria a caneca com a bebida. - É bem forte e o gosto é de álcool puro, mas pode te ajudar a calmar os ânimos. - Se ela aceitasse, ele simplesmente passaria a caneca. Se não aceitasse ele a responderia dizendo: - Bebida não é bem a sua praia, né? Tudo bem, eu entendo. Mas temos que fazer algo quanto a essa sua preocupação. Você está com medo do que pode acontecer nessa nossa jornada? - Ele tomaria um último gole da bebida, a deixando de lado, se já não tivesse a terminado. - A gente não chegou a se apresentar direito, não é? Me chamo Alex. - Ele a encararia por um momento aguardando sua resposta. Se ela ficasse muito tímida como antes, ele diria: - Ei ei... Não precisa ficar tímida perto de mim, sou uma das últimas pessoas de quem você deveria ser medo. Posso ser tão inofensivo quanto um bicho de pelúcia se necessário. - Ele a encararia sorrindo, se inclinando ainda mais sobre a beirada do convés.

-Uh! Aquele livro de hoje cedo era sobre oque? Parecia ser importante para você. - Em seguida ele ouviria atentamente. - Então você gosta de ler? Se não, tá tudo bem, mas tem algum outro tipo de hobby? - Ele a olharia, apreensivo pela resposta, se ela dissesse que sim, ela a interromperia. - Certo certo certo! Não precisa entrar em muito detalhe. Vamos fazer um trato. Eu vou lhe ensinar técnicas de autodefesa baseado no que eu sei e você me ensina o que você sabe... Que tal? - Ele se endireitaria e cruzaria os braços lhe dando uma olhada cheia de confiança. Se ela lhe desse um discurso sobre como não quer tirar a vida de outra pessoa ou algo do tipo, ele apenas franziria a testa e diria: - Escuta...Você tem que mudar essa perspectiva. Um combate apenas se inicia se realmente for necessário. - Ele desviaria o olhar por um momento, tentando ocultar sua desonestidade, visto que Alex não acreditava muito em suas palavras. - Você deve pensar nisso como o último recurso. Quando o oponente tem uma vontade tão grande que decide não recuar! Algo que você deve usar para manter sua integridade e sua vida! Mas é claro... Só se o seu oponente não quiser recuar, pois em qualquer outro caso, ter uma língua afiada pode lhe tirar da enrascada. O que eu também posso lhe ensinar. - Ele daria um sorriso levemente presunçoso. Se ela aceitasse, ele a entregaria uma de suas kunais e diria: -Essa é uma kunai, uma espécie de faca de arremesso que também pode ser usada como uma faca de combate. Bem primeiro eu vou lhe ensinar combate a média distância, daí a gente passa para o básico do combate em curta distância. - Logo em seguida ele lhe ensinaria tudo que sabia a garota sobre seu estilo de combate e até mesmo sobre como desenvolver uma boa lábia, se ela assim desejasse, lhe dando tempo para descansar. Ao fim da lição, ele diria: - Aproveite esse tempo pra descansar, quando eu voltar vai ser sua vez de ensinar. - Em seguida ele pegaria sua bebida, se ainda tivesse, partiria para dentro do navio.

De repente, um homem muito bem humorado surgira em frente a Alex, e parecia disposto a ajudar. Por isso Alex perguntaria: - Sabe ser furtivo? Ou ler lábios a distância? Se não, sinto muito, mas você não pode me ajudar. Se sim, preciso que me ensine agora, por favor. - Se assim o homem aceitasse, ele tomaria seu tempo para aprender. Se não, ele apenas iria à cozinha ou para seja lá onde pudessem estar guardadas as garravas e buscaria por um recipiente para guardar o alcool que tinha consigo e um funil, passando, assim que encontrasse, o liquido de um recipiente para o outro. Em seguida ele voltaria para o convés para ter sua aula com sua professora.


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Fala/Pensamento

Histórico do minino Fate:
 

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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyDom Dez 13, 2020 9:47 am


O sabor doce do vinho inunda a boca de Fukai, o que o faz dar um olhar levemente decepcionado para o vinho, provavelmente vindo das províncias de Jiangzha ou Shandang, o sabor do álcool de sua casa era por sua vez muito mais amargo, assim como o povo era. Ainda sim o samurai daria um leve aceno de cabeça para a atendente pela sua preocupação de buscar o que ele tinha pedido e se afasta deixando seus agradecimentos.

O rapaz que era, até então, seu mais novo companheiro de viagem já estava interagindo com a musicista, provavelmente flertando com ela. Para a sorte dele não era o intuito do espadachim competir hoje pela atenção da jovem, seu interesse estava no estranho estado que ele esteve mais cedo ao ouvir o ressoar da melodia tocada pela garota. O samurai, em passos lentos, anda até o local onde a garota estava, desviando vez ou outra das mesas e das pessoas que estavam no local.

Com seu aproximar o jovem arruaceiro se afasta, o que para Fukai era de muito pouca importância, ainda que precisasse falar com ele, não era algo que o samurai tinha pressa ou vontade de fazer no momento. O espadachim entrega uma das suas duas taças à garota e lhe faz um pedido que ela parece aceitar após hesitar um momento. Provavelmente sua hesitação se devia ao pedido ser bastante incomum, não pela natureza dele, mas pela falta de cortesias fúteis que geralmente os acompanham.

Conforme a melodia toca, novamente um clamor nostálgico parece explodir no coração do ruivo. Até mesmo o adocicado do vinho se confunde com o amargor de suas memórias e trazem assim um sabor único que faz Fukai beber mais rápido que o normal até esvaziar a taça. Ainda que as lembranças não sejam tão profundas que o emerjam em um sonho desperto como o que ele teve a momentos atrás, ainda fazem o rapaz se perder em seus pensamentos. De pouco a pouco as suas emoções se sublimam em gotículas e gotículas que formam duas lágrimas, uma em cada lado de seu rosto, que escorrem sob a face do rapaz, atingindo o solo junto ao fim da música.

O ruivo olha para a sua taça vazia, e faz menção de estender sua manga para limpar as lágrimas, mas se impede no meio do gesto, decide deixar em sua face o rastro do seu silêncio e curto choro. -Sim. Responderia a pergunta da jovem. Fukai sente que deveria dizer mais palavras, fazer mais floreios como ele geralmente faz ao conversar com as pessoas, mas então pensa na forma de falar simples de Gorgon e no pouco jeito com as palavras da jovem, e sente que não deveria, que palavras são só palavras, ao invés, sustentaria o olhar em direção a jovem, tentando captar nela as emoções que se desenvolviam enquanto mantinha na sua face um olhar de agradecimento.

