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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Xeque - Mate - Parte 1

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MensagemAssunto: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 8 Abr 2020 - 21:45

Relembrando a primeira mensagem :

Xeque - Mate - Parte 1

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Joe Kerr e do pirata Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 21 Out 2020 - 16:41

O Covil Do Touro - Parte IV
Forma Atual: Masculina

Passando por várias pessoas e estabelecimentos, eu e Sam continuávamos seguindo aqueles dois homens pelas ruas de Bingo Bingo em um jogo de gato e rato interminável. Não é como se eles ativamente fugissem de nós, mas as ações que eles tomavam certamente davam a entender que o fariam se não fosse o tanto de atenção que algo assim chamaria. Eles pareciam saber que nós os seguiamos, ou ao menos estavam tomando precauções padrões para caso fossem seguidos, e sinceramente me surpreendia que não haviam nos abordado. Fosse entrando em lojas por algum tempo, olhando ao redor ou com movimentações não usuais, eu me recusaria a acreditar que aqueles dois estivessem totalmente oblívios ao fato ou ao menos possibilidade de estarem sendo seguidos. Minha ansiedade me deixava inquieto por não saber se eles haviam realmente notado, imaginado o que ocorreria no destino, e quando finalmente entraram em um beco, eu travei - "Aí caraca, será que é por aí?" - Pensava, indeciso, sem saber se prosseguia ou não.

Se fosse pra ser racional porém, havia grandes chances daquilo ser uma armadilha. Dado o comportamento deles, só haviam duas opções: Ou eles haviam nos percebido, ou eles já estavam tendo cuidado por costume de serem seguidos e consequentemente suspeitavam de nós. Pra mim, não havia chances de eles serem tão idiotas a ponto de sequer terem nos notado, e era isso que deixava aquela situação complicada. Se eles sabiam de nós, é óbvio que não iriam direto ao destino deles, correndo risco de nós revelar de graça a local, e era mais provável que a entrada naquele beco fosse uma isca pra nós forçar a nos revelarmos em um lugar com bem menos gente. Além do mais, o que eu esperava com aquilo tudo? Invadir a reunião e esperar boas vindas? Bater neles e os convencer a nos levar junto? Quanto mais eu pensava, mais percebia o quão idiota aquilo era, e como não parecia haver abordagem alguma que resultaria em uma relação pacífica com os Rosso, o que era especialmente ruim já que precisávamos deles e do Jacob - "Urgh, o que eu faço?!" - Questionava a mim mesmo como se esperasse que uma ideia surgisse.

Enquanto botava a cabeça pra funcionar, sem sucesso, cada vez mais me arrependia de não ter aceitado a proposta de Milena Tolezani mais cedo. Teria sido tudo tão mais fácil se eu tivesse vindo com ela porque assim não teria que confrontar de frente meu problema social ou minha quase total falta de conhecimento sobre as mafias, coisa que eu acho que nem a presença de Sam ajudava - "Eu sou um imbecil...!" - Me ofendia mentalmente, sem mais crer que havia recusado antes só pra "não chamar atenção"... Tentar fazer as coisas sozinho era um problema que eu realmente tinha que começar a resolver, especialmente porque agora, mais do que nunca, eu estava percebendo a furada que essa mentalidade havia me metido - Jack - Chamava Sam pelo codinome, baixinho - Vamos esperar um pouco pra ver se eles fazem algo. Se não, eu irei contornar o quarteirão pra dar uma olhada, tudo bem?

Assim como havia dito, eu faria. Por algum tempo esperaria, observando o fluxo de pessoas, e talvez tentando sorrateiramente olhar para o tal beco. Se muito tempo houvesse se passado e nada, avisaria Sam e seguiria enfrente. Passando pela frente do beco, tentaria disfarçadamente dar uma olhada melhor lá para ver se eles ainda estavam lá ou se havia alguma porta ou passagem; da mesma forma, olharia para o estabelecimento ao lado do beco para ver do que se tratava pela possibilidade de terem entrado por alguma porta lateral. Dessa forma, analisando o local, tentaria observar se haviam outros becos por ali, talvez com passagens, ou até presença de pessoas com o terno típico dos Rosso, parados ou indo a algum lugar. Caso visse que a área era muito grande, ou caso terminasse de olhar ambos os lados do quarteirão, retornaria, indo novamente até Sam relatar a ela o que havia me chamado atenção, para saber se ela tinha alguma ideia. Antes, porém, daria outra boa olhada no beco, verificando se os dois ainda estavam lá, se já haviam sumido, ou se haviam outras pessoas diferentes.
Sam:
 

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Horu Horu no Mi:
 


Última edição por Ceji em Seg 26 Out 2020 - 10:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptySab 24 Out 2020 - 14:51


Muffatu Narra:
Il Notabilli
P.26


Montado no seu motobaro, o serelepe Joker passa como um raio pelos 4 indivíduos e nem toma conhecimento, seguindo para o seu destino, Rosso. Ao chegar lá, fazendo a incrível dança do xixi, ele entra.

Os homens até comentam entre si, mas acreditam ser melhor não falar nada para o homem que agora também era um aliado.

- Sim, o Signore Rosso está em seus aposentos, se preferir posso o chamar. Quer subir e falar com ele? A casinha é a esquerda… Você sabe. - Disse um dos grandes seguranças de Rosso

- Ele vai fazer nas calças, Cléber… - Disse o outro homem a seu lado.

- Para, homem… Você sabe bem como é estar assim, semana passada você fez na cama, eu to sabendo…

Enquanto eles discutiam entre eles, Joe subia as escadas para o encontro de Rosso.

Ao chegar por lá, Rosso já o aguardava do lado de fora do seu quarto, com um roupão vermelho e com um olhar curioso, o don diz:

- Venha homem, vamos até a sala de reuniões, quer algo para bebericar? O que tem a me dizer?

----

Ali na mesma casa, Jacob testaria quanto peso a cama suportava. Seus carinhos e amores com Milena, selavam ali claramente um ponto de mudança. A mulher havia aceitado o seu pedido, e dizia sim de um jeito que somente ela poderia dizer.

