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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Fim de Jogo

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MensagemAssunto: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQua 15 Jul 2020 - 1:33

Relembrando a primeira mensagem :

Fim de Jogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Gregory Ross. A qual não possui narrador definido.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptySeg 20 Jul 2020 - 2:00


O treinamento tinha um começo tão sutil que eu nem suspeitei que aquilo poderia ser um tipo de provação. Ao ouvir as palavras de minha professora me senti constrangido por não notar suas intenções, mas também estava aliviado em ver que ela não desistiu de mim.

Treino de Haki da Observação

Pelo visto sua tutoria começaria tratando de assuntos abstratos e filosóficos envolvendo minhas motivações. Após sentir uma pontada de vergonha com seu comentário eu logo tratei de revidar - Com todo o respeito, mas eu não acho minha vontade fraca. Atualmente estou fanático em concluir uma vingança e, além disso, quando estou perto de você fico cheio de vontades... - Disse sorridente, retribuindo sua critica com uma provocação.

- Além de fraca, genérica... Quantos homens por aí não possuem essas mesmas vontades? - Descruzou os braços e delicadamente levou uma mão até sua bochecha, ocultando traços de desdém formados em seu rosto.

Nesse momento meu coração palpitou tanto pela sua aparência atrativa quanto pela irritação que aquela situação me causou. Estava passando a me sentir ofendido, mas sentia a necessidade de me explicar - Não, não... Eu me diferencio desses. Não sigo dogmas extremistas. Sou o que chamam de uma metamorfose ambulante... Me adapto para seguir sempre as escolhas inteligentes, pois essa é a melhor forma de se sobreviver no mundo real. - E com isso a revolta servia de combustível para eu escolher as palavras que descreviam com mais proximidade o meu jeito de enxergar a vida.

Ela me encarou por um momento sem esboçar qualquer surpresa, mas pelo menos não vi sinais de desprezo em sua face. - Não é o que eu esperava... Mas deve servir. - Ela se sentou antes de prosseguir com qualquer novo ensinamento e pediu que eu fizesse o mesmo. Sendo assim peguei um lugar ao lado dela na mesa.

Com isso nossa conversa continuou, dessa vez ela recapitulou os detalhes que eu já conhecia sobre o Haki. Depois dessa revisão ela introduziu novos conceitos para me ajudar a entender tal habilidade por completo.

- O haki da observação nada mais é do que um sexto sentido. Para dominá-lo você precisa praticar, assim como um bebê precisa treinar a visão para desenvolver noção de profundidade, luminosidade e outros aspectos. Basta usar e logo se tornará tão natural quanto a visão de um adulto. - Essa era sua última explicação antes de se erguer para aparentemente seguir para uma próxima etapa de treinamento. - Me diga, Willard, em que circunstâncias você o despertou?

- Foi em meio a uma batalha onde minha visão estava limitada tanto por um nevoeiro denso quanto por uma cúpula de sombras... - Respondi prontamente.

- Pois bem, você vai simular tais condições agora... - Ela olhou ao redor procurando por algo. Por fim pegou um pano de cima da mesa e entregou para mim. -  Vende seus olhos e deixe a imaginação fluir. Repita seu estado mental naquele momento e tente usar o Haki.

E assim vendei os olhos e passei a tentar encontrar algum meio de replicar aquele estranho meio de enxergar auras. Mas era impossível, pois por mais que eu tentasse procurar em minha mente e corpo tal ideia é inconcebível.

- Foco. - Pude ouvir Alícia passar a página de seu livro enquanto eu quebrava a cabeça para usar o mantra.

- Não estou conseguindo. E mesmo vendado eu me distraio com você, pois até seu perfume é atraente. - E soltei um sorriso malandro.

- Isso só prova que você ainda está se apegando demais aos sentidos comuns. Se quer tanto assim seguir meu rastro, use isso como uma vantagem... Tente me localizar usando apenas haki. - E nesse momento senti uma pancada leve na cabeça, dado pela empunhadura de alguma coisa que ela carregava. - Apenas haki, entendeu?

Assenti com certo nervosismo e deixei a mente se espairecer e se afastar daquele ambiente. Passei um bom tempo assim até que estava começando a perseguir o conceito de aura de seres vivos e intenções de pensamentos de terceiros. Foi então que de repente...

"PLAFT!" - Um estalo surgiu repentinamente seguido de uma dor ardente em meu braço esquerdo me fazendo reflexivamente me erguer da cadeira - AI! AI! O QUE É ISSO?! - E logo mais um estalo me trazendo dor na perna esquerda.

- Uma motivação para sua tarefa. - E como explicação só tive isso, o que só serviu para aumentar meu desespero.

- Como assim? Você não queria que eu focasse? Isso não vai apenas atrapalhar? - Disse enquanto focava no som do chicote cortando o ar para tentar evitar ser atingido.

- Pelo contrário... O corpo trabalha melhor quando pressionado pelo perigo. - Respondeu e logo encaixou mais uma chicotada em meu ombro. Nesse momento podia ouvir pela primeira vez sair dela algo que lembrava um riso.

E assim continuei a tentar usar o sexto sentido enquanto me mantinha constantemente em uma busca por esquivar às cegas e aguentar as dores das chicotadas que me atingiam.

- Mesmo cego está conseguindo evitar mais chicotadas do que imaginei... - Ela disse, me alegrando momentaneamente com essa observação. - ...Não gostei. É sinal que ainda está se apoiando em seus outros sentidos. Então voltou à estaca zero? - As chicotadas pararam por um momento e só de ouvir sua voz eu podia distinguir sua irritação.

