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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 26 Maio 2020, 19:57

Relembrando a primeira mensagem :

Hello darkness my old friend...

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Zed
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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 22 Dez 2020, 16:47


Chegando ao bar, Sid já se via acolhido pelo clima festivo e baderneiro que esperava entre os piratas. Um tanto diferente ao clima aloprado e maníaco naquele churrasco que viu acontecer em sua mente dias atrás, naquela situação parecia que as bebidas estavam batizadas com água mais potente que a de Terralegre. Mas aqui o barulho não era tão excessivo e frenético ao ponto de lhe atordoar e ele assumia uma mesa com seus companheiros que logo eram atendidos pelo servente. Thompson tomava sua bebida em um único gole e então passava a ocupar as mãos colhendo a plana em seu pescoço, bolando um de seus baseados e fumando junto aos vários outros clientes. – Não tinha como perder essa oportunidade se enturmar, não é mesmo? -

Enquanto movia as mãos de forma automática, prestava atenção no atendente enquanto seguia a conversa. – Já conheci essa Dama.... Nunca ouvi falar desses outros. Também passaram pelo Novo Mundo? – Se confirmado isto, todos se tornariam muitíssimo mais interessantes. – O que você sabe sobre esse Odoborei? – Perguntaria individualmente cada um dos nomes mencionados, se todos fossem veteranos e capacitados, planejava escolher o que tivesse mais afinidade ou probabilidade de persuadir a lhe ensinar algum truque, preferencialmente de graça, mas era o tipo de conhecimento que não se importava em pagar para obter, contanto que tivesse os fundos necessários. Tanto para o possível mentor quanto para aquele que pudesse dar informações a seu respeito.

Após receber uma introdução sobre esse pessoal, iria para a seguinte pergunta: - Onde eu posso encontra-los? – Mesmo que não soubesse realmente apontar precisamente todos eles, qualquer dica que ajudasse a encontrar um dos três já seria de alguma valia. – Não quer aproveitar e pedir os documentos deles também? Vai que o cara sabe. – Ouvia-se novamente aquela voz que continuava a aporrinhá-los e constantemente o distraia de seu foco.

Mas informações não eram exclusivamente a única coisa que procurava por ali. Por exemplo, bebida era um de seus interesses. – Bom, traga uma rodada de doses pra gente, algo forte, de preferencia local. – O que era um meio de turismo, conhecer os sabores e gostos típicos daquela ilha. Mesmo que os focos de Sidney fossem mais direcionados a substâncias “nocivas” do que para comida.

A música que ouvia também lhe agradava, e fazia lembrar que seu bando era carente em músicos. Algo que pretendia mudar, talvez recrutando alguns piratas daqui, mas não era uma urgência. Lidaria com isso outro dia, talvez na próxima semana, o que pareceu mais importante foi arranjar um local confortável para que ele e seu bando pudessem ficar. – Vocês tem quartos por aqui? – Era até algo que podia ser presumido pelo tamanho do edifício. Se recebesse confirmação já alugaria um quarto para que pudesse cair bêbado. Mas em caso de uma negação, já perguntaria sobre os alojamentos mais próximos.

Seu plano para aquele restante de dia inteiro era aproveitar. Estava aborrecido pelo tédio da viagem parada e sem estímulos, e agora podia esbanjar disso. – Hoje eu vou ficar doidão, por que amanhã é sábado. - Tentaria ficar em termos amistosos com os outros frequentadores do bar, pagando uma bebida, ouvindo uma história, contando uma das suas cheias de exageros e egocentrismo, mas que ainda assim eram verídicas. Faria questão de ouvir não só as fontes seguras, mas teria em mente alguns boatos e rumores absurdos que os bêbados podiam ouvir e criar com o empurrão criativo de seus vícios. Era bom para conhecer mais sobre a região, que ainda não sabia tanto quanto gostaria, mas que já planejava sediar-se pelos próximos meses. Claro, não era improvável que esses encontros amigáveis saíssem pela culatra e o garoto tivesse que se impor exageradamente e através da agressividade, algo comum quando assediassem suas posses... Digo, companheiros. Ou talvez a simples menção daquela maldita alcunha imposta pela marinha que tanto lhe incomodava que o forçaria a dar mais um deus discursos prologando sobre sua independência, falta de conhecimento dos pais e uma larga lista de sugestões diferentes de como poderiam se dirigir a ele sem que tivessem que tomar um soco na costela ou um chute no joelho.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyQua 23 Dez 2020, 17:58




Hello darkness my old friend...

Mock Town (Jaya) - 25º - Manhã



Enquanto o funcionário do bar lhe atendia prontamente, mais lhe dando informações do que de fato serviços oferecidos pelo estabelecimento, outro trazia algumas bebidas. As garotas esbanjaram classe, pedindo algo quente, Charles não se incomodou com um caneco de cerveja e Sid recebia também um caneco generoso de cerveja, porém esta era negra como piche. – Essa é boa! – Disse um funcionário.