Ao sair de lá, ela ouve a última palavra de Jacob e então vira-se para ele antes de falar:

- Ah, sim. Temos um jantar para ir, e acredito que teremos também um outro para planejar. Veja bem, é um evento digno de nota, e espero que não seja nada íntimo. A intimidade, deixaremos para o pós festa, está bem?

- Eu vou mexer alguns pauzinhos para acertar e registrar isso da melhor maneira. Espero que saiba bem o que está fazendo Touro, pois não gostaria de ver meu futuro marido ser triturado antes da lua de mel, está bem?

- Eu acredito que possamos pensar em diferentes artes e estratégias antes de qualquer tomada de ação. Eu não cheguei até aqui deitando com um monte de gente, e sim fazendo-os pensar que poderiam se deitar comigo. Entende?


Ela volta, dá um beijo no homem e então por fim se retira dali, a porta permanecia aberta tempo suficiente para que Jacob pudesse ouvir uma voz conhecida, Joe.

Certamente ele já estaria ali há algum tempo visto que no momento da chegada de Joe, ele e Milena estavam começando a se entender. Touro não sabia, mas ali perto Rosso e Joe conversavam. E pelo visto era uma conversa um tanto quanto demorada, não só um bate papo entre amigos.


Além da conversa, Jacob poderia ouvir claramente o som de um Den Den mushi tocar.

As dores da lasca de chifre já não doíam mais, e certamente após o exercício, Jacob poderia perceber que parecia curado.

Qualquer que fosse a preparação de Jacob, agora era a hora.

---

Akira por outro lado enfrentava um dilema.Quando os homens entraram no beco ele pensava no que poderia fazer até que um homem em um boi gigante grita passando plea rua. Tempo suficiente para chamar a atenção de todos que estavam na rua, e assim dando tempo para que os homens que talvez estivesse seguindo sumisse.

Fato é que Jack e Akira já começavam a bolar planos para os dois. E pensando de maneira correta eles aguardam um tempo, os homens não mais estavam por ali. Sam olha para Akira e então faz um sinal mostrando que ficaria ali de olho, e que Akira poderia dar a volta no quarteirão enquanto disfarçadamente dizia:

- Eu vou esperar, logo minha carona chega.

Caso os homens estivessem por ali, certamente tentariam algo contra o rapaz só na rua. Porém nada disso acontece. Ao contornar o quarteirão de forma sorrateira o homem só via o outro lado do beco. Ali naquele beco duas portas, uma a direita e uma a esquerda. As duas aparentemente fechadas davam cada uma em um local, um bar de senhores, e uma farmácia.
Se tentasse seguir os homens, será que teria sucesso? Eles poderiam ter entrado em qualquer um dos lugares, e se tivessem cortado caminho? Ou se assim como ele tivessem comido frutas do diabo que os faziam sumir?

Muitas questões a serem respondidas, e afinal de contas, para onde ia o maluco com um boi gigante e um “J” com um sorriso na lateral?

Talvez fosse mais um dos homens indo ao encontro de Jacob, ou será que não?

No céu, uma nuvem começava a se formar, a chuva estava chegando por ali, e isso ficava claro com o trovão vindo logo em seguida...




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”Legendas”:
 

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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptySab 24 Out 2020 - 21:20

O Covil Do Touro - Parte V
Forma Atual: Masculina

Minha frustração crescia a cada segundo que passava, mas eu me segurava. Eu precisava me segurar. Uma parte de mim queria muito simplesmente desistir daquilo tudo e só esperar a batalha começar para me juntar ao lado que me agradava, mas infelizmente eu tinha obrigações a fazer, obrigações que exigiam que eu chegasse em Jacob Allan - "Teoricamente seria algo bom eles estavam se escondendo tão bem, né? Não serem achados pelos Martinelli... MAS ASSIM EU TAMBÉM VOU ACABAR NÃO ACHANDO!" - Transformava aqueles pensamentos em um monólogo metal pra tentar não deixar eles me afetaram. Mesmo que os dois homens já houvessem sumido, eu tentava infrutiferamente analisar o quarteirão, como que me agarrando a uma lasca de esperança que, no fundo, não acreditava realmente que existisse. Logo minha ansiedade começava a alterar meu comportamento, começando por pequenos gestos; perna balançando, estalando os dedos, suspiros constantes, e a essa altura já percebia que estava deixando aquilo me afastar demais.

Retornando para junto de Sam, meu olhar era de derrota, mas não de desistência. Nós havíamos falhado ao não ver por onde foram, isso era um fato e nada que pudéssemos fazer mudaria isso. Se quiséssemos seguir, teríamos que arriscar a sorte entrando no local que mais parecesse certo, e ainda assim arriscando uma bela confusão do lado de dentro. O céu, porém, anunciava em alto e bom tom que não esperaria para decidirmos os próximos passos da nossa empreitada, e, pra mim, isso era um sinal para parar por hora - Nada, desculpa - Anunicaria de forma vaga sobre os resultados da minha revista ao quarteirão - Mas com o céu assim, acho que não vale mais a pena esperar muito. Seria melhor acharmos um local pra nos abrigarmos e passarmos a noite, mas... - Virava a cabeça, lembrando do caminho que seguia o homem estranho montado naquele touro - Tem algo que eu queria verificar antes, espero que seja rápido. Vem? - Chamaria-a, apontando a direção com a cabeça, e logo seguindo em passo rápido.

Desde que havia cruzado meu caminho, aquele homem estranho havia chamado minha atenção. Não só quando a sua aparência, embora ela realmente fosse estranha e chamativa, mas pela aura que ele tinha. Aquele cara não parecia ser um local, mas ainda assim atravessava o território dos Rosso como se tivesse um alvo em neon, sem preocupação nenhuma. Aquele tipo de comportamento pra mim só tinha duas explicações: Ou ele era um recém-chegado ignorante e despretensioso, ou ele tinha moral o bastante pra não se preocupar de chamar atenção naquele território. Meu palpite era um pouco dos dois, mas isso não vinha ao caso. O que importava era que, se minha análise estivesse certa, ele era no mínimo um forasteiro estabelecido, o que significava que estaria instalado em um local acessível onde não corria tanto risco de ser importunado pelas máfias. No melhor dos casos? Se ele tinha moral entre os Rosso sem ser dali, só havia uma filiação que fazia sentido na minha cabeça, e era Jacob Allan.

