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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyTer 10 Mar 2020 - 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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Licia
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyQui 23 Abr 2020 - 15:35


Meus foram cravados no lençol enquanto apenas aproveitava os toques libidinosos da loira gemendo baixinho enquanto movia-se praticamente sozinho ao mesmo ritmo do dedilhado que conduzia-me em uma dança prazerosa. - Ei! - Disse em meio a um gemido repleto de sentimentos um tanto diferentes, excitação, vergonha e raiva. Essa loira depravada, agindo tão vulgarmente, expondo-me com tanta indisciplina, meus olhos se desviaram para o lado, e meu quadril se projetou para frente em protesto. - Ao menos prove diretamente da fonte. - Reclamaria enquanto ofego, sem conseguir esconder o quão atiçada fiquei. A audácia dela não tem limites, beijando-me logo em seguida após fazer tais comentários libertinosos, e claro, não hesitei um segundo para ter os lábios dela novamente juntos aos meu, degustando o sabor que surgiria dessa combinação tão perversa.

Não recordo-me de quantas vezes foram e nem me dei o trabalho de contar ou me preocupar com isso, parecia que diversas explosões intensas ocorriam em meu interior, causadas pelos estímulos selvagens e incessantes da loira, me fazendo recordar o motivo de ter passado a apreciar essa natureza apressada e fulminante. Mesmo comigo tentando conte-me, meus gemidos se tornaram cada vez mais altos e intensos, carregados de nada além a toda excitação que me deixava sem pudor algum naquele momento. Apenas a incentivava para que continuasse, por vezes me contorcendo e prendendo-a entre minhas coxas, enquanto puxava seus cabelos contra mim, com intenção de aliviar toda a tensão. Até chegar um ponto onde já não sentia direito minhas pernas, do quadril para baixo estava trêmula e retorcendo-me um pouco, estava com os olhos revirados a ponto de tremerem enquanto arfava e gemia exausta, mantendo um sorriso luxurioso sentindo algumas mexas de cabelo grudadas no rosto, imaginando o quanto me seria proveitoso ter toda essa selvageria ao meu completo dispor.

>><<

…………………………Parecia simplesmente impossível de crer em meus olhos mesmo que estivesse perfeitamente clara a aquela visão, senti como se meu corpo inteiro estivesse congelado, não conseguia movê-lo por vontade própria, minha mão tremia enquanto meus olhos piscavam incrédulos observando aquela terrível desgraça que assolava-me. - Acho que vou desma…- De repente tudo parecia escurecer, sacudi a cabeça como se estivesse zonza e apoiei as costas da mão imaculada na testa, e me permitir cair de volta no colchão. - Óh vida, porque estar a ser tão cruel com minha pessoa, punindo-me com tamanha aberração, profanando a mais perfeita das existências. - Estenderia a mão com o rubi para o céus, lamentando-me num tom exageradamente dramático.

- Mas porque teve que ser um rubi tão minúsculo? - Tornaria a sentar-me no colchão, olhando atentamente para aquela pedra vermelha cravada na superfície de meu templo. - Espera, esse não é o principal problema aqui. - Então deitar-me-ia na cama, voltando a posição de lamúria. - Pois bem destino, se sodes tão maligno e injusto com este ser tão puro, talvez seja o momento de deixar este plano mortal. - Terminaria a cena com os braços esticados por cima da cabeça, já sentindo as cortinas de meu espetáculo fechando-se permanente……..morri…….- ESPERA! - Praticamente saltaria do colchão caindo sentada sobre os joelhos. - Se eu morrer agora, essa coisa horrenda ficará presa a meu digníssimo ser por toda eternidade. - Exclamar-ia desesperada, tentando tirar aquela pedra com os dedos até sentir uma mínima dor e desistir da idéia. - Não sai… - Viraria o rosto na direção de Licia, fazendo beicinho e com os olhos chorosos igual uma criança mimada, esperando que ela ao menos fosse sensibilizada pela minha ruína.

Se Licia não ficasse pentelhando-me apenas me manteria sentada no cantinho da cama abraçando os joelhos sem a menor vontade ou desejo de fazer qualquer coisa, sentindo-me completamente deprimida e desiludida com a vida, tendo de lidar com o catastrófico problema de ter um rubi em mãos. E só iria demonstrar sinais de vida quando escutasse Victória chegando ao quarto. - Viiick. - Aproximar-me-ia às pressas, exibindo aquele troço vermelho enquanto aponto com o dedo indicador. - Tira, tira. - Após dizer iria inflar as bochechas de ar numa expressão tristonha.

>><<

Caso Vick pudesse retirar o rubi, eu ficaria extremamente contente a ponto de massagear as costas da mão agora isenta de máculas na bochecha. "Finalmente estou livre". E se Vick me questionasse o que deveria fazer com aquela pedra, iria apenas olhar para ela com desdém por justamente não querer olhar para o rubi. - Pode quebrar, jogar fora, ou vender, eu não desejo ver nunca mais essa coisa. - Iria revirar os olhos e suspirar indignada.

Então finalmente iria vestir as roupas de Wars, faria o desjejum oferecido pela hospedaria, e agora estando plena para lidar com assuntos de menor relevância. - Conseguiu encontrar algum navio para nos tirar dessa ilha? - Questionaria a Vick, e se a resposta fosse positiva arrumaria os pertences dentro da mochila (menos os livros obviamente) estando pronta para deixar a hospedaria, mas claro que antes de deixar a ilha iria até o quartel general apanhar as recompensas, e se porventura passássemos em frente uma joalheria ou estabelecimento do tipo iria sugerir para vender o rubi. - Acho que podemos nos livrar "daquela coisa" aqui. - Então apontaria na direção do comércio.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptySex 24 Abr 2020 - 12:32




A jovem empalideceu a visão, as cores fugindo completamente de sua face, os olhos de Lícia imediatamente arregalaram-se ao perceber a súbita fraqueza exposta por Kare, ela rapidamente soltava a mão da morena pegando um dos travesseiros para sufocar Kare naquele momento que poderia ser sua única oportunidade de dar cabo da vida dela. para abanar a morena como uma boa e preocupada amante que era.

Ela parecia falar algo, provavelmente palavras de conforto ou preocupação, mas o mundo de Kare que estava completamente em desfoque não a permitia entender o que eram aquelas palavras. Antes que Kare percebesse Lícia já nem mais estava presente no quarto, tendo se enrolado apressadamente no lençol e corrido para fora as pressas.

A morena por outro lado continuava desnorteada com aquele acontecimento e com aquela aberração presa em sua mão, horas lamentando-se por seu tamanho insignificante, horas lembrando-se do verdadeiro problema. Pouco depois disto Lícia entra apressadamente pela porta, com os cabelos um tanto bagunçados e com as faces coradas de vermelho. Logo atrás de Lícia vem Vick, seu rosto perfeitamente pálido e seu cabelo preso em um rabo de cavalo alto. Mantinha obviamente os óculos e vestia-se com uma blusa preta simples.

A simples visão de Vick foi o suficiente para fazer Kare voltar a si e ainda nua saltar da cama correndo na direção da empregada como uma mimadinha que havia feito um pequeno dodói.

- Certo, mas a Senhorita precisa se acalmar e ficar quieta. - Vick pegava a mão de Kare entre as suas e a conduzia a se sentar em uma cadeira de madeira junto a uma mesinha. Lícia, ansiosa fechou a porta e ficou andando levemente afastada para não atrapalhar, ela que inicialmente havia levado aquilo como uma brincadeira ficará naquele momento verdadeiramente aflita ao ver a reação dramática de Kare. - Como isso foi parar ai? Eu achei que tinha sido você…. Afinal rubis não brotam assim brotam? - Ela dizia um tanto ansiosa enquanto andava de um lado para o outro observando Vick trabalhar na retirada.

- Até onde eu sei Senhorita Lícia, não. Eles não brotam…. Senhorita, olhe para o outro lado por favor. - Orientou Vick enquanto começava a examinar.

>><<

- Posso ver? - Lícia perguntou assim que Vick terminou. Kare estava com um leve desconforto em sua mão direita, doía-lhe um pouco para abrir e fechar ou mesmo para a realização de movimentos bruscos o que era deveras um incômodo. Estava está enfaixada com linho limpo.

Vick entregava a Lícia o rubi e a jovem perguntava o que Kare iria fazer com ele e recebia sua resposta. - Hnmm, que desperdicio. Hehehe, talvez eu guarde como uma recordação de como você é preciosa. - Agora que o problema havia sido resolvido ela conseguirá relaxar e voltava a brincar. - Fazer um anel grandão, hehe. - dava-lhe um sorriso travesso.

Dali Lícia foi banhar-se, enquanto Vick buscava comida e Kare se vestia.

>><<

- Sim. - respondia sobre o navio. - Também já passei no QG da Marinha Senhorita. - Esse era provavelmente o motivo de Vick não estar, e logo era confirmado. - Estava retornando quando encontrei a Senhorita Lícia enrolada no lençol procurando desesperada por mim. - Lícia ainda estava no banho, então não ouvia a conversa.

Vick andava até próxima a porta de onde pegava uma outra mochila soltando-a sobre a mesa. - 17 Milhões e 40 mil Berries. - Informava dando a entender que o dinheiro estava ali. - Menos os 500 mil que peguei para as despesas. - Isso deixava Kare com um total de 16.540.000,00 Berries.

