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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

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AutorMensagem
ADM.Senshi
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ADM.Senshi

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MensagemAssunto: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyTer 02 Jun 2020, 13:12

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere, Garfield Henryford e Naomi Yumi. A qual não possui narrador definido.


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyTer 09 Jun 2020, 20:33


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Ouvia o coelho gritando juntamente com a chuva forte atingindo superfícies sólidas, sons ainda mais incômodos do que os supostos gemidos do local de sono. Com os olhos sonolentos, piscava algumas vezes para retomar o foco da visão e me deparava com a estranha situação dos meus colegas de equipe sendo atacados. "Huh?!" Tentava me movimentar mas não conseguia. Começava a respirar ofegante e olhar desesperado aos arredores, me deixando dominar pela sensação de impotência na situação por estar amarrado. "O que é isso?! Ataque?! Por quê?!" Em uma das passadas de olho, conseguia enxergar M-3 sendo atacado, tal fato me enfurecia, fazendo-me debater amarrado na tentativa de pelo menos afrouxar um pouco. — M-3!! — Frustrado por não ter sucesso na tentativa, bradava: — O QUE VOCÊS QUEREM?!— Usando a audição aguçada, tentaria ouvir o peso dos passos e seus sons. Se estivessem descalços, imaginaria serem tritões ou povos que realmente são oprimidos o suficiente para andarem descalços.

"Controle-se! Deve haver um jeito de sair dessa situação..." Rangia os dentes ao reparar nos meus colegas sendo levados por figuras que a princípio não conseguia reconhecer. Fechava os olhos e respirava fundo, por saber que pânico não ajudaria a salvar meus companheiros. "O que a Azura faria...?" Como que sem opções, tentaria desferir chutes no ar, ainda amarrado. É claro que seria ineficaz — surpreendente seria se tivesse alguma eficácia a princípio. "O palhaço teria contado uma piada... a M-8 teria dado uns berros... e o Eclipse...?!" Soltaria um sorriso de canto de boca logo após chegar à uma brilhante conclusão. "Ó, maligna ideia... por que eu não pensei nisso antes?" Riria para mim mesmo, sem fazer som.

Puxava ar com as narinas e exalava com a boca. Me deixava tomar pela raiva, e, mesmo nunca sendo tão bom em atuar, me lembraria do ocorrido na missão dos Vermyllions. Fecharia o punho como se segurasse um ativador ou algo do tipo.

— EU NÃO VOU SER DERROTADO ASSIM!! SE FOR PARA PERDER, VOU EXPLODIR ESSA MERDA TODA E LEVAR TODOS VOCÊS PARA O INFERNO COMIGO!! VOU MANDAR ESSA PORRA INTEIRA PRO CARALHO!!

Preocupado com terem entendido o recado, reafirmaria. — Para quem não entendeu, eu tenho uma bomba, entendeu? Vai explodir tudo. É melhor vocês me soltarem! Vai todo mundo explodir. Menos eu.— Se foram burros o suficiente para atacar o campeão do Sol, talvez não fossem tão espertos entendendo o que quero dizer com minha voz melódica, portanto nesse cenário seria bem esclarescedor. "Que o Sol me ajude nessa caminhada!"

Caso não funcionasse, não haveria opção além de me debater ferozmente para sair das amarras — esperando que os esforços não fossem mais inúteis — e não levantar a voz para mais nada até que me encontrasse no destino. Tentaria memorizar os rostos de todos aqueles que estariam me carregando a fim de reconhecê-los em uma eventual briga mais tarde. Se funcionasse e eu conseguisse sair das amarras, suaria frio e diria: — EXIJO REGALIAS! — E analisaria a reação dos sequestradores antes de continuar com qualquer coisa.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.
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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyQua 10 Jun 2020, 12:55



O jogo tomava rumo ao fim, com a garrafa na mão e o sorriso no rosto confiava no meu futuro arauto, não entendia nada do jogo, mas uma coisa era certa, o velho tinha um bom gosto para bebidas. - Ah não, isso e suave! Da para sentir as notas do carvalho que foi guardado antes de ser engarrafado! Falava para mim mesmo bebendo da garrafa, aquilo estava mais interessante do que o jogo, quando me dava por mim escutava o velho falando que não conseguida ganhar todas.

-Ai sim porra! Gritava levantando os braços para cima, fazendo com que meus seios balançasse, estava tão empolgada, não sabia se era pela vitória do Faust ou talvez pelo efeito da bebida, que sem querer deixava a garrafa escorregar pelas minhas mãos, naquele momento conseguia ver minha vida esvaindo de mim, quando acertava o chão uma lagrima saia do meu olho. - Puta que pariu! Gritava ao ver a garrafa estilhaçada no chão. - Ah já estava quase acabando mesmo, essa fica pro santo! Falava dando um sorrisinho para o velho. - Foi mal a bagunça! Falaria coçando a cabeça.

Assim logo ele entregava a pequena bússola para o Faust, explicando sua funcionalidade, aquilo era bem empolgante, a final estava pronta para seguir para a primeira ilha, bom, depois de cuidar de certos piratas. O velho informava o nome da primeira ilha, e que iriamos gostar, o nome parece ser um tanto amigável, acho que a ilha deve ser o mesmo. - Ha com esse nome, eles deve ser um tanto amigáveis! Falava me aproximando mais deles, o velho perguntava sobre as roupas.

- Não to muito a fim de ver um chimango velho não, pode me devolver as minhas, foram presentes! Falaria sorrido estendendo a mão para pegá-las, assim que estivesse com elas, me vestia abotoando por completo. - Bom como prometido, você ganhou Faust! Falava tirando o anel verde do meu bolso.

- Sou uma mulher de palavras, e como promessa e dívida, vou confiar esse anel a você! Falava estendendo o braço com o anel verde para Faust. - O Arauto do trovão é aquele com o dever de defender a Célula, devolver qualquer dano que eles tenham causado a nós, e isso eu confio a você! Fava uma pequena pausa com um sorriso no rosto falava. - Seja meu Arauto do trovão, e causa o estrondo que anunciará nossa chegada! Assim esperava que o mesmo aceitasse.

Após resolver os assuntos que estavam pendentes na casa do velho, me viraria para o mesmo falando. - Obrigado pela diversão senhor ! É antes de irmos poderia me dar uma daquelas garrafas da bebida deliciosa? Esperava que o mesmo fizesse essa boa ação, a final não sabia quanto tempo ficaria sem ate chegar a próxima ilha. O mesmo me entregando ou não me viraria para Faust falando. - Vamos Faust, temos de voltar para o barco, entregar essa bússola e terminar nossos assuntos nesse farol! Assim começaria a caminhar de volta para o barco, enquanto me distanciava falaria. - Senhor espero que tenha gostado do que viu, ou ao menos se divertido, até a próxima! Assim seguiria meu caminho lado a lado do Faust.

Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyQui 11 Jun 2020, 15:03

Shazam
-FALA: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] "PENSAMENTO": [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] TÉCNICA: blur




Ficaria extremamente contente por ter vencido o jogo, em minha mente era a primeira coisa que eu teria feito desde que conheci o pessoal desse grupo. Com isso me vestiria novamente enquanto ouvia a resposta de Karthus sobre o Log Pose. A resposta era mais complexa que eu poderia imaginar e isso aguçava ainda mais a minha curiosidade. “Mas como assim essas pequenas coisas podem funcionar de maneira como se fossem por vontade própria? Ou será que quando são construídos já são feitos para apontar somente para um local?” Sinceramente eu tinha muitos pensamentos estranhos por não saber muito sobre navegação, ou melhor eu não sabia nada. Para alimentar minha curiosidade eu iria ter que ter uma conversa com o navegador do nosso grupo. Enquanto tomaria mais um pouco de vinho, pode saborear um pouco mais do néctar dos Deuses eu brincaria com Karthus. “- Terralegre, parece que o palhaço vai voltar para casa GWHAHAHAHHAHAHAHHAHA” Gostei da indicação da bussola magica, parece que me levaria para um lugar onde eu me sentiria bem.