- Não! Não! Eu não estava... - Tentei me justificar mas logo percebi que só de dar uma resposta eu já provaria que estava dando atenção à minha audição. - Quer dizer... Disse algo? Estava distraído usando Haki para enxergar a bela silhueta de sua aura... - Disse com certo nervosismo.

- Próximo estágio do treino: Supere minha punição. - E então ouvi o estalar do chicote sendo esticando violentamente em suas mãos.

Engoli em seco e logo de cara ouvi o som que antecedia um de seus golpes. - Ela deve ter mirado o rosto... - Imaginei, considerando que seria o lugar mais perigoso e doloroso para se receber uma chicotada. E foi então que senti uma onda de choque percorrer todo o meu corpo e quase me nocautear nesse processo... Tal sentimento se desencadeava de encontro entre seu chicote e a região de minha virilha. Essa chicotada durava apenas uma fração de segundos, mas era o suficiente para me abalar por completo.

- Levanta. Não deixa o corpo esfriar. Quanto mais estresse, melhor. - Ela comentava, cruelmente.

Quase chorando me pus de pé novamente e decidi me esforçar ao máximo para obter resultados e assim acabar com aquela sessão de tortura. Traumatizado, foquei em defender minha parte preciosa e, como resultado, o reflexo do restante do corpo era comprometido... Nessa situação só o haki poderia me salvar.

E assim passei mais um bom tempo praticando de maneira extrema até conseguir entender a ativação do haki. E assim com esse novo sentido pelo menos tive como sair inteiro dessa sessão dolorosa de aprendizado.

Por fim, após essa parte mais exaustiva do treino, me dispus a ouvi-la mais uma vez, ficando sob os seus cuidados até o momento que ela julgasse necessário.

Fim de treino

Ao fim da aula tiraria a venda e me permitiria desabar deitado de costas no chão para retomar o fôlego. Nesse momento não poderia deixar de relembrar as palavras de Erick ao descrever as chicotadas de Alícia.

Flashback escreveu:
- Ela é bastante rígida com aprendizado e tem o “Chicote da disciplina” ela usa ele pra incentivar alunos como eu a realmente aprender… Claro ela não usa isso com alunos normais, só com os como nós já meio “Calejados”.

- "Chicote da disciplina"... "Não usa com alunos normais"... Não sei se me sinto traumatizado ou feliz por ser reconhecido por ela como um aluno digno. - E com um sorriso triste no rosto massagearia todos os pontos que havia sido chicoteado. - Ainda bem que ela tá se recuperando de uma cirurgia, senão seria pior ainda.

Com isso então levantaria para trocar mais algumas palavras com a moça. - Foi bom pra você como foi para mim? - Diria encostado perto dela, levando em meu rosto o incômodo do cansaço e das dores o que deixaria essa pergunta inevitavelmente engraçada. - Estou brincando, hahaha. Bom, acho que devo ir agora... Diria que foi um encontro e tanto, não acha? - Daria um tempo para ela responder, buscando tirar uma casquinha de constrangimento daquele rostinho bonito. - O próximo será o terceiro encontro... Sabem o que dizem do terceiro, né? - Após ditar essas palavras meus lábios se encurtariam num sorriso bobo.




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Última edição por Wander em Ter 21 Jul 2020 - 4:58, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptySeg 20 Jul 2020 - 23:03



Fim de Jogo — 005

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O treino durou horas, com o corpo do akumado tornando-se cada vez mais vermelho a cada chicotada que recebia, as marcas percorrendo seu corpo como incontáveis serpentes. Algumas pessoas surgiram, buscando ler ou relaxar naquele espaço, mas ao verem o… combate? Será que aquilo poderia ser chamado assim? Enfim, ao verem aquela cena, a maioria simplesmente desistia e ia embora. Alguns pouco assistiam por alguns minutos antes de decidirem fazer o mesmo que os demais: Dar o pé.

Após o pirata receber o que só poderia ser chamado de surra, Alícia parou brevemente para tentar explicar mais uma vez para ele sobre como deveria agir, dando algumas indicações e conceitos bases. Usar o haki de acordo com a sua vontade não era uma tarefa simples, pois exigia o domínio sobre algo que não poderia ser explicado. Quem sabia, sabia. Quem não sabia, precisava se basear em ideias vagas até, com muito esforço e dedicação, compreender o cerne da coisa.

E foi assim que o treino transcorreu, com vários rounds de surra, brevemente interrompidos para conceitos e dicas. A cada round Gregory sentia algo a mais. No início parecia mais sua própria imaginação pregando-lhe uma peça, mas com o tempo esta… sensação foi se desenvolvendo em algo cada vez menos abstrato. Mesmo com a venda grossa nos olhos, tinha a certeza de conseguir enxergar uma sombra aqui, um movimento ali. E a cada vez que seus sentidos se superavam, sua sensei aumentava o ritmo, açoitando-o sem pena.

Por fim, a sensei determinou: — Chega! Meus ombros doem! — Will jogou-se no chão, simplesmente esgotado, tirando a venda com mãos trêmulas. Alícia girava o braço direito, massageando o ombro com a mão oposta. — Daqui em diante é por sua conta, treine até não poder mais! Eleve a sua vontade aos céus! — Bradou, ainda motivada pelo açoitamento anterior.

Para a piadinha do pescador, a bela mulher respondeu: — Encontro? Meus encontros são mais intensos do que isso! — Confidenciou, com seu sotaque sedutor. — Veremos sobre isso… Mas por hoje chega! Boa noite. — E, com essa deixa, a mulher partiu, agraciando o pirata pela terceira vez com o seu rebolar hipnotizante.

