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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia III

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySex 03 Jul 2020, 03:58

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia III

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Karyo Shen, Calros Lazo, Laith Kinder e Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptyQua 15 Jul 2020, 02:26







Mesmo os meus ossos podiam sentir o frio daquele alvorecer. Não era uma boa forma de começar o dia e só corroborava com um sentimento lúgubre de ver toda aquela cena em frente ao QG. "É hoje que acabamos com essa palhaçada..." - ergui a cabeça, apreciando o luar que minguava. Estava com um sentimento estranho. A última vez que havia feito algo do tipo fora em Lvneel. Era a apreensão antes de um momento importante.


Só quando o Tenente Laith passou ao meu lado que sai de meu estado absorto. "Mas dessa vez tenho mais companheiros confiáveis ao meu lado - ponderava. Não podia deixar de notar que ele havia recebido o meu pequeno presente. "E com certeza mais preparados" - era uma boa arma, não havia motivo para ser modesto. Após, com a pergunta dele, viraria o meu rosto ligeiramente, mantendo a discrição — Arriscado... não estou seguro quanto a essa decisão, mas também não podemos ficar parados. Espero que o Comodoro tenha alguma informação que nos garanta alguma vantagem, resta confiar... de toda forma, depois do que aconteceu, não me pretendo me segurar - sussurraria.


Olhando em volta, ainda tinha algumas - talvez nem tão boas - surpresas. "A Tenente Erza está aqui... e... Amanda?! - não resisti a olhá-lo fixamente por um tempo, incrédulo — Sou obrigado a fugir por um momento - me despediria do Tenente Laith, me aproximando de Amanda — Você... fico feliz que esteja bem, não podia estar mais alivia... na verdade, podia, o que está fazendo aqui?! - questionaria. Era óbvio que havia se recuperado há pouco, e por isso deveria estar descansado. "Santa insanidade!" - passava o dedo no rosto — É melhor que você descanse, você passou por muito esses dias... Foi ideia do Comodoro? Eu irei falar com ele! - advertiria.


Logo após escutar, ainda havia alguém que desejava ver — Você também! - diria, ao ver o Pequeno Ryo — Como você se sente? - engolia em seco. Não achava que ele estava preparado, e me preocupava que algo ocorresse a ele — Proteja-se. Não faça nada arriscado e fique sempre com seus companheiros - colocaria a mão sobre seu ombro, dando o meu conselho. No final das contas ele era um soldado e privilegiá-lo em detrimento aos outros não era certo — Essa será sua primeira batalha séria. E lembre-se, o inimigo é outro - me referia aos valentões que encrencavam com ele. Ishisaki não podia ser comparado a algo assim.


Voltaria à minha posição rapidamente, em tempo para o discurso, prestando continência ao Comodoro. Escutava o seu discurso com atenção e suas palavras me alcançavam. Seria hoje! Cortaríamos o mal pela raiz! Sem medo, seguindo em frente! Cerrei os punhos, erguendo aos céus. Ao fundo, olharia para o Tenente Gunter, que encontrava-se sobre o palanque. "Você realmente conquistou algo enquanto eu estava por fora, huh" - ficava contente em vê-lo crescer.


Com as batidas rítmicas, marcharia junto aos Tenentes, retirando alguns suprimentos de minha bolsa e oferecendo-os a quem dos Tenentes quisesse; assim como eu havia ido às pressas, imaginava que alguém pudesse estar na mesma condição — Não subestime e não ouse ficar sem energia por pouca coisa - insistiria a quem percebesse ter olhado para a comida, esticando para a pessoa e, após, guardando os suprimentos. Logo chegaríamos ao local e precisava estar com a foice na mão. Era com ele que pretendia fazer Ishisaki pagar por tudo aquilo.










~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptyQui 16 Jul 2020, 01:51



[LB] O Florescer de Utopia III — 002

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Karyo Shen aproveitou do breve momento de espera para falar com aqueles mais próximos de si. Primeiramente, ele e o tenente Laith trocaram algumas palavras, inseguros em relação às atitudes do Comodoro, antes de se dirigirem a ex-agente que, a poucas horas, estava em coma. — Obrigada! — Respondeu primeiro à Serpente, com um leve sorriso no rosto. — Ouvi falarem que vocês dois e Günter foram os responsáveis por me salvarem. Obrigada! — Agradeceu novamente, antes de finalmente se voltar para o esqueleto. — Estou bem o suficiente! — Afirmou. Karyo, no entanto, ameaçou falar com o Comodoro, pensando erroneamente que a ideia da sargento estar ali havia partido dele. A mão da mulher agarrou seu pulso esguio, rádio e ulna, impedindo-o de prosseguir. — Você estará na linha de frente e sei que me protegerá. E, eu, ficarei no suporte. — Girando o quadril, deixou bem visível o revólver preso em sua cintura, ainda com um leve sorriso no rosto. — Fui pega de surpresa uma vez, mas não acontecerá de novo!

Despedindo-se da sargento, Karyo marchou até a soldado Kyo, com seus 2.60 metros eclipsando a parca luz da lua que iluminava a garota. — Com frio! — Respondeu, sem rodeios, ainda que seus braços cruzados ao tempo que alisava a si mesma, buscando um mínimo de calor, já demonstrasse isso. Apesar de sua atitude rebelde, o aviso do tenente fez Kyo engolir em seco. Ela entendeu as palavras dele, de que o inimigo de agora estava num patamar bem diferente dos homens que a haviam espancado no cemitério. — S-sim, senhor! — Disse ao bater continência, sem nenhum sinal de desdém ou rebeldia desta vez. Katherine foi simplesmente ignorada pelo esqueleto. Acontece.

Alguns minutos depois a marcha tinha seu início e a quase centena de marines partiam rumo ao perigo. Calros resolveu deixar sua aranha para trás, segura no QG. Após cuspir a mecha de cabelos ruivos que mastigava, aparentemente zangada, ficou observando seu dono por algum tempo. — Vamos menina, é para o seu próprio bem. — Reforçava. O animal baixava os seus olhos e se virava, dando alguns passos antes de parar e se virar novamente para o sargento, olhando-o uma última vez. Logo partia, com seu corpo gingando estranho enquanto seguia para o interior da grande construção, atrás de comida ou da menina. Provavelmente.

Os portões finalmente eram fechados e os marinheiros seguiam pelas ruas, com seus passos ecoando nos paralelepípedos enquanto o sol galgava lentamente rumo ao topo da abóbada celeste. No caminho era possível ver alguns civis observando-os, curiosos. Alguns por janelas, protegidos em suas casas, outros na rua mesmo, saindo do caminho daquele pelotão admirável. Duzentas botas, ou quase isso, ressoando numa sincronia perfeita!

Calros aproveitou o percurso para perguntar a Amanda como ela estava. A mulher o olhou por um momento, sem reconhecê-lo, até que um brilho de reconhecimento surgiu em seu olhar. — Ah… Nos vemos ontem brevemente... — Recordou, embora ao mesmo tempo esquecesse do fato de que havia dormido por dois dias. — Estou bem, na medida do possível. — E, lembrando-se da reação de Karyo, já complementou: — Mas não se preocupe, vou manter distância! — Brincou, dando dois tapinhas no revólver em sua cintura. Enquanto isso, o tenente Shen comia alguns dos seus Lembas suprimentos, compartilhando-os com o tenente Laith. Os dois notaram que Erza havia recomeçado a desembainhar e recolocar sua espada de volta na bainha. Nunca completamente, apenas alguns centímetros para que o metal aparecesse.