Seguiria rapidamente na direção que havia o visto indo, sempre verificando se Sam e Marsh estavam no meu encalço. Mesmo que fosse em um touro e não um cavalo, ele estava montado, e isso significava que estava muito na nossa frente, isso se não já houvesse chegado no seu destino. Porém, isso também significava que teria que por aquele animal enorme em algum lugar, o que não parecia a tarefa mais fácil do mundo. Considerando o tamanho daquele bicho, existia a chance de eu conseguir o ver mesmo que estivesse recolhido e protegido da iminente chuva. Com isso em mente, seguiria de olho em residências e estabelecimentos grandes onde um animal daquele porte poderia ter entrado para ser guardado, ou lugares com áreas externas abertas ou cobertas. Caso, mesmo após muita busca, não conseguisse achar o que queria, me aproximaria de alguma pessoa próxima, preferencialmente alguma que não estivesse com terno nem uniforme algum, e chamaria sua atenção - C-com licença, v-você viu um homem com um enorme touro passar por aqui? - Segiria para a direção indicada, ou retornaria verificando uma segunda vez os edifícios que passamos caso ele/a não houvesse visto nada.

Caso achasse o local, minha ansiedade voltaria a dominar. Eu sabia que aquilo não podia ser nada, mas só a pequena chance de termos dado um passo mais próximos de Jacob fazia meu nervosismo aflorar. Eu, porém, não queria acabar deixando minha ansiedade me fazer parecer um idiota em uma hora importante, e por isso, com a agulha projetada em um dos meus dedos, injetaria um pouco de dopamina da minha corrente, só o suficiente pra conter o nervosismo. Respirando fundo, analisaria o prédio, tentando identificar se era uma residência enorme e luxuosa, ou estabelecimento chamativo, uma fachada ou um prédio de vários andares. O último caso me faria achar fortemente que aquele fosse só um hotel mesmo, o que não seria ruim, mas minhas expectativas estariam em outro lugar. Caso não houvesse ninguém guardando a entrada do lugar, e não parecesse um edifício que eu poderia sair entrando, bateria na porta ou portão, afim de chamar a atenção de alguém. Caso já houvesse alguém ali, me aproximaria de forma amistosa - "Os civis não sabem da presença d'O Touro aqui, o que significa que dificilmente o nome seria reconhecido por qualquer um. Se estiver no lugar errado provavelmente só vão achar que eu sou idiota, mas se estiver no lugar certo...!" - Pensava, determinado em não deixar aquela chance passar, e, com a aproximação de algum responsável pela entrada, me pronunciaria - Eu vim falar com Jacob Allan - Tentando me manter firme. Minhas esperanças não estavam lá nas alturas, mas se eu realmente houvesse tirado sorte grande, se O Touro realmente estivesse ali e conseguisse falar com ele, me aproximaria um pouco nervoso mesmo com a dose de dopamina - Jacob Allan... - Diria, um pouco surpreso e amedrontado por vê-lo pessoalmente pela primeira vez - Tenho... Alguns assuntos a tratar com você, mas antes de mais nada, trago uma mensagem de Aracne. De Sapphira - Diria enfim, esperando capturar sua curiosidade.
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Última edição por Ceji em Qua 28 Out 2020 - 8:20, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyTer 27 Out 2020 - 23:29


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Joe Kerr
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A vontade de ir ao banheiro se intensificava, qualquer barulho de água poderia ser o fim das minhas calças, principalmente, o fim da minha cueca do My Little Poney. Saber que Rosso estava em casa era bom, mas também levantava algumas dúvidas, afinal qual era o tipo de relação entre ele e Milena? Amigos? mais que isso? Certamente ela estava saindo de seu território, definitivamente era ela a pessoa que havia visto no carro.

Se ela estivesse de fato na residência do Rosso indicava que tinham uma boa relação, talvez tramando algum outro tipo de plano… Inferno, esse jogo de xadrez mafioso era algo complexo demais, nessas horas ter a força de um touro e não se preocupar com coisas assim realmente seria uma benção.

Pensar demais me fazia esquecer de outras funções motoras importantes de meu corpo, como por exemplo segurar o mijo. — Cléber, eu vou fazer nas calças! ME AJUDA CLEBER — Num ato de desespero abracei Cleber e torci para que o mesmo me levasse até o banheiro mais próximo, do contrário eu teria que me aliviar da pior forma, ali no cantinho mesmo.

Independente do que tivesse acontecido, era o momento de falar com Rosso e era menos provável do vermelhão levar na esportiva igual Milena. O alívio de por fim esvaziar a bexiga fazia com que minha cabeça voltasse a funcionar. Subi as escadas de forma lenta, escolher palavras não era meu forte, mas para a independência de nossa “famiglia” aquilo deveria ser feito.

Bati na porta me anunciando, mas de alguma forma Rosso já sabia de minha presença, o acompanhei calado até a sala de reuniões. Sentei-me e recusei a proposta da bebida com um largo sorriso. — Bebi um pouco e já estava quase me largando, chega de bebidas por hoje HAHAHa— Segurei um pouco o riso, cruzei os dedos e os coloquei sobre a mesa ficando com um ar um pouco mais sério — Don Rosso, aprendi com uma pessoa que a política é tão forte quanto a força bruta, Jacob é uma parte e eu sou a outra, acredito que nossa união é forte porque precisamos um do outro, uma relação de mutualismo que deseja sucesso. Não gosto que saibam de nossas movimentações por terceiros e por isso que decidi conversar pessoalmente...

