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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyTer 15 Set 2020, 23:22

Relembrando a primeira mensagem :

Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Phil Magestic. A qual não possui narrador definido.


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Última edição por ADM.Tidus em Qua 30 Set 2020, 19:07, editado 2 vez(es)
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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyDom 24 Jan 2021, 05:09


13
Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Médica ou Veterinária!? Nova Médica no Bando!

Quando o navio finalmente parava e eu via a escuridão mais uma vez ficava sem entender nada, só sabia que precisávamos tratar todos, então gritaria preocupada para que todos escutassem. – ESTÃO TODOS BEM? – Antes que pudesse fazer qualquer coisa, via aquele castelo que me fazia arregalar os olhos onde um homem nos encarava, tudo que eu fazia era um sinal com a mão apontando para nós e logo depois para lá indicando que iriamos até lá em breve para o homem já que ele parecia ter uma boa visão de nós mesmo daquela distância. “Uma luneta, talvez?”


Começaria a suar frio com aquela cena bizarra. - Um raio? Um uivo e... MORCEGOS...? – Protegia meu rosto daquelas criaturinhas transmissoras de incontáveis doenças. – Por que diabos tem morcegos em um lugar como esse? – Ao pegar o papel, arqueava uma das sobrancelhas o encarando antes de voltar a encarar aquele castelo assustador que parecia ter saído de um livro de terror. Quando Thomas perguntasse sobre vermos aquilo, o responderia com um pouco de medo da situação. – Sim, parece bem real pra mim... -

Logo depois, procuraria por Ballu ao dizer. – Me ajude no tratamento de todos Balluzinho, vai ser mais rápido com a sua ajuda. – Daria prioridade para Adorea se a mesma estivesse ferida e só então começaria a tratar o resto do pessoal do mais grave ao menos ferido ao falar. – Iniciar a operação! – Não deixaria nem o menor ferimento passar em branco, ainda mais porque não tínhamos ideia de se teríamos tempo para um novo tratamento tão cedo.

Enquanto cuidasse da galera, começaria especular sobre aquela construção. – Pessoal, vocês já ouviram falar na lenda do vampiro? – Seguraria o queixo com um olhar profundo tentando me lembrar o que já tinha lido sobre. – É um homem que vive em um castelo macabro tipo esse, se transforma em morcego, é imortal e bebe sangue como principal alimento. Na verdade, só tem dois jeitos de matar um vampiro, pregando ele no próprio caixão com uma estaca de madeira ou expondo ele à luz do Sol... – Cruzaria os braços ainda pensativa. – Acho que eles não gostam de alho e nem de cruzes também... Apesar de que essa de controlar morcegos eu não sabia. –

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Assim que acabasse o tratamento de foto mundo, comentaria preocupada enquanto ajeitasse minha tiara. – Tinha me esquecido de que o sobrenatural é uma realidade que preciso aceitar agora que estamos aqui... Eu não queria acreditar, mas o Forxen realmente desapareceu diante de nossos olhos, né? – Concordaria com o panda. – Realmente, a coisa mais sobrenatural que tem por aqui é aquele castelo arrepiante ali... Talvez tenha uma ligação com o desaparecimento do Forxen. –

Quando Sadie comentava sobre ricos não prestarem, meu foco naquele lugar monstruoso mudava não mudava, mas comentaria sem tirar os olhos daquela construção. – Isso não é bem verdade... A riqueza nada mais do que destaca as pessoas, seja pelo melhor ou pelo pior... Meu pai por exemplo era rico e incrível. –

De toda forma, antes de sair do navio procuraria por estacas de madeira, cruzes e alho para levar comigo para o castelo. “O papai sempre dizia que toda lenda nasce de uma realidade, então talvez tenha algum fundo de verdade nas fraquezas de um vampiro, se é que aquele homem é mesmo um vampiro, nunca ouvi falar de algo assim aqui no farol. De toda forma mais provável é que ele tenha comido a akuma no mi do vampiro ou algo assim...”

Encontrando ou não o que procurava, estenderia a mão para que Ballu subisse e subiria no ombro do panda quando o mesmo descesse do navio ao dar um rasante planando até o urso, estava um pouco assustada com aquele lugar e provavelmente Thomas era a pessoa mais forte do bando para nos proteger apesar de ser um pouco dodói da cabeça, onde diria ainda com um pouco de medo. – Vamos indo então pra nossa primeira aventura na Grand Line... – Olharia para cada detalhe da construção apenas esperando pela próxima coisa sinistra que fosse ocorrer ao falar tentando me animar. - Acham que o Conde Strahd von Zarovich tem um calabouço com cobaias nesse castelo ou algo assim? -

Info
Atributos
  • Lv: 1 HP: 44
  • Dano: 12 (Habilidosa)
  • Acerto: 4 (Normal)
  • Pontaria: 0 (Inábil)
  • Esquiva: 6 (Normal)
  • Bloqueio: 0 (Inábil)
  • Resistência: 14 (Habilidosa)
Histórico:
 
Objetivos:
 
Feitos:
 


Última edição por Fran B. Air em Ter 26 Jan 2021, 12:26, editado 1 vez(es)
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Madrinck Dale
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Madrinck Dale

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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyDom 24 Jan 2021, 21:09

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Contos de Forxen
A União por um proposito incerto





No começo um frio na espinha subia, os murmúrios de certo modo eram fantasmagórico e não era muito bem a resposta que eu esperava, e quanto mais nítido ficava mais eu ficava com receio em continuar em frente, mas eu precisava fazer aquilo de todo modo. Precisava sair dali... E esse pensamento, essa necessidade de sair daquele corredor e voltar ao meu querido bando e torcer que eles estivessem bem, talvez até mesmo eles também estivessem em um corredor igual eu, isso que me dava forças para continuar sem medo de ver quem fazia tal murmúrios que pareciam ficar mais perto de mim. Agora de cara a cara com o homem encapuzado eu ficava calado ouvindo as palavras que ele pronunciava com uma vontade até que grande de interromper ele e fala logo se ele sabia a saída.

