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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Timbre Mudo

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MensagemAssunto: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptySab 25 Jan 2020, 21:32

Relembrando a primeira mensagem :

Timbre Mudo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cindy Vallar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyQui 30 Jan 2020, 17:56



Horário: Manhã
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


Era no mínimo divertido de se ver o modo como os dois jovens estavam se dando bem. Uma garota muda com um rapaz um tanto trabalhador, parecia até um tanto conveniente para deixar uma trama mais dinâmica, talvez por isso mesmo os dois davam tão certo. Para Cindy, a experiência de caminhar por aquela cidade ao lado de Vergil continuava repleta de “primeiras vezes” e por isso mesmo o mundo exterior não parava de surpreender a garota.

Como uma pessoa recém saída da caverna, a garota tinha suas opiniões e concepções de mundo contestadas e mudadas a cada novo evento, a cada novo ensinamento trazido por Vergil. Será que o jovem sequer sabia que estava afetando tanto assim sua nova amiga? Com toda a certeza ele ficaria feliz com isso, e talvez ela estivesse servindo para ajudá-lo com seus próprios dilemas também.

Ao chegar ao Ferro-Velho, tendo mais uma concepção de mundo posta a prova, Cindy decidia que compraria um bastão. Mais do que isso, naquele lugar ela decidia que iria mostrar toda a sua coragem e também fazer com que seu amigo entendesse um pouco de sua própria cultura, de sua criação como guerreira. Algo bem conflitante que ela vinha notando até aqui era que diferente de si, o garoto tinha muitos medos, muitas correntes invisíveis que o mantinham preso em sua própria mente. Talvez uma das intenções da garota fosse também livrá-los destas correntes.

Sem medo e com um caminhar firme e confiante, ela ia até um senhor que carregava consigo não só um belo bastão de metal, como também algumas outras armas de tipos variados. A quanto tempo ele estaria coletando aqueles itens para ter tantos? Era difícil dizer, mas era possível saber que ele não era o único ali com tantos itens assim. Sem demora ela ouvia o preço do bastão e pagava por ele, aparentemente o vendedor não era muito de falar também.

O passo a seguir era propositalmente para chamar atenção, era hora de mostrar sua cultura para Vergil enquanto aproveitava para sentir um pouco da cultura local. Por isso mesmo ela se debruçava sobre algumas pilhas de ferro velho procurando por alguns itens. Não teve dificuldades para achar um caderno meio gasto e uma caneta com alguma tinta restando, o problema mesmo veio na busca pelas tonfas. Era praticamente impossível encontrar uma arma decente ali, provavelmente isso se devia ao fato de que as pessoas já estavam pegando os itens de qualidade desde muito mais cedo. Vale lembrar que naquele momento ainda não devia ser muito mais que dez da manhã. Se quisesse um item de qualidade naquelas pilhas, sabe-se lá que horas teria que chegar para buscar.

Quando ela já estava para desistir da busca algo acontecia. Sua audição aguçada conseguia detectar quando alguém disparava para correr em sua direção e, apesar de se virar pronta para bloquear qualquer ataque, não era isso que vinha - Cuidado! - Gritava Vergil que estava um pouco distante, mas já era tarde demais. Ela só tinha tempo pra sentir uma mão bem leve entrando em seu bolso e roubando o dinheiro que lhe restava pouco antes de continuar correndo.

Olhando para o lado em que a pessoa havia corrido ela só tinha tempo para ver uma figura baixinha de pele negra e cabelos brancos - Deu mole moça! - Era tudo o que ele gritava de forma zombateira antes de se misturar a outras crianças que também começaram a correr - Ei, espera aí! - Vergil gritava sem muito resultado. Deste modo, vendo as crianças se afastarem rapidamente, ele olhava para Cindy e questionava - E aí? Vamos atrás deles?

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptySab 01 Fev 2020, 13:17

''O jeito deles...''
 




- Cuidado! - O gentil Vergil estava em estado de alerta. A orgulhosa Cindy estava em estado de êxtase. Nunca tivera a chance de lutar até a morte após seu treinamento como Amazona, e todos os ambientes em que estivera batalhando eram ou de treinamento ou de vitória certa. Mas se todos os locais que fosse visitar tivessem algo para mostrá-la, a amazona também deveria ter algo para mostrar a todos os lugares. Muito embora Zomana tivesse sido destruída pelo governo mundial, sua cultura e costumes seguiam vivos dentro dela. E as culturas e costumes de Zomana poderiam ser resumidos em uma simples palavra: guerra.

Girando violentamente em alta velocidade com um movimento de pernas e cintura, arrastando seu corpo contra a resistência do ar de forma dinâmica e com o bastão já preparado para o ataque que sua audição previra para a altura da cintura, a jovem estacionava a movimentação, desta vez se submetendo à resistência do ar como se um freio fosse e arrastando não o corpo, mas os pés, e não no ar, mas no chão. Mãos segurando o ferro com força. Músculos tensos à espera do ataque. Joelhos bem dobrados e posicionados. Exatamente como havia aprendido na academia...

Tudo para nada.

- Deu mole moça! - Todos aqueles músculos tensos e posição de combate sólida e bem estruturada sendo derrotados por uma mão leve e uma risada.

Seu primeiro sentimento seria surpresa, e sua alma o transpareceria pelos olhos se arregalando se arregalando em surpresa. Em seguida, as janelas de sua alma seriam contidas pelas pálpebras de forma a gritar através de seu tom amarelo um sentimento de raiva, como se ofendida estivesse. Dentro da jovem, borbulhariam diversos sentimentos em uma mistura química de sensações se tornando soluções e sofrendo mutações em uma velocidade tal alta que seria impossível prever que tipo de produto sairia daquilo, mas uma certeza se faria certa no horizonte de possibilidades que proviriam de tantas reações na solução final: Esta certamente seria explosiva. Seus olhos cerrados diriam isto.

E então explodiu.

