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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

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AutorMensagem
ADM.Senshi
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ADM.Senshi

Créditos : 72
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MensagemAssunto: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyTer 02 Jun 2020, 13:12

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere, Garfield Henryford e Naomi Yumi. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 17/01/2014

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySab 18 Jul 2020, 22:08


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De todas as coisas que aconteciam, a pior delas era lembrar da cabeça de Oscar decapitada no chão, pintando o terreno cavernoso do chão de vermelho, dando a visão grotesca para meus aliados que possivelmente sairiam com sequelas daquilo tudo. Antes de sair da caverna, ainda vendo o corpo morto de Oscar no chão, diria para quem estivesse me carregando: — Nós nem tivemos chance de tomar um último copo juntos. — Esperaria por uma possível resposta. Breve pausa feita, prosseguiria: — Vou voltar para buscar a cabeça, mais tarde. — Guardaria a raiva para mim pelo momento, para descarregá-la futuramente. Então, permitiria-me ser carregado para qualquer destino que o vendedor decidisse me carregar, isto é, se a princípio fosse fazê-lo.

Com olhos de raiva para o vendedor, ouviria todas as informações sobre o caroneiro, o colar e quando ele colocaria em mim, supostamente. Fecharia os olhos e rangeria os dentes. ”Me ajude, Sol! Faça-me pensar! Pense… pense…” Levantaria uma sobrancelha e manteria apenas um olho aberto, olhando para a multidão de piratas na minha frente. ”O que o Eclipse teria feito nessa ocasião?” Fecharia os olhos novamente e respiraria fundo para pensar direito, até finalmente soltar um sorriso de canto de boca e ter a esquematização pronta na cabeça. Enquanto o homem falava pro nada, ou melhor, para um dispositivo-caramujo-ou-sei-lá, ouviria-o dizer: — Esse aqui é uma espécime rara. — Ergueria um rosto zombeteiro, típico de um sedutor, mesmo que, talvez, sem sucesso de fazê-lo tão bem quanto meus aliados, até mesmo que o palhaço. — Um pernas longas. E ainda parece meio idiota, então não vai ser problema algum fazê-lo cumprir ordens simples que exigem a força de suas pernas. Tenho certeza de que ele daria conta do recado facilmente. — Responderia, mesmo não tendo sido para mim: — Oh, não seja por isso. Tenho bastante força nos braços, também. — Diria calmamente. Esperia uma reação natural dos piratas de me mandar calar a boca ou algo do tipo, mas não é como se fossem superiores à mim o suficiente para me darem uma ordem. — Lance inicial em cem mil berries? — Interromperia-o no “berries”. — Não, seu burro! — Poria o rosto mais a frente. — Será que sou melhor do que você até em negociar preços de coisas que eu nem concordo que vendam?! — Colocaria um sorriso zombeteiro forçado. — Sou o maior e mais forte não só da minha espécie, mas dos meus companheiros de cela também. Abata o valor deles no meu corpo: estamos em cinco, certo? Lance inicial de seiscentos mil. Assim você limita a concorrência para ricaços, além de sair no lucro somente com a minha venda. E, em troca… — Riria baixinho.

Ficaria em silêncio por alguns segundos, somente para que prestassem atenção em mim. Se não prestassem, hô-hô, prestariam depois disso.

— Em troca, o anão libera a esposa do capitão, que está sendo mantida de refém sob meu comando de morte.

Esperaria pela reação do vendedor. Dessa vez, me deliciaria da possível reação negativa de seu semblante. — Oh-hô?! Seria você o capitão? — Sorriria. — É isso mesmo, pateta. Aquele homem, o Oscar, tornou-se aliado meu ao descobrir a verdade absoluta. Contou sobre a sua enferma esposa e soltou o anão logo em seguida. Ordenei que ele fosse manter sua esposa de refém, e, se não me soltasse em uma hora, mataria-a degolada. Dei o alvará para que fizesse o que quiser com o corpo. — Seria o momento propício para desferirem algum golpe em mim, ou tentassem me colocar a tal da coleira. Se tentassem fazer esse segundo, finalmente revelaria que minhas mãos estavam desatadas, ao passar a mão pela grade e segurar o pescoço do indivíduo que tentasse me colocar. Não soltaria do pescoço, pelo contrário, manteria-o pressionado até o desmaio. Entretanto, se não fizessem nada a respeito, prosseguiria com as negociações. — Vamos às negociações, capitão. Lance inicial: a vida da sua esposa e meio milhão de berries em troca da liberdade das duas damas e do coelho. As autoridades não podem fazer nada se vocês forem denunciados, porque tenho um cartaz pela minha cabeça vivo maior ainda. Valho aproximadamente sete milhões. — Daria de ombros. — Me matar aqui mesmo e pegar três e meio? É de se pensar. Mas três e meio vale a vida da sua esposa, capitão? Pense bem. O fio da adaga do anão escorregando pela pele macia da sua donzela, pintando aquela obra de arte de vermelho… ela jamais poderá te ver de novo, estará casada com a morte. — Aguardaria pelas negociações.

Respiraria ofegantemente diante da grande mentira. Para mim, sempre foi muito difícil deixar de ser impulsivo, agir pelas emoções, o momento requeria seriedade, entretanto, portanto havia de mim não dar para trás.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.
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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyDom 19 Jul 2020, 16:41


O Eclipse

We are Revolution!






Quando a mulher começava a explicar o caminho eu percebia que a simples tentativa de decorar todo aquele labirinto seria mais complicada do que eu imaginava. Apesar disso, eu precisava prestar atenção em cada palavra dita pela pirata. Ainda ouvia os sons da luta de Azura e a situação não parecia melhorar, mas precisava fazer valer a pena sua determinação e salvar nossos companheiros.

A voz de Zhac, repentinamente, surgiu do caminho pelo qual eu seguiria em breve. Por alguns instantes me sentia extremamente aliviado, meus companheiros haviam dado um jeito de se soltarem sozinhos. Infelizmente, entretanto, não era isso que eu descobria ao olhar para trás e ver que o pequeno navegador estava sozinho.

Sentia novamente o peso cair sobre minhas costas, mas ainda assim sabia que deveria carregá-lo até que todos estivessem salvos. Sem me importar muito com a recusa da mulher em me acompanhar, seguia Zhac no caminho indicado. Não era a primeira vez que alguém interpretava mal minhas ações, e provavelmente não seria a última. Apesar disso, ainda me sentia mal por não conseguir levar mais reforços ao resgate de meus amigos.

O anão parecia apressado e por isso mesmo eu percebia a necessidade de acompanhar seu ritmo. No caminho ele acabava dando uma informação preciosa de que provavelmente a caverna em que estavam só tinha uma saída, e era bem o local em que estávamos. Sem chances de chegarmos a um acampamento vazio ao fim de tudo aquilo.

O lugar parecia um verdadeiro labirinto e cada curva era igual a outra, o que me fazia ter cada vez mais certeza de que reforços não chegariam sozinhos caso precisasse deles. Naquele momento, o que podia fazer era contar que o navegador e eu seríamos mais do que o suficiente para derrubar todos os inimigos que aparecerem ou ao menos para soltar nossos amigos presos para que estes possam nos ajudar.

Ao finalmente chegar ao final do labirinto eu conseguia ter uma boa visão do que estava acontecendo ali sem que fosse detectado no processo. A visão, entretanto, não era das mais animadores. Apesar de meus amigos estarem bem, estavam em jaulas e alguns deles tinham colares estranhos no pescoço. Além disso, era um lugar bem grande e os inimigos tinham uma ampla vantagem numérica, além de poucos ferimentos considerando o que causaram ao meu grupo na emboscada.

