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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptySex 10 Abr 2020, 20:28


Gold and Jewel

A reação do comerciante ao ver o baú de tesouros era animadora, mas essa animação toda parecia se esvair repentinamente ao ouvir a palavra dial. - “Hum?” - Curioso arqueei uma das sobrancelhas, era realmente estranho como o comportamento do sujeito havia se alterado de forma tão súbita de uma hora para outra. - “Acho que todo esse glamour é apenas fachada como lá em baixo.” - E as suspeitas de pouco tempo atrás se confirmavam, aquele lugar era apenas um reflexo de Karakui, tinha de haver uma relação as duas ilhas ou seria coincidência demais. - Agradeço o aviso e desculpe qualquer incomodo. - Agradecia de forma cortês, logo em seguida apanhava minha cápsula vazia e armazenava o tesouro novamente.

Enquanto recolhia minhas coisas uma cena curiosa me chamou a atenção. - “O que são essas coisas?” - Uma espécie de robô parecia ter abordado Frisk por algum motivo, para piorar os outros moradores pareciam respeitar - ou talvez temer - aquela coisa seja lá o que fosse. - “Fomos descobertos?” - A possibilidade de já termos sido descobertos me fez ficar em alerta, minha mão estava pronta para sacar a katana sob o casaco quando toda tensão simplesmente desapareceu com a partida do robô/armadura.

Com a cápsula contendo o tesouro guardada no bolso me aproximei de Frisk. - Tudo certo ai? - Comentaria olhando na direção do garoto e alternando para Missu. - O que aquela coisa queria com vocês? - Questionaria olhando na direção para o qual a armadura ambulante tinha partido. Assim que o garoto respondesse ao meu questionamento prosseguiria. - Parece que não vamos encontrar muito aqui. Mas tenho um nome, Sulivan, aparentemente é a única fábrica com autorização a vender Dials por aqui, o que é estranho. - Cocei a nuca enquanto olhava as barracas em volta. - Por que um único lugar tem permissão para vender isso? - Podia ser apenas uma formalidade ou lei local, mas não deixava de ser esquisito, em feiras como aquelas era natural encontrar itens diversos de segunda mão, mas aparentemente certos artefatos eram proibidos.

- O que você vai fazer? - Perguntaria antes de prosseguir, aparentemente o garoto tinha conseguido seus próprios assuntos para resolver. - Eu vou até as indústrias Sulivan, mas se tiver outro lugar em mente sinta-se livre, nos encontramos no navio depois. - Assenti positivamente com a cabeça. - Tome conta deles, grandão. - Olharia na direção do cachorro com um sorriso no rosto. - Se precisarem de algo sabem como me chamar. - E com um um aceno começava a caminhar em direção a cidade alta.

Indústrias Sulivan, não sabia o certo o que esperar, mas quando uma cidade era dividida entre cidade baixa e cidade alta o resultado era sempre o mesmo: um bairro humilde e outro luxuoso, tão luxuoso que muitos sequer percebiam ou ligavam para a existência da miséria. Chegando a outra face da cidade meu primeiro objetivo seria encontrar a tal indústria, para a qual me dirigiria imediatamente. - Olá. - Me apresentaria no balcão ou para algum funcionário que encontrasse pela frente. - Ouvi dizer que aqui é o melhor lugar da cidade para comprar Dials e negociar tesouros. - Com a mão direita apanharia a cápsula do tesouro novamente e o libertária uma vez mais, colocando o baú sobre um balcão ou mesa que estivesse por perto. - Estou buscando um lugar para vender isso e comprar algumas coisas. - Esboçaria um sorriso confiante ao mesmo tempo em que guardava a cápsula vazia no bolso de onde havia lhe removido, era chegado a hora de descobrir se estava no lugar certo e se havia algo a mais ali do que uma simples loja de luxo.

 
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptySab 11 Abr 2020, 13:14

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Aya realmente poderia causar alguns problemas andando por ali, mas quem se importava? Helves queria aproveitar todo o tempo que tinha com sua companheira, não a deixaria sozinha em um barco novamente. "Isso seria a tratar como uma inválida, exatamente como ocorreu no nosso primeiro encontro." Ela poderia definir por si mesma se seria um grande problema andar pela ilha do céu, não era mais algo que a celestial poderia definir sem a questionar. – Não tem problema... Apenas aproveita, se estiver muito complicado eu posso te levar ao barco. É só pedir. – Helves queria ao menos deixar claro aquilo, podendo sempre retornar para onde a sirena estaria segura, sem precisar preocupar-se com tantos olhares direcionados a ela. O cheiro familiar parecia agarrar a garota e a levar até a origem daquilo, encontrando algo bem conhecido na realidade. "Ao menos algumas coisas são parecidas." Um sorriso surgia no rosto da pirata, apenas observava e aproveitava as boas lembranças que aquele tipo de comida a trazia. O gosto era incrível, podia perceber isso só de olhar e lembrar o quanto comeu disso no passado.

Nenhuma das escritas lembravam a ilha de Helves, era bem natural que em alguns lugares não fossem faladas coisas semelhantes. Como não tinham ideia da forma de ler aquilo, Aya apenas apontava para algo interessante. O garçom parecia entender bem as coisas por ali, indicando certos lugares para explorar, mas a maior questão ali era o fato de tratarem a sereia como se fosse alguém superior, uma nobre ou coisa do tipo. "Bem, eu nunca tinha visto uma sereia até descer... Acho que faz sentido." Não tinha muito motivo pra desconfiar, era uma forma lógica de tratar alguém tão diferente chegando no céu, talvez fosse algo vantajoso para a dupla. – Obrigada, daremos uma olhada. – assim as duas aguardavam a comida chegar, apreciando por algum tempo algo diferente do que geralmente se alimentavam lá pra baixo. – Andrew Ford né... – com um sorriso no rosto a garota apenas aguardava que sua companheira estivesse terminado com a refeição, saindo do local após pagar sem se preocupar demais com os olhares.

A cada passo que dava era um novo mundo se abrindo, Stanford se mostrou incrível até aquele momento. Estava longe de ser uma ilha do céu convencional, mas ao menos tinha um cenário belo e chamativo que poderia cativar qualquer pessoa em alguns segundos. – Ilhas do céu que possuem relações com as ilhas do mar abaixo devem evoluir bastante... Agora estou interessada nesse tal prefeito. – em uma ilha sem qualquer marinha ou governo era bem simples andar por aí usando seus poderes. – Sim, ele será bem forte aqui. É sempre bom poder contar com pessoas tão fortes, mesmo que eu não me ache parte do grupo deles ainda. – parecia mais uma aliança temporária que se ajudava em missões dos dois lados. Helves ainda não se sentia presa na Seasons, eles tinham um grupo bem fechado. Era um bom grupo, talvez grudar neles fizesse sentido, mesmo que ela não fosse forte o bastante para acompanhar eles no mesmo nível de lutas e poder pelo mundo. "E ainda tenho alguns assuntos pendentes... Preciso de força e eles podem me ajudar nisso." Por hora ela apenas sorria e acompanhava a sirena, não tinha muito para ser feito ali mesmo. Ainda que a missão fosse algo importante, dificilmente encontraria informações nas ruas assim.

