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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyDom 08 Mar 2020, 10:58

Relembrando a primeira mensagem :

Hey Ya!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Mirutsu Haretsu e Kid Farway e da agente do governo Lilith BlackWater. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptySeg 14 Dez 2020, 17:56

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Seus olhos protraídos e semicerrados denotavam uma célere postura defensiva do avarento; de peito estufado e postado à frente, músculos inrijecidos e de pés cimentados ao chão, Revan preparava-se para um encontrão feio. Isso tudo, é claro, era esperadíssimo, uma vez que o grandalhão esperava defrontar-se com a mulher que procurava naquele cômodo. Antes fosse isso. Incrédulo em face à três ratazanas que, de maneira aleatória, aproximavam-se do próprio sovino, Revan utilizou-se das costas das mãos para acepilhar seus olhos, talvez por se recusar em acreditar naquela cena. Sim, isso mesmo, ratazanas. Lá, no Terminal Cinza, Revan só conhecia cães e ratos e, na dúvida, se for grande e peludo, é uma ratazana. - Nunca vi ratazanas desse tamanho. - Afirmou, enquanto arranhava as unhas ao cavanhaque. Sua postura antes defensiva e postada agora desvanecia-se, se tornando mais aberta e flexível. Se esforçasse-se era possível até sentir um cheiro de carne grelhada que ascendia arrastadamente às suas narinas, oriundo de reminiscências de quando grelhava os roedores há anos atrás. Hmmm, ratazana grelhada.. Era notório a vontade de comê-los em seus olhos perpetrantes e constantemente pregados à eles. Entretanto, antes que chegasse a vias de fato, atentou-se, pela primeira vez, no garoto que os acompanhava. Seus olhos semicerrados esforçavam-se para escrutiná-lo dos pés à cabeça, empenhando-se para que pudesse desvendar suas intenções através das nuances do seu semblante. Em instantes, aproximou-se do garoto e das ratazanas, esforçando-se para não se deixar levar pelo defluir de pensamentos impróprios para cozinhá-las. Ratazanas no espeto...


Seus olhos estreitaram ao ouvir a indagação do garoto; supondo ser referente à mesma mulher que procura. Será ela? Há a possibilidade, afinal ele está no mesmo local que o velho o guiou e que esperava-se encontrá-la. - Não vi ninguém, garoto das ratazanas. Talvez o velho lá embaixo possa ajudá-lo com isso, ele também está à procura de uma mulher. - Respondeu, dando de ombros e retornando até o velho, esperando que o garoto o acompanhasse. - Ele está procurando uma enganadora que se casou com o seu filho, o assassinou e fugiu com o dinheiro dele. - Suas mãos entrelaçariam-se na parte detrás da sua cabeça enquanto aclarava o contexto do ocorrido pelo percurso. Os olhos, então, dançariam com o auxílio do pescoço até o garoto, de modo que fosse possível captar quaisquer reações que fossem esboçadas por ele. Talvez ele poderá ajudar em algo. Não se deixe ser enganado pela postura aparentemente despreocupada, cabalística e impassível do avarento, pois, na realidade, ele sempre está interessado em alguma coisa. Sim, quase sempre envolve dinheiro. À primeira vista, no primeiro andar da residência, Revan foi até o homem que estava desacordado, se ele ainda estivesse lá. - Nunca vi alguém gostar tanto de dormir assim, cara. E aí, sobreviveu, velho? - Alçou os braços acima da cabeça, buscando esticá-los em espreguiço; queria, talvez, estar dormindo também e com a bufunfa no bolso. - Eu fui lá em cima e não encontrei ninguém, velho. Vamos ter que procurar ela em outro lugar, sei lá.. - Apertou os lábios em desalento, talvez a abstinência de colocar as mãos em algo de valor já estivesse fazendo algum efeito no avarento. Calhorda e cara-de-pau, Revan vistoriou os bolsos do homem caído de forma acurada, de modo que não pudesse acordá-lo. - Ah, esse é o nosso amigo... - Pausou ao final, esperando que o mesmo revelasse o seu nome e se apresentasse. - Então, ele está perguntando de uma mulher morena e um homem bêbado, você sabe algo? - Completou ao final, atentando-se nos pertences do homem caído, caso ele realmente estivesse em posse de algo que captasse a sua atenção.





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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyTer 15 Dez 2020, 02:50

Miru e capangas



Enquanto eu me vestia, o maldito coala ficava zoando no meu ouvido e ainda achando pouco, o corno ficava botando pilha pra cima de mim, desse jeito, não estranharia se a porra da caçada zikasse por completo por conta das merdas que ele falava.- Vira essa boca de praga pra lá, porra. Com o braço assim eu derroto ela, a mãe dela e até mesmo o pai se eu tiver inspirado, agora com você zikando a parada complica né parceiro.- franzi meu cenho, aborrecido, enquanto levava minhas mãos aos bolsos como de costume e cerravam meus olhos numa expressão de meio raiva e meio tédio. Novamente teria que buscar pistas para encontrar a procurada; iniciar tudo do zero praticamente. Os coalas foram apresentados para mim pelo fumante, e eu prestava atenção, só que eu ignorei quando ele voltou a falar de meu estado e que eu não conseguiria derrotar a Viúva.- Pera aí...- suspirei, levando minha mão até a testa, mexendo-a um pouco.- Me fala, tu realmente acha que ela era mais forte que o careca tarado?- eu havia derrotado o peixe maior e mais forte, utilizando das minhas táticas elaboradas. Em questão de constituição, podia-se dizer que eu tinha uma certa vantagem em cima da mulher, ou no máximo estávamos equiparados e ela não parecia ser do tipo artista marcial.- O que você sabe sobre a Viúva? Como ela luta, se é que ela faz isso. Ela parece ser do tipo das que fazem lutarem por ela, saca?- dei um riso sem graça, obviamente me referindo ao masoquista.- Apenas relaxe e deixe o pai resolver a situação. Ah e não precisa me ajudar.- se os mesmos me ajudassem, eu teria que dividir a desgraça da recompensa, então, melhor não.

