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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyQui 9 Jan 2020 - 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyTer 31 Mar 2020 - 14:49



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Hmmm...acho que isso é um pouquinho mais complicado do que eu imaginava. – a ideia de virar a noite decifrando aqueles documentos tinha parecido bem divertida a princípio, mas a essa altura, eu já estava considerando de verdade desistir e ir tirar um cochilo. Banchou foi o primeiro a se retirar, o que não era surpresa nenhuma: não devia haver muitos cachorros por aí que se interessavam por arqueologia e traduções de línguas estranhas. Mas depois de algumas horas trabalhando, Missu me deu seu boa noite e foi dormir também, me deixando sozinho numa luta pra entender do que diabos aqueles papéis falavam.

Eu já tinha descoberto algumas coisas importantes sobre aquele alfabeto, e entendia que a tradução não era direta - eu precisava dar meus pulos pra entender as mensagens, mesmo depois de decifrar os símbolos, o que fez com que aquilo tomasse bem mais tempo do que eu gostaria. E com a manhã já raiando, eu coloquei mais um gole de café pra dentro, observando os inúmeros documentos e anotações que eu tinha espalhado pelo chão do quarto durante todo o processo. Foi nesse momento, olhando pra coisa como um todo, que eu reparei em um papel em específico que tinha passado despercebido. Meus olhos brilharam.

Eu o peguei do chão com as duas mãos, lendo atentamente. Se tudo o que eu já tinha descoberto até agora estava certo, então aquilo devia ser...sem perder tempo, eu peguei uma folha do meu caderno de anotações, e com a caneta em mãos, comecei a transcrever a mensagem. Eu já tinha pegado o jeito da maioria dos símbolos àquela altura, mas contei com uma ajudinha do papel com as traduções pra ter certeza. – Vamos ver, começa com um A...B...O... – eu fui anotando cuidadosamente cada uma das letras no caderno, os olhos indo e voltando do documento e das traduções. – ...U...não, V? E também um E...ABOVE? – eu sentia que estava no caminho certo, e assim, continuei com a tradução até escrever tudo.

"ABOVE CLOUD THERE ARE GREAT RICH NORTH AND LEFT". A tradução final tinha ficado um pouquinho confusa, mas a ideia era bem clara. Eu senti um sorriso tomar o meu rosto, e por mais que ainda estivesse morrendo de sono, definitivamente não queria simplesmente parar e dormir agora. Aquilo nos ajudaria a chegar na ilha do céu, e quem sabe até a encontrar algum tipo de tesouro lá em cima! – Tem dizendo algo como riquezas aqui, afinal. – eu sorri, esquecendo o cansaço por um momento. Nisso, já fazia um tempinho que eu tinha ouvido algum tipo de comoção vindo da sala de estar, e corri até lá pra encontrar o restante do pessoal. De fato, Tidus-san e Helves estavam ali, mas não parecia que eles tinham simplesmente acordado pra tomar café da manhã. – É...aconteceu alguma coisa?

Quando ficasse por dentro da situação, me apressaria pra ajudá-los nas preparações - era meio triste abandonar aquele esconderijo assim, de repente, mas era a nossa melhor opção por enquanto. – Tá legal, eu vou acordar a Missu! – diria, correndo de volta pro quarto. Dava um pouco de pena de tirá-la da cama assim, já que devia estar quase tão cansada quanto eu, mas a gente podia dormir no navio se precisasse. Seguindo a dica de Tidus-san, eu abriria uma porta no ar no meio da sala de estar, mantendo-a aberta para que todo mundo pudesse jogar pra dentro o que precisássemos esconder. – Talvez seja bom esconder a passagem subterrânea também. Alguém coloca um móvel por cima! – antes disso, porém, pegaria algumas roupas e outras coisas pra usar de disfarce depois, se viesse a calhar.

Por fim, com tudo pronto, eu abriria a passagem pros tapetes voadores - ou a gente poderia usar a que estava no meio da sala, tanto faz - e nós estaríamos prontos pra partir. No caminho, mostraria pro restante do pessoal os resultados de todo o trabalho da madrugada: – Eu não sei do que exatamente isso tá falando, mas parece interessante. Essa parte aqui, norte e esquerda, principalmente. Isso seria...noroeste, então? – talvez fosse algum mapa do tesouro, ou simplesmente uma indicação das direções da ilha. Mas o "acima das nuvens" não deixava dúvidas de que era daquilo que estávamos atrás. A ilha do céu, Stanford!