O convite em si foi meio estranho. Não fazia sentido o prefeito convidar todos que chegavam na ilha, mas Helves não tinha motivos para recusar esse tipo de proposta. Seria muito chamativo fazer isto. – Sim, eu estou a acompanhando nessa viagem. Acredito que temos tempo livre para conversar um pouco, certo? – diria para Aya, mesmo sabendo que a decisão final acabava caindo nas mãos da celestial. "É um pouco suspeito. Celestiais normalmente não são traiçoeiros, mas... Vou ter que arriscar. " Aquela escolha poderia ser uma aposta muito arriscada, mas era um preço que Helves estava disposta a pagar. Mesmo que fosse apenas um problema, ela imaginava que teria espaço para ao menos fazer Aya escapar e chamar ajuda. – Hm, vamos? – auxiliaria a sirena durante o caminho, mantendo-se dentro do personagem de certa forma. Como sempre a garota teria muita atenção nos arredores, não importava muito quem ou o que, ela apenas queria estar preparada para qualquer problema encontrado pelo caminho. E se qualquer coisa de ruim estivesse para acontecer, faria questão de usar seu corpo para proteger sua amada. "Eu a convidei, devo me responsabilizar por tudo." Encontrar o prefeito, ter uma boa conversa com ele e então sair seria incrível, mas a pirata obviamente não esperava por isto.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptySab 11 Abr 2020, 13:49



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Pra ser sincero, eu não entendia o que estava acontecendo. Não, eu não estou falando da mulher ter caído de repente e começado a chorar depois de me ver, e eu também não estou falando do nome estranho que ela tinha dito. O toque dela...era familiar. – "Não é a primeira vez que eu sinto isso. E o jeito que ela tá falando..." – aos pouquinhos, as peças começaram a se juntar na minha cabeça. Eu senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto, e ainda que não soubesse direito por que, tudo isso era mais que o suficiente pra me dar algumas dicas. Antes que eu sequer pudesse responder a pergunta de Missu, porém, uma figura estranha se aproximou, usando umas roupas que eu nunca tinha visto na minha vida, mas que pelo jeito de falar, devia ser uma espécie de guarda ou policial da ilha do céu.

"É...não que eu tivesse esperando muito daqui, mas esse cara tem um péssimo gosto pra roupas." – Chara comentou com um tom sarcástico, quase divertido, que me deixou tirar um pouquinho a mente de toda aquela confusão e me focar em enxugar o rosto. Felizmente, a moça pareceu dar um jeito de resolver a situação, mas também ficou claro como o dia que as pessoas ali tinham medo do homem da roupa engraçada. Se aquela era uma espécie de "cidade baixa", então eu não duvidava muito que os guardas só tratassem bem a parte mais rica dos moradores, os da "cidade alta". E assim, a mulher me chamava outra vez de Altair, e me mandava ir embora dali. – Mas eu não...espera! – eu estendi a mão, mas ela foi embora sem olhar pra trás, e me deixando com mais perguntas do que respostas.

Eu olhei pra Missu, talvez mais confuso do que quando encontramos todos aqueles documentos no laboratório, sentindo os nervos à flor da pele. Tidus-san se aproximou, perguntando se estava tudo bem, e eu dei um sorriso cansado, balançando a cabeça. – Sendo sincero, eu não sei...haha. Aquele cara da roupa estranha deve ser algum tipo de guarda, mas não fez nada por enquanto. As pessoas só...pareciam ter medo dele. – eu me levantei, respirando fundo. Ainda tinha muita coisa que eu não entendia ali, mas se era esse o caso, eu só tinha que descobrir. – O que vai fazer? – o Belmont mais velho perguntou, aparentemente pretendendo ir até a parte mais alta da cidade. Eu levei a mão ao queixo, pensando. – Se você vai pra Cidade Alta, eu vou dar uma voltinha por aqui. Tem umas coisas que eu quero descobrir, e talvez ajude a entender qual é a dessa gente de roupa engraçada. – sorriria.

Acenaria pro Duque Azul em despedida, me virando pra Missu assim que ele estivesse longe o bastante. – Aquela moça... – eu comecei, sem saber direito do que chamá-la – Eu não me lembro dela, mas ela me conhece, e eu sinto que a conheço também. Altair...talvez fosse o meu nome antes de perder a memória. – era um nome que soava estranho pra mim a essa altura. Sinceramente, mesmo se fosse realmente o caso, eu não tinha a menor intenção de ser chamado de outra coisa a essa altura. – Acha que combina comigo? – perguntaria a Missu, com uma risadinha divertida. Sim, era assim que tinha que ser. Eu já tinha passado por coisa demais pra uns fantasmas do passado me botarem pra baixo. – Não sei por que ela quer que eu saia da ilha, mas eu não pretendo ir antes de achar o Horace. Vamos atrás dela, talvez ajude em alguma coisa. Pra que lado ela foi mesmo? – olharia em volta.

Assim, eu me uniria mais uma vez a Missu e Banchou pra ter uma aventura por uma ilha desconhecida, dessa vez sem contar demais com os poderes da Doa Doa. No fim, se aquela era mesmo a minha terra natal, eu queria ver mais dela sem ser pelo esverdeado da dimensão de bolso. Além do mais, nós não estávamos sendo perseguidos nem nada do tipo por enquanto. – Será que tem alguma coisa pra comer por aqui? – comentaria sem muito compromisso, aproveitando pra dar uma olhadinha nas lojas por onde passasse. Mas no fim, o foco ainda era encontrar a moça de antes ou então dar um jeito de descobrir mais um pouquinho sobre aquele lugar. Qualquer pista podia nos ajudar a encontrar o esconderijo do Horace, e eu também queria saber o que fazia todo mundo ter tanto medo dos guardas.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyDom 12 Abr 2020, 12:41


Winter Season

#18





~ Anteriormente:

Helves e Aya acabavam conhecendo mais sobre a Ilha do Céu e sua parte nobre, a qual parecia completamente diferente da anterior, evidenciando que até mesmo aquele tipo de lugar não escapa das injustiças, mas eram surpreendidas por um convite vindo do próprio alvo, Andrew. Enquanto isso, Tidus parecia interessado em conseguir alguns itens daquele reino celeste e Frisk era perturbado mais uma vez pelo seu passado, pelo encontro com uma pessoa supostamente conhecida.  ~


~Helves & Aya~

- Ótimo, por aqui. Dizia a secretária apontando o caminho para a dupla, a sirena olhava para Helves e fazia um sinal com a cabeça confirmando que essa tinha sido a decisão correta, estavam decididas. A dupla caminhava por entre aquele cenário de ficção e aproximava-se da tal Casa de Mármore, ao adentrar nela, viam algo um pouco diferente do esperado de um prédio público, seu tamanho no interior não era lá imenso, havia sim um quê de glamour, marcado pelas imensas colunas de mármore, lustres, polimento e tapeçaria de luxo.