Mas quando o individuo misterioso finalmente demonstrava seu rosto, me fazia sentir algo muito mais do que um simples frio na espinha...eu sentia meu corpo se endurecer inteiro e indo com toda minha força de vontade para tocar meu rosto verificando se ele ainda estava cobrido, aquilo poderia ser um mero espelho...um reflexo, uma alucinação da minha cabeça depois de ficar tanto tempo andando no escuro só com simplesmente um nabo que iluminava porcaria nenhuma. Mas sentindo que meu rosto ainda estava coberto eu falava de modo tremulante ainda pensando se aquilo era realidade ou não - O-olha só...você também tem um rosto queimado né? É igualzinho hehe...- eu dava uma risada meio nervosa tentando puxar papo com...eu não sabia dar uma definição perfeita para isso - Está falando do que? Você sabe a saída daqui? Pode me mostrar?- eu falava agora com certa animação quando o homem identifico a mim falava sobre me tirar dali, mesmo que eu necessariamente não tivesse entendido o resto que ele tinha falado

Mesmo que eu ainda estivesse incrédulo com aquele meu reflexo eu precisava confiar em qualquer coisa que pudesse me levar ao meu grupo, e mesmo que ainda desconfortável eu voltava a ter compostura respirando fundo e tentando ter um dialogo mais comum, antes de ir para eu não sabia aonde eu precisava pergunta algumas coisas - Qual o seu nome? Sou Forxen...só Forxen- ouviria a resposta dele aproveitando o meio tempo para analisar aquele rosto, o meu rosto. Eu senta uma ansiá de ver aquele rosto queimado e me lembrar de mim mesmo, aquilo desenterrava memorias que eu preferia que continuassem enterradas no fundo da minha mente, mas que, com aquela cena ela saiam de debaixo da terra como mortos-vivos. E ficando meio calado até minha próxima pergunta eu começava a pensar, e se fosse um usuário de Akuma? Podia ser bem provável já que aquilo tudo era surreal - Você é um usuário de Akuma? Sabe que local é esse? Meus amigos estão por aqui?- eu fazia aquelas três perguntas como se fosse minhas ultimas, e para mim realmente seria. Já que eu já me sentiria saciado com elas.

- Bom...estou pronto, pode me apresentar a saída daqui ou sei lá...me explicando como sair daqui, só quero reencontrar meus amigos e...por favor pode cobrir seu rosto, isso me traz um serio desconforto mesmo eu também tendo um rosto queimado sabe?- eu já pronto só fazia um pedido carregado de receio, não sabia se eu realmente devia ter falado aquilo. Mas fora isso se o meu reflexo quisesse me levar para algum canto eu o seguiria sem reluta, mas se antes ou depois ele quisesse me explica algo e ouviria tudo, assentindo minha cabeça caso ele pedisse para eu confirma algo, mas se fosse para aceita alguma coisa eu só falaria - Eu te respondo depois isso Senhor- e assim ficaria eu e o meu reflexo, ou só eu mesmo e minha mente fazendo travessuras, eu nunca iria saber, provavelmente eu estaria surtando igual o panda Thomas e o grupo deveria estar tentando me impedir de fazer alguma besteira.

















Thanks, Lollipop [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Sugaravatars


Spoiler:
 

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Fala e Pensamentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptySeg 25 Jan 2021, 12:01






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Strahd von Zarovich  





Como um balde de agua fresca e o tremendo sabor a sal que dela provia, a tormenta terminava. Raja demoraria uns segundos até largar o mastro, coisa que antecederia o grito do macaco olhando para o mar agora calma.

-FORXEN!!

O mink viraria-se para o grupo, expressaria um ar de desespero e pânico enquanto cairia no chão, estaria numa posição a qual poderei chamar de “posição fetal”, balançando o corpo ao ritmo de uma inexistente canção de embalar. – Ele caiu ao mar? Ele caiu ao mar!?

Durante o “tantrum” do macaco, morcegos que viriam de um castelo à distancia que a vista alcançaria largariam uns papeis que presenteavam uma visita no mínimo assombrosa a esse mesmo castelo.  

O mink macaco largaria o passado por momentos e juntar-se-ia ao grupo, mais concretamente, aproximar-se-ia de Fran, tencionando acompanhá-la o mais próximo possível.

- Pessoal, este castelo é assustador… Estou até a ter arrepios. Vocalizaria os seus medos para com o grupo

Raja seguraria o bastão com ambas as mãos e andaria pelo local acompanhado pelo grupo se possível o mais próximo a Fran enquanto manteria a sua guarda sempre activa.




legenda:
 

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Piratas Pandamônio!

"Não me interessa o que você faz como profissão. Quero saber o que você deseja, e se você ousa sonhar ir de encontro com o desejo do seu coração. Não me interessa quantos anos você tem. Eu quero saber se você arriscaria ser visto como um tolo, pelos seus sonhos, pela aventura de se sentir vivo."
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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptySeg 25 Jan 2021, 15:41



.
.
The pain
the sadness,
remains the rage
[ Of living ]
until revenge and
destruction is done
. You Ass [ is Mine ]
The Crazy Scientist

Todo aquele trajeto da reverse foi realmente empolgante. O navio só faltava voar de tão rápido que estava. Meus cabelos voavam e por alguns instantes as dores eram ignoradas pelo prazer que a adrenalina dava.

No fim da excitação durante aquele trajeto, chegamos a um lugar um tanto sombrio. As dores vieram logo em seguida e pude sentir com mais clareza o membro que não conseguia mover.

Meeeh... Que droga é essa? — Resmungava olhando pro membro molengão.

No entanto, mesmo em meio aquela escuridão, algo chamava a atenção do bando para um palácio enorme. No alto, havia a figura de alguém. Alguma pouca claridade talvez denuncia-se isso. Entretanto, o pior estava por vir.

Sem qualquer aviso, um raio rasgava os céus com violência. Ao ver aquilo. Toda aquela claridade. Meus olhos arregalaram-se, minha garganta ficou seca e pude até sentir minha alma sair do corpo. O arrepio e medo em meu ser eram tão reais quanto tudo que tinha acontecido de bizarro até o momento.