Tamborilei os dedos pela mesa, encarei o mafioso e então continuei — Fico imensamente grato pela hospitalidade que nos deu até agora, mas nós como a família Notabili decidimos mudar de casa, entenda, não quero que Michela pense que pendemos mais para um lado que para outro, para nossa aliança dar certo precisamos de confiança  e principalmente neutralidade. Nessa nova casa poderemos nos reforçar para o embate que está por vir e ficar mais fortes, aumentando nossas chances de vitória. Acredito que um bom hóspede deve saber o momento certo de aproveitar a hospitalidade ou seja, saber a hora de ir Hahaha.

Espreguicei sobre o assento tirando a tensão dos ombros e encerrei   — Somos aliados e nada muda, mas acredito que seria de bom tom avisar isso pessoalmente, por tudo que fez por nós até agora… Espero que entenda.

Aguardaria Rosso e tudo o que ele teria para falar, saber o tom de sua resposta e forma como lidara com a situação era importante, naquela altura eu já não poderia deixar pontas soltas. O grande fato é que o "Don" era um grande aliado, mas eu sentia como se ele estivesse escondendo o jogo, como se fosse dar uma rasteira em nós após usufruir da força de Jacob.

Após a reunião voltaria até onde Jacob e os demais estavam para contar as boas novas. Finalmente era chegada a hora de nos mudarmos, o momento de definitivamente virar uma nova famiglia naquela ilha e começar a impactar as coisas.


Histórico:
 




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Objetivos nessa aventura::
 


A voz do Joe:
 


Aventura:
 


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Última edição por TheJoker em Qua 28 Out 2020 - 13:53, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 28 Out 2020 - 0:35

Fazendo o mise en place!

As portas do inferno se abriram!








Existia muitas coisas que eu gostava em mulheres de poder, suas atitudes, suas posturas quanto a determinados assuntos e até mesmo sua forma de impor seus desejos e ameaças, mas naquele “ Broto Loiro” devo dizer que nada era mais magnífico que perceber que ela gostava de estar no poder. É, eu tenho que admitir que ela tinha um belo de um “groove”!

Quando ela saiu pela porta eu pude apenas respirar e agradecer por ainda estar com forças para me vestir, veja bem, o prazer sempre é magnífico mas quando o “mojo” existe, bem, ai não existe apenas prazer, “transa do que estou falando” ? Bem, apenas me dei ao trabalho de vestir algumas roupas, afinal não se podia andar sem roupas naquela propriedade. As roupas de baixo foram rapidamente vestidas, as de cima com um certo cuidado, os machucados não doíam mais, mas poderiam abrir se eu não tomasse um certo cuidado, o grande simbolo de um touro nas costas foi coberto mais uma vez, aquilo era o orgulho de lembrar as batalhas que lutei, que me concedeu minha alcunha, mas também era uma dolorosa lembrança dos amados amigos que perdi, mas eu tinha prometido a uma jovem mocinha uma vez que sorriria quando tivesse forças e agora, era a hora de sorrir.

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Quando pronto então resolvi sair para o corredor e me deparei com a voz de Joe pelos corredores, sim, “rodinhas” estava por ali no fim das contas, mas era a hora de treinar e deixar ele resolver seus próprios problemas, mas não custava deixar um recado não é mesmo? Portanto, era no momento enquanto caminhava que apontando para um dos homens com um certo ar de tranquilidade apesar de ser uma recado de encontro com um aliado, meu grito inicial seria grave mas ao olhar para mim o homem ou mulher poderia perceber que tratava-se de um bem humorado “Touro” que o encarava:



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-- HEY MEGANHA! Avise ao “Palhacito” que estou lá fora caso o veja, vou estar praticando um pouco como “ amaciar “ um belo de um bife de “ borra botas”.


E dando um leve aceno caminhava para o lado de fora com um gingado característico dos grandes homens das terras do south blue (minha terra de nascença), sim, aquele gingado que mostrava qual era a minha “transa”. As coisas estavam caminhando e se eu tinha de ser firme, também tinha de ser capaz de descontrair, eu precisava treinar, eu precisava ficar mais forte, mas antes de tudo eu precisava acertar com Joe os próximos passos e por isso unir os dois seria interessante.

Ao sair respirando o puro ar do lado de fora observaria a movimentação e o que estava acontecendo por ali antes. Compreenda, não era só por que estava em uma casa fortificada que poderia confiar na minha segurança. Vi homens que destruíram cidades inteiras para me caçar, aquela mansão era na verdade mais um alvo gigante para mim.

Meu rosto ficaria mais sério mostrando na verdade uma possível ameaça aos desavisados, a ideia era clara, dentro do meu “local de segurança” conseguia ser menos serio, mais despojado mas lá fora, em meio a uma guerra eu era a “fortaleza” que tinha de ser e por isso apenas falava ao sair aos presentes do lado de fora se ali tivesse alguém próximo :



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-- “Meus Chapas”? Onde acho um lugar para treinar uns “corretivos”?






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Citação :
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Li Wan :
 

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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 28 Out 2020 - 13:03


Muffatu Narra:
Il Notabilli
P.27


Sala do Rosso

Antes de entrar na reunião, Cléber passa correndo pela porta com Joe em seus braços em uma velocidade que era maior que o pensamento de acender a luz antes de passar mal da barriga. Soltando o palhaço no banheiro ele fecha a porta e volta a seu posto.

O homem começa a conversar com Rosso mostrando seus pontos enquanto o homem observa e toma sua bebida.

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- Sabe, Joe. Essa questão é extremamente necessária e essencial para uma família. Conhecer os pontos de nossos aliados e saber como se portar em diferentes situações é essencial.

O homem se levanta e fica perto da janela enquanto fala com Kerr

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- Meu caro, compreendo cada ponto que me traz. E claro que não entenderia de uma forma negativa. Você sabe que pode contar com nossa casa quando precisar. Aliás, esse é um ponto a ser conversado. Recebi a ligação hoje adiando o jantar.

