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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - As rédeas de Latem City!!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
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MensagemAssunto: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptySab 18 Jul 2020, 02:15

Relembrando a primeira mensagem :

I - As rédeas de Latem City!!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kuze Kyoji e Sato Fuyuki. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kyoji
Civil
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyTer 11 Ago 2020, 22:35




As palavras de seu oponente ecoariam dentro da cabeça de Kyoji. Assassino? Será que se referia a Borracha? Ou...à favela de Latem City? O suor correria pelo corpo de Kuze. Um suor frio, torpe, que traçava seu caminho lentamente pelo corpo do cozinheiro. A mera lembrança da favela faria seu estômago queimar e sua garganta secar. Merda!, ele pensaria, quebrando sua cadeia de memórias.

Agora não era hora de sofrer. Independentemente da opinião do homem quanto à si, Kuze sabia que era inocente. Sabia que havia feito esforços e trabalhado para o melhor resultado possível em ambos os casos, tanto com Borracha quanto com a favela. A compaixão havia de encontrar limites...agora, sua única diretriz era garantir sua sobrevivência e liberdade. Mesmo que o inimigo não apreciasse seus esforços, o cozinheiro sabia da verdade. Sentiria o senso de responsabilidade preencher seu ser, como se o propósito tornasse a ser a força que o mantivesse em pé.

O cozinheiro correria os olhos rapidamente pela cena ao seu redor. Tentaria perceber se alguém estava vindo em sua direção, seja aliado ou inimigo, e reagiria de acordo - caso fosse aliado, tentaria fingir não tê-lo percebido. Caso fosse um inimigo, se esquivaria para ganhar distância e possibilidade de lidar com ambos oponentes.

Caso Fuyuki se aproximasse com intuito de derrubar o oponente, deixaria a cena se desenrolar. Se Fuyuki obtivesse sucesso, tentaria encaixar um jab certeiro no nariz do oponente, com intuito de quebrá-lo. Caso o golpe se conectasse, Kuze o seguiria com um forte gancho na bochecha do inimigo, tentando levá-lo ao chão. Entretanto, se Fuyuki não obtivesse sucesso, Kuze tentaria golpear levemente o oponente e tomaria distância mais uma vez. Tentaria apenas lembrá-lo de que ele era seu oponente, com intuito de tirar atenção de Fuyuki.

Entretanto, caso nada de especial encontrasse ao seu redor, o cozinheiro seguiria a lutar com o seu oponente. Convicto de suas motivações e moral, Kuze fingiria abaixar sua guarda e tentaria prever as próximas ações de seu inimigo. Seu oponente estava tomado por emoção - provavelmente usaria a oportunidade para aplicar golpes sujos, como da última vez, buscando encaixar um golpe em seu queixo, segurar seu braço, cuspir em seus olhos ou lhe jogar areia. Ou, então, tentaria aplicar um golpe direto, mais simples e resoluto. Qualquer que fosse o caso, Kuze se manteria atento com os músculos tensionados. Assim que o homem se aproximasse, Kyoji tentaria se esquivar para os lados do homem.

Tentaria fazer com que, assim que seu inimigo se jogasse para atacar, fosse capaz de se esquivar, para que o homem perdesse seu equilíbrio. Caso conseguisse se esquivar, Kyoji tentaria acertar um jab no rosto do homem, e, caso conseguisse conectar o golpe, o seguiria com um gancho com o braço oposto, tentando acertar um golpe diretamente no nariz do homem, com intuito de quebrá-lo.

Entretanto, caso o oponente o golpeasse diretamente, o cozinheiro tentaria aguentar a dor e revidar. Tentaria fazer uso de sua rápida aceleração para encaixar um golpe imprevisível no queixo do oponente, que, caso fosse conectado, tentaria seguir com um soco forte no estômago de seu inimigo.

Já se fosse o caso de ser atingido por um golpe sujo, como um cuspe ou areia nos olhos, Kuze se jogaria para cima de seu oponente, tentando levá-lo ao chão. Caso conseguisse derrubá-lo, tentaria segurar seu pescoço contra o chão e, com o braço livre, tentaria encaixar fortes socos na bochecha de seu oponente.

Entretanto, se fosse pego por golpes passados, como o braço sendo segurado ou um golpe no queixo, Kyoji tentaria segurar o braço de seu oponente debaixo de seu próprio braço. Com o braço livre, tentaria golpear com força nas costas do cotovelo do inimigo, tentando, efetivamente, quebrar o braço de seu oponente.

Caso conseguisse derrotar seu oponente, Kuze tentaria correr atrás de Fuyuki e Ferrugem para lhes prestar auxílio em suas lutas. Caso não conseguisse, tomaria distância para repensar seu plano de ataque.




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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 16:03




Raven Nevar



Mesmo tendo sido prudente e não questionado a respeito dos negócios de Jonas, ele ainda assim fizera questão de explicar. Surpreendentemente o motivo do homem ter se tornado um contrabandista era em prol de salvar Bill, o que mostrava quão fundo a amizade e afeição entre os dois ia. ”Bem mais que a minha.” Concluiu a garota sentindo algumas emoções conflitantes, já que ela própria optara por sair daquela ilha, e tentar salvar o mink jamais passara por sua cabeça.

Pegando os quinze mil berries, Raven entregou o dinheiro sem tecer nenhum comentário. Ela sentia que Jonas era um pouco mão de vaca, mas isso era uma injustiça já que o preço pedido por ele estava obviamente abaixo do comumente cobrado. Uma verdadeira pechincha. De posse da ninjaken e do par de nekotes, a pequenina ouviu o comentário final dele e concordou de imediato. - Sim, tirar alguém da prisão é muito difícil. Ainda mais com aquele maníaco lá. E não só isso, a parte rica da ilha é infestada de agentes, enquanto na parte pobre não faltaria gente que te venderia se oferecessem uma recompensa. Passando as mãos pelos cabelos e suspirando, a tontatta prosseguiu - Bill é um cara grande, e seria difícil passar desapercebido pelas ruas, então a questão não seria somente como tirar ele de dentro da prisão, mas também em como leva-lo até um barco sem que ninguém o visse.