Eu imaginaria uma ilha onde todas as pessoas estariam felizes e sorrindo. “Nossa que maneiro, mal vejo a hora de chegar lá.” Curiosamente eu olharia para o velhote e perguntaria. “- Ei velhote, só me diz uma coisa vai, as pessoas lá são felizes e sorriem?” Colocaria um sorriso no rosto, enquanto encararia ele animadamente. Enquanto na sequência, Azura então falava comigo. “- Sim eu ganhei! Incrível!! Gwhaha” Ela tirava um anel do bolso, eu me perguntaria comigo mesmo o que era isso. Já havia observado ela entregar outros anéis de outra cor para outras pessoas, mas sinceramente eu nem esperava ganhar. No momento que ela estendia sua mão eu olharia e pegaria, com muito cuidado e curiosamente eu olharia detalhadamente. “É um bonito anel.” Suas palavras pareciam bem sérias e não era do tipo que entregaria para qualquer um o que me fazia pensar o quanto isso parecia importante. Com isso daria um sorriso confiante, me parecia bem justo, parece que agora eu faço parte do grupo, seria algo muito importante para mim, eu aceitaria de bom grado e ao mesmo tempo ciente da minha responsabilidade com isso.

“- Serei o Arauto do Trovão, anunciarei nossa chegada e defenderei nossa célula contra as forças que se impor contra todos nós.” Daria uma piscada e na sequencia o colocaria em meu dedo. “- Farei o meu melhor para representar o Arauto do Trovão, da minha maneira, mas sempre com lealdade. Tenho minhas crenças e meu próprio jeito de agir e de ser, mas pode sempre esperar lealdade da minha pessoa. Talvez eu possa parecer maluco, mas há sempre um gênio por trás de qualquer doido.” Faria um sinal de positivo enquanto estaria curioso para saber qual era o anel que ela deu para os outros e os significados de cada um. “Talvez o Duncan seja o mudo, o cara do bigode a rocha por ser resistente como uma .... seria interessante descobrir.” De fato, ela tinha razão precisávamos sair dali e ir encontrar os outros. Com isso eu caminharia de volta para o barco enquanto observaria as coisas ao meu redor. “Me pergunto o que será que eles estão fazendo lá no barco? Espero que seja algo divertido.”

Eu tinha outras preocupações também pois queria tirar aquela pedra da minha mão pois o Rubi parece ser extremamente valioso e com o dinheiro eu poderia comprar minhas botas que até agora não tive oportunidade. “Caramba desde que conheci o viado do Duncan não tive tempo para nada. Maluco problemático.” Estaria bem contente por ter conseguido um avanço pessoal e para o grupo. Mas ainda me perguntaria, até quando essa paz vai reinar?


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyQui 11 Jun 2020, 23:16


O Eclipse

We Are Revolution






- Anão, é? - Tinha um sorriso em meu rosto enquanto respondia Zhac - Eu adoro o quanto esse mundo é diverso. Espero um dia saber mais sobre o seu povo. - Completava de maneira bem amigável. Desde que havia deixado Dawn Island já havia conhecido povos dos mais variados. Pernas longas, minks, sirenas, anões e até anjos. Na verdade, parando para pensar, eu nem havia tido tempo de saber mais sobre muitas dessas pessoas com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo.

Na minha cabeça só passava um relato de como o mundo era vasto e haviam várias descobertas para serem feitas por aí. Em todo aquele tempo vivendo numa mansão, com tudo do bom e do melhor, nunca havia conhecido realmente a história do mundo e buscado entender melhor sobre os povos e as origens de todas as injustiças contra as quais luto hoje. Talvez aprender mais sobre isso fosse uma boa opção para um próximo passo.

Em todo caso, não tinha raciocínio sobrando para continuar pensando naquilo por muito tempo. Já era bem tarde e eu sabia que precisaria dormir ao menos um pouco para descansar daquele dia tão cheio. O mink, em quem eu pouco havia reparado até agora, era quem eu escolhia acordar. Snowflake parecia bem disposto, tanto quanto Zhac, o que fazia com que eu questionasse se eles não estavam simplesmente aceitando tudo de forma sorridente por eu ser de uma patente superior. Em todo caso, decidia deixar essa ideia pra lá e apenas receber de braços abertos a amizade que meus subordinados ofereciam. Era finalmente hora de dormir e as penas de Zazu provavam-se um ótimo travesseiro.

Em meio a belos sonhos e um sono pesado, sentia uma mão suave tocando meu braço e me fazendo acordar novamente - Não Lenora… A gente sai mais tarde... - Respondia enquanto abria o olho ainda sonolento. Para meu estranhamento, o rosto que eu via a minha frente era bem mais pálido e jovial - M...3? - Questionava estranhando, sem entender muito bem o motivo de estar sendo acordado por ela. Era então que suas palavras me davam uma injeção de adrenalina grande o suficiente para me despertar totalmente.

- O que? - E era então que percebia o barulho infernal que a chuva fazia, alto demais para que eu escutasse meus próprios pensamentos. Olhar para os lados revelava que provavelmente havia acontecido algum tipo de batalha ali, com todas as lonas derrubadas e nem sinal de Garfield e Snowflake, pessoas difíceis de se perder de vista. Não via nem mesmo o baixinho que duvidava que ia desaparecer em uma situação como aquela mesmo com a pouca estatura “Droga… Levaram o grandão de novo.... Desgraçados...” Começava a respirar fundo, sabia que não adiantaria nada perder o controle ali.

Me lembrava da vez em que Garfield havia sido levado na mansão dos Vermyllion e das coisas horríveis que haviam feito com ele. Daquele dia em diante, eu havia jurado que não deixaria mais nada desse tipo acontecer com ele e nem com nenhum de meus companheiros. Apesar disso, ali estava eu sem saber para onde foram levados na primeira vez em que ficaram sob o meu comando. Esboçando uma certa raiva de mim mesmo, cerrava meu punho direito e inconscientemente socava o chão - Droga! - Esbravejava com raiva. E era então que um raio iluminava o local, deixando com que eu entendesse melhor a situação.

Via os braços de M-3 totalmente feridos, indicando o quanto ela havia lutado. Seu rosto também havia sofrido alguns danos e aquilo só servia para que eu sentisse ainda mais raiva de quem fez aquilo. Era então que um novo raciocínio me alcançava, por quê ninguém havia tratado aqueles ferimentos? “Não...” Haviam levado Lenora e Katie também. Nunca imaginei que até as médicas poderiam ter sido vítimas e aquilo apenas servia para aumentar o aperto em meu coração.

Sentia meus braços tremerem a medida que um sentimento misto de raiva, tristeza e impotência tomavam conta de mim. Me lembrava do rosto de Lenora e como várias vezes ela havia sido crucial para o grupo e para mim, desde a missão que fizemos juntos disfarçados em Conomi Island até as várias vezes em que tratou meus ferimentos. Eu não podia acreditar que havia deixado algo assim acontecer com tantos amigos importantes mais uma vez.

Por fim, eu olhava mais uma vez para o rosto de M-3 e era nesse momento que via ali também o rosto de sua irmã. Aquelas garotas haviam passado por muito e mesmo assim arriscaram suas vidas lutando por nosso grupo. Eu não podia passar para elas toda a carga emocional que eu carregava, elas simplesmente não mereciam isso. Era então que eu respirava fundo e dizia:

- Obrigado por vir me avisar. Tenho certeza que fizeram tudo que podiam - Um sorriso sincero surgia em meu rosto, mesmo que eu precisasse fazer algum esforço pra isso - M-2 está bem? - Minha preocupação com a outra pequenina era real, ainda mais visto que ela já havia chegado ferida ali para começo de conversa. Enquanto esperava a resposta, eu me colocaria de pé lentamente enquanto observava os arredores. Ajudaria M-3 a se levantar caso fosse necessário.

Sem pensar muito, andava até os soldados que estivessem com problemas por causa das lonas e as tirava de cima deles para que pudessem respirar novamente. Depois de tê-los ajudado, olhando para o navio, eu tinha uma ideia que só poderia ser explicada pelo mais puro instinto. Simplesmente me sentia mais forte agora - Afastem-se... - Pediria para qualquer um que estivesse por perto.

Me aproximaria do navio o suficiente para que pudesse tocar minhas mãos em seu casco com os braços esticados. Nesse momento, iria fixar meus pés no chão em uma base firme, encheria os pulmões de ar e finalmente tocaria o navio. Usando de toda a minha força em meus braços, empurraria o navio novamente para a posição correta a medida que liberava o ar dos pulmões. O objetivo era fazer com que ele voltasse a ficar “de pé”, possibilitando que os feridos voltassem para dentro onde era mais seguro.

- Esperem um pouco - Eu seria o primeiro a subir. Andaria de um lado para o outro na proa a fim de descobrir se o navio poderia ou cair da posição em que eu havia deixado. Caso a resposta fosse negativa, eu desceria e diria - Todos para dentro! Todos que tenham condições de ajudar um colega a subir, ajudem! - Seguindo minhas próprias ordens, me colocaria à disposição de ajudar quem precisasse e então guiaria as pessoas até um local seco dentro do navio.

