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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Unidos por um propósito menor

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MensagemAssunto: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptySab 4 Jul 2020 - 11:25

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Cindy Vallar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptyTer 7 Jul 2020 - 16:49




Post Aprendizado - Perícia Montaria



— Ora ora! Então está com dificuldades em manusear seu amigão aí, bom eu tenho um cavalo e posso te ajudar, vejo que já tem certa ideia e teoria da coisa, é mais um polimento, vamos lá então! - Cindy respirou fundo em uma fungada rápida, absolutamente surpresa com a generosidade do desconhecido em ensiná-la. Pensava que teria de insistir muito mais, e apenas este gesto a fez sorrir para ele com os olhos. O homem subia no próprio cavalo e começava a bombardear a garota de dicas Bom, são pequenos detalhes, a sincronia entre vocês deve ser talvez uma das principais coisas, confiar no outro e as vezes em suas decisões repentinas, pois bem, a primeira dica que dou é: a postura em cima dele, tente se manter mais inclinada, se você se distanciar dele em momentos de velocidade alta, as chances de você cair são maiores. Em segundo ponto, tente pegar na rédea com um espaçamento maior entre as mãos, deixando mais espaço de couro, assim em trocas de direção, você terá mais precisão. Por último e não menos importante, tenta se soltar, sentir o seu companheiro, a respiração dele que pode ser sentida nos seus pés, os pelos que balançam enquanto vocês correm, tudo tem que se unir e virar um só, vamos lá! Teste aí vamos ver!

A amazona simplesmente subia em Clap e o apertava com força usando as duas pernas. O pato se desesperava e saia em disparada - KYAAAAAAH!! e mais uma queda era adicionada à conta de Cindy Vallar, aprendiz de montaria.

~INÍCIO DO APRENDIZADO~


- Ora Ora! Me parece que você vai com muita sede ao pote! Vamos começar do começo! - O homem gentil se aproximava de Cindy caída fazendo o cavalo andar devagar em sua direção. - Você alguma vez já ajeitou estes estribos? - O homem descia do próprio cavalo e oferecia a mão para a pirata se levantar. Cindy se levantava tirando a poeira das roupas as espalmando enquanto movia a cabeça negativamente. - Ora ora... - Desta vez o tom do homem não era tão animado, e ele coçava a própria nuca olhando para baixo um tanto sem graça. - Vai ser mais difícil do que eu imaginava... - O tom de desafio do homem a fazia cintilar em resignação frente ao desafio, apertando os punhos com força de forma quase agressiva. - Vamos lá!!

O homem apresentou para a amazona as partes da sela. Explicou-lhe sobre todas as suas partes e as suas diversas funções, tanto práticas quanto para o conforto, e finalmente esclareceu para ela sobre os estribos. - Você deve montar com as pernas um tanto dobradas... Nem empurrando os estribos para a frente nem para trás.. Os calcanhares para baixo para o pé não prender e... EI... Este loro... Ele não está muito apertado?? - Indicou para ela um tecido que prendia a parte do peitoral do seu pato ao resto da sela. - Você nunca iria aprender assim!

Uma vez com os estribos, o loro e a sela ajeitados, e as devidas explicações sobre as partes da mesma, cabia a Cindy montar.

- É como eu disse, mocinhaa... Tente segurar as rédeas deixando que sobre corda... Nada de levantá-las muito... Leia ele... Entenda-o... Ei... Mais inclinada mocinha...

Cindy buscaria seguir todos os comandos do cavaleiro.

Ela estava com Clap havia pouco mais de um dia, mas ainda assim já havia dado para perceber que o pato era bastante nervoso. Tentaria assistir a forma como os seus estímulos repercutiam nele e a intensidade com a qual deveria estimulá-lo para obter respostas.

- Nada de força... Se centralize na sela. Nunca puxe a rédea da mão direita para o lado esquerdo do pito e vice-versa... Uau... Você tem uma montaria realmente rápida... EI... EI... Freio!!

Cindy seguiria ouvindo seus comandos.

- Se segure com força usando apenas as coxas ou vai cair para os lados... Quando quiser que ele acelere, aperte-o com os calcanhares de leve... Nada de assustá-lo do nada... Caso queira aumentar a velocidade, siga dando toques consecutivos cada vez mais fortes... Sinta a respiração dele com os seus joelhos... Isto...

Cindy ficaria durante o tempo que fosse necessário para aprender a arte da montaria. Assistiria com bastante paciência aos movimentos do cavaleiro e buscaria replicá-los... E então adaptá-los para Clap... Memorizando cada parte da sela, como o pato reagia a cada posicionamento das rédeas, como acelerá-lo, recuá-lo, fazer curvas com o mesmo e como os seus próprios movimentos influenciavam nos dele, de que forma se equilibrar melhor aos movimentos... ''Como se fôssemos companheiros do mesmo batalhão...'' refletiria ''Extensões do mesmo corpo..'' deixaria as pernas bem sensíveis aos estímulos que ele a entregava de volta, tornando aquilo uma via de mão-dupla.

Aos poucos permitiria-se acelerar com o mesmo, repetindo tudo quantas vezes fosse necessário.

Em caso de dúvidas buscaria fazer mímicas e apontar para coisas com gestos afim de se deixar bem clara... Se percebesse que o homem sabia ler, tentaria escrevê-las também em um papel do seu caderno.

