One Piece RPG
Phantom Blood - Página 8 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI - Gates] O Pantera Negra
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Gates Hoje à(s) 10:45

» [M.E.P] Joe Blow
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:56

» [Mini-Aventura] Joe Blow
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:55

» Livro Um - Atitudes que dão poder
Phantom Blood - Página 8 Emptypor gmasterX Hoje à(s) 09:54

» [M.E.P] Veruir
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:16

» [Mini-Aventura] Veruir
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:14

» Mise en place
Phantom Blood - Página 8 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 07:24

» I - A Whole New World
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Makei Hoje à(s) 07:01

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Skÿller Hoje à(s) 04:45

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Licia Hoje à(s) 03:45

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Phantom Blood - Página 8 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 03:15

» Sidney Thompson
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Zed Hoje à(s) 01:19

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Fukai Hoje à(s) 00:49

» Seasons: Road to New World
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Ravenborn Hoje à(s) 00:26

» Hello darkness my old friend...
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Zed Hoje à(s) 00:09

» Phantom Blood
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Licia Ontem à(s) 23:50

» [M.E.P]Kujo
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Kujo Ontem à(s) 23:42

» [Mini-Aventura] A volta para casa
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Ryoma Ontem à(s) 23:30

» Enuma Elish
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Thomas Kenway Ontem à(s) 23:07

» Xeque - Mate - Parte 1
Phantom Blood - Página 8 Emptypor Ceji Ontem à(s) 22:22



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Phantom Blood

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQua 22 Jan 2020, 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Remenuf
Designer
Designer


Data de inscrição : 01/12/2017

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQua 03 Jun 2020, 18:02


Post 18 - Treino 2/5

- Uma pedra maior não seria uma má ideia, apesar de que continuaria sendo fácil. - Retrucava meio arrogante, uma guerreira formada como eu, sofrer num treinamento assim? Tsc, ou aquele cozinheiro me subestimou ou estava mentindo. - Tudo bem, duas refeições no dia é o bastante.

“Se eu comer demais vai tudo pro quadril.”

- Eu não vou… Estribuchar?... A tanto faz. - O próximo treino me foi passado, e como imaginei… Acho que vou ter que fazer tudo eu mesmo. Bom, isso só deixa as coisas mais fáceis, vou completar isso e sair logo da ilha. - Hãn? Que bagulho?

[...]

- Entendi… Gahhhh! - Encerrava a conversa enquanto dava as costas até o Surf’n Fish enquanto bocejava por puro impulso, e um pouco de cansaço.

*** Aprendizado da perícia carpintaria

Comer polvo me trazia uma sensação de satisfação ao mesmo tempo em que tinha o pressentimento de ter toda a minha geração amaldiçoada por algum ser rancoroso do oceano, praticamente conseguia escutar o “Xuuu, xuuu!” em minha mente.

Segui Kalulu até sua garagem prestando atenção em todos os processos de construção, apesar de um pouco exausta ainda conseguia manter a atenção com certa facilidade, e o trabalho braçal não era problema algum, mesma na produção de uma peça que servisse meu tamanho. No meio da confecção até que conversamos um bocado, acabei comentando meu motivo de interesse pelo surf e como costumo navegar pelo mar controlando meu próprio barco, até a história de como o perdi. Kalulu se interessou e estendeu nosso assunto para a carpintaria em si, e como eu poderia refazer uma nova embarcação melhor do que a que perdi.

*** Fim do aprendizado

Perto do final do serviço o assunto já estava se esvaindo, decidi perguntar o que ainda me incomodava desde ontem.

- Então… Aquela outra gigante. Qual é a dela? - Seria outra exilada de Elbaf, ou apenas uma aventureira por aí? - Outra pergunta… - Coçava a cabeça meio envergonhada. - Onde ela costuma tomar banho?

[...]

- Suponho que eu te deva uma por me ajudar me ajudar com a prancha, talvez eu demore um pouco pra praticar por causa do tempo treinando, mas vou fazer bom uso dela. - Esboçava um leve sorriso no rosto orgulhosa de meu trabalho com a peça.

Customizaria a prancha toda branca com entalhes em azul, desenhava na areia o padrão que queria para que ela pudesse ter uma referência. Era a figura de um homem em um pequeno barco encarando de frente uma serpente marinha enorme, em sua mão um único martelo, e ao redor dos dois, diversas runas que contavam a história.

- É o conto do lendário gigante Thor em sua última jornada heróica, para enfrentar a serpente tão grande quanto o comprimento do mundo ele enfrentou os oceanos em um pequeno barco onde lutou e matou a criatura, apenas para morrer poucos passos depois com seu veneno mortal.

“Me lembro dessa história sempre que velejo no oceano, é nossa inspiração para continuar não importando a turbulência ou tempestade.”

***

Dali voltava para o dojo, Kalulu não me ensinaria durante a noite, e por mais que já tivesse uma noção básica observando outros surfistas eu precisava descansar para amanhã. Trazia a prancha junto, onde fincava na areia ao lado da minha pedra de treino.

Ali, no coração do deserto aproveitava o pouco tempo com luz para escrever em nosso diário. Contava brevemente a Ágda sobre o treino do dia, mas focava especialmente em explicar-lhe todo o conhecimento que consegui hoje. Ela é um pouco lenta então certifiquei-me de escrever um “manual para idiotas” com todos os detalhes sobre carpintaria. Duas ou três leituras e ela vai saber tanto quanto eu.

Observava mais um pouco a rotina no dojo antes de dormir, ficando calada a menos que falassem algo relevante comigo.

***

Acordava no mesmo horário e com o mesmo ritual da manhã, lavando o rosto, água e uma pequena refeição no dojo. Estava pronta para mais um dia de treino, o problema era… Como exatamente?

*Suspiro

- Como ele espera que alguém como eu vá treinar com pesos? - Olhava para a pedra ao lado da prancha, até então o único “peso” que possuía, e mesmo assim era leve demais. - Geez, eu nunca treinei assim antes, nossa infância era apenas combate, condicionamento físico sempre foi algo natural à minha raça.

Começava tudo amarrando a pedra na cintura como no dia anterior, evitar o centro do deserto foi um erro, devia deixar este treino o mais desgastante possível se quisesse algum efeito disso tudo. Corria pela região da mesma forma, dessa vez não sem rumo, mas procurando pedras que fossem genuinamente pesadas para mim. Mantinha a conservação de energia, mas dessa vez a única pausa permitida seria quando encontrasse uma pedra e a levasse de volta até o dojo onde mantive minha prancha. Isso também me dava tempo pra pensar no treinamento em si, me lembrando de tudo que Zwluak havia me dito até então, e sinceramente, tirando as citações preguiçosas… não sobrava muito.

Após reunir tudo mantinha meu treino ao lado do dojo e de forma simples. Agacha, ergue o peso acima da cabeça, segura por dois minutos, e então arremessa o mais longe que conseguir. Repeti esse processo incontáveis vezes, o tempo passava a o Sol se movia até o ponto em que estava acima de nossa cabeça. A cada repetição, um pouco de frustração se acumulava, até o momento em que não aguentei mais.

- Treinamento inútil! - Jogava a pedra com mais força que teria jogado durante toda a manhã, largando-me deitada na areia logo em seguida. - No que essa porcaria vai me ajudar de qualquer forma? - Parava para observar o dojo com os alunos treinando. - tudo que ouvi sobre Wushu é só um monte de baboseira espiritual. Hellheim o…

*Suspiro

Abrindo o olho após a profunda respiração encarava minha nova prancha. A gravura me impedia de desistir, Thor sabia que morreria para o veneno e mesmo assim continuou em ceifar a serpente…

- Foi uma morte linda…

Sim, agora que comecei isso não posso dar pra trás, ou não seria digna de continuar nossa caça. Me erguia novamente.

- Certo, é só lembrar da baboseira espiritual. Lembrar o nome do bagulho né? Respiração…

Como no dia anterior esse não era um treinamento de força, mas sim de resistência, não só física mas também mental.

- Treino com peso… O maior peso daqui… - Olhava para mim mesma como uma resposta óbvia, talvez até ofensiva!

Lembrando as palavras e atitude de Zwluak, fechava os olhos e relaxava o corpo, cada membro, cada músculo. Mexia os dedos dos pés que se misturavam na areia quentinha, sentindo os grãos deslizando enquanto tomava os raios do sol em cada poro da pele.

- Respiraaaarrgh..

Respirava profundamente erguendo duas rochas uma em cada mão, deixando os braços retos e na altura do ombro, adotava uma postura agachada com os pés mais para frente e joelhos flexionados. Se o treino é com peso então eu faria com que se tornasse um exercício suportando meu próprio peso.

Permanecia nessa postura que rapidamente drenava a resistência, o que nos primeiros segundos parece algo fácil, com o passar do tempo vai se tornando exaustivo, nossas pernas e braços tremiam mas eu persistia na posição, fechando os olhos e me concentrando nas coisas mais essenciais daquele deserto, o calor, o sol, a mais pura brisa que trazia areia aos pés, e o mais importante na respiração, era a única forma de manter aquilo. Desligada de todo o resto permanecia naquele treinamento até as pernas cederem ou não sentir mais o sol na pele, onde desabaria de vez no chão arenoso, não ofegante, mas exausta, física e mentalmente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Inventário

Berries:
816.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)

• 234k Berries

Voltar ao Topo Ir em baixo
Rimuru
Orientador
Orientador
Rimuru

Créditos : 11
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 22

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySab 06 Jun 2020, 19:43


Treino 1/5
Confesso que estava com um pouco de medo quando decidi vir para cá a primeira vez, essa história toda de respiração e treinamento com fortes ligações com as artes marciais e vínculos com o arquipélago só poderiam significar um mal agouro que viesse a me levar contra a parede diante uma situação desesperadora. Chegando aqui meus pensamentos não foram outros senão concordar que eu estava totalmente errado em relação as minhas suposições é me sinto um pouco desorientado pela minha opinião negativa, como se houvesse julgado um ambiente perfeito de aprendizado sem antes mesmo conhecê-lo. Esse não é um dia azarado mas sim uma manhã de muita sorte, quantas vezes na vida você se depara com um ambiente de ensino em que estão realmente dispostos a forçar o seu potencial e despertar o conhecimento em seu corpo e mente de maneira tão efetiva quanto possível? Posso dizer pelos meus anos de vida que nunca passei por nada assim antes sendo uma primeira vez mais do que bem vinda, melhor de tudo isso é que não terei que entrar em confronto com ninguém!

-Agradeço pela explicação só tenho uma pequena dúvida a respeito do uniforme…Gesticularia a minha curiosidade estampada em minha face enquanto mexia os braços para aquecer minha barriga, essas vestes me foram oferecidas como uniforme de treinamento, não oferecendo uma proteção térmica como eu havia me preocupado tanto na hora de comprar novas peças.Posso ficar com as roupas quando tiver que ir embora?Sim, estou interessado em ficar com elas, convenhamos que eu gastei quase todo meu orçamento com roupas de frio e nesse arquipélago temos um ambiente desértico logo na vizinhança, se por acaso tiver que ir lá  a trabalho seria bom ter roupas como essa com pouco material, tampando apenas as áreas necessárias. Logo após a resposta me alongaria para ter um preparo físico melhor e transferir calor para as outras partes de meu corpo, exercitando principalmente braços, pernas e coxas. Tenho muitas outras perguntas que gostaria de fazer a minha nova mentora, coisas que por enquanto não se fazem necessárias e me transmitiram uma imagem ruim como um aluno. Como um artista reconheço a importância de divulgar uma ótima impressão então tenho que demonstrar resultados antes de exigir uma maior profundidade de detalhes, até mesmo para não chegar a irritá-la fora do necessário.

