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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Blood

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MensagemAssunto: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyQua 22 Jan - 14:14

Relembrando a primeira mensagem :

Phantom Blood

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kauwela Honua, Ágda Skyblazer e Masaki Rim. A qual não possui narrador definido.


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyQua 12 Fev - 19:54


A indireta era tentadora porém de apertar o coração, minhas asas são livres é meu espírito se encontra em uma jornada cujo o rumo não selou seu destino final e dizer que ficaria sobre esses domínios alegrando os constantemente seria o mesmo que bajulá-los com mentiras de apresentadores amadores com cifrões nas órbitas oculares. Taekwon Island, especificamente falando em Snow City me parece um ambiente promissor para buscar pessoas dispostas a ficar em meu lugar, se eu ao menos convencê-las em um diálogo amistoso entre  irmãos de profissão.

O chá não era agradável,mas meu paladar já conhecerá coisas mais grotescas e medonhas para não conseguir apreciá-lo sobre os cuidados deste velho senhor, viraria em pequenas coladas para não provocar meu estômago e procuraria petiscar alguma coisa se houvesse essa possibilidade:

Acredito que sim, por isso tenho que passar por lá para resolver umas coisas,garanto que no final será benéfico a todos.Aliás dizem que você sabia tocar,por acaso ainda teria esse instrumento em sua posse?Gostaria de dar a ele uma nova jornada gloriosa se me permitir levá-lo e fazer jus a suas expectativas para que não venha a se arrepender Terminaria com uma última golada suave limpando os cantos dos lábios com um guardanapo ou papel tendo que me contentar com a língua na ausência dos demais erguendo meu corpo com um leve enrijecer das pernas referenciando em profundo agradecimento orando minhas palavras de forma melodiosa:

Agradeço pelos cuidados irei me encaminhar para um alfaiate, preciso de roupas quentes e aconchegantes para combater a diferença de temperatura que estará prestes a me advertir. Aceito recomendações se tiver uma em mente pouparia me é muito de uma longa caminhada.Escutaria o que pudesse e acenaria com a informação alisando minha bainha com carinho ao sair porta afora tendo todo o cuidado para ela não bater na trajetória.

Atravessaria novamente por essa estrada aconchegante procurando por um estabelecimento que agradasse meus gostos visuais, seguindo a recomendação se houvesse se pronunciado me destacando por vestimentas grossas e bem agasalhadas em um conjunto completo desde uma sutil touca até um moletom bem formado de pele quentinha ou algodão almofadado. As roupas podiam ser simples mas não muito casuais para não ser vítima de olhares revoltosos dos nobres residentes cuja personalidade não analisará.Um artista deve sempre causar uma primeira impressão destacável pois muitas vezes ela é que definirá todo o resto.

Adentraria o recinto de maneira suave, se houvesse um mostruário ou os trajes estivessem a disposição para serem analisados pegaria os um por um vendo os tamanho e proporções para saber qual melhor se destacaria com meu corpo e não ser ofuscado totalmente pelas minhas asas angelicais.Ficaria palpitando ali é aqui separando uma pilha para que pudesse escolher entre as melhores aguardando ser atendido como um bom samaritano:

Prazer, pode me chamar de Rim é sim gostaria de ajuda, estou a visita na ilha com o meu Pai e estamos procurando umas roupas que melhor se adequam ao clima nervoso e gelado de Snow City e seja ao mesmo tempo requintado a um preço acessível.Deslizaria o indicador por toda a extremidade da bainha começando a falar com ela espontaneamente:

Estou certo que encontraremos as roupas aqui pai,não precisa se preocupar.Hmmmm,algo que simboliza o sol?Parece interessante,você sempre tem as melhores ideias, mas talvez eles não tenham esse tipo de adorno ou bordado….Cor? Interessante acho que assim podemos chegar a algo.Voltaria minha atenção ao atendente procurando parecer fofo e carinhoso:

Meu pai acredita que um visual radiante seria a melhor opção, por acaso teria algo com essas definições em estoque? Analisaria todas as opções,caso fossem poucas levaria um conjunto que melhor se destacasse do contrário ficaria um pouco mais para discutir a respeito da transação e preços assim como negociar serviços adicionais em troca da seda é averiguar se outros produtos também eram vendidos no recinto ao ponto de serem igualmente úteis para meu deleite.
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptySex 14 Fev - 12:27




O senhor parecia não estar muito satisfeito com Rim ainda pretendendo seguir para a outra cidade onde os mais ricos e abastados se localizavam, mas também podia entender a decisão, pois ela também já havia sido um artista itinerante um dia e sabia que a inspiração não poderia ser encontrada sem experiência e por isso nada disse para mudar as ideias da jovem.

- Certo, certo. Disseram é? Hahaha, aqueles linguarudos. Sim, Sim eu ainda possuo meu antigo companheiro. - O velho se levantou abandonando sua xícara de chá já vazia em cima de vários papéis que cobriam a mesa de centro e sumiu em um cômodo mais interno da casa ao qual Rim não tinha visão e de lá retornou com um violão de madeira clara que diferente de todo o resto da casa estava limpo e muito bem cuidado. As cordas pareciam novas, a madeira estava pálida e seca e não só isso, como também estava afinado… Muito embora Rim talvez não fosse capaz de discernir isso no momento. - Então….. - os olhos do velho se estreitaram um pouco. - Isso quer dizer que você sabe tocar? - A entrega do violão dependerá obviamente de quão convincente a resposta de Rim soasse naquele momento, pois o velho a sua frente se recusaria a entregar sua amada a um jovem inexperiente que não soubesse como tratar uma dama, ainda que não fosse pedir uma prova real das habilidades do jovem aceitando a sua palavra quanto ao assunto.

(Espaço para a conclusão da entrega ou não do violão, sua decisão é mentir ou não pro velho.)

Já na porta Rim preparava-se para voltar a cidade, de lá o senhor gritou para ele após o mesmo ter dado alguns passos. - Ei… Garoto. - A voz do homem era agora mais firme e ele até mesmo havia discernido com perfeição que Rim era mesmo um garoto. - Quando voltar, me avise. Irei vê-lo. - Dito isso se voltou para dentro de sua casa enquanto Rim seguia seu caminho.

Nesse momento havia parado de chover, mas por estar caminhando por entre as árvores ainda lhe fora necessário o guarda-chuva para se proteger dos constantes pingos que choviam sempre que o vento balançava a copa das árvores.

>><<

- São muitas exigências para uma única roupa não acha garotinha? - Estranhamente a pessoas que chamava Rim de garotinha não tinha como ser muito mais velha que ele próprio, inclusive não seria de se espantar que fosse na verdade mais nova, pois não possuía nem mesmo mais altura que Rim. Tinha os cabelos pretos e lisos na altura dos ombros com um corte reto e uma franja que alcançava as suas sobrancelhas finas. Seus olhos redondos e azuis se concentravam em Rim analisando-o e então demonstrava dúvidas em suas palavras. - Garotinha? - Sua cabeça inclinou-se para o lado enquanto observava a jovem a sua frente com dúvida no olhar, mas por fim deu os ombros e endireitou a cabeça antes de sair detrás do balcão em direção a uma prateleira à direita de Rim.

Enquanto a jovenzinha seguia para a prateleira Rim começava a conversar com seu pai o que fez com que a jovem novamente se virasse para ela e começasse a observar transformando seu semblante em um tipo de careta como aquelas de quem pensa: "ótimo, mais uma maluca… É meu dia de sorte."

- Ehhh… Certo… Seu pai… Bem.. Temos casacos de cores bem vividas se é isso que procura. Casacos para frio costumam não possuir estampar ou muitos adornos, já que já são naturalmente volumosos. Não vou ter nada com buraco para asas…. Mas a vovó pode customizar um se você quiser.