KYYYYYYYYYA!!!!!!!!!

Gritava de pavor logo em seguida e me encolhia em algum cantinho, tremendo. Ficava olhando para baixo sem piscar sequer uma vez. Estava fissurada pelo pânico que tomava conta de mim devido minha fobia.

Não, não, de novo não.

Ficava falando sozinha, ignorando todo resto do que acontecia ao meu redor, apenas tentando abraçar o livro de veneno que estava em um dos braços enquanto cenas e mais cenas do passado que causaram esse temor vinham como flash em minhas memórias.

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Nasubi
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Nasubi:
 

TEMPLATE POR JENN

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PANDAMÔNIO

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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyTer 26 Jan 2021, 09:11

A princesa falida
Phill ignorava por completo a minha brincadeira. Talvez a grande baleia apesar de ter salvo a mim antes não apreciava tanto a minha pessoa? Ou talvez ele tenha tido medo de sua parceira ficar com ciúme e criar uma confusão? Não sei, tudo que posso fazer é dar de ombros, ou, ao menos tentar, visto que esta ação claramente resulta em uma pontada de dor no lugar que ainda está ferido causando um grunhido repentino que escapa de meus lábios. - Awt!

[TREINO PRIMEIROS SOCORROS]

Ballu por outro lado parecia lembrar-me de mim, talvez seja dos pequenos frascos que venham mesmo os melhores encantos(hunf, pog), me ajudando a colocar o meu braço no lugar e também me ensinando como eu deveria fazer aquilo para que pudesse ajudá-lo com os demais. Ele parecia um pouco vermelho, o que eu podia ver apenas quando atentava-me bastante, visto que seu porte dificultava um pouco a captação de detalhes faciais sem algum enfoque.

Verificar hemorragias, respiração, notar se há algum inchaço aparente, algum desconforto, se as pupilas dos pacientes estão dilatadas ou contraídas entre outros processos eram descritos de forma um tanto apressada pelo pequenino. Não por acaso, tínhamos urgência e exatamente por tal eu daria mais enfoque ao conhecimento imediato, os de fraturas, observando a forma como ele faz o tratamento em mim mesma.

Com o que ele disse dando suporte para que todos entrássemos bem naquele estranho lugar, começaria a buscar conferir auxílio para Thomas, ou, ajudar quem estivesse lhe tratando e também Raja da mesma forma. Analisaria como foi instruído por Ballu a situação local e tentaria cuidadosamente através de toques gentis, porém firmes, realocar seus membros nos devidos locais para que estes possam mover-se até certo ponto com segurança.

Se outros chegassem na frente, é claro, como Fran ou Ballu, sendo estes mais experientes ao invés de tomar a dianteira apenas buscaria dar auxílio ao seu trabalho da melhor forma possível, apoiando um contra peso, dando uma força no panda que era muito grande, ou, talvez até apenas um apoio emocional. Quem disse que acalmar o coração também não é um primeiro socorro? Com três pessoas dedicadas à isto, logo todos deviam estar bem e poderíamos seguir normalmente ao convite daquele ser sinistro que nos observou de cima do castelo.

[FIM DO TREINAMENTO]

Os homens pareciam determinados, supunham algumas coisas a partir de um bilhete estranho após pararmos as margens de um castelo com aspecto de mal assombrado e logo iam buscando conversar e apresentarem-se. Deixaria isto para eles, caminhando próxima ainda em silêncio, observando se havia algum espaço para uma intervenção própria ou se o melhor a fazer era evitar a poluição de diálogos para com quem nos recebesse ali.

Meu nome era citado de forma tão repentina em um diálogo tão repentino que apenas me fazia virar na direção de Sadie um pouco confusa. Um dois, testando, três segundo de encarada e olhos franzidos até que solto um simples. - Ah! A real é que fazia tanto tempo que eu era apenas uma cantora de bar, acolhida por uma família mediana que não pensava em mim como alguém "rica" faz muito tempo. - Isso é passado Sadie, princesa sem coroa não tem riquezas, as terras de meus pais foram tomadas sabe. Explico em tom moderado de forma rápida.

Nasubi por outro lado tomou meu foco, ela estava claramente assustada, não por menos, ela não lidava bem com o escuro e com aquele tipo de ambiente. Seu grito tinha sido evidente e ela estava travada ainda na origem. - Eu cuido dela, já os acompanho, tudo bem? Avisando o grupo caminharia calmamente indo até a minha irmã, sentaria-me ao seu lado e esticaria a mão em direção ao livro tentando movê-lo calmamente para que ela o solte. Ao mesmo tempo guiaria sua cabeça até o colo dos meus seios abraçando-a. - Parece que as vezes eu preciso agir como a mais velha realmente.

Afagaria sua cabeça por algum tempo buscando acalmá-la e então tentaria ajudá-la a levantar-se. - Está tudo bem, vê? Mostro o convite para o jantar feito pelo homem. Virava-me com o lado não ferido para a garota. - Segure meu braço e vamos andando, lá dentro deve estar bem iluminado. Eu não tinha certeza, mas, se eu mostrasse indecisão isso apenas a deixaria mais nervosa. Seguiria o mesmo caminho que os outros e mostraria convite se parada fosse, eu ainda sentia dor, mas, esperava que Ballu pudesse dar aquele auxílio a nós finalmente, ou, quem sabe alguém ali do castelo mesmo? Muitas coisas estranhas vinham acontecendo.

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♥ 102/102
♦ 83/83
♠ 00/03
Cons off.:
 
Objetivos:
 

Histórico:
 


Princess Iris Ao'Yume
Um passo à frente, pode ser o começo para consertar os passos que já foram dados

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A Luxure Girl
Keep

calm,


i'm

Here

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Última edição por AoYume em Sab 20 Fev 2021, 22:28, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyTer 26 Jan 2021, 12:16



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Pandamônio
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Quando o navio chegou em águas mais calmas, eu logo entrei em ação e olhei ao redor para ajudar os mais feridos. Vi Fran fazendo o mesmo ao cuidar de Adorea. Eu correria então para Sadie, que estava com o braço deslocado. Usando uma técnica de massagem muscular, eu relaxaria seu ombro e colocaria o membro no lugar em um estalo único, mas doloroso.