Voltando até onde havia acontecido minha recente luta, eu percebia que ainda se estava de noite, uma coisa boa, afinal, isso mostrava que eu não tinha apagado por tanto tempo. Se eu conseguir capturar a Viúva antes do nascer do sol seria perfeito; já emendaria pegando o pé daqui de Shells Town... não aguento mais ficar nessa cidade, então eu só vou ser o herói daqui uma última vez antes de partir para algo melhor. O interessante é que ao chegar na casa, percebia que tinha um sujeito por lá. Um homem que tinha cabelos negros, era alto e utilizava roupas simples. O mais esquisito, era que ele parecia... estar interessado nos minks coalas? Quase como se fosse um transe. Ele também parecia não saber o que era um mink coala, pois referia-se aos mesmos como ratazanas... bom, não que seja tão diferente mesmo. Quando o mesmo respondia, ele dizia não ter visto a Viúva, mas, dizia que velho que estava por ali poderia me dizer algo sobre a mesma.

Quando o homem se aproximasse do velho, eu seguiria, levando novamente minhas mãos aos meus bolsos. Pela descrição que o cara deu sobre a situação do velho, encaixava perfeitamente no perfil da Viúva. Talvez o velho soubesse de algo, afinal.- Eu sou um caçador de recompensas, sinta-se a vontade de falar o que sabe sobre essa mulher, conhecida pela Marinha como "Viúva".- levantaria minha sobrancelha, esperando uma resposta do idoso. Me atentaria a resposta, pois, novas informações sobre a mulher poderiam sair da boca do velhote, qualquer coisa que me ajudasse a chegar mais próximo de meu dinheiro e um passo mais perto de sair dessa cidade saciaria minha sede por informações, que nesse caso era tão importante quanto o próprio dinheiro. Com as informações dadas, buscaria encontrar alguma que me desse uma dica onde a Viúva se escondia ou costuma andar, principalmente. Me escoraria em uma parede, ao passo que o velho falasse algo sobre a Viúva, enquanto indagaria algumas coisas sobre a mesma.- Você sabe onde é um dos esconderijos onde ela fica ou local onde costuma andar?- só não cruzaria meus braços pois um estava quebrado.- Sabe qual o barco dela? Isso é, se ela tiver é claro.- continuaria.- Diga-me alguns lugares onde seu filho frequentava, senhor.- coçaria minha cabeça, formulando já meu plano de ação, que era bem simples: Priorizaria ir até algum dos esconderijos dela, com o céu noturno ao meu favor era bem capaz que essa fosse a melhor opção pra mim pelas minhas habilidades furtivas. Caso não houvesse resposta sobre seu esconderijo, era hora de focar onde a mesma costumava andar ou frequentar. Por último e menos prioritário, seria onde o filho dele frequentava, lá eu poderia falar com algumas testemunhas sobre a Viúva ou pegar ela no flagra, caçando uma outra vítima.

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Com alguma das informações dadas, era hora de voltar a minha busca implacável pela filha da puta.- Dito isso, eu garanto que a assassina será punida. Apenas aguarde e verá.- com um sorriso em meu semblante, eu sairia, pra algum dos locais, caso fossem mencionados, ao passo que se não fossem, o jeito era voltar para a taverna onde eu encontrei Jonas, talvez lá fosse o canto mas propenso para descobrir sobre a procurada se eu não tivesse nada em mãos. Os coalas pareciam que não parariam de me seguir, mas, logo eu lhes daria um aviso.- Só pra constar, a gente não é uma equipe. Eu consigo dar conta da arrombada sozinho, ok?- diria, parando minha caminhada por um momento, mas, logo voltando ao meu trajeto.

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptySab 19 Dez 2020, 22:15




Hey Ya!
Dois guei!



Quem você ta chamando de ratazana? - Vociferou Dion retirando de sua cintura um revólver de um alto calibre, seus dedo ia em direção do gatilho, mas momento difíceis assim era o coala de óculos que parava seu irmão redirecionando a mira do fumante, o tiro era efetuado ecoando pela noite e o buraco estava aberto no teto decadente daquela casa. Quase que um dos nossos protagonistas ia de base por questão do temperamento de uma dos minks, os irmão se complementam, poderia até dizer que cada um é parte de uma entidade maior, mas não vamos chegar a algo mais estranho. - Calma Dion. - Falou o irmão, já Dion guardou sua arma e cruzou os braços enquanto os dois protagonista pareciam chegar a um acordo, iam ao encontro do velho que agora estava preocupado pelo barulho do disparo vindo do segundo andar, já Koata ficava bem próxima de Mirutsu quase lhe agarrando o braço, ela sorria gentilmente sem falar nada, conseguia ver nas covinhas do rosto da mink uma coloração vermelha parecendo que a mesma estava corando.

O velho estava impaciente e quando viu aquele monte de gente reunida quase sofreu um treco, porém seu vingador ainda estava vivo e parecia estar se dando bem com os restantes dos caçadores. - O que foi esse disparo? - O idoso indagou suando frio. - Alrs respondeu de forma fria. - Nada demais. - O senhor olhou diretamente para os olhos de Revan que não parecia estar tão abalado com toda aquela situação, todos tinham o mesmo objetivo naquele momento, o gatuno não queria ajuda enquanto o trio de minks queriam pegar a bandida de um jeito ou de outro. - Esse aqui não parece que vá acordar tão cedo. E a cobra? - Ele mencionava a viúva, porém não havia traços dela, apresentando-se a todos, poderiam chamar o velho de Hugo, um apelido para amigos. - A morena é a viúva, não a vi se não já tinha gritado por você! - Falou o velho coçando o topo da cabeça com o indicador.

Dion estava impaciente, batia os pés, Mirutsu com o braço quebrado poderia perder para uma luta com ela, ele também não acreditava que Revan poderia ser forte o suficiente também ou até mesmo experiente nesse tipo de situação. A turma toda estava reunida para pegar a pirata, isto seria uma vantagem. - Se ela não está aqui vai ser muito mais difícil agora. - Falou o Hugo que tinha uma rixa com a pirata devido a morte de seu filho pelas mãos da moça. - Aqui ela estava sem suas proteções, tem mais cornos que ela gosta de enganar, literalmente teremos que invadir a toca da aranha. - Ela tinha mais de um esconderijo, porém este não era qualquer um já que se tratava da residência principal da pirata e lá estaria diversos homens que dariam suas vidas para a pirata.

Eu sei o caminho, iremos rumo a batalha contra a pior das mulheres. O próprio diabo encantador de homens. - Disse o velho, mesmo não querendo ser seguido, Mirutsu era guiado em conjunto com os demais, suas mãos no bolso e uma expressão fria e calculista, era a hora da jogada final. Não demorou muito para achar o local, parecia mais um galpão, porém era bem iluminado e existiam dois homens assegurando a entrada. - Vamos quebrar essa merda de uma vez. - Falou Dion com suas duas armas em mãos. - Calma, não sabemos quantos tem lá dentro. - Alertou Alrs, já Koata tinha colocado sua luvas de couro com aço nos punhos. - Ficarei de vigia caso a pirata tente fugir de vocês, eu vou pegar ela e acabar com minhas mãos se eu puder. - Falou Hugo fechando seus punhos.