Conforme a garotinha explicava ela tirava alguns casacos da arara existente na estante. Amarelos, Laranja, Rosa. Tinha alguns de puro branco. Todos eram casacos pesados feito de um tecido costurado em gominhos e todos possuíam capuzes. - Tenho outros modelos, esses são feitos com espuma que impede o vento de passar, mas tenho alguns feitos de pele e forrado com lã de ovelha, mas não são tão coloridos. - Explicou. As calças ai acredito que as de algodão com lã de ovelha irão lhe atender e tenho botas de couro também forradas com lã.

As roupas possuíam todas marcações de preço e a jovem ia soltando-as em cima de mesas de madeira conforme tirava de onde estavam penduradas. Ali Rim conseguia ver o preço. O casaco custa 50k, as calças 30k assim como este também era o preço das botas de couro.

>><<

A terra tremeu! Caidas sobre o solo rochoso estavam ambas. Para uma delas era só mais um dia, já para outra…. Bom, talvez Honua já estivesse mesmo se acostumando a sensação de queda depois de ter sido jogada tantas vezes.

Era um novo começo, um que talvez fosse muito mais do agrado de Honua e também era uma oportunidade maravilhosa para Ágda que agora finalmente podia conhecer uma sirena a qual antes não havia tido chance.

Bem… agora talvez elas precisassem de mais alguém para carregá-las para frente visto que considerando as suas personalidades era mais provável que ambas ficassem apenas ali sentadas por longas horas penteando o cabelo uma da outra, fazendo as unhas, ou talvez conversando e apostando qual delas era mais maluquinha, mas felizmente havia esse nobre e bravo ser responsável e ele não era ninguém menos que Sebastian…. Bem…. Ele na verdade não existia, sequer estava ali, mas mesmo assim tinha mais juízo que a dupla de amigas que se formava.

E assim com uma dinâmica 1000% melhor elas voltaram a avançar, Honua já não sendo mais uma sacola a ser carregada tinha agora um trajeto muito mais próspero em seu futuro escrito nas estrelas.


>><<

Se formos ser justos… O homem em nenhum momento precisaria ser chamado, pois ele estava ciente da presença da dupla muito antes delas sequer chegarem ao seu campo de visão, mas mesmo assim optou por permanecer parado.

Ágda se aproximou do lago o suficiente para que Honua pudesse saltar e naquele momento se possui-se uma placa para dar uma nota era quase certeza que o faria. A sirena por outro lado não encontrou o mais fácil dos caminhos para se aproximar do homem que continuava a ignorar a dupla enquanto meditava.

Por outro lado sutileza não era bem um dos sinônimos que poderiam ser utilizados para descrever a giganta e seu berro logo fez o mesmo que seu bumbum… Vulgo, o chão tremer. Ondas se propagaram da margem empurradas pelas ondas sonoras do berro da gigante, mas nem mesmo isso adiantou.

Honua então começou a tentar se aproximar do homem com a intenção de tocá-lo, mas a correnteza era forte demais e mesmo uma sirene como ela não possuía a destreza, nem o vigor físico para superar a força da cachoeira.

Finalmente quando estava prestes a desistir o homem abriu os olhos, nesse momento muito da pressão sentida pela Sirena desapareceu. - Bem vindas. - A voz do homem não era alta ou mesmo gritada. Ele simplesmente havia falado normalmente e não só Honua dentro d'água havia ouvido como também Ágda a vários metros de distância - Eu me chamo Xinzo. Estou aguardando o retorno da Unificadora enquanto fortaleço o meu espírito. - O homem então descruzou as pernas levantando-se contra a força da água. - Também estou em uma busca. - Ele deu uma passo atrás e sumiu por trás da cortina de água.

- De pessoas valorosas. - Nesse momento ele falava ao lado de Ágda já na margem do lado a 15m de distância. - Para passar os ensinamentos espirituais de minha mestra.

Ele começava a andar para longe em direção as pedras mais próximas as árvores. - Me acompanhem. - Seu tom era plácido, sereno e sem qualquer perturbação e mesmo assim continuava a superar o som estridente e ininterrupto da cachoeira.

- Gostaria de ouvir a história de Wushuya? A maior de todas as mestras, que uniu nosso povo e deu origem aos valorosos caminhos? - Ele volta a se sentar, mas agora sobre uma pedra polida próxima às árvores.




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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyDom 16 Fev - 12:12


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

Nem mesmo com toda minha velocidade eu conseguia chegar até o homem na cachoeira, imaginei que com aquele urro tão retumbante de Agda ele ao menos fosse ao menos sentir um incômodo nos ouvidos depois de momentos tão quietos. Mesmo assim, continuei prosseguindo tentando lutar contra a correnteza, era uma enorme dificuldade que encontrava por ali, mas precisávamos falar com ele para chegar até um vilarejo ou então teria que ouvir mais meia hora de ADP de Sky, por enquanto estaríamos bem já que, se elas dividiam o mesmo corpo, Agda estaria mantendo-na guardada em algum lugar dentro daquela cabecinha, só esperando para acordar., poderia ser a qualquer momento, ou havia algum tipo de gatilho?

Emergia quando ouvi aquela voz, a pressão do lugar tinha baixado um pouco, tinha sido o homem? Muito provavelmente, se ele estava conseguindo emitir uma aura tão densa e intensa deveria estar mesmo em um momento de muita concentração, portanto, me senti um pouco enxerida atrapalhando-o em um momento tão particular, mas quem sabe ele pudesse me ajudar a entender melhor esse modo de melhorar o “Eu” espiritual.

- Unificadora? Ela deve ter demorado um bocado, seu espírito está tão [...] Intenso - Fazendo um breve comentário, falei baixo, não esperando que ele ouvisse, mas a julgar pela estranha voz parecer surgir de todos os lados, não duvidaria que conseguisse ouvir tão bem quanto o bater das asas de um pássaro ao longe, mestres de kung fu fazem isso não é?

Curiosa sobre suas habilidades, não pude deixar de ficar me perguntando o tempo em que ele esteve ali, ou os tipos de treinamento que tem feito debaixo da cachoeira: Impressionante. Olhei Agda quando o homem pediu para acompanhá-lo, seria uma boa ideia? Talvez, mas não perdi muito tempo me questionando sobre isso, já que não consegui sentir nenhuma maldade no ar, apenas a mais pura energia.

[...]

- Uuh! Adoro uma boa história, essa parecer se interessante né Agda? - Sinalizei para que a gigante também viesse, se já não estivesse a encalço - Entãããããão, por um acaso, essas pessoas valorosas de que procuras, hipoteticamente como eles seriam? Digamos que eu hipoteticamente estou interessada em aprender um pouco mais em como você faz … Isso - Apontei pros arredores, querendo indicar sobre a tal pressão exercida antes, diria isso é claro, ao término da história.

[...]

Caso nos indicasse o caminho para um vilarejo, seguiria com a gigante até lá sem muito mais perguntas, apenas pensando em como era magnífico todo aquele poder.

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyQua 19 Fev - 1:32


Post 6

“Ué”

O salto dela foi tão legal mas a natação é meio fraquinha pra não vencer a correnteza, hmmm, será que sereias não nadam bem em água doce? Acho que isso é algo que eu tenho que perguntar depois… Não, na verdade mesmo eu consigo perceber que era uma pressão vinda do homenzinho. Ainda assim, não parecia maligna e eu muito menos me senti ameaçada, isso era algo bem estranho pra falar a verdade, acho que nunca encontrei alguém assim, que conseguisse demonstrar poder sem ter hostilidade. Isso provavelmente vai me deixar pensativa por alguns dias.