Todavia, não viam aquela correria de pessoas de um lado para outro, havia uma meia dúzia de funcionários que preenchiam papéis com certa velocidade, alguns com nem tanto, e a secretária ia passando por todos eles, subindo uma escadaria, junto das outras duas e chegava até uma porta de madeira reluzente. - Aguardem um pouco por favor. Assim, ela batia na porta e com um "entre", a mulher adentrava primeiro, fechando a porta, conversando por cerca de um minuto com o homem lá dentro e então abria a porta dando espaço para as duas.

A primeira vista, era como uma grande [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], havia uma mesa central ali que dividia em dois setores simétricos, um par de sofás com uma mesa, alguns livros, e muito material de papelaria, com certeza eles deviam amar o uso do papel. Entre essas mesas, de pé, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com as mãos nos bolsos, observava as duas adentrarem e ao ver ambas tirava uma das mãos do bolso, aproximando-se e oferendo-na em um aperto de mãos. - Senhoritas, Andrew Ford, a disposição, é um prazer! - Sou Aya. Respondia a sirena devolvendo o cumprimento. O homem logo fazia um sinal para que as duas se sentassem no sofá oposto ao qual ele se sentava, na mesinha, havia um bule de chá com três xícaras e alguns biscoitos. A secretária discretamente se aproximava, servia chá para os presentes e deixava os objetos dispostos para cada um ali.

- Bom, primeiramente, sejam muito bem vindas à Stanford. Não é todo dia que recebemos uma sirena em nossa Ilha, na verdade é até uma raridade. Mas saibam que estamos a disposição de vocês para tornar sua estadia a melhor possível, e exatamente por isso gostaria de saber o motivo da vinda de vocês. Quem sabe até, se não for pelos Dials, posso falar com Sulivan e conseguir um bom negócio!


~ Tidus ~

Depois de ter resolvido o "problema" envolvendo Frisk, o Belmont decidia continuar a sua busca pelos Dials. Começava a avançar pelo caminho até a tal Cidade Alta, passando pela estoneante entrada até chegar de fato na Praça central, todavia seu interesse não era a Casa de Mármore, mas sim a Industria, e não tinha muita dificuldade de achar ela, já que bastasse observar ao redor que conseguia ver um prédio que lembrava em muito o laboratório K, teria que ser lá.

Então, o Duque Azul começava a andar mais uma vez, quase marchando rumo ao seu objetivo, andava por cerca de 10 minutos, até que chegava no lugar. Uma coisa que podia notar, bem diferente de Karakui, era que ali, mesmo que no céu, era consideravelmente mais frio que Awakino. Em parte porque estavam no céu e ali imperavam massas de ar fria, outra porque o material usado nas construções não parecia absorver muita radiação solar, deixando tudo com o aspecto brilhoso.

Quando chegava na tal indústria, com certeza era uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], de fato ela estava "suspensa" no céu, o que não era tão estranho de se pensar dado que estavam em uma Ilha do Céu, mas haviam pequenos portos em que embarcações flutuando(isso mesmo) aportavam ali e pareciam fazer carga e descarga de algo, elas saiam e iam para uma outra ilha pouco mais afastada, em que possuía uma vegetação atípica do restante da ilha.

Assim, caminhando pela única rota disponível, Tidus chegava em uma entrada para visitantes, que possuía sua lojinha, quando chegava lá via vários tipos de Dials dispostos nas paredes, explicações sobre, histórias, suvenires, miniaturas da fábrica e das embarcações flutuantes, parecia como um grande local de divulgação da marca, e em todos os locais era bem grafado o nome da empresa: "Sulivan's Enterprise".

A balconista logo recepcionava o revolucionário que jogava a oferta pelos dials, um tesouro em troca das tais conchas, a mulher ao ver as joias parava para pensar um pouco, como se estivesse calculando, e então colocava a disposição dois Dials: Thunder Dial e Flame Dial, junto de um folheto explicativo sobre ambos. - Acho que são os que mais se aproximam do valor do seu tesouro. Se puder deixar que eu avalie ele enquanto você escolhe qual dos dois, posso lhe dar uma noção mais apropriada. Ela falava formalmente, esperando que o Duque a  desse permissão para que ela pudesse, então, cotar o valor.

Depois que o homem terminasse sua negociação, pegaria seu troco e poderia retirar-se dali, mas uma coisa o chamava a atenção na saída, no topo de um dos prédios da empresa havia uma figura já conhecida, uma coruja mecânica que remetia a um já "amigo" do grupo. Talvez fosse dele, talvez não fosse, mas a coruja estava ali, com seus olhos amarelos artificiais, olhando o Belmont.

~ Frisk ~

- Não acho que combine,  Frisk é bem melhor. Respondia Missu de forma um pouco estranha, talvez com uma ponta de ciúmes na fala, quem sabe porque agora o garoto parecia bem mais focado na mulher misteriosa do que aquela aventura, mas ela sabia que no fundo aquilo era muito importante para o Dreemurr. - Por ali. Dizia ela apontando timidamente para a direção que a mulher havia saido andando.  

Então, o revolucionário e o grupo saiam andando pela Cidade Baixa, a principio não viam nada diferente do que já esperavam, um lugar com cheiro de suor, ar de simplicidade e alma de operário, de fato era bem diferente do que tinham visto quando estavam no navio, talvez só tinha com conseguido observar a parte alta?

De todo modo, o garoto logo sentia um cheiro doce, algo que o atraia para se alimentar, uma pequena cafeteria que tinha alguns bancos do lado de fora, assim o grupo acabava por escolhendo o lugar para se sentar e o homem vinha retirar os pedidos. Antes que Frisk pudesse pensar em negar, Missu logo apontava para o primeiro item que via no cardápio, e nisso o Anjo Caído podia observar que o cardápio estava em uma escrita muito similar a dos papeis que havia traduzido, talvez aquele fosse o abecedário deles?

