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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um Destino em Comum

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptySeg 24 Ago 2020, 21:45

Relembrando a primeira mensagem :

Um Destino em Comum

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Lucius e Grim Lockhart. A qual não possui narrador definido.


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ZackyStardust
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyQui 27 Ago 2020, 22:22

Soundtrack
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Tomoe sentia que realmente tinha aprendido alguma coisa naquele rápido treino. Isso a deixou feliz. Infelizmente, o cigarro estava chegando ao fim, para a tristeza do seu humor. Deu uma última tragada e cuspiu a bituca no chão. Balançou os braços um pouco, também girando o pescoço. Esticou as costas e se pôs em posição de combate logo em seguida, pronta pro próximo.

Não podia deixar de conter o sorriso no rosto ao saber que tinha surpreendido a todos. Odiava ser subestimada. Na verdade, ficava surpresa com isso, por conta de seu tamanho colossal - especialmente pra uma mulher.

Um outro homem entrou no ringue improvisado e a espadachim aumentou seu sorriso, quase num deboche.

- Se pegar leve comigo que nem o outro, arranco teu saco com as unhas. Fica esperto.

E quando o início da luta fosse sinalizada, Tomoe tentaria tomar a iniciativa. Com sua aceleração, partiria pra cima do oponente. O objetivo era não repetir a mesma estratégia de antes, afinal tal coisa seria um passaporte direto pra papa-terralândia. Primeiro, tentaria aproveitar sua velocidade para lançar um murro na boca do estômago de seu oponente. Acreditava que isso poderia o atrasar o suficiente, pelo clássico efeito que um impacto naquela região costuma causar. Em seguida, o agarria pelo cabelo com a mão oposta e puxaria a cabeça, erguendo a perna para tentar desferir uma joelhada em seu rosto. Por fim, utilizaria a perna oposta à do golpe para tentar chutá-lo reto no saco, algo que a espadachim julgava ser efetivo o suficiente por conta de seus tamancos de madeira tradicionais.

No caso de seu oponente esquivar o primeiro soco, Tomoe tentaria girar seu corpo para realizar um chute lateral nas costelas do oponente, tentando bater ali com seu geta. Finalizaria o combo, então, com um gancho de direita, aproveitando ainda a energia cinética para pegar mais força. Nesse impacto, pararia o movimento usando um dos pés e, então, concluiria com um gancho da mão oposta no queixo, mas dessa vez, de cima pra baixo, quase como um shoryuken... Sejá lá o que isso fosse.

Em caso de bloqueio por parte dele, se fosse possível, seguiria o mesmo plano do chute giratório. Mas caso seu chute fosse bloqueado, iria preferir recuar por um instante, recompondo-se.

Em qualquer situação, estaria pronto para bloquear a ofensiva inimiga: nos membros superiores, utilizaria os antebraços. Nos inferiores, as canelas. Fosse erguendo, baixando, cravando no chão, tanto faria: Tomoe não teria medo de bloquear até encontrar uma abertura para, assim, realizar seu combo já planejado.

No entanto, caso recebesse algum tipo de golpe com as pernas do homem em que tivesse a chance de segurar o membro com uma mão, utilizaria o braço oposto para golpear no joelho com o cotovelo com força máxima. Em seguida, jogaria a perna inimiga pro lado. Não se preocuparia em seguir um combo nesta situação, afinal de contas, deslocar o joelho seria o suficiente na cabeça de Tomoe.

--

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hitsu
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyQui 27 Ago 2020, 23:11

Grim Lockhart



Aqueles combates haviam sido divertidos para Grim, que tinha conseguido ver algumas boas lutas no local, mesmo não tendo sucesso em conseguir informações com as pessoas ao redor dos combates aquilo não o aborrecia tendo em vista que após caminhar um pouco o mesmo encontrava a biblioteca ao qual procurava, por outro lado, o garoto ficava um pouco chateado por não ter visto a principal das lutas, mas logo focava-se em seus pensamentos.

“O corpo humano sempre foi algo que tive vontade de aprender mais sobre, por que não aproveitar agora que tenho tempo livre para estudar mais sobre?...”

O jovem novamente levantava ambos os braços como um sinal de foco e em seguida adentrava a biblioteca, assim que pisava dentro da mesma, algo quase que instantaneamente chamava-lhe a atenção, mais ao canto da biblioteca o jovem podia ver um humanoide, certamente não era uma pessoa comum como Grim, o homem tinha diversas características de um tubarão e aquilo era algo ao qual o pequeno nunca tinha visto, notava também alguns músculos que lhe causavam uma impressão de treinamento, certamente não era alguém que o garoto gostaria de tirar do sério, o jovem caminhava em direção ao bibliotecário tentando olhar com os cantos dos olhos o humanoide, chegando próximo ao bibliotecário falaria ao mesmo.

-Olá... você saberia me indicar algum livro sobre anatomia humana? Eu realmente gostaria de aprender mais sobre o funcionamento de nossos corpos...

Se o bibliotecário tivesse algum livro sobre anatomia humana o jovem o pegaria e em seguida, apenas procuraria sentar-se em um local calmo e com silencio para focar-se nos estudos.




Aprendendo perícia Anatomia Humana

Durante grande parte de sua infância o jovem estudou diversos tipos de livros, estudou sobre química, sobre botânica, e até conseguiu unir os dois estudos em um só aprendendo um pouco sobre tóxicos, sempre teve curiosidade em aprender mais sobre o corpo humano porém sua rotina de treinamentos intensos nem sempre lhe deixavam com tempo livre, e as vezes quando tinha um pouco mais de tempo ficava com preguiça mesmo.