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyQui 2 Abr 2020 - 15:11


Winter Season

#15




~Todos~

~ Anteriormente:

A manhã dos revolucionários era iniciada com boas vindas do pirata Marshall que por um lado parecia agradecer ao grupo, do mesmo modo que parecia intimidá-los também ou alertá-los sobre um perigo maior que estava por vir. Dessa forma, todos preparavam-se para partir dali e irem rumo a Stanford.  ~


Com o esconderijo limpo, o grupo estava pronto para ascender aos céus, Helves preparava um novo disfarce, o qual parecia agradar Aya, Frisk terminava de preparar os documentos e os acertos finais e Tidus orquestrava toda aquela mudança, pouco tempos depois estavam já a caminho da embarcação entregue pelo outro Sub-General.

Rapidamente conseguiam chegar no navio, haviam alguns marinheiros no porto, mas a dimensão de bolso permitia com que todos passassem rapidamente por ali sem problemas, conseguiam então chegar a sua nova casa e começava a espalhar os objetos de antes, prontificando a saída breve de Karakui. - Não..desde a prisão dele não ouvi nada mais sobre ele, nem sei seu estado de saúde, me desculpe. Falava a sirena em resposta a Asken, tanto ela quanto Helves pareciam se importar ainda com ele, todavia Impel Down era um local bem complicado de se ter informações, ainda mais quando se estava no lado contrário da lei.

Tudo estava ok e então o grupo partia, o Duque Azul começava a erguer o navio com o seu poder, o que demorava um tempo amais, em consideração ao peso da embarcação, ela ia erguendo-se da água e os marinheiros em solo se assustavam vendo aquilo, alguns caindo no chão outros correndo para talvez procurar um oficial. Pessoas apontavam para a embarcação nos céus e logo a velocidade de ascensão dessa ia aumentando.

Pouco tempo depois chegavam as nuvens, a temperatura caia drasticamente e agora era possível sentir os pelo ficam exitados para proteger do fio. Todavia, mesmo com esse gelo, o grupo era recompensado com uma visão única, havia um grande mar de nuvens e um céu a poente que iluminava tudo.

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Aya, Missu, qualquer pessoa na verdade ficaria boquiaberto com uma paisagem dessa, desbravar os mares era uma coisa, desbravar o céu era outra totalmente diferente. Um território pertencente as lendas do mundo, que apenas poucos homens tiveram a honra de presenciar, as ilhas do céu. A embarcação então era manipulada para tomar o rumo norte e oeste assim como foi indicado pelas direções do enigma.

Passava-se algum tempo e pareciam ouvir nada, mas então começavam a ver uma gigantesca nuvem mover-se com velocidade maior do que as outras acima, e essa nuvem conforme chegava perto permitia que fosse visto que na verdade era como uma projeção, pois era possível ver por transparência, uma imensa ilha que flutuava e se movimentava no céu com auxilio de algumas tecnologias.

-Standford..Dizia Aya olhando fixamente para a mesma.

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O barco então tomava novamente ascensão e começava a avançar rumo à cidade do céu, estavam cerca de 1 km do começo da cidade, até que a embarcação começava a ter dificuldades para passar totalmente as nuvens, ficando "presa" entre algumas(imaginem que metade da embarcação está no mesmo nível de Stanford e a outra metade embaixo das nuvens), como se tivessem encalhado na areia, mas não era terra, era ar.

Se o grupo quisesse, poderia sair do barco e arriscarem pular nas nuvens, dessa forma poderiam seguir até a cidade. Adentrando na mesma, diferente das lendas que retratavam as ilhas como locais primitivos, deparariam-se na verdade com um cenário tecnológico, prédios, ruas, árvores, eletricidade, tudo ali parecia uma cidade de mais alta patente, de forma que Karakui e o laboratório K pareciam brincadeira de criança.