Ficando em silencio, ela olhou ao redor observando o cômodo, inconscientemente buscando por um lugar alto como uma prateleira ou quem sabe uma viga do teto, e a melhor forma de chegar lá. Se fosse possível, era o que faria. De qualquer forma, ficaria em silêncio por mais alguns segundos, pensativa, tentando achar uma forma de ajudar sem se colocar em risco. Por mais que ela fosse grata a Bill e gostasse do Mink, ela não queria se arriscar a voltar para prisão logo após ter saído dela. Ela ansiava demais pela própria liberdade para isso. - A não ser que queira que eu prepare alguns venenos que você possa jogar na comida ou bebida do padre, eu realmente não posso fazer muito também. -

- Existem alguns venenos que não tem gosto nem cheiro, ou que o gosto é fácil de ser mascarado. Usando a combinação certa você poderia tentar chantageá-lo. - Erguendo o dedo indicador, ela continuou - Um dos venenos deixa o alvo com diarreia, tonteira, corpo fraco, febre, ânsias de vômito. Não é mortal se tratarem os sintomas da forma correta, mas o tratamento é demorado e leva mais de uma semana para a vítima voltar ao normal, enquanto que ao tomar o antidoto, os sintomas somem em poucas horas. - Dando uma pausa para que o velhote absorvesse as informações, ela ergueu o segundo dedo. - O segundo veneno pode ser aplicado junto do primeiro, e esse sim seria fatal, matando a vítima em três dias. Assim, após envenena-lo, você o deixaria sofrer por dois dias e entregaria o antidoto do primeiro veneno explicando a situação para ele. Com o sumiço dos sintomas, ele saberia que você estava falando a verdade e que existe uma alta probabilidade de que vá morrer em poucas horas por causa do segundo veneno. O preço pelo segundo antidoto seria tirar Bill da prisão, e a entrega quando o mesmo estivesse em um barco. -

Era uma ideia não tão complicada, basicamente chantagem, e fora fazer os venenos em si, Raven não se propusera a participar de nenhuma outra etapa. De fato, se Jonas concordasse com a ideia, ela pretendia deixar nas costas dele até mesmo obter o catalogo dos componentes e os ingredientes para os venenos. A pequena ninja queria reduzir ao máximo o risco de ser pega em uma conspiração de assassinato e fuga de prisão. ”Dei a ideia e me propus em fazer os venenos, pode-se dizer que estou pagando minha dívida com você, grandão.” Considerou ela pensando no Mink. ”Por outro lado, se as coisas derem erradas, posso me afastar da situação sem sofrer consequências. Esse é o melhor que posso fazer...” Concluiu, tentando se convencer que aquilo era verdade e que estava fazendo a escolha certa.




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Fenrir SeaWolf
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Fenrir SeaWolf

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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 18:56

Fenrir olha para suas ferramentas e tenta organiza-las em sua maleta. Desde a morte de seu mentor na arte da marcenaria ele ainda não conseguiu se concentrar em nenhum serviço. – Ser um Mink com cara de lobo também influencia muito – Pensa o jovem carpinteiro.

Há! Há! Há! – Ri o lobo – Isso conta muito também.

Rir pra não chorar seria a definição dessa risada. Ele sempre se achou um bom profissional. Desde que fosse assistente de um humano, podia trabalhar a vontade, mas agora que ele está sozinho no mundo, não tem suporte de ninguém. As pessoas de sua vila natal o puseram pra correr e por isso a única coisa que ele possui são as economias de uma vida, a roupa do corpo e essa maleta de ferramentas.

Sabe um local que normalmente tem serviço pra um carpinteiro? – Pensa o Mink – Um presidio. – diz o lobo olhando para o prédio da cadeia local enquanto fuma mais um de seus cigarros. – Se eu me oferecer pra fazer o serviço pela metade do preço, pode ser que não levem a minha raça em consideração.

E com sua maleta de ferramentas em mão, ele vai tentar a sorte em busca de serviços.


OBJETIVO:
 
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Jean Fraga
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Jean Fraga

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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 22:01

As Rédeas De Latem City!!


Encontro inesperado...



Horário: 15:00
Temperatura: 27°C
Localização: Briss Kingdom

Sato Fuyuki

Com a distancia se diminuindo entre ele e os outros em campo, o garoto tinha tempo de pensar as palavras certas a se dizer para ferrugem.

Dizia palavras de reconforto para o homem, que por alguns instantes faz o velho parar de ir pra cima de Sato, tempo suficiente para o mesmo poder se afastar e sair daquele local.

Pegava um punha de areia e se movia em direção a luta de Kuze que não parecia estar nada fácil, naquele momento, se ajudar parecia a melhor opção para se manter vivo.


Kuze Kyoji

Kuze não se permitia abalar com as palavras do homem, ele tinha um objetivo me mente, se manter vivo.

A sua volta via pouca movimentação, além dele e de seu inimigo, pareciam haver apenas 3 possas de pé, Sato que vinha em sua direção, um búfalo gigante e ferrugem que se mantinha parado.


Kuze e Sato

Com o caos se acabando, poucos sobravam, Sato conseguia se aproximar do inimigo de Kuze, o mesmo que não tentava o impedir, com a areia em mãos e com uma distancia quase nula, ele tentava jogar a areia nos olhos do médico, o problema era, seu arremesso não era dos melhores e junto do vento, o ataque contra o homem era recebido por Fuyuki, o garoto agora ficava com os olhos cheios de areia.

Com o erro de Sato, Kuze rapidamente acertava quase que superficialmente a cara do homem, atitude que mantinha o médico imperceptível.

Kuze usando da malandragem, mantinha sua guarda baixa e como esperado seu adversário não demorava para tentar acerta-lo, o problema era, essa atitude custou muito para ele, que era certado com um golpe certeiro no queixo, golpe que o fazia cair ao chão quase desmaiado.

Sua vontade de lutar contra o então chamado assassino era maior que a dor, fazia então o homem se levantar, mesmo tentando acertar o cozinheiro, nada parecia ser efetivo, o homem já se encontrava cansado e o garoto tinha um vigor melhor.

Sato que já afastado da luta, agora mantinha a guarda alta para possíveis ataques vindo de ferrugem ou do búfalo.

O tempo parecia acabar e o vigor dos participantes também, Kuze era acertado por um soco em seu peitoral, o que não era de fato efetivo, o cansaço era maior, com uma derrubada ele bota seu inimigo ao chão e começava a soca-lo, eram socos fortes e não eram poucos, um soco após o outro, seguidamente no seu oponente, o mesmo que nem mais se mexia, com um rostos desfigurado, ele falava na cara de Kuze enquanto cuspia sangue: — Está vendo? Ai esta o monstro que eu sempre disse, a aberração que vi alimentando minha filha, a mesma que posteriormente morr... – mão conseguia completar sua falas, o homem desmaiava por completo.

Ao fim da luta, os dois se juntavam, Kyoji e Fuyuki podiam ver a sua frente, o corpo de ferrugem ao chão, em baixo de seu corpo uma poça de sangue, quem teria feito aquilo?

Pouco era pensando e um som de alarme era tocado, sem ao menos perceber, ambos podiam sentir certa picada em seus devidos corpos, ouviam e agora viam, O grande búfalo cair ao chão, suas vistas iam escurecendo e quando menos percebiam...

Sem ter certeza de quanto tempo havia passado, acordavam em um lixão,o sol já estava já havia passado do meio dia, ao lado deles um búfalo também acordava.

Estavam livres? Pelo o que parecia sim, um papel estava ao chão e lá podia talvez se encontrar uma mensagem deixada.