- GAH!!!

Me assustei com sua habilidade de teleporte, mas que diabos é isso? Dois passos para trás foi a mínima das reações, à medida que me assustei com sua fala sobre buscar pessoas de valor. Eu sabia que não tinha algo estranho, esse velho quer nos vender por dinheiro! A Sky me disse uma vez para evitar o mercado negro justamente por esse motivo, disse que nós éramos muito caras. Mas a continuação de sua fala parecia contradizer essa ideia.

Ah, alarme falso. Escute o que as pessoas têm a dizer primeiro Ágda.

***

- Passar conhecimento?

Olhei com um sorriso meio constrangido para Honua.

- Nossa cabeça é grande mas eu não sou muito esperta pra aprender essas coisas… A Sky entenderia mais fácil.

Ainda meio relutante peguei a sereia e segui o velho, o máximo que ele poderia fazer comigo seria deixar minha cabeça confusa eu imagino. Além do mais, tinha uma pergunta que eu precisava muito fazer pra ele.

***

Coloquei Honua no chão próximo ao homem e procurei um espaço amplo para sentar. Desta vez já não chegava mais a gritar, talvez a voz clara do homem em meus ouvidos me acalmou um pouco.

- Senhor Jinzo… O que seria uma Unificadora?

Escutava com atenção sua história. Eu adoro uma boa história, me lembra quando nos sentávamos na fogueira à noite, contando as lendas antigas e como todos morreram gloriosamente.

- Woaaah, ela parecia uma pessoa e tanto, gostaria de encontrá-la algum dia. E o que são esses caminhos? Eu não entendi.

***

- Hmmm, última pergunta.

Eu tinha que tentar né? Ele parece saber bem a história da ilha, se alguém souber de algo tem que ser ele.

- O senhor sabe de alguma relíquia lendária perdida a muitos anos e escondida nessa ilha? Alguma lenda, alguma coisa? Algo como… Um barco lendário ou talvez uma arma especial.

Talvez nós tenhamos que procurar mais pela ilha

- Poderia nos falar mais sobre a ilha em si então? Digo, em relação a localizações importantes no mapa, o quão longe e em que direção.

Eu podia não ser a melhor em questão de inteligência, mas a Sky ficou alguns longos anos me ensinando a como não nos perder, tenho confiança na minha capacidade de esquematiza um certo mapa na minha cabeça usando essa cachoeira como um ponto central.

- Foi divertido conversar com o senhor. Podemos voltar aqui de vez em quando? Na próxima eu conto sobre a história do Ragnarok. Hehe.

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma / Estou usando a Cifra de César de 3)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir
• Nova Amiga

• Genialidade
• Mau Humor

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyQua 19 Fev - 19:31


Convencê-lo seria uma atividade complicada e mentir a melhor e mais fácil das opções, mas como poderia eu profanar palavras falsas para o senhor que a pouco me ensinara e demonstrará tamanho apreço e entusiasmo sem perder se a cobiça e exigir me o equivalente? Fazendo tudo a troca de meu próprio deleite ouvindo a música criada graças a sua aura benevolente. Não! Uma alternativa se faz necessária  a situação e para que seja sucedida deverei ser bem persuasivo e seletivo com minhas palavras e utilizar  do meu encanto em uma das suas maiores provações.

Aposentado ou não o instrumento era quase ou possuía os mesmos cuidados e atenção que me proponho a minha lâmina ancestral, um objeto cuja a importância e preservação poderia me tomar a vida de bom grato contanto que sua segurança e bem estar permanecesse intacta e esse item de grande significado era agora oferecido a mim um mero estranho apenas se me provar qualificado:

Tocar o coração das pessoas e o que faço de melhor, meus dedos são incapazes de trazer a tona a mesma melodia satisfatória que era capaz de proporcionar mas buscarei a qualificação dia após dia para corresponder com a tranquilidade do seu espírito e alma dessa amada. Todos os instrumentos possuem vida própria ao meu ver é mesmo sobre uma rígida e restrita limpeza e higienização, aquilo que a faz sentir que seu propósito está sendo realizado deixa de estar sendo praticado. Gostaria de dar a ela a oportunidade de se erguer novamente e conhecer a fama que poderia alcançar e acredito que também deseje um futuro melhor para com sua companheira.

Utilizava de palavras carismáticas, repletas com minhas crenças e misturadas com o alto entendimento que possuía sobre pessoas e seus ofícios, se um carpinteiro gosta de um barco logo ele a trata como sua amada mulher e esse raciocínio prova-se repetido para os músicos,lojistas,espadachins e demais profissões ou hobbies a qual tenho reparado em minhas viagens.Tratá-la como uma bela dama que ele acredita que seria e demonstrar que posso e irei garantir mais do que ele seria capaz ao momento me parece uma ótima solução.

Após isso eu havia partido, mesmo com o cessar da chuva as águas mantiveram se em queda livre devido ao estoque sobre as folhas das árvores que caíam com o auxílio da gravidade de uma forma natural que me deixava feliz sem saber de certo o motivo. Toda essa caminhada me trouxera para a situação que agora me encontro com conjuntos de roupas duas vezes mais caras do que o orçamento que possuo em meus bolsos.

Cento e dez mil berries!? Céus!Que o sol me agracie com moedas tão reluzentes quanto o seu brilho pois o valor é tão quente que me deixaria falido e ainda devendo as cuecas para reembolsar as minhas dívidas,mesmo um desconto me parece uma trilha insuficiente visto que ninguém em plena consciência daria suas mercadorias por um preço que tão pouco daria lucros pelo seu material:

Bom... moça eu não tenho todo esse dinheiro, mas estava precisando mesmo de bons trajes para me aventurar em Snow City.A arte me chama e para ganhar eu tenho que gastar mas os gastos vão além daquilo que posso pagar.Coçaria a parte de trás da orelha meio envergonhado, me refugiando ainda em seu diálogo buscando por uma sombra de esperança em minha espreitada,do contrário deverei procurar por serviços sozinho:

Será que não poderia trocá-los pelos meus serviços? Sou ótima para atrair pessoas e alegrar multidões visto que minha vida baseia em trazer sorrisos, posso apresentar me em frente ao seu estabelecimento para reunir indivíduos ou até mesmo usar o dinheiro arrecadado para pagar a minha conta. Se isso for inconveniente ou até mesmo impróprio a seus ideais, aceito sugestões assim como estou aberto a oportunidades.

Aguardaria por uma resposta para tomar uma decisão,não revelando meu gênero deixando a acreditar na sua própria dedução.
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyDom 23 Fev - 10:40




Xinzo começou então a contar a história da Unificadora. A qual a dupla veio a descobrir ser a mulher chamada Wushuya. Ouviram sobre o passado distante onde o arquipélago não era Uno, sobre suas guerras e disputas de poder e sobre a valorosa jornada daquela mulher que galgar degrau a degrau a posição de mestra de todas as artes. A lenda de Wushuya descrevia uma mulher poderosa, gentil e sabia a quem foi atribuída o dever da imortalidade e aos seus seguidores o dever da prosperidade e do cultivo para que um dia, quando o mundo precisasse, eles estivessem prontos.

- Ela nos deixou seus ensinamentos e o dever de prosperarmos e então também nos deixou em busca do seu próprio dever. Acredito que está agora em algum lugar fazendo o mesmo que fez para nós, ajudando outros a superar as adversidades e alcançar a iluminação. - Sua voz pacienciosa explicou calmamente toda a história e aos poucos respondia muitas das perguntas que a dupla possuía.