Quem lhe dava informações, de muita boa vontade por sinal, continuava a falar o que sabia. – Odoborei? Hah. Esse cara é viciado em apostas, eu ouvi dizer que ele tinha um tipo de cassino do South Blue. – O rapaz coçava o queixo, olhava para o bar, como que procurando algum chamado de cliente, e em seguida continuava. – Vai acha-lo em alguma casa de apostas pela cidade. – Comentou, novamente com o sorriso malando no rosto.

O funcionário do bar, agora identificado como Qotero, dava uma boa olhada no grupo que acompanhava Sid. – Eu não sei muito bem o que você quer com esse pessoal, mas toma cuidado! – Alertou, sem tirar o sorriso do rosto. Ele era uma pessoa simpática, no final das contas. – Odoborei é um aspirante a Shichibukai, assim como a Dama Vermelha, como já deve saber. A velha Coco é uma maluca cheia de superstições e esquisitices que deixam qualquer um arrepiado só de saber das histórias dela pela Paradise. O Al Dam é um maluco que gosta de colecionar mortos vivos e zumbis, não sei muito bem dele, mas é um cara bem perigoso. – O garçom dava mais uma olhadela para o bar. – Seguinte, eu não sei quais são suas intenções, mas se quiser alguém pra te guiar para o Novo Mundo, converse com a Coco. – Afirmou. – Ela é bem mais... simples, eu diria, do que esses outros piratas. – Finalizou. – Boa sorte.

Ele saía de perto do grupo, sem pressa, afinal uma pessoa próxima o chamava. Infelizmente o bar não era grande como esperado, apenas um andar superior e ele parecia ser usado como armazém. – Tem um aqui perto, no final da rua. – Comentou um dos que se aproveitavam da companhia do jovem Capitão pirata.

Pela sua procura, meio despretensiosa e disfarçada, ele conseguia algumas informações interessantes. Algumas se mostravam verídicas pela quantidade que fora repetida por várias pessoas de diferentes formas, as outras nem tanto, porém um dos boatos, como poderia imaginar, era bem inusitado para alguém em Mock Town.

- Tem um grupo de marinheiros na ilha, escondidos, estão querendo juntar informações e preparar um ataque. – Disse um bêbado. – Um grupo recentemente chegou de uma ilha no céu, acredita nisso? Coisa de doido! – Comentou outro rapaz. – Ouvi dizer que uma velha esquisita chega no porto toda noite, seu navio é preto e tem várias velas espalhadas. Por onde passa fica uma fumaça cinza fedorenta. Credo! – Uma moça se enojava. – Tenho uma fruta do novo mundo! Estou vendendo! Só estou te falando pois parece confiável. – Sussurrou um misterioso rapaz.

Além das conversas e investigações não houve nada que privasse Sidney de sua festança, o que ocorreu com grande valor e quantidade. – Salve! Pirataria para sempre! – Gritou um gordo segurando um violão e com um revólver enorme na cintura. – Para sempre! – Acompanhou o outro músico, com uma espada embainhada e amarrada às costas.

Comida e bebida eram servidas à moda da casa, além de sempre, um valor generoso para os garçons e garçonetes também. O ambiente animado e bem festivo parecia divertido para os acostumados com o caótico rumo da ilha dos piratas.




- 35 mil berries

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NPC Comum - 663300

NARRAÇÃO - VII
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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 29 Dez 2020, 01:41


Ao pegar o caneco com o que parecia piche foi difícil esconder uma careta, relembrou um encontro em Terralegre com uma outra usuária de Akuma no Mi, afastou o pensamento e virou logo o conteúdo para afastar as memorias, mas elas não iriam desistir tão fácil. – Foi por lá que a gente passou a te acompanhar, não foi? – Respondia as vozes em seus pensamentos sem demonstrar-se perturbado aos outros. “Se com me acompanhar você quer dizer me azucrinar, sim, foi.”

Sem falar demais, permitiu ao atendente divulgar o máximo possível antes de retribuir o favor. – Sobre a tal Dama Vermelha, ela na verdade já saiu da ilha a alguns minutos. – Esperou Qotero se afastar antes de se perder em sua própria mente e na bebida. “Essa tal velha Cocô aí, não sei bem se ela parece tão interessante. O tal Al Dam por exemplo parece mais acessível.”Claro, muito acessível, confie no cara que quer o que você faz, ele nem vai querer te escravizar.“Talvez ele seja gente boa.”Você acha que ela não pode ajudar por que é mulher?Ih, vai começar...“Tá bom, calem a boca, eu vou tentar ver com a velha Cocô primeiro.”