- Segundo o mensageiro, eles querem mais tempo para se programar e oferecer um jantar de imensa qualidade. Na verdade acredito que estão se preparando para uma guerra. E sinceramente, eu sei que devemos fazer o mesmo. Quando possível, convidem-me para uma reunião em sua nova base. Michela deve compreender e entender os passos que devem dar. É hora de pensar no bem maior, e na resolução de nossos problemas. Capisce?


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- Caso precisem de ajuda para carregar as coisas, é só avisar. E obrigado pela sinceridade, é essencial a boa comunicação para a relação fluir.


---

Casa dos Rosso

Do lado de fora da casa, um homem chegava com mais um rapaz a seu lado.A presença dele é rapidamente notada pelos homens do lado de fora. Um deles já se aproxima calmamente enquanto o outro claramente já segura a arma apontada para os dois.

- Eu não acho que deveriam estar por aqui, a cidade é para o outro lado meninos.

Ao falar o nome do touro, o outro homem rapidamente saca também sua arma, olhando firme para Akira se aproxima.

- Eu vou te acompanhar, e o meu amigo ali, vai acompanhar o seu outro amigo. Eu não sei quem é você e se tentar algo, eu não vou pensar duas vezes antes de puxar esse gatilho e pintar o chão com você. O Pato fica aqui fora.

Ele começa a procurar por armas no homem, tirando o pack de shurikens e jogando no canto. O outro homem vai, busca o pacote e segura em uma das mãos. Rapidamente ele já tira também quaisquer armas que “Jack” teria. Então, acompanhados ele entram.

Do lado de dentro da casa Jacob fazia-se ser ouvido por um dos homens que acena com a mão mostrando que tinha entendido o recado.

Jacob passa por mais um dos homens que já indica onde ele poderia ter os seus treinos.

Em uma das salas do “hotel” uma espécie de sala de treinamento com alguns sacos de pancada, equipamentos de musculação e um pequeno ringue. Assim que entra, há um homem do dobro do tamanho de Jacob que o olha de cima abaixo e sorrindo diz:

- Bom te ver inteiro, Touro! Estava aguardando para ver você treinar. Se quiser uma mão, eu te ajudo. É só pedir, eu só não vou lutar com você. Prefiro estar bem no fim do dia! HAHAHA

Assim que o homem começa a se aquecer e disparar alguns golpes, a porta é aberta e ele é interrompido por dois homens acompanhados dos seguranças da casa.

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- Eles disseram que tem que falar com o senhor, Don Jacob.

Assim que Akira diz que tem alguns assuntos a tratar, o homem que estava ali olha para Jacob e diz:

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- Acho que não é algo para que eu ouça, até mais.

Ali dentro ficavam, Jacob, Akira, Sam e os dois homens. A frase do homem ecoa até os ouvidos do touro, já sem camisa com algumas ataduras ainda em seu corpo, porém, já sentindo o corpo mais revigorado.



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”Legendas”:
 

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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 28 Out 2020 - 16:48

O touro e o jovem!

Cuidado, ou acaba levando chifrada!








Os recados foram dados, o homem acenou para mim com a confirmação que eu precisava para continuar e tudo isso era o ideal, não demorou muito para que eu chegasse até o ponto onde poderia encontrar com mais homens para que eles me informassem mais onde eu poderia esticar um pouco meus músculos. Era hora de tirar o ferrugem.

Meus passo eram firmes e estava indo em velocidade moderada enquanto observava agora atentamente a propriedade, tanta correria aconteceu que nem mesmo a cozinha eu tive tempo de conhecer quanto mais os detalhes da casa e foi isso que observei. Não demorou para que eu chegasse lá, menos ainda para que eu fosse recepcionado, o breve dialogo me fez dar uma singela risada mas acenei com a cabeça de maneira mais tranquila para o homem informando que tinha compreendido o que foi dito e assim como ele comecei a me alongar, claro, antes retirei minhas roupas formais e uma roupa mais esportiva sem camisa foram o meu modelito de treino.

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Meu corpo não exercitava-se em treinamento algum tempo, mas era a hora de ver como ele estava reagindo aos danos sofridos. Os primeiros jabs foram dados e pude sentir o quão leves estavam as dores, mas foi no momento que penetraria o meu punho no saco de areia que o homem entrou e começou a falar que eu tinha visitas.

Parei o que estava fazendo para olhar, existia uma seriedade em meu olhar para os convidados e foi no momento que um deles abriu a boca para falar meu nome que eu pude sentir que algo bom não estava por vir. Meus punhos se serraram e no momento seguinte veio as palavras que indicaram exatamente o que eu não esperava ouvir e talvez a parte mais sensível em meio a uma guerra que estava por vir. Saphira e Aracne na mesma frase.

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Tão rápido quanto as palavras sairiam meu corpo reagiria, meus calcanhares rotacionariam enquanto os joelhos fariam uma leve flexão, meu corpo seria projetado como uma bala na direção do meu “inimigo” a medida que mais pelos, músculos, cascos e chifres começariam a surgir em mim, meu olhar estava focado no proferidos das palavras a medida que meu corpo aproximaria-se dele minha pele nos braços começava a enegrecer tamanho a minha fúria contida, nesse exato momento de aproximação durante um mili segundo ele poderia contemplar minha face mudar de humana para bestial enquanto ele me encararia e no momento seguinte minha mão estaria em seu pescoço o erguendo quanto eu falava :



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-- Você tem “dois palitos” para abrir “o bico” e “cantar que nem um roxinou” ou o “caldo vai engrossar”, “transa do que eu to falando” ?.


Meus olhos atentos observariam a reação de seu companheiro assim como a do próprio, o chutando na lateral com o casco reforçado com a “pele negra” caso o mesmo se aproximasse mais que o devido,ou joelhando o abdomen ( com o mesmo formato de revestimento ) do que está preso enquanto apartaria mais o seu pescoço beirando a quebra-lo pela pressão mas não sufoca-lo enquanto repetia :


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-- Mais uma chance…”abre o bico”.