- Perdão, Sadie... - eu diria, ainda olhando para seu braço e testando seu movimento - Não encontrei nenhum sedativo...


Me levantaria e ouviria Fran falando para ajudarmos quem mais pudéssemos.


- Certo! Vamos lá!


Seguiria então para ajudar quem mais precisasse. Iris parecia sentir muita dor, então eu a ajudaria também. Lembrei, enquanto cuidava de seus ferimentos, que ela havia pedido algumas dicas para que ela pudesse ajudar os feridos. Fiquei vermelho e perdi a voz por alguns segundos, mas eu respiraria fundo e falaria:


- I-Iris, você queria saber como cuidar dos feridos, certo? Bom... Eu posso explicar o que eu estou fazendo agora... - Eu explicaria o passo a passo do cuidado de um paciente com trauma, descrevendo a importância de verificar se há hemorragias, se o paciente respira, se houve perda de consciência... Também  mostraria como é feito um curativo rápido, caso ela estivesse com alguma ferida e explicaria outras condutas enquanto cuidava de seus machucados.


Depois de cuidar de Iris, ouvi um trovão ensurdecedor e, quando olhei para cima, percebi que já era noite. "Quanto tempo será que ficamos naquela montanha?". Percebi também um castelo assustador com uma ponte que se formava sozinha e morcegos que voavam para longe. Foi então que eu vi o pedaço de papel me convidando para um jantar. Quando olhei ao redor, percebi que todos nós havíamos recebido esse convite suspeito...


- Não sei, Thomas... - eu diria, em reposta a sua vontade de entrar no castelo - Isso parece muito... Conveniente...


Sadie parecia não achar uma boa ideia também, mas Thomas e Kaito pareciam convencidos de que Forxen estaria lá dentro. "Isso não faz sentido... Como ele...?"


Raja então, foi o primeiro a admitir que aquele lugar estava lhe dando calafrios... Eu olharia para ele e responderia: - Também acho que tem algo errado com esse lugar, Raja... Faz eu me sentir... Observado.


Quando eles começaram a se dirigir para a entrada daquele lugar inquietante, Fran estendeu a mão para mim. Eu subiria em seu ombro e ficaria nas alturas quando ela subisse no ombro e Thomas. Talvez ali no alto eu estivesse mais seguro.


Olhando ao redor a cada 10 segundos, percebi que eu estava agarrado à minha cauda, afagando-a freneticamente. Esperava que achássemos Forxen antes de sequer servirem a entrada, se é que aquele convite era mesmo de verdade...








Histórico:
 

Status:
 

Técnica Utilizada:
 

Objetivos:
 

Consideração:
 

off:
 

                                       
DAMAGE: 7




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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyQua 27 Jan 2021, 02:56




Narração
Sensação térmica agradável
Localização: Oceano indo pra Aracne (coelhinho)
Reverse Mountain (resto - Forxen)
Lugar chato (Forxen)



Coelhinho

O capitão era um pouco mais esperto do que o coelhinho e por isso este percebia que seu plano não fora para frente como desejava e nem tão cedo, pois uma luta ia começar após ver que um navio inimigo aparecia.

Com uma única ordem do capitão viu que todos os piratas rapidamente se ajeitaram para lutar. Os navios se aproximavam rapidamente, o embate não demoraria. O mink queria manter certa honra e não partir para a luta antes de ser atacado, bem, talvez ele nem fosse atacado, pois ouviu os disparos do canhão inimigo e viu que um acertava simplesmente o mastro do navio em que estava.

Via enquanto este começava a pender para o lado e ouvia a madeira se quebrando aos poucos até que a vela fosse ao convés. Neste processo todo o navio perdia uma velocidade absurda, ficando basicamente a mercê do navio inimigo que continuava seu avanço a toda velocidade. O navio de Insanity começava a disparar os canhões também na direção do navio inimigo e simplesmente errava todos enquanto o navio inimigo ia acertando a grande maioria. Se aquele inimigo possuía ponto fraco era algo que Resin simplesmente desconhecia, eles eram bem mais organizados que Insanity e seu grupo.

Ouvia os gritos dos piratas que estivera nos últimos dias falando que naquele ritmo só afundariam. Insanity gritava por cordas para se prepararem para invadir o barco inimigo que estava quase parelho ao próprio barco. Vários homens gritavam que o ideal era matar todos do outro navio e assim roubarem aquele para eles. “É ISSO OU MORRER!” Ouviu alguém gritando já com uma corda na mão com um arpão amarrado na ponta pronto para jogar no navio inimigo.

Via que os adversários piratas eram numerosos e pareciam tão confiantes quanto possível. A embarcação inimiga era um pouco maior que a de Insanity, o que fez com que eles ficassem acima quando os navios ficaram parelhos. E ele via assim a onda de inimigos simplesmente pulando na embarcação em que estava. Um pirata pulava com a espada sendo sacada, já caindo em direção ao mink, pronto para fatiá-lo ao meio se não fizesse nada.

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Forxen

Aquele adulto estava meio perdido no começo. Não era sempre que alguém se via numa situação tão absurda e confusa quanto aquela. Aquele cenário era um pouco desconfortável para Forxen, que tentava fugir daquele cenário fazendo algum tipo de piada. – É claro que é igualzinho. – Falava o homem a sua frente com um sorriso meio macabro. – Sim... – Falava ele ainda sorrindo e começando a andar na direção que ele havia vindo.

A única coisa que ecoava enquanto andavam no corredor eram seus passos. Como andavam por um bom tempo, Forxen acabava se apresentando para o homem que era igual a ele, este parava de forma tão brusca que por pouco não se chocavam. Ele virava o seu rosto para olhar bem nos olhos um do outro enquanto falava. – Só Forxen? – Ele sorria e balançava a cabeça de forma negativa. – O medroso Dalmore tem medo do próprio sobrenome também? – Perguntava caçoando de Forxen.