Offs:
 

Coalas:
 

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyTer 22 Dez 2020, 23:20

Miru e capangas parte 2



Tudo parecia correr bem, até um dos coalas fazer uma cagada, claro, já era algo que eu esperava que acontecesse, na realidade, aqueles bichos pareciam ser profissionais horrorosos. Imagina só se aquela bala acerta o maluco? Ainda bem que o irmão dele o parou. Até mesmo eu poderia me foder de tabela por causa dessa merda e é claro, isso tornaria o coala que atirou num criminoso e eu teria que dar cabo nele, claro. Virei-me para o coala que disparou, Dion, claro, eu estava meio puto por causa daquilo.- Você tá louco, porra!?- passei a mão sobre minha testa e pelo meu cabelo, tentando ficar frio.- É isso que cê chama de profissionalismo? Olha, se for pra ser impulsivo desse jeito aí eu não quero você nessa caçada não, porra.- suspirei, levei minhas mãos aos meus bolsos e novamente refiz minha expressão aborrecida.- Só pra constar, esses caras não são meu grupo. Estão me seguindo por algum motivo.- mexi com a cabeça em direção dos coalas, explicando para o homem de cabelos negros. Pelo menos um dos coalas acalmava o de pavio-curto, pelo visto, o de óculos era a voz da razão dos três. Já a coala mulher parecia querer se aproximar demais de mim... esquisito, eu ficava incomodado, mesmo com ela sorrindo pra mim eu não conseguia fazer outra expressão a não ser uma de confusão. Apenas virei meu rosto para frente e parti para conversar com o velho, que se apresentou como Hugo.

O idoso me dava algumas pistas e também algumas notícias ruins, como que pelo que parece ela ainda havia mais capangas ainda e seria um saco enfrentar esses caras. Eu só queria capturar a desgraça da Viúva e ir embora. Bom, pelo menos com esses coalas por perto eu posso usar os mesmos de distração para os capangas da Viúva e cuidar dela sozinho. Outro detalhe, parece que o esconderijo da mesma parecia ser bem guarnecido pelo que foi falado por Hugo, então seria melhor entrar de maneira furtiva... se bem que essa é minha especialidade. Só espero que seja a do resto também.- Ótimo, a melhor forma de entrarmos naquela joça vai ser de maneira furtiva e nisso eu consigo me garantir. É só pegar os caras desprevenidos e jogar na paciência.- olhei nos olhos do coala fumante durante minha última palavra.- Se vocês não se garantem na surdina, deixa que eu faço isso sozinho.- agora eu demonstrava uma expressão séria enquanto olhava para todos ali.- Se não tem certeza que consegue fazer tal coisa, deixe comigo, suave? Só não vai foder o bagulho.- essas foram minhas últimas palavras, antes de partimos enquanto éramos guiados pelo velho.

Chegando no local, que era como se fosse um galpão, eu percebia que dois guardas faziam a vistoria da entrada, então esses eram os que a gente tinha que derrubar primeiramente. A parada era que a boa iluminação poderia dificultar a nossa emboscada, mas, não tinha porque não tentar fazer isso da forma mais rápida. Hoje eu já havia lutado demais e já estava sem mais paciência para combates.- Vamos lá, eu preciso de alguém que venha comigo para dar conta daqueles caras. Alguém que saiba se esconder, ok?- olhei para Dion, com uma face aborrecida.- E sem disparar essa merda aí. Só quando eu disser.- voltei a atenção para todos novamente.- Enfim, decidam-se e vamos. Assim que eu derrubar o meu, você derruba o seu.- falava para quem quer que fosse que aceitasse fazer o trabalho.

Para minha aproximação, eu utilizaria de minha furtividade, buscando cantos mais escuros e coisas que eu pudesse usar para me esconder, como caixas, barris e etc. Me aproximaria lentamente de um dos guardas, pelas costas e sem dizer nada, atacaria com toda a minha força, um golpe com o lado de minha mão, bem em sua nuca e se o infeliz não apagasse de primeira, terminaria socando seu rosto em cheio, tudo obviamente feito com meu braço direito que estava em perfeitas condições. Nesse meio tempo, eu já esperaria que meu parceiro tivesse feito seu trabalho em derrubar o outro guarda como combinado. Não poderia descartar a hipótese de eu ser descoberto e ser atacado primeiro, então, eu tentaria desviar dos golpes do guarda me movimentando para trás rapidamente, e logo em seguida, com fintas e movimentos corporais, de um lado para o outro, me agachando e mexendo minha cabeça num clássico weaving eu avançaria para efetuar meus golpes, dessa vez direcionado ao pescoço do cara e com um gancho em direção de seu queixo.

Após isso, tentaria me reagrupar com o meu parceiro, claro, não antes de esconder os guardas desacordados longe dali e partiria para entrar no local, obviamente, tentaria fazer isso da maneira mais furtiva possível, olhando para todos os lados em busca de mais guardas ao mesmo tempo que faria um reconhecimento do local por completo, dessa forma seria mais fácil de saber onde a Viúva estaria.

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyQua 23 Dez 2020, 16:01

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Ainda que mantivesse sua típica quietude em seu semblante fleumático, por um breve ínterim de segundo, o sobressalto acometido pelo marsupial se sobrepôs sobre sua serenidade; surpreendendo-o não somente pela ação abrupta do coala, mas também pela revelação de que os mesmos são capazes de se comunicar. - Ratazanas falantes, uau. - Diria, esboçando uma feição de surpresa. Agora, sob essa nova perspectiva, Revan não mais os olhava como um saboroso aperitivo, mas sim como algo mais interessante; algo mais rentável. Não era por muito, afinal de contas o avarento não somente presenciou a capacidade de comunicação das ratazanas, mas também atestou o excelente adestramento das mesmas, dado que observou que até mesmo a capacidade de manuseio de armas-de-fogo é possível ser executado por elas. Isso é uma mina de ouro. No vislumbre de pensamentos sovinos que vinham à tona, Revan delineava um sorriso amarelo com requintes de ganância no rosto e, em instantes, retornava sua atenção para os marsupiais que não paravam de surpreendê-lo. Será que eles são da família do Jorge? Deus o tenha. Referia-se à um camundongo que fazia-lhe companhia na infância e, de certa forma, foi até um amigo para o pequeno Reven, isso, é claro, antes do momento em que a sua barriga roncou. É, talvez não seja a melhor das ideias perguntar do Jorge. Ao final, centralizou-se em seu objetivo, dado que não havia tempo a perder; a assassina havia de ser capturada o quanto antes e, somente após a conclusão desse objetivo, Revan seria capaz de lapidar melhor esse ou aquele outro pensamento para colocá-los em prática.