- Me desculpem por deixar isso acontecer - Diria a todos que estavam ali - Vocês estavam sobre minha responsabilidade, eu deveria protegê-los e falhei... - Engolia seco. Por mais que tentasse não mostrar, aquelas palavras doíam tanto quanto o corte de uma lâmina - Por isso vou atrás dos que foram levados, andes que percamos sua trilha - Dito isso, olhava agora para as M e dizia em um tom bem sério - Meninas, me desculpem por colocar mais essa responsabilidade sobre vocês, mas eu as estou oficializando como membros do exército revolucionário, espero que aceitem ao menos até eu voltar - Dizia pegando minha própria medalha de iniciação e entregando a M que estivesse em melhores condições.

- Até que eu, Azura ou M4 voltemos, vocês estão no comando. Sei que não querem se envolver com o exército, mas é um pedido que faço do fundo do meu coração. Sei como lutaram para proteger essas pessoas e como são capazes -  Esperava uma resposta, mas talvez não a tivesse. Em todo caso, voltaria a dizer - Quando os outros chegarem, expliquem a situação. Digam que voltarei logo trazendo nossos companheiros.

Desceria então até o arsenal e pegaria duas lanças, uma com cabo maior e outra com cabo menor afim de me prevenir contra diferentes campos de batalha. Depois disso, pegaria algumas bestas e armas de fogo, junto de munições e as levaria para cima onde estavam os outros - Quem tiver a mínima condição de efetuar um disparo, faça sem pestanejar caso um inimigo apareça. Hugo, você que está em melhores condições cuide de vigiar a porta do navio. Quando ela for aberta, armas apontadas imediatamente até que quem aparecer se mostre um aliado.

Dito isso, eu sairia do navio, deixando Zazu em um lugar que fosse confortável para o animal, impedindo que ele fosse comigo - Fique aqui amigão, eu volto já. Você sabe me encontrar, não é? Guie os reforços até mim se ver que eles vão me procurar - Não sabia realmente se o pássaro entenderia ou não, também não sabia se seria capaz de me achar se a primeira resposta fosse positiva. Fato é que ainda não havia passado tempo o suficiente com o animal para saber suas capacidades.

Começaria então a caminha em passos rápidos na direção que tivesse sido indicada por M-3. Buscaria no caminho por possíveis pistas do paradeiro de meus companheiros, talvez até mesmo deixada por um deles em forma de uma trilha. Em todo caso, me manteria atento e usaria a lâmina da lança maior para marcar o chão com um "D D" em partes mais fofas, tentando eu mesmo deixar uma trilha para quem pudesse me seguir depois. Era hora de recuperar os meus companheiros.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptySex 12 Jun 2020, 04:41


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite




Naomi
A jovem percebia que Morgana não fora tratada exatamente bem naquela ocasião. Além disso, o fato óbvio de que o homem “aceitara” ajudar com facilidade também tornava a situação meio estranha, muito “irreal” em sua opinião.

De qualquer forma, a pequena Naomi explicava para o capitão que a situação não fora feita de propósito. O homem não falara nada quanto a esta fala em específico de Yumi, simplesmente continuava a caminhada, ou seja, não informara o nome para ela e claramente de propósito, apesar de ainda não conseguir ver o rosto dele graças a escuridão. Talvez ele não julgasse importante no momento, principalmente porque havia outros assuntos bem mais interessantes a serem discutidos.

O primeiro desses assuntos era quanto ao que o homem queria. – Com certeza madeira. – Ela até sentia o sorriso dele sendo formado no rosto. – Mas diria que com o seu grupo só possuindo meninas tão pequenas... – Falava ele num tom realmente de alguém que sentia prazer falando aquilo, como se elas fossem absurdamente fracas e inúteis, talvez porque foram pedir ajuda. – Deve ser impossível me ajudarem de qualquer forma, mas veremos depois. – Ele não completava o que era exatamente a ajuda, mas ficava no ar que envolveria pegar essa madeira de alguma forma e por isso Yumi brincava com ele e era a primeira vez que ela sentia que o tom dele mudava. Não era mais um tom que parecia vir de alguém que estava sorrindo, provavelmente o homem havia fechado seu rosto, ficando talvez até nervoso apesar do tom ser simplesmente mais sério. – Tudo bem brincar comigo. Mas eu teria cuidado se fosse você. Existem alguns por aí no farol que adorariam uma escrava sexual que fica cantando desconhecidos. – A seriedade naquela fala era tamanha que simplesmente duvidar dele seria um absurdo.

O clima ficava pesado por causa daquilo e a própria Morgana acelerava e tomava o controle do caminho para irem andando mais rápido até a saída. Assim, o plano de Naomi, que era ir a frente com M-4 acabava sendo o contrário, as duas iam atrás e por isso ela conseguia falar tranquilamente com a sua líder. – Realmente não sei... – Falava ela bem baixinho. – Mas ele não parece ser de todo mal também... Então deve ser algo complicado. – Complementava a comandante.

Talvez por ter isso em mente que a pequena se aproximava mais dos dois e perguntava algo para o capitão. Naquele momento que finalmente ficava claro o suficiente saindo da caverna para ela ver o tal homem. – Estamos aqui tem simples três dias. – Falava ele sem muita preocupação. – O navio já estava danificado antes e por isso quando chegamos só aceitamos que ele acabou indo para o saco. Esse que você viu a gente montando já foi com partes que conseguimos de outros piratas. – Falava ele já tomando a chuva forte. Ela estava absurdamente mais forte do que antes e o barulho era realmente absurdo.


Garfield
A situação era tão absurda que quando ele acordava que o nosso racistinha de merda pensava que provavelmente eram tritões os culpados daquilo tudo. Quando indagou o que eles queriam, acabou por ouvir a resposta em tom simples. – Dinheiro, não é o que todos querem? – Quando o homem acabava de falar, ouvia risadas a sua volta. Com um simples raio percebeu que todos ali eram homens. Não era tritões, não aparentavam ser sereias, não aparentavam ser qualquer raça diferentes. Mas sim simples humanos.

A pobre mente de Garfield parecia não entender isso completamente e por isso começava a planejar as mais diversas opções para fugir. A maioria parecia completamente descabida, sem chance alguma de dar certo ou qualquer coisa do tipo. Aí que ele se lembrou de uma opção tão maluca que talvez funcionasse e gritou aos céus que explodiria tudo ali. Ouviu em resposta mais risadas. – Claro claro, pode explodir aí. Lembre-se que seus amigos vão morrer também. – Falava o mesmo homem de antes.

Percebeu que todos ali simplesmente ignoraram sua ameaça e continuavam levando-o, Snowflake, Zhac, Katie e Lenora para a Red Line. Acabaram por entrar numa caverna e se perderam naquele labirinto natural daquele lugar. Pararam em um acampamento muito bem iluminado, onde ele, Zhac e Snowflake foram jogados em diferentes gaiolas. A de Garfield era tão pequena que só de estar nela já se via desconfortável. Ele gritou que exigia regalias, foi quando o homem que havia falado duas vezes se aproximava dele e respondia sério. – A regalia foi deixar aqueles seus amigos patéticos no navio vivos. Se quer regalia no futuro, torça para o seu futuro dono ser gentil com você.

Ao terminar de falar ele chutava a gaiola de Garfield que simplesmente podia aceitar aquilo sem fazer nada. – Capitão, parece que elas conseguem tratá-la! – Gritava algum dos outros animado. Percebeu que Lenora e Katie foram levadas para outro lugar, mas o importante é que ouvia na direção que elas foram levadas suspiros de dor, como se alguém estivesse sendo tratada de algum machucado. A gaiola que estava era apertada e próxima da gaiola de Zhac e de Snowflake. Um dos piratas chegava até eles, com uma garrafa de álcool em sua mão. Virava ela com gosto e depois olhava para os três e começava a contar apontando para ele. – Setecentos mil. – E repetia essa fala para cada um deles. – São os dois milhões mais fáceis que já conseguimos. – Dizia ele com uma voz meio boba.

Era difícil fazer qualquer coisa ali na gaiola, ainda estava amarrado, num local apertado, com seu corpo ainda severamente machucado do golpe que levara de Duncan. – Mas mesmo sendo fácil. Não acho que vale a pena. – Falava o homem agora num mais provocante para os ali presos. – Aquelas duas beldades médicas com certeza valem muito mais. – Após tanto se mexer, Garfield sentiu que o nó afrouxou um pouco, mais um pouco e ele conseguiria soltar o nó que o amarrava, mas observando a sua volta percebia que não conseguiria destrancar aquela gaiola com facilidade, o máximo que havia por perto eram pequenas pedras. Teria provavelmente que conversar com aqueles piratas ou fazer algum plano realmente genial.