Ao iniciar a leitura eu focar-me-ia na forma e na estrutura do corpo humano, procurando estudar o nome dos órgãos, articulações e também os sistemas do corpo humano.

Conforme a leitura fosse seguindo eu tentaria ir me aprofundando mais ao assunto, em como cada órgão é único e importante para o corpo humano e como no final o corpo humano sem essas “engrenagens” não é nada.

Após ter decorado os nomes dos órgãos, das articulações, sobre os sistemas do corpo humano e as regiões anatômicas, eu começaria a me perguntar e responder algumas questões, como se estivesse em uma aula com um professor, pensando na pergunta com os olhos fechados e abrindo os mesmos em seguida respondendo em um tom de voz baixo.

“qual o órgão mais importante para o corpo humano?”

-O cérebro...

Seguiria com as perguntas e respostas até ter conseguido decorar o máximo possível de informações sobre o corpo humano.

Após ter lido sobre anatomia humana eu me manteria sentado no mesmo local meditando sobre as informações e tentando guarda-las ao máximo em minha cabeça e revisando o que fosse esquecendo.
Fim do treino de perícia Anatomia Humana

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptySex 28 Ago 2020, 23:09

Um Destino em Comum
Após anos de leitura conseguia fazê-la de uma forma que conciliava o prazer junto de uma velocidade um pouco mais rápida que o normal. Evitava descansos e minha mente já estava acostumada aquele rojão. Adendo aquilo, o livro que lia não era realmente grande e algumas páginas estavam faltando, aquilo me dava um sentimento de curiosidade mais afiado que o normal. Sentia vontade de ir atrás daquilo que faltava, o que poderia ser? Aquele livro por si só já contava com informações muito delicadas para o mundo, claro, considerando que fossem verídicas. Mas alguns questionamentos e afirmações podiam fazer certas autoridades possivelmente eliminarem o livro e quem sabe até quem os leu. Assim, apesar de tudo isso ainda algumas páginas foram perdidas, ou tiradas propositalmente. Essa última probabilidade fazia minha mente fervilhar de hipóteses.

No fim havia terminado e entregava o livro ao bibliotecário. – Hahahaha, acho que o costume de ler tanto me fez aperfeiçoar e agilizar na hora da leitura, mas posso garantir que foi uma leitura produtiva, e nem é tão grande assim né? – Respondia ao homem a primeira parte da sua fala contendo um sorriso de boca fechada, era mestre nesse sorriso para não espantar os outros. Aquela pessoa aparentemente era uma boa pessoa e provavelmente não precisava dessas precauções, mas o costume acabou por me forçar a isso. – Ohh, também achei muito interessante. Devo dizer que as partes místicas não me encantam tanto e por exemplo as supostas civilizações são outra história. Imagino o que poderiam ter acontecido para simplesmente sumirem, devem ter tanta coisa para ser descoberto, mas, como o senhor falou, faltam páginas nele. Que azar o nosso né hahaha. – Enfim soltava o sorriso que fora contido.

Claro, pode continuar seu trabalho, desculpa incomodar. Mas nos vemos por aqui, voltarei todos os dias aqui, adoro leitura. Quem sabe o senhor não me mostre outros livros interessantes em? Haha, tenha um bom trabalho. – Despedia-me finalmente daquele trabalhador e passava a ficar sozinho como de costume. Tinha acabado de ler um livro e talvez fosse o momento de dar uma espairecida. Comer algum prato, tinha algum dinheiro e até poderia ir para o bar e tomar alguma bebida, era um dos meus poucos prazeres também. De todo o modo tudo culminaria ao fim a quem sabe voltar ali depois, afinal, era minha rotina. Apenas se fosse ao bar e me empolgasse, mas não era desses, raras as vezes na vida que bebia demais.

Logo me virava de onde estava para ir em direção a saída. Entretanto avistava em um local ali dentro uma criança de cabelos brancos que carregava consigo um livro e parecia estar estudando o mesmo. Tentava focar os olhos e ver o que o garoto estava lendo, mas era melhor chegar mais perto para ter certeza. Olhar para aquele garoto me fazia despertar um lapso de memória instantaneamente. Lembrava-me, quando era de uma idade que parecia ser a do menino, também estava estudando da minha forma. Claro que não como ele em uma grandiosa biblioteca com inúmeros livros, mas da minha forma junto ao velho Adam. Consegui percorrer o caminho do conhecimento e ver um menino tão jovem como o mesmo também ali me fazia acreditar mais nas pessoas. Realmente haviam humanos e humanos, aliás, haviam seres e seres. Em todas as raças existiam o joio e o trigo.

Não tinha muito o que fazer e por isso chegava calmamente na direção daquele menino. – Hey garoto, tudo bem? O que está lendo aí? – Falava com o sorriso contido que outrora mostrava ao bibliotecário. Era uma pessoa comunicativa e torcia para que o segundo não se assustasse comigo e por isso cortasse a comunicação. Tendo alguma resposta negativa do mesmo, apenas me desculparia e sairia em direção ao bar. Na afirmativa, buscaria ainda mais o diálogo. – Que legal, não é muito normal um menino de sua idade estar aqui tão interessado em ler, siga assim carinha. – Buscava dar uns leves tapas com minha mão direita em seus ombro esquerdo se possível. – Aliás, meu nome é Lucius, e o seu?