— Livre? Finalmente LIVRE!, devo ir atrás de Raven e de meu amigo Jonas, ele deve ter armas..., garotos quem são vocês ? tem para onde irem? Me chamo Bill! – Se apresentando ele agora se levantava e seguia caminho, teria sido aquilo um convite?


Raven Nevar

O homem ouvia as palavras da pequena, quando ouvia sobre veneno ele dizia: — Por algum motivo você não me parece um total estranha, seria você... ah acho que não, perdoe-me pela dúvida, enfim continue...

Subindo em uma prateleira um pouco mais alta que a mesa de Jonas, dava sua opção para a possível fuga de Bill, o homem gostava da ideia, mas era interrompido...


Fenrir Seawolf

O jovem Lobo agora procurava juntar suas coisas, o problema era, não conseguia achar suas ferramentas, confiante que aquele seria um dia bom para achar trabalhos, ele saia a busca.

Andando pelo porto, ele passava por um estabelecimento que parecia estar caindo aos pedações, ali poderia ser um bom local para dar uma boa arrumada.

Se oferecendo para alguns reparos, dois homens o levavam para dentro e pediam que ele esperasse do lado de fora de um comodo que parecia ser uma sala de reunião...


Fenrir e Raven

um de seus capangas, ainda não conhecido por Raven, entrava no comodo e cochichando, falava algo a orelha de Jonas, o mesmo que respondia, não demorava muito e entrava um lobo pela porta, o que ele teria a oferecer?

— Parece que você estava oferecendo seus trabalhos... o que pode fazer por nós garoto? - Jonas perguntava ao Lobo.

Raven via toda aquela situação, em pouco instantes tudo parecia mudar e não bastava só isso...


All

Não demorava e Raven podia ouvir passos pesados na entrada do estabelecimento, com a entreda de alguém, Jonas se levantava e armado ia até a porta, dizia: — Que por-rra... Bill? - Com essa pergunta, Raven agora ouvia uma voz familiar: — Rápido Jonas, os dois parecem estão nas ultima, acho que foi algum veneno, tem alguma ideia do que fazer?

Ouvindo tais palavras, Jonas olhava para Nevar, a que antes disse saber mexer com venenos.

Bill parecia estar bem, a dose pode ter sido inferior ao necessário, ele soltava os dois garotos ao chão e se encostava a parede, então dizia: —  Quanto tempo amigo. - chorando continuava: — Senti sua falta, ainda tenho algo a fazer, uma menininha, preciso encontrá-la...

Fenrir via o caos acontecer, o que seria tudo aquilo? todas aquelas pessoas? o que ali estava acontecendo?




Consideração:
 
off:
 
Informações:
 
O padre( Joe) :
 
Jonas:
 
Ferimentos Kuze:
 
Ferimentos Sato:
 
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Kyoji
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Kyoji

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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptySex 14 Ago 2020, 09:56






Era tudo como um delírio ou uma febre quente. Em certo momento, estava no pátio, derrubando seu oponente; se lembra de Ferrugem, jogado ao chão, em cima de uma poça de sangue; subitamente, em meio a lixo, ao lado de Fuyuki e um Búfalo enorme; e, então, nada. As poucas imagens que seus olhos captavam eram distintas e sem sentido, insuficientes para formar uma narrativa - não, era muito pior. Eram insuficientes para sequer formar algum semblante de realidade. Ainda estava vivo? Ou preso em um delírio?

Kuze flutuaria dentro de uma imensa escuridão. Estaria com os olhos fechados? Pois se sim, gostaria de abri-los...mas não conseguiria. Tentaria, tentaria, repetiria os movimentos que uma vez lhe foram tão naturais, mas nada lhe salvaria da profunda escuridão em que mais e mais estava se afundando. Como se estivesse em uma perpétua queda livre, desta vida para algo...mais profundo.

No fundo da escuridão, como se estivesse debaixo d’água, Kyoji tentaria se mexer, mas seus movimentos eram lentos e desorganizados. Ele tentaria se puxar para cima, mas cada esforço apenas o afundava mais. Seria como se cada um de seus membros pesasse uma tonelada. Mas ele não era assim. Ele não nasceu assim. Quem fizera isso com ele? Ou havia ele feito isso consigo mesmo? E essa pergunta o afundaria mais alguns metros dentro da escuridão.

As perguntas se juntariam à torrente de memórias e vozes distorcidas pela água que o atacavam. A escuridão tomaria a forma de Ferrugem; tomaria a forma do homem com X no pescoço, que havia lutado; tomaria a forma de Armário; tomaria a forma de Borracha; tomaria a forma dos moradores da favela de Latem City, e, prestes a tomar um novo rosto, a escuridão tomaria seu lugar novamente.

Então, cessaria os esforços de olhar para cima e tentar fugir. Seus olhos se tornariam para baixo. A escuridão parecia estar próxima do fim. Era o fim da ilusão? Ou o fim da vida? Pensaria, consigo, que para um homem com pecados como o dele, talvez fosse mesmo preferível a morte…

Os rostos que a escuridão havia lhe mostrado foram vidas que ele destruiu. Caso nunca tivesse existido um cozinheiro de nome Kuze Kyoji no mundo, estariam todos ainda vivos. E sua cabeça e pensamentos ainda mais o afundam - o que parecia o fim da escuridão seria apenas outra ilusão. A escuridão desconhece fim.

Enquanto a grossa e serena água preta corria pelos seus cabelos, Kuze deixaria de protestar os olhos fechados. Era tudo a mesma coisa, encarando suas pálpebras fechadas ou a escuridão que o circundava. Se era este seu fim, que seja, ele já tinha feito sua parcela de mal ao mundo.

Então, daria uma risada, que ecoaria torpe, grave e abafada dentro da escuridão.

"Que fim patético", pensaria. Como é que foi acabar assim? E, então, correria uma aguda, pulsante dor pelos seus braços. Como se suas veias estivessem se contraindo, se recusando a admitir a passagem de sangue - se recusando a admitir a passagem destes pensamentos.



Kyoji abriria seus olhos dentro da escuridão e iria encarar seus dois braços tatuados de preto. Conseguia distinguir apenas suas unhas em meio ao nada. Então, o rosto de Fuyuki queimaria em sua memória.

Aqueles braços tatuados de preto só existiam pela intenção de eliminar a favela. Kyoji foi usado de marionete e nada pode fazer pois não era forte o suficiente para se defender. Então, seus braços foram tatuados e os presos depositaram confiança nele. Mas em frente às forças da prisão, a força tanto dele quanto dos prisioneiros era irrisória. De que adiantava cozinhar para os presos, dar-lhes energia, se não teriam força de se libertar de qualquer forma? Mereciam dignidade, como qualquer um, mas Kyoji percebia que, da mesma forma que a Marinha, o governo e as prisões privadas não podem ser compostas apenas de pessoas inteiramente más, presos, pobres e trabalhadores não são pessoas inteiramente boas.