Em meio a trotes pequenos iniciaria uma pequena corrida envolta do ambiente afinal ela não havia mencionado que a subida deveria ser realizada de imediato e todos aqueles que passaram por aqui tiveram um preparo físico antes de sair. Tudo que ela chegou a me contar a respeito da respiração seria usado de antemão antes da escalada criando um pequeno ritmo de adrenalina até que encontre a situação equilibrada de esforço que me permita inspirar e expirar ar de meus pulmões diante das atividades usando essa estabilidade encontrada para começar a ir a caminho do pé da escalada com certa energia, tentando observar o caminho percorrido pelo grupo que havia partido anteriormente, talvez por marcas de pegadas na neve ou uma trilha pré-marcada para os participantes do dojo seguindo a mesma rota em direção ao meu destino perigoso. Como havia mencionado a subida pode não ser apenas um caminho que possa ser trilhado maratonando, quando houvesse a necessidade de trepar pelas rochas para subir veria se alguma delas teria excesso de volume demonstrando que foram bem utilizadas sabendo que devem ter sido usadas como apoio e como medida de segurança e até mesmo em complemento ou resposta para momentos que não haja pistas de uma direção confiante apoiaria meus pés com firmeza até sentir que estão perfeitamente alojados, movimentando minhas mãos para cima em busca da próxima apertando as fortemente para baixo para ver se irão ou não se soltar enquanto firmo o restante do meu corpo a mercê daquelas que já verifiquei posteriormente e tenho maior positividade subindo apenas após esta verificação jogando o corpo todo para frente caso veja que possa cair me apoiando de frente para a montanha controlando sempre minha respiração para nunca entrar em pânico e permanecer num ritmo como uma frequência equivalente de uma letra de música.

“Fico feliz em ver seu entusiasmo de sempre, me faz me lembrar do tempo que eu e sua mãe estavamos lhe ensinando, aqueles momentos de ouro que recheiam meu corpo de entusiasmo!Posso até dizer que sinto como se estivesse sendo coberto de calor por aquela época brilhante e não estou sentindo frio como você.” Decidi não comentar que ele estava coberto pela bainha então provavelmente não deve estar sentindo nada do lado de fora, mas pouco eu sei se uma pessoa transformada em uma espada e capaz de sentir temperatura por outro lado.

“Mas deixando memórias agradáveis de lado pensei que não havia educado um tolo, por acaso chegou a perguntar para ela o que fazer depois de chegar ao topo? Talvez tenha que descer de novo ou esperar por algumas horas mas como irá saber se não chegou a perguntar?” Por um súbito momento minha cara ficou pálida, uma parte de mim concordava com ele é sabia que estava certo, infelizmente já devia ser tarde demais para voltar atrás, para o bem ou para o mal isso é algo que eu terei que descobrir por mim mesmo quando e se conseguir chegar lá em cima.Manteria o ritmo então deixando a conversa ou pensamentos aleatórios de lado até que possa estar no pico do meu destino.

Se porventura eu realmente caísse e a altura fosse de fato maior do que eu poderia imaginar,tentaria planar com minhas asas para amortecer o impacto direto lembrando dos comandos da minha senhora gritando tão alto como meus pulmões permitiria recheando as palavras com meu único lamento em vida:

-Nunca participei de uma corrida de patos!!!AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Informações:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por Rimuru em Seg 15 Jun 2020, 21:05, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQua 10 Jun 2020, 11:21

 
Sky.

Enquanto se deliciava com a porção gigantesca de bolinho de polvo, um arrepio "apolvorante" percorre sua espinha, desse a ponta dos pés até o topo da nuca. No mar ao longe do quiosque uma silhueta cefaloide encarava fixamente na direção do quiosque como um assassino à espreita, mesmo que o polvo não pudesse enxergar a gigante ele sentia uma imensa sede de sangue e desejo por vingança. - Shushu. Shushu. - O polvo parecia praguejar algo antes de mergulhar desaparecendo no mar, em seguida outras duas silhuetas obscuras atrás dele submergiam como se estivessem o obedecendo ordens.

>><<

Kalulu começava a olhar pro longe contraindo os músculos da face tentando lembrar de como conheceu a gigante de cabelos alvejados. - Já faz alguns anos que a Hild passa suas férias em Boxing Island, ela não fala muito sobre o trabalho, mas aquela garota nunca me falou nada sobre sua origem, mas também não a perguntei sobre isso. - Kalulu queimava alguns neurônios para se lembrar das vezes que conversava com Hild sem que envolvesse praia ou surf. A pergunta seguinte da gigante ruiva fez Kalulu virar o rosto para longe de Sky tentando disfarçar a vergonha do assunto enquanto coçava as costas da cabeça. - Be-bem, Hild tem uma casa enorme próximo a praia, eu ja lá algumas vezes entregar pranchas consertadas. - Mesmo toda a confiança de Kalulu não escondia o desconforto ao falar das necessidades básicas de uma gigante.


- Eu terei todo prazer do mundo em ensinar meu vasto conhecimento de surf para você Sky. - A grande boca de Kalulu se abriu em um sorriso igualmente proporcional em tamanho enquanto ele acenava se despedindo da gigante bronzeada, seus olhos refletiam uma felicidade calorosa em relação a Sky, as histórias da gigante fizeram Kalulu relembrar os bons momentos de sua juventude e agora ele não a observava apenas como uma cliente.


>><<

Com a história que reconforta seu coração guerreiro encrustada na nova prancha Sky retornava ao treinamento duvidoso de Zwluak, que a princípio não parecia ter feito nenhuma diferença, com a pedra amarrada na cintura a gigante ruiva repetia o treinamento do dia anterior, a nova rota escolhida levava Sky para uma região do deserto com mais dunas de areias espalhadas que a superavam em tamanho, e também havia mais pedras, desde pequenos pedregulhos até algumas que tinha mais de cinco metros de altura acima da areia, mas estas ficavam longe uma da outra o que não era um problema para alguém das proporções de Sky, também pequenos répteis eram vistos fugindo para longe da gigante e logo sumindo abaixo da superfície arenosa, naquela região a vegetação era mais presente apesar de serem em maioria cactos e pouquíssimas árvores secas com folhagens mínimas mas que ainda estavam vivas. E quanto mais adentrava no deserto maior eram a quantidade de répteis e vegetação, porém não havia nenhum outro aluno além da gigante. Durante sua aventura em meio ao deserto Sky também pode encontrar uma lagoa de água doce, com cerca de 20m de diâmetro e 5m de profundidade, era como um pequeno oasis, com poucas árvores pequenas em volta, a água era cristalina e alguns lagartos maiores eram vistos bebendo água ali, mas que logo fugiriam caso Sky se aproximasse, e também teria certeza que não é uma miragem, talvez a água daquela lagoa não fosse própria para consumo, mas Sky ao menos poderia se banhar alí, sem correr risco de ser espionada por pervertidos.

As horas se passaram com Sky levantando e arremessando as rochas, enquanto corria com a pedra amarrada na cintura para apanhar as rochas arremessadas, erguê-las e jogá-las longe novamente. Zwluak não havia aparecido até então, o ritmo repetitivo e entediante apenas aumentava o desgosto de Sky pelo treinamento. E a primeira diferença poderia ser sentida, a gigante não havia se desitrado tanto quanto no dia anterior, e a fadiga corporal era nitidamente menor, apesar da tempetura de seu corpo bronzeado estar ligeiramente elevada Sky não apresentava sintomas de febre.

A próxima decisão de Sky fez com que alguns alunos mudassem sua rota de treinamento e passavam próximo a gigante que sustentava o próprio peso erguendo duas rochas na altura e o biquíni que parecia ter encolhido nas curvas da voluptuosa ruiva. Alguns alunos que treinavam próximo se inspiravam com sua colega de treinamento e replicação o excercio apesar de vez ou outra ""discretamente"" olharem para Sky, a fim de melhorarem a própria postura.

Poucos segundos após Sky desabar exausta na areia Zwluak surgia como uma assombração na atrás do topo da cabeça da gigante. - Mas que zorra da muléstia é essa!!? - A voz de Zwluak ecoava nos ouvidos cansados de Sky, e de outros alunos que haviam caido esgotados sobre o próprio peso ao decidirem imitar a ruiva. - Vocês tudo tão é cheio da preguiça cambada da peste. - O loiro estava irritado com seus discípulos "preguiçosos", apesar disso soar muito hipócrita, talvez o deserto seja pequeno demais para mais de um preguiçoso desleixado. - Agora vocês me obrigaram pegar pesado. - A irritação logo diminuía, e agora Zwluak estava indignado, provavelmente por causa de seus alunos exigirem que ele os treinem verdadeiramente, o que significa menos sossego deitado na beira da praia.

Antes de Sky adormecer Zwluak lhe faria uma última visita naquela noite. - Aqui piveta, me deu um trabalho do cão mas consegui te arrumar isso. - Atrás do loiro haviam dois alunos que puxavam um largo "treno de areia", com um grande volume de tecido vermelho dobrado, e o que parecia uma faixa gigante amarela. - Talvez fique, não sei, nunca mandei fazer um kimono desse tamanho. - Ele não dava muita importância na verdade, e as vestimentas ficaram bem desproporcionais para um kimono, elas cabiam em Sky, mas a parte superior ficaria como um pequeno top decotado que sustentaria o farto busto da gigante, enquanto a parte interior era o equivalente a um mini short, e tinha a faixa amarela que a gigante poderia escolher usar ou não. As roupas ficariam justas e um pouco apertadas, mas não a ponto de ser desconfortável, e também iriam valorizar o corpo da gigante, enaltecendo suas generosas curvas naturais. - Acho que ficou curto, mas vai dar muito trabalho mandar refazer… Te vejo amanhã piveta. - Zwluak nada discreto virava de costas e ia embora assobiando como se estivesse tudo na mais perfeita ordem.

>><<

Durante os próximos dias Zwluak seria o primeiro a chegar no dojo acordando todos os alunos antes mesmo do sol nascer e só largando do batente depois que o último aluno "estribuchasse" sem forças nas areias do deserto. Apesar dos treinamentos não serem muito diferentes, Sky ainda precisaria treinar com os pesos, mas agora Zwluak também a obrigaria a treinar técnicas de soco no ar com pedras amarradas no pulsos.


Quanto bebida e comida Sky teria o suficiente para se manter perfeitamente hidratada e nutrida, apesar das refeições no dojo do deserto não serem apetitosas, também não eram ruins, a principal característica era que a comida parecia "inchar",  o que causava sensação de saciedade mesmo comendo menos do que normal. E para a felicidade alheia Sky talvez ganhe mais alguns quilos em seu quadril.


Honua.

A sirena exibicionista ingênua casualmente mostrava as marcas daquela batalha, visão tão descomunal que provocava reações hemorrágica principalmente nos alunos, que cobria o rosto com as mãos para estancar o sangramento enquanto se obrigavam a desviar o olhar, mesmo que contra a vontade. - Certo, certo, certo, o duelo de graduação acabou, voltem ao treinamento. - Apesar de muito envergonhado e surpreso com a atitude da sirena, o paladino de armadura kimono branco salvava o dia se colocando de costas na frente de Honua impedindo que a mesma mostrasse muito, e suas bochechas ficaram muito vermelhas. Daniel-san por sua vez apenas ficava gaguejando sílabas aleatórias sem conseguir formar uma palavra, até a parte visível de seu rosto ficar totalmente vermelha.

>><<

Shizuka segurava um bule e colocava chá fervendo numa xícara, virando-se na direção da sirena quando questionada sobre a quantidade de livros. - Apenas para ocupar espaço vazio. - Shizuka tomava um gole de chá e parecia suspirar olhando para longe da sereia. A mulher tinha uma marca enegrecida de queimadura na metade dos olhos que percorria toda a face como uma faixa lateral, e a cor de seus olhos parecia fosca.