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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyDom 30 Ago 2020, 17:41

Um Destino em Comum


O Desenvolver Dos Objetivos



Horário: 13:30
Temperatura: 26°C
Localização: Torino Kingdom

Grim Lockhar

Ao entrar, tinha seu olhar quase que puxado para o Tritão que ali estava a ler, não perdia seu tempo com isso.

Questionando o bibliotecário sobre um livro em especifico, ele dizia: — Que bom que falou agora menino, já ia levar para a área medica este livre, tome! -Tirando de seu carrinho, ele entregava o livro pro menino.

Sentava em uma poltrona já com o livro desejado, em silencio abria o mesmo e começava por ali seus estudos.

Durante sua leitura, focava no corpo e suas partes, conforme ia avançando, ia mais afundo em cada função e posição de cada órgão.

Decorava nomes, funções, locais, o livro era bem completo e sua lida foi algo demorado, eram já Três horas lendo sem interrupções, quando finalmente o concluía.


Tomoe Gozen

Com a última tragada em seu cigarro, a luta então se iniciava.

Mesmo antes que pudesse tomar a iniciativa, era atingida com um soco em sua cara, o soco não era o mais potente, mas a velocidade do oponente compensava a falta de força.

Mesmo com o soco recebido, ela dava um chute que acertava nas costelas do oponente, o que pela feição demonstrava o estrago feito, mesmo assim, ele se afastava do golpe seguinte que era feito por Tomoe.

O problema era, o seu inimigo era muito rápido para ser acompanhado de forma fácil, com uma rápida movimentação, ela tomava socos de diferentes ângulos e posições em questões de segundos, sendo rodeava, só a sobrava se defender.

A cada soco, o seu corpo sentia mais, além dos socos serem rápidos eles eram precisos, acertando normalmente sempre o mesmo ponto.

O garoto que lutava contra ela, começava aos poucos a abrir espaços na defesa de sua inimiga, começava então a acertar socos na cabeça de Gozen, em suas costelas e nos braços da garota.

O cansaço de ambos era visível, mas os danos eram maiores em Tomoe, o que ela faria para parar aquela alta velocidade? Uma luta comprida só a traria problemas.


Lucius

Com sua conversa com o bibliotecário que saia sorrindo finalizada, ele agora voltava a sentir algo recorrente, a solidão, foram horas lendo e neste momento, se encontrava mentalmente cansado.

Queria agora poder relaxar, pensava logo em um bar, local que poderia descansar e beber, por Torino não era algo comum, mas um restaurante era próximo a biblioteca e não parecia uma má ideia passar por lá.

Decidido, começava a sair da biblioteca, no seu caminho, percebia um garoto, lembrava-se de si quando mais jovem.

Chegando perto do menino, ele tentava puxar uma conversa de forma amigável, com um ar simpático, o mesmo não parecia criar desentendimentos.

Qual seria o desenrolar dessa conversa?



Off:
 
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bichaelson


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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyDom 30 Ago 2020, 19:39

Soundtrack
Spoiler:
 

Ele era rápido - como um mosquito. Um soco só talvez não doesse, mas vários era um pé no saco. Sem contar que Tomoe não conseguia acertá-lo com eficácia, então estava fadada a ser essa montanha de ferro lenta contra um inseto veloz e esguio. Mas ela tinha uma ideia.

Fecharia sua guarda. Encolheria a coluna e fecharia os dois braços na frente do rosto erguendo os antebraços, como a postura de uma boxeadora. Levantaria as canelas de vez em quando para auxiliar o bloqueio, mas os braços já serviriam como escudo para toda a parte do tronco e da cabeça.

Tentaria bloquear agora, com a maior eficácia possível. Teria que aguentar na força de vontade se queria ter uma chance de derrubá-lo em um único golpe. Golpes em cima? Antebraços pra defender. Em baixo? Canelas. Com os quatro membros, a postura era vagamente similar à de um lutador de Muay Thai.

Esperaria o momento certo. Precisava de um único ataque dele com tempo de contato o suficiente contra o corpo da espadachim. Fosse perna ou braço, agarraria o membro em questão com um braço, usando força total. Tentaria não segurar em tecido, mas sim diretamente no corpo da pessoa. Neste instante, exibiria um enorme e cruel sorriso.

Sua ideia era um combo com três golpes potentes. Um golpe no membro em questão com o cotovelo, outro em seu peito com um soco e, por fim, o agarraria pelo ombro com uma mão e pelo saco com a outra. A ideia era jogá-lo pro chão, não necessariamente o levantando, mas mais puxando para o lado, mesmo. Desejava ser forte o suficiente para um suplex, mas infelizmente era o melhor que acreditava poder fazer.

Outra opção, caso esperar demais se mostrasse muito doloroso, era fintar um soco e perceber para onde ele fosse esquivar. Utilizaria este momento para que, com sua aceleração, pudesse o agarrá-lo no meio do movimento. Pegaria-o com as duas mãos em seus ombros, tentando desferir um chute em seu saco. Em seguida, aproveitaria as mãos ali para, como a ideia anterior, jogá-lo no chão com o máximo de força possível.

Nessa confusão, Tomoe estaria, provavelmente, em uma mistura de sentimentos. Por um lado, a fúria por estar apanhando e não conseguir revidar. Mas por outro, a alegria e adrenalina pela ótima luta. Apanhar fazia parte e, muitas vezes, era necessário. Tomoe era muito, muito descuidada. Muitas vezes, preferia apanhar para ter a chance de um golpe certeiro. E era isso que a mulher optou por fazer em suas duas ideias ofensivas.