- Sim, entendido. O garçom anotava o pedido dos dois e retirava-se dali, uma coisa até engraçada acontecia, porque era possível ouvir o garçom conversando com alguém do outro lado do balcão, em um tom mais baixo, mas audível. - Um ser do mar e agora uma fera de quatro patas? O que está acontecendo? Será que vamos ter outra invasão daquelas? Eu espero que não. Todavia, antes que houvesse alguma pergunta, Missu era a primeira a atrair a atenção do Dreemurr, puxando-o pela manga e apontando discretamente para o lado de fora da loja. A mesma mulher de antes estava na virada de uma esquina, se escondendo enquanto observava a dupla e o cão amigo, mas ela parecia tentar se esconder ou algo assim, só que claramente falhava, apesar que em seu rosto ainda haviam lágrimas e um misto de felicidade com preocupação. - O que vamos fazer?



Legenda:
 

Ganhos e Perdas escreveu:

-> Tidus:
    Ganhos:
      - Flame Dial x
      - 10.000.000 berries

-> Raven:
    Perda:
            - 50.000 berries

-> Ryoma:
   Perda:
           -50.000 berries

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptySeg 13 Abr 2020, 00:35


Dial and Money

Frisk decidia que continuaria por conta própria, talvez essa fosse a melhor opção já que poderíamos explorar mais em menos tempo, e tempo era um privilégio do qual não dispúnhamos no momento. - “Então vamos lá, espero que dessa vez nada exploda por acidente.” - Deixava um riso discreto escapar em meio a caminhada ao me recordar do pequeno incidente do dia anterior.

A paisagem em direção a cidade alta ia mudando de forma bem visível, a periferia dava lugar a grandes casas de mármore brilhante, de fato era uma vista de encher os olhos. - “Esse lugar realmente não é nada do que eu esperava.” - Quanto mais caminhava mais percebia o quanto aquela ilha era diferente do que imaginava, as ilhas do céu deveriam ser locais de difícil acesso e por isso afastado do mundo terreno, o que em partes parecia verdade já que os habitantes estavam olhando estranho para o cachorro de Frisk, por outro lado sua arquitetura era bem similar ao nosso mundo, principalmente o local pelo qual buscava. - “Se existiam dúvidas sobre a influência daquele cientista maluca nesse lugar, acho que a fachada dessa fábrica acaba com todas.” - A semelhança entre os locais chegava a ser uma piada, Horace era detentor de um gosto bem particular.

Após algum tempo caminhando pelas ruas geladas de Stanford - um clima do qual não conseguia me acostumado - finalmente alcançava a fábrica! ~ Fiiiu. ~ Se a o objetivo era me impressionar, bem o local tinha consigo, o estabelecimento exalava o cheiro da nobreza, não me surpreenderia se cobrassem até para respirar o mesmo ar do que eles ali. - “Quanta baboseira.” - Meus olhos percorriam as prateleiras e miniaturas, aparentemente eles gostavam de se vangloriar. - “Talvez possa tirar proveito disso.” - Cocei o queixo e dei de ombros indo em direção ao balcão.

Diferente da feira da cidade baixa a balconista não demonstrava tanto entusiasmo assim ao ver o meu tesouro, na verdade parecia apresentar mais um olhar frio e profissional, provavelmente estava acostumada a lidar com aquele tipo de situação. - Certo, fique a vontade. - Respondia em meio a um leve sorriso. Cautelosamente analisava os produtos, com a breve descrição que existia sobre cada um ficava mais fácil de entender o que faziam. - “Flame e Thunder, ambos parecem realmente interessantes, mas… Por esse preço vou me contentar apenas com um deles.” - Suspirei um pouco decepcionado, mas no momento o Flame Dial me parecia mais atraente, por mais que uma fonte de energia como o Thunder também fosse interessante, não se encontrava coisas assim tão facilmente. - Vou ficar com esse.- Apontava para o Dial das chamas que estava sobre a mesa. - E então, temos um acordo? - Aguardaria a resposta junto ao valor pelo tesouro. - Então fechado. - Assentiria positivamente com a cabeça.

Assim que a negociação estivesse concluída tentaria puxar assunto sobre a fabrica. - O local é realmente impressionante, não pude deixar de apreciar a arquitetura e toda a tecnologia que a região esbanja, eu posso perguntar quem é a mente brilhante por trás de tudo isso? - Questionaria enquanto gesticulava com as mãos, apontando para os locais como um verdadeiro entusiasta. - Eu também tenho um fraco por novas descobertas, pode-se dizer que sou um aprendiz de inventor e gostaria muito de aprender mais, especialmente com alguém capaz de projetar tudo isso! - Balançava a cabeça de cima para baixo, concordando com minhas próprias palavras.

Obtendo alguma informação ou não, caminharia para o lado de fora da fábrica, observando com cautela o ambiente com intuito de obter alguma informação ou até mesmo memorizar os caminhos para o futuro. Nesse momento no topo de um dos prédios algo se destacava. - “Só pode ser brincadeira.” - Levei a mão direita até o rosto e balancei a cabeça em negação. - “Acho que eu deveria ter feito uma visita para esse cara.” - Não sabia qual era a daquele sujeito nos seguindo por aí, mas alguém que se escondia nas sombras e observava tudo de longe não era digno de confiança. Por hora não existia um motivo real para caçá-lo ou tratá-lo como um inimigo, mas isso também era verdade para o contrário. - “Que seja, vamos ver o que mais temos por aqui.” - Com minhas novas aquisições guardadas voltaria a caminhar pela cidade alta, verificando pontos famosos da região ou que simplesmente chamassem minha atenção, toda informação seria válida, especialmente próximo a ilhota suspensa.


Histórico:
 

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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptySeg 13 Abr 2020, 01:32

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A escolha certa? Bem, talvez até fosse, mas Helves não conseguiria decidir completamente sem antes sair daquele lugar tranquilamente. "Causar problemas agora ou causar depois, acho que foi isso que eu tive de decidir." De qualquer forma ela acabaria de frente com o tal prefeito, talvez conseguindo informações, ou simplesmente sendo considerada uma invasora já que não existiam meios tão simples de chegar naquele lugar. "Só o fizemos por causa da magia dele..." A cada passo era uma coisa nova e surpreendente que surgia na frente dos olhos de celestial, fazendo-a sorrir um pouco enquanto caminhava ao encontro com alguém tão importante em Stanford. Poucas pessoas no caminho, algo bem útil naquele momento. Se qualquer coisa estivesse seguindo para o lado errado, não precisaria se preocupar com muitos civis se envolvendo nos problemas que ela mesma criou. – Tudo bem. – dizia tranquilamente, aguardando a autorização de entrada, seguindo ao interior assim que tudo pareceu ser resolvido entre o homem e a mulher que acompanhava as duas.