Uma gargalhada explodiria do estômago da jovem, enquanto ela desfaria sua base de combate e assistiria o garoto correr. A dor por rir viria em seguida, e algumas tosses. Não tinha como se desfazer daquele sentimento como aqueles que fazem sons, então teria que rir de outras maneiras.

- Ei, espera aí! - Cuidadoso, Virgil não tinha percebido ainda que a garota estaria excitada, e não em perigo. - E aí? Vamos atrás deles?

Ela não teria nenhuma forma de respondê-lo, senão fazendo.

A garota partiria em uma corrida em direção ao ladrãozinho, e, em sua mente, uma linha de raciocínio inusitada se faria: A princípio, o seguiria apenas por ser divertido descobrir aquela forma nova de ver as coisas. Mas, conforme suas passadas se acelerariam cada vez mais e ela se perceberia vendo o ladrão grisalho como se um alvo fosse e ela mesma como uma presa, colocando o bastão para trás como se o preparasse para abater o jovem, uma parede de ferro subiria dentro de si, e seus pensamentos seriam presos como que por uma malha de ferro. Sua mente atravessaria o cheiro de fogo e o sufoco focando-se no que viera antes disto.

- Cindy? - A voz de sua mestra que ela sequer sabia se estava viva ressoaria. - Você derrotou ele, tudo bem. Mas uma cavaleira é muito mais do que poder. O que diferencia as cavaleiras dos bárbaros é a nobreza. E, muito embora o poder seja importante, a nobreza só existe em não usá-lo. Da próxima vez que você conseguir o que quer através da violência você estará abrindo mão de si como cavaleira por uma vitória. Piratas conseguem com intimidação, cavaleiros com respeito. Apenas nobreza traz respeito. Não use suas armas. A nobreza está em saber quando não usá-las.

A parede de ferro desceria, a malha de ferro que prendia seus pensamentos se tornaria uma armadura. Era uma legionária, não um monstro. Seu desejo de vencer o garoto não poderiam significar matá-lo. Acertaria as regras em sua cabeça: Iria simplesmente alcançar o garoto sem machucá-lo pois este havia ferido seu orgulho ao surpreendê-la, apenas para provar para ele do que era capaz como Zomanense. Sequer sabia o que faria após alcançar o garoto, não se importaria com o dinheiro roubado.

Observaria o caminho, os obstáculos. Traçaria uma rota de forma a poder usar sua aceleração e sua acrobacia em equilíbrio para poder desviar dos obstáculos sem perder a velocidade. Distribuiria suas passadas de forma a não pisar em nada que estivesse no chão, utilizando sua audição para prever caso que ela não havia visto antes fosse jogado em sua rota. Em caso de objetos tapando uma parte de seu caminho, a garota se viraria e ficaria de lado sem parar de correr, dando uma passada apenas com a lateral do pé de forma a não perder a velocidade mas ainda assim se esquivar. Se o obstáculo estivesse na altura de sua cintura ou mais alto, faria um rolamento para o local que visse como mais seguro e prosseguiria tentando perder o mínimo de velocidade. Em caso de obstáculo na altura de sua cintura para baixo, utilizaria seu bastão para se impulsionar para frente e pular o objeto ao mesmo tempo, ainda na tentativa de perder o mínimo de velocidade. Repetiria o quanto fosse necessário.

Caso houvesse uma sucessão de obstáculos de forma que tornasse suas tentativas de se esquivar deles contraditórias, ou obstáculos em cadeia que fariam com que sua forma de se esquivar de um deles suprimisse sua forma de se esquivar do outro, não pouparia sua agilidade. Desviaria o seu caminho utilizando ou sua acrobacia ou sua habilidade alpinista de forma a ter que passar por apenas um deles e seguir seu caminho, ou, ao menos, passar por eles de uma forma que a forma de esquivar de um não a fizesse ser atingida por outro.

Não se importaria em ir por caminhos convencionais, se necessário traçaria uma rota diferente da do garoto para surpreendê-lo. Ouviria com calma os passos dele, sua respiração, as moedas balançando em sua bolsa. Ele ainda não sabia de sua audição aguçada, e poderia utilizar isso para surpreendê-lo. Caso o perdesse de vista, se apegaria a isto. Memorizaria sua respiração para não confundi-lo com ninguém caso este parasse de correr e ela o perdesse de vista. Parar de respirar após uma corrida daquelas seria difícil para uma criança que sequer sabia que ela poderia ouvir.

Percebendo que poderia alcançá-lo mais facilmente e talvez surpreendê-lo, utilizaria todas as suas habilidades de alpinismo e acrobacia se percebesse que seria possível escalar um dos morros para cortar caminho. Se atentaria principalmente a não se machucar nos destroços e a escolher a rota corretamente para tanto e também em não perder o jovem de vista, ou, no caso, audição. Utilizaria sua acrobacia para modular toda a sua velocidade em descer para interceptar o gatuno.

Assim que se percebesse próxima o suficiente, utilizaria o bastão para atingir um dos pés do garoto para que este se desequilibrasse e caísse. Uma vez rendido, ela não pararia em momento algum de prestar atenção em suas mãos. Não cometeria o erro novamente, utilizando sua audição para prever os movimentos a seguir do garoto. O desgraçadozinho ainda poderia roubá-la até mesmo sua roupa ou seu bastão, e talvez até mesmo com a boca. Estaria atenta para tudo, apontando o bastão na direção dele e tendo a certeza de mantê-lo no chão.

Pegaria seu dinheiro de volta e também o dinheiro do jovem. Conferira quanto possuía. Devolveria o dinheiro dele de volta completamente, com mais cinco mil de seu próprio dinheiro. Com um movimento de queixo, apontando na direção da saída, diria para o  jovem que este já pode ir embora. Ainda estaria atentada à sua saída.


Se por acaso, a qualquer momento, qualquer um tentasse atacá-la antes de ela alcançar o garoto, trataria este como um obstáculo com a diferença de que apararia o ataque. Utilizaria sua audição aguçada para prever o ataque se aproximando e buscaria atingir o atacante com um golpe poderoso e giratório de bastão de forma a desequilibrá-lo e impedi-lo de atacar, desviando-se deste e seguindo seu caminho. Em caso de ataque a longa distância, buscaria simplesmente tratar o ataque como mais um obstáculo e desviar-se deste.