- Nas três principais cidades, três principais mestre e os três principais estilos, mas todos vindos do mesmo coração. Wushu! Aqueles que busco são aquelas pessoas que consigam dominar a base de todas as artes a respiração Wushu para então algum dia serem capazes de alcançarem suas próprias respirações e aspirações.

Ele levantou-se ficando em pé acima da pedra. - A calma. - moveu suas mãos e Honua veria claramente algo que não teria imaginado ver sendo feito por um humano, a água começava a fluir com o movimento dos punhos daquele homem, a garoa que antes caía agora se acumulava como correntes ao redor dos grossos punhos daquele humano. - O Impeto. - Sentiram imediatamente uma pulsação, como se a atmosfera úmida e fria houvesse simplesmente mudado, uma onda de calor pulsou dos punhos do homem em um movimento de soco realizado para frente fazendo com que a água antes acumulada se dispersasse e virasse vapor de água enquanto passava em ondas de vento pela dupla. - A determinação. - Seus pés giraram sobre a pedra, apenas poucos graus torcendo-se um para cada lado como se para firmar-se em uma base melhor, mas neste momento a pedra rachou de seu topo até sua base em um corte quase reto.

A postura dele então se encerrou e ele desceu da rocha caminhando em direção a dupla. - Cada pessoa se adequa melhor a um caminho, a um dos mestres, a um dos arquipélagos. Água, Fogo e pedra. Wushu é o ar em todos nós e é este que poderei ensinar caso seus corpos estejam preparados. Unam estes três elementos. - Ele juntou as mãos entrelaçando os dedos. - E vocês terão o mesmo que a unificadora fez por nosso país, isto certamente lhes trarão benefícios em suas jornadas futuras. - Seus olhos então viraram-se para Honua. - Sinto em você o caminho da água. - Olhou para Ágda. - Talvez fosse de se esperar que os gigantes pertencessem a pedra. - Ele sorriu como se percebesse uma contradição. - Mas a fogo queimando em você. - Fez uma pausa. - Achem a pedra, treinem seus corpos e suas mentes. Superem as adversidades da ilha e retornem a mim que lhes ensinarei então, se estiverem prontos.

Ele dava indicações então para a cidade mais próxima Leaf Town, mas desculpava-se com Ágda. - Não encontrará qualquer uma destas coisas aqui, mas sinto que poderá forjar um caminho mais sólido para alcançar os seus objetivos futuros, fortalecer seu corpo, sua mente e conquistar aliados. Assim como o arquipélago, assim como as respirações, está também é uma trindade.

><

Uma hora de caminhada depois, ainda com chuva embora está mais fraca estariam se aproximando dos portões da cidade, donde viriam dois guardas parados que revistam algumas pessoas que ali estavam chegando.

>><<

O violão havia sido entregue a Rim, este estava envolto em uma capa preta enlonada, o interior era forrado com lã de ovelha o que ajudava a tornar o interior ainda mais isolado e até mesmo quente impedindo assim o desgaste acentuado da madeira e das cordas do instrumento. Antes da entrega o velho teria segurado Rim por outros quinze minutos enquanto dava instruções cuidadosas sobre a preservação da peça.

><

- TSK. Um pobretão. - A jovenzinha de cabelos negros virava-se começando a guardar novamente as roupas. - Você não deve ser um artista muito bom se está com tão pouco dinheiro. - reclamou ela baixinho.

Rim no entanto desejava realmente adquirir as roupas e se oferecia para prestar serviços em troca do valor faltante, a jovenzinha levava um dos dedos a boca enquanto parecia ponderar a ideia. - Qual seu nome mesmo? …. - Certo, então Rim. Quanto você tem? - 10. - Esperaria Rim perguntar 10 oq antes de continuar. - Se 10 clientes comprarem algo aqui e derem o seu nome como referência eu lhe vendo por esse valor. Ou de um jeito de conseguir o dinheiro.

>><<

Entraram na cidade não muito depois. Logo na entrada foram informados pelos guardas das leis locais, principalmente sobre a proibição do uso de armas e que até mesmo uma vassoura se usada como arma seria passível de punição.

Neste momento Rim que estava saindo da loja poderia enxergar a dupla… Bom, na verdade todos próximos à entrada havia parado para olhar a dupla e quem poderia culpá-los? E era assim, que em um espaço tão pequeno havia agora três raças raras. A chuva havia parado, o ar estava úmido e pelas valetas nos limites da rua a água ainda corria.

Como cada um deles faria para cumprir sua missão? Ou teriam eles sequer despertado interesse em aceitar as propostas que lhes eram dadas?

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyDom 23 Fev - 21:29


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

Ouvir sobre os mitos e lendas que fundaram determinado lugar sempre me dava água nos olhos, a maioria das vezes eu não estava debaixo d’água para que elas se dispersassem, mas como toda e qualquer história épica de origem, aquela parecia muito dizer sobre o lugar em que estávamos, até pouco tempo atrás apenas às coisas que tinha ouvido falar daqui eram boatos da política fechada e restrita quanto ao uso de armas e sua riqueza de matéria prima e recurso quando o assunto era contato espiritual, quero dizer, o homem conseguia suportar uma queda d’água imensa como aquela com apenas as costas, já seria motivo o bastante e suficiente para me fazer acreditar que os boatos eram verdadeiros, mesmo vindos de meros marujos que tampouco tiveram pachorra de desfrutar do pouco que esse local poderiam proporcionar.

Não obstante, jamais julgá-los-ia pela ignorância, ainda mais quando o que tinha me guiado por aquele caminho tampouco poderia ser visto por qualquer um não é? Conseguia acompanhar a sua linha de raciocínio, ainda um pouco preocupada de Ágda estaria à par de toda aquela história para que pudéssemos explicar a Sky depois tudo o que houve, iremos arranjar um jeito de fazer com que elas se falem o quanto antes.

“Três cidades, três mestres e três estilos, ok anotado” Repetidas vezes a citação voltava à cabeça, estava anotando Honua? Certo, não tinha nem a ousadia de tentar contestar aquelas palavras, quaisquer dúvidas que pudessem surgir como finalidade para toda aquela jornada já me eram respondidas no instante da demonstração, impossível! Ele também era capaz de dominar água com os punhos, seria o [...] Karatê Tritão? Algo diferente? Surreal como aquilo não me passou fácil pela goela, achei que só nós fossemos capazes de aprender tal estilo, por causa da maior afinidade com a água e essas coisas mais.

Admirada com aquela demonstração, parece que eu tinha então encontrado um novo objetivo para partir em busca naquela ilha, o que antes eram apenas caminhadas pelas áreas florestais caminhando e colhendo amostras, no máximo pegar alguns livros e consultar o meu mantra em alguma casa ralé por aí tinha se tornado uma jornada de autoconhecimento seguindo os ensinamentos de uma mulher poderosa que ajudou a consolidar essa grande terra no passado - C-Certo [...] água, hmm conveniente -

[...]

- Ok então recapitulando [...] - Diria ao fim da trilha ao encontrar a cidade, não passamos por adversidades no caminho o que nem me preocupou o bastante, na verdade, toda aquela volta teria sido em um piscar de olhos enquanto ainda tentava digerir toda aquela enxurrada de informações - Temos Água e você Fogo, cada uma deve ir procurar um mestre do arquipélago e depois voltar lá, espera você anotou a placa de volta? Não importa, esse não é o maior dos nossos problemas, não temos a Pedra! Ágda, estamos sem a pedra o que faremos? Temos que encontrar alguém! - Segurava-a no rosto, erm bem, meu enorme abraço fosse capaz apenas de contornar seu queixo, mas estava eufórica, deveríamos partir cada uma para um lugar e depois tentar a sorte encontrando alguém no arquipélago restante? Talvez fosse a melhor chance que teríamos, ele disse algo sobre a calma, talvez fosse importante tê-la agora, vovó saberia como manter a cabeça nesse tipo de situação.