Ferimentos escreveu:
Garfield não pode realizar movimentos bruscos por 3/8 posts


Azura e Faust
Para fins práticos de fórum, apesar dos players em si terem participado de duas mãos só de poker, vou considerar que foi realmente uma partida com várias mãos e tals porque né, qual sentido de jogar só duas rodadas. Ou seja, gastaram um tempo nessa brincadeira: wing:

Após a partida, Azura e Georg pegavam suas roupas de volta e começavam a se vestir. Percebiam que o barulho do lado de fora havia aumentado e muito, a chuva ficara absurdamente mais forte. Enquanto a revolucionária deixava cair a sua garrafa após comemorar a vitória e beber um tanto bom de álcool, o palhaço indagava sobre o lugar para o qual iriam. – Oh. Com certeza. – Respondia o velhote com um sorriso meio estranho no rosto. – Diria que é até crime você não sorrir em Terralegre. – Havia um quê de ironia na voz dele que era difícil de explicar o motivo. – Mas podem levar sim uma garrafa. Não que eu ache que seja necessário. Em Terralegre vocês com certeza terão todo tipo de diversão com os próprios produtos da ilha.

E pouco antes de saírem naquela chuva absurda, Azura dava o anel para Georg na frente de Karthus, porque claramente vergonha não era algo que aquela mulher sentia. Com isso, o palhaço obviamente ficava emocionado, não era sempre que ele recebia um anel como aquele. Após um discurso de felicidade e lealdade a pessoa que lhe deu o anel, os dois partiram em direção ao navio.

Ao chegarem lá se depararam com o navio ajeitado em pé e com Duncan querendo sair em alguma direção com duas lanças em suas mãos de tamanhos diferentes. Ele havia acabado de sair do navio com as armas e parecia querer partir. Enquanto se aproximavam, Azura acabava espirrando devido ao frio da chuva.



Duncan
Perdido em sonhos pervertidos, acabava acordando num dos piores pesadelos possíveis para ele. Foram atacados e toda aquela situação absurda ocorrera enquanto ele dormia. Sua mente estava a mil vendo todos aqueles que devia proteger tomando chuva e com o sumiço de seus companheiros. Pergunta sobre M-2 e a pequena M-3 simplesmente respondia com a cabeça que ela estava sim bem.

Com a adrenalina a mil, o major se levantava e olhava para aquele maldito navio danificado que estava tombado. O homem ia até ele com uma determinação ou provavelmente simplesmente furioso com a própria incompetência. Se tinha força ou não para realizar aquilo que faria ali era algo realmente difícil de dizer até tentar, mas tentou da mesma forma.

Seus músculos começaram a doer e muitos ali simplesmente olharam para o homem maluco que estava simplesmente empurrando aquele barco. Porém a maluquice se provou “eficiente” de certa forma, sentia que seus músculos estavam chorando, mas o navio aos poucos ia voltando para uma posição “equilibrada”. Quando acabou caiu de joelhos, mas pediu para o povo se afastar. Seu corpo estava exausto daquela ação, mas não podia ficar parado, não naquele momento. O preço para aquilo não era somente o próprio cansaço, ouvia um pouco o ranger da madeira e percebia que isso provavelmente não ajudara a consertar o navio para viajarem.

Com dificuldades subiu no navio e averiguou que o navio estava “estável” o suficiente para que o povo subisse e se protegesse da chuva naquele lugar. Os feridos com dificuldade iam subindo aos poucos. Ele fazia um discurso sobre a situação para os inferiores a ele ali e depois se dirigia para as irmãs de M-4. – Pode parar por aí. – Falava M-3 interrompendo ao ouvir logo a primeira fala dele. – Não. – Dizia ela firme. – Não somos revolucionárias. – Dizia a baixinha mais firme do que ele jamais a vira dizer, a sempre sorridente parecia não sorrir naquele momento. – Quer que eles nos obedeçam, então simplesmente ordene isso a eles, não tente forçar a sua revolução na gente. – Só dela falar aquilo tudo, todos ali já ouviram e provavelmente já ouviriam as ordens delas. Afinal, talvez até Duncan ouvisse, elas eram as irmãs de M-4, pareciam estarem no mesmo cargo apesar de serem teoricamente civis.

Os próximos passos de Duncan na situação eram simples, ele ordenava algumas coisas para Hugo; pegava armas; e até indicava para o pato que mal conhecera o que ele deveria fazer. O animal, de alguma forma, parecia aceitar com facilidade as ordens dele. Enquanto saía do navio armado e preparado, sentia o peso de simplesmente carregar as lanças, seus músculos pareciam de gelatina naquele momento. Via que Azura e Georg estavam chegando perto.

Situação Duncan pós isso escreveu:
Cansaço muscular absurdo pelo feito 0/3

> Segue abaixo os cálculos de Dano que deverão ser utilizadas nas condições para "empurrar" oponentes por meio de técnicas.

...

Level 3
Físico: (Dano*20)kg
Ar: (Dano*15)kg




Duncan consegue empurrar 920kg pela lógica aqui, como eu não sei se isso seria o suficiente para fazer o navio ficar em posição correta (ele estava tombado de lado na areia/pedra, claro que não totalmente de lado, mas mesmo assim meio que num ângulo aí de 60~45º pelo menos em relação ao chão), decidi dar esse pequeno debuff nele por uns posts para falar que foi algo que realmente pesou em seu corpo.

PS: provavelmente não tinha força pra isso, mas pelo amor de Deus né




Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptySeg 15 Jun 2020, 17:54



A cada novo segundo que passava, desgostava ainda mais do homem à minha frente. Ele não deixava passar nenhuma frase minha, como mostrara pontuando até mesmo meu flerte, mas convenientemente esquecia-se de se apresentar. Além disso, tentava constantemente demonstrar como era superior a nós e como nós precisávamos da ajuda dele. Eu não era uma boa negociadora e nem me considerava uma líder, então talvez não estivesse fazendo as coisas da melhor maneira, mas algo eu percebia: ele queria tirar algum proveito de nós, sair por cima.


— Ahhh, senhor-san, mas não somos somente garotas frágeis e indefesas, sabe? Em nosso grupo temos de tudo um pouco... Mas infelizmente sofremos algumas avarias na chegada ao farol e nosso carpinteiro vai demorar alguns dias até poder fazer o serviço novamente.


Eu não podia deixar transparecer a importância que ele tinha naquele momento e não achava realmente que estava mentindo, embora se fosse esse o caso também havia aprendido a atuar bem o bastante para enganar o público comum. Mas pensava que, com tantas pessoas naquele navio, ao menos um deveria ter algum conhecimento básico de carpintaria. Deixava aquela informação como um ponto final em nossa conversa momentânea, pois também não convinha forçar muito, ainda mais depois do tom sério que o homem colocou.


— Realmente, mas não sei, ele ainda me parece um pouco suspeito... Tem algo estranho nisso tudo, melhor ficarmos atentas.


Comunicara meus pensamento a M-4, mas não demorava muito para finalmente sairmos do paredão. Não somente podia ver a aparência daquele homem, mas também observava a força torrencial daquela chuva. Não havia outro jeito, iríamos todos nos encharcar.


~ Bom, perdido, perdido e meio. Não tem outra solução.


Aceitava a inevitabilidade daquilo e adentrava a chuva. Aproveitava que o meu barulho era abafado e que estava atrás no grupo para verificar minha arma, conferindo se tudo estava no posicionamento correto. Andava também de maneira mais furtiva, evitando fazer barulho ao pisar. Buscava mesclar a minha movimentação à da chuva, dificultando que qualquer um em uma distância maior percebesse meu corpo. Com a chuva tão torrencial, esperava poder passar desapercebida.


~ Por que estou tão desconfiada? Morg-san não deu nenhum indício de que é uma má pessoa, pelo contrário. Mas não consigo evitar de pressentir algum perigo... Se não deles, de quem?


Era a primeira vez que sentia algum gostinho de liderança e talvez seu sabor fosse mais amargo do que doce. O peso e a responsabilidade de não decepcionar M-4 batiam em mim mais forte do que as gotas daquela chuva. Compenetrada, buscava manter minha concentração nos arredores, buscando por quaisquer atitudes suspeitas, fosse da dupla ou de alguém fora dela. Não demoraria para chegarmos ao barco. Só esperava que por lá as notícias fossem um pouco mais animadoras.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

Posts: 3
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: M-4: em construção
Morgana: em construção

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptySeg 15 Jun 2020, 18:11



Me via completamente confusa com tanta informação aonde antes estava conversando com Mao, e agora do nada depois de toda aquela diversão naquela estranha ilha me via de volta no farol, de volta com minhas vestes habituais, oque me fazia ter a dúvida se tudo que tinha acontecido fora um sonho. “Mao… Elsa?” Pensava nas duas mulheres que tinha conhecido naquele lugar, Mao sendo a mulher que seria minha última conexão com o Alucard, e que graças aos seus poderes estranhos tínhamos conseguido uma conexão mental muito forte, se complementando em uma conexão física bem excitante.

