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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia III

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptySex 03 Jul 2020, 00:58

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia III

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Karyo Shen, Calros Lazo, Laith Kinder e Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyQua 05 Ago 2020, 23:58





O embate começava e cada um que estava ali encontrava o seu adversário, pelo tanto de lutas que ocorria aquilo se tornava uma confusão um tanto que generalizada. Apesar de eu não conseguir ter êxito em todos os movimentos tinha conseguido uma pequena vantagem, ao menos de ritmo, contra Alexander que tinha de se recompor ao cair com as costas no chão. Nesse instante eu mal conseguiria conter a animação e acabaria por formar um sorriso em meus lábios, estava dando os meus passos para vingar a morte daqueles que foram assassinados pelo albino - Será que você vai conseguir mesmo me capturar? faria uma nova provocação.

Isso com certeza estava dando certo já que inicialmente ele parecia estar irritado com as minhas palavras, por isso prosseguiria para ver no que ia dar. Era bem provável que nervoso ele não conseguisse raciocinar corretamente e acabasse dando brechas a serem exploradas por mim. Teria de explorar essas alternativas para conseguir ganhar mais alguma vantagem sem precisar lutar, desse jeito poderia deixar a luta mais fácil para o meu lado já que poderia ter de brigar com outra pessoa. Manter uma quantidade de energia razoável sobrando iria com certeza me ajudar caso fosse necessário “Mas, antes de pensar nisso preciso me focar nessa luta” buscava o foco novamente.  

Enfim sabia a arma que o albino tinha consigo e tendo isso em mente começaria a planejar uma nova investida. Ficaria próxima dele para dificultar o lançamento de alguma shuriken, assim poderia me concentrar apenas na outra lâmina que estava em sua posse. Ele dizia saber meus “truques” quando tentou se esquivar dos meus primeiros ataques, mas quando fiz algo diferente acabei por ter sucesso. Então, dessa vez iria fazer uma coisa “nova” ao invés de simplesmente correr na direção dele em linha reta na forma convencional. Testar movimentos novos era importante já que poderia reutilizar o que desse certo em uma outra luta “Você faz isso quando está treinando, não no meio de uma luta que pode tirar sua vida Katherine!” ela se irritava com isso “Se reinventar nesses momentos é a fórmula da vitória!” demonstraria novamente a minha empolgação.

A primeiro momento tentaria enganá-lo, recuaria alguns passos para trás e ao invés de começar a correr me abaixaria para projetar o corpo a frente num carrinho. O objetivo era deslizar até ficar perto do homem, onde ainda abaixada ficaria de costas para ele e ainda assim daria um salto. No ar giraria para dar o primeiro chute com a perna direita na altura de sua cabeça, a intenção a primeiro momento era forçar um bloqueio ou uma esquiva da parte dele, mas se conseguisse acertar seria bom também. Não daria tempo para que ele pudesse reagir e por isso prosseguiria dando um falso chute na sua direção para que pudesse me equilibrar apenas com as duas mãos.

A partir daí giraria ambas as pernas com forças para conseguir acertá-lo em qualquer parte do corpo do tronco para cima.  Manteria a posição por alguns segundos para então abaixar as pernas num giro em meu próprio e lhe aplicar uma rasteira, chutando um pouco acima do seu calcanhar para desequilibrá-lo totalmente. Ainda com as mãos no chão, aproveitaria o momento de atordoamento dele para então jogar as pernas em seu pescoço e com isso “montaria” em seus ombros.  Assim, rodaria mais uma vez utilizando o peso do meu corpo e a força nas pernas para puxá-lo pelo pescoço, dessa forma buscava fazer sua cabeça chocar contra o chão. Feito isso poderia voltar a minha posição original se tivesse obtido sucesso em minha movimentação - Vamos lá! Ainda não acabei! diria em seguida.

Estar preparada caso algo desse errado era muito importante, afinal ficaria precavida nessas situações e também evitaria a perca do controle da situação. Se o albino tentasse jogar as shurikens enquanto eu estivesse no chão iria eu buscaria rolar para o lado retirando o meu corpo da trajetória das estrelas. Caso acabasse errando os meus golpes tentaria recuar e me preparar para a defesa se ele viesse de imediato em minha direção, se não o fizesse tentaria aplicar um outro golpe como um chute direto. Se ele tentasse um ataque na diagonal movimentaria o meu corpo parcialmente para trás dando alguns passos também para evitar com sucesso. Para a hipótese da estocada e de um corte na vertical procuraria me abaixar jogando o corpo no chão como se estivesse sentando na superfície, dali mesmo tentaria chutar a mão dele para fazê-lo soltar a lâmina. Por fim, se ele tentasse um golpe na horizontal buscaria um giro e me movimentaria para o lado tirando o tronco da direção do ataque.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 6
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyDom 09 Ago 2020, 12:00



[LB] O Florescer de Utopia III — 006


As palavras do Sargento Lazo pareceram tocar fundo no coração da jovem soldado, pois o sorriso que surgiu em seu rosto foi único, um misto de orgulho e felicidade. Talvez essa tenha sido a primeira vez que ela notou que agora fazia parte da marinha, algo maior do que ela própria, que levava a esperança para muitos e muitos civis na Grand Line e em todo o mundo, a primeira vez que notou que portava uma arma para proteger, e não para ferir! Sem palavras, apenas acenou com a cabeça positivamente, guardando aquele pequeno discurso para si.

Mas chega de sentimentalismo! Uma batalha estava prestes a começar, com os marinheiros acuados, cercados de inimigos, desfalcados devido aos traidores, e com boa parte da sua vanguarda ainda dentro do armazém! Será que aquilo poderia ser pior? O medo tomava conta de boa parte dos soldados e até mesmo alguns dos sargentos, suor escorrendo por seus rostos, apesar do frio que sentiam. Haviam se tornado presas e o fim estava próximo!

Mas no meio destes, no meio do medo e do desespero, haviam aqueles que ainda não estavam prontos para ir dessa para a melhor, que ainda não haviam pego tudo o que a vida tinha para lhe oferecer, aqueles destemidos e corajosos, que ao invés de dobrarem os seus joelhos, estufavam seus peitos e erguiam seus rostos. Os verdadeiros heróis! Suas vozes ecoavam e atingiam profundamente os demais, afugentando o medo e dando-lhes coragem, força e, o mais importante, esperança!

Uma dessas vozes era a do já citado Sargento Calros Nunca Breve Lazo. Sua primeira ordem, para que relaxassem, era no mínimo inesperada e pegava os demais marines de surpresa. — R-RELAXAR?! — Gritou um dos soldados, gesticulando para os inimigos ao redor. Alguns até mesmo pensaram que o Sargento era um dos traidores, tentando confundí-los. Mas o que veio a seguir novamente surpreendeu os marinheiros, pois Lazo mostrou uma calma e uma análise da situação excepcional.

Devido aos últimos acontecimentos, os dois círculos de marines haviam se mesclados parcialmente em apenas um, mas Lazo fez com que os marines se organizassem novamente, com os atiradores tomando a frente e os demais se posicionando mais atrás. O outro lado fazia o mesmo, com vários atiradores tomando a frente, portando armas de fogo e arcos.

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Outra das vozes heróicas, que recusaram aceitar a derrota, era a do Tenente Laith Kinder, o qual via de relance os soldados do primeiro setor se organizando sobre o escrutínio de Lazo e ordenava que os demais setores fizessem o mesmo. Dois soldados partiram para cumprir a ordem, correndo até o primeiro setor em busca de informações, antes de poderem ir para os setores vizinhos repassarem as ordens. Calros havia instruído com os olhos wat? os soldados do seu setor para repassarem as informações, o que agilizou um pouco esse processo.

Laith, por sua vez, organizou o terceiro setor de uma forma mais simplificada. Puxando suas armas e ficando à frente dos demais, com o pássaro rodeando-o, nervoso, o tenente instigou a moral dos marinheiros ao redor. Diferente de Calros, frio e calculista, Laith tentou uma abordagem mais agressiva, clamando pelo instinto de sobrevivência dos aliados e pelo sangue dos inimigos. Os atiradores se prepararam, embora não na formação do primeiro setor, mas espalhados entre a área.

Amanda se moveu para trás do tenente, como se pretendesse o usar de escudo, levando uma das mãos ao torso, apreensiva e cabisbaixa. O pato estranho foi até ela e a acertou com seu bico, obrigando-a a levantar seu rosto e gritando um "QUACK!" em seu ouvido. A mulher sorriu, acariciando o animal com uma das mãos enquanto puxava seu revólver com a outra. — Já cheguei nos portões da morte uma vez, não pretendo voltar lá tão cedo! — Afirmou, como se falasse com o animal, movendo os braços e ajeitando sua mira, preparando-se para o combate.