A garota estendia a mão para retribuir o aperto de mãos que o homem buscava, deixando Aya fazer o mesmo até terem a oportunidade de se sentarem. – É um prazer o conhecer, senhor Ford. Me chamo Aelynth Spellman. – proferiu de maneira suave em um sorriso. Aquele não era um nome que ela usou muito, até teve o documento e andou pela ilha algumas vezes, mas em momento algum precisou se identificar com tal nome. Era um nome seguro e que até mesmo tinha um documento deste. Sentada e um pouco mais tranquila após ver a face do homem, olhava algumas vezes para Aya durante as palavras de Andrew. "A primeira parte foi bem." Um homem como ele não seria enganado como os outros celestiais. Não dava para usar a sirena como uma desculpa, era algo simples demais, talvez até surreal para um conhecedor das coisas lá pra baixo. – Entendo... – murmurava, levando a mão direita até um dos biscoitos que tinha sobre a mesa, comendo este e logo em seguida pegando a xícara para beber um pouco do chá.

Estamos em uma viagem só nossa, explorando um pouco lugares desse tipo. Ilhas do céu me cativam, adoro conhecer um pouco mais sobre a história das ilhas por onde passo. – ainda que em seu rosto houvesse um sorriso amigável, Helves falava de forma séria, procurando passar somente a verdade que aquele homem queria ouvir. Aelynth não tinha motivos para mentir, era uma simples civil. – Tem algum tempo que procuro relíquias, livros, jóias ou artefatos... Então os Dials me interessam um pouco, só não acho que posso lidar com o custo por hora. A viagem custou mais do que eu esperava. – subir para uma ilha do céu não era exatamente fácil, Marshall queria tantas jóias só para permitir isso. – Pretendemos ficar um pouco, explorar mais, conhecer todos os pontos interessantes que Stanford tem para nos oferecer, arrumar alguma diversão, descansar um pouco e então iremos partir. Não precisa se preocupar muito, estamos bem sozinhas, para nós sempre foi assim. – terminaria bebendo mais um pouco do chá e relaxando no assento enquanto observava as ações de Andrew.

Daria o espaço que fosse preciso para Aya falar se ela estivesse querendo, além de permitir que o senhor Ford fizesse qualquer questão. No momento Helves só queria relaxar e ver onde aquela conversa terminaria. "Ele deve saber o meio de subir aqui, provavelmente por isso se interessou em uma sirena subindo aqui sem ninguém o avisar." Faria sentido, alguém com tanta importância ali como ele deveria ao menos ter noção de quem subia até Stanford. Realmente era uma viagem sem nenhuma vontade de machucar as pessoas, querendo apenas arrumar alguma diversão e conhecer melhor aquele lugar tão estranho que chamavam de ilha do céu. "Entender melhor tudo isso pode me ajudar no futuro... Preciso ser um pouco mais completa, ao menos no que sei." Como estava de frente com o homem mais importante da ilha ela sentia que podia ao menos pedir algo para ele, já que as convidou até aquele lugar e parecia se preocupar um pouco com a raridade da sirena no céu. – Só existe uma coisa que eu realmente não sei onde conseguir no momento... Estou atrás de algum livro geral sobre geografia ou algo mais focado nas ciências proibidas. Preciso me aprofundar um pouco na arqueologia enquanto estiver aqui. – não se desapontaria mesmo que a resposta fosse negativa, apenas sorrindo ao homem e aguardando a definição daquela conversa entre os três.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyTer 14 Abr 2020, 12:44



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Não acho que combine, Frisk é bem melhor. – eu fui pego de surpresa pelo tom da voz de Missu, que soava meio chateada por algum motivo. Parando pra pensar, talvez eu não estivesse dando muita atenção a ela e ao Banchou desde que tudo isso tinha começado. E isso quando ela tinha ficado do meu lado o tempo todo também...sigh, eu tinha dito que não ia deixar essa situação ficar me botando pra baixo, mas eu acabei perdendo de vista algo que estava bem na minha frente mesmo assim. – "Se recomponha, Frisk. Você consegue."

Eu respirei fundo por um segundo, refletindo. Por mais que eu quisesse descobrir o que exatamente aconteceu comigo no passado, essas memórias não eram, de jeito nenhum, mais importantes do que o que eu tinha hoje. Com um sorriso meio bobo - mas grato - no rosto, eu cheguei mais perto de Missu e joguei meus braços por cima de seus ombros, lhe dando um abraço. – Heh, eu também acho. Não pretendo mudar de nome. E sabe de uma coisa? – deixei minha cabeça descansar sobre seu ombro, sorrindo – Independentemente de quem eu era no passado, a minha família agora são vocês. Eu quero sim saber o que aconteceu, descobrir por que esse tal de Horace fez coisas tão cruéis comigo e com outras crianças...mas vocês vem em primeiro lugar. – eu disse, me afastando e virando-a pro meu lado, sorrindo.

E é por isso... – eu disse, mostrando os dentes num sorriso mais largo e levantando o indicador, como se tivesse tido uma ideia – ...que nós vamos nos divertir um pouquinho antes de qualquer coisa. Essa é minha terra natal, afinal. Não quero perder nada. – e então, tomando Missu numa mão e a coleira de Banchou na outra, eu fui guiando o grupo na direção em que a mulher tinha seguido um pouco mais cedo. Mesmo depois de dizer tudo aquilo, eu não podia negar que estava curioso. Mas também não tinha mentido pra Missu, e por isso, simplesmente aproveitei o passeio, tentando não pensar demais no meu passado sombrio, até que nós chegamos numa espécie de café, onde paramos pra pedir alguma coisa.

Não surpreendentemente, a presença de Banchou fazia os habitantes do céu ficarem meio confusos, estranhando o animal que devia ser bem diferente de tudo que eles tinham por ali - especialmente quando ele era tudo menos um cachorro normal, visto o quão grande vinha ficando desde o dia em que eu o peguei. Mas foi outra parte do comentário do garçom que me chamou a atenção. – "Ser do mar? Um tritão ou sireno, então? Será que...?" – isso fez com que eu me perguntasse se Helves e Aya não teriam passado por aqui, já que a sirena estava sempre acompanhando a garota de cabelos verdes desde que se reencontraram.