- Arstotzka! Falava quando olhava ao meu lado e via Faust, aquele era o nome da ilha que tinha de ir para poder encontrar a Mao. Após o pequeno devaneio, olhava por de baixo de minhas vestes e percebia que estava com as roupas de banho que tinham aparecido na ilha. - Então tudo aquilo era real? Indagava sozinha, pensado que agora conhecia uma grande superior do exército revolucionário alguém que deveria ter uma patente igual se não maior do que a própria senhora Katharine, aquilo me deixava bastante empolgada.

- Palhaço, você também estava naquela ilha maluca? Perguntava para o mesmo, pois não lembrava de ter visto o mesmo la, se bem que em maior parte do tempo eu estava bebendo e não lembrava muito bem oque tinha feito em boa parte do tempo que estive la.

Independente da resposta do mesmo seguia com alguns pensamentos. - Vamos Faust, tenho muitas coisas para falar com o restante do pessoal! Falava alegre no meio daquela chuva, estava feliz com tudo aquilo que tinha acontecido na ilha misteriosa, e estava pronta para contar os novos planos para o restante do pessoal.

Caminhava com a garrafa que o velho havia me dado na mão pensando em tudo que a Mao tinha me mostrado até ali, como o Alucard tinha conseguido sair das amarras que era aquela família, e como o mesmo fora traído e morto pelo seu irmão, que então era menos um nome em minha enorme lista de mortos. “Todos os Vermillyon devem morrer!” Pensava lembrando de uma língua tribal de uma ilha na qual a senhora Katharine havia me levado. “Valar Morghulis!” - Todos os homens devem morrer! Pronunciava feliz e confiante seguindo em direção ao barco, naquele clima frio que estava o farol.

Quando chegávamos perto do navio, me espantava que o mesmo já estava de pé, parecia que tinham conseguido arranjar alguém para concertá-lo, e aquilo me deixava bastante contente, mas ainda com vontade de chutar algumas bundas, manter alguém com eles contra a vontade e o mesmo que escravidão.

Conforme me aproximava conseguia ver Duncan saindo para algum lugar com duas lanças, parecia bem decidido para onde iria. “Será que aconteceu alguma coisa!?” Pensava analisando o garoto com seus brinquedos, me deixava um tanto empolgada, uma noite de bebedeira com o velho, seguida com uma noite de muito sexo e bebida em uma ilha paradisiaca? Me restava agora uma boa luta.

- Faust acho que chegamos em uma boa hora, vamos poder extravasar todo aquele álcool em cima de alguém hehehe, vamos ver se e um bom lutador como é contador de piadas! Assim sairia em direção de Ducan chamando por ele.


- O Duncan, aonde esta indo? Indagava ao mesmo, esperando que ele tivesse escutado e se virado a mim. - O barco não está pronto? O Faust conseguiu um treco que nos faz sair daqui! Continuava gritando.

Escutaria oque o mesmo tinha a falar, e se o mesmo falasse que estava indo bater em alguém, rapidamente me prontificava para ir junto, nem precisaria falar o porque disso, apenas bater em alguém já me deixaria feliz naquela manhã. - Vou com você, adoro bater em filho da puta pela manhã! Falava com um sorriso no rosto. - Mas porque vamos bater neles? Não que precise de motivos! Assim escutaria oque o mesmo tinha a dizer e o seguiria para onde o mesmo estivesse indo.

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptySeg 15 Jun 2020, 21:28


O Eclipse

It’s Summer






- Uou... - Dizia sacudindo a cabeça quando finalmente voltava ao mundo real e sentia as gotículas geladas da chuva tocarem minha pele. O bronzeado e as roupas novas não deixavam dúvidas de que tudo havia sido real e isso era algo bom. Graças aquele tempo, agora estava mais calmo e racional, além de saber que Garfield estava bem em algum lugar por aí.

Cindy Vallar havia se provado uma boa amiga, uma pena que não tive tempo de conhecê-la melhor pois talvez poderia tê-la convencido a se juntar a revolução. Em todo caso, esperava encontrar a garota novamente um dia. Por fim, ainda estava com energia e braços totalmente recuperados após um bom descanso. Restava agora achar a tal caverna na Red Line onde haviam enjaulado meus companheiros… Provavelmente eram mercadores de escravos como da última vez.

Agora, em um clima mais sério, era hora de começar a agir. Já havia decidido antes de tudo acontecer que nenhum deles seria perdoado e após descobrir o intuito do sequestro isso mudava bem pouco. Estava preocupado não só com meus companheiros de diferentes raças, mas me questionava o que pessoas assim seriam capazes de fazer com mulheres belas como Lenora e Katie.

Me lembrava por fim de ter visto Azura e Faust antes de tudo acontecer e ao me virar para trás ouvia a garota chamar por mim. Ela parecia bem animada, talvez tivesse bebido um pouco, e por isso mesmo fazia muitas perguntas de uma só vez - Não, tivemos alguns problemas e eu ergui o barco para que os feridos pudessem se abrigar. Provavelmente está pior do que quando chegamos, mas foi necessário - Era bem estranha aquela situação. Após três dias naquela ilha paradisíaca muitos destes acontecimentos me pareciam bem distantes apesar de eu ainda saber sua urgência  - Eu estou acabar com o problema...


Bem empolgada, Azura mal me dava tempo de terminar de falar e já dizia que me acompanharia. Mesmo julgando que ela poderia ajudar as pessoas do navio, conhecia a garota bem o suficiente para saber que ela não ficaria de fora de algo assim, principalmente após saber que nossos companheiros foram sequestrados - Bom, com o navio no estado em que estava tivemos que acampar do lado de fora. Fizemos turnos de vigília e enquanto o barulho da chuva estava muito alto e eu dormia, um grupo atacou e levou alguns de nossos amigos como prisioneiro - Dizia de forma pausada. Para a fala seguinte, gesticularia apontando para as roupas que estava vestindo - Vai parecer maluquice mas fui sugado para uma ilha do Calm Belt por um sujeito muito poderoso. Garfield também estava lá e me disse que estava preso em uma gaiola numa caverna em algum lugar do Calm Belt. Considerando isso e o fato de que só levaram os companheiros de raças diferentes e as mulheres, creio que são mercadores de escravos. Sequestravam Garfield, Zhac, Snowflake, Lenora e Katie - Dizia em tom bem sério - Não vou mentir para vocês, não pretendo negociar com essas pessoas - Dizia a ambos.

Azura já parecia disposta a ir, e não tinha como contra argumentar com isso. Faust, por sua vez, ainda não tinha se pronunciado - Faust, não é ordem alguma e a escolha é totalmente sua. No navio estão nossos companheiros feridos, de tocaia caso mais algum inimigo se aproxime. Se quiser, eles fariam bom uso das suas habilidades. Yumi e M-4 também não estão lá, podem precisar de pessoas saudáveis quando chegarem - Fazia uma breve pausa, onde daria tempo para o palhaço absorver a informação - Eu deveria proteger os nossos amigos, mas falhei. Não pretendo voltar sem ter consertado esse erro. - Em uma expressão bem sério, conseguindo finalmente recobrar a noção de seriedade da situação, eu começava a caminhar novamente na direção da Red Line, prestando atenção nos arredores para ver possíveis pistas que poderiam ter sido deixadas por nossos companheiros.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 >

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyTer 16 Jun 2020, 18:53


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Confesso que os piratas me assustavam um pouco no quesito de dominação. Por estarem melhor preparados, acabavam nos aprisionando e nos submetendo ao nível de meras mercadorias. Coçava minha cabeça por agora estar em uma situação completamente diferente da qual eu estava há poucos segundos, a troca de ambientes me deixava questionador sobre a própria realidade e me levava a indagar se tudo aquilo era vida de verdade ou se era uma projeção feita pelo Sol para me avaliar como indivíduo de carne e osso. Dito isso, sabia que já não estava com as amarras em mãos e agora estava livre para tentar qualquer coisa. ”Mesmo assim…” Pensava. Não podia deixar que os piratas olhassem para minhas mãos desatadas, então pretendia simplesmente deixar a corda afrouxada nas mãos e com elas nas costas.