Um cara narigudo se adiantou no lado inimigo e gritou a plenos pulmões. Seus pulmões, no entanto, não deveriam ser muito fortes, pois sua voz chegou abafadas aos marinheiros que o olharam com expressões de incompreensão. Robertinho, próximo de Calros, não demorou a gargalhar de deboche e responder: — EI! Aumenta um real aí na voz, que não dá para ouvir daqui não! BWAHAHAHAHA! — O narigudo deve ter escutado Robertinho, pois sua face demonstrou ira enquanto gesticulava freneticamente e gritava sons inaudíveis para os marinheiros.

Foi quando os tiros começaram.

Como Lazo imaginou, o outro grupo estava desorganizado e os disparos de alguns que incentivaram os demais a dispararem. Os marinheiros, já a postos, dispararam quase que em sincronia, com apenas o setor dois, do Sargento Hyoudou, atirando com atraso. Podia parecer pouco, mas a iniciativa dos marinheiros derrubou alguns dos atiradores inimigos, reduzindo os tiros contra aqueles do lado da justiça.

Ainda assim, projéteis atravessavam a terra de ninguém vorazmente, buscando suas vítimas. Bolas de chumbo e setas de metal assobiando enquanto cortavam o ar e gritos de dor e medo quando a carne era atingida. Dos dois lados havia sangue, dos dois lados havia medo e dos dois lados havia morte!

Gritos de dor, raiva, vingança e de vários outros sentimentos ecoavam no campo de batalha enquanto os vilões corriam colina abaixo, a adrenalina a mil dentro daqueles corpos que se preparavam para se chocar. — RECARREGUEM! — Gritou Amanda, com o som de cliques se espalhando a partir dela e aumentando cada vez mais de volume, como se os marinheiros fossem um único mecanismo que despertava para a vida. — ATIRAR! — Seu grito encerrava com mais uma saraivada de balas que partiam de seus revólveres e os outros atiradores faziam o mesmo.

Kinder, Lazo e todos aqueles mais a frente do combate viram alguns d'Os Números caírem como moscas, atingidos pelos projéteis em plena corrida e sucumbindo diante os demais, sendo atropelados pelos que vinham mais atrás. Seus números diminuíram consideravelmente, mas ainda não o suficiente. — HOMENS! — A voz retumbante era do Sargento Oak, responsável pelo setor quatro. — ATACAR! — O próprio Tenente Kinder gritava, ordenando que os marinheiros mostrassem as suas presas, e não demorava até as gaivotas darem seus mais corajosos gritos de guerra!

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Logo o som de metal contra metal tomava conta do cenário. As vozes eram abafadas, assim como as ordens, e tudo era resumido no mais puro Caos! No meio da cacofonia da batalha, Calros, após atirar e ferir dois piratas, viu Yamamoto a sua frente, portando uma lança fina e comprida. Novamente o traidor ajeitou seus óculos, deixando que a luz do sol fosse refletida, antes de dizer: — Meu nome é Yamamoto Tsukasa e serei seu oponente!

Kinder também derrotou dois inimigos, um revolucionário e um agente, antes de ver diante de si alguém inesperado. Pois era ninguém menos do que Hyoudou, o sargento que deveria ser responsável pelo segundo setor. Isso explicava a desorganização daquele setor, atirando por último, sem grito de guerra, recuando cada vez mais e com mais feridos do que todos os outros… Sem ninguém para organizá-los, haviam se tornado vítimas da desordem. — Sem a cabeça, a cobra cai! — O ruivo dizia, embora fosse ambíguo se pretendia se referir a Serpente Vermelha ou aos marines como um todo. Na destra portava um longo revólver e na canhota uma espada, já suja de sangue.

O que seriam dos nossos heróis? Apesar do bom início, será que conseguiriam vencer aquela horda de inimigos ou sucumbiriam perante tamanha força?

- x -

Do lado de dentro do Armazém, os dois lados se digladiavam em busca da supremacia. Ishisaki era o único sem inimigo e permanecia sentado, apenas observando as batalhas que ocorriam ao redor, de olhar triste. Karyo poderia se lembrar do capitão pirata Arlong e de como ele tentou influenciar a luta com ataques furtivos e sujos, interferindo na luta dos outros e ferindo seus oponentes quando estes menos esperavam. Então Ishi permanecer na dele era bom para os marines. Não é?

O tenente, no entanto, tinha outras preocupações no momento, já que a mulher a sua frente desembainhava a sua longa lâmina e se preparava para o ataque. — Aqui vou eu! — O esqueleto mal havia começado a girar as suas foices quando, com ambas as mãos na empunhadura, a morena se jogou em sua direção, desferindo um golpe vertical ascendente.

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Karyo conseguiu desviar do primeiro golpe, mas a velocidade dela o surpreendeu, impossibilitando um contra-ataque antes do segundo golpe cair sobre ele. Empunhar aquela arma realmente exigia muita força, mas a espadachim utilizava o movimento de um golpe como ímpeto para a realização do próximo, girando em torno do próprio eixo entre um golpe e outro e diminuindo consideravelmente o espaço de tempo entre cada ataque, movendo-se como um furacão imparável na direção do akumado.

Com o tempo, o tenente conseguiu se acostumar e passou a desferir rápidos contra-ataques, ferindo a mulher de forma superficial e fazendo-a… sorrir? Num dos giros da oponente, a espada passou direto e, quando Karyo avançou para um ataque mais pesado, a canhota dela surgiu livre e acertou-o no queixo com um upper. O soco não era forte para machucá-lo ou atordoá-lo, mas parou o avanço do akumado e deu tempo para a mulher voltar a segurar a espada com ambas as mãos e desferir um ataque descendente.

O Soru foi usado como recurso e Karyo recuou milissegundos antes de ser atingido. A lâmina atingiu apenas a imagem deixada por ele, como se cortasse através de um papel, e atingiu o chão com força o suficiente para lançar pedaços de azulejo em todas as direções. — Fugindo de mim? Assim eu fico triste! — Brincou, com um largo sorriso no rosto. Haviam seis cortes no seu tronco, os quais atravessaram sua roupa leve e marcaram sua pele alva com linhas carmesins. Ela, no entanto, não parecia sequer ter notado aquilo. — Não sou bonita o suficiente para você?

Enquanto isso, do outro lado do armazém, dois traidores — Cada qual com suas próprias motivações. — punham suas convicções a prova: Alexander em busca de riquezas e poder, Katherine em busca de honra e justiça. Com o loiro ainda se recuperando da queda, sobrava para a taekwondoca iniciar o ataque, começando com uma rasteira. Alex pulava para trás e arremessava algumas shurikens que atingiam apenas o chão, já que Katherine girava para o lado, evitando o ataque.

Ela prosseguia pulando e desferindo dois chutes, um descendente e um ascendente, mas os dois eram esquivados. Mais um punhado de shurikens eram lançadas por Alexander e estas atingiam a mulher, mas todas de forma superficial, apenas causando rasgos em seu uniforme e alguns arranhões pelo corpo.

Katherine então se apoiava com as mãos e girava, atingindo o loiro com suas pernas esticadas. Ele conseguia esquivar apenas do primeiro chute, sendo atingido pelos demais com sua guarda fechada, emitindo grunhidos de esforço a cada pancada que lhe atingia. A soldado parava a barragem de chutes, embora ainda girasse mais uma vez antes de atacar com uma rasteira. Desta vez, o albino pulava para trás, ao invés de apenas para cima, evitando uma nova queda.

Era então que a ex-revolucionária tentava encoxar o traidor, mas este novamente pulava para trás, evitando completamente o golpe. Enquanto a mulher permanecia no ar, vulnerável, Alexander deu um sorriso vitorioso ao proferir as palavras: — Ayametori! — De suas mãos surgiam incontáveis fios— Não! Eles já estavam lá antes! As shurikens arremessadas anteriormente estavam presas a fios finos o bastante para não serem visíveis e agora estes fios eram puxados!

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Katherine se via cercada e presa pelos fios, tendo seus movimentos restringidos enquanto Alexander avançava com um sorriso sádico no rosto. — A vitória é minha! — A kunai descia mirando seu plexo solar, com sua lâmina brilhando viva, a morte a segundos de distância.

* BANG! *

Helena atirava na direção do loiro, errando, mas por tão pouco que os cabelos dele se levantaram com a pressão do ar ao redor da bala, revelando seu olho sempre escondido. A surpresa pelo ataque estava estampada em seu rosto e, tentando parar devido ao susto, a gravidade conseguia puxar Katherine um pouco mais antes dela ser atingida, com a kunai sendo enterrada no seu ombro esquerdo.

A soldado caía pesadamente no solo, de costas, com a kunai ainda presa em seu ombro, enquanto Alexander caia sentado. As linhas foram soltas e se afrouxaram ao redor da ruiva, permitindo que ela se soltasse, se assim tentasse. Um grito de dor chamou a atenção de Kat—Azura, mas não era o seu. Quem gritava era Helena!