E uma vez decidido o que faria, decidiu ignorar o planejado e ir beber e farrear com os desconhecidos no bar, ouvindo rumores e finalmente chegando perto dos músicos que estavam bem armados e eram exatamente o que Sidney procurava. – Que bom que eu consegui encontrar vocês meus consagrados. – Disse e foi se aproximando como se já fossem conhecidos. – Seguinte, vou mandar a call aqui e agora. Eu to montando um grupo aí, agora estamos meio mal de pessoal e tudo mais, mas isso não vem ao caso, o que importa é que eu quero vocês dois. Peguem a visão. – De forma teatral apontou para a paisagem do próprio bar. – Imaginem um desses, mas dentro de um navio indo pra todo lado nesse mundo doido? Não ia ser do caralho? A gente para de porto em porto, fica de boa na ilha, dá uns rolê, saqueia aqui e ali, mata uns marinheiro acolá, coisa básica, mas dentro de um fodendo bar móvel. Eu ainda vou procurar umas gostosinhas pra serem atendentes e tudo mais, mas preciso de uma galera pra animar o clima na viagem, o que me dizem? Dentro ou abordo? – Obviamente não aceitaria a desfeita de uma recusa após todo o trabalho de explicar sua ideia genial. E depois que terminasse de beber mais algumas rodadas em comemoração a nova dupla de tripulantes, passaria a dar atenção em sua busca. “A tal velha Cocô como você chama pode ser a mesma velha esquisita do rumor” Imaginou.

- Vocês duas. – Chamou o par de Dois e lhes entregou um punhado de dinheiro. – Aluguem um quarto na tal pousada. Um pra nós... – E começou a fazer a matemática ao vivo. – ... O Seis pode ficar em um quarto com todos os zumbis se precisar... Mas também precisamos de gente no navio, 95, 99, 90 e 10 podem ficar no mesmo quarto já que são uma família... As outras meninas do grupo podem dormir comigo... Quer saber, aluga só um quarto e foda-se. Eu só vou dar uma passada no porto e ver se encontro a velha Cocô e avisar pro resto do time onde a gente vai ficar.... NÃO PÉRA! Os músicos, acabei de chamar os cara, é vacilo não dar pelo menos uma acomodação decente no primeiro dia.... Então dois quartos serão. –Teria certeza de saber indicar como chegar ao local para o restante de seus companheiros. Acompanhando o grupo até o prédio ficar à vista. – Se acomodem aí nos quartos de vocês, depois se quiserem colar lá no navio e tocar uma pra nós vai ser bom. Só procurar no porto, eu vou começar a gritar quando aparecerem, não tem como errar. – Diria aos músicos quando partisse.

Distraído em sua caminhada solitária para o navio já que não considerava Charles nem os Zumbis como seres humanos. Sidney lembrou da necessidade e da importância periódica de aguar as plantas, por qualquer que fosse o motivo. E como de costume uso as garrafas de água de Terralegre para molhar a plantinha que vivia em seu colar.

Chegando ao porto, subiria em sua própria embarcação para encontrar com o restante dos tripulantes. Informaria ao bando que em breve teriam musica a bordo e também aonde estariam hospedados naquela noite caso houvesse a necessidade de chorarem e pedirem ajuda ao capitão em caso de problemas. E finalmente que iria ficar ali para fazer companhia nas próximas horas, convidar Pearl para se unir as outras moças no quarto do hotel e enrolar por algumas horas, trocando conversa fiada e bebendo mais alguns goles de álcool. Teria a decência de ter comprado um barril de bebida** e ordenado aos zumbis que o carregassem até o navio para ser compartilhado com aqueles que ainda eram vivos. – Vocês estão mortos, ajam como mortos. Não precisam de comida nem bebida..... Ow, Seis, vem cá, costura a boca desse pessoal.... Ah não pera, aí eles não vão poder falar.... Não, foda-se, eu tenho uma faca, faz de um jeito que eu possa cortar se precisar que eles falem.... Sei lá, um zíper ou algo do tipo... -

Ficaria no convés do navio, observando os barcos que entravam e saiam do porto. Esperando encontrar o tal navio fumegante, e deixaria claro aos seus companheiros o que procurava, pediria que procurassem também, por que imaginava que até a noite estaria bêbado demais para notar considerando a hora que tinha começado a beber.


OFF: Coloca o barril na conta do pai.
Tenho quantos zumbis idosos?


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 29 Dez 2020, 14:40




Hello darkness my old friend...

Mock Town (Jaya) - 25º - Tarde



Os preparativos para a “investigação” começavam a ser feitos. Sid instruía sua tripulação a tomar conta dos músicos, que aceitaram prontamente. – Um barco com bebida e gostosas? – Um deles perguntou. – Mas é claro! – Exclamaram em uníssono. Eles tocavam com mais alegria e empolgação após o convite.

Alguns pequenos problemas como gastos e afins seriam tratados, logo, uma quantia fora deixada com um de seus subordinados, o suficiente para alugar dois quartos, no fim da rua, na pousada mais próxima. – Acho que isso vai dar sim... – Contou o dinheiro, cerca de sessenta mil berries.

