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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 - O cão do governo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQui 13 Fev - 15:18

Relembrando a primeira mensagem :

Cap.1 - O cão do governo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jhonathan Wolf. A qual não possui narrador definido.


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Gyatho
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQua 11 Mar - 12:38

Cap.1 - O cão do governo
P05 - O homem do chapéul

Patrulhar o porto era algo fácil de se fazer. Caminhar por aqui, dar uma olhadinha por alí, e por assim ia até ver o lugar por completo. Aos poucos podia notar o movimento que aquele lugar ainda tinha mesmo naquele período. Cargueiros subindo cargas como de costume, um bando de mal encarados por outro canto e bêbados sem lugar para dormir curtindo o único momento de calma no chão. É, podia dizer que aquele lugar não parecia estar na lista de suspeitas, mas tinha um detalhe. Um homem. Sua aparência não dizia muito sobre ele, mas seu comportamento por outro lado levantava duvidas e mais duvidas. Sempre se arrumando e recebendo visitas no meio da noite em um ponto super especifico como embaixo de um poste. Parecia clichê a ponto de não ter que realmente trata-lo como uma ameaça, mas as vezes, até o clichê prega peças.

”Pelo jeito que ele se mantem no lugar, sem preocupação com ser visto... não, ele quer ser visto para então receber essa quantia. Ele parece seguro demais, isso pode significar que eu esteja no seu território, e que nada possa o tocar nesse momento” Observaria então ao redor, na rua e próximo ao sujeito se havia mais alguma personalidade ” Mas como eu devo aborda-lo?...” Me questionava ”Devo apenas ir para cima e perguntar? Não não...” chacoalhava minha cabeça ao ter tamanha ideia ”Como eu pensei, ele está seguro de mais para se expor. Fora que receber dinheiro não é um crime de fato, eu tenho que pegar mais informações para poder seguir com essa investigação”.

Pararia novamente para checar o status do ambiente e suas personas. Tentaria novamente manter-me escondido ou pelo menos não levantar suspeitas ao olhar do sujeito de chapéu ”Devo aguardar e segui-lo para ver aonde ele vai guardar o que ele acabou de ganhar. Nesse local devem haver mais informações em forma de provas que possam me ajudar” Pensava novamente tentando disfarçar minha presença. Esperaria o sujeito de chapéu peculiar parado em meu esconderijo, e então o seguiria sem tentar chamar sua atenção, com uma caminha tranquila e descontraída, observando o lugar ao redor como se fosse um turista apreciando a paisagem noturna. Caso estivesse exposto desde o começo, tentaria me afastar do homem para que ele não tenha em sua vista por muito tempo e comece a suspeitar de algo. Caminharia pelo bloco, dando uma volta com o caminhar no mesmo estilo, voltando a ter visão do homem, porem dessa vez, buscando esconder minha presença.

Estava ciente que tais ações poderiam ser difíceis de ser executadas. Furtivo? Eu? Com esse tamanho? Talvez não fosse a melhor das ideias, mas essa era a única que podia ter naquele momento. Havia a chance de eu ser avistado, havia a chance de tudo dar errado. Se o sujeito percebesse minha presença, tentaria continuar agindo da mesma forma, mas caso ele percebesse minhas intenções e começasse a fugir, correria atrás do mesmo em uma posição um pouco estranha para alguém de fora ver, com minhas quatro patas no chão dispararia contra o individuo, e, quando próximo o suficiente, saltaria em investida contra suas costas jogando meu peso contra o dele para faze-lo perder equilíbrio e cair. Tentaria recuperar minha postura, voltando novamente em duas pernas, agarrando o sujeito em seu pescoço e arrastando-o para uma parede que estivesse perto. Nesse caso em especifico minhas ações poderiam ser vistas com olhares indesejáveis. Tentaria arrasta-lo para um local sem pessoas por perto, para então começar a falar – Quem é você e para quem você trabalha? Por que fugiu ao me ver? –

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQui 12 Mar - 18:33

Muffatu Presents:

E agora lobo mau?




A caminhada de Wolf tentando disfarçar poderia fazer sentido, mas não para um certo homem que estava por ali fazendo serviço parecido, mas no caso estava acompanhando o movimento de quem vinha e quem ia embora do local. Os olheiros do pessoal do contrabando também trabalham, há uma organização sim, e ela é tratada desde o menor de todos eles até o tesoureiro, ou o líder do bando. Entender a hierarquia é uma parte fundamental e isso fica claro a cada passo do futuro Agente.

Porém ao contrário do que parecia o sujeito não havia se assustado com a presença do lobo, o homem olha para ele e o mede de cima abaixo. Era um sujeito magro, cabelo laranja 
e rosto tranquilo.
Ele olha para Wolf e antes que ele pudesse fazer qualquer movimento, ele se programa para falar:


- Aí o Lobo Mau, a chapeuzinho não tá aqui não! Pode ir pra casa da vovó! 

Alguns rapazes por ali começam a rir enquanto vão se aproximando. Ao todo pareciam ser dois ou três mais o homem do chapéu.
Um deles parecia ter o que parecia uma faca nas mãos. Outros dois vinham com as mãos nuas. Dois mais parrudos e o homem da faca um baixinho com cara de poucos amigos.
Quando eles pareciam começar a cercar o lobo, o homem então fala novamente:


- E então, rapazote. Como vai ser? Qual o produto de hoje?

A noite parecia que deixava o clima ainda mais estranho, ao redor deles algumas caixas que pareciam cheias de objetos diferentes, as caixas de madeira contrastavam com os postes de iluminação, pessoas passando por ali ignorando a cena e até mesmo os barulhos do bar ali perto.
 
O homem ainda sob a luz do poste fitava Wolf esperando suas ações. Ao que parece se ele tentasse algo poderia se meter em uma briga, não que fosse algo que poderia mudar a vida de Wolf, já que ele estava pronto para aquilo, tinha manoplas para se defender agora. Teria o lobo garra para enfrentar essa situação onde ele tinha a sua frente um homem de chapéu, a sua direita dois homens vindo, um deles com uma faca e por trás dele mais um senhor chegando?
Ou será que o treinamento pelo qual ele passou não teria preparado o lobo para estar naquela situação. Seria a luta a única solução, ou ele poderia usar outras coisas ao seu favor.

Entender que estava em uma situação arriscada é algo que pode mudar toda a concepção de um agente, saber como agir nela muda um agente de um civil.