Além disso, pairando no céu havia uma pequena ilha, que havia somente uma mansão e ao lado um grande prédio com alguns ideogramas que pela distância não eram legíveis, mas assimilavam-se aos vistos por Frisk no papel. O fluxo de pessoas na rua era alto, de forma que sequer olhavam uma para as outras, pareciam mais interessadas em olhar seus relógios e seguirem o fluxo como se estivessem naturalmente ocupadas.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptySab 4 Abr 2020 - 13:38

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Sim, era uma resposta esperada naquela situação. Ser preso era uma coisa esperada, mas Helves nunca imaginou que ele iria escolher isso naquela situação. "Vai ser um problema, mas vou ter que checar isso no futuro." Libertar Asken era uma possibilidade, mesmo não sendo a mais fácil do mundo. – Ele deve estar bem... Em algum momento vou ter que procurar por Asken, se ser preso foi uma escolha dele, não terei problemas em o deixar lá... Mas se ele realmente não queria isto, acho que terei de dar um jeito. – tudo naquela situação só complicada ainda mais as coisas. Os planos da celestial ainda poderiam continuar sem problemas, mas sua cabeça não podia esquecer de seu irmão. O futuro poderia ser brilhante, principalmente se ela conseguisse concluir seu plano de infiltrar-se no lado inimigo de alguma forma. "Assim eu teria como o encontrar facilmente." Um problema para outra hora, naquele momento o foco precisava ser total na ilha do céu e na missão que teria de fazer por lá. A viagem parecia se iniciar e Helves apenas sorria para Aya, acariciando os cabelos da sirena enquanto observava e sentia a elevação da embarcação.

A atenção que um barco voando chamava só podia ser daquele nível. Logo mais todos saberiam que Tidus estava na ilha, pois aquele tipo de exibição só poderia ser coisa do duque. "Ao menos ninguém deve ter nos visto no navio." O céu era lindo como sempre. Mesmo que não estivesse tendo esse tipo de visão todo dia, sua memória ainda guardava muito bem todos os belos dias passados em sua ilha natal. "Já faz um tempo que não penso nisso, tem tantas coisas me distraindo... Espero um dia encontrar os desgraçados que fizeram aquilo." Mais uma preocupação para o futuro, nada estava realmente definido, mas do jeito que as coisas estavam seguindo na vida da celestial, provavelmente não conseguiria fazer todas essas coisas sozinha. Não enquanto estivesse em um grupo que precisava dela de alguma forma. – Não posso abandonar mais ninguém... – murmurava, aproveitando os poucos momentos de paz que teria naquela subida. Não tinha muito motivo para chegar fazendo uma grande bagunça em Stanford, mas logo todos saberiam que a Seasons estava subindo e ficariam atentos para isto.

Stanford era bem grandiosa e bonita no geral, mas parecia tão estranha aos olhos da celestial. – Não parece nada com a ilha em que eu vivia. – comentava um pouco surpresa com aquilo, mesmo que já soubesse do quão diferente o mundo era na realidade. Ficar presa em uma única ilha tinha a feito perder noção do quão vasto e incrível era o mundo onde vivia. Foi só depois que partiu em uma aventura pirata que conheceu coisas incríveis de verdade. – A tecnologia por lá era um pouco simples, acho que faz sentido... Era uma pequena ilha. – suspirava, mostrando um sorriso tristonho ao falar do lugar onde um dia viveu, quase não conseguindo focar nas coisas boas, só tendo a visão final de Hinsulae antes de sua partida naquele momento. "Foi complicado, é claro que vou me lembrar muito mais disso. Só preciso relaxar, não vai acontecer isso aqui, certo?" As únicas pessoas que poderiam causar lago semelhante naquela ilha eram eles mesmos. Talvez até fosse possível, Helves ainda não tinha passado completamente pelo ódio sentido no laboratório. Encontrar respostas poderia ajudar nisso, mas por hora sua missão não envolvia destruir Stanford pro completo. Ainda não.

Estamos atrás de mais informações, esse lugar deve ter todas as respostas que procuramos. Como vamos fazer isto? – questionava, tendo plena noção de que não era a pessoa na liderança ali. Os mais experientes e poderosos precisavam tomar a decisão. Principalmente depois do que Helves fez no laboratório, era melhor deixar Tidus e Frisk escolherem como resolver a missão. "Eles chegaram tão longe juntos, deve ter um motivo pra isso. Aprender com eles é o melhor por hora, não quero exagerar como fiz antes." A realidade é que não tinha muito para a celestial fazer. Não importava muito o modo como agiriam, se estavam indo para a ilha o trabalho de Helves seria bem simples de ser feito. Como Aya agora estava por perto, não teria tanto problema em largar seu corpo para realizar esta tarefa ao projetar a mente nos fantasmas. – Meu anjo, então... Esse meu poder pode parecer um pouco preocupante dependendo da forma como eu uso. De certa forma minha alma sai do corpo, então pode parecer que estou desacordada ou até morta. – para qualquer pessoa aquilo pareceria bem perigoso, provavelmente achariam mesmo que a garota morreu do nada, como ela mesma pensou a primeira vez que aconteceu. – Mas não se preocupe tanto, só preciso que fique de olho em mim e me proteja. Se nada acontecer com o meu corpo real, nada acontece com a minha alma. – terminaria de falar, sorrindo e dando um breve beijo na testa de Aya, buscando a deixar bem calma naquela situação. Só assim poderia fazer uso de seu poder. Independente da forma como iriam para Stanford, restaria par a garota usar de seus pequeninos fantasminhas atravessadores de paredes para observar toda a situação onde alcançavam, escutando, vendo e absorvendo cada informação importante, interessante ou útil agora e no futuro da missão que estavam para fazer.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptySab 4 Abr 2020 - 16:30