Sem Fukai perceber Miaumiau se aproxima e começa a indagar sobre os dois. O samurai não pode deixar de dar um sorriso para o jeito descontraído do homem que causa uma quebra completa no clima do momento. -Conheci ela hoje, se é que podemos nós considerar conhecidos. Estávamos falando sobre… Eu acho que sobre lembranças, sejam elas doces ou amargas? Diria o espadachim ao dar um leve olhar de relance para a garota antes de voltar a dar atenção para o seu futuro companheiro de viagem. -E você meu amigo, onde conseguiu esse frango? Parece saboroso. A fome enfim se tornou uma das preocupações do jovem que já sentia o estômago roncar a algum tempo, mas ao mesmo tempo tinha coisas demais em sua mente para saborear uma boa refeição. Agora, por outro lado, parecia que os grilhões que pesavam na alma de Fukai tinham se afrouxado, não desaparecido, mas lhe permitiam respirar mais levemente.

Esperaria o mike apontar onde poderia pegar comida e se levantaria da mesa. -Com licença. Mas antes de se dirigir ao local, falaria com a moça. -E você, está com fome? Deixando subentendido o seu convite, o samurai se afastaria buscando o que comer, dando preferência a comidas picantes que eram as suas favoritas. Fukai sustentaria pouco interesse pelas coisas durante o restante do desenrolar da noite, não tentaria mais forçar nenhuma interação com a musicista, e apenas a responderia se ela viesse conversar com ele, assim como Miaumiau, evitando assim maiores confusões até o final da noite.

Fukai ainda beberia mais algumas doses de vinho e comeria até ficar farto, afinal era de graça, não é como se sua personalidade aproveitadora tivesse desaparecido de uma hora para outra só porque ele estava melancólico. Esperaria Miaumiau estar pronto para retornar para o navio, e iria com o homem apenas quando ele fosse, esperando ser orientado a alguma acomodação onde ele pudesse dormir até o início da viagem.




Narração
Pensamentos
-Falas de Fukai.



Histórico:
 


____________________________________________________

"Ninguém nasce impiedoso, ninguém nasce para ser cauteloso e astuto.
Tudo isso é causado pelas experiências de vida de alguém."
                                                        - Um jovem medíocre.


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySex Dez 18, 2020 8:29 pm




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Alex Fate

Chegando no navio, Alex avista a irmã de Edward próxima da proa e acaba se encaminhando até ela. Ao dizer as primeiras palavras, percebe que ela se assusta um pouco, estava distraída, mas logo se recompõe. - É... Eu sempre gostei de observar a lua e as estrelas, são lindas. - Ela responde com uma voz frágil, olhando para o céu e permanecendo na defensiva, porém, não tanto quanto na última vez que se viram. Alex se reclina sobre a borda da embarcação, sendo o responsável por dar continuidade àquela conversa; a bebida desce por sua garganta, mas o gosto perde a importância.

As palavras do ninja parecem agradar a jovem, que também olha para o mar, pensativa. - Eu iria adorar que meu pai tivesse lido algum livro assim para mim... Ou que tivesse me dado mais atenção. - Há um toque de melancolia em quase tudo o que a jovem diz, o clima toma um aspecto meio triste e nostálgico ao mesmo tempo, tanto para a jovem quanto para Alex. Quando o aspirante a caçador oferece a bebida, ela recusa, tentando ser educada, mas encontrando dificuldades em achar as palavras certas. - Érr... Muito obrigada, eu... Bem... Não estou com sede. - Alex não parece se incomodar, mas lança um outro questionamento. - Não da jornada, mas do que vai acontecer após ela... Se falharmos. -

Alex enfim toma o último gole, secando a caneca completamente. O ninja se apresenta, dizendo seu nome; a jovem fica meio tímida, mas ainda assim se apresenta, desviando o olhar. - Pra-prazer! Rosalyn Cartier. - Para tentar tornar o clima mais leve, Alex faz uma piada que parece ser bem eficaz, já que Rosalyn começa a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].


Quando questionada a respeito do livro que pegou (ou roubou) da biblioteca, um sorriso alegre muda para um mais cinzento, capaz de mexer com o emocional de Alex. - É um livro muito importante para mim. Conta a história do meu pai, é uma autobiografia, mas pretendiam queimar, assim como todas as cópias. - Ainda prosseguindo com o dialogo, ela continua se abrindo aos poucos. - Eu sempre gostei de ler e estudar, quando pequena eu queria... - Alex interrompe a fala de Rosalyn, propondo um acordo. A jovem fica meio receosa de aceitar a proposta, mas não consegue explicar com clareza o motivo. - Eu não sei... Ferir outras pessoas... - Porém, o ninja faz todo um discurso que parece persuadir Rosalyn; no fim ela acaba consentindo. Ela pega a kunai, escuta as palavras de Alex e acompanha todas as lições.

Fukai

Enquanto isto, na taverna, a melodia parece tocar os sentimentos de Fukai, fazendo-o derramar algumas poucas lágrimas, mas suficientes para deixar sua mente mais leve. - Sim - É tudo o que o espadachim diz, ao ser questionado sobre se gostou ou não da música. Percebe-se que uma expressão de satisfação surge na face levemente ocultada da mulher, ela está contente com o resultado.

Com a entrada de Miaumiau na conversa, o clima se torna mais alegre e festivo, a cantora apenas assente com o que Fukai diz. - Ah! Isto daqui? Bem ali! - O Mink canino aponta com seu dedo indicador para uma mesa mais ao centro do estabelecimento; está repleta de comidas de todos os tipos, provavelmente foi o próprio Miaumiau que pediu para a atendente trazer tudo aquilo. - A comida daqui é muito boa, você vai adorar. - Ele começa a procurar algo para beber enquanto fala.

O apetite do jovem espadachim se abriu após todo aquele momento cheio de emoções; Fukai se levanta e traça um caminho até aquela mesa farta, mas não sem antes convidar bem discretamente a cantora. - Estou. - Ela aceita o convite, se levanta e acompanha Fukai. Se é comida picante que o espadachim gosta, então ele está com sorte, pois encontra algo que se encaixa perfeitamente no que deseja: Mapo Tofu Picante!

O gosto é surpreendente, tanto a textura quanto a dosagem de temperos estão na medida certa, mas é a forte picância que ressalta todo o sabor, um dos melhores pratos que já provou. Quando a cantora vê Fukai pegando um dos pratos, ela faz o mesmo, e ainda faz um comentário com uma voz repleta de nostalgia. - É a minha comida favorita. - Mas tirando isso, ela permaneceu quieta o restante da noite toda, apenas acompanhando o espadachim no deguste dos pratos, como também Miaumiau. Diferente de Fukai e da cantora, o Mink é alguém bastante tagarela e animado, contou muitas histórias das suas supostas aventuras incríveis e heroicas! Como quando lutou com um urso nas florestas de Kyanon Island para proteger uma criança; ou a vez em que escalou a montanha mais alta do West Blue atrás de uma erva medicinal; ele diz que uma vez até mesmo expulsou um bando inteiro de piratas de Las Camp, pois eles causavam alvoroço no orfanato de Ophelia.

O tempo vai se passando... As bebidas não são tão incríveis quanto as comidas, mas ainda assim Fukai enche a barriga até sentir-se satisfeito. Em dado momento a cantora some do seu campo de visão, provavelmente foi embora, mas estranhamente não se despediu.