A maioria das pessoas não tem condição de pensar em nada disso. Elas fazem apenas o que lhes for mais benéfico no momento. A favela de Latem City lhe deu amplas oportunidades de comprovar essa realidade. Se qualquer um dos presos que Kyoji tão fervorosamente defendeu tivesse a oportunidade de trocar sua liberdade por um trabalho estável na prisão, carregando um rifle e aterrorizando presos, certamente optariam por isso. A maioria das pessoas não têm capacidade ou coragem de abrir o próprio caminho na vida, apenas seguem alguma das opções que lhes são apresentadas.

Mas existem exceções. Kyoji trincaria os dentes. Ele era uma exceção. Fuyuki era uma exceção. Pessoas que prezam pela dignidade e liberdade dos outros independentemente de ganho próprio. Entretanto, de nada adianta a boa intenção sem a força de executá-la. Eles eram fracos, mas, se fossem fortes…

Kyoji daria uma larga risada, e, então, mesmo sem senso do que era chão e céu dentro daquele buraco em que afundava, ele se colocaria de costas eretas, com os braços cruzados e o semblante fechado. Era isso que deveria fazer. Estava pronto e determinado a encontrar o mundo que lhe esperava lá fora quando saísse. Entretanto, com prioridades ajustadas.

Não era ridículo de se pensar. Era fraco agora, mas, com cada dia de treino, deixaria de ser. Kyoji haveria de ser a maior força do mundo, para assegurar que a injustiça, a torpeza e a maldade jamais sejam caminhos viáveis para um cidadão. Se outros não tem força para trilhar o próprio caminho, que seja, ele e Fuyuki irão abrir o caminho. Para uma vida livre, digna e feliz. Por quê se eles não o fizerem - se eles morrerem aqui e agora, haverá outro cozinheiro como Kuze Kyoji, outro médico como Sato Fuyuki, outro prisioneiro como Borracha, Ferrugem e Armário. E morrerão todos em vão, como eles morreram!

Estava decidido! O cozinheiro aguardaria, vigilante e sedento pelo fim da escuridão. Se demorasse um dia ou uma vida, não importava. A escuridão iria conhecer seu fim! Kuze Kyoji iria se tornar o rei dos piratas!




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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptySex 14 Ago 2020, 12:47




Sato Fuyuki

As rédeas de Latem City




Fuyuki acordou com dor de cabeça, piscou os olhos algumas vezes para acostumar a visão que ainda estava embaçada do sono, olhou ao redor e seu quarto estava bagunçado com brinquedos espalhados para todo lado. A mãe de Fuyuki entrou no quarto colocou as mãos na cintura e disse:
-Mas que bagunça é essa aqui? Acho bom você arrumar tudo e vir pra cozinha rápido, a comida vai ficar pronta já já Fu.

Fuyuki por um momento ficou parado ouvindo a mãe falar e não sabia exatamente como responder, incrédulo por vê-la novamente em sua frente. Então lembrou-se em um único estalo na sua mente o que aconteceu anteriormente, e em seguida começou a criar mil dúvidas em sua mente. Antes da mãe sair de seu quarto perguntou:
-Mãe, o que aconteceu com Kuze e Ferrugem? No final apenas eles estavam comigo, e eu não quero pensar que morreram...

-Kuze? Ferrugem? São brinquedos seus FU? Ou por acaso você teve um pesadelo de novo? Vamos arrume tudo e venha comer, e para de falar essas bobagens de gente morrendo!.

Fuyuki então finalmente olhou para suas mãos e tirou o cobertor de cima de seu corpo, ele era uma criança novamente, não devia ter mais que 8 anos. MAS ISSO ERA IMPOSSÍVEL!
O que aconteceu nessas últimas horas? Estivera mesmo sonhando com toda sua vida adulta esse tempo todo? Não, era loucura demais pra acreditar.

Levantou da cama e tentou dar uma ajeitada em seu quarto, pegando roupas e brinquedos espalhados por todos os lados, mas toda vez que tentava colocar algo em deu devido lugar, a coisa simplesmente teletransportava para o local errado de antes. Era estranho não conseguir mudar nada de lugar, parecia que a bagunça não queria ser arrumada. Então decidiu ir de vez a cozinha para ver o que sua mãe estava preparando para o almoço.

Enquanto caminhava em direção a cozinha, percebeu que a casa inteira estava uma zona, tudo desarrumado, sujo e com aspecto de mofo. Além disso, a cada passo que dava sentia-se mais alto do que antes, e parou então para se olhar no espelho do corredor. Aparentava ter uns 15 anos agora.

Chegando na cozinha começou a chorar imediatamente, e quase caiu ao chão. Ver sua mãe cozinhando e cantarolando em frente ao fogão, junto do delicioso cheiro de comida, era uma visão que ele nunca mais pensou que teria novamente. De alguma forma antes não sentira saudade da mãe, mas nesse extato momento sentia que aquela situação era como um presente dado a ele por um ser divino. Correu até a mãe abraçou-a tão forte quanto pode, aproveitando cada segundo de calor e ternura que ela emitia ao retribuir o abraço de Fuyuki.

-Ta bom Fu, agora senta na mesa que eu vou servir todo mundo.    

Fuyuki se sentou na ponta da mesa retangular que ficava dentro da cozinha, aguardando um prato de comida caseira que parecia fazer anos que não lembrava o sabor. Foi quando se deu conta da frase de sua mãe.
”Espera um pouco, todo mundo quem? Será que o vovô vai vir comer também?”

Antes que pudesse perguntar a sua mãe quem mais viria para o almoço, ela própria gritou do fogão: -Venham rapazes, a comida está pronta!.

Então quatro homens entraram na cozinha e pareciam estar com muita fome, sentaram-se de maneira apressada e ficaram prontos para receberem o prato de comida. Fuyuki estremeceu ao ver quem eram os homens, seus amigos da prisão! Nas duas cadeiras da esquerda da mesa, estavam Kuze e Borracha, nas duas cadeiras da direita estavam Armário e Ferrugem.

Depois de muito tempo sem falar nada, Fuyuki finalmente conseguiu abrir sua boca : -Vocês estão vivos? Puta merda, eu achei que nunca mais veria vocês!

A mãe de Fuyuki terminou de colocar os pratos na mesa e sentou-se na ponta oposta, ficando frente a frente com ele. Todos tinham alguma coisa em seu prato, menos Fuyuki que tinha apenas um prato vazio em sua frente.

-Ta bom eu começo pessoal, vamos quebrar esse gelo aqui hahahaha. Primeiro dona…. Dona Rikka né? Isso! Eu me chamo Borracha, e na minha versão da história o Fuyuki me fez ter uma bala na cabeça! Dá pra acreditar? hahahahahahaha
Disse Borracha entre gargalhadas.