Aquela altura eu não achava que teria boas chances ao simplesmente entrar ali, ainda mais considerando que o adversário tinha reféns. Sabia, é claro, que não gostariam de estragar “mercadoria” sem uma necessidade extrema, mas não estava muito disposto a arriscar. Lamentava a visão de Garfield novamente em uma jaula, mesmo que eu tivesse jurado que nunca mais deixaria isso acontecer. Desta vez, entretanto, o pernas longas parecia bem mais vivo do que na mansão.

Logo um dos piratas pegava um den den mushi. Era provavelmente o líder daqueles homens, visto seu tom de voz e o fato de que era ele que fazia as negociações com os compradores que eram provavelmente pessoas importantes pelo mundo. Ouvia atentamente a conversa que ele tinha com o comprador, meu estômago embrulhado e a respiração mais forte mostravam o asco que aquela escória me trazia. Apesar disso, eu respirava fundo. Não podia botar tudo a perder agora e esse pensamento ainda me mantinha são.

Por fim a tensão era tomada junto com minha atenção quando Garfield começava a falar. Ele ria, negociava e… Blefava? Em meio a toda aquela situação caótica um sorriso surgia no canto de minha boca ao perceber o que o pernas longas estava tentando fazer. Talvez tivesse aprendido uma coisa ou outra comigo, mas não sabia se ou até quando ele conseguiria sustentar aquilo. Ainda precisava agir usando o tempo que ele comprava para que pudesse pensar em um plano.

Aproveitava então o momento para observar bem os detalhes tanto dos arredores quanto do corredor onde estava. Tentava perceber alguma deformidade nas paredes onde Zhac pudesse ficar em pé ou ao menos se segurar, além de buracos nos quais ele coubesse dentro. Buscava também alguma parte mais instável da parede que, quem sabe, pudesse causar um desabamento com um impacto mais forte. Também media a distância até a curva mais próxima no corredor.

De meu bolso, tiraria o rádio que certa vez havia encontrado misteriosamente na mansão dos Vermyllion. Faria toda a preparação para que ficasse no volume máximo quando fosse ligado e diria em voz baixa enquanto o mostrava para o pequenino - Não ligue ainda, mas saiba que este é o botão certo - Diria apontando para o botão de ligar e logo depois guardando o rádio novamente - Venha aqui, não posso falar muito alto - Dizendo aquilo, estenderia a mão para que o anão subisse e o ergueria até a altura de meu ombro. Feito isso, me afastaria um pouco mais da entrada e falaria em tom bem baixo com o navegador:

- O plano é o seguinte. Vou esperá-los na curva do corredor, escondido. Como é a única saída, nossa melhor chance é uma emboscada. Você se esconde em um buraco ou algum lugar onde não possam te notar perto da entrada, junto com o rádio. Quando todo o grupo passar e os inimigos estiverem entre nós dois, você liga o rádio e então todos vão olhar para trás e prestar atenção em você. É aí que eu entro e derrubo o grupo da frente com um elemento surpresa. Se estão levando prisioneiros, provavelmente metade dos inimigos ficarão na frente e a outra metade a trás, com a “mercadoria” no meio para evitar tentativas de fuga. Garfield sendo imprevisível como é, sei que serão obrigados a fazerem isso. Até lá o melhor que podemos fazer é confiar neles! - Tentava ser o mais claro possível para transmitir minhas ideias.

Até lá, teria de aguentar a agonia de ver meus amigos naquela condição, além de contar que os piratas não fariam mal a sua preciosa mercadoria. Era difícil, entretanto, e por isso mesmo o melhor que eu podia fazer era recorrer ao exercício de respiração e manter em minha cabeça o pensamento de que se eu perdesse o controle como Azura fez, nossos amigos não teriam como ser salvos.

Dito tudo isso, voltaria a ouvir a conversa lá dentro, me mantendo o mais longe possível e sem nunca de fato entrar no esconderijo. Ordenaria a Zhac que já procurasse um lugar onde ele e o rádio coubessem juntos ou que no mínimo ficassem totalmente ocultos pelas sombras, eu também poderia ajudá-lo indicando um esconderijo caso tivesse encontrado na busca anterior. Nesse meio tempo, buscaria por pedras ou semelhantes que pudesse colocar no meio do caminho de forma sutil para que o som destas acabasse entregando uma aproximação inimiga. Agora, era o momento de esperar. Caso alguém por alguma razão aleatória começasse a vir na direção do corredor onde eu estava, eu me moveria o mais sutilmente possível até a curva mais próxima, esperando que fosse embora ou quem sabe que fizesse uma aproximação descuidada para que eu pudesse executar um ataque surpresa.





Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 >

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Em homenagem aos que se foram::
 
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Akuma Nikaido
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyDom 19 Jul 2020, 18:53



Não pude deixar de, por um momento, questionar a sanidade de Duncan ao dizer que Azura não precisava de ajuda. Ela claramente estava apanhando bastante e poderia até morrer, se nada fosse feito. Meus ataques chegavam, mas nada me preparava para a cena grotesca que se seguia. Primeiramente via a major assumir uma postura quase feral, preparando-se para atacar. Era chutada, mas rapidamente virava o ataque contra os agressores, derrubando vários.


Mas esse era apenas o começo. A fala do pirata falando que não havia motivos para continuar a luta me dava um rápido alívio de que aquela loucura ia acabar, mas o resto de seus dizeres fazia com que viessem à tona todos os meus pensamentos anteriores.


~ Eu estava certa... Esses espirros não são naturais. Mai Kanaka nos marcou? Será que isso é obra de um usuário de fruta?


Eu praticamente nada conhecia sobre akumas no mi, mas agora que sabia de sua existência e de seus poderes bizarros, não era difícil fazer essa possível ligação. E aquilo nos deixava em uma situação completamente diferente: nós não mais poderíamos parar de lutar, pois precisávamos extrair informações deles. Quem era esse tal de Mai Kanaka? Onde poderíamos encontrá-lo? Quais eram seus poderes? E como derrotá-lo? Essas informações eram vitais para nós e dificilmente eles nos cederiam aquilo de graça.


E enquanto eu pensava tudo aquilo e colocava meu rápido raciocínio em ordem, via uma das cenas mais pitorescas que poderia imaginar: Azura furava os olhos de um dos piratas restantes. Literalmente. Sentia quase que imediatamente meu estômago revirar e, se não estivesse tão tensa e acelerada com a luta, talvez pudesse até mesmo chegar a vomitar ao ver aquilo. Ouvia a fala de Morgana e não a culpava. Eu mesma quase preferi sair e ir embora após tal cena. Mas eu já havia entendido e aceitado. Não só Azura morreria, mas havia companheiros em nosso navio que também haviam espirrado. Eu também havia espirrado. E nós não sairíamos apenas feridos dali depois de tudo isso. Estávamos lutando uma batalha agora que só poderia terminar com um lado subjugando o outro. E eu não estava pronta para perder a minha liberdade.


— Não posso dizer que concordo ou mesmo aceito o que vi. Mas se não lutarmos agora, eles não vão nos deixar sair daqui tão fácil. Além disso, eu também fui marcada... Preciso descobrir o que vai acontecer comigo.