Aparentemente o homem caído não detinha nada de importante para a frustração de Revan; acentuando, cada vez mais, sua abstinência por não ter em mãos algo de importância valorativa. No entanto, infelizmente ou felizmente, tal abstinência gerou apenas aborrecimento em seu cerne; por enquanto, dado que, tratando-se de dinheiro, a personalidade de Revan pode tornar-se imprevisível. Na "reunião de condomínio" entre os presentes Revan coçava o couro cabeludo da nuca de maneira plácida, despreocupada, serena. Seus olhos, seguidamente, fixos à irreflexão da conversa, esmiuçavam-se para o chão e arredores, denunciando que o mesmo absorvia pouco daquilo que estava sendo elucidado pelos presentes. Não importava-se em como fazê-lo, e sim em fazê-lo; independentemente das circunstâncias e dos meios empregados. Portanto, pouco importou-se em planejamentos esmerados e em planos de ação rebuscados, dado que seu objetivo já estava tracejado: capturar a assassina do filho do velho e, somente esse objetivo em mente, é o suficiente à ele. Amigo, é muito simples: se têm um cascalho no meio, Revan irá, com toda a certeza, concluir a sua missão. É, talvez terá bastante pancadaria, mas, ao final, dará tudo certo. Aliás, de certa forma, o grandalhão até simpatizou com a presença dos demais na captura da assassina, afinal de contas é mais uma mão de obra que irá prestar auxílio para que a missão seja concluída.

Senhoras e senhores! Agora é a hora do show!

Após ser conduzido ao esconderijo da assassina pelo velho Hugo, Revan atentou-se nas palavras proferidas por seu novo "parceiro" — aquele que é acompanhado das ratazanas. - Buwaah... - Espreguiçou-se estirando os músculos do corpo, quase como se estivesse despertando de vez. - Beleza, beleza, vamos lá. Você pega um e eu pego o outro, sem mais enrolações. Se fizermos o trabalho rápido e bem feito, nós sairemos felizes daqui. - Miraria o novo companheiro, esboçando um meio-sorriso com certa malícia no rosto ao preferir a frase "sairemos felizes daqui" que, é claro, refere-se à bufunfa que está em jogo. Bom, ao menos é isso que o velho Hugo prometeu à ele.  - Não se exponha, velho. Fica aí de tocaia e dá um grito se você ver algo. - Alertou o velho Hugo. A voz era abafada pela pressão da mão esquerda que cobria a boca e o nariz, afinal de contas,  não seria a sua intenção chamar a atenção dos guardas mais à frente prematuramente. Sem mais delongas, é agora.

Até um certo ponto, Revan executaria em mímica os movimentos do companheiro, escondendo-se até o máximo que fosse possível ser feito por ele sem que sua presença fosse detectada, mas, depois de um certo percurso percorrido, estagnaria. Não tinha a mesma aptidão acurada em furtividade que o seu parceiro e, à vista disso, o deixou seguir mais a frente; acompanhando-o com os olhos. Valorizou a distância entre eles, de modo que a mesma fosse favorável à um rápido pique do avarento até a entrada do galpão. No último átimo em que a presença do companheiro fosse detectada pelo seu alvo, Revan colocaria-se à toda velocidade em direção ao guarda-costas, beneficiando-se de sua exímia aceleração, bem como da favorável distância que havia entre eles. Desta forma, daria um pique rápido rente à retaguarda do adversário, vislumbrando supreendê-lo com um pesadíssimo soco no máxilar para desacordá-lo. Na iminência de sofrer qualquer retaliação por parte do adversário, o sovino efetuaria um rápido escrutínio atilado da situação com o intuito de esquivar da maneira mais fácil e adequada, quer seja com saltos pequenos, quer seja com rolamentos opostos às investidas adversárias. De qualquer modo, a curtíssima distância entre eles sempre seria valorizada pelo avarento, até que, entre rápidas movimentações e acometidas, Revan encaixasse um murro forte o suficiente para desacordá-lo.

- Urf. Mesmo com um braço só você até que dá conta do recado. Me chamo Revan. - Enunciaria de voz ofegante, ao passo que arrastava o corpo do seu adversário para uma área não iluminada para escondê-lo, uma vez que o mesmo houvesse sido desacordado pelo avarento. - Bom, vamos lá. - Suspirou por fim, acompanhando os passos tracejados pelo seu companheiro na área interna do galpão.





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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptySeg 28 Dez 2020, 00:40




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A dupla de protagonista haviam se entendido, parecia que uma nova parceria iria começar a partir dali, pois se acertavam de invadir o covil da viúva de modo furtivo sem deixar rastros ou barulho de suas presenças, o trio de minks ficariam a espreita apenas para reforço já que se tudo desse errado precisariam mais do que dois lutadores de curto alcance, armas de fogo eram essenciais em qualquer tipo de batalha, eram fatais e davam suporte, Dion já estava com suas duas pistolas carregadas e com um sorriso insano no rosto, por mais que a dupla não pudesse ver já que estavam se encarregando de se aproximarem dos dois capangas pelo canto cego de ambos, cada um para cada lado querendo efetuar a melhor abordagem.

O gatuno era mais especialista quando o assunto era furtividade, porém Revan tinha sua calma acima de tudo e prestava atenção às suas ações, o primeiro a ser pegue pelas mãos dos caçadores era o inimigo de Miru, mesmo com o braço quebrado, ele sabia o que tinha que fazer para desacordar um sujeito desatento, já Revan tinha mais dificuldade com o seu, este não gritava, mas combatia a investida, o mesmo teve que se aproximar e levar um soco no rosto para dar outro de volta, e mais alguns pra desacordar o inimigo.