Mas, pera aí… Noite?! Sim! Se olhasse pela grande janela do local, veria que o sol já se punha e que a lua minguante era a responsável por iluminar parcamente o local. E, talvez o mais surpreendente, era que havia se deslocado pelo teatro escuro sem sequer perceber esse fato, confiando em seu instinto após tanto tempo sem utilizar a sua visão. Seria esse um bom sinal?

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyTer 21 Jul 2020 - 5:39


Após de certa forma marcar mais encontro, acompanhei a saída de Alícia com um sorriso estampado no rosto. Quando ela desapareceu de meu olhar, toda aquela marra que mascarava meu desespero caiu. Comecei a me contorcer e coçar toda a minha pele desesperado por toda aquela ardência e dor que me acometia.

- PRECISO DE UM BANHO! URGENTE! - E então apressaria meu passo para a saída. - E Já é noite? É melhor eu dormir. - Meu objetivo agora seria chegar ao meu quarto para me preparar para ceder ao meu sono. Ao menos o caminho entre o teatro e meu quarto já havia sido feito no dia anterior, então eu estaria mais seguro em questão de não me perder. - Por mais que eu queria adiantar logo meus assuntos, acho melhor fazer isso na luz do dia. Sem contar o meu cansaço... - Ponderaria durante minha caminhada.

Ao chegar no quarto eu trancaria a porta, tiraria minha marmita da mochila e comeria a refeição guardada ali. Depois disso eu iria até o banheiro, largaria a mochila no chão e trataria de tomar um banho para ajudar a aliviar a ardência da pele. Por fim sairia do chuveiro, vestiria minhas roupas e me empacotaria na cama para dormir.

Visita a um lugar melhor...
Em outras palavras, um sonho...

Quando abri os meus olhos eu logo me deparei com o brilho do sol refletindo no ambiente. Reflexivamente fiz uma sombra com a mão e com isso pude olhar em volta e ver que estava nada mais nada menos do que em uma praia paradisíaca. Se a paisagem já não era linda o bastante, surgia algo ainda mais brilhante e deslumbrante diante de meus olhos.

- Você vem ou não? - Era Alícia em um traje de banho, estendendo sua pequena mão em minha direção.


- Claro. - Disse, entrelaçando meus dedos aos dela sorridente como uma criança.

Comecei a percorrer a encosta junto à moça sem desfazer aquele meu sorriso bobo. No caminho não perdemos a chance de brincarmos chutando areia e jogando água um no outro. Em dado momento submergi na água e então dei um bote na direção dela, derrubando-a no chão fazendo a gente rolar várias vezes na areia. Por fim, ofegantes por conta de tantos risos, paramos e ficamos alguns instantes nos encarando.

Enquanto isso, na realidade...

- Hehe... Alícia... - Diria, de pé ao lado da cama.

Em algumas pessoas o cérebro não consegue inibir totalmente os estímulos motores e, por isso, esses indivíduos chegam a se mexer durante o sono. No meu caso isso chega tão além que até consigo me levantar e abrir os olhos como se estivesse acordado quando na realidade estou profundamente perdido em meus sonhos. Seria isso que aconteceria ali e só deus sabe como e onde eu acordaria na manhã seguinte.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQua 22 Jul 2020 - 19:58



Fim de Jogo — 006

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Com a ida da mulher, Gregory pôde finalmente expressar toda a dor e incômodo que aquele chicote lhe causou ao longo do dia. Ter feito uma marmita improvisada poupou-lhe tempo e esforço e, logo, ele estava de volta ao quarto de hóspede, devidamente alimentado. A água fria do fim do dia foi, de fato, um alívio, embora lhe causasse algo similar a cócegas conforme acariciava sua pele sensível. Não demorou para dormir e sonhar com Alícia. Talvez uma compensação após ela o deixar naquele estado lastimável? Talvez.

>><<

O som de um pequeno riacho despertou o pirata de seu sonho. O sol já havia nascido, embora a luz chegasse até ele com leveza, confortando-o com seu calor brando. O odor de terra molhada enchia o ar, enquanto algum pequeno roedor batia uma noz em alguma pedra próxima. Por falar em pedra, a cama dele parecia ter endurecido durante a noite, pois estava tão dura quanto uma! Ao abrir os olhos, veria primeiro um punhado de estalactites que partiam do teto da caverna, cada uma tendo, aproximadamente, um metro de altura. Olhando ao redor, veria meia dúzia de pessoas ainda adormecidas, cada qual com um lençol puído e um travesseiro improvisado com alguma camisa ou outra peça de roupa.

Gregory, por sua vez, havia trazido o requintado lençol de cetim da casa do Erick até ali, onde quer que ali fosse, e, com um pouco de dedução, perceberia que havia furtado de alguma forma o travesseiro do homem que estava ao seu lado, sem camisa, sem travesseiro e roncando devido à angulação estranha em que se encontrava o seu pescoço. Além dos adormecidos, sendo quatro homens e duas mulheres, havia a saída da caverna, com um grande pedaço de couro rústico servindo como porta. A luz do sol apenas conseguia atravessar o pedaço de couro devido a alguns furos e cortes no mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020 - 19:18


Ao abrir os olhos me assustei com a tamanha realidade daquele sonho. Mas quanto mais eu piscava e ouvia aqueles sons de natureza logo fui entendendo que eu estava acordado. - Ah... De novo não! - Olhei ao redor e me alarmei com quão desconhecido pra mim era aquele ambiente, principalmente por conta daqueles rostos estranhos.- Acho melhor sair daqui... Que eu saiba não fui convidado para uma suruba. - Pensei diante da situação esquisita.