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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQua 28 Out 2020 - 22:22

O Covil Do Touro - Parte VI
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Se não fosse o nervosismo e a dose de dopamina, provavelmente a ânsia pela resposta seria bem visível em minha face, após finalmente pronunciar o nome d'O Touro naquele local. Uma parte de mim queria que eles não entendessem, para eu poder me acalmar com a falha, mas essa não foi a resposta que eu tive. O saque de armas instantaneamente me botava na defensiva, e aquela reação, misturada com a falta de uma resposta negativa era tudo o que eu precisava saber - "Eu... Achei ele?! Serio?!? - Eu mesmo não conseguia acreditar, e permanência assim, incrédulo, enquanto nos revistavam e tiravam nossas armas. A surpresa absoluta me impedia de reagir, não que eu fosse fazer em outra situação, mas sequer parava pra pensar na sorte que era eles não reagiram mal ao fato de estarmos com armas, por mais simples que fossem.

Seguindo da mesma forma que os dois homens haviam dito que faríamos, seguia pelo interior da residência. As armas apontadas eram intimidantes, mas feliz ou infelizmente minha atenção e medo estavam em outro lugar. Se eles quisessem nos matar, poderiam ter puxado os gatilhos a qualquer momento, mas não fizeram, e isso significa que, enquanto ficássemos na linha, aqueles canos apontados serviriam apenas para amedrontar, não pra matar. Jacob por outro lado... Eu sabia pouco sobre ele, apenas que era um pirata, e um dos fortes. Mesmo que eu fosse um caçador de recompensas, eu sabia que só havia enfrentando piratas medíocres, e, mesmo que agora tivesse o poder de uma akuma no mi, duvidava que teria muito o que fazer se ele fosse como O Anarquista ou os piratas que encontrei no farol. Por um lado, ele claramente havia feito alianças com outras ilhas, inclusive estava agindo como mediador nessa mesmo, por outro... Bom, as notícias e informações sobre ele não eram das melhores, mas eu sabia que a marinha e os jornais tinham sua própria narrativa, então restava torcer pelo melhor.

Sinceramente? Eu sempre me dava melhor esperando pelo pior. Feliz ou infelizmente, Jacob veio me mostrar isso. Chegando na sala em que ele estava, por um lado ficava aliviado por termos sido deixados pelos homens armados, ja que Jacob não parecia estar com nenhum armamento fora os próprios punhos; por outro, ficar sozinho com O Touro só contribuía pro meu medo de como ele reagiria. Estar certo nunca foi tão ruim, e bastou eu falar os nomes "Sapphira" e "Aracne" para aquela massa enorme e peluda pular na minha direção, perdendo os resquícios do que o antes faziam humano - Q-QU_...!? - Mal tinha tempo de falar, e meu corpo era erguido como um boneco de pano. Naquele instante eu tive certeza: Ele era muito mais forte que eu. Quase não tive tempo de reação, e, instintivamente levando minhas mãos ao pescoço, tentando solta-lo, sentia como se meu pescoço estivesse sendo segurado por dois pedaços de concreto. Não, não concreto, uma prensa hidráulica, uma força que eu me recusava a atribuir a mais humanas. Meus pés buscavam desesperadamente pelo chão, sem sucesso, e suor frio escorria pela minha testa, mãos, axilas, e por mais onde aquela tensão pudesse transbordar; pela primeira vez em muito tempo senti medo. Não um medo do futuro, não um medo do que podia acontecer. Apenas medo, como se todo o resto do mundo se despertasse ao meu redor, e restasse apenas eu e aquela monstruosidade a minha frente, prestes a decidir se minha vida valia a pena ou não. Naquela fração de segundo, minha mente parou. Minha mente, que sempre trabalhou a todo vapor, mesmo no mais profundo desespero, cedeu. Sons não faziam mais sentido, imagens não faziam mais sentido, e apenas aquela dor excruciante no meu pescoço parecia alcançar meus sentidos. Aos poucos a voz na minha cabeça foi ficando mais fraca, e mais fraca, e mais fraca, e mais fraca, e mais fraca...

Não. NÃO. - "NÃO!" - Minha consiencia gritava, com um surto de adrenalina natural. Eu não havia vindo ceder ali! Eu não havia aceito aquela missão de Sapphira pra cair ali! EU NÃO HAVIA VINDO PRA BINGO BINGO PRA FICAR FORA DE JOGO ANTES DE GIOVENZIO CAIR DE JOELHOS!! - V-você... R-realm-mente... - Falava, trêmulo pelo aperto, enquanto tentava ganhar tempo. Minhas mãos, que antes estavam sobre as dele futilmente tentando fazer força contra o aperto, agora, de forma sutil, se ajeitavam entre os ossos das costas das suas mãos. O aperto em meu pescoço havia sido o bastante pra entender que Jacob Allan não era em nada como tudo o que eu já havia visto, e eu não podia subestimar ele nem por um milímetro, mas isso não significava que ele havia superado todas as fraquezas humanas. No espaço entre os ossos e tendões das costas das mãos não haviam músculos nem nenhuma proteção de igual valor, era apenas uma fina camada de pele seguida de vasos sanguinios quase expostos. Era uma área perfeita pra injeções para um médico preciso e com um paciente parado. Mas eu não precisava ser um médico completo para administrar injeções, e uma área vulnerável quase impossível de se alcançar em combate se revelava a mim, graças a própria fúria do pirata.

- ...Od-deia... E-ela... - Minha voz fraca continuava, esperando sua atenção em meu rosto e voz. Meus dedos, alinhados nos espaços das costas das mãos de Jacob, logo projetavam as agulhas, certeiras nas veias expostas, mas eu sabia bem que, em uma situação normal, ele perceberia. Mesmo furioso, uma injeção era uma injeção, e eu não sabia como ele reagiria, se acharia que eu estava retaliando; por isso, começaria com uma veloz injeção de endorfina, um analgésico, para que dor alguma fosse percebida em suas mãos, e parecesse que eu havia apenas entrado ainda mais em desespero e minhas unhas haviam pressionado contra sua pele. Com as seringas inseridas, seria hora de bancar o toureiro e lidar com o animal enfurecido. Logo depois da endorfina, uma quantidade massiva de desidroepiandrosterona seria injetada no organismo do pirata. Esse hormônio, também chamado de DHEA, é não só um hormônio precursor de hormônios sexuais como estrógeno e andrógeno, como também é um hormônio revitalizante e, principalmente, calmante. Se a substância agisse como deveria no organismo d'O Touro, rapidamente começaria a antagonizar a adrenalina em seu sistema, e logo sua fúria começaria a se esvair, junto com a vontade de me agredir e, torcia eu, a força do apertão.