~FIM DO APRENDIZADO~


Ao fim de tudo aquilo tanto o pato quanto Cindy estariam absolutamente famintos. Tirando uma sacola de dinheiro que estava na sela de Clap transformei créditos em berries e não sabia como fazer surgir a grana ela entregaria 100.000 berries para o cavaleiro como forma de agradecimento e então se curvaria para ele em respeito, caminhando para longe do lugar guiando o pato com a corda em busca de algum lugar em que fossem vendidos o que quer que patos comessem. A garota deixaria-o guiá-la em direção à comida e então apontaria para ela, sem dizer nada, esperando que o seu preço fosse dito. Pagaria qualquer coisa que custasse até 20.000 berries para o seu pato e então deixaria-o comer e descansar durante um tempo... ''E então, Tenente Clap? Pronto para as próximas missões?'' sorriria apenas com os lábios ao observá-lo comer.

Faria seu exercício de auto-analise... Buscando ferimentos pelo corpo, vendo o seu próprio estado e então passaria para assistir ao dele.






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''.....''

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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptyTer 7 Jul 2020 - 23:08




Unidos por um propósito menor


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Horário: 20:30
Temperatura: 22°C
Localização: Briss Kingdom


Treinando com o Desconhecido que em meio ao treino dizia: —Por sinal, me chamo Yusuke, vi que é bem calada então não sei se muda algo essa informação, enfim vamos continuar!

Seguindo seu treino, os primeiros 30 minutos foram difíceis tanto para Cindy que agora tinha que se acostumar com os novos ajustes, acabava caindo de Clap seguidas vezes, o mesmo que também não se acostumou tão fácil com os ajustes.

Continuando seu treino por mais de Duas horas, Yusuke começava a ver uma boa evolução na menina, sorrindo e continuando a analisar ela, ele levava água e mantimentos para os dois que ali estavam a treinar e se desgastar.

Uma hora se passou e o treino agora começava a ser mais focado em velocidade e desvio de objetos, com algumas quedas e desentendimento das duas partes, Cindy e Clap, aos poucos os dois se união, um sentia a respiração do outro, sentia a firmeza e foco do outro, essa junção fez que os dois fossem deixando aquilo algo natural, quase como se praticassem todos os dias.

Vendo aquela sintonia que ali acontecia, Yusuke de fora via os dois lados determinados, focados e com um objetivo a se cumprir, ele apenas agora olharia, já não havia mais dicas a dar e só restava olhar aquela beleza, admirar aquele momento.

Após mais uma hora se passado, agora já de noite, o Homem dizia: — Acredito que estejam prontos! - Vendo que os dois ainda estavam bem focados, via agora Cindy tentar acelarar, coisa que antes havia feito cair, com certo receio e medo ele apenas olhou, Pela primeira vez Cindy sentia uma coisa que era totalmente diferente para ela, o vento passando pelo seu rosto, seus cabelos se mexendo e as roupas balançando, uma sensação de liberdade era sentida por ela, uma leveza tomava seu corpo.

Ao fim de seus treinos e já estando mortos, eles então se despediam do homem, o mesmo que negava a quantia dizendo: —Perdão não posso aceitar, só de ver vocês treinando e poder ajudar alguém, isso já é o melhor agradecimento para mim, me lembro das minhas épocas de professor...Oh tempo bom HAHAHA! – Gargalhava e sorria olhando para os dois, continuava e dizia: —Boa sorte em sua caminhada garota, vejo futuro nos dois e vê de se alimentarem, os dois estão com uma cara de mortos hahaha... até jovens!

Saindo daquele lugar e agora entrando em uma comunidade que morava perto do lixão, os dois sentiam o cheiro de uma boa comida, seguindo aquele cheiro, Clap a traria até um simples restaurante de frutos do mar, chegando lá o homem que os recepcionou já entendia, sem falar nada ele ia até a cozinha que ficava nos fundo e voltando entregava uma sacola com alguns peixes frescos ao clap e para a garota trazia um belo Lámen,  simples mas com um ótimo odor, o homem dizia: —Estamos em promoção hoje! ta custando 15.000 berries. - recebendo o dinheiro, agora entregava a eles seu pedido.

Sentados ali agora Cindy se recordava que no dia seguinte teria um roubo, que aconteceria cedo, via de longe um pequeno estabelecimento que podia servir para dormirem.

Analisando a procura de machucados e já com o sangue mais frio, A garota percebia um corte mais fundo em seu antebraço.

Faltam algumas horas para o Roubo, o que a jovem garota faria?


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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptyQui 9 Jul 2020 - 9:02




A última noite em Briss Kingdom



De olhos fechados e respirando fundo em um raro momento de relaxamento, a amazona se recostava em seu pato e se deliciava - por incrível que pareça - com o aroma frio do lixão misturado com ramen quente ao qual já havia se habituado. ''É incrível...'' pensava se recostando nas penas após a refeição. ''O povo de Latem é gentil para com seus estrangeiros. Yusuke não aceitou o dinheiro e foi bastante receptivo...'' encararia o céu e sentiria a brisa estrelada da zona sem luzes da cidade.