Com as despedidas feitas o pirata em ascensão ia na direção do porto. Dar o parecer para o resto de sua tripulação assim como novas ordens. Ele cumpria de fato o papel de capitão, eram ordens diretas e simples, qualquer um poderia cumpri-las. O médico do bando sorria e puxava os zumbis, junto com o barril, barco adentro. – Verei o que posso fazer! – Exclamou.

Por fim, com o cair da noite, após poucas horas, ele tinha mais atenção sobre o real objetivo no porto. A bebida negra já começava a fazer o efeito pesado ao qual Sidney fora avisado. Não era diferente de estar bêbado, porém tinha um toque especial. Sua visão ficava turva e, mesmo à noite, borrões claros no céu começavam a piscar a se mover. Era algo sutil, porém que deixaria qualquer um incomodado. O rapaz ainda tinha seus sentidos, ainda que precários, porém a visão percebia o que ele queria encontrar.

Um dos rumores se provava verdadeiro. “Um barco estranho no porto à noite”, como comentou uma garota.

Um veleiro, grande e bem peculiar, se aproximava do porto, em uma das docas mais afastadas e menos populadas. Não havia ninguém naquele canto do porto, e devido a distância era difícil ver quem estava ali, porém a descrição batia exatamente com o que a garota, no bar, havia dito. – Huhummm... hummm... – Apontou um dos zumbis velhos. A boca estava costurada e amarrada com fios de aço e algum tipo de corda.

O barco não tinha nenhum destaque, muito pelo contrário, as velas negras e a neblina que o rodeava deixavam sua estadia ainda mais misteriosa e discreta. Do convés do navio negro uma fumaça subia. Era curioso que ela tomava várias formas distintas, mas ela subia infinitamente.




- 150 mil berries
- 60 mil berries
+ Barril de Cerveja
+ 2 Zumbis lv.1

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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 29 Dez 2020, 22:02


Encerrado os assuntos no bar, em pouco tempo o grupo de piratas – agora maior - se dividia e Sidney ia até o porto para beber com seus outros companheiros ignorando os sintomas crescentes da bebida negra que lhe fazia ver luzes piscantes no céu. Sua farra no navio se mostrava frutífera quando a espera rendeu a vista do navio dos rumores, o primeiro a reagir foi o zumbi apontando e gemendo. O olhar de Sid seguiu a direção e a forma se tornou visível mesmo com a percepção prejudicada. – Ótimo. – Emitindo um assovio, a sombra aos seus pés se moldou na forma de um corvo para qual sinalizou com a cabeça e disse simplesmente: - Vai pegar.

Enquanto aguardava o pássaro chegar a bordo da outra embarcação, O capitão se dirigiu aos tripulantes: - Eu vou subir a bordo e ver se consigo falar com a tal Cocô. Fiquem com a bebida, volto mais tarde... Ou amanhã... Ou sei lá. – Balançou os ombros sem dar muita importância ao que dizia, e após a ave pousar na borda do navio negro, Thompson trocaria de lugar com sua sombra, ficando por sua vez sentado na amurada do barco desconhecido, olhando com seus olhos curiosos o entorno e quem estivesse abordo. Completamente calado e discreto se ninguém notasse sua presença.

Ficaria ali, sentado, fumando um cigarro como se fosse parte do grupo, procurando por entre eles aquela que pudesse ser a Velha Cocô dos rumores, a Velha Cocô que supostamente teria ido ao Novo Mundo. E se ao termino de seu cigarro não notasse ninguém que parecesse uma idosa de comportamento estranho e não fosse estranhado pelo grupo, se anunciaria para todos que estivessem presentes. – Ow pessoal!... E aí, belezinha? Sou Sid, dono daquele barco ali. – E apontaria na direção a onde o restante de seu grupo bebia. – Eu to procurando a Velha Cocô, ela tá por aqui? – E aguardaria que a massa de soldados imbecis corresse a procura de seu líder, ou que alguém mais bem capacitado o conduzisse até lá.

Considerando que conseguisse encontrar com suposta líder da tripulação, confirmaria suas suspeitas antes de entrar em detalhes. – -Você é a Velha Cocô? – Em uma confirmação poderia dar seguimento aos seus assuntos: - Desculpe invadir assim, eu ouvi pelos bares que a senhora é maluca, louca, despirocada das ideias, sequelada, retardada, come merda e tudo mais. – Ele não lembrava o exato termo, então só quis passar a ideia que entendeu da descrição. – Então, o ponto é, falaram que você foi pro Novo Mundo... Ou que você poderia me guiar por lá ou algo do tipo, bem, é mais ou menos isso, eu vim ver o que você sabe sobre aquele lugar, se eu for pra lá é bom ter informação e tudo mais.... – E cruzando os braços ficaria parado, encarando a velha, como se esperasse que ela fosse divulgar tudo que sabia de imediato. – Sim, vai dar certo, confia no plano. – Riu-se uma das vozes com o simples planejamento daquilo.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 29 Dez 2020, 22:52




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Mock Town (Jaya) - 25º - Noite



O corvo planava e desaparecia na neblina que envolvia o barco misterioso e macabro. A tripulação de Sid apenas assentia com a confirmação de seu capitão, eles não tinham do que reclamar, afinal desfrutavam de um barril de bebida totalmente para eles. – Mm bmm qm smbrm. – Murmurou um zumbi que se aproximava do barril.