A vovó! Ela saberia como me ajudar a encontrar esse tal mestre, talvez nem fosse tão difícil, quem sabe pudéssemos pedir informação para um daqueles guardas que vieram logo ali nos revistar não é? Não somos homens, não usamos só um mapa - Erm, com licença senhor! Eu e minha amiga aqui estamos em uma busca pelos mestres do arquipélagos [...] Saberia nos dizer onde encontrá-los? Ou então, só nos ajude a localizar onde fica cada qual que já está de bom tamanho - Com um sorriso forçado, era um pouco constrangedor ter de perguntar isso, talvez fossem pensar que éramos doidas ou algo assim, mas quem sabe nem tanto não é? Afinal, foi dessa lenda que foi fundada a cultura da ilha, até mesmo isso de não poder transitar por aí portando armas.

[...]

- Então … É aqui que nos separamos? Com esses caminhos, ainda temos que encontrar a pedra, mas e depois? Cada uma segue rumo no próprio caminho e nos encontramos aqui no fim de tudo? Parece um bom plano, quer ajuda para explicar tudo isso à Sky? por falar nisso, como vocês duas se comunicam? É através disso? - Disse apontando para o “fuck you” (eu te amo) marcado no braço da gigante - É meio, doloroso, se acertar alguma veia pode acabar se machucando, eu posso fazer uma pomada com ervas se quiser e te dar antes de partir, assim não fica manchas ou marcas na pele - Que coisa mais louca, por qual motivo elas faziam isso se poderiam simplesmente, sei lá, escrever em uma folha de papel? Era assim que toda essa coisa funcionavam? Se comunicavam periodicamente através de mensagens quando alternavam?

No fim das contas, caso os guardas tivessem nos guiado caminho, seguiria até o arquipélago desejado, tentando encontrar alguma mapa em uma loja de conveniência qualquer para poder me guiar se ainda fosse preciso. Se apontada a localização dos mestres seria fácil já imaginar uma rota até lá, mas caso não, deveria dar por mim mesma assim que chegasse lá, enfim, não é bom ficar pensando nesses problemas agora, uma coisa de cada vez não é? Talvez um luz pudesse me guiar novamente, caso contrário, a vovó saberia como agir com sensatez nessas situações, só me preocupo como seria como Ágda tendo que lidar sozinha com tudo aquilo e ainda explicar para Sky como isso poderia ser benéfico para ela, já que essa mulher só movia um dedo se fosse do seu interesse fazê-lo.

Informações:
 


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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptyQui 27 Fev - 11:04


Post 7

A história do lugar não deixa de ser incrível, mas pra mim um pouco confusa, talvez inconveniente. Mesmo tendo resolvido todos os conflitos ela continuou se preparando? Como assim? Não é como se fosse existir um segundo Ragnarok. Ou poderia ser que sim? E imortalidade? Nem os deuses eram imortais, fica meio difícil de acreditar nisso tudo… Mas nem precisei contestar, o velho logo mostrou seus poderes pra confirmar a história. Água, fogo, pedra, o velho parecia até um avatar.

- Uoooow! Se eu treinar essa respiração eu posso fazer igual a você?

Hmmm… Mas isso é estranho, eu já sei respirar, faço até sem precisar pensar. Como é que se aprende a respirar de novo?

- Hehe.

Fogo é? Talvez o sangue dos Gigantes de Fogo corra em nossas veias.

***

Conversar com o velho Xinzo me empolgou ao ponto de quase me esquecer do nosso objetivo ali. Talvez fosse melhor apenas ter esquecido, porque toda a animação foi embora quando ele disse que não havia nada ali. Pra alguém tão antigo e conhecedor da história local dizer que a ilha não possui nenhuma relíquia, artefato ou objeto estranho me dá toda a credibilidade de acreditar que mais uma vez eu só estraguei tudo…

- C-certo, valeu pela ajuda, até outra hora!

Tentei disfarçar a frustração ao me despedir com o velho, colocando Honua no ombro e então partindo para a cidade como indicado.

- Droga, eu sou tão burra. Depois de toda a viagem da Grand Line até aqui pra não conseguir nada…

Olhei o braço esquerdo onde Sky havia escrito pra mim. Comecei a riscar as letras com a unha enquanto andava.

“Eu nem mereço essas palavras, só fiz a gente perder tempo.”

Ágda escreveu:
הदधथאטनהל धनדढ... णהथדãढ

Tradução:
 

Escrevia por cima para Sky.

***

Apesar de começar o percurso um pouco para baixo, ter uma nova amiga em meu ombro logo me ajudou a levantar o astral novamente.

- Certo, se não tem nada nessa ilha ao menos a gente pode tentar essa tal respiração Mushu.

Assim não sairíamos de mãos vazias. O motivo de procurar as relíquias em primeiro lugar era pra nos provar dignas, quem sabe uma força similar a do vovô xinzo já não valha de alguma coisa.

- Ah! Olha, já dá pra ver a cidade daqui.

Gritei para Honua que parecia um pouco preocupada com os detalhes. Talvez ela seja ruim com memória.

- Tudo bem eu já sei o caminho até lá. [...] Hmm, eu posso ser a pedra e o fogo qualquer coisa, eu e a Sky contamos por duas se lembra? Hehe.

Brinquei um pouco com a preocupação dela, a este ponto já estava bem melhor, sim! Estava determinada a aprender essa tal respiração.

***

Entrei na cidade com o maior de cuidado possível, não queria pisar em ninguém nos meus primeiros metros, e muito menos tropeçar na casa de alguém. Já bateu o mindinho na quina de uma casa? Horrível! Me dá arrepios só de pensar.

- O QUE?! Nos separarmos? Já?!!!

Depois de tanto tempo pra conseguir uma amiga ela já vai embora assim sem mais nem menos?

- Entendi… Sendo assim eu vou terminar meu treinamento o mais rápido possível pra gente se encontrar logo Te-he!

Concluía esboçando um sorriso empolgado. Honua por algum motivo ainda se preocupava com a pedra.

- Relaxa, a pedra vai aparecer sozinha, não precisa sair procurando. [...] Hmmm, não precisa, pode deixar que eu explico pra Sky, vai ser melhor se eu falar. Além de que eu não sei quando a gente vai trocar de novo, pode ser daqui a cinco minutos, cinco dias ou até cinco semanas.

Olhava para meu braço enquanto Honua comentava dele, dessa com minha mensagem escrita por cima.

- Não precisa, as marcas somem depois de algumas semanas, além de que eu acabaria com todo o seu estoque se fosse usar alguma pomada. [...] Isso é só o emergencial, nós tínhamos um diário onde escrevíamos uma pra outra, mas se perdeu junto de todas as outras coisas.

Abaixava os ombros, fechando os olhos em um suspiro desanimado, vou sentir falta de tudo o que tínhamos, em especial no nosso diário que continha todas os locais que passamos e mapas que a própria Sky fez.

- Vai ser difícil achar um do meu tamanho de novo… Mas tudo bem eu dou um jeito, até lá eu ainda tenho o braço direito limpo, Hehe.

***

Por fim era a hora da despedida, queria ter um pouco mais de tempo, mas quanto antes fizéssemos esse treinamento logo ficaríamos juntas de novo. É uma pena que nem abraçá-la posso. Colocava Honua no chão e me agachava para conversar com ela.

- Boa sorte no seu treino, eu te vejo em breve.

Enquanto via a sereia se arrastar para longe, uma sensação estranha vinha no meu estômago.

*Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

- Aaaaah que fome!