Além do fuzuê dali de dentro, o tenente e a ex-revolucionária, assim como os outros, podiam ouvir tiros e gritos vindos do exterior. Os Números e seus aliados não pareciam surpresos, com o líder deles comentando apenas: — Então começou...

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
Histórico:
 

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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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Azura Silverstone:
 
Histórico:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyQua 12 Ago 2020, 04:00





Posts em Utopia - 72
De certa forma meu plano deu certo e derrubamos mais inimigos do que fomos derrubados. A confiança havia voltado ao nosso lado, até piadas eram soltas por um sargento do meu lado. Confiança demais não seria bom, mas não havia tempo para falar sobre isso infelizmente. A batalha maior começava e o inimigo até se apresentava para mim enquanto eu via que ele possuía uma lança.

A primeira ação que faria era a de apertar o botão de minhas luvas e fazer os espinhos delas aparecerem (não ficou claro para mim se eu fiz isso ou não no post). Enquanto fazia isso já exibia um sorriso para Yama. – Sério que você está se apresentando de novo? – Perguntaria já preparando meus pés para avançar nele. – Você se apresentou não tem nem cinco minutos. – Afinal, a lembrança estava vivida ainda, foi literalmente a pouco tempo. – A sua memória foi afetada porque tem um idiota falando nela? – A pergunta era tão sincera quanto possível, afinal, não fazia o menor sentido isso. Talvez Ishisaki realmente afete as pessoas de forma diferente. – Ou você tem algum problema? – Perguntava mudando um pouco o tom para pena. – Se for o caso me desculpa, mas é o esperado de qualquer idiota aliado ao Ishisaki. – O tom de pena mudava para algo mais ácido e então avançava na direção dele enquanto falava por fim. – Espero que com algumas pancadas você melhore ou volte ao normal.

Não sei para onde Liebert foi, na verdade ele parecia ter desaparecido, por isso precisava tentar acabar rápido com Yama enquanto era possível. Só que claro, como sempre, estava na desvantagem. Com uma lança ele se focaria em uma luta com uma distância bem maior do que a minha. E ao contrário do meu último rival solo, nesse eu provavelmente só morreria se fizesse alguma besteira. Precisava me manter concentrado enquanto avançava no homem, tinha que diminuir ao máximo a distância.

Enquanto avançasse colocaria meus braços na singela posição do peek-a-boo e começaria a balançar meu corpo um pouco para ambos os lados me aquecendo um pouco para meu plano futuro. Infelizmente mais forte do que a minha própria pessoa, frases como “Quanto Ishisaki te paga pra você fazer burrada?”, “Você sabe que não tem chance né?”, “Já pensou em usar lentes de contato?, entre outras”, acabariam saindo de minha boca para simplesmente provocarem o traidor.

Quando estivesse algo próximo dos três metros dele me focaria ainda mais no balanço corporal do que no avanço em si. Sendo uma lança só poderia esperar por estocadas, e já sabia que a minha esquiva era negativa perto do povo da grand line. O que poderia fazer com isso em mente além de tentar? Maximizando o balanço dava mais alguns passos em sua direção e quando visse a primeira estocada tentaria esquivar de seu golpe para o lado que já estivesse naturalmente balançando meu corpo. Além disso, se a estocada fosse na altura de meu rosto ou de meu peito, fecharia meus braços e os colocaria na frente para pelo menos eles serem acertados.

Se conseguisse esquivar avançaria mais alguns passos rápidos na direção do corpo de Yama, onde ao chegar bem próximo abriria minimamente a guarda por preparar um uppercut em seu plexo solar ou em seu queixo dependendo de quão encurvado ele mesmo estivesse. A mão do golpe dependeria exclusivamente do lado que minha esquiva ocorrera. Se tivesse esquivado para a esquerda, usaria a mão direita e vice-versa. Após esse primeiro golpe, acertando ou não e sendo efetivo ou não, usaria a minha outra mão que já estava mais para o exterior do que a do uppercut para acertar um cruzado agora sim mirando de qualquer forma em seu rosto.

Na circunstância em que meus golpes fossem efetivos contra Yama, provocaria ele um pouco mais ainda me aproximando mais, não queria deixá-lo sair de perto. – Cadê o Liebert para te ajudar? Ou vocês são tão traidores que não confiam nem em vocês mesmos? – Após a provocação já faria um cruzado, mirando em seu braço mesmo, colocaria o máximo de força possível, para sentir os espinhos entrando em sua pele se acertasse.

Caso não conseguisse esquivar e sentisse a estocada entrando em minha pele, engoliria a dor e tentaria agir o mais rápido possível. Se fosse o lado esquerdo de meu corpo que fosse estocado, com a mão direita tentaria agarrar a lança e vice-versa. Na hipótese da estocada não ter acertado meus braços, após segurar a lança com a primeira mão, tentaria usar a segunda mão para também segurar a lança. Ao contrário do que imagino que ele irá pensar que eu vá fazer, não tentaria puxar a lança ou retirar ela dele. Simplesmente a seguraria o mais firme possível e girando meu corpo para o mesmo lado da minha primeira mão que segurou a lança, onde soltaria a segunda para adequá-la a nova posição por um mero instante, me aproximaria de Yama de forma meio lateral e tentaria dar uma cabeçada em seu rosto, tentando primeiramente quebrar seu óculos ou pelo menos desloca-lo de seu rosto, sem me importar muito com o dano que ele levasse. Tentaria fazer isso o mais rápido possível, para que o susto de ter a lança agarrada estivesse em sua mente por todo o processo. Após a cabeçada, soltaria a primeira mão que estaria mais próxima do corpo dele e daria um soco que não é de boxe, basicamente um soco lateral, como se fosse esmurrar uma porta porém fizesse isso na horizontal, com o objetivo de até machucá-lo com os espinhos, porém com o principal objetivo de empurrá-lo para que ele talvez soltasse a lança.

Se de fato ele soltasse a lança, seguraria ela com força com ambas as mãos e usando minha perna num movimento ascendente, a desceria com as mãos para tentar parti-la em dois. Se conseguisse jogaria as duas partes na direção mais distante de Yama. – Já comentei que você está do lado errado nessa luta? – Soltaria sem pensar tanto e já me colocando em posição de batalha de novo.

Na eventualidade de algum outro qualquer me atacar e não ser possível desviar com o balanço de meu corpo, aceitaria o golpe firmando a minha base para não ser jogado longe. Dependendo da proximidade do inimigo pós golpe, tentaria acertá-lo com uma combinação de jab e direto rápida. E após isso tentaria me distanciar um pouco com alguns passos para trás para verificar a minha posição em relação ao novo inimigo e Yama ao mesmo tempo.

Na hipótese de eu ver qualquer aliado meu sofrendo muito com algum adversário, gritaria para todos. – Não se esqueçam de olhar por seus aliados! Sargentos se ajudem! Não deixem que algum dos nossos caía por nada!




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyQua 12 Ago 2020, 23:43





Num instante tudo dava errado para mim e com isso eu acabava por jogar a pequena vantagem de ritmo que tinha fora. Como eu não consegui acertar nenhum dos meus ataques acabei por ficar vulnerável perante a movimentação do homem que de alguma forma havia colocado linhas em suas shurikens e me prendia com estas. Várias coisas se passavam pela minha mente enquanto via o homem se aproximar com um sorriso vitorioso no rosto, talvez pudesse ter feito algo diferente só que agora era tarde demais para ficar reclamando de alguma decisão que tinha tomado. Por sorte, alguém estava de olho em toda a situação e acabava por salvar a minha vida da iminente escuridão eterna. Não houve tempo para que eu pudesse agradecer Helena tampouco consegui esboçar uma reação diante da situação, afinal já não estava mais ali.

É incrível a capacidade de Katherine fazer besteiras, não custa nada me ouvir de vez em quando e com isso evitar certas coisas. Mas no fim ela é cabeça dura demais para escutar algo que eu tenho a dizer, prefere dificultar tudo sem nenhuma necessidade. Só que agora eu irei as coisas da forma que achasse melhor e a idiota só poderá observar tudo de longe sem poder me contestar. Estar de volta era realmente uma sensação boa e nem tão cedo cederia meu lugar novamente para que a esverdeada voltasse.

A primeira coisa que faria ao me levantar seria observar a situação ao meu redor, antes de voltar minha atenção para o albino. Não estava interessada na vingança de Katherine, afinal a culpa disso tudo ter ocorrido era totalmente dela por confiar em um idiota desses - Acho que nunca conversamos, é um desprazer conhecê-lo Alexander sorriria ironicamente demonstrando uma falsa simpatia. Aproveitaria esse momento para verificar se ele tinha ainda outra lâmina consigo - Não há mais diálogo por aqui, então serei forçada a esmagar um inseto como você daria com os ombros sem me importar muito.