O homem se aproximava do mumificado, que só podia dar uns passos para trás. – Acho que ter medo de tudo é um mal de família. Nossos pais tinham medo do filho perder seu tempo numa cozinha, ou seria medo do que o povo pensaria? Você tem medo do próprio nome, tem medo de mostrar seu rosto, do que mais você tem medo Forxen Dalmore? – Perguntava ele se aproximando cada vez mais. Forxen percebia que não podia mais recuar porque o corredor que havia andado até então estava agora fechado, colocando-o contra a parede. O homem estava tão próximo dele que seus narizes quase se tocavam. Ele conseguia ver muito bem as cicatrizes naquela pequena iluminação que saia dos nabos esculpidos.

Perdido na situação acabava indagando sobre aquele homem ser um usuário de akuma no mi. O cicatrizado na sua frente começava a rir enquanto negava com a cabeça. – Seu medo é tão grande assim que vai continuar se fazendo de idiota? – Perguntava o homem levando a mão até as cicatrizes em seu rosto. – Pode ser um desejo seu, não é? Deixaria de ser medroso assim? “Ser tão forte quanto o usuário da Gan Gan no Mi deve ser muito bom”. É isso que se passa na sua cabeça? – Perguntava o homem para Forxen, mas ele não esperava uma resposta. – Não sou usuário de akuma alguma. Como falei, estou aqui meramente para te fazer enfrentar o seu medo. – Comentava ele se distanciando um pouco dele, mas sem começar a andar ainda.

Ele ficou encarando Forxen por um tempo. Mas balançava negativamente a cabeça demonstrando que era inútil discutir ainda mais e por isso voltava a andar pelo corredor. Após um tempo Dalmore não aguentava mais esperar e voltava a falar de querer sair, inclusive sobre o homem cobrir seu próprio rosto. No entanto o homem não falava nada e continuava a andar. Enquanto andavam calados, percebia que com o tempo não era só os passos que ecoavam, um barulho pequeno ia aumentando bem ao fundo, aquele som era bem conhecido por Forxen. Era uma fogueira crepitando.



Chegaram por fim no fim do corredor. Estavam em uma clareira no meio de uma floresta com uma fogueira no meio dela. A noite era bonita e a floresta lembrava Forxen da floresta que havia ido quando fugira de casa. Parecia um bom lugar para acampar. A única coisa que fugia completamente do ambiente era uma porta que estava fechada no meio das árvores, pois percebia que até o corredor que estava a poucos instantes havia sumido. – Se você quer sair é fácil. São só alguns poucos passos. – Falava ele colocando a mão no bolso e retirando de lá um dado. – O primeiro é simples, você precisa tirar esses trapos ridículos que coloca em volta do seu rosto. – Comentava ele. – Queime-os na fogueira.

– Depois de retirar esses trapos, eu e você vamos rolar esse dado aqui e ver onde você vai voltar. Com isso é só passar pela porta e estará de volta com seus amigos. – Falava ele abrindo a porta que tinha uma luz branca tão forte que não era possível ver através dela. – Não adianta tentar passar pela porta com os trapos ainda com você. Ou com qualquer outro tipo de pano em seu rosto. Isso é fugir igual sempre fez. – Falava o homem sentando-se no chão e esquentando a mão no calor que era emanado da fogueira.

–E então? Vamos com isso? – Falava ele colocando o dado no chão perto da fogueira. – O que vai ser, senhor Dalmore? Vai finalmente virar o adulto de vinte e oito anos que você é? Ou vai continuar fugindo igual seus pais e mostrar que não é nada melhor do que eles? – Falava o homem se sentindo um pouco mais à vontade no fogo, inclinando-se para frente e apreciando o seu rosto ficando mais quentinho.


Todos menos o coelhinho e Forxen

Os ferimentos eram rapidamente tratados. Fran ia tratar sua irmã, mas Adorea e Eleonora pareciam quase as únicas com cérebro durante a viagem e que não haviam se machucado por isso. Já o resto do povo estava tão tranquilo, com exceção de Nasubi, que Ballu até mesmo ensinava Iris os tratamentos básicos de primeiros socorros enquanto colocava os ossos do povo no local. Por isso a médica começava a falar sobre vampiros enquanto os outros iam entendendo que todos foram convidados para jantar.

O capitão logo criava a teoria de que Forxen estava por lá, fazia sentido para ele por algum motivo, enquanto para outros não parecia fazer sentido algum já que ele sumira antes mesmo de subirem a reverse. Seria algo no mínimo bizarro, mas como toda a situação já era bizarra, qual o problema, não é mesmo?

Como o povo não tinha muito o que fazer além de aceitar o convite do conde Strahd, cada um ia no próprio passo, com suas próprias teorias. Alguns falavam de vampiros e pegavam lascas do mastro quebrado como se fossem estacas, outros falavam de calafrios, Linchee estava cagando de medo por causa do raio e sua irmã a apoiava para seguirem andando, enquanto isso, Phill já estava lá na frente, sem o menor problema ou medo. Estava atento, é claro, mas medo não sentia.

Podem dar play no mesmo vídeo que tem na parte do Forxen

Ao passarem pela ponte, entraram no grande castelo, ali ficava o primeiro ponto estranho. Pois ao atravessarem o portão principal perceberam que não foi algo normal. Ao olharem para trás não viam o portão e sim uma porta só um pouco menor do que ele fechada.

Estavam em um imenso salão iluminado a luz de velas e o único som que ouviam no primeiro momento era o crepitar das chamas de uma lareira. Esse salão possuía diversas portas tanto a direita quanto a esquerda. Na parede da frente havia a lareira e na detrás uma porta maior que todas as outras. No centro do salão havia uma gigantesca mesa com pratos já postos para 14 pessoas. Lá perto de uma das pontas da mesa havia um velho gordo barbudo e enquanto olhavam para ele uma névoa voadora se juntou na cadeira da ponta e um homem surgiu de lá.