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptySeg 16 Mar - 15:35

Cap.1 - O cão do governo
P06 - Malandro é malandro, e mané é manél


Erro crítico. Falhar ao analisar toda a situação pode levar a um erro crítico. Estava crente que poderia seguir sem chamar muita atenção com uma simples espionagem, mas tudo ia para o ralo ao perceberem minha presença. Obvio, um lobo de dois metros de altura era facilmente perceptível, além do fato de ser bem contrastante com a população local, o que poderia levantar suspeita. “merda...” pensei ao ver o homem agir contra meus planos. O homem jogava palavras provocativas com um tom de deboche, e outros homens percebiam sua intenção e logo vieram ao seu auxilio. Estava cercado, não, ainda não, porem logo o estaria se deixasse que aqueles homens me fizessem de bobo “quatro contra um. Essa situação não pode chegar a um conflito direto, a desvantagem numérica é gritante a ponto de tornar qualquer razão para cerrar os punhos pífia” Pensava ao analisar o posicionamento dos homens ao meu redor “Só tem uma coisa que eu possa fazer”.

- Hey hey, calma lá meu rei- Tentaria mandar uma gíria e um tom apaziguador para ver se conseguia prender sua atenção em minhas palavras, despertando seu interesse em não me atacar e sim em me ouvir. Com os braços abertos erguidos a uma altura pouco acima da cabeça, em uma posição notória de desamparo e indefeso, continuaria com minhas palavras – Eu vim de muito longe pra poder comprar algumas mercadorias sabe – diria ao mesmo tempo que fazia um sinal de aspas com os dedos ao chegar na palavra ‘mercadoria’ –Eu lhe garanto que eu não vou fazer nada.

“O plano é bem simples, até por que não há muito o que se fazer. Uma abordagem silenciosa não surtiu efeito, então preciso conseguir informações me arriscando a um certo ponto. Devo continuar com meu papel até ver aonde consigo ir, porem se ele desconfiar...” tentaria olhar ao redor para procurar uma rota de fuga. Com um homem a minha frente, dois a direita e um as costas, o obvio seria correr para a esquerda, porém, teria que checar se o percurso estaria livre, e se não estivesse, deveria memorizar seus obstáculos para poder ultrapassa-los sem perca de mobilidade.

- E então, eu to limpo ou oque? – Diria ainda com minhas mãos para cima, esboçando um sorriso simples. Esperaria então pela resposta afirmativa, até porque eu tinha que conseguir aquilo, ou minhas investigações estariam arruinadas.

Se no caso de minha lábia não for boa o suficiente, deveria presar pela minha vida. Analisaria o teor de suas palavras e suas ações conforme seguia a interação. Em caso de hostilidade, correria para a rota que havia planejado, a esquerda. Passaria por seus obstáculos caso houvessem, pequenos ou rasteiros na altura dos joelhos eu os pularia, enquanto que os acima dos ombros eu abaixaria. Obstáculos grandes tentaria contornar pelos lados. Correr não deveria ser um grande problema para mim, já que sou habituado por natureza a tal ato, esperaria despistar os homens em pouco tempo, ou ao menos, ao tempo não me esgotar fisicamente. Procuraria então ficar longe do porto por aquele momento, pegaria o mapa em minhas mãos, e procuraria algum lugar

Caso minha abordagem malandra funcionasse, continuaria com a conversa. Caso me perguntassem quem havia me mandado, responderia logo em seguida – Bem, meu chefe não gosta que usemos o nome dele quando eu faço esse tipo de negócio, nesses casos, ele manda usar o codinome ‘doutor X’ pra não chamar a atenção. Claro que o seu chefe vai saber de quem eu estou falando – Esperaria então para ver o desenrolar da conversa. Caso me perguntassem o quanto estava disposto a pagar, ou o quanto eu queria do produto em si, diria – Ai eu tenho que ver o quanto vocês tem no seu estoque. Eu acredito que meu chefe pode pagar por uma quantidade bem alta – diria com um sorriso maroto no rosto, tentando passar a certeza da grande quantidade que podia vir daquilo. Caso perguntassem meu nome, diria – Eu sou Maurice Worgen – diria, claro, omitindo minha verdadeira identidade – Mas pode me chamar daquilo que havia me chamado antes, até porque, tenho apelidos parecidos com meus companheiros – Diria olhando ao redor – Falando neles, eu deveria contata-los assim que conseguisse estabelecer contato com o vendedor daqui. Se quiser, posso te acompanhar até o lugar aonde está o seu estoque, mas preciso que alguém procure meus colegas – Tentaria outra mentira para poder separar o grupo dali. Caso essa mentira funcionasse, passaria detalhes da aparência e nomes dos meus falsos colegas – Bem, vejamos, eu tenho uma colega chamada Rita Vonchard, esta deve estar acompanhada de mais um fazendo reservas na estalagem mais próxima. É uma mulher de mais ou menos um metro e sessenta de altura, magra, cabelo rosa até os ombros, olhos rosa que com certeza chamam a atenção de qualquer um. Ela está de vestido preto e sapatilhas da mesma cor – Diria com os braços cruzados agora que o clima poderia estar mais estável – Meu outro compadre é um mink, porem um cara macaco, ele deveria procurar contato assim como eu estou fazendo agora. Ele tem um pelo marrom escuro, olhos amarelos, ligeiramente mais baixo que eu, e está vestido de um sobretudo preto e descalço, seu nome é Kurt Kobayashi. Tem também minha subordinada, que deveria cuidar do meu quarto na estalagem, também é uma garota, um metro e meio, cabelo preto até as costas, está vestida de alguma coisa colorida, eu não sei ao certo como elas chamam as roupas que vestem, mas é como uma blusinha toda coloridinha sabe- Diria abrindo minhas mãos e apontando para o homem de chapéu, passando a sensação de uma conversa casual – Uma calça azul e sapatilhas. Ela se chama Mirna Crown. Se acharem ela primeiro podem falar que o ‘doguinho já conseguiu contato’, ela vai entender – Finalizaria então por ali. Esperaria então que o homem me levasse com ele para onde é que fosse o seu esconderijo, ou claro, o estoque de produtos que ele poderia estar vendendo. Tentaria memorizar o caminho e sempre olhando adiante para analisar o terreno e suas possíveis rotas de fuga para mim, e rotas de transporte para os homens.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQua 18 Mar - 10:50

Muffatu Presents:

Uma lábia caprichada




Parece que o que o lobo tinha tirado da manga estava fazendo sentido. Logo os homens entendem o recado e apesar de o cercarem com um sinal eles se afastam um pouco ficando apenas olhando a situação.
Estar cercado em um ambiente como aquele era claramente desfavorável ao lobo que inteligente como um bom agente, tinha decidido improvisar. Para a sua sorte, os homens tinham caído na história do Dr. X. E o pior, pelo visto o Doutor X era alguém que realmente fazia negócios por ali.


