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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10º Capítulo - Parabellum!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptyDom 26 Abr 2020, 11:36

Relembrando a primeira mensagem :

10º Capítulo - Parabellum!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos Titã Howker, Aaron DeWitt e Draguren Hynno.. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
OverLord
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySab 16 Maio 2020, 02:08


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 03 | Localização: Upper Yard




Naquela situação, Tobio não parecia muito suscetível em concordar com o psicopata com o plano que ele tinha em mente, mas não deixava ele continuar, pois o psicopata logo avançava com o seu plano e o mink fazia o mesmo, descontente, mas fazia. A ideia até podia ser boa, mas o tamanho colossal e a força da serpente, estragava aquilo tudo. Era arrastado pela força da cauda, mas tudo mudava quando enegrecia seus membros e aquilo fazia a serpente reduzir sua velocidade, mas o réptil balançava sua cauda e conseguia arremessar o pirata para longe, mas já estava esperando por aquilo e Hynno conseguia se ajeitar no ar e assim, evitar de bater com violência na árvore. Orochimaru então vinha com uma péssima notícia: Ele não conseguia aplicar a injeção, a pele da serpente era muito resistente. Nesse momento, Kohebin quase virou comida de serpente, mas Tobio salvava o cientista, lançando algumas estrelas ninjas na cabeça do colossal e assim, dando tempo para o cientista correr para um local seguro. Tobio questionava o psicopata sobre o que eles fariam agora, mas Hynno ainda buscava doma-la e começava a derrubar árvores para tentar algo, mas não chegava a dar certo, ainda mais pelo tamanho colossal da serpente, o que irritava a mesma e ela utilizava sua cauda, como um chicote para atacar o piromaníaco, que conseguia se safar se esquivando para o lado, mas o impacto levantava poeira e o chão afundava.

Escutava o grito do mink e o que ele dizia, assim que ganhava visibilidade, via o pé de Tobio, Cuddle, preso em uma raiz e a serpente parecia que não perderia tempo. Agora, precisava matar a serpente, já que doma-la seria impossível. Corria então com tudo para a direção de Tobio ou melhor, entre Tobio e a serpente, só iria naquela direção, se visse que conseguiria chegar lá antes do colossal. Utilizaria um Soru, o segundo apenas seria usado se realmente fosse preciso, mas antes da corrida, já pegava duas dinamites e o isqueiro, todos os golpes haviam sido fracos, sem a intenção de matar, mas agora, seria na ofensiva total. Após o primeiro ou o segundo Soru, acenderia o pavio das duas dinamites e então, rapidamente guardaria o isqueiro e com os explosivos numa contagem de pavio, pegava um deles com a outra mão e lançava os dois na direção da serpente, se ela estivesse com a boca aberta, melhor ainda. Só que, não iria ser só isso, após lançar, transformaria a ponta de seu pé direito em lâmina enegrecida e procuraria chutar a raiz, sem prejudicar o pé do mink e então, a ponta de seu pé voltaria ao normal e segurando Tobio, utilizaria o restante de seu Soru, isto é, mais uma ou duas vezes, dependendo de como foi a corrida em busca de ajudar o mink na intenção de se afastar do local e pegar uma distância da serpente.

A sua ofensiva seria apenas lançar aquelas duas dinamites na direção da serpente e em seguida, salvar Tobio e por fim, pegar uma boa distância do réptil colossal. – Agora, vamos matar essa serpente, não tem mais conversa. E então, se o colossal ainda estivesse vivo, sacaria Jigoku e Ymir, mas Hynno não avançaria, deixaria o réptil vir em sua direção e seria nesse momento, que o psicopata causaria um atrito em Jigoku, que estava na mão esquerda para a mesma começar a pegar fogo, uma habilidade interessante da mesma. Caso a serpente viesse para abocanhar o pirata, Hynno buscaria se esquivar dando um salto para a direita e então, quando estivesse oportunidade e tivesse alcance, tentaria um corte de cima para baixo com Jigoku no rosto da serpente, enquanto que com Ymir, tentaria uma estocada no olho esquerdo do colossal, girando um pouco o seu corpo após o corte vertical para executar a estocada. Ambas as lâminas em seus momentos ofensivos, estariam enegrecidas pelo haki do armamento, toda sua intenção de matar agora era visível.

Se o réptil viesse com a cauda, ao invés de vir numa investida para abocanhar ou morder, Hynno prestaria atenção pois, se fosse que nem o de antes, de cima para baixo, daria um salto para a diagonal direita e então, faria sushi. Dois golpes simultâneos, de cima para baixo e com ambas as lâminas enegrecidas e uma delas, pegando fogo. Seu objetivo ali era cortar boa parte da cauda dela e acabar com um dos problemas, o resto, poderia ser fácil de finalizar. Se o movimento da cauda do réptil fosse na diagonal, Hynno procuraria se esquivar para a diagonal oposta e então, tentaria fazer um corte em “X” com Jigoku e Ymir na cauda da serpente, todas as suas tentativas, eram para cortar o membro do réptil colossal e fazer desfalque nele. Se o colosso simplesmente fizesse um giro para atingir o homem de aço com um golpe na horizontal com a cauda, Hynno procuraria bloquear com as espadas formando um “X”, com Ymir na frente e ambas enegrecidas. As solas de seus pés estariam laminadas, para se prender no chão. Aquele objetivo era de se segurar no local enquanto bloqueava o golpe da cauda enquanto que ao mesmo tempo, buscava cortar o membro com o impacto e a força que estava pretendendo causar.

Se notasse que não conseguiria suportar a pressão, procuraria pular sob a cauda e sair da área do ataque e ainda por cima, se afastaria um pouco do réptil. Se pular por cima não fosse uma boa ideia e ainda tivesse um uso de Soru, utilizaria o Rokushiki, além de usar as lâminas de suas solas, como patins, para sair rapidamente da área da cauda. Agora, em qualquer momento, notasse a presença do Ruivo, gritaria para o mesmo: - Ruivo, sem perguntas, vamos matar isso aqui! Agora, voltando um pouco no tempo, se as dinamites fizessem todo o trabalho e a serpente colossal morresse, Hynno diria: - Tenho uma ideia. Orochimaru, Cuddle, bora cortar em pedacinhos, comeremos carne de cobra hoje. Mas antes, guardaria Jigoku de volta na bainha e com Ymir, iria retirar o couro da serpente, não todo pois era colossal, mas retiraria o suficiente para que pudesse fazer um casaco de pele. Outra coisa que faria, era analisar as presas dela, se notasse aquele veneno corrosivo, isto é, cutucaria sua espada de gelo nas duas presas para comprovar aquilo e se fosse positivo, com Ymir, arrancaria as duas presas da serpente e as deixaria no chão, pensaria no que faria depois. Caso as presas estivessem normais, sem aquele veneno, arrancaria com suas próprias mãos enegrecidas e guardaria as duas em sua mochila, assim como o couro arrancado.



Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


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Yami
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySeg 18 Maio 2020, 01:49




POST

3


10º Capítulo
Parabellum!




POST 3
Upper Yard




Mantinha-me em silêncio fazendo anotações mentais enquanto repousava meu corpo numa parede próxima. Em minha mente, diversos caminhos iam sendo feitos e descartados em velocidades absurdas, cogitando tudo o que poderíamos fazer dali pra frente. — Bem... Posso ir adiantando as coisas com os Shandians então. Não sou muito persuasivo, mas não sou um Skypieano pelo menos. Acho que isso me deixa na vantagem. — Diria em voz baixa minha anotação mental, enquanto Mikhan prosseguia com as demais dúvidas. Quando o mesmo citou sobre os tais dials, enfiei o braço em meu próprio peito, remexendo até puxar duas pequenas conchas, que haviam sido adquiridas por mim durante minha jornada. — Se refere a essas conchas? Até hoje não sabia bem a origem delas. Então existem outras por aí que podem ser usadas como armas? — Meus olhos brilhavam um pouco, mas ficava meio decepcionado em saber que a maioria dos artesões já não estavam por lá. — Se tiverem algo interessante, estarei disposto a pagar o preço. Veja se pode reunir algum comerciante desses. Na volta eu acerto as contas. — Pronunciaria no final, já de saída em direção ao corpo do aliado das Falsas Calamidades.

Entretanto, tudo o que Mikhan nos mostrava era uma caçamba de lixo vazia, fazendo com que eu olhasse o que já imaginava. — Pra um oponente que manipula vida e morte dessa forma, não me surpreende. — Diria, cogitando tanto a possibilidade dele ter saído andando por ali quanto pela possibilidade de alguém ter resgatado seu cadáver, afinal era informação que o inimigo tinha em mãos, mas infelizmente os Skypieanos não usufruíram bem dessa vantagem. — Bem, parece que iremos descobrir do jeito antigo. Os vejo então em Upper Yard. Precisando, me ligue. — Com a mensagem final sendo dita para Masimos, partiria com Diana em direção aos locais indicados, notando que seria um belo percurso até à posição de Hynno.

Foi fácil conseguir carona para lá, e com Diana assumindo o controle da embarcação, também verificaria o peculiar mecanismo que nos colocava em movimento. — É parecido com os que eu tenho, mas é bem maior. E pelo jeito, assopra ar. — Faria surgir na palma da minha mão o meu Flavor Dial, que havia recebido em um dos eventos bizarros durante a minha jornada, apertando a parte espiral da concha, tentando fazer com que fosse emitido um pouco de vento. — Parecem ser os mesmos, mas em tamanhos diferentes. Quantos mais devem haver por aqui? — Diria, meio animado. Se haviam outros daquele tipo, podendo até mesmo serem usados como armas, significava que existiam possibilidades quase infinitas para aprimorar meus equipamentos. E ter um arsenal de dials em meu pântano para qualquer circunstância parecia ser muito valioso. Era um preço que eu estava disposto a pagar com todas as minhas economias.

Não demorava muito tempo, afinal o tempo ali passava voando pois sempre me pegava admirando os arredores. Estar a centenas de metros acima do mar era incrível quando se parava para pensar, e toda aquela cultura, costumes, vegetação e fauna eram simplesmente demais, me fazendo desejar explorar cada canto de Skypiea. Colocava os pés no chão, enfim me sentindo novamente no mar de baixo, conseguindo compreender o motivo de acharem aquela terra sagrada, diante do contraste com o resto da ilha. E logo após nossa chegada, um rastro podia ser notado rapidamente por Diana e por mim, claramente vindo de Angel Island. — Hmm... Não parecem ser pegadas com rastro de sangue, portanto podemos descartar a ideia de alguém carregando um corpo ensanguentado? Ou talvez o mesmo ficou com os pés ensopados por carregar um cadáver num bote até aqui. — Começaria a olhar para as margens daquele lugar, tentando encontrar uma outra embarcação, afinal parecia ser o único modo de chegar até ali.

Mas, em seguida, olharia o caminho por onde ele havia ido, deixando de lado como exatamente estava o alvo no momento que passou por ali. — É... Hynno vai ter que esperar. Não podemos deixar essa pista escapar assim. — Puxaria o Den Den Mushi de meu peito, ligando rapidamente para o Piromaníaco enquanto prosseguiria com cautela com Diana. — Chegamos em Upper Yard, mas acho que não poderemos encontrá-lo agora. Segure as pontas por aí. Com sorte, a gente se esbarra. — E desligaria, afinal não estava aguardando respostas do mesmo, já que deveria estar em algum combate ou coisa do tipo. E, sendo assim, tendo um conhecimento muito mais aprimorado de rastreamento do que Diana, tentaria identificar as circunstâncias daquelas pegadas, como se ele mancava, se parecia carregar peso, se o sangue era fonte dele ou de algo que carregava, dentre outras informações relevantes. Tentaria também verificar a vegetação por onde ele seguiu, afinal galhos quebrados e amassados poderiam indicar que ele estava atravessando a vegetação mais espessa. — Mantenha suas pistolas prontas. Nunca se sabe quando poderemos encontrar algum inimigo agora. — Diria ao mesmo tempo que faria minhas lâminas saírem de meus punhos, pronto para qualquer surpresa desagradável.

Com meus ouvidos treinados e afiados, juntamente com meu Kenbunshoku, tentaria fazer uma varredura completa dos meus arredores, principalmente em tentar escutar a confusão que Hynno poderia estar fazendo ao longe dali. E com meus passos leves, dignos de um gatuno treinado como eu, tentaria manter minha presença oculta para qualquer outro que estivesse próximo, me dando a vantagem do predador naquela caçada.














Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySeg 18 Maio 2020, 13:48



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

As perguntas de Aaron quanto sobre os Shandians eram respondidas por Mikhan, que frisava a inimizade com eles. Todavia, isso parecia não nos afetar diretamente, pois, ainda que o ancião patriarca dos Shandians guerreasse a tempos com os Skypieanos, isso não nos retratava, afinal... éramos do mar abaixo; como nos chamam nessa ilha. Exatamente por não sermos de nenhum dos povos, basicamente nos tornava um grupo neutro.

No entanto, se o povo Shandian viesse a descobrir nossa aliança provisória com os Skypieanos, certamente pesaria na balança e eles viriam a nos enxergar como inimigos. Claro que isso é uma forma bruta de se considerar, já que, não sabemos qual é o nível de intelecto e diálogos com o tal povo. Se possuíssem um pouco de inteligência, certamente prefeririam evitar combate conosco, da mesma forma que os Skypieanos. Contudo, ainda devo considerar a pior hipótese para não ser pego de surpresa pelos Shandians.

Enquanto permanecia refletindo sobre as informações ditas pelo arcanjo, Aaron viria a questionar os tipos de armamentos, que por fim eram definidos como “Dials”. Os tais Dials possuíam dois tipos: auxilio e combate. A explicação sobre as armas especiais parecia realmente intrigante, afinal... ao ver a lâmpada da rua minúscula emitir luz, realmente parecia ser objetos uteis em combate.

Após Mikhan nos levar até o local do aliado de Byakushi que supostamente haveria sido morto, nada lá havia. O relato do arcanjo demonstrava espanto em seu tom de voz e principalmente face. ~ Hmm. Expressava estar pensativo enquanto ouvia as falas de Shido, bastante irrelevantes no momento. ~ Akuma no Mi! Atuação! Técnicas de controle dos batimentos cardíacos! Ilusão! Entre outras formas de ludibriar a mente humana, algumas que por sinal já experienciei, então não se apavore dessa forma, isso é até natural. Proferia com naturalidade com propósito de acalmar os nervos do celestial, que parecia não saber controlar muito bem suas emoções.

As pessoas tendem a ter medo ou pavor do desconhecido, mas quando ele se torna conhecido elas aceitam ou esquecem aqueles sentimentos iniciais. Todavia, cada passo dado é direcionado ao próprio desconhecido, o que pode ser bastante irônico, não?!

Após a saída de Aaron, dialogava com o arcanjo em busca de saber os possíveis territórios dos outros guardiões. Apesar de Mikhan estar colaborando de bom grado, ele informava sobre não poder ir junto, pois, teria que permanecer na cidade para assegurar a proteção dos habitantes. Era uma decisão burra, já que, Byakushi e seu grupo já haviam passado por lá e ceifado boa parte das vidas daquela cidade, porque raios iriam voltar? Obviamente que não voltariam, ainda mais se suspeitassem de uma aliança ou uma possível guerra adiante.

Ainda que viesse a convencer o arcanjo sobre sua tola decisão, ter como aliado um homem instável e ainda indeciso, seria deveras desconcertante. ~ Hmm... entendo. Diga-me o local e irei. No entanto, preciso de uma prova que você fez uma aliança conosco. Existe alguma forma de provar aos outros guardiões nossa aliança? Questionaria Mikham com proposito de extrair alguma prova verídica para mostrar aos outros guardiões, evitando combates desnecessários e diálogos prolongados.

Sem mais delongas, viria a recordar o mapa ao qual Cerviel teria mostrado e lembrar dos pontos específicos de toda ilha de Skypiea, graças minhas capacidades em geografia. ~ Altar do sacrifício parece ser o melhor local para se começar, caso não encontrar ninguém lá, seguirei para Upper Ruins. Diria enquanto refletia sobre os dois pontos até decidir ir em primeiro lugar para o tal altar. Algo parecia estar querendo me levar para lá, provavelmente a Deusa da Morte e mesmo que soubesse o motivo, não parecia ser tão importante para Deusa me querer lá, mas talvez houvesse algo a mais, algo que iria requerer minha atenção.  

Antes que viesse a seguir até o local determinado, perguntaria para Mikhan. ~ Quais são os nomes dos outros arcanjos, suas aparências, especialidades e etc. Seria útil já ter em mente isso e não perder tempo com formalidades desnecessárias, já que, estamos tentando ganhar tempo nesse conflito. Terminaria de proferir com intuito de obter informações dos outros arcanjos, pois que, seria muito mais fácil localizar eles pela aparência e habilidades.

Logo após extrair as informações necessárias de Mikhan, viria a proferir. ~ Compreendido. Vamos Lut e Shido. Falaria já começando a seguir rumo a região do altar. Durante o percurso, proferia para meu grupo. ~ Permaneçam alertas, pois, não sabemos das habilidades do povo Shandian ou das criaturas que habitam aqui. Falaria brevemente para expressar sagacidade e ao mesmo tempo liderança.

Assim que chegássemos na região do altar de sacrifício, viria a tentar buscar visualmente qualquer ser vivo. Percorreria os olhos por todo terreno, sendo pelas partes das enormes raízes até o topo dar árvores e assim por diante, com intuito de não só tentar encontrar alguém, como talvez alguma pista como sangue, fogo, rastros e etc. que possam ter deixado pelo território, mesmo inconscientemente. Não era minha especialidade rastrear, mas qualquer marca de batalha ou de sangue poderia instruir um caminho.

Obviamente que estaria alerta quanto a ataques, independe se fosse humano ou não, viria a bloquear o golpe ao utilizar o coxim de minha mão com objetivo de bloquear e defletir o ataque contra o alvo, ou arremessando de volta o próprio adversário, dependendo da investida que viesse. Considerando que pudesse encontrar algum dos arcanjos após analisar seu semblante e deduzir que poderia ser um deles, pela descrição descrita por Mikhan, viria a proferir. ~ Não somos inimigos! Possuo uma aliança com Mikhan e posso provar. Terminaria de proferir ao ter certeza de que aquele a minha frente seria um dos arcanjos. Falaria inicialmente já tentando evitar um ataque por parte do celestial, já que, poderiam nos confundir como sendo do povo de Shandian ou talvez aliados de Byakushi.

Entretanto, caso viesse a encontrar algum membro do povo dos Shandians, viria a proferir. ~ Estamos apenas de passagem, não temos qualquer desavença com seu povo e só busco um inimigo que veio do mar abaixo. Tentaria utilizar num primeiro momento a inteligência com palavras breves, diretas e verdadeiras; ainda que não revelasse todo contexto. Se fosse possível gostaria de evitar guerrear contra os Shandians, precisava preservar todas minhas forças para esmagar Byakushi impiedosamente. No entanto, se decidissem se intrometer em meu caminho ou tentasse nos intimidar, certamente mostrarei para eles com quem estão lidando! Aquele que foi denominado pela própria Deusa da Morte como uma Calamidade, certamente será um infortúnio para eles e uma benção para Deusa, em razão de que ela viria a receber as almas desses impuros e reles seres celestiais.
Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptyQui 21 Maio 2020, 13:02



THE CALAMITIES


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Post 3 - Morto?




Gamma



Agora é matar ou morrer. Domar aquela serpente gigante se mostrou uma tarefa perigosa demais e isso havia ficado claro até mesmo para alguém com a mente insana como Hynno. O momento de decisão do piromaníaco aconteceu quando ele viu Tobio ficar com o pé preso em umas raízes no momento que estava sendo perseguido pela cobra, algo que certamente iria resultar em sua morte.

Com dashes em alta velocidade fazendo uso do Soru, o espadachim avançou na direção do mink ao mesmo tempo que acendia com um isqueiro algumas dinamites que seriam essenciais para parar o réptil colossal. Enquanto os explosivos seriam jogados dentro da boca da cobra, Hynno faria uso de suas habilidades para cortar as raízes que prendiam Tobio e assim tirá-lo de perigo.

- Puta que pariu, acho que me caguei!! - Gritou o coelho sem sequer agradecer pela ajuda.

Quando as bombas explodiram dentro da barriga da serpente, sua agressividade diminuiu por conta do inchaço de seu estômago e do arroto de fumaça que ela liberou em seguida fazendo-a ficar levemente atordoada. Poucos segundos seriam suficientes para fazer o animal gigante se recuperar e voltar a avançar com violência pra cima do humano espadachim para abocanhá-lo com suas presas enormes. Hynno já estava preparado para isso e portanto conseguiu desviar com eficiência da mordida e contra-atacar com um corte seguido de uma estocada no olho da cobra. O corte foi feito com a Jigoku, a espada flamejante, enquanto a estocada com a espada de gelo, Ymir.

Talvez para a surpresa de Hynno, nenhum dos dois ataques foi realmente efetivo em tirar a vida da serpente, apesar do corte ter causado um sério ferimento no rosto do réptil e a perfuração de seu olho ter lhe deixado parcialmente cega (mas acredito que cobras tenham outras maneiras de detectar suas presas). Agora ainda mais irritado por conta da dor, o colosso revidou agitando sua cabeça e cauda para tentar atingir o espadachim e jogá-lo para cima.

No ar as opções do piromaníaco para se esquivar eram bem mais limitadas, portanto a cobra apenas a abriria a boca e esperaria a chegada fácil do seu almoço, pois bastaria uma mordida dela para o aço de Hynno ser penetrado pelas suas presas gigantes e assim fazer seu veneno mortal ser injetado na corrente sanguínea do humano que por sua vez acabaria sendo digerido no enorme estômago do réptil celeste.

- É… Morreu. Foi bom te conhecer, amigo. - Disse Tobio abaixando a cabeça e levando a mão ao peito para fazer um minuto de silêncio.

E seria mais ou menos nessa hora que o Den Den Mushi de Hynno receberia a ligação de Aaron, mas será que ele estava em um bom momento para atendê-la?

OFF:
 




Beta



Formado por Diana, Aaron e tudo aquilo que vive dentro de seu pântano, o grupo Beta seguiu na direção do Upper Yard com a intenção de se reunir com Hynno e explicar para ele de maneira adequada todas as informações adquiridas com Mikhan. Na passagem pela ponte de nuvens o ruivo se deu conta de que já havia tido contato anteriormente com um Dial e até mesmo tinha posse de um. Quando encontraram aquelas pegadas de sangue nas terras da Upper Yard, a dupla decidiu que seria melhor aproveitar essa oportunidade e seguir a pista que tinham, portanto Aaron apenas ligou para Hynno e o avisou a respeito.

- Aqui nessa floresta o responsável por essas pegadas não é o único que pode se tornar uma ameaça, não sabemos o que podemos encontrar então vamos ficar duas vezes mais atentos. - Disse a sereia puxando uma de suas pistolas e julgando que deixar a outra mão livre poderia ser melhor por enquanto.

A mulher iria na frente fazendo o papel de rastreadora, enquanto isso Aaron botaria seus ouvidos e seu Kenbunshoku em ação para tentar detectar algo de suspeito nos arredores. A partir de um certo ponto seguindo as pegadas, Diana perceberia algo que a faria parar e se abaixar para tocar o rastro de sangue.

- Está fresco… Isso é recente. - Comentou ela analisando com um olhar cerrado o líquido rubro que havia no chão.

Isso só podia significar que a pessoa que estava deixando essas pegadas havia passado ali há pouco tempo. Por falar nas pegadas, elas eram do tamanho e formato de um humano normal que provavelmente estaria usando um calçado fechado, provavelmente um sapato. E a resposta para a charada de quem esse seria não iria durar muito, pois logo adiante na floresta seria possível ver um homem ensanguentado que aparentemente estava falando alguma coisa sozinho. Este tinha cabelos vermelhos cuja cor se misturava com o sangue que manchava e escorria de sua testa, porém ainda era difícil saber se esse era dele ou da vítima sobre seus pés. O homem tinha ainda a cor bastante pálida, um olhar vago e diversas cicatrizes pelo corpo que indicavam um grande número de ferimentos no passado.

Sobre a vítima que estava aparentemente morta no chão, era também do sexo masculino, não usava uma camisa e era possível perceber o par de asas que deixavam claro se tratar de um habitante de Skypiea, e julgar pela diferença física desse que era mais tribal do que urbano, dava pra arriscar dizer que era um shandian. O ruivo em pé diante do celestial estava segurando um olho e o sangue deste ainda escorria pela luva que cobria sua mão, e se isso já não fosse bizarro o bastante, o desconhecido ainda comeu o globo ocular arrancado do celestial derrotado.