Após se passar alguns bons minutos, talvez até uma hora? As coisas se acalmam, nota-se que os últimos marujos vão deixando o estabelecimento. - Ahhhh estou cheio! - Miaumiau está sentado em uma cadeira, ele acaricia a barriga estufada. - Acho que já está na hora de irmos. - Ele se levanta, mas antes de sair acena para atendente. - A comida estava ótima! Muito obrigado! - Um sorriso largo se faz presente na face do Mink, mostrando todos seus dentes bem afiados; ele é alguém bem amigável.

Fukai e Miaumiau deixam o estabelecimento; a noite está linda, pois uma lua enorme se destaca no céu levemente estrelado. As ruas já estão vazias, provavelmente é bem tarde, o caís fica logo adiante, é possível avistar um navio médio-grande que se destaca dos demais, deve ser o de Edward.

Alex Fate

Após algum tempo ensinando Rosalyn a se defender, Alex Fate resolve dar uma pausa para a jovem, mas avisando que logo voltará. Com a caneca vazia em mãos, o ninja se encaminha ao interior do navio, mas na porta se depara com um homem parrudo e cheio de energia. Alex tenta a sorte e revela querer aprender algumas coisas, mas o homem não é quem ele busca. - GAHAHA! Eu sendo furtivo??? Muito boa a piada!!! - Após a sonora gargalhada, ele abre caminho e deixa o ninja seguir adiante.

O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] em que adentra parece ser uma cozinha/estoque, há barris com bebida e caixotes com comida armazenados por ali; nota-se também mais ao fundo uma escada vertical que leva para o piso inferior, onde devem haver os dormitórios. Por sinal, assim que entra, percebe muita gente subindo, esses marujos vão se encaminhando para o convés com empolgação, nenhum deles se incomoda com a presença do ninja.

Alex encontra o que deseja e realiza todo o processo planejado, conseguindo uma garrafa cheia de álcool.

Ambos

Chegando ao convés, Fukai nota que vários marujos estão reunidos ali, sejam eles fortes ou magros, grandes ou altos. Na parte mais elevada do convés, próximo da proa, o capitão do navio observa todos ali presentes. - Vejo que estão todos aqui... ENTÃO É HORA DE ZARPAR! TODOS AOS SEUS POSTOS! - Quando exclama tais palavras, os homens ali presentes se agitam; a ancora é puxada de volta, as amarras são soltas, a rampa resgatada, por fim a vela se abre e o vento faz o resto do trabalho; é neste momento que Alex retorna, saindo da cozinha; a embarcação começa a se locomover, inicialmente devagar, mas aos poucos vai conseguindo o impulso necessário para sair do lugar. O timoneiro é o próprio Edward, que redireciona o navio para a direção desejada; Las Camp vai ficando para trás, alguns marujos olham com alegria para o horizonte, já outros olham para a ilha com saudade no olhar, provavelmente alguns ali ainda são novatos que foram recrutados recentemente, enquanto que outros são homens do mar experientes.

Em meio a tamanha agitação, marujo indo para lá, marujo vindo para cá, Edward avista Fukai, Alex e Miaumiau, deixando o leme de lado e indo ao encontro dos três.

- Estão todos prontos para a viagem? O vento está bom, se continuar assim não será uma viagem tão longa, mas mesmo assim levará algumas boas horas. Se estiverem cansados, há dormitórios lá embaixo. - Ele explica, apontando para o piso. - Dúvidas? -


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySeg Dez 21, 2020 11:09 pm









Set sails!



Pouco a pouco Alex conseguia ganhar a confiança da jovem moça e em seu exterior ele parecia estar extremamente contido, mas aquilo não passava de uma fachada, pois por dentro o jovem salivava como um lobo prestes a abater e devorar uma pequena e inocente ovelha. Está seria que uma falha em seu caráter que Alex abraçou em seus dias de farra em Water Seven, mas que aos poucos se esvaiu durante a sua longa viagem até os blues, por conta de suas diversas falsas identidades. Até aquele momento ele ainda estava um pouco confuso sobre o quanto realmente se importava com a garota e o quanto daquilo era o seu falo tomando as rédeas, o que pouco importava já que de qualquer forma, tudo os direcionaria a um lugar: O quarto.

Após diversas tentativas de fazê-la se abrir, Alex conseguiu seu nome e um lindo sorriso, o que deixou o garoto bêbado feliz. A bebida geralmente traz o seu lado bom a tona e por conta disso, Alex tende a não consumir álcool em excesso quando está cercado de pessoas que não confia, porém, pela primeira vez em muito tempo uma pessoa quis o ver fora da cadeia. Logo após ela dizer seu nome, Alex pergunta sobre aquele curioso livro que era a causa de todo aquele furduncio na biblioteca e recebeu uma resposta que o deixou um pouco surpreso e enfurecido. – Fico ainda mais contente em ter lhe ajudado então... Primatas como aquele careca de antes geralmente não reconhecem o valor e o poder da informação. – Ele a respondeu, com sua frustração clara como o dia em seu rosto, que sem muitas delongas se desfez. Logo após ele resumiu os seus planos e ofereceu ensinar a garota a se defender. Ela protestou inicialmente, como esperado, mas logo o rapaz conseguiu convencê-la do quanto era necessário.

Após finalizar sua classe e esbarrar com grandalhão musculoso que lhe fora nada útil, Alex consegue o que buscava na cozinha e retorna para o convés para descobrir que finalmente estavam partindo. Edward agitou seus homens e com toda a colaboração e trabalho em equipe braçal, o barco partiu. Alex sentia um leve anseio, já que não via à hora de esticar as pernas e estrear apropriadamente as armas que havia comprado, visto que as palavras de Edward logo após deixaram bem claro que seu momento de brilhar estava bem próximo. No fim, Edward deu a Alex a oportunidade de tirar a gigantesca pulga que estava atrás de sua orelha. –Bem, eu tenho uma duvida... Qual é o plano? – Ele diria, colocando as mãos na cintura. – A gente só vai chegar lá, bater na porta da frente e pedir com jeitinho? – Dessa vez, ele cruzaria os braços e seguraria seu queixo. Ele ouviria a o que Edward tinha a dizer e ao fim, ergueria sua mão para chamar a atenção dos demais naquele circulo. – Sugiro que me permita ir à frente. Eu irei me infiltrar e se necessário extrairei informação, além de causar uma distração para dividir as forças inimigas. – Independente de discordar ou concordar com o plano, Alex apenas acenaria com a cabeça, provavelmente frustrado caso seu pedido seja negado. – Era tudo que eu queria ouvir, senhor. Agora, se me permitem. – Ele se viraria e caminharia em direção a Rosalyn, pronto para seu aprendizado. –Certo fessora! – Ele diria e se sentaria próximo a garota, no chão do convés. – Está na hora de iniciarmos vossa classe. Poderia me ensinar a furtivamente me esgueirar pelas sombras? Se não, pode escolher o que achar melhor e eu tentarei ser o seu melhor aluno! Bem... Um bom aluno, pelo menos. – Ele se espreguiçaria pronto para aprender o que Rosalyn estivesse disposta a ensinar.
Com o termino da lição, Alex a encararia e lançaria um simples questionamento: - Sobre o que você havia comentado mais cedo... O que exatamente você queria ser quando era mais nova? – Ele ouviria atentamente desta vez, sem interrompê-la. – Perdão se for um assunto sensível ou pessoal demais, mas... E sua mãe? Aposto que foi dela que herdou sua gentileza. – Ele diria num tom mais relaxado. No fim, se o plano de Alex tivesse sido aceito, ele diria: - Que se nós andássemos juntos nessa missão? Vai ser vapt-vupt e os riscos são bem poucos. Então é bem provável que você nem vá precisar usar o que eu te ensinei. – Ele sugeriria e aguardaria a resposta da garota.