Após isso poderia resolver meu problema com a kunai, imediatamente me viraria de costas para ele deixando minha guarda escancarada. Teria de ser rápida no procedimento para evitar sofrimentos maiores se decidisse retirar lentamente a lâmina do meu ombro. Esconderia a arma em algum lugar do meu corpo já que com certeza me seria útil em algum momento “Você não pode se rebaixar ao nível dele Azura! Lute honestamente e não tente ficar tramando essas sujeiras!” não era a hora para ser certinha “Calada, eu luto pra vencer e não pensando no que os outros vão falar de mim” responderia rapidamente.

Se ele não resolvesse vir em minha direção enquanto estava de costas, voltaria a minha posição original buscando analisar o que ele faria em seguida. Não tomaria a frente por enquanto, agiria na resposta para tentar conquistar alguma vantagem perante ele e com isso em mente tentaria forçar os seus ataques contra mim. Provocações talvez dessem certo se eu utilizasse as palavras e também fingisse abrir alguma brecha para que ele pudesse se aproximar ou então arremessar mais shurikens. Para garantir a vitória tudo o que estava ao meu alcance era válido - Você só sabe jogar essas shurikens? Assim fica fácil demais diria inicialmente.

Caso eu tivesse que ir em sua direção, não faria nenhuma provocação e apenas me manteria atenta em sua movimentação quanto a jogar novas estrelas. Avançaria em linha reta, a ideia era literalmente ir de encontro ao homem e quando ele jogasse alguma shuriken eu giraria enquanto me movimentaria para o lado. Estando próxima a ele procuraria fazê-lo pensar que daria um chute alto, mas estaria visando na verdade o meio de suas pernas. Com toda certeza o faria sentir pelo menos um pouco o golpe e assim poderia seguir atacando, onde aplicaria um chute lateral seguido por um frontal.

Ele poderia tentar me prender com os fios assim como fizera com Katherine e se isso realmente acontecesse utilizaria a Kunai para cortá-los antes que algo ocorresse. Se não conseguisse acertar os golpes que queria ou então fosse forçada a me defender, ficaria um tanto recuada a primeiro momento. Caso ele tentasse algum ataque na diagonal optaria por um giro visando retirar o meu corpo da trajetória do ataque rapidamente. Num ataque vertical ou horizontal saltaria para trás, se fosse necessário eu ainda me movimentaria para a lateral me retirando totalmente ou parcialmente da direção do golpe.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 7
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


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Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 12:43





O som ensurdecedor dos tiros, os gritos dos guerreiros, o clima tenso de uma batalha e o medo de sentir sua vida por um fio. Tudo isso era parte daquele cenário de guerra em Utopia, que de utópico não tinha nada. Sentia a tensão no ar, o cheiro da guerra, era interessante de imaginar que como serpente era possível sentir outros odores, talvez depois de tantos combates eu seria capaz de farejar a morte? Se bem que todo assassino deveria ser assim, nascíamos e morremos para isso.


Os dias de sol escaldante voltavam na memória, quão cedo tinha sido? Seis anos? Sete? A lembrança não era precisa, todavia conseguia ver com nitidez a cena do corpo inerte no chão, ensanguentado, o corpo de um adulto qualquer, um escravo capturado e usado para nos treinar. Minhas mãos cheias de sangue. Um odor forte e gosto de ferro invadiam os sentidos e a boca, a saliva pesava tanto quanto uma gota de sangue. Era isso que nos esperaria, tinhamos sido tirados de nossas famílias para sermos maquinas, portanto só sabiamos matar ou morrer. O sorriso do homem que um dia foi nosso tutor e me lembrava de sorrir, como resposta a ele, já que assim sobreviveria mais um dia.


Quando voltava para a batalha, o som já era muito maior, metal contra metal, gritos, lágrimas, fúria. Olhava ao redor e reparava nos dois corpos derrubados pelas minhas mãos, as lâminas gêmeas cada qual alimentada com sangue, e o sorriso em meu rosto. Muitos sentiriam nojo, porém o que sentia era prazer, afinal estava cumprindo meu propósito de vida, não só isso, estava escrevendo uma história à tinta rubra e a fonte seria a dos inimigos. Quando retomava por completo a cena, ouvia outro barulho chamando a atenção - uma voz - . Imediatamente os olhos viravam para a fonte e reparavam em quem estava lá..ah sim, ainda tínhamos traidores, a pior raça, seja na Rosa ou na Corte, sempre havia falta de lealdade no mundo.


- Ei sargento..mortos não falam. Olhava diretamente para o ruivo traidor. " Espada e revólver é? Interessante". Um inimigo que podia atacar de longe e de perto, mas que só tinha um disparo. Enfrentar diretamente poderia ser um problema, pois o tempo para desviar seria bem curto, além do mais não sabia ao certo quanto era o intervalo até ele recarregar. " Não tem jeito."


Inicialmente o plano do oficial seria o seguinte, aproveitaria a situação caótica ao redor para tentar uma camuflagem, correria em meio aos combatentes em volta, tentando ficar sempre a frente de um inimigo, a fim de que Hyodou não disparasse e caso fizesse poderia acertar um "companheiro". Usaria primeiro a lâmina gêmea para tentar jogar o reflexo solar contra os olhos do inimigo, ganhando um tempo parar correr em direção ao tumulto e começar a dar a volta em círculos nele. Então, quando ele perdesse a referência, jogaria uma kunai em sua direção oposta, de modo a tentar atrair sua atenção para o outro lado e então tentaria avançar com uma corrida. - Primeiro movimento. Sussurrava enquanto alteraria o lado das lâminas, segurando-as de forma oposta. - Grito! Então realizaria a técnica ao chegar no adversário, tentando cortá-lo com precisão e logo acabar com esse problema.


Ainda sobre esse cenário, era possível que, durante a etapa de despistar, a algum inimigo fosse até mim, nesse caso tentaria desviar e aproveitar a brecha para cortar o inimigo de forma horizontal e longa, mirando abaixo de sua barriga, forçando-o a se segurar para evitar perder as tripas. E, se ao chegar no sargento traidor, o mesmo tentasse usar a espada para bloquear ou contra-atacar, então ao invés de usar a técnica Grito usaria a Presas-Duplas.


Tendo derrotado o sargento Hyodou, fitaria o campo de combate, tentando encontrar algum outro soldado, ajudaria-o no combate se fosse preciso e em seguida passaria as ordens. - Comunique o sargento Lazo! Quero que ele e seu grupo se reúnam comigo, atacaremos pelo flanco! Vá! Então, só me restaria tempo aguardar ali a chegada do soldado enviado, continuando a combater os inimigos que tentassem atacar. - ATAQUEM SEM DÓ! ESTAMOS GANHANDO! A tentativa do grito era de aumentar a moral da tropa, queria que tivessem um pouco mais de ânimo e ganhar do adversário na energia de combate, já que em números não parecíamos estar tão bem.


Entretanto, se o Hyodo ainda estivesse vivo, continuaria focado no combate, buscando desviar dos possíveis tiros ou golpes, observando seu tempo de ataque e tentado contra-atacar nas brechas de postura. E não sendo possível o desvio, buscaria usar uma das lâminas gêmeas para desviar o projétil.







~ Histórico ~




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptySex 14 Ago 2020, 16:32





Mal a luta havia começado e a mulher já havia partido para cima de mi com ímpeto — Woaah! - me surpreendi com sua velocidade. A luta estava acirrada! Se por um lado eu conseguia cortá-la superficialmente a cada balanço, apenas um golpe certeiro dela seria o suficiente para me mandar pelos ares. Todo cuidado era necessário nesse momento! Todo mesmo... balançava a cabeça, após levar aquele inesperado soco. Ela continuava a surpreender!


Havia usado o meu Soru para escapar ileso, mas não pretendia apenas usá-lo para permanecer na defensiva! — Um marinheiro não foge de uma delinquente sem causa, malcriada! - redarguia, balanço o braço como se tirasse algo da frente, ignorando a outra pergunta dela. Não iria entrar em brincadeiras; e sim em um confronto mortal! "Soru!" - avançaria para cima da mulher. Se era ossos que ela queria, era o que ela teria! Surgiria na frente da mulher, dando um corte descendente em seu tronco, atento para a provável retaliação com o montante e com seus ardilosos socos - e não ignoraria os chutes! A depender de sua reação, completaria o golpe e recuaria com o rokushiki, mas a bem de verdade, assim que ela esboçasse o movimento para contra-atacar, me moveria primeiro! "Esteja sempre um passo à frente! Soru!" - desviaria para o contrapé dela; ou melhor, a contramão, de modo a dificultar a sua reação, completando o balanço do corte em seu braço que empunhava o montante. "Mine as forças inimigas!".