- … - Ao ver tal cena, a atiradora não esboçou surpresa ou qualquer feição de nojo, na verdade no fundo ela até sentiu uma certa familiaridade.

Talvez houvesse a possibilidade de Aaron e Diana tentarem um primeiro contato mais calmo e de certa forma amigável para saber quem realmente era esse canibal, mas no instante que o primeiro ruído feito pela falta de furtividade da sereiana foi ouvido por ele, o ruivo ferido arregalou os olhos e girou o pescoço para encará-los com uma estranha mistura de medo e fúria.

- GREAAAAAAAAARRRR!

Julgando pelos possíveis ferimentos que o homem carregava e pela quantidade de sangue que já havia perdido, seria impossível saber que ele era tão rápido a ponto de encurtar a distância entre eles em tão pouco tempo, mas ainda não era o bastante para ser uma ameaça. Diana ergueu sua pistola e disparou contra o canibal, mas este, mesmo sendo atingido, não parou sua investia, apenas soltou mais um grunhido bizarro e atacou a sereia com um chute, somente porque era ela que estava um passo à frente durante a investigação das pegadas, caso contrário seu alvo teria sido a Calamidade.

Diante disso, qual reação Aaron teria para proteger sua companheira?

OFF:
 



Alfa



Masimos não fez questão de insistir ou achar maneiras que fizessem o arcanjo abandonar a cidade dos anjos para acompanhá-lo na viagem por Upper Yard. O único pedido da Calamidade era para que lhe fosse dado algo que comprovasse a veracidade da aliança entre eles. Ao ouvir a pergunta do titã, Mikhan coçou o queixo e ficou pensativo tentando achar algo que encaixasse na exigência do Emissário. Pela dificuldade do celestial é bem possível de que algo do tipo nunca foi necessário antes, portanto ele não fazia ideia do que poderia dar ao tritão.

- Precisa ser algo que não possam achar que você roubou ou forjou… Algo que somente um de nós saberia o que é… Hmmmm. Já sei! - E depois de alguns longos segundos pensando, Mikhan finalmente parecia ter chegado a uma boa opção. - Se for necessário diga a eles a seguinte frase: Non nobis Domine, non nobis sed nomini tuo ad gloriam. Significa "não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome", é uma frase usada entre nós, membros do Exército Divino, para Deus.

Para alguém com a mente de Masimos decorar tal frase mesmo ouvindo-a uma vez não seria um problema, na verdade o problema talvez estivesse no significado dela e na ousadia do arcanjo em querer que ela saia da boca do Emissário da Morte. Se não for algo digno de irritar a Calamidade, provavelmente o faria dar risada, pois essa ser a única maneira de provar uma aliança com o povo do céu mostrava quão distintos eles eram. Se fosse o caso de ser inadmissível para Masimos dizer isso, independente dele dar risada ou não, então Mikhan voltaria a ficar pensativo para achar outra opção.

- Ok, ok, desculpa… Vou tentar pensar em outra coisa. AH! Já sei! Haha, como não pensei nisso antes? - Dito isso o arcanjo andou até o interior de uma residência próxima e começou a procurar por algo, até que finalmente retornou carregando um dos já citados Dials. - Aqui quem fala é o Arcanjo Mikhan para confirmar que sim, eu fiz uma aliança com esses homens do Mar Azul que possuem o mesmo inimigo que nós. Non nobis Domine, non nobis sed nomini tuo ad gloriam. - E depois de dizer isso bem próximo da concha, Mikhan apertou um botão no Dial e essa mesma frase se repetiu com a sua voz saindo do aparelho. - Isso é um Tone Dial. Ele serve para reproduzir sons que foram gravados previamente através desse botão. Aperte para reproduzir e segure para gravar, então se for preciso basta apertar uma vez e acredito que qualquer um de meus irmãos entenderá.

Comparado ao tamanho do tritão o Tone Dial era minúsculo, mas mesmo com dificuldade o tal botão ainda podia ser apertado. Depois que já tivesse o item (ou só a frase) que comprova a aliança, Masimos poderia começar a estudar o caminho que faria pela Upper Yard para achar os demais aliados ou qualquer inimigo que seja.

Antes de partir o Emissário também perguntou sobre os outros arcanjos, e fazendo uso de um Vision Dial encontrado na mesma casa de antes, Mikhan mostrou fotos dos seus irmãos (todas elas são do civil residente ao lado de um dos arcanjos, algo como um fã tirando foto junto ao ídolo) e deu o nome do EDC primário de cada um sem dar detalhes sobre as especializações, além disso usou palavras chaves para definir a personalidade deles, porém suas descrições eram bem simples. O Deus citado várias vezes por ele não apareceu nas fotos e muito menos foi citado.

- Rakhan é um arqueiro, ele é bastante inteligente, mas se acha demais por causa disso; Gakhan também é espadachim, honra define ela bem, além de ser séria a maior parte do tempo; e por fim temos Lufihar, outro espadachim e sua personalidade destoa bastante da nossa, digamos que ele é arteiro e um tanto quanto rebelde. - A falta de detalhes apresentados faria Masimos facilmente concluir que o arcanjo estava escondendo informações, um sinal de que ele não confia tanto assim na Calamidade, mas se a situação fosse contrária, o tritão provavelmente também faria o mesmo. - Boa sorte. Quando reunir todos voltem aqui e montamos uma estratégia para avançar. - E se despedindo do pirata, o espadachim seguiu rumo ao esconderijo dos sobreviventes de Angel Island.

Para chegarem até Upper Yard, Mikhan indicou um caminho alternativo ao usado por Aaron e Diana, pois este o faria chegar mais rápido até o altar mencionado antes. Ainda era necessário passar pela Milky Way em um meionde transporte feito para esse tipo de navegação, portanto a viagem não iria demorar muito se a Equipe Alfa optasse por continuar no veículo seguindo a estrada de nuvens até chegar no Altar de Sacrifício. Entretanto, se Masimos achasse melhor ir por terra firme, tanto faz, no fim nada de interessante aconteceria em ambos os casos.

- Esses dials são realmente fascinantes. - Comentaria Shido durante a viagem (independente de quanto tempo foi) que passou praticamente o tempo todo analisando o Breath Dial que empurrava o barquinho pela Milky Way. Enquanto ele e Lut dividiam tranquilamente um, Masimos precisava seguir sozinho em um outro que mal cabia ele, o que comprova que o povo do céu não tem pessoas muito grandes.

Graças a visão do tritão, o enorme altar de pedra já poderia ser visto muito antes deles chegarem nele, porém o visual da construção ssria a última coisa a chamar a atenção de Masimos nesse momento. Uma flecha vinda do altar veio na direção deles em alta velocidade e mesmo a visão avantajada do homem-carpa não seria capaz de enxergar o ataque se o Kenbunshoku do Emissário não ajudasse nesse trabalho. Os poderes da Nikyu Nikyu no Mi seriam suficientes pra repelir as flechas que não paravam de vir na direção deles, e aqui o tamanho do tritão passaria a ser uma vantagem, pois Shido e Luthiem podiam se proteger ficando atrás da muralha de carne.

- Mestre, se quiser eu posso mergulhar nas nuvens e tentar chegar ao atirador por outra direção. - Sugeriria Lut em meio aos ataques, porém provavelmente isso não seria necessário já que Masimos sabe que existe um arcanjo arqueiro chamado Rakhan.

A distância deles do altar ainda era muito grande no momento que o ataque começou, o que torna admirável o alcance da mira do arcanjo, mas o pior é que provavelmente os ouvidos do arqueiro não eram tão bons quanto sua vista, logo não poderiam falar da aliança sem estarem próximos. O desafio agora seria chegar lá em segurança, mas da mesma maneira que o ataque do celestial era preciso, a defesa de Masimos também era.

A experiência da Calamidade em combate rapidamente apontariam para a conclusão de que havia algo de errado nesses ataques. O intervalo entre eles e a falta de variedade nos estilos de disparo indicavam que o atirador não era tão poderoso ou então que não estava dando tudo de si. Sabendo que eles estão em uma guerra e matar os inimigos é a única opção, Masimos só poderia concluir que a razão para a fraqueza desses ataques era reflexo de uma saúde debilitada do arqueiro.

Talvez se o arcanjo atacante estivesse usando todo o seu potencial, o trio Alfa não teria conseguido chegar no altar com tamanha facilidade, e quando lá chegaram poderiam confirmar todas as teorias do tritão ao encontrar o arcanjo Rakhan gravemente ferido tentando inutilmente acertá-los com disparos de flechas comuns.

Rakhan 100%:
 

- É… Pelas feridas dele acho que não vai durar muito sem um médico, eu no máximo consigo fazer os primeiros socorros. Podemos tentar chamar o Aaron para cá ou então usar uma das seringas regenerativas, ainda temos duas. - Diria o cientista ao analisar brevemente o estado de saúde de Rakhan e a quantidade de sangue que ele estava perdendo e já havia perdido por conta das diversas e violentas feridas pelo seu corpo.

- Desgraçados do Mar Azul… Eu vou matá-los!! - Anunciou com a voz fraca o skypieano que mirava  mais um ataque ao trio, mas seria agora que o tritão mostraria o áudio do Tone Dial e o arcanjo rapidamente abaixaria suas mãos trêmulas e ensanguentadas. Apesar de cessar o ataque, ele ainda se mostrava receoso quanto aos desconhecidos. - Tsc… Maldito Mikhan fazendo alianças com esse povo. Quem são vocês e por que eu deveria acreditar que estão do nosso lado ao invés de serem mais membros do grupo sádico daquele demônio? Desculpe… Crghhoff! Crhoff! Mas não sou tão ingênuo quanto meu irmão. - E mesmo à beira da morte, o arcanjo ainda questionava se o trio era mesmo confiável.

Talvez a resistência dos habitantes do céu fosse naturalmente alta e o celestial não morresse por conta dessas feridas, porém se Masimos achasse válido gastar recursos para curar o arcanjo, Shido então faria isso sem problema nenhum.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySeg 25 Maio 2020, 15:08



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Após exigir do arcanjo algo que pudesse comprovar nossa aliança, evitando combates contra o povo dele e principalmente os guardiões com intuito de agilizar a busca, Mikhan proferia uma frase em um dialeto antigo; que obviamente viria a reconhecer, apesar de a muito tempo estar morto pela Grand Line.

A frase certamente havia me aborrecido, apesar de não demonstrar inicialmente. Proferir tais palavras que insinuam a existência de outra entidade, seria o mesmo que ofender a minha amada Deusa e isso é algo inconcebível perante mim! Entretanto, isso era apenas uma frase sem qualquer sentimento de minha parte, então logicamente, não haveria motivos relevantes para não usar ela em prol de provar minha aliança com Mikhan. Afinal, mesmo diante de outros divindades, no fim... será a Deusa da Morte que ceifara suas existências, já que, a Morte é o fim de tudo.

Todavia, ainda sim era difícil para mim aceitar proferir tais palavras de minha boca. Provavelmente isso poderia ser um teste de minha amada, para ver até onde estou disposto a sacrificar para chegar aos meus objetivos. No entanto, jamais ousaria pronunciar uma frase que pudesse reverenciar qualquer outro/outra divindade, não ser é claro a minha deslumbrante e amada Deusa. ~ Sinto que há um conflito entre nossas opiniões, mas gostaria de evitar se possível tal discussão. Mas de forma resumida... é inaceitável para mim falar essa frase, pois, sou devoto a Deusa da Morte. Existe outra forma? Indagaria fintando nos olhos do celestial enquanto expressaria seriedade.

O arcanjo parecia aceitar minha opinião de bom grado referente nosso diálogo. Em seguida, ele puxava o que parecia ser um tipo de concha, ou algo do gênero, e proferia o mesmo de antes. Logo após, Mikhan pressionava um botão no objeto e sua frase de antes era enunciada seguidamente. ~ Hmm... Interessante. Diria fascinado com o objeto e logo deduzindo que poderia ser os tais Dials que outrora o arcanjo havia comentado, ao qual eram utilizados como equipamentos e armamentos pelo povo celestial.

Após guardar o item dentro do bolso, Mikhan pegava outro Dial e mostrava as aparências dos outros arcanjos, apresentando outro dispositivo intrigante, enquanto aguardaria ele revelar os estilos de combate e entre outros fatores importantes dos arcanjos. Havia suposto que ele poderia perguntar o motivo de eu querer saber tudo além de suas aparências, mas pelo visto o arcanjo estava acreditando fielmente em nossa aliança. Era lógico que não iria quebrar minha palavra, entretanto, revelar tudo assim de mão beijada poderia ser um erro fatal, pois é como o antigo ditado: os aliados de hoje podem ser os inimigos de amanhã.