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySex Jan 08, 2021 12:15 am




Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas

Alex Fate

Edward dá chance para os três novos tripulantes lançarem quaisquer questionamentos que possam ter, mas apenas Alex se manifesta. A questão levantada é boa, já a resposta acaba sendo bem mais simples. - Bom, eu gosto de resolver na espada, ela não costuma falhar, fora que estamos em um bom número. - Mas Alex parece ter outra ideia em mente, e compartilha com o capitão do navio, que parece gostar do que escuta. - Se você realmente acha que consegue, então faça isso. Mas estará se colocando em uma situação bem arriscada, não garanto que vamos conseguir ajuda-lo se você for descoberto. - Com aquela resposta, Alex sente que não há mais nada a tratar e resolve deixar o círculo; Miaumiau começa a dialogar com Edward, enquanto Fukai parece estranhamente distraído; seja como for, Alex se afasta do grupo.

O ninja está interessado em encontrar Rosalyn, mas percebe que ela já não está mais próxima da proa. Após passar algum tempo perambulando pelo navio, Alex consegue encontra-la sozinha na cozinha da embarcação, está comendo alguns doces, um tanto quanto distraída. - Ah! O-oi! - Ela se assusta momentaneamente quando Alex diz as primeiras palavras, mas se acalma ao constatar que se trata do rapaz. Sentando-se de frente para uma mesa, Alex diz estar pronto para a aula, Rosalyn se senta de frente para o jovem homem e acena positivamente com a cabeça. - Tudo bem, eu vou te ensinar tudo o que sei, mas, talvez eu não seja tão boa assim... - Ela desvia o olhar por um momento, provavelmente se lembrando do evento na biblioteca, em que não foi tão furtiva e quase foi pega.


Perícia: Furtividade

Mas apesar disso, ela começa a explicar tudo o que sabe. - Para ser furtivo você precisa levar em consideração muuuuuitas coisas; dentre elas o terreno, porque você precisa fluir com ele, entende-lo e traçar a melhor rota, evitando áreas abertas e prestando atenção para não pisar em coisas que farão barulho... Mas isso é só o básico, cada terreno traz diferentes desafios... Se for uma floresta, há muitas coisas que você precisa evitar, como galhos, arbustos, poças, cascalhos... Em ruas movimentadas, você pode se aproveitar de multidões, optar por esgueirar-se em becos, se manter perto de construções... Em casas de madeira você tem que tomar cuidado redobrado, se for subir uma escada deve pisar bem no meio, é a parte mais forte da estrutura e vai reduzir bastante o barulho... Em lugares fechados você pode ficar atrás de móveis, mas tem que aprender a controlar sua respiração e suas emoções, se estiver com medo tente pensar em algo reconfortante, respire lentamente pelo nariz e não pela boca. -

Rosalyn dá uma rápida pausa para comer mais alguns bolinhos (cupcake) e oferece um para Alex, antes de continuar com a falatória. - Quando você estiver seguindo alguém que não está se locomovendo tão rápido, eu recomendo você se manter próximo do chão, talvez andando igual um animal, mas não precisa ser assim, apenas andar agachado já ajuda, porque andando assim você não usa tanta força e isso ajuda a causar menos barulho, precisa fazer uso de todos os seus músculos, aprender a absorver o peso do corpo com o joelho; também precisa realizar movimentos sutis e estáveis, criar e seguir um ritmo, produzindo sons uniformes que não serão facilmente reconhecidos como passos... Quando estiver andando de pé, lembre-se que se pisar no chão primeiro com o calcanhar vai causar uma "batida" chamativa, então é melhor se acostumar a pisar primeiramente com a ponta dos pés, é estranho no começo, mas logo você se acostuma... Também há outros pontos que fazem toda a diferença, como o calçado que estiver usando, na maioria dos locais é melhor andar descalço ou de meia, mas há calçados bem mais sutis do que alguns outros; roupas que lhe ajudam a se camuflar no ambiente também podem ser úteis... Já conhecer o local pelo qual precisa se esgueirar é um grande avanço, em alguns casos você vai precisar usar algumas técnicas mais avançadas de distração, como atirar pedras ou gravetos em locais estratégicos, causando um barulho que chamará a atenção das pessoas, criando oportunidades para que você possa se locomover enquanto os outros estão distraídos... -

Rosalyn continuou falando por um bom tempo, acrescentando muitas outras dicas e truques úteis; a todo momento ela se mostrou determinada em ensinar Alex tudo o que ela sabe, pelo visto queria muito retribuir de alguma forma os ensinamentos que ninja passou para ela anteriormente; mas em dado momento nota-se que ela estava gostando de dialogar com o ninja.

Após muita teoria, ela propôs algumas aulas práticas também, na qual perambularam pelo navio exercendo algumas atividades furtivas; tais como apanhar o caneco de um marujo sem ele notar, passar por uma sala cheia sem ser visto, puxar a cauda do Miaumiau e se esconder antes de ser localizado, dentre outras coisas que renderam bastantes risadas da jovem...

Quando se dão conta, um bom tempo já se passou, e agora a maioria dos marujos já estão dormindo. A dupla se encontra no convés, que por sinal está bem vazio, exceto por alguns marujos de prontidão; Alex e Rosalyn estão mais para a traseira do convés. Um tanto quanto cansados, dão uma pausa. - Você se saiu tão bem, estou feliz. - A jovem comenta, com uma expressão animada; ao que tudo indica está bem mais descontraída do que mais cedo, é quase como se Alex já fosse um amigo de longa data dela. O ninja resolve retomar a conversa de mais cedo, na parte em que havia interrompido Rosalyn.

- Ah, não era nada demais.. - Ela lança um olhar para o horizonte. - Quando pequena eu queria me aventurar pelo mundo, conhecer várias ilhas e cidades diferentes, e então escrever um livro falando sobre minhas viagens, descrevendo todos os povos e culturas que eu encontrasse pelo mundo, e quem sabe não me tornar uma historiadora. - Os olhos dela brilham como uma joia, mas ela dá um suspiro e abaixa a cabeça por um breve momento. - Mas eu tenho obrigações a cumprir com minha família, não posso ser tão egoista assim. -

Ela fica em silêncio após explicar sobre suas aspirações, até que é questionada a respeito de sua mãe.