Neste momento Lícia, já vestida em um vestido lilás saia do banho e comia algo junto a Kare, enquanto Vick falava do navio. - Falei com alguns capitães no porto. A um navio de carga, um de artistas e um navio da marinha que sairão nas próximas horas. Tanto o navio de carga quanto o da marinha estão indo para Flevance o qual seria o melhor ponto para partirmos para Grand Line de acordo com eles, já o navio de artistas está indo para Lvneel, mas recordo-me que seria a Senhorita Lícia a escolher o próximo destino, então… Senhorita? - A loira congelava na posição com o pão a meio caminho da boca e a mesma levemente aberta, baixando a mão lentamente e se recompondo uns segundos depois.

- Hnmm. Grand Line é? - Erguia inquisitiva a sobrancelha esquerda. - Sendo assim eu escolho… Hnmm, deixe-me ver. - Começava a fazer suspense enquanto voltava a comer fazendo barulhinhos de Hnnmm. - Ir no návio de artistas para Lvneel. Vocês merecem umas férias e eu também.

- Sendo assim, irei ligar para o capitão, o navio parte em duas horas. - Vick se retira do quarto enquanto Kare e Lícia começam a arrumar as coisas… Obviamente as duas horas se tornaram necessárias, já que a loira não resistiu a algumas gracinhas enquanto "ajudava" Kare com as roupas.

Quanto ao rubi, a loira havia se decidido em fazer um anel com ele, obviamente não todo, mas se encarregou de resolver o assunto em Lvneel.

>><<

O navio, assim como talvez fosse esperado, era bonito e bastante colorido. A carruagem, hotel, passagens foram todos pagos por Vick com os 500 mil que ela havia informado ter pego o que facilitava em muito as preocupações de Kare com esses pequenos assuntos.

O navio era pintado de marrom, mas muitos panos coloridos se viam amarrados em sua estrutura, a bandeira no topo também era possuidora de diversas cores. As velas eram todas amarelas brilhantes. O "capitão" do mesmo era o líder da companhia, era um barco e tinha preso em suas costas um alaúde. Tinha a pele morena e pelos faciais ralos cor de areia assim como seu cabelo que era comprido e encaracolado.

- Bom dia Senhoritas, sejam muito bem vindas a companhia Belvasques. Já fui informado pela glamurosa Martha sobre vossas necessidades. - Ele estava estranhamente contente, talvez Vick o houvesse pago com um pouco mais de dinheiro para ter este atendimento e sim, ela havia se apresentado como Martha para ele.

- Estarei dispondo o meu próprio quarto para que as senhoritas possam ficar mais à vontade. Partiremos em mais alguns minutos. HENRY. - Gritou ele chamando um rapaz jovem com provavelmente uns 14 anos, mas que para sua infelicidade possuía aquele nome. - Henry, leve a bagagem das senhoritas para a cabine, sim? - O jovem acenava apressadamente e se lhe fosse permitido sairia correndo carregando as coisas delas para o quarto.

- Estaremos ensaiando durante a viagem, sintam-se livres para assistir enquanto estiverem conosco, então… Se me dão licença tenho mais alguns preparativos para conversar com o intendente.

>><<

Caso fossem até o quarto:

O quarto não era muito grande, possuía apenas uma cama ampla a qual Vick mais uma vez faria questão de trocar os lençóis. O quarto possuía uma grande variedade de miudezas em suas estantes, baús, gavetas, varios panos coloridos e instrumentos musicais o que tornavam o já pequeno cômodo ainda menor. Lícia no entanto parecia naquele momento bastante contente olhando cada um dos instrumentos por ali. - Pena não ter uma lira. - Falou sozinha.

>><<

Veriam mais de 30 tripulantes, metade destes eram artista, outra parte tripulação e dois ou três pareciam trabalhar apenas na segurança, embora provavelmente alguns outros possivelmente soubessem lutar, incluindo o capitão que pelo que haviam reparado portava uma espada.

Músicos, palhaços, dançarinos, ilusionistas, artífices eram algumas das habilidades que elas viriam a descobrir entre a tripulação. Lícia encantou-se principalmente por um velho senhor que era o contador de histórias.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptySab 25 Abr 2020 - 5:11


Não faço a mínima idéia de como aquela pedra simplesmente brotou em minha preciosa mão, e não me esforçarei nem um pouco para tentar lembrar, o importante é que agora aquele rubi foi devidamente removido e meu corpo estava novamente isento de impurezas, apesar de que minha pessoa estaria mais satisfeita se a existência dessa pedra simplesmente desaparecesse, mas como a apressadinha quer ficar com ela irei relevar. Vick novamente surpreendeu-me de forma boa, não só tendo encontrado navios para deixarmos Wars como também já havia apanhando as recompensas, era um trabalho tedioso a menos que minha pessoa teria de fazer, além restar alguns minutos para "aturar" as impertinências da loira.

Porém minha atenção fora direcionada para elas quando escutei o próximo destino. - Lvneel, não imaginei que fosse retornar por agora. - Pensaria alto enquanto mantenho a ponta do dedo indicador no queixo e fico com o olhar para cima. Fazendo um mistério enquanto falo sozinha, mas se me fosse questionado o motivo de tal pensamento, não faria questão de esconder como se fosse um segredo. - É a ilha onde minha família reside, talvez eu vá visitar o papai e a mamãe, mas não consegui compreender aquilo, talvez ainda seja muito cedo para retornar. - Estaria com um semblante de dúvida, aparentando estar um pouco incomodada, mas não me deixaria abalar. - Quais são vossos nomes? - Diria enquanto presto atenção nas duas estando inexpressiva. "Se irei apenas visitá-los é melhor eu decorar esses nomes para futuras formalidades." Se elas me falassem o nome completo faria questão de memorizá-los. E caso Licia e Vick não entendam a pergunta iria reforça-la. - Seus nomes completos, não me recordo de terem me falado, e creio que minha pessoa não os iria esquecê-los. - Manter-me-ia atenta a elas. "Mas talvez precise discipliná-las antes." Pensando no fato de que provavelmente Licia e Vick não saberiam portar-se naquela que dizem ser a alta sociedade.

>><<

Mesmo com a embarcação tão chamativa e colorida, minha atenção fora direcionada justamente a pessoa que provavelmente tem a menor dessas características. "Você ainda não perdeu esse costume? Ou seja lá o que for." Meus olhos se moveria discretamente para o lado em direção a Vick, como se quisesse enviar uma mensagem apenas com os olhos, mas sem contar com o entendimento dela sobre a "mensagem". De qualquer maneira não pretendo esforçar-me para manter esse disfarce, até porque em algum momento devo esquecer-me de chamá-la pelo nome "correto", mas não venham culpar-me, são muitos nomes para minha pessoa se dar ao esforço de decorar…

Falando em nomes, agora havia um outro Hen, ao menos esse parece ter mais boa vontade em demonstrar alguma prestatividade. - Obrigada pelos cuidados Sr. Capitão. - Diria enquanto faço uma breve reverência e em seguida iria dirigir-me até o quarto, permitindo que esse Hen carregue minhas bagagens, apesar de estar um tanto preocupada com a idéia de um pirralho sair por aí carregando nossas bolsas ao mesmo tempo com tanta pressa. - Hen, poderia carregar nossas bolsas com mais calma e cuidado? Não desejo que algum acidente ocorra com vossa pessoa carregando tantas bagagens ao mesmo tempo. - Diria ao garoto de maneira bem educada com uma entonação doce, demonstrando estar falsamente preocupada com a segurança dele, sendo que na verdade só não quero ver minha mochila rolando pelo chão cheia de rasgos, a qualidade tá longe de ser a melhor, então não desejo correr tal risco, também elevaria o volume na voz se ele já estivesse distante.

>><<

- Algum tripulante deve ter ou está em algum outro local do navio. - Responderia a apressadinha quase que como um reflexo automático enquanto meu foco ainda estaria no quarto tentando encontrar um local onde não houvesse tantos objetos juntos. - Mas você é uma caixinha de surpresas apressadinha. - Continuando a dizer já pressupondo que ela sabe tocar lira, mas desta vez me sentaria na cama olhando na direção da loira.

Se Vick deixasse o quarto antes da apressadinha aproveitaria o momento para retribuir a ajuda que ela fez questão de fornecer na hospedaria, subitamente apertando firme e massageando uma das polpas por baixo do vestido, puxando-a gentilmente até mim enquanto me aproximo. - Vossa pessoa teria uma outra história para contar-me a noite? - Surrando maliciosamente em seu ouvido, relembrando-a da outra vez que ficamos juntas em um navio, após dizer baixinho iria mordiscar a ponta da orelha.

>><<

Eu não iria fazer questão alguma de permanecer no quarto durante toda a viagem, na verdade prefiro ficar no lado de fora, pois assim tenho certeza que a possibilidade de tornar-me claustrofóbica por ficar num quarto tão pequeno diminui. E já que estou em um barco de artista vejo essa uma boa possibilidade de incrementar meu espetáculo para que meus fãs possam ser ainda mais honrados em prestigiar-me. "Ilusionismo ou canto? Se minha memória não está falhando a história da apressadinha contava sobre um mágico, tudo bem, está decidido." Com esse auxílio da apressadinha opto por tentar aprender a primeira opção nesse momento.

Porém ainda preciso encontrar um ilusionista no navio, provavelmente seria uma tarefa rápida e fácil de executar, se não fosse o fato de estar procurando por "uma palha num palheiro". Então iria perguntar para o capitão ou para o novo Hen, ou em último caso para algum outro artista. - Com licença, vossa pessoa pode me informar se tem algum ilusionista disposto a ensinar-me sobre tal arte nesse navio? - Perguntando com cortesia. - Obrigada pela informação. - Diria enquanto sorrio carismaticamente e seguiria pela informação dada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptySab 25 Abr 2020 - 15:28




Anteriormente em "A Mágnánima Vida de Kare" ….