Pelo arco da proa do grande veleiro, e com uma densa neblina que pairava no ar, Sidney não conseguia ver muito a sua frente. Porém, como que se aproximando da figura central, no convés, várias sombras altas e aparentemente muito bem encorpadas, se reuniam e andavam em círculos em volta da origem da fumaça que subia aos céus. A forma final que ela tomava era a de uma face com chifres, que curiosamente parecia olhar diretamente nos olhos do garoto pirata que invadia o navio da velha Coco. – Sus abedn, gohork obaf! – Uma voz rouca e bem falha se erguia entre as demais, que cantavam em coro uma cantiga indecifrável.

Uma das figuras sombrias aparecia frente ao pirata. Ele surgia repentinamente da neblina segurando uma vela preta. A cera da vela escorria por sua mão, chegando a pingar no chão. Suas pupilas estavam extremamente dilatadas, além de lágrimas que desciam por seu rosto. O ser desconhecido demorava alguns segundos para entender o que Sidney dizia, em seguida apontava na direção de uma porta. –   .odnarepse et átse alE – Falou, em seguida dava passos para trás de volta à neblina.

A madeira do navio era gelada, além de um aperto frio e desconhecido que parecia abraçar o garoto. Era de uma construção escura, algumas partes haviam sinais de batalhas e em outras sinais de rituais. Círculos desenhados no chão eram distribuídos deliberadamente, além de cartazes de procurados que estavam jogados no chão do navio. Curioso também era que o navio não contava com nenhuma janela nas cabines e as velas, seus panos, estavam rasgados e sujos.

A porta estava aberta e não bastou muito para que a mão do pirata conseguisse a abrir ainda mais. – Veio me procurar? – Disse a voz rouca e senil. Ela ignorava as atribuições que as pessoas na cidade a davam. Por fim a mulher se revelava, saindo de trás de uma grossa cortina.

A sala brilhava em vermelho por conta de algumas velas distribuídas. O cheiro de incenso era forte, quase insuportável, e quando misturado com a bebida negra que Sidney havia ingerido isso fazia remoer em sua barriga algo que pelejava para sair. As paredes continham inscrições desconhecidas, com rabiscos letras irregulares. Atrás da velha um círculo desenhado em branco, o único nesta cor, que parecia girar lentamente. O som de passos e sussurros era singular naquele ambiente. A porta se fechava e eles ficavam em privado.

A velha abria a boca. Demorava alguns segundos, afinal parecia estar sussurrando alguma coisa para si. Em seguida o som saía e consequentemente as palavras saíam. – O que você quer no Novo Mundo? – Disse de forma imperativa.




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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyQua 30 Dez 2020, 03:27


Quando surgiu no lugar de sua sombra, Sid viu um ambiente peculiar, ritualístico, ouvindo um coro de vozes que cantavam em um idioma desconhecido. Pareceu-lhe algum tipo de rito religioso ou de alguma cultura ao qual não lembrava de cara, mas se esforçou para recordar de informações que pudesse ter encontrado que fossem relevantes ao tema. Mas não deu tanta importância ao assunto, logo foi-lhe permitida a passagem e indicado um caminho, uma porta que estava aberta como se o esperasse. Estudou a arquitetura diferenciada daquela embarcação e o fenômeno que parecia envolve-lo. Não teve medo nem hesitou em seguir adiante, mas continuava a manter a vista atenta e curiosa aos arredores, esperando que um fantasma aparecesse a qualquer momento ou ver um truque de mágica.

Apesar de suas intenções de conversar e ouvir a velha, Sidney teve uma outra reação ao imediatamente adentrar a sala e entupir suas narinas com aquele odor pungente. Não quis conter o mal-estar que segurava no estomago e fez sua sombra assumir uma forma maleável como a de um saco de pano impermeável na qual vomitou, deu um nó e deixou, e deixou em um canto antes de devotar sua atenção à anfitriã.