Encararia o corte profundo no braço e sem demonstrar surpresa em sua feição ou até mesmo estar incomodada com aquilo a guerreira encararia aquilo como um mero inconveniente. Mas também como um simbolismo. ''Algumas sensações boas superam até mesmo a dor...'' refletiria, buscando apaziguar a sensação do machucado ao sopesá-la contra o dia rico que havia vivido.

Mas ainda não poderia ignorá-la.

Andaria até o atendente que a havia oferecido a comida e lhe mostraria seu machucado de longe, expondo o antebraço e apontando para o ferimento.

O natural é que, ao se deparar com ferimentos, as pessoas tenham uma tendência a lhe dizer o que fazer sobre eles: Onde tratar, com quem tratar, como tratar... Cindy esperaria isto dele. Caso ele não fizesse, mostraria o ferimento para outras pessoas - não antes de cumprimentá-las com uma reverência educada e nunca sem fazer um gesto com as mãos pedindo para que a pessoa se acalme - até que uma delas lhe indicasse onde se tratar e como. Até mesmo pagando se necessário.

Após ter esta informação andaria junto com Clap em direção ao estabelecimento onde poderiam dormir. Procuraria por placas com indicações de preços, ou por informações gerais, e então pagaria se não achasse muito abusivo.

Mas não ficaria no estabelecimento.

''Ver a gentileza de Latem apenas me faz ficar mais intrigada com os nobres de Geartrópolis...'' refletiria enquanto tiraria a sela de Clap e o prepararia para dormir. ''....'' esvaziaria sua mente em um transe e encararia o céu.

Levaria a mão até o chip quebrado do seu DroidSucata que a havia feito ficar mais um dia em Briss Kingdom. Na forma como havia crescido ao aprender com Vergil e Dan sobre o ferro-velho e seu modo de viver. Na forma como Kelvin a havia feito evoluir ao ensiná-la a construir. No modo como seu droid, feito de restos do ferro-velho, ainda não possuía alma graças a ausência daquele pequeno chip e, principalmente, a razão de ser de toda essa aventura que a havia feito se relacionar com Zaki e Bia: Como um chip poderia carregar a personalidade do seu droid ainda por nascer?

Para entender seu droid, teria antes que entender a si mesma, a sua própria personalidade... Mas não havia como fazer perguntas para isso. Seguraria o chip na palma das mãos com mais força. ''Eu tenho de comparar as respostas que me dão..'' pensaria no contraste entre os planos de vingança de Bia e a tendência a perdoar de Zaki. Na gentileza de Yusuke ao ensiná-la montaria e.... Na avareza de Geatrópolis. Uma gigantesca interrogação carregada de contradições que instigava Cindy a querer entender aquele lado da história ainda mais.

Afiaria o olhar como lhe é habitual e respiraria fundo como num ritual de preparação.

Alisaria a cabeça de Clap em despedida e iria em direção ao local onde faria seus curativos - caso ainda não tivesse feito - e então para a cidade gigante.

Cindy andejaria usando sua audição aguçada para evitar rotas com muitas pessoas e também para evitar aproximações inesperadas a todo momento. Iria primeiro até o Porto de Briss, ficando sempre afastada da população no geral, espreitando-os, assistindo-os, compreendendo-os como uma leoa se prepara para abater uma presa. ''Hm...'' refletiria sobre os hábitos do local que havia acusado Zaki injustamente. Assistiria os seus barcos. De longe, procuraria por informações. Contradições. Fraquezas. Onde poderia arrombar? Como era a estrutura do Porto? Quais eram as diferenças entre os barcos?

Ainda cautelosa, caminhando pelas sombras e evitando pessoas próximas, a amazona caminharia sozinha em busca de mais informações sobre o estilo de vida dos nobres e como eles não conseguiam perceber a própria vilania.

Iria até a Briss Tower, o símbolo opulente do poder de todos na cidade.

Sentindo a própria pequenez ante a torre, lembraria-se do dia anterior, da primeira vez que a vira. Em Zomana não havia nada tão grandioso.. E, para Cindy, encará-la era como estar diante do olhar de um elefante hostil, de volta aos pátios de treinamento, sentindo-se impotente tamanho poder que exalava a massa cinzenta e arredia.

''Eu odeio isto.''

Levantaria a mão em direção à torre, tentando cercá-la com as mãos, como se buscasse tapar seu brilho e subjugá-lo em seus dedos.

''Eu sou maior do que esta torre.''

Seu olhar se amargaria. Lembraria-se da vez em que subira em um dos elefantes para sentir-se gigante. Da vez em que saiu da zona de treinamento e explorou além para se sentir maior. Da sua luta no dia anterior contra o Agente do Governo Mundial e de como havia tido de ser mais do que já era para cumprir o desafio de vencê-lo.

Cindy odiava e amava os seus inimigos na mesma medida conforme crescia. E aquela torre opulenta carregava esta mistura de amor e ódio que a instigava, intrigava e a fazia querer ser ainda mais.

Sem se desanimar, caminharia em direção à Torre e se aproximaria o máximo possível dela.

Com sua audição aguçada e o seu conhecimento em Mecânica buscaria encontrar o gerador de energia dela, os postes que a alimentavam, sua segurança, suas informações, onde poderia arrombar e onde não poderia.

Buscaria se aproximar o mínimo possível da torre e conseguir as informações via audição.

Precisava fazer com que seus inimigos a amassem e odiassem também.

Ao contrário dela, isto costumava fazê-los sentir-se menores.

