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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia III

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptySex 03 Jul 2020, 00:58

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia III

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Karyo Shen, Calros Lazo, Laith Kinder e Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyDom 23 Ago 2020, 23:58





A atitude impensada de Katherine continuava a influenciar fortemente na minha situação, afinal fora ela quem deixará ser presa pelos fios. Mal havia me levantado e já acabava no chão novamente, o que começava a retirar a minha paciência profundamente - Não é só a cor de cabelo que mudou idiota! meu tom de voz com certeza estaria totalmente alterada. Iria acabar com a raça desse desgraçado e depois procuraria sair dali de alguma forma, procurando evitar mais confusões.

Não poderia cometer o mesmo erro duas vezes e por isso, antes de levantar procuraria me certificar de que estava livre dos fios cortando-os com a kunai se necessário. Com isso, eu poderia afirmar que não iria cair no chão por causa disso e dessa forma poderia me concentrar no meu oponente. Ficaria imóvel por alguns segundos apenas observando os seus movimentos tentando encontrar algum padrão em suas tomadas de decisão, queria tornar as coisas mais fáceis para mim.

Também aproveitaria para olhar os meus arredores procurando por Helena, ele se demonstrava receoso quanto a se movimentar tendo a possibilidade de ser surpreendido por um novo tiro. Buscaria saber se ela estava em uma boa condição antes de pedir por cobertura já que ela não seria nada útil caso estivesse em uma situação ruim. Era óbvio que teríamos vantagem em um 2 contra um e era justamente isso que eu queria, afinal isso aumentaria minhas chances de vitória. Estávamos em um campo de batalha e ninguém havia me dito que eu precisaria lutar com ele sozinha - Ei Ruiva! Juntas somos mais fortes não acha? Que tal formarmos uma dupla aqui? questionaria ao olhar para ela.  

Ela poderia não disparar uma única vez, mas somente a possibilidade de isso ocorrer deixaria o albino bem mais cauteloso tendo que pensar duas vezes antes de agir. Alexander poderia reclamar de nossa união, mas será que ele poderia mesmo fazer isso? - Você não chamou a Katherine de traiçoeira? Bem, diferente dela eu admito que faço de tudo pra vencer estaria com um sorriso cínico ao olhar para ele - Ou tá com medinho de novo? Coitadinho dele... riria em seguida em escárnio. A intenção era realmente provocá-lo e retirar sua paciência, talvez com isso conseguisse forçar algum movimento errado que me desse vantagem ou então alguma atitude impensada.

Após esse momento de pausa, tendo a ajuda ou não de Helena, eu tomaria a ofensiva e avançaria contra ele. A diferença entre as duas hipóteses seria o ímpeto dos meus ataques já que se estivesse sendo auxiliada pela ruiva, os golpes seriam mais para distrai-lo dos tiros. Estando sozinha eu iria para acabar com ele de uma vez e assim encerrar esse assunto, o que Katherine não conseguiu fazer anteriormente quando teve a oportunidade. Manteria a Kunai comigo para dar mais utilidade a ela nesse combate do que somente cortar os fios que estavam ao meu redor, tentaria escondê-la em alguma parte do corpo que fosse de fácil acesso mais tarde.

Faria uma movimentação em ziguezague procurando dar a entender que atacaria um lado dele, quando na verdade golpearia no centro. Estando a uma distância considerável dele realizaria um salto para realizar um chute duplo lateral e tinha uma carta na manga mesmo que ele conseguisse evitar o ataque de alguma forma. Me abaixando aplicaria uma rasteira girando ao redor do meu próprio eixo em 360º graus e se mesmo após isso ele conseguisse se safar procuraria lhe atingir com um chute direto no peito. Tendo Helena ao meu lado esses ataques serviriam para abrir brechas na defesa do homem que acabaria por se concentrar em mim e nela ao mesmo tempo, o que poderia afetar consideravelmente seu tempo de reação.  

Visando tirar sua concentração, eu também poderia arremessar a Kunai na direção dele para forçá-lo a se esquivar. Com isso, teria a chance de ser mais efetiva em meus ataques já que conseguiria surpreendê-lo de alguma forma em meu avanço. Quanto a minha defesa procuraria me afastar e manter cautela estando há alguns metros de distância de Alexander, estaria atenta nas shurikens que ele tinha em abundância consigo. Elas poderiam estar com os fios mais uma vez, então estar distante serviria para analisar a situação já que eu não queria ser pega desprevenida mais uma vez. Para evitar ser atingida jogaria o meu corpo para o lado mais propício e realizaria um rolamento buscando me afastar das estrelas mais ainda.

Quanto a outras situações, me manteria próxima a parede do local para me proteger de um possível desabamento no lugar já que a mulher que lutava com o esqueleto havia derrubado uma das pilastras do armazém com sua espada “Humpff, Brutamontes...” pensava ao olhar a situação. Evitar estar no centro era essencial para não ser atingida por um escombro que eventualmente cairia sobre nós.




~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 8
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências:
 
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyQua 26 Ago 2020, 22:10



[LB] O Florescer de Utopia III — 008


Calros Lazo, apesar de todos os insultos recebidos nos últimos dias, não aproveitou a brecha dada pelo inimigo. Ao invés de atacá-lo e tentar finalizar aquela luta com um golpe, preferiu falar e defender a sua própria honra, duvidosa na visão daqueles traidores. O que eles sabiam sobre honra, afinal?

Yama o ouviu, a princípio com desdém, mas o Sargento conseguiu incomodá-lo no decorrer do seu monólogo, recebendo por fim uma resposta. — Sou honrado em minhas batalhas, mas há momentos que são necessários sacrifícios para se vencer uma guerra! — Calros demonstrou o que achava sobre aquilo, mas o lanceiro continuou: — Hoje mesmo poderíamos ter atacado vocês pelas costas, mas não fizemos isso. Se ontem tive de agir diferente, é porque houve algum motivo, não questionarei a decisão do meu mestre!

O bate boca dos dois durou mais um pouco, desta vez sem nenhum intruso interrompê-los. Insatisfeito, Yama meneou a cabeça negativamente. — Você é muito cabeça dura para entender minhas palavras, então provarei meu ponto com a força, a única coisa que um neandertal como você parece entender! — Segurando a lança com a destra, levou-a para trás e firmou sua base, como se prestes a arremessá-la. Mesmo à sua frente, Calros conseguia ver os músculos do braço do lanceiro se tensionando, enquanto sua face assumia uma expressão atenta.

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Shi no yari!! — Gritou ao arremessar a arma. Sem esperar por aquele tipo de ataque, o Sargento Lazo apenas contraiu seus músculos e presenciou o momento em que a lâmina o atingiu com uma força esmagadora. O tecido de seu uniforme se desintegrou com a impacto e sua pele naquela área estava negra como piche! Por um momento lhe pareceu que a lâmina não conseguiria atravessar o que quer que fosse aquilo, mas o pretume desvaneceu e a lança o atravessou como se fosse papel, abrindo um grave ferimento em seu abdômen. Sua sorte, se é que tal palavra poderia ser usada, é que seus movimentos de pêndulo haviam salvo seu coração, o alvo de tal assalto. Ainda assim, apenas a sua resistência magistral o permitiram permanecer em pé.

Yama, obviamente, não esperava por aquilo. Um lanceiro se desprender de sua única arma em um ataque era um ato de loucura ou a certeza de que seu inimigo não sobreviveria a ele. Sua expressão indicava ser a última hipótese. Sua surpresa o fez baixar sua guarda e, sem misericórdia, Calros atingiu-o nas costelas, sentindo um leve estalo na região torácica do traidor, seguido de um upper bem encaixado em seu rosto, nocauteando-o.

Mais uma vitória para a marinha, que diminuía cada vez mais a diferença entre si e seus atacantes. Contudo, o Sargento sentia vertigem assim que seu inimigo atingia o chão. Havia vencido, mas com um preço! O furo que atravessava o seu abdômem fazia-o perder sangue pelos dois lados, causando uma intensa dor e ensopando seu uniforme, antes alvo, rapidamente. Precisava de cuidados médicos urgentemente, mas o pandemônio ao seu redor parecia ser um péssimo empecilho para tal.