Tinha sido atingido na bochecha com força, o grandalhão teria um belo inchaço daqui a alguns minutos, mas não havia hora para parar, a porta estando sem guardas, teriam que dá um olhada para dentro do galpão, era um lugar espaçoso com mesas e cadeiras e um palco no centro e nele estava a viúva em prantos lançando seu veneno em todos aqueles homens. - Eu, eu.. Eu quase morri! Eu estou tão abalada! Ai meu deus! Eles eram monstros, eu só consegui escapar porque fiz um deles de refém. Buuuuáaa! - Mirutsu e Revan tinham sucesso já que a pirata era a melhor distração, podiam ver cerca de treze homens ao redor pirata, porém um deles estava amordaçado e Mirutsu reconhecia o corno, era o mesmo que vislumbrou sua luta contra o masoquista.

Eram muitos, e mesmo se escondendo entre mesas abaixados, teriam de organizar um bom plano, com o braço quebrado, seria difícil acabar com todos ou ao menos com quatro deles e Revan não aguentaria os que sobrassem. Podiam lembrar as últimas palavras ditas por Dion. - Se tiverem em problemas, gritem. KOALA FORCE! Vamos chegar para o reforço.


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptySex 01 Jan 2021, 20:29

Miru e capangas parte 3



Colocava meu plano em ação, novamente eu me via numa posição onde eu era o "líder" por assim dizer. Não que eu gostasse dessa posição, na realidade, me incomodava um pouco ter que lidar com tanta responsabilidade em minhas mãos. Claro, se alguma equipe fez algo bom ou se deu bem, quem vê por fora logo pensará na figura de liderança, assim como o inverso, o primeiro a quem atiram as pedras será também o líder e em minha mente eu só imaginava as consequências do segundo resultado. Mas, tudo até que ocorria relativamente bem. Eu executei toda a minha parte com maestria, era minha área afinal. Não precisa ser um especialista para saber que um golpe com força muita força coloca a maioria das pessoas para dormir. Soquei o marmanjo com toda a força que eu tinha no meu braço e logo ele desmaiou. Meu parceiro tinha dificuldades contra o inimigo dele, pois, nem todo mundo é especializado no "ofício" que eu segui. Apesar disso, o inimigo não havia gritado e ainda tínhamos a vantagem da surpresa ao nosso lado. Eu sorri para o meu parceiro e levantei meu polegar em aprovação. Menos dois para nos perturbar.

- Isso não é nada. Ter um braço quebrado ou não, não muda muita coisa quando eu estou escondido.- eu falava baixo, orgulhoso de mim mesmo, apesar que tivesse um pouco de verdade naquilo que eu falava. O problema era lutar sem meu braço num combate frente a frente, mas, até isso eu havia conseguido superar mesmo com as dificuldades.- Meu nome é Mirutsu.- eu respondia o meu "parceiro", que havia me dito que se chamava Revan. Seguindo o plano de ataque, era hora de fazer o reconhecimento do galpão. Apesar de ser espaçoso, o que era ruim para escondermos, lá tinha algumas mesas e cadeiras que poderiam dar essa ajuda. No centro tinha um palco, onde a desgraçada encontrava-se, se vitimizando e falando várias merdas para os imbecis que se padeciam pela situação dela. É, a maioria dos homens não sabem reconhecer uma mulher boa, diferente de mim. Logo eu reconhecia Jonas também, amordaçado e feito de refém. Com a quantidade de capangas que se tinham ali, era impossível deitar todos eles na furtividade, eu sabia. Então o próximo ataque nos revelaria e íamos para um combate de colisão direta com os arrombados. Eu e Revan então nos escondemos atrás das mesas, era a hora de bolar nosso plano de ação.

- Esse será nosso último ataque surpresa. Depois disso, será combate direto, suave?- disse sussurrando.- Tente derrubar o máximo que puder e depois você chama as "ratazanas".- O coala fumante havia se comprometido em ajudar assim que gritássemos por eles.- Simbora.- eu então começava a me mexer, era hora de atacar com tudo que eu possuía.

Eu seguiria agachado, me escondendo atrás das mesas e cadeiras, até me aproximar o bastante de um dos capangas da Viúva, logo eu me levantaria, com minha perna esquerda e um pequeno salto, eu chutaria com tudo o rosto do infeliz. Sem perder tempo, partiria correndo para o próximo bandido, seguindo com um gancho de direita no queixo do homem. Pra finalizar, eu procuraria mais um alvo próximo, daria um pulo seguido de um giro com meu corpo, um chute giratório na cara coloca qualquer pessoa normal no chão. Com sorte, eu teria desacordado três dos vagabundos, com azar, eu teria irritado três deles. Não que eu me importasse muito, afinal, eu acabei de lutar contra um cara que deveria ter o tamanho de 3 homens normais mesmo. Naquele cenário pelo menos eu conseguiria utilizar alguns elementos para ajudar a me defender. Derrubaria  algumas mesas e cadeira no caminho, assim eu poderia dificultar que meus inimigos chegassem em mim. Outras eu utilizaria para pular em cima com manobras acrobáticas, dessa forma, ficaria mais difícil de me acertar, eu não era muito pesado, então eu deveria conseguir realizar tais saltos de forma tranquila, assim como as mesas deveriam aguentar meu peso. Chegando ao chão desviaria do golpes direcionados ao meu torso e cabeça com movimentos erráticos de um lado para o outro e baixando meu corpo e levantando.

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Poderiam mirar em minhas pernas e partes mais baixas, mas, eu responderia com cambalhotas acrobáticas, afinal, eu já tinha descansado por algum tempo e sido tratado, já estava mais seguro colocar mais força em minhas pernas para realizar meus movimentos mais complexos e assim eu o faria, sempre utilizando a chance para tentar subir em uma mesa e continuar saltando de um lado para o outro, ganhando espaço.

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Continuaria me defendendo, até achar o espaço necessário para poder revidar, sempre buscando me afastar enquanto me defendia, abrir distância era essencial para eu poder durar contra muitos inimigos ao mesmo tempo.- Eu voltei, piranha!- eu diria puto, enquanto estivesse no combate. Por fim daria uma olhada para ver como o meu "camarada" estaria se saindo contra os outros capangas da procurada. Nesse meio tempo, ele já deveria ter chamado os coalas para nos ajudar no ataque, o que poderia nos fazer virar a maré da batalha ainda que estivéssemos em menor número.