Afligida por um mal terrível a pobre jovem agora conseguiu superar aquele episódio, todavia desenvolvendo uma terrível amnésia pós traumática que a impedia de lembrar dos eventos acontecidos junto a Ramsés. O Rubi havia sido retirado e isso era tudo o que importava, sem perfeito corpo voltava a ser como devia e em seus planos estava mantê-lo assim.

Já mais calma e novamente com a cor no rosto ela conseguia prosseguir a conversa na mesa do café plena. Vick como sempre havia sido de uma eficiência indescritível, não só em limpar suas roupas e sua arma como também em já ter recolhido a recompensa no QG da marinha e não só isso, havia habilmente encontrado navios onde poderiam comprar sua passagem para dois destinos possíveis e se não obstante também havia recordado do pedido da apressadinha e lhe permitia aquela escolha, a qual também não fora negada por Kare que apenas mostrava-se surpresa e levemente nostálgica com a mesma.

- Já esteve lá? - Perguntava Lícia e tinha sua resposta. - Ah sim… Aquilo. - Lícia falava com enorme tom de suspense, embora soubesse mais ou menos ao que Kare se referia pela outra vez que haviam conversado.

Ao ter seu nome questionado Lícia começa a tremer e a fungar. - Óh… Mas … Mas que fofo. - Ela colocava as mãos em frente ao peito. - Você viu Vick? - Chorava de Felicidade. - Ela vai nos apresentar aos pais dela… - Deu um sorriso deveras contente. - Óh… Talvez eu deva pedir a sua mão para o ele…. Quer dizer… Ele vai se tornar o meu pai também… Eu… Eu devia saber o nome dele. - Lícia se levanta andando ansiosa de um lado para o outro antes de parar, ficar ereta e soltar um risinho abafado. - Hehe. Desculpe, não resisti…. Meu sobrenome é Petraki… Mas se vou conhecer eles… - Torceu sua boca para o lado e depois olhou para si mesma. - Acho que vou precisar de roupas novas.   - Não que ela não estivesse bem naquelas, mas embora fossem bonitas em seu corpo era possível reparar um certo desgaste de uso. - Dupre. - Disse Vick de repente sem qualquer outra explicação.



Vendo aquelas atitudes Kare logo percebia que teria um certo trabalho antes de poder apresentá-las ao seus pais. - Então, como eles são?  (Finge que você deu as respostas durante a ida até o barco)

>><<

Vick ignorou completamente o olhar de Kare, não lhe dando qualquer atenção ou sequer o percebendo. Kare por outro lado estava pouco disposta a compactuar com este costume de VIck não se dando ao trabalho de lembrar como a mesma havia se apresentado, muito embora também já tivesse decorado a muito tempo o nome Martha, mas isso não queria dizer que estava disposta a continuar o recordando.

O garoto já corria rampa acima quando foi, por Kare, chamado a atenção o que o fez breckar dando pequenos saltinhos enquanto reduzia seu ímpeto de carregador. - Claro, desculpe senhorita. Tomarei cuidado.

>><<

- Hnmm. É pode ser mesmo. - Lícia continuava a passear pelo quarto observando os instrumentos. - Ah… Não, não. Eu não toco. Quem tocava era minha mãe. Estava pensando se poderia ouvi-la enquanto viajamos. - Ela tinha um leve tom triste em sua voz que alcançou o brilho de seus olhos o esmaecendo levemente. Vendo-a assim Kare se aproximou, abraçando-a por trás o que imediatamente reacendeu o brilho nos olhos da loira que virou-se no abraço ficando frente a frente a morena que aproveitou esta bela oportunidade para aliciá-la nas polpas por baixo do vestido curto.

Lícia ergueu-se na pontinha dos pés sustentada pelas mãos de Kare enquanto deslizava sua mão por entre elas percorrendo o belo abdômen exposto da morena. - Talvez eu tenha uma ou duas, mas… - sua mão entrou por baixo do top em direção aos mamilos. - Creio que essas.. - Falava baixinho e de forma perversa olhando Kare no fundo dos olhos. - Fiquem melhor se encenadas. - Enxeu sua mão no farto busto de Kare e avançou sobre a boca da morena, desequilibraram-se e caíram sobre a cama com Lícia rapidamente se virando e sentando sobre Kare.

- É uma história de aventura. - Começou ela inclinando-se sobre a morena para beijá-la no pescoço. - Onde uma linda aventureira, corajosa e muito cativante. - Começou a descer seus beijos em direção aos seios da morena. - Desbrava o mais belo dos paraísos. - Chega aos seios dando-lhes especial atenção com a boca e as mãos. - Passando por maginicos vales. - Continuou descendo beijando e mordiscando chegando até as cristas de Kare. - Aventurando-se por planaltos e para além deles. - Começava a descer mais puxando levemente o shortes de Kare beijando-a ali e então subindo de uma única vez com um sorriso no rosto para beijá-la na boca. - Bem, se eu contasse o final agora vai ficar sem graça, mas você pode esperar uma grande peça hoje a noite minha deliciosa diabinha. - avançou novamente sobre a boca de Kare em um beijo ardente e repleto de suspiros excitados.

- Mas agora vamos nos divertir um pouco de outras formas.. - Então começou a rebolar sobre Kare. - A não ser que vossa magnífica pessoa não consiga resistir. - Apoiou as mãos uma sobre a outro entre os seios de Kare enquanto aumentava o rebolado sobre a mesma. - Por mais tempo a mim. - Sorria de um jeito que a fazia parecer meiga e indefesa muito embora seu corpo contasse outra história.

>><<

Algum tempo depois de entrarem saíram do quarto, Lícia disse que iria procurar um contador de histórias e ver se havia algum músico com Lira. Pelo convés havia alguns malabaristas, enquanto outros artistas cuspiam fogo, mais próximo à proa um trio tocava uma ginga animada enquanto duas belas mulheres dançavam ao centro deles. Enquanto isso os marinheiros operava o navio, muitas vezes sendo um pouco atrapalhados pelos artistas, mas pareciam ser companheiros de longa data, pois apenas riam enquanto xingavam-se uns aos outros.

O capitão indicou-lhe um velho senhor, aparentemente ele não mais atuava, mas era o responsável por treinar os novatos que se juntam a companhia. Kare descobriu no entanto, ao falar com o velho mago, que teria que pagar, bom… Afinal aquilo era sua profissão e ele precisava comer. Ainda assim, o valor cobrado não passavam de meros trocados para alguém de seu calibre.

O Velho estava sentado calmamente acima de uma das cabines que havia na parte traseira do convés, acessível por uma escada lateral, mas de lá a jovem seria guiada ao interior do navio, no deck inferior na parte dos fundos onde o homem pegaria um ou dois livros além de lhe mostrar alguns ''equipamentos'' úteis na arte que a jovem interessava-se em saber.

O velho era baixo e meio corcunda, tinha uma voz grave e pausada. Mostrar-lhe-ia truques e formas de desviar a atenção de seu oponente, pois nem todo o ilusionismo se tratava de ''magia'', mas também de saber direcionar a atenção do seu alvo para onde você deseja que ela esteja.

Mostrar-lhe-ia como fazer uso de luzes e sombras, de fumaça e de vários tipos de roupas. Abordaria sobre como as pessoas enxergam as coisas e como certos movimentos podem parecer algo, mas na verdade são outro. Era um senhor tranquilo e explicava com propriedade.

Iria se ver precisando passar em torno de 4 a 5 horas com o velho. Teriam começado no interior do navio, mas logo mudariam para diversos outros locais da embarcação com o homem lhe mostrando como usar também o ambiente e por fim estariam mais uma vez acima da cabine no deck traseiro onde o havia encontrado. Ali seriam dadas as lições finais.


Lícia por sua vez estava junto ao grupo de músicos bem a frente do navio, um deles parecia lhe dar instruções de como tocar, e sim, havia uma Lira.

>><<

- NAVIO PIRATA A BOMBORDO. - O vigia gritaria do alto do mastro. Se olhassem para a direção apontada veriam no horizonte, banhados pelos ultimos resquicios de luz do dia um navio de velas negras aproximando-se diretamente em sua direção. O capitão perguntou quanto tempo tinham. - Talvez uma meia hora até que nos alcance, mais se virarmos para o outro lado. - O Intendente o respondia, estavam logo abaixo de Kare junto à amurada onde o Intendente olhava para os piratas através de uma luneta.

Ao questionar ao intendente sobre quem eram: - Parece… hnmmm… Um círculo com um ponto vermelho no centro. Deve ser Kaleo? - o intendente perguntou um pouco incerto.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyDom 26 Abr 2020 - 19:26


Mesmo com a apressadinha citando o assunto do casamento em um ar de descontração, minha pessoa não poderia deixar de considerar um detalhe de extrema importância. - Mas quem seria a noiva? - Questionaria enquanto deixo o queixo apoiado na ponta dos dedos. - Não pretendo abrir mão de usar um belo vestido, mas também não acho que terno ou smoking fosse combinar com vossa pessoa. - Continuaria a falar porém dessa vez analisando o corpo da apressadinha minuciosamente. - E também. - Dessa vez meus olhos seriam direcionados para Vick. - Preciso escolher o que a  madrinha do casamento usará. - Iria esboçar um pequeno sorriso perverso nesse momento. Em relação a roupas novas me manteria indiferente, para mim essa afirmação da apressadinha foi apenas ela dizendo o óbvio.

>><<

Novamente a apressadinha me surpreendia, apenas queria brincar um pouco com ela, não imaginava que uma simples fagulha fosse desencadear aquela labareda intensa. Limitei-me a morder o lábio inferior enquanto abafava os gemidos libidinosos e me contorcia, sentindo a corajosa aventureira fartando-se nas dádivas do paraíso. "Ela realmente não muda tão facilmente?" Um sorriso de satisfação seria formado em meus rosto enquanto ofego, com os braços repousando sob a cama, ainda deitada recompor-me-ia e ajustaria as roupas ainda com uma chama acesa dentro de mim, então deixaria o quarto.