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– Bem vindos. – Falou o homem com uma voz calma que impunha respeito. – Eu sou o conde Strahd. E este é meu amigo Karthus. – Falou o homem apresentando o velho ao seu lado. A aura do conde era horripilante, sentiam que ele poderia matá-los com facilidade. O interessante é que essa mesma aura era ainda mais forte no velho.

O conde pegava uma garrafa e derramava um... vinho? Algum líquido avermelhado escuro em sua taça e o bebia. – Como estava no convite, iremos realizar um jantar. Mas infelizmente não temos todos os ingredientes ainda. – Falava o homem que com um aceno de sua mão fazia todas as portas menores do salão abrirem ao mesmo tempo. – Poderiam fazer a gentileza de busca-los? – Perguntava o conde olhando para eles um pouco mais sério. – Ou vocês preferem ser o jantar? – Perguntava ele.

Karthus, ao ouvir aquilo começou a rir e deu um tapa nas costas do conde Strahd que fez todos sentirem a força do velho mesmo sendo um claro tapa tranquilo, aquele tapinha nas costas realmente de alguém que estava só rindo do colega. – Vou simplificar para eles não pensarem em lutar com você ou comigo e só buscarem logo os ingredientes. – Falava o homem para o colega e depois virava-se para os membros todos do grupo. – Se vocês conhecem uma tal de Isis, eu sei para onde ela foi. Peguem os ingredientes e eu contarei o que sei. – Falava o velhote.

Naquele momento o conde mostrava quatro dedos de sua mão. – São quatro ingredientes: Baba de aranha. – Falava ele descendo o primeiro dedo e depois descendo outro para cada um dos outros. – Asas de morcego... Meleca de Múmia... Vômito de Gárgula. – Quando ele terminava de falar, ele comentava ainda apontando para Adorea. – A sua amiga ali não conta como múmia. Apesar de que ela claramente é deliciosa. – Depois ele apontava para todas as portas. – Tenham cuidado... meu castelo é um pouco... diferente do normal. Mas tenham pressa também, pois estou com fome. – Falava ele bebendo um pouco mais do... vinho dele.


Legenda:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyQua 27 Jan 2021, 13:15


14
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Médica ou Veterinária!? Nova Médica no Bando!



Olhava aquelas duas figuras que me faziam arregalar os olhos e sentir calafrios com suas presenças amedrontadoras. Um dos nomes me era familiar, embora o vampiro ainda mantivesse o clima pesado onde mantinha alguma coragem ainda pensando de forma lógica. “É... Realmente, julgando pela pele de Adorea ela parece ser um prato cheio pra um vampiro, sem falar no sangue especial dela... Mas, espera, Karthus? O mesmo Karthus da antiga tripulação do rei dos piratas? Eu jurava que ele estava morto, mas com uma presença dessas só pode ser ele.” O que me fazia dar um enorme sorriso ao reconhecer aquele velho e aparecer com a cabeça ao aparecer por cima da cabeça de Thomas. – Oi Karthus, eu sou Fran B. Air, meu pai já me contou sobre você, ele disse que embora ele fosse considerado o maior cirurgião do mundo, em clínica geral você superava ele e muito, se lembra do Naomitsu Air Madaraki?  - Esperava para ver a reação do homem e se ele se lembraria do papai.

Quando o homem colocava aquele líquido vermelho, eu suava frio, já focando minha atenção ao lembrar que eles muito provavelmente eram inimigos e que aquele conde tinha altas chances de ser um vampiro, então diria sem me importar que o vampiro ou Karthus escutassem. – Ei, Thomas, aquilo é sangue não é? Você consegue sentir o cheiro? Não é do Forxen, né? – Encarava o vampiro com um pouco de receio. “Ele apareceu do nada e tem uma certa onipresença em suas palavras, então fazer com que o Forxen desapareça acabou se tornando algo bastante crível.”

Enquanto escutava o homem e a resposta de Thomas, ficava imaginando a origem de seus poderes. “Névoa... Portas se abrindo... Beber sangue... Ingredientes macabros... Isso parecem ser mais do que meros truques, esse homem muito provavelmente é usuário de alguma akuma no mi.” Desceria do panda ao dar um pulo para trás e planar até o chão ao me equilibrar com minhas finas pernas ao dizer confiante. – Não tem jeito... Eu não quero virar comida de vampiro, embora não entenda qual é a desse joguinho. –

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Seguraria o queixo pensando nos ingredientes que ele queria ao olhar para cima e pensar em possíveis aplicações com uma enorme interrogação sobrevoando minha cabeça. – Parecem ser ingredientes para alguma bruxaria ou maldição... Não consigo ver nenhuma aplicação médica pra essas coisas e... Gárgulas existem? – Colocaria as mãos nos bolsos do jaleco começando a ficar animada. – Se for mesmo uma gárgula, então é um ser mitológico muito raro, uma dessas ia ajudar muito em minhas pesquisas. –

- Ele disse pra sermos rápidos, então talvez seja melhor nos separarmos em grupos de três, que tal? – Olharia para as pessoas que estavam lá tentando calcular quem seria a melhor opção para que viesse comigo e aumentasse mais minhas chances de sobrevivência ao falar convicta de minha escolha. – Eu sei que Adorea é bem forte e o Forxen sumiu... Minha equipe pode ser eu, Adorea e Thomas, que tal? – Olharia para os outros para ver se concordariam.

Independentemente das escolhas, diria empolgada. – Se encontrarem a gárgula, podem trazer ela pra mim? Pode ser viva ou morta, tenho algumas ideias de experimentos. - Andaria em direção de uma das portas, indo para a que tivesse a gárgula caso houvesse alguma indicação. Eu até que meio que estava animada com aquela criatura ao meu alcance, me esquecendo um pouco da situação de Forxen ou que podemos nos tornar comida de vampiro a qualquer segundo. Adentraria a mesma andando com cautela para que não caísse em nenhuma armadilha e nem me perdesse das pessoas que estivessem comigo.