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptySeg 31 Ago 2020, 20:42

Grim Lockhart
Assim que o jovenzinho terminava seus estudos, o mesmo mantinha se por alguns instantes sentado apenas relembrando as informações lidas, sentia-se de fato empolgado com um assunto tão interessante como o corpo humano.

“deveria ter lido sobre o corpo humano antes, de qualquer maneira antes tarde do que nunca...”

O jovem perdia-se em pensamentos até que subitamente era interrompido por uma voz.

-Hey garoto, tudo bem? O que está lendo aí??

O jovem olhava para frente, em direção ao tritão que se aproximava com um sorriso no rosto, parece que a primeira impressão do pequenino estava errada, e aquele homem peixe era bem amigável, aquela podia ser uma ótima oportunidade para o jovem fazer contatos, aprender mais e também se aproximar de seus objetivos, o pequeno sempre gostou de pessoas fortes e aquele tritão parecia ser bem forte, o pequeno sorria ao tritão proferindo.

-Estou lendo sobre Anatomia Humana, vi que você estava lendo também, para ser sincero nunca vi um tritão tão de perto e menos ainda um que goste de livros, porem já acabei esse livro.

O pequeno fechava o livro enquanto escutava as palavras do tritão.

- Que legal, não é muito normal um menino de sua idade estar aqui tão interessado em ler, siga assim carinha, aliás, meu nome é Lucius, e o seu?

O tubarão dizia com um tom de voz amigável, o pequeno via a mão do tritão tocando-lhe no ombro e ficava calmo, não via aquilo como um desrespeito nem nada do tipo, pelo contrário, talvez aquela fosse a oportunidade perfeita para o jovem arrumar alguém para seguir a sua jornada, o pequenino sabia que para se tornar um pirata precisaria de companheiros fortes, então tentaria agir de forma amigável para com o tritão.

-Me chamo Grim Lockhart, é um prazer senhor Tubarão, digo... Lucius, não sou bem um fã de leitura porem sempre tive facilidade em aprender coisas, então achei que se tentasse ler esse livro eu conseguiria aprender mais sobre Anatomia Humana HAHAHA, estou com um pouco de fome então estou pensando em procurar um bar ou um restaurante para que possa comer algo você sabe algum por perto? e também penso em procurar uma forma de ganhar dinheiro aqui, quer vir comigo? Vou só devolver o livro para o bibliotecário...

O pequeno levantava-se e corria em direção ao bibliotecário agradecendo-o.

-Aqui está o livro velhote, muito obrigado, aliás você teria um livro sobre cirurgias para me emprestar lhe entrego ao fim do dia ou amanhã talvez?

Se o bibliotecário tivesse e emprestasse o livro o pequeno o pegaria nas mãos e guardá-lo-ia tornando de volta para perto do tritão, tocando com seu dedo o braço do mesmo.

-O que me diz? topa?

Se o tritão aceitasse o convite e soubesse um lugar para comer e beber o jovem seguiria com o mesmo para um bar ou restaurante próximo, se o tritão não soubesse ou não aceitasse o convite do mesmo, o pequeno apenas caminharia em direção a saída da biblioteca, olhando ao redor na tentativa de achar uma placa de bar ou restaurante e caso encontrasse seguiria ao mesmo, se o tritão estivesse lhe acompanhando perguntaria ao mesmo durante o percurso.

-Me fale mais sobre você , além de ler o que mais gosta de fazer? O que você almeja, notei também que você aparenta ser bem forte, parece até que treinou durante anos...

Grim falaria sempre com um sorriso no rosto tentando ser o mais amigável e respeitoso possível para com o tritão.

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyTer 01 Set 2020, 16:26

Um Destino em Comum
Aproximado do menino, chegava e começava a conversar com o mesmo em definitivo. – Hahaha, digamos que a maioria de minha raça é reticente a andar por aí vagando nas ruas e ilhas, afinal, quem sabe alguém tenta nos aprisionar ou algo do tipo... Enfim, esquece isso. Haha. – Respondia a sua primeira fala, por um instante ficava com um tom mais pesaroso pois eram gatilhos na alma de qualquer tritão. Mas para conversar com uma pessoa, não ficaria passando apenas pensamentos negativos, seria um terrível jeito de se levar uma conversa. – Pois é, eu adoro ler cara. Na verdade pode se dizer que estou nessa ilha mais por esse lugar que qualquer outra coisa hahahaha. Sério, eu perco horas aqui, é muito bom. – Finalizava a reposta para a outra parte de sua fala agora retomando um ar mais leve, mas que se visto a fundo sempre levaria aos temas mais espinhosos que evitava ali.

Enquanto a conversa continuava, permanecia com o sorriso mais contido a olhar de cima para baixo aquele menino de cabelos brancos. Ao momento que o mesmo me chamava de tubarão, alargava mais um pouco o sorriso, não ligava para aquilo. Talvez as pessoas tinham percepções que não condiziam com a realidade. Não tinha vergonha de minha aparência, me orgulhava de ser um tubarão. Chamar-me de tal era natural, mas obviamente também tinha nome. – Oh, entendo Grim, posso chamar assim? Mas olhe só, se você tem uma facilidade, então busque ler mais. Conhecimento nunca é demais, isso que eu sempre falo, apesar de não ser uma frase minha Hahaha. – Pela primeira vez deixava os dentes afiados a mostra no meu último sorriso. Aquele cara não parecia ser uma pessoa que tinha pensamentos estúpidos como superioridade racial, racismo. Estava me divertindo conversando.