Mas também havia a possibilidade de ser algum outro visitante da ilha, apesar de eu não me lembrar de ter visto algum outro navio encalhado nas nuvens perto do nosso. – Eu espero que a comida daqui de cima seja boa. – eu disse, já animado pra descobrir de que vinha aquele cheiro doce que sentimos ao passar pela rua. Nessa hora, Missu me chamou a atenção e indicou discretamente a moça de mais cedo, numa tentativa falha de se esconder enquanto nos observava de longe. – Ahahaha... – eu dei uma risada nervosa, sem saber direito como reagir. – O que vamos fazer? – Missu perguntou, e eu respirei fundo, dando de ombros.

Apesar de nem parecer que ela tá tentando, ela ainda tá se escondendo. E depois do que aconteceu mais cedo, com aquele guarda e tudo mais, eu não sei se é bom pra nós e pra ela se as pessoas nos verem juntos. Gente de fora chama muita atenção aqui. – suspirei, olhando discretamente na direção dela. Eu ficava um pouco feliz em saber que tinha alguém se preocupando comigo daquele jeito, mas não mudava o fato de que eu não podia sair da ilha sem resolver as coisas com o Horace primeiro. – Como é que ela me reconheceu afinal? Eu tava tão orgulhoso desse disfarce... – fingi um olhar meio frustrado e olhei nos olhos de Missu, abrindo um sorriso – E eu disse antes, não disse? Vocês vem primeiro. Vamos aproveitar a comida e relaxar um pouquinho, não é todo dia que a gente visita uma ilha no céu. – sorri.

Depois disso, aí sim, a gente pode se divertir como espiões. Esse Horace não vai nem saber o que o atingiu quando encontrarmos ele! – diria baixinho, para que apenas ela ouvisse. Eu tinha muitos assuntos a resolver naquela ilha, e seria bem ruim chamar atenção antes disso. Felizmente, andar por aí sem ser notado por ninguém era minha especialidade.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyTer 14 Abr 2020, 20:40


Winter Season

#19




~Helves & Aya~

O anfitrião do "chá da tarde" parava para ouvir os pedidos da garota, assim como as preocupações dele, o mesmo só colocava o chá sobre o pires e então pensava a respeito, parecendo bem analítico quanto a situação. - Hmm, geografia e ciência proibida? Acho que seria mais fácil você conversar com alguns dos bibliotecários da cidade. Dizia o homem voltando a tomar um chá, e assim Aya levantava suavemente a mão, fazendo Andrew parar novamente com a bebida. - Mas os livros, alias, tudo daqui usa um idioma diferente do povo da superfície não é ? Então como vamos saber? O homem soltava um leve sorriso e dava uma curta risada. - Bom ponto, por isso disse que seria mais interessante falar com os bibliotecários. De fato, temos poucos livros no alfabeto de vocês, e bom, precisariam de um curso para serem educadas na nossa língua, portanto, talvez a transmissão oral do conhecimento seja a melhor opção.

Então, olhando para seu relógio, Ford levantava e novamente oferecia a mão para uma aceno, sendo retribuido por Aya e depois de Helves tornava a falar. - Bom, se me dão licença, tenho um compromisso agora, mas espero que aproveitem bem a estadia de vocês e claro, se precisarem de algo, podem contar conosco! Nisso o homem saia do ambiente e deixava as duas ali na sala.

Depois que resolvessem sair, Aya olharia para Helves com um olhar de "não estou satisfeita". - Algo me deixa incomodada com ele, simpático demais, não sei, o que você achou? Enquanto Helves respondia, algo parecia chamar a atenção da sirena, que ao notar o que era, puxava a manga da Máscara da Morte, apontando para um objeto encima do telhado de uma casa.

Ao forçar a visão, a dupla poderia notar que era uma coruja, ou melhor, uma coruja já bem conhecida, lembrava bastante, não, era igual a de Marshall. A coruja, com seus olhos amarelos mecânicos, observava a dupla de moças de longe, sem piar, nem mexer suas asas, estática.


~ Tidus ~

Depois de concluir sua compra, e conseguir a informação de que a biblioteca poderia ser um ótimo local para conseguir informações sobre a ilha, o Duque Azul partia em direção de outros locais que chamassem a atenção, a princípio seu passeio não parecia nada demais, passava por algumas casas que cheiravam a nobreza, com construções suntuosas, alguns restaurantes que pareciam servir do bom e do melhor, algumas crianças andando com seus pais, enfim, a vida ali parecia ser o típico retrato do paraíso.

Ao passar debaixo da ilha flutuante, não achava nenhuma informação, a unica coisa que poderia reparar era que hora ou outra, uma daquelas embarcações flutuantes passava perto dela, e depois voltava, como se estivesse fazendo ronda. Deveria ser um ponto importante da cidade, de fato, mas não haviam placas ou identificações sobre ela.

Depois de terminar seu tedioso passeio, tinhas as direções da biblioteca na cabeça, dadas pela atendente, e desse modo começava a caminhar em direção da praça principal, sendo que ao chegar lá, encontrava Aya e Helves, a última disfarçada, olhando para um ponto de um telhado, sendo que ao ver o mesmo conseguia ver novamente aquela coruja de Marshall.

~ Frisk ~

- Hmm, não sei, talvez ela fosse uma amiga sua ou coisa assim? Falava Missu inocentemente enquanto parava para pensar sobre isso e ao ouvir a respeito das prioridades de Frisk, seu rosto corava um pouco, todavia seu pensamento era logo cortado pelo prato que chegava, três pães que pareciam cobertos por tipos diferentes de geleia ou algo assim, então a garota era a primeira a atacar a refeição e parecia extremamente contente com a doçura que vinha daquele alimento. - Obrigado por me trazer aqui Frisk.

Depois que terminassem de comer, Missu era a primeira a sair da loja, com um certo ar alegre, a mesma dava uma volta como se quisesse atrair a atenção de Frisk, mas era então que algo estranho ocorria. Do céu, algumas gotas começavam a cair, mas aparentemente só estavam caindo próximo da fachada daquela loja, não só isso, as gotas primeiro acertavam Missu, que só conseguia gritar o nome do amigo e estender sua mão, então caia no chão desacordada, sendo que conforme a chuva a molhava, as gotas tornavam-se pequenos cristas, lentamente tomando o corpo da garota. Aquela "chuva" durava somente instantes, mas o suficiente para que atingisse a menina, e então parava. Não dava tempo para que Frisk tentasse proteger a garota, ou para que a figura desconhecida viesse para salvar Missu.

Depois disso, os cristais continuavam seu processo, até que uma fina camada de algo parecido com gelo parecia estar sobre o corpo da garota, deixando-a algo similar a um congelamento ou petrificação. De todo modo, a primeira a ir ao socorro dela era a moça desconhecida. - Garota, você está bem? Altair, o que aconteceu ?! Ela falava com certo pânico, sem entender o que estava acontecendo.