Caminharia de volta para o estabelecimento aonde estava Clap. A todo momento atenta para qualquer aproximação hostil, visando procurar por muros ou paredes, rotas pelas quais ela pudesse fugir usando suas habilidades de acrobacia e alpinismo, buscando tomar rotas impossíveis de serem seguidas pra pessoas que não tinham as mesmas habilidades. Aquela noite seria de preparação e não de combate.

Após sua caminhada noturna - que não pretendia que durasse mais do que uma hora - Cindy buscaria tomar banho e dormir.

E então contaria ovelhas como um lobo com insônia.






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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptyDom 12 Jul 2020 - 17:48




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Horário: 21:30
Temperatura: 22°C
Localização: Briss Kingdom

Vendo aquela situação que o acalmava e relaxava, a amazona agora olhava seu braço, vendo o corte e não se desesperando ela diminuía a dor agora. Mesmo assim aquilo ainda seria um incomodo, voltando ao atendente ele diz vendo o machucado da menina: —Aiii! Vai dar uma boa cicatriz! Bom não sou o melhor nisso, mas conheço um cara, segue a rua,  pega o beco a direita, nome da loja é Gomi.

Seguindo até lá, agora ele via uma simples lojinha, entrando o cara de longe já via seu machucado, dizia: — Ehhh... Bom pode sentar nessa cadeira, vou pegar os materiais para o procedimento. - Saindo da sala e voltando depois de um tempo já com as coisas.

Ele então primeiro limpa a ferida, utilizando um álcool, já deixando limpo, ele pega o kit de sutura e nesse momento começa o procedimento de suturar, com 15 pontos o braço de Cindy agora estava fechado.

Entregando um chá e dizendo: —Bom agora é esperar que vai curar, o chá ajuda a acalmar os músculos. Não cobramos nada, por aqui ajudamos o máximo que conseguimos!

Saindo de lá e indo em direção ao estabelecimento, Cindy via que a diária de uma noite seria 40mil berries, pagando e agora saindo de lá, tirava a sela de Clap, que se relaxava sem o peso.

Olhando para o céu e refletindo sobre tudo que um chip trouxe para sua vida, ela agora queria entender mais sobre seu droide, refletindo sobre sua vida e indo ao porto, lá mesmo de noite, via barcos indo e chagando, por lá via muitas pessoas, sempre com rostos fechados e demonstrando desgosto.

Andando pela cidade e vendo a torre, agora tentava encontrar informações sobre a mesma, percebia pelo som que o gerador ficava na parte inferior da torre, nos fundos, além disso se ouvia que homens lá de dentro agora saiam e trocavam com os vigias de fora.

Voltando para o estabelecimento, Cindy agora se deitava e dormia.

Acordando cedo com o sol entrando pela janela, o que Cindy faria? o roubo era naquele dia.



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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptyTer 14 Jul 2020 - 19:58




Sol.



Em seu típico ritual matutino, Cindy erguia-se e ia tomar banho.

Tamanha sua disciplina, sequer cumprimentaria Clap caso este a avistasse e apenas iria em direção ao chuveiro.

Deixaria que a água percorresse seu corpo e escorresse para fora seus pensamentos mais escusos; como que em um transe, a expressão apática e serena, Cindy seguiria refletindo sobre o colosso que arranhava os céus de Briss Kingdom. Sua ânsia por desafios e por se superar não a permitiria descansar até ser notada por ele. Apertaria apenas uma das pálpebras em uma reflexão profunda.

Após o seu banho seguiria o seu ritual militar. Se secaria bem e, sem roupa, ainda em seu quarto, juntaria bem os dois pés e tentaria tocá-los com a ponta dos dedos. Arrastando os pés e os abrindo bem ela buscaria escalar o máximo possível para testar a própria agilidade. Seguiria fazendo o máximo de movimentos de alongamentos possíveis como era de praxe, para só então vestir a própria roupa.

Só então, livre de sua própria rotina matinal, cumprimentaria o seu mascote com um cafuné carinhoso embaixo do seu bico de pato e com um sorriso pouco expressivo com os lábios; a sua forma um tanto frígida de agir quando não está sob influência de sentimentos fortes. Aproximaria seu rosto do dele, em um gesto um tanto mais carinhoso, e então assistiria bem o seu companheiro de guerra, o olhando no fundo dos olhos.

Juntando as suas coisas e o levando para o lado de fora, alisaria bem as suas penas com as próprias mãos para só então vestir a sua sela. Subiria sobre ele com cuidado, testando bem a sela, e então o cavalgaria em direção ao local onde haviam comido no dia anterior. Buscaria uma outra refeição para os dois, nada de muito pesado, pagando o mesmo preço do dia anterior.

Observaria bem o céu e o tempo. ''Não posso me atrasar..'' refletiria como se um relógio interno existisse dentro de si. Não que ela possuísse qualquer noção das horas. O relógio era apenas um cronômetro, um tictoc a induzindo à urgência, uma ansiedade comensurada típica de alguém que havia vivido tantos anos sob um sistema rígido.

''Vamos lá...'' pensaria quando finalmente estivesse pronta, tendo conseguido comer ou não, em direção à oficina de Bia.

Tomaria cuidado, a todos os momentos, com o próprio ferimento no braço, mas buscaria principalmente não se atrasar para o seu compromisso.