Antes de pensar no que fazer eu precisava encher o estômago, olhava em volta, procurando o guarda de antes ou alguma pessoa que não parecesse ter medo de mim. Colocando ambos joelhos e mãos no chão, praticamente encostando meu rosto no chão pra me aproximar da pessoa.

- Ei, tem algum lugar pra comer aqui?

Levantava com cuidado para não destruir nada ao ouvir a resposta. Indo até o local apontado.

- Valeu!

Chegando lá ficaria do lado de fora, muito difícil de que conseguiria entrar em algum lugar, apenas inflava os pulmões para chamar a atenção de quem estivesse dentro.

- AAAAAAAAAAAALOOOOOOOOOOOOOOOOOOOU!!!!!!!!!!!!!!!! [...] Oi…

Remexia com a mão por dentro do biquíni, uma das poucas coisas que não perdemos na chegada. Retirava uma pequena bolsinha de couro com um punhado de moedas humanas, largando-as na frente da pessoa que viesse me atender.

- O quanto de comida eu consigo com isso? Pode me trazer o que der.

Sorria para a pessoa enquanto sentava na frente do restaurante massageando a barriga para diminuir a dor da fome. Enquanto esperava pensava em alguma forma de escrever toda a informação necessária no pouco espaço que tenho. Se eu não der algum motivo é muito provável que ela vá ignorar, a Sky é orgulhosa demais pra treinar com alguém sem motivo nenhum… Respiração Wushu… Treino… Respiração de fogo… Poder de fogo...

- Já sei!

Ágda escreveu:
אणथהडדהथ Wनदיन | णढדהथ Hהटटיהלठ | धथהלडढ Dהदהथधढ | पढटधאथ टהאו धढभड

Tradução:
 

Perfeito, Hellheim é onde moravam os gigantes de fogo, ela vai entender e querer o poder deles. Eu sou um gênio Hahahaha.

***

- Aaah, tava muito bom… Obrigado pela comida!

Gritava para o chef lá dentro. Queria que a Honua estivesse aqui pra provar.

- Acho que agora posso seguir meu caminho, deixa eu ver…

Tentava me lembrar das informações que Honua coletou sobre os arquipélagos e os mestres de cada um. Seguindo direção ao mestre de fogo.

- Por aqui!

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Inventário

Berries:
50.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender Hamon (Fazer a quest)
• Comprar um diário e caneta (tamanho gigante)
• Conseguir um barco
• Me divertir
• Nova Amiga

• Genialidade
• Mau Humor

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptySeg 13 Abr - 13:16


Honua maravilha-se com as estórias contadas por Xinzo, para a sirena apaixonada pelo misticismo do mundo os contos e lendas eram um prato cheio no qual Honua não perdia um detalhe sequer. Notando o quão imersa a sereia encontrava-se a respeito da lenda, Xinzo mesmo com seu semblante sereno e compenetrado, parecia esboçar um ligeiro sorriso, e sua voz tornava-se minimamente mais entusiasmada, talvez nem Honua e Agda notassem, mas o grão-mestre wushu ficou verdadeiramente feliz por ver o quanto a bela sereia se interessava pelas lendas que ele tanto aprecia e guarda com grande afeto em sua memória.

Em seguida Xinzo havia explicado o que inusitada dupla precisaria fazer para aprenderem a respiração, Honua por sua vez continuava prestar atenção em cada informação que recebia Já Agda por sua vez que estava com diversas dúvidas em seus pensamentos, principalmente a respeito dos “furos no enredo” da história, mas questionamentos que rapidamente se fizeram por irrelevantes. Ambas surpreenderam-se com a demonstração de poder feita por Xinzo, apesar das razões para tal fascínio serem um pouco diferentes. - Naturalmente que sim jovem gigante, porém seu desempenho dependerá unicamente do esforço em aprender. - A voz de Xinzo soava calma como se estivesse em constante meditação, sem utilizar muitas palavras para explicar que quanto mais intenso fosse o treinamento, maior seria o poder que Agda poderia adquirir com a respiração Wushu.

Ao se despedirem o velho Xinzo tornava-se a sentar em posição posição de lótus em baixo da imensa queda d’água e juntando as mãos em frente ao abdômen para continuar a meditar, mas não sem antes fazer um sutil aceno de cabeça, como se quisesse dizer um “Até logo”.


>><<


Então a dupla de beldades, ou seria trio, seguiu até a cidade de Leaf Town que já poderia ser facilmente vista por Agda, e passos de gigante não demorou nem cinco minutos para elas chegarem. Com a loira se prontificando a dar uma carona para sua recém conhecida amiga sereia. Apesar de que alguns transeuntes movidos pelo instinto se apressaram em abrir caminho com medo de serem pisoteados acidentalmente.

Com ajuda da gigante loira, Honua pode chegar novamente ao solo em segurança, para conversar com um guarda que patrulhava as ruas. O guarda em questão era um jovem adulto bem afeiçoado, seu uniforme composto por um kimono branco com placas metálicas nos antebraços e canelas. Ao contrário do que a sirena imaginava, o guarda em questão não achou aquela pergunta estranha. Apesar de ter ficado um pouco desconsertado na presença, olhando para a linda sereia, e sua amiga igualmente bela gigante. - Os mes-mestres. cof cof. Claro, eles são as pessoas mais conhecidas por todo o arquipélago, Korra a mestra da montanha, Zwluak o mestre do deserto. - Era nítido para o guarda que a dupla a sua frente eram de forasteiras, ele só estava surpreso por encontrar duas raças tão distintas andando juntas. - E Raiki o mestre da floresta. - Esse último o guarda parecia falar com um pouco mais de entusiasmo enquanto coçava abaixo do nariz com o dedo indicador. - Mas cada um dos mestres fica em uma ilha diferente do arquipélago, aqui em Leaf Town vocês só vão encontrar Raiki, pelo horário ele deve estar no restaurante, eu ficaria mais do que feliz em guiar as moças até o restaurante de Raiki, mas se procuram pelos outros dois, eu lamento em dizer que não poderei ajudar muito, mas alguém em Snow Town saberia dizer onde encontrar Korra, assim como um morador de Sand Town pode informá-las sobre Zwluak. - Apesar de não ser cativante aos olhos, o guarda sorria da maneira mais carismática que podia.


O guarda prontamente guiaria as duas até o restaurante de Raiki, enquanto poderia responder mais dúvidas de Honua e Agda, ou no caso delas preferirem optar por chegar mais rápido, ele apenas indicaria o caminho, e Agda poderia carregar Honua e assim chegariam em pouquíssimos minutos.

>><<

Em frente ao restaurante as duas veriam uma construção simples de dois andares inteiramente branca, com duas partes largas de madeira vermelha que se abrem para dentro, e na fachada acima da porta está escrito "Stample" com letras grandes e vermelhas, e ao lado esquerdo do nome um garfo e faca em forma de X, enquanto do lado direito um punho fechado como se tivesse socando/quebrando algo.

A gigante sentava-se no chão em frente ao restaurante, por pouco não esmagando um sujeito que caminhava por ali mantendo seus olhos voltados para cima apenas observando "o tempo" que literalmente correu por sua vida, não, não era por nenhum motivo depravado, o tal sujeito apenas olhava o céu, naquele local e momento específico, numa ilha onde está sempre chovendo e nublado...

Eis que um rugido ensurdecedor de uma fera faminta ecoou pelas ruas de Leaf Town, os garçons do restaurante se atrapalharam enquanto carregavam pratos e vidrarias, é quase ocorreu uma série de tragédias, com comida e copos voando para todos os lados, mas aparentemente os funcionários eram bizarramente disciplinados e conseguiram se equilibrar sem derrubar nada, já muitos clientes cobriam os ouvidos e reclamavam sobre o estrondoso grito da gigante. O grito que inclusive chegava aos ouvidos de um "serzinho" celestial que parecia ter esquecido da vida enquanto tentava comprar agasalhos.