- Nada de mais por enquanto. – Respondeu ao questionamento com displicência. – Acaba só que é o lugar para se ir, não? É como funciona o sistema, você cruza todas as ilhas da Paradise e eventualmente acaba chegando lá. – E achando que a resposta não parecia suficiente se viu obrigado a continuar. – Eu simplesmente faço o que eu quero, é por isso que eu sou pirata, se as leis dizem que eu não posso fazer algo que eu quero, eu faço. Se as leis dizem que eu posso, eu também faço. Afinal, eu faço o que eu quero. E agora eu quero ir pro Novo Mundo, não exatamente agora, mas logo... Tem tantos rumores por lá e tudo mais que eu confesso que fiquei curioso pra ver como funciona a coisa.

- E claro, também tem todo o papo de que por lá andam os mais fortes dos mares e tudo mais... Então é natural que eu tenha que ir pra lá, não? Esse lado dos mares tende a ser tedioso e parado na maior parte do tempo.... – E estes eram seus únicos motivos, não como outros ambiciosos que iam querendo posições de importância ou tesouros valiosos. Sidney não ligava para isso, afinal esse tipo de coisa viria naturalmente, ele tinha mais interesse em explorar as novidades, estranhezas, culturas, gostos e eventos que só aqueles lados poderiam proporcionar.

- E isso responde sua pergunta? – Disparou e não deu tempo de uma resposta. – Então agora você pode responder as minhas. Você realmente esteve por lá? É realmente tudo isso que dizem? As pessoas são tão mais fortes assim? – E então esperou pelas histórias que ela poderia contar, suas aventuras e tragédias. Procurou um assento mesmo sem ser convidado para sentar e já se pôs a preparar mais um de seus baseados para colaborar com o clima fumacento e odorífero daquela sala fechada.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptySeg 04 Jan 2021, 15:22




Hello darkness my old friend...

Mock Town (Jaya) - 25º - Noite



A velha Coco recebia as respostas com um olhar curioso e muito interessado. Era como se cada palavra proferida por Sidney lhe passasse alguma sensação quente e muito forte. – ... – Ela murmurava, como se tomando compostura. – Sua curiosidade deve ser saciada, meu jovem. – Falou, ela caminhava até Sidney, revelando sua aparência por completo.

Era uma velha alta, bem mais do que aparentava ser. Ela crescia e crescia na sala, como se nou coubesse lá dentro. – Jovem pirata querendo liberdade... – Falou. Em momento algum ela sorria ou simulava algum tipo de alegria, ou talvez prazer. A cada passo ela se tornava monstruosamente alta e velha, sua pele murchava e se contorcia. Secava e rachava. – O Novo Mundo realmente te merece. – Finalizou.

Em um piscar de olhos ela aparecia como uma velha comum, como se nada houvesse acontecido. Ela parecia estar na metade de algo que já iniciou. – Você está bem? – Perguntou, vendo que ele parecia bem pálido. – Enfim, você precisa saber que lá não há trégua e nem mesmo complacência. É um lugar de fortes energias e fortes espíritos. – Comentou, seu dedo apontava até o círculo branco, na parede, que não parava de girar lentamente. – Veja o fundo, encontre o que você procura dentro de sua mente e terá o que necessita. – O círculo branco aumentava sua velocidade, continuava lenta, porém um pouco mais rápida do que anteriormente.

- As pessoas buscam fortalecer o aço... – E ela erguia a mão, escura como carvão e dura como diamante. – E elas buscam ver o invisível. – Ela fechava os olhos e apontava aleatoriamente em várias direções dentro da cabine.

A velha coco novamente apontava para o círculo branco. – E você? O que busca?




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NARRAÇÃO - IX
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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptySeg 04 Jan 2021, 18:15


A velha parecia interessada na percepção de Sidney, que atrevia-se a dizer que ela bem aprovava. Mas o que mais chamou sua atenção em toda aquela encenação foi a forma que ela pareceu assumir e o circulo mágico giratório na parede. – Você é uma maga ou algo do tipo? Qual é a desse vudu todo? – As habilidades que via era completamente alienígena e misteriosa aos seus conhecimentos, e era desagradável não entender com o que estava lidando, mas tinha muito interesse em descobrir e aprender. Aparte das menções que pode perceber quanto aos dois Hakis que tinha ouvido ser capaz de desenvolver com algum esforço, claro, afinal era o motivo de toda aquela conversa ter começado em primeiro lugar.

- Pergunta interessante.... Eu olho primeiro ou respondo antes? Mas assim, se for só considerando o que a senhora mostrou agora a pouco, eu já entendo a parada de fortalecer aço e tudo mais... Normalmente eu fortaleço gelo pra falar a verdade. – E distraidamente puxou e mostrou a adaga que havia conquistado após vencer um carinha qualquer a um tempo atrás. E ainda lembrava da sensação de ter a mandíbula deslocada. – Mas essa parada de ver o invisível aí seria interessante e tudo mais... Mas a senhora também não mencionou aquele outro lá. O tal de Haki do Rei... Esse ai que dizem que é especial e tudo mais, esse que eu queria em especial.