Dessa forma eu me adiantaria para ir embora antes que notassem minha presença. Para isso eu me ergueria cautelosamente do meu canto, tirando a cabeça do travesseiro e depois deslocando o lençol para fora do meu corpo. Depois disso me colocaria de pé e começaria a andar em direção à porta de couro. Durante meu percurso usaria dos famosos passos leves, onde o peso posto em cada pisada seria distribuída de forma a diminuir a pressão nos pés e consequentemente o barulho. Assim buscaria sair dali furtivamente, sem ter que dar satisfação para aqueles sujeitos.

Claro que uma saída furtiva poderia não ser o único obstáculo a ser superado. Eu sabia bem disso e por isso trataria de usar Haki pela primeira vez para me ajudar a me guiar: Deixaria a mente fluir e vasculhar o ambiente para notar a presença de mais gente por ali.

Se existisse alguém de olho na entrada eu espiaria por uma brecha da cortina de couro para analisar minhas opções. Caso o "vigilante" estivesse olhando para outro canto eu aproveitaria a chance para me sair para fora e rapidamente correr para me ocultar atrás de algum obstáculo. Daria prosseguimento à fuga indo furtivamente de obstáculo em obstáculo até me afastar o suficiente do campo de visão de qualquer um daqueles indivíduos.

Na hipótese de no meio de minha fuga eu perceber um deles se mexendo demais e prestes a acordar eu buscaria me esconder por ali mesmo na caverna para evitar ser avistado. Faria o mesmo se eu notasse que a vigília lá fora era forte demais para eu passar sem ser detectado. A lógica de se esconder seria simples: Esperar eles saírem ou algum momento mais propício para minha fuga, além, é claro, da oportunidade de conhecer aquele grupo ao bisbilhotar suas conversas.

Com essas ações haveriam dois cenários principais: Ou eu estaria oculto em meio àquele esconderijo ou eu teria me afastado com sucesso. Em qualquer um desses dois casos eu trataria também de sentir a localização do pedaço de minha mão para averiguar se ele estava próximo dali. - Droga... Uma manhã perturbada logo no dia que eu ia resolver meus assuntos. - Pensaria, me estressando mas considerando aquele um pontapé inicial para as desgraças que estariam por vir.

No cenário de uma fuga bem sucedida, em adição ao rastreio de meu pedaço eu também procuraria pelos arredores por vestígios de presença humana ou de alguma cidade. Faria isso buscando distinguir no ambiente sons discrepantes ou alguma dica visual no ambiente como trilhas, placas ou construções. Se não encontrasse rastros, caminharia seguindo o curso do riacho acreditando na tese de que cidades geralmente se erguem próximos às margens das águas.

Caso eu fosse detectado pelos desconhecidos eu trataria de prontamente erguer as mãos e involuntariamente dar uns passos para trás em relação àquele que me achasse. - Qual foi irmão, só tava procurando um abrigo. - Diria com um sorriso forçado no rosto, usando uma tentativa de enganação como uma primeira camada de defesa. Se tentassem se aproximar eu me afastaria para a direção contraria. - Ainda nem conversamos direito e já querem invadir meu espaço? Assim me sinto assediado... - Provocaria durante meu afastamento.

Enquanto essa abordagem durasse eu deixaria que meu Haki trabalhasse para me entregar as intenções dos sujeitos e se acabasse sentindo uma intenção assassina eu iria me precaver e me reposicionar longe de sua mira e alcance com passos rápidos preferencialmente em direção à alguma elemento do cenário que me oferecesse cobertura. Assim usaria essa corrida para evadir de ataques, e eventualmente complementaria essa movimentação com um zigue zague para evitar projéteis ou obstáculos em meu caminho.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020 - 19:55



Fim de Jogo — 007

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Sem querer correr ainda mais riscos, Gregory moveu-se com maestria por entre aqueles desconhecidos adormecidos, fugindo sem ser notado enquanto o homem que estava ao seu lado continuava roncando alto. Durante a fuga, aproveitou para praticar sua nova habilidade adquirida, o haki da observação, mas não sentiu a presença de ninguém além daqueles que dormiam ao seu redor. Passando pela entrada, pôde notar que o lado do couro que ficava para fora era pintado de uma forma excepcional, mesclando-se com a rocha ao redor e camuflando aquela entrada quase que perfeitamente. Como ele havia encontrado aquela passagem, dormindo, era um mistério!

Ao seu redor haviam algumas árvores espalhadas, a maioria com menos de dois metros de altura, com uma grama cobrindo quase toda a área e alguns arbustos aqui ou ali. Era uma área verde natural, mas era óbvio que a mão do homem já havia passado por ali, a reduzindo a ponto de ser quase artificial, como um parque arborizado. Talvez tivessem poupado aquela área exatamente com isso em mente: Um parque natural para os habitantes da ilha e seus visitantes. Portanto, o akumado não precisou buscar por trilhas ou pegadas, já que conseguia ver a vários metros de distância por entre as esparsas árvores.

Seguir o riacho o levou até uma área mais elevada, com uma encosta a sua frente e o riacho caindo em cascata por cerca de vinte metros, formando outro pequeno rio lá embaixo que seguia até desaguar no mar. Também era possível ver a ilha de Utopia que se estendia a sua frente. Tanta destruição… Será que a ilha conseguiria se restaurar algum dia? Com foco, percebeu a última parte da sua mãozinha às 1h30, se usasse sua frente como base para as 12h. Contudo, devido a força de atração, ela estava bem distante, alguns quilômetros, ao menos.