- Tudo bem. A minha mãe realmente era uma mulher gentil, ela sempre se preocupou comigo e com meu irmão, lembro de uma canção que ela sempre sussurrava para mim quando eu estava triste, até eu me acalmar e dormir. - Ela parece nostálgica enquanto responde a pergunta, mas vai ficando um pouco mais desanimada conforme continua. - Mas ela mudou muito após a execução do meu pai, é quase como se tivesse se tornado outra pessoa. - Imaginando que Alex vá perguntar sobre seu pai, Rosalyn já se adianta explicando a situação. - Meu pai foi um general que dedicou sua vida à Ilusia Kingdom, ele foi um herói que trouxe grandes vitórias para o rei e alcançou muitas conquistas. Ele também foi um ótimo pai, mas... A pouco tempo atrás foi acusado de estar tramando contra o rei, prenderam ele e o executaram; foi ordenado que todos os livros que o citam como um herói fossem queimados... Mas não faz sentido... Meu pai jamais trairia o reino que ele tanto amava! - A tristeza e o pesar nas palavras da jovem dão espaço para um momento de fúria, em que ela eleva o tom de voz, batendo com o punho na lateral do navio. Mas logo recompõe a postura. - Desculpa... - Na sequência ela fica envergonhada da sua conduta. - A reputação da nossa família foi manchada, e nosso destino está por um fio, muitos acreditam que somos traidores também... Esta missão em que estamos agora foi dada pelo próprio rei como uma forma de melhorar nossa imagem, é por isso que é tão importante que tenhamos sucesso... -

Rosalyn chega ao fim do seu discurso, por fim explicando sua história e deixando Alex ciente de toda a situação

Em dado momento o ninja sugere algo para a jovem, ela pensa alguns segundos, mas acena positivamente parecendo ao menos um pouco mais confiante; em seguida ela boceja, está exausta, foi uma longa conversa após uma extensa aula. - Obrigada por me ouvir, desculpa se foi uma conversa entediante. Eu vou me deitar agora. - Ela finaliza, e neste momento parece extremamente envergonhada, está vermelha, mas ainda assim faz o que tem em mente... Esticando-se para cima até ficar na ponta dos pés, ela repentinamente dá um beijo na bochecha esquerda de Alex; saindo correndo para o interior do navio e deixando o ninja sozinho com seus pensamentos.

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyQua Jan 13, 2021 1:03 pm









Sneaky clean



Já estava meio que claro para Alex que Edward seria o tipo de maníaco da espada, e a sua resposta só consolidou a realidade de que eles provavelmente estariam se jogando para a morte. Edward poderia ser um homem sensato, mas não era muito inteligente. Fora isso, ele parecia ter a mesma preocupação quanto ao plano de Alex, mas o rapaz estava confiante, como sempre. - Relaxa, eles nunca vão me ver chegando, e quando descobrirem, vai ser tarde demais. Apenas se preocupem na parte de vocês e aproveitem a oportunidade. - Aquilo ali não era pra ele, mas agora que ele parou para pensar, ter um plano ruim não necessariamente significa que eles iriam falhar. Bom, pelo menos ele não estaria mais no meio da muvuca, seguindo o plano suicida. De qualquer forma, ele lhe deu o seu sinal de positivo duplo e seguiu buscando a garota.

Após uma breve busca, ele a encontrou batendo uma boca, o que era compreensível já que nervosismo costuma vir acompanhado de fome. Ele se aproximou com cuidado para não acabar fazendo-a se engasgar com a surpresa ou algo do tipo, mas todo seu cuidado não fora o suficiente. Ela lhe pareceu um pouco surpresa demais para seu gosto, não é como se ela estivesse cometendo um crime ali.

Por um breve momento Rosalyn deixou de lado seus cupcakes e começou a ensinar Alex a ser furtivo. Para o rapaz, a teoria parecia ser algo bem intuitivo, o que fez ele se questionar o porquê de não ter simplesmente tentado aplicar a lógica ao invés de ter que aprender tudo do zero. No fim, a pratica se mostrou um pouco mais complicada que a teoria, mas nada que fosse atrapalhar Alex. Após  uma noitada de farra e zoação, os dois se sentaram cansados no convés. A garota elogiou a performance de Alex, que respondeu dizendo: - Te falei que tu tinha jeito pra ser professora. - Onde obviamente ele estava sendo modesto. Não que ela fosse uma professora ruim, mas Alex sempre teve uma facilidade para aprender as coisas.

Ao voltar ao assunto anterior, a garota comenta como gostaria de viajar pelo mundo e se tornar uma historiadora. Ouvir aquilo fez Alex claramente ficar contente, pois ele já tinha visto e ouvido sobre grande parte dos absurdos que haviam na Grand Line, mas então ela explicou como não poderia ir por conta da do ocorrido com seu pai e a tragédia que assola sua família. Alex refletiu um pouco sobre o fato, era uma situação bem complicada, pois era um pouco semelhante ao que ocorreu com seu velho pai, mas ele não entendia o porquê dela se prender tanto a esse compromisso, visto que sua família claramente desprezava o pai e aparentemente estava até mais contate por ter se livrado dele. - Pode soar como coincidência ou algo do tipo, mas a um tempo atrás, eu e minha familia estivemos na mesma posição que a sua. O meu pai foi injustiçado e morto, e nós fomos obrigados a fugir. Minha mãe fez de tudo ao seu alcance para que pudéssemos sair de lá da Grand Line para chegar até aqui e começar nossas vidas do zero. Os meus irmãos meio que concordaram com a ideia, mas eu acredito que o correto a se fazer nessa situação seria seguir o seu próprio caminho. Eu pretendo seguir os passos de meu pai e me tornar tão grandioso quanto ele, e por isso, apenas por isso, eu carrego o nome da família Fate com orgulho. Então ainda há outras alternativas, independentemente do quão egoísta isso possa soar. - Ele se deitou sobre o convés, com as mãos atrás da cabeça. - “Por mais sombrio que seja, apenas poderá enxergar a luz no fim do túnel se abrir seus olhos.” Era o que ele me dizia quando eu estava pra baixo. - Ele encarou a lua, se lembrando da sensação de novo começo que tinha, sempre que sua família viajava a noite. - Porém, essa é uma escolha que apenas você pode tomar. Não deixe se influenciar pelas opiniões dos outros e tenha convicção, pois mais tarde pode se arrepender. - Ele se levantou, pois tinha medo de estar bêbado o suficiente para não conseguir levantar mais depois. - Seja lá qual for sua decisão, lhe darei meu total apoio, e aposto que seu irmão faria o mesmo. - Ele a encarou com as mãos na cintura.