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptySeg 04 Jan 2021, 19:46

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De rosto doído, Revan sentiu o baque do golpe que sofrera pelas mãos do capanga, mas, ainda que um pouco desnorteado, o avarento esforçaria-se para postergar os efeitos do edema; resistindo até que a missão fosse concluída. - Que saco mané.. - Suspirou esmorecido, coçando a parte detrás da sua nuca com a ponta dos dedos; distenso e despreocupado, embora um pouco insatisfeito consigo mesmo. Rapaz, esses malucos são casca grossa. Se eu quiser enriquecer nesse meio não posso dar mole. No entanto, ainda que com esse pequeno incômodo, Revan e seu novo parceiro — Mirutsu —, haviam concluído o primeiro objetivo de adentrar no galpão sem que fossem percebidos. Em verdade até que Revan, à primeira vista, simpatizava-se com Mirutsu, dado que, assim como ele próprio, Mirutsu aparentava apenas querer ganhar o seu pão nosso de cada dia. É claro, para o grandalhão, o seu pão de cada dia resumia-se em qualquer coisa brilhante que valesse e agregasse algo; e nada mais. Porém, nas circunstâncias em que se encontravam, talvez a parceria entre eles dessem frutos que os beneficiariam equitativamente ao final: o velho Hugo demanda justiça pelo seu filho falecido e, aparentemente, Mirutsu têm a pretensão de capturar a assassina para entregá-la para às autoridades, e assim sendo, este é o casamento perfeito entre a pretensão de ambos. No entanto, evidentemente, restava ainda cumprir o objetivo principal.

Sorrateiramente, esgueirou-se até a área interna do covil da assassina, seguindo o percurso trilhado por Mirutsu mais à frente, dado que o avarento vinha depois dele. Escorando-se à adjacência da mesa escolhida por seu parceiro para ocultar-se, o grandalhão buscaria refúgio para esconder a sua presença por detrás da mesa, atentado-se nos inúmeros capangas distribuídos pela amplitude do galpão; silencioso e cuidadoso. - Então aquela é a maluca que está dando dor de cabeça para todo mundo.. - Sussurraria à Mirutsu, coçando cavanhaque por fazer em uma expressão um tanto quanto desregrada. - Beleza. Vamos chamar o máximo de atenção possível dessa rapaziada. Assim que eles desgrudarem dela para virem até nós, eu chamo as ratazanas falantes. - O planejamento era simples e, de certa forma, até ousado de ser implementado por inúmeros pormenores, entretanto, no cenário desvantajoso em que se encontravam, era tudo ou nada. Revan e Mirutsu aglutinariam o máximo de capangas possíveis em seu entorno, desguarnecendo a assassina e deixando-a só, uma vez que as ratazanas chegassem, elas encarregariam-se da confusão criada e a díade egocêntrica encontraria-se livre para enfrentar a assassina. - Assim que as ratazanas assumirem a bagunça, nós vamos atrás da procurada. - Assentiu com a cabeça por fim, cessando as instruções. Pela última vez, esgueirou-se pela até ponta superior da mesa em que se escorava, hasteando suas íris algentes à viúva, até que.. TUM, TUM, TUM. A sua frequência cardíaca cadenciou como nunca. A sua respiração antes controlada agora era pesada e sufocante. Sua visão não estava sendo confiável e desvanecia-se pouco a pouco; enganado-o. A viúva ainda estava lá. Pestanejou forte às pálpebras, ainda que com a visão embaçada e nívea, mas lá encontrava-se ela queixando-se com seus comandados. Mais uma vez. E, sem mais nem menos, a mágica acontecia. A viúva ganhava a forma de uma enorme esmeralda acarminada que emanava uma forte luminescência que pregava as íris agora lancinantes do avarento, transformando-se em algo que, sem dúvidas, era a quinta-essência das riquezas; era a representação daquilo que era mais importante à Revan, o suprassumo dos tesouros. Talvez, naquele momento, Revan estava próximo de concluir a sua missão de capturar a viúva e colocar as mãos na bufunfa prometida à ele pelo velho Hugo e por isso a viúva se tornou a própria representação do dinheiro para o sovino. Derrotá-la, é enriquecer como nunca. É, na real, essa alucinação é uma tragédia anunciada. A abstinência já havia chegado em um ponto limite.  

Sua visão anegrava-se com seus olhos virando para o topo do crânio, sendo preenchidos com o albugíneo branco da esclera. O maluco endoidou mané, ele têm que colocar as mãos naquela esmeralda agora. Não há dúvidas alguma, essa visão é um sinal do Deus das Riquezas!

HORA DO SHOW PORRA!
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Enrijeceu suas panturrilhas, empurrando os pés para trás em um frêmito de êxtase e velocidade. Os sentidos estariam atentos não somente aos perigos do covil da viúva, como também aos eventuais capangas que pudessem atacá-lo durante o percurso. Imparável, Revan utilizou-se da sua exímia aceleração para aproximar-se do capanga mais próximo à ele, alternando a sua movimentação em pequenos saltos rente às diagonais dependendo de uma possível acometida por parte do adversário, esquivando-se. Ao aproximar-se de forma súbita, Revan flexionaria a rótula, chutando às pernas do oponenente para derrubá-lo, ou ao menos fazê-lo perder o equilíbrio. - Venham, venham! - Mais à frente, procuraria outros capangas, atiçando-os para criar a confusão necessária para que o seu plano desse certo. Em clara desvantagem numérica, o avarento utilizaria o ambiente para auxiliá-lo; protelando investidas adversárias ao derrubar de mesas, cadeiras e outros objetos que lá tivessem. Na vicissitude de que houvesse alguém armado, utilizaria-se, mais uma vez, da sua exímia aceleração para investir contra o adversário. Entretanto, era apenas mais uma estratégia. No último segundo em que percebesse que o gatilho fosse apertado, o sovino interromperia o seu pique com um rolamento oposto, visando, quem sabe, que o capanga acertasse um de seus próprios companheiros que vinham atrás do grandalhão. A confusão estava instaurada e o seu prêmio estava próximo apenas esperando por ele. Assim que os capangas começassem a aglutinar-se em seu entorno, Revan desfrutaria da curta distância para esquivar-se da incursão de ataques perpetrada pelos capangas da viúva com rolamentos e saltos opostos às investidas; e, quando possível, contra-atacando com ganchos precisos. - RATAZANAS! ATACAR! - Berrou pela entrada dos marsupiais no conflito, uma vez que percebesse que tanto ele quanto Mirutsu já houvessem chamado a atenção da maioria dos embustes à serviço da viúva.

- Vamos, Mirutsu, é agora! - Chamou por seu companheiro às pressas, esperando que as ratazanas assumissem o controle da confusão já instaurada e que a díade pudesse avançar em direção à viúva no palco. Seus olhos antes inséteis e cândidos agora eram preenchidos pela ardência; amorados pela visão da víuva que agora era materializada como uma peça de riqueza.