- É uma coleção pessoal, são livros que juntei durante minhas viagens anos atrás, tem um pouco da medicina de várias ilhas, e também de técnicas não usuais, mas depois se tornou um hobby ler sobre conhecimento científico fantasioso. - A mulher ainda permanecia com seu semblante gélido e compenetrado, apesar da voz soar sem hostilidade. - Eu teria mais tempo de descobrir a medicina local se aquele bastardo não ficasse trazendo seus alunos lesionados todos os dias. - Aquele bastardo, vulgo Raiki engolia a seco e fingia não ser com ele, assobiando enquanto virava o rosto para o lado e circulando os polegares entre si com os outros dedos entrelaçados.

- Tudo bem, apenas não grite, posso ser muitas coisas mas não surda. - Shizuka ficava visivelmente incomodada com a elevação na voz de Honua, mas não se tornava agressiva. - Mas realmente que você não precise usar nada disso na prática. - Shizuka soava um pouco melancólica lembrando de algo ruim de seu passado mas não era muito perceptível. A mulher então colocava o chá de cor castanha escura em outra xícara e esperava que Honua tomasse.


Rim

O celestial masoquista obstinado tinha uma ótima visão do cenário extremo ao qual foi submetido, onde teria seu corpo levado ao limite para então ser aprimorado. Korra não negava Rim continuar com suas roupas após o treinamento, e todo o preparo de Rim para alongar-se forçar uma descarga de adrenalina não era efetivo ao lidar com o frio intenso, mas evitava câimbras ou lesões.

Não havia como ser de outra maneira, o primeiro dia de treinamento deixava Rim com a sensação de ter todo o corpo congelado pelo baixa temperatura, felizmente ao manter-se em movimento correndo em ritmo constante em torno do dojo o impedia de ter as pontas dos dedos, orelhas, nariz e asas de fato congeladas, e respirar fundo naquele ambiente causava uma dor insuportável por todo o trato respiratório, mas era necessário passar por aquilo, e ao menos o celestial podia evitar uma situação de combate que tanto despreza.

A escalada era realmente difícil, nas primeiras tentativas Rim mal conseguia subir mais de dois metros até a temperatura baixíssima das pedras o forçar a soltar-se da montanha, suas logo ficaram avermelhadas e ardiam por ficarem queimadas com o frio exorbitante. Enquanto isso era possível ver alguns caprinos saltitando habilmente pelas rochas montanhosas para se alimentarem de pequenas raízes e brotos que cresciam entre as frestas, e um bode parecia ter gostado do celestial, ele ficava observando as tentativas de Rim escalar a montanha, permanecendo casualmente equilibrado com as quatro patas acima de uma pequena pedra encrustada na montanha, e berrava coincidentemente toda vez que Rim escorregava. - Bééhéhé. Bééhéhé. - O bode abaixava sua cabeça com uma espécie de cavanhaque no queixo e parecia gargalhar do celestial.

Rim também podia notar que outros alunos ao chegarem no topo de alguma montanha desciam dela escalando-a, para novamente tornarem a subir. E quando Rim colocava sua mão no cume da montanha, e estava prestes a firmar-se para subir. - aaaAAATTCCHHOOOOU!!! - O espirro escandaloso o assustava e fazia a neve superfial deslizar, fazendo com que Rim e outros alunos caíssem da montanha. Neste momento era possível ver Korra totalmente agasalhada, com uma xícara de chocolate fumegante em torno das suas mãos totalmente protegidas por grossas luvas de lã. - Aqui fora tá tããão frio, acho que vou voltar pro meu dojo quentinho e aproveitar meu copo de chocolate quente bem docinho. - Ela deixava claro todo o deboche e sarcasmo em sua voz, ao implicar covardemente com seus alunos que enfrentavam as baixas temperaturas com roupas tão finas.

Mas logo o semblante de Korra ficava carrancudo, com o auxílio de suas majestosas asas, Rim planava durante reduzindo todo o impacto ao cair como uma pluma de costas na neve. - Isso é injusto! - Reclamou Korra de maneira infantil e zangada, por causa de seu novo aluno ter arruinado um de seus hobbys favoritos. E como uma má perdedora Korra chutava com a canela no cóccix de Rim que se levantava, a mestre da montanha então voltou andando a passos pesados para o dojo, enquanto sussurrava palavras de insatisfação, e Rim por sua vez sentia suas costas arderem por causa do chute.

>><<

Quando Rim terminasse seu primeiro dia e estivesse pronto para dormir, Korra a levaria para o quarto onde deveria passar a noite, não havendo banheiro, mas um armário grande, dois criados mudo e uma mesa de centro, no topo do beliche estaria uma mulher seminua com longos negros deitada de bruços trajando apenas uma calcinha box preta, apesar da temperatura  o quarto estar abaixo de 10°, a mulher parecia muito focada em ler um livro enquanto movimentava as pernas abaixo dos joelhos para cima e para baixo, forçando os dedos do pé contra a sola para estalá-los. - Essa é Juri, sua colega de quarto. - Nesse momento Juri movia seu rosto por cima dos ombros na direção da dupla. - Yoo! Vamos nos divertir bastante juntas! - Juri sorria "amigavelmente" com um ar de crueldade em seus lábios rosados.

Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQui 11 Jun 2020, 00:29


Post 19 - Treino 3/5

- Gahahahaha! - Não consegui conter o riso do rosto envergonhado e quase patético de Kalulu. Enquanto gargalhava de maneira bárbara inconscientemente dava um tapa amigável nas costas de Kalulu sem medir nenhuma força que talvez fizesse arder um pouco, mas tenho certeza que ele não choraria igual um bebê. - Relaxa eu só queria saber se era em alguma cachoeira, caixa d’água ou algo do tipo. Não precisa ficar envergonhado… - Fitava-o por alguns instantes. - Eu não vou te culpar por espiar. Mas acho que vou ter arrumar outro lugar pra mim então.

[...]

- Não vou te contar onde, pervertido… Gahahha!


Okay, brincadeiras a parte, foi realmente um tempo bem descontraído esse construindo a prancha, poderia até dizer que estava… Menos infeliz…

***

Como esperado do treino, inefetivo, repetitivo e extremamente frustrante, literalmente o que me mantinha firme era meu orgulho de gigante encravado na madeira, e a única vantagem nisso tudo até agora foi ter encontrado meu próprio paraíso particular. Bom, meu e de alguns bichinhos, mas depois entramos em detalhes quanto a isso.

Eu eu sou a porra de um monumento inspirador ou os pobres coitados desse dojo não sabem a menor ideia do que estão fazendo ou deveriam fazer com um mestre tão desleixado. A parte mais irritante era perder a concentração abrindo o olho e segurando o riso toda vez que alguém caía de bunda por não aguentar o próprio peso.

“Tsk, que perdedor.”

***

- I’m going to fucking kill you! - Era o que eu gostaria de dizer no momento em que Zwluak apareceu do nada falando bosta, mas juntando toda a frustração o que vinha em minha cabeça era que a melhor vingança seria a mais pura arte do sarcasmo.

Virava meio que de lado relaxando a cabeça na mão, apoiada pelo cotovelo no chão, enquanto cruzava ambas as pernas e levava a outra mão à cintura, tal qual uma daquelas poses “desenhe-me como uma de suas garotas francesas”.

- Ué “mestre”, não percebeu que nós estamos meditando? Geez… - Dava alguns instantes antes de levantar batendo a areia e puxando o biquini que talvez tenha entrado um pouco demais durante o treino. - Eu vou dar uma volta então, até mais tarde.

Se lembra do paraíso particular? Bom, é melhor chegar lá antes que escureça completamente. Não imagino o por quê um Oásis tão perfeito seja inabitado, só tinha uns lagartinhos medrosos mas imagino que seja sorte minha! Aproveitava o pós treino para me despir e tomar o banho desejado a sabe-se lá quantos dias, não era um lago muito profundo mas servia como uma ótima banheira. Tomava a oportunidade para lavar meu único par de veste que tinha comigo e eu posso ou não ter levado minha prancha pra brincar na água, o que pode ou não ter prolongado e muito o tempo de banho. Pelo menos dava tempo do biquini secar? Eu acho.

Tratava de me vestir, não que eu tivesse muita opção de escolha de qualquer forma. Optava por deixar o cabelo solto sem a tiara e chifre, e juntando todos os meus pertences, tornava ao dojo para dormir mais um entre muitos dias.

***

- Hmm? O que é isso? - Não poderia estar mais surpresa em ver que ele havia preparado um kimono até mesmo para mim. - Zwluak você… - Vesti-o com faixa e tudo com certa facilidade… Demais. - Você fez ele propositalmente curto não fez? - Minha descrença no mestre preguiçoso não poderia ser maior. Em minha cabeça, podia sentir como de Ágda estivesse me dando uma bronca neste exato momento.

Cobria parte do rosto com o diário enquanto fitava o chão evitando contato visual, enquanto dizia beeeeeeeeeeeeem baixinho.

- Hmmm… Obrigada.

***

E assim como de costume, conforme as noites iam se passando, mais e mais páginas do diário se preenchiam com desenhos, anotações e mensagens para Ágda e para mim mesmo. É meio estranho de descrever em palavras, mas escrever os pensamentos traz uma certa paz.

Sky escreveu:
Hהय Aטטय, קá ואब नठ धהठणढ तनה पढגê डãढ אणאथהגה, הठבढथא धאटपהब डढददא धथढגא וढददה גढठणटלגאथ नठ णढनגढ אद גढלदאद डढ דढקढ. Cढठढ णथढठהधלדढ גढडधלडनהל ढ धथהלडढ, קá ואबהठ אटטनडद דלאद ה גढडधלडनא לथथלधאडधה אद וनגम. Dהणढלद דढद णथלठהלथढद דלאद णढथ אटטनठ ठढधלपढ Zभटनאम थהदढटपהन धढठאथ אçãढ, לठאטלडढ धהडיא दה הडधהדלאדढ डא णथאלא ढन אटטनठא ठהथדא דढ धלणढ, הन אגיढ तनה לददढ אקनדא नठ णढनגढ, ठאद डãढ ठनלधढ, הन קनथढ दढב א टאडçא דה Oדלड तनה दה הटה ठה אגढथדאथ डढ טथלधढ ठאלद नठא पהब הन הदठאטढ ढ דהदטथאçאדढ.

Aלडדא डãढ पהקढ दהडधלדढ הठ धथהלडאथ גढठ णהदढद, ठאद ואçढ धनדढ दהठ גढथणढ ठढटה, डãढ é גढठढ दה וढददה דלוíגלट דה तनאटतनהथ וढथठא, दढגאथ डढ אथ é डढ ठíडלठढ הडधהדלאडधה, ठאद אקनדא באदधאडधה दה पढגê फלडטאथ א גאדא दढגढ; “धथהלडאठהडधढ לדלढधא”; “באלאडढथ דהदטथאçאדढ”; “#$%%”; “!#$@”; ה णढथ אí पאל. Tאटपהब दהקא थהאटठהडधה धéדלढ דא णאथधה דהटה णढथतनה ढ धथהלडढ डãढ אגאבא א ठהडढद तनה डãढ धהडיא Sढट ढन הदधהקאठ धढדढद הफאनदधढद, ढ तनה é नठא णהडא णאथא ढद ढनधथढद אटनडढद קá तनה א טהडधה डãढ दה גאडदא धãढ וáגלट, אणढदधढ तनה ठनלधढद ठה ढדהלאठ णढथ לददढ יליליל. Nढ ולडאट דה גאדא धथהלडढ पढन אढ Oáदלद तनה टיה גढडधהל डढ ढनधथढ דלא, दלडגהथאठהडधה é א ठהटיढथ णאथधה דढ דלא, डãढ יá डאדא גढठढ नठא áטनא וथהदतनלडיא דהणढלद דה नठ דלא דה Sढट, דהदהडיהל नठ ठאणא גאदढ पढגê णथהגלदה, ठאद डãढ בהבא א áטनא דה टá!