Estaria preparada para receber ataques após capturar o jovem também, embora achasse improvável, e manteria sua guarda alta com o bastão a fim de direcionar a arma como um escudo para segurar qualquer ataque com a parte central do cabo de ferro.

O garoto a dera uma ideia; um plano como pirata. Se pudesse aplicá-lo sem perder sua essência cavaleira, poderia lucrar bastante à melhor moda de uma Zomanense influenciada pelos bandidos de Briss Kingdom.



objetivos escreveu:

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[ ] Perícia Mecânica
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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyDom 02 Fev 2020, 19:51



Horário: Manhã
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


Por alguns instantes enquanto a perseguição começava realmente parecia que a garota iria matar a criança. Até mesmo Vergil conseguia sentir um pouco deste rancor ao ver a garota sacar seu bastão enquanto seguia atrás dela, mas isso obviamente Cindy não era capaz de perceber por estar de costas para seu novo amigo.

Por sorte de todos que poderiam ver aquela cena horripilante e bárbara, a voz de sua mestra chegava a cabeça da amazona e com ela vinha a lembrança de uma antiga lição que havia recebido durante seu treinamento. Ela agora estava decidida a simplesmente alcançar o garoto, vencer a corrida e provar do que uma zomanense era capaz. Provavelmente não era como ela imaginava mostrar sua cultura para Vergil, mas ainda assim era um jeito bem divertido.

A corrida era bem frenética e Cindy desviava de diversos obstáculos enquanto se mantinha atrás do garoto. Algumas vezes era ainda as pessoas que tinham que desviar dela, mas aquilo não era nada demais e muitos até riam. Vergil, por sua vez, não parecia ter tantas habilidades para desviar dos obstáculos e por isso mesmo ficava para trás aos poucos. Em certo momento da corrida a legionária decidia pegar um atalho e por isso usava suas habilidades de alpinista e acrobata para escalar em um local mais alto e cair diretamente a frente do garoto, que não conseguia esconder a cara de surpresa.

- Uh õh - Ele parecia preocupado com o que estava por vir. A media que Cindy se aproximava ele dava mais e mais passos para trás, até que batia as costas na parede de uma construção que estava bem ali atrás. Em um movimento bem rápido, a amazona usava seu bastão para derrubar a criança - Ai! - Na ação seguinte ela revistava o garoto e conseguia pegar seu dinheiro de volta, deixando cinco mil berries para o garoto que na realidade não tinha dinheiro algum consigo.

- É… valeu! - Ele dizia meio desacreditado e então seguia a deixa de Cindy para sair dali meio assustado com o que havia acontecido. Ele olhava para trás, na direção da amazona, talvez sem entender ou talvez assustado demais. Fato é que em meio a essas olhadas ele acabava trombando na perna de um homem bem grande com um braço mecânico - Está aprontando de novo Dan? - Ele dizia com uma voz bem grossa, enquanto levantava o garoto pela gola da camisa como se segurasse uma sacola.

Dan, o garotinho, não parecia ter medo daquele homem, mas estava com certeza envergonhado - Você tem sorte de não ter se machucado! - Dizia ainda dando sermão. Por fim, olhava para Cindy enquanto o garoto ainda estava erguido - Você está bem? Me desculpe por isso. Eu tento mantê-lo na linha desde que os pais dele sumiram, mas é um garoto bem impulsivo! - Como resposta ao que dizia, a expressão de vergonha do garoto logo era trocado por uma careta para ele.

- Impulsivo uma ova! Eu sou um sujeito periculoso! - Era claro o tom desafiador do garoto mas sua resposta era apenas uma gargalhada seguida por uma chacoalhada enquanto ainda estava sendo segurado - É, parece muito periculoso sim! - Suavemente, ele colocava o garoto no chão e então dizia - Vamos, peça desculpas pra moça!

Ele tinha um sorriso bem paternal em seu rosto e, com um pouco de má vontade, o garoto dava dois passos a frente e dizia - Disculpimoss - Seu tom era muito baixo e rápido, difícil de entender até mesmo para Cindy. Era claro que ele estava envergonhado de ter que falar aquilo - Eu não ouvi direito… - Pressionava o homem - Me desculpa moça!

- Aaaah! Agora sim! - Ele dizia orgulhoso.

- Enfim, me desculpe pelo problema, eu vi o que você fez pra ele… Foi bem gentil - Seu sorriso agora era bem amigável e ele estendia a mão mecânica para que Cindy apertasse - Sou Kelvin, o pestinha aqui é o Dan. A construção atrás de você é a RicaSucata, minha oficina - Olhando para trás agora Cindy perceberia a oficina. Era bem grande e parecia também ter algumas coisas bem tecnológicas para aquela parte da cidade - Você não é daqui né? Qual o seu nome? Se quiser, é bem vinda para entrar e dar uma olhada! - Ele convidava.
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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyQui 06 Fev 2020, 22:26

''RicaSucata''
 




Virgil ficava para trás e o frenesi predador de Cindy o ignorava. Antes que pudesse perceber seu instinto a indicava um atalho para alcançar o jovem. Seu orgulho estava em jogo, não poderia perder. Contendo um rugido entre os dentes usou suas habilidades alpinistas e acrobáticas para escalar uma pilha de lixo em máxima velocidade, usando toda sua ferocidade para alcançar o cume da pilha e usar a gravidade ao seu favor em sua corrida contra o ladrãozinho. - Uh õh - O olhar bravio de Cindy aparentemente o intimidara. Seu sorriso sem dentes era de quem cantava vitória. Se pudesse cantar. - Ai! - Como se varresse as pernas do jovem para o ar, Cindy o derrubava apenas com intenção de rendê-lo e não de machucá-lo. Abaixada e revirando os bolsos do jovem, ela percebia que ele não possuía dinheiro nenhum consigo. Ainda que fosse um ladrão. Aquilo incomodava Cindy, que mudava sua expressão de vitória para uma de preocupação e confusão. Deu cinco mil belies para o gatuno e acenou para que ele fosse embora. - É… valeu!