Falava, sentindo-me realmente triste por não ter outra opção. Eu podia perceber, mais do que ter essa certeza, que Azura é quem havia iniciado essa briga. Queria poder evitar essa violência sem sentido e, se possível, não ferir ou matar os adversários. Mas compreendia a necessidade de dar esse suporte a ela e, sem hesitar, voltava a disparar. Procuraria mirar sempre naqueles que estavam prestes a atacar. Durante meus treinos com Seshiro havia aprendido que o caçador sempre encontrava-se mais vulnerável quando ia abater sua presa, pois sua concentração ficava mais voltada para a ação ofensiva. Isso era verdade com animais, mas também era verdade com humanos. Dessa forma, quem estivesse para atacar Azura provavelmente estaria mais propenso a receber meu dardo. Tomaria cuidado de mirar sempre em seu ponto futuro, estabelecendo um ritmo de disparos que não deixasse muito espaço para que pensassem.


Mudaria de alvo, entretanto, caso notasse que o primeiro seria abatido ou se observasse que Morgana e eu estávamos sendo visadas. Nesse caso procuraria nos defender antes de Azura. Eu havia prometido que protegeria a sirena, e estava muito séria com relação a isso.


— Morg-san, se puder, fique de olho no homem que falou sobre esse tal Mai Kanaka. Se ele tentar fugir ou nos atacar, me alerte.


Como a posição dele era a única que diferia dos demais, sabia que não poderia perder meu foco buscando-o ativamente. Assim deixava com a sirena a tarefa de localizá-lo e mantê-lo sob vigilância. Se fosse alertada que ele vinha em nossa direção ou que tentava fugir, mudaria meus ataques para ele, buscando incapacitá-lo.


Se a luta porventura terminasse, gritaria para Azura não os matar, tentando fazê-la voltar a si. Se fosse necessário, iria correndo até perto dela e, em um instante, quando chegasse a seu lado, usaria de toda a potência de meu corpo associada a aceleração da corrida para bater com o cotovelo em seu rosto ou em sua nuca, desmaiando-a. Em condições normais sabia que isso não surtiria efeito, mas com ela tão enfraquecida, deveria ser o suficiente para terminar de nocauteá-la. Preferia não ter de fazer isso, mas não poderia deixá-la matar essas pessoas.


— Muito bem, quem aqui quer ter a honra de me contar sobre esse tal Mai Kanaka? Vamos lá, não escondam nada. Sejam bonzinhos e estarão liberados para ir embora. Do contrário... Bem, vocês viram o que essa mulher é capaz de fazer. E, se duvidam que ela ainda tem energia para algo, não se esqueçam que meus dardos também estão à disposição...


Diria, olhando com um olhar frio e cruel. Era um blefe? Com certeza. Não acreditava que conseguiria atirar em ninguém a sangue frio. Mas eu era boa em atuação o suficiente para não deixar isso transparecer. Ouviria a todas as informações que queria, fazendo mais perguntas se assim julgasse necessário. Por fim, deixaria com que fossem embora, antes avisando-os:



— Não acredito que tenham mentido, mas se o tiverem feito, saibam que voltaremos para caçar um por um. Eu não esqueço um rosto quando vejo, e não vou permitir que meus companheiros sejam prejudicados ou até mesmo mortos por conta de informações falsas. Estão me entendendo?



Ninguém ali sabia que eu também havia sido marcada, exceto Morgana. E esperava continuar desse jeito. Com as devidas ameaças feitas e informações obtidas, me voltaria para avaliar o estado de Azura. Eu não sabia nada sobre medicina, então dificilmente conseguiria entender o real estado da major, mas apenas queria me certificar de que ela não sangraria até a morte nos próximos momentos. Precisávamos, agora, decidir o que fazer.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

Posts: 8
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: M-4: em construção
Morgana: em construção
Azura: em construção
Duncan: em construção

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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyQui 23 Jul 2020, 06:29


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite




Azura e Yumi
O primeiro inimigo a se movimentar possuía uma espada. Azura começava a correr que nem o animal que demonstrava ser e Yumi retirava mais um de seus virotes. A “M-8” aderira cem porcento ao movimento, se está no inferno, abraça o capeta. Já atirava virotes nos poucos inimigos que sobravam, e comentava com a sereia para ela ficar de olho naquele outro pirata. – Ele meio que está simplesmente boquiaberto com a maluquice ou burrice da sua amiga. – Falava ela.

Apesar de ignorar a dor, o corpo já não respondia perfeitamente como Azura desejava. Por isso, quando pulava no ar para completar o movimento que desejava, estava em uma altura absurdamente inferior da desejada. Até acertou, e o homem parecia cair, principalmente com a ajuda do virote de Yumi. Seguindo seu movimento para o próximo, um mestre de bojutsu, este acabou por desviar do primeiro golpe e acertava a parte frontal de Pendragon com seu bastão, que ia de encontro com o rosto, nariz, e ficava até mesmo entre os enormes montes que alguns chamam de peitos. Sangue pingava do nariz da revolucionária. Ela provavelmente seria acertada de novo, mas outro virote de Naomi acertava o homem.

Com esse combo, as duas aos poucos iam limpando os piratas. Azura acertara os outros três mais do que Naomi, que graças ao ângulo de visão via-se errando os virotes para não acertar sua colega naquela luta. Só que isso possuía um custo para a major, que sentia mais dois golpes. Um de um espadachim, que cortava sua barriga enquanto ela mesma acertava outro dos homens. E outro quando ao fazer o movimento circular recebia em conjunto com um chute e ambas as pernas se chocaram com gosto. Aquela dor foi tamanha que ela não saberia falar o que ocorreu, mas sabia que quebrara a perna do inimigo.

Mesmo com a vitória era incrível que Azura ainda se movimentasse. Seu corpo estava completamente... acabado, para ser gentil. A quantidade de chutes que ela tomara era anormal, por mais que aqueles homens em geral não fossem experientes nessa arte como ela mesma era, ainda assim era um dano absurdo. E ainda assim. Ela queria lutar mais. Só que Yumi possuía outros planos. Por isso a jovem se aproximou, aliada como era, não foi atacada por Pendragon. Que simplesmente sentiu o golpe em sua cabeça e acabou por apagar.

Ainda em êxtase pela batalha, a menina perguntava no melhor olhar de crueldade que podia, mas a maioria ali não levava a baixinha a sério. Provavelmente pelos números, ou muito mais provável, pelo estado horrível que Azura estava. – É só um filho da puta que comeu uma akuma no mi e tem um poder bizarro. – Falou a mulher que tava flertando com Duncan mais cedo. Mas quem realmente respondeu foi aquele outro pirata, que tentara parar a luta antes. – Ele comeu a Shikkan Shikkan no Mi e se tornou o homem Doença. – Falou ele se aproximando de Naomi, Morgana e consequentemente Azura desacordada no chão. Ele não mostrava nenhum sinal de vontade de lutar. Ele cutucava a mulher desacordada. – Provavelmente todos nós já estamos marcados também. – Falou ele meio preocupado. – Ele não viria até aqui. Não é? – Perguntou ele para todo o povo em volta e a maioria parecia se questionar isso. – Se a gostosa ali, a baixinha com ela, ou o gostosão que passou aqui tiver um log pose não é impossível. Mas não acho que ele tentaria lutar com todos nós. – Parecia existir certo questionamento no ar sobre isso ser verdade ou não.


Duncan e Garfield
A situação era bem absurda para se dizer o mínimo. Garfield claramente não estava batendo bem da cabeça, pois se imaginava sendo levado para algum lugar e até comentava sobre voltar para buscar a cabeça, sendo que ela estava logo ali ao lado da jaula dele.

Isso não sendo o bastante, ele simplesmente zombava da ideia de valer meramente cem mil berries. E ele falava isso em alto e bom tom, para que os compradores ouvissem tudo que ele tinha a dizer. Aquelas falas de Henryford provocavam sorrisos entre os piratas que estavam cuidando de tudo aos fundos.