De repente, a garota começou a ficar vermelha como um tomate. Vendo aquilo, Alex começou a ficar preocupado, pois parecia mais que ela estava passando mal, mas para acabar com a sua preocupação, a garota se levanta, se estica toda e lhe dá um beijo na sua bochecha, saindo correndo logo em seguida. O rapaz a encarou um pouco perplexo, mas logo começou a rir da forma mais contida o possível, ao ver tamanha inocência. - Que fofa. - Ele sorriu, enquanto ela se afastava.

Parado sozinho no meio do deck, ele refletiu sobre a missão que vinha a seguir. Antes, ele estava despreocupado sobre os resultados da missão, visto que ele estava acostumado com o fracasso, mas ao passar a entender a importância daquela missão, um pouco de dúvida se instalou em seu peito. Ele olhou para baixo, um pouco relutante, até um portal místico o sugar para dentro. Antes que pudesse ver, ele estava de volta. Alex correria pra beirada do convés e se inclinaria, botando pra fora o conteúdo de seu estomago. Sua repentina sobriedade lhe fez ter consciência do que ocorreu naquela dimensão alternativa, e o choque das memorias o deixou em pânico. Ele se sentaria no chão do convés e abraçaria suas longas pernas, respirando lentamente enquanto treme.

-Já chega de bebida, tenho que segurar minha onda. - Em seguida ele balançou a cabeça e assim ele se levantaria. Deixando aquilo pra lá por um momento, Alex caminharia até o interior do navio novamente, e buscaria uma outra garrafa, dessa vez, ele a manteria vazia. Sua reflexão de mais cedo o fez ter uma ideia para a invasão.

Agora livre, ele voltaria para o convés e se sentaria, esperando o tempo passar, já que tinha sido forçado a dormir mais cedo. Já estavam a um bom tempo em alto-mar, por isso, Alex já esperava chegar logo em Ilusia. Ao colocarem os pés em terra firme, Alex abordaria Edward. - Vem cá. Eu esqueci de perguntar naquela hora, mas a gente vai entrar em um prédio, não? Então... Tu sabe ao menos como é esse prédio por dentro? Ou vamos ter que improvisar nisso ai também? - Se ele dissesse que sim, Alex complementaria, dizendo: - Certo, então eu vou precisar de um mapa, ou alguém que conheça o local.

Com tudo em mãos, ele checaria as informações cruciais para um ataque furtivo: Rotas de escape, pontos de interesse e etc. Por fim, ele checaria seu inventário e abordaria Rosalyn para o planejamento de batalha 


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptySeg Jan 18, 2021 3:46 pm


O vento soprava as velas com toda a força, guiando o navio que com o passar das horas ia vencendo o mar em direção ao reino de Ilusia.  As estrelas indicavam que a madrugada ainda duraria algumas horas, apesar de já ter acontecido tanta coisas.  No entanto, Alex podia ver que o Reino de Ilusia estava mais perto do que podia imaginar.  Ele então pegou mais uma garrafa de bebida dentre as várias que o navio possuia, e aí olhar além da amurada podia ver luzes vindo de todas as partes da ilha, provavelmente de residências e iluminação urbana.  No alto de uma colina distante, havia um castelo bem iluminado e provavelmente igualmente protegido. - Ali é o castelo Thalassa.  Foi lá onde meu pai literalmente entregou sua vida em nome do rei. - Edward surgia, com o tom de voz rouco e entristecido. Trazia consigo uma barra vermelha, e observava o reino de Ilusia com pesar. - Ele é um pedaço da minha família que se perdeu em uma trama de traição.  Eu achava que poderia cuidar dele, mas infelizmente eu falhei...  E você, senhor Fate? Acha que pode cuidar de Rosalyn? Eu a amo mais do que tudo... Estou certo que ela tem potencial mas... Não é uma lutadora.

O cavaleiro tinha dúvidas quanto o quão seguro era o plano de Alex, e tinha sua razão.  Tudo teria que ser executado com maestria para que a dupla saisse viva do covil do inimigo. Edward então entregou a barra vermelha a Alex, que agora podia perceber que se tratava de um sinalizador.   Ao seu sinal atacaremos.  Não exponha minha irmã a riscos desnecessários, me prometa! - Edward se encostou na amurada, preocupado, temendo pelo qur aconteceria nas próximas horas. - Estamos indo em direção a Porto de Pedras, um lugar de piratas e vagabundos.  A cinco quilômetros dali existe uma mina abandonada, onde segundo informações os criminosos estão mantendo Donovan Thalassa como prisioneiro.  Esse moleque é sobrinho do rei, então é de grande importância para a família real, obviamente. - Edward passou a mão nos cabelos, que estavam encharcados em razão da brisa úmida do mar. - Quanto aos sequestradores... Não teremos misericórdia! - Quanto a pergunta sobre o prédio em algum momento, Edward coçou a cabeça. - Na verdade é um predio abandonado nas instalações de uma antiga mina.  Rosalyn vai guia-lo até lá, não se preocupe.

O navegador então se aproximou e falou sobre a chegada em alguns minutos, o que levou o cavaleiro a sorrir. - Nossa hora está chegando.  Alex... Boa sorte. - Ele então se encaminhou a um pequeno sino, tocando-o com um ritmo acelerado.  Então a tripulação toda ia surgindo e se reunido no convés principal, acordados pelo instrumento irritante. - Marujos! Hoje buscaremos a glória! Obliteraremos o inimigo e traremos o garoto são e salvo de volta ao rei! - Todos gritaram, ansiando pela batalha que logo explodiria.

O navio finalmente chegava em uma doca vazia, no Porto das Pedras.  A praia é um lugar sujo e poluido, e acima de tudo fede a esgoto vindo das fábricas e mineradoras.  Rosalyn havia trocado de roupa, agora seus trajes eram calças e colete, acompanhada de botas de combatente e cintos.  Seus cabelos estavam presos, de modo que nada a atrapalharia na missão que estava por vir.  Ela então se aproximou de Alex, questionando sobre quais seriam seus próximos passos. - Muito bem, eu sei a localização do covil.  Podemos nos infiltrar durante a madrugada, mas pode levar algum tempo.  Provavelmente o exercício terá que atacar com o raiar do dia.  O que sugere? - As luzes das lamparinas só realçaram a beleza do olha daquela moça.

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Última edição por Shogo em Qui Jan 21, 2021 1:44 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyTer Jan 19, 2021 4:37 pm


Thorkj


- Então essa é a tal ilha, como era o nome mesmo? a sim, Las Camp, alguma coisa assim - dizia em tom mediano enquanto andava a passos médios ainda sem rumo por aí enquanto procurava o que pudesse fazer, mas sem nada e mente apenas olhando a sua volta para que não acabasse pisando em alguém de forma acidental, o que definitivamente não seria uma boa coisa em situação nenhuma ao qual ele pudesse encontrar seja dentro ou fora de uma cidade.