Distraidamente foi se aproximando do círculo giratório e inspecionando-o com curiosidade. – Err... E como funciona isso aqui exatamente? Eu só fico olhando? Enfio a cabeça? – Perguntou sem desviar o olhar, esperando a qualquer momento ver alguma coisa de relevante, ainda que não soubesse como aquele tipo de magia funcionava. “Parece o tipo de coisa de Akuma no mi?” Perguntou para si mesmo e ouviu uma resposta. – Não sei. – O que não era nada útil.

Sid não sabia o que veria e nem o que precisaria para conseguir. Mas imaginando que as palavras da velha Coco fossem literais, imaginou que realmente veria o que desejava ser, inicialmente sua mente demorava um pouco para processar o que seria, haviam tantas ideias e possibilidades, muitas contraditoras. Mas a única coisa que pareceu certo em sua mente foi que não queria nenhum imbecil lhe dizendo para fazer algo que não estava afim, não queria um patrão. Ele não esperava ter realmente um grande número de seguidores fanáticos, mas claro, queria ter alguns pau-mandados para delegar tarefas medíocres e desimportantes, perdas de tempo aos seus olhos. Não tinha certeza do que estaria fazendo, tinha muitas ideias, procurar tesouros e segredos, matar pessoas que os outros diziam ser deuses ou simplesmente passando um tempo em uma taberna nova, em uma nova ilha. E essa perspectiva o deixava ansioso para as visões mais “proféticas” e “possíveis verdades” que ela pudesse mostrar com seus truques.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyTer 05 Jan 2021, 20:02




Hello darkness my old friend...

Mock Town (Jaya) - 25º (12º) - Noite



A velha Coco era vaga em suas palavras, mas o que ela queria dizer parecia bem direto ao Sid, ele falhava em entender, mas tinha sim suas vanglórias. – Armas forjadas da imortalidade e o poder dos deuses. Você almeja o impossível e detém o improvável... – Sussurrou. – Veja o que está além de seus olhos. – Sua mão subia até as costas do rapaz. Ela tinha um toque suave e ao mesmo tempo causava uma presença bem imponente. – Veja! – Apontou. – Está acontecendo!

Por alguns segundos Sidney não via nada além de um círculo de alquimia desenhado a giz e outras coisas na parede girando lentamente, o que era um mistério. Porém quanto mais ele olhava mais distante o círculo parecia estar. Aos poucos, também lentamente, seus olhos estavam cansados e frágeis. Eles pediam por um descanso, dos mais longos. – Sim... sim... – Sussurrava a velha que continuava apontando para o círculo.

A sala se tornava escura, assim como as sombras que o jovem pirata tanto criava e desfazia. Ele não sentia mais a presença da velha Coco e nem de seus lacaios, que por segundos rápidos apareciam por de trás das paredes que subiam aos céus exatamente onde a velha apontou aleatoriamente de olhos fechados. E realmente fora o que aconteceu de forma hipnótica e bem misteriosa. As paredes e tudo mais na cabine do navio da velha Coco subiam aos céus. Eles se esticavam como se estivessem sendo sugados por uma força pesada e poderosa. Sumiam, deixando apenas o garoto e uma escuridão tremenda.

Ele não via muito mais do que um palmo a sua frente, o que não fazia diferença afinal tudo o que havia era escuridão. A única luz vinha da sola de seus pés, que deixavam um rastro de pegadas brancas como a neve. Ele tinha pequenos espasmos nos braços e mãos, além de arrepios por todo o corpo que corriam pela pele como um inseto peçonhento. Sidney também sentia que havia mais alguma coisa ali.

Uma voz no vazio ecoava até seus ouvidos. – Veja além do que seus olhos enxergam. – Era a voz de Coco.




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NARRAÇÃO - X
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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... - Página 4 EmptyQua 06 Jan 2021, 00:25

Sidney ouvia com estranheza, observava o circulo giratório e começava a sentir os efeitos na vista. Não soube dizer se estava adormecendo ou ficando cego, mas permaneceu calmo, tentando compreender o fenômeno a sua volta. Estava completamente perdido naquele breu de escuridão, mas ainda conseguia ver, ao menos a iluminação em seus pés. E seus outros sentidos pareciam ainda estarem funcionando, o que o levava a crer que era realmente algum tipo de sonho ou mágica.

Deixou-se guiar pelas palavras e conselhos da velha. Tentou sentir as coisas que não via, a movimentação do próprio vento, os sons, cheiros e sabores. Mas não fechou os olhos, continuou vendo, as marcas no chão que suas pisadas produziam, e qualquer outro fenômeno que fosse visível naquela escuridão.

Não era nada parecido com seu primeiro aprendizado, naquela ocasião tudo fora intuitivo e direto, eram práticas de combate, e que jeito melhor de aprender? Já as viagens aos planos astrais e irreais de Coco não eram tão simples, não imaginava que fosse realmente entender tudo o que precisava no decorrer de uma semana ou duas, já imaginava que pudesse gastar alguns meses ali, o que não era tão diferente dos planos que tinha em mente, e não se importaria em voltar toda noite até aquele barco para ter sessões como aquela até ter o domínio que necessitava.