A גढठלדא डãढ é धãढ בढא גढठढ א तनה הन धה ואटהל דढ Sनथו’ड Fלदי, ठאद הडגיה הडधãढ é ढ तनה לठणढथधא, גढठढ दהठणथה ठהלढ אואदधאדא, डãढ ठה אणथढफלठהל דה डלडטनéठ אतनל, אणהदאथ דה דढथठלठढद धढדढद קनडधढद יליל. Aणढदधढ तनה पढגê ואथלא דלוהथהडधה, धהडधאडדढ दה דאथ בהठ גढठ धढדढद, दó डãढ é ठनלधढ ठהन הदधלटढ, ठאद पהडיढ धהडדढ ठनלधढ धהठणढ णथא णהडदאथ नटधלठאठהडधה.

Vהडיढ थהוटהधלडדढ גढठढ धאटपהब डãढ दהקא א “धथढגא” तनה אधथאणאटיה डढददא בनदגא ठאद धאटपהब ठהन לठणनटदढ धãढ גהטढ तनה ठה ואब לטडढथאथ धनדढ אढ थהדढथ ה तनהठ दאבה אधé ठהदठढ णלदधאद לठणढथधאडधהद. Nãढ הदधढन דלबהडדढ तनה पढגê धהठ थאबãढ! Tאठבéठ אלडדא डãढ גיהטनהל א डהडיनठא גढडגटनदãढ तनאडधढ à לददढ, ठאद धאटपהब धढठאथ णהतनהडढद דהदपלढद גढठढ הददה डãढ दהקאठ नठא ठá לדהלא, הन डãढ दהל… Tאटपהब הन पá ואटאथ גढठ אतनהटא ढनधथא טלטאडधה דהणढלद דלददढ धनדढ, Hלटד, णאथהגה धהथ नठא גאदא דה णथאלא. Mאद डãढ दהל, é दó नठא णהडदאठהडधढ, डãढ णथהגלदא टהपאथ ठनלधढ א दéथלढ.
Tradução:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Inventário

Berries:
816.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Perícia Carpintaria
• 234k Berries


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Johnny Bear
Pirata
Pirata
Johnny Bear

Créditos : 17
Warn : Phantom Blood - Página 8 9010
Masculino Data de inscrição : 20/04/2016
Idade : 19

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySeg 15 Jun 2020, 14:24


Aprendizado de Perícia (1/2) - Primeiros Socorros



- Uaaaaaaaaah! - Bocejava coçando os olhos esperando acordar naquela maravilhosa colônia de férias, não me lembrava muito bem o que tinha acontecido depois daquela luta de Keijo entre a Aggy e uma outra gigante de bolso, eu só lembrava de ver uma delas caindo na água e bem, eu tinha bebido um daqueles barris de cerveja e acho que capotei na arquibancada.

- Que sonho mais maluco que eu tive - Cocei a cabeça, ainda tentando lembrar exatamente em qual momento eu tinha dormido naquela choupana, talvez um pouco depois de perguntar pra mulher sobre os livros, mas como diabos tinha acontecido… Se era tudo só um sonho, estão a tritã que eu conheci e todas aquelas pessoas legais não passava de fruto da minha mente fantasiosa? Ou teria sido uma projeção? - Eu tive um sonho maluco onde eu tava em uma colônia de férias, tinha a Aggy e uma tal de Shaanti, a irmãzinha dela Emily e… - Tateando a cabeça, senti algo estranho apertar, era a viseira?! Eu estava com as mesmas roupas do que no sonho! - Wow! - Acho que eu e a Aggy temos muito a conversar no reencontro.

… Começo do Aprendizado da Perícia ...


Bem, eu ainda tinha algumas coisas para fazer ali antes que a mulher me liberasse, se é que já não tinha o feito e eu estava dormindo o tempo todo, mas em qualquer caso, aquela pilha de livros havia me interessado de uma maneira indescritível. Olhando um pouco mais para os meus ferimentos e os tratamentos que recebi em meio ao treinamento, deu para perceber que nem tudo poderia ser tratado a base de poucas ervas ou meios ritualísticos, quero dizer, seria interessante aprender a lidar com tratamentos mais simples, algo como primeiros socorros ou outras propriedades das plantas.

Tomei o livro à mão, como uma boa estudiosa, eles continuam informativos, gráficos e outras coisinhas bacanas do que se encontra nessas coisas menos formais, é que claro que posteriormente eu iria verificar em editais de maior grossura ou renome, mas o básico seria o suficiente para me salientar coisas mais lúcidas como o tempo necessário para fazer massagem cardíaca ou o modo certo de enfaixar bandagens, colocar alguns ossos no lugar e por aí vai, o engraçado é que aquele realmente parecia ser o lugar perfeito, mas para testar minha prática eu precisaria exatamente do que aquela mulher tanto parecia se queixar, alunos doentes e quebrados.

- Fica quietinho ai! - Iria até o Daniel-San cabeça de ninho para começar, forçando-o a ficar na cama mesmo que se queixasse por já estar bom ou não precisar de nenhum tratamento - Vejamos, a Shizuka já deve ter ter feito toda a parte de primeiros socorros… Acho que também um pouco mais, vou precisar quebrar você um pouco antes da gente começar - Brincava sorrindo com um olhar psicótico, mas logo daria dois tapinhas no ombro dele para descontrair - HShshshsh relaxa, tô zoando com a sua cara, vou ter que esperar um pouco antes de outros alunos chegar, se é que vão fazê-lo -

Dalí, voltaria para os estudos, dando uma checagem rápida em outros exemplares, mas isso eu iria apenas me focar depois, algo como o uso de plantas para fazer misturas nocivas, algo bárbaro, mas tão igualmente interessante se parando para pensar como coisas tão naturais e, aparentemente indefesas, poderia ser usado de maneira tão mórbida. Falando um pouco mais daqueles livros mais longos, acho que posso dizer que eles eram mais detalhados no quesito de explicação, muitos informativos explicam o tipo de situação e a maneira de se fazer uma massagem cardiovascular, por exemplo, mas eram nesses exemplares maiores que explicavam como isso fazia o coração voltar a bater, é claro que parando para pensar um pouco mais, parecia algo bem lógico, mas naqueles pormenores que dava para entender e evitar erros bestas de posicionamento e como isso poderia afetar nas chances de sucesso.

Mergulhada naquelas explicações, textos helênicos sobre tratamentos simples e muito mais do que respiração boca a boca e alocação de atadura, perdi boas horas naquelas letras, esperando o momento que tivesse alta ou Raiki voltasse para nos ver com mais alunos quebrados.


… Término do Aprendizado da Perícia (Parte Teórica Apenas)...


Informações:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Última edição por Johnny Bear em Qua 17 Jun 2020, 12:54, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Rimuru
Orientador
Orientador
Rimuru

Créditos : 11
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 22

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySeg 15 Jun 2020, 21:03



Treino 2/5
“Ela realmente sabe como deixar sua marca” sacaneia meu velho após o breve chute doloroso que havia levado, parecia que havia sido marcado como um animal no curral com ferro em brasa ou feito uma tatuagem com seu pé com o frio rivalizando entre me fazer sentir a ausência de calor ou intensificar essa agonia que fora manifestada. É pensar que seria agredido por simplesmente evitar minha morte, talvez ela quisesse que eu aprendesse algo com a queda, infelizmente para o seu deleite eu não tenho intenções de me arriscar além daquilo que eu possa evitar, músicos são incapazes de se apresentar após bater as botas quem já ouviu falar de um morto vivo se apresentando? Isso é surreal demais para acontecer, apesar de querer me dedicar para aprender coloco uma linha de segurança a não ser ultrapassada, salvo em ocasiões extremas que desejo muito não venham a acontecer tão cedo.

“Não acho que seja uma boa ideia ficar parado, vai apenas acabar congelado seja o que for decidir fazer continuar ou parar covardemente decida-se antes de ser incapaz de se movimentar, eu não tenho mais pernas para te arrastar no pior dos casos”. Enriqueceria os dedos de minhas mãos para forçar meu corpo a se levantar, indo do solo brusco até estar novamente a ativa, alongando lentamente meus ombros, coçando a região atingida como se ainda não tivesse crendo do acontecido:

- Você entrou no modo tutor por acaso? Faz tempo que não me orienta de forma tão ríspida. Apesar de espadas não rirem tenho certeza que essa impressão passa pela minha cabeça como se o fio da navalha no interior da bainha houvesse se movimentado ligeiramente abrindo um arco simbólico.  “Por gerações passamos a nossa prole os melhores treinamentos para entrar em conflito e pensava eu ter lhe ensinado bem.Ainda assim você levou uma bela de uma surra,Muahahahaha.Vamos erga essas coxas e volte a escalar, parece que encontramos pessoas mais fortes finalmente, isso é a premonição que piores virão!’’

-Isso não me conforta de nenhuma forma saiba disso, devia parar com essas baboseiras e me dar incentivos carinhosos. Um silêncio se penhorava, assim como pela manhã, acredito que ele não venha a falar mais nada por um tempoQue seja… Me sentia um pouco deprimido mas voltava para o ritmo que estava, começaria a escalar a montanha de novo com minhas mãos vermelhas pelo atrito, recuperando o tempo perdido aprendendo com minhas escaladas anteriores e evitando cometer os mesmos erros. Evitaria prestar atenção nos cabritos debochantes, mantendo as asas em constante movimentos para que não acabem congelado e sejam minha rota de fuga garantida em casos de quedas sequenciais, seguindo o exemplo que vi dos outros alunos descendo e subindo voluntariamente.

Permaneceria nesse ciclo até próximo do anoitecer quando optaria em finalmente ter meu descanso merecido de fato, em meio a passos arrastados e suspiros infantis, caminharia em conjunto de minha mentora que me levava até o dormitório. O quarto não chegava a ter o mesmo luxo da pousada, sentirei falta daqueles incômodos, principalmente da minha cama quentinha.Em um súbito momento eu não estava mais lá, e após alguns dias mas como se nenhum segundo nessa realidade se passado retornava para meu local de origem.Por sorte havia me trocado nessas férias com o Zeff então nada de anormal poderia ser notado pelas pessoas ao meu redor.Nesse lugar eu fui capaz de ver Agda e Honua,apesar da pequena sereia ter entrado em uma especie de coma alcoólico, fui capaz de conhecer pessoas incríveis como Emily e o pato Rogers assim como pessoas de personalidade duvidosa como Shaanti ou esnobes como Karen. Comi tranquilamente e sem me questionar,realizando um show na noite do segundo dia que estive por lá.Uma música própria detalhando minha profunda experiência no local. Por incrível que pareça também ganhei o respeito de Sky a segunda personalidade rebelde da giganta é isso por si só ja foi razão suficiente para uma jornada inesperada como essa,me fazendo ter a curiosidade e vontade de acompanhar os jornais para ver se retratam um pouco dos feitos e proezas nos meus novos chegados .Foi um tempo de descanso muito bom e me sentia revigorado, mesmo ainda noite talvez por isso não me sentia com a cabeça pesada como antes sendo capaz de prestar ainda melhor atenção para minha colega de quarto.