Ao chegar lá, caso conseguisse, assistiria bem à oficina e aos seus companheiros, em busca de ferramentas que pudessem ajudá-la a arrombar a casa e também intentando compreender seus estados de espírito e os avaliando no geral.







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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptySex 17 Jul 2020 - 10:31




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Horário: 08:15
Temperatura: 18°C
Localização: Briss Kingdom

Depois de um dia cansativo, finalmente Cindy conseguia descansar. Acordando ainda cedo no outro dia, agora a menina se levantava e ia ao seu banho, sem ao menos falar com Clap ela agora tomava um banho.

Sentia agora à agua percorrer seu corpo, descendo e passando por seu corpo, por suas curvas, feridas e cicatrizes, aquele banho não só a relaxava mas servia para descarregar alguns pensamentos que ela criava em sua mente, com grandes ambições nem mesmo aquele banho de fato tirava seu foco, de fato relaxar por completo não era algo que a jovem já teria sentido.

Saindo do bando e mantendo sua disciplina, ainda nua, se alongava e testava sua agilidade, apesar de não ter machucados sérios ou coisas que pudessem incapacita-la, era possível sentir certo desconforto pelo treino longo que havia feito um dia antes, nada que fosse prejudica-la.

Já vestida ela então finalmente ia falar com Clap, que a pouco havia acordado, ainda meio perdido num transe de estar sonhando e já acordado, ele demonstrava uma ótima feição, aquele cafuné o aquecia por dentro, levando sua cabeça em direção da mão de Cindy, como se ele pedisse por mais.

Deixando a localidade onde dormiram, agora ela passava rapidamente onde na noite anterior havia comprado sua janta, ainda cedo, para a sorte dos dois, o estabelecimento tinha aberto fazia cerca de 15 minutos, o cheiro era maravilhoso, mesmo se falando do lugar onde era estabelecido a vila, ao lado de um lixão, o cheiro daquela comida gerava um bom sentimento de dia começando.

Comprando o mesmo do dia passado e pagando 15mil berries novamente, agora ela com sua pressa e medo de chegar atrasada, comia durante o caminho, por sorte, Clap consegui comer ainda antes deles já se direcionarem para o local combinado.

Chegando lá, via Bia já com sua xícara de café em mãos, a mesma que agora dizia: —Olhaa... chegando até antes do combinado, Zaki ainda não chegou, mas temos tempo para recapitular o plano. – Dizia agora se afastando e mostrando novamente a planta da casa.

Ao fim de sua explicação do que antes já havia sido combinado, ela dizia: —Bom, vai dar tudo certo, não precisa ficar nervosa viu? – Falava tentando relaxar a situação.

Quase no horário combinado o homem-peixe chegava dizendo: —Bom dia pessoa! Desculpe pelo atraso, bom vamos lá?

Antes de sair de lá, a amazona procurava coisas uteis, com o tempo que tinha, consegui achar um pé de cabra.

Seguindo agora com os outros chegava na mansão, que se localizava em um ponto bem rico da cidade. Por lá nesse horário as coisas pareciam bem calmas, assim como esperado.

Chegando na parte de trás da casa, era possível ver a entrada que antes haviam antes combinado, a porta. Bia dizia enquanto apontava para a porta: —Por ali que adentraremos a casa, venham atrás de mim! – Seguindo por ali eles adentravam no quintal da mansão.

Era possível ver que o vigia, rodeava a casa e agora passava pelo quintal, por sorte Zaki puxa todos a tempo para atrás de uma cabana que ficava ali nos fundos.

Ainda lá de fora podia se perceber que a empregada estava a limpar o andar inferior.

O que eles fariam então para adentrar sem serem vistos?


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Última edição por Jean Fraga em Sab 18 Jul 2020 - 12:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptySab 18 Jul 2020 - 0:36




Palavras de concreto



—Bom, vai dar tudo certo, não precisa ficar nervosa viu? - Piscava os olhos e no momento em que os abria tinha uma expressão de completo estranhamento. Movendo apenas as pupilas em direção a Bia estranhava o ultraje. ''Ha....'' ria-se por dentro.

O que borbulhava dentro de Cindy naquele momento não era receio, nem nervosismo e muito menos pavor. Uma ansiedade se fundia com a excitação crescente do desafio que se aproximava. Mal podia esperar por... —Bom dia pessoa! Desculpe pelo atraso, bom vamos lá?

''Estranho...'' agora o seu olhar ia em direção a Zaki, que parecia ter se acostumado de repente com a ideia de roubar a mansão que o deixava desconfortável antes. Mas seus companheiros de guerra pareciam estar bem o suficiente. O batalhão estava completo.

Nem mesmo percebeu como chegou na mansão, tão rápido lhe parecera o percurso. Aonde estava Clap? —Por ali que adentraremos a casa, venham atrás de mim! - Antes que pudesse ter certeza ou mesmo a chance de posicioná-lo melhor, o fluxo do campo de batalha a fazia seguir Bia através da porta do quintal da mansão.

Tamanha sua excitação frente à sua primeira missão de invasão a um palácio, a Amazona disparou em direção à mansão a toda velocidade, sentindo seu corpo pender estranhamente em outra direção e então finalmente percebeu que fora puxada para trás de uma cabana.