Do outro lado, o Tenente Laith Kinder finalizava seu oponente. Hyoudou provavelmente morreria nos próximos minutos devido ao sangramento, mas A Serpente fez questão de agilizar o processo. Dali, buscou pelo soldado ferido devido à sua estratégia anterior e, encontrando-o, o auxiliou em recuar, gritando para que os feridos fizessem o mesmo. Os olhos do mero soldado brilharam ao ver seu tenente tendo tanto trabalho por sua causa, embora para o Kinder aquilo fosse apenas uma atuação fajuta.

Mal chegou na retaguarda e sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Suor desceu pelo seu rosto enquanto o tenente sentia a morte se aproximando rapidamente de si, foice em mãos, olhos fixos em sua jugular. Um chiado encheu o ar, como se um enxame se aproximasse, e foi quando o tenente viu!

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Um tiro que vinha em sua direção e apenas o uso do haki da observação Kami-e permitia-o esquivar do projétil, com o mesmo passando a milímetros do seu rosto. Meio segundo depois veio o som da explosão que aquele tiro improvável gerou ao ser disparado, atraindo para o atirador a atenção do tenente e de mais alguns na área. O atirador estava distante, no topo de uma colina, mais ou menos onde os inimigos haviam surgido a alguns minutos. Quatrocentos metros? Quinhentos metros além? Suas vestes e seus cabelos brancos destoava da paisagem, como se fosse um desenho em preto e branco colado no horizonte colorido.

Q-Quê mira é essa?! — A jovem Sargento Amanda indagou, pasma com tamanha performance. O chocopato estranho estava próximo de si, puxando um soldado inconsciente para longe do combate, enquanto a Sargento parecia dar suporte para o animal. Além do inimigo, provavelmente além do seu alcance, Laith também notou algo preocupante: Embora a diferença de números entre os dois lados diminuísse, o segundo setor, antes comandado pelo ex-Sargento Hyoudou, havia sido quase que aniquilado. Isso quer dizer que, em breve, os inimigos naquela área se voltariam para os setores adjacentes, sendo aqueles de responsabilidade do Sargento Lazo e da Sargento Amanda.

- x -

Enquanto isso, dentro do armazém, Karyo usava mais uma vez do Soru para escapar da mulher brutamontes que o perseguia. Desta vez, com antecedência e incitando-a a atacá-lo e errar, atingindo as pilares e abalando cada vez mais a sustentação daquela construção. Com os dentes cerrados e as veias saltadas, a mulher avançou e, como planejado pelo esqueleto, atingiu uma das pilares com ímpeto, jogando escombros para todos os lados. O Okama grunhiu algum xingamento, mas ele e o garoto enfrentavam o Comodoro simultaneamente e, apesar da vantagem numérica, não pareciam ter condições de se meterem naquele duelo.

Do outro lado, Kather- Ou melhor, Azura, se livrou rapidamente das linhas e se pôr em pé, observando seu inimigo. Sem se importar com as palavras dele sobre honra ou traição, pediu pela ajuda da ruiva e, ao olhar em sua direção, a viu caída, encostada na pilar à esquerda mais próxima à porta. Ela não parecia nada bem, apesar da ex-Major não ver nenhum ferimento num primeiro relance. Mesmo assim, a marinheira meneou a cabeça e apontou seu revólver na direção do loiro.

O grito do Esqueleto se sobressaiu na algazarra daqueles combates, clamando pela cobertura do seu companheiro, o qual respondeu prontamente com meia dúzia de tiros. Isso, aliado a… ameaça das duas mulheres, fez Alexander esbugalhar os olhos, alarmado. K-Azura avançou em zig-zag e o loiro voltou a arremessar shurikens em sua direção. Contudo, sua atenção desviava de uma ruiva para a outra, movendo-se de forma aparente aleatória, como se buscasse evitar ser atingido por um tiro, e isso fez seu acerto diminuir consideravelmente.

Com apenas um ou dois cortes a mais em sua pele lisinha, Azura pulou e acertou o tronco do loiro com o primeiro chute, leve, quase tanto quanto uma pluma. — HÁ! Essa é a sua forç?!— BLUARGH!!! — Um som estranho saiu de sua garganta quando o segundo chute atingiu-o no plexo solar, este com força, mandando-o pelos ares até atingir a parede do outro lado. Nocauteado, escorregou até o chão, ficando sentado numa posição bem esquisita, com os olhos revirados para o teto. Se buscasse sua parceira, a qual não havia disparado nenhuma vez, a veria caída no chão, igualmente inconsciente.

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E mais uma pilar foi desintegrada pela força alarmante da mulher, com o teto rangendo enquanto começava a sucumbir depois de perder boa parte de sua sustentação. Os dois atiradores restantes alternavam entre atirar em Gunter e na Capitã que parecia voar com graciosidade, o escudeiro lutava com o leão, o grandão e Erza digladiavam em algum lugar por ali e o Comodoro ocupava o okama e o jovem espadachim. Karyo, por sua vez, permanecia executando o seu plano, com a mulher aparentemente num estado berserk, sem pensar.

Mas ainda havia um inimigo… Ishisaki se levantou, sem aviso, e se moveu, andando para a lateral esquerda do armazém e esticando o braço para o ar. Será que havia enlouquecido, como a mulher que o esqueleto enfrentava? Um alto som metálico encheu o ar e não demorou para um projétil atravessar a parede do galpão, cortando o ar com um silvo agudo. Ishi agarrou o que quer que fosse aquilo e girou. — Soru... — Sussurrou ao desaparecer no ar.

Karyo estava quase encostado na última pilar do lado direito, com a mulher avançando mais uma vez ensandecida. O esqueleto usou o soru mais uma vez, escapando, enquanto a mulher já movia-se num ímpeto impossível de parar, mesmo se assim desejasse. Porém, desta vez uma figura surgiu bem onde o esqueleto estava, protegendo a pilar da brutamontes ao desviar o golpe para o alto. — Chega, descanse! — A bela mulher o olhava com dúvida, como sem entender o que havia acontecido, sua espada apontando na direção do céu. Sendo assim, o chute em seu esterno a pegou de surpresa e jogou-a longe, atingindo a parede enquanto sua grande lâmina ficava no meio do caminho, largada no chão.

Volvendo seus pés na direção do esqueleto, Ishisaki girava a lança em suas mãos antes de apontar para ele. A arma era bem fina e comprida e estava com sua lâmina suja de sangue. — Ouvi falar que você deseja me enfrentar! — Disse, relembrando o pedido do Tenente ao Comodoro, logo que haviam entrado ali. — Então, venha!

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Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
Histórico:
 

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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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Azura Silverstone:
 
Histórico:
 

Pilares:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyQui 27 Ago 2020, 14:08





Posts em Utopia - 74
Aparentemente irritá-lo havia funcionado, não que tivesse saído impune por isso, mas funcionou. Tsukasa havia feito alguns comentários sobre a incrível honra dele, mas a real é que ele estava absurdamente puto e podia basicamente ignorar aquilo. Tanto que o movimento dele era completamente maluquice. Ele atirava a lança dele em mim com uma força descomunal. Como não lembrar do que ocorrera com Amanda? Pela fala dele, ficava claro que ele era o maluco que quase a matara ontem. E a maluquice era tamanha, que nunca imaginava que numa situação em que havia inimigos por todos os lados para ambos ele simplesmente jogaria fora a única arma que possuía. E se errasse? E se ela quebrasse? Aquilo só me fazia perceber quão puto Yama estava e precisava me aproveitar disso.