Já estava preparado para caso ele viesse questionar minhas perguntas, já que, bastava saber as aparências e seria suficiente; considerando um pensamento por parte do celestial. Mas suficiente para ele, não para mim. Era evidente que confiar apenas na aparência poderia ser um erro tolo, principalmente quando se trata de inimigos com habilidades incomuns e akumas no mi. Ludibriar, enganar e entre outros truques poderiam ser usados, e apesar de confiar em meus instintos, analises e intelecto, não poderia subestimar meus adversários e suas capacidades, já havia feito isso há tempos atrás.

Conforme Mikhan falava sobre os guardiões, conseguia perceber que o mesmo estava revelando pouco sobre eles, só o básico por assim dizer. Era astuto no fim, talvez ele ache que não iria perceber, entretanto, minhas capacidades analíticas faziam notar facilmente sua redução de informações referente aos arcanjos; uma sábia decisão, nada mal mesmo. Se eu estivesse no lugar dele, sem sombra de dúvidas faria o mesmo, ainda que com certeza melhor do que ele. A importância da informação não é em si a quantidade, mas sim a relevância que ela possuirá num futuro próximo. Mas poucos tendem a compreender tal lógica.

Após analisar o mapa, junto das indicações do Arcanjo, optava por usar o veículo que nos levaria pelo trajeto mais rápido, ainda que parecesse um pouco mais complexo o percurso. A estrada levaria até Upper Yard onde duas rotas estariam presentes: altar do sacrifício e Upper Ruins. Enfim escolhia ir até o tal de Altar de Sacrifício, pois, parecia ser um ponto mais importante para esse povo, ainda que estivesse mais intrigado e ver o local.

~ Vamos Lut, Shido. Proferia ao pegar o dirigível e seguir pela estrada Milky Way. Acabava sendo necessário dois veículos devido meu porte, mas definitivamente era mais rápido que ir por terra firme. Percebendo o tamanho dos veículos era fácil deduzir que meio gigantes ou gigantes era bastante improvável em tal ilha; ainda que fosse apenas uma suposição superficial.

Havia tomado a frente para nos levar até o local do altar e após um tempo dirigindo pela via de nuvens, conseguia visualizar de longe um enorme altar em meio a uma selva e lago. Porém, antes de chegarmos uma chuva de flechas viria em nossa direção. Mas antes mesmo de vir, já havia pressentido o perigo e visualizado o ataque. ~Vamos ser atacados, permaneçam atrás de mim! Falaria em um tom de voz alto para o veiculo atrás onde estariam Lut e Shido.

Sem delongas, várias flechas surgiriam e enquanto controlava o dirigível com a mão esquerda, a direita serviria para defletir os objetos para os lados e frente, evitando todos e qualquer dano. Mas continuar naquela situação seria problemático, principalmente por estarmos longe do altar. Luthien sugeria ir pelo mar de nuvens para franquear o atirador e assim possibilitar nossa chegada com maior eficiência, no entanto, não seria necessário. ~ Espere Lut! Acho que sei quem é o atirador. Falaria ao tentar encontrar a localização do arqueiro.

Mikhan havia dito que um dos arcanjos era arqueiro, o que poderia supor que nosso inimigo era Rakhan; um dos guardiões. Pelo visto parece ser típico deles atacarem sem antes saber se é inimigo ou aliado. Mas supondo que somos desconhecidos e que houve ataques, parece mais viável atacar do que esperar ser atacado, não nego que é uma tática eficiente apesar de arcaica.

Enquanto tentava visualizar o local de onde as flechas sairiam, conseguia perceber durante os ataques que a força e velocidade estavam variando muito. Já havia defletido o poder de Mikhan e não era alguém fraco. Entretanto, o poder dessas flechas estava decaindo muito desde a primeira. A vantagem dele é realmente alta, já que, pode atacar a essa distância. Atiradores são usuários bastantes problemáticos para se lidar, apesar de possuírem pontos fracos a curta distância. Entretanto, se esse for mesmo alguém equivalente a Mikhan, só posso afirmar que ele deve estar ferido ou cansado. Talvez esses ataques seja para recuarmos, protegendo sua região e evitando mais combate enquanto está debilitado. Claro que alguém sem um pingo de raciocínio ou intelecto viria a recuar, mas não eu, óbvio.

Até chegar no altar continuaria a defletir os ataques evitando ferimentos e danos ao dirigível, demandando certo foco, persistência e previsão até que viria a ter êxito em minha chegada até o altar do sacrifício e ver que minhas deduções estariam corretas.

Shido logo visualizou o estado do arcanjo e informou que era grave, mas isso qualquer um poderia concluir. ~ De fato, Shido. Mas não, as seringas são para situações de extrema emergência. Era óbvio que as seringas eram um último recurso, desperdiçar elas só por algumas feridas seriam tolice. Em seguida, o arqueiro começava a falar e mostrar mais hostilidade, prestes a atacar novamente. ~ Acalme-se, Rakhan! Diria ao empunhar de meu bolso o Tone Dial e mostrar a mensagem. ~ Estou em uma aliança com Mikhan, o que logo significa ser uma aliança com todos os guardiões. Voltaria a guardar o item dentro do bolso e me aproximaria vagarosamente do arcanjo.

~ Suas palavras tem lógica e possuem astucia, aprecio isso. Entretanto, acredito que seja mais lógico ainda, nossa falta de ofensiva perante você... mesmo nesse estado debilitado; talvez seja a falta de sangue, mas se for parar para refletir e se fossemos seus inimigos, porque estaríamos tentando dialogar ao invés de apenas lhe atacar?! Diria ao cruzar os braços e fintar o arcanjo em seus olhos enquanto expressaria sagacidade. ~ Não só o Dial é uma prova, mas também pelo fato de não termos lhe desferido qualquer ataque. Mesmo que sua ofensiva de agora pouco, ainda assim, não iremos lhe atacar. Faria uma pausa em minhas palavras para que Rakhan compreendesse o ponto de minha lógica. ~ Concordo com você referente a seu irmão, que ele possa ser ingênuo até certo ponto, mas burro sem dúvidas que não. Se estiver disposto a confiar em Mikhan, mesmo sabendo das fraquezas e tendo em mente as qualidades, demonstre isso acreditando nele, não em nós. Falaria ao colocar a mão no ombro de Shido. ~ Meu aliado aqui estará disposto a lhe prestar os primeiros socorros, mas até que ponto você é leal e confia em seu irmão para deixá-lo lhe ajudar? Shido não havia demonstrado medo em querer ajudar, pois, sabia que eu estava ali para lhe proteger se fosse preciso.

Caso o celestial viesse a aceitar a ajuda ou negar, viria a responder à pergunta dele inicialmente. ~ A verdade é que eu, Masimos Titã Howker, vim especialmente para essa ilha em busca de Byakushi; um pirata que ousa se denominar como Calamidade Morte. Acabei encontrando Mikhan em Angel Island e como ele estava protegendo aquela região, ficou incapacitado de ir em busca de vocês. Após afirmar uma aliança com ele, evitando assim combate entre nós desnecessariamente, foi com objetivo de guerrear contra Byakushi e seus comparsas. Estou em busca de vingança e pelo visto vocês também, já que, Byakushi e sua trupe criaram desordem em sua ilha. Existe um ditado para isso: o inimigo do meu inimigo é meu amigo. Agora se é tão inteligente quanto Mikhan disse... acho que é o suficiente para demonstrar veracidade em minhas palavras. Terminaria de proferir e caso o arcanjo viesse a acreditar, o que obviamente não estaria mentindo e expressaria isso tanto em minha face, olhar e em cada silaba das palavras, viria a ouvir sua resposta com atenção.

Em seguida ao ouvir a resposta do arcanjo, viria a observar todo redor, principalmente o altar e questionar a situação. ~ O que aconteceu aqui? Quem foi que lhe deixou nesse estado? E os outros guardiões... sabe seus paradeiros? Perguntaria com objetivo de entender quais seriam nossos oponentes e principalmente seus poderes, seria deveras útil na guerra contra Byakushi.

Após dialogar com o guardião celestial, viria a falar com Shido. ~ Retorne para Angel Island e leve Rakhan junto, use o veículo e mesma rota para ir mais rápido e ache Mikhan. Lhe deixarei incumbido dessa tarefa. Terminaria de proferir sabendo que Shido era cientista e possuía boa noção de cuidados médicos. Claro que seria muito melhor chamar Aaron para tratar eficientemente todos os danos de Rakhan, mas até ele vir poderia demorar muito tempo e ainda me restavam dois arcanjos desaparecidos. Tudo era questão de tempo e quanto mais rápido eu encontrasse os arcanjos celestiais, mais rápido minha vingança encontrará o maldito Byakushi.
Histórico:
 



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptyQua 27 Maio 2020, 18:06




POST

4


10º Capítulo
Parabellum!




POST 4
Flesh Hunger




Havia passado um tempo desde que não sentia aquela pulsação única de minhas veias saltando pelo pescoço enquanto a respiração se tornava gradualmente mais ofegante. Os olhos ágeis e afiados percorriam toda a zona de visão em milésimos de segundos: indícios claros de que havia entrado em uma nova caçada. As adagas em minhas mãos eram seguradas com uma firmeza respeitável, mas ainda assim parecia que sequer sentia a pressão de meus dedos nela de tão natural que era aquela sensação. Com um aceno de cabeça, indicava que havia compreendido a mensagem de minha parceira, prosseguindo entre as árvores, entre as sombras, em rumo ao desconhecido.

Com a detecção de um alvo, esticaria a mão de forma sutil para interromper o andar de Diana, fazendo-a fitar também a mesma direção que eu estava vendo. A vítima demonstrava ser um dos shandians, mas a questão era: como o seu algoz havia tido a oportunidade de confrontá-lo se ele havia vindo diretamente de Angel Island? Se eu havia entendido bem, onde estávamos antes era local dos Skypieans, e o alvo que estávamos rastreando havia vindo diretamente de lá, aparentemente um aliado de Byakushi, mas então por que ele estava daquele jeito decrépito? E como havia encontrado uma vítima daquelas fora de sua terra natal? Pois, a não ser que ele havia esbarrado com o nativo por ali, algo muito estranho estava acontecendo.

Não houve muito tempo de reação, pois pela falta de prática em manter-se oculta, Diana acabava por chamar atenção sem querer, desencadeando um ataque rápido contra sua direção. Meus dentes rangiam e meu corpo já estava se movendo quando via a sereia ser atingida por um chute, me fazendo concluir certas peculiaridades naquela pequena fração de segundo. ~ Para alguém que está grunhindo que nem uma besta, pareceu se conter bastante para dar um chute e não uma mordida. Ou talvez ainda reste resquícios de racionalidade, como acontece com Diana quando se descontrola? ~ O pensamento era ágil o bastante para me fazer agir no instante em que o corpo de Diana estava indo para trás, após o chute recebido.

Com uma jogada de pernas, somado com a desestruturação do formato de meu corpo para algo mais maleável, utilizaria o corpo de minha aliada como cobertura para ocultar minha investida e, no último instante, passaria por cima de seu ombro em forma lamacenta para me projetar em direção ao canibal. Com o formato corporal mais fino, tentaria alcançar o topo do seu corpo enquanto sua perna ainda estivesse esticada. Com um forte impacto de minha lama em seu peito, começaria a produzir ainda mais do meu elemento para que se espalhasse ao redor do corpo do canibal, quase como uma infecção que não o largaria de forma nenhuma. Quando a parte superior de seu corpo estivesse quase toda coberta de lama, só então eu iria ressurgir de dentro do próprio pântano, com a mão esticada em direção ao centro daquele elemento. — Acho que contive esse. Está tudo bem por aí, Diana? — Perguntaria, ainda de olhos vidrados no oponente. Dessa forma, começaria a produzir mais e mais lama para cobrir suas pernas, até deixar só o seu rosto exposto, como se estivesse selado num casulo.