- Então você é um dos homens do velhaco? Bem, temos aproximadamente mais dois barris de rum e uma caixa de pano de primeira mão. Tudo de qualidade e pronto para o uso.

Os homens começam a balançar positivamente a cabeça e vão entendendo cada um dos nomes, anotando em cadernos os detalhes e então cada um deles vai para um lado. Um deles iria caçar uma mulher de cabelos rosas, olho rosa na estalagem. Outros iriam atrás do homem macaco descalço e de sobretudo. E o ultimo deles ia atrás de uma garota usando roupas floridas. Enquanto os três saiam dali, o homem do chapéu chamava Maurice para perto:

- Lógico Maurice, vamos, eu faço questão em te mostrar o nosso estoque.

Andando pelo escuro eles viravam e viravam, desciam algumas escadas, subiam outras e então finalmente chegaram até um barracão antigo, uma casa na verdade de madeira que parecia bem velha, mas ao mesmo tempo era bem segura com uma corrente e um cadeado grande na porta. O homem mexe nos bolsos, pega uma chave e então abre a fechadura que como uma velharia range até para girar. As correntes passam pela porta como se roncassem com o barulho da madeira, e então rangendo como um gato durante a noite a porta se abre.

- Ela precisa de um óleo hehehe

O homem começa a mostrar onde ficavam geralmente os carregamentos e mostrando os barris e as caixas ele diz:

- Vão ser 5 mil por barril como da última vez? Ou ele está naquela semana mais generosa? De qualquer forma, já garanto que esses são dele, do carregamento do Sapecó, aquele barco comerciante de Rum, sabe?

Talvez o homem do chapéu fosse mais burro que parecia, ele vira as costas para Maurice e então ele mais uma vez fala:

- Maurice… Os seus amigos em breve devem chegar, devemos aguardar?

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQui 19 Mar - 0:35

Cap.1 - O cão do governo
P07 - O depósitol
Inconveniente um cara como eu, cujo dialogo não é um dos meus melhores atributos, persuadir suspeitos de vários crimes como o fizera. Chegava a ser estranho que eles engoliram aquela ladainha, e o pior, a seguiram como se fosse a verdade absoluta, é, acho que posso acrescentar ’Um ótimo influente’ no meu curriculum vitae ”Eles realmente caíram nessa” Pensei logo ao ver que eles haviam interrompido suas intenções hostis. Porem mal sabia eu que o tal Doutor X era uma entidade real, e que já havia feito negócios com o suspeito a minha frente ”hein? pensei ao ouvir aquilo ”Okay.... eu acho que posso ter me equivocado um pouco... Pensava ao perceber na situação esquisita que me encontrava ”E também barril de rum e pano não são artigos ilegais de se vender não? Quer dizer, como os taverneiros iriam arranjar clientes sem rum, ou as lojas iriam vender roupas sem tecidos para fabrica-las?”

De fato aquilo não me parecia ilegal, porem era estranho o lugar onde o homem se encontrava e todo o conceito daquele momento de emboscada, investigação e etcs pareciam se encaixar para resultar em... nada? Bem, não podia deixar que aquilo estragasse todo o meu plano até então. Dar uma olhadinha para checar esses tais barris de rum e caixas de pano que ele havia falado. Pode ser que ele apenas tenha usado esses termos para não chamar a atenção. Em fim, já estava nessa situação, não custava nada tentar. Os homens se espalhavam na procura das falsas pessoas que eu havia descrito, esperava eu que ele não voltassem já que essas pessoas não existiam, eram apenas pessoas fictícias com características aleatórias que consegui pensar no curto prazo. A mentira já surgia efeito, então não havia muito no que pensar sobre isso. Seguimos em frente. Passamos por um caminho com escadas que subiam e outras que desciam, viradas e viradas, esse caminho era escuro o que poderia ser difícil de memorizar para uma pessoa normal, mas não para mim, pois ver no escuro não era nem um pouco difícil já que havia nascido com tal dom.

Chegamos em um barracão velho, tão velho que tinha a impressão que ele desabaria a qualquer soprada de vento. O homem então se aproximava da porta e tirava uma chave, que logo a usava para destrancar tal passagem. O ranger era nítido a ponto de datar e muito a idade daquele local. O homem então me mostrava os tais produtos, eram realmente o que aparentavam ser, barris e caixas ”Inacreditavel...” Pensei ao ver aquilo ” Eu realmente esperava que fossem outra coisas, mas aparentemente são realmente barris e caixas...”.

O homem então fala seu preço, e na minha cabeça, se comparado a manopla que havia comprado mais cedo, o preço por apenas barris e tecido pareciam não bater com qualquer coisa relacionado a armas ” Pelo preço, não acho que um mafioso venderia armas tão barato assim. E poderiam caber uma quantia razoável de armas num barril desses. Acho que não deve ser armas mesmo. Porem eu ainda sinto que devo investigar isso mais a fundo” Pensava a respeito do que via. Podia notar outras coisas ao redor, como um caracol que tinha uma espécie de microfone ao seu lado, nunca havia visto aquilo em minha vida, porem parecia curioso. De fato, apenas via o exterior dos tais produtos, mas não podia checar dentro para ter a certeza ”Se ao menos esse cara não estivesse aqui, eu poderia abrir cada uma desses recipientes para poder checa-los”. Eis que ao pensar nisso, subitamente o homem se virava, me perdendo de sua vista e dando-me uma oportunidade - Maurice… Os seus amigos em breve devem chegar, devemos aguardar? – Dizia o homem ainda exposto ” Só pode ser sinal do destino isso..” Pensava no quão conveniente era aquele homem fazer tal movimento na presença de um desconhecido e começou a conversa a poucos minutos.

Usaria desse momento oportuno de vulnerabilidade do homem, fecharia meus punhos, puxaria meu braço direito para trás, aderindo a uma postura de combate, colocando minha mão esquerda a frente, e, com o braço direito recuado, avançaria ao ataque, desferindo um soco, mais precisamente um uppercut, com um anglo de 45º Graus para cima, miraria sua cabeça tentando nocauteá-lo com aquele golpe. Se o golpe não desse certo, por ele ter desviado em algum instante, seguraria meu braço direito no lugar, logo em seguida o puxando para perto junto ao corpo do oponente. Tentaria não usar de minhas garras para não ferir aquele homem pois não sabia ao certo se ele era realmente um criminoso. Puxando-o para perto, com minha mão esquerda, tentaria desferir outro soco, um clássico direto mirando mais para o lado esquerdo da cabeça do homem, tentando novamente nocauteá-lo o mais rápido possível. Efetuando o golpe, acertando ou não o golpe, o seguraria perto ao meu corpo, tentando faze-lo não mexer muito para não fazer barulho. Caso algum golpe não fosse forte um suficiente, tentaria faze-lo perder a noção de espaço dele com uma mudança abrupta de sua visão. Segurando-o com duas mãos independentemente do local em seu corpo, tentaria o subir pelo menos alguns centímetros acima do chão, e logo em seguida, o jogaria para baixo com todas minhas forças. Esperaria então que o homem estivesse apagado, pois não saberia até que ponto eu conseguiria seguir com aquele homem que se recusava a tirar uma soneca.