Duncan ouvia todo o falatório de seu companheiro enquanto forjava um plano para quando ele, o coelho e suas colegas fossem vendidos. – Corajoso e burro. Um leilão sempre começa com um lance baixo se o produto não mostrou nenhum tipo de serviço. – Falava o homem nos poucos segundos que o pernas longas deixava o silêncio reinar. Mas quando o vendedor ali parava de falar que a situação desandava por completo. Garfield falava que o anão estava mantendo a mulher prisioneira. O homem virou-se com raiva, deixando suas costas expostas para Henryford. O que não servia de muito com o pernas longas preso na gaiola e a pelo menos dois metros dele. – O QUÊÊÊÊÊÊ????!!!!!!!!!!!!!!! – Berrava o homem de raiva e todos os outros piratas simplesmente começavam a se movimentar desesperadamente na direção das cabanas.

Enquanto todos eles se movimentavam, Garfield continuava a falar como nunca, mentira atrás de mentira. Até Duncan sentia a raiva corroendo o pirata por dentro. Só que Henryford havia medido muito erradamente as ações daquele homem que claramente era o capitão. O revolucionário se imaginou sendo atacado. Sendo que o pirata não deixara ninguém nem mesmo tocar naquelas lindas mulheres porque isso estragaria o produto, ele atacar um produto na frente das câmeras provavelmente acabaria com a reputação dele como vendedor, que foi de longe a coisa que ele demonstrou se importar e muito. Além disso com o produto ameaçando a mulher dele? Era perda dupla atacar, pois havia a real possibilidade de ele atacar e a mulher dele se ferrar com isso. O pirata não havia demonstrado ainda nenhum sinal desse tipo de burrice impulsiva. Matar o Oscar era meramente uma vingança, raivosa claro, muito até. Mas uma vingança por algo que ele mesmo havia feito, não havia perda efetiva além de uma mão de obra claramente estúpida fazendo aquilo.

E aquilo realmente não duraria, então enquanto Garfield falava sobre a vida da esposa e meio milhão de berries, obviamente os piratas sinalizavam ao fundo que a mulher estava simplesmente bem. O que Henryford esperava? A barraca deles estava literalmente a dez metros. Ele esperava fazer aquele discurso para todos ali e que todos ficassem parados? Assim o capitão aos poucos relaxava diante do den den mushi e voltava a falar com seu público. – Meus homens sinalizaram que minha mulher está bem lá no fundo. Como podem ver, estou até mais calmo. Esse homem aqui... claramente não bate bem da cabeça. Mas se for verdade a história sobre a recompensa, então obviamente não é um fracote. Por favor liguem e deem seus lances enquanto promovo um pequeno espetáculo aqui. – Sinalizou ele apontando para Garfield. – Claramente gosta de chantagem emocional. – Falava ele desta vez focado no pernas longas. – Então vamos fazer uma leve brincadeira já que você gosta delas. – Ele jogava para dentro da jaula o colar. – Coloque você mesmo o colar, ou eu vou explodir a cabeça daquele coelho quando a minha contagem chegar em dez. – Falou ele de forma simples. – Se a sua cabeça realmente vale sete milhões, eu só preciso de você vivo ou morto. Não sei que conta maluca você fez para falar três milhões e meio. Civis que entregam procurados mortos recebem muito mais do que só metade da recompensa... ninguém recebe só metade. Somente a sua cabeça já valeria mais do que a venda de vocês quatro provavelmente. – Falava ele com um sorriso realmente cínico para Henryford. – Vamos contar? 1... 2...

Já Duncan, que havia feito um plano envolvendo a venda deles e a ida para o barco, bem... simplesmente observou aquela confusão e aquele buraco ainda mais fundo que Garfield havia feito. – Bem... não sei se eles vão ser vendidos mais... – Falava o baixinho. Como Dellumiere só pôde observar, ele percebeu que aquela caverna realmente só tinha aquela saída que eles estavam. Não só isso, percebia que não havia como aquele lugar desabar facilmente. Pelo jeito que a mulher havia comentado, os homens já estavam ali a um bom tempo, então obviamente o local era bom e seguro. Tanto que parecia realmente difícil de atacar, pela velocidade que os piratas reagiram a ameaça de Garfield, em pouco tempo todos eles estariam logo a frente dele se ele não fizesse algo extremamente bem executado/rápido. Só que não houve só pontos negativos naquela empreitada. Com a audácia de seu companheiro. O Eclipse pôde confirmar que contando com o capitão e com a mulher doente dele lá dentro do acampamento, haveria pelo menos onze pessoas ali. Se houvesse mais um, seria um que não havia dado sinal de vida ainda.

Off Sagashi:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySex 24 Jul 2020, 13:06



Ouvia a fala de Morgana a respeito de nosso alvo e soltava o ar exasperada.


— Ele não é o único. Odeio ter de voltar a machucar alguém, sendo que dava pra termos resolvido tudo sem a luta.


Não demorava para limparmos o restante dos adversários e, por fim, a luta se encerrava. Ou quase. Azura ainda dava sinais de querer continuar naquele frenesi, me obrigando a acertá-la na nuca e desmaiá-la.


Os outros que acompanharam aquela carnificina não pareciam intimidados por mim, mas eu recebia as respostas que queria. Não pareciam que eles queriam continuar com mais briga, então aos poucos começava a relaxar o aperto em minha arma. Mas não podia afrouxar minhas rédeas mentais. Minha missão era ajudá-los, mas aquilo tomava maiores proporções agora. Caía em mim a ficha de que, na ausência de Duncan e com Azura desmaiada, eu era a líder. E precisava racoicinar rápido e criar alguma estratégia.


~ Minha prioridade nesse momento é não deixar Azura morrer. Como posso fazer isso?


Minha mente trabalhava rapidamente, pensando nas principais hipóteses. A primeira decisão era se eu devia levá-la de volta, deixá-la aqui ou ir atrás de Duncan com ela. E eu logo percebia não ter muita escolha com relação a isso. Levá-la ao navio seria perda de tempo, M-4 mesmo afirmara que não tínhamos ninguém com habilidades médicas restando. Talvez pudéssemos contar com o chefe de Morgana, mas algo me dizia que aquilo nos poria em uma desvantagem ainda maior. Deixá-la aqui era impensável, pois além de não ser tratada, ainda viraria purê quando os adversários se recuperassem. Assim minha única chance era levá-la até os sequestradores. Quando os derrotássemos, Lenora e Katie poderiam cuidar dela mais rapidamente.  Na pior das hipóteses, se fôssemos derrotados, poderia convencê-los de que Azura valeria bem mais viva do que morta... Odiava pensar nessa possibilidade, eu mesma preferia morrer a perder minha liberdade. Mas não podia fazer essa escolha pela major. Eu tinha de dar a ela a chance de decidir.


E então vinha a segunda parte: como garantir que ganharíamos? A resposta pra mim era bastante clara: precisávamos de números. Somente eu de reforço seria de pouca serventia, ainda mais se tivesse de arrastar a major até lá. Morgana poderia me ajudar nessa parte, mas não poderia lutar sem sua arma. Eu precisava recrutar, mesmo que temporariamente, os piratas que estavam presentes e em condições. E a fala da pirata com quem Duncan flertara mais cedo me dava a ideia.


— Qual a aparência desse Mai? E ele está junto com os sequestradores? Me parece que vocês não gostam dele e, bem... pode ter certeza que eu também não.


Respirava fundo, deixando com que pensassem por um momento no que eu começava a falar. Utilizava de todos meus conhecimentos em atuação e minha voz encantadora para sugestionar os piratas ali presentes, dando a entender onde eu queria chegar.