De onde estava, podia ver o porto, o QG da marinha, uma área residencial mais rica, embora ainda houvesse casas destruídas na área, e uma área residencial da classe média. Também havia um mercado e, um pouco à esquerda, uma fumaça subia aos céus, embora não conseguisse deduzir o motivo para tal queimada. Por outro lado, se apontasse seus olhos na direção em que sua mão estava, veria na seguinte ordem: Uma área de vegetação como a que estava atualmente; uma área residencial que começava com mansões e terminava com casas de médio porte; uma praça; uma área próxima ao porto, com dezenas de armazéns; e, por fim, uma praia terminando no mar.

Se decidisse continuar em frente, poderia tentar sua sorte ao descer pelo caminho do riacho ou poderia descer o barranco por ambos os lados, dando uma volta de aproximadamente 500m, descendo suavemente até o nível do solo mais abaixo.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptySeg 27 Jul 2020 - 7:29


Aqueles sujeitos estavam estranhamente bem escondidos. É fácil constatar que certamente guardavam algum segredo obscuro ou até mesmo poderiam ter relação com procurados de alto escalão. Seria uma boa oportunidade para obter um direcionamento, mas na minha pressa para escapar eu nem mesmo verifiquei se reconhecia algum dos seus rostos.

De qualquer forma, meu foco agora é outro. - Um passo de cada vez. - Deixei os pensamentos sobre aquilo de lado, pois agora minha caça era pela resolução do mistério da mãozinha.

E assim segui meu caminho me guiando pelo curso das águas até chegar em um ponto alto o suficiente para ter uma boa visão da ilha. Fiquei paralisado por um tempo contemplando aquela visão privilegiada da paisagem e então respirei fundo para poder retomar minhas tarefas.

Trataria de pegar em meu bolso minha luneta e apontar na direção da mãozinha, analisando o que encontraria pelo trajeto. Assim tomaria nota de todas aquelas construções e também o melhor caminho para atravessar a vegetação em minha caminhada.

- Se ao menos algum de vocês estivesse funcionando, as coisas seriam bem mais fáceis. - Disse frustrado ao olhar a agulha de minhas duas bússolas girando. - ...Mas é o desafio que nos faz crescer. - Assim eu colocaria em prática um plano para improvisar uma forma de me guiar sem uma bússola.

Estenderia um braço em direção a onde o sol tomando tal ponto como leste. Depois voltei meu corpo na direção perpendicular à linha traçada pelo leste-oeste e assim considerei a minha frente como o norte. Usando essa nova posição, anotaria a posição da mãozinha no formato de horas. Se precisasse me localizar futuramente, isso serviria para ter uma base.

Por fim eu pegaria minha calça em minhas coisas e vestiria ela para poder cobrir minha pele antes de abrir caminho pela floresta. - Agora sim. - E com isso estaria apto a prosseguir em minha aproximação. Tomaria o caminho que julgava mais seguro, ou seja, contornaria o barranco até encontrar uma descida mais suave. Com isso entraria na floresta e prosseguiria indo em frente até me encontrar com as construções.

Vale deixar claro que eu buscaria manter-me cauteloso, mantendo minha postura furtiva e meus passos leves e me ocultando nas sombras e por trás de elementos do ambiente assim que notasse presença humana por perto. Faria isso pois não queria ser detectado e também para ter a chance de ouvir conversas alheias e com isso obter conhecimento geral ou pescar informações úteis.

Mas se notasse que o lugar era uma área comum da cidade onde pessoas de aparência medíocre poderiam caminhar sem problemas, deixaria a postura furtiva de lado e me misturaria na multidão me passando como um dos cidadãos.

Se nada discrepante surgisse como um obstáculo para minha caminhada, continuaria minha aproximação ao meu fragmento.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptySeg 27 Jul 2020 - 20:53



Fim de Jogo — 008

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A luneta auxiliava o pirata a detectar mais detalhes do que havia em seu campo de visão, como uma infiltração em uma das casas e uma bela mulher tirando sua blusa antes de se ocultar atrás da maldita parede do banheiro! Ahem! De qualquer forma, Gregory decidiu continuar em frente e assim foi. Caminhou barranco abaixo e não demorou até estar de volta a metrópole devastada de Utopia.

A princípio, se moveu de forma furtiva por entre casarões e mansões, mas conforme as casas diminuíram de tamanho e pompa e o número de civis aumentaram, muitos sendo pobres e esfarrapados, Gregory passou a se mesclar entre eles, seguindo o repuxo de sua mão como uma bússola aponta para o norte.

Ele passou pela praça com a caminhada se estendendo até os armazéns e depois! Com quase uma hora de caminhada, Gregory parou na praia, com apenas o mar na sua frente. Sua mãozinha, embora nitidamente mais próxima, ainda clamava para que ele continuasse em frente, para uma região onde os akumados normalmente temiam.

No mar não havia mais aquele círculo de contenção formado pela marinha, mas, forçando a sua visão, veria um pequeno ponto negro no meio da imensidão azul. E, se novamente utilizasse a sua luneta, como um bom navegador, veria no topo do navio que se aproximava lentamente uma bandeira conhecida flamulando. Eles eram os afiliados a Destruição Alva!

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQua 29 Jul 2020 - 14:32


- Maldito. - Praguejei ao ter que parar diante do mar. O último fragmento estava à deriva, assim como os outros estavam até que eu os resgatasse. Era de se esperar que esse fosse o cenário, mas era inevitável se sentir frustrado.