Do interior do restaurante saía um homem de cabelos curtos e negros, trajando um kimono branco que alguns poderiam confundir com uma bata de cozinheiro, e uma faixa vermelha amarrada na testa. - EI! Quem está fazendo baderna na frente do meu restaurante. - O homem de meia idade esbravejava palavras raivosas ao vento, porém em menos de um instante depois Raiki notou que se tratava de uma cliente faminta. A partir desse momento o semblante dele mudou, e abriu um largo sorriso irradiante. - Não se preocupe senhorita, aqui no meu restaurante nenhum cliente sai de barriga vazia. - Ele apenas pegava 9mil bellys do saquinho de couro que Agda carregava consigo, e devolvia o restante. Em seguida atenção de Raiki foi direcionada para a sereia. - Por favor entre, infelizmente não podemos acomodar sua amiga, mas iremos providenciar uma mesa na janela para que ao menos vocês possam conversar enquanto comem uma ótima refeição. - Raiki dava uns tapinhas nas costas de Honua quase que a empurrando para o interior do restaurante, simplesmente deduzindo que ela era uma cliente assim como a gigante loira.

Raiki ignorava totalmente a diferença de raça, ele tratava muito bem Agda e Honua como suas clientes, e por não poder receber a gigante dentro do restaurante decidiu fazer companhia para as duas, ficando em baixo da fachada até que a comida chegasse. - Eu não me apresentei antes mas, me chamo Raiki Stample, sou o dono desse restaurante e também o mestre do dojo da floresta, se quiserem eu posso apresentar a cidade de Leaf Town para vocês. - Raiki aparentava ter uma enorme boa vontade mostrar sua amada cidade para a dupla, além de responder qualquer dúvida que pudesse.

Não demoraria mais do que vinte até alguns cozinheiros auxiliares passarem pelas portas de madeira carregando uma panela enorme com ensopado de carne, que seria proporcional a um prato de comida cheio para Agda, com uma colher de madeira. Apesar dos cozinheiros tremerem um pouco assustados, após Raiki ameaçá-los dizendo que teriam de dar vinte voltas ao redor da cidade por cada gota derramada. E também o mestre da floresta mandou colocarem uma mesa perto de uma janela para que Honua e Agda pudessem conversar enquanto compartilham a refeição, e pessoalmente teria tirado o pedido da sirena sem cobrar nada pelo prato de comida. Apesar de ter simplesmente assumido que a sereia era uma cliente também.


Ambos os "pratos" mesmo que não fossem rebuscados estariam bastante apetitosos, e bem temperados, pois apesar do comportamento mais descontraído de Raiki, ele não media esforços para treinar rigorosamente seus alunos, seja na arte da culinária ou karatê. O mestre da floresta sorria todo orgulhoso ao receber o agradecimento da gigante loira. - Não se esqueça de passar aqui novamente da próxima vez senhorita, vou me certificar em recebê-la melhor. -

>><<

Se Agda ainda sim optasse por andar sem rumo em busca do "mestre do fogo", a gigante caminharia por alguns minutos por Leaf Town, até chegar numa das praias, onde enxergaria a cerca de cem metros ao leste alguns navios ancorados, outros desembarcando e atracando, poderia deduzir ser um porto, mas precisaria se aproximar para descobrir quais os tipos da embarcação. Ou talvez optasse por perguntar algo a Raiki que facilite sua próxima viagem.

Honua por sua vez já havia encontrado o "mestre da água" que procurava, apesar de que por outro nome, restava apenas a sereia "descobrir".
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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptySeg 13 Abr - 14:18


A Feiticeira, a Louca e a Deusa

A disposição naquela cidade era algo confortante, já na espera que algum serviçal pudesse dar a resposta mais ignorante possível, um pouco de bom humor vinha bem no meu dia, quem sabe eu até pudesse me mudar para Wushu quando toda essa jornada acabasse, era um lindo lugar, pacato, pacífico e com uma história igualmente interessante - Obrigada senhor, ficaria feliz se pudesse nos levar até lá, adoraria saber um pouco de sua bela cidade também -

Pois só um passatempo pelo caminho o fizesse encurtar tanto, mesmo que não fosse necessário, a presença de Ágda por si só já era um bom jeito de passar todo aquele trajeto indeterminado - Algum problema amiga? - Perguntá-la-ia assim que continuássemos a seguir, estava meio cabisbaixa desde o lago até acolá na vila com a resposta do Mestre, talvez não estivesse tão entusiasmada assim com aquele treinamento noutra ilha como eu estava, pude perceber um pouco do seu tom de voz, aqueles tesouros pareciam-lhe bastante importantes - É sobre aquela relíquia? O barco que tanto procura? Olha não precisa ficar para baixo sobre isso, qualquer coisa que eu puder ajudar eu o farei, tehehe! Quem sabe possamos até comprar um barco pra você, gigante, só precisaríamos de um pouco de dinheiro [...] -

Essa parte era um tanto complicada, não impossível, eu sabia que dava para conseguir alguns trocados vendendo maquiagens ou bijuterias, mas o que estava rendendo mais lucros naqueles tempos era mesmo capturar piratas, a ideia era um pouco difícil de se pensar, convencê-los a se renderem não seria uma tarefa fácil, mas quem sabe com a ajuda de uma mulher daquele tamanho eles poderiam ser mais fáceis de capturar sem a necessidade de conflitos.



Nosso reencontro deveria esperar mais um pouco, já que a despedida nem ocorreu naquele instante, nós duas seguimos juntas para o restaurante do tal Raiki, já entendia que seria uma tarefa um pouco difícil tirá-lo dos afazeres diários, se não isso, no mínimo incômoda, nunca se sabe quando um homem prefere cuidar dos negócios a ter que treinar qualquer estranho que chega na ilha [...] Tapei os ouvidos com o retumbante som do grito de Ádga, mas também não pude conter o sorriso vendo aqueles empregados desajustados para não deixar a prataria cair, era divertido vê-la, seu jeito tão empolgado com as coisas - Acho que eles devem ter ouvido - Comentei escorregando para a entrada moldando um “par de pernas” à partir da longa cauda, eram provisórias, esquisitas na verdade e tampouco eu sabia como usar aquilo sem ficar tremendo até mesmo para ficar de pé, mas era importante praticar a utilizar aquelas coisas - Opa! Está tudo tão molhado, é tão escorregadio assim? - Sussurrei questionando-me se tudo estava só tão mais difícil por conta da água.

- É tão difícil usar essas coisas … Como será que a vovó consegue? Se bem que ela é só um espírito, deve ser bem mais fácil [...] Ao menos o mala do Sebastian não está aqui para rir de mim - Falando no diabo, ele havia sumido já há algum tempo, deve ter se afugentado com todo aquele poder espiritual na cachoeira, mas apareceria em um momento inoportuno como sempre.

[...]