Apoiava as costas na amurada da cabana, respirando fundo, aplacando seus sentimentos. Sentiria o antebraço machucado, seu ferimento, suas limitações. Que bom que Zaki a havia puxado... Se se deixasse levar pela aventura acabaria perdendo.

Com uma reverência de leve com a cabeça agradeceria ao companheiro com um aceno.

Olharia para o céu...

Mesmo diante do perigo, o que realmente chamaria a atenção de Cindy seria o modo de viver dos nobres. A sua gigantesca curiosidade focava no contraste entre a forma de viver deles e dos seus companheiros de Latem, e em que tipo de ótica de mundo eles haveriam de ter para justificar tamanhas injustiças. Sua mente vagaria, e ela ouviria o som dos elefantes de guerra e dos tambores nos campos de treinamento...

~FLASHBACK~

Pilastras de mármore lisas como a linha do horizonte eram dispostas através do palácio em uma arquitetura moderna. Tudo era tão absolutamente delineado e quadrado, tão plenamente polidos, paredes tão alvas, que a sensação que aquela arquitetura transmitia era de limpeza, harmonia e também disciplina.

A jovem amazona, que desde aquela época já possuía retinas que gostariam de ser a moldura do próprio mundo, observava tudo extasiada e de boca aberta, erguendo o pescoço tão alto que chegava a apontar o queixo para o céu para poder observar a beleza do palácio. - Nossa...

- As suas instalações novas não estão aqui ainda... Vamos... - A garota saiu do palácio e foi para uma outra construção junto com as suas companheiras. A pintura carcomida e o reboco mal-feito causavam um estranhamento até mesmo para ela, que não tinha muita certeza sobre o que achava belo ou não. - E o primeiro serviço de vocês é tornar o seu novo alojamento como o palácio. - Sua mestra alertou ao batalhão.

Durante os meses seguintes as pequenas amazonas trabalharam com cimento, tinta e reboco para ajustar as estruturas. Por mais que as lixasse e pintassem de volta, as paredes terminavam nunca ficando lisas o suficiente. Acordavam e dormiam com sons de berrantes, notando a diferença entre as duas construções se tornando menor a cada dia. Aos poucos aprendiam a organizar as próprias camas com mais velocidade, a treinar o corpo com mais maestria, a serem cada vez mais assertivas na reforma de seus alojamentos.

Detalhes no relevo da parede se tornavam cada vez mais claros conforme o perfeccionismo se intensificava.

Assistiu durante meses o descaso de algumas colegas se refletindo na arrumação dos quartos, e como elas eram, uma a uma, sendo cada vez mais induzidas à reforma própria também.

Lençóis dobrados e alinhados de forma perfeita. Linhas cada vez mais precisas em seus ataques. Paredes erguidas se aproximando cada vez mais do ângulo de noventa graus.

- As paredes falam, garotas. E as paredes de Zomana falam de disciplina e precisão. - Após quase um ano de esforço conjunto as Amazonas haviam expressado suas evoluções naquelas paredes lisas.

~FIM DO FLASHBACK~

Em Latem as paredes falavam em reaproveitamento do máximo possível. A língua da transformação do potencial e dos valores secretos no lixo. O primeiro passo para Cindy seria observar a casa daqueles nobres. Ver os seus móveis, as suas paredes, as histórias secretas que eles contavam. A expressão de como eles eram por dentro em seus métodos de organização... As palavras de concreto que ela pudesse perceber. Seria como entrar em suas mentes e ter a chance de conhecê-los um pouco melhor.

Mas, antes disto, precisaria passar por aqueles dois funcionários...

Forçaria os dedos contra a parede da cabana, buscando conter a própria vontade feral de avançar em direção a eles.

A empregada limpava o andar debaixo. O vigia circulava o quintal em que eles estavam.

Cindy olharia para os companheiros e pediria com um gesto de mão que eles tivessem paciência.

Utilizando sua audição aguçada buscaria identificar aonde estariam o vigia e a empregada bem como os seus movimentos. Buscaria circundar a cabana chamando os companheiros a ir para o outro lado dela com calma caso o vigia se aproximasse deles, buscando evitá-lo. Quando sentisse que o vigia estivesse longe o suficiente em sua ronda e que o momento fosse propício ela tiraria a própria blusa e a amarraria em torno do gancho e da corda de cinco metros que possuía.

A empregada faxinava o primeiro andar, sim, mas Cindy não precisaria sequer passar pelo primeiro andar - ao menos não naquele momento, já que ela queria ver tudo - pois se bem se lembrava Bia havia lhe dito que o cofre estava no segundo andar.

Confiando em suas habilidades de Acerto e no malabarismo da sua Acrobacia e usando a camisa amarrada no gancho para abafar possíveis barulhos, Cindy lançaria a corda em direção a qualquer estrutura próxima a janelas, ou janelas, ou até mesmo varandas, que pudessem levá-la até o segundo andar, prendendo o gancho na mesma.

Com bastante cuidado com os seus ferimentos e buscando concentrar sua força e peso apenas no braço bom, Cindy escalaria usando seu Alpinismo até o segundo andar buscando não ser vista. Encorajaria os companheiros a subirem pela mesma corda. Na possibilidade de eles conseguirem ou não subir buscaria puxar o gancho e a corda para não deixar pistas e adentrar a casa para observar melhor formas de colocá-los para dentro.