- ...Tanto assim? - Finalmente terminaria a pergunta, com a voz mais integra assim que o apertão começasse a diminuir. Manteria a injeção até que Jacob estivesse bem calminho e receptivo, com um humor bem melhor. Esperaria ele finalmente me por no chão, para então retrair as agulhas e botar a mão em seu ombro - Jacob, um mediador não pode ser cabeça quente, quer mesmo dar esse mal exemplo? Porque não temos uma conversa civilizada, sim? - Me pronunciaria com mais calma, aliviado por finalmente estar livre, e moveria o pescoço para os lados, o estalando para aliviar a pressão que havia acumulado com o apertão titânico. Com um suspiro, me sentaria, em algum lugar adequado ou no chão - Bom, acho que não importa se odeia ela ou não, o importante é transmitir a mensagem. Ahem - Limpava a garganta, antes de prosseguir - Ela me pediu para te dizer que sua filha, Ruby, está crescendo bem, e que é um pai desnaturado por não ir a ver. Ah, sim, e também "cadê minha pensão?" Ela disse que você entenderia - Diria, dando fim, de uma vez por todas, àquela maldita promessa. Restava analisar o comportamento daquele touro apaguizado para discernir se valia ou não a pena lutar com ele contra os Martinelli.
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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptyQui 29 Out 2020 - 13:31


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Um grande ufa reverberava em minha mente após a declaração de Rosso, o cabeça vermelha havia levado tudo numa boa. Havia ouvido uma vez que com a máfia não se deveria brincar, nosso plano deveria ser executado sem erros para se ter sucesso e então provavelmente esses dois fatores estavam começando a me deixar mais maluco e paranoico do que já sou normalmente.

Não teria porque Rosso ser contra nós nessa altura do campeonato, nossa aliança fazia bem para todos, nosso sucesso seria um alívio para todas as partes, Jacob teria sua ascensão, Rosso e Milena teriam maiores lucros e uma família problemática a menos para se lidar. O homem tinha sim seus segredos e eu deveria ficar esperto com isso, mas por hora era o momento de relaxar, pelo menos quanto a isso.

Um fato engraçado sobre aquele lugar, talvez nas Grand Line no geral, ninguém se importava com minha aparência, parecia pouco importar se eu era um monstro com um sorriso de orelha a orelha ou um galã de novela, o que se levava em consideração ali era o poder… a influência. Levantei-me da cadeira com um sorriso malicioso — O tempo é um fator neutro, eles ACHAM que estão ganhando ganhando vantagem com esse tempo para se preparar... Deixemos que pensem assim, nos prepararemos também. Vamos servir ensopado de cadáver e miolos de sobremesa nesse jantar HAHAHA, até breve Don.  

Saí da sala fechando a porta para que Rosso voltasse a sua privacidade, era o momento de contar as novidades a Jacob e os demais, não fazia muito tempo que havia saído mas havia sido algo tão produtivo que a sensação que passava era que estava fora há mais de dias. Procurei algum capanga para que me informasse o paradeiro do Sobrancelhas, naquela altura ele já deveria estar recuperado, era pouco provável ainda estar deitado na enfermaria.

— ÔHHH MEU CONSAGRADO — Berraria ao primeiro com cara de entendido  —  Sabe onde tá o Jacob? Cara forte, cara de poucos amigos, sobrancelha esquisita… Fala tipo assim “Meganha, transa do meu groove?!” — Perguntaria até que me fosse informado seu paradeiro, me dirigindo até lá caso obtivesse a informação.

Meus passos eram rápidos, o que fazia minha caminhada desengonçada ainda mais sensual. Chegando lá, caso a cena que me deparasse fosse Jacob segurando o pescoço de um outro indivíduo, daria um tapinha divertido em seu ombro. — Ora ora, parece que o Touro já se recuperou então?! — Daria um sorriso largo o suficiente para abrir as cicatrizes de minha boca  — É só usar a bundinha Jacob   —  Apontaria com meu indicador e tocaria duas vezes em sua cabeça indicando que a bundinha era seu cérebro  — Porque diabos alguém iria se meter em território mafioso e arranjar encrenca com você, ele precisaria ser beeeeeeeeeeem mais maluco que eu HAHAHAHA. Você aí indivíduo, diga logo o que quer, quero contar logo minhas novidades para Jacob e Josias.

Assim gentilmente tentaria afastar os dois ficando entre eles, colocaria uma de minhas mãos no peito de Jacob para que ele parasse e a outra daria um empurrão mais brusco, não sendo tão delicado com aquele desconhecido.

Aguardaria o desenrolar de toda a cena e então diria animado dando palminhas enquanto pulava  — Jacob, pessoal… Peguem seus panos de bunda e bora mudar de casa, descolei um cantinho show de bola pra gente HAHAHa, os Notabili agora tem um lugar pra chamar de casa!

Histórico:
 




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Objetivos nessa aventura::
 


A voz do Joe:
 


Aventura:
 


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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptySex 30 Out 2020 - 16:46


Muffatu Narra:
I Notabili
P.28


Sala do Coró (Do coro, oh!)

Aracne… Saphira… Aquelas duas palavras ditas pelo homem tinham criado uma espécie de gatilho em Jacob Allan. Era a única resposta. As pernas do homem se contraem e como uma bala ele chega até o corpo de Suzuki. As mãos já cobertas pelo Haki do armamento se transformavam aos poucos em armas perto do humano.