Sim, aliás, estava prestes a ir também em algum lugar para relaxar. Não tenho muito conhecimento daqui, mas a gente pode perguntar ao bibliotecário, ele também é gente boa. – Disponibiliza-me a ir junto enquanto ele entregava o livro, assim continuava a falar. – Eu sempre estou atrás de uma forma de ganhar uma grana, fazer bico aqui e ali, vou levando a vida aqui. Mas você é novo né? Está só aqui? – Indagava pois a fala sobre procurar algo para levantar dinheiro fazia me levantar essa possibilidade, poderia estar tocando em assuntos pessoais que o mesmo não queira, então apenas fazia essa pergunta e não procuraria adentrar mais na conversa sem a sua clara continuação.

Vendo o garoto pedir um livro, já que ia falar com o mesmo sobre algum lugar, decidi-a levar um livro se possível também. Parecia que não voltaria hoje para esse lugar, assim iria adiantar algum livro para leitura. Pensava em pegar um de geografia, era uma das opções que tinha enquanto vinha mais cedo para cá, mas que acabava por não saber me decidir. Agora, tomava por sorte e escolhia esse. – Olá de novo senhor. Aliás, se possível também gostaria de levar um livro bom sobre geografia, quero ler sobre o assunto. Aproveitando, o senhor sabe de um bom restaurante para eu e esse carinha aqui encher o bucho? Deve ter mais conhecimento daqui que eu com toda certeza hahaha. – Indagava para o mesmo, assim conseguindo o livro, pegaria com uma das mãos e sairia junto ao garoto. Independente do resultado do pedido, falaria educadamente. – Okay, obrigado. Tenha um bom trabalho, novamente dizendo haha.

Conseguindo o conselho sobre o local do senhor, falaria. – Vamos lá carinha. – Sairia rumando ao local que fosse indicado pelas possíveis dicas que o velho falava. Não conseguindo, falaria. – Vamos procurar algum lugar por aqui. – Assim, também aceitaria o pedido do jovem garoto. Caminhando junto dele, sorriria a enxurrada de perguntas que o mesmo fazia a mim. – Hahaha, vamos lá. Comer e beber é bom também, complementa quando não estou lendo. Mas gosto de ficar tranquilo... Segundo, é algo que sonho mais, queria que todas as raças pudessem conviver entre elas sem que se matem... E sim, eu treino. Treino desde jovem... Mas e você, o que tem a falar de si? – Na última parte, fechava um pouco o semblante na hora de falar que treinava, pois isso me fazia lembrar as circunstâncias desses treinos com o velho Adam, mas logo voltava ao normal e seguia com uma pergunta ao jovem.

Assim, chegando ao local indicado, ou então achando um local, adentraria ao mesmo. Procuraria alguma mesa que estivesse vazia e tivesse pelo menos dois assentos. Assim buscaria a atenção de algum garçom para fazer o pedido. Anteriormente pensava em beber algo alcoólico, mas com aquele garoto ali não iria fazer assim, iria comer apenas. Chegando alguém para nos atender, diria a tal. – Olá, gostaria de um prato de carne assada e água, e você carinha? – Esperava o mesmo pedir para então seguir a conversar. Caso tivesse conseguido o livro emprestado, deixava sobre meu colo.


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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyTer 01 Set 2020, 20:34

Um Destino em Comum


O Desenvolver Dos Objetivos



Horário: 15:30
Temperatura: 26°C
Localização: Torino Kingdom

Tomoe Gozen

Sabia que se manter na atual situação, não seria a longo prazo vantajosa para ela, logo fechava sua postura, se protegendo quase como um tatu.

Se mantinha calma, o desespero naquele momento só a traria mais problemas, em um soco mal desferido por seu adversário, ela conseguia segurar o braço de seu adversário.

O mesmo que ao ver a feição de Tomoe, começava agora a sentir um certo desespero, ele não tinha uma alta resistência, um chute anteriormente recebido, já teria sido o suficiente para deixar o homem em más condições, o que viria pela frente?

Sem perder muito tempo, ela acertava uma cotovelada no braço do homem, pelo braço não estar flexionando sua junta, o dano no mesmo era quase inábil, mas não parava por aí.

Um soco mal dado era acertado no peitoral do homem, para finalizar essa combinação rápida de ataques, Gozen o arremessava contra o chão.

O homem se levantava cambaleando e logo caia ao chão, faltavam forças para o mesmo.

A multidão torcia e alguns começavam a gritar: — GOZEN! GOZEN! GOZENNNN! – os que antes duvidavam da capacidade da menina, agora ficavam eufóricos pelo espetáculo que por ali rolava.

Por fim, o encapuzado, agora dizia: — Chegamos em nossa ultima luta senhores, para os que não sabem, o lutador que ganhar três lutas seguidas ganha o prêmio, logo vamos para a ultima luta, agora valendo a utilização de armas!!

Não se passava muito e um homem de porto alto e musculoso entrava no campo de luta, ele carregava ao ombro uma corrente.

Tinha alguns minutos até que a luta começasse, o que ela faria nesse tempo ?


Grim e Lucius

Coma chegada do tritão, os pensamentos de Grim se focavam naquele momento, nunca havia se aproximado tanto de um, mas a presença do desconhecido, o chamava atenção, parecia ser alguém amigável e forte.

A conversa fluía muito bem, uma conexão rápida era criada entre eles, não demorava muito e Grim já convidava Lucius para comer e beber algo em algum lugar mais apropriado, os pensamentos pareciam quase ser iguais, anteriormente, já era da vontade do Tritão, achar um lugar para comer e beber.