Pelos meses que se seguissem, Sidney usaria suas noites para ficar a bordo do estranho navio de Coco, com suas sessões privadas de treino, mas também para extrair da senhora sua sabedoria e vivencia dos eventos do mar além. Tentaria descobrir tudo o que precisaria para seguir até o novo mundo, afinal, em suas próprias palavras: - Eu vim até a Grand Line sem saber de nada, aí logo na entrada me falaram que a gente ia ter que subir uma cachoeira que subia por uma montanha.... Então se eu tiver que tomar uma rota aloprada dessas, seria bom saber com antecedência... Sabe como é. – Não só sobre a rota de entrada, mas também queria ouvir genuínas histórias sobre o que veria por lá, o que era tão atrativo para tantos navegantes. Seria bom ouvir do restante dos tripulantes o que eles próprios podiam dizer, mas apenas caso conseguisse aprender aquele idioma que falavam, o que passou a ser um pequeno hobby.

Ao amanhecer provavelmente estaria dormindo, era preguiçoso quando podia e gostava de acordar só na hora do almoço, e costumava comer em tavernas e bares, normalmente levando suas acompanhantes ou mais raramente algum de seus subordinados visto que não queria gastar o seu dinheiro pagando os luxos de marmanjos (Álcool e drogas não luxos já que considerava essenciais para uma viagem, e quanto a isso não haveria reclamação.)

Gastou seu tempo conhecendo a cidade, explorando os estabelecimentos, encontrando as pessoas que deviam ter destaque no cenário local, queria fazer conexões e contatos por ali. Era um grande farol para a pirataria, e queria ir conhecendo aspirantes de potencial, que poderia recrutar para seu grupo, como fizera com a dupla de músicos e pretendia fazer muito mais, carpinteiros, médicos ou apenas bons combatentes, em especial aqueles que já tivessem barcos e acompanhantes. Quanto maiores os números maiores as chances de encontrar alguém capaz de superar suas expectativas, que eram bem baixas.

Tentou chamar sua dose de atenção pela ilha, não pelos assassinatos em massa, como costumava fazer, mas por dar seguimento à ideia de seu bar móvel. Precisaria de alguma reforma... Talvez até mais apropriadamente fosse construir um projeto do zero, um barco que realmente fosse capaz de ter um largo espaço para qualquer visitante do porto subir a bordo, comer, beber, conversar, usar diferentes tipos de substancias que faria muita questão de procurar e diversificar, e não mais importante, ser atendido por moças belas vestida com uniformes sensuais.

Uma demanda longa provavelmente, precisaria de dinheiro para arcar com os custos, recrutar profissionais para projetar as roupas, decoração, mobília e outros pormenores. Recrutar mais atendentes para servir aos clientes, e quando tudo estivesse pronto, administrar as finanças, garantir que a tripulação não consumisse com todo o estoque e que houvesse uma clientela. A parte que preocupava Thompson mais que as outras eram as finanças, que embora tivesse seu bom estoque, não pareciam nem pertos do suficiente para grandes viagens que planejava fazer, principalmente se planejasse pagar ao invés de saquear. Para custear suas expedições, e aproveitar para se divertir e explorar, acho que seria uma boa ideia investir tempo procurando por tesouros. Reunindo mapas que pudessem “discretamente roubáveis” ou que fossem entregues de malgrado por outros piratas mais fracos.

Boa parte das tarefas mais simplórias iria delegar aos seus subordinados, antigos ou novos, eram oportunidades de ver os que eram realmente mais eficientes e traziam melhores resultados, seriam candidatos a posições de destaque e liderança na pequena pirâmide que planejava montar, mas antes de decidir quais seriam seus generais e capitães, precisa também saber quais seriam leais e quais eram espiões ou infiltrados esperando o momento mais propício para fazer seu ataque ou revolta.

Investiria seu longo e precioso tempo, supervisionando e montando aquela base de piratas que seriam seus serviçais nos perigos mais adiante, não faria amizade nem desenvolveria grande afeto por ninguém, não podia humanizar seus lacaios, ou talvez simplesmente não conseguisse. Afinal ele não queria pessoas a bordo, queria maquinas que fossem eficientes e estivessem em sintonia que realizasse seus desejos e servisse ao seu proposito e fosse capaz de agir com independência e propósito mesmo sem a presença constante de seu capitão. E esta grande maquina seria empacotada em um bar-navio, e seria preciosa, defendida e carregada por todos os mares e ilhas a frente, mesmo que para a simples construção fossem necessários dois longos anos de sua vida.


OFF: Pode pular pra minha festa de 18, agora sou de maior e posso ser preso.




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