Info
Atributos
  • Lv: 1 HP: 44
  • Dano: 12 (Habilidosa)
  • Acerto: 4 (Normal)
  • Pontaria: 0 (Inábil)
  • Esquiva: 6 (Normal)
  • Bloqueio: 0 (Inábil)
  • Resistência: 14 (Habilidosa)
Histórico:
 
Objetivos:
 
Feitos:
 

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Convidado, consistência é o segredo! Só vai!


Última edição por Fran B. Air em Sab 30 Jan 2021, 22:44, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyQua 27 Jan 2021, 15:11





Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!— Post 14




Fran subia em meus ombros, enquanto Nasubi se desesperava por algum motivo, mas Iris já ia ajudar a sua pequena irmã, eu esperava as duas conseguissem nos acompanhar para eu continuar andando.

Finalmente nos chegamos em um grande salão totalmente iluminado, mas duas presenças ali me faziam ficar totalmente desperto e arrepiado, algo dentro de mim dizia, se eu fosse para cima deles eu perderia sem sombra de dúvidas, na verdade eu morreria antes mesmo de tentar.

Coloco meus braços esticados na frente de todos do meu bando, minha cara fica seria, mas não deixo raiva transparecer, não podia deixá-los irritados, ou eles poderiam fazer mal para meus amigos.

— Olá senhores, meu nome é Thomas Kenway, sou capitão desse bando, este é meu imediato Kaito Yamamoto, fico honrado e agradecido pelo convite.

Daria espaço para os outros se apresentarem também caso quisessem, Fran faz uma pergunta para mim, usando meu olfato aguçado eu tento cheira o liquido e caso conseguisse daria a resposta.

— Sim aquilo definitivamente é sangue, mas não acho que seja de Forxen...

O conde claramente parecia impaciente, e até mesmo nos ameaçava caso a fossemos demorar, eu estava realmente de mãos atadas naquela situação, as pessoas da Grand Line eram assim tão fortes?

“Eu estou ficando para traz mais uma vez, preciso treinar e me esforçar cada vez mais, ainda sou fraco demais! ”

Mas antes que eu pudesse responder, o velho que estava sentado, ri e diz que sabia de informações sobre Isis, eu não poderia negar uma oportunidade tão boa.

— Pode deixar conosco senhores, pegaremos os ingredientes e se possível gostaria de saber sobre a minha amiga.

“Momentos e momentos Thomas, abaixe a cabeça hoje para ergue-la amanhã, meu velho sempre falava isso... ”

Me aproximava de Kaito e falava para que só ele pudesse escutar.

— Acho que você já notou que eles não são fracos, na verdade acho que todos nos juntos não teríamos chance nenhuma contra um deles apenas, então vamos fazer o que eles pedem, sem estressa-los.

— Bem, então vamos nos dividir, eu fico com a Fran e Adorea, Iris fica com Raja e Nasubi, Phill fica com Ballu e Eleanora, e Kaito com a sadie, vamos nos separar e procurar os ingredientes.

Me dirigia a uma passagem com meu grupo, e ficaria bem atento a qualquer coisa que pudesse acontecer por lá, e acenderia um charuto para tentar me acalmar.



Legendas:

  • Narração
  • "Pensamentos."
  • — Falas.




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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyQua 27 Jan 2021, 18:02



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Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!



Meu receio de entrar no castelo estranho me fazia falar sem parar ou pensar, e em uma de minhas falas, acabei comentando algo sobre os ricos, o que parecia afetar Fran. Não sabia que o pai dela era um deles, mas ela tinha razão, nem todo rico era ruim, a Iris mesmo era boa pessoa, apesar de não ter mais riquezas, e o pai de Fran também. Mas não havia tempo para desculpas ou agradecimentos agora por isso deixaria para depois, ou para o momento em que estivéssemos todos morrendo pelas mãos do suposto vampiro que ela comentava sobre.

Eu achava que estava assustada, mas Nasubi claramente ganhava no medo. A menina gritava e se encolhia, enquanto balbuciava coisas abraçando seu livro. Talvez estivesse louca agora, ou quem sabe todos nós já estivéssemos. De qualquer forma, Iris se dispunha para cuidar de sua irmã, e eu apenas acenava positivamente com a cabeça e seguia meus companheiros em direção ao castelo medonho.

Eu andava ao lado do imediato, pois me sentia mais segura quando sabia que alguém próximo me ajudaria caso eu precisasse. Mas as palavras dele me faziam pensar melhor, ele tinha razão, eu não era uma gatinha indefesa, e meus companheiros também eram fortes... Não precisava ficar tão receosa.

- Você está certo, nós estamos prontos para uma boa luta! - Exclamava decidida cerrando minha mão esquerda e respirando fundo. - Não que eu queira uma! - Dizia quase que por cima de minha fala anterior. A gente atrai o que fala né? E eu to bem sem lutar.  - Mas obrigada Kaito, fico feliz de poder contar com você, apesar de não ser páreo para mim. - Olhava para ele ostentando um sorriso largo e brincalhão enquanto continuava andando ao seu lado pela ponte.



Contudo, ao passarmos pelo portão, algo estranho acontecia. Ele simplesmente se transformava em uma porta menor. Eu estranhava, mas depois de tudo o que vimos e das palavras de Kaito, já estava mais calma, e continuava o caminho. Olhando novamente para frente, eu percebia que nos encontrávamos em um cômodo cheio de velas. Analisando as coisas em volta, via diversas portas iguais, bem como uma mesa enorme já preparada para nos receber e um homem gordo e barbudo. Mas o mais impressionante era a névoa que se formava na última cadeira da mesa, ela se dispersava e revelava outro homem.