Devolvendo os livros e ambos solicitando novos com algumas diferenças, o bibliotecário dizia: — Certo... vocês parecem boas pessoas, no entanto, não esqueçam de trazer, os livros são como um patrimônio para nós!! – Com um sorriso ele se despedia dos garotos.

Quando saiam do lugar, eles logo achavam um restaurante, entrando e se acomodando a uma mesa, Lucius fazia seu pedido a garçonete que naquele momento estava trabalhando, pegando seu pedido, ela ia a cozinha, voltaria assim que Grim decidisse o que iria querer.

Por lá, tinha as mais diversas coisas, desde bons frutos do mar e peixes, até pratos com carne bovina.

Já sentados no restaurante, o que eles iram fazer a partir de agora? Seria uma nova amizade surgindo por ali?



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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyTer 01 Set 2020, 21:48

Conseguiu derrubar seu oponente. Tomoe abriria um enorme sorriso, satisfeita, e cuspiria no chão - longe de seu inimigo, claro, afinal o respeitava mesmo assim. Ouvir as pessoas gritarem seu sobrenome em uníssono era incrível, e orgulhosa, levantaria os braços, movendo-os no ritmo da platéia enquanto "desfilaria" em torno do círculo com seu maior sorriso possível. Ter o glorioso sobrenome de sua mãe cantado assim era incrível.

Então o narrador anunciou que precisava de três vitórias seguidas para ganhar o prêmio e, desta vez, valia armas. Seu oponente era grande e musculoso e utilizava uma corrente no ombro, provavelmente lutando com ela. "Se eu ficar com as mãos vazias, vou tomar no cu contra esse cara", pensaria Tomoe.

Tentando ganhar vantagem com base na sua popularidade do momento, ergueu um braço.

- Quem tem uma espada pra apoiar a mãezona aê? - Diria ela, com um tom de certa forma ríspido, mas que era característica e impulso seu.

Na possibilidade de receber uma espada, soltaria uma breve gargalhada, pondo-se em posição de combate. Manteria um sorrisão, e antes de iniciar, soltaria um grito do fundo do pulmão, com toda a força possível do diafragma. Era um grito de kiai - um berro forte utilizado em diversas artes maricais (como kendô e karatê) para fortalecer o corpo, espírito e a moral, como também para desmoralizar e intimidar o inimigo. Seu grito, no entanto, possuía palavras:

- Cai dentro, cuzão!

Soundtrack
Spoiler:
 

Daria um breve suspiro e, tentando manter seu sorriso confiante e debochado apesar do cansaço, avançaria, acelerada. Um pouco em frente a seu oponente, arrastaria seu geta no solo e faria uma espécie de chute na tentativa de arremessar areia nos olhos do inimigo. Depois, em um único movimento das duas pernas, avançaria em direção ao braço oposto do que carregava a corrente. A ideia era evitar qualquer tipo de golpe afoito em reação à areia.

O primeiro golpe efetivo que tentaria aplicar com sua espada era um rápido corte diagonal para baixo no estômago do homem. Aquela região não era o alvo de seppuku à toa: um talho aberto ali costuma causar dor excruciante. Tal ataque seria acompanhado de um passo adiante da mulher, com a intenção de ficar atrás do oponente. Em seguida, se viraria de volta em direção à ele, supostamente encarando-o pelas costas. Naquele ângulo, como a espada estaria em uma posição inferior devido o movimento anterior, aplicaria um golpe diagonal de baixo para cima na parte de trás do joelho do alvo. A intenção, claro, era decepá-lo - mas um corte fundo o suficiente já teria boa parte do efeito pretendido. Por fim, daria alguns passos para trás, voltando à postura original.

Caso a areia não desse certo (ou caso ele reagisse antes), tentaria esquivar, utilizando a espada como uma defesa muito, muito superficial. Tinha medo da corrente enrolar em sua única arma, então preferia sofrer dano a perder sua melhor ferramenta ofensiva. Mesmo assim, suas esquivas seriam todas diagonais para frente. Para bater, precisava chegar perto. E quando estivesse perto o suficiente para a espada alcançar a mão do inimigo, faria isso: utilizaria a arma para golpeá-lo com um corte vertical para cima nas mãos, fosse para cortar seu pulso, dedos, o que desse. Precisava impedí-lo de alguma maneira. Em seguida, avançaria com um corte vertical para baixo no braço e finalizaria a sequência com corte vertical para cima na virilha dele. Ao fim, recuaria alguns passos e retornaria à posição original.

Se, no entanto, sua espada fosse enroscada pela corrente, não se desesperaria. Seguraria firme no cabo, ajustaria a postura com uma perna para trás e, com os membros inferior flexionados, faria força com o corpo inteiro para trás. Sua ideia seria puxar o oponente em sua direção. Caso desse certo, aproveitaria o movimento dele para tentar golpeá-lo na virilha com o joelho e, em seguida, tentaria estocá-lo no pescoço com a espada. Ao fim, tentaria desenroscar a corrente da espada, com o intuito de recuar e retornar à posição de combate neutra.


No entanto, na possibilidade de não receber espada, voltaria à posição defensiva de antes. Tinha alguns planos. O primeiro era tentar roubar alguma arma da plateia próxima - qualquer coisa minimamente semelhante a uma espada seria o suficiente. Tentaria se manter esquivando e bloqueando com os antebraços. Na possibilidade de conseguir alguma arma (mesmo improvisada), retornaria aos planos anteriores de ataque com espada.