>><<

Início do aprendizado: Ilusionismo.

Felizmente para minha pessoa dessa vez não precisaria depender somente de livros, apesar do tutor em questão não ser nem um pouco estimulante, minha pessoa ficou bastante interessada nessa aula, era uma maneira de entreter minha platéia enquanto os engano, como algo assim poderia ser desinteressante?

Definitivamente só há um lugar para onde todas as atenções devem ser desviadas, e é justamente para essa que vos fala, mas confesso que demorou além do previsto, mesmo comigo prestando atenção sem necessidade de forçar-me a tal ato. Ao menos consegui aprender, tendo que primeiramente compreender a parte teórica por trás desses truques, a forma como cenário e os objetos eram dispostos diante o público, a maneira correta de sugestionar a platéia e também de utilizar o palco e os elementos contidos para executar cada ilusão, de maneira que realmente pareça ter ocorrido algo impossível.

Minhas únicas lamúrias seriam o fato de depender um pouco do cenário e de alguns utensílios que enaltecem a ilusão, pelo menos o tutor velhote havia me explicado diferentes maneiras de utilizá-los, espelhos, disposição das sombras, técnicas de luz. E… Admito que fiz birra quando ele me falou que eu precisaria também aprender a direcionar a atenção das pessoas para longe de mim, sério, como eu poderia privar os fãs do luxo de contemplarem-me, mas de qualquer me vi forçada a aprender isso também, apesar de ter tido uma certa dificuldade devido minha má vontade. E eu paguei sem nem discutir o valor, o valor cobrado era irrelevante para minha pessoa.

Fim do aprendizado.

>><<

Os ventos marítimos aparentemente traziam-me boas novas, um cardume de peixinhos ingênuos voluntariamente se aproximavam da rede que os prenderia. Porém antes de pescá-los ainda havia alguém que preciso manter a salvo, logo quando escutasse o aviso dos piratas me colocaria a correr pelo navio procurando por Licia, desviaria agilmente dos demais tripulantes para não quebrar meu ritmo, e se encontrasse a loira, iria rapidamente tomá-la em meus braços e a carregaria as pressas até o quarto, sem dar qualquer explicação inicial para poupar tempo. Enquanto estivesse correndo para o quarto carregando Licia iria explicar o que está ocorrendo. - Parece que alguns piratas malvados estão próximos do navio, então decidi manter a salvo uma bela e frágil donzela do perigo de ser pega pelas mãos pervertidas deles. - Diria num tom mais leve com ar de heroísmo apesar da ameaça iminente, pois seria minha maneira de tentar mantê-la mais calma. Claro que preciso garantir a segurança dessa dama, e por garantia iria certificar-me de segurá-la com firmeza em meus braços, apertando-a com um pouquinho de força na coxa e no busto, deixando o corpo dela praticamente colado ao meu, porém não conseguiria conter um sorriso travesso a desenhar-se nos lábios. - Ara ara, estou apenas garantindo que uma anjinha travessa fique mais confortável. - Diria agora num tom mais impertinente e divertido.

Caso chegasse até o quarto colocaria Licia rapidamente na cama, mas tendo algum cuidado. E se ela demonstrar algum sinal de medo ou insegurança, iria roubar os lábios dela em um beijo intenso e muito caloroso, demonstrando um pouco mais de agressividade que o normal sem conter-me, jogaria o peso do corpo sobre ela, derrubando a loira deitada sob o colchão mantendo-me por cima, enquanto seguro gentilmente seu rosto com ambas as mãos porém com um toque mais firme, enquanto iria aprofundar ainda mais nosso beijo, até uma nós perder o fôlego. - Confie em mim Licia. - As orbes alaranjadas de meu rosto iriam estar brilhando, praticamente fixas aos olhos da loira, minhas mãos cuidadosamente nos manteria próxima, enquanto digo calmamente com a entonação mais séria apesar de ofegar, por fim daria a loira um selinho carinhoso, enquanto sorriria confiantemente ostentando todo meu orgulho.

Ainda no quarto calçaria rapidamente as caneleiras e apanharia a lança, também colocaria 1kk de bellys no bolso do short e o resto deixaria na mochila,  para logo em seguida deixar o quarto enquanto sigo na direção do convés em busca do Sr. Capitão, e caso o encontre. - Acredita que vossa embarcação seja capaz de fugir daquele navio? Se não, deixe-os aproximarem-se, será um desperdício de energia da tripulação insistir numa atitude destinada a fracassar, então encarregar-me-ei de eliminar ameaça, apenas não permitam que adentrem nos cômodos do navio. - Diria mantendo uma postura imponente, com os ombros retos, e o queixo empinado, com a lança empunhada na mão direita. "Era por tal motivo que não queria trazer aquela apressadinha, agora preciso ficar tomando conta dela." Claro que eu passei a gostar de ter a apressadinha comigo, mas confesso que seria menos estressante não precisar lidar com esses criminosos sem ter alguém para proteger. "Talvez eu deva exigir alguma retratação pelo esforço extra?" No canto de minha boca formar-se-ia um sorriso perverso, enquanto imagino algumas formas interessantes de ser ressarcida.

Independente da resposta dada pelo capitão iria me preparar para o cenário onde os piratas tenham êxito ao aproximarem-se da embarcação. - Tente impedi-los de pôr os pés neste navio, eu irei atacá-los. - Dizendo para Vick, caso ela estivesse próxima de mim.  Então tomaria distância no convés e correria até a borda, onde apenas por motivo de chamar mais atenção, apoiaria a ponta da lança no chão e a utilizaria como barra para saltar alto até o navio pirata, rodopiando o corpo diversas vezes no ar, até pousar belamente, mas antes aproveitaria a rotação do corpo para tentar executar um corte circular completo na horizontal, querendo de acertar alguns possíveis piratas que estivessem atrapalhando minha magnífica entrada em cena. Mas se ainda sentisse as costelas doendo, iria só pular normalmente para dentro do navio pirata, usando a "murada" do navio onde estou como um degrau para tomar impulso.

Com os joelhos flexionados e os braços abertos observaria os piratas mais próximos. - Caso fiquem de joelhos e decidam beijar o chão onde pisei enquanto imploram por piedade talvez eu os deixe saírem sem punições muito severas. - Diria num tom bem irritante com ar esnobe, querendo provocar os piratas. - E claro, também tenho outra oferta para vocês. - Mostraria o maço de bellys com 1kk preso no dedo médio e indicador da mão esquerda e o "esconderia" entre os seios até sumirem de vista dos piratas. - Tem muito mais escondido dentro das minhas roupas, sintam-se convidados a vasculharem-me inteira, mas não pensem que tal honraria será conquistada tão facilmente. - Continuaria a provocá-los, porém desta vez os estimulando pela ganância e luxúria, minha voz aveludada soaria bem doce mas com uma pitada de malícia e arrogância, querendo atrair de maneira egoísta toda a atenção da platéia para mim.

Se caso minha pessoa conseguisse atrair boa parte dos piratas do si, eu iria esboçar um sorriso repleto de presunção. "Tolinhos ingênuos, chegam a ser fofos." Então iria focar-me em desviar dos "fãnáticos" desejando por mim, recuando em uma coreografia sensual, com passos ritmicamente coordenados, induzindo quem tivesse a minha frente continuar a perseguir-me de maneira eufórica, até que alguém viesse por trás de mim, então iria subitamente desviar pela later, deixando-os se degladiando por mim. Ou então se fosse pressionada contra as bordas do navio, não faria nada para impedir o ímpeto de quem quer que estivesse aproximando-se, inclusive o iria atiçar com o dedo indicador, como se estivesse chamando um cãozinho obediente, para logo em seguida tentar saltar sobre quem está a se aproximar. Para lidar principalmente com atiradores, eu ficaria movendo atrás dos mastros, ou outros objetos grandes, que sirvam de cobertura.  


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptySeg 27 Abr 2020 - 11:25




- Noiva é? - Lícia interrompia seu movimento pensante. - Seríamos duas não? Certo, seriamos sim. Mas eu prefiro vestidos simples. - Vick por outro lado não ficará abalada a interjeição de Kare e apenas a respondia com polidez, talvez não entendendo que era tudo uma brincadeira. - Eu ficaria honrada em ser a Madrinha da Senhorita. - Certo… Ela não havia entendido o jogo, ou se havia certamente não sabia jogar.

>><<

Lícia ainda na cama via Kare deixando o quarto. - Hehehe, parece que tem alguém que não fica bem se não souber os finais. - A súbita deixa de Kare a havia feito supor que a mesma ficou talvez um pouco incomodada com o abrupto ''fim'' da história.

>><<

Sobre o convés a brava amazona da justiça galgava em direção a preciosa donzela indefesa. A frente, próximo a proa estava ela, sentada junto aos músicos com a Lira entre suas pernas. Suas mãos estava ao redor do instrumento, mas seus dedos estavam congelados e ela assim como todos olhava com certa apreensão em direção ao navio pirata no horizonte crepuscular.