Lembrava-me de ter ouvido algumas palavras vindas da boca do pirata das “regalias”. Procuraria com os olhos por ele, e se não o encontrasse, procuraria pelo pirata mais próximo. Com a minha voz mais doce que o normal, diria: — Ei. Sim, você mesmo. Aproxime-se… — Olharia fixamente em seus olhos, como quem seduz. — Não é hora de movimentação, não é? Os “compradores” não vão vir tão cedo. — Franzia a testa. — Sente-se aqui do meu lado, descanse. A gaiola é pequena demais para eu tentar alguma coisa. — Esperaria que o fizesse. Caso não o faça, esperaria outro deles passar por perto e tentaria a mesma coisa, até que um se sentasse realmente. Prosseguiria. — Dias difíceis, uhn? Só de olhar, posso dizer que não é a primeira vez que faz alguma coisa do tipo. — Me ajeitaria direito na gaiola para ficar de frente com ele, mesmo não fazendo contato visual direto. Olharia para meus colegas enjaulados e tentaria perceber se estavam ouvindo minha conversa de fato — esperava que sim. Com o pirata sentado do meu lado, falaria baixo e calmamente. — Quantos anos você tem? — A pergunta de praxe para não me dar mal que nem das últimas vezes com as M’s da vida. Independente das respostas que seguiriam em qualquer pergunta, prosseguiria. — Sente que esteja na hora de ter filhos? Ou você já tem?— Aguardaria. — Isso tudo nunca foi por causa dos revolucionários, não é? É pelo dinheiro, arrisco dizer. Ora, não se envergonhe de dizer, todos nós passamos por problemas com dinheiro. Pode me dizer o que está passando? — Ouviria atenciosamente, sem me desprender das amarras por ora.

— Ah, bem, acredito que eu não tenha enfrentado isso enquanto vivo. Entretanto, deve ser muito problemático… — Diria isso apenas no caso dele ter dito seus problemas. — Qual é o seu nome? — Esperaria. — Veja bem, caro (nome), tenho certeza de que não gosta de escravidão. Quero dizer, quem gosta, não é mesmo? Você afinal de contas é só um funcionário, não tem culpa de muita coisa que acontece por aqui. — Analisaria seu rosto antes de prosseguir. Esperava estar conduzindo a conversa para um bom ponto. — A menos se o mundo fosse do jeito que queríamos, não é? Heh. — Olharia para baixo, depois, para seus olhos. — O que você faria se o mundo inteiro fosse seu, (nome)? — Esperaria a resposta. — Mas por quê? Você teria tudo! Se esforce um pouco mais, vamos: o que você mais queria ter na sua vida? — Esperaria a resposta. Não poderia dizer que está bom sem antes ter ouvido. — Bom… confesso que não sou tão inteligente quanto você, homem. Sou um ser muito simples, ao mesmo tempo, muito complexo. Vai parecer loucura o que vou te dizer, mas não sou realmente desse mundo. — Ria baixo, esperando que o pirata me achasse louco. — Doido, não é? Eu sei. As pessoas me chamam disso o tempo todo. — Continuaria com um leve sorriso no rosto. — Deixe-me explicar mais um pouco sobre a minha existência, então. Aconchegue-se. — Limpava a garganta para dar início a uma explicação. — Pense no Sol. Ele está lá no alto, nos iluminando, nos esquentando, fazendo bem às plantas, impedindo que estejamos indo alto demais naquilo que acreditamos, queimando-nos à medida em que nos aproximamos dele. É um deus; um controlador e aprimorador da nossa espécie que me enviou para este mundo a fim de que eu trouxesse o maior número de pessoas para o caminho da luz. Parece um tanto místico para você? Deixe-me melhorar a linguagem, então, para que você entenda. — Estremeceria um pouco ao dizer, mas estava apto a continuar com aquilo até o final. — Somos todos nós apenas palavras e mero fruto de imaginação dos astros. Nada somos do que páginas e páginas de escrita do Sol, que nos dá rumo à diferentes jornadas, nos faz conhecer outras pessoas formadas de imaginações e palavras, nos faz interagir com pessoas que vivem nas sombras do pensamento, que aparecem uma vez e nunca mais se manifestam, caem no esquecimento eterno e pensam ter realmente uma vida, quando na verdade apenas somem quando não há manifestação de suas vontades. É louco, não? Ouça. — Olharia para cima, ou melhor, tentaria. — Não agimos por vontade própria. Somos fruto da vontade dos astros. Você apenas existe porque um astro decidiu escrever sobre você. Você só está falando comigo porque foi destinado por outro astro a existir, concedido ao grandioso Sol suas interações. — Olharia para seu rosto novamente.

— Sabe, não sabemos realmente se somos controlados por algum astro, ou se apenas temos nossas vidas passageiras antes de cair no esquecimento. Digo, vocês, em geral, não sabem. Eu sei. — Sorriria. — Certas noites, sonho com coisas inimagináveis. Sou constantemente “sugado” por dimensões onde conheço outros campeões, me recupero por tempo indefinido de golpes que no fundo sei que não me matarão, fico exorbitantemente mais forte a cada descanso longo que faço, sobretudo mais resistente. Certas coisas acontecem comigo que são tão milagrosas que acredito que nenhum outro ser consiga passar por isso sem que tudo seja realmente escrito no livro da vida. Outras vezes, acredite, acabo em situações de extremo azar e sou constantemente avaliado no meu comportamento. Quanto mais eu ajo, mais forte acabo estando depois de um descanso longo e mais histórias sou capaz de reescrever. Por isso, tenho certeza de que minhas vontades não são verdadeiramente minhas: sou manifestação da vontade de meu autor, isto é, o Sol, o dono do livro da minha vida. — Esperaria que não se assustasse. — Você pode me achar um louco, (nome), é escolha sua. Ou melhor, do autor do livro da sua vida útil que te destinou a falar comigo. Mas saiba que eventualmente vou sair dessa cela, pode apostar. A partir daí, as coisas podem tomar caminhos diferentes, dependendo da união das vontades entre meu Sol e o seu astro. — Aproximaria meu rosto. — Eu tenho o poder de mudar a sua realidade, (nome). Você também pode ter, sabia? — Prosseguiria com o golpe final. — Se você seguir ao Sol, ele estará constantemente te vigiando e te ajudando a sair das adversidades em geral. Se você seguir à mim e aos interesses da revolução, ele estará te acompanhando, e você poderá sair dessa ilusão que você chama de vida. Poderá transcender à verdadeira autoconsciência. Tudo que precisa fazer é se aliar a mim, ao Sol, e tudo que quiser fazer enquanto ser com vontades será realizado. Basta apenas que diga “sim”, para mim, aqui e agora. — Fitaria-o com o olhar. — Diga “sim”, (nome). Você não precisa me soltar. Você não precisa deixar de agir como um antagonista clichê de sua própria história, você não precisa seguir o propósito para que foi feito. Você pode definir seu próprio propósito, (nome): quem é você, e o que você realmente quer?! — Riria. Estava no limiar da minha própria sanidade por um fluxo de autoconsciência. — Entendo que você precise seguir uma concordância com seu próprio caráter, afinal, que péssimo livro seria o nosso se os personagens mudassem bruscamente de comportamento, não é mesmo? Entretanto, tudo que você precisa é dizer “sim”. Você pode continuar empunhando suas armas, agindo como um vilão, mas se disser “sim” agora, eu vos perdoarei e vos ajudarei a seguir para o bom caminho, aquele que te fará alcançar tudo aquilo que sempre sonhou de verdade. Caso não o diga, meu caro, serei obrigado a te deixar cair no abismo do esquecimento, a menos que seu astro decida ressuscitá-lo ao meu. — Falaria baixinho: — (nome), saia desta ilusão, seja um campeão, também. Assim como sou o campeão do Sol. Apenas diga “Sim”.