E, se ela usava seu corpo como eixo para girar o pesado montante e rotacionar, dando golpes em cadeia, cada vez mais fortes, já tinha em mente o que fazer. "Torne os pontos fortes de seu inimigo em pontos fracos!" - pensava comigo. A estratégia formulada era acompanhar os seus giros, com velozes sorus, me mantendo em seus pontos cegos. A estratégia tinha prazo de validade, visto que uma hora ela saberia que eu estava em seu ponto cego, apesar de não conseguir me acompanhar! Dessa forma, o meu primeiro uso desta empreitada seria um profundo corte em suas costas; um balanço temeroso com uma das lâminas da foice, que em menos de um segundo se tornaria outro profundo corte, ao rotacionar dela. Este era o poder que havia ganho ao forjar essa magnífica foice! Cada martelada, cada segundo gasto se refletia nos benefícios dados por minha última criação.


Continuaria a executar a estratégia, mantendo-me em seu ponto cego, nos termos descritos, desferindo cortes leves a médios, a depender da janela de tempo que possuía. Não me comprometeria mais a golpes tão largos, limitando-me ao primeiro dado, visto um balanço grande tomava um tempo precioso para recuar e me mover no momento necessário. Era a linha tênue entre o sucesso e o fracasso; a modéstia e a ganância. "Vamos ver como irá lidar com isso!" - chegaria o ponto insuportável, o ponto sem retorno, o qual ela não conseguiria ignorar, sendo forçada a fazer alguma coisa para me impedir - o que provavelmente viria com um golpe desesperado e potente, do tipo que eu fosse obrigado a esquivar, visto que tudo que ela iria querer no momento era que eu saísse e não explorasse mais aquela fraqueza. Sabendo disso, estaria preparado; um marinheiro sempre estava. "Soru!" - ao chegar desse momento ou quando sentisse que precisava recuperar o fôlego, recuaria rapidamente, me distanciando metros para trás.


Não é bom o suficiente para você?! Saiba que só estou aquecendo! - provocaria, mantendo sempre a foice girando. Tal estratégia também tinha outro pesar, hei de contar. Estava claro que o rumo da luta seria definido ao meu favor se ela continuasse a aceitar ficar naquela posição. E eu sabia que ela não aceitaria; ao menos, não parecia este tipo de combatente, isso podia ver em seu olhar, em seu espírito. Meus ossos já tremiam em pesar que os balanços em sequência se tornariam balanços únicos, com uma força ainda mais esmagadora. "A vitória reside em um único golpe..." - ela tinha o que era preciso para isso, e acreditava que era isso que ela almejaria. Mesmo distante, estaria mais que atento ao balançar de sua arma, a fim de desviar de um corte de vento que, vindo daquele montante, me parecia o suficiente para abrir a terra aos meus pés.


O ponto era que ambos ainda tínhamos cartas nas mãos. Eu ainda não havia usado a "Foice Vazia", minhas técnicas ou meu Eisen Dial para surpreendê-la, assim como ela não havia me mostrado nada de especial. Os momentos de mostrar nossos coringas estava chegando. E o primeiro a mostrar estaria em desvantagem; e não é preciso dizer que eu não pretendia ser este. "Force o seu inimigo a revelar as suas armas!" - repassava todos os ensinamentos que eu havia angariado após tantas batalhas sofridas, desde meu primeiro treino com a Sargento Hashima até o meu último com a Capitã Katt. "E não confie em bandidos!" - essa lição eu havia aprendido da pior maneira, razão pela qual também me manteria atento aos arredores, para não sofrer com intervenções que nem havia ocorrido com Arloong. Ao menos, Ishisaki estava parado, em seu trono. Assim que superasse esta guerreira, iria direto ao Rei! Alguém precisava destroná-lo! Mas, antes disso... — Pois você não foi o suficiente! Me mostre porque eu devo temer o seu chefe! Ou os subordinados dele são tão fracos assim?! - provocaria, tanto para forçá-la a se expor, como para tentar enervá-la para extrair informações a respeito do tal chefe, pronto para arcar com o ônus de minha boca profana e desviar de sua fúria ao abrir distância entre nós — É disto que estou falando! Me mostre todo o seu espírito! - fincaria os pés no chão, pronto para mais uma rápida investida. Dessa vez, uma especial.






Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 0/3 usos.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa. Irei utilizar em momento oportuno para surpreender, hihi.










~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 07
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyDom 16 Ago 2020, 17:51



[LB] O Florescer de Utopia III — 007


Para cada insulto que o ruivo proferia, uma veia saltava na testa do seu inimigo. Yama girava a lança ao seu redor, estalando a língua em reprovação e parando o giro com maestria, mantendo a arma em sua destra, apontada para Calros. — Ouvi muito sobre você, Sargento Lazo! Você é sujo, vulgar e covarde, um dos piores! Lhe mostrarei como um verdadeiro cavalheiro luta, de forma bela e fantástica! — E com isso, aquele duelo tinha seu início.

Yama começava, concomitantemente projetando a sua lança com a destra e ajeitando seu óculos com sua canhota. De perfil, era possível notar como a sua postura era perfeita, enquanto que sua lança avançava quase três metros, até o limite do seu alcance, produzindo um rasgo na bochecha esquerda do marinheiro. Segurando a arma logo no início do cabo, puxava-a novamente para si e passava a segurá-la com ambas as mãos, adotando uma postura mais curvada e agressiva. A mão esquerda servia como uma espécie de mira, ajustando a angulação da lança, enquanto que a destra movia-se como um pistão, arremetendo e retrocedendo com vivacidade.

O sargento se escondeu por trás dos seus braços e com passos firmes avançava lentamente, mas seu balanço não era o suficiente para sair ileso dos ágeis ataques de seu oponente. A cada passo recebia um ataque e um novo corte surgia em seu corpo, como avançasse em meio a um espinheiro. Seus próprios espinhos, ou melhor, aqueles na sua luva, nada faziam em sua defesa.

Durante um dos ataques sofridos, o qual produziu um corte no lado esquerdo do seu torso, Calros conseguiu segurar a lança com sua destra, mas o lanceiro puxou-a rapidamente, girando a arma em torno do próprio eixo enquanto ele próprio girava ao redor dela, num movimento acrobático perfeitamente realizado. A fina haste deslizou por entre as mãos do sargento antes que ele pudesse prosseguir com a sua ideia, para o deleite de seu oponente. — Realmente pensou que eu não estaria preparado para algo assim? Isso apenas demonstra o abismo que há entre n… CUIDADO!

Um homem na casa dos trinta, vestido como um simplório feirante, surgiu de repente, com um grito, e atacou Calros com um direto, acertando sua bochecha direita. O sargento mal sentiu o golpe e, virando-se, atingiu com uma sequência de golpes, nocauteando-o facilmente.

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Ao voltar sua atenção para Yama, viu-o possesso de pura fúria. — C-Como ousa interferir no meu duelo?! — Parecia indeciso entre atacar ou não o feirante, mas vendo-o nocauteado e de rosto completamente inchado, optou pela segunda opção. Respirando fundo para se acalmar, baixou sua lança antes de dizer: — Prometi derrotá-lo de forma limpa e continuar assim mancharia a minha honra. Venha, deixarei que me ataque uma vez. — Sua expressão e tom eram sérios, mas será que um Número realmente se colocaria em tal desvantagem apenas por sua honra?

Do outro lado daquela batalha sangrenta, o Tenente Kinder e o traidor Hyoudou se enfrentavam em silêncio, com apenas suas armas enchendo o ar com seus sons mortais. Prevendo um disparo, o que de fato ocorreu, Laith se jogou entre os combatentes ao redor buscando cobertura. O projétil atingiu o rosto de um soldado traidor, fazendo-o cair como uma marionete ao ter suas cordas cortadas. O ex-sargento escondia seu revólver em suas costas por um momento e logo puxava-o novamente, mirando mais uma vez na direção do tenente.

Hyoudou atirava novamente, mas não antes de Laith cegá-lo brevemente ao refletir o brilho do sol em suas lâminas. Com uma careta, o homem errava o tiro mais uma vez, desta vez acertando um soldado — de verdade, não um traidor! — no ombro, o qual caía com um grito. O Número não havia se importado em ferir um aliado, será que a Serpente se importaria ao ser responsável pela derrota de um dos seus?

Independente da resposta para a pergunta anterior, o tenente pulava na direção do outro ruivo, girando uma das lâminas e se preparando para uma manobra assassina. O traidor mais uma vez escondia seu revólver em suas costas, puxando-o um segundo depois, ao passo que punha sua espada em riste, preparando-se para o ataque. — Grito! — O Kinder proferia ao mover-se como uma beyblade um ciclone.