Simplesmente descrevendo a em poucas palavras “Uau” parece que eu ainda estou no resort e me deparei com uma das beldades que assolam os cantos mais remotos do mundo. Um ponto positivo dessa falta de vestimentas finalmente havia aparecido mostrando as curvas maravilhosas que aquela figura que rivalizava uma sereia (por sorte eu encontrei uma recentemente para fazer tamanha comparação). Porém a maneira de ela falar me dava certo calafrios, me lembrava superficialmente da maneira mesquinha que uma certa Karen que eu conheci havia me tratado talvez sejam duas verduras da mesma horta, melhor tomar cuidado nas interpretações do que ela fala:

Mal posso esperar para me divertir contigo. Falaria de maneira simpática e aberta para descobrir suas intenções, arrumando meus pertences na cama livre e verificando se minha roupa de banho ainda estava em minha posse. Meu nome é Rim um prazer em conhecê-la. Cheguei agora pela manhã por sugestão de um amigo. Achei uma boa ideia me preparar melhor fisicamente para um dia me tornar uma grande artista de renome. Agora que já havia falado um pouco de mim, me sentaria a um canto onde poderia ficar observando minha mais recente companheira. Queria saber um pouco mais sobre ela e como estava revigorado, passar a noite ao seu lado era uma opção bem vinda:

É você Juri, ao meu ver não parece que uma pessoa de aspecto forte como você precisa passar por esse treinamento, o que a trás aqui?.
Evento:
 
Informações:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQua 17 Jun 2020, 16:03

 
Sky.

Kalulu não se incomodava com o "cumprimento" mais caloroso de Sky em suas costas, queimava um pouco mas ele parecia apreciar esse jeito mais barbário de saudações. - Ma-mas eu não ia… - Em contrapartida ele não era capaz de esconder a vermelhidão do rosto com o comentário brincalhão da gigante, até mesmo a menina silenciosa que pintava as pranchas começava a rir baixinho de Kalulu ficando sem graça. - Ei! Eu vou cortar sua mesada! - Era uma ameaça vazia que só fazia a garota rir mais, querendo que Kalulu notasse. - Ora sua pirralha… ARRFF! - Enfezado Kalulu cruzava os braços por alguns segundos antes de um riso relutante formar-se no canto da boca contagiado pela risada alegre da garota.

>><<

- Ei piveta, tu ta 100 anos adiantada pra roubar minhas desculpas. - Uma das sobrancelhas do mestre preguiçoso tremia enquanto uma veia saltava na testa irritado pela audácia de sua aluna aprendiz de baiana. - Amanhã tu vai engolir essa arrogância. - Ele mordia os dentes se contendo para não disciplinar a gigante ali mesmo, mas a irritação logo passava após ele inspirar fundo e expirar pela boca. - Só não esfrego tua cara na areia agora porque… Tá na hora da meditação noturna. - Ele bocejava preguiçosamente sem esconder a sonolência durante o período que o sol começava a se pôr. Com o agradecimento fofo tímido de Sky o loiro sorria genuinamente feliz fechando os olhos esboçando uma expressão calma e gentil e se virava de costas acenando para a gigante bronzeada, como se quisesse dizer "De nada."

>><<

Sky não havia encontrado nenhum réptil quando retornava para o "oásis" na noite anterior, mas não quer dizer que eles não estavam lá, o que há proporcionou um momento tranquilo para banhar-se nas águas ainda mornas da lagoa, e retornado a tempo para dormir.

Mas os próximos dias foram exaustivos para a gigante ruiva, a constante prática de exercícios abaixo do sol ardente do deserto somado com as repreensões e exigências de seu mestre, fazia Sky queimar principalmente por dentro, quase que como uma labareda se acendendo ou seria uma vida nascendo? fato é que tal energia parecia vir do sol e fluía pelo corpo da gigante p aquecendo, mas não era o ardor comum, mas com se os raios de sol penetrassem na pele e corressem juntos com seu sangue pelas veias, e o calor massante do deserto deixava de ser exaustivo e parecia até mesmo revigorar Sky a cada respiração profunda.

>><<

E alguns dias depois. - Bora! Cambada da disgraça! O sol já raiou, vocês tão de lezera porquê!? - Zwluak parecia ter acordado com suas cordas vocais em dia, e seus gritos escandalosos ecoavam por todo o dojo, não somente Sky, visto que o mestre do deserto ficava em frente ao portão do dojo para despertar a todos com seus gritos e palmas. - Quem demorar mais de dois minuto, vai levantar na base do murro, tô falando! - Naquele dia os demais alunos se levantavam e arrumavam em tempo recorde, com alguns vestindo seu quimonos enquanto corriam para fora, e quando todos já estavam devidamente trajados e postos ao lado de fora… - Mas depois do rango, que ninguém é de ferro e eu tô com a fome da moléstia. - O mestre do deserto quebrava a expectativa de todos que quase desabam no chão frustrados pela atitude debochada do loiro que começava a gargalhar se divertindo com a sofrência dos alunos.

E depois do "rango". - Bora piveta que arrumei algo pra tu, tá achando que tá férias? - Nesse momento Sky estava intimada a seguir o mestre do deserto que apontava o dedo para ela apenas para dar mais certeza de que estava falando com a gigante. E seguindo o loiro a gigante ruiva seria levada pelo mesmo caminho do oásis, mas não chegariam tão longe, poderia enxergar uma rocha cinzenta com cerca de 15m de altura que não estava ali no dia anterior. - Tá de castigo pela insubordinação de ontem, quando quebrar esse pedregulho pode sair, e eu não vou desgrudar de tu o dia todo. - Era uma das poucas vezes que Zwluak se portava como um mestre de artes marciais, apesar do linguajar.

- Já que tu teve muito tempo pra meditar esses dias, agora usa a respiração do fogo pra quebrar isso, leva ela pros punhos e desce a porrada nessa pedrinha. - Zwluak matinha sua voz firme e obstinada, ele de fato não estava brincando, apesar de ter escolhido um objeto de treino propositalmente enorme. E desse momento em diante ele não se comportaria desinteressado no treinamento, na verdade estaria ali para corrigir e tirar dúvidas, além de explicar que o segredo seria acumular toda a energia da respiração do fogo no punho fechado e golpear em um único ponto da rocha, porque assim seria mais fácil de quebrar a grande, tendo também oferecido ataduras vermelhas para envolver as mãos e assim não lesionar seriamente o punho, apesar de que…

- Quando quiser… O quê? Tá me olhando assim porquê? - Err… Nem eu sei como dizer isso mas… O loiro estava deitado sob uma canga de praia, com um guarda sol fazendo sombra, e um alunoescravo o abanava com uma grande folha de coqueiro, além de haver uma pilha de cocos próximo a si que era abastecida eventualmente por outro alunoescravo. - Abana esse bagulho direito miséria, tá um calor da peste aqui! - Zwluak arremessava um coco vazio na cabeça do aluno que o abanava pois o mesmo estava digamos… Distraído demais com a gigante ruiva… Talvez uma atitude cavalheiresca do loiro em manter sua aluna protegida de olhares vulgares? De qualquer forma o aluno-abanador agora estava com um galo na cabeça e fazia sua função com mais vigor apesar de estar visivelmente choroso.


Honua.

Raiki, Shizuka e Daniel-san olhavam para a sirena que havia simplesmente trocado de roupas em menos de um piscar de olhos, logo as bochechas do mestre da floresta assim como as de Daniel-san ficaram avermelhadas, eles não queriam olhar, ao mesmo tempo estavam perplexos com aquele inexplicável evento a ponto de não conseguirem desgrudar os olhos, e o biquíni  tinha um forte apelo visual. *POFF!* *POFF!* - Se têem tempo de ficar aí parados igual umas estátuas tem tempo de pegar água. - Shizuka acertava perfeitamente a testa dos dois jogando um jarro de barro em cada, a exímia pontaria fazia o "projétil" curvar-se para acertar o meio de seus olhos. Então os dois logo saiam as pressas porta da cabana enquanto a mulher suspirava. - Não esperava ver esse tipo de poder num local tão pacífico. - Shizuka não tinha certeza do que acabou de ocorrer mas era como se pudesse deduzir algo não com perfeição devido a experiências passadas. - Vá se trocar antes que mais alguém chegue. - Nesse momento Shizuka indicava onde ficava o banheiro, primeira porta à esquerda no corredor, próxima a outra porta trancada.  

>><<

Shizuka vendo que Honua se interessava pelo conhecimento nos livros se prontificou a lecionar os conhecimentos básicos de medicina, e como a sereia deveria proceder ao lidar com os diferentes tipos de lesão e sintomas leves. Além de ter tirado todas as dúvidas que Honua possuía nessa parte teórica do aprendizado, além do que a sirena lia sobre massagens cardíacas, fazer curativos e recolocar membros deslocados no lugar, Shizuka também a explicava como tratar de queimaduras, lidar com febre e também como a ingestão de certos alimentos como sal e açúcar eram úteis para casos de alterações bruscas da pressão arterial, e até mesmo como atitudes relativamente simples poderiam salvar vidas como em casos de engasgos, Honua havia recebido também instruções de como proceder em casos de intoxicações leves, e outros métodos socorristas  básicos. - O que vou te falar agora não tem haver diretamente com medicina, mas é importante em situações caóticas, primeiro lembre-se de manter calma, os pacientes já estão instáveis o suficiente e não precisam de alguém surtando por perto, o que leva a segunda orientação de manter curiosos afastados e por último…- Shizuka pausava suas palavras, e agora seu semblante se tornava mais sombrio encarando Honua como se enxergasse as profundezas de seu espírito através dos olhos, era perceptível uma certa tristeza na expressão frívola da mulher. - Se não saber o que fazer diante uma situação grave, encontre alguém que saiba, nessas situações Primeiros Socorros terão a finalidade de prolongar o tempo de vida de um paciente até que ele receba um tratamento adequado, tentar fazer além do que sabe pode… - Ela terminava a fala, apenas fechava os olhos e inclinava a cabeça para o lado, imaginando que a sereia pudesse entender a mensagem.

Nesse meio tempo Raiki e Daniel-san haviam retornado para a  cabana, permitindo Honua a fazer sua travessura com o loiro, o que levou Shizuka a segurar seu dedo médio com o polegar e apontava sua mão para a testa da sirena, acertando-a com um peteleco doloroso pouco acima do topo do nariz, que logo deixava a região avermelhada. - Se tem tempo de fazer piadas tem tempo de continuar a ler. - Nesse momento Shizuka olhava para a sereia com um ar de repreensão intolerante. Enquanto Daniel cabeça de ninho-san estava nitidamente apavorado com a piada da serei, levando a mão até o meio do peitoral tentando segurar o coração que batia acelerado enquanto os joelhos tremiam. - Ainda bem… - Ele suspirava aliviado quando Shizuka interrompia a piada. E Honua por sua vez agora voltar a ler mais sobre conhecimentos médicos, desta vez associando primeiros socorros a plantas.

Então quando Honua houvesse terminado de estudar a teoria. - Me acompanhe. - Dizia Shizuka indicando que a sereia deveria acompanhá-la até outro local. Nesse momento o quarteto deixava a cabana Raiki ajudava Dani a andar e retornavam para o dojo. - Até mais Honua, não se esqueça de se despedir quando deixar o arquipélago. - O mestre da floresta sorria mostrando os dentes com todo seu carisma habitual enquanto acenava feliz para a sereia, que deveria seguir em outra direção junto a Shizuka.

>><<

- Chegamos, você não poderia pôr em prática tudo que aprendeu tratando apenas de fraturas e lesões por conta do treinamento. - O local em que a dupla se encontrava ficava a cerca de vinte minutos de caminhada da residência de Shizuka, elas ainda estavam em Leaf Town, em frente a um prédio pequeno branco com uma cruz vermelha na frente. - Esse é o pronto socorro que me chamam para tratar de situações emergências, eu não gosto de vir aqui, mas se é para ajudar alguém disposto a salvar vidas é um esforço pequeno. - Shizuka fitava Honua enquanto esboçava um sorriso mínimo com o canto dos lábios e em seguida suspirava se preparando mentalmente para lidar com o local.

Ali Honua seria dirigida a uma ala com outros enfermeiros, algumas macas e principalmente cadeiras, onde os pacientes se sentavam para receber tratamento, o prédio em si não era grande, pois a cidade não havia necessidade de um grande hospital, e a maioria dos atendimentos eram relacionados a pequenos acidentes domésticos. - Eu estarei aqui para te orientar, então não fique nervosa. - Nesse momento Shizuka tocava o ombro da sereia tentando reconforta-la, o toque era firme mas ao mesmo tempo gentil e cuidadoso, talvez como uma mãe excessivamente rigorosa.  