Ainda agachada, com os antebraços apoiados nos joelhos, Cindy assistia satisfeita o rapaz assustado se despedindo. Quando ele se esbarrou com um homem enorme de braços mecânicos, seu primeiro instinto foi quase como que materno. Abruptamente se levantava e entrava em guarda.

- Está aprontando de novo Dan? - Seu tom não era ameaçador. - Você tem sorte de não ter se machucado! - O homem olhava para Cindy, que se vestiria de uma armadura forjada em um semblante de desconfiança e receio. - Você está bem? Me desculpe por isso. Eu tento mantê-lo na linha desde que os pais dele sumiram, mas é um garoto bem impulsivo!

- Impulsivo uma ova! Eu sou um sujeito periculoso! - A armadura de Cindy não resistia, e ela abaixava a guarda na forma de um sorriso de meio de boca.

Conforme o garoto era obrigado a pedir desculpas, o sorriso de Cindy se expandiria ainda sem mostrar os dentes e seu olhar brilharia de encantamento com a relação.

- Aaaah! Agora sim! - Já sem suas proteções, Cindy franziria o cenho como se prestes a rir olhando para o homem que sequer havia se apresentado. - Enfim, me desculpe pelo problema, eu vi o que você fez pra ele… Foi bem gentil - Cindy se aproximaria do homem e apertaria sua mão mecânica, a fim de matar sua curiosidade sobre textura, temperatura e peso dela e, é claro, cumprimentá-lo. - Sou Kelvin, o pestinha aqui é o Dan. A construção atrás de você é a RicaSucata, minha oficina - Observando ao redor, e reparando cada vez mais na oficina, Cindy notaria como a sucata ali era transformada em tecnologia. Sem conter as surpresas e de boca aberta, olharia trezentos e sessenta graus ao redor de si. - Você não é daqui né? Qual o seu nome? Se quiser, é bem vinda para entrar e dar uma olhada!

Envergonhada, a legionária pegaria o caderno e escreveria seu nome na primeira página: Cindy Vallar. Guardaria o caderno e mostraria as cicatrizes em seu pescoço, como forma de indicar que era muda.

A RicaSucata enriquecia a filosofia da Amazona. Em Zomana ela já havia perdido as contas de quantos cavalos, elefantes e até mesmo guerreiros eram descartados por causa dos ferimentos. O próprio Kelvin teria sido morto antes mesmo de ter a ideia de criar as inovadoras próteses mecânicas. Mas em Briss Kingdom não; eles reaproveitavam ao máximo. Transformavam o quebrado em utilidade. Parando pra pensar, talvez a própria guerreira fosse descartável se Zomana ainda existisse, dada a sua falta de voz. Lixo se tornando tecnologia, guerreiros quebrados sendo fortificados... Aquilo sim era um país interessante.

Cindy olharia ao redor para procurar Virgil, erguendo as mãos para que ele a encontrasse. Assim que ele aparecesse ela seguiria o mecânico para ser apresentada à RicaSucata.




objetivos escreveu:

[ ] Conseguir um robozin
[ ] Perícia Mecânica
[ ] Perícia Engenharia Mecânica
[ ] Perícia Arrombamento
[ ] Me divertir

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- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptySab 08 Fev 2020, 00:17



Horário: Meio-dia
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


O frio do metal era a primeira coisa que Vallar reparava ao apertar a mão metálica de Kelvin. Apesar de feita de metal, era possível que a garota notasse que era surpreendentemente mais leve do que se poderia esperar, algo que provavelmente ajudava em muito para movimentos mais ágeis e precisos da prótese. Na verdade não só o homem e seu braço, mas tudo na RicaSucata impressionava a garota que naquele momento sentia-se como uma criança no natal.

Toda essa sensação era brevemente interrompida quando o nome da amazona era mais uma vez perguntado, mas desta vez ela ao menos poderia interromper o que estava fazendo para escrevê-lo no papel e pela primeira vez se apresentar a alguém daquela ilha - Cindy Vallar - Ele lia pouco antes de olhar para o garotinho que agora já estava no chão. Provavelmente a criança ainda não sabia ler e por isto Kelvin lia em voz alta para mantê-lo na conversa.

- Ahh, entendo - Ele dizia após ver as cicatrizes da garota. Estranhamente, um sorriso surgia em seu rosto - Estamos os dois quebrados então - Dizia ele de forma brincalhona mostrando o braço para a jovem - Veio ao lugar certo garota. A vida nem sempre é gentil com as pessoas desse lado da ilha, e mesmo assim provamos no dia-a-dia que não existem defeitos que não possam ser superados! - O discurso tinha um certo tom inspirador e, além disso, falar sobre os problemas que aquelas pessoas tinham era algo bem próximo do raciocínio que ocorria na cabeça de Cindy sobre o que aconteceria a alguém como ela em sua terra natal.

- Ei! Tô aqui! - Ao longe a garota conseguia ouvir a voz de Vergil que interrompia seus pensamentos, o garoto logo chegava bem ofegante - Vocês… - Logo parava de falar para respirar um pouco - Correm, hein? - Abria um meio sorriso e limpava um pouco do suor que escorria pelo rosto - Acabei perdendo vocês de vista e corri pra todo lado pra achar - Ele ria sozinho no final da fala.

Logo, o grande braço metálico se erguia e acenava para o garoto - Vergil! Está acompanhando nossa amiga aqui? - Parecia também bem receptivo com o garoto, mostrando que no mínimo eles já se conheciam antes - Ah, tô sim. Ordens do Beneth e tal, mas a verdade é que ela é bem legal! - Sorridente, o garoto parecia já ter descansado o suficiente. Nesse momento, entretanto, seus olhos focavam em Dan e a surpresa por vê-lo ali era evidente, a criança respondia seu olhar mostrando a língua.