Fuyuki não conseguiu dizer nada ao ouvir isso, apenas teve flashbacks de Borracha morrendo em suas mãos.

Armário então bate na mesa com o punho fechado e diz:
-Isso não é nada, comigo foi muito pior Borracha, você tomou um tiro na cabeça e morreu… Ele me viu lentamente cair em uma chuva de socos e não fez NADA pra me ajudar! Nossa essa comidinha tá muito boa.

Ferrugem se inclina pra frente e diz:
-Que nada, eu tentei parar esse monstro! Derrubei ele no chão e fui pra cima mesmo, mas o cretino não bastava ter matado meu irmão e você armário, ele ainda me jogou pra cima de um búfalo que me destruiu! E claro que ficou assistindo tudo. Sério Fuyuki, como você consegue dormir a noite?  

-Bom, ele não tem certeza se eu morri ou não. Mas ele sabe que eu tive que me arriscar mais na última batalha por causa da areia que ele jogou nos próprios olhos! Até quando ele quer ajudar ele faz merda! Me diz aí Fuyuki, eu to vivo… ou eu to morto? HAHAHAHAH
Dizia Kuze rindo na mesa com os outros rapazes.

-Gente calma, o menino vai se odiar pra sempre assim… Eu pelo menos me odiaria se minha mãe tentasse me ensinar medicina durante anos, e por preguiça de aprender eu deixa-se ela morrer de uma doença que eu não tinha estudo e capacidade suficiente para tratar… HAHAHAHAHAHAH.

Fuyuki tapou as orelhas e fechou os olhos, aquilo não era real, aquilo não era real, AQUILO NÃO ERA REAL. Então um toque em seu braço o fez olhar pra frente novamente, era Kuze quem o segurava com a mão e dizia:  
-Olha Fuyuki, temos que concordar que talvez você não tenha me matado como fez com todos nesta mesa. Mas no futuro você pode me fazer participar desse almoço de novo, como um convidado que não tem a opção de recusar o convite, ou mesmo sair pela porta da frente… Mas por enquanto eu posso sair, eu posso ir embora daqui, diferente de todo mundo eu posso.
E eu vou te dar um presente Fuyuki, eu vou te dar a opção de desistir da sua vida que só causa dor aos outros, eu espero do fundo do meu coração que você aceite esse presente, e pare de causar mal as pessoas que estão ao seu redor, as pessoas que tem o infeliz destino de cruzar com você.


Antes mesmo que Fuyuki pudesse responder ou fazer perguntas para Kuze, o jovem cozinheiro começou a derrerter bizarramente, e tomou a forma de uma gosma preta, aterrorizante e nojenta ao mesmo tempo.

-Todo mundo faz uma pose bem bonita, está na hora da gente ir pessoal.
Disse a mãe de Fuyuki.

A gosma preta começou a se movimentar na cadeira que antes estava Kuze, em poucos segundos ela devorou a cadeira para seu interior e gora se movia na direção de Borracha. Subindo pelo seu braço e em seguida envolvendo todo seu corpo, a gosma aumentou de tamanho e ficou mais rápida. Fuyuki então percebeu o que significava ser consumido por essa coisa, morrer…..

Levantou-se da cadeira e começou a correr na direção oposta da cozinha, enquanto olhava para trás e via a gosma devorar todos os presentes na mesa, assim como a mesa própria e logo em seguida a cozinha. A gosma se movia em uma velocidade absurda e devorava tudo ao seu redor, aparentando ter um apetite que só seria saciado pelo corpo de Fuyuki.

Fuyuki correu desesperadamente pela casa, até chegar na construção dos fundos, o dojo de lanceiros do seu avô. O lugar ,diferente da casa, estava totalmente limpo e organizado, não era pra menos, seu avô sempre foi muito rígido com a limpeza. A gosma chegou até a porta do dojo, mas quando começou a entrar perdeu a velocidade, e agora se espalhava parecendo uma lesma.




Fuyuki caiu de joelhos no chão, não sabia mais para onde ir ou o que fazer. Sentia a culpa pela morte de todos que reencontrou nesse momento bizarro. Apenas queria deixar de existir, talvez entrar voluntariamente na gosma fosse uma opção boa no fim das contas.

-Fu? Ora ora você veio me visitar finalmente!
Disse uma voz familiar.

Fuyuki virou a cabeça para trás.
-Vô?

O senhor veio na direção de Fuyuki e deu-lhe um grande abraço apertado.
-O que está fazendo aqui? E por que trouxe aquela coisa grotesca para meu dojo?
Dizia ele apontando para a gosma que rastejava lentamente.

-Vô eu… eu estraguei tudo! Eu deixei todo mundo morrer, eu sou um monstro que só consegue machucar as pessoas
Fuyuki dizia as palavras com o rosto enterrado no peito do vô, sem coragem de encará-lo nos olhos.

Oshi passou a mão pelos cabelos do jovem, fazendo um carinho para acalmá-lo.
-Ora Fu, você devia saber mais do que ninguém que não podemos salvar todas as vidas, nós só podemos fazer o nosso melhor e torcer para tudo dar certo. Nem sempre temos tudo sobre controle, mas se você desistir agora de tentar, você nunca vai ter nada sobre controle.
Você se lembra por qual motivo aprendemos a lutar com uma lança? Para proteger lar e família, e você nunca vai proteger nada se desistir antes de tentar e tentar quantas vezes forem precisas!
 

A gosma alcançou Oshi e começou lentamente a engoli-lo na escuridão, enquanto aos poucos começava a envolver Fuyuki também.

-Você tem um sonho não tem? Quem vai realizá-lo se não você mesmo? Ora Fu, você é neto do grande lanceiro Sato Oshi, desistir aqui seria a pior desonra que poderia dar a sua família.
Eu sei muito bem que você fez o seu melhor por todos em sua volta, eu sei que você não queria que as coisas acabassem desse jeito Fu, mas você precisa seguir em frente para que isso não aconteça com mais ninguém que você queira proteger ouviu?

Enquanto Oshi dizia essas palavras, a gosma em sua volta adquiria uma cor branca, deixando de parecer uma coisa horrível, e passando a impressão de leveza e pureza agora.

-Primeiro organize seus pensamentos, depois olhe para a diferença que você fez pra si mesmo, vamos vamos!

Fuyuki sem entender exatamente as palavras do avô, agora olhava novamente para dentro de casa pela porta do dojo. A casa estava totalmente limpa e organizada, e na mesa da cozinha sentados, estavam seus amigos da prisão e sua mãe rindo juntos enquanto comiam alguma coisa.
As palavras de Oshi trouxeram o menino de volta a realidade, e agora que olhava para si mesmo percebia que já tinha a aparência de um adulto com pelo menos mais de 20 anos.