Caso tudo isso fosse ocorrendo conforme o planejado, manteria meus olhos no alvo enquanto tentaria resgatar algum resquício de sua sanidade. — Imagino que me entenda bem. O que aconteceu por aqui? Você que enfrentou Mikhan em Angel Island? — Durante minha fala, mais lama iria cobrir sua cabeça, começando por sua nuca, deixando-o numa terrível sensação de claustrofobia. — E imagino que saiba onde Byakushi se encontra, não é mesmo? É melhor ir falando. Sei que não teme a morte, mas posso ser muito pior do que isso. — Com uma voz serena, tranquila e sem emoções, demonstraria uma frieza macabra ao lidar com aquela vida como se fosse algo super trivial. Tendo as respostas necessárias, olharia para a Diana para confirmar se haveriam mais perguntas para que, logo em seguida, eu começasse a encher os pulmões do canibal com lama, deixando-o se afogar lentamente em agonia enquanto seguraria o seu corpo em meu pântano.

Entretanto, tudo isso poderia se demonstrar diferente caso o alvo reagisse em uma batalha mais igualitária. Caso ele desviasse da minha primeira disparada, iria me recompor logo após no chão atrás do mesmo, estruturando a lama em meu corpo novamente. Mas não seria uma pausa longa, pois logo após retomar a estrutura corporal novamente, pularia em direção do mesmo com as adagas em punhos, mergulhando para estocá-las em seu peito como uma chuva fina e quase imperceptível. A rápida estocada, coberta por uma camada espessa de meu Busoushoku no Haki, me faria engatar já no meu outro corte, dando um tempo para que Diana pudesse reagir e atirar no homem.

Com o golpe bem sucedido ou falho, não importava, pois saltaria logo em seguida para contornar o meu oponente, tentando me jogar para as costas do mesmo. Dali, viraria em um movimento giratório com as lâminas esticadas, esperando abrir um enorme rasgo no meio da sua coluna. Esperaria que aquilo me desse a oportunidade de ouro de esticar minha outra mão e disparar uma massiva quantidade de lama, que iria agarrando-o e cobrindo até que ficasse imobilizado, me permitindo estar onde eu gostaria de estar no primeiro momento.

Caso o oponente fosse abatido e tivesse revelado alguma informação útil, não iria esperar muito tempo e comunicaria a Masimos o quanto antes. Entretanto, se nada conclusivo tivesse sido feito, iria aguardar para importuná-lo quando fosse realmente necessário. E, assim, me aproximaria do corpo do Shandian, analisando a origem de seus ferimentos, assim como toda a história que um cadáver poderia me trazer, assim como seus pertences pessoais. Tentaria, acima de tudo, elucidar a questão que havia me intrigado no instante em que eu havia colocado os olhos nele, mas mantendo a atenção para um novo oponente surpresa. — Bem... Não poderemos ficar muito tempo aqui. Com certeza chamamos atenção. Vamos prosseguir. — Diria, guardando em meu pântano os corpos para serem analisados com mais calma depois, caso eu julgasse ser necessário, partindo em direção no qual as pistas fossem me indicando, esperando encontrar o quanto antes o assentamento Shandian ou, quem sabe, as próprias Falsas Calamidades.









Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos







Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptyDom 31 Maio 2020, 01:29


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 04 | Localização: Upper Yard




Havia salvado o mink a tempo, também havia jogado duas dinamites boca adentro da serpente colossal, Cuddles estava salvo, o réptil diminuía o ímpeto ofensivo, o psicopata achava que as explosões poderiam ser o suficiente para eliminar o colosso, mas se mostrava uma falha. O animal apenas arrotava a fumaça causada pela explosão dentro dele e ficava atordoada, e era só isso. Não era apenas louco, tinha uma contraofensiva, para caso o colosso viesse para cima e foi o que ele havia feito, mas no final, não conseguia finaliza-lo, seu corte com Jigoku não era forte o suficiente para cortar parte da cabeça do réptil e no final, apenas ficava cega de um olho, mas serpente tinha outros métodos de enxergar, ela tinha o olfato, ela tinha a língua dela que poderia botar para fora e captar partículas, cascavel e outras conseguem perceber a presença da presa, que no exemplo, é o próprio psicopata, sentindo o calor que vem do corpo. O colosso agora estava cego do olho esquerdo, pois seus ataques haviam sido para aquele lado, mas como havia citado anteriormente, aquilo não iria impedir a serpente de continuar a ofensiva, mas o objetivo não era cega-la, mas sim, ter força o suficiente para cortar parte da cabeça da mesma, mas o resultado, havia sido péssimo e agora, ela vinha contra ele.

Com aquela ofensiva com a cabeça e cauda, o pirata era levantado para o ar, um local fácil de ser pego. A serpente simplesmente ficava de boca aberta, esperando a comida cair direto na boca e nesse momento, o caracol tocava, mas não tinha tempo o suficiente para atender, por isso, apenas ignorava. – Cala a boca e ajuda, Tobio! Gritava para o mink, enquanto buscava girar seu corpo e peso para a direita e sair da queda livre para a boca do colosso, empunhava ainda suas duas espadas e buscaria cair de pé, com seus pés enegrecidos com o haki para “amortecer” a queda, mas se cair de pé não fosse possível, procuraria enegrecer partes vitais de como ele fosse cair, se fosse de costas, seria as costas e a parte de trás da cabeça, se acontecesse de cair de barriga para baixo, soltaria suas espadas para se concentrar na queda, mas teria um porém, se consegui apoio e caísse de pé, seguiria o primeiro, não soltaria as espadas e enegreceria os pés, mas se não conseguisse um balanço para cair de pé, soltaria elas e focaria seu haki nas partes vitais, braços e pernas para impactar no chão e minimizar o máximo de dano possível.

Uma vez pousando, guardaria Ymir de volta na bainha e se prepararia para uma ofensiva, “O Barril de Amontilado”. A jigoku incandescente estava na mão esquerda e a lâmina inclinada para aquele lado, sua perna esquerda estava à frente da direita, só que a esquerda estava dobrada e sua espada ficava ainda mais vermelha do que já era e estava, a concentração durava alguns segundos e então, começava a execução da técnica. Sua velocidade era incrível e a primeira parte, consistia em parar por alguns segundos para mudar a inclinação de Jigoku para a direita e então, voltava a segunda parte da técnica. O objetivo final? Cortar a serpente, se seria o suficiente? Não sabia, mas após a execução da mesma e sem pensar duas vezes, sacava Ymir com a mão direita, já executando um corte na diagonal, de baixo para cima e da esquerda para a direita, a espada infernal varia o corte oposto, assim, formando um “X”. E vale ressaltar que em toda a execução, do “O barril de Amontilado” e dos dois cortes, as espadas estariam enegrecidas com o haki do armamento, além de causar queimadura com os cortes de Jigoku. Após aquelas três ofensivas, procuraria se afastar da serpente, numa distância segura para não ser atingido por sua cauda, mas tendo uma posição para ver Cuddles e Orochimaru.

Se o réptil viesse com a cauda, ao invés de vir numa investida para abocanhar ou morder, Hynno prestaria atenção pois, se fosse que nem o de antes, de cima para baixo, daria um salto para a diagonal direita e então, faria sushi. Dois golpes simultâneos, de cima para baixo e com ambas as lâminas enegrecidas e uma delas, pegando fogo. Seu objetivo ali era cortar boa parte da cauda dela e acabar com um dos problemas, o resto, poderia ser fácil de finalizar. Se o movimento da cauda do réptil fosse na diagonal, Hynno procuraria se esquivar para a diagonal oposta e então, tentaria fazer um corte em “X” com Jigoku e Ymir na cauda da serpente, todas as suas tentativas, eram para cortar o membro do réptil colossal e fazer desfalque nele. Se o colosso simplesmente fizesse um giro para atingir o homem de aço com um golpe na horizontal com a cauda, Hynno procuraria bloquear com as espadas formando um “X”, com Ymir na frente e ambas enegrecidas. As solas de seus pés estariam laminadas, para se prender no chão. Aquele objetivo era de se segurar no local enquanto bloqueava o golpe da cauda enquanto que ao mesmo tempo, buscava cortar o membro com o impacto e a força que estava pretendendo causar.

Se notasse que não conseguiria suportar a pressão, procuraria pular sob a cauda e sair da área do ataque e ainda por cima, se afastaria um pouco do réptil. Se pular por cima não fosse uma boa ideia e ainda tivesse um uso de Soru, utilizaria o Rokushiki, além de usar as lâminas de suas solas, como patins, para sair rapidamente da área da cauda. Caso após toda sua ofensiva e contra-ataques, o colosso morresse, o piromaníaco diria: - Tenho uma ideia. Orochimaru, Cuddle, bora cortar em pedacinhos, comeremos carne de Serpente hoje. Mas antes, guardaria Jigoku de volta na bainha e com Ymir, iria retirar o couro da serpente, não todo pois era colossal, mas retiraria o suficiente para que pudesse fazer um casaco de pele. Outra coisa que faria, era analisar as presas dela, se notasse aquele veneno corrosivo, isto é, cutucaria sua espada de gelo nas duas presas para comprovar aquilo e se fosse positivo, com Ymir, arrancaria as duas presas da serpente e as deixaria no chão, pensaria no que faria depois. Caso as presas estivessem normais, sem aquele veneno, arrancaria com suas próprias mãos enegrecidas e guardaria as duas em sua mochila, assim como o couro arrancado.



Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

O Barril de Amontilado:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySeg 01 Jun 2020, 23:24



THE CALAMITIES


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Post 4 - Os objetivos no céu




Gamma



Hynno estava em apuros quando seu corpo veio em queda livre na direção da serpente, certamente seu destino final nesse bungee jump seria o estômago da cobra gigante, mas por sorte, ou talvez habilidade, o espadachim conseguiu sair com vida com um movimento que lhe tirou da rota de perigo. Ao tocar novamente o chão, o piromaníaco já perdendo a paciência avançou com velocidade fazendo uso de uma de suas técnicas mais poderosas para tentar cortar de uma vez por todas o maldito réptil. O sangue do colosso jorrou pela ferida que surgiu em seu “peito” por conta do corte flamejante de Hynno e dos que vieram em sequência para aumentar o dano e criar uma marca em forma de X no animal.

Simulação:
 

A resistência da criatura continuava se mostrar alta, pois apesar de Draguren ter conseguido ultrapassar a armadura que era a pele da serpente, a capacidade dela de aguentar tantos danos significava que ela tinha um valor alto de “HP”, o que não é tão impossível assim de se imaginar uma vez que ela é provavelmente a maior coisa viva que Hynno já viu na vida. Entretanto, a batalha parecia estar chegando ao fim ainda que a cobra não tenha perdido a vida, pois depois desses últimos ataques, a sábia serpente percebeu que esse confronto com o humano metálico iria durar demais e estava ganhando mais ferimentos do que deveria, portanto ela optou por recuar e fugiu rastejando com velocidade floresta adentro. Arbok escapou!

- SIM! - Gritou Tobio vibrante ao ver a cobra indo embora.

- NÃO! - Gritou Kohebin decepcionado ao ver a cobra indo embora.

- E não volte mais aqui ou vamos furar seu outro olho também, maldita! - Ameaçou o mink como se ele tivesse tido grande participação nos ferimentos feitos por Hynno.

Talvez o espadachim estivesse um pouco decepcionado com o fato de que seu adversário fugiu, afinal aquele gigantesca criatura peçonhenta não era apenas um belo troféu a ser conquistado, como também uma fonte de couro, carne e até mesmo veneno. Enfim, agora é tarde para tentar mudar o que aconteceu e provavelmente correr atrás dela não valeria a pena, até porque nunca se sabe se ela não possui amigas ainda maiores, e só de imaginar a possibilidade daquilo ser um filhote deixaria qualquer um arrepiado.

- Opa, Drag-kun, acho que vai gostar de ver isso aqui. - Disse o cientista que ao começar a sair de onde estava escondido acabou avistando alguma coisa interessante no chão.

Ao se aproximar, Hynno veria o que parecia ser um filhote daquela serpente gigante que acabou de espantar com suas espadadas. Era uma versão menor, mas ainda consideravelmente grande e que podia ser comparada ao tamanho de uma cobra “normal”, entretanto uma das diferenças dessa criaturinha para a sua possível mãe (ou pai) era a sua expressão mais infantil, inocente e menos ameaçadora. A cor também poderia ser diferente da cobra vista anteriormente, pois esta iria variar de acordo com o sexo do animal, sendo azul para fêmea e rosa para macho (chora Damares). Caso tivesse interesse de domar esse filhote, talvez Hynno tivesse mais chances de obter sucesso do que quando tentou com a versão gigante, pois costuma ser mais fácil domar e domesticar animais quando estes são mais jovens.