Sem opções de seguir adiante, decidi ao menos vasculhar o trajeto com meu equipamento e foi assim que aproximei minha visão daquela embarcação. Ela chacoalhava lentamente ostentando a bandeira de um grupo que encontrei no passado. - Droga... - Eu rangi os dentes em raiva, porém minha irritação não se daria por que as coisas seriam complicadas, mas sim por que eu teria que adiar um pouco mais minha caçada. - Destruição alva... Então minha hipótese sobre a kunai de gelo estava correta - Ponderei enquanto guardava minha luneta. - Preciso encontrar não apenas uma embarcação, como também preciso obter vantagens antes de ir ao seu encontro.

Com isso eu decidi deixar a pressa de lado para antes realizar alguns últimos preparativos. Eu retornaria para a área urbana com o objetivo de chegar até algum dos mercados que havia avistado anteriormente. Ao chegar até meu objetivo me dirigiria de imediato a algum dos vendedores presentes.  - Olá, estou afim de comprar e vender algumas coisas. - Já começaria me introduzindo como um negociante. - Eu não tenho dinheiro, mas tenho coisas que valem dinheiro. - Diria enquanto mostrava para ele uma de minhas pedras preciosas para o sujeito não se afobar com minha falta de fortuna.

- Se tiver por aí quero que me traga o seguinte: Uma câmera fotográfica e um livro sobre toxicologia. - Faria meu pedido esperando que ele fosse capaz de me arranjar esses itens. - Também quero dar uma olhada em sua prateleira de produtos químicos, se houver uma. - Diria, acrescentando mais um pedido enquanto ele me arranjasse os anteriores.

Caso houvesse produtos químicos em estoque, observaria as substâncias disponíveis para julgar qual atenderia meus propósitos. Na química é comum decorar os mais diferentes perigos desencadeados pelo contato com substâncias como uma norma de segurança, tanto que até existe uma ilustração em alguns rótulos indicando a periculosidade no frasco do componente. Eu usaria tal competência para me ajudar a encontrar o que desejava: Buscaria algum elemento que eu sabia ser prejudicial à saúde apenas quando em contato com o sangue. Se não houvesse o elemento em si, buscaria por ingredientes de uma mistura que resultasse na substancia almejada. Separaria os frascos que atendiam tal requisito e então me voltaria para o vendedor para saber os preços - Qual o mais barato? - E com sua resposta eu escolheria o que pesasse menos no bolso.

- Deu quanto? - Questionaria ao ter os itens em mãos. Pagaria a compra usando uma ou, se necessário, duas de minhas joias e então esperaria ele me dar o troco.

Ao fim da compra, puxaria assunto com o vendedor - Rapaz, tu sabe algo sobre o grupo "destruição alva"? O que que eles são famosos por fazer? - Eu me lembrava vagamente deste ser o nome da tripulação que me atacou em minha chegada à Terralegre, mas não sabia muito sobre eles. Assim sendo, buscaria obter mais informações sobre quem eu enfrentaria.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQua 29 Jul 2020 - 21:41



Fim de Jogo — 009

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Constatado que o navio levaria um bom tempo até chegar em terra firme, isso se mantivesse a sua velocidade de navegação constante, o jovem pirata resolveu tratar outro assuntos. Retornando a cidade, buscou por um mercador para realizar uma permuta de itens. O homem se animou ao ver uma das preciosas gemas, mas se desanimou rapidamente ao ouvir o que o akumado buscava. — Bah! Não tenho nada disso aqui! — Praguejou. — Tente a sorte na boticário, que fica logo ao virar a esquina, talvez tenha mais sorte. — Indicou, apesar de mal humorado.

Seguindo as indicações do civil, Gregory encontrou uma construção quase inteira de dois andares e de aparência ância. Abriu a porta e ouviu um sino, preso mais acima, o anunciando. Uma jovem ruiva se virou, surpresa, e o saudou: — Bem vindo! — O local era recheado de substâncias e poções e o odor que chegava a Ross indicava bem isso, pois era uma mistura tão grande de fragrâncias que ele não conseguia reconhecer sequer uma naquela vastidão de odores. — Em que posso ajudar? — Indagou, sorridente.

Hm… Máquina fotográfica? Hm… O que é isso? — Perguntou, virando a cabeça para o lado, como um passarinho. — Mas o resto eu tenho sim. — Andou até uma prateleira próxima, recheada de livros, e voltou com um relativamente fino, colocando-o numa bancada de vidro que separava a atendente do cliente. Após isso, gesticulou para a loja como um todo, informando: — Quanto aos produtos, pode ficar a vontade. — Um riso tímido, e ao mesmo tempo orgulhoso, saiu da mulher. De fato, não deve ter sido fácil coletar tantos produtos distintos e ainda ter resistido ao Caos que caiu sobre Utopia recentemente. — Se precisar de ajuda, é só falar.

Gregory não pediu ajuda, buscando por si próprio. Tantos frascos, tantos nomes, tantas cores… Seria difícil achar algo ali se ele soubesse o que buscava, sem saber então… Mas foi quando um dos fantasmas que o seguia surgiu em seu campo de visão, apontando para um frasco numa prateleira alta, quase no limite do alcance do akumado. O frasco continha um composto em pó e, no rotulo, havia descrito a fórmula molecular do produto: C8H7O2N3. O fantasma se moveu por algumas prateleiras e apontou para outro frasco, este contendo um líquido relativamente conhecido: Água Oxigenada.