— A questão é... além de não saber como encontrá-lo, minha prioridade é resgatar meus amigos que foram sequestrados. Mas também não sei o caminho para onde estão e somente nós duas não vamos conseguir. Mas se nos ajudarem, garanto que damos um jeito de expulsar ele daqui, para que nunca mais tenham de se preocupar com esse traste. Odeio que essa luta tenha acontecido, mas vocês viram a força da major. E ela sequer é a mais forte do nosso grupo...


Eu usava uma das maiores armas que alguém podia utilizar para motivar os outros. Eu dava-lhes esperança. Mas não era somente isso, eu ainda tinha uma arma final para convencer os que ainda estivessem hesitantes



— Além disso, duas das minhas companheiras que foram presas são médicas. Quero que não somente a Azura seja tratada, mas também que todos em que ela bateu possam receber o devido apoio. Nós não somos seus inimigos!!



Terminada minha fala, ajoelharia-me, deixando minha testa no chão, como que mostrando uma súplica. Não me demoraria na posição, levantando-me pouco tempo depois. Aguardaria a resposta deles, esperando que fosse uma positiva. Eu não poderia aceitar um não, sob risco de colocar todos em risco.


Se aceitassem ajudar, pediria para que mostrassem o caminho e tentaria carregar Azura, aceitando auxílio nessa tarefa se oferecessem. Ninguém ficaria para trás. Nem mesmo uma louca teimosa que quase colocara tudo a perder.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySex 24 Jul 2020, 23:10


A cada movimento feito, sentia meu corpo rasgando fibra por fibra, mas aquilo não iria me impedir de continuar lutando, ia para cima dos meus inimigos sem dó e nem piedade, acertava eles um a um, enquanto eles aproveitavam as brechas que eu dava para conseguir me acertar, o sangue quente escorria pelo meu corpo, mas não me fazia recuar, cada vez mais eu queria mais, e mais, até ter meus amigos salvos novamente.

- Matar… Amigos… Era a única coisa que meu cérebro conseguia raciocinar naquele momento, não iria parar.

Ainda me encontrava em minha posição animalesca vendo os corpos dos meus inimigos caídos no chão, minha língua passava pelos meus lábios, meus olhos olhavam por todos os cantos observando os movimentos daqueles estranhos, estava pronta para dar o próximo bote. Mas algo acontecia, sentia um forte golpe em minha nuca, e minha vista ficando cada vez mais escura. - A-amigos… meu corpo batia no chão com força, não sabia oque tinha acontecido, minha energia acabou? Eu falhei?

Sonho: Origens parte 1.

Naquele momento sentia meu corpo flutuando em uma imensidão escura, estava paralisada, apenas conseguia movimentar meus olhos. Estava desapontada comigo mesmo, não tinha conseguido encontrar meus amigos, e para completar tinha me tornado um fardo para quem estivesse perto de mim. Em meio a escuridão conseguia ver gigantescos olhos vermelhos me observando, meu corpo gelava, um frio que só havia sentido quando fui capturada pelo Kenshin.

“Eu falhei, falhei em salvar meus amigos, essa fúria incontrolável me fez arriscar a liberdade de todos eles!” Pensava enquanto encarava aqueles gigantescos olhos vermelhos, em seguida um rosto ia se formando, com um gigantesco sorriso, não conseguia reconhecer o rosto. Mas ele ia se aproximando, e cada vez mais perto ele ia abrindo a boca como se fosse me engolir, o medo era instalando dentro de mim, seria aquele meu fim?

Quando o rosto estava prestes a me engolir conseguia ver uma lâmina de luz passando no meio dele, fazendo o rosto partir em dois, um alívio preenchia meu corpo que antes gelado por dentro, voltava a ficar quente. Conseguia movimentar meu corpo novamente, mas antes que fizesse qualquer coisa um clarão tomava aquela escuridão, a claridade era tanta que me forçava a fechar os olhos e em seguida sentia meu corpo se chocando em algo parecido com algum lago.

Prendia minha respiração, tudo estava muito confuso para mim, em seguida levantava meu tronco e respirava bem fundo, abria meus olhos e logo reconhecia o lugar aonde me encontrava, era o templo do Céu a minha frente segurando uma lâmina dourada que parecia o sol estava Urias, uma mulher poderosa de asas vermelhas, olhava diretamente em meus olhos, era nítido que a mesma não estava feliz.

- Eu falhei… Dizia desviando meu olhar para baixo entanto não olhar para o rosto da linda mulher, eu estava envergonhada, deixei a minha raiva consumir o meu corpo e assim pôr em risco a segurança das pessoas no qual eu me importava.

- Você não falhou ainda jovem guardiã! A mulher caminhava adentrando na água e indo de encontro comigo. - E muito menos deve ter vergonha daquilo que eu passei a você! A mulher estendia a mão para mim e eu a segurava, em seguida a mesma me puxava me colocando de pé, olhava em volta para as estátuas que seguravam as orbes que representavam os guardiões via que mais uma estava acesa, a que representava o guardião da nuvem. “Será que é aquela pessoa?” Me vinha a mente as pessoas que tinha encontrado naquela ilha maluca.

- Você ainda é jovem Azura, vai cometer muitos erros em sua vida, digo por experiência, mas falhar? Ainda não, esta viva, e só falhará no momento que estiver morta e não poder fazer mais nada pela liberdade! A mulher então caminhava de volta a borda do pequeno lago artificial, eu a seguia, ainda envergonhada pelo que tinha acontecido.

- Mas, eu me descontrolei, fiquei irracional e acabei não podendo fazer nada pelos meus amigos! Estava amargurada, Urias se virava para mim e com um olhar sério falava. - Eu vi tudo, não se preocupe, tenho de te mostrar uma coisa, venha! A mulher se virava, seguindo pelo braço que segurava as estátuas, abrindo um gigantesco portão de ferro.

A claridade do lado de fora era bem mais intensa que a do templo dos guardiões, colocava minha mão em frente aos olhos, quando finalmente meus olhos se acostumavam ficava impressionada com oque eu via. O resto do templo parecia flutuar em meio ao céu, como aquilo poderia ser possível? - Urias, aonde estamos? Perguntava quando via a mulher olhando em canto de rosto.

- Esse é o verdadeiro templo do Céu Azura! Aquilo não me respondia muita coisa, enquanto caminhávamos por tudo aquilo muita coisa vinha a minha cabeça. - Mas, aonde fica esse templo? A mulher não respondia, seguíamos até oque parecia ser o final do templo, uma gigantesca estátua em meio a outro tipo de lago, o rosto dela era familiar, claramente era Urias ali.

- Você não respondeu minha pergunta! Falava reforçando, pois aonde ficara aquilo tudo? Uma ilha do céu? A mulher caminhava em meio as águas se sentando na pausa da mão de sua própria estátua. - Sente-se minha jovem, temos muito para conversar, te explicarei tudo! Sem muita objeção me sentava ao pé do pequeno lago olhando aos olhos da ruiva.

- Vou responder sua pergunta, esse templo não fica em lugar algum no mundo físico, mas a porta dele fica em um lugar bem perto de você! A mulher falava olhando para minha mão direita, quando eu também observava, percebia que o anel do céu estava brilhando, nada algo chamativo, mas era uma coisa que nunca tinha reparada, mesmo na primeira vez que eu estive aqui. - Então aqui seria o mundo espiritual? As perguntas em minha cabeça só iam aumentando.

- Posso dizer que sim, seria uma pequena parte do mundo espiritual! A mulher dava uma pequena pausa dando um pequeno suspiro. - Da última vez que esteve aqui, falei que você tinha começado a trilhar o caminho da liberdade, oque não é mentira! Mas você vem batalhando assim a milênios, pois eu a primeira guardiã sou nada mais nada menos do que uma das suas vidas passadas, digamos que eu fui a primeira você! Tudo aquilo embaralhava em minha mente, não sabia oque a mulher estava falando, como assim uma das minhas vidas passadas?