- Pestinha - Vergil dizia em tom de deboche - Bem que ouvi falar que você tava ajudando a cuidar do Dan esses dias - Voltava a olhar para Kelvin - É, acho que todos sentimos falta do Otis e da Maeve - Apesar do sorriso, ele parecia meio sem jeito em falar daquilo na frente da criança. Para solucionar o problema, mudava de assunto - Bom, vamos entrando? - Convidava.

O lugar era quase totalmente preenchido por sucata e engenhocas, além tecnologias que provavelmente Cindy sequer havia ouvido falar durante seu treinamento. Além disso, também tinha um bom movimento de pessoas, todas de personalidades e idades muito variadas. Alguns olhavam impressionados como Cindy, reparando em cada coisinha que Kelvin havia feito ali, até mesmo estudando. Outras pareciam mais mal encaradas e além de olharem o que tinha no local, esperavam impacientes para que o homem voltasse ao balcão para fazer negócios. Em todo caso, todos ali pareciam respeitar ou no mínimo temer o dono da oficina o suficiente para não tentar nada idiota.

- Sintam-se em casa! - Ele dizia - Preciso fazer uns negócios com o pessoal aqui. Dan, pode mostrar a oficina aos nossos amigos? - O garoto parecia emburrado mas, em silêncio, consentia com a cabeça pouco antes do homem se afastar. O grupo então começava a andar pela oficina e ali podiam achar os mais diversos tipos de engenhocas. Por fim Cindy percebia que o garoto estava levando o grupo para um lugar específico e era nos fundos da oficina que ela encontrava um pequeno robozinho fazendo algumas tarefas simples. Os olhos de Dan, pela primeira vez, pareciam brilhar:

- É um DroidSucata, o Kelvin quem fez - Dizia para os outros dois que estavam tão impressionados quanto ele, ainda que provavelmente Vergil também já tivesse visto aquilo - Um dia eu também vou conseguir fazer uma coisa dessas, vai vendo! - Parecia realmente determinado. Por fim, a voz de Vergil surgia atrás da dupla - E ai? Bem legal né? - Estava bem confiante ao perguntar aquilo para Cindy.


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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptySab 08 Fev 2020, 11:27

''Post de Aprendizado - Perícia Mecânica''
 




- Cindy Vallar - Há quanto tempo já não ouvia o próprio nome? Quanto tempo fazia desde que Zomana havia tombado e, antes mesmo disto, quando foi a última vez que a haviam chamado como algo além da legionária em treinamento que era? Ouvir o próprio nome tinha um efeito poderoso sobre ela. Quando o ferro se chocava com o ferro nos campos de treinamento, a estridência característica do berro metálico eram seu timbre. Quando os tambores de guerra soavam indicando a forma de marcha, o grave retumbante era seu timbre. Cindy Vallar. Como um sino soando dourado o som de seu nome se espalhava, e ela podia reconhecer a si mesma cercada por uma montanha de lixo. O aperto de mão leve, gelado e aconchegante estremeceram o coração da jovem. - Estamos os dois quebrados então.

Os fatos que se seguiram fizeram Vallar ficar cada vez mais adaptada ao local. Afinal Virgil já conhecia Kelvin, como era de se esperar. A história sobre como tentavam recuperar Dan naquela pilha de lixo também moveu a garota. Aquela filosofia de vida de reaproveitar o lixo e transformá-lo em utilidade se tornava cada vez mais profunda e cara para a legionária. Havia se decidido. Precisava aprender aquilo. Um estremecimento de excitação ocupou o corpo dela.

- Bom, vamos entrando? - A porta se abria diante Cindy como um portal. Um horizonte vertical e que dirá transversal atravessando dimensões fronteiriças mentais. As engenhocas e a sucata se confundiam em sua cinética misteriosa e não houve outra forma senão surpreender-se com o que via. O máximo que a guerreira já havia enxergado como armas eram catapultas, e simplesmente não conseguia conceber a forma como em meio à animosidade do lixo seres inanimados surgiam de forma anômala e por caminhos anônimos em produtos semoventes. Seu queixo caído e olhar brilhante revelaram que ela estava com a guarda completamente baixa. Muito embora fosse orgulhosa estava tão impressionada que se esqueceria de manter a marra.

- Sintam-se em casa! - Ela podia mesmo? Talvez nunca mais saísse dali. - Preciso fazer uns negócios com o pessoal aqui. Dan, pode mostrar a oficina aos nossos amigos?

Dan guiou os dois através do universo novo da oficina, e não houve um momento sequer em que Cindy não parou de girar para observar ao máximo tudo ao seu redor. Quando finalmente parou em frente a um mecanismo diferente de tudo que já havia visto Dan a surpreendeu. - É um DroidSucata, o Kelvin quem fez.  Um dia eu também vou conseguir fazer uma coisa dessas, vai vendo! - Um ladrãozinho de carteiras. Se sentindo inspirado pela beleza na filosofia de reformular as coisas. Perspectiva. Futuro. Tudo incluso no pacote do reaproveitamento dos quebrados. Com um aceno de cabeça e um olhar confiante Cindy afirmaria que o garoto iria conseguir. E então, em um gesto improvável, ela revelou mais algo. Ergueu a mão direita e a levou até o coração. Era sua forma de dizer ''eu também.''

Cindy se manteve observando cada um dos tipos de máquinas no tempo em que Kelvin estava ocupado atendendo os clientes. O que mais chamava a sua atenção eram a forma como elas conseguiam se mover sem nenhuma força externa as movimentando. Com um olhar curioso, encostaria em um dos droidsucatas e observaria enquanto ele se movia completamente sozinho. Ele não possuía um coração, um cérebro, ou qualquer propósito para se mover como os elefantes. Ele sequer possuía a tensão de uma corda forçando contra a resistência contra a distorção da madeira que quando liberada impulsionava as pedras nas catapultas. De onde vinha sua energia?