Caso conseguisse apagar o rapaz, tentaria ser o mais rápido possível na vasculha daquele local. Pegaria o caracol suspeito, gostaria de entender seu funcionamento e seus usos. Logo após, tentaria procurar alguma coisa dura o suficiente para quebrar madeira, um pé de cabra, uma barra de ferro, um martelo, qualquer coisa cujo o material poderia ser mais duro que a madeira daquele depósito. Assim que encontrasse algum utensilio, o usaria e tentaria quebrar os contêineres atacando um único ponto repetidas vezes até quebrar, vendo o que tem dentro logo que possível. Caso não tivesse algum objeto para me auxiliar na tarefa, olharia para minhas manoplas recém adquiridas – É... vai ter que ser isso mesmo.... – Com as manoplas em mãos, colocaria minhas mãos juntas com os dedos entrelaçados, imitando um martelo. Acertaria com a parte metálica que se encontra nas costas das mãos. Repetiria os golpes no mesmo lugar até quebrar da mesma forma que com um objeto. Olharia então o que haveria dentro. Procuraria quebrar ambos os barris e as caixas com o dito tecido. Se em algum dos depósitos houvessem coisas classificadas como ilegais, como armas ou drogas, este, que identificaria como qualquer substancia liquida ou solido que parecesse difícil de identificar. Caso encontrasse um desses artigos, tentaria pegar algum que coubesse em minhas vestes. Uma arma pequena ou alguma porção da droga. Checaria o estado do homem para saber se ele ainda estava vivo.

Sairia do local pelo mesmo meio aonde entrei, mas antes, pegaria a chave do homem. Ela deveria estar em algum bolso de suas vestes. A pegaria e sairia pela porta, a trancando de imediato. Saberia que ele não acordaria tão cedo, o que daria tempo para ir trocar informações com os agentes que havia conhecido mais cedo. Iria ao lugar onde havia conhecido os agentes correndo o mais rápido possível.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptySab 21 Mar - 17:28

Muffatu Presents:

Uma lábia caprichada




O golpe de Wolf acerta em cheio o homem que estava da costas, porém ao contrário que o futuro agente esperava o rapaz não estava dando as costas e sim se aprontando para a batalha. A perna direita do homem fazia um arco no chão tentando dar uma rasteira em seu oponente, ainda meio tonto pelo soco no queixo ele busca na sua cintura e puxa uma pequena faca. Ele fica com ela em punhos e tenta partir para cima do Mink, poderia ser um golpe de sorte, ou custar a vida do futuro agente, mas aquele homem claramente estava com uma intenção nada boa.

Em sua investida ele tenta acertar o peito do lobo e na sequência, usando a sua mão esquerda ele tenta acertar o rosto do lobo. Ele sabia que era arriscado pois o oponente era claramente maior e mais forte que ele, porém ele não poderia deixar de tentar eliminar a ameaça aos negócios.

Ainda não sabia o que estava acontecendo, mas certamente sentia os olhares ao seu redor. Aquele ambiente tinha mais gente dentro, tinha mais coisa por ali.

Caso Wolf conseguisse dividir sua atenção poderia ver ao fundo uma mulher sendo empurrada por um dos homens com um cabelo rosa e roupas extravagantes, e ao lado dela um homem muito feio e com muitos pelos, mas que certamente não era um macaco.

Agora além de ter um oponente com faca, ainda tinha mais dois reféns para salvar, que rumo tomaria essa empreitada?


- Vai lá chefe! Dá na cara dele!

Gritava ao fundo o rapaz mais animado com a mulher em suas mãos. Ela tentava se debater, mas claramente o sujeito era mais forte que ela e a segurava firmemente com uma das mãos em sua boca. O homem mais feio parecia desacordado nos braços dos dois mais fracos, e não parecia que estava muito bem. O sangue que escorria de seu nariz mostrava isso com certa clareza.

O homem armado com a faca olhava para Wolf e bradava:


- Vamos lobinho! Hoje eu serei seu caçador! Seu vermeee!!!

Era bem óbvio que ali não era um local de armazenamento de vinho, rum ou o que quer que seja e sim um lugar onde escondiam muito mais que simples contrabandos pequenos, mas o que poderia ter por lá?

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyTer 24 Mar - 19:59

Cap.1 - O cão do governo
P08 - Wolf's on the hunt

Outro erro crítico. A situação se seguia tranquilamente em minha visão, ao ver que tais mentiras haviam infectado o julgamento dos homens que havia encontrado, porem mal sabia eu que aquela sensação de controle era uma mentira maior e mais trabalhada do que eu havia lançado. O homem que havia acompanhado até o armazém se safava de um nocaute quase instantâneo com uma durabilidade fenomenal a ponto de aguentar um golpe direto em um ponto fraco. Ele cambaleava, era o que eu podia perceber, sua movimentação em resposta não parecia muito efetiva. Fazíamos alguns movimentos, ofensivos e defensivos, cada um com sua estratégia, até chegava um ponto que podia ter um pouco mais de tempo de planejamento. Olhava em volta, e podia notar que alguns homens chegaram antes do que havia previsto ” Não entendo... era para eles continuarem a procura pelas pessoas fictícias a pelo menos uns 30 minutos ainda...” observava agora as pessoas que estavam presentes. Podia notar uma mulher que batia com uma descrição que havia feito, e um homem desacordado, que parecia ter sido arrastado para o local ” Bem, não é como se fosse dar mais atenção a eles agora que chegaram. Preciso me centrar no que fazer a partir de agora para resolver essa situação.”