Isso se ficasse vivo para começo de conversa. Quando a lança me atingiu estava tão absurdamente preocupado com a morte que começava a ver coisas? Parecia que meu corpo havia ficado preto por um instante antes de ser atravessado pela lança, onde simplesmente ela fazia um rombo no meu corpo. Não podia pensar naquilo no momento, e aproveitando o susto do traidor por simplesmente ficar vivo acabei por acertar dois simples golpes e ele foi ao chão. Sério? Não sabia nem como havia tirado forças para acertar o homem, provavelmente ele caiu mais pelo susto que pelo dano. Não dava para acreditar que alguém com essa força toda havia caído em dois socos tão comuns. Um simples sorriso apareceria no meu rosto ao pensar que havia desafiado Yama e Liebert ao mesmo tempo.

Só que este sorriso não durava. A dor era intensa, sentia meu corpo fraco porque sangrava muito, minha visão já estava turva. Quanto tempo teria até que o traidor fosse o real vencedor? Se não fosse tratado e morresse no final quem venceria seria Yama. Ouvia barulhos vindos do galpão, mas claramente não estava em condição de me preocupar com isso. Na verdade, não podia me preocupar nem com o que estava logo a minha frente. Preciso começar a andar com algemas, como poderia deixar aquele monstro ali pronto para se levantar e partir para cima de meus aliados? Teoricamente não posso, mas também não posso ficar parado esperando a minha morte. Tentando não cair no chão, olhava a minha volta e parecia simplesmente uma guerra.

Lembrava da minha ordem mandando todos os soldados que sabiam primeiros socorros recuarem juntos dos atiradores. Não possuía um tenente Karyo para me salvar igual Amanda teve, naquela bagunça todos precisam se preocupar com eles mesmos. Precisava ir até lá por conta própria. Mesmo tonto tentaria localizar qual era a direção do armazém, era para eles terem recuado para essa direção, não sabia se eles cumpriram a minha ordem e se a formação ainda estava “inteira” o suficiente para que eles estivessem por lá, mas era a minha melhor tentativa.

Tentaria me focar em pensamentos avulsos para simplesmente me manter acordado. O que alguém poderia fazer quando comigo que possuía um buraco no meu corpo? Colocaria minha mão para tampar o buraco de forma quase automática, mas qual seria o propósito disso? Se o sangue já saiu das veias não faz muita diferença tampar ele de sair do buraco. Não seria a mão ali que faria alguma coisa. Assim precisava seguir, sabia que cada passo até o meu objetivo seria um martírio, mas não havia mais o que fazer além disso e tentar manter um ritmo. Por isso, respirando fundo algumas vezes, tentaria aos poucos seguir na direção do armazém, não realizando movimentos bruscos.

Porém algo estalava em minha mente. Manter o ritmo... isso com certeza ajudaria. Me lembrava dos Tics. Parecia uma boa forma de focar em algo e “esquecer” a dor em cada passo dado. Lembrava do tempo, juntaria forças e contaria três Tics antes de tentar dar o primeiro passo. Faria isso para cada três tics. Juntaria forças e daria um passo na direção do armazém. Não importava realmente se no momento o tic estava sempre com a mesma contagem de tempo ou não. Importava me acostumar com um ritmo para auxiliar a caminhada. Tentaria focar nisso para simplesmente não aceitar que a dor me apagasse antes da hora. Manter a minha mente ativa.

Caso em algum momento avistasse algum dos marinheiros dos primeiros socorros, tentaria falar. – Ajuda... – Não sei como sairia, mas com certeza não importava. Se a pessoa me visse e não entendesse que precisava de ajuda provavelmente não seria alguém inteligente o suficiente para me ajudar.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyQui 27 Ago 2020, 23:23





"Que força monstruosa!" - pilar após pilar devastado, me impressionava com cada balanço do montante da mulher, o qual era o suficiente pra deslocar o ar com ferocidade. Não podia deixar-me enganar, apesar de não ter sido acertado, aquela era a oponente mais perigosa que havia enfrentado! A mais forte! Nem mesmo Arloong resistiria contra ela, isso eu podia sentir após algumas trocas de golpes. "Mas eu também fiquei mais forte!" - Sim! Não era o mesmo daquela época!


Ela é tão forte... — O-o quê?! - deixei escapar. "Ishisaki?! Quando ele se levantou?!" - o homem havia ficado sentado até agora... quando isso mudou?! Sequer havia visto ele se mover! E desviar o ataque da bárbara... se ela era a mais forte que eu havia enfrentado, quanta força este homem tinha?! — O que pensa que está fazendo?! Machucando sua própria companheira?! Interferindo na minha luta?! Você é realmente um covarde! - vociferaria, girando a foice em minhas mãos. A Capitã Katt que me perdoasse, mas minhas intenções de resgatar Ishisaki iam completamente por água abaixo! Um homem que feria seus companheiros não passava de lixo não reciclável!


Rangia os dentes, olhando para ele... O tempo mal havia passado e o inimigo mais forte já era outro... — Não vai ficar sentado como um Rei?! Que pena! Não fale como se você não tivesse sido forçado a vir até mim! Sou eu que te tirou de seu trono! Venha você! - provocaria, com a foice pronta para reagir. O planinho diabólico de Oota de assistir o palco pegar fogo como se fosse um Imperador havia ruído. Eu jamais deixaria que isso acontecesse! "Mas agora tenho um grande problema..." - no que pese isso, não podia deixar de reconhecer a sua tremenda força — Vamos ver quem vai até quem! - exclamaria. "Soru!" - em vez de ir direito a ele, tentaria contorná-lo, indo na direção do pilar, já brandindo a foice.


Todo marinheiro precisa de um plano! E o meu plano principal era ganhar tempo! Se não podia vencê-lo, tinha que ganhar o máximo de tempo possível para os demais ganharem suas lutas; para o Comodoro ganhar sua luta. E o meu primeiro passo era trazê-lo até mim! — Vindo atrás de mim de novo?! Tsk! - não esperaria menos que um golpe devastador contra mim, que havia o provocado, por isso já avançaria contra o pilar com a intenção e pronto para recuar. "Soru!" - só me importava em esquivar do(s) golpe(s), mesmo que por meio centímetro, para então dar um outro soru, a fim de me distanciar de verdade.


"Um oponente opressor como esse... não posso me segurar! Não podia guardar armas como havia feito com a guerreira Cássia - esta era a hora de ir com tudo e assim faria! "Todo o meu esforço para comprar o máximo de tempo possível!" - e nada melhor que fazê-lo perder tempo — A Capitã Katt confiou em você todo esse tempo... este não é o caminho certo! Seus sentimentos podem ser justos, mas suas ações e decisões não! - exclamava, em postura defensiva, pronto para esquivar com sorus, principalmente se ele fizesse menção de atirar a lança.


Pelo que ele havia mostrado, esquivas não me sustentariam por muito tempo, entretanto. Duvidava até que elas seriam eficazes; se tivesse esquivado do primeiro ataque, seria só porque sabia o que ele faria. A partir daí, seria tudo rápido demais para reagir se ele fosse tão mais forte que Cássia. Mas eu precisava demonstrar Espírito, precisava fazê-lo pagar com ao menos aquele soco em seu rosto! Esta era a minha vontade! Eu não me intimidaria! Era hora de ir com tudo. — Shi wa Heiwa o Motarasu... Shigo - a morte havia me recebido uma vez e rejeitado. Meu corpo havia sido engolido pelos vermes; mas não a minha alma. E isso era tudo que me restava; tudo que eu precisava — ISHISAKI! - uma vida sem temores; uma vida com um único arrependimento!


Com um súbito soru deixaria a defensiva e avançaria contra ele, escondendo previamente o Impact Dial dentro de uma das mãos e anunciando a minha falsa técnica — KOSHUKEI... NO OTOKO! - executaria manobra semelhante, que não passava de uma finta para desequilibrá-lo em suas pernas...¹ não! Era apenas o que queria que ele acreditasse! Uma finta da finta! Segurando-a com as duas mãos, quando a foice estivesse indo em direção aos seus membros inferiores, já após o movimento ardil, desprenderia um dos punhos, o qual iria direito contra o seu rosto. Um soco surpresa e inesperado com a parte externa da mão!