E apesar de não haver muitos pacientes o local era um turbulento, com gemidos, choros e alguns gritos de dor, os enfermeiros andavam a passos rápidos para medicar e tratar dos pacientes. Ali haveria todos os utensílios disponíveis para Honua tratar dos futuros pacientes e ela seria guiada e orientada por Shizuka para tratar dos casos.


Rim

Após o discurso motivacional de seu falecido pai/tutor o celestial monocromático se via em uma discussão familiar se é que posso chamar assim, o que poderia gerar olhares estranhos, afinal não é todo dia que se vê um ser alado conversando tão casualmente com uma espada quebrada, mas o único ali próximo que prestava atenção era o bode. - Bééé Bééé. - Ele parecia querer dizer algo para Rim, enquanto os outros estavam preocupados demais tentando não congelar para preocuparem-se com alguém “falando sozinho”. Mas o filho rebelde deveria escutar a voz da experiência de seu sábio pai, pois com o clima daquela ilha em poucos segundos a neve já se acumulava sobre o topo dos cabelos do celestial assim como em suas asas. Moral da história: Escutem e respeitem seus pais crianças, mesmo que não estejam no mesmo plano espiritual que você.

Dali a escalada continuava rumo ao topo da montanha, com praticamente todas as dificuldades semelhantes, apesar de Rim sofrer um pouco menos com as baixas temperaturas, talvez o bater constante das asas ajudasse na produção de calor, ou o corpo já estava tão exposto ao frio a ponto de ficar dormente, não dava para saber a razão, apenas o frio se tornava menos doloroso e já não queimava mais, apesar de que Rim ainda sofria com o efeitos da baixa temperatura, não conseguindo parar de tremer a cada tentativa de escalada.

E quando o celestial artista fazia bons progressos conseguindo suportar a dor de pôr seu corpo e principalmente as mãos contra as pedras congelantes e chegar ao topo da montanha. - Bééé…? - O cabrito caçoante parecia um pouco deprimido, por perder seu material de entretenimento, e agora restava a descida, que na verdade era pior do que a subida, pois devido a neve movida pelo vento era difícil enxergar onde pisar olhando de cima para baixo, e não demorava muito até a fadiga tomar conta do corpo tensionado de Rim, fazendo-o perder as forças nas mãos. - Béééhéhéhé. - O bode novamente parecia rir, dando pequenos pulinhos circulares acima de uma pedra a qual se equilibrava.

>><<

- Rim… Rim… Unhum… CERTO! - Juri olhava para o celestial a sua frente mas não parecia prestar muita atenção no que ele falava após ter mecnionado o nome, e subitamente fechava os punhos e puxava contra o corpo como se estivesse comemorando algo. - Rinrin! É assim que vou te chamar. - Ela apontava o dedo na direção de Rim enquanto sorria de forma travessa.

Juri então fechava o livro e o deixava ao lado do travesseiro por causa da pergunta feita pelo celestial. - O que faço aqui…? HMMM... - A morena sentou-se cruzando os joelhos de modo que a sola de seus pés tocavam uma a outra e ela parecia brincar de empurrar os dedos uns contra os outros, seus cabelos negros escorriam como cascatas cobrindo os seios mas exibindo a barriga definida. - A Korra-Aniuê, ela é a mais legal de todas, sabia que os chutes dela são tão fortes que podem destruir montanhas inteiras? - Err… A controvérsias com essa afirmação de Juri, mas ela realmente acreditava no que falava e sorria empolgada assim como sua voz enérgica. - Eu quero ser forte igual a Aniuê e algum dia derrotar ela. MUAHAHAHAHA. -  A risada maligna de Juri era contraditória ao quanto ela parecia se divertir alegremente com esse pensamento. - Mas a Aniuê é muito forte, não importa o quanto eu treine não consigo ganhar dela… -  Juri cruzava os braços e enchia uma das bochechas com ar olhando chateada para o lado. - Então preciso treinar muito mais e mais. -  A morena não ficava muito tempo cabisbaixa e logo cerrava novamente os punhos empolgada.

>><<

No dia seguinte. - EEEEI! Rinrin! - Quando Rim chegasse ao tatame Juri já estaria no se alongando, segurando a ponta dos pé com uma pas pernas esticadas e “deitando” sobre a perna, até ver sua nova amiga alada. - Me ajuda alongar as costas? Porfavorzinho! - Juri se aproximava inclinando seu corpo para frente ficando com seu rosto bem próximo ao do celestial, o encarando sem piscar com seus olhos rosados, a morena também estaria trajando o quimono preto que por sinal ficava bem justo em algumas curvas, e agora o cabelo estava penteado formando dois “chifres” presos por argolas rosas e também havia uma mecha rosa na franja da morena. Se Rim aceitasse ajuda-la com o alongamento. Juri iria se virar de costas esperando que o celestial fizesse o mesmo, então ela iria entrelaçar seus braços com os de Rim e “dobrar” o corpo para frente, suspendendo o celestial alado no ar, e em seguida iria “dobrar” o corpo para trás, se firmando no chão com os pés, nesse momento era possível ouvir estalos das costas de ambos, que doíam um pouco mas em pouquíssimo tempo era até mesmo relaxante a sensação. Os ombros de Juri eram mais largos que os do celestial e também mais definidos e torneados, porém sua pele era tão macia quanto e quente quanto um aconchegante cobertor de lã. - Valeu Rinrin, te vejo de noite. - Juri logo saia correndo pela porta em direção as montanhas enquanto para Rim, enquanto esboçava um sorriso maléfico de alegria.


Voltar ao Topo Ir em baixo
Rimuru
Orientador
Orientador
Rimuru

Créditos : 11
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Data de inscrição : 20/03/2018
Idade : 22

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptyQui 18 Jun 2020, 21:24



Treino 3/5

Se eu recebesse por cada vez que me apelidaram assim muito provavelmente eu já teria faturado muito mais do que toda minha renda adquirida em apresentações ao longo dos anos, talvez eu devesse usar isso quando estiver falando ao meu respeito, algo como “Olá meu nome é Masaki Rim, rinrin para os mais íntimos.” Isso com certeza fará as pessoas pensarem duas vezes antes de me chamarem dessa forma antes de se aproximarem e me conhecerem melhor.  

“Essa garota tem cheiro de encrenca e não estou me referindo a esse chulé que emana dos seus dedos” faria uma pequena cara  de indignação para com meu pai que mantia uma face neutra, não como se ele pudesse mudar de expressão toda forma, sei nem ao certo se ele seria capaz de sentir o cheiro de alguma coisa afinal.É rude falar das pessoas dessa maneira.Voltava minha atenção para Juri, embora nossos ideais sejam diferentes e eu busque  por um objetivo com ausência de conflitos não é como se  eu não respeitasse sua opinião, as vezes combates embora ruins se fazem necessários e tornar se mais forte muitas vezes torna as lutas mais difíceis de ocorrerem no futuro, poucas vezes tive que levantar minhas pernas para o conflito como minha boa mãe me ensinara e todas elas encerrei o mais cedo quanto possível porém teria evitado cada uma delas se tivesse uma aparência ou físico mais intimidador como o de minha colega.

Querer superar alguém que idolatra não é algo fútil ao ponto de se sentir cabisbaixo por um único momento. Eu também tenho objetivos e eles irei alcançar através dos meus próprios meios não importa o quanto as pessoas critiquem.Serraria os punhos de maneira similarmente empolgada e com olhos ardentes chamuscando o espírito de minha alma determinada.Por isso ao invés de falar que só vai treinar mais e mais quero ouvir dizer que irá derrotá-la amanhã. Se não for possível no dia seguinte mantendo sua mente clara naquilo que almeja! Para que assim possa se tornar alguém forte que não precise lutar  sem motivos.

“Pelo visto alguém se perdeu em pensamentos ao olhar para regiões baixas...Bom contanto que seja da boca pra fora não é como se houvesse algum mal, até mesmo nossos ancestrais diziam asneiras mas evitavam e iam contra o conflito na hora mais proeminente possível,deixa de frescura, hora de descansar o Sol amanhece para aqueles que acordam cedo para notar sua presença!” Tomava essa deixa para ir me deitar, iria de encontro a cama disponível deixando meus pertences próximos a mim  cobrindo meu pai nas cobertas da cama junto ao meu corpo enquanto olhava para a direção de minha colega de quarto, sem saber se poderia estar vendo-a ou não proferindo palavras que não se podiam faltar antes de apagar diante a presença de alguém importante para si.Boa Noite Juri, espero que durma bem teremos um dia como nenhum outro amanhã.

>><<

“Seu dia como nenhum outro, ao meu ver parece exatamente como ontem com você subindo a montanha com o corpo vibrando com as provações do vento.”Assim dizia minha figura paterna conforme ainda não havia me acostumado com minhas novas vestimentas em um ambiente tão gélido quanto este. Está exigindo demais de alguém que começou a apenas um dia, posso ser um seguidor mas o calor que emana no meu corpo não se compara ao Sol. retrucava apreensivo, de tanto ele puxar minha orelha subitamente sem mais nem menos.“Tem muitas outras coisas que você não se compara também...” refletia silenciosamente a espada julgando me em um complexo de inferioridade.

Juri estava  se preparando a ideia de se alongar antes da subida parece não ser propriamente única e eu como um artista talentoso sabia exatamente onde focar minha visão admirando uma bela obra prima. Seu pedido era muito bem vindo é logo ajudava a em seu exercício matinal, sem cogitar em uma ação contrária iria me por a ajudá-la  respeitando os movimentos que ela esperasse que eu realizasse. Logo sentia uma pitada de dor, uma agonia que a pouco se cessava dando espaço para um relaxamento que infelizmente ainda não chegava na base que fora aquele ótimo descanso com Zeff. Ela partiu deixando me apenas com um último ilustre acenando sutilmente a sua partida.

“É o que você está esperando? O dia que suas asas simbolizam seus sentidos e comece a botar ovos?Se apresse e não fique para trás”Colocaria meu corpo para aquecer retornando aos alongamentos em conjunto ao feito com Juri, apesar de já ter sido suficientemente bom era ideal não deixar de se prevenir, pois um corpo em condições ruins sucumbiria a escalada facilmente. Voltaria a correr em direção a base da montanha onde iniciaria o percurso novamente em meio a leves trotes seguindo o ritmo de um pé por vez controlando minha respiração com muito mais afinco, ontem eu havia sido pego de surpresa, mas hoje estava predestinado a conseguir e nada iria me impedir mantendo as asas em constante preparo para reagir a quedas impertinentes, tomando me de coragem redobrada para subir arduamente com o temor deixado aos lados. A garota me contará que tinha alguém que desejava superar e por isso passava por este treino, eu estava aqui por recomendação de alguém por isso não parecia me empenhar mas agora com os constantes incentivos de ambos família e colegas, percebo que estavam apenas me sinalizando a fazer isso da maneira certa para que viesse a terminar com antecedência. Caso eu caísse iria planar para voltar para o piso e recomeçar a subida novamente, repetiria o processo quantas vezes meu físico fosse capaz de suportar e sem fraquejar os ânimos repetindo os movimentos da primeira vez mas agora fortalecendo minha mente em conjunto, mantendo a constantemente focada e animada, cantarolando uma música encorajadora ou assobiando para manter me sempre focado e adiante.