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Hyoudou bloqueava o primeiro corte, sendo atingido pelo seguinte. A dor fazia-o recuar um passo, indefeso para o que vinha a seguir. O corte duplo atingia-no em cheio, rasgando a camisa de seu uniforme, assim como uma tira de couro que havia por baixo, produzindo dois cortes que iam dos seus ombros à sua cintura. Com a tira cortada, um suporte com cinco revólveres caía, explicando a sua maestria em "recarregar" suas armas.

Cuspindo sangue, intimidou: — Minha vez! — Com um esforço visível em sua expressão, o espadachim / atirador segurou ambas as armas à frente do corpo, a lâmina apontada para o céu, a arma de fogo apontada para o chão, e logo avançou, com sua espada em riste. O ruivo correu e baixou seu centro de gravidade num último instante, passando ao lado de Laith deslizando no chão enquanto atingia as pernas do tenente com sua espada e o jogava para cima. Laith ainda girava no ar quando Hyoudou ajeitou sua postura e disparou pela última vez. — Requiem!!

A Serpente Vermelha ainda tentou resvalar o golpe com sua lâmina, mas o impacto jogou-o alguns metros adiante, desarmando sua destra e só não lançando sua espada ainda mais longe devido a corrente até a outra, segura por sua canhota. Hyoudou, por sua vez, caiu inconsciente onde estava, sem mais nenhuma palavra, sangrando demasiadamente.

- x -

Já dentro do armazém, a troca de personalidade da Silverstone podia mudar o rumo daquela batalha. Ou não. Talvez, devido a mudança repentina, a ruiva Azura esqueceu que os fios ainda estavam ao seu redor e, levantando-se, focou apenas em retirar a kunai do seu ombro. Um som molhado foi escutado quanto a lâmina foi puxada e sangue espirrou do ferimento, logo escorrendo por seu braço.

O loiro voltou a si, olhando brevemente rumo a posição de Helena, provavelmente temendo outro tiro, antes de focar novamente na ex-revolucionária. — Me esmagar? Há! — Puxando os fios novamente, os mesmos se enrolaram nas pernas de Azura e a derrubaram pesadamente, mais uma vez, com suas costas atingindo o duro chão. — Acha que mudar a cor do cabelo vai lhe servir de alguma coisa? Que piada! — Vociferou ao arremessar mais um punhado de shurikens, atingindo braços e pernas da mulher.

Ali próximo, Karyo insultava a sua oponente de malcriada, para o deleite da mesma. — Huhuhu! Então você vai me punir? — Sua voz era doce e inocente, apesar da sua postura extremamente agressiva e do seu sorriso malicioso. Sem resposta, o esqueleto avançava com um Soru, cortando o tronco da mulher com um corte descendente. Ela respondia com um corte ascendente, mas acertava apenas o ar!

Karyo, já ao seu lado, atacava mais uma vez, abrindo um corte no braço da moça, e a mesma respondia com um giro, novamente atingindo apenas o ar, enquanto que dois talhos eram abertos em suas costas. Um leve grunhido saiu de seus lábios, mostrando ser o primeiro golpe que ela sentia de fato. Sua grande lâmina era empunhada habilmente, com cortes e giros, mas o esqueleto era mais rápido e mantinha-se no lado oposto da arma, atingindo-a continuadamente, sem misericórdia. — Assim não tem graça! — Reclamou. O tenente, impassível, atingiu-a mais duas vezes antes de pressentir o perigo e recuar com mais um soru.

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Com um murmúrio, seguido de um rugido, a mulher girou velozmente, cortando tudo ao seu redor e, inclusive, destruindo duas das pilastras do local. O alvoroço chamou atenção dos demais devido ao estardalhaço, mas principalmente devido à poeira levantada pelos destroços das pilares. — Cássia, maldita! Foque seus ataques nos inimigos! — Gritou o Okama. A mulher não demonstrou sinal de tê-lo escutado, parando de girar e observando o esqueleto de dentes cerrados.

Não consigo vê-lo e isso me irrita! — Bradou, sem o sorriso costumeiro no rosto. Buscando num bolso da calça com a canhota, tirou uma pílula redonda e carmesim e a jogou na boca, mastigando e engolindo-a. — Pois eu já me aqueci! — Rebateu.

Não demorou para a pílula ter seu efeito sobre o corpo da mulher, pois veias começaram a saltar em seu rosto, pescoço e braços, diminuindo sua beleza, mas principalmente mostrando que ela não estava ali para brincar. Ao menos, não mais. A distância entre os dois era de cerca de cinco metros, mas isso não impediu a mulher de levar sua lâmina até suas costas, como se estivesse prestes a atacar alguém bem na sua frente.

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Dando um passo a frente, começou o movimento ofensivo, gritando: — Shattered Ground! — Sua montante desceu cortando o ar com um silvo agudo, de chapa para o chão. E foi o chão que a mulher atingiu com sua espada, de lado mesmo, com tamanha força que seus próprios pés descolaram do solo por um momento.

A pancada ecoou por todo o armazém, fazendo as paredes tremerem e rachaduras surgirem pela estrutura. Até mesmo os combatentes do lado de fora sentiram um leve tremor no solo, como um suave terremoto, após um alto baque vindo do armazém. Já aqueles que batalhavam no lado de dentro, não só sentiram o tremor como tiveram seu equilíbrio desestabilizado. E foi assim, desequilibrado, que Karyo viu a mulher partindo em sua direção, segurando aquela montante enorme com apenas a sua destra!

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
Histórico:
 

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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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Azura Silverstone:
 
Histórico:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyDom 16 Ago 2020, 20:43





Corte após corte, sentia que estava no controle da luta. Todos os ensinamentos que havia aprendido estavam culminando naquele momento. Ainda assim, não era uma luta unilateral; havia chances para ambos os lados. Eu precisava minar ela cada vez mais; ela precisava de apenas uma oportunidade para virar a mesa. E estava determinado a não dá-la essa chance de reverter o tabuleiro; ou melhor, de arremesa-lo para cima com todas as peças, pois era isso que aconteceria se fosse acertado!


E para isso, teria que sobreviver à fúria da sádica mulher... "Nada bom!" - seu montante brutal girava a toda velocidade, acertando tudo, salvo eu. "Os pilares!" - haviam doze deles, dois em cada fileira, em um total de seis. O teto do armazém parecia bem robusto, de modo que a guerreira me dava uma ideia. "Se você me quer, venha pegar!" - havia definido: eu a usaria para derrubar os pilares do lado inimigo, seja para machucá-los, seja para ganharmos a iniciativa enquanto eles tentam se desvencilhar dos escombros. "Use o terreno ao seu favor!" - isso era algo que não havia aprendido com os marinheiros, e sim com Bolton, o Don.¹


"Woaah!" - senti os meus ossos tremerem e meus pés deixarem o chão ao bater da arma dela contra o terreno. "Ela realmente está criando um terremoto!" - aquela técnica havia me pegado de surpresa. E ela bem sabia daquilo, não atoa avançava em minha direção, com as veias sobressaltadas, após ingerir alguma substância, provavelmente uma droga. "Esta mulher..." - não via essas drogas diferente do que via a corurpção; na verdade, elas eram uma boa representação daqueles que almejaram mais poder e acabaram se corrompendo.


Não pretendia ficar parado, de modo que imediatamente tomaria distância dela. "Soru!" - era a minha forma de escape. E usaria-o logo, não esperando ela encurtar a distância. Aquela droga realmente havia mexido com ela! Ela ao menos estava pensando direito?! Meu palpite era que não, após o incidente das colunas. E usaria isso ao meu favor! Com o Rokushiki, me distanciaria dela antes do ataque, correndo em direção às outras pilastras. Ao chegar perto delas, reduziria a velocidade, quase que parando ao lado da pilastra - o que seria só um preparo prévio para... "Soru!" - esquivaria do ataque, dashando em linha reta para a lateral ou pulando por cima do ataque. "Leve como um osso!" - e assim adotaria esta estratégia, seguindo pra os demais pilares — GUNTER! COBERTURA! - gritaria, para chamar a sua atenção. Assim que os inimigos percebessem o que eu estava fazendo, eles tentariam me parar, por isso precisaria de cobertura, o que conciliaria com desvios ou sorus para escapar das ofensivas inimigas extras, ao colocar um olho sobre os atiradores atrás das pilastras. E, se alguém tentasse entrar em meu caminho, retardaria até que o golpe da guerreira chegasse, usando soru no último instante, tentando fazê-la acertar o próprio aliado.


E, entre diversos sorus, faria a guerreira quebrar pilastra após pilastra, partindo do fundo da área inimiga até a nossa área, para quando a última pilastra caísse, eu pudesse escapar!, ao repetir o processo descrito alhures. E, se elas rompesse antes, ativaria o meu Eisen Dial, fazendo uma nuvem metálica que se expandiria de um terço do meu tronco até o o topo de minha cabeça, a fim de me proteger dos escombros, ao passo que impediria/retardaria um ataque daquele monstruoso montante. Em seguida, com tudo caindo, esperaria o pior momento passar para sair do meu guarda-teto, analisando a situação.