Esperaria pela resposta. Em qualquer resposta, tenha o “sim” ou não, esperaria pelas próximas movimentações, a fim de calcular melhor meus futuros passos. Em todos os casos, evitaria fazer movimentações bruscas com o corpo, para não evidenciar que minhas mãos estavam com as amarras frouxas.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyTer 16 Jun 2020, 20:13

Todos os homens vão morrer
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A chuva piorava, mas isso não seria um problema para mim, pelo contrario até sentiria um pouco de vontade de dançar na chuva, o clima parecia bom no grupo, para mim naquele momento. “ - Eiiiiiiiita, mal posso esperar para chagar em Terralegre, o lugar deve ser ótimo, deve ser o paraíso na terra.” Falaria isso com os olhos brilhando, com um sentimento de “lar doce lar” .Nós saiamos da casa do velho porém eu estava curioso com algo que ele tinha dito, sobre o local que a gente ia tinha seus próprios produtos. “O Que será que ele quis dizer com isso? Será que lá tem uma fonte infinita de alcool? Droga sai sem a resposta agora fiquei ainda mais curioso sobre a ilha e ainda mais com vontade de ir para lá.” Enquanto eu me perdia um pouco nos meus pensamentos, ouvia Azura falar comigo então olharia para a mulher e respondia a mesma. “- Não eu não estava, para mim até o momento todas as ilhas são malucas, esse farol é maluco, eu sou maluco e você também é maluca GWHAHHAHAHAHA.” Faria uma pausa enquanto olharia com um sorriso animado e confiante após ter respondido ela, sabendo dos risco era obvio que eu zombaria um pouquinho também. “- To achando que você é fraquinha na bebida em? Começou agora, já está vendo coisas, daqui a pouco chamando urubu de meu loiro, marinheiro de pirata, pirata de agente, to achando que isso não vai prestar Gwhahahahahaha, ah mas fazer o que né, tem que ser assim senão perde toda a graça.” Falaria isso sem medo nenhum das consequências.

Olharia para ela e pensaria. “Está mais alegre que o normal” Isso na minha cabeça não era um bom sinal, porém quando não é um bom sinal é quando as melhores coisas acontecem, então eu tinha em minha cabeça que ela havia feito alguma coisa de errado. Ela tinha muitas coisas para falar com o pessoal. Isso fazia um sorriso bem maldosos surgir em minha cabeça enquanto eu andaria um pouco na frente e respondia. “- Uau mal posso esperar para saber o que é. Hihihihihihihi” Admito que no momento eu estava muito curioso para saber o que estava rolando, estava até um pouco ansioso pois não podia perder essa piada de jeito nenhum. “Será que ela arrumou uma super treta com algum grupo do governo, machucou algum civil e vai deixar o Duncan putão da vida HIHIHIHIHIHIHIHIHI” Eu adorava as pessoas desse grupo e me esforçaria de verdade para ve-los sorrirem. Mas em um breve instante eu ouvia algo que me fazia sentir algo estranho por dentro e eu literalmente não entendia, ou melhor eu me fazia de burrro para justamente não entender. “- Como assim? Acabou de me dar um anel e vai me matar agora? Qual foi? Engraçadona hein GWHAUHUADHUAA” Eu levaria na brincadeira o que tinha acabado de ouvir, mas o veneno escorria pela minha boca então eu não resistia.

Sabe aquela sensação que é mais forte do que você, então era isso que eu sentia, então eu tinha que soltar uma das minhas para ficarmos por igual. “- Cuidado! Ela está de TPM: - Todos Problemas Misturados. - Tendências a Pontapés e Murros. - Temporada Proibida para Machos. - Tô Puta Mesmo. - Tocou, Perguntou, Morreu. - Tire a Porra da Mão! - Tente no Próximo Mês. - Toda Paixão Morre. - Tensão Pré Meleca. - Tô Pirada Mesmo - Toda Pressão Masculina - Tempo Para Meditação - Totalmente Pirada e Maluca - Tendência Para Matar - Tem Parceiro Melhor - Tenha Paciência, Meu! - Tira as Patas, Moleque! GHHUAHUDHAUDHAUDHAUHA.” Colocaria as duas mãos na barriga enquanto daria uma enorme gargalhada e completaria. “- Foi você quem começou GWHDUADHUADHUADHAUDHAU.” Eu observaria o Duncan puto da vida aparentemente e diria. “- Ei Duncan, escuta essa daqui! Tenho uma boa para você !!!! Se vai morrer !!! Azura disse que todos os homens vão morrer, eu também vou GWHUAHDUAHUHAUHDUDHUH” Eu não conseguia parar era algo frenetico e insando ao mesmo tempo. “- Vai lutar com essa lança ae, mas cuidado com as costas em parceiro. GWHUAHDUHDUHDUHA” Apontava eu até pularia dando risada e apontando. “- Mas relaxa que eu morro antes de você. GWHHAHSUAHDAUHDUAHUAADHUAHDUA. Nem que seja morrer de rir HAUDHAUDHUADHUAHDUAD, MORRER DE RIR AHUAHDUAHA ENTENDEU ASHUAHDUAHUAHDUAHDUAHDA. AZURA REPETE O QUE VOCÊ DISSE, REPETE, REPETE, REPETE, REPETE.” Pularia animadamente apontando firmemente. “- Ai avisa-la também para o el bigodão que todos os homens vão morrer!!! GWHUAHDUHDUHAUDHAUDHAU AZURA qual foi?”

Faria uma pausa enquanto colocaria a mão no ombro da Azura e diria. “- Você tem que admitir foi engraço huuuuuu.” Suspirava e na sequencia eu voltaria a falar. “ - Não pode jogar as palavras assim no ar, pega mal imagina se fosse o Duncan ou o Iluminado aqui do seu lado .... poderia causar um certo descontentamento.” Abriria os dois braços como quem estaria dizendo, fazer o que. “- Uma simples frase não muito bem colocada, pode fazer pessoas pensarem que você é tão doida ou lhe colocar em situações complicadas ou gerar problemas .... mas foi engraçado tenho que admitir, bom mas você pode cagar para o que eu falei, eu tenho genialidade ... mas ao mesmo tempo eu sou uma mistura de genio e alegria.” Enxugaria as lágrimas do meus olhos, porque eu literalmente eu chorei de dar risada, gostaria que Duncan me ouvisse, mas isso foi tão aleatório que eu literalmente não entendia o que estava acontecendo. “- Ha, eu luto com ferocidade, mas também uso da minha genialidade, pois faz diferença no combate, porém não temo a morte.” Voltaria a dar um sorriso e completaria. “ - E isso não é uma piada HAUDHUAHDUADHA.”

Mas meus objetivo ali eram outros para ser sincero queria ir ao navio ver se conseguia uma bota, aproveitar o tempo na ilha para ver se aprendia mais algumas coisas, o grupo era forte talvez não precise tanto de mim assim, mas se for o caso eu até entraria em combate sem problema nenhum. “- Vou ver se acho botas para eu lutar.” Diria com um sorriso bem falso. “- Vou chutar bundas!” Mas eu tinha outros planos.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 2 EmptyQui 18 Jun 2020, 05:31


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite





Naomi
A menina percebera que aquele homem era inteligente e no mínimo sagaz o suficiente para simplesmente controlar as informações que ele queria com facilidade. Claramente estava agindo como superior da situação porque simplesmente parecia ser essa a conjuntura atual.

Com a chuva forte batendo em todos, começavam a se dirigir em direção a costa. Naomi pela primeira vez ficava quieta e focada em simplesmente não ser notada. Algo no mínimo interessante, a jovem parecia desconfiada até da própria sombra já que até o momento o homem, que nem sabia se era um pirata ou não, sequer havia demonstrado qualquer tipo de intenção maligna.

No caminho para o barco, tanto Naomi quanto M-4 notaram algo interessante logo a distância, o barco estava em pé. Outra informação interessante era que Duncan e Azura pareciam se distanciar da embarcação, o jovem que a liderara anteriormente parecia contar com duas lanças e ambos andavam na direção da Red Line. – Não vamos nos meter nisso. – Ouviu a comandante falando para ela num tom que provavelmente só elas podiam ouvir, afinal, a chuva era tão forte que até mesmo essa fala quase lhe passava desapercebida.




Azura, Duncan e Faust
Realmente não tem muito o que narrar aqui

Azura falava algumas coisas que soavam completamente malucas para Faust, esse obviamente fazia diversas piadas por causa disso. E assim o clima ia indo até finalmente chegarem no navio. Lá viram Duncan partindo, este estava milagrosamente curado de toda aquela fadiga muscular que eu calculei no último post. Os dois acabavam interrompendo o progresso de Dellumiere e ouviram toda a sua explicação. O homem parecia meio maluco das ideias, pois comentava sobre uma ilha paradisíaca, a mulher também havia comentado de uma ilha, provavelmente fumaram alguma coisa juntos.

Porém o importante não era isso, seus amigos haviam sido sequestrados e por isso precisavam partir para resgatá-los. Faust, no entanto, demonstrava um pouco de interesse em ir até o navio para pegar um novo par de botas. Nesses instantes em que o palhaço se dirigia para o barco, os dois de patente mais elevada partiam em direção a Red Line.