Informações:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Johnny Bear
Pirata
Pirata
Johnny Bear

Créditos : 17
Warn : Phantom Blood - Página 8 9010
Masculino Data de inscrição : 20/04/2016
Idade : 19

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 14:08


Aprendizado de Perícia (2/2) - Primeiros Socorros

- O que? Está muito vulgar? - Perguntei sobre minhas roupas de praia, devem ter causado algum incômodo, vi Raiki e o rapaz saírem com um pouco de pressa, mas Shizuka me aconselhava a buscar algo diferente para vestir, mesmo eu não fazendo ideia de onde tinha colocado meu kimo… Na verdade estava no vestiário daquela praia tropical - Tem algum Kimono por aqui? eu acho que deixei o meu no vestiário, hehe! - Sorria indecorosa enquanto coçava a cabeça.



- Ai! aaaaaai! ai ai - Puxa aquela mulher não tinha senso de humor, todos nessa ilha tratavam o treinamento a sério mesmo, não me leve a mal vovó, mas achei que um pouco de carisma fosse melhorar o clima naquela cabana fúnebre, ela tinha me mandado voltar a ler e foi isso o que eu fiz durante o resto do dia, aplicando teorias, entendendo os conceitos, eu realmente não fazia ideia que alguns processos de primeiros socorros poderiam envolver processos farmacêuticos, quero dizer, algumas coisas simples podem ser tratadas com plantas, só não sabia eu que faziam parte da maioria esmagadora.

Ao término daquela etapa, fui então levada para a parte que eu mais queria, a prática, onde aparentemente os erros custariam caro, então eu deveria tomar bastante cuidado nas escolhas em diantes - Sim senhora! - Diante do alerta da mulher, me pûs serena - hehe, sirena - diante e então partirmos para onde quer que fosse o lugar que ela queria me mostrar, me despedindo de Raiki no processo - Até mais senhor Raiki! Antes de partirmos vamos dar uma passadinha do restaurante, prepare uma porção grandona para Sky/Ágda! - Se bem me lembro, a gigante não tinha feito uma boa refeição na fresta, apenas bebeu umas e foi para a partida de Keijo, talvez estivesse faminta.

… Começo do Aprendizado da Perícia ...


Manter a calma era fundamental, e eu me esforcei para fazê-lo, pacientes escandalosos e desesperados são meio que algo recorrente para mim, não eu não estou me gabando por ser uma médica há tempos, mas como eu estava ali para aprender, deixei do lado de fora o ar de superioridade, já que não poderia julgar saber mais do que uma enfermeira ou médica do recinto apenas por ler uma pilha de livros, a prática custava mais caro e embora eu tivesse tratado diversos pacientes durante a vida, estava ali para praticar algo novo.

Ataduras? Ok, pedir para o paciente pressionar levemente a região colapsada com uma gaze, a intenção era estacar algum sangramento pouco depois de higienizar com soro, não gostaríamos de ter uma infecção durante a recuperação.

Dores musculares? Bom, esses eram bem complicados, alguns podiam se queixar tanto por dores internas quanto externas, nesse caso, a mistura de ervas diferenciava um pouco, cada óleo era algo diferente por mínimos detalhes, mas podemos considerar algo como menta ou eucalipto, elas produziam uma sensação prazerosa de refrescância no local da dor, aliviando o estresse e a tensão com uma massagem rápida e localizada.

Queimaduras? Ah, estas eram minhas preferidas, por demasiado era algo tão incomum para um ser como eu que vive, em tese, a maior parte do tempo na água; humanos conseguiam se queimar tão facilmente com as coisas que o tratamento era algo discrepante, tanto é que temos ai uma divergência no grau das queimaduras. Algumas você poderia dar apenas alguns analgésicos e mandá-lo fazer uma compressa quente com pano limpo. Mas os mais graves precisavam ser limpos, a carne danificada retirada do local e então feito uma atadura para manter a região em proteção contra infecções.

Ossos quebrados? Articulações deslocadas? Bem esses eram interessantes, eu achei legal que no livro eles indicavam certos aromas para aliviar a dor antes de remendar o paciente ou colocar os músculos/ossos no lugar, o que me fez pensar se em alguns tratamentos eles usavam drogas mais pesadas como alucinógenos ou coisa parecida, deveria ser uma experiência mais relaxante para o paciente… Ahem! Mas vamos continuar, esse tipo de problema era necessário mais do que mãos talentosas, e eu digo de cuidados por parte do mesmo e uma proatividade de manter a área afetada em repouso depois de engessar.

Vou poupar-lhe de outros detalhes e tratamentos, acho que já está bom o bastante para perceber que os mais clichês eu dei conta, mas não se engane em achar que deixei de fazer as lições de casa, ajudar a preparar medicamentos também fazia parte da minha aula. Remédios mais básicos para dor de cabeça, indigestão ou náuseas. Preparar soros, injeções e outras coisas mais.

Ufa! Foi um dia cheio, mas espero que a senhorita Shizuka ficasse orgulhosa, me manteria focada e evitaria perguntar muitas coisas, errar era imprescindível, mas viver à sombra de seu mentor também não era algo muito agradável para mim.


… Término do Aprendizado da Perícia (Parte Prática)...



Informações:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Remenuf
Designer
Designer
Remenuf

Créditos : 19
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 01/12/2017
Idade : 20
Localização : No seu coração

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 14:54


Post 20 - Treino 4/5

*** Alguns dias antes

Tomava um tempo pra acreditar em tudo que havia ocorrido, foram dois três dias? Mas voltava pro mesmo oásis, ainda no mesmo banho, e pela posição do Sol, no mesmo horário. - Cochilei e sonhei um pouco? - Não, não tinha como, pois estava vestida com o maiô da ilha paradisíaca. Eu não duvido que algo assim poderia acontecer, só não esperava que fosse comigo. - Aggy? - Como esperado sem resposta, e as suspeitas se confirmaram, podíamos nos comunicar graças ao anfitrião, Zeff… Que poder peculiar, mesmo nossas memórias foram compartilhadas naquele momento, e quando parava pra pensar conseguia me lembrar de tudo.

- Aparecer no vestiário, encontrar a sereia, convite de Shaanti para beber, a partida de Keijo contra a invejosa, me lembro de tudo, até mesmo… - Levava o indicador e médio até meus lábios. Por sorte estava sozinha, a vermelhidão no rosto era notável, e por mais que Ágda que tivesse se envolvido em sua maioria, por algum motivo parte desse sentimento permanecia aqui. - Tsk, que idiotice. Essa água já tá quente demais pro meu gosto, estragou o banho. - Irritada por motivo algum retirava o maiô e vesti o “kimono” vermelho. De volta ao dojo, dormi um tanto inquieta naquela noite.

*** Atualmente

Acordava, como de praxe, no susto naquela manhã, ainda não tinha me acostumado, e definitivamente nunca vou me acostumar com alguém mandando em mim, tão humilhante… No começo pensei só em ir embora, mas tinha uma aposta para ganhar e agora uma promessa a cumprir, com o passar dos dias foi se tornando aceitável.

“Mas o miserável parece estar no meu pé especificamente.”

Segui pelo deserto em silência, aproveitando a caminhada para esticar o corpo. - Você não tava brincando quando disse que ia me arrumar uma pedra maior… - Dava alguns chutinhos testando a dureza da rocha. - Insubordinação de ontem? - Tentava me lembrar de qualquer coisa que eu tivesse feito, mas não é como se eu fosse subordinada em primeiro lugar. - Não não, eu me lembro de ter feito todo o treino sem acochambrar.

[...]

- O que? Só por aquilo? Geez, eu pensei que seu senso de humor fosse um pouco maior. É sério isso? - Me senti completamente ofendida! Ele pode vagabundear o quanto quiser e agora vai ficar em cima de mim só porque a carapuça serviu? Tsk, ridículo. - Tá bem já entendi. Pode ficar tranquilo que a gente sai daqui antes do almoço.

Ignorava as ataduras e ficava de frente a rocha, encarando-a, sei que nunca a quebraria em um golpe só, não de mãos vazias pelo menos.

“Porcaria de treino” *SLAM

Começava a socar a pedra unicamente com o punho direito canalizando a única coisa que me dava forças e me trouxe até aqui, a raiva. *SLAM *SLAM *SLAM *SLAM *SLAM. Ver que a pedra mal se arranhava me deixava com mais raiva ainda, socava incessantemente e buscando cada vez mais ódio de dentro, não só pelo treino, mas por toda a situação, por mim mesma, de tudo que tinha acontecido, e em especial, do povo de Elbaf. - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! - Espancava o pedregulho sem pausa até o momento em que enxergava o vermelho na pedra, não havia feito progresso algum apenas estava sangrando pela mão.

Parava com aquilo, segurando o punho machucado com a outra mão e então. A respiração nem um pouco controlada, ofegante, olhava para baixo, com Zwluak na extremidade da visão, tive vergonha por mostrar essa forma patética, ao mesmo tempo me sentia extremamente injustiçada. Frustrada sentei na areia apoiando as costas na pedra ilesa, e pela primeira vez:

- Okay eu desisto. Você me puniu, satisfeito? Obrigada por mostrar o que eu não consigo fazer quando não tenho nem uma arma na mão. Não vou mais fazer piadas já aprendi a lição. - Começava a me levantar para ir embora

[...]

- O que? Você espera mesmo que eu quebre essa coisa? Não me viu tentando agora pouco? Eu não consigo okay?! - Meio emburrada desviava o olhar dele. Pensei que ele só queria derrubar meu ego, mas acreditar em mim? É mais tolo do que imaginava.

[...]

- - Não sabia muito o que dizer, por mais que ele me dissesse que eu estava fazendo errado, eu já sei disso! Sei que não usei a respiração ou qualquer merda assim… - Mas que diferença faria? Tenho treinado a dias e não mudei nada fisicamente como esperado, o que respirar faria de diferente?! Como diabos “manter a calma” seria melhor do que a raiva que me foi ensinada a usar como força esse tempo todo? Não! Foi meu ódio que nos tirou vivas de Elbaf, foi a raiva que nos fez sobreviver tantas lutas e guerras, o rancor dos anciões que nos fez sair do Novo Mundo inteiras, que nos fez sobreviver todo o caminho da Grand Line até aqui, e agora você quer que eu joguei tudo isso fora pela promessa de uma respiração mística? Isso é um absurdo!

Mas no fundo eu já sabia, sabia que algo tinha mudado durante o treino, não fisicamente mas algo em meu interior, havia testemunhado o poder em primeira mão, mesmo que inconscientemente, parecia ter algo a mais me energizando naquela partida de Keijo contra a falsa gigante.

[...]

- Certo… - Uma última tentativa. Sem falar mais nada pegava as ataduras e me posicionava novamente em frente a rocha. Enquanto enrolava o pano no punho começava a esvaziar minha mente. Era tudo muito mais fácil agora que tinha colocado todas as frustrações pra fora, nunca havia feito isso antes, nunca tive alguém pra fazer isso antes, mas no momento me sentia bem, como se um peso enorme tivesse saído dos ombros. Fechando os olhos respirei fundo, sentindo o calor, os raios de Sol penetrando minha pele que absorvia o calor, a brisa era leve, sentia o cheiro da areia, dos cocos que Zwluak tomava. Respirava profundamente mais uma vez, estava completamente calma, escutava apenas o som da folha abanando contra o vento, mas logo tudo se silenciou, ouvindo apenas meu coração pude sentir o sangue quente percorrendo por todo o corpo e levando o calor do Sol a todas as extremidades.

Podia ser imaginação minha mas escutava um som de ardência. No meu braço, não, em minha pele toda uma sensação estranha de mormaço, como quando se observa o horizonte do deserto e sua visão é distorcida, era a impressão que talvez eu sentisse se pudesse olhar pra mim mesma. Apesar disso, não era desconfortável, não, me abraçava e acolhia, pela primeira vez em muito tempo me sentia bem.

Subitamente tomava a melhor postura, fixa e imóvel, concentrando todo esse sentimento e sensação no punho direito, focando especificamente no centro, entre os dedos médio e anelar. Na distância de um braço socava a pedra em uma explosão de velocidade. - Haa!!! - Não tentava empurrar meu punho na rocha, não, apenas mantinha ele na distância de um braço com meu tronco parado, seria o mínimo de contato porém o máximo de transferência de energia, um golpe focado em um ponto só.