- Como isso é possível!? Indagava incrédula com tudo aquilo. - Fui incumbida a lutar pela liberdade de algumas guerreiras de Amazon lily a muitas eras atrás uma época bem mais selvagem se assim posso dizer, e a minha determinação era tamanha que os espíritos fizeram que a minha luta não ficasse apenas em uma vida, mas enquanto a escuridão que causava desigualdade e a repressão que tira a liberdade das pessoas existir, eu renasceria de tempos em tempos, para lutar contra ela!

- Não faz sentido, eu estou aqui e você também, como podemos ser a mesma pessoa? Assimilar tudo aquilo estava sendo difícil. - Estamos num plano espiritual, aonde você e eu podemos coexistir, mas no plano terreno, você sou eu, e eu sou você! Aquilo era confuso, mas isso poderia ser compreensível por ter escutado a voz dela aquele momento?

- Então toda portadora do anel do céu são minhas reencarnações? Mas Minerva e eu estávamos no mesmo “plano” como isso é possível!? As peças em minha cabeça não se encaixavam.

Urias suspirava após aquela pergunta, parecia não muito receptiva a ela. - Não, nem todas as portadoras do anel são nossas reencarnações, assim como nem todas nós fomos as guardiãs do céu em nossas vidas, mas sempre lutamos pela liberdade! A mesma dava uma pausa quando uma estranha raposa aparecia carregando em sua cabeça oque parecia ser uma bandeja com uma xícara de chá, a mesma se aproximava da mulher de cabelos vermelhos que pegava a xícara e em seguida dispensava a raposa.

- Em alguma dessas vidas passadas na qual não fomos a lideres dos portadores do anel, nós fomos as portadoras do anel da Nuvem! Ela dava uma pequena pausa bebericando de sua xícara. - E na época em que fomos a guardiã da nuvem, sempre fomos guiadas pela reencarnação da segunda guardiã do céu Aggy!

As peças iam se encaixando, e ia entendendo tudo que Urias ia me falando, era algo bastante louco, um tanto fantasioso. - Então toda vez que você renasce, no caso eu a atual guardiã do céu, renasce essa tal de Aggy, como a guardiã da nuvem? E quando eu sou a guardiã da nuvem ela é a do céu? Era um troca-troca bastante confuso, mas estava pegando a premissa.

- Sim, quando uma de nós reencarna, a outra também o faz, e sempre de alguma forma, as duas acabam se encontrando! Então se eu sou a reencarnação de Urias, a reencarnação dessa Aggy está por ai.

- E quem seria a reencarnação da segunda guardiã do céu? Estava curiosa, queria saber qual daquelas pessoas que havia encontrado naquela ilha maluca seriam a reencarnação da Aggy e feito a luz da orbe na nuvem ser acesa.

- Isso deixarei que a própria Aggy te responta, a final eu e ela estamos conectadas em um elo espiritual, assim como suas vidas passadas residem aqui, Aggy e as dela também vivem nesse templo. Urias terminava de falar se levantando e indo em direção a raposa que havia trago seu chá, em seguida andava em minha direção fazendo sinal para que a seguisse, assim me levantava e o fazia...

Continua...

Urias
Templo dos guardiões
Templo do céu


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySab 25 Jul 2020, 08:37


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Quando aquela coisa fora apontada para a cabeça de Snowflake, meu sangue fervia, meus sensos de agressividade vinham à flor da pele e pude sentir adrenalina correndo no meu corpo, o que me levaria a surrar repetidas vezes as grades da cela, a fim de fazer barulho suficiente para intimidar o pirata. Me recomporia momentos depois, inspirando profundamente, fechando os olhos e expirando o ar. — Me dá esse colar. — Nesse momento, repararia na contagem em dois, e rapidamente olharia para o colar e buscaria entender como se coloca ele. ”Rápido, rápido! Snowflake depende disso!” pensaria, tentaria colocar o colar logo em seguida, o mais rápido que pudesse fazê-lo.

No caso de sucesso, respiraria aliviado e diria: — Está feito! Tira essa arma da cara dele. — E me reclinaria novamente na cela, analisando o terreno com os olhos, pensando em alguma coisa minimamente plausível a se fazer. Claro, havia a possibilidade dele estourar mesmo assim, e nesse caso, gritaria: — NÃO! SAIA DE PERTO DELE! — Daí viria o clique, se viesse. — SNOWFLAKE! NÃO! NÃO! — Medo dominaria meu corpo e ficaria boquiaberto por alguns segundos, por conta do choque. Lágrimas sairiam do meu rosto enfurecido, golpeiaria a cela inúmeras e repetidas vezes. — NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! — Tentaria remover o colar instantaneamente, talvez fosse sem sucesso, e no caso de ser, abandonaria essa ideia e tentaria quebrar a cela com as próprias mãos. No fim, provavelmente seria sem sucesso, então ficaria naquela de acertar a jaula até que eu fosse ameaçado novamente.

No caso de falha, quero dizer, se eu não conseguisse a princípio colocar o colar e percebesse que a contagem estava se encerrando, gritaria, nos últimos momentos: — A MIM! MATE A MIM! EU VALHO MAIS! LARGA ELE! — Socaria a jaula. — EU ME ENTREGO VOLUNTARIAMENTE! VOCÊ GANHA A RECOMPENSA COMPLETA! — Como última barganha, se as outras não tivessem dado certo, gritaria: — EU TRABALHAREI PARA VOCÊ! POSSO TE LIVRAR DA MARINHA! EU SOU MAIS FORTE QUE QUALQUER RALÉ ENTRE NÓS, AQUI! — Se funcionasse, me aliviaria, mas ainda estaria suando frio, com o coração batendo milhas. Visto que ele teria abaixado a arma, respiraria ofegantemente e continuaria. — É isso mesmo que você ouviu. Dez dos seus soldados não valem um de mim. Vocês só me capturaram porque me deixei ser levado, imaginando ser um treinamento. Em troca da integridade dos meus companheiros, oferecerei a você os serviços do grandioso campeão do Sol! — Esperaria pela sua resposta.

Caso exploda, mesmo depois das barganhas, ficaria em silêncio, olhando para o corpo sangrando no chão, provavelmente morto. — S… snow… flake…! — Olheiras profundas me assolariam. [Início da desvantagem “Trauma profundo: abandono de companheiro” e “Código dos Heróis”] meu corpo se amoleceria, e aos poucos, começaria a se enrijecer, até que eu explodisse em emoções e vomitasse na jaula, possivelmente sujando minha tão bela roupa social e até as grades da jaula. Seria vomitaria até que meu estômago apertasse, daí sim, teria o orgulho quebrado, caindo em lágrimas. — Não… não… não… — Perderia o fôlego aos poucos até que desmaiasse momentaneamente no próprio vômito, ficando com a visão turva logo ao recuperar o ar. Viraria o rosto para Lenora e Katie, esticaria a mão e diria: — Eu vou… proteger vocês… eu prometo… prometo… — Passaria a mão na jaula, com o olhar desesperançoso.

No caso de estar tudo bem e nada disso tivesse acontecido, somente que eu pûs o colar, só me manteria calado até que algo me viesse na cabeça. Com meus companheiros vivos, de mim, nada haveria a perder. Viraria a voz para Snowflake, Lenora e Katie nesse momento, então diria: — Ei, vocês podem respirar aliviados. Nada vai acontecer com vocês, eu vos protegerei. — Sorriria sinceramente a eles.