Pobre Akira, não teve tempo nem de respirar quando o monstro hibrido de homem touro parte para cima dele, as mãos fortes de Jacob domam seu pescoço. O corpo dele se ergue no ar deixando para tras qualquer item que tivesse. Jack já se preparava para lutar, mas com que arma. Ele  parece ficar em uma postura de lutador de rua. Não que fosse grande diferença.

- Larga ele Touro! É só uma conversa!

Quem conhece o “Meganha” sabe que ele não soltaria o osso fácil assim. O que aquele homem sabia? Podia ser só uma isca, podia ser algo mais sério.


Quem olhasse a cena naquele instante veria um humano flutuando com um touro tamanho família segurando sua cabeça. Como um boneco de pano, o homem parecia rendido. Enquanto Akira falava, Jacob o olhava e a aura começava a mudar no ambiente.

Em uma tentativa de acalmar o Touro enquanto falava, Akira tenta injetar seus hormônios em Jacob, mas por algum motivo suas unhas torcem e não perfuram a pele. Era uma sensação diferente. Como se ele tivesse tentado enfiar agulhas em aço. Ao olhar para o braço do touro, ele poderia notar a diferente coloração. Talvez aquela não fosse uma pele comum. Talvez fosse só mais um dos truques do Touro, talvez a falta de ar que começava já causasse algumas visões.

Assim que ele termina a frase, as mãos de Jacob começam a aliviar a pressão, mas não antes de Joe Kerr adentrar a sala. Ele cutuca o ombro de Jacob dizendo algumas palavras e trazendo a mente do homem de volta a tona. Don solta o visitante que é prontamente empurrado pelo palhaço para longe.

Nesse meio tempo, Jacob alivia a pressão no pescoço do homem. Sem se afastar muito ele começa a voltar a si, ainda de olho no rapaz, com Joe Kerr entre eles, Jacob com toda a sua postura poderia sentar-se e examinar o que aquele rapaz e seu amigo queriam por ali?

De um lado, o Don Notabili, o Touro, seu braccio Destro, Joe Kerr. Do outro Akira Suzuki e sua amiga com forma masculina, Sam.

Entre todos os cenários possíveis, ali era o pior para qualquer tipo de investida dos dois visitantes. Talvez por isso, Jacob permitisse que ele terminasse todas as suas frases.

Assim que termina a última frase citando a pensão, os ouvintes tomariam suas ações.

Antes que Jacob pudesse falar qualquer coisa, a ansiedade pela notícia fazia Joe kerr contar sobre a nova morada. Josias parecia contente com a novidade. Jacob ainda processava as informações de Akira.



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MensagemAssunto: Re: Xeque - Mate - Parte 1   Xeque - Mate - Parte 1 - Página 9 EmptySex 30 Out 2020 - 23:09

Desculpas de um homem bom!

A Fúria sobre sua família!








Meus olhos correram por toda a extensão do corpo de meu inimigo, assim percebendo cada detalhe que fosse possível com o rápido olhar, sua anatomia, seu trejeito e tudo que pudesse ser extraído para um possível prosseguir de combate mas em minha mente apenas o silêncio mórbido ecoava até que eu pude escutar as palavras” Você a odeia tanto assim?” nesse momento eu deslizei e minha força afrouxou, o suficiente para que com o tapa nos ombros,o grito do amigo ao lado e toda aquela situação me mostrasse exatamente o que eu não estava querendo ver pelo puro receio. Ele era apenas um jovem garoto de recados.

Quando soltei o seu pescoço me preocupei a pouco a pouco me destransformar, naquele momento eu agi com ira e não com mente, eu estava obcecado pela “luta” e isso pode ter afetado meu raciocínio ao “sentir a ameaça” a minha família vir a tona. Meus ombros relaxaram e o meu semblante foi mudando aos poucos, existia seriedade mas não existia “ ameaça “ não naquele momento.


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Recuei em passos lentos enquanto sentava-me mais próximo dos sacos de areia. Minha mão ia a face indicava uma vergonha e a busca pela calmaria que outrora foi tomada por palavras que engatilham a minha fúria, um gatilho perigoso.

Meu olhar manteve-se sereno a medida que eu escutava as informações tentando processar, Joe nos informava do novo “cafofo”, esse eu já sabia Tolezani me “ avisou “ de forma indireta, mas era dos homens a minha frente que buscava informação. Minhas palavras ainda não tinham saído de minha boca sem tom de ameaça e era agora destransformado com o revestimento de “Pele Negra” desativado que complementava:


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-- Desculpe pela péssima recepção “Matusquela Xarope”, é que você e o seu “Chapa” chegaram tocando um “abacaxi” bem delicado, “transa do que estou falando”? Eu acabei perdendo um pouco o “groove” a agi como se você merecesse um “corretivo”, mas to vendo que você só quer “ bater um lero “ sobre o meu “Broto Aranha” e minna “ Pedrinha Preciosa” não é mesmo?

Foi nesse momento que escutei as palavras do homem, dei uma bela respirada e ao chegar na pensão minha única reação foi gargalhar. Gargalhar de maneira honesta, gargalhar de maneira leve, Saphira continua sendo um mulher cheia de segredos, mas eu mandaria um recado a ela quando tudo isso acabar e por isso me levantando e dando um leve soquinho em meu queixo responderia  aos homens novatos presentes  :



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-- Ela é um “Broto” dos mais “maceteiros” não é? Eu vou dar um jeito de vê-la quando esse “sururu formado” acabar. Mas agora eu tenho “queimar a cachola” com outra coisa, afinal temos um “rango de guerra” em breve e um “rango” para anunciar o meu noivado...


Com essa ultima frase uma piscadela era dada para Joe que provavelmente ligaria os pontos se fosse tão sagaz quanto feio, mas era no momento seguinte antes das respostas que complementava para os estrangeiros enquanto abria os braços:


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-- “Chapas” do meu  “Broto” são meus “chapas” e meus “chapas” não apanham e ficam sem descontar o “corretivo”, manda vê “ Matusquela”, pode descontar! E se tiver algo mais a “ papear “ manda bala, eu aguento.






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