Estratégia:
 







Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 0/3 usos.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa. Irei utilizar em momento oportuno para surpreender, hihi.

¹ Personagem que Karyo conheceu e lutou ao lado dele em Lvneel. Ele fazia expedições e usava bastante da geografia para obter vantagem.









~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 08
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptySeg 17 Ago 2020, 03:22





Posts em Utopia - 73
A situação era maravilhosa como sempre. Sabia que era um saco lutar com um lanceiro, mas a diferença de forças era absurda. Até “consegui” segurar a lança dele enquanto ele cortava meu torso. Mas Yama era tão mais rápido, ou simplesmente mais forte do que eu, que simplesmente pareceu ignorar o fato de eu a segurar e conseguiu a girar normalmente. Por um breve instante minha mente tentava pensar qual era o motivo disso, minha mão direita simplesmente era fraca demais para impedir o movimento sozinha. E ao mesmo tempo não conseguia nem levar a minha mão esquerda livre até a lança antes dele se soltar. Basicamente ele me vencia em força e em velocidade.

E isso não era o problema como um todo. Além de sentir diversos cortes se acumulando em minha pele enquanto não conseguia fazer nada, acabava percebendo o chão tremendo e a estrutura do armazém tremendo também. Enquanto eu não conseguia nem segurar aquela lança, tinha gente quebrando um armazém gigante aparentemente como um mero reflexo da luta maluca que ocorria lá dentro. Só podia agradecer mentalmente o comodoro por ter me deixado do lado de fora.

O único ponto “positivo” naquela luta foi a interrupção que tivemos. Pois não bastando o lanceiro em si, um outro homem completamente aleatório me acertava, esse pelo menos eu conseguia fazer alguma coisa contra e o derrubava. O que mostrava ainda mais que aquele Yama era superior aos demais em um nível absurdo e eu precisava raciocinar melhor no que faria. E ele parecia disposto a me dar o tempo para isso. Pois aquilo tudo parecia realmente irritar o traidor que queria uma luta “honrada”. Ao ouvir aquilo, o que mais poderia fazer além de sorrir para ele? Na verdade, até sorrir era pouco, eu estava rindo por dentro, mas como sempre, acabava por conseguir me manter calmo ainda, até ouvir o que ele falava por último.

A “proposta” dele conseguia pela primeira vez fazer eu perder a minha compostura calma em um bom tempo, acabando numa mistura de riso e sorriso. – Sério? Vocês têm algum problema mental muito forte. – Falava com o sorriso no rosto e aos poucos pegava um pouco de ar. Precisava aproveitar o momento para voltar ao normal, não que fosse difícil, não era acostumado a perder a linha, naturalmente voltaria para o estado mais calmo. —Sei lá, se eu fosse outra pessoa provavelmente ficaria com raiva, mas “infelizmente” eu nem me lembro de em algum momento ter ficado com raiva a ponto de perder a cabeça. – Falava para o incrivelmente honrado Yama. Porém falava dando um passo para trás para que ele não me estocasse com aquela lança, agora que tinha uma noção maior do alcance total dele, era bom ficar esperto.

E já que ele “queria” ser acertado, imagino que poderia continuar falando enquanto formulava algum plano. – Você pode me chamar de sujo, covarde, ou qualquer outra coisa que te der na telha e te fazer feliz. – Comentava para chegar ao assunto que eu realmente queria. – Mas eu realmente me pergunto por que você e o tenente Hector gostam tanto da palavra honra. – Dava até mais um passo para trás, nunca que confiaria num traidor e queria deixar claro que não confiava naquela isca fraca dele. – Aquele careca ficava falando sobre eu não ser honrado por causa dos meus golpes e um tanto de outras baboseiras.

Balançaria a cabeça sorrindo ainda. – Sendo que preciso contar uma novidade. – Tentava fazer o sorriso sair do meu rosto aos poucos, apesar de ser algo difícil, sabia que naquele momento uma expressão séria atingiria muito mais o inimigo. – Não é como eu luto que me faz honrado ou não, é o que eu faço perante as regras provavelmente mais básicas da sociedade. E pessoas honradas não tentam assassinar outras de surpresa. Não é acertando um golpe sujo num assassino que eu deixo de ser honrado. – Comentava mais sério.

Observaria constantemente a reação dele enquanto continuasse falando. – Que merda de honra é essa que só vai até o ponto em que precisa assassinar alguém de surpresa a sangue frio? Do que adianta você vir cagando regra sobre ter um combate justo, sendo que podem assassinar outros de surpresa quando quiserem? O sargento Golden Afro não teve um combate justo. O tenente Günter não teria um combate justo se eu não tivesse interferido. – Até o final estava realmente sério e estava repetindo a pergunta de maneiras diferentes simplesmente para martelar mais a ideia na cabeça de Yama, pois com certeza seria melhor para provocá-lo. – Não me venha com papinhos de que você não fez isso, que foram os três de ontem. Você é aliado daquele bosta lá dentro e consequentemente estando aqui hoje aprova isso tudo. É tudo a mesma laia de merda. – Além do insulto iria demonstrar a diferença entre nós. Tentando simular algum tipo de nojo da cara dele. – Se eu vejo um marinheiro cometendo um crime é meu dever moral prender o marinheiro. É por isso que eu sou alguém muito mais honrado do que uma pessoa como você jamais será.

Queria ver a reação dele, principalmente se ele fosse me atacar. Mas caso ele não fizesse nada eu continuaria para finalmente concluir. – Aí vem você me falando sobre honra agora. Sobre deixar eu acertar um golpe para equilibrar? Me poupe dessas iscas baratas. Vocês são um bando de filho da puta desonrados que saem matando os outros escondidos e agora quer que eu confie em você? – Finalizava já me colocando em posição de batalha de novo.

Verdade seja dita, apesar de ele falar de honra, duvido que ele vá ouvir tudo que falaria para ele e por isso a qualquer momento que ele atacasse daria rapidamente passos para trás para me distanciar de possíveis estocadas profundas provocadas pela raiva. E ainda comentaria durante os pulos para trás. – Para alguém honrado é incrível como você não me deixou realizar o que você mesmo propôs. – Afinal, que mal faria falar mais um pouco.

Caso outros surgissem para me interromper igual aquele “feirante”, iria realizar um procedimento parecido, firmaria a base, aceitaria o golpe e revidaria com um jab e um direto. Para depois me afastar um pouco onde voltaria meu discurso de onde foi interrompido. Caso mais de uma interrupção ocorresse, começaria a me afastar de forma lateral, como se fosse fazer um círculo em volta de Yama ou uma elipse se o inimigo não caísse e assim começasse a existir mais de um contra mim, só não queria me aproximar demais do armazém já que ele já começara a tremer.

Na basicamente impossível hipótese de eu falar tudo e ainda estar frente e a frente com o lanceiro, poderia comentar. – Não sei se ficou claro, mas não confio e nunca vou confiar em pessoas como você. Fingia ser marinheiro até dez minutos atrás sem ninguém perceber que você era um traíra. Quer mesmo que eu acredite em qualquer merda que sai da sua boca? – Comentava, para simplesmente retirar o foco dele dessa hipótese ridícula. Além do básico, fica bem claro que só de alguém esperar um soco no rosto, que ele já vai ser mais efetivo do que um soco surpresa. Não havia nem mesmo justiça naquela ideia maluca dele.

Com a guarda pronta, independente do momento, poderia começar a avançar no meu adversário. Plano? Sinceramente, sendo ele obviamente mais rápido e forte do que eu ficava difícil. Basicamente sendo só um kamikaze para algo dar certo. Como pelo menos havia conseguido agarrar a lança por um instante, então esse tipo de coisa conseguia fazer. Fechando a guarda igual anteriormente avançaria. O aviso estava dado para que ele não pensasse tanto em sua própria cabeça, mas o meu objetivo primário era a cabeça, alguma das duas.

Quando chegasse ao alcance da lança, que agora já possuía um entendimento maior, iria começar a me balançar novamente, não importa que seja inútil para a defesa, é útil para o próprio balanço na hora do soco. Quando coincidisse de alguma estocada dele ocorrer do lado contrário que o que eu balancei, abriria a guarda rapidamente fazendo meu braço do lado da lança empurrá-la para abrir a própria guarda inimiga ou para no mínimo deixá-lo de lado. Após empurrar usaria meu outro braço e realizaria um cruzado na lateral do corpo dele, visando suas costelas. Caso acertasse, utilizando do braço que usei para afastar a arma inimiga, daria um uppercut visando seu queixo aproveitando o pequeno intervalo de tempo que Yama estaria curvado graças ao meu soco.