Com a minha foice próxima ao chão, começaria a verdadeira ofensiva — SOSEN! - puxaria a foice com uma das mãos, efetuando a técnica e recuando a minha outra mão que foi em direção ao seu rosto. Era impossível desviar daquela distância; e isso era exatamente o que eu queria! Sem recuar, como uma poderosa âncora! Sabia - esperava - que ele ia revidar o soco/tapa no rosto, ainda que não o acertasse, tamanha era a desmoralização de receber um golpe assim. E, esperando isso, estaria pronto para recebê-lo com uma pequena surpresa! Era tudo por este único momento! Se eu não tomasse a iniciativa para pegá-lo desprevenido, ele me encurralaria em um ponto sem retorno; uma vez que ele tomasse a iniciativa do combate, eu não poderia mais retomá-lo e seria o meu fim — IMPACT! - virando a mão, revelaria o Impact Dial que havia escondido, na tentativa de interceptar o seu golpe, o qual já estava esperando. Ainda sofreria com o seu poder, mas não pretendia deixá-lo ileso! Os primeiros movimentos ditariam o rumo da batalha!





¹ Eu não vou executar a técnica de verdade, é só para o narrador ter uma ideia do que quero fazer.



• Sosen | Ascendência:
 


• Shi wa Heiwa o Motarasu | A morte traz paz:
 


• Kōshukei no Otoko | O Enforcado:
 




Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 0/3 usos.
Impact Dial - 0/1 usos.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa. Irei utilizar em momento oportuno para surpreender, hihi.

SP: 171/171 (88, se as técnicas forem utilizada)









~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 09
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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Última edição por Kekzy em Sab 05 Set 2020, 12:57, editado 1 vez(es)
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Vincent
Soldado
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Vincent

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptySeg 31 Ago 2020, 23:31





Se você obtiver o resultado que deseja a forma que você usou para chegar a isso se torna um tanto irrelevante já que uma vitória é uma vitória e nada mudará isso. Helena conseguia me ajudar de certa forma mesmo não tendo feito um disparo sequer ela conseguiu juntamente de mim colocar um sentimento de dúvida em Alexander. No fim, eu que finalizei o oponente, todavia esse embate mostrou que números bem utilizados podem facilmente ganhar uma luta. Ele ainda tentava falar mais algo em relação a minha força, mas no fim acabou vendo que tinha algo a mais guardado somente para si.

Helena também acabava por ficar inconsciente assim como o albino, aproveitaria os meus minutos sem estar lutando com ninguém para tentar me aproximar dela. Tomaria cuidado quanto a possíveis disparos vindos de nossos oponentes, não queria acabar sendo atingida por cometer um erro. Ela poderia continuar me sendo útil de alguma forma - Poderia ter me dito que não estava bem suspiraria - Idiota... diria em seguida. Inicialmente a ideia era puxá-la até a parede mais próxima ou até atrás de alguma pilastra para que ficasse mais protegida.

Aproveitaria esse momento também para verificar a arma que ela carregava consigo, talvez pudesse utilizar de alguma forma nem que fosse somente para distração. Obviamente não sabia manuseá-la corretamente, todavia não deveria ser tão difícil apontar e disparar com ela, ao menos era o que estava esperando. De qualquer forma, guardaria o revólver em um dos bolsos da calça que usava “Você mais uma vez vai usar um truque?” questionou demonstrando certa indignação “E o que tem de errado nisso? No fim eu prefiro sair vencedora” eu obviamente tinha um limite que não ultrapassaria para vencer, mas utilizar essa arma estava longe disso.

Depois disso poderia analisar a situação como um todo, vendo onde poderia ajudar os que estavam lutando ainda. O comodoro estava em clara desvantagem contra dois e apesar de ser o mais forte entre nós, os seus inimigos tinham um nível próximo ao seu então ele com certeza precisaria do meu auxílio. Me aproximaria aos poucos para que não percebessem minhas reais intenções, quando estivesse a uma distância considerável dos inimigos eu puxaria a arma. Apontaria na direção dos dois, não tinha um alvo especifico e tampouco esperava acertar algum deles já que a ideia era somente distrai-los, facilitando a vida do Comodoro. Se não conseguisse atirar esperaria pelo momento certo para entrar e atacá-los com um chute de forma surpresa.




~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 9
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyTer 01 Set 2020, 10:56





Uma sensação extremamente incômoda, tal como um pedaço de gelo escorrendo pelas costas, os pelos eriçavam e a mente desligava por um instante a consciência, guardando suas energias para o instinto de sobrevivência. Era assim que me sentia quando ouvia o sibilar da bala em minha direção. Não conseguia racionalizar por completo, mas olhando para o longe conseguia ver aquele ponto reluzente que deveria ser da arma, enquanto meu corpo defletia-se de um lado para outro, tal qual uma pipa ao vento, então o Kami-e era isso de verdade, engraçado como já estava até enraizado no meu corpo, agora conseguia entender o método de treinamento daquele comodoro.


Uma respiração, era esse o tempo necessário em uma batalha para tudo virar. Antes parecíamos estar ganhando na batalha, agora éramos obrigados a recuar e com a preocupação de não termos soldados suficientes.  - TROPAS! RECUEM! REAGRUPEM-SE! . Gritava esperando que as ordens fossem seguidas e que os soldados conseguissem repassá-las. Não havia mais sentido formar setores se havia um buraco entre eles, agora nos restava apenas formar uma última batalha e bom, a história seria contada ali. - Amanda, coordene os atiradores! Me dê cobertura. Falava para a mulher enquanto os olhos percorriam em busca do Sargento Lazo.


Depois de achar o tal sargento aranha, bom, talvez fosse possível ver sua infeliz(ou não) situação. Seria um problema perder o homem agora, era um subalterno, porém forte, e mais importante do que uma hierarquia rígida na guerra era a força. - Vamos extrair os feridos do campo de batalha! A ideia era chamar algum grupo de lutadores para primeiro, ter alguns escudos caso não fosse possível desviar das balas, dois, conseguir extrair o homem dali afinal os  inimigos aproveitariam nosso recuo, e esse cenário era o caos ideal para atrapalhar o atirador.  Mas antes de partir, tinha um plano interessante, e o pato seria necessário. Destarte, chegaria próximo ao mesmo e sussurraria. - Se você me ajudar vou conseguir muita comida e horas com as mulheres do Quartel, me ajuda e eu te ajudo, agora seja um pato valente, ok? Diria em um tom amigável, mas com uma expressão levemente ameaçadora.


Chegando até o homem, com o pato ou não,, primeiro  cuidaria dos inimigos tentando eliminá-los com agilidade usando as armas unidas. - Coloquem os feridos em cima do pato! Rápido! Queria que o animal corresse o mais rápido possível para a retaguarda. "Ainda temos muito problemas, principalmente com os atiradores. " - Tsc. Era fato, não havia outra opção se não continuar em meio ao campo de batalha. - SOLDADOS, LUTEM POR SUAS FAMÍLIAS! Esse era um sentimento que muitos guardavam com apreço, não o meu caso, mas entendia que muitas pessoas lutavam por coisas banais como essa, amigos, família, amores, tudo isso criava um sentimento estranho de força para eles. E se havia disponível, bem, por que não usar ?


Ainda assim, em caso de não conseguir chegar até o sargento, impedido por causa dos disparos, tentaria me desviar usando o Kami-e novamente ou usando algum obstáculo que pudesse nos ajudar.







~ Histórico ~




Ganhos:  Chocopato
Perdas:
Posts: 9
Relações com personagens:

~ Legenda ~


Fala: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptySab 05 Set 2020, 19:27



[LB] O Florescer de Utopia III — 009


Do lado de fora do armazém, as coisas pareciam se igualar, finalmente! Não que estivesse perto de acabar, mas ao menos o número de marinheiros e piratas se enfrentando parecia o mesmo, ou quase isso. Nos três setores que havia ao menos um sargento liderando, o número de fardas — algumas alvas, algumas rubras — superavam os números inimigos. Apenas no setor do ex-Sargento Hyoudou que os inimigos levavam a melhor. Alguns dos Números, inclusive, perceberam que seu lado estava cada vez mais desfalcado e fugiram, tornando a luta ainda mais igualitária para os guerreiros da justiça!