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A figura enevoada se apresentava como o Conde, mas o que chamava a atenção mesmo era a aura assassina que emanava do suposto dono do castelo, e o pior, ela era ainda mais forte em seu amigo, o Karthus, Fran parecia conhecê-lo e Thomas se apresentava enquanto ficava na frente do bando, eu decidia respirar fundo e me apresentar também. - Eu sou Sadie Klaus, a carpinteira. Obrigada pelo convite, senhor conde. Ahh, e já ouvi relatos de que carne de mink é horrível para comer haha. - Strahd derramava um líquido vermelho em sua taça, e naquele momento me lembrei das palavras de Fran, não só isso, ela também perguntava se aquilo era sangue. Eu engolia em seco com a resposta do capitão e alcançava o braço de Kaito com a mão direita, enquanto que a esquerda ia direto para meu chicote, agarrando-o firme.

O homem fazia todas as portas se abrirem com um gesto, e eu cochichava tentando fazer Fran me ouvir. - Psiu, Fran! Vampiros são mágicos? Talvez seja uma Akuma né? - Ele então pedia ingredientes para um jantar, ou propunha que nós fôssemos o alimento daquele banquete. Eu apertava o braço de Kaito, mas em seguida o olhava e soltava, não queria me descuidar e machucá-lo com minhas garras. - Desculpa! - Exclamava preocupada mas em tom baixo, não queria atrair a atenção dos homens. Com isso, voltava minha atenção ao conde novamente, sem tirar a mão do cabo do chicote.

Karthus batia em seu amigo com uma força um tanto exagerada, ou eu que era fraca em comparação a eles, e em seguida falava suas primeiras palavras da noite (?). E falou pouco, mas falou bonito, ele sabia para onde Isis tinha ido, ou seja, estávamos no caminho certo! Minha atenção redobrava na dupla de homens e eu ouvia cada palavra dita, mas eu não sabia se me arrependia ou não. Strahd dava uma lista de ingredientes asquerosos, eu não sabia como aquilo podia ficar gostoso para um banquete, contudo, se era o que precisava para achar Isis, então não tinha discussão, tínhamos que encontrar os 4 itens, e Thomas dava a resposta por nós.

Ele ainda falava mais algumas coisas, mas eu não prestava muita atenção, a única palavra que me fazia olhar de novo era "deliciosa" que parecia ter sido dita para Adorea, mas estava mais concentrada em pensar onde acharíamos aqueles ingredientes. Era ai que Fran tinha uma ideia, separar o bando em grupos para podermos nos espalhar mais pelo castelo. - Boa ideia Fran! É por isso que você é médica. - Sorria para ela e então ouvia a separação que ela pretendia, eu concordava com a sugestão do primeiro grupo, formado por ela, Adorea e Thomas e acenava com a cabeça quando ela falava sobre a gárgula. - Vou tentar prender ela com meu chicote e trazer para você se achar uma, mas não prometo nada.


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O capitão pandinha então dava as ordens para que nos separássemos nos grupos como Fran sugeriu, eu assentia e ao ouvir com quem ficaria andava na direção da pessoa. No caso, era Kaito, e eu ficava feliz de ser pareada com ele. - Tudo bem por você, Kaito? - Perguntava ao imediato parada ao seu lado, e caso ele não tivesse objeções, continuaria. - Ok! Vamos por ali então? - Apontava para a porta que levaria até as aranhas, caso tivesse alguma identificação, se não, iria para uma aleatória, andando ao lado de Kaito.

Falas

POST 14

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Falta de Humildade:
 
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Jean Fraga
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Jean Fraga

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MensagemAssunto: Re: Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!   Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Página 16 EmptyQua 27 Jan 2021, 20:00




Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line! - Post 14





Adentrava junto dos demais em um grande salão, mais um lugar estranho, iluminado por velas, com varias portas e uma grande mesa ao centro.

Olhando para a ponta da mesa, um homem, velho, barbudo e gordo, não tinha uma aparência muito ameaçadora, apesar de uma aura que nunca havia presenciado, seria esse o precipício entre pessoas do Paradise e os que estão na Grand Line?

E em seguida, um segundo aparecia, este que com uma aura gigantesca como a do outro, pela sua cara, parecia ele ser o dono deste castelo.

Ficaria em silencio durante seu discurso, conde Strahd e Karthus, pelas palavras de Fran, a garota parecia conhece-lo de algum lugar.

Ouvindo a conversa de Fran e Thomas, de fato aquele ‘vinho’, não parecia de fato ser isso, neste momento me manteria mais atento ainda, usando minha audição para adiantar possíveis ataques e os bloquearia com minha katana.

Ser o jantar? Era ruim ouvir essas palavras e saber que naquele momento, não havia nada que eu com minha força pudesse fazer, a diferença era alarmante e a aura dos dois já demonstrava isso.

Sadie antes que se segurava em meu braço, agora o apertava, me aproximaria de sua orelha e diria baixinho, — Não se preocupe, vai ficar tudo bem! Basta buscarmos esses ingredientes e ficara tudo certo. – Daria um breve sorriso e agora agarraria levemente o braço da gata.

Quando então, Karthus falava sobre Isis, de fato, temos que conseguir os ingredientes, assim, podemos conseguir a informação que precisamos.

Com a cabeça, acenaria confirmando para Thomas, nesse momento, era melhor seguirmos o que havia sido mandado.

Fran tinha uma boa ideia, se separar e procurar os ingredientes, era no momento o melhor a se fazer, ganharíamos tempo.

Ficava então como Sadie de dupla, o que me deixava contente, uma pessoa que confiava e era próximo.

— Sim! Faremos uma boa equipe! – voltando-se para os demais, agora diria, — Pessoal, consigam os ingredientes e voltem imediatamente para este local, não sabemos mais o que esse castelo pode conter, temos Forxen e Isis para encontrar, então, tempo é tudo para a gente, boa sorte! – Daria um breve sorriso ao final da fala.

— Vamos! – Dizia a Sadie, agora junto dela, seguiria por alguma das portas, adentrando, procuraria por algum dos ingredientes citados, manter-me-ia atento a possíveis sons que indicassem uma aproximação.

Usando minha katana tanto para bloquear golpes que viessem em minha direção ou na direção de Klaus, como atacaria usando a mesma.




Legendas:

  • Narração
  • — Falas.



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