Com certa abruptidade Kare tomou Lícia em seus braços, rodopiando-a no ar enquanto fazia uma pose majestosa com a pequena loira protegida próxima aos seus seios. O movimento repentino arrancou uma pequena risada de Lícia e um pouco de dor da morena em suas costelas. Ela apenas sorriu e deixou-se levar ouvindo o discurso de Kare, parecia satisfeita por ter estado enganada sobre a morena está ou não chatiada. - ÓH, veja se não é minha bela e brilhante paladina ao meu socorro. Mas... - Ela sentia o aperto firme em suas coxas e busto. - … Quem vai me proteger das suas mãos pervertidas? - Deu-lhe um sorriso enquanto atravessavam até a parte traseira onde entraram na cabine. - Ah… Se é assim. - Lícia arrumou-se mais confortavelmente nos braços da morena. - Estou realmente muito confortável. - E também… - aproximou-se do ouvido. - Bem acesa. - disse perversamente sem parecer ter qualquer noção de perigo.

Entraram e Lícia foi posta da cama. - Você, minha paladina não vai me abandonar aqui vai? - Obviamente ela estava fingindo, mas mesmo assim Kare dava-lhe um beijo demorado subindo sobre a loira.

- Eu confio. - respondeu ela. - Eu não estaria aqui se não confiasse. - Sua mão pousou delicadamente na bochecha de Kare. - Não precisa se preocupar comigo. - Poz a outra mão segurando o rosto de Kare e erguendo-se para dar-lhe um selinho antes de soltá-la para que a mesma fosse se arrumar. - Mas é meio chato…. Eu queria poder assistir. - Sentada na cama ela ficava virada de lado para Kare fazendo um biquinho emburrado. - Você e Vick saem pra essas aventuras e eu tenho que ficar presa no quarto como uma donzelinha indefesa… Parece até que esqueceu que te ensinei Taekwondo. - Cruzava os braços. - Não se preocupe. Vou ficar aqui. - Ela completava antes mesmo de Kare ter de reforçar o pedido, ainda que sua voz parecesse ter ficado realmente emburrada. - É só que… - Suspirou e virou-se de frente para Kare que terminava de por as caneleiras. - Ie.. Nada. - Deu um sorriso forçado. - Vai. Vou me comportar aqui.

Armada e perigosa a morena deixou o quarto com uma loira levemente tristonha para trás.

- Com alguma sorte.. É possível, talvez tempo o suficiente para anoitecer e despistar-mos eles no escuro. - Respondia o Intendente que parecia ser o responsável pela navegação. [/color] - Todavia enquanto respondia seus olhos iam da lança para a jovem. Neste momento Vick também se aproximava do trio e fazia um sinal afirmativo com a cabeça em direção ao capitão e ao intendente, carregava em sua mão seu revólver.

- Mande recolher as velas. - O capitão tomava a decisão, o que trazia uma careta um pouco amarga ao intendente. - Ao menos assim reduzimos a chances deles dispararem para nos parar. - Continuava o capitão. - Bem isso é. - O intendente se via obrigado a concordar e então avançava pelo deck gritando ordens aos tripulantes. Os artistas começavam a recolher suas coisas e avançavam para o deck inferior, permanecendo no convés apenas aqueles que navegaram e sabiam lutar e os dois que pareciam ser realmente os seguranças/guerreiros da tripulação. - Espero que seja realmente uma boa ideia. - Ele olhava de novo de Kare para a lança e então para ''Martha''.

Kare no entanto não reparava muito nisso, perdida em seus pensamentos. Preocupava-se com a Loira e com as situações perigosas que a mesma era exposta por sua causa, mas não atentava-se ao fato de que a própria já planejava viajar pelo mundo muito antes de se conhecerem e que em algum momento seria exposta a esses mesmos perigos, mas sem ela para protegê-la.

- Como quiser Senhorita. - Respondia Vick ao pedido de Kare. [/color]

Momentos de tensão e ansiedade se instalaram no navio. Já os piratas se aproximaram muito mais rápido do que o prazo anteriormente previsto já que haviam parado, mas assim como dito, não houveram disparos de canhão. O navio pirata mostrava-se sendo um pouco menor que o navio no qual elas viajavam, provavelmente muito mais focado em sua agilidade do que no transporte de passageiros ou cargas. Deste modo o navio pirata era um pouco mais baixo o que facilitaria para Kare saltar de um para o outro.

O navio pirata estava aproximando-se pela frente em um arco aberto, abordá-los-ia pelo lado oposto ao qual havia feito sua aproximação e deste modo Kare poderia saltar ainda da proa do navio em direção ao pirata.

Os piratas, todos estes vestiam mantos com capuz, verde, cinza, preto ou marrom. Possuíam em seus rostos máscaras, algumas completas outras que cobriam apenas nariz e olhos, já outros com apenas a parte inferior ocultada. Eles estava todos dispostos na lateral do seu navio, muito com pranchas longas de madeira prontas para serem postas como travessia de um para outro enquanto muitos carregavam ganchos com cordas para prender uma embarcação na outra. No entanto antes de terem a chance de jogar as cordas e dispor as pranchar uma jovem seminua saltava da proa do navio artista para a proa do navio pirata aterrisando em no deck frontal levemente elevado da embarcação o que lhe dava um pequeno palco providencial a sua apresentação.

Essa elevação está a pouco mais de metro e meio elevada do deck central e tinha uns 2x2m com uma escada em cada lateral com mais ou menos oito degraus. Um pequeno canhão encontrava-se no centro deste deck superior.

A surpresa fez os piratas todos se voltarem na direção da jovem que aterrissou em sua embarcação, primeiramente surpresos pelo movimento, mas depois tendo sua atenção prendida pela beleza do corpo que se mostrava a frente deles, mas por fim embasbacados com a audácia das palavras que saiam daquela magnífica boca.

O silêncio se fez no convés central, olhos piscantes fitavam a morena incrédulos com o que seus ouvidos haviam escutado e então a gargalhada ressou explosiva pelo navio pirata, primeiro alguns poucos, mas logo todos a bordo riam profusamente, algumas coisas eram ouvidas, tais como: "Quem ela pensa que é?" "Que merda ela ta falando?""Essa ai é doida." "Você ouviu essa Pandaman?" Entre outras conjecturas menos polidas a serem descritas.

- HAHAHAHA, CERTO. É CLARO QUE TEM. - respondeu um dos piratas mais a frente em meio a gargalhadas enquanto Kare anunciava ter outra proposta.

A nova proposta não foi capaz de calar as gargalhadas, mas estas definitivamente haviam alterado o seu motivo, não mais zombaria e diversão, mas agora era um som cheio de perversão e desejo de mentes que haviam sido convidadas a imaginação vil e perversa.

Os navios haviam se emparelhado naquele momento, mas nenhum gancho foi atirado, pois os piratas haviam tido sua atenção definitivamente prendida pela artista que sacudia muito mais do que dinheiro à frente dos seus olhos fazendo com que muitos Hehehe, Hihihis, Hohohos, se espalhassem pelos piratas cobiçosos.

- Kukukukuku. - Um riso diferente alcançou os ouvidos de Kare e junto a ele as outras risadas cessaram. - É uma bela oferta que você tem aí garota… Mas eu gosto de tomar tudo. Agora.. - ele falava calmamente, aquele que parecia ser o capitão do navio pirata.

Era um sujeito baixinho com não mais de 1,5m. Tinha o cabelo branco, longo e volumoso que crescia como uma juba ao redor da sua cabeça. Seu rosto era coberto por uma meia máscara que apenas deixava visível seu sorriso de dentes tortos e amarelados. Nesta havia na testa o símbolo que marcava-se também na bandeira do navio. Ele estava sentado na amurada do deck elevado traseiro, estando assim opostamente posicionado a Kare que estava no deck elevado frontal. - … Joguem os ganchos. Eu cuidarei das coisas aqui.

Resmungos não muito satisfeitos se fizeram ouvir, mas o capitão os ignorou. Os mesmos eram mais ou menos sobre o capitão ser egoísta e que não iria dividir a garota. - Parem de enrolar e vão. - Com isso homens começaram a girar os ganchos nas cordas para prender um navio ao outro, o capitão se levantava ficando em pé sobre a amurada a mais de 15m da posição de Kare. Entre eles havia o deck central onde estava o grande mastro central e aproximadamente 10 piratas. O comprimento total do navio era de mais ou menos 20m, sendo que destes 10m eram ocupados pelo deck central, 2m pelo deck superior frontal e 8m no deck superior traseiro onde o capitão estava em seu limite. Em ambos os decks inferiores haviam escadas de ambos os lados para o acesso. A largura no ponto mais largo era de 5 ou 6 metros.
Citação :


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Aos fundos, logo ao lado de uma das escadas que dava acesso ao deck traseiro superior havia uma escada que descia para os conveses inferiores. O Navio era aproximadamente 1,5m mais baixo que o navio dos artistas.

O pirata mais próximo estava logo ao pé da escada a esquerda de Kare, depois dele os piratas encontravam-se mais ou menos alinhados e suas armas variam entre espadas e machados. Já o capitão não era possível averiguar quais armas possuía, em sua mão havia apenas uma esfera de vidro com algo brilhante no interior.