O Sargento Calros, contudo, pagou um preço alto ao enfrentar e derrotar um dos Comandantes inimigos. Trêmulo, seguiu a passos lentos em direção à construção cinzenta que se assomava à sua frente. Sua visão turva fazia-o ver apenas um amontoado disforme, mas não havia dúvida. Um passo, dois, três… Ouviu um grito de dor quando um inimigo caiu ao seu lado, seguido por uma interjeição de surpresa do seu algoz. Logo Kyo estava ao seu lado, auxiliando seu avanço, não tão mais lento. Pouco depois foi a vez de Ykeh vir auxiliá-lo, um de cada lado, levantando-o pela axila, o suficiente para descolar seus pés do chão e carregá-lo pelo campo de batalha rapidamente. O movimento o fez sentir-se enojado, mas não o suficiente para vomitar.

Um inimigo pulou em sua direção, sem que Ykeh ou Kyo mostrassem intenção de parar ou se defender. Um tiro de rifle jogou o espadachim, vestido com uma roupa super formal, longe. Outro inimigo apareceu, portando um machado de duas mãos, e, dessa vez, foi a vez do loiro Yagi avançar e parar o ataque, bloqueando o golpe antes de atingir o brutamontes com sua lâmina, nocauteando-o. — Sargento?! Protejam-no! — Gritou alguém enquanto que, ao seu redor, parecia haver cada vez mais soldados e sargentos.

E foi assim que Calros Lazo apagou, afundando na escuridão da inconsciência, cercado por seus companheiros de farda.

Do outro lado do armazém, Laith Kinder buscava ver o estado do Sargento Lazo. Talvez um sexto sentido o indicasse sobre o delicado estado do aliado, ou talvez um sentimento de amizade houvesse surgido entre os dois, forte o suficiente para preocupar o assassino? Independente do motivo, o armazém bloqueava a sua visão. A única coisa que viu foi os marines do outro lado se agrupando em um círculo cada vez mais conciso, recuando até o armazém bloqueá-los por inteiro da sua visão.

O próprio tenente gritava para que os marinheiros recuassem e se agrupassem, e Amanda não demorava a repassar a ordem, gritando a plenos pulmões. Outros sargentos faziam o mesmo, e logo a ordem do Tenente alcançava a todos. Lentamente, as gaivotas recuaram, transformando aquela confusão difusa em uma confusão concisa. Durante esse processo, o Kinder e o estranho pato percorreram parte do perímetro, com o animal auxiliando na retirada de alguns dos marinheiros feridos.

Apesar dos combatentes estarem mais próximos, isso não impediu o sniper inimigo de atirar novamente, mais uma vez alvejando o Tenente e, mais uma vez, errando! O Kami-e podia ser um dos Rokushikis mais ignorados, mas com certeza era útil! — Nós precisamos lidar com ele! — Gritava, apontando na direção do inimigo lá longe. — Ele acabará acertando, se não você, outro de nós. E não há como nós o atingirmos daqui! Precisamos avançar de alguma forma! — Amanda afirmava, e a meia dúzia de atiradores que haviam se juntando ao seu redor confirmava. Mas como atacariam? Laith via dois escudeiros próximos, mas será que algum escudo suportaria aquele ataque?

- x -

Do lado de dentro, Azura corria em direção a Helena e, como previsto, uma chuva de balas vinha na sua direção. Abaixando-se, conseguia chegar até a ruiva e a pilar antes de ser atingida, puxando a sargento para a proteção parca daquela coluna. Ali próximo, via que Helena havia sido atingida na barriga por dois tiros e que sangrava, o motivo do seu estado. A própria Azura sangrava, embora do ombro e não tanto. Guardou o revólver da outra no seu bolso, já que ela não precisava mais dele, e observou os combatentes ao redor.

Karyo avançou com um soru, recuando quase que em seguida com mais um, enquanto a lança do Número 0 atingia apenas o ar. Ishi, contudo, também conhecia aquela técnica, e passou a seguir Karyo pelo armazém, golpeando-o logo em seguida, mesmo após o primeiro recuar por uma dezena de metros ou similar.

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Azura conseguia presenciar todo aquele espetáculo, resolvendo então avançar até o Comodoro. Os dois atiradores inimigos disparavam em sua direção assim que ela deixava a proteção do pilar para trás, quase atingindo-a diversas vezes. Mas era este risco que dava a brecha perfeita para que a Capitã avançasse sobre um deles, o Número 10, prendendo seu chicote ao redor do seu pescoço e usando do Geppou para puxá-lo para o alto. O atirador ainda disparava três vezes enquanto era içado, mas a Capitã desviava dos projéteis pulando em pleno ar, atingindo-o no estômago com um chute assim que ele chegava na mesma altura que ela, jogando-o contra a parede no fundo do armazém.

Ela então se movia para onde Ishisaki se encontrava, deixando que Günter a cobrisse ao atirar no Número 8. — Ei! Volte aqui! — O escudeiro ainda tentava a seguir, mas Mr. Juba avançava e atingia-o com suas garras no peito, abrindo três grandes cortes no torso do guerreiro. Ferido, voltava-se para o animal, mais uma vez levantando o seu escudo, deixando que a Capitã seguisse o seu caminho.

Ali próximo, mais um duelo chegava ao fim. Apesar de desarmado, o brutamontes com moicano estava dando bastante trabalho para Erza e, por fim, a atingia no rosto com um potente direto. Os cabelos rubros da espadachim se agitavam no ar antes que essa caísse, gemendo e fora do combate.

Azura, por sua vez, desistia de atirar e, com o apoio de Gunter, avançava e chutava o Okama. O estranho homem desferia um chute na direção do Comodoro, mas desviava seus olhos para a ruiva um segundo antes de fazer o mesmo com sua perna, bloqueando o chute dela com um próprio. — Hoho... — Brincava, forçado sua perna contra a dela e obrigando-a a fazer o mesmo. O Comodoro Jackson, aproveitando a deixa, abaixava seu centro de gravidade e atacava o garoto com tudo, avançando quase dez metros antes que o jovem espadachim conseguisse contê-lo e mais uma vez igualar aquele combate. — Eu preciso ajudar o pirralho, apesar de tudo... — Apontou por sobre o ombro para os dois espadachins que digladiavam. — Então a derrotarei em um minuto, ok? — Seu tom era sério, mas seu rosto estava estampado de um largo sorriso zombeteiro.

Enquanto isso, o esforço para o tenente era tremendo, enquanto que para o ex-agente parecia um passeio no parque. Percebendo isso, o marinheiro começava a mostrar as cartas antes escondidas! Primeiro desprendia parcialmente a sua alma do reino físico, diminuindo as incertezas e o medo que sentia, e logo atacava com uma sequência altamente complexa!

Ishisaki começava a esquiva para o golpe cortante, que era alterado para uma rasteira com o cabo da foice. O ex-agente mudava o pé de apoio e rapidamente levantava o pé que seria atingido, esquivando. Contudo, mais uma vez aquilo era uma finta e Karyo atacava com seu punho, Ishi, no entanto, movia sua cabeça num pêndulo e deixava o punho do esqueleto passar inofensivamente ao seu lado.

Com um movimento circular, o tenente movia sua foice em 180º, arremessando duas lâminas de ar, uma em direção à Ishisaki, a pouco mais de um metro de distância. Ishi dava um passo lateral e girava, tão rápido que parecia que a lâmina de vento passava através dele! Sem demora, o ex-agente contra-atacava com um movimento circular, este horizontal, buscando atingir o esqueleto nas costelas. — Sucumba! — Proferia, antes do Tenente Shen abrir sua mão sorrateiramente.