-Agora deixe essa energia branca tomar conta de você Fu. E acorde, está na hora de acordar...




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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptySab 15 Ago 2020, 20:35




Raven Nevar



O comentário de Jonas sobre ter a sensação de conhece-la de algum lugar fez Raven erguer uma sobrancelha inconscientemente, mas logo sua expressão retornou ao normal. ”Parece que mesmo após tantos anos presa, existe gente que ainda se recorda...” Ela não sabia muito bem o que sentia em relação aquilo, pensar que haviam pessoas nesse mundo que a temiam a deixava satisfeita, mas a lembrança daquele período em si era ainda pior do que o período em que passara na cadeia. Ela nunca fora verdadeiramente livre, apenas trocara de cenário e de carcereiro. ”Ao menos não que eu me lembre.”

Após afastar tais pensamentos da mente, ela voltara a falar sobre sua ideia e o velhote parecia estar gostando, mas antes mesmo que este pudesse responde-la, eles eram interrompidos. Ao ver um homem entrar, a jovem imediatamente se moveu, buscando um livro, objeto, ou até mesmo sombra que pudesse encobrir sua presença, e se não houvesse algo do tipo, simplesmente se abaixaria colocando um dos joelhos na prateleira. Baixando o capuz, a pequenina deixaria que a capa a cobrisse por completo, tentando fazer com que qualquer um que olhasse em sua direção visse apenas alguns trapos, ou um pedaço de pano cobrindo algum objeto.  

E ainda assim, por um pequenino vão, os olhos da ninja observariam a situação, pronta para entrar em ação a qualquer instante. ”Um mink lupino?” Considerou ao ver quem era o visitante, e sua cabeça começou a trabalhar tentando trazer à memória todos daquela raça que ela já tinha visto ou ouvido falar para ver se o reconhecia, logo concluindo que não. Não era nenhum rosto do passado, e isso era um bom sinal, ou ao menos ela achava que era. Apesar disso, o perigo não estava completamente descartado. Tentando se forçar a permanecer calma, a jovem apreciou por um instante o fato de estar em um lugar alto, onde podia ver todo cenário.

Desde que saíra da prisão, ela sentia que seus nervos estavam a flor da pele, e o mais irônico de tudo, é que nem tinha certeza se estava sendo seguida, ou se realmente estava sendo procurada. Se Lil’Zeph ainda sequer lembrava dela. O controle que ele tivera sobre ela naquela época havia sido tão grande, que mesmo agora, tanto tempo depois, só a ideia de que ele podia estar a sua procura a enchia de preocupação, e involuntariamente ainda controlava as suas ações. Era por isso que ela precisava sair daquela ilha. Precisava sair o mais rápido possível e só voltar quando fosse forte o suficiente para arrancar o coração daquele demônio de dentro do seu peito!

A aparição do Mink lupino a deixava em total alerta mais uma vez, a lembrando do porque estava ali. ”Eu vou fazer o veneno e então ir para a próxima ilha. Se eles conseguirem libertar Bill, ele pode me encontrar lá.” Se decidiu, enterrando qualquer pinguinho de culpa ou indecisão que ainda pudesse sentir. Estava resoluta. Seus ouvidos captaram passos rápidos vindo do outro lado da porta, e a mão que segurava a arma tensionou. ”Tem algo de errado!” Concluiu, acreditando que seus piores medos haviam se realizado. Com os olhos buscando freneticamente por uma rota de fuga, a tontatta começou a se erguer, mas então...

Seu corpo congelou.

Não literalmente, é claro, mas o que estava acontecendo diante de si a pegara tão desprevenida, e a surpresa que sentia era tamanha, que Raven simplesmente parou de se mover por alguns momentos, encarando a cena. Seu cérebro parecia demorar alguns segundos para entender o que estava acontecendo, para absorver tudo aquilo. Era como se para ela o tempo tivesse congelado, mas isso era uma sensação falsa, e logo, seu corpo tremeu de leve quebrando aquele feitiço. Uma pequenina lágrima escorreu do seu olho esquerdo e um leve sussurro, provavelmente inaudível para todo restante, saiu de seus lábios. - Bill? -

Ela não sabia porque estava chorando. Era de felicidade? Ou de culpa? Pois a mesma culpa que ela enterrara segundos atrás voltara como se fosse um vulcão em erupção dentro de si, inundando cada pedacinho do seu corpo. Enquanto ela não estava disposta a se colocar em risco para tentar salva-lo da prisão, a primeira coisa que ele fizera após ir para um lugar seguro foi dizer que precisava procura-la. Sim, ela não era nenhuma garotinha, mas sua aparência enganava, e ela sabia que era sobre si de quem ela estava falando. “Que tipo de pessoa sou eu?” Pensou, sentindo uma profunda tristeza sem entender muito bem o porquê.

”Espera, não deveria eu estar feliz por vê-lo aqui?” Percebeu, se sentindo ainda pior consigo mesma, pois apesar de realmente estar feliz, os outros sentimentos sobrepujaram a euforia, e tudo isso apenas a fez entrar num estado de confusão que a fazia sentir dificuldade de respirar e só querer chorar mais. No fundo, sua vontade era a de pular dali de cima da estante, pular em cima do mink e abraça-lo exclamando um grandíssimo - DESCULPAAS!! -, se entregando completamente ao choro, mas apesar de ter dado um passinho para frente, não conseguiu realizar a ação.

Mesmo que tivesse se proposto a demonstrar mais o que sentia, agir como queria uma vez que estivesse livre, enquanto não saísse de Briss, jamais se sentiria livre de verdade. E depois que saísse e conseguisse, ainda assim, seria tão fácil mudar? Usando as costas da mão para limpar os rastros de lágrimas em seu rosto, ela respirou fundo e puxou o capuz para trás, revelando os cabelos roxos. - Você não me disse para vir pra cá? Porque precisaria me procurar? -  

O rosto inicialmente inexpressivo ao realizar aquela pergunta, se franziu um pouco ao ver as duas pessoas que o Búfalo tinha consigo, podendo passar a impressão para os outros que estava mal-humorada, mesmo que não fosse o caso. Estava apenas tentando avaliar a situação. Reconhecia ambos da prisão, mas não tivera muito contato com eles. Mal se lembrava dos nomes. - Pelas feridas em vocês, parece que tiveram que lutar um bocado. Alguém os seguiu? Precisamos ir embora o mais rápido possível antes que anunciem a fuga de vocês. Não vai demorar para que os rastreiem até aqui. - Questionou ela novamente, falando com o único amigo que tinha e voltando a se sentir preocupada, mas agora por um motivo diferente. Bill ainda tinha tempo de pena para cumprir, e não era preciso ser nenhum gênio para deduzir como acabara ali.

Voltando o olhar para Jonas, continuou de forma incisiva. - Precisamos estar em um barco o mais rápido possível! - E após observar todo cômodo mais uma vez, reparou em alguém que parecia estar completamente fora de lugar - E é melhor não tirarmos os olhos dele até irmos, não é muito aconselhável ter alguém dando nos dentes por aí. -

Não era nada pessoal, na verdade ela torcia para realmente não ser, mas no fim ela não conhecia o lupino e mesmo após descer de onde estava e caminhar em direção aos dois homens desacordados, um pedaço da sua atenção ainda estava nele, e a mão destra ainda segurava a empunhadura da ninjaken. Dando uma checada rápida nos corpos, ela voltou a falar com Bill enquanto o fazia. - Você disse que eles foram envenenados? E quanto a você? - Ela buscava identificar traços de envenenamento, algo que a ajudasse saber o que os havia atingido. - Me conte exatamente o que aconteceu. - Pediu, enquanto ainda analisava os dois.

Se chegasse a alguma conclusão, olharia para Jonas. - Preciso de um catalogo de substancias toxicológicas para ver quais vou precisar usar para preparar os antídotos. E isso é só o início. É melhor irmos ajeitando as coisas para partir. - Já se não conseguisse descobrir, colocaria a mão na testa, começando a sentir uma leve dor de cabeça. - Primeiro preciso de um livro sobre diagnose. - E então completaria, falando a respeito de como curar os homens.

Até ter o catálogo, estava de mãos atadas, mas uma vez que o tivesse, os próximos passos seriam relativamente fáceis. Identificaria os ingredientes do veneno, identificaria os do antidoto, e faria uma listinha. - Preciso desses ingredientes e do equipamento certo para mistura-los. - Diria ao velho, se voltando para Bill mais uma vez hesitando um pouco, até finalmente dizer, dando o mais leve dos sorrisos - Estou realmente feliz que esteja aqui grandão. -

Também existia a possibilidade de perceber que estavam apenas apagados, quer seja por exaustão ou por outro motivo qualquer, e que com o tempo iriam acordar e se recuperar. Nesse caso, informaria aos outros também - Eles vão ficar bem, precisam apenas descansar... Agora vamos embora logo! -




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Fenrir SeaWolf
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyDom 16 Ago 2020, 19:45



Fenrir Sealwolf

As rédeas de Latem City

Fenrir olha ao seu redor na tentativa de entender a situação, eram muitas pessoas estranhas naquela sala com ele. Um mink búfalo chama sua atenção por seu porte musculoso, ao mesmo tempo que seus olhos correm por uma moça muito pequenina de cabelos roxos. Para finalizar toda a esquisitice do local, dois homens bem detonados estão aparentemente sob suspeita de envenenamento e precisam de ajuda.

Meio desconfortável no meio de tanta gente desconhecida e uma situação delicada como aquela, acenderia um cigarro para ficar mais relaxado.

Fenrir na tentativa de se mostrar solidário e digno de respeito, afinal procurava um trabalho, diria:
Esses rapazes parecem estar bem mal, e esse lugar não é adequado para serem tratados. Que tal se eu oferecer minha casa para descansarem?

Depois que olhou bem o local em que estava, pensou que poderia tirar um proveito de quem quer que seja o dono. Falando em um tom que todos pudessem escuta, para ter certeza que a pessoa certa lhe respondesse, Fenrir diria:
Por acaso vocês teriam uma carabina a venda por aqui?

Esperando obter uma resposta positiva da situação, Fenrir sorriria amigavelmente para todos na sala mostrando-se amigável e com ideia de passar boas intenções.


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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyTer 18 Ago 2020, 21:25

As Rédeas De Latem City!!


A resolução



Horário: 18:00
Temperatura: 24°C
Localização: Briss Kingdom

Kuze e Sato

Kyoji por instantes se via acordado, com pequenas lembranças do presente, ele desmaiava enquanto era levado por Bill.

Não era diferente para Sato, ele se encontrava numa situação parecia, não teve tempo nem sequer de ouvir Bill e já estava desmaiado.

Os dois ficavam perdidos em sonhos, o cozinheiro, refletiva em meio a escuridão, sobre tudo que havia acontecido, a culpa subia a cabeça, sobre borracha, ferrugem, armário e até as pessoas da favela, o faziam sentir culpa.

Já o médico, acordava em sua casa, via sua mãe, viva! Aquilo para ele não fazia sentindo, onde estaria seu novo amigo Kuze? Não demorava muito e os via também em seus delírios, a situação de ambos não parecia ser a melhor, a culpa e os sentimentos ruins, os preenchiam e aquilo não fazia bem para nenhum deles.


Fenrir Seawolf

O clima era caótico, com tantas informações, Fenrir ficava perdido por ali, a situação parece ter se complicado e olhando o local, percebia que era um típico galpão.

Caixas ao monte, objetos para transporte, seja moveis, como armas, tanto de fogo como brancas, via os dois homens que também chegavam, a situação deles não parecia ser das melhores.


Raven Nevar

Com a entrada do lobo a sala, Raven se escondia atrás de alguns livros que tinham na escrivaninha ao lado da porta de entrada.

O rosto não era reconhecido por ela, o que a acalmava, o medo após sua saída da prisão era real, não sabia se Lil’Zeph já estava ciente sobre esse controle em cima dela, de fato mostrava que sua saída da ilha era necessária.

Via Bill entrar pelas portas principais, o que já por si só, fazia escorrer uma lagrima de seu olho, vindo de uma fala, quase que interna.

As palavras de Bill, a traziam um desconforto, que pessoa ela seria? As suas atitudes eram diferentes do que deveriam ser? Ajudar Bill deveria ser a prioridade?


All

Questionando Bill sobre sua fala, ele dizia: — Não tinha certeza se você de fato conseguiria chegar até aqui pequena, te ver me alivia, desde quando você saiu, eu penso se está tudo bem com você! – Com um sorriso no rosto, escorria uma lagrima de seu olho.

Vendo a situação dos homens, eles estavam bem feridos, as preocupações de Raven eram importantes, caso tivessem os seguidos? O que poderia acontecer? Mas logo ouvindo suas preocupações, o búfalo então dizia: — O próprio Joe, nós libertou, parece que era parte de uma limpa que ele ia fazer, depois te explico melhor.

Sua posição era bem arisca, não confiava no lobo, afinal ele tinha acabado de aparecer.

Analisando a situação dos desmaiados, ela percebia que de fato era envenenamento, nada muito sério, ao que parecia era por excesso de alguma substancia.

Sua cabeça era clareada, quando ouvia Bill explicar a situação: — Ao acabarmos os confrontos lá dentro, recebemos dardos sonífero para dormir, nós largaram no lixão e vazaram, o que eu acredito que aconteceu, foi que deram a dose errada! Pelo o que me lembro, foi o mesmo sonífero usado em mim quando fui pego, um sonífero para animais com mais de 100 kg!