Rand 1 = Macho; Rand 2 = Fêmea:
 

- Acredito que seja uma fêmea. - Diria Kohebin demonstrando experiência e conhecimento na área das cobras se o resultado do rand for 2. - Acredito que seja um macho. - Diria caso o resultado fosse 1.

Independente do fim que isso tivesse e do tempo que levasse, outra surpresa iria surgir para o trio pouco depois da conclusão dessa parte. Árvores da floresta pareciam estar sendo derrubadas com velocidade, indicando que alguma coisa estava se aproximando deles, e a julgar pelo fato de que o filhote havia ficado para trás, tudo indicava que era o retorno da mãe serpente (que era azul, portanto com a informação agora dada por Kohebin sabemos que tratava-se de uma fêmea).

- Ah, desgraça resolveu voltar para buscar o filho, então Hynno, faça um favor para gente e… MANDA ESSE TRECO DE VOLTA SE NÃO O BICHO PEGA! - Berrou o coelho voltando a entrar em desespero só de imaginar aquela coisa gigante voltando para atacá-los.

Porém, a real surpresa disso seria descobrir que na verdade não era a serpente colossal a responsável por esse desmatamento, mas sim… Um humano com cabeça de javali. A menos que os animais ou humanos do céu sejam realmente bizarros, aquilo só poderia ser explicado como um usuário de Akuma no Mi ou mesmo uma pessoa usando um cabeça suína como capacete, o que era mais provável, pois parte do “couro” do animal caia sobre as costas ele como uma capa ou manto.

Spoiler:
 

- CADÊ VOCÊS, DESGRAÇADOS?! - Gritou ele antes de perceber que haviam mais pessoas ali, então quando percebeu, virou-se para eles e posicionou as duas espadas serrilhadas em posição de combate como ilustrada na imagem acima. Assim como nela, o espadachim não usava camisas, mas tinha uma calça selvagem e um chinelo. Ele também possuía um par de asas como os skypieanos, mas a julgar pela diferença de vestimentas, talvez esse fosse um dos membros daquela outra civilização, ou quem sabe apenas um doido exilado da cidade dos anjos. - VOCÊS! MALDITOS! VÃO PAGAR PELO QUE FIZERAM COM O POVO DA MINHA ALDEIA!

- Ah, vá pá puta que pariu, agora isso? Que merda é esse cara? - A reação de Tobio ou seria essa ou seria uma risada, no caso acabou sendo essa mesmo.

Spoiler:
 

E partindo para o ataque sem pensar duas vezes se aquele trio era realmente quem ele estava achando que era, o homem-javali abaixou suas espadas apontando-as para o alvo que ele queria atacar primeiro, nesse caso, Kohebin. O celestial selvagem era rápido e sua movimentação como espadachim era estranha e parecia carecer de técnicas mais refinadas, porém isso não mudava o fato de que ele sabia cortar e se o trio não fizesse nada, a cabeça do cientista seria cortada com corte duplo semelhante ao movimento de uma tesoura.

- CORTE PRA TIRAR ERVA DANINHA! - Bradou ele o estranho nome de sua técnica.

Spoiler:
 

OFF:
 




Beta



Assim que percebeu a ofensiva daquele ruivo ensanguentado, Aaron usou do corpo de Diana como maneira de se ocultar por um breve instante e em seguida saltar sobre os ombros dela para esticar-se como lama até o peito do canibal. O impacto do ataque do Fantasma Escarlate contra o homem foi suficiente para empurrá-lo para longe da sereia e consequentemente protegê-la do chute que a atingiria. A ideia de Aaron era criar uma “camisa de força” na parte superior do seu oponente usando as propriedades do seu pântano, expandindo-se ao redor do corpo do homem com velocidade para imobilizá-lo.

A Calamidade conseguiu alcançar seu objetivo facilmente e em seguida voltou a materializar seu corpo para fora daquela massa de lama, deixando apenas sua mão esticada e ainda ligada a ela para mantê-la firme. Berrando como um animal, o ruivo aprisionado tentava de todas as formas se debater e fugir, mas era inútil contra a força que o outro ruivo estava aplicando. A ideia de Aaron era dialogar com o homem que capturou, mas não era preciso perder muito tempo com isso para perceber que este não parecia conseguir raciocinar o suficiente para sequer entender o que ele estava falando.

- Aaron, será que eu… - Era notável a preocupação no tom de voz de Diana, mas antes mesmo da sereia terminar a sua fala, um rápido projétil vermelho cruzou o ar entre eles interrompendo o avanço da conversa.

Apesar do interesse do garoto-pântano de finalizar o canibal fazendo-o se entupir de lama, esse feito não seria possível, pois aquele projétil vermelho citado anteriormente atingiria o braço de Aaron que estava ligando o corpo dos dois ruivos e consequentemente explodiria este em uma chuva de lama e um líquido que pelo cheiro seria fácil identificar que se tratava de sangue. Aparentemente havia mais um inimigo no campo de batalha e esse ataque surpresa serviu para libertar o aliado dele do pântano do pirata, e não apenas isso, pois no mesmo instante que a liberdade cantou se viu livre novamente, o ruivo ensanguentado girou o corpo simultaneamente com um salto para aplicar um chute que acertaria em cheio a cabeça de Aaron e o jogaria para longe dele… Pois sim, esse homem aparentemente irracional havia acabado de usar Haki.

- AARON! - Exclamou Diana preocupada com o ataque que seu companheiro recebeu, portanto se preparou para atacar o canibal, mas ouvindo uma aproximação pela floresta ela decidiu mirar uma arma para cada direção, sem saber o que fazer.

Como o disparo de sangue não teve ajuda do “reforço negro”, o braço “verdadeiro” do Fantasma Escarlate não foi ferido, portanto poderia regenerá-lo tranquilamente na medida que voltasse a se recompor do chute. Novamente no tema do Haki, usar o Kenbunshoku com exatidão nessas duas situações anteriores, porém Aaron ainda estava se acostumando a fazer uso dessa habilidade e o que realmente lhe faria ficar intrigado seria o “silêncio” envolvendo esse tiro de sangue, pois seus ouvidos não conseguiram captar nada se aproximando para lhe permitir um melhor reflexo.

- Pelo visto estamos enferrujando mesmo, não é, JJ? Você certamente era mais forte do que isso. - Disse a voz feminina provavelmente responsável pelo disparo vermelho.

Ao sair da mata de Upper Yard, a atiradora se revelou como sendo uma sereia, porém possuía a ramificação das pernas, indicando ser uma sereia com mais de 30 anos de idade. Assim como o tal JJ, ela tinha sangue pelo corpo, principalmente na boca, mostrando sinais de que também praticou canibalismo recentemente, inclusive ela carregava consigo um crânio humano.

Spoiler:
 

Assim que ouviu as palavras da sua aliada, JJ, que havia acabado de acertar um chute em Aaron, ao invés de continuar sua ofensiva contra alguém da dupla, ele preferiu fazer uma expressão de tristeza e se abaixar para pegar um olho humano que achou no chão, o que talvez significasse que ainda havia dentro dele o mínimo de racionalidade. Era difícil imaginar o que estava passando pela cabeça do ruivo ao observar com melancolia aquele olho verde, mas com certeza seria uma das últimas perguntas que Aaron e Diana se fariam nesse momento.

Spoiler:
 

Achando que esse momento era ideal para atacar o adversário, Diana disparou contra a cabeça de JJ, mas para a surpresa dela, o canibal moveu seu punho com extrema velocidade e agarrou o projétil no ar sem sequer se ferir. A expressão no rosto do melancólico rapidamente mudou de tristeza para algo mais sério e com certo ar de raiva, mas diferente da fúria apresentada por ele anteriormente, essa era bem diferente.

Quando o ensanguentado flexionou os joelhos e mirou os olhos em Diana, Aaron provavelmente já estaria agindo para fazer alguma coisa, acontece que o alvo de JJ não era e nunca foi a sereia. Em extrema velocidade, o canibal surgiu próximo da lateral esquerda do Fantasma Escarlate para lhe aplicar um chute hakizado visando atingi-lo na nuca, e com tamanha demonstração de velocidade a Calamidade não teria dúvidas de que seu adversário havia acabado de utilizar o Soru.

- Opa, nada disso! - Alertou a sereia de cabelos verdes disparando mais uma vez um projétil de sangue, mas agora seu alvo era a sua semelhante de raça que havia erguido as armas para atirar novamente contra JJ. - Você brinca comigo.

Diana não foi rápida o bastante para desviar do veloz e silencioso ataque de Sara, por isso acabou sendo atingida no peito pelo projétil vermelho e arremessada contra uma árvore local. Existia a possibilidade do ataque de sangue ser algo vindo de uma Akuma no Mi, mas a ideia mais provável, e a que Diana estava apostando suas fichas, era um uso alternativo do Gyojin Karate onde usava do líquido rubro no lugar de água.

Dessa maneira essa batalha havia sido decidida: ruivo contra ruivo e sereia contra sereia.

Os zumbis-cibernéticos do Necrotério de Fish:
 




Alfa



Masimos não teve dificuldades em chegar até o Altar de Sacrifício e ainda proteger não apenas ele, mas também os seus aliados dos ataques à longa distância feitos por Rakhan. Por mais que a defesa do tritão seja bem eficiente, o estado de saúde do arcanjo certamente prejudicou a eficiência dos ataques dele, o que de certa forma era uma pena, já que o Emissário não poderia sentir um pouco melhor a força desses celestiais ditos serem os mais poderosos da ilha do céu.

Com as informações dadas por Mikhan, Masimos sabia que o atirador tratava-se de Rakhan e inclusive conseguiu fazer uma aproximação amistosa, tentando convencê-lo de que eram aliados e não inimigos, apesar de que isso a essa altura era mais do que óbvio. Shido se dispôs a ajudar o arcanjo, porém foi aconselhado a não usar de nenhum recurso curandeiro que fosse além dos primeiros socorros. O celestial pareceu convencido com os argumentos e provas dadas pelo tritão, portanto não relutou em aceitar ajuda, até porque se fizesse ele morreria, ele poderia ser orgulhoso, mas não seria estúpido.

- Entendi… Tudo bem, Calamidade Morte, apesar de estranhar tal alcunha, não estamos em posição de recusar uma aliança contra tal inimigo. Certamente iremos recompensá-los por tal ajuda se conseguirmos sair com a vitória. Arghh. - Disse Rakhan logo depois de ouvir as apresentações de Masimos, resmungando um pouco de dor no final por conta dos cuidados iniciais do cientista em suas feridas. Em seguida, o Emissário perguntou para o arcanjo sobre o ocorrido e quem teria deixado ele nesse estado, o arqueiro então respirou fundo, sentiu mais um pouco de dor e começou a se preparar para explicar: - Ao que tudo indica, Byakushi está aqui na ilha do céu com dois objetivos, o primeiro parece estar mais ligado a ele e seus dois companheiros mais próximos.

Quando isso foi citado, Masimos poderia facilmente associar com as outras Falsas Calamidades, porém ainda faltaria uma, o que também não seria difícil pensar que a Falsa Guerra foi atrás de Bell e agora o motivo para o espadachim ter ficado em Alabasta poderia ficar mais claro.

- Além desses companheiros próximos consegui notar alguns mascarados e até mesmo outros aliados mais distantes que não faziam uso destas, não tenho certeza se fazem todos parte do mesmo grupo, pelo comportamento e vestimentas poderiam ser duas equipes aliadas a ele, e por isso digo que existem dois objetivos deles aqui no céu. Com seu poder, Byakushi saiu varrendo as vidas dos habitantes do céu e sequer sei se o mesmo aconteceu com os Shandians, sua intenção parecia ser apenas a de chegar ao Templo de Deus, ou quem sabe ao topo do Giant Jack. Já a outra parte do grupo dele me pareceu ter interesse em tesouros que nossa terra sagrada esconde, e possivelmente essa aliança com o demônio se deu para facilitar essa conquista. Posso estar fazendo uma leitura errada da situação, mas eu apostaria em uma taxa de 80% de acerto por minha parte.

Com essa explicação o titã poderia tirar suas próprias conclusões ou fazer mais perguntas para tirar pequenas dúvidas, porém qualquer coisa que envolvesse os intrusos do Mar Azul seria difícil de Rakhan ter respostas, já que o próprio não sabia sobre a Rosa Negra, ainda assim acertou quando supôs que eram um grupo aliado às Falsas Calamidades.