Ainda no Deck central, mas acima do mesmo, haviam redes feitas de cordas presas de pontos próximos às escadas frontais e traseiras que iam triangularmente em direção ao topo do mastro central.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyTer 28 Abr 2020 - 7:48


Minha relação com a apressadinha havia chegado num ponto onde minha pessoa sinceramente se pudesse evitaria, e o fato da situação ser um tanto urgente só servia para deixar a atmosfera em minha mente mais tensa, meu corpo despencaria sob a cama, com as mãos apoiadas no colchão mantendo os braços estendidos atrás do corpo, cruzando lentamente as pernas, enquanto inspiro fundo pelo nariz e iria expirar o ar de uma só vez pela boca, assim me acalmando um pouco e preparando-me mentalmente para a verdade. - Não sou uma paladina caridosa que deseja somente te proteger de alguns piratas. - Diria num tom frio, porém calmo, observando a apressadinha com o olhar gélido. - Tomando suas palavras como licença poética, sou uma diaba perigosa, e tenho o desejo egoísta de protegê-la de mim, ou ao menos seus olhos da desagradável visão de vários corpos caindo sem vida aos meus pés, eu realmente não gostaria que visse tal performance, não é o cenário fantasioso da aventura de um herói. - Não conseguiria conter um certo prazer sádico durante essa fala, sendo exposto no tom de voz ligeiramente perverso, e meus olhos afiando-se na direção da loira, que notaria um sorriso luxurioso na minha boca. - Mas faça como quiser, não é como se uma ninhada de ratazanas marítimas fossem capazes de tocá-la na minha presença. - O ar de sadismo cederia lugar para um pouco de preocupação, com minha voz aparentando estar mais desanimada, porém não iria durar muito. - Se for de vossa vontade iremos continuar essa conversa mais tarde, agora preciso mostrar uma performance infernal para esses piratas azarados. - Dizendo agora de maneira mais descontraída, fazendo piada com um dos apelidos que apressadinha insiste em colocar na minha pessoa.

>><<

Mesmo com os preparativos que organizei para uma belíssima performance a atenção da platéia logo era desviada de minha pessoa, é óbvio que como a principal estrela da trama não poderia deixar de sentir-me indignada com a audácia de ser ignorada por meros mundanos, porém eu prontamente os faria perceber tal erro, avançando repentinamente com um salto impulsionado na direção do pirata mais próximo a esquerda assim que esse desviasse a atenção de mim, e não o daria tempo de surpreender-se pois iria cortá-lo logo abaixo da máscara com um ataque amplo na horizontal, girando meu corpo durante o golpe para fazer um semicírculo. - Para um bando de piratas desqualificados vocês tem coragem, virando as costas para alguém armado que acabou de invadir o navio. - Diria em alto e bom tom, expressando bastante sarcasmo por falar de maneira pejorativa, tendo intenção de deixá-los irritados, e demonstrar que não estariam tão seguros ao me ignorarem totalmente.

"Aquele mascarado estava falando alguma coisa antes dos outros piratas me ignorarem, o que era mesmo? Não importa de qualquer forma." Assim prosseguiria com a hipocrisia atacando os demais marinheiros enquanto a princípio simplesmente ignoro o capitão, avançando contra os outros piratas que aparentemente estavam enfileirados, empunhando a lança com as duas mãos prosseguiria correndo pelos piratas enquanto iria distribuir diversos golpes cortantes em diagonal, mirando principalmente a região superior do tronco, girando a haste com as duas mãos para poder mudar a trajetória dos ataques de maneira mais rápida, e assim acertaria o maior número de piratas. Porém se os ganchos já fossem arremessados e as tábuas de madeira tivessem sido colocadas como rampas, minha pessoa teria uma acção ligeiramente diferente, desta vez mirando principalmente nos joelhos e abaixo, com estocadas e cortes precisos na horizontal, iria golpeá-los para que quebrar seu equilíbrio e fazer caí-los no mar, ou pelo menos tornar o trabalho da Vick mais fácil. Também daria uma atenção especial para as cordas e tábuas, caso tentassem aparar ou bloquear meus ataques, minha pessoa simplesmente mudaria a trajetória do ataque e realizaria cortes verticais descendentes, tendo intenção de cortar as cordas e fragilizar a estrutura das tábuas de madeira.

- Quem deixou esse salva vidas fugir do aquário? - Questionaria se caso me encontrasse novamente com o capitão. - Desculpe, mas já nos conhecemos? Vocês todos de máscara, fica realmente difícil encontrar um anão de jardim perdido em meio a tantos piratas de verdade. - Diria aparentando realmente estar confusa com a presença de Kaleo, apesar de ser somente meu jeito carinhoso de existir. - Sr. Segurança de Berçário no momento estou ocupada resolvendo assuntos de gente grande, depois prometo que brinco de jogar a bolinha com você. - Continuando com as implicâncias, dessa vez dizendo de maneira exageradamente fofa o tratando como se fosse um filhotinho de cão.

Bom, como minha pessoa se colocou em bastante perigo até agora, nada mais justo do que ter uma defesa minimamente aceitável, contra os tripulantes normais, eu iria bloquear os ataques, usando a lâmina da lança para colidir com a lateral e cabo de suas armas, assim quebraria o ritmo e balanço deles, ou em último caso usaria a haste para bloquear os ataques diretamente, quando estivesse bem perto de ser acertada.

Já o Kaleo, este ainda se mantém incógnito, o que confesso ser deveras irritante de lidar, mas tentarei manter-me distante dele, até que finalmente se revele, comigo sempre atacando os outros piratas enquanto uso o próprio tripulantes como cobertura, e no mais iria recuar toda vez que ele se aproximasse, circundando os mastros, até chegar próximo a algum dos decks onde saltaria até eles, ou então me colocando entre a tripulação, assim aproveitaria pra distribuir mais alguns golpes, porém estes seriam feitos usando o cabo da lança, para empurrá-los contra o capitão. - Ara ara, para um filhote de pigmeu até que vossa pessoa possui alguma determinação. - Diria num tom perverso caso Kaleo insistisse num combate corpo a corpo, e em seguida iria soltar uma breve risada parecendo me divertir com a perseguição.

Mas é claro que não o deixaria me atacar livremente, aguardar-ia por um momento oportuno, seja quando precisasse desacelerar para curvar ao redor do mastro, ou aterrissando após saltar até o um dos decks, seria em algum momento assim onde empunhando a lança com ambas as iria avançar de imediato contra ele, então jogaria os braços para frente permitindo que a lança deslize pela palma mirando o centro do abdômen do capitão, até eu firmar a mão próximo a extremidade final, e então voltaria a empunhá-la com as duas mãos. Mas isso somente no caso dele ser um lutador de curta distância, caso contrário eu continuaria a eliminar os demais tripulantes com ataques rápidos, movimentado-me constantemente entre os piratas, como uma maneira de proteger-me de ataques de média e longa distância.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyQua 29 Abr 2020 - 8:33




O momento ao qual temia havia chego, o momento de expor a apressadinha o seu lado vil ao qual tentou poupá-la até então. Deixando-se novamente sobre o colchão deu-se tempo para se acalmar enquanto formulava as palavras difíceis que pretendia dizer. - O que você quer dizer com isso? - Lícia girava na cama ficando agora cada uma sentada ao lado da outra com o rosto virado para se olharem.

Lícia a ouvia em silêncio, talvez percebesse que aquele não era o momento para contestar nada, deixando assim apenas que Kare falasse o que precisava falar, apenas sorriu para a morena e despediu-se dizendo. - Se você fosse uma paladina eu não estaria aqui. Agora vai lá.

>><<


Outro ator havia invadido o palco que por direito lhe pertencia, e se já não bastasse isto ele ainda tinha a audácia de estar em um palco mais elevado e ainda roubar a completa atenção da sua plateia, era realmente um pecado maior após o outro que era culminado pelo péssimo gosto para roupas e aquele cabelo branco sem vida.

Está falta lhe era inádimissivel e eles logo perceberiam. Correu, dois passos lhe foram o suficiente para chegar a escada e de lá saltou. O sujeito mais próximo, um homem magro que segurava uma tábua com ganchos que seria usada como ponte para a abordagem. Com surpresa girou ao perceber o movimento ao seu lado, pobre era ele por sua posição na embarcação, porém desta vez não era um inocente pai de família tentando apenas subsistir. Aquele homem magro já havia feito sua cota de maldades terríveis.

A tábua se moveu como um escudo para se opôr ao golpe. Fútil! Kare mal sentiu o contato com a mesma, isto porque este não houve. Kare aterrissou ao lado do homem que ainda segurava a tábua a sua frente, ao ver a morena ao seu lado sua mão esquerda soltou a ponte e moveu-se a sua espada, mas parou no meio do caminho correndo apressada ao seu pescoço, mas para ele as palavras de Kare já não eram mais audíveis.

Ela não estava satisfeita e para seu azar havia sido o alvo da insatisfação perversa da jovem que superou todas as expectativas de velocidade que ele pudesse ter.  Todavia, Kaleo não pretendia lhe deixar agir ao seu bel prazer, pois ainda enquanto falava fez-se ao seus pés o som de algo caindo e não só ali. Vidro estilhaçou-se em outros pontos do navio.

Os minions moviam-se rapidamente para afastar-se de Kare, Kaleo por outro lado pendurava-se de cabeça para baixo nas cordas que iam ao mastro. Havia jogado quatro daqueles recipientes e destes uma fumaça cinza emergia espalhando-se com velocidade pelo deck do navio.

Mas não tendo tempo a se preocupar com aquilo a jovem saltou sobre o próximo pirata estando determinada a impedi-los de avançar para dentro da embarcação artista. Ao mesmo tempo que o atingia o próximo atrás dente cambaleava com um tiro recebido, mas havia sido só até ali que lhe havia sido possível avançar antes que todos sumissem dentro da fumaça.

Atacou a sua frente, e também mirando para acertar as tábuas, mas eles não estavam mais ali, embora tenha sentido a lança cortar uma das cordas no movimento. Sem ancoragem os navios pouco a pouco desemparelhavam.

- Kakaka, quem você está chamando de naniko? Giganta maldita? - Kare de fato não o via, mas sua voz agora havia vindo do alto e mais atrás de si o que a fez se virar e também era evidente que o comentário sobre sua altura o havia irritado.

- ShifShifShif - Soou atrás da jovem, próximo. Quando se virou nada havia, mas em suas costas sentiu um corte seguido de um baque. Uma lâmina havia sido arremessada vinda do alto. Felizmente não há havia acertado em cheio, pois ao virar-se evitou-a em parte, mas ainda assim um corte superficial havia sido feito em sua coxa e agora um lâmina curta e reta estava cravada no chão um pouco a sua frente.