A única coisa que Frisk podia captar, além do estado da amiga, era uma forte presença que sentia subitamente com seu haki, fazendo mais uma vez um arrepio percorrer-lhe, seu olhar poderia ir de encontro a figura, que apesar de estar longe, só conseguia distinguir um sorriso maniaco em seu rosto e então ela começava a andar entre os corredores daquela cidade baixa, tentando sair da área.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyTer 14 Abr 2020, 23:50

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Estava tudo tão tranquilo e seguindo de uma forma natural que Helves até se deixou levar. Baixar a guarda no meio de uma missão não era o melhor, mas poderia dar a confiança que Andrew estava precisando para liberar as duas. "Isso tá muito bom." Não poderia comparar com a refeição paga anteriormente, sentindo que seria um pouco errado pensar algo assim. Os biscoitos e o chá se mostraram o bastante para satisfazer a celestial, que já não mais estava tão preocupada com tudo ali. Mesmo com as respostas de Andrew ela ainda conseguia sorrir ao mesmo, apenas aceitando que não seria tão simples aprender algo como fazia normalmente. – Tinha esquecido desse detalhe. – comentava, passando a mão direita nos próprios cabelos. – Ao menos tive a oportunidade de conversar com alguém tão importante, me sinto bem recebida. – naturalmente a garota levava a mão ao encontro da do homem, já sentindo o fim do pequeno encontro entre os três. – Foi um prazer, espero ter outra oportunidade para conversar contigo. – erguia-se em respeito ao mesmo e ficava assim até este sair da sala.

Helves esperava terminar o chá, pegar alguns biscoitos e só então sairia ajudando Aya a caminhar pelo exterior. Tinha sido uma conversa aceitável, incrivelmente aquilo não tinha deixado algo exatamente estranho nos pensamentos da celestial. Andrew parecia um simples prefeito que estava querendo receber bem as pessoas, mesmo que isso fosse um pouco bizarro pela forma como abordaram as duas. – Me pareceu um homem comum. Só não gostei da forma que ele chegou até nós...  Esse homem provavelmente deve ter algum conhecimento sobre a maneira de subir aqui, por isso nos questionou. – tranquilamente ela ia comendo alguns biscoitos durante sua fala. – E como ele não sabe o modo que chegamos nessa ilha deve estar perdido. É melhor ficarmos preparadas, coisas assim não terminam bem pro lado em menor número. – por fim Helves apenas puxaria Aya em um abraço, já finalizada com os biscoitos, daria mais atenção para sua companheira, além de usar isto para observar indiretamente aquilo que a sirena estivesse querendo lhe mostrar.

Com um olhar mais atento ela conseguiu identificar o problema, lá estava ele novamente. "Marshall..." O interesse dele em Helves e na Seasons era um grande problema no geral. Por estar apenas observando de longe era óbvio que ele já sabia do disfarce da celestial, podendo também ter algum plano por trás disso tudo e esse era o real problema ali. – Até aqui... Não posso nem aproveitar um pouco do meu tempo livre que ele já aparece, acho que não posso fazer nada. Chamaria muita atenção. – Helves apenas sorria, afastando-se um pouco de Aya para caminhar junto dela como se nada houvesse ocorrido. A coruja podia ir pro caralho, pois as duas estavam no meio de uma missão e do tempo tranquilo delas juntas. – Vamos, temos alguns lugares para visitar. Está animada? – diria com um sorriso no rosto, mostrando certa empolgação. Não existia muito um objetivo em mente, ela sabia que precisava explorar mais a ilha e conhecer melhor o local, mas não tinha os pontos mais interessantes fora da cidade alta.

Por hora não importava muito onde iriam. Helves queria aproveitar aquele momento, relaxar um pouco, além de procurar pontos importantes e interessantes com os olhos. No geral ela estava apenas se divertindo um pouco, deixando a tal missão complicada para o acaso. – Me pergunto onde estão os outros dois. Espero que bem. – murmuraria, respirando fundo antes de procurar um local para se sentar junto de Aya e descansar um pouco. Ainda não estava na hora de colocar tudo naquela missão, era sim importante a concluir, mas aproveitar enquanto ninguém estava os caçando parecia o mais certo aos olhos da celestial. "A biblioteca seria um bom lugar para começar. " Durante o descanso ela procuraria lojas, casas ou outro estabelecimentos interessantes nas proximidades, relaxando onde estivesse sentada enquanto seus olhos trabalhavam um pouco. – Achei que subir aqui me deixaria mais perto de casa. Só que é impossível, ela já está muito longe... – diria ao vento, fechando os olhos por alguns momentos, pousando a cabeça em um dos ombros de Aya para descansar por algum tempo.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyQua 15 Abr 2020, 01:29


Up: Altas Aventuras

busca por um local onde pudesse vender o tesouro das ruínas de Pindorama e comprar alguns (um) dial chegava ao fim, mas infelizmente essa era apenas a parte fácil e no fim não havia descoberto nada realmente relevante sobre as mentes por trás de Stanford, quer dizer, a unica pista de uma possível figura relevante na história da ilha eram aquelas estatuas estupidas espalhadas por toda parte. - “Francamente, quem realmente acha que estátuas são uma boa ideia?” - Deixei um suspiro escapar enquanto caminhava pela cidade, mas a duvida ficava no ar, as estatuas possuíam algum significado ou não passavam de um enfeite qualquer?

A breve excursão por conta própria não contribuiu muito para as investigações, no fim a cidade alta não passava de um local chique como qualquer outra, nada de suspeito se encontrava a luz do dia. - “Talvez eu tenha superestimado esse lugar, a essa altura já esperava mais guardas e tropas da marinha por aqui, mas a única coisa que encontramos foi aquele sujeito de roupa esquisita.” - Ajeitei o chapéu sobre a cabeça cobrindo parcialmente a expressão de desânimo, por um breve momento até cheguei a me perguntar o que estávamos realmente fazendo ali, tudo parecia uma grande perca de tempo e recursos, Horace não cairia em nosso colo e não havia indício algum que ele sequer estaria naquela ilha para o começo de conversa, quer dizer, nadaalém da palavra de uma pessoa que sequer conhecia ou confiava.