Pegando os dois frascos e o livro, o pirata levou-os até a garota. — Vejamos… Trezentos e vinte mil berries, senhor! — Gregory, sem um tostão, ou quase isso, deu-lhe a Safira azul que possuía consigo. Os olhos da mulher brilharam e continuaram brilhando enquanto ela embalava tudo em uma sacola de papel e entregava ao pirata, só então pegando a gema e alisando-a com o tecido da blusa, observando-a de perto logo após. O pobre akumado permaneceu de frente para a atendente, do outro lado do balcão, esperando pelo troco que nunca veio. Com um sorriso zombeteiro, ela o informou: — Não há troco em negociações como essa, senhor!

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 2 EmptyQui 6 Ago 2020 - 4:02


- E você acha que não sei disso? - Responderia prontamente às palavras da garota, retribuindo sua zombaria com uma pequena gargalhada enquanto massageava minha barriga em uma postura despreocupada. Mas apesar de minha aparente tranquilidade eu me sentia pego de surpresa com a malícia vinda daquele rostinho angelical. - Não estava esperando o troco... Só não queria interromper sua alegria. - Diria cruzando os braços tomando uma feição confiante em meu rosto. - É que você pegou a joia com tanta pressa que nem tive a oportunidade de dizer que minhas demandas ainda não acabaram... - E sorri amigavelmente, falando aquilo com uma expressão agradável. Nada disso é verdade e nem precisava ser, pois só estaria manipulando a narrativa em busca de convencê-la que ela que foi inocente ali. - Mas não se preocupa, só faltou uma coisa simples: Equipamentos portáteis de trabalhos químicos. Você sabe... Béquer, Funil, Erlenmeyer, coisas para eu fazer minhas misturas. - Traria a tona meu último pedido.

Se ela hesitasse ou se recusasse a me dar o kit de laboratório, seguiria adiante com minhas palavras ardilosas. - Ah, mas vai mesmo fazer uma desfeita com um potencial cliente fiel? Logo com o que te trouxe essa pedra maravilhosa e que pode trazer outras depois? - Lançaria a tentação em sua mente para fazê-la ceder e ficar aberta ao meu pedido.

Na hipótese de não conseguir persuadi-la apenas com palavras, insistiria com uma nova jogada. Suspiraria e então prosseguiria com mais algumas palavras - Você está desperdiçando uma oportunidade, mas tudo bem... Vou te dar uma última chance jogando em seus termos. - Vasculharia minhas coisas e então retiraria minha luneta quebrada e colocaria sobre a bancada. - Sugiro uma nova troca: Meu último pedido por isso. Está quebrado, mas dá para consertar fácil. E é um item legal que te trará a chance de observar de perto as belezas da natureza... Com isso teríamos um hobby em comum. - E concluiria minha oferta com uma piscadela.

Se nenhuma de minhas ideias surtisse efeito em convencer ela a me atender, desistiria de cabeça erguida. - Tudo bem, desisto. Mas saiba que você tem uma dívida comigo... Futuramente irei cobrar. - E então encostaria os lábios na ponta de dois dedos e em seguida "sopraria" um beijo em sua direção.

Enfim, tendo sucesso ou não em sair com minha demanda em mãos eu trataria de seguir adiante com meus preparativos. - Se não se importa, posso sentar aqui no canto para ler o livro? - Perguntaria para a moça enquanto já me adiantava para me sentar em um canto tranquilo do lugar para prestar atenção no conteúdo do livro. Se ela negasse meu pedido, me retiraria da loja para procurar algum espaço público para me sentar e começar minha leitura.

Aprendizado de Toxicologia

E então comecei a acompanhar as palavras da obra literária, anotando mentalmente os conceitos base daquela ciência. Eu estava sim buscando concluir a obra, mas como um bom estudante é claro que não me limitei apenas à passividade da leitura: A cada novo aprendizado deixava minha criatividade fluir para imaginar possibilidades de aplicação de meus conhecimentos usando aquelas novas informações. Usei um dos papeis para fazer rascunhos e mapas mentais assim como um artista pincelando uma tela em branco. Gastei tempo o bastante para ler todo o livro e depois disso revisei meus estudos e as páginas mais importantes a fim de fixar ainda mais aquela informação em minha memória.

Fim de aprendizado

Me espreguiçaria e daria alguns pulinhos para afastar o cansaço mental que o estudo pudesse ter me causado. - Muito bem... Vamos colocar a teoria em prática. - Externalizaria meu desejo por praticar de fato a toxicologia como um último estágio de meu aprendizado.

Assim eu trataria de fazer a mistura que eu almejava... Eu tinha frascos de quatro produtos químicos diferentes e meu objetivo seria chegar à tal substancia que só envenenava quando em contato com o sangue. Para isso eu formularia em um papel os cálculos das proporções de cada ingrediente para planejar como se daria a reação que eu desejava. Após a etapa de projeto eu começaria a mistura com cuidado. Caso estivesse com o kit de laboratório seria bem mais simples de se fazer, pois teria as graduações das vidrarias e o equipamento certo para manipular a mistura. Mas se não tivesse, improvisaria usando as tampas como unidade de medida e o frasco da substancia usada como solvente como o receptáculo da reação e, claro, tomaria o cuidado para fazer a mistura esticando meus braços e já pronto para desviar em caso de alguma explosão ou acidente. Vale acrescentar também que evitaria respirar diretamente o ar caso soubesse que aquela reação liberaria gases tóxicos, seguindo para um exaustor (Se eu estivesse na loja e nela tivesse um) ou um ambiente ventilado o qual eu me afastaria da substância durante a reação.