Stanford

O navio da célula Seasons pela primeira vez ascendia aos céus, uma primeira vez de muitas. - “Isso é...” - Os céus ou o que havia sobre as nuvens já não me eram um mistério a muito tempo, mas a vista em certos momentos não deixava de me surpreender. - Incrível. - Um pensamento que acabava por sair mais alto do que deveria. Por mais que fosse uma paisagem bem familiar, alguns detalhes me faziam questionar se aquelas nuvens eram como todas as outras, o motivo disso? Bem, por algum motivo elas estavam… Segurando o navio? - Ahn? - Arqueei uma das sobrancelhas, olhando com curiosidade ao perceber que estávamos ficando presos em alguma coisa, na verdade vendo com mais calma era seguro dizer que estávamos na verdade atracando nas nuvens?

As nuvens mais firmes não eram a única surpresa, uma cidade! Existia uma cidade enorme bem ali! - Uou, e eu achando a cidade lá de baixo chamativa. - A paisagem ia muito além de minhas expectativas, não esperava que o que existia sobre as nuvens fosse tão… Como podia dizer? Avançado? Tecnológico? Estranho, esperava algum tipo de tribo ou vilarejo simples, mas na verdade encontrávamos um local completamente diferente de todos os outros que visitamos antes. - Algo não parece certo, esse lugar não parece exatamente uma vítima. - Até então a ilha do céu e seus habitantes pareciam as vítimas da história e Horace o vilão, mas aparentemente as coisas não eram tão simples assim, ainda era cedo para tirar qualquer conclusão, mas se fosse para dar um chute diria que existia muito dinheiro e poder envolvido.

De qualquer forma tínhamos um trabalho a fazer, um que aparentemente seria mais difícil do que o esperado. - Certo, estamos aqui para conseguir resposta de Horace, mas a marinha certamente já deve estar a nossa procura e não deve demorar a descobrir que estamos aqui. Primeiro vamos nos concentrar em conseguir informações, precisamos saber onde Horace está se escondendo. - Olhando para cima, ao longe, era possível notar uma estrutura acima de todas as outras, uma bem chamativa. - Aquele parece um bom palpite. - Apontaria na direção da mansão. - Mas também é possível que ele esteja sendo mantido em algum esconderijo, dado o que aconteceu em Karakui eles devem estar mantendo-o protegido. - Levei a mão até o bolso e apanhei um filtro de cigarro. - Por hora vamos nos misturar, a cidade parece bem movimentada e com os disfarces devemos conseguir nos misturar sem grandes problemas. - Acenderia o cigarro com o isqueiro e daria uma longa tragada. - Vamos verificar as lojas e pontos importantes da ilha para começar. - Diria soltando um pouco de fumaça para o lado, longe dos demais.

Passado as informações caminharia até o interior do navio, mais especificamente para o cômodo onde havia deixado minhas coisas. No bolso do casaco apanharia uma das cápsulas compactadoras, uma tecnologia bem conveniente. - Vamos dar um destino para você. - Utilizaria a cápsula para armazenar meu baú de joias, seria mais fácil transportá-la pela cidade assim, com outra das cápsulas desta vez armazenaria minha bainha-composta que carregava a maior parte das espadas, seria melhor não chamar a atenção enquanto estivesse disfarçado, mas não não podia ser pego despreparado. Guardaria as cápsulas no bolso interno do casaco e apanharia minha espada lendária, deixando-a presa do lado da cintura sob o sobretudo.