Ishisaki ainda movia seus olhos na direção do dial e sua expressão de surpresa indicava que ele sabia muito bem o que era aquilo. A lança atingia a concha com um baque seco, mas o akumado não sentia sequer um átomo do impacto em seu braço. Ishi ainda tentava recuar, começando a mover sua perna e se preparando para um Soru, mas o movimento realizado por Karyo era mais rápido e— IMPACT!

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Um som tão alto quanto uma explosão soava no recinto, jogando a cabeça do inimigo para trás com uma força desmedida. Ishi girava no ar antes de cair, a uns cinco metros de distância, apoiado nos joelhos e em uma das mãos, com a lança ainda firme na outra. Sua expressão era de puro ódio enquanto um filete de sangue escorria da sua boca até a ponta do seu queixo. Karyo, por sua vez, sentia o baque percorrer seu braço inteiro, da palma até o ombro, deixando o seu membro dormente. Seu atual estado, Shigo, permitia-o ignorar a dor, mas e quando o efeito passasse?

A Capitã Katt aterrisou ao seu lado, chicote em mãos, seu olhar fixo no antigo amigo, mais precisamente na expressão colérica em seu rosto. — O que houve com você? — Indagou, sua voz levemente embargada. Ishisaki a olhava com a mesma fúria assassina que dirigia para o tenente.

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
Histórico:
 

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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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Azura Silverstone:
 
Histórico:
 

Pilares:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptySab 05 Set 2020, 23:58





Posts em Utopia - 75
Conseguia andar um pouco por conta própria. Tonto via colegas me ajudando a dar alguns passos, parecia até que estava voando de tão fraco que estava, não sentia meus pés no chão. Via inimigos tentando me acertar e via os soldados fazendo o que podiam para me ajudar. Não conseguia fazer nada antes de tudo ficar pronto na minha frente.

Início do sonho

Bom, como agora é tudo sonho, eu vou narrar sem ser com os “ia” da vida e tals.

Quando abri os olhos me vi em um cômodo que não via a muito tempo. O teto todo sujo de madeira, a cama desconfortável, o cheiro do mar no ambiente. Quando levantei meu corpo que percebi que estava bem leve e que não doera em nada. Ao levar minha mão até meu corpo notei que o buraco da lança havia desaparecido. Até mesmo as minhas vestes da marinha haviam sumido, estava usando roupas bem surradas, mas que simplesmente eram perfeitas para mim. Na verdade, tudo ali era perfeito para mim, pois estava em casa.

Era incrível como a minha casa era pequena e acabada. Saía da minha cama e quase que saía do quarto como consequência graças ao minúsculo tamanho que ele era. Ao sair reparei que tudo estava exatamente como lembrava. O quarto dos meus pais estava igual, o banheiro estava igual, e a cozinha/sala estava igual. E infelizmente estava igual eu lembrava... vazio.

Meus pais não estavam. Doía lembrar disso, mas era óbvio pela poeira no ambiente que ninguém estava vivendo ali, nem mesmo eu. Será que era um sonho? Será que havia morrido? A pergunta se intensificava na minha mente enquanto saía de casa. Esta era bem próxima do mar, mas havia um bom barranco entre a casa e o mar e por isso via a areia da praia a vários metros abaixo de mim. Era bom isso para em época de cheia não sofrermos com a água chegando até em casa.

Reparei então que o mar da ilha Budou continuava o mesmo, bem, não completamente o mesmo, o ambiente estava vazio, mais vazio do que jamais esteve. Mesmo sabendo do massacre da minha família e amigos, ainda existiam outros pescadores, banhistas, comerciantes... não era para estar tão vazio assim... A sensação daquele ambiente tão vazio era bem ruim. Só que era bem óbvio que não ia durar muito, pois havia um navio no mar vindo na direção da praia. Claramente iria atingir a areia com força, pois ele vinha bem desgovernado. Aquilo com certeza dificultaria muito depois para desencalhar.

Por um bom tempo não ouvia nada enquanto me aproximava da beirada do barranco para enxergar ainda melhor. Foi quando que com um estalar dos dedos começava a ouvir gritos masculinos de dor vindo dele. O navio era bem comum, mas a bandeira dele começava a chamar a minha atenção pela mescla de cor branca e azul claro. A bandeira do pirata Himeriko¹... ele estava chegando justamente onde me encontrava.

Era difícil explicar como eu me sentia. Não gostava de lutar e realmente reclamava quando piratas nos atacavam após ajudá-los a sobreviver, uma reclamação justa se me permite dizer. Mas ali, naquele primeiro momento, sentia uma raiva dentro de mim que nem lembro de já ter sentido alguma vez. Queria que Himeriko saísse daquele navio para que simplesmente acabasse com ele, para que aquele meio tritão sentisse a mesma dor que senti. Apertava meus punhos sem perceber já imaginando os socos que daria na cara daquele homem querendo quebrar todos os seus dentes.

Porém aquele sonho ou inferno pós vida claramente não queriam que eu fizesse esse tipo de coisa, pois o que via quando a embarcação chocava-se na areia era uma imagem diferente do normal. Os gritos que vinham do navio eram do próprio Himeriko e de seus homens. Uma mulher estava acabando com todos eles. Ela parecia apreciar e muito aquilo tudo, o sangue dos piratas no chão enquanto ela via a embarcação chocando-se na areia. Não era uma mulher qualquer, era Mona² vestindo roupas que simplesmente não lembro de alguma vez tê-la visto vestindo.

Quando o navio parou por completo ela me olhou e aquilo fez meus sentimentos ficarem completamente perdidos. Uma alegria absurda vinha de ver a simples imagem dela, meu corpo queria correr até ela e abraçá-la, segurá-la com meus braços para apagar aquela última lembrança horrível do corpo dela frio enquanto a segurava. Mas... Mona nunca sorriria daquela forma por matar piratas, cercada de sangue... isso era tão errado que só conseguia observá-la quando ela ia andando na direção da proa do navio, aproveitando isso para sair pelo bico do navio já no topo do barranco que eu estava.

Continua...

1 - Pirata que matou toda a minha família, amigos e minha noiva no meu casamento
2 - A minha noiva




Off:
 

Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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Última edição por PepePepi em Dom 06 Set 2020, 04:31, editado 1 vez(es) (Razão : Só editei para colocar o q o Kekzy coloca e ficar claro pra quem ta lendo com quem eu to sonhando)
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyDom 06 Set 2020, 02:47





Seu espírito intimidador me alcançava e eu podia sentir o meu corpo tremer, muito mais que o meu braço, após utilizar o Impact Dial. Aterrorizante! Não sentia dor, mas também não o sentia como um todo. Ao segurar a foice logo havia percebido que ele não respondia. Mesmo este corpo era capaz de sofrer traumas, pois faltava força para brandir a foice. "Um demônio... não consigo acreditar que este foi aquele que a Capitã contou" - e era mais um motivo para eu não me permitir fraquejar — Hoje, você que irá sucumbir! - clamava, com minhas orbes vazias fixadas no inimigo, os pés bem espaçados e o corpo projetado para frente.


Minha estratégia havia dado certo e ele já estava machucado. Podia não ter acertado o soco que tanto desejei, mas não tinha dúvidas que ele não esqueceria esse golpe! Apesar disso, só havia o acertado porque havia me subestimado, ficado de guarda baixa, sem levar a luta a sério. E agora ele havia pago o preço! O problema era que ele não pagaria novamente — Capitã, eu só luto de um contra um. Esta é a honra do homem que eu era e que sou - advertiria a recém chegada Capitã. Era bom tê-la ali, indicava que as coisas estavam fluindo no campo de batalha — Se não vai lutar, peço que não interrompa a minha luta agora; mas se você tem algo que queira tratar com ele, só os punhos resolverão, e então eu deixarei ele com você - avisaria.