Olharia agora meu oponente, mantendo minha guarda alta para a detecção de algum movimento de fora ” Ele acabou de receber um golpe direto, não deve estar apto a realizar feitos delicados com precisão, seria a hora perfeita para atacar mas...” olharia agora a arma empunhada pelo meu oponente "Ele ainda esta armado... se ele me acertar em um ponto vital como minha garganta, posso dar-me como morto” Meu semblante sério pairaria sobre minha face, demonstrando meu caráter analítico ” Porem não posso ignorar o fato que eu também estou armado...” Pensaria agora, forçando ligeiramente os músculos das minhas ‘patas’, onde o planejado surgimento de minhas garras rasgariam as pontas dos dedos de minhas manoplas, cujas costas de metal poderiam vir a calhar em algum momento daquele embate.

- Hora do abate... – diria baixinho para mim mesmo. Utilizando de minha proficiência em correr e a atingir o melhor desempenho em disparo de velocidade, aproveitaria a chance do desequilíbrio que meu oponente se encontrava, levando como base suas falhas tentativas de me acertar de maneira fatal até então. Correria para cima do tal homem, com minhas garras a mostra. Manteria minhas mãos abertas, porem com diferentes nivelamentos. Manteria a direita no nível dos meus olhos, um pouco a frente, porém mais puxado para o lado dela, onde não obstruiria minha visão do alvo. Minha mão esquerda por outro lado, permaneceria próximo ao abdômen, mais nivelado ao umbigo. Ambas as mãos tinham propósitos iguais, defender múltiplos locais, ao mesmo tempo que a outra atacava. Por mais que civis haviam sido feitos reféns, não deixaria isso influenciar meu julgamento para minhas ações, meu objetivo naquele lugar era único, acabar com aquele comércio ilegal, e matar aquele homem parecia fazer parte dessa missão.

Com o posicionamento de minhas mãos, deixaria estabelecido algumas metas para tal empreitada. O ataque deveria ser rápido, direto e fatal. Tentaria ao máximo matar aquele homem o mais rápido que fosse possível.

Quando próximo o bastante, cerca de 1 metro de distância, atacaria antes que ele pudesse ter alguma reação. Com minha mão direita em cima, agarraria o pescoço do homem fazendo questão de fincar minhas garras no mesmo. Se caso o pegasse com tal movimento, com a mão esquerda iria de encontro com a mão que ele estava empunhando a faca, fintando sua possível tentativa de se livrar estocando sua arma em mim, a repeliria com as costas metálicas de minhas manoplas, de forma ao golpe do homem sair da linha do meu corpo. Caso por uma questão de ângulo eu não pudesse empurrar de certa forma o golpe dele, não faria questão de me arriscar um pouco, e seguraria mais atrás da arma, mais precisamente no punho do homem. Para tal feito, contava no fato proporcional dos nossos corpos serem de tamanhos diferentes, e nisso, por ser maior, arriscaria dizer ter um braço mais longo, possibilitando tal ato antes que a faca chegasse ao encontro do meu corpo. Apertaria com força o pescoço do homem, tentando quebra-lo porem ao mesmo tempo, faze-lo se afogar no próprio sangue, ao mesmo tempo que mantinha sua outra mão com a faca presa. Tentaria erguer o homem alguns centímetros acima do chão, para que a força da gravidade também influenciasse na profundidade que minhas garras chegariam. Soltaria o homem quando notasse que sua mão que segurava a faca não mais lutava para me atacar.

Caso não fosse capaz de segurar o homem em seu pescoço por algum movimento rápido improvável que ele o faça, bateria meu pé dianteiro no chão, ganhando mais estabilidade para logo então, voltar minha mão direita para a face do homem, golpeando-o com um soco da forma que convinha, sendo ela com as costas de minha mão caso ele se esquivasse para baixo e retornasse para cima, ou com um simples jab que o faria de imediato caso ele tivesse se esquivado para trás. Caso acertasse o soco, contaria com a falta de reação dele para continuar o ataque. Com minha mão esquerda, que nesse ponto ainda estaria em meu abdome por não ter conseguido agarra-lo de primeiro, aproveitaria a distância que ela mantinha do corpo do homem e, com minhas garras de fora e minha rápida explosão de velocidade, atacaria o tronco do homem, mirando sua barriga num movimento diagonal, onde subiria para cima, acertando seus rins que estariam protegidos pelos ossos do tórax. Em seguida, com o corpo do homem próximo a minha mão esquerda, o empurraria com destino ao chão, onde num movimento rápido, tentaria subir em cima do mesmo, que estaria atordoado e agonizando de dor. Seguraria seus braços com as minhas mãos, e lhe mostraria o poder de minhas presas, mordendo o seu pescoço com a maior força que pudera ter no momento. O manteria em minha boca com força até o momento que pudesse sentir que ele não lutava mais para tirar-me de cima dele, sinalizando sua morte.

Caso não conseguisse efetuar o soco em resposta a sua esquiva inesperada, recuaria com dois trotes ligeiros para trás, mantendo uma distância onde eu possa ver o meu oponente e alguns homens dele.

Caso não tivesse a iniciativa no embate, observaria a postura e as intenções do homem com cada movimento que o fizera. Daria mais atenção aos movimentos que ele fazia com a faca, pois por mais seguro que eu me sentisse com minhas armas naturais, ele ainda tinha a chance de me ferir mortalmente. Com toda certeza ele viria correndo para cima de mim, provavelmente tentando usar da mesma estratégia de pegar por desprevenido que eu usaria contra ele. Caso ele atacasse com a faca, num corte lateral, bloquearia o seguimento do golpe, segurando seu braço atacante com minha mão mais próximo no momento. Caso o corte fosse vertical ou diagonal, tendo origem descendente, ou seja, de cima para baixo, seguraria seu braço da mesma forma, pois como era mais alto, a faca estaria mais próxima ao nível de minha mão direita do que minha face. Caso fosse com corte ascendente por outro lado, aproveitaria o fato da faca estar longe do meu rosto, e agarraria o pescoço do homem, realizando todas as tentativas ofensivas que já havia planejado anteriormente. Caso ele tentasse estocar a faca num golpe direto, seguraria seu braço atacante com minhas duas mãos, e, como seriam dois braços contra a força de um, usaria disso para arrasta-lo, puxando para o lado esquerdo e depois o direito, sacudindo-o ligeiramente para faze-lo perder equilíbrio, e, quando isso ocorresse, seria apenas a questão do seu peso para parar minha ofensiva, onde tentaria continuar arrastando para o lado direito, ou esquerdo, dependente da hora em que ele falseasse com os pés, e o rodaria como um adulto faz com uma criança. Com força e velocidade a ponto de eu quase perder o meu equilíbrio, eu o soltaria, tentando joga-lo contra algum dos barris que estavam por perto. Lançando-o, esperaria alguns segundos para ver se ele ainda se movia depois do baque de sua queda.

Naquele momento em especifico, não diria nada durante a luta e nem tentaria me expressar de alguma forma. O único pensamento em minha mente era em finalizar aquele homem o mais rápido possível, ignorando qualquer ato feito aos civis presentes no local.

Caso conseguisse finalizar o homem ali mesmo, olharia para seus capangas ainda sério e silencioso. Manteria meu olhar fixante por alguns instantes para não apenas ver a reação que daria nos homens, quanto para me recuperar de alguma fadiga momentânea.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyQua 25 Mar - 23:19

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Esse é o nome… MEDO




Mostrava-se não apenas um Mink qualquer. Por favor senhoras e senhores,e estão diante de um ser que havia sido treinado e seus instintos mais primitivos faziam dele um ser capaz de resolver aquilo sem maiores problemas. Quando o soco desferido não derruba o homem, ele se prepara. As mãos tomam uma postura mais defensiva ao ver que nas mãos dele havia uma lâmina. Ele tentaria se proteger dos golpes cortantes do homem em sua frente. Talvez escolher as mãos nuas não fosse a melhor das hipóteses, mas ele tinha metal na parte de trás das manoplas. O que acaba por afastando a lâmina de sua mão e fazendo ela acertar o antebraço causando um corte não profundo, talvez pelo jeito que ela tinha entrado na pele, isso porém não foi o suficiente para parar aquele lobo. De jeito algum, O homem tenta mais uma vez acertar, mas é aparado pela mão que protegia o abdômen do lobo. Em uma rápida investida, o lobo crava as garras no pescoço do homem em sua frente, não contava porém que ele chutasse. A força do impacto tentando se salvar era impressionante, o suficiente para ouvir um clack, como se tivesse trincado alguma coisa, mas era só a canela do franzino ao chutar um corpo maior e mais forte que o seu. Porém, o ferimento em Wolf era perceptível e faria uma pessoa se curvar para a frente.

Com o homem quase morto em suas mãos, Wolf ainda consegue terminar o serviço e deixar o corpo cair ao chão, sem vida.

Os homens soltam rapidamente o sujeito que estava mais mole que um queijo na chapa e então partem para cima do Lobo. Um deles já segura um porrete e o outro corre com as mãos nuas. O homem que segura o porrete é o primeiro a se postar na frente do lobo e desfere um golpe tentando acertar a sua perna, o outro por sua vez corre como se fosse pular sobre Wolf. A mulher ainda por ali olhava assustada e tentava se debater para sair.

Assim que o segundo homem toma impulso para saltar sobre o futuro agente, aquele homem que estava ao chão se levanta, e em um piscar de olhos derruba o homem que segurava o bastão. Antes mesmo que ele pudesse fazer qualquer coisa.


- Vamos homem! Vai demorar muito para dar cabo desse ai?

O homem coloca as mãos na cintura, ajeita o corpo e tira o chapéu colocando o cabelo para trás enquanto vê a investida do contrabandista contra Wolf

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptySex 27 Mar - 16:11

Cap.1 - O cão do governo
P09 - The Wolf strikes again

Preciso e fatal, era como minha performance deveria ser para com aquele homem de chapéu. Nossa empreitada se estendia por alguns minutos, chegando à conclusão que havia desejado e planejado, porém não seguida nos mínimos detalhes. O homem atacava com sua lamina, sim, um movimento bem obvio ao demonstrar querer utilizar algo para acabar com o combate de forma rápida. Porem ele não contava com meus planos para tal, e por esse detalhe, a sua morte chegara. Ele desferia uma estocada com sua faca, e rapidamente desvio o golpe, porém não fui preciso o suficiente para aparar de forma esplendorosa, portanto, recebia um corte não muito profundo em meu antebraço. Acredito que pelo calor do momento, o homem não se importava em tomar o devido cuidado com um animal de meu porte e atacava novamente, deixando sua defesa totalmente exposta. Ligeiramente o prendia em minhas mãos, garantindo-o um lugar especial a alguns centímetros do chão, sendo segurado firmemente por minhas garras que pouco a pouco iam entrando mais e mais no pescoço do homem, até que sua força ia se esvaindo, deixando um corpo inanimado e vermelho pendurado a poucos centímetros do chão. No processo, o medo tomava conta de seus pensamentos, e desesperadamente ele desferia um chute enquanto seu sangramento gradualmente ia se expandindo, o chute me acertava e podia ouvir bem baixinho um pequeno som de algo quebrando. Eu senti a dor, me curvei ligeiramente para amenizar tal sentimento, mas tinha certeza de que o que havia quebrado não era em mim. Enfim, morto estava o primeiro alvo daquela noite.

Os homens que outrora estavam observando com certo deleite, apostando suas esperanças com certa segurança que seu companheiro venceria, largavam o outro homem peludo que estava inconsciente desde o momento que chegara ao local e partiam para cima de mim.

Vendo tais ações, não havia muita escolha a não ser me preparar novamente para outro embate, esse porem, com uma certa desvantagem. Um homem de porrete se aproximava ferozmente e com certa velocidade, enquanto outro de mãos vazias se preparava para pular em cima de mim eu imagino. Estaria então numa posição complicada. Com meu braço direito mais à frente no nível de meus ombros e meu pé esquerdo mais atrás, assumiria uma posição ligeiramente lateral, tentando diminuir minha silhueta geral, onde seriam os pontos que poderia ser atacado. Quando notei, repentinamente, o homem desacordado levanta, e com um movimento tão rápido que mal conseguia perceber, ele derrubava o homem armado em um piscar de olho, em seguida, bradando palavras que acredito eu, eram para me motivar.

Sobrava apenas o homem desarmado que estava planejando pular para cima de mim.

Caso o homem realmente pulasse, ignorando o fato de seu companheiro que iria ajuda-lo a me derrubar, ter caído pela surpresa do outro homem, não seria complicado acabar com o mesmo. Em meio ao ar, ele não teria nenhuma forma de se esquivar, portanto, sobraria apenas o bloqueio para que ele não morra de forma instantânea. Com o peso dele e a gravidade, um golpe direto meu poderia apenas me ferir por estar lutando contra fatores além da força do homem. Deveria então fazer como fiz com o outro, pega-lo em algum ponto de desvantagem e finaliza-lo sem dó. Não saberia ao certo como o homem pretendera me atacar, então me precaveria para qualquer que seja suas intenções.

Caso ele tentasse desferir um soco em meio ao ar, seguraria seu braço qualquer que fosse ele com minha mão oposta ao dele, jogando meu corpo para o lado do braço dele, desviando e segurando-o ao mesmo tempo que passava para sua lateral desprotegida com sua única forma de ataque e defesa que era seu braço, presa a mim. Com o braço em meu poder, seguiria o fluxo natural de sua queda, com um detalhe onde iria faze-lo perder sua noção espacial, colocando minha mão livre na região de seu abdômen e forçando para cima, ao mesmo tempo que puxava seu braço que ainda estivera em meu poder para perto de mim, rodopiando o corpo em meio ao ar e próximo da queda. Com um curto período de tempo e uma mudança brusca na visão e audição, o homem não teria forma alguma de se ajustar no meio do declínio, caindo e batendo com o seu corpo, sofrendo não só com seu peso, gravidade, mas também com a força cinética que botava no rodopio. Com o homem no chão, esperaria que ele não tivesse tempo de reação, pulando para cima do mesmo, e com o meu peso e tamanho, não seria capaz de tirar-me de cima dele. Segurando seus dois braços com os meus, morderia seu pescoço e o mataria com a perca de sangue, da mesma forma que o faria com seu colega que a poucos metros havia morrido.

Caso ele usasse suas pernas para atacar no meio do trajeto aéreo, sendo uma voadora ou um simples chute reto ou lateral, teria então uma oportunidade mais clara de vitória. As pernas geralmente são os membros mais fortes do corpo pois estão sempre carregando todo o peso, portanto, ele não conseguiria fazer muita coisa com seus braços, nem se equilibrar em meio ao ar com eles. Seguraria suas pernas, caso fosse uma voadora, ao apenas uma das pernas para a frente com minhas duas mãos, desviando ao mesmo tempo para o lado onde ficassem as suas costas e, diferente de como o faria com seus braços, o seguraria firme, e usaria da velocidade de sua queda, redirecionando para o lado e continuando num giro veloz. Tentaria me aproximar de alguma parede nesse curto período de tempo para então forçar um pouco mais, aumentando o giro e o jogando de cara contra a parede, porem caso começasse a perder a minha própria noção de espaço, simplesmente o largaria em algum ponto do giro, tentando joga-lo em algum barril por perto, quem sabe a sorte não sorria e o barril esteja com coisas afiadas. Caso ele batesse na parede e caísse no chão, checaria seu estado para ver se ainda estava vivo. Olharia sua caixa torácica para ver se ele ainda estava respirando conforme ela subia e descia. Caso apresentasse vida, faria da mesma forma que havia feito com o outro, e cravaria minhas garras em seu pescoço, o matando por falta de sangue também. Seguraria em minhas mãos até perceber que estava morto.

Caso ele retirasse algum objeto cortante em meio ao voo, minha estratégia seria ligeiramente parecida com a que usara no homem anterior. Usaria da parte metálica novamente para aparar o golpe cortante, com o detalhe que a postura de meus braços estaria diferente dessa vez. Com as duas mãos acima do nível dos ombros, basicamente no nível dos olhos, poderia bloquear e refletir o golpe dele, afinal, ele estava em um nível acima do meu abdômen, não teria necessidade para proteger a parte de baixo. Inclinaria o corpo para o lado oposto a mão com essa arma cortante, enquanto que com o braço do mesmo lado do atacante, refletiria com os as costas metálicas das manoplas e, aproveitando a oportunidade de desequilíbrio e a guarda aberta, com a outra mão, puxaria rapidamente para baixo e realizaria um uppercut no queixo do homem que, somado a gravidade, seu peso e velocidade, poderiam causar um estrago enorme dentro da cachola dele. Contando que, após o ataque, ele seja levantado levemente para cima e caia para trás no chão. Chutaria sua arma de sua mão, e imediatamente cairia com o meu joelho em cima do braço do homem, bloqueando o uso daquele braço, a medida seguraria seu outro braço com o meu braço mais próximo, e, com minha mão livre, seguraria em seu queixo de forma a minhas garras entrarem por debaixo da caveira e indo em direção a boca. Forçando a cabeça com minhas garras, morderia seu pescoço a medida que puxava sua cabeça para fora. Nesse ponto, não haveriam muitas formas como o homem poderia se defendesse além de suas pernas, que eu julgaria pequena para alcançar a sua cabeça no momento.

Caso ele desistisse de pular em mim, uma decisão que julgaria sabia pois ele teria mais chances se fugisse do lugar. Se a estratégia dele fosse me atacar em solo, não mudaria muito minhas estratégias, as adaptaria para uma versão em solo, onde ao invés de mirar mais acima, miraria no nível normal de sua altura, continuando com minhas submissões, agarrões, rodopios e afins, claro, adaptando minha postura defensiva com as mãos novamente para uma proteger acima dos olhos e outra para proteger o nível do abdômen, realizando um soco simples nos olhos do homem caso conseguisse aparar seu golpe com minhas manoplas.

Caso conseguisse eliminar o homem, olharia os outros que sobravam enquanto recuperaria um pouco do meu folego, o homem que segurava a mulher, e aquele que havia sido derrubado pelo desacordado. Faria logo em seguida uma rápida checagem de como se encontra meus ferimentos.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptySab 28 Mar - 21:34

Muffatu Presents:

Sopapos, corridas e um den den mushi mudo.




Com um morto e outro terminado antes de começar. os bandido não tinham muito o que fazer. Rapidamente o outro já solta a moça e sai correndo.
O homem que estava indo na direção de Wolf sai de lado e continua sua corrida longe dele e de todos por ali fugindo pela sua vida, deixando um chinelo para trás. O rapaz parecia não querer saber de mais nada por ali a não ser estar vivo para contar história, ou para marcar o rosto do lobo.

O homem chega mais perto de Jhonathan, o olha de cima abaixo e então tira a veste. Ele mostra um rosto jovial. Ele estica a cabeça para cima e arruma algo que parecia ser uma luva em sua mão.


- Meu nome é Nasggo. Eu já te vi 3 vezes e inclusive conversei com você, rapaz. O que procura por aqui? E porque quer tanto falar com os agentes?

Nasggo faz um sinal para a mulher que rapidamente sai dali também. Deixando apenas os dois, os itens e o den den mushi.

DERE DERE DERE DERE DERE…...DERE DERE DERE DERE DERE…...DERE DERE DERE DERE DERE……

- Fala… Não, está tudo bem, ele já foi embora. Era só um zé mané… isso…- Ele olha para Wolf e então diz - Mentira, não tem ninguém do outro lado, está mudo…

Nasggo guarda o item com ele e então aponta para Wolf

-Sua vez, rapaz…

Ele se senta sobre o barril, aparentemente ele tem um arco nas costas, ele sorri e bate com a mão no outro barril como um sinal para o Mink se sentar.


bichaelson


aparencia de Nasgo:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo - Página 2 EmptyTer 31 Mar - 17:48

Cap.1 - O cão do governo
P10 - Você esta falando... sozinho?

Pronto para matar, era assim como eu me encontrava. O sangue corria por minhas veias, e quase que movido por um instinto predatório eu simplesmente não pensava no que iria fazer, mas sentia. O dedo no gatilho para avançar sobre o homem está pronto e esperando ordem, porém, o homem tinha outros planos. Não sabia se ele percebia a situação que se encontrava e decidiu isso, mas ele simplesmente redirecionava seu trajeto para longe de mim ” Eu conseguiria pegar ele nesse ritmo...” pensava observando o ligeiro passar do homem ” Eu realmente deveria matar ele pra não me atrapalhar depois...” . Tinha a segurança da missão em minha mente, e não deixar que aqueles bandidos saíssem para contar história meio que parecia parte do plano, porém novamente o destino me impede, tirando minha atenção para algo estranho. O homem que outrora estava desmaiado vinha até mim. Ele parecia diferente de como estava, sua face não tinha a mesma beleza quando estava apagado ” Que bruxaria é essa? ” pensei ao estranhar tal fato.

Ele se denominava Nasgo, e dizia ele que já havíamos nos encontrados, na verdade, que havíamos falado antes – Você está.... louco? Está sob o efeito de alguma coisa? Se eu tivesse falado com você eu com certeza me lembraria – Diria ao homem. Ele fazia um sinal a mulher que a pouco havia sido libertada de um dos bandidos daquele lugar. Ela saia, e ficamos as sós. O pequeno aparelho caracol começava a emanar um som estranho. Um repetir de sons, como se fosse o sinal para algo. O homem então, pega uma espécie de fone que saia do caracol, e começa a falar com ele, como se estivesse respondendo a perguntas ” Esse cara com certeza deve ser louco.” Não confiava no homem, ele agia estranho e misterioso, porém, a gota d’água para meu julgamento viria após isso – [...] Está mudo... – Dizia ele ”Você só pode estar brincando comigo...” pensei com um olhar visível de estresse ” Que esse cara tava falando sozinho com um objeto....” . O olhar de escarnio predominava minha face, não era normal a forma de agir e tão pouco as respostas dadas por aquele homem ” Vou apenas seguir com a investigação e esperar que esse retardado entenda que não quero nada com ele “ Pensava olhando os barris agora. Não podia deixar de ver o movimento que o homem fazia, ele sentava em um dos objetos que estava prestes a abrir com um sorriso, e duas palmadinhas no objeto ao lado me convidava para conversar ” Misericórdia ...” passaria minha mão direita sobre meus olhos, tentando ao máximo restringir as possíveis ações causadas pelo estresse que aquele homem estava pedindo para que eu faça. Com um suspiro, e em tom grave e audível, diria curto e grosso ao homem – Escuta... Eu não sei quem você realmente. Um nome não vai me dar confiança, e eu realmente não tenho tempo para qualquer besteirinha que você queria me mostrar então... - diria agora, com minha mão direita acenando da direta para a esquerda como um sinal para que o homem saia dali - Saia de cima do barril que eu tenho que ver o que tem dentro –. Esperaria que o homem compreendesse o meu ponto de vista, ou ao menos, pudesse escutar uma simples ordem de alguém que acabara de sobreviver a uma situação delicada como aquela.

” o homem que matei... ele tinha uma faca... ela pode ser útil agora” Pensava, ignorando qualquer ação do homem chamado Nasgo. Procuraria pela faca que outrora me perfurava. Caso encontrasse, a pegaria em minhas mãos e iria ao barril que o homem havia estapeado para me convidar. Colocando-a nas frestas no barril, colocaria um pouco de força, movimentando a ferramenta para forçar as frestas a se abrirem. Caso a delicadeza não fosse ajudar nessa situação. Procuraria uma abordagem mais bruta. Colocaria de forma mais firme e precisa a faca, e com um soco que simularia um martelo, desceria ao encontro do cabo da arma, forçando a lamina nas frestas. Esperaria em algum momento abrir o barril e ver o conteúdo ” imagino que esse barris não devam conter coisas legais como eles haviam dito antes... seria estupidez de mais entregar a vida por simples tecidos e bebida.” Pensaria em algum momento. Estaria apenas de ouvidos atentos a possíveis ações do homem, porém, tentaria fazer da minha investigação um sucesso do meu jeito. Caso o barril não se abrisse mesmo com tais medidas com a faca, teria que ter uma abordagem ainda mais radical, o conteúdo deveria ser identificado a qualquer custo. Pegaria o barril em meus braços e o jogaria em alguma parede esperando que o peso dele mais as minhas forças façam o trabalho de quebrar. Caso não desse para segurar o barril, seria a hora de pensar em alguma outra forma – Okay... isso parece estar tomando mais tempo que deveria – diria a mim mesmo, caso este fosse o caso que cheguei.

Caso abrisse o barril e pudesse averiguar o seu conteúdo, analisaria com cuidado a aparência dos tais itens. Esperaria que fossem armas ou substancias em diversas formas, tratando aquele lugar como um armazém para o mercado negro. Se este fosse caso, não, este tinha que ser o caso, deveria tomar medidas rápidas para impedir que aquele lugar seja usado para tais fins novamente.

- Venha! – diria a Nasgo – Não podemos ficar nesse lugar por muito tempo. Aqueles caras podem estar voltando com mais gente e... você é só um civil que foi arrastado pra cá –. Esperaria que o homem me acompanhasse para fora do lugar, porém, caso recusasse a ideia, diria novamente em tom autoritário – Está vendo aquele cara alí? – apontaria para o homem que havia matado – Ele tem uma chave que abre e tranca esse lugar. Eu vou sair por aquela porta, e trancar ela, impedindo tudo e todos de entrarem e sair. Me ouviu bem? Eu vou te trancar aqui dentro se não sair AGORA! – Se mesmo assim o homem se recusasse a sair, ignoraria suas ações e pedidos subsequentes. Iria ao homem morto e procuraria pela chave que ele usara para abrir o lugar anteriormente. Saindo com Nasgo dali ou apenas sozinho, passaria pela porta e trancaria, deixando tudo exatamente como se encontrava.

Dali, iria voltar para o lugar onde havia recebido a missão e conversar com o Sargento esquentadinho. Passaria pelas ruas sempre observando ao redor. Tentaria me movimentar rápido durante o trajeto, dando uma leve pausa toda vez que precisasse atravessar uma esquina ou trocar de bloco, onde daria uma leve espiada para checar a situação.


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