- Ahm, obrigada senhor, eu não pretendia comer aqui hihihi, na verdade estou procurando pelo mestre Ra...Ra...Rai...Raiki! Isso, sei que pode parecer uma hora incômoda mais eu preciso muito que ele me ensine sobre essa tal respiração Wushu, olha não precisa ser agora, posso vir falar com ele depois e… - As ideias não paravam de vir à cabeça, ó céus, será que eu estava sendo tão precipitada assim impedir uma coisa dessas? Eu deveria me apresentar antes de chegar até ele? - Ah sim, eu sou Honua, prazer, aquela é minha amiga Ágda, a de cabelo vermelho é a Sky, só aqui entre nós eu acho que loirinha é meio desajeitada mas tem bom coração - Aproveitei aquele tapinha nas costas que me trazia para mais perto dele e dar essa informação mais em particular, mas espera, ele já estava me empurrando para dentro do restaurante?  - Tá bem, tá bem, eu vou querer uma mesa perto da janela e um pouco de salada com cogumelos, pedida diferente, ela come carne e eu… bem, não sou muito fã da ideia de comer animais. -


Assim que tivesse a oportunidade de falar com o próprio Raiki, me surpreenderia ao saber que ele era… bem, o próprio que nos recebera - Ah! Então é o senhor! Mal podia imaginar, achei que os mestres fossem ser um pouquinho mais … reclusos hehehe, enfim! Eu adoraria conhecer um pouco mais da cidade, mas preciso saber se pode me ensinar a base da arte para a respiração Wushu, acho que é assim que o homem na floresta nos falou, pediu-nos para encontrar uma terceira pessoa e depois voltar, nos ensinaria mais - Faria uma pausa, ver todos aqueles cozinheiros passando para entregar um só prato de comida era impressionante, toda aquela aquela sincronia e disciplina - Fascinante, você os treinou para que ficassem assim?! [...] Mas então, o senhor poderia me ensinaaaaaaar Por favoooooooor! - Juntava as mãos à frente do peito, implorando a ele que aceitasse.

Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Blood   Phantom Blood - Página 3 EmptySeg 13 Abr - 16:58


Post 8

- Problema? Nah! Eu só tava pensando como é uma pena ter viajado da Grand Line até aqui pra voltar de mãos vazias.

Honua me acordava da baixa auto-estima, e ainda que eu estivesse um pouquinho desanimada consegui forçar um sorriso em nosso rosto, que com o passar dos minutos foi tornando-se verdadeiro. Não queria preocupá-la, muito pelo contrário era uma mentira o fato de estar de mãos vazias, por mais que tenhamos perdido nosso barco, roupas, dinheiro e bens mais importantes, nessas poucas horas eu já havia conquistado algo muito precioso no momento repousando em meu ombro, toda a viagem parecia já ter valido a pena.

“... Apesar de que a Sky não aceitaria isso de jeito nenhum.”

- Ele não é só um barco sabe? O Skíðblaðnir significa muito para nós, eu prometo encontrá-lo um dia. Até lá… Eu aceito com toda a alegria a sua ajuda hehehe. [...] Dinheiro né… É uma pena que eu perdi quase tudo, nos nossos primeiros anos de viagem eu e Sky faturamos muito de mercenárias. Apesar da surpresa que foi o Vovô Xinzo a maioria dos humanos são bem inúteis em combate sabia? Chega a ser engraçado como alguns fracotes insistem a iniciar conflitos, apesar de que isso foi bom para o nosso bolso. Gyahahahaa

***

- Adoraríamos que você nos mostrasse o caminho.

Sorri genuinamente para o gentil pequenino guarda que se demonstrava apto a passear com a gente.

- Mas…

Levava um dedo indicador à boca, fazendo um beicinho ou espécie de cara preocupada.

- Não seria no meio do seu turno de guarda? Tem certeza que tá tudo bem? Não queremos te encrencar de forma alguma. [...] Que bom!

Precisava recompensá-lo de alguma forma, sentindo o peso de Honua no meu ombro eu acho que as pessoas gostam quando eu as carrego por aí, ela mesma não reclamou nenhuma vez. Mas como a Honua já tá no meu ombro… Hmmm… É, só tem um lugar que ele possa ir.

Pegava então o homenzinho o colocando entre o busto.

- Certo, eu levo a gente, é só dizer a direção!

***

Apesar das súbitas despedidas ainda tivemos a oportunidade de comermos juntas. Moooh! Essa Honua me dando susto à toa.

- Obrigada por nos mostrar o caminho!

Colocava o guarda de volta ao chão para que tomasse seu posto novamente, parando pra pensar eu não perguntei o seu nome. Certo! vou perguntar na próxima vez que vê-lo, talvez ele queira ser meu amigo também, hoje está sendo um dia muito feliz. * 3 *

- Ótimo, mal posso esperar.

Eu realmente esperava que fosse me custar todo meu dinheiro e eu ainda ficaria de barriga vazia, este senhor é realmente uma boa pessoal. Guardava de volta no Bikkini o resto da dinheiro.

- Raiki? Que bom Honua! Você já encontrou o seu mestre! Hihi.

Acenamos enquanto Honua nos apresentava.

- Mas eu bem que esperava que o mestre da floresta fosse alguém grisalho igual ao vovô Xinzo. É interessante como vocês humanos envelhecem rápido.

Sim! a comida estava ótima de verdade, me lembrava até um pouco as noites na fogueira, fazia tempo desde que eu não comia conversando com alguém que não fosse com a Sky pelo caderno.

- Senhor Raiki…

Caso ele dispensasse a forma de tratamento o chamaria apenas pelo nome.

- Raiki… Que tipo de treinamento insano você teve que fazer pra virar um mestre de Mushu? Eu não tenho certeza se entendi direitinho a história do Vovô Xinzo.

[...]

- A comida ficou realmente muito boa, agradeço a todos os cozinheiros.


Já estávamos mais relaxada, arqueando as costas para trás e acariciando a barriga cheia. Eu normalmente comeria uns oito bois antes de me dar por satisfeita mas a refeição de agora foi tão revigorante que já não precisava de mais nada.

Escutava bem as súplicas de Honua para treinar. Hmm eu não acho que a Sky aprovaria eu fazer uma coisa dessas, eu também tenho um pouquinho de orgulho sabe… As coisas podem ficar difíceis se eu não treinar antes que a gente troque.

- Hmmm, de qualquer forma a gente ainda tem bastante tempo. Antes de qualquer coisa… Raiki! Se não se importar, eu aceitaria aquele passeio pela cidade. Eu sei que soa um pouco difícil mas… Será que tem algo que eu consiga usar nessa ilha? Acabei parando aqui só com as poucas roupas do corpo, e seria muito bom ter algo pra escrever. De qualquer forma… Estou satisfeita só com o passeio, se você puder me mostrar tudo e também me contar onde posso encontrar o mestre da Terra ou do Fogo. Hmmm, é, qualquer um dos dois serve, foi o que o Vovô da floresta disse, se bem que eu escrevi fogo no braço, então acho que tem que ser fogo, é isso, o mestre do fogo. Hmmm… Então, quando podemos ir? Ou esperamos acabar o horário do restaurante? Qualquer um dos dois tá bom pra mim.

Acabava me empolgando demais e metralhando ele de palavras, bom… Eu acho que isso acontece as vezes Hehe.

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Inventário

Berries:
41.000

Personagem

Vantagens:

• Boa Aparência
• Ambidestro
Adaptador


Desvantagens:
• Múltipla Personalidade
• Devoção (Encontrar as Relíquias do Ragnarok)
• Fantasia (Escreve no próprio idioma)

Perícias:
• Astronomia
• Navegação
• Pilotagem

Ofício: Navegadora

Build

Dano - Habilidoso
Acerto - Normal
Pontaria - Inábil
Esquiva - Inábil
Bloqueio - Normal
Resistência - Normal
Objetivos

• Encontrar os Outros
• Aprender a surfar
• Comprar um diário e caneta ou pena com tinta (tamanho gigante)
• Me divertir
• Aprender costura como Ágda
• Nova Amiga

• Genialidade
• Mau Humor
• Fome

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Última edição por Remenuf em Seg 13 Abr - 20:58, editado 1 vez(es)
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