Eu já havia lidado com Cássia e retardado Ishisaki até que os reforços chegassem. Ainda restava o Comodoro vencer a sua luta, entretanto. Se a Capitã Knockout me deixasse lidar com ele, restaria-me cumprir o meu dever com diligência, senão sobraria-me assumir a luta do Comodoro e deixá-lo livre para atacar a força principal inimiga ou me aliar a ela contra Ishisaki — Capitã! Eu posso enfrentá-lo com todas as minhas forças... mas acredito que ainda não sou inimigo para ele - me doía admitir. Ainda, eu havia feito bem até o momento, até mesmo chegando a machucá-lo — Mas saiba que ele não é mais o mesmo homem que você conheceu. Estamos diante de um demônio... e eu quero muito acertar um soco em seu rosto - comentaria.


Cumprirei o meu dever mesmo que meus ossos virem pó! A ordem em Utopia será restaurada em um magnífico florescer! - balançaria a foice, movendo o ar ao redor e intensificando a minha determinação; o meu espírito — E as ervas daninhas hão de ser cortadas! - envolvia a minha arma com a mão esquerda, mantendo a direita em contato com o cabo, apesar de toda a força estar sendo colocada na outra, pois ainda não queria demonstrar que estava abalado após aquele golpe. Segurá-lo? Livrar o Comodoro? Unir forças com a Capitã?! Qual era a resposta certa?! A terceira opção não me agradava, pois era admitir que ele era muito superior, ainda que fosse a verdade.


De toda forma, eu queria ficar! Queria lutar contra o homem que feriu os meus companheiros! O homem que havia ferido os sentimentos da Capitã! Queria mostrá-lo com quem havia se metido! Sem me segurar — Soru - passaria por trás da Capitã. No momento em que estivesse coberto por ela, trocaria o Impact Dial pelo Eisen Dial, escondendo-o na mão direita, além de sussurrar — Prenda-o e confie em mim! - alertaria, para quando chegasse o momento, ela entendesse. Se minha mão e braço não podiam brandir a minha arma, ao menos teria essa utilidade! — Cansou de se acovardar?! - provocaria, enquanto iria para cima. Avançaria com tudo! Se havia um momento em que podia acertá-lo, era agora!


Fugir? Um marinheiro não recuava diante do vilão! Com mais um soru na direção dele, giraria a minha foice, aplicando um rápido golpe horizontal. Contra-ataque ou desviar? Era o que ele havia feito até agora e o que acreditava que faria. Quando seu atacasse viesse, faria um movimento com a mão, revelando sutilmente revelando o Dial escondido. Um golpe psicológico! Mas não passava de uma distração fajuta que poderia me render, no máximo, alguns milésimos de segundo, enquanto ele processasse a informação. Preciosos milésimos de segundo! Porque quando isso ocorresse, daria mais um soru, encurtando a distância enquanto pretendia desviar de uma possível trajetória do golpe.


"Meus recursos vão se acabar... mas tenho que usar todos eles para ganhar tempo!" - daquela distância... daquela distância talvez conseguisse, após adentrar um pouco mais em seu raio defensivo — ISHISAKI! - brandiria a minha foice em um golpe pesado, tão forte quanto podia ser. Não tinha chance alguma com menos que isso contra ele. Porém, com fortes golpes, vinham fortes e mais demorados balanços, ainda que tudo ocorresse tão rápido; não se comparava aos rápidos e leves cortes usados contra Cássia. E neste momento, com sangue nos olhos, Ishisaki viria me atacar. Era o que acreditava após tantas batalhas. Seu espírito estava borbulhando tão quente quanto o meu!


O que me restava? Não era forte. Não tanto quanto Ishisaki. Havia colocado tudo naquele golpe. Queria deixá-lo em um estado equivalente ao do Comodoro quando ele terminasse a sua luta, ou além. Eu era capaz? Com força bruta, não. Eu havia encurtado a distância e é óbvio que ele não ficaria parado, estaria reagindo desde o primeiro momento, é claro. Desviar totalmente de um golpe dele? Daquela distância?! Após colocar toda a minha força naquele balanço? Impossível! Mas levar um golpe por completo me destroçaria! Então... em um relance de genialidade, em uma epifania instantânea, moveria o meu tronco para que ele me acertasse.


Me acertasse?! Sim! Diferente da guerreira do montante, a lança de Oota era fina¹. E ele não via o que estava abaixo do uniforme da marinha e de minhas medalhas. Que a sua lança entrasse no buraco entre meus ossos! Entre minhas costelas! Entre o buraco da pélvis! Esta loucura improvável não me deixaria impune, mas poderia reduzir os danos. Antes que a lâmina raspasse em meus ossos que os perfurasse por completo! E era disso que eu precisava neste momento, que seu golpe fosse suportável e não me partisse ao meio como aconteceria com Cássia.


Tudo para culminar no momento em que completaria o meu balanço — CHODO MANGETSU! - da posição que acreditava estar, executaria a minha técnica à queima roupa, com toda a minha força... e quando ele acreditasse ter desviado, apertaria o botão para expandir a arma, aumentando-a até um metro, onde ele estivesse. Meu alvo não era apenas Ishisaki. Eram também os pilares restantes ao nosso redor. Eu não podia vencê-lo apenas com a minha força; e era exatamente por isso que usei da força dele e usaria de minha força e... da força do ambiente! — Minha alma não será ferida! - clamaria, com os dentes rangendo, suportando qualquer resquício de dor.


E, após fazê-lo provar do próprio veneno e do meu veneno ao acertá-lo, quando as lâminas voadoras colidissem com as pilastras e estremecessem aquela parte do armazém, causando o prelúdio de sua ruptura, faria-o provar do veneno da própria Utopia, pois aqueles armazéns haviam sido construídos, primeiramente, pelo povo desta terra, ao que sabia — SUCUMBA! - independentemente do meu golpe acertar ou não, as lâminas voariam; e eu recuaria o mais velozmente possível, em uma explosão de múltiplos sorus, aproveitando que eu não era a sua única preocupação — CAPITÃ! - minha tarefa estaria feita e era hora de trocar de turno. Era por este momento que havia sussurrado para ela! O teto de metal desabaria e a Capitã tinha que prendê-lo com seu chicote, para que ele não fugisse dos escombros que cairiam sobre sua cabeça!²


Antes do teto cair, nem que eu tivesse que me agachar ou deitar - mas de preferência não - ativaria o Eisen Dial, criando uma proteção de ferro flutuante acima de mim e da Capitã, enquanto o pesado teto desabaria sobre Ishisaki. Não sabia se as nuvens resistiram, por isso também tentaria reforçá-las feito um pilar. O único pilar dali — Ainda não acabou! - e como poderia?! Logo após o teto cair, apesar de tudo estar revirado, esta era a minha chance de ouro! O meu último esforço! O meu último recurso! Com Ishisaki ocupado tendo que lidar com os perigosos escombros, avançaria ferozmente. Era a minha última abertura! Era possível vencê-lo?! Alguém fraco como eu?! Eu não tinha o que era preciso, mas... mas o que podia fazer senão seguir em frente?! Quando o alcançasse, esperava encontrá-lo desequilibrado ou seja lá o que for, apenas seguiria em frente — ESSA É POR AMANDA! - botaria todo o meu espírito naqueles golpes, os quais viriam de cima para baixo, com a foice girando e cortando-o por duas vezes - muito menos que ele merecia! E... uma foice no chão significa uma coisa — SOSEN! - executaria a minha última técnica; a mesma que havia utilizado antes, pois, dessa vez, não queria deixá-lo escapar. Iria prová-lo que podia alcançá-lo! E, quando fizesse, não havia mais retorno; havia dado tudo que eu podia dar. E, se ele estivesse de pé, o restante era com os meus companheiros.







¹ Kappa ( ͡° ͜ʖ ͡°) - mas tentei usar da descrição da arma para adaptar a minha esquiva a ela, considerando o momento e a necessidade.
² Eu estou adotando essa estratégia por conta da descrição do teto, que é de metal, se fosse de madeira nem valia a pena. Metal nele! ~e neles~






• Chōdo Mangetsu | Justa Lua Cheia:
 


• Sosen | Ascendência:
 







Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 0/3 usos.
Impact Dial - 1/1 usos.
Técnica - Shigo: +20% Acerto [2/3 turnos] e -20% de Esquiva.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa. Irei utilizar em momento oportuno para surpreender, hihi.