*Creck

Escutava um som como de rachadura, não tinha certeza se era minha imaginação, mas lentamente abria os olhos para averiguar, se era da rocha, ou de meus ossos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Inventário

Berries:
816.000

• Diário
• Pena
• Tinta
• Corda
• Troncha
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Wushu)
• Aprender a surfar
Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
Aprender Capintaria
• Compras no mercado (diário, tinta, pena , troncha e corda)
• "Kimono" (Top e Short)
• Prancha de Surf
• Perícia Carpintaria
• Maiô escolar e mochila de pelúcia ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
• 234k Berries


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Phantom Blood - Página 8 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 EmptySeg 22 Jun 2020, 20:41

 

Sky.

**CRECK!! Todos os ossos do punho de Sky foram trincados. 20 Post de descanso após o tratamento para recuperação total… O que? Tô falando sério... Tá, tá, foi só uma piada, povo sem senso de humor… u.u

>><<

- Mas quem falou pra você esquecer de algo, ou deixar algo pra trás o imundiça. - O loiro suspirava um pouco irritadiço. - Isso que dá ficar querendo meditar demais, começa a pensar coisa que não deve. - Zwluak sacudia a cabeça em negação fingindo estar emburrado, mas logo deixava escapar uma gargalhada abafada zoando de Sky. - A respiração e todo esse marasmo é essencial pra se desenvolver o início da "respiração mística". - Zwluak fazia aspas com os dedos. - Mas quando tu for braba mesmo nem vai precisar se concentrar, a energia do fogo irá fluir por seu corpo de maneira tão natural quanto respirar, e tu ainda vai poder usar todo esse ódio dentro de você pra deixar a respiração mais potente, apesar de eu particularmente sugerir que busque um psicólogo, se continuar tão carrancuda assim logo menos tu vai fica cheia de ruga na cara e cabelo branco. - Zwluak estava realmente aconselhando Sky… Apesar das palavras talvez não serem as melhores, mas seu olhar era de alguém bastante compreensivo.

**CRECK!! A gigante ruiva lentamente abria um de seus olhos, e tudo parecia exatamente igual, afastando o punho em contato com a rocha era possível enxergar uma rachadura pequena em formato estrelado com várias pontas, as ranhuras então se espalharam pela superfície rochosa como filamentos de raio retorcidos, e foram se aprofundando no cerne da pedra, até aquela rocha enorme se fragmentar caindo sobre si mesma e levantando uma nuvem empoeirada de areia com os pedregulhos caindo no chão. - COF!! COF!! COF!! Oporra! Que fumacê da peste. -

Zwluak tossia e abanava a areia que se espalhava ao redor de si, enquanto Sky não tinha os mesmo problemas afinal aquele nevoeiro mal alcançava os joelhos da gigante ruiva. - Não imaginava que fosse conseguir tão rápido piveta, você realmente me impressionou com essa. - Com a nuvem de areia se dissipando Zwluak sentava-se com as pernas cruzadas olhando para sua aluna aprendiz de baiana, ele sorria genuinamente alegre enquanto seus olhos brilhavam surpresos.

>><<

- É piveta, você passou, mas agora quero ver tu pôr em prática mas como…. - O loiro permanecia sentado dessa vez realmente meditando/pensando em algo. - JA SEI!! - Zwluak berrava de empolgação enquanto socava a palma aberta da mão esquerda com o punho fechado da direita. - Bora! Tu vai sair no braço contra os calango. - O mestre do deserto então se levantava batendo a poeira do quimono. - Mas se quiser a gente deixa pra amanhã e tu cuida dessa mão. - Zwluak esperava por uma resposta.

Era começo de tarde quando Sky conseguiu destruir a pedra, após várias e várias repetições, e sua mão não estava fraturada, então se ela quisesse deixar para outro dia a próxima etapa, Zwluak simplesmente voltaria até a praia e ficaria deitado tomando água de coco abaixo da sombra do coqueiro. E não iria mais a mente da gigante até o fim do dia.

>><<

De qualquer maneira Sky seria guiada novamente pelo mestre loiro grudento, mas dessa vez apenas os dois, e iriam seguir até o oásis onde Sky banhou-se nos últimos dias, de águas mornas que estragaram o humor dela...(vamos fingir que acreditamos)... Mas a icônica dupla de mestre e aprendiz preguiçosos seguia além da lagoa, caminhando por mais alguns minutos, logo era possível ver ossadas de diferentes animais sobre a areia, e os ossos pareciam estavam a muito tempo, pois não havia qualquer sinal de material orgânico além das ossadas.

Assim como a quantidade de lagartos aumentava, o tamanho de alguns deles era de quase 3x mais que o mestre do deserto, mas nem mesmo estes se aproximavam muito por medo da gigante, mas ficavam encarando a dupla friamente, acompanhando-os apenas com os olhos do alto de algumas dunas. - Chegamos piveta, esse é seu colega de treino, o maldito fica o dia inteiro deitado tomando banho de sol e dormindo, além de ter aprendido a respiração do fogo sozinho depois de eu ter dado uns cascudos nele por ter tentado atacar o dojo. - Zwluak apontava para frente, e ele estava um pouco zangado e parecia desprezar o indivíduo em questão pois o mesmo fica o dia inteiro deitado…

Sky poderia enxergar a sua frente um verdadeiro oásis por assim dizer, uma lagoa tão grande quanto um rio onde a gigante poderia facilmente nadar e mergulhar nele, com árvores altas com longas folhas verdes, a vegetação em volta também tinha uma coloração esverdeada bem marcante, grama alta cobrindo toda a borda do lago, a água cristalina reluzindo os raios solares. E deitado na grama, numa pose bem parecida com a de um certo loiro que usa quimono vermelho, estava um lagarto de pele verde escura, com dois chifres queratinizados saindo do topo da cabeça, braços grossos e cheios músculos como se fossem rasgar a pele, apesar de ter pernas curtinhas e até mesmo finas em comparação aos braços… Parece que até mesmo os répteis marombeiros pulam o dia de perna, e também o lagarto possuía uma longa cauda. E diversos outros lagartos de cor verde bem clara ao redor de si, provavelmente fêmeas.

Vendo a gigante se aproximar o réptil logo se colocou de pé, ficando um pouquinho mais baixo do que Sky, mas os "chifres" o faziam parecer maior, ele socava os punhos um contra o outro e parecia rugir querendo intimidar a gigante. - Divirta-se piveta se não aguentar o tranco pede arrego que eu salvo tua pele. - Zwluak estava sentado novamente com as pernas cruzadas, acenando despreocupadamente para sua aluna, enquanto os demais lagartos simplesmente o evitavam, mas não poderei dizer o mesmo sobre Sky, visto que alguns répteis menos literalmente a devoravam com os olhos.


Honua.

O dia de Honua fora bem cheio e corrido com a sirena tendo de lidar com diferentes pacientes, personalidades distintas, problemas variados, não havia uma fórmula mágica para resolver todos os problemas, mas sim inúmeros procedimentos que deveriam ser seguidos para os diferentes tratamentos serem realizado de maneira adequada.

Não havia sido um desempenho perfeito por parte da sirena que sem querer arrancava alguns gemidos doloroso e lamúrias de pacientes por "pesar" a mão em alguns momentos, mas Shizuka ficava ali o tempo todo para orientá-la, e assim maiores agravantes foram evitados, e com a prática os procedimentos se tornaram quase que automáticos e mais fáceis de se realizar.

- Não foi ruim para o primeiro. - Shizuka dizia querendo elogiar a sirena, apesar do semblante rígido permanecer congelado na face. - Você poderia trabalhar aqui como temporária, iria conseguir algum dinheiro. - A sugestão era sincera e a mulher agora olhava para Honua com um ar mais leve. - Se precisar de algo a mais ou quiser aprender outra coisa sabe onde me achar, ou te apresentar alguém mais apto a te ensinar. - A mulher iria esperar por alguma resposta antes de se virar e voltar para sua cabana.

É começo de noite a lua crescente já está subindo aos céus que por sua vezes estão mudando de azul escuro para o total negro da noite, algumas nuvens cobriam a luminosidade natural e ofuscavam as estrelas brilhantes.


Rim

Juri olhava fixamente para Rim com suas mãos apoiadas no colchão, os olhos rosados da mulher ficaram estáticos por alguns, piscaram duas vezes e… - Ngghh...PFFF!!! MWAHAHAHA MWAHAHAHA!! - Juri abraçava com força a própria barriga e parecia ter um ataque de risos, rolando de um lado para o outro com as costas apoiadas, balançando suas pernas para cima e para baixo fazendo os pés baterem no colchão algumas vezes. Após alguns segundos de gargalhadas malignas incontroláveis, Juri massageava a própria barriga, enquanto ofegava pela boca em meio às risadas, então a morena sentou-se novamente na cama enxugando algumas lágrimas abaixo dos olhos com os dedos indicadores. - Você realmente tem bolas Rinrin. - Juri se apoiava com as mãos na cama e saltava até o colchão, indo até o lado do celestial e o envolvendo pela cabeça usando o braço, fazendo Rim ficar com o rosto colado em sua cintura. - Eu adorei essa sua determinação e jeito de pensar. - E numa demonstração de carinho Juri cerrava o punho e começa sal esfregar contra o topo da cabeça de Rim, o que além de causar um pouco de dor lhe bagunçava os cabelos. - Mas é melhor você não ser só conversa, ou então vou acabar com raça. - Juri se desvencilhava dp celestial e agora sorria de maneira muito meiga com seus olhos brilhando num ar de fofura.

>><<

Em meio às broncas motivacionais de seu coach espiritual Rim passou alguns dias seguindo o mesmo treino, subindo e descendo montanhas cada vez maiores, seu pequeno corpo já não sofre mais tanto com as baixíssimas temperaturas, além de parecer mais fácil de se respirar ali, os músculos logo se tornaram rígidos como se estivessem sempre contraídos, e o celestial sentia seu interior e exterior se tornando cada vez mais resiliente, a cada passo dado, a cada montanha escalada, deixava Rim mais próximo de tornar-se uma montanha.

As quedas ainda aconteciam principalmente por culpa da mestre Korra que era muito criativa e parecia ter muito tempo livre para atazanar seus pobres e frágeis alunos, com travessuras e sustos para derrubá-los. Porém além de Korra o celestial havia conseguido um novo fã de suas performances em queda livre, o icônico notando o progresso do celestial passou a sabotá-lo, pulando sobre pedras, derrubando neve, tudo para depois começar a gargalhar no linguajar dos cabritos. - Béé hé hé hé! - Ele até mesmo mudava a entonação de sua risada para algo mais malicioso nas poucas vezes que conseguia sabotar o celestial de maneira efetiva.

>><<

Numa bela manhã nevada tão fria como todas as outras. - Bom dia coelhinha!! - **onomatopeia de um tapa sendo bem dado na parte interna da cocha** - Suas perninhas ainda parecem tão magricelas, desse jeito não vai sair daqui nunca. - Korra sorria perversamente e apertava com força nos dedos apenas para causar um pouco mais de dor em seu aluno, que mesmo com a resiliência adquirida ainda não era páreo para o aperto sádico da mestra da montanha. - Certo, coelhinha agora você vai subir aquelas montanhas sem usar as mãos, se precisar de ajuda posso amarrá-las bem firme nas suas costas, e não se esqueça de fazer muitos agachamentos. - Korra sorria de maneira maléfica deixando nítido que havia segundas, terceiras, e sabe se lá quantas intenções ocultas naquele comentário.





____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Phantom Blood - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 8 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Phantom Blood
Voltar ao Topo 
Página 8 de 12Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11, 12  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: South Blue :: Arquipélago Wushu-
Ir para: