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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Aliados

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MensagemAssunto: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptySeg 10 Fev 2020, 15:54

Relembrando a primeira mensagem :

II - Aliados

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hinata Bijin. A qual não possui narrador definido.


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Hunson
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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptySex 15 Maio 2020, 13:59



Como esperado, nosso alvo já aguardava pela nossa chegada, talvez não ali naquele momento, pois chegarmos a tal ponto foi algo “quase que por acaso”. Porem o palhaço na deixava a mascara cair e agia como se já esperasse nossa aparição naquele carro.

A Loira rebatia as falas do palhaço citando a Marinha e como havíamos chegado ali – O sargento ... a quem seus homens “serviam” – responderia a moça – O local onde estávamos era completamente diferente do resto da cidade a qual havia conhecido anteriormente, seus homens estavam por ali em uma quantidade considerável o que tornaria ainda mais difícil nossa investida sem um bom suporte. Hinata continuava a dialogar com Clown enquanto nos dirigíamos a sua casa “incitar o medo em nossos inimigos? É... uma boa ideia”.

Passávamos por aquelas ruas, nosso alvo tagarelava em sua forma sarcástica de falar, um tom irritante de uma pessoa que se achava engraçada fazendo-me ter vontade de acabar com aquilo ali mesmo na rua “Calma Artturi ... não haja assim na pressa” pensava levando mais um pouco de mel a boca “Se não fosse você esse maluco já estaria no chão”.

Ao chegarmos à casa do palhaço nos deparamos com um corpo jogado ao chão tendo as costas sido perfurada algumas vezes “faca?...” pensava enquanto meus olhos iam até Clown deduzindo que o mesmo houvera feito isso, mas meus pensamentos foram interrompidos pela fala de minha companheira que parecia chocada com a situação e com o modo ao qual o patife havia se referido ao corpo – Alguém que ataca outro desse modo é pior do que lixo. – Concordaria com a moça.

Hinata me passava uma cadeira e sinalizava usando os olhos “entendido” pegaria a cadeira a posicionando próxima a porta enquanto a Loira continuava com seu jogo de ameaça. Era chegada a hora com um movimento rápido usaria a cadeira para bloquear/trancar a porta ao mesmo tempo que o chá voava sobre o palhaço então arrancando em toda a velocidade que minhas pernas permitiam partia em direção do homem caso tivesse fugido da moça avançaria pela esquerda e tentaria acertar um golpe no estomago seguindo de baixo para cima. Porem se aparecesse alguém por algum outro local tentaria primeiro acerta ele para evitar que o mesmo se aproximasse da minha companheira. Se em meio a investida Clown tentasse um contra ataque tentaria criar um “contrapeso” com as pernas para me reposicionar, se ele visasse a Loira tentaria passar o braço por sua cintura a puxando para evitar o golpe.



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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyDom 17 Maio 2020, 20:47




II - Aliados
Somente Clown




Atacar um homem por trás poderia ser um ato covarde, nada se adequava ao Clown já que ignorava qualquer xingamento ou reclamação por parte de ambos, tudo que ele buscava era somente para seu próprio proveito, uma persona egoísta e excêntrica desde o início. Não possuía uma índole bem definida, sua pessoa trouxe consigo a duvida se o pirata sempre foi o mesmo já que nunca retirou sua máscara e ninguém realmente sabia sua aparência, as poucas pessoas que tinham contato com ele seriam seus capangas ou cadáveres jogados em valas ou ruelas quaisquer. – Não se ache demais Hinata. – O homem sentava com as pernas cruzadas e com o dedo mindinho erguido, ela não queria falar seu nome, pois obviamente sentia repulsa pelo bandido a sua frente, ele não bebia seu chá, apenas atuava como se estivesse bebendo já que nem mesmo retirava aquele pedaço frio da cara. – Acabar com minha lenda? E eu pensando que só eu fazia piadas. – Ele retorcia a cabeça de um lado para o outro até estralar seu pescoço. – Lendas não morrem. Ficam marcadas no coração e nas lembranças, assim como o medo.

A espadachim levantou sua xicara, o urso já estava disposto e atendia ao que parecia um plano imediato formado em poucos segundos, ele se levantava pegando uma cadeira e correndo em direção a porta enquanto a loira jogava aquele liquido quente na cara de Clown, que com um movimento de perna e mudança de peso, ficava sentado em sua cadeira que agora caia no chão, mesmo no solo não havia derramado seu chá ou pedido a postura. – Se preferia café era só falar. – O corte foi limpo, passou por onde estaria a garganta do pirata se ele tivesse de pé, já Artturi tinha êxito em fechar a porta. – Pra que isso tudo minha gente? Tem a porta dos fundos, melhor pegar outra cadeira. Hohohoho. Hahahahaha.

Avançando contra o pirata caído, o mink queria desfrutar da chance de acertar alguns bons golpes mesmo que mirasse no estomago dele, seria fácil acerta-lo no solo. – Pois bem... – No avanço, o mascarado retirou de seu casaco um punhado de facas do tamanho de utensílios básicos de cozinha, como se fossem bisturis, e este rapidamente jogou na perna do caçador que era atingido facilmente declinando sua corrida para uma passadas lentas, as faquinhas fixavam na carne enquanto o sangue escorria dos ferimentos, exatamente três.

Ele chutava a mesa levantando tudo em cima de Bijin que não se defendia e levava uma mesada, não se tratava de dinheiro era mais violência mesmo, em um pulo pegou sua cadeira e jogou contra o urso que também levou uma cadeirada. O barulho alertou os capangas do palhaço que nem mesmo se atreveram a se mexer, podiam ver a calma dos sujeitos através das janelas de vidro da casa. – Não me olhe assim. – Olhava para sua xicara e jogava contra uma parede espatifando dezenas de pedaços de porcelana no piso de madeira, arrumava suas vestes com calma observando aquelas duas pessoas feridas, o braço de Hinata ainda sangrava e seu manejo com a espada decaio desde então. – É engraçado sabe.. Vocês pensam que eu estou preso aqui com vocês, mas são vocês que estão presos comigo. Na verdade, é hilário. Hohoho. Hahahaha. – Não era uma verdadeira gargalhada, sua risada era sínica assim como as suas mãos na cintura e sua movimentação fingindo rir.

Eu devia ter matado vocês dois, não! Vocês todos! – Apontava para o nada. – Eu quis ser bozinho e a troco de que? Tentarem me matar? Eu ia matar vocês? Ia! Mas não agora, tipo.. Faz tempo que não tenho amigos. – Ele discutia consigo mesmo ao mesmo tempo com os presentes naquela casa. – Eu não vou dá mais chá para vocês, não merecem. Se sentem ou mato vocês! É, se não se sentarem eu mato. Ou não mato.. Posso mandar alguém matar, mas não seria tão divertido. No final, vocês morrem. É mais simples assim. – Esperava que a dupla fizesse o que ele disse, puxava facas que ficavam entre seus dedos, eram três em cada mãos totalizando seis. – As últimas palavras são as últimas. O ursinho carinhoso ali foi envenenado ein?!


Clown

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyQui 21 Maio 2020, 14:35

Procurando o Palhaço


Clown não se importava de ser xingado, Hinata acreditava que ele mesmo já sabia da sua condição miserável de existência, mas ainda assim ele queria viver mais, resistia a se entregar, mais do que isso, ele parecia ter controle total do que estava acontecendo.

O palhaço se mostrava mais habilidoso do que Hinata imaginava, ele desviava rápido dos ataques e de uma maneira bem estranha, para uma espadachim ortodoxa como Bijin isso lhe chamava muito a atenção, ela sempre pensava em ter um estilo um tanto mais flexível e por isso tinha o desejo de aprender acrobacia, daria a ela em algumas situações uma nova dinâmica no combate.

Entretanto o inimigo se saiu ainda melhor do que a loira conseguia imaginar, desviava dos ataques e contra-atacou a todos. Acertou com três pequenas facas o mink e jogou a mesa contra a espadachim, que já estava ferida. Mas o que deixou Hinata tensa foi a sugestão de que Artturi estivesse envenenado.

Recuando em alguns saltos e mantendo a espada erguida para bloquear algum eventual ataque, Bijin se posicionava próxima do urso.

- Como você se sente? - Perguntava Hinata para seu parceiro. - Se aguenta um pouco podemos continuar, o imbecil é do tipo que anda com um antídoto, até para a segurança pessoal dele. Se matarmos ele rapidamente podemos achar a cura. - Claro que essa sugestão seria dita caso o mink realmente confirmasse estar sentindo algo.

Então a espadachim colocava sua mente para funcionar, claro que ela estava com raiva, mas no momento o mais importante era a vida de Artturi e ela estava disposta a fazer uma pausa na luta para ouvir o que Clown tinha a dizer desde que o mink confirmasse o envenenamento.

- Você nos trouxe aqui! - Dizia Hinata sem abaixar a espada. - Fale logo o motivo que eu te posso te dar alguns minutos a mais de vida.

Por outro lado se o mink não tivesse se sentindo mal nem nada, então a loira não perderia mais um segundo e avançaria contra o palhaço novamente. Seu orgulho era alto demais para perder tempo com um bandido, ainda mais um que usava métodos covardes como matar pelas costas ou usar veneno em suas armas.

Hinata tinha seu primeiro alvo bem claro, a mão direita do palhaço, ela dava um rápido ataque de baixo para cima em um curto e rápido ataque, assim que atacasse observaria como o palhaço se moveria para atacar, então bloquearia seu ataque e não suas armas, colocando a ponta da espada na direção do membro que estivesse atacando na intenção de usar a própria força do adversário para machucá-lo.

- Você cometeu um erro palhaço. - Dizia Hinata desabafando sua raiva. - Você envolveu meu irmão em seus esquemas, se não tivesse feito isso provavelmente conseguiria manter sua fantasia por mais tempo.

Então atacaria novamente em um ataque diagonal de baixo para cima da direita para a esquerda para acertar a perna esquerda do inimigo, a ideia era tentar desde cedo incapacitar o vilão de tentar correr ou abusar de suas técnicas de esquiva. Então saltaria novamente para a minha esquerda visando cercar o Clown e não deixar um caminho para fugir, colocando novamente a ponta da espada para interromper o movimento do oponente e feri-lo ainda mais.

”Não posso permitir que um pária como esse viva solto na sociedade, vou pôr um fim a isso nesse momento.”

Então finalmente Bijin aplicaria um golpe mortal, ela puxaria a espada para si e avançaria com o impulso de suas pernas em um salto esquecendo de deixar qualquer plano para a defesa para se concentrar unicamente no ataque. Usando seu bom braço direito para dar direção e o braço esquerdo para dar mais força, Hinata estocaria com sua enorme espada o tórax de Clown.

Se por algum motivo Clown tentasse fugir do ambiente Hinata não se demoraria em pegar uma cadeira e jogar na altura das pernas do palhaço para buscar derruba-lo e impedi-lo de fugir.

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptySab 23 Maio 2020, 08:01



Sala fechada, dois contra um, nada poderia dar errado ... não foi o que aconteceu. O homem qual perseguíamos e pensávamos tê-lo “encurralado” se mostrou mais habilidoso do que poderíamos ter imaginado.

O palhaço demonstrara uma maestria em esquivar de nossos golpes de uma forma peculiar ao mesmo tempo que contra-atacava ambos laçando a mesa sobre Hinata e facas contra mim uma delas acertando em minha perna me arrancando uma expressão de dor e me fazendo parar a avance contra o homem.

O momento de luta havia parado por um breve momento enquanto o palhaço voltava a balbuciar suas loucuras ele afirma que eu estava envenenado devido o ferimento com a faca o que me leva a puxa-la da perna quase que instantaneamente – Arg! – a dor do objeto saindo era clara em minha face – apesar da situação não conseguia saber se suas palavras eram reais ou somente mais um truque.

- Até o momento nada de diferente – responderia a moça – É ... ele parece esse tipo de cara, vamos encontrar esse antídoto nem que tenhamos que arrancar cada um dos seus membros. – Talvez o veneno houvesse me assustado num primeiro momento, mas logo o sentimento deu lugar a raiva por aquele homem.

Os dentes a mostra demonstravam uma selvageria típica de animais, Hinata paria na frente e eu a seguia avançando novamente pela lateral até me posicionar no lado oposto ao de minha parceira para tentar dificultar as esquivas do nosso oponente e mantê-lo sempre de frente com a moça socando-o pelas laterais e o empurrando de volta ao seu ponto de origem.

Enquanto avançasse ficaria mais atento ao arremesse de facas do Clown ou qualquer outro objeto que pudesse ser lançado em minha direção, observaria o tempo de reação e a resposta do homem para meu avanço para tentar executar os movimentos antes que os ataques fossem feitos, tentaria esquivar me abaixando até o ponto de apoiar minhas mãos no chão onde usarias para impulsionar-me para a lateral então usaria todos os membros para ajudar num pulo e usando de minhas habilidades acrobáticas tendo a parede como apoio a usaria para mais uma vez me reposicionar avançando em direção ao palhaço.

Estando atrás dele o acertaria na região das costelas e tentaria captar o lado pelo qual ele tentaria se esquivar da moça para acerta-lo pelo mesmo tentando fincar as garras e cortá-lo pele então traze-lo de volta ao alcance da espada.

Se ele tentasse um pulo por cima de nós responderia da mesma forma tentando agarra-lo e lança-lo com toda a força ao chão se conseguisse tentaria pegar uma de suas pernas e colocaria o pé numa posição que servisse como contrapeso ao mesmo tempo que utilizaria as mãos para realizar um movimento com força suficiente para quebra-la. – Estamos só começando – falaria para o palhaço enquanto sorria para ele.

Enquanto estivesse posicionado atrás do Clown, se ele ou alguém de fora da casa tentasse algum movimento para me acertar tentaria golpear seus braços ou pernas para que o ataque fosse retardado ou até mesmo impedido enquanto giraria o corpo para lateral e voltaria a usar minha movimentação para me reposicionar caso novas investidas contra mim fossem executadas.

Porém, se em meio ao ataque eu começasse a sentir alguma coisa proveniente do veneno mencionado pelo palhaço anteriormente eu pararia qualquer investida que estivesse fazendo se não fosse um momento de risco – Hinata! O veneno. – avisaria a moça sobre o que estava sentindo.



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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyTer 26 Maio 2020, 21:35




II - Aliados
Clown e o Caminho




A dúvida vinha a tona para a dupla, as palavras do pirata tanto podiam ser uma verdade ou um mentira, de pé ele olhava para os dois, pareciam ainda querer brigar. Batia em seu blazer retirando a poeira e depois em sua bunda, Artturi realmente possuía vontade para lutar e se levantava imediatamente, assumia que não havia nada de errado, pois não percebia nenhuma deficiência em seu organismo, iniciavam mais uma vez juntos um ataque, fervoroso e mais selvagem não podia deixar uma pessoa tão má a solta.

Foi ao dar dois passos em direção ao inimigo, que notou sua perna parar de responder e um peso surgir e nem mesmo podia sentir mais seu membro informando a loira de imediato da situação. – Hoho. Pensei que o efeito ia ser mais rápido a ponto de nem levantar. Você deve ser bem fortinho ursinho. – Hinata não podia deixar que seu companheiro morresse na sua frente, se fosse realmente veneno ele teria o antidoto com si. – Não aponte essa espada para mim, você não vai conseguir nem me acertar mesmo. Já fiquei farto de você, pensei que ia ser simplesmente MÁ-GI-CO! – Ele erguia suas mãos para cima como se estivesse saudando algo com os braços abertos, ele se enroscava abraçando a si mesmo. – Ah! Este sentimento! – Ele parava de repente parecendo mais rude. – Não tem nada de especial, fiquei decepcionado sabe.. Pensei que nosso encontro fosse igual, igual! Transbordar! Decepcionante.

Foi a mesma coisa com seu irmão, quando notei fiquei triste, mas soube que havia uma irmã e fiquei feliz por um momento. Eu queria sentir de novo. Mas agora não sinto nada, só o repleto vazio. – Cabisbaixo sacava uma faca com a sua mão esquerda. – O caminho que você segue não é o mesmo dele, nem mesmo chega aos pés, fiquei me perguntado agora.. O velho gosta de nomes com H né? Hinata, Hiroshi.. – Ele remexia sua máscara parecendo querer a tirar, porém dava uma pausa e voltou atrás no que iria fazer. – Vocês não podem me matar, só ele pode. Hahahahah!

Triiiim! Triiim! Triim! – Como o alarme de um relógio, o palhaço puxava sua manga com um relógio de pulso, sua pele era pálida. –A festa de chá acabou, foi bom enquanto durou.. HÁ! Não vou mentir para vocês, não foi bom não, foi péssimo na verdade. Você me perguntou o motivo, acho que eu não tenho um assim como não tenho nome. – Ele brincava com a faca em seus dedos, o mink agora sentia que toda sua perna estava dormente não podendo mover nem mesmo um músculo. - Já que vão morrer, vou deixar um lembrete final, dentro daquele fogão há uma bomba. Eu vou saindo pelos fundos, se quiser sair pela porta da frente também podem, mas não acho que seu pet vai poder andar, eu prometo não menti nessa, era só um bom analgésico. Bonjour! – Ele dava de costas, Bijin pegava uma cadeira próxima de jogava nas pernas do palhaço que recebia o golpe e quase caia. – Ei! Chega de brincadeiras, tenho gente para matar, não vou deixar seu irmão escapar.

Brincadeiras? De que tipo? – Uma voz surgia no ambiente, atrás de Clown, um homem alto trajando um terno e este sendo um símbolo dos trabalhadores do governo mundial, era um agente. Dando um pequeno pulo para trás por reflexo, Clown se assustava, ele tinha vindo da porta dos fundos, o bandido olhou para as janelas e seus homens haviam sumido. – Finalmente deu as caras Clown. Me pergunto o que te fez aparecer assim, não achou que iriamos te achar depois de fazer tanto barulho? O que mais me impressiona é o quanto de esforço você colocou para tirar nossa atenção, um assalto ao banco, mobilização de seus homens, ameaças de terrorismo. – Fitando o fogão e seu relógio, o pirata estava mais calado do que o usual, nem parecia o mesmo, parecia que estava até mesmo irritado com sua tremedeira na perna direita. – Quem são esses? Estou estragando seus planos Clown?

Hoho, haha. Hoho! Haha! Que momento mais inconveniente, a festa do chá já acabou. – Ele colocava sua mão por dentro de sua veste. –Eu sempre tenho um plano! – O agente se jogou contra o pirata. – Não vai fugir dessa vez! Seu plano falhou! – Os dois caiam ao chão, o pirata estava por baixo dessa vez e com seus movimentos limitados pelo braço do seu carcereiro. – Não vou deixar você fazer nada dessa vez. – Mas era tarde, em uma de suas mãos ele segurava um dispositivo com um botão vermelho. – Calminha, calminha. Eu vou explodir tudo, sabe.. Uma das ameaças era verdadeira. Vamos virar churrasquinho juntos? - Um blefe? Se tratando daquele homem tudo era possível. – Foram espertos, mas você foi burro de ter vindo aqui sozinho! Saia de cima de mim e não ativarei a bomba e vamos sair daqui são e salvos. A proposito você gosta de nozes?


Clown

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyDom 31 Maio 2020, 14:54

Procurando o Palhaço


A batalha ganhou novos ares, o parceiro de Hinata não parecia sentir nada sobre o tal veneno que o inimigo falava, por isso ele partia para o ataque contra Clown, mas no seu segundo passou o mink sentia sua perna parar de funcionar. O comentário de Clown ainda sobre isso ainda deixaria Hinata mais atenta sobre a possibilidade do tal veneno e por isso ela tinha ainda mais pressa de resolver o problema, mesmo que ficasse sem informações, arrancar o antídoto do vilão era sua prioridade.

No discurso de Clown ele tentava abalar a fé de Bijin no Caminho, claro que não conseguia fazer nem cócegas e tudo o que conseguia retirar dela era um sorriso de deboche sobre todas as suas falas, ela nem mesmo lhe daria a dignidade de responder os questionamentos ou afirmações, afinal o Caminho de cada um é diferente, não existe maior ou menor, bem ou mal, certo ou errado, apenas o Caminho da Espada, os demais caminhos pouco importam para a loira.

Entretanto o bandido achava que iria sair pacificamente do ambiente, mas logo a loira o interrompeu jogando uma das cadeiras na perna do vilão fazendo ele parar, mas quando ela estava prestes a partir para matar Clown uma nova figura entra em cena, um agente do governo que buscava Clown a algum tempo, pelo menos era o que a conversa entre os dois aparentava.

”Vou aproveitar o momento e ajudar o Artturi.” – Pensava Hinata levando uma cadeira na direção do mink para servir de escudo. - ”Mas não posso deixar esse palhaço sair daqui.”

- Consegue se levantar? – Dizia Hinata. - Use a cadeira como uma muleta ou andador, vou ganhar tempo.

Nisso o agente se jogou contra o vilão derrubando os dois no chão, mas então o palhaço falava novamente sobre se explodirem juntos, Hinata tinha impressão de que ele queria viver, ninguém construiria tudo o que ele construiu para em uma luta se matar, ela acreditava que seria inclusive mais conveniente ele se entregar e dentro do sistema se soltar ou fugir.

Mas para a incrível surpresa de Bijin o palhaço se mostrava ainda menos inteligente do que ela poderia imaginar, pois ele acabava de revelar o trunfo, um dispositivo com botão vermelho, seria ele que acionaria a bomba? Pelo que ela entendia esse era o blefe de Clown, mas aproveitando o momento que ele estava distraído com o agente, a espadachim se jogaria na direção do palhaço deslizando sobre o chão e em golpe rápido e horizontal, usando seu braço direito, Hinata atacaria o pulso de Clown para arrancar a mão fora. Aquela abertura que o próprio oponente tinha apresentado não poderia ser desperdiçada.

Caso errasse o golpe ou percebesse que o palhaço apertaria o botão antes dela entrar em ação, Bijin se jogaria por uma janela ou porta para sair da casa, se Arturri ainda estivesse dentro mas perto da saída se jogaria na direção do mink para ajudar ele a sair e cobrir o corpo dele com seu próprio para protegê-lo da explosão.

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyTer 02 Jun 2020, 09:05



De mal a pior, minha situação apenas piorava naquela empreitada a qual havia me enfiado em buscar do homem que supostamente me usou pra pegar um outro criminoso... primeiro um homem urso, agora veneno circulando pelo corpo. Belo dia.

As palavras do palhaço n]ao foram levadas a serio num primeiro instante, mas antes mesmo que pudéssemos retornar a batalha o seu referido veneno surtia efeito, primeiramente paralisando minha perna fazendo com que eu parasse de senti-la, socos leves foram aplicados sobre a mesma na tentativa falha de tentar trazê-la de volta.

- ROAR!!! – rosnava na tentativa de fazer Clown se calar, mas o homem continuava a balbuciar sobre um tal caminho – Sua é irritante palhaço – resmungaria para ele já que não conseguia o fazer calar a boca. Enquanto nosso alvo tagarelava, Hinata me passava uma cadeira para que servisse de apoio – Vou tentar – responderia a moça segurando firme no assento da cadeira colocando força sobre os braços para levantar meu corpo.

Em meio as loucuras ali faladas o procurado anuncia ter uma bomba dentro do fogão, meus olhos arregalavam diante da notícia pois em minha atual situação fugir de uma explosão seria deveras complicado não só pra mim, mas também para Clonw que naquele ponto havia sido rendido por um oficial.

Talvez o jogo tivesse virado para o nosso lado novamente éramos dois contra um, mas infelizmente minha presença ali, ainda mais naquela situação, não era necessária “Se ficar aqui irei apenas atrapalhar” pensava enquanto colocava força para me mover em direção a porta usando a cadeira como apoio ou me rastejando caso não houvesse conseguido ficar de pé.



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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyQui 04 Jun 2020, 13:54




II - Aliados
Eitcha!




A face do a gente se enrugou de raiva, aquele dispositivo e a ameaça do palhaço faziam seu coração tremer, fazia tempo que o agente foi designado para acabar com o caos chamado Clown e a misteriosa entidade que moldou no que é hoje. Seu senso de lógica e justiça eram conflitante as vezes, havia reféns na casa e o palhaço não parecia ligar para sua própria vida, no pior dos casos o palhaço morreria sem abrir o bico, ele precisa de informações do homem por trás de Clown. – Não brinque com isso! – Vociferava, Hinata buscava uma chance para decepar a mão do bandido, mas não conseguiria executar o movimento antes de uma simples aperto do polegar.

O clima era tenso. – Tic, tac! Tic, tac. Sabia que a ultima explosão que fiz eu tava vestido de enfermeira, não ficou nada legal. – Comentava o palhaço, sua voz era firme e parecia querer recorrer a qualquer método para escapar, mas ainda sentia sede por sangue, deveria matar Hinata ali. O mink buscava forças e fazia pouco progresso para se movimentar, no máximo usou de todas suas forças para ficar em pé com a apoio de uma cadeira próxima. – Você está cercado Clown, não adianta, outros agentes e marinheiros estão circulando o local. É tarde para qualquer tentativa de escape, você é esperto, mas eu fui mais!

O suor descia pela testa do agente. – Mais um motivo pra KABUM! – Ele remexia a mão brincando de apertar o gatilho da bomba, a realidade por trás do pirata era que a bomba tinha um cronometro e explodira em poucos segundos, não tinha tempo para sair dali restando apenas uma alternativa. –Chega de conversa fiada. – Era repentino, seu dedo pressionava o botão e naqueles poucos segundo o agente saltava para a dupla, Hinata também pensou em cobrir o urso com seu corpo afim de protege-lo, já que agente fez o mesmo e se colocou a frente e disse rapidamente. – Tekkai!

Foram as últimas palavras que ouviram antes do barulho de uma explosão, pedaços de madeira e ferro voavam pelo ar e as moléculas se agitavam transmitindo a sensação do inferno em seus corpos. Quando Hinata abriu os olhos, o mink estava do seu lado e a sua frente o agente que ainda em pé com sua postura. Sua visão embaçada só enxergava destroços do que era uma casa e fogo para todo lado, onde estava Clown no chão não restava nada. O agente estava imóvel e seu rosto expressava dor, suas costas e seu terno estavam torrados, a queimadura era intensa, do nada, ele recebia um chute sendo jogado ao longe. A fumaça negra subia aos céus, o mink ainda estava anestesiado e a loira com o braço ferido, estavam sujos, mas o protetor havia recebido todo o dano da explosão, mal estava vivo.

O palhaço estava vivo, suas roupas queimadas e sobre seu corpo uma espécie de couraça que havia lhe protegido dos danos, sua mascara desfigurada e torrada, os olhos assassinos do pirata brilhavam enquanto segurava uma de suas lâminas embebidas em seu veneno. Ele falou algo, mas nada pôde ser ouvido, sua máscara rachou revelando metade de seu rosto, naqueles poucos momentos, tudo que ele queria era matar Hinata. Uma flecha passou, travando na mão do pirata que olhava adiante e reconhecia o rosto, era Hiroshi que dessa vez estava ali para salvar sua irmã, o arqueiro acompanhado dos demais marinheiros de antes, era cerca de quatro pessoas. Quando a audição voltava a loira e Artturi, podiam ouvir sons de batalha e tiroteios, era um pequeno caos instaurado nas ruelas da cidade.

O palhaço puxava das suas costas um revólver, e atirava no grupo atingindo dois marinheiros ainda bem ao longe. – Que sorte, matar os irmãos numa cajadada só. – Ele sorria ensandecido, sua expressão pregava a loucura e maldade, seus olhos eram avermelhados beirando a insanidade. – Parem! – Ele apontou a arma para cabeça da loira, mesmo com uma flecha atravessando sua mão, não demonstrou sinais de dor. Aquela situação era nostálgica, Hinata agora era a refém e Hiroshi aquele que seria seu salvador, graças a grande tensão, o corpo do mink dava resultados, mas ainda era incapaz de agir casualmente, adrenalina pulsava em suas veias e a quase morte forçou seu corpo a tomar uma atitude.


Clown

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyQui 04 Jun 2020, 21:56

Procurando o Palhaço


"Cuidado com um inimigo sem saída, o desespero, o medo e a agustia podem ser grande demais para ele suportar e é nesse momento de desespero que a mente aceita fazer os maiores atos de loucura."

As palavras de Houken ainda ressoavam na mente de Hinata, a explosão havia a deixado desorientada, um tanto quanto surda, ela buscava recordar do que estava acontecendo em meio ao caos. Ela e Artturi havia finalmente encontrado o vilão Clown, claro que naquele momento cercados nada poderiam fazer, mas ao ver uma pequena chance de atacar a garota não teve dúvidas de atacar o adversário, mas acabou que um agente invadiu a cena e BOOOMMM, tudo explodiu.

Hinata sabendo que não tinha muito mais o que fazer entregou sua vida para proteger o mink, se ele saísse a salvo dali estaria bom. Mas o destino da garota lhe trouxe outra surpresa, o Caminho não erra o escolhido, mesmo quando o sacrifício é exigido ele surpreende e a surpresa foi o agente do governo. Com um estranho grito, "Tekkai", o homem se colocava entre a explosão e Bijin protegendo ela de todo o efeito da explosão. Ela estava bem, sofria com efeitos colaterais, como o próprio efeito da explosão e tirando seu braço já anteriormente ferido, a loira poderia dizer que estava muito bem apesar da explosão.

O salvador de Hinata então era covardemente agredido, um chute lateral tirava o agente da frente e o caminho ficava aberto entre a espadachim e o palhaço, os dois se encaravam por poucos segundo, Bijin sentia um olhar assassino, mas ela, sempre crente na sua condição de ser superior, orgulhosa e destemida, levantava sem temer o inimigo, pelo contrário, sua determinação aumentava cada vez mais.

"Clown é um assassino, covarde e louco, não tenho mais nenhuma opção a não ser por um fim na carreira dele." - Hinata lembrava do agente ter falado que o palhaço tinha um superior. - "Esse superior teria feito parte da seita? Provavelmente foi algum rejeitado pela limitações que deveria possuir."

Era normal algumas pessoas ficarem frustradas ao receberem a notícia de que não poderiam seguir o Caminho por não ter um potencial para se tornar um deus, não que Bijin acreditasse nisso, mas ao receberem essa informação o membro da seita geralmente escolhia três caminhos. (1) Sevir a seita auxiliando os potenciais, (2) não aceitarem isso e aumentarem sua dedicação para ser um deus ou (3) trair a seita e seus ideais.

"Não sei quem é o chefe de Clown, mas pelo visto é apenas um frustrado, como ainda um louco como esse poderia ter um caminho maior que o meu?" - Hinata não sabia se sentia pena ou o simples deboche de Clown e seu chefe.

O que realmente surpreendia Hinata era que o quão bem estava Clown, parecia que ele não havia sofrido nem mesmo os efeitos colaterais da bomba como o alto ruido ou o impacto da explosão, além disso a jovem havia sentido um forte calor, por isso ela olhava de maneira intrigada para o palhaço, mas o fato era que ele não era de aço e poderia sangrar.

Um flecha disparada de longe acertava a mão de Clown, Hinata olhou para a direção e viu seus companheiros mais alguns marinheiros se aproximando, Hiroshi havia disparado a flecha que tinha acertado o vilão, mas o bandido não deixava por menos sacando uma arma disparava duas vezes derrubando soldados da Marinha. Hinata queria muito ter feito algo, mas ainda indisposta para tomar uma atitude apenas observava a cena.

Mas para o azar do palhaço ele havia feito de Hinata sua refém para garantir a sua segurança colocando a arma na cabeça dela. Como o palhaço não havia se atentado a espadachim estava com sua arma e se preparava para atacar assim que conseguisse uma brecha.