Se algo inesperado na cena ocorresse, interromperia o colocamento do colar.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySab 25 Jul 2020, 23:21

Shazam
-FALA: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] "PENSAMENTO": [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] TÉCNICA: blur




Estava caminhando para o navio em busca de um par de botas enquanto pensava como Duncan iria lidar com Azura. "Ah ele sabe se virar bem sozinho, se pá bem melhor que eu." Com isso seguiria tranquilamente meu objetivo, comprimentaria se alguem estivesse no local, erguiria a mão com um sorriso, então finalmente pegaria as minhas armas no andar de baixo, assim calçaria e agora sim me sentiria um soldado completo ou melhor um agente completo. Subiria para o andar de cima enquanto olharia atentamente o que estava acontecendo, na sequencia eu iria sair daquele barco e seguir meu caminho. "Me pergunto quando é que vamos chegar em Terralegre." Porém se por algum motivo o navio estivesse já em alto mar eu apenas colocaria a mão na cabeça enquanto ficaria pensativo por um instante. "Caramba quanodo foi que saimos em viagem? Será que dormi em pé e não percebi?" Então não sairia e tentaria entender tudo o que aconteceu. "Pelo visto perdi muita coisa, muita coisa boa ..." Procuraria alguém para me explicar e contar tudo que aconteceu.

No caso de eu conseguir sair ali para o farol, então eu olharia, me preocuparia se ainda estava chovendo, observaria se via alguem do grupo. Meu objetivo era coletar alguns conhecimentos por ai, mas se eu perceber que meus parceiros realmente precisava da minha ajuda não pensaria duas vezes. Pois me lembro que Duncan estava caminhando com um olhar bem serio para alguma direção. "Hmm o que será que aconteceu?" Seguiria andando ali pelo farol em busca de conhecer pessoas que podesse me ajudar a conseguir ainda mais conhecimento. Pois era minha oportunidade de fazer coisas que estavam pendente. Aprender doma ou treinamento, na verdade os dois era algo que eu tinha em mente, só precisava encontrar a pessoa certa nesse farol. O que não parecia muito dificil, também precisava conseguir uma garrafa de alcool nova pois a minha havia sumido e eu nem tinha percebido.

Então olharia bem e iria caminhando animadamente independente da situação que eu me encontraria,observando meus companheiros em perigo tentaria usar do fator surpresa para poder ajudá-los então quando me aproximaria iria dizer para eles, chamando o maximo de atenção. "- Achou que eu tinha morrido foi? FOI? FOI?" Balançaria o dedo negativamente, junto com a cabeça enquanto daria uma risada. " - Morri não!!! Morri não .... Acharam errado." E com isso ganharia tempo para que eles podessem se preparar para alguma coisa, esse era o fator surpresa. Enquanto eu pensaria enquanto o que eu iria fazer, sempre com um sorriso confiante e pronto para estreiar as botas de chutar bunda.


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyDom 26 Jul 2020, 04:50


O Eclipse

We are Revolution!







Sentia cada milímetro de meu corpo tremer a medida que a raiva se espalhava pelo meu ser. O blefe de Garfield, quando provado como falso, não dera a brecha que tanto precisávamos e ainda havia tornado a situação bem pior, tendo agora um dos nossos companheiros em um risco direto. Apertava com força o cabo das duas lanças, tentando extravasar a raiva a medida que intercalava com o exercício de respiração. Sinceramente, não sabia por quanto tempo aquilo seria o suficiente para me conter.

Por mais que esperar não fosse uma boa opção, agir também não era. Poderia impedir que Garfield colocasse o colar, é verdade, mas estaria arriscando perder todos os outros três. Precisava de uma oportunidade, mas esta me parecia cada vez mais distante. Se entrasse ali para enfrentar todos os inimigos minhas chances eram poucas, e eu poderia acabar só piorando a situação assim como aconteceu quando Azura perdeu o controle mais cedo.

Com esse pensamento, tentava me manter são. O simples ato de pensar já era difícil, mas eu não estava disposto a desistir - Zhac... - Dizia com a mesma voz baixa de antes - Se eu perder o controle… Quero que você observe escondido enquanto eu chame a atenção. Ataque pelas costas quem quer que tenha um controle para explodir os malditos colares… Não temos tempo para honra agora. Se vir a oportunidade de derrubar alguns que não estiverem prestando atenção, faça também e suma em meio a confusão logo depois. Bater e correr - Dizia para o pequeno pouco antes de voltar a foca totalmente minha atenção em me manter são - A prioridade é a segurança deles… Não se esqueça...



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 >

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptySeg 27 Jul 2020, 11:31

Aventura do Kenshin
-FALA: 00ccff "PENSAMENTO": 3399cc TÉCNICA: blur


Minha vida passava pela minha cabeça quando meu corpo se desprendia do convés do navio e ameaçava cair nas águas violentas e perigosas que atravessavam a Reverse Mountain. No entanto, surpreso eu ficava quando conseguia me salvar após esticar meus braços em um comprimento muito acima do normal para me preender no mastro. O alívio e a surpresa preenchiam meu corpo e quando finalmente atracavamos próximo à região conhecida por abrigar o Farol, eu descia com o pato, agradecendo pela carona com um olhar ainda confuso.

Legrant - Mas... o que foi que aconteceu aqui? Eu realmente.. fiz isso? O que aconteceu comigo?, e falando com o pato eu procurava esticar meus braços para o mais alto possível para confirmar de vez que meu corpo  havia mudado.

Ali em terra firme procuraria caminhar rumo ao farol. Caso encontrasse alguém, acenaria e me apresentaria.

Legrant - Me chamo Legrant! Sabe  onde posso encontrar alguma  casa para descansar? Vamos pato! Encontrar seu dono!, gesticularia para que ele me seguisse.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 5 EmptyQua 29 Jul 2020, 06:49


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite




”Azura” e Yumi
A major acabava despencando e Yumi fazia diversas perguntas para o povo a sua volta tentando manter uma atitude diferente da usual para ela. O povo estava basicamente se lixando para ela, mas respondiam.

Agora, quando Yumi podia relaxar um pouco e pensar no que fazer é que notava o tanto que o estado dela era realmente horrível. Detonada seria pouco para definir aquilo. Azura estava com hematomas espalhados por todo o seu corpo. Claramente a palavra “gostosa” usada pela pirata definia o que a revolucionária era antes de chegar naquele estado, pois seu corpo estava inchado, sangrando por diversas cortes. O rosto estava inchado e assim a cabeça se tornava quase que um terceiro seio de tão grande que ela ficava.

Talvez por isso que Naomi percebia que talvez a melhor opção não fosse levar ela para o barco e sim para os vendedores de escravos. Porque ganhando as médicas poderiam curá-la, perdendo talvez ela fosse tratada para ser vendida. Basicamente uma win-win situation. Porém vencer não seria fácil e por isso Yumi indagava algo para os piratas ali.

Só que logo na primeira resposta percebeu que havia uma falha nele, ainda seria possível jogar seu jogo, mas era mais difícil. – Fisicamente? Delicioso. – Falava a pirata que nesse momento já demonstrara na verdade se referir assim a basicamente todos... bem... todos com corpos mais provocantes, Naomi era esquecida no churrasco na situação. – E você está se equivocando nisso. O Mai só quer sair do farol como capitão, mas a personalidade dele é horrível, por isso ninguém aceita. Se ele fosse daquele grupo de escravistas, com certeza já teria saído daqui. Era só levar algum escravo e ficar por lá mesmo. Só que o orgulho dele de querer ser o capitão sempre falará mais alto. – Havia certo desprezo na voz dela pelo homem que pela explicação não parecia ter muita justificativa até então.