Do contrário, tentaria avançar o mais rápido possível enquanto evadiria os ataques. A ideia eram três golpes o mais rápidos possíveis para que pudesse bater e recuar: eles seriam, em ordem, um soco no estômago, cotovelada na costela com o mesmo braço do soco e um gancho no queixo com a mão oposta. Recuaria, por fim, com um salto pra trás, voltando à postura defensiva.

Caso tivesse um de seus braços enroscados, partiria para uma ação mais... absurda. Correria na direção dele, enroscando mais e mais corrente no braço para evitar que ele pudesse retirá-la. Próxima o suficiente, saltaria, agarrando-o no pescoço. Ali, enroscaria suas pernas ao redor do tronco do homem. Com o braço acorrentado, tentaria utilizar as correntes em torno do pescoço do oponente, de maneira que o sufocasse. Em seguida, saltaria para trás com um chute no peito do inimigo, agora segurando a ponta da corrente com as duas mãos e puxando-a para trás. A ideia era realmente sufocá-lo e/ou derrubá-lo ao chão. Qualquer uma das duas opções seria ótima (e as duas seriam melhores ainda, claro).

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Última edição por ZackyStardust em Sex 04 Set 2020, 17:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyQua 02 Set 2020, 00:16

Grim Lockhart

Lucius agia de forma amigável com Grim, ambos conversavam por um momento, o pequeno prestava atenção no que Lucius tinha a lhe dizer na biblioteca.

-Claro, pode me chamar de Grim é realmente mais facil do que falar meu nome todo, eu te chamarei por Lucius, tentarei me dedicar mais à leitura, mas não posso te prometer isso HAHAHAHA.

Até aquele momento o dialogo seguia de maneira agradável, o tubarão dava um sorriso mais espontâneo deixando seus dentes a mostra, os olhos do garoto brilhavam em direção ao tubarão, realmente ficava empolgado em ver um tritão tão de perto e ainda mais um amigável como Lucius, o jovem tinha uma ótima primeira impressão sobre o tubarão e aquela conversa continuava animando-o, Lucius acompanhava o pequenino até o bibliotecário e ambos solicitavam livros ao mesmo que agia de maneira totalmente amigável para com ambos.

-Obrigado pelo livro, prometo que lhe entrego assim que terminar de ler.

Assim que recebia o livro em suas mãos o pequeno Grim guardava o mesmo, Lucius também lhe perguntava mais sobre o fato de ser tão  novo e estar sozinho em uma ilha e o pequeno respondia-o com um tom debochado.

-Aaaaa eu tenho uma família digamos um tanto quanto complicada... então resolvi conhecer o mundo sozinho para aprender mais sobre as coisas, como eu treinei praticamente durante grande parte da minha vida acredito que consiga me defender HAHAHA.

Assim que saímos da biblioteca partíamos para um restaurante próximo, para nossa sorte não tínhamos dificuldade em encontrar um nas redondezas, ao adentrar ao mesmo Lucius não enrolava e já fazia o pedido a garçonete que seguia rumo a cozinha, o garoto escutava o pedido de Lucius enquanto se decidida sobre o que comeria.

-Acho que vou pedir o mesmo que você, para mim pode ser o mesmo que o dele e para beber um chá gelado com pouco açúcar.

O garoto respondia a Lucius e em seguida a garçonete quando a mesma voltasse a atendê-los, enquanto estivesse aguardando a comida seguiria falando a Lucius quando indagado sobre os seus objetivos.

-Fiquei pensando a respeito do que me falou sobre o seu sonho e realmente seria algo maravilhoso, o problema é que geralmente o mais forte domina o mais fraco.

O pequeno reduzia um pouco o tom de sua voz para que somente Lucius pudesse lhe escutar e dizia em um tom mais sério.

-Desde pequeno fui treinado para ser um assassino profissional, e até certo ponto de minha vida treinei duramente acreditando que estava destinado a assumir a posição de meu pai em minha família, até que certo dia eu vi um grupo de amigos dizendo sobre como piratas eram livres e podiam explorar os mares e fazer o que quisessem de suas vidas, e naquele momento eu me decidi que me tornaria um pirata, acho que falei demais já né deve estar chato já me ouvir falando HAHAHAHA.

O jovem daria um sorriso em direção ao tritão e se sua comida tivesse chegado começaria a comer a mesma, durante a refeição procuraria um momento oportuno dizendo ao tubarão.

-Pouco tempo atrás passei pelas ruas e vi algumas rodas com pessoas lutando... parece estar sendo divertido HAHAHA... não sei se você gosta de lutas, mas acho que seria uma oportunidade de ver algumas pessoas bem fortes.

O pequeno falaria ao tritão, e se o mesmo tivesse interesse em ir assistir as lutas o pequeno o acompanharia, se o tubarão não demonstrasse interesse ele apenas pegaria seu livro colocando-o em cima da mesa e permanecendo junto a Lucius, se Lucius tivesse alguma ideia o jovem escutaria e concordaria com a ideia do mesmo.

-Também podemos fazer o que você preferir se tiver alguma ideia boa...

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum - Página 2 EmptyQua 02 Set 2020, 15:12

Um Destino em Comum
Assim como o garoto que prometia a devolução do livro, fazia o mesmo antes de sair da biblioteca. Por fim estávamos no restaurante e já tinha feito meu pedido, o jovem me acompanhava no prato, divergindo apenas na escolha da bebida. Gostava de coisas geladas e alguns copos de água me saciava no que precisava. A conversa com o menino ia progredindo, começava a ver que podia estar criando uma amizade ali, normalmente as pessoas não estavam dispostas a isso. A confirmação foi quando anteriormente ao mostrar meus dentes, o garoto não tinha ficado chocado negativamente, parecia na verdade que foi o contrário. Aquele dia na verdade estava sendo muito bom, até o bibliotecário também não importava-se de minha aparência, aquilo me fazia refletir ainda mais sobre o meu sonho, mesmo sabendo que eles eram uma imensa minoria.