Acompanharia Kelvin em seus consertos e no atendimento dos clientes, de forma a demonstrar seu interesse por mecânica e aprender o máximo possível. Ficaria próximo dele o tempo que levasse para que ele a ensinasse. Ficaria também à disposição para exercitar qualquer que fosse a tarefa que ele a passasse para ela aprender.



objetivos escreveu:

[ ] Conseguir um robozin
[X] Perícia Mecânica
[ ] Perícia Engenharia Mecânica
[ ] Perícia Arrombamento
[ ] Me divertir

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- Cindy Vallar  

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Última edição por Oni em Dom 09 Fev 2020, 22:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyDom 09 Fev 2020, 03:39



Horário: Tarde
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


O caminhar pela oficina era como uma aventura totalmente nova para Cindy, na verdade, o simples fato de estar naquela ilha cobria a garota de novidades e excitação para com as coisas que poderia descobrir em suas viagens pelo mundo. Em sua mente, a simples ideia de aquele povo transformar coisas quebradas em outras coisas era incrível, e a garota podia associá-la facilmente a si mesma.

Após ver os DroidsSucata a atenção da amazona era totalmente tomada e, antes que pudesse perceber, estava maravilhada com aquela máquina e com diversas questões sobre o seu funcionamento. Aquela situação parecia servir para criar uma certa ligação entre a garota e a criança, que parecia entender muito bem os seus gestos e corresponder a mesma curiosidade que ela tinha para com aquelas máquinas.

- Bom… Vejo que vocês estão se divertindo aí - Vergil interrompia - Não suma garota, eu tenho que resolver umas coisas mas volto de noite pra continuar te guiando se quiser - Após dizer isso o garoto dava as costas e ia embora da oficina. Instantes depois a curiosidade e vontade de aprender de Cindy voltavam a tomar conta.

Começou então a observar o trabalho de Kelvin ao lado de Dan, tinha ainda a oportunidade de ouvir o mecânico responder a algumas perguntas bem inteligentes feitas pelo garotinho. Percebendo por fim que os dois estavam ali com a intenção de aprender, Kelvin parecia não se opor e até deixava que ambos o auxiliassem em algumas tarefas, com a sua orientação. Viram também algumas negociações, Kelvin tinha alguns clientes bem estranhos e não precisava ser nenhum gênio para deduzir que alguns dos produtos que recebia eram de procedência duvidosa, mas ele não parecia se importar.

Por fim o aprendizado terminava e com isso o mecânico puxava três marmitas para ele e seus dois aprendizes - Vocês foram bem, acho que ter alguém junto ajudou a aprender. Acho que vão conseguir se virar bem daqui pra frente - Ele sorria - [b]Agora vamos comer antes de voltarmos a trabalhar, já passamos bem da hora do almoço, mas por sorte essa vasilha não deixa a comida esfriar tão cedo. Pedi enquanto vocês dois estavam concentrados em uma tarefa. - Após a pausa para o lanche, poderiam continuar com o aprendizado.

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyDom 09 Fev 2020, 22:35

''Post de Aprendizado - Perícia Engenharia Mecânica''
 




- Bom… Vejo que vocês estão se divertindo aí - Expressava Virgil em sua doçura típica. - Não suma garota, eu tenho que resolver umas coisas mas volto de noite pra continuar te guiando se quiser - Está aí algo com que Virgil não precisaria se preocupar. Cindy estava tão fascinada que não desviou os olhos do trabalho e dos aprendizados por um instante sequer.

Se impressionara com como o batedor de carteiras formulava perguntas tão inteligentes e se focava novamente no processo. Era como se ele estivesse sendo muito mais do que consertado, mas reformulado. Como se a própria função que o mundo estabelecera para ele em meio às engrenagens estivesse sendo decidida por ele mesmo. Um ferreiro que se forja, mas sem mudar de formato. Aprendeu muito com tudo o que o garoto perguntou por ela.

Cindy não estava num estado de espírito para julgar os clientes de Kelvin, e sequer sabia se os julgaria mal se estivesse no tal estado de espírito. Se focava mais em observar e sentir o mundo para criar as próprias concepções do que em aplicar moralidade. Sua mente militar estava se destrinchando cada vez mais, e só o fato de eles poderem ser transformados com a motivação correta era a única filosofia que ela precisava no momento.

E falando em motivação, antes que a jovem pudesse perceber...

-  Vocês foram bem, acho que ter alguém junto ajudou a aprender. Acho que vão conseguir se virar bem daqui pra frente - Ela com certeza devia muito a Dan por ter perguntado por ela. - Agora vamos comer antes de voltarmos a trabalhar, já passamos bem da hora do almoço, mas por sorte essa vasilha não deixa a comida esfriar tão cedo. Pedi enquanto vocês dois estavam concentrados em uma tarefa.

Cindy comeria com calma, técnica e formalidade. Mas rapidamente. Foi a forma como ela fora ensinada a comer na etiqueta militar: sem muito tempo para perder, e tendo que absorver o máximo de nutrientes o que portanto a fazia comer com uma calma sábia. Nada de movimentos muito bruscos ou de desperdiçar comida, apenas garfadas certeiras e eficientes. Conforme comia dessa forma rígida, observaria a forma das pessoas ao seu redor de comer. Mas mais do que julgar as diferenças, novamente, se perguntaria qual fora a última vez que dividira a mesa com alguém. De certa forma, ainda que fosse sozinha na época, sentia falta de Zomana e seus costumes. Mas com duas pessoas tão queridas à mesa ela não teria problema de lidar com tal falta.

Após o tempo de descanso da comida, observaria seu novo mestre principalmente na construção e projeção das máquinas que ele criava. Demonstraria seu interesse escrevendo em seu caderno, e tentaria depender o mínimo possível de Dan desta vez, tirando o máximo de dúvidas ao escrevê-las. Não deixaria de fazer nenhum exercício que Kelvin a passasse.