- HAHAHAHAHAHAHA! - Ria alto Hinata da atitude do palhaço em por a arma na cabeça dela. - Você vai me matar ou me usar de refém para tentar fugir? Imagino que esteja mais perdido do que nunca, mas posso te ajudar. - Então ela forçava sua testa levemente contra a arma. - PESSOAL! - Gritava Hinata para todos seus companheiros, agentes e marinheiros a sua volta. - Disparem contra ele quando quiserem, ele disse que me mataria de todo jeito, o que tenho a perder? - Então ela olhava para Clown ameaçando ele. - E ai, quem vai disparar primeiro, Hiroshi ou Clown? Quem vai tombar hoje imbecil?

Hinata sabia que Clown precisava dividir a sua atenção com todos a sua volta, por isso ela não tirava os olhos de Clown por um único segundo, qualquer momento que ele se distraísse dela olhando para qualquer lado que fosse, Bijin estava pronta para agir. Ela era o tipo de pessoa que não conseguiria ser refém de ninguém, ela não seria tratada desse jeito, é para ela superar todos os humanos e ela iria usar Clown como um degrau.

Pois no momento que o palhaço desviasse o olhar da loira ela avançaria contra ele primeiramente colocando o a cabeça para o lado e deixando o braço da arma sobre seu ombro direito, o mesmo lado que Hinata sustentava a sua espada e a lançava com a clara intenção de fincar a arma na região abdominal de Clown. Mas indiferente de acertar o golpe ou não, ela ainda se jogaria sobre o inimigo para tentar derrubar e dar tempo de todos chegarem ali.

Legendas escreveu:

Narrador da história
Houken passado
Fala
Pensamento


Histórico:
 

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptySeg 08 Jun 2020, 11:09

A situação não estava nada boa para o nosso lado, Clown havia sido rendido, mas tinha em sua posse um dispositivo que ativaria a bomba que estava no forno; estávamos encurralados como ratos e nem a fuga era uma opção, pelo menos não para mim, o "veneno" aplicado em meu corpo pelo palhaço fazia "perder as forças" com isso o máximo que conseguia era levantar-me usando a cadeira que Hinata me dera como apoio.
Parado naquela casa apenar observava a discussão entre o palhaço e o agente sobre explodir ou não aquela bomba algo que aquele louco realmente estava disposto a fazer mesmo que isso fosse tirar sua própria vida "Vamos Artturi, seu inútil!" minhas garras apertavam a cadeira em raiva devido minha incapacidade em me mover, minha vida naquele instante estava nas mãos de outras pessoas "Mexe... vamos, Mexe!" gritos direcionados a mim mesmo ecoavam em minha cabeça enquanto tentava lutar contra a paralisia dos membros.

Nada pude fazer antes daquele som estrondoso ... apesar do calor podia sentir o vento frio que outrora fazia parte da minha vida e diante de meus olhos estava novamente um urso, dessa vez com uma pelagem branca como a minha - Pai? - a lembrança do passado se esvai dando lugar a visão das chamas. Os olhos apertados tentam compreender o que havia acontecido e a visão do homem próximo a nos me fazia entender que ele se sacrificava para proteger a gente.


"Está acabado?" pensava olhando novamente em volta em busca de mais um corpo que estava presente ali, mas para meu  azar, em meio as chamas eis que surge o individuo responsável por aquela destruição mostrando, em fim, sua verdadeira face. As expressões de um assassino marcavam seu rosto e suas facas de arremesso davam lugar a uma arma demonstrando que perdeu completamente sua postura.

Seu alvo dessa vez era Hinata, aparentemente ele tinha algo contra ela e o irmão, contudo, antes que a arma fosse disparada, uma flecha entra em cena acertando a mão do palhaço e trazendo consigo o som de tiros que vinham dos arredores. Um breve sorriso começava a se formar em meu rosto - Nossa cavalaria! - falava para o homem, mas breve foi o momento de alegria, pois numa atitude irresponsável a Loira provocava Clown o que não era prudente a se fazer visto que ele havia explodido uma casa consigo dentro. 

Tomado pelo sentimento de raiva e medo de perder uma companheira diante de meus olhos sem ao menos poder fazer nada tentaria extrair o máximo de minhas forças para lutar contra a paralisia e num rápido instante arrancar contra novo opressor tentaria afastar sua mão armada para a lateral usando as garras para prender em seu pulso a outra mão ia de encontro ao ombro do palhaço prendendo novamente as garras e posicionando o peso do corpo sobre ele o tentaria fazer cair para em seguida fincar as pressas em seu pescoço. - Falhei em cuidar do meu lar e família por querer uma vida diferente, não vou permitir que me tire os companheiros que acabei de ganhar.
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MensagemAssunto: Re: II - Aliados   II - Aliados - Página 7 EmptyQua 10 Jun 2020, 14:39




II - Aliados
Eitcha!




Dois loucos riam as alturas, Clown acompanhava a risada de Hinata, soltavam o verbo e mesmo com sons de tiros e todas as casualidades, suas gargalhadas ofuscavam toda a tensão da batalha. O momento não era o mais sínico e nem o mais bizarro, a garota encostava sua testa na boca da arma e podia sentir o cheiro de pólvora e a quentura da arma em sua pele que a chamuscou, suas ações beiravam a insanidade, seu irmão estava inconformado com as atitudes da irmã, porém acreditava nela e que a cada passo que ela dava seguia o caminho para se tornar uma verdadeira divindade. Com pequenos passos, o palhaço ajustava sua posição para sair do raio da flecha do arqueiro, não desejava outro buraco na mão ou em qualquer outro canto, pelo menos se saísse vivo dali, pelo jeito estava cercado e mesmo assim se comportava como o tal. – Não gracinha, não estou perdido. Acho que finalmente vi algo em você e me sinto mais vivo do que antes, como a primeira vez que o vi. Um vislumbre de DEUS! O meu DEUS!