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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyQua 06 Jan 2021, 23:44




Hey Ya!
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Um grande barulho e sons de tiros ecoavam para fora do covil, já fazia alguns minutos que a dupla de caçadores havia entrado na residência da viúva e enfim colocando os planos em prática, a algazarra era gigante, do lado de fora estava o trio de irmãos e o velho se encarando e esperando pelo sinal. - Acha que eles vão morrer? - Falou Koata preocupada, seus olhos cintilavam com empatia, já Dion sorria de forma maliciosa. - Se morrerem, devem levar ao menos alguns pro túmulos junto com eles. Menos trabalho para nós. - Já Alrs dava um pequeno tapa na nuca do atirador tirando tal ideia maldosa da cabeça de seu irmão. - Não, vamos esperar pelo sinal, quando eles estiverem em apuros, é nosso dever salvá-los, esta foi a nossa promessa. O pai ficaria bravo se nós destruíssemos alguma jura, não foi você que falou que queria ser igual ao pai?

A expressão do mink era uma distorção de incerteza e convicção. - “Homens de verdade não quebram suas promessas.” Maldito seja o velho. - Ele pegava suas duas pistolas e enquanto o pau quebrava, os três se aproximavam da porta esperando pela oportunidade tão aguardada. - Fique para trás, não vá se machucar. - Alertou a irmã para o Hugo, o idoso ficava esgueirado observando aqueles minks, Koata usava suas manoplas rosa shock, Alrs tirava o óculos e arqueava seu perna direita, Dion colocava um cigarro na boca e levantava suas duas amigas, estava quase na hora.

Voltando para dentro do covil, nossos dois heróis já estavam no chão, ambos com ferimentos leves, Mirutsu havia recebido um soco na bochecha e um chute nas costelas enquanto Raven tinha uma corte no ombro devido a uma espada e arranhões leves em suas pernas já que disparam foram efetuados contra sua pessoa. Estavam cerca de dois metros um longe do outro, ambos com as costas apoiadas por uma das mesas, tinham sido empurrados por capangas da pirata no meio de toda a confusão, conseguiam apagar alguns deles, o gatuno tinha deitado dois deles com seu ataque surpresa, porém o terceiro não tinha sido atingido pelo golpe. A viúva percebeu o caçador, era o mesmo que havia derrotado um de seus peões e enfurecida alertava a todos para acabar com ele rapidamente, Revan acertava e desviava, confundia seus inimigos e instaurou o caos, porém não durou muito para ambos que tinham uma multidão de homens querendo os quebrar no pal.

Em meio a desvios e golpes, não era fácil quando seus inimigos formavam trios para acabar com a raça de nossos protagonistas, a pirata puxava sua pistola e prestava apoio tentando atingir Revan que por meio das mesas e obstáculos adquiriu apenas arranhões dos raspões das saraivadas de tiros, Miru chutava e jogava tudo em cima de seus agressores dificultando a mobilidade deles, mas finalmente cediam e acabavam por serem espancados e empurrados ao chão. - Já era hora, você são muito burros pensando que conseguiriam vencer. Eu venci, meus amores são os melhores. - Ela falou se vangloriando, com a boca amarga de sangue, Revan gritou. - RATAZANAS! ATACAR!

Após alguns segundos, todos olhavam estranho para o espadachim, não entendiam realmente o que ele queria dizer. - Acabem logo com eles. - E com as lâminas em seus pescoços a porta era arremessada para frente enquanto tiros voavam pelo ar atingindo alguns dos capangas. - RATAZANA É TUA MÃE! - Dion estava com os olhos vermelhos de raiva, os outros dois irmãos aproveitaram a brecha para disparar contra os capangas que se reuniam ao redor das duas princesas. Koata tinha uma força desproporcional a sua fofura, devastava seus inimigos com facilidade enquanto Alrs colocava ambas as mãos no chão e girava seu torso em conjunto com as pernas, disparando diversos chutes e salvando Revan da morte.

A cara da pirata não podia ser melhor, seus olhos se arregalaram e seus lábios tremiam ao ver que poderia enfim ser pega, nunca deixaria que isto lhe ocorresse, mas a maioria de seus homens caiam pela força dos minks. A opção que tomaria era a mesma de sempre, fugir! Se direcionou ao palco e de costas acionou algum dispositivo que abriu uma porta na parede do palco, rapidamente saia por aquela entrada secreta.


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyQui 07 Jan 2021, 01:56

Miru e capangas parte 3



Antes de começar nossa emboscada, Revan falava algumas coisas para mim, seu plano era simples: assim que os coalas surgissem para nos apoiar nós partiríamos pra cima da procurada com tudo. Poderia-se dizer que era algo bom de se fazer, na realidade era o ideal, mas, era algo que dificilmente ocorreria devido ao "carisma" que a Viúva tinha sobre aquele bando de macho. Só conseguia imaginar todos os caras se amontoando para proteger a mulher, na realidade, creio que todos ali estavam dispostos a tomar uma facada pela vagabunda. De qualquer forma, não podíamos mais esperar, eu apenas confirmei tudo que Revan falou com um aceno de cabeça, já focando meus olhos em minha primeira vítima. Nosso ataque começava como eu havia planejado, utilizamos uma última vez o elemento surpreso que ainda tínhamos em nossas mãos. Tudo tinha passado como um flash, sem pensar demais eu avancei sobre os capangas infelizes da Viúva e até que consegui derrubar dois rápido e fácil, somente um dos caras conseguiu sair de meus golpes. Logo veio a parte difícil do plano: aguentar porrada até os coalas aparecerem.