Caso durante o meu avanço eu percebesse que Yama simplesmente não se mexia para “deixar” que eu o acertasse. Eu não pensaria duas vezes, ao acelerar ficaria atento a sua lança quando entrasse no alcance, porém caso ela não viesse eu simplesmente agacharia rapidamente e utilizaria de um simples Nut Punch com meu braço que estivesse do lado que a lança dele estivesse descansando. – Pare de fingir que um lixo como você tem honra! – Falaria enquanto me levantava e já colocava esse braço em posição de defesa para aquela lança. E então com o braço que estava do lado oposto da lança daria um uppercut logo após a subida, visando o plexo solar do lanceiro.




• Nut Punch:
 

Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyQua 19 Ago 2020, 13:02





"Merda". Era a primeira coisa que pensava quando sentia o impacto do tiro, tinha subestimado o calibre daquele revolver e um pouco da habilidade do traidor, de fato a marinha tinha algum problema com as patentes, já que as vezes um sargento podia ter habilidades melhores do que um oficial, bastasse ver o campo de batalha e teria essa resposta bem clara. Tentando cobrir o máximo de dano possível, jogava o corpo para o lado, rolando brevemente, mas sentindo uma pontada de dor na perna, advinda do resultado do contra-golpe adversário.


Puxava a lâmina oposta através da corrente, trazendo-a para perto com facilidade, ou pelo menos tentando, afinal essa era a grande vantagem das Lâminas Gêmeas. - Você.. Resmungava enquanto apoiava na perna saudável, provando um pouco da queimação do ferimento na outra perna. De início fazia um grande esforço para voltar a ficar de pé, todavia o corpo acostumava a nova situação e parecia que um membro compensava a deficiência do outro. Não seria abatido, não ali. Olhava ao redor e via o corpo do traidor no chão, sangrando, praticamente morto, na verdade eu deveria terminar o trabalho.


Muitas pessoas falam sobre a sensação de pesar quando se vai tirar a vida de alguém, uma besteira total. Havia diversas vidas no mundo e a do sargento Hyoudou era só mais uma, ele havia se plantado como um obstáculo no meu caminho, agora colheria a morte. A passos largos me aproximaria dele, empunharia mais uma vez o metal e deixaria-o beber do sangue inimigo. A princípio, seria um corte prático e fatal, buscaria acertar as lâminas em X no pescoço dele, buscando fatiar o mesmo e por conseguinte suas jugular, causando-lhe uma asfixia. Entretanto, caso ele ainda estivesse são e tentasse desviar, trocaria o corte em X por fincar uma das lâminas em algum membro dele, retiraria rapidamente a corrente e usaria a lâmina livre para cortar seu abdome na região das tripas o mais profundo que conseguisse.


Ainda assim, se Hyoudou conseguisse sobreviver, então retiraria a segunda lâmina dele e recuaria com um passo fundo, apoiando-me na perna boa,  para verificar a situação e entrar em posição de guarda, tentando desviar de um disparo ou corte usando o Kami-e, se possível contra-atacando com um corte em X no inimigo.


Depois de o ter derrotado, inicialmente procuraria o soldado atingido pela bala, não se importava com a vida dele, mas se ele tivesse sobrevivido um boato que a Serpente Vermelha o abandonou não seria bom para a minha reputação. Destarte, o procuraria, e o encontrando tentaria gritar ao redor. - SOLDADOS, RECUEM OS FERIDOS, DEEM COBERTURA ! Assim, com a ajuda de alguém, buscaria salvar aquele "mártir" - obviamente um termo irônico na mente de Laith, já que pessoalmente, não se importava com a vida dele - . Conseguindo ajuda, levaria-o para trás da bateria, ou então carregaria o homem em seu ombro mesmo, dentro do possível.


Conseguindo recuar o ferido, tinha seu objetivo concluído, que era retornar para a retaguarda, olharia a situação, buscando os sargentos responsáveis. - Chamem a sargento Amanda!







~ Histórico ~




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 4 EmptyDom 23 Ago 2020, 23:58





A atitude impensada de Katherine continuava a influenciar fortemente na minha situação, afinal fora ela quem deixará ser presa pelos fios. Mal havia me levantado e já acabava no chão novamente, o que começava a retirar a minha paciência profundamente - Não é só a cor de cabelo que mudou idiota! meu tom de voz com certeza estaria totalmente alterada. Iria acabar com a raça desse desgraçado e depois procuraria sair dali de alguma forma, procurando evitar mais confusões.

Não poderia cometer o mesmo erro duas vezes e por isso, antes de levantar procuraria me certificar de que estava livre dos fios cortando-os com a kunai se necessário. Com isso, eu poderia afirmar que não iria cair no chão por causa disso e dessa forma poderia me concentrar no meu oponente. Ficaria imóvel por alguns segundos apenas observando os seus movimentos tentando encontrar algum padrão em suas tomadas de decisão, queria tornar as coisas mais fáceis para mim.

Também aproveitaria para olhar os meus arredores procurando por Helena, ele se demonstrava receoso quanto a se movimentar tendo a possibilidade de ser surpreendido por um novo tiro. Buscaria saber se ela estava em uma boa condição antes de pedir por cobertura já que ela não seria nada útil caso estivesse em uma situação ruim. Era óbvio que teríamos vantagem em um 2 contra um e era justamente isso que eu queria, afinal isso aumentaria minhas chances de vitória. Estávamos em um campo de batalha e ninguém havia me dito que eu precisaria lutar com ele sozinha - Ei Ruiva! Juntas somos mais fortes não acha? Que tal formarmos uma dupla aqui? questionaria ao olhar para ela.  

Ela poderia não disparar uma única vez, mas somente a possibilidade de isso ocorrer deixaria o albino bem mais cauteloso tendo que pensar duas vezes antes de agir. Alexander poderia reclamar de nossa união, mas será que ele poderia mesmo fazer isso? - Você não chamou a Katherine de traiçoeira? Bem, diferente dela eu admito que faço de tudo pra vencer estaria com um sorriso cínico ao olhar para ele - Ou tá com medinho de novo? Coitadinho dele... riria em seguida em escárnio. A intenção era realmente provocá-lo e retirar sua paciência, talvez com isso conseguisse forçar algum movimento errado que me desse vantagem ou então alguma atitude impensada.

Após esse momento de pausa, tendo a ajuda ou não de Helena, eu tomaria a ofensiva e avançaria contra ele. A diferença entre as duas hipóteses seria o ímpeto dos meus ataques já que se estivesse sendo auxiliada pela ruiva, os golpes seriam mais para distrai-lo dos tiros. Estando sozinha eu iria para acabar com ele de uma vez e assim encerrar esse assunto, o que Katherine não conseguiu fazer anteriormente quando teve a oportunidade. Manteria a Kunai comigo para dar mais utilidade a ela nesse combate do que somente cortar os fios que estavam ao meu redor, tentaria escondê-la em alguma parte do corpo que fosse de fácil acesso mais tarde.

Faria uma movimentação em ziguezague procurando dar a entender que atacaria um lado dele, quando na verdade golpearia no centro. Estando a uma distância considerável dele realizaria um salto para realizar um chute duplo lateral e tinha uma carta na manga mesmo que ele conseguisse evitar o ataque de alguma forma. Me abaixando aplicaria uma rasteira girando ao redor do meu próprio eixo em 360º graus e se mesmo após isso ele conseguisse se safar procuraria lhe atingir com um chute direto no peito. Tendo Helena ao meu lado esses ataques serviriam para abrir brechas na defesa do homem que acabaria por se concentrar em mim e nela ao mesmo tempo, o que poderia afetar consideravelmente seu tempo de reação.  

Visando tirar sua concentração, eu também poderia arremessar a Kunai na direção dele para forçá-lo a se esquivar. Com isso, teria a chance de ser mais efetiva em meus ataques já que conseguiria surpreendê-lo de alguma forma em meu avanço. Quanto a minha defesa procuraria me afastar e manter cautela estando há alguns metros de distância de Alexander, estaria atenta nas shurikens que ele tinha em abundância consigo. Elas poderiam estar com os fios mais uma vez, então estar distante serviria para analisar a situação já que eu não queria ser pega desprevenida mais uma vez. Para evitar ser atingida jogaria o meu corpo para o lado mais propício e realizaria um rolamento buscando me afastar das estrelas mais ainda.

Quanto a outras situações, me manteria próxima a parede do local para me proteger de um possível desabamento no lugar já que a mulher que lutava com o esqueleto havia derrubado uma das pilastras do armazém com sua espada “Humpff, Brutamontes...” pensava ao olhar a situação. Evitar estar no centro era essencial para não ser atingida por um escombro que eventualmente cairia sobre nós.




~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 8
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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