- Cuidado aí, cuidado aí... - diria quando passasse por grandes multidões de pessoas, já que poderiam acabar não saindo de sua frente causando assim algum tipo de problema para ele, mesmo que não ligasse tanto para isto. “Então, onde eu estava mesmo? A sim, preciso de proteções, talvez uma cota de malha ou uma armadura com uma boa qualidade, botas e manoplas também não seria nada mal, mas onde vou conseguir tudo isso? E mais importante, onde diabos tem um lugar que venda tudo isso nessa ilha?” se perguntava em pensamento enquanto procurava por seu objetivo.

Enquanto continuava a vagar pela cidade tendo em mente o que teria que fazer, começaria a perguntar de sua própria forma o mais tranquilo possível para não assustar ninguém ao seu redor sobre a localização do local de venda de equipamentos em geral com a intenção de ir lá assim que finalmente soubesse sua localização.

Inicialmente aproveitaria a ocasião após saber sobre a localização para conhecer um pouco melhor os locais habitados da ilha, procurando saber a localidade de pontos de compra de alimentos, o quartel general da marinha, onde vendem roupas normais mesmo que isso não o interesse nem um pouco, alguns pontos turísticos e afins sendo assim mais como inicialmente uma pequena aventura de descoberta naquela ilha, mas nada que o pudesse deixar desanimado rapidamente, mas claramente algumas coisas poderiam acabar chamando sua atenção no caminho, o que poderia fazer com que desviasse temporariamente de seu objetivo, mas com sua rápida falta de interesse voltaria a trilhar seu caminho rumo ao que seria de mais importante, comprar seu primeiro equipamento.

Por fim ao conseguir encontrar a loja, caso a mesma fosse pequena, tentaria chamar a atenção de seu dono(a) para fora afim de conversar, caso fosse grande o suficiente para que pudesse adentrar sem qualquer preocupação, o faria tomando cuidado para não acabar quebrando nada lá dentro, - Finalmente consegui encontrar esse lugar, já estava achando... que teria que procurar mais, de qualquer forma, me vê aí um par de manoplas - caso tudo ocorresse nos conformes, apenas pagaria o preço pelo par de manoplas os testando/equipando e em seguida seguindo seu rumo, - Tudo isso? Tem coisa errada aí, claramente não custa tudo isso - diria caso o preço das manoplas fosse maior que trinta mil continuando em seguida a falar, - Não complique muito as coisas e venda logo isso pelo preço normal que vale - diria calmamente enquanto tentava comprar o par de manoplas pelo preço que elas valem, caso resolvesse apenas as equiparia e iria embora, caso não resolvesse continuaria lá até conseguir comprar as manoplas pelo preço ao qual elas realmente valem.  

Ao término disso tudo, começará a procura de algum mural onde informe procurados fora da lei naquela ilha, “Por onde eu começo? Tenho que capturar algum desses se quiser realmente começar a ganhar alguma coisa, será que a Marinha tem alguma informação a mais sobre eles?” pensaria enquanto analisaria o que fazer.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyTer Jan 19, 2021 10:21 pm









MISSION START!




Alex apreciava a noite quando de repente, uma brisa fria lhe atingiu e chamou sua atenção para o horizonte. Seu destino final já estava logo ali e seu nervosismo aumentava um pouco, por mais que ele não tentasse se apegar, aquilo era mais do que pessoal. Na sua cabeça, aquilo estava mais pra uma provação divina do que qualquer coisa, pois se ele começasse ali com o pé direito, talvez sua jornada pelo resto da sua jornada pela Grand Line seria melhor sucedida. Edward surgia, um pouco cabisbaixo, mas preparando os homens que tinham ali para o que vinha a seguir. Alex se levantava e limpava suas vestes, encarando o horizonte em silencio, enquanto ouvia o cavalheiro, até que o homem questionou se Alex seria bom o bastante para manter Rosalyn segura. Ele sorriu, fechando os olhos, completamente cheio de si. -Cuidarei dela da mesma forma que cuido de mim mesmo. - O que por si só era algo bem preocupante de se dizer de sua parte, visto o tamanho da negligencia que ele tinha com o próprio corpo. Ele expressou sua preocupação ainda mais, o que era bem plausível, visto que o rapaz era um completo estranho até aquele ponto. Logo em seguida, Edward entregou um sinalizador, que seria um item crucial para a missão, visto que ele daria a abertura pro outro grupo atacar.

A hora estava quase chegando, e após descobrir que Rosalyn sabia como chegar por lá, a atenção de Alex ficou focada diretamente a sua frente. Ele se perdia em seus pensamentos, imaginando as possibilidades, as alternativas, as vitórias. Todas as complexidades de um combate estavam ali, lhe esperando. Tudo aquilo viajava em sua cabeça, até Rosalyn interromper seu raciocínio, questionando sobre o que ele planejava fazer.

-Ah – ele disse ao sair do transe. - Mil desculpas... Bom, acredito que o melhor momento para atacar seria agora. - Ele puxaria de seu bolso, seus óculos escuros. - Tenho olhos sensíveis a luz, o que é meio chato por me obrigar a andar com isso pra todo lado, mas isso me permite enxergar no escuro melhor do que ninguém. Claro que não é uma visão noturna, mas já é uma vantagem enorme. - Ele guardaria os óculos e olharia a garota no fundo dos olhos. - Se tiramos vantagem disso, talvez pudéssemos lançar o ataque sem muita demora.  

Alex estava tão confiante pois tinha o plano perfeito: Se infiltrar. Ele tinha muita experiencia em se passar por algo que ele não era, por conta de sua mãe, por isso ele pretendia demonstrar a garota toda a sua pericia em se disfarçar e atuar. - Nosso plano é o seguinte... Nós vamos nos infiltrar. Nisso nós devemos priorizar a furtividade acima de tudo. Nossa prioridade, assim que chegarmos lá, será a obtenção de informações: Nomes, locais, apelidos, qualquer coisa que vá nos ajudar a nos misturar. Lembre-se bem disso: Nessa etapa, devemos priorizar nossa furtividade acima de tudo. Isso significa que, pra você que é inexperiente em combate, se for encontrada deverá matar sem hesitação, o mais rápido que puder antes de ser exposta. Tenha isso em mente e se prepare, não planejo sair do seu lado, mas caso algo ocorra e você tiver que se infiltrar sozinha, poderá só se lembrar do que eu lhe disse. - A encararia, um pouco receoso, pois sabe o quão difícil pode ser para uma pessoa inocente como ela tirar uma vida. - Assim que conseguirmos a informação, você terá que me ajudar a nocautear dois deles, e a partir daí, nós usaremos disfarces. Daí iniciaremos a fase de sonda. Buscaremos pontos de interesse, sendo a localização do nobre a nossa preocupação principal. Fique de olho caso encontre estoques de armas e armaduras, se conseguirmos sabota-los, nós teremos uma chance bem maior assim. Fora isso, nosso objetivo secundário são as rotas de escape, assim evitaremos que eles fujam pela porta de trás com o refém.  Alguma dúvida? - Ele daria uma pausa para que a garota pudesse processar o que lhe foi passado. Após anos criando planos mirabolantes, Alex se acostumou a usar a lógica com certa facilidade, mesmo que sua linha de raciocínio estivesse incorreta metade do tempo. - Bem, antes de qualquer coisa, gostaria de avisar que é possível que eu tenha que tomar medidas extremas para manter o nosso disfarce. Desde já, peço perdão.