Logo eu e Revan fomos atingidos pelos golpes dos bandidos e fomos forçados a recuar e ceder espaço para nossos inimigos. Os homens se juntavam para vir me bater, claro, eles pareciam cachorros sendo puxado pela coleira pela Viúva, que ao me ver, logo ficou puta da vida e provavelmente com medo de mim. Eu já estava quase virando uma assombração em sua vida e eu não largaria o osso até conseguir colocar minhas mãos em sua recompensa. Com aquela grande quantidade de filhos da puta vindo pra cima de mim, logo eu não tive como me defender, fui chutado e socado até cair no chão, praguejando e grunhindo de dor.- Argh! Bando de filho da puta, vão se foder!- gritei após cair no chão e ser cercado. Apesar da dor, não havia sido ferimentos tão graves, na realidade eu temia o que vinha depois, uma roda punk talvez? A situação de Revan também não era das melhores, havia apanhado e sido jogado no chão aos empurrões assim como eu. A situação não era das melhores e apesar de eu estar cercado pelos homens da Viúva, eu apenas olhava enfurecido para o rosto da mesma, enraivecido. Estreitei meus olhos e franzi meu cenho, cerrando os meus punhos após ter escutado as palavras de zombaria da mulher, meu rosto todo apenas passava uma mensagem para ela que era "você está fodida", mas, que logo se tornava um sorriso despretensioso, afinal, ainda tinha aquilo guardado para esse momento, assim meu olhar de "você está fodida" se tornava um sorriso de "assim como eu planejei". Era pra esse tipo de situação que havíamos guardado nossa cartada final, logo Revan gritou pelos coalas e eles vieram com tudo, dando fogo de cobertura para nós.

As expectativas da Viúva eram destruídas pouco a pouco, a maioria dos seus capangas eram esbagaçados pelos coalas, no final pelo menos esses malucos foram úteis para alguma coisa. Não consegui conter minha risada, o sentimento de satisfação e ver a Viúva quebrar a cara foi algo que não tinha preço para mim.- Você achou que eu fosse louco, Viúva? Sempre é assim, desde que eu te encontrei pela primeira vez...- eu dizia novamente adotando minha expressão de tédio e um meio sorriso.- Desde que eu derrotei seu capanga mais forte, você foge de mim!- logo eu começava a começar meus movimentos, era hora de pôr um ponto final nessa caçada. Ainda havia alguns cornos para eu poder derrubar, então eu já começaria me levantando subitamente com um soco em direção do mais próximo, bem em seu queixo, com um gancho de direita potente. Continuaria em direção ao próximo alvo, com um salto, eu daria um chute com minha perna direita bem na cara do bandido, apoiando-me em uma das mesas ou paredes para realização do pulo, ganhando mais força no meu movimento. Prosseguindo para o próximo homem, com uma rápida aproximação daria um soco bem na parte de cima de sua cabeça, de cima para baixo, com o intuito de afundar a cara do otário no chão.

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Após isso, era hora de seguir a Viúva, porém, eu sabia muito bem que teriam alguns obstáculos no meio do caminho para eu atingir meus objetivos. Para defender-me dos capangas, continuaria com minha estratégia, empurraria o máximo de mesas e cadeiras para diminuir seus movimentos e continuaria me esquivando, dessa vez eu rolaria para trás dos objetos que eu tinha empurrado no momento, assim eu poderia ganhar um pouco de cobertura contra ataques enquanto continuaria avançando. Com fintas e floreios rápidos eu queria passar pelos meus inimigos, girando em volta deles com meu corpo magro e movimentos leves. Cederia um pouco de espaço contra os bandidos que utilizassem armas como espadas longas ou lança, movimentando para trás na hora que eu percebesse o o ataque vindo em minha direção, logo em seguida saltando por cima de suas lâminas, rolando e novamente seguindo adiante.

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Prosseguiria no encalço da Viúva correndo então, não queria perder a maldita de vista mais uma vez. O resto teria que ser feito pelos coalas.- Soltem o maluco que está amordaçado!- eu falaria, enquanto corria em direção da porta secreta que foi ativada pela Viúva. Com sorte eu conseguiria chegar na miserável e finalmente ter um combate mano a mano com a nojenta. Mal podia esperar por esse momento, já estava cansado da correria que havia sido esse dia, na realidade eu tava precisando descansar bastante, a preguiça já batia em mim e toda a correria que havia sido essa caçada só poderia me deixar com mais e mais vontade de ficar ocioso por um tempo. Acabar com ela, pegar o dinheiro e logo depois vazar daqui em direção da Grand Line enquanto tirava um cochilo, era tudo que eu queria nesse momento. Ah e é claro, ver Lilith, na realidade eu queria isso o tempo todo, apesar que eu ainda não soubesse por onde ela estava, eu mataria pra poder ficar um tempo com ela, recebendo seu amor.

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 7 EmptyTer 12 Jan 2021, 18:48

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A víuva. Seus olhos desvairados pela crescente avareza embriagavam a sua mente combalida pela ganância, despertando-o ao sobrepor a sua típica quietude por um êxtase que caldeava uma pequena chama em crescência; reclusa em seu âmago. Sua implosão estava cada vez mais próxima, seus músculos, seu corpo e sua resistência talvez mal aguentassem mais um segundo sequer imersos naquela confusão, mas, ainda assim, aquela ardência exasperava o seu espírito para mantê-lo de pé diante daquelas adversidades. Essa ardência, esse êxtase, essa força de vontade, aflatava um revigoramento de suas energias por conta de algo que para muitos seria meramente trivial e circunstancial, mas, para Revan, não era. Alguns se escoram na sua família, outros nos amigos e porventura até há aqueles que agarram-se em uma paixão, mas Revan ancorava-se no dinheiro, e nada mais. Não o entenda mal, o sovino cresceu no poluído Terminal Cinza e lá aprendeu que não existe ninguém que esteja disposto a socorrê-lo, somente as suas próprias mãos são capazes de mudar o seu fado. O dinheiro é a sua independência, sua sobrevivência, ele é a única forma que assegurará que ele não se curve à ninguém e, nesse momento, a captura da viúva é aquilo que assegurará o cascalho no seu bolso desde que deixou Dawn Island. É, talvez essa baboseira toda explique o porquê da viúva ter se transformar em uma esmeralda para os seus olhos, ou talvez desmorone de vez e só mostre que Revan é caduca da cabeça. Aproveitando-se da chegada das ratazanas, o grandalhão irromperia o assoalho em direção à viúva, não importando-se com os capangas restantes, afinal de contas, as ratazanas encarregariam-se da confusão. Se porventura ainda tentassem retardar o seu avanço, Revan utilizaria-se de sua exímia aceleração para manter-se afastado em uma curta distância, afastando-se em mímica às investidas do adversário até que encontrasse uma abertura para desequilibrá-lo com um pontapé cirúrgico. No mais, utilizaria-se de mesas e cadeiras para desacelerar a chegada daqueles que o perseguissem, caso fosse necessário.

- Hora de conseguir o que é meu! - Enunciaria de olhos fervorosos, rutilantes pelo encantamento que sua mente impusera à ele. Neste ponto, não importava-se com a confusão que estava lá atrás, somente o objetivo final importava — capturar a viúva. E, com esse pensamento em mente, correu até ela.





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