Já havia aprendido a consertar as máquinas, mas notara como cada cliente viera pedir coisas totalmente diferentes e como os seus pedidos diziam muito sobre quem eles mesmos eram, de certa forma. Toda ferramenta que se é construída especificamente para alguém serve para nutrir uma necessidade concernente à mesma. De quais ferramentas Cindy poderia vir a precisar? Quais ideias haveria de concretizar ainda? Em quantas ferramentas ela conseguiria ver a si mesma e se mostrar para o mundo?

Precisava aprender a bem mais do que se consertar, mas se forjar com as peças que a vida a dava e construir seu próprio caminho.



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- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyTer 11 Fev 2020, 11:50



Horário: Noite
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


Cindy parecia cada vez mais afeiçoada aquelas pessoas. Em Zomana, onde nasceu, a garota já havia conhecido algumas pessoas de quem gostava, mas nenhuma delas ela parecida com aquelas de Briss Kingdom. De fato, o modo de viver e de tratar os outros dos habitantes daquela ilha eram completamente diferentes de sua terra natal, assim como sua filosofia de reparar os quebrados. Por isso mesmo a cada novo acontecimento a garota se maravilhava mais e mais com as diferentes possibilidades que uma vida livre trazia para ela.

Eram esses pensamentos que tornavam a hora do almoço em algo tão maravilhoso para garota. Enquanto comia com toda a sua etiqueta militar, ela observava bem os outros dois que ali estavam, alegre simplesmente por eles estarem ali. Dan comia rápido, mas não de forma semelhante a Cindy, ele parecia gostar muito de comer ou não ter tanta comida disponível em seu dia-a-dia, e por isso não conseguia se controlar. Kelvin, por sua vez, comia de forma mais relaxada e tranquila.

Após algum tempo, já haviam comido e o tempo para digestão havia sido feito. Kelvin havia recebido alguns clientes e Dan dormira por um tempo com o rosto sobre a mesa - Pois bem, vão querer me acompanhar de novo? - O mecânico questionava ao se aproximar da dupla e, com isso, o garoto levantava de uma só vez. Era nítido o brilho nos olhos do pequeno toda vez que ele ouvia falar sobre algum dos aprendizados proporcionados por Kelvin.

Nas horas seguintes a dupla de entusiastas se esforçou ao máximo para aprender sobre engenharia mecânica. O dono da RicaSucata, mais uma vez, parecia mais do que disposto a ensinar e por isso mesmo adorava as perguntas que Cindy escrevia no caderno. Já era noite quando finalmente terminaram - Muito bem aos dois. Até que não foi ruim dar uma de professor por hoje - Ele abria um sorriso no rosto, assim como Dan que sorria de volta - É… foi bem bom. E até que a moça aqui é legal também - Ele dizia apontando de lado para Cindy com o polegar.

Em meio a conversa a atenção de Dan acabava mais uma vez sendo tomada por um Droid sucata que passava por ali - Querem me ajudar a fazer um desses? - Ele questionava vendo o brilho nos olhos daquela dupla - Se me trouxerem até amanhã os itens da lista, posso pensar no caso de vocês… Mas tem que se virar pra conseguir, essa é a graça pra mim - Seu sorriso agora era desafiador, e ele tirava uma lista do bolso para entregar na mão de Cindy, logo depois de ler os itens em voz alta apenas para os dois para que Dan também soubesse do que se trata:

Spoiler:
 

- Ahhh… Vamos! Vamos! Cindy, você vem né? - Dan dizia empolgado. O clima ali, apesar do desafio, era bem alegre. O fluxo de clientes aquela hora da noite era menor mas ainda constante, e as pessoas pareciam entrar com sacos ainda maiores. Era em meio a todo aquele movimento que vergil finalmente voltava ao local, trazia também consigo um saco com alguns itens, que entregava para Kelvin - Já entendi, vou avaliar. É coisa sua ou do Zeph? - Ele questionava ao garoto - Minha. Mas uma parte da grana vai pra ele nessa - Algo assim parecia não ser nada demais para Vergil. Por fim, ele perguntava para a garota:

- Mas então, você já quer ir dormir? Tem onde dormir?


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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptyTer 11 Fev 2020, 20:01

''Contando Ovelhas... Lobo com insônia.''
 




Escapando de Cindy, uma gota de suor meio evaporada escorregava através de sua testa até a ponta do nariz, deslizando com a sinuosidade de uma serpente. As costas de uma mão interceptavam o subproduto de seu esforço em forma de suor, enquanto os olhos brilhantes da recém mecânica encaravam o próprio produto: O trabalho feito de Kelvin.

- Muito bem aos dois. Até que não foi ruim dar uma de professor por hoje

- É… foi bem bom. E até que a moça aqui é legal também - O sorriso dos dois a contagiava. Antes que percebesse as maçãs de seu rosto enrubesciam e suas bochechas se distorciam em um sorriso. Mais um subproduto orgânico da produção mecânica. Neste subproduto ela se via; e ali estava a graça do mundo.

O Droidsucata chamava sua atenção novamente. Algum dia poderia ela ter a capacidade de produzir algo daquele nivel?

- Querem me ajudar a fazer um desses? - Os olhos de Cindy perguntavam com uma empolgação incontida que perguntava ''sério?? Podemos mesmo??'' em seu movimento brusco de olhar do DroidSucata de volta para Kelvin. - Se me trouxerem até amanhã os itens da lista, posso pensar no caso de vocês… Mas tem que se virar pra conseguir, essa é a graça pra mim

Se virar, han?

Graça, não é mesmo?

Então aquilo era um jogo?

De sobrancelhas cerradas e lábios bem apertados contra os outros, a legionária revelava sua expressão de quem fora desafiada. Uma mistura de divertimento e ultraje, arrogância e doçura infantil. Um dos seus olhos cerrados pulsaria como se ofendida.

Quem vira a forma majestosa com que Kelvin se guiara entre os fios e engrenagens, mal poderia imaginar que ele fora tão descuidado ao cortar o fio errado da bomba relógio Cindy Vallar. Por sorte, nenhuma explosão que fosse ser nociva para ele. Era apenas o primeiro desafio que fora feito à garota desde que chegara a ilha, e seu orgulho entraria em jogo a partir daquilo.