Utilizaria a sua audição aguçada e sua visão empolgada para observar o máximo da casa possível dentro dela, buscando sempre não deixar rastros...

Caso a qualquer momento fosse percebida buscaria disparar correndo em zigue-zague para dentro da casa, procurando se manter em movimento para chamar a atenção para si ao invés dos companheiros.






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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptySab 18 Jul 2020 - 14:12




Unidos por um propósito menor


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Horário: 08:30
Temperatura: 19°C
Localização: Briss Kingdom

Cindy que pela velocidade que tiveram em chegar na mansão, não teve tempo de perceber  o seu arredor, de forma rápida, consegui ver que ali era um lugar com várias casas, todas de padrão, via pessoas em sacadas, esbanjando dinheiro, por lá não se sentia odores ruins, como antes havia sentido na vila perto do lixão.

Com Zaki puxando-a para atrás da cabana, que por sinal, ficava a 30 metros da casa, ela por sorte não era avistada pelo vigia, diminuindo sua excitação com o momento, agora olhando para o céu, se recordava de seu passado.

Lembrando daquele esbelto Palácio, que te trazia uma sensação de calma, um vazio em sua cabeça, sem fim...

Chegando agora num local totalmente oposto do anterior, seus pensamentos e duvidas, sobre o que é o belo para ela, começavam a bagunçar sua mente.

Trabalhando naquele estabelecimento, arrumando, trabalhando na sua beleza, após messes elas mostravam uma grande evolução na limpeza, organização e beleza do local.

Analisando o interior da casa, Cindy percebia uma extrema limpeza, ainda que faltasse lugares a se limpar, que já eram limpados pela empregada, a casa por dentro era de fato uma limpeza, com poucos moveis, ela demonstrava um estilo minimalista, com foco em móveis brancos.

Percebia que a casa era bem separada, na parte de trás, as portas que davam acesso a casa, eram todas de um fino vidro, as paredes em sua maioria finas como as portas, em especifico chamava atenção aos seus olhos, uma parte da casa, com parede quase 2 vezes mais grossas que as outras, Bia que também havia percebido isso, diz: —Ali que está o cofre amigos!

Entendendo o gesto de Cindy, eles acenam com a cabeça confirmando que irão esperar sua decisão.

Usando sua audição e percebendo que o vigia estava na frente da casa, ela arruma seus equipamentos e com suas habilidades de alpinismo, ela consegue fixar seu gancho na varanda, subindo com certa facilidade. Em seguida os outros seguem e sobem também.

Vendo a casa na parte superior, se encontrava na varando do que se parecia o quarto de uma criança, o mesmo quarto que por lá se encontrava uma jovem menina dormindo, a persiana que não fazia a criança acordar.

Na parte de trás, de apoios para entrar como varandas esse era o único disponível, a altura da casa era imensa e a corda com o gancho, dificilmente seria alcançável.

Se descesse, provavelmente o vigia ali já estaria, se entrassem no quarto, havia ali uma criança a dormir, que poderia acordar se houvesse muito barulho.

Bia dizia de forma baixa: —Afinal, porque subimos? O cofre fica lá embaixo , o que faremos agora? – Pergunta um pouco tensa. Zaki se demonstrava Bem calado e apenas seguindo os ventos do destino.


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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor EmptySeg 20 Jul 2020 - 18:51




Paredes alvas




—Ali que está o cofre amigos! - Seus olhos vasculhavam a casa e ela captava detalhes em flashes, buscando processar o máximo possível o que aquelas paredes queriam dizer. ''As Amazonas limpavam a própria sujeira...'' puxava um pouco de ar por entre os lábios, refletindo ao máximo sobre aquelas paredes alvas que eram mérito da empregada. Imagens do palácio de Zomana saltitavam em sua mente. Muito embora as Amazonas limpassem a própria sujeira e fossem bastante disciplinadas, a área aristocrática de Zomana também possuía empregados. A garota nunca havia relacionado antes... Ou sequer raciocinado... Se elas haviam construído seus dormitórios conforme o Palácio... Quem havia construído o Palácio?

Suas pálpebras tremiam se retraindo e avançando por sobre a pupila... Em um estado de consternação e de ressignificação do seu próprio passado. ''No passado... Minha vida... A empregada...'' como dito antes, seus olhos faziam imagens frenéticas da casa. As paredes de vidro pelas quais era possível ver os móveis brancos - que lhe pareciam uma ostentação à limpeza que nunca fora deles -, e as paredes finas apesar de estruturadas... E as paredes alvas e grossas em torno do cofre. ''Manchas...'' sugava mais ar pra dentro de si, como se alimentasse uma fornalha em sua mente através daquela inspiração ''Haviam manchas de sangue no dormitório que nos faziam ter de pintar as paredes com frequência...'' a fugacidade em seu olhar se comprimiria e sua feição se tornaria fria e um tanto inexpressiva, como se a realização a acalmasse. ''...A única coisa que o dormitório não tinha em comum com os palácios''

Mas aquilo era demais para pensar durante a missão. Havia aprendido isto também em Zomana: o valor de não pensar demais sobre as missões.

''Então quando pensar?'' pensou logo após conseguir subir na varanda. Seu olhar era distante e reflexivo quando foi interrompida. —Afinal, porque subimos? O cofre fica lá embaixo, o que faremos agora?