Günter nada falou sobre o conversado com o Comodoro e a Capitã, já que ninguém perguntou. Mas, olhando de soslaio para Calros, duas filas atrás dos tenentes, indagou aos demais com a mesma patente que a sua: — O Sargento Lazo falou algo sobre o papel que lhe dei?Hm… Mal o vi ontem, na verdade. — Comentou, percebendo que havia passado mais tempo com a ex-revolucionária do que com qualquer outro ali. Erza nada disse, focada. A ex-major, por sinal, indagava Kyo sobre seus motivos de estar ali. A mulher, sem cerimônia, apontava na direção do tenente Shen e dizia: — Ele me obrigou! — Curta e grossa.

A marcha durou um pouco mais de vinte minutos, levando o batalhão até uma zona periférica da ilha. A destruição ainda era visível por toda parte, embora não houvesse mais sangue e fogo espalhado pelas ruas e as pilhas de destroços também estivessem mais esparsas. Devido o horário, haviam pouquíssimas pessoas nas ruas, com todas parando para observar aquela comoção. O sol permanecia lutando contra a teimosa brisa fria, aumentando gradativamente a temperatura.

Jackson, Knockout e Juba pararam diante de um grande armazém, a uns dez metros de distância, com o restante do pelotão se estendendo mais atrás. O exterior do local era feito de metal e madeira, numa junção aleatória de peças como se o houvessem o montado a partir de restos de outras construções. A madeira podre e o metal enferrujado passavam a impressão que o local estava abandonado, embora ainda permanecesse em pé. — Lembram-se dos armazéns que encontrei na minha pesquisa? Ontem o Comodoro enviou patrulheiros para todos eles… Este é o único que permaneceu em pé. — Esclareceu para os demais tenentes.

Como que para contrariar a aparência decrépita do local, as grandes portas rangiram em suas dobradiças ao serem abertas lentamente para fora. A tensão aumentou subitamente e muitos marinheiros levaram suas mãos às armas. Erza, inclusive, preparou-se para sacar a sua, dando um passo à frente, mas um gesto do Comodoro a manteve em espera.

Após as portas serem abertas o suficiente para que duas pessoas passassem lado a lado, um homem… estranho, saiu de lá, sendo iluminado pela luz matinal. — Bem vindos! — O desconhecido tinha seu corpo bem definido e usava uma máscara com formato de borboleta, além de uma roupa nada discreta. Sorria com malícia para os marinheiros. — O mestre disse que teríamos uma festa, mas não disse que viria tanta gente! FUFUFU! Mas divago! — Seu sorriso se tornou ainda maior. — Os fortes podem vir, não tenham medo, será divertido. — Brincou, apontando para os três na frente e para o grupo de tenentes. — Já os fracos… Recomendo que retornem, não há espaço para crianças aqui! — Com um passo para trás, o desconhecido voltou a se ocultar parcialmente na penumbra do interior do galpão, mas antes de desaparecer por completo, apontou para o fim da fila de soldados. — Ah… Você também pode vir. Tem alguém lhe esperando... FUFUFUFU! — E assim ele se mesclou com a escuridão e sumiu.

O Comodoro estava impassível e a Capitã se inclinou em sua direção, sem tirar os olhos da entrada. — E agora, senhor? — Indagou. Os tenentes, com suas patentes mais elevadas e tão próximos do líder, obviamente poderiam opinar sobre. Tanto que Günter logo se adiantou: — Senhor, se me permite… Os mais inexperientes podem formar um anel de contenção para evitar uma possível fug— Erza cortava-o, falando pela primeira vez naquele dia: — Faremos exatamente como ele quer? Digo para avançarmos em V. — Juntando suas mãos, fazia um 'V' apontando para o armazém. — Nós conteremos o que vier e os que vierem mais atrás darão suporte. — Sua expressão permanecia zangada, mas talvez não estivesse tão fora de si como alguns supunham.

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Okama


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySex 17 Jul 2020, 00:11





Posts em Utopia - 68
Gwen demorava um pouco para sair de perto, mas no final podia “relaxar” um pouco sabendo que ela ficaria segura no quartel general enquanto a gente tinha que lidar com a loucura de irmos para algum lugar desconhecido. Partindo me aproximei um pouco de Amanda e indaguei se ela estava bem. Ela demorava um pouco para lembrar até quem eu era, mas acabava falando que “sim”, na medida do possível, ou seja, ela não estava. – Na medida do possível? – Comentaria meio desgostoso com aquela resposta. – Não pense duas vezes em me usar de escudo então... – Falava para ela tentando demonstrar que não precisava se basear somente nas suas armas como algum tipo de defesa pessoal.

Eu já pensei um pouco na hipótese de ela ser uma aliada do Ishisaki. Já que ele é tão monstruosamente forte, me parece simplesmente muito estranho ele ter deixado ela viva. Principalmente dada a situação do dia anterior. Onde a ordem para matar o tenente Günter foi dada com tamanha facilidade. Além do fato de que ambos eram ex-agentes... sei lá, coincidências ultimamente não eram só coincidências mais. A única coisa que mantinha ela no “nosso lado” em minha mente é que o próprio tenente Karyo parecia confiar nela. Porém ele defendeu também Katherine para o coronel, e conhecia ela tinha nada de tempo, então sei lá o que significa confiável para ele.

Independente de qual lado fosse o dela, existem coisas que sempre são legais de se comentar. – Não foi ontem não. – Diria sorrindo para ela. – Você dormiu por um dia inteiro e acho que só sobreviveu porque o tenente Kinder doou sangue. – Algo tão gentil assim era bom de se comentar, para que ela pudesse agradecer depois, além de acabar situando um pouco mais da situação para a moça, mostrando porque eu estranhava tanto ela falar na “medida do possível”. – Sei que você quer prender o homem que fez isso com você... – Iria trabalhar com uma hipótese que ela provavelmente não iria gostar de ouvir. – Mas se um golpe dele te fez ficar de cama por mais de um dia, acaba sendo muito estranho te ver por aqui. Por isso esse “na medida do possível”, me parece só que você está forçando você mesma. – Afinal, eu estava comentando que era basicamente que era errado ela estar ali. – E como estamos levando até mesmo soldados, acaba sendo bem óbvio que nós sargentos provavelmente vamos acabar entrando na luta mais cedo ou mais tarde. – Comentava.

Daria um tempo para ela comentar o que achava disso, se é que ela comentaria algo, já que eu era um “completo” desconhecido para ela. E por isso acabaria por elogiar ela um pouco, pois queria que ela me respondesse sobre outro assunto. – Outra coisa interessante... não sabemos nem se nós sargentos daremos conta de fazer algo contra alguém que consegue quase matar um sargento em um único golpe. – Falava preocupado olhando para os soldados que vinham com a gente. Principalmente para a criança Kyo que estava por ali. Quanta loucura estava envolvida nisso tudo, não só a mulher que estava quase morta a menos de um dia, como também crianças estavam indo com a gente. Após falar aquilo, acabaria comentando ainda, para mudar qualquer pensamento de Amanda quanto a ela ser fraca. – O tenente Karyo comentou que você é tão forte ou mais forte do que ele. Ou seja, você provavelmente é mais forte do que todos nós sargentos aqui. – Daria uma pequena pausa olhando para os sargentos que estavam andando com a gente. – Se você perde em um único golpe. Eu simplesmente não consigo ver como o comodoro pode achar uma boa ideia levar todos nós e pensar que vai funcionar. – E então faria a pergunta que eu queria fazer desde o começo. – Ele chegou a conversar alguma coisa com você? Porque não estou conseguindo ver o plano dele. E isso me parece quase um sacrifício desnecessário de peões que seríamos nós e os soldados.