Enquanto me questionava se nossa presença naquela ilha era realmente necessária percebi a presença de Helves e… Aya? Era difícil reconhecer a sereia sob todo aquele pano, mas bastava ligar os pontos para tudo fazer sentido. - “O que elas estão fazendo aqui?” - Curioso arqueei uma das sobrancelhas, mas no fim decidi não me aproximar ou interromper as duas, infelizmente eu não era o único prestando atenção nas duas, a coruja uma vez mais parecia estar nos observando, quer dizer, desta vez parecia estar mais concentrada na dupla feminina. -“Huuum, isso não é coincidência, ele realmente está de olho em nós.” - Minhas suspeitar sobre aquele por trás do animal metálico apenas aumentava, um pirata nojento que se achava esperto demais escondido em algum buraco qualquer. - “Para o seu próprio bem é bom que Horace realmente esteja nessa ilha e que você não esteja planejando nada estupido, caso contrário você vai precisar de um buraco bem mais fundo para se esconder.”

Acreditando ou não em Marshall decidi ignorá-lo por hora, se fosse tão inteligente quanto achava que era o rapaz não teria nos dado uma informação inútil, afinal de contas não estava lidando com qualquer um, o exército revolucionário sabia como encontrá-lo - assim como já havia feito anteriormente - e tentar contra a vida de um de seus sub-generais o tornaria um inimigo público da causa. - “As vezes até mesmo eu me esqueço que já não somos mais simples peões da linha de frente, nossas ações possuem um impacto muito maior no exército como um todo.” - O posto que agora ocupava era uma verdadeira faca de dois gumes, minha cabeça mais do que nunca atrairia a cobiça daqueles que almejam derrubar os revolucionários, ao mesmo tempo isso me tornava um chamariz para aqueles que buscavam algum tipo de vínculo com a organização, mais do que nunca me sentia redeador por inimigos, interesseiros e potenciais aliados.

Após todo um monólogo sobre minha própria posição em tudo isso voltei a caminhar em direção a tal biblioteca para onde Helves e Aya também tinham ido mais cedo, o que fazia-me perguntar como as duas tinham descoberto aquele lugar. - “Apenas curiosidade ou descobriram alguma coisa nesse meio tempo?” - De qualquer forma já tínhamos perguntas demais, era hora de procurar algumas respostas para variar. Assim que chegasse a biblioteca procuraria por alguns livros, artigos e jornais antigos que possuíssem relatos sobre a história local, algo sobre sua origem e quando havia se tornado a metrópole comercial que era hoje.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 8 EmptyQui 16 Abr 2020, 01:28



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Por um momento, eu me deixei relaxar. Era um pouco diferente, veja bem, de quando nós passamos um bom tempo vivendo tranquilamente em Karakui, aproveitando os dias que iam e vinham sem nada muito fora do normal. Podia simplesmente passar o dia brincando na neve com Missu e Banchou, pra depois tomar um banho quente e beber algo na sala de estar. Depois de tudo o que aconteceu no laboratório, porém, eu acabei ficando um pouco mais incomodado do que gostaria de admitir, e acho que Missu acabou percebendo isso de um jeito ou de outro. – "Já faz um tempinho que a gente viaja junto, afinal." – pensei com um sorriso.

Por isso, mesmo com os fantasmas do meu passado agora mais perto do que nunca, eu decidi que tomaria um tempinho só pra aproveitar ao lado dela. Nada mais justo, não é? Ela tinha me ajudado muito desde que nos encontramos em Alabasta, e eu não queria ficar deixando ela de lado só porque estava confuso com tudo que vinha acontecendo. Eu sorri ao vê-la contente por termos tirado esse tempinho juntos. – A gente precisa fazer isso mais vezes. Tem muito lugar incrível pra visitar por aí. – comentei alegremente, saboreando mais um pouquinho do doce que tínhamos pedido. Eu não fazia a menor ideia do que era, mas era bom.

Apesar disso, o momento de paz não durou muito. Assim que nós saímos do restaurante, o destino fez questão de me lembrar que independentemente do que acontecesse, nós sempre acabávamos de volta no campo de batalha. Foi rápido demais pra que eu entendesse o que exatamente estava acontecendo, mas em apenas um momento, eu vi o corpo de Missu ser congelado bem diante dos meus olhos, depois de algumas gotas suspeitas de chuva caírem sobre ela. A mulher de antes se aproximou, desesperada, mas a minha atenção foi tomada por uma outra presença: uma mais sinistra, que não pretendia se demorar por ali, e logo começou a se afastar. Eu senti o meu sangue borbulhar de raiva, mas estava preocupado demais com Missu pra simplesmente disparar na direção da figura misteriosa.

Missu! – eu me abaixaria chegando mais perto, segurando-a com delicadeza. A menina parecia até ter se transformado numa estátua de gelo, o que me fez perguntar se o poder do inimigo dessa vez era parecido com o de Elsa-san. – Eu não sei, moça, mas eu vou descobrir. – antes de tudo, tentaria entender o que era aquilo. Com os poderes da Doa Doa, tentaria abrir uma porta na estrutura cristalina que tinha prendido o corpo dela - era o jeito mais seguro, já que eu não tinha como saber se quebrá-la com força bruta podia acabar ferindo Missu. Se ela estivesse envolta naqueles cristais, eu poderia abrir uma porta neles para libertá-la. Mas se o corpo dela tivesse sido transformado naquilo, minha única escolha seria colocar a porta de volta no lugar e procurar uma outra saída. Ou seja, eu precisava achar o responsável.

Se Missu continuasse presa pelos poderes da figura apesar de meus esforços, eu a deixaria junto de Banchou, pegando o meu Den Den Mushi pra fazer uma ligação. Tidus-san era a escolha mais óbvia, já que ele podia literalmente vir voando até aqui. – Tidus-san, nós tivemos um problema. Alguém atacou a Missu e prendeu ela com um poder estranho, mas se eu esperar demais, não vou conseguir ir atrás dele. – explicaria a situação e diria mais ou menos onde estava em relação ao lugar onde tínhamos nos separado. Mesmo se eu conseguisse libertar Missu, a decisão mais sensata seria deixá-la descansar um pouco, e não custava nada avisar o Duque Azul. Depois de resolver tudo isso, eu só tinha mais uma coisa a fazer. – Por favor, toma conta dela por enquanto. – pediria à mulher, num tom de súplica – E você, grandão, cuida delas duas tá legal? Eu vou achar esse desgraçado e ensinar uns bons modos a ele. – diria a Banchou, e abriria uma Air Door ao meu lado com um movimento rápido.

"Eu não sei quem você é, mas é melhor estar pronto. Quando eu te encontrar, você não vai nem saber o que te atingiu." – entraria na dimensão de bolso. Eu já sabia a direção pela qual a figura tinha fugido, e ali dentro, podia me mover livremente pelos telhados sem causar confusão. Agora, era só uma questão de ir atrás dele. E isso eu sabia fazer.

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