-Por fim, nosso plano de batalha. É bem simples, na verdade. Já que você é inexperiente, nós vamos usar uma estratégia que eu apelidei carinhosamente de “Frente do covarde”. Nós lutaremos apenas contra um ou dois oponentes, então se nos encontramos em uma situação onde teríamos que lutar com um número maior que esse, fuja imediatamente. Não se preocupe comigo, apenas recue e encontre um esconderijo apropriado. Para essa formação funcionar, você deve ficar atrás de mim, afastada, mas apenas longe o bastante para você conseguir arremessar as kunais sem me acertar. Eu atacarei primeiro e tentarei mantê-lo bem longe de você e enquanto isso, você deve arremessar uma kunai contra o oponente sempre que ver uma oportunidade. Não se preocupe sobre onde mirar nem nada do tipo, apenas ataque assim que puder, o quanto puder. A essa altura, eles só terão duas escolhas, e se eles não forem muito mais fortes que nós, venceremos, se não, voltamos pra escala zero e recuamos. Simples assim. - Ele cruzaria os braços, aguardando alguma pergunta, como havia feito mais cedo. - Certo, quando estiver pronta, me avise, eu vou me falar com seu irmão. - Ele se afastaria da garota, para conversar com Edward.

-Nós pretendemos agir imediatamente, então estejam em seus postos. Pode demorar um pouco, mas eu tenho um plano infalível. - Ele daria o seu famigerado positivo duplo, para reafirmar que tudo estava sob controle e voltaria para o lado de Rosalyn. Após isso, ele apenas observaria a garota, aguardando. Assim que ela estivesse ok para partir, ele diria: - Antes de irmos, tenho que lhe dar algo. - Ele transferiria duas kunais de uma bolsa para a outra e entregaria a bolsa de kunais para a garota. - Trate como se fosse seu melhor amigo. Agora, me mostre o caminho. - Ele diria, esticando seu braço, lhe concedendo passagem.

Primeiro, Alex observaria os arredores do prédio abandonado, em busca de uma porta dos fundos ou algo do tipo. Ele usaria o que tinha aprendido mais cedo sobre furtividade para se manter nas sombras, caminhando sempre próximo a Rosalyn. Se encontrasse iluminação e não houvesse sinais de alguém por perto, ele a apagaria com cuidado para não produzir barulho. Se ouvisse ou avistasse alguém se aproximar e a pessoa estivesse bem distante, Alex usaria seus dotes de atuação para imitar um grupo de ratazanas em fuga. Caso estivesse próximo, ele agarraria Rosalyn pelo braço, a puxaria pra perto e lhe roubaria um beijo. Por mais que fosse tentador, ele lhe daria apenas um beijo técnico, segurando seu rosto com cuidado e simulando todo o prazer que teria com um beijo real. Era uma ideia bem boba, mas que naquela situação poderia ser genial, já que pela surpresa, a reação inicial da garota seria genuína. Após isso, se o indivíduo se aproximando não se incomodasse ou deixasse pra lá, ele apenas seguiria com o plano, apagando a iluminação do local assim que pudesse e avançando com cuidado, mas se esse não fosse o caso, ele pediria desculpas e explicaria que eles pararam ali pois buscavam um local mais calmo.

Se a desculpa colasse, ele teria que nocautear a primeira vítima da noite, e aquilo definiria o rumo dessa missão.  


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Fala/Pensamento


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MensagemAssunto: Re: Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas   Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas - Página 4 EmptyQua Jan 20, 2021 12:19 pm

Ainda é madrugada em Las Camp enquanto Killion caminha desvendando suas ruas iluminadas. A grande maioria dos estabelecimentos se encontrava fechada, e se quisesse fazer um tour pela cidade seria bem melhor que o fizesse pela manhã que não tardaria a chegar. Por fim foi obrigado a iniciar sua jornada procurando por murais com o objetivo de encontrar um procurado para perseguir. No entanto, encontrou uma moça arrancando um cartaz de um poste e o rasgando em pedaços. - Malditos sejam!!! Todos verão quem é o verdadeiro traidor! - A garota parecia irritada, ignorando o gigante que estava ali o observando. Do nada, ela passou a olhar para ele. - Ei grandão! Pode arrancar esse cartaz ai?

Ela apontou para uma parede mais acima, onde Killion conseguiria arrancar o cartaz com tranquilidade dada sua altura avantajada. No cartaz, a imagem de um homem com cabelos rubros e uma cicatriz na altura do supercílio direito. O nome impresso era de Jean Burnett, procurado por traição ao Reino de Ilusia. Sua recompensa para caso seja entregado vivo é de B$ 5 000 000,00, parecendo uma boa quantia para um caçador iniciante.

Alex contava todo o sem plano para Rosalyn, que assentia em executar tudo daquela maneira. Recebeu os presentes por parte do ninja, e ambos puderam seguir para as instalações inimigas. Demoraram alguns bons minutos para chegar dada a distância, e ao chegar ao lugar viram uma grande instalação minimamente iluminada, e visivelmente abandonada. O terreno tinha mato alto, e as paredes pareciam precisar de pintura a bastante tempo. Em alguns pontos do telhado, ervas daninhas escalaram e já tomaram conta. As vidraças estavam bem empoeiradas, e o cenário dava ampla vantagem para o casal conseguir uma aproximação sem chamar qualquer tipo de atenção. - Temos a entrada principal, que costumava ser luxuosa há muito tempo atrás. Também temos entradas na lateral direita, onde eram feitas descargas de materiais. Os portões ali são velhos e enferrujados. Também podemos subir para o segundo andar usando escadas de serviço nos fundos do prédio… Alguma janela daquelas pode nos dar acesso. - Rosalyn tentava mostrar as alternativas para Alex, e eram várias.

Eles então se movimentaram pelo mato alto, então do nada viram um velho surgir a sua frente. Vestia uma capa verde escura com capuz, e parecia estar de olhos fechados. Não se sabia como havia se movimentado tão rápido, mas era claro que o mesmo não estava enxergando nada. Com o susto, Fate agarrou Rosalyn e lhe tascou um beijo inesperado, fazendo com que a moça corasse no mesmo instante, com uma breve resistência no inicio mas se deixando entregar logo depois.

O velhote assobiou alto, duas vezes e de forma longa, mesmo sem demonstrar se tinha visto algo. O casal então ouviu barulho de cães latindo a distância, que pareciam se movimentar correndo em direção a seu mestre. Os cães estavam abaixo do nível do mato em sua estatura, mas saltavam para vencer os obstáculos com maestria.

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