Após uma possível resposta dela, respiraria fundo. Tirando aquilo acabávamos andando por um tempo para não sei qual base inimiga. Aquela ideia do comodoro me parecia loucura principalmente porque o comodoro não nos informava nada. Ou seja, haveria um tanto de soldado e sargento tão perdidos quanto eu, na verdade mais perdidos do que eu já que nem sabiam quem era o inimigo. E todos os outros possíveis aliados de Ishisaki saberiam para onde estariam indo e provavelmente sabiam quem eram confiáveis ou não no meio daquela confusão. Era fácil imaginar diversos de nós esfaqueados pelas costas quando chegássemos na base inimiga.

E quando chegamos... foi bem diferente do que imaginava. A primeira coisa óbvia que chamou a minha atenção foi o “Mas divago!” sério que o cara falava isso até mesmo presencialmente? Obviamente ele era o escritor da carta que roubei do dirigível dos números. E isso faria eu sorrir. Simples assim. – Olha só. Até o inimigo concorda comigo que é loucura os soldados e os sargentos irem para essa luta. – Comentaria com Amanda, a ironia era ótima, nem eu e nem o inimigo achávamos o comodoro alguém totalmente são.

Eu obviamente não recuaria agora não importando nem mesmo a ordem do comodoro. Ishisaki e os números eram relacionados. E isso tornava os nossos números até algo “positivo”, já que eles teriam seus subordinados. Mas não acho que nossos soldados fossem dar conta. Além disso, o homem chamou provavelmente o Ishisaki de mestre... foi quando eu me toquei que foi a mesma palavra usada na carta. Os traidores marinheiros chamavam de mestre e o povo dos números também chamavam de mestre. Só que não existia nenhuma prova real além de usarem o mesmo termo que é algo simplesmente genérico. Por isso meu cérebro não interligava os dois. Pelo menos era o que pensava, talvez subconscientemente já teria ligado e por isso havia perguntado para ele ontem no nosso papo mental.

Porém, ali, em frente aquela porta tão grande, com aquele homem excêntrico que obviamente era o homem da carta, acabava aceitando que Ishisaki era o provável número zero. Não diria com cem porcento de certeza porque na carta ele ainda falava líder e Mestre de formas diferentes. O pior caso possível são duas pessoas diferentes que claramente estão relacionadas por causa da carta.

Aquele adversário excêntrico apontava para alguém na fileira de soldados e falava que essa pessoa poderia entrar. Poxa, nem para apontar para mim de uma vez e eu ter desculpa de entrar. Agora precisava esperar a ordem do comodoro. Eu realmente estava atrás de um número específico no momento. Queria entrar lá e ir atrás do número 2 antes de qualquer outro. Não existe nenhum motivo para eu me preocupar com o número 0 ou Ishisaki tendo o comodoro e a capitã por ali. Na verdade, pela lógica eu acabaria lutando com um subordinado de número qualquer pela quantidade de tenentes que havia por ali. Então meu primeiro pensamento se filtrava em simplesmente aguardar ordens, sejam elas do comodoro que eu seguiria, ou do Ishisaki, que eu provavelmente teria que reagir defensivamente.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySab 18 Jul 2020, 01:33





Utopia era quase uma ironia, seu nome memorava a um local paradisíaco, maravilhoso, e um dia a ilha talvez tivera a glória, mas hoje era a pura tristeza. O chão entre um misto de duro, graças a desolação de todas as plantas, com um úmido advindo da chuva recente, originando aquela lama malformada memorando a situação atual da ilha. O local era isso, um lamaçal feito de sangue de iludidos que saíram de seus lugares rumo a um sonho, tolos, esse era o nome dado a eles pelos que jogavam o verdadeiro jogo. Nobres, parasitas da sociedade, viventes do "bonvivan" e usupadores, se havia uma coisa bonita nos revolucionários era esse desejo de eliminar o mal, ainda que um desejo infantil, já que o mal nascia também nas mais belas flores.


E se fosse para pensar nas flores, o que aquele grupo simbolizava? Um batalhão inteiro de soldados marchando em direção à glória, se bem que essa glória era regada de sangue, então deveria se chamar desse modo? O tenente olhava para Shen e aceitava a maça do esqueleto, o que era hilário, um morto lhe oferecendo comida, aceitava a maça e a mordia, olhando por um instante para o fruto. "Um girassol, um crisântemo, uma rosa? " A esfera escarlate pousava parte mordida enquanto o ninja olhava através do espaço, vendo aquele destacamento caminhar, ouvia o som dos sapatos batendo contra o chão molhado, poças, lama, os odores da umidade e das coisas apodrecidas. - Uma flore que nasce na desgraça..lótus.


Apesar disso, divagações filosóficas não resolveriam o problema daquele lugar, Jackson estava certo, Utopia precisava de novos ares, precisava de florescer. Mas isso não viria das mãos das Serpentes, essas cheias de veneno, não, aquelas mãos eram para matar, eliminar, cortas as flores, uma pena que Laith era mais um anti-herói do que a figura iluminada que aquele povo precisava.


A tropa chegava, então, próxima ao destino e Gunter falava aos oficias sobre seu relatório, de fato, o discurso que criara todo o incidente do refeitório, estava mais para uma bomba do que um esclarecimento. Entretanto, a fala era precisa, apenas um armazém levantado em meio a todos destruídos, suspeito? Provável, ainda mais considerando o modus operando do vilão, ele sequer dava as caras, agia nas entrelinhas, por que deixaria apenas um local a vista? A) Era a base deles, o que era pouco provável. B) Estávamos seguindo o roteiro dele.


De forma não tão surpreendente, uma figura revelava-se em meio a escuridão do casebre, em parte por que Laith já esperava que isso iria acontecer, era estranho que tivéssemos antecipados em relação a ele, mas o inimigo, bem, esse era a novidade. - Essa ilha só tem esquisitos. Resmungava o oficial em um tom mais baixo, arqueando a sobrancelha ao ver a nova figura. "Mestre? Então o desgraçado já sabe que estamos aqui, ele está falando sobre o Ishiaki?" Uma das mãos já ia até a primogênita das lâminas na sua cintura, segurando um dos cabos enfaixados com certa força, olhava para o fundo da casa e não conseguia ver nada além da penumbra. Em uma tentativa um pouco mais ousada, o oficial puxava a arma, mas não a empunhava, deixava com que os raios solares batessem em uma delas, recém polidas, e mirava em direção do fundo do local, tentando iluminar, mesmo que somente um feixe, o que havia lá.