Chacoalharia a cabeça fechando os olhos com força para afastar os pensamentos de vez. Havia se confundido sobre a localização do cofre, e isto não era do seu feitio. A bem da verdade, aquela era a primeira vez que experimentava uma missão de verdade. Mas em todas as suas simulações de invasão havia conseguido afastar os pensamentos e se concentrar durante toda ela... ''Mas na minha primeira missão de verdade... Será que eu seria assim?''

Chacoalharia a cabeça novamente. Teria de entender a sensação insólita da dúvida durante a missão depois, ou daria tudo errado.

Ou ao menos era o que ela esperava conseguir fazer, até todas as dúvidas aflorarem novamente ao perceber o quarto de quem ela estava encarando.

Seu olhar era voraz como um tubarão captando uma gota de sangue.

Ali estava.

Tudo o que ela precisava para saciar as suas dúvidas sobre os nobres.

As paredes, de fato, possuíam palavras de concreto e contavam histórias. Mas o que fazia o coração de Vallar acelerar agora era justamente o fato de ela ver, refletida nas paredes alvas, a ela mesma, e trazer à tona um incômodo sobre a qual ela nunca havia refletido sobre o seu próprio passado. Aquilo não era um problema; A viagem interna lhe era interessante. Mas, conforme a frequência de sua respiração se intensificaria, e conforme cada inspiração e expiração palpitante sua caixa torácica se expandia cada vez mais na proporção de seu instinto de caça a dominando... Mais ela percebia que a única forma de entender de fato aquelas paredes era ouvindo as histórias que as pessoas que viviam nela possuíam. Pois sempre poderia avaliá-las apenas como reflexo das em que havia crescido.

Encaixaria os dedos no vidro da janela e aproximaria com um desejo contido de atravessá-lo.

Fungaria o ar quente para fora do pulmão e afastaria de uma vez por todas o dilema, buscando acabar com o seu conflito interno ao interligar forçadamente os pensamentos e o ímpeto de completar aquilo, criando uma abominação mental - novamente insólita - que seria o que a representaria naquele momento.

Com um gesto de mão pediria para que eles a esperassem agir.

Começaria a abrir a janela... Pararia. Ajeitaria a postura para uma mais ereta. Se lembraria dos ensinamentos de Mecânica do dia anterior, sobre como engrenagens mal lubrificadas ou com muitas partículas costumavam fazer barulho. Se debruçaria novamente sobre a janela e buscaria avaliar o sistema da janela e soprar excesso de poeira e de que, ao abri-la, que ela fizesse o mínimo de atrito possível para evitar o barulho. Se necessário buscaria utilizar suas habilidades em Arrombamento para mover sistemas dela de forma a tornar conveniente a mobilidade.

Não abriria a cortina à princípio... Deixaria a escuridão banhar o quarto.

Utilizando apenas o bastão, levantaria a cortina de baixo para cima, começando pelas pontas, esperando que a luz que entrasse no quarto fosse diretamente para o chão, modulando a sua direção, esperando que aquilo fosse o suficiente para entrar no quarto utilizando a sua acrobacia para entrar na ponta dos pés e se abaixar lentamente, evitando ao máximo fazer barulhos.

Não teria muito tempo para observar o quarto do garoto... E precisaria se mover no escuro. Com sua audição aguçada para assistir aos próprios barulhos e evitar fazê-los e se deslocando na ponta dos pés e com o máximo de cuidado possível ela se aproximaria do garoto.

Uma vez próxima o suficiente, teria de agir o mais rápido possível: Atingiria o pescoço dele com um ataque rápido e leve do seu bastão, tentando localizá-la através da respiração que ouvia do mesmo. Utilizaria o máximo da sua destreza para conseguir concentrar um ataque em um ponto certeiro e que não o machucasse. A intenção seria apenas tornar impossível para ele gritar durante alguns instantes... Logo após, tentaria pegar a fronha do travesseiro do garoto e pô-la em sua boca, usando os lençóis para amarrar seus braços e pernas, bem como enrolar uma outra parte do lençol em torno de sua boca, fazendo com que ele ficasse totalmente preso e impossibilitado de gritar e de se debater.

Logo após isto, a garota se ajoelharia na frente do garoto.

Sua expressão seria de curiosidade e de atenção, olhos apertados e feição de quem encara um brinquedo... Com a cabeça na diagonal de uma maneira bastante concentrada e relaxada - e que seria até mesmo considerada inocente e casual, caso não estivesse raptando uma criança.

No caso de fazer algo errado e sem querer acordar a criança antes da hora, concentraria todos os seus esforços em acertar sua garganta com o ataque e impedi-la de gritar para poder amarrá-la, utilizando sua habilidade de Aceleração para fazer isso o mais rápido possível.

Observaria bem as amarras e as testaria. Observaria bem a criança nobre... Também a estaria testando.

Abriria a cortina para que seus companheiros pudessem entrar, com o alvo já neutralizado.

Ouviria o que eles teriam a dizer, observaria o quarto e a mansão... Tentaria detectar pelos sons aonde a empregada poderia estar.

Mas observaria principalmente a criança. O lugar de onde ela havia vindo, o seu contraste com Latem e com a criança, o lugar de onde havia vindo e os lugares por onde andava... Seus reflexos nas paredes alvas e na pupila do sequestrado... Em algum lugar dali estava ela, bem como os segredos do chip que buscava.





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