Ao fim de meu experimento eu banharia minhas kunais e minha shuriken no veneno, embebendo elas com aquela substancia tóxica para aumentar a letalidade de meus cortes. Ao fim desse processo eu lacraria o recipiente da mistura e o guardaria entre minhas coisas.

- Phew... - Ao fim desse trabalho eu me permitiria descansar sentado no chão. Com esse tempo ocioso eu me permitiria dar atenção à meus arredores.

- Vocês sabem que eu estou vendo vocês, certo? - Usaria meus poderes de médium para transmitir mentalmente essas palavras às três figuras que me vigiavam ocultas desde minha estadia na casa de Erick. Eram espíritos de crianças pálidas que me observavam com um olhar curioso. Ao ouvirem minhas palavras elas se entreolhavam assustadas e no fim apenas se fingiam de surdos torcendo para ser um engano. - Estou falando sério. Eu vejo os mortos. - Sorriria diante de suas atitudes.

- P-perdão... Nós só estávamos de passagem. - Um deles se explicava gaguejando e logo puxando os outros dois para longe.

Uma outra criança se desvencilhava das mãos do amigo e se aproximava de mim. Ele tinha um cabelo de cuia e um bucho que indicava que provavelmente tinha morrido de verminose. - Na verdade a gente ficou admirado com sua força... Aquela batalha contra o navio fantasma foi incrível... - Ele dizia, com grande timidez.

Soltaria mais um riso, maravilhado com essa situação. - Foi apenas um dia qualquer na vida de um pirata... - Retrucaria, passando uma pinta de aventureiro.

- P-pirata? Você não é um pescador, tio? - Com o susto ele arregalou os olhos, deixando uma linha de catarro escapar de uma das narinas.

- Isso é só um disfarce. Mas fique tranquilo... Como um morto você não tem o que temer. Apenas aproveite a chance de acompanhar de perto a história do Capitão Gregory Ross. - Lhe traria algum conforto.

- Gregory Ross? - Uma voz mais rouca e castigada pela idade se ergueria de algum lugar mais longínquo. - Eu conheço esse nome... - A figura desconhecida se aproximava, trajando uma roupa de pescador bem castigada pelo tempo. Certamente ele era um cara trabalhador quando em vida. - É o traidor responsável pela morte da frota que fiz parte em vida!

- Mais um dessa época dando as caras? Não é possível... - Ergueria as sobrancelhas e deixaria a mandíbula cair em surpresa. - Cara... Não se preocupa. Pretendo me redimir caçando os sujeitos que dizimaram vocês.

- REDIMIR?! Ter feito parte da mesma marinha que recrutou um salafrário que nem você me faz ter vergonha de ter entrado nesse grupo, seu covarde de uma figa. - Ele disse, bufando como um touro raivoso.

- Covarde não, esperto... Veja bem, quem está vivo hoje em dia? O covarde ou o honrado? - Cutucaria suas feridas.

- Mas-

- Epa - Interromperia sua replica.

- Seu...

- Lálálálálá... - Subiria o tom de minha "voz" para cobrir suas palavras.

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- PARA COM ESSA BADERNA AI, MEU IRMÃO! - Eis que nesse momento finalmente alguém conhecido dava as caras, elevando a voz e dando um tapa na coxa de forma barulhenta. Era Edmund Dante, o eterno sobrevivente e maior monarca das terras de Shurima. Este estava acompanhado de Kabu Lozo, o nativo da nação do Flamengo.

- Dante! Flamenguista! Então resolveram dar as caras, malditos? Se vocês tivessem aparecido antes poderiam ter me ajudado para caramba... - Diria, imaginando que eles poderiam ter me auxiliado no treino de haki ou me acordado antes de eu vagar sem rumo pela floresta.

Kabu pigarreou antes de dar sua resposta - Imaginei que seria melhor para sua evolução se superasse desafios por conta própria. - Ele já chegava me dando um sermão.

-É... Tem razão... - Não contestaria sua acusação, pois embora fosse frustrante não usar os fantasmas para obter vantagens a verdade era que eu tinha que perseguir a vontade forte que Alícia tanto destacou anteriormente.

Depois de um bom tempo encarando diversos pontos do ambiente durante minha conversação telepática com os fantasmas, seria hora de prosseguir meus afazeres. Com isso em mente me ergueria do chão e me dirigiria às ruas para seguir mais uma vez o rastro do fragmento de minha mão.

- Você pretende mesmo ir atrás deles? - Kabu Lozo perguntou, curioso com minha motivação.

- É a minha vontade... Mas não ainda não sei com toda a certeza se devo fazer isso agora, pois no mar eles estariam com vantagem. Estou achando que a melhor opção por enquanto seja segurar meus impulsos e caçar um outro alvo, deixando a Destruição Alva para depois.

Durante meu caminho até meu pedaço estaria atento à conversa de terceiros para quem sabe pescar fofocas ou acontecimentos locais recentes. Buscaria também ficar atento à sinais da presença de criminalidade e de atividades ocultas em meio ao ambiente urbano. Como um malandro experiente eu sabia notar indícios do submundo, seja pela presença de olheiros que anunciavam a movimentação da marinha para os comparsas, contrabandistas atraindo o público alvo, becos com atividades ilegais ou qualquer outra atividade duvidosa do cenário oculto das cidades. Procuraria por esses sinais para poder obter ideias de como chegar até o submundo do lugar.




Edmund Dante, O Imperador de Shurima:
 

Kabu Lozo, O Flamenguista:
 

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