Sendo assim, se o Kinder conseguisse perceber que o inimigo estava ali junto de outros, ou então havia algum tipo de armadilha, empunharia a arma e olharia para a tenente Erza, de fato a mulher parecia mais lúcida do que antes, talvez o desejo de vingança teria corrigido suas lunatices? - Ainda quer avançar em V? Não sabemos o que ele pode fazer, é muito mais interessante se conseguirmos medir isso, é melhor deixarmos os sargentos e soldados cercando o perímetro. Números demais dentro daqui só irão atrapalhar. Alguma ideia tenente Shen? Entretanto, se o ninja não conseguisse iluminar, ou se não achasse o Okama aonde deveria estar, Laith arquearia uma das sobrancelhas, mais um usuário de fruto? - Parece que ele também usa uma fruta do demônio, ou então é um mestre na arte da furtividades, é melhor deixamos os sargentos e soldados cercando o perímetro.


Somado as estratégias, o tenente não iria avançar, apenas seguraria suas armas e em caso de um projétil em sua direção, tentaria desviar com uma manobra acrobática como um rolamento, ou então um passo largo na direção adjacente ao projétil. Ou no caso de um ataque corpo-a-corpo, empunharia as lâminas e inicialmente tentaria desviar com um passo falso para a esquerda e depois um verdadeiro na direção oposta do golpe, usando a arma, para então desferir dois cortes horizontais no adversário.







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~ Histórico ~




Ganhos:
Perdas:
Posts: 3
Relações com personagens:

~ Legenda ~


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Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySab 18 Jul 2020, 18:44







A nossa incursão havia nos guiado ao único armazém que havia restado, como informara Gunter. E, se isso havia ocorrido, é porque eles queriam esconder algo e/ou nos guiar para este lugar. Nas palavras que mais nos impactavam: eles já esperavam pela nossa chegada — Eles estão um passo à frente, senão dois. Eles esperam que cerquemos o perímetro e também esperam que ataquemos em uma investida, não a toa nos guiaram aqui como besouros atraídos pela luz. Se os soldados iriam ficar em um perímetro de 20 metros, o seguro é dobrar a distância, não sabemos o que eles prepararam. Ainda, não nos resta escolha que não encará-los com todas as nossas forças, com a força de ataque principal - opinaria, dando um passo à frente e redarguindo contra o plano de Erza.


Uma vez que insistissem, continuaria — Um destes inimigos venceu minha melhor subordinada, a qual tem tanta ou mais habilidade que eu, com um único golpe! Levar os Sargentos comuns para a primeira investida às cegas é uma loucura! Entre nossos homens, o único Sargento que acho capaz é o Sargento Lazo, que está envolvido em toda esta trama e já se mostrou um exímio combatente! - exclamaria — Tenente Erza, sei que está ansiosa, mas devemos agir com cautela. O Comodoro disse que eles nos controlam pelo medo, mas não só isso! Também pela ansiedade que nos causam! Segure a sua arma para o momento oportuno - corroboraria.


Uma vez que havia opinado, esperaria pela opinião dos demais Tenentes, com uma estranha sensação a nos tomar. Não queria demorar muito para começar a ofensiva, mas também não desejava me precipitar. "Que sinuca de bico... se não houvessem queimado os armazéns, encontraríamos espalhados, mas isso indica que provavelmente estão todos aqui..." - ponderava. Precisávamos de uma decisão rápida e eficiente, que atendesse à maioria de nossas necessidades.


Não me passava despercebido que o oponente que havia se mostrado havia mencionado um "Mestre". Seria esse Ishisaki? É claro, havia concluído mais cedo que suas figuras se confundiam. Havia um dedo dele ali, sem sombra de dúvidas — Comodoro Jackson! Peço que considere as nossas observações. Capitã Katt! O Mr. Juba não reconhece o cheiro do Ishisaki? Ao que bem me lembro, você disse que tinham contato antigamente, um animal habilidoso e bem treinado como este... há algum jeito de saber se ele sente um cheiro antigo e familiar? Se ele estiver aqui, poderíamos ir com tudo, senão, provavelmente é uma das piores armadilhas - perguntaria, ao esclarecer o meu ponto.



Por ora, manteria uma postura defensiva e só ousaria desviar de algum projétil caso não houvesse ninguém atrás de mim - o que me atentaria desde já - e, do contrário, tentaria bloquear a bala com a minha própria foice ou com o Eisen Dial, o qual deixaria à postos para criar uma barreira de ferro entre nós e a possível saraivada de projéteis ou contra uma possível explosão, restringindo os seus efeitos — Precisamos agir! Quanto mais tempo damos a eles, pior! - apressaria. Se o Comodoro estava no comando daquela empreitada, cabia a ele a palavra final.










~ Histórico ~




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Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
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Ofício: Ferreiro.
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Objetivos



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySeg 20 Jul 2020, 01:59





Durante a nossa marcha era possível observar o cenário de destruição que estava na cidade e essa com certeza era uma visão muito triste para mim “Essa ilha já sofreu muito” pensava enquanto olhava os arredores da cidade. A resposta de Kyo nada me ajudava em meu objetivo já que segundo ele havia sido obrigado a entrar na marinha pelo Tenente Shen - Sério? Que pena pra você então não tinha muito o que dizer, apenas sorriria. Nós avançávamos diretamente até um galpão que aparentemente estava abandonado, mas era ali que nossos inimigos estavam.

Um homem de aparência curiosa surgia na entrada do armazém e falava sobre seu mestre dizer que teria uma festa por ali. Mas, o que me chamava mais a atenção era a sua última frase ao apontar para a fila dos soldados dizendo que alguém esperava um de nós. Será que Alexander estava com ele? Essa possibilidade me deixava um tanto irritada e ao mesmo tempo ficava um tanto animada para que pudesse ter um acerto de contas. Não queria me precipitar e acabar tomando alguma decisão idiota, todavia não podia deixar essa oportunidade passar já que não queria deixar outra pessoa derrotá-lo. Essa responsabilidade era minha “Esqueça esse traidor, ele não merece tanta atenção e você irá acabar se dando muito mal caso faça algo errado" Azura tentava me contrariar.

O albino simplesmente matara a maioria dos que estavam comigo e também ferira os meus companheiros mais próximos na revolução. Isso não era algo para se esquecer, ainda mais sem uma punição adequada para ele “Seria muito injusto eu não acabar com ele depois de tudo o que aconteceu” essa era a minha resposta para Azura. O sentimento de dever cumprido não seria o mesmo se outra pessoa punisse Alexander “Você pode até dizer que outra pessoa irá derrotá-lo se ele estiver lá mesmo, mas não será a mesma coisa” diria por fim encerrando a minha conversa com ela, tinha de pensar no que iria fazer a partir de agora.

Com isso em mente, deixaria o meu lugar na fila e iria até onde estavam os líderes da operação para fazer um pedido - Com licença, poderiam me deixar lhes pedir uma coisa? estaria séria nesse momento. Esperaria pela reação deles antes de prosseguir falando - Eu preciso que me deixem entrar, tem alguém ali que fez algo terrível para mim diria inicialmente, manteria minha expressão - Não posso deixar que ele saia impune aguardaria a resposta daqueles que estivessem com a atenção voltada para mim. Caso a resposta fosse negativa eu insistiria ao menos um pouco - É realmente algo muito importante para mim, por favor senhores! alteraria um pouco o tom.

Se mesmo assim não me permitissem entrar teria de pensar em uma alternativa, nesse instante passaria a olhar para Helena - Pode me ajudar então? faria o questionamento - Procure por um homem de cabelos brancos que se chama Alexander pra mim e diga que estou aqui para derrotá-lo diria em seguida - Muito obrigada! falaria ao ouvir sua resposta independente da resposta. Caso eles me deixassem entrar para talvez encontrar Alexander ficaria um tanto mais animada - É isso aí, hora de mostrar pra ele do que eu sou feita! começaria a minha própria preparação para a luta.




~ Histórico ~



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~ Legenda ~


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptyTer 21 Jul 2020, 01:11



[LB] O Florescer de Utopia III — 003

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Antes de mais nada, Calros aproveitava o período da marcha para ralhar com Amanda e sua atitude imprudente. — Eu fui pega de surpresa! — Admitiu, um pouco irritada, embora mais com a situação do que com o sargento de fato. Sabia que, no fim, ele estava certo. Apenas não queria admitir. — Karyo é bondoso, mas o que ele disse não é verdade. Quem derrotou Arlong no final foi ele, não eu. — Seus olhos observaram as costas do esqueleto, mais a frente, antes de retornar a sua conversa com o ruivo. — Quando eu acordei eu conversei com o médico e descobri o que estava acontecendo. Fui imediatamente até o Comodoro e o convenci a me trazer. — A mulher riu um pouco com a lembrança. — Ele disse que não estava com paciência depois da ruiva e que eu poderia vir se quisesse! — Com um movimento discreto apontou para Erza, lá na frente. — Ele não me disse o plano dele, mas ele tem um. Ele não seria um Comodoro caso contrário. — Afirmou, decidida, encerrando a conversa.

Já durante o monólogo daquele inimigo estranho, Laith usou sua arma como um espelho, refletindo a luz do sol em direção à abertura do armazém. Apesar da boa ideia, a luz refletida era parca e não conseguiu distinguir muito da escuridão: Uma parede, uma mesa, um pilar, mas nenhum inimigo. Ao menos tal atitude serviu para acalmá-lo em relação ao uso de uma possível akuma no mi.

Após o discurso do okama, enquanto os tenentes e superiores discutiam sobre como proceder, uma mero soldado quebrou a formação e andou por entre as fileiras, atraindo olhares desconfiados dos demais. — E-EI! — Tentou chamá-la de volta, mas desistiu com um estalar de língua. Os tenentes, por sua vez, pareciam se unir contra a ideia de Erza. Karyo era o primeiro a defender a estratégia de Günter e Helena logo comentava: — Concordo que irmos todos de uma vez não é uma boa solução! Se houvesse mais uma entrada e nos dividíssemos em dois grupos para realizar um ataque como uma pinça... — Sugeria uma nova possibilidade, mas o aparecimento de uma soldado entre eles a silenciou. — K-Katherine?! — Indagou, surpresa.

O Comodoro olhou a ex-revolucionária por um momento, ouvindo seu pedido. — Soldado Silverstone, não é? Responsável pelo auxílio na derrota de dois dos revoltosos ontem… Que piada! — A última parte comentou para si próprio, num sorriso que mais assustava do que qualquer coisa. — Você tem a força de um sargento, se não tenente, então venha e prove seu valor.

Era nesse momento em que Karyo dava para sua Capitã uma ideia, algo que ela deveria ter pensado por conta própria. Com um aceno encabulado, se aproximou do Mr. Juba, sussurrando: — Ishiota está aqui? — Um apelido, talvez? De qualquer forma, o animal farejou o ar por um momento, antes de olhar para a sua dona. Karyo não viu o animal fazer nenhum movimento para afirmar ou negar, mas a Capitã afirmou com veemência: — Ele está aqui! — Sua voz trêmulou por um momento, incerta.

Por fim, Jackson se virou para o batalhão atrás de si. — HOMENS! — Gritou, atraindo a atenção de todos. — Dividam-se em quintetos, um sargento e quatro soldados, e cerquem o perímetro. Não deixem ninguém sair sem a minha ordem direta. NINGUÉM! — Ordenou. Volvendo seus pés, ficou de frente para o tenente Kinder e esticou sua mão para um aperto de mão. A aura daquele homem, Comodoro e momentaneamente seu sensei, era tanta que o tenente aceitou o aperto de imediato, como que por impulso. Entre suas mãos havia algo… Um papel? — Você ficará responsável por eles. Boa sorte. — Sem mais, se virou rumo ao armazém e marchou. — Venham! — Com isso, os oito marcharam avante.

Passaram pela porta com cautela, rodeados pela penumbra. Primeiro o Comodoro, obviamente, seguido por Katt e seu leão. Os demais tenentes vieram a seguir, dois a dois, com Katherine no final da fila. — Alguém aí tem luz? — Brincou Günter. — AI! Meu pé! — Ralhou Helena. E, num baque, a porta se fechou atrás deles. Um segundo depois, com um estalo, luzes se acenderam, revelando onde se encontravam e os inimigos a espera.

O Armazém era retangular, cerca de 10m de largura e 25m de comprimento. Lá no fundo, o soldado… Agente? Vilão? Ishisaki se encontrava sentado em uma cadeira simples de madeira, embora parecesse mais um Rei sentado em um trono. Ao seu redor haviam nove inimigos, sobrepujando numericamente os marinheiros. Eles estavam próximos à parede traseira do galpão, numa espécie de palco com apenas dois degraus acima do resto do lugar. Entre os dois grupos haviam 12 pilares, sendo duas por fila, dando sustentação ao teto alto de metal. Por sinal, o armazém por dentro parecia normal, novo e bem cuidado. A aparência frankensteiniana do exterior provavelmente era apenas um artífice para manter curiosos distantes, uma camada repugnante sobre o corpo funcional. Haviam meia dúzia de mesas e um punhado de cadeiras espalhadas pelo local, todas inteiras embora não organizadas. A direita dos marinheiros havia uma porta levando a algum cômodo a parte, enquanto que a esquerda havia apenas a parede. Também era possível ver algumas pequenas janelas no topo das paredes, quase no teto, pequenas demais para alguém passar. A distância entre os marinheiros e os criminosos era de, aproximadamente, 20 metros, com a porta, e aparente única entrada e saída do local, trancada misteriosamente às suas costas.

Bem vindos! — Imitava a saudação do okama, com um leve sorriso no rosto. A princípio, o que mais chamou atenção do grupo foi o Okama ao lado direito do ex-agente e um homem caído e ensanguentado aos seus pés. Katherine o reconheceria como sendo o Número 2, o fanático religioso que tentou a matar um dia. Sem se importar com os demais, Erza partia como um raio na direção do líder, pronta para atravessar tudo em seu caminho, mas o Comodoro a segurou pelo colarinho e a jogou de volta contra a porta. — Espere, tenente! — Ordenou. Katt, por sua vez, deu um passo à frente, sua boca em formato de 'o', enquanto Mr. Juba grunhia baixinho. — Ishi… Impossível! — Com afeto, ele olhou para a marinheira e disse numa voz sincera: — Katt, minha amiga! Você foi a única que me angustiei por enganar, se serve de algum consolo. — Com um suspiro, continuou: — Somos inimigos agora, todos nós. Uma pena, quem sabe em outra vida não fosse diferente? — Seus olhos passavam por cada um dos marinheiros e parecia tão sincero como quando se dirigiu para a Capitã. — Vocês chegaram mais longe do que imaginei e, como um ex-companheiro, deixarei que cada um me faça uma pergunta ou um pedido. Farei o possível para— Erza cortou com rispidez: — Por que você não morre?! — O homem apenas riu. — Isso eu não posso fazer. — Respondeu, num ar leve, quase como se fossem amigos brincando. Além de Ishisaki, bem conhecido por boa parte do grupo, estavam dispostos da esquerda para a direita:

Alexander era o primeiro, observando Katherine com um sorriso zombeteiro no rosto. Quando a soldado olhasse em sua direção, o loiro menearia a cabeça em negativa, como se a julgasse por se tornar uma traidora da causa; Ao seu lado havia um homem loiro e muito belo, de armadura, espada e escudo. Seus pertences estavam impecavelmente limpos e bem cuidados. Parecia um guarda de algum tipo, talvez de algum país, pois em seu escudo e no peitoral de sua armadura havia um símbolo estampado; Ao lado deste estava um atirador, pele cor de ébano e queixo quadrado. Suas vestes eram de alta qualidade, assim como seus dois revólveres com cabo de marfim. Os três estavam na casa dos 20~25 anos.

Prosseguindo… Ao lado direito de Ishisaki estava o Okama, com sua roupa nada discreta, observando os marinheiros com um sorrisinho no rosto; Ishisaki, o único do grupo que estava sentado, não vestia o uniforme de marinheiro como alguns dias antes, mas sim uma veste mais aberta, deixando seus músculos super bem desenvolvidos à mostra; Ao lado esquerdo do líder havia um jovem que aparentava não ter mais do que dezoito e não tirava os olhos da espadachim ruiva desde que esta havia tentado avançar contra o ex-agente. Sua mão a milímetros do cabo de sua katana e sua sede de sangue demonstravam que não deveriam subestimá-lo devido a sua idade; Inconsciente no chão, aos pés de Ishisaki, estava o fanático Número 2. Nenhum dos seus 'aliados' olhava em sua direção, como se o religioso sequer estivesse ali.

Além destes estava outro atirador, este o Número 10. Provavelmente o mais velho de todos, com seus cabelos brancos. Possuía um revólver bem incomum, assim como seus óculos, e usava vestes ricamente pomposas, como um verdadeiro nobre; Ao lado deste estava a única mulher do grupo, com uma montante maior do que ela mesma presa em suas costas. Apesar das roupas simples, suas curvas eram bem acentuadas. Seus cabelos negros contrastavam com sua pele clarinha e seus olhos azuis. Possui duas cicatrizes na altura do nariz, embora nem mesmo isso diminua a sua beleza; Por fim vinha um homem musculoso, com um moicano alaranjado. Parecia meio aéreo, como se toda aquela conversa fosse entediante para si.

Retornando para os arredores do Armazém… Calros Lazo seria responsável por quatro soldados, embora o Comodoro não houvesse especificado quem deveria se juntar a quem. Essa falha fez com que muitos dos marinheiros ficassem indecisos sobre como prosseguir. Calros, no entanto, teve sorte nesse ponto, ao ver quatro rostos conhecidos se aproximando de si: Sargento Amanda, Soldado Kyo Chiba, Soldado Ykeh e Soldado Susan. Esta última estava apreensiva, buscando por algo nos ombros e nas costas do Sargento, acalmando-se ao não encontrar nada ali. Já Ykeh saudava seu superior com um simples: — Olá. — Amanda, por sua vez, tinha um sorriso zombeteiro no rosto ao comentar com o ruivo: — Temos sargentos demais e você prometeu me proteger. Não recue agora! — Brincou. Com boa parte dos grupos ainda se formando, Calros tinha a chance de se posicionar como quisesse, já que isso também não havia sido previamente discutido.

Laith Kinder, deixado para trás como responsável pelos demais, viu os grupos se formando lentamente. Se quisesse, poderia usar esse tempo para ler o papel em suas mãos, com a letra sendo um garrancho minúsculo, quase ilegível. Ou poderia apressar aquela confusão de marines a formar os grupos pedidos. O quão difícil poderia ser isso?! Mas logo veio um possível problema para ele resolver, já que a porta do Armazém se fechou num baque seco pouco após a vanguarda passar pela mesma. Os outros marinheiros também notaram o ocorrido e um burburinho nervoso percorreu o pelotão.

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Okama
  • Ishisaki Oota
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
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Laith Kinder:
 
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Katherine Silverstone:
 
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Gwen:
 

No Armazém:
 

Com Lazo:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptyQua 22 Jul 2020, 17:12





Aparentemente o homem era melhor do que esperava, o Okama de antes tinha sumido junto das sombras, pelo menos era isso que conseguia ver junto da minha lâmina. De fato não era a melhor oportunidade já que a luz ali dentro era por natureza escassa, mas conseguia dar aos aliados uma boa noção de espaço e do que poderiam encontrar ali. - Tsc. O pequeno resmungo saia dos lábios como um curto sibilar de uma cobra, de fato, havia uma grande desvantagem ali para todos do grupo, não tínhamos ideia de quantos inimigos apresentavam-se no local, ou outra pertinente informação.


Entretanto a surpresa vinha quando o Comodoro chegava até mim oferecendo a mão que por impulso acabava aceitando. " Por que eu estou dando mãos para esse homem?" Me questionava imediatamente, movendo levemente a mão, sentindo um objeto dentro dela, ele tinha usado aquele pretexto para me passar o papel? Mas por que fazer isso em segredo assim e não aberto? Traidores? Como resposta ao comando, respondia ao mesmo com uma continência, batendo os pés uns contra os outros e a mão ao alto da cabeça. Por um lado não estava nada feliz em ser a babá dos inferiores, por outro lado, as chances de sobreviver do lado de fora eram maiores.


Então as ações começavam a ocorrer uma a uma, o grupo principal adentrava no armazém, enquanto os de patentes menores, a minha exceção, iam para fora. Lá estava eu visando aqueles quintetos levemente desorganizados. A porta do edifício fechava bruscamente e mais uma vez estava em uma encruzilhada. Os olhos levemente roxeados fitavam as cabeças conhecidas, Lazo e Amanda, poderia ser pior. Assim, as mãos começavam a trabalhar o papel, desembrulhando-o. "Então o comodoro desconfiava mesmo de alguém, isso é interessante, temos alguns traidores dentro do grupo, devo contrariar o Jackson e separar o grupo? Não, em uma possível fuga estaríamos perdidos. Confiar nos sargento Lazo e Amanda? Ainda assim há chance de um deles ser o traidor." Nesse ínterim, usava minhas habilidades de atuação para manter uma expressão neutra, se houvesse algum informante, uma simples feição estranha seria o suficiente para dar munição a ele, desse modo, a expressão seria neutra até a tomada de decisão.


Segundos depois, amassava bruscamente o papel, pondo-o dentro de um dos meus bolsos. ]" O sobretudo agora me ajudaria muito". Passava mais uma vez os olhos pela tropa, vendo a desordem, tinha que resolver isso e rápido, talvez nesse sentido sua hierarquia iria ajudar muito. Aproveitava então para dar um passo e jogar as mãos para trás segurando uma das lâminas. - TROPA! SENTIDO! Se o comodoro Jackson havia conseguido me convencer somente com aquele tom, talvez fosse possível fazer o mesmo com aquele bando de baderneiros, as palavras tinham poder, a voz mais ainda. Por isso, tentaria manter um tom firme de voz e mais grave, buscando passar uma impressão de autoridade e encorajamento. - DIFERENTE DA REBELIÃO NO REFEITÓRIO, ESTAMOS EM GUERRA AQUI! MATAR OU MORRER! NÃO ME IMPORTO SE VOCÊS ACREDITAM OU NÃO NA DECISÃO DO COMODORO. MAS ENQUANTO ESTAMOS AQUI ELES ESTÃO LÁ DENTRO ENFRENTANDO O DEMÔNIO. DESSE MODO, NÃO ACEITAREI MENOS QUE UM TRABALHO PERFEITO. Aproximava-me mais um passo, agora sacando uma das lâminas e desenhando no chão um ponto com dois círculos concêntricos, um exterior ao outro. - Vocês se dividirão em dois níveis, um interno e outro externo. O primeiro círculo conterá 9 grupos, o segundo 8 grupos. Quero uma distância de 10m entre as duas baterias. Se o inimigo passar pela primeira será detido pela segunda.


Parava para dar uma leve respirada e então desenhava ao lado um círculo com dois traços sobre ele, dividindo-o em quatro setores. - Seremos divididos em primeiro setor, segundo setor, terceiro e quarto. Dizia ele tocando cada um deles. - Sargento Lazo, você será responsável pelo primeiro setor, sargento Amanda o terceiro. Os dois  últimos eram designados a outros dois sargentos(NPC). - Os responsáveis deverão dispor as tropas de acordo com  a necessidade e entendimento. Eu irei supervisionar todas as movimentações. Fiquem atentos, com todo e qualquer tipo de movimentação, qualquer ação estranha deve ser relatada ao grupo adjacente e repassada até mim.  Cada setor terá dois grupos por bateria, com exceção do setor do sargento Lazo, esse terá um terceiro grupo na primeira bateria que se unirá a mim a partir da minha ordem.


Por fim guardava a lâmina, mas ainda pousava a mão sobre uma das lâminas gêmeas. - TROPA, AVANTE! As ordens eram diretas e em certo grau simples, assim seria fácil garantir que houvesse uma maior segurança, talvez houvesse furos em relação a  estratégia, ainda assim era nesses furos que as figuras apareceriam e ai bastaria enviar os homens certos para os locais corretos. Quanto a mim, inicialmente ficaria inicialmente no centro, mas andaria alguns passos pelo setor da Amanda indo até a mesma. - Sargento Amanda! Fico feliz que esteja bem, saiba que qualquer evento pode contar com a minha força e retaguarda também, apesar que sua força é também ímpar. Dizia fazendo uma curta reverência para ela em um misto de atuação cortês com uma graça de comicidade.







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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020, 00:57







Não esperava - e não tinha nada contra - que Katherine Silverstone, soldada e ex-revolucionária, viesse ao encontro de nós, Tenentes — Será da vez que você provará todo o seu valor - reafirmarias palavras do Comodoro — Ainda que já tenha uns pontos comigo - complementaria, assentindo com a cabeça para ela, em um gesto de confiança. A mulher teve um papel de grande relevância em conter a tentativa de assassinato do Tenente Gunter e havia cooperado diretamente comigo; não viraria as costas para ela, mas sim a apoiaria!


Francamente, apesar da tentativa, não esperava que o Mr. Juba conseugisse lembrar do cheiro do Ishisaki. Esses animais são realmente incríveis! Só de escutar a voz da Capitã Katt estremecer, me deixava mais apreensivo. Engoliria em seco, se pudesse, respirando fundo. Certamente havia algo ardendo dentro de mim. Aquele homem estava aqui, que nos fez tão mal, judiando de meus companheiros e quase tirando de mim uma das coisas mais preciosas que havia conquistado nesta vida - e na morte.


"Está para começar!" - vi o Comodoro dar os primeiros passos, junto da Capitã, os quais não deixaria de acompanhar. Por um momento, aquele único instante, senti que o Hall Jackson era um líder confiável. Sua voz inspirava e acendia algo em mim - e com certeza nos demais. Acompanhei-o de punhos cerrados e cabeça erguida, com a mão bem envolvida ao redor do cabo frio de minha foice.


Gunter! - o censurava. Não era hora para brincadeiras. Coincidentemente, após passar pelo limiar da porta, diversas luzes se acenderam, nos dando um vislumbre da situação. Havia bastante espaço e... e... — ISHISAKI! - bradaria, dando alguns passos a frente, ficando próximo à Capitã, atrás do Comodoro — O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?! - exclamaria, batendo a minha foice no chão, com força. Ele não estava só, mas sim rodeado de diversos capangas estranhos — Eu, Karyo Shen, vim cobrar o seu débito! - diria, em tom Intimidador, apontando a minha foice para ele — Estes são Os Números? Permita-me perguntar, então! São vocês que estão por trás do esquema de difamação da marinha? - escutaria a resposta.


A esta altura do campeonato, me importava mais em resolver as pendências e cumprir o meu dever do que saber que ato sórdido aquele grupo estava tramando. Só precisávamos acabar com eles, de uma vez por todas! E assim seria com qualquer outro oponente que ousasse ficar em nossa frente — Comodoro Hall Jackson, permita-me trocar alguns golpes com Ishisaki Oota. Há algo que eu quero confirmar - pediria — Depois, o senhor assume, pois sei que ele está além de minhas capacidades atuais - diria, apenas para o Comodoro — Capitã, não esqueci de nossa promessa e farei o máximo que puder para cumpri-la - diria, sem tirar os olhos dos inimigos.











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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020, 01:59





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Os eventos se desenrolavam de uma forma inusitada para mim. Katherine dava vários passos e conversava algo com os tenentes. No fim ela acabava entrando com o comodoro, a capitã e os tenentes. Enquanto isso eu, os demais sargentos e soldados ficávamos para trás tendo que nos ajeitarmos em grupos que ficariam sob o comando do tenente Laith. O meu se formava naturalmente a minha volta somente com pessoas conhecidas. – Olá. – Falava para Ykeh. – E não precisa se preocupar Susan, deixei Gwen no quartel general, aqui pode se tornar muito perigoso para ela. – Diria para a outra soldada. Até mesmo Amanda aceitava ficar no meu grupo por existir um grupo de sargentos acima do necessário para a divisão que o comodoro havia falado.

Só que nada disso importou muito, já que o tenente Kinder possuía planos diferentes. Ele dividia todo mundo em quatro setores diferentes, designando que eu era o comandante do setor um, enquanto Amanda era a comandante do setor três. – Bem... se cuide. – Falaria demonstrando que poderia até não concordar muito, mas não havia como justificar para o tenente uma razão para ela sair de perto já que ela mesma se oferecera para participar da missão. Talvez pelo menos ele a colocasse em uma posição que fosse mais segura.

Aquela situação toda me colocava sob o comando de diversos soldados e até mesmo sob o comando de alguns sargentos. Observaria o setor que estava em função de proteger. Como era a estrutura daquela área. Parecia que aquele armazém poderia cair a qualquer segundo... e com o comodoro lá dentro eu imagino isso ocorrendo com facilidade. – Bom. Sargentos, por favor se apresentem. – Diria para todos os sargentos que estavam sob o meu comando naquele setor.

Após a apresentação, indicaria para os sargentos relaxarem em seus próprios grupos. Viraria de costas para a construção por um instante e falaria em alto e bom tom, não só para os sargentos, mas para todos os soldados do meu setor, podendo quem sabe vazar para o povo de outros setores. – Não se enganem pensando que eu estou acima de vocês e por isso fui colocado como supervisor do setor! – Diria tentando acalmá-los, imagino que pessoas orgulhosas não gostariam de receber ordens de alguém de mesma patente, não havia como saber como os sargentos do meu setor eram, por isso prevenir me parecia a melhor opção. – Eu fui um dos que investigou o criminoso que está lá dentro e por isso ser colocado no comando acaba se tornando algo mais lógico a se fazer. – Diria apelando para algo mais simples e que não havia como eles reclamarem. – Por isso, sei que é possível que eles sejam aliados de um grupo bem grande.

É claro que aquele “discurso” não tinha como intenção simplesmente acalmar, eu ainda não acreditava plenamente em todos aqueles soldados. Enquanto falava simplesmente prestava atenção a todos os soldados que minha visão alcançava, era um pouco mais alto que a média, não tanto quanto o tenente Karyo, mas alguma coisa. Por isso esperava que fosse possível pelo menos ver a maioria deles, mesmo que sem detalhes. Mantendo a voz a mais forte e firme possível continuaria falando. – Indagamos sobre tal grupo ontem para aqueles marinheiros traidores. Mas eles simplesmente preferiam se esquivar das perguntas. Uma atitude no mínimo curiosa, já que não ganhavam nada sendo atrelados a um grupo criminoso ainda pior do que eles. – Comentaria. – Por causa disso não chegamos a confirmar a informação. Então prestem atenção a tudo! Literalmente tudo! O grupo ao que me refiro se chama os Números! E eles possuem, como o próprio nome já diz, números. – Dava uma pequena pausa. – Esse grupo de lunáticos atacou um quartel general no North Blue por mero prazer. – Dava uma pausa para que todos os soldados entendessem a loucura que isso poderia se tornar. – Sabemos que eles estão na ilha. Então existem duas hipóteses possíveis aqui!

Daria uma pausa maior desta vez. – A primeira é a simples. Eles são aliados do homem que viemos prender e por isso estão lá dentro, onde tentarão sair para fugir do comodoro. Esse homem consegue literalmente entrar na mente das pessoas, então qualquer pessoa que sair de lá agindo de forma estranha é um inimigo. Mesmo se for um marinheiro. Não quero mortes por não sabermos a extensão dos poderes dele, mas se protejam e imobilizem a pessoa. – Diria deixando claro para todos ali o nível absurdo do nosso adversário. – A segunda hipótese é mais complexa. Utilizando toda a loucura deles. Se eles não são aliados do homem lá dentro. Como sabemos que estão na ilha. Podem nos atacar pelas costas a qualquer instante. Pois vendo o histórico de maluquice deles, estranho seria eles não atacarem tamanho grupo de marinheiros simplesmente expostos aqui. Por isso eu peço que prestem atenção a literalmente todas as direções. Aproveitem que estão em grupos e tentem cobrir todos os lados. – Não queria só deixar claro pelas palavras que poderiam literalmente vir de fora do círculo, mas como poderiam estar até mesmo no círculo, por isso citei que ele poderia falar mentalmente com as pessoas. E com isso eu esperava ver as diversas reações enquanto falasse aquilo, pois se alguém já ouvisse a voz dele, era óbvio que essa pessoa não se surpreenderia com a informação. Todos precisavam se preparar para um possível ataque que viria do nada, talvez até mesmo do colega logo ao lado.

Com aquilo tudo dito eu concluiria. – Caso qualquer coisa de estranha ocorra, a primeira coisa a se fazer é se proteger! A segunda é simplesmente gritar para avisar a todos! Como o comodoro avisou, hoje é o dia de acabarmos com essa situação de terror que existe. É por isso que ele está lutando lá dentro! Nosso trabalho é muito mais fácil que o dele! Então vamos nos manter calmos e atentos que nada de ruim poderá ocorrer! – Com isso concluído. Falaria com o meu grupo em si, num tom mais baixo. – Bom, eu e Ykeh somos a linha de frente... na verdade. Kyo, como você luta? – Perguntaria. Não sabia ainda e ainda achava errado uma criança ter que lutar, eu tive que lutar na infância contra relés piratas, mas nada perto do que ela iria participar agora.

Após a resposta eu comentaria para ela ficar perto da gente ou de Susan dependendo de como ela lutasse. Agora era esperar e ficar atento a literalmente tudo.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 2 EmptySab 25 Jul 2020, 01:50





Helena demonstrou surpresa ao me ver aparecer diante dos tenentes e eu apenas sorriria nesse momento ao olhar para ela por alguns instantes. Precisava desse ato mais ousado para conseguir o que queria e o Comodoro acabava por aceitar sem nem contestar - Pode deixar, irei mostrar todo o meu potencial! diria empolgada passando a fitar o Tenente Shen. Com isso, nós podíamos entrar no armazém que era um local verdadeiramente grande e lá estavam nossos inimigos nos esperando, o tal ishisaki estava no centro.

Não demorou muito para que eu encontrasse 2 rostos conhecidos, o primeiro era o do fanático religioso que havia encontrado no Farol. Ele havia fugido do campo de batalha em nosso encontro e eu teria coisas a resolver consigo também, todavia o homem estava aos pés do líder coberto de sangue. Não iria chutar um cachorro morto, talvez ele já tivesse levado tudo o que merecia por parte de seus companheiros, ainda assim me manteria atenta em suas movimentações. E lá estava Alexander me olhando com um sorriso no rosto zombando de mim por estar do lado dos marinheiros, mas ele não tinha moral alguma para querer fazer isso e eu apenas relevaria se ele me chamasse de hipócrita já que não tinha realmente largado os revolucionários.  

Evitaria ser imprudente como a tenente Erza, pelo menos a primeiro momento apenas optaria pelo diálogo com Alexander. Eu estava profundamente irritada com suas atitudes, mas procuraria me controlar para ouvir o que ele poderia ter a dizer. Nossos inimigos também estavam em maior número, por isso se tomasse alguma decisão errada agora poderia acabar por influenciar diretamente no resultado final do embate. Assim, poderia começar a falar com Alexander - Nos encontramos novamente traidor, dessa vez não vou te deixar escapar das minhas mãos diria inicialmente - Posso saber por que você está fazendo essa cara ao olhar para mim? o questionaria.

Tinha certeza que ele apontaria a minha ‘suposta’ traição, mas queria ouvir tais palavras vindas da sua boca e buscava saber também de que forma ele falaria. E quando ele terminasse de falar já teria algo para dizer novamente - E o que você tem de moral para falar sobre isso? Não feri ninguém e tampouco entreguei meus companheiros para que me libertassem não devia explicações a ele, mas deixaria clara a diferença entre nós dois - Estamos situações diferentes, então não tente nos comparar como se eu pertencesse a mesma laia que vocês e esse outros piratas falaria por fim, com certo desdém no meu tom de voz. Essa provavelmente seria a nossa última conversa antes da luta final e u faria questão de expressar em palavras o que sentia - Alexander, você traiu a mim e meus companheiros, matou pessoas inocentes que nada de ruim haviam feito diria inicialmente - Hoje você irá pagar por esse erro cometido meu tom certamente era raivoso nesse momento.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento)
Perdas: N/A.
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Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
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Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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