Yumi tentava contratar aqueles piratas para a sua causa. E seu coração podia bater mais forte quando viu o pirata que havia tentado parar a luta se aproximando dos homens derrotados. Só que ele aos poucos ia limpando os bolsos deles. – Ela não é a mais forte? – Perguntava o homem pouco interessado na realidade. – Então vocês não terão problema algum em cuidar daquele grupo e de Mai por conta própria. – Falou ele contra atacando quase a fala dela.

Ele se levantava e batia um pouco uma mão na outra para soltar a sujeira do sangue que juntou em suas mãos graças a roubar os bolsos dos piratas caídos. – Estranho é pensar que um grupo onde ela não é a mais forte teria problemas com aqueles sequestradores. Se ela, quem quer fosse mais forte que ela e você fossem até eles, acabariam por vencer sem problemas. – Ele dava uma pausa e ia para a beira da caverna observar a situação. – Dito isso tudo. Se vocês foram marcados, todos nós estamos marcados também, e ele ainda não apareceu por aqui, provavelmente é porque vocês possuem um navio. – Deduzia o pirata. – Ele com certeza irá para este navio. Ajudar você irá me ajudar a encontrar ele e eu realmente quero acabar com Mai... mas lutar... não é muito a minha praia.

Naomi percebeu em toda aquela fala dele algo importante, ninguém se importou com os piratas sendo roubados. Porque obviamente o bando que era desses piratas lutaram contra Azura. Todos os outros eram de outros bandos e por isso nem entraram na luta para início de conversa. Já a pirata que Duncan conversara, não se interessara muito pela proposta de Yumi, pois como ela mesma falara, não é como se aquele pirata fosse tentar algo contra todos eles. Todos possuem seu preço, mas quanto tempo poderia gastar pensando nisso com a major num estado tão ruim?

Ferimentos:
 


Duncan e Garfield
A situação desesperadora que os dois se encontravam acabava ficando ainda pior. Garfield pegava o colar e a contagem ia ocorrendo. A tensão era tamanha que Duncan indicava para o anãozinho que deveria se preparar para ver o major simplesmente perdendo a paciência por completo.

O pernas longas pegava o colar e começava a desesperadamente colocá-lo. O procedimento para isso era bem simples e por isso em alguns instantes acabava por sentir aquela pressão constante em volta em volta do pescoço. O pirata sorria e muito com a situação. Ele não estava rindo em voz alta, até porque ele manteve a contagem numérica de forma constante. – Ótimo. Parabéns por ter feito a escolha correta. – O tom de deboche do pirata era incrivelmente provocativo. – Senhores. – Falava ele se virando para a câmera.

– Não posso simplesmente vende-lo agora que descobri que posso receber mais dinheiro pela cabeça dele do que como escravo. – O tom de voz dele mudara um pouco. Claramente queria lucrar mais pela cabeça de Garfield do que antes. Infelizmente, parecia que o den den mushi que ficava ao lado do de câmera, que ele provavelmente esperava as ligações simplesmente não tocava. Por isso ele parava a transmissão. – Quais são as ilhas mais próximas daqui com um quartel general da marinha? – Indagava ele para seus subordinados.

Os piratas menores começavam aos poucos a procurar nas barracas deles diferentes informações até que dois nomes eram falados “Wonderful Land” e “Terralegre”. O capitão não sorrira para nenhum dos dois, mas comentava para o ar esperando que algum deles confirmasse a informação. – Aquela família chata contra a escravidão é de Wonderful, não? – E com alguns segundos um de seus homens acabaram confirmando. – Então será aquela merda de Terralegre para qual levaremos esse inútil aqui. – Falava ele apontando para a gaiola de Garfield. – Coloquem as gaiolas das mulheres perto da gaiola do coelho. Vou vender eles então. – Falava o homem decidido do seu ponto de vista.

Os piratas se aproximavam da gaiola de Lenora e Katie e a empurravam até o lado da gaiola de Snowflake, além de empurrarem um pouco a gaiola de Garfield para a esquerda em relação ao capitão, visando tirar ele dá mira do den den mushi câmera. Com isso a configuração ali mudava um pouco. Duncan estava fora da visão do den den mushi câmera por pouco, estando a direita desta e bem mais longe do que as gaiolas. Além disso, estava mais próximo das gaiolas das meninas e do coelho. Alguns metros, provavelmente próximo dos oito metros de distância dessas gaiolas, estava a de Garfield. Todos os prisioneiros faziam um semicírculo onde o centro era o capitão que estava se preparando para ligar a câmera novamente e vender seus escravos. E nas costas do capitão, vários metros de distância estavam as barracas.

A situação ocorrera muito tranquilamente para Duncan realmente perder a paciência, a ganância do capitão era clara, machucar o produto era perda de tempo, então as cabeças de Lenora, Katie e Snowflake estavam bastante seguras. Já a de Garfield, que valia muito mesmo morto, nem tanto.


Faust
Faust havia simplesmente espirrado e perdido a noção do tempo. Obviamente ele ainda estava no navio com todos aqueles doentes ali. Percebia que não só ele espirrava, como vários dos demais ali também espirravam. Parecia se tornar mais comum o espirro. Além do povo todo ferrado, Hugo e M-4, não via por exemplo a mulher que havia lhe dado o anel carinha aquela e o homem que estava com ela.

Lembrava-se da conversa toda que ouvira de dentro do navio que pode muito bem voltar e ler ou perguntar para o akuma que ouviu também. Então sabia que o assunto estava sendo “resolvido” de uma forma ou de outra e que estavam provavelmente nas cavernas da red line, como ouviu da conversa. Talvez por isso, que ele decidira sair para procurar por alguém que pudesse ensiná-lo alguma coisa de domar ou treinar animais. Essa com certeza é uma habilidade que combina com alguém do circo.

Saiu então a procura dessa pessoa. Infelizmente para o palhaço ainda estava caindo uma forte chuva naquele local, tornando o clima frio e até mesmo pesado. Começou a andar sem uma direção definida, mas percebeu que aos poucos seus pés o levavam para o farol. Talvez lá encontrasse a resposta que queria, ou talvez até antes, pois no meio do caminho acabou vendo pouco a sua frente dois homens conversando. Um usava uma máscara, mas quem chamava a sua atenção era o que não usava. Pois junto dele havia um pato do tamanho de um humano. Parecia ser uma boa pessoa para ensinar algo que ele quisesse.


Pepino
A emoção fora tamanha após aquela confusão toda que Pepino não notara o céu escuro e a chuva intensa quem caíam naquele local até estar literalmente com os pés no solo e andando na direção do farol.

O jovem estava meio perdido com o seu novo poder. Não entendera exatamente seu poder ainda, mas conseguia fazer o seu braço esticar por vários metros para o céu sem esforço. Conversava com o pato que o seguia e ainda vivia na ilusão de achar o dono deste.

No caminho para o farol. Com toda aquela chuva forte que caía e o frio começando a incomodar. Acabara por encontrar somente uma pessoa entre o ponto que desembarcara e a grande construção que iluminava o caminho. Legrant perguntava então para o homem mascarado, claramente com uma aparência meio doentia, como poderia encontrar uma casa para descansar. Era difícil falar o que o homem pensara da pergunta só pelo olhar, mas a resposta vinha de forma bem diferente da que Pepino imaginava. – Você tem um barco? Para ter chegado agora. – O interesse do homem era claro. – O barco é a sua casa. Se não tem barco. A única coisa que você pode fazer é ir até as cavernas iguais todos aqueles perdedores. – Falava ele apontando para a Red Line.


Legenda:
 


Histórico:
 

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