Analisando suas condições e requisitando alguns livros, bem como equipamentos apropriados para fazer as misturas, ela recebia tudo requisitado em pouco tempo, o deposito que estavam de fato, tinha tudo um pouco.

Percebendo que era uma overdose de sonífero, ela com os equipamentos, preparava a mistura e os dosava-os, o suor e os tremeliques pareciam diminuir e eles pareciam estar mais estáveis.

— Também estou feliz que está bem pequena! Podemos ir aos mares! – Dizia Bill sorridente e aliviado, os meninos pareciam estar melhor e aos poucos começavam a acordar...

Cogitando ser um bom momento, Fenrir, questionava sobre a possibilidade de haver uma carabina a venda, um dos guardas, pegava uma carabina, o entregava e dizia: — Temos essa, 45 mil berries se desejar!

Com toda situação se acalmando, Jonas dizia ao lobo: —  Por enquanto melhor ficarem por aqui jovem, além dos pesares, hoje também é dia de comemorar e se conhecer melhor!


Consideração:
 
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O padre( Joe) :
 
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Ferimentos Sato:
 
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptyQua 19 Ago 2020, 22:38






O cozinheiro ainda estaria se aprofundando na escuridão com uma pose estóica, de braços cruzados, quando um barulho ensurdecedor tomaria conta das redomas de sua cabeça. Soaria como se existisse algo enorme e profundo logo abaixo de si, como uma baleia a dialogar com outra. Os gritos da criatura tornariam-se gradativamente mais altos e menos graves; começariam a tomar sons mais brandos e formas que Kyoji parecia conhecer. Formas de palavras. Um singular feixe de luz irromperia na escuridão, seguido por outro, e outro, enquanto lentamente o cozinheiro abriria os olhos e descobriria que havia sobrevivido.

Enquanto sua visão estaria se ajustando ao mundo novamente, tentaria mover o pescoço para os lados, reconhecer onde estava, com quem estava. Esboçaria um breve sorriso; havia sobrevivido, afinal, muito embora pensasse que ainda estava preso em alguma espécie de delírio. Afinal, olharia para baixo e perceberia um ser humano ridiculamente pequeno próximo de si, como nunca antes viu. Não se deixaria preocupar - havia de ser fruto de sua imaginação, apenas, certamente um delírio ou coisa assim. Deitaria a cabeça e descansaria em seus pensamentos. Seu futuro estaria decidido. Podia finalmente deixar a angústia descansar.

Entretanto, ao tentar mexer o pescoço para os lados, caso encontrasse Fuyuki, arregalaria os olhos. Estaria ansioso para saber se seu amigo também teria sobrevivido, e, igualmente importante: seria hora de declarar suas intenções de formar um bando pirata! A alucinação terrível que sofreu havia lhe fornecido claridade sobre seu futuro, e a vontade de convidar o amigo era imperiosa. Tentaria, no mesmo instante, mesmo sem saber quem os cercava, compartilhar com o amigo suas intenções...

Ocorre que, no instante em que abrisse a boca para tentar se manifestar, a tremenda dor no queixo voltaria a lhe assolar. Haveria esquecido de mais esse tormento que, a até pouco tempo, era o menor de seus problemas.

O cozinheiro tentaria chamar a atenção do ser humano minúsculo que se encontrava próximo dele produzindo sons com a boca. Esperaria não parecer ter sofrido excessivo dano cerebral, mas seria a única forma de comunicação que seu queixo lhe permitiria.

- Ghhbgknn…..nlnmblmmbm….apslpalll... , ele murmuraria, enquanto tentaria apontar o queixo para o teto e sinalizar ser ele a fonte de sua dor.

Aguardaria ganhar pleno controle de suas faculdades antes de tentar qualquer coisa novamente. Entretanto, enquanto correria os olhos pelo galpão em que se encontrava, os pensamentos de Kyoji seriam rápidos em borbulhar. Um búfalo, um lobo, um projeto de ser humano e um amigo. Por algum instante pensaria se tratava-se aquilo de provisão divina. Teria, tão rapidamente, encontrado seus parceiros de viagem? E um sorriso tomaria lugar no rosto do cozinheiro.

Sem saber se sua vida tratava-se ou não de um milagre, Kyoji agradeceria de qualquer forma. Suspiraria e relaxaria o pescoço, tranquilo. Estava vivo. Já havia superado o mais difícil dos desafios.



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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 4 EmptySab 22 Ago 2020, 14:21




Sato Fuyuki

As rédeas de Latem City




Envolvido pela luz branca ainda abraçado em seu avô, Fuyuki começa a sentir sua consciência se apagando lentamente e tudo tornando-se claro junto a luz.

Tudo que sentia era uma dor localizada, não sabia exatamente aonde estava essa dor em seu ser, apenas sabia que ela era forte e aparentava ter um raio de alcance pequeno. Conforme a cabeça voltava a funcionar percebia que essa dor estava em seu rosto, mais especificamente na sua bochecha esquerda.

”É claro, eu levei um soco muito forte na cara.”  

Em seguida uma dor ainda mais forte e consideravelmente com um tamanho maior em seu corpo o fazia contorcer por alguns momentos, de alguma forma dificultando sua respiração natural. O que fez Fuyuki se lembrar de tomar repetidos chutes nas costelas que provavelmente estavam danificadas.
Mas uma terceira e nova dor da qual o rapaz não sabia exatamente da onde surgira rondava por todo seu corpo, deixava-o tonto e meio grogue.

”Será que eu fui drogado ou envenenado?”  

Abriria os olhos lentamente e piscaria algumas vezes para acostumar a visão ao local que se encontrava, tentaria então se lembrar do que aconteceu antes de ter desmaiado. Olharia ao redor para tentar achar algum rosto familiar da prisão, e percebendo estar em um ambiente novo com pessoas desconhecidas levantaria o tronco, saindo da sua posição de deitado para sentado, assim se sentiria menos indefeso.

Tomaria algumas golfadas de ar e moveria a boca algumas vezes para conseguir falar.
-Kuze você está bem? Quem são essas pessoas? COF COF … Onde estamos?

Fuyuki sabia que não estava em condições de lutar ou tentar fazer algo mirabolante, esperava apenas que a situação não se complicasse como na prisão. Enquanto os pensamentos se ajustavam para o momento de agora, lembrava do sonho estranho que acabara de ter. Por mais que as coisas saíssem do controle algumas vezes ainda faria seu melhor, ainda correria atrás de seu sonho de viajar o mundo e conhecer diversas realidades diferentes da sua, ao mesmo tempo que carregaria consigo seu avô na lança, e sua mãe na medicina.

Assim que possível passaria em casa para juntar suas coisas e sair de uma vez por todas dessa ilha abominável, mas não antes de pegar Joe e vingar seus amigos.

”Talvez eu devesse convidar Kuze para viajar comigo, ele com certeza não vai querer ficar mais nesse lugar aqui.”




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