Sim, na verdade o mundo é movido pela força. Não importa se você está certo ou errado nesse mundo, desde que você tenha poder para sobressair sobre os outros você estará intocável. Isso é um problema no fim de tudo... O governo é hostil a minha raça e a marinha que era pra ser a força reguladora do mundo são apenas capachos... É frustrante ver essas coisas e quem era pra ajudar na verdade atrapalhar. – Refletia sobre toda essa situação. Na verdade logo ao começar a falar estava desabafando o que guardava dentro de mim, não necessariamente para a pessoa a minha frente, mas uma forma de terapia individual expondo tudo o que sentia. Era complicado, mas falar me fazia melhor sobre o assunto.

Mas deixa pra lá, aliás, não era pra eu estar falando essas coisas hahaha. E ainda assim, o que diabos um único tritão pode fazer para mudar isso? Hahaha. – Não sabia sobre as opiniões do garoto e aquele momento de fala minha poderia ser interpretado errado, assim logo procurava encerrar aquele assunto que eu mesmo iniciava. Caso a comida e as bebidas estivessem chegado ou chegarem a qualquer momento, continuaria a ouvir e falar com o jovem, mas entre as garfadas e as viradas do copo. Estava com certa fome e pegaria os talheres que poderiam vir e buscava comer a comida tranquilamente. Gostava de pensar que um prato deve ser bem apreciado e bem degustado, assim ir devagar era o caminho perfeito. Naquele momento não teria pudores a mostrar meus dentes, afinal, não seria possível escondê-los.

Oh, família de assassinos... – Respondia sobre tal afirmação. Tinha alguns pensamentos sobre isso. Na verdade eram indagações sobre essas atividades, mas não perguntaria a uma pessoa recém conhecida. Olhando para o garoto e ouvindo sobre ele, decidia não me aprofundar naquilo que o mesmo dizia provavelmente ter deixado no passado. Matar outra pessoa era algo que levava muito a sério, não era hipócrita a dizer que isso era totalmente condenável e não devia ser feito. Mas para matar alguém, essa pessoa deve pelo menos ser uma pessoa que mereça e tinha minhas dúvidas sobre uma família que era contratada para esses serviços, pensava que pagando eles matariam qualquer um, até inocentes. Isso era algo que repudiava, mas deixava passar esses pensamentos enquanto ouvia o resto do jovem.

Piratas... Na verdade um conhecido meu era um pirata também. Mas as coisas não deram muito certo para ele no final, pode se dizer que o destino dele foi o oposto de liberdade. Mas era um risco que ele sabia, e ele como mesmo dizia, correria os mesmos riscos mesmo sabendo do resultado de tudo... Era um grande homem. – Lembrava-me de meu pai de criação, o velho Adam. Um tritão que por fim passou a maior parte de sua vida em escravidão. Nas suas histórias de jovem o mesmo falava como tinha se aventurado nos mares até ser preso e cair em desgraça. Mas recordava que quando o mesmo falava daqueles tempos um sorriso muito raro saia em seu rosto, aquilo me reconfortava e nesse momento começava a me emocionar levemente. Caso tivesse com o copo ali, buscaria virar o mesmo e então voltaria a normalidade na conversa.

Claro, também existem piratas e piratas. Piratas que apenas trazem baderna e destruição a pessoas inocentes são tão repugnantes como esses ditadores da razão que tanto desprezo, espero que não vá para o lado errado meu jovem. – Tomava uma expressão mais séria e aconselhadora enquanto falava para o menino, ele parecia ser uma pessoa até então boa e não gostaria que o mesmo fosse adentrar ao caminho do ódio. Sabia diferir bem as coisas, era muito diferente ser uma pessoa repleta de ódio e ser um lutador da vida. Ficar de mãos paradas como eu estava não iria mudar nada, lutar quando necessário era completamente diferente de levar a desgraça a todo e qualquer instante, coisas totalmente diferentes. Assim, batalhar e lutar pelos seus ideais era algo que tinha aprendido e reconhecia, mas depois de tantas decepções ficava resoluto em fazer algo e me acomodava naquela ilha, era uma vida boa de se viver no fim de tudo. Mas não podia negar que passava noites imaginando o que poderia fazer se tivesse uma oportunidade.

Acenava para a garçonete e a chamava. – Oi, estava tudo muito bom, gostaria de pedir a conta total por favor. – Falava educadamente para a mesma e virava ao garoto. – Pode deixar essa na minha conta. – Sorria para ele e então daria o dinheiro que fosse indicado pela conta e assim agradeceria os serviços. – Muito obrigado. – Nisso, catava o livro que tinha com a mão esquerda e levantava-me para sair dali. – Vamos dar uma olhada nessas lutas que você disse ter visto. Estou curioso também para ver. Quem sabe a gente não veja também alguma oportunidade de bico, estou sempre a espreita procurando uma hahahaha. – Trazia um leve tom para essa conversa final, esperava o menino tomar dianteira pois ele que sabia onde era o local, assim o acompanharia. – Eu costumava lutar antigamente, na verdade eram treinos. Era empolgante até, mas desde que cheguei aqui estou fugindo dessas coisas, mas não nego que me sentia mais vivo enquanto lutava...




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