- Ahhh… Vamos! Vamos! Cindy, você vem né? - Afagaria a cabeça de Dan com um cafuné como forma de assentir.

Caminharia na direção da janela mais próxima e encararia o horizonte enquanto ouviria a conversa de Virgil. Pelo tom de voz dos dois, eles não pareciam estar fazendo nada de seguro mas bastante lucrativo. Encararia o horizonte com ainda mais força, lembrando da ideia que tivera no momento em que deu o dinheiro para Dan. Sua ideia insana e mal projetada se encaixava perfeitamente com o desafio a que fora proposta.

- Mas então, você já quer ir dormir? Tem onde dormir?

Aquele pensamento certamente a teria abatido se não fosse seu desafio em andamento. Como um pelotão em retirada, fugiria da ideia de não ter casa ou local para onde dormir e da tristeza que serviria como artilharia contra seu espírito e se levaria às fronteiras do auto-desafio protegida por seu orgulho-arame-farpado.

Não. - Responderia com o papel sobre não ter onde dormir. Seu olhar desceria como uma lâmina de volta ao caderno e à caneta. Após alguns rabiscos seu olhar subiria igualmente afiado. Mas à manhã nós iremos roubar o lixo antes de ele chegar.

Cindy procuraria um local seguro onde pudesse se banhar e descansar. Se necessário até mesmo na própria residência de Virgil ou de Kelvin. Independentemente, usaria seus treinamentos militares para utilizar seus instintos da melhor forma para dormir segura.

Durante a madrugada descansaria o necessário e manteria sua audição aguçada em alerta. Sua intenção seria ouvir o som metálico do lixo sendo trazido através da estrada para a cidade, rasgando o silêncio da madrugada. Em seus sonhos, contaria ovelhas. Quando acordasse seria uma loba.



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- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Timbre Mudo   Timbre Mudo - Página 2 EmptySex 14 Fev 2020, 00:04



Horário: Noite
Dia: Quarta-Feira
Tempo: Quente


A satisfação dos três mecânicos era quase palpável após todo o aprendizado. Quando fora a última vez que a amazona havia se sentido assim? Essa era uma pergunta realmente difícil de responder. Todo aquele clima de amizade, entretanto, era quebrado quando Kelvin fazia o desafio. Para ela, Cindy Vallar, aquilo era ao mesmo tempo uma diversão e uma ofensa. A orgulhosa amazona agora não pararia até provar para o mecânico que ela poderia vencer o seu desafio. O homem, é claro, notava aquela expressão peculiar no olhar da amazona, e seu sorriso indicava que ele gostava do que via.

Dan não precisava se preocupar, havia conseguido uma aliada e tanto para aquela empreitada. Vergil entrava e enquanto a negociação com Kelvin ocorria, a amazona olhava para o horizonte e parecia estar mais determinada a cada momento. Era o momento de Cindy Vallar mostrar a seus amigos do que uma amazona zomanense era capaz quando desafiada, e ela não deixaria passar essa oportunidade.

A determinação da amazona era tamanha que Vergil perguntar sobre um local para dormir era quase absurdo, ela tinha outros planos, muitos outros planos… Ah, se pudesse contar a eles… Vergil cerrava os olhos, como se tentasse focar mais seus olhos para ler o que estava escrito no caderno. Com sua boca, ele balbuciava algumas sílabas mas não parecia ser nada fácil - Amanhã roubaremos o lixo antes dele chegar, foi o que ela quis dizer - Kelvin interrompia a leitura - Você é ousada garota, gosto disso - Ele devolvia o olhar de desafio para Cindy.

- Ahh, tá. Ainda tô treinando esse negócio de leitura. Tem um cara que ajuda a gente - Ele dizia meio sem graça - Aliás, posso ler o seu nome? - Questionava. Demoraria alguns segundos, mas poucos, a leitura de Vergil parecia já ser melhor quando eram palavras e frases pequenas. Por fim, o garoto sorria - Pois bem então! Não sei porque, mas seguiremos o seu plano maluco! - Ele havia aceitado o desafio.

- Vamos dormir então. A pensão da Dona Neiva é bem baratinha, vem comigo! - Ele dizia já indo para a saída e se despedindo de Kelvin com um aceno, que logo era correspondido - Ei, espera! - Gritava Dan - Me busca aqui amanhã de manhã. Nós vamos juntos nessa! - Vergil sorria e deixava para que Cindy desse algum tipo de resposta enquanto ele já deixava o lugar.

Caminhariam por algum tempo até que por fim chegariam a um lugar próximo de onde Dan havia batido a carteira de Cindy mais cedo. A pensão era um prédio de três andares, sem reboco e provavelmente mal construído, mas teria que servir. Sem muita conversa, Vergil dava algum dinheiro pra uma dona gorducha e pedia um quarto para um, provavelmente teria vergonha de se oferecer para dormir no mesmo quarto que a amazona. O preço do quarto, em todo caso, era de 10 mil berries.

- Pois bem, te vejo amanhã. Se vamos fazer isso que você falou… Pode ser bom irmos na cidade para vermos de onde saem as coisas que queremos encontrar - Ele não falaria diretamente que se tratava de um roubo aos itens que chegariam ao ferro velho pela manhã, mas esperava que Cindy percebesse. Após acenos, cada um deles ia para seu respectivo quarto.

Durante a noite, graças a audição aguçada, Cindy conseguia ouvir o som de alguns cavalos arrastando carroças com objetos metálicos, provavelmente para serem despejados no Ferro Velho. Com toda essa atenção difusa, a noite de sono da amazona acabava não sendo das melhores, e algumas olheiras a acompanhavam pela manhã quando Vergil batia na porta para acordá-la - Está pronta? Temos um dia e tanto pela frente - Ele diria quando ela abrisse a porta. O garoto também tinha olheiras.


Horário: Manhã
Dia: Quinta-Feira
Tempo: Quente



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