- Desculpa se me perdi no raciocínio, não estou no meu melhor estado no momento… Deus, Lufihar e Gakhan ficaram de enfrentar Byakushi e seus mais próximos, enquanto eu, Mikhan e os Soldados Divinos cuidamos dos outros dois grupos, os mascarados e os sem máscara. Mikhan foi proteger Angel Island, mas não sei para que direção o restante das batalhas se encaminhou, pois infelizmente meu Mantra enfraqueceu em meio a essa confusão e não consigo mais ouvir vozes muito distantes de onde estou… Isso somente Deus seria capaz de fazer. Agora sobre o homem que fez isso comigo, bem, foi um dos mascarados, e ele com certeza tinha um poder vindo das Akumas… do Mar… Usava… Ca… Ca...

- Droga, ele desmaiou! - Disse Shido no instante que o arcanjo perdeu a consciência e não conseguiu concluir muito bem as informações a respeito do tal inimigo mascarado que o enfrentou. - Preciso levá-lo urgente...mente...para...a cidade. - E o cientista mostrava não ser dono de uma força física muito grande, pois não conseguia carregar o grande arcanjo de volta para o barquinho por onde vieram. Luthiem acabaria fazendo esse serviço para ele de carregar o guerreiro desacordado até a Milky Way, algo que ela com sua força fazia sem problemas. - Obrigado, mandarei notícias quando chegar lá. Boa sorte e tomem cuidado. - Com isso, Shido seguiu o caminho de volta pela estrada de nuvens, deixando os tritões no altar com a dúvida a respeito de para onde ir e quem poderiam encontrar.

- Mestre, iremos agora para as tais ruínas ou acha que pode ter algo aqui nesse altar para explorarmos? - Perguntaria Luthiem assim que estivessem ali apenas os dois.

Tudo que foi dito por Rakhan poderia deixar a mente de Masimos borbulhando, porém algo o deixaria mais intrigado do que o objetivo de Byakushi, afinal este como Falsa Calamidade Morte não deve ter objetivos que vão muito além da tentativa de exercer essa função. O que encheria os pensamentos do tritão com teorias tinha relação com o seu conhecimento em história, suas últimas descobertas como navegador e um pouco de lógica para juntar alguns pontos. O arcanjo havia citado a presença de mais grupos junto dos companheiros mais próximos de Byakushi e um possível segundo interesse por parte destes na ilha do céu. Seria Masimos capaz de pensar em algo que fizesse sentido?

OFF:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptyQui 04 Jun 2020, 23:13



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Enfim o arcanjo demonstrava um pouco de intelecto, já não era sem tempo. A explicação havia sido objetiva, mas contendo clareza e apenas os fatos relevantes. Rakhan proferia até mesmo recompensas ao final da guerra, mas não era como se viesse a ser importante para mim, afinal... buscava minha vingança contra Byakushi e só isso saciaria meu ódio e rancor por ele: vendo sua cabeça decepada e humilhada diante de um pedestal, tudo para o deleito de minha amada. Bastaria isto para se tornar minha recompensa que a tempos anseio, mas não antes de torturar Byakushi em um purgatório terrivelmente adequado para ele.

Após questionar o arcanjo referente a seu estado e situação, pude ouvir sua explicação conforme dialogava. Rakhan dizia que Byakushi estaria com mais dois aliados, o que logo pude recordar das outras "falsas calamidades." No entanto, um estaria faltando. Pude logo deduzir que talvez fosse o arqui-inimigo de Bell e que talvez, só talvez por isso, meu valoroso aliado teria ficado para trás em Alabasta. ~ Hmm... Prossiga. Ainda que fosse uma dedução bastante precária e precoce, alegrava-me pensar que muito provavelmente pudesse encontrar Bell antes mesmo do que imaginava. Certamente a Deusa está vigiando aquele que foi escolhido por ela também e aceito por mim, não tenho duvidas que logo verei lhe novamente.

A capacidade de percepção, dedução e entendimento por parte do Arcanjo Rakhan era impressionante, mesmo que odiasse admitir. Como Mikhan havia dito, Rakhan realmente possuía um bom nível de inteligencia, já que, com poucas informações obtidas ele conseguia compreender e diferenciar os grupos: os piratas e a organização. Ainda que entendesse a busca da Rosa Negra em prol de seu líder, "o conquistador" ainda desconhecido e enigmático, permanecia um mistério a vinda de Byakushi para ilha do céu. Entretanto, a aliança dos piratas e organização parecia ainda em vigor.

Logo ao analisar com maior cautela, compreendia que o objetivo de Byakushi era chegar ao tempo desse tal Deus; título daquele que comandava toda essa exótica ilha. Mas a pergunta era porquê? O que havia lá? Ou talvez ele estivesse em busca desse homem cujo os habitantes da ilha descrevem como Deus ou algo que o mesmo possuía. As mortes no decorrer do percurso de Byakushi certamente são apenas para lhe satisfazer, ou do colar ao qual está com ele, que por sinal era para ser meu. Maldito! Era difícil reprimir tanto ódio, mas pouco a pouco conseguia guardar tudo. Quando viesse a expor todo meu ressentimento para com esse pirata desgraçado, certamente não será nada descente.

Quando Rakhan comentava sobre seu mantra estar enfraquecido, deixava um ponto de interrogação sobre seu significado. ~ Mantra? Proferia após o termino das falas do arcanjo. Talvez fosse um desses itens, Dials, especiais para localização ou talvez alguma habilidade divergente. Talvez ele estivesse se referindo sobre os Hakis, em razão de que, mesmo sendo raro a vinda das pessoas do mar abaixo, forma que nos chamavam, ainda sim parecia que muitos haviam chegado aqui, havia percebido pela maneira em que Mikhan e Rakhan nos intitulavam.

Ao final das falas de Rakhan parecia algo bastante relevante, mas impossível de se compreender agora devido ao desmaio do arcanjo. ~ Tsc. Um dos mascarados? Deve ser algum membro da rosa negra... e forte devo assumir. Refletia sobre a possível força daquele que havia incapacitado um dos arcanjos, pois, já havia sentido o poder de Mikhan e supondo que os guardiões sejam equivalentes, não era pouco suas forças. Recordava-me da batalha contra Giovanni, uma das mais árduas que passei; principalmente pela desvantagem territorial. Se for um usuário de akuma semelhante a Giovanni, não devo subestimar seu poder. Ainda que minha força esteja muito superior a outrora, devo me resguardar com objetivo de estar em meu ápice contra Byakushi, ainda que ache improvável tal probabilidade.

Durante as informações ditas pelo arcanjo, algo há mais haveria chamado minha atenção. ~ Aliança com Demônio? Mas não me recordo de algum deles se denominar como "Demonio". Pela forma que ele proferiu, dizendo "aliança" e o conflito contra os Skypieanos e só contra eles... talvez eu deva assumir que o outro povo, os Shandians, estão aliados a Byakushi e rosa negra. Claro! Faz sentido. Cerviel havia dito que os dois povos disputam território já há centenas de anos, se os Shandians fizeram um acordo para ajudar, ou ficar fora do caminho, deixando apenas que os Skypieanos sejam o foco das chacinas, não só será vantajoso para os Shandians como também para Byakushi e sua trupe, já que, será menos inimigos e ainda poderá ganhar os tais tesouros dessa ilha.

Mas o povo, Shandians, se arriscariam fazendo um acordo sem algo em troca? Algo de valor ou de importância? Os habitantes daqui parecem ser receosos quanto aos forasteiros, só obtive uma aliança com Mikhan devido a situação imposta a eles. Se for o caso, considerando a pior hipótese, os Shandians são de fato inimigos. Saber que existe uma probabilidade que os inimigos dos Skypieanos e Byakushi estão aliados, certamente me é útil. É melhor prevenir do que remediar.

Após encarregar Shido dos cuidados para com o arcanjo assim como levá-lo de volta a Angel Island, permanecia um tanto inquieto quanto as informações obtidas com Rakhan. É melhor prevenir do que remediar. ~ Algo está me incomodando... sinto que minha intuição está me dizendo algo. Proferia demonstrando um olhar sério e ao mesmo tempo distante, quase como se não houvesse raiva ou ódio, o que havia e muito, mas que estariam trancafiadas no fundo de minha mente.

Não demorava muito para Luthien interromper meu devaneio ao me perguntar sobre nossos próximos passos. É melhor prevenir do que remediar. ~ Hmm... explorar seria interessante. Todavia, acredito que devemos dar prioridade a busca dos outros arcanjos. Frisaria minha falas enquanto descruzava os braços e começaria a seguir em frente. ~ Vamos as ruínas, estou com um pressentimento um tanto intrigante. Diria de forma incógnita para a mulher, contendo um certo mistério; até mesmo para mim.

Assim que caminhasse até as ruínas, tendo em mente a localização devido minha capacidade geográfica, assim que chegasse lá começaria a analisar todo o local. Tentaria avistar resíduos, sangue, escrituras, marcas e etc. qualquer coisa que pudesse me direcionar pelos destroços. ~ Esses destroços nõa lhe parecem familiar, Lut?! Falaria e perguntaria enquanto continuaria calcorreando junto da mulher-seria, tentando encontrar algum conceito naquele lugar. Prevaleceria atento quanto ao local e se fosse necessário viria a refletir qualquer ataque que fosse direcionado a mim ou a Luthien, defendendo imediatamente se possível. ~ Quem é você? Questionaria quem viesse a atacar de forma petulante.
Histórico:
 



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySex 05 Jun 2020, 04:22


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 05 | Localização: Upper Yard




O objetivo havia se convertido de domar para matar, só que no final das contas, a serpente tinha uma puta resistência e acabava por fugir após o corte que havia sofrido no peito. Com ela fugindo, escutava o grito de Tobio, vibrante e feliz com a fuga da cobra e em contraste, Orochimaru decepcionado com a fuga da mesma, logo, não teria animal para dissecar. Tobio mandava umas frases que fazia parecer que ele havia feito a boa parte do trabalho, que era atribuído ao psicopata, o homem de aço então dava um cascudo na cabeça do mink. – Deveria ter deixado você ter feito tudo então. Havia desperdiçado duas dinamites, achando que as explosões das duas seriam o suficiente, mas nem fazia muito efeito destrutivo, havia perdido um tempo na busca em doma-la, deveria ter cortado ela desde o início ou então, fugido como Tobio havia sugerido. – Pelo menos, você deixou ela cega de um olho, mesmo sabendo que ela pode enxergar de outras maneiras e um corte em X na barriga dela.  O piromaníaco soltava um tsc ao escutar aquilo e então, saia de seu estado pensativo lunático quando o cientista chamava a atenção dele, que caminhava na direção de Kohebin para averiguar o que ele estava falando que o pirata iria gostar.

No local onde Kohebin havia chamado o psicopata, via a miniatura da serpente colossal, provavelmente a cria do colosso, mas era considerável grande para as da mesma espécie, sua coloração era azul, a mesma do colosso e a aparência deste era menos ameaçadora com uma expressão infantil e inocente. Podia domar a serpente filhote já que o colosso seria impossível e segundo Kohebin, aquela serpente era fêmea. O que iria fazer? Claramente iria domar a serpente. Se aproximaria da mesma e se agacharia, todo seu movimento seria com cautela, demonstrando que não iria fazer mal algum. – Olá, não vou te ferir. O que acha de ficar comigo? Esticaria sua mão direita para o topo da cabeça da serpente e iria acariciar a mesma. Ficaria o tempo que precisasse, fazendo carinho, cafuné, gracinha, tudo para a mesma pender para ele e aceita-lo como seu dono. Se conseguisse doma-la, diria para a mesma: - Ótimo, vou te chamar de Manda. Daria um espaço para Manda subir no psicopata se ela quisesse. E então, um novo barulho surgia, um barulho familiar, de destruição e não era explosões, árvores caiam e o som vinha na direção do grupo Gamma, poderia ser a mãe de Manda, pois ela era azulada e a filhote também, o som fazia Tobio entrar em desespero e berrar com Clark para devolver aquilo. – Relaxa Tobio, se for ela, tu arrebentas com ela, como você fez antes.