Talvez a forma deste lutar tenha sido inesperadamente inoportuna para a jovem, um estilo que nunca havia tido de enfrentar. Outro artista.

Porém em meio a isso havia uma boa notícia, pois do convés do outro navio não vinham sons de combate, sua rápida ação havia obrigado Kaleo a se mover e naquelas condições dificultado a ação de todos ali que apenas buscavam refúgio para longe de Kare.

>><<

Outros dois sons de vidro se quebrando foram por ela ouvidos, estava agora mais próxima ao mastro central, então madeira rangeu próxima ao deck traseiro e de novo de um ponto pŕoximo a si. - ShifShifShif.

Um movimento na névoa a sua diagonal à frente lhe fez se mover, indo para o lado e tendo o espaço onde antes estava o seu peito cortado por uma lâmina voadora. Sons de passos corridos rangeram na tábua, logo após ouviu o rangido das cordas e então o som parou.   - Pra uma gigante desengonçada até que você é bem ligeira.

Os navios quase desenparalhavam, nesse momento Kare ouvia dois outros disparos. As traseiras do mesmo agora estavam alinhadas, sendo a traseira do navio mais alta talvez lhes fosse possível simplesmente abordar saltando sem a necessidade de pontes e cordas, mas Kare não conseguia enxergar aquele local por causa da fumaça.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyQua 29 Abr 2020 - 17:38


A mudança na atmosfera era um tanto desagradável, deixando minha pessoa bem incomodada com toda a fumaça. "Ele ofuscou toda a luz do palco, agora como poderão contemplarem minha performance?" Obviamente preciso fazer o capitão arrepender-se de ter apagado as luzes do cenário, mas antes eu cobriria o puxando o poncho até o meio dos olhos, vai saber o que aconteceria se minha pessoa respirasse toda essa fumaça diretamente, e talvez seja por isso que todos da tripulação usem máscaras.

E como minha coreografia já não seria vista de qualquer maneira acho que está tudo bem se minha pessoa adotar uma postura diferente dessa vez, para surpreender o público quando as luzes se acenderem novamente. Começaria alterando a forma de pisar, usando mais as pontas dos pés e assim diminuiria os ruídos, também manteria minha idéia de a princípio ignorar o capitão, ao contrário dele estou cercada somente de inimigos então não preciso preocupar-me com quem devo atacar.

Por baixo do poncho um sorriso diabolicamente lindo haveria formado-se, então começaria a movimentar-me agilmente pelo navio tentando pisar no chão deck para que os sons de meus passos fiquem mais abafados, e pelo fato de minha visão estar enevoada tomaria um pouco mais de cuidado, tentando identificar apenas as silhuetas das construções e pessoas, e evitando as silhuetas imóveis por achar que seriam algum mastro ou as paredes do navio, e não seria muito elegante se minha pessoa trombasse com esses obstáculos. Também iria orientar-me um pouco pelo som, não seguindo em frente se caso escutasse os barulhos do mar, pois tropeçar nas muretas do navio e cair no oceano não faz parte do script, caso os piratas fizessem muito barulho eu iria seguir na direção do som, e se me deparasse com as paredes do deck frontal ou traseiro eu saltaria sobre elas, evitando as escadas, assim iria procurar pelas silhuetas em meio a fumaça, assim aproximar-me-ia rápida e silenciosamente para cortá-las uma a uma, e talvez isso faça os piratas se alertarem com gritos, o que me faria perseguí-los nessa caçada sorrateira.

>><<

Agora para lidar com o capitão que parece não ser tão ingênuo, apesar de um pouco descuidado, iria me aproveitar de sua fraqueza psicológica tanto para funcionalidade como também para me entreter-me um pouco com os chiliques. - Ara ara... Mesmo sendo um alpinista de meio fio vossa pessoa possuía uma grande capacidade de ser inconveniente. - Diria num tom alto e debochado para elogiá-lo, mas claro enfatizando toda a grandeza que Kaleo não ostenta. E logo após fazer a implicância iria me afastar a passos silenciosos, esperando por uma resposta ou ataque no local onde estava, se nesse momento eu pudesse ver a silhueta mínima do capitão movendo-se em meio névoa iria rapidamente estocá-lo com as duas mãos empunhando a lança, enquanto avanço um passo para ganhar mais alcance, arremessando os braços na frente do corpo tendo intenção de fazer um golpe rápido.

Ainda para lidar com Kaleo iria me orientar pelo ranger da madeira, acreditando ser os passos dele, e assim que escutasse os rangidos iria atacar, se os rangidos estivessem longe porém dentro de meu alcance, iria aplicar um súbito golpe perfurante, jogando todo o corpo para frente, e também me impulsionando com um pequeno salto se fosse necessário para chegar até o rangido. Porém se o rangido estivesse mais próximo de mim e principalmente vindo das costas, minha pessoa iria realizar um chute lateral na direção do som, girando em torno do calcanhar esquerdo enquanto golpeio com a perna direita. - Sr. Jóquei de cavalo marinho você tem uma coreografia muito ardilosa. - Claro que as provocações não iriam parar, pois seria minha maneira de manter-me orientada, seja por alguma resposta chula ou um ataque desleal. "Mas se não fosse assim minha pessoa ficaria muito mais entediada." Afinal se ele preparou o palco dessa maneira é porque provavelmente sente-se favorecido nesse tipo de ambiente, e confesso que dentro de mim havia um certo desejo de demonstrar minha superioridade sendo melhor do que os outros naquilo que se orgulham, mas essa excitação já me abandonou a anos.

Dançando com Kaleo minha movimentação ficaria restrita por assim dizer, não ficaria correndo de um lado para o outro no navio, pois iria priorizar o silêncio dos passos, e imaginando que só conseguirei defender quando já estivesse prestes a ser acertada, além de afastar o corpo rapidamente a fim de esquivar, também usaria haste da lança para armar uma defesa firme e empurrá-lo, talvez assim ele possa perder o equilíbrio, e então o atacaria com uma estocada ou chute horizontal baixo (que na verdade seria alto pra ele) de acordo com a distância entre nós.

Há também um outro detalhe iria me atentar, as cordas que ligam os mastros aos decks, se me surgisse a oportunidade eu iria cortá-las de não estivessem tão altas e também se eu pudesse identificá-las dentro dessa fumaça. Ou então se durante meu embate com Kaleo eu notasse uma movimentação "estranha" com a silhueta dele simplesmente subindo e ficando no ar, acreditaria que ele estaria segurando em uma dessas cordas e golpear-ia naquele local com um corte vertical descendente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptyQui 30 Abr 2020 - 13:10




A cortina de fumaça que descia sobre seu palco parecia ter dado um encerramento antecipado ao seu espetáculo e já que era para agir nos bastidores onde seus fãs não poderiam-na vê-la ela se portaria adequadamente, sem expor-se a necessidade de uma justa performance.

Já não desejava tentar chamar a atenção para si, planejando-se mover se fazer sons enquanto partia em caça ao restante dos tripulantes primeiro, todavia… Havia naquele Deck algum lugar que não fazia ruído?

Assim como o capitão quando se movia foi com ela, mesmo obstante os seus cuidados e treinamento, cada um de seus passos geraram um rangido seco de tábuas mal pregadas. Antes de dar quatro passar uma nova faca de arremesso perfurava agora sua omoplata, desestabilizada caiu apoiando-se no corrimão que levaria para cima, mas sem dar-se por vencida avançou por este percebendo que ao menos as escadas não rangiam.

Mas ao chegar ali já não encontrava nenhum tripulante. A fumaça  ali era branda devido a maior altura e pelas granadas terem sido lançadas no deck central. Os navios haviam desemparelhado nesse momento, escutou outro disparo vindo do navio artista, provavelmente os sons do confronto que lá ocorria.

Ao virar-se conseguiria Ver Kaleo quase no topo do mastro em um local sem fumaça olhando-a e para além dela em direção ao navio. - Para alguém com pernas tão grandes você é meio devagar. - Caço-ou primeiro, mas também teve suas resposta. - Kakakaka, o que a pintora de marquise está dizendo é que eu sou grande não sou? - Soou arrogante enquanto estufava o peito tentando ignorar completamente a parte sobre escalar degraus.

Mas a conversa não durou mais muito. Kare agora estava no deck traseiro superior, e tendo menos fumaça ali ela era capaz de ver o lugar. Este tinha uns 8 metros da escada até o sua traseira por uns 4m de largura o que dava um espaço bastante decente. Na traseira, nas duas ''quinas'' havia canhões pequenos usados provavelmente em situações de fuga. Próximo aos canhões caixas com munições. Na amurada próximo a esses canhões havia uma rede triangular feita de cordas que também seguia em direção ao mastro central.

Na parte central mais ''frontal'' havia o timão. Em cada lado dali uma escada para descer. O restante era cercado pela amurada a fim de evitar quedas acidentais. O chão mais uma vez rangia, não tanto quanto no deck inferior, mas ainda rangia.

No topo do mastro o escalador de rodapé saltava para trás e de repente Kara o via saindo da fumaça em direção ao Deck traseiro. Em sua boca havia uma lâmina já em cada uma de suas mãos aquelas esferas de vidro que foram arremessadas ao chão do deck traseiro antes que o pêndulo que ele realizava o puxasse de volta para a névio do Deck central. Ao vê-lo ali a jovem talvez pudesse se lembrar de trapezistas.


Kare havia tido tempo de ver uma última coisa antes das cortinas novamente se fecharem, escondido atrás do timão agora começando a ser coberto por fumaça havia um pequeno animal a encarando.