Ele parecia excitado, seus olhos brilhavam com total foco na loira e sem pestanejar e consentimento, agarrou a moça com seu braço a enrolando e tirando sua mobilidade, não tinha espaço para a espada que iria usar. Ambos estavam próximos e ela conseguia sentir a respiração do pirata, subitamente seu beijo molhado e nojento além de sentir um formigamento em sua perna e dor, em meio ao beijo, um disparo foi efetuado por Clown que atingiu a coxa direita de Bijin.

Seu irmão olhou desesperado para a cena e não pôde se conter armando seu arco com uma flecha e correndo em direção a ela, o beijo era súbito e duradouro, foi tempo o suficiente para o mink reagir, sua explosão de força e vontade, não poderia mais ficar parado vendo tudo acontecer e deixar de proteger aqueles que eram queridos para o urso. Bijin também rejeitava ser uma refém e passar por tudo isto, mesmo sem espaço, tentou fincar sua espada contra o abdômen do bandido que sentia a ponta fincar aos poucos em seu corpo e ignorou por alguns segundos aproveitando do momento, mas se afastou em uma passo e apontou novamente a arma agora para o peito da garota. – Não esperava menos, isso foi incrível! Eu sabia que você não gostava de nozes! – Ele tentava limpar a sua própria baba com a mão machucada, nem se incomodou com a fecha que atravessou a mesma cortar seu rosto, ele não estava sentindo dor por algum motivo, seria efeito de um de seus analgésicos?

Queria que tivéssemos mais tempo juntos, talvez você pudesse ser igual a ele. – Ele se referia ao seu deus, ainda havia três balas no cartucho. – Eu não acho que vou escapar, mas estou satisfeito, se você for comigo... Podemos ficar juntos? – Ele perguntava esperando uma resposta, seu semblante mudou por um momento desde que os dois se conheceram, seus olhos ficavam sinceros assim como sua expressão, mas sua resposta talvez nunca viria. O salto feroz do urso e seus movimentos tomavam a frente de tudo, uma flecha acertava um pouco abaixo do ombro do pirata que errava o disparo, acertando o chão, tentava de novo e sua arma era jogada ao longe pelas patas do caçador, existia uma besta que fincou suas presas no pescoço do pirata que por sua vez apreciou sua vista, a faísca da personificação que traria aquilo que ele buscava.

O sangue escorria pelo pescoço ao chão, os pelos brancos do caçador estavam envoltos de uma camada rubra de um liquido viscoso e quente. – Não! – Gritava um homem, era o agente que mesmo terrivelmente machucado ainda permaneceu vivo e consciente, se levantou com dificuldade e andou a passos lentos, Hinata era abraçada por seu irmão. – Irmã! – Gritou preocupado, observou os ferimentos e chamou um marinheiro médico para cuidar dela, ele pegou o rosto da loira com as duas mãos, uma em cada lado e a olhou nos olhos. – Eu senti na sua bravura, eu senti, era quase divino. – Tanto Hiroshi quanto Clown sentiam o mesmo sentimento, porém ainda eram opostos, o pirata enxergou na loucura sua própria fé e o arqueiro viu na coragem de sua irmã aquilo que era preciso para transcender.

Clown observava calado quase se afogando no seu próprio sangue, encarava o mink que estava lhe tirando a vida. – Fale Clown! Fale antes que morra! Eu preciso saber onde ele está! Onde está Sephiroth?! – O que seria para ser o nome do pirata se tratava de um só individuo e aquele que muitas vezes estava por trás dos planos do louco. Ele não parecia querer responder, sorria sem temer a morte, mas não poderia deixar tudo assim, olhou intensamente o urso e aqueles próximos a si, queria ver a loira, mas sua visão turvava sem saber que se ela poderia estar próxima dele. – Se..Sephiroth. Foi aquele que o velho escolheu, ele segue o caminho.. O caminho da espada.. Tão lindo e perfeito.. – Disse em meio aos engasgos. – Tão próximo de se tornar deus.. Ele precisa consumir um assim como ele, um rejeitado.. Ele será um deus! – Suas pupilas tremulavam enquanto perdia seu brilho e enfim, o pirata conhecido como Sephiroth Clown morreu sorrindo. Nem mesmo Sephiroth era seu nome, seria conhecido somente como Clown, o palhaço psicopata.

Depois de alguns minutos, os tiros cessavam e a batalha parecia ganha, os marinheiros feridos pelo pirata eram tratados assim como Hinata e Artturi, o agente estava inconformado, perdido em pensamentos, sua busca por Sephiroth se tornou complicada sem um dos subordinados do mesmo. O mesmo sargento de antes, que estava pilotando a moto ia em direção ao caçador de piratas. – Rapaz, ainda bem que vocês não morreram. Tive que ficar para trás, eu sinto muito! – Se desculpava tanto com o mink quanto todos ali, ele havia explicado que estava em uma operação em conjunto com o governo, precisavam acabar com todas as teias de aranhas de Clown de uma vez, pois somente assim para captura-lo ou ao menos pará-lo para sempre.

Seiji finalmente dava as caras ficando ao lado da loira, ele como sempre estava preocupado e parecia alterado diferente do seu irmão que se acostumou com o perigo, pois o caminho dos irmãos estaria recheado disso para chegar aos seus objetivos.


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