Azura e Duncan
Só havia um problema em partir para a Red Line. Que apesar de saber que o Garfield estava bem e tals... ele não fazia a mínima ideia de onde naquela parede gigantesca ele se encontrava. E isso ficou claro quando realmente chegaram perto dela. Viam com facilidade diversos piratas, todos abrigados da chuva. Mas nenhum com gaiola e também nenhum que parecia ter muita vontade de andar na chuva para sequestrar alguém.

Bem, se nenhum daqueles que olhavam seriam os prováveis criminosos, provavelmente era fácil de achar um caminho pela caverna e achá-los, não? Claro que não, para ambos era perceptível que existiam diversas cavernas e mesmo essas pareciam simplesmente se expandir em curvas, ou pelo menos era a impressão que ficava, pois não era possível ver o fim delas de onde estavam. Olhando para todos aqueles piratas, observando tudo, Azura acabava por espirrar.


Faust e Naomi
Quando Naomi chegava a uma distância menor da embarcação notava que ela estava de pé, mas que todos os revolucionários ali pareciam ter sumido com exceção de Hugo que parecia exatamente vigiar a situação. Até esse momento Georg já havia se aproximado o suficiente e visto que o barco possuía uma parte do casco amassada graças ao tombo que levara ao chocar-se no chão após sair da cabeça do animal gigantesco. Era basicamente impossível dizer se aquilo poderia “desamassar” ou não.

Dentro do navio, Faust viu que realmente todos seus companheiros machucados estavam ali dentro tentando se aquecer e secar as roupas absurdamente molhadas por causa da chuva. Eles inutilmente tentavam acender uma fogueira dentro do barco, longe da melhor das ideias, mas claramente os homens e mulheres que ali estavam pensavam simplesmente no bem estar de seus corpos e não no provável desastre que isso poderia ocasionar. Era nesse instante que o próprio Georg acabava por espirrar.

Enquanto o grupo de Naomi se aproximava um pouco mais, viram que Hugo logo ficou em uma postura mais ereta, para demonstrar que não estava cansado ou que havia deixado qualquer coisa passar desapercebido. – Comandante. – Falava ele esperando qualquer tipo de ordem para ele. – Pode relaxar. Só nos conte o que aconteceu aqui. – Respondeu M-4. O homem que estava com Morgana não parecia se importar muito em perceber que M-4 era a superior ali, talvez ele já tivesse deduzido isso? Era difícil saber, mas agora ele possuía uma informação a mais delas e elas não sabiam nada dele. Hugo parecia perceber isso também, pois ele não sabia se respondia ou não na presença daqueles desconhecidos. M-4 fez um gesto com a mão dispensando aquela preocupação.

Dentro do navio Faust ouvia tudo e já havia encontrado um bom par de botas para ele. – Fomos atacados por piratas. Achamos que são vendedores de escravos, levaram Garfield, Zhac, Snowflake, Lenora e Katie. – Informava ele rápido. – O major Duncan colocou o navio em pé para podermos nos abrigar da chuva e saiu aparentemente com a major Azura para tentar resgatá-los. – Continuava ele informando, parecia interessante que levantar o navio ao invés de refazer a tenda de lona fora a escolha dele. Aquela série de informações faziam um sorriso surgir no rosto do homem de nome desconhecido. – Realmente vocês não são só meninas pequenas e indefesas. – Falava o homem olhando para Naomi. – Parece que os homens são indefesos também. – O tom de zombaria dele era até mesmo um pouco arrogante. Mas ele ignorava qualquer comentário que Hugo fazia por causa daquilo e continuava ao passar a mão na madeira do navio. Faust ouvia as batucadas que ele dava no casco do navio pelo lado de dentro, mas não chegava a ver o homem, só ouvia tudo que eles falavam. – O casco não está muito danificado, a quantidade de madeira que vão precisar é bem pouca até na verdade. – Falava ele olhando para o estrago que havia no navio.

Para Naomi e até mesmo para Georg parecia que o casco estava severamente danificado do lado que havia se chocado no chão. Talvez a quantidade que ele pensava era em relação a que ele mesmo necessitava, pois fazia um barco basicamente do zero. – Se vocês possuírem madeira ali dentro, podemos fazer de forma simples. Eu conserto o navio e o que sobrar da madeira de vocês eu levo para o meu próprio navio. – Oferecia ele em proposta para M-4, já que esta era a comandante ali. M-4 olhava para a situação pensando em quão boa era essa proposta. – Ok. – Falava ela ao perceber que na verdade não possuía nenhuma opção além de aceitar.

O interessante para Faust é que ele ouvia agora outros revolucionários espirrando também.


Garfield
Como num passe de mágica, provavelmente um “sim salabim rigel me cure porque sim”, o pernas longas parecia extremamente bem.

Pelo menos fisicamente, pois afinal, Garfield e a palavra “bem” mentalmente com certeza não andavam de mãos dadas. E em sua simples loucura o revolucionário realmente surgia com um plano genial para lidar com aquela situação. Ele chamava a atenção daquele bêbado de antes e fazia ele se aproximar um pouco. O homem era facilmente influenciado pela voz doce daquele pernas longas. Mal sabia o pobre pirata como a mente daquele ser era desprezível, amando crianças e odiando outras raças.

O interesse do pirata em Garfield partia de alguns detalhes, para começar, ele provavelmente nunca imaginara que realmente um futuro escravo o responderia, além da voz de Garfield realmente chamar a atenção e por isso o homem respondia as perguntas quase que num transe. – Tenho vinte e oito anos. – Respondeu para a primeira pergunta e só balançou a cabeça negativamente para as próximas que envolvia filhos. – Revolucionários? – Ouvia o homem perguntar imediatamente após a sua própria fala, até interrompendo um pouco Henryford, que precisou retomar sua linha de raciocínio. – É claro que é pelo dinheiro. – Respondeu o pirata com a voz ainda meio boba. – Tudo que importa nesse mundo é dinheiro. Falam de família, falam de saúde, falam de muita baboseira. Mas o dinheiro compra tudo. – A visão dele era simples, talvez até realista, mas ainda assim, simples.

Percebendo que estava indo bem, o pernas longas continuava com seu basicamente controle mental naquele pobre bêbado. juro que fiquei com vontade de fazer o bêbado perguntar: se você já não está vivo, por que não foge? Que fantasma bosta que você é – Me chamo Os... Oscar Vera. – Respondia o homem com um problema para falar a primeira parte do seu nome, arrotando e soltando um cheiro forte de álcool na cara de Garfield. No entanto, o passo que Henryford deu foi arriscado, muito, ele jogou verde sobre a opinião sobre escravidão, e não notou nenhum tipo de traço naquele bêbado sobre ele realmente se importar com aquilo. A situação piorou um pouco mais quando ele indagou sobre o que ele faria se tivesse todo o dinheiro do mundo. – Provavelmente... – Ele parava, não para pensar, mas simplesmente para tomar folego e não ter que parar mesmo estando muito bêbado. – Provavelmente teria milhares de escravas sexuais do nível daquelas suas amigas ou superior. Não teria que mover um músculo para nada, pois pagaria para fazerem tudo para mim, até me levarem para o banho e me banharem. Só teria que me preocupar em comer, seja comida, seja gente, e viver em paz sem ter que fazer mais nada. – Aquela visão era tão maluca que provavelmente para a maioria das pessoas já quebraria o seu plano por ali, mas Garfield também não era das pessoas mais normais que você enxerga por aí e por isso continuava.

A história que ele contava a partir desse ponto era bem maluca para provavelmente qualquer pessoa sóbria, para a sorte daquele que contava a história, o homem a sua frente estava bêbado. E quando terminou de contar tudo, não sabia dizer quanto daquilo realmente fora o suficiente para convencer o homem, mas foi o suficiente para ele se levantar e partir para dentro do acampamento, entrando numa tenda. Se ele fora pegar a chave claramente teria que procurar e isso poderia demorar um pouco naquele estado afetado que o homem se encontrava.

Enquanto esperava, outro desenvolvimento interessante acontecia naquele acampamento. Garfield viu que Lenora e Katie apareciam, vestidas ainda, e eram jogadas juntas numa outra gaiola. Agora, a configuração das gaiolas eram simples: As duas médicas estavam a sua esquerda pouco mais de uns três ou quatro metros de distância, numa gaiola maior, mas que mesmo assim era apertada demais para as duas; a sua direita estava Zhac em sua gaiola de passarinho, a uns dois metros e depois de mais dois metros estava Snowflake, numa gaiola de tamanho normal.

Os piratas que jogaram as duas não pareciam muito felizes com elas, mas não pareciam tê-las machucado também.


Legenda:
 


Histórico:
 

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