SP: 83/171 (-82 se usar as técnicas)









~ Histórico ~





Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 10
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Impact Dial - Regarga: [1/5]
Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.










Objetivos

Spoiler:
 


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Última edição por Kekzy em Dom 06 Set 2020, 02:55, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptyQua 09 Set 2020, 00:53





Por mais que não gostasse de admitir a batalha começava a tomar um rumo desfavorável para a nossa equipe, isso porque agora tínhamos um sargento amais em falta e consequentemente mais um setor perdido, os atiradores davam contam, ainda assim a guerra parecia um pouco desbalanceada para nosso lado.


O Kami-e, felizmente, permitia o desvio daquele projétil que no mínimo era trabalhoso. Para assassinos como eu, lidar com coisas assim, ainda mais combate de frente, transformava-se em uma missão quase impossível. Esse era o lado negativo de se estar na liderança, esperavam que você tomasse uma ação, mesmo que não desejasse tomá-la. Olhava então ao redor pensando nas possibilidades, o sargento aranha abatido..Amanda..alguns escudeiros, os planos não poderiam ser os mais talentosos possíveis.


- Homens, a sargento tem razão, temos que fazer algo. Nosso ataque final, não temos outra opção se não avançarmos. Podemos ficar falando belamente sobre nosso possível fim, ou podemos gastar esse tempo lutando para sobreviver ou então dar uma bela razão para nossa existência. Soldados! Partiremos em frente! Repassava as ordens para os demais, tentaríamos colocar os escudeiros na frente, os atiradores dando cobertura, outros tentando atrapalhar a linha de fogo adversária de algum modo(fumaça, ou qualquer coisa que fosse possível). Para ir em direção ao inimigo, apenas os mais rápidos(ninjas) e os fortes(sargentos acima). Essa era nossa última cartada.


Destarte, usaria a cobertura dos escudeiros para tentar avançar o máximo possível e buscaria trazer junto de mim o pato, a fim de tentar algo mais a frente. Buscaria avançar, mesmo que aos trancos, até 6% do campo de batalha e nisso subiria no animal batendo com força na sua lateral para corrermos. - VAMOS LUTAR! AVANTE HOMENS! Assim partiria com a maior velocidade possível, acreditando que os soldados pudessem atrapalhar ou então o pato conseguisse compensar com rapidez contra a mira dos atiradores. Entretanto, se a atiradora tentasse disparar em minha direção, bastaria usar o kami-e e tentar desviar, e se ela(e) atirasse no pato, tentaria inicialmente desviar o animal, não sendo possível pularia do mesmo, buscando um rolamento.


Todavia, conseguindo chegar no inimigo, o sorriso ficaria estampado em meu rosto, ah sim, o sorriso do ceifador, da morte, esse era o esperado para derrotar a todos, e afinal ali mostraria por que era chamado de Serpente Vermelha, não só pelo sangue, não só pelo sibilar da lâmina, mas além da língua dos ofídios, minha arma também falava a língua do ferro e do líquido escarlate. Então partiria, inicialmente em direção ao atirador, buscaria tentar cortá-lo na região do punho ou braço, buscando impedir sua capacidade balística, então, aproveitando o embalo, continuaria, dilacerando o oponente e os próximos com o uso das Lâminas Gêmeas, e procurando me esquivar de outros golpes com algo acrobático como um giro ou então um rolamento.







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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 5 EmptySab 12 Set 2020, 13:50





Helena se encontrava em um estado ruim, porém eu não poderia fazer muito por ela além de deixá-la escondida atrás da pilastra. Apesar da inconveniência vindo por parte dos tiros que estavam sendo direcionados a mim, eu conseguia chegar até onde o Comodoro estava e ali encontrava meu novo adversário. O okama parecia somente lutar com os pés também, mas me manteria atenta quanto à outras formas possíveis de ataque já que não conhecia seu real estilo de luta e poderia acabar sofrendo as consequências de ser descuidada. Ele parecia querer continuar a ajudar o seu amigo e dizia que iria me derrotar em apenas um minuto - Tudo bem, mas cuidado com o que fala viu? sorriria ironicamente - Assim como os peixe, os idiotas morrem pela boca riria em provocação e em seguida piscaria em sua direção.

Após isso, eu primeiramente recuaria alguns passos para trás para analisar coisas em sua movimentação e principalmente o pé que ele utilizava como ponto de equilíbrio. Nesse momento adotaria uma postura reativa esperando que ele viesse até mim já que queria acabar com aquilo rápido, mas eu obviamente não estaria com tanta pressa assim. Apesar de não o atacar inicialmente a ideia era confrontar o seu avanço para conseguir com mais facilidade o que queria. Quando ele estivesse próximo a mim para realizar algum chute iria na perna contrária ao do golpe, atacando na região do Talus no início do pé. Com isso queria neutralizar o seu ataque e retirar sua estabilidade para que conseguisse atingi-lo com um ataque mais facilmente. Executaria um chute giratório nele na altura da cabeça, nesse movimento poderia conseguir evitar algum outro bloqueio.

Se ele estivesse armado ou desse algum indício de que também utilizava as mãos, preferiria continuar mantendo alguma distância dele e caso ele tentasse forçar alguma aproximação teria de ter meu contra-ataque em mente. Procuraria dar uma rasteira frontal formando um arco de 180º graus, caso ele resolvesse saltar faria a mesma coisa que Katherine havia feito com o Albino erguendo a minha perna para que ele realmente fosse ao chão. Caso fosse obrigada a esquivar a minha preocupação inicial seria com chutes diretos onde eu procuraria girar para me movimentar com alguns passos, onde sairia da trajetória do ataque e assim poderia golpeá-lo lateralmente. Se o okama tentasse um chute lateral independente de realizar algum salto ou não eu me abaixaria e jogaria todo o corpo num rolamento para o flanco contrário ao ataque.

Ele poderia não querer tomar a iniciativa em nosso duelo e querer ir embora após eu me afastar, mas isso obviamente teria de ser evitado. Avançaria em sua direção de imediato - Onde você pensa que está indo? questionaria - Não ia me derrotar em apenas 1 minuto? provocaria em escárnio. O okama poderia querer preferencialmente bloquear meus ataques e por isso nessa disparada procuraria me aproveitar de ‘fake kicks’ para tentar enganar sua defesa, assim como falsas movimentações que o levariam a entender erroneamente as minhas verdadeiras intenções. Durante a minha corrida deixaria sempre a parte esquerda do meu corpo na frente já que minha proficiência real estava na direita, enquanto ele não percebesse isso também buscaria usar a meu favor.

Assim que estivesse a uma distância considerável dele iria pular e com isso utilizaria a perna canhota para “atacá-lo", mas a real intenção era deixar que ela passasse por ela. Isso com certeza o faria abaixar a guarda já que o seu pensamento provavelmente seria que eu havia falhado em minha execução, aproveitaria isso para dar um chute frontal em seu rosto com o pé destro. Quando chegasse ao chão ficaria de costas para ele e faria o mesmo movimento em arco da rasteira, porém a ideia era me equilibrar sobre as minhas mãos para golpeá-lo enquanto estava ainda no chão e eu visaria atingir o seu tórax. Para finalizar me colocaria de pé novamente para realizar um chute giratório na lateral de sua cabeça para acabar com ele - Como eu disse antes, todo falador passa mal diria se conseguisse derrotá-lo.

Não poderia cogitar uma vitória tão rápida da minha parte, afinal não sabia ainda a real força dele e por isso agiria com certa cautela em certos momentos. Assim como eu estava buscando surpreendê-lo ele poderia acabar fazendo o mesmo comigo e estar atenta a isso com certeza me faria estar um passo à frente. Isso até poderia parecer alguma besteira, porém se me preocupar com isso trouxesse a vitória nada mais importava no momento. Eu também não deixaria de olhar para os meus arredores para averiguar a situação dos outros que estavam lutando, assim poderia ajudá-los assim que meu embate se encerrasse.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 10
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências :
 

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