Dava um sorriso de deboche para o mink e se preparava para o que viesse e no final, a surpresa vinha: Era alguém com uma máscara de javali e não a serpente colossal. – Viu só, Tobio.  Aquilo era esquisito, era alguém usando uma cabeça suína de capacete e o couro como uma capa? Ou era um usuário de akuma do tipo zoan versão javali? Já havia visto um antes, era da doninha.  Só podia ser uma aberração que usava a cabeça suína feito capacete e aquele sujeito parecia procurar alguém e quando notou o grupo, ele focava neles e via que o mesmo era um espadachim pois o mesmo tinha duas espadas serrilhadas empunhadas e era um homem, pois não usava uma camisa, logo, não tinha seios. Nas costas dele podia ver asas, tipo do povo do céu, como havia visto de Cerviel e ele era o segundo que via naquela ilha, sem contar a serpente colossal, é claro. O que esse novo queria? Ele parecia buscar uma vingança sobre o que fizeram com o povo da aldeia dele, mas quem era ele? Que aldeia era essa? Parecia que ele não se importava e partia para cima, só que ao invés de focar o psicopata, parecia que era Kohebin, o que não deixaria acontecer.

6Hynno buscava sacar então Ymir e Jigoku, respectivamente na mão direita e esquerda e correria com tudo, sem usar o Soru, o que achava que não seria preciso já que, Orochimaru estava quase de seu lado, pois havia se aproximado dele quando o mesmo havia descoberto a filhote da serpente colossal. Procuraria defender Kohebin ficando em sua frente e colocando suas espadas na vertical, onde as mesmas estariam enegrecidas com haki para o bloqueio daquele ataque com nome bizarro. – Vou utilizar o decoro primeiro. Eu e meu grupo fizemos aliança com Mikhan e os outros. Agora, abaixa as espadas e vamos conversar.. Se fosse o caso, esperaria o sujeito guardar as espadas dele primeiro e depois, guardaria as suas. – Vamos começar agora com o seu nome e o que aconteceu com a sua aldeia.. Então, para o pior cenário, do sujeito ainda permanecer com hostilidade, começaria a exalar sua raiva e sede de sangue.

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- Vamos nessa então.

Então, diria para Tobio, enquanto procurava fazer com que o cara de javali se afastasse deles: - Vê se faz algo desta vez. E então, com ele se afastando, procuraria avançar com tudo para cima do estranho, isto é, com corrida e aceleraria desde o início, além do uso do Soru uma vez. Próximo do cara de javali, com Ymir tentaria uma estocada na coxa direita dele enquanto que com Jigoku, procuraria desenhar um arco na diagonal, da esquerda para a direita e de baixo para cima e acho que nem precisaria dizer, mas a espada gélida e a espada infernal, ambas estariam enegrecidas. Caso ele bloqueasse Ymir, durante a defesa dele, Hynno procuraria erguer seu braço direito na direção do olho direito do estranho. E então, procuraria se afastar de o cabeça de javali após seus ataques serem bloqueados ou sucessos. Agora, se ele se esquivasse para trás para evitar os dois ataques, Hynno utilizaria o Soru pela segunda vez, para não abrir espaço e então, imitaria o movimento primário do cara de javali, um movimento de tesoura com suas duas espadas no pescoço dele e de novo, enegrecidas. Caso desta vez, ele se agachasse, de cortes na horizontal, mudaria para um corte em “X” e depois, se afastaria. Se ele bloqueasse a estocada e ainda se agachasse para se esquivar do corte em arco de Jigoku, ainda executaria a segunda ação de Ymir e com a espada infernal, pararia no meio do caminho para transformar de arco na diagonal, para um corte reto, de cima para baixo. Por fim, se afastaria.

Agora, caso a máscara de javali viesse para cima, manteria uma postura defensiva e o que faria? Procuraria se afastar do Javali e de seu ataque, mas se ele insistisse ainda, procuraria bloquear os ataques dele com Ymir e Jigoku imbuídas com o haki do armamento. Se fosse um corte tesoura como antes, bloquearia como antes, mas faria um salto para trás, como um porto seguro. Se ocorresse um corte em “X”, Hynno colocaria Ymir e Jigoku próximos e a frente de seu corpo, ambas na vertical e enegrecidas para bloquear o ataque do furioso cabeça de javali. Bloquearia golpes alternados dele com suas espadas em posições opostas e sempre que pudesse, se afastaria dele. Estocadas apenas procuraria empurrar para o lado com a espada daquele lado. Por exemplo, se a espada que estava na mão esquerda dele no ponto de vista do psicopata viesse na estocada, sua Jigoku seria usada para tentar empurrar a dele para o lado, a mesma coisa seria se fosse o da direita.

Em um determinado momento, quando os ânimos estivessem calmos, cutucaria, provocaria, chame como quiser. – Ei, se eu te jogar daqui de cima, você sobrevive ao chegar na ilha do mar azul com essas asas? Ou vai virar panqueca? Ou melhor, posso fazer você em pedaços se for preciso, mas gostaria de testar a tese de jogar alguém daqui de cima para o mar azul. Esboçaria um sorriso psicótico para o cara da máscara de javali e falaria serio desta vez, isto é, se o mesmo não tivesse dito seu nome, se tivesse, apenas ignore esta fala. – Qual o seu nome, máscara de javali?  Com o nome agora ou já dito, responderia para ele, como uma resposta: - Sou Draguren Hynno, caso queira saber. Se nenhum dos lados desistisse da luta, iria continuar até alguém interromper os dois ou um deles estarem morto. – Quem diria, ser diplomático não dá certo com você. Comentava alguém da plateia, que era respondido por Hynno, em voz alta e com um “Eu” dentro do palco imaginário, sentado em um banco. – Pelo menos, eu tentei né. Eles não podem reclamar agora.






Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 2 EmptySex 05 Jun 2020, 12:13




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10º Capítulo
Parabellum!




POST 5
Undead's Attack




A abrupta interrupção daquele projétil avermelhado me fez ficar com os sentidos extremamente desorientados, principalmente após aquele chute em minha têmpora. ~ Esse desgraçado acabou de usar Busoushoku?! ~ Concluía ainda me erguendo após o golpe em cheio, sentindo o sangue subir à cabeça. Milhões de perguntas eram feitas em muito pouco tempo, mas visualizar a outra oponente me fazia concluir algumas coisas. — Pelo jeito são frutos da Joia da Alma, Diana. Não os subestime. — Teria adiantado o meu raciocínio em concluir que aquela batalha não seria tão simples quanto eu gostaria que fosse e, na medida que minhas adagas iriam sendo projetadas entre meus dedos, já notaria a segunda movimentação da dupla, que já havia estabelecido os oponentes.

Talvez pelo Kenbunshoku ainda estar ativo, ou talvez pela minha audição mais afiada, conseguia perceber com mais clareza os movimentos do ruivo do que da atiradora, e apesar de não me agradar nada deixar Diana sozinha contra ela, cada um de nós precisaria travar suas próprias batalhas agora. Percebendo que o pé de JJ iria atingir em cheio minha face novamente, tentaria reagir com um timing preciso. Para isso, eu iria recolher minha cabeça para dentro de meu corpo pantanoso, como se fosse uma tartaruga, mas em seu lugar eu deixaria uma densa esfera de meu elemento. O motivo daquilo seria para servir de alvo ao canibal e, como não fazia parte de meu corpo original, o mesmo atingiria aquilo e não iria me ferir no processo. Ao atingir, esperava que o impacto reduzisse a velocidade do movimento do mesmo e, se possível, até mesmo o "agarrasse" com a perna esticada, pois o meu movimento seguinte aproveitaria da brecha que sua perna fazia.

E assim, com a perna esticada para mim e meu tronco pronto para o ataque, utilizaria do Kenbunshoku para me guiar enquanto eu não fosse capaz de enxergar para fincar minhas adagas na parte interna da coxa de JJ, utilizando de meus conhecimentos precisos de médico para cortar sua artéria femoral e desencadear uma hemorragia descontrolada. Sendo um zumbi, eu duvidava muito que isso fosse tirá-lo de combate logo de cara, mas com seus músculos perdendo todo o sangue, esperava que isso inutilizasse ou enfraquecesse suas pernas, visto que eram sua fonte de combate. Sendo um corte absurdamente rápido, deixando a maior parte do movimento do corte com o próprio movimento da perna do canibal, me afastaria antes que sua perna tocasse no chão novamente, recuando com algumas cambalhotas para trás enquanto estruturaria o meu corpo novamente em sua forma original, já numa distância segura.

Mas sequer deixaria que o canibal tivesse tempo de se recompor ou reagir, pois no instante em que conseguisse me estruturar novamente, utilizaria do geppou para me projetar em sua direção, mas usando o ar ao meu favor, para ficar longe do alcance de seus chutes em minha face. Sabendo do que ele era capaz, não poderia me basear no uso da intangibilidade da Numa Numa no Mi, me obrigando a ficar atento para efetivas esquivas. E, com isso em mente, avançaria de forma implacável em sua direção, segurando a respiração para que meus movimentos não se desvencilhassem de um corte perfeito. Durante o meu disparo em sua direção, com os olhos fixos em seu corpo, que ainda estaria se ajeitando após o fim de seu golpe contra mim, utilizaria o Kenbunshoku para prever sua próxima movimentação, conseguindo enxergar em minha mente quase uma linha até meu alvo, indicando o caminho a ser feito.

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Com as lâminas de minhas adagas enegrecidas se projetando de minhas mãos como garras afiadas, moveria o meu corpo como num passo de dança, deslizando o corte de forma precisa para um corte limpo, mirando majoritariamente no pescoço de JJ. A ideia seria de aplicar uma velocidade e firmeza tão absurda em minhas lâminas que eu poderia cortar aço e sequer perceber a resistência do material em meus punhos. Me atentaria sempre numa reação com o Soru para se afastar, mas sabendo bem como funcionava aquela técnica, sempre me colocaria a um passo na frente, pois com o Haki da Observação, conseguiria sempre notar para onde ele estaria indo, podendo cancelar o meu corte para então me direcionar ao local onde ele ainda não estava, mas eu sabia que iria estar momentos após.

Por sorte eu já havia coletado informações o bastante de meu adversário para ter uma boa reação nesse momento, então eu precisava ser implacável, usar isso ao meu favor antes que ele soubesse melhor sobre as minhas capacidades ofensivas, uma vez que ele só havia visto eu utilizar da Numa Numa no Mi, então exatamente por isso estava abusando de meus outros atributos em combate. E em caso dele conseguir reagir a tempo, utilizando de sua extrema velocidade e resistência para se aproximar, mesclaria meus movimentos com deformação de meu corpo lamacento para garantir uma esquiva perfeita. Para isso, sempre que visualizasse um chute sendo projetado em minha cabeça, iria me encolher numa poça de lama, projetando meu corpo por debaixo da perna do meu alvo e me jogar para longe, mas não sem antes deixar um fino corte em sua panturrilha. Caso o chute viesse a ser no meu tronco, ao invés de desviar, eu me aproximaria com tudo, afastando-me da área de seu pé e canela e ficando na área mais próxima da coxa, onde não havia tanta potência como haveria nas extremidades de seus membros. Com a proximidade feita, a vantagem seria minha para realizar uma estocada no abdome de JJ, empurrando-o com toda a força para longe enquanto perfuraria seus órgãos com uma torção de meu punho. E, caso fosse realizado um chute rasteiro, utilizaria do geppou para esquivar e sair da área de ataque, aproveitando da situação para me jogar em cima de JJ, mas agora perfurando seu trapézio ao enfiar minhas lâminas diretamente ali, permitindo que eu desse uma cambalhota por cima de seu corpo e puxasse as lâminas para potenciar o corte, e ao mesmo tempo me colocar para longe.

E em todos os momentos, durante os meus cortes, expeliria de meus pés uma boa quantidade de lama para que ela começasse a transformar o terreno em um pântano, dando-me maior vantagem em meu domínio. Faria isso apenas durante meus ataques para que JJ estivesse prestando atenção no local do dano, e não no que eu estava fazendo abaixo de meus pés, permitindo que ele tivesse o deslize de pisar em minha lama posteriormente. Como ele era usuário de taekwondo e utilizava o Soru, eu sabia que ele dependia muito do chão para lutar, diferente de mim que lutava saltando e usava do Geppou, permitindo mesclar meu combate entre o chão e o ar. Além disso, eu já havia testado as forças do canibal enquanto o prendia em meu pântano, pois se não fosse a interferência da sereia, significava que minha força conseguia sobrepujar ao do ruivo. Isso me fazia concluir de que, caso eu conseguisse prender os seus pés depois de expelir mais lama, ele não conseguiria sair por conta própria, me fazendo ganhar aquele combate antes mesmo dele ter iniciado pra valer.







Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos






Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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