Novamente sem visão e agora localizada na parte traseira do navio ela  se via enfrentando pela primeira vez um oponente que era cheio de truques. Estava virada para a direção do mastro central, ouvia o rangido da corda tensionada quando de súbito a névoa se deslocava em sua direção. Ágil a jovem saltava para trás golpeando com uma estocada a figura que surgia na névoa apenas para descobrir ser a capa embolada de seu oponente.

- ShifShifShif - soou atrás de si e no instante seguinte outra lâmina de arremesso voou cortando o seu poncho ao redor da sua face. Não tinha sido acertada diretamente, pois ao ouvir o barulho e ver em sua visão periférica a movimentação na névoa havia mais uma vez recuado.

Ouviu os passos rápidos de Kaleo soando próximos a escada da sua esquerda e avançou em um salto para lá perfurando onde achava ser o local, mas ainda não habituada acabou atacando com atraso e sua estocada passava em branco no local, via o vulto de seu oponente saltando e depois desaparecendo sem novos ruídos. Imediatamente associou isso ao mesmo estar escalando e moveu-se a cortar o ponto onde a rede de cordas da esquerda se fixava com um movimento circular de sua lança, sentiu as mesmas rompendo-se ao fio de sua arma e quando percebeu Kaleo passava por si de cabeça para baixo tentando-a cortar de perto com a lâmina, mas ainda teve tempo de evitá-lo inclinando-se para trás.

- Achei que a falta de oxigênio a deixasse mais burra. Mas até que é esperta. - A voz vinha da direção do mastro, já que era lá que a outra ponta da rede estava presa. Kare devolvía o insulto apenas para vez Kaleo se irritando mais. - SE EU SOU O JOKEY VOCÊ DEVE SER A ÉGUA. - Kare ouvia um taptaptap mais seco e sem rangidos e então novamente. - ShifShifShif. - Imediatamente rodou sua lança e em seu cabo sentiu uma lâmina voadora ricochetear para o lado.

Kaleo era cuidadoso ao se manter oculto em sua fumaça e sempre mantendo-se distante o suficiente do alcance da própria Kare, enquanto parecia usar-se dos sons para localizá-la em meio aquilo. Obviamente valendo-se das suas melhores habilidades para manter aquele tipo de jogo.

A fumaça do deck central se dissipar e a do traseiro já começava a rarear devido o local pegar mais vento. Cada granada gerava uma quantia fixa de fumaça e toda ela liberada assim que se quebrava. Seria aquele um jogo demorado? Ou talvez um dos dois tivesse um plano vencedor que o encurtasse?

O taptaptap havia novamente sumido, tinha sido ouvido ao lado direito de Kare (Lado onde também estava os tripulantes antes para invadir). As redes e cordas ainda existiam por ali, e também aquele pequeno animal que ocultava-se bem na névoa. Restavam sete redes e sabe-se lá quantas cordas altas, e sabe-se lá quantas granadas ele ainda possuía.

- Talvez se você jogar suas armas no mar e se render agora eu te mate rapidamente, o que me diz?






Adicione: Adaga cravada na sua omoplata direita, corte superficial na panturrilha direita.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 6 EmptySex 1 Maio 2020 - 7:32


Rangi os dentes enquanto me retorcia abafando um gemido agonizante, enquanto algo cravando-se em mim ardendo como que se queimasse meu interior. "Pirata impertinente" Olhando por cima do ombro enxergaria parcialmente minha nova aquisição. "Nada mal, conseguiu deixar nossa dança mais desafiadora, mas receio que não seja o suficiente." Claro que eu poderia simplesmente arrancá-la, só precisaria suportar a dor e teria melhor mobilidade, mas ficar marcada permanentemente está fora de cogitação.

- Se pretende montar em mim sugiro que traga consigo uma escada, mas de qualquer maneira essa possibilidade não ocorrerá. - Não perderia a oportunidade de continuar a me divertir perturbando Kaleo, diria sendo bem simpática e até mesmo com o tom de voz amável, apenas mais enfatizar o deboche.

- O que!? Vossa pessoa disse algo? Peço perdão pela descortesia, mas talvez se você gritar eu poderia escutá-lo aí de baixo. - Responderia a respeito de jogar minhas armas ao mar, me fazendo falhamente de desentendida somente para deixar minha provação muitíssimo clara.

Depois encerrarmos momentaneamente as trocas de cortesias retornaria ao nosso dueto, neste momento manteria minha performance mais furtiva, movendo-me pouco sobre as pontas dos pés, mesmo tendo certeza que a madeira vai ranger normalmente, seria minha maneira de não levantar suspeitas para a nova ideia que tive, desta vez seguiria na direção onde a cortina de fumaça aparente estar menos concentrada, ou uma parte onde não enxergasse mais as sombras dos mastros ou qualquer outra construção do navio que algo pudesse ocultar-se, então manter-me-ia focada em identificar a pequena silhueta do animal (Não, não estou me referindo ao Kaleo), e quando o encontrasse avançaria de imediato em sua direção, pronta para chutá-lo com o peito do pé, tendo intenção de atirá-lo para longe, porém deslocaria meu pé propositalmente para a direita durante o chute, mesmo que não o acerte em cheio isso o ele seria induzido a esquivar-se para a esquerda, e se assim fosse fosse feito minha pessoa iria girar em torno do pé esquerdo enquanto gira todo o corpo rapidamente da direita para a esquerda, então iria "rebater" o animalzinho inconveniente com a haste de lança, assim poderia não mover tanto as costas do ombro lesionado e também o afastaria.

Se caso consiga acertar esse animalzinho esguio minha pessoa sentiria que o essa apresentação ficaria mais uma vez terrivelmente desbalanceada Kaleo. "Agora mostre-me como é ficar cego dentro dessa névoa." Se minha teoria estiver correta esse bicho que apareceu oportunamente dentro de um navio pirata estaria me farejando e mandando algum tipo de sinal, provavelmente sonoro para o capitão. "Mas francamente, depender de algo tão frágil, porque sempre acabo superestimando as pessoas?" Também não posso negar meu descontentamento, eu havia imaginado que o capitão deste navio fosse minimamente habilidoso para me localizar e atacar precisamente no meio de toda a fumaça, mas depender um animal delicado e adorável o suficiente para não me fazer cortá-lo em dois… É engenhoso tudo bem, minha pessoa admite, mas esperava mais do capitão pirata.

Se Kaleo demonstrasse ter algum vínculo emocional com o bichinho, e ficasse visivelmente triste ou irritado por eu ter acertado seu mascote, claro que iria usar dessa abertura para importunar a mente do animalzinho indefeso (Agora sim estou me referindo ao capitão pirata). - Não se preocupe lenhador de bonsai, acredito que essa coisa desafortunada ainda esteja viva, mas talvez alguma lesão interna o faça falecer, aconselho vossa pessoa a apressar-se, caso contrário… - Terminaria a frase em aberto soltando uma risada irritante de puro deboche, me referindo ao mascote fofo de maneira pejorativa para deixá-lo ainda mais bravo com minha falsa falta de compaixão.

>><<

Independente do resultado até aqui minha pessoa iria alterar o ritmo da performance, faria um escandaloso sapateado enquanto me desloco um pouco para direções variadas e assim revelaria minha posição, então prestaria atenção aos arredores para qualquer sinal das adagas, com ou sem adagas voadoras não ficaria mais do que alguns segundos sapateando no mesmo lugar, pois tomaria impulso com os joelhos e saltaria velozmente pelo navio a fim de gerar diversas fontes de som, mas não seguiria um padrão pois assim ficaria mais imprevisível para onde minha pessoa iria, só tomaria cuidado mesmo para não saltar de encontro uma parede ou os mastros, e se durante essa parte da coreografia eu acabe passando próximo das cordas ou redes aproveitaria para cortá-las.

- Está muito rápido para vossa pessoa Sr. Pernas de serpente? - Continuaria com nossa troca saudável de elogios, e iria acelerar ainda mais o ritmo da dança, o convidando para tentar acompanhar-me, e durante esse jogo aguardar-ia pelo momento em que o capitão pirata se expusesse para atacar, este seria o momento em que minha pessoa revidaria, indo subitamente de encontro a Kaleo, pronta para estocá-lo, mas não colocaria os braços na frente do corpo, e sim tentaria aproximar-me ao máximo, e durante o golpe iria direcionar a lança na diagonal para a esquerda querendo acertar a cabeça dele, mesmo que ele não desvie para esse lado, pois quero reaproveitar a idéia que tive lidando com o mascote, e nesse caso seria para induzir o capitão a esquivar-se abaixando para a direita, e se assim fosse feito, ele encontraria minha caneleira direita que o acertaria lateralmente, em um belo chute horizontal enaltecido pelo rebolar do quadril junto da rotação corpórea. "Ter somente uma direção para executar esses lados é um fator limitante que não me agrada, talvez eu deva… Em outro momento resolvo esse empecilho."

Meu próximo passo não seria muito diferente do que fiz até agora, novamente teria de esperar por uma oportunidade de perseguir o capitão, e quando tal situação surgisse iria prontamente avançar em sua direção como se quisesse estocá-lo igual fiz até agora, mas já imaginando que ele irá desviar, não o atacaria apenas aproximar-me-ia o suficiente para fazê-lo fugir enquanto mantenho os joelhos flexionados para tensionar as pernas, então esperaria até que Kaelo esquive-se, para que que eu salte contra ele, e assim iria perfurá-lo, usando principalmente o impulso do pulo e o peso do corpo para golpeá-lo, mantendo a empunhadura firme na lança. - Fisguei você camarãozinho. - Diria serelepe com um tom ligeiramente irritante se caso o acertasse agora.


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