Com tudo pronta retornaria ao convés. - Vamos ver o quão firme são essas nuvens. - Saltaria do convés em direção às nuvens que seguravam o navio com intuito de testar sua firmeza, se por ventura afundasse tentaria subir imediatamente com os poderes da minha akuma no mi, mas se fosse seguro andar por ali acenaria para os outros para que descessem também. - Vamos procurar alguma loja local, preciso vender aquelas jóias de Pindorama e esse tipo de lugar é sempre um bom ponto de partida. - Com um objetivo traçado caminharia em direção a cidade a procura de uma loja local onde pudesse vender minhas joias e quem sabe comprar alguma iguaria, se me lembrava bem os Dials que já havia obtido durante minha jornada vinham de lugares como aquele, seria interessante encontrar mais alguns com funcionalidades diferentes.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptySeg 6 Abr 2020 - 13:54



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Eu não consegui deixar de sorrir ao ver a reação das outras pessoas no porto conforme o nosso navio continuava a subir, erguendo-se sobre as águas e levantando voo. Quer dizer, até eu que já tava bem acostumado com as viagens de tapete por aí fiquei maravilhado com a ideia de um navio voador. Com um sorriso largo no rosto, eu simplesmente acenei pra quem estava lá embaixo, encostado na beirada da embarcação pra poder ver a cidade diminuindo ao longe, ao longo da nossa subida. E depois de chegar bem ao alto, acima das nuvens, fomos recebidos por uma vista ainda mais bonita do que eu tinha esperado. – Uwaa... – eu observei admirado. Não me lembrava do meu tempo nas ilhas do céu, mas ver as nuvens assim daquele jeito parecia quase natural pra mim, como se fosse uma memória distante.

Mas o que mais me impressionou, de longe, foi a visão da ilha do céu. Eu não sei bem o que exatamente eu esperava encontrar lá em cima - uma cidade com casinhas construídas em cima das nuvens, talvez - mas Stanford era completamente diferente. Era como uma construção imensa que fazia a cidade flutuar acima das nuvens, talvez ainda mais avançada do que tudo o que nós vimos em Karakui. Ouvindo Helves falar sobre como era diferente da sua ilha natal, eu me peguei pensando no meu caso. – Será que eu vim...daqui? Quer dizer, com toda aquela coisa dos Lost Children... – eu não tinha como ter certeza, mas se as crianças que eles usaram nos experimentos vinham da ilha do céu mais próxima, então talvez aquele fosse realmente o lugar onde eu tinha nascido. – Stanford... – repeti o nome, absorto.

No fim, nós acabamos de alguma forma com o navio parando no meio das nuvens, como se elas fossem sólidas. – "Do que será que são feitas então?" – a ideia de descer e tentar pôr o pé ali dava um pouco de medo, já que uma queda daquela altura seria morte na certa - especialmente considerando que eu ia acabar caindo no meio do mar ou algo assim. Mas de qualquer forma, nós tínhamos chegado, e agora era hora de resolver o que exatamente a gente ia fazer dali pra frente. – E eu duvido que a gente vá conseguir alguma coisa simplesmente perguntando por aí, ainda mais se ele estiver escondido... – cocei a cabeça por um instante, tentando pensar em algo, até que Tidus-san apontou pra uma mansão que ficava numa ilhazinha flutuando acima de Stanford. Me lembrou de casa, da mansão Dreemurr.

Bem, no mínimo é um lugar importante. Eu posso dar uma explorada por lá com a Doa Doa mais tarde, é só você me deixar lá em cima. – sorriria pro Duque Azul. – Agora eu vou me trocar e tentar um disfarce diferente dessa vez, acho que trouxe roupa o bastante pra faze algo legal. E já que você tá disfarçado também, por que não aproveita pra pôr umas asinhas nas costas, Tidus-san? – daria uma boa risada com a sugestão, e depois iria até algum dos quartos pra escolher um disfarce interessante. O da última vez já devia ter sido pego em alguma câmera do laboratório, então valia a pena dar uma mudada no visual. E depois de uma boa revirada em tudo que eu tinha trazido comigo, me resolveria em usar uma peruca roxa junto de um conjunto de roupas brancas, com um lenço xadrez em volta do pescoço.

Imagem:
 

Enfim trocado, eu voltaria pro convés pra me encontrar com o restante do pessoal. – Heheh, o que acharam? – mostraria o disfarce aos outros, mas dessa vez, com as asas das costas à mostra. Estávamos numa ilha do céu, então nada mais natural do que um celestial, certo? E então, seguindo a deixa de Tidus-san e se tudo estivesse certo, eu daria um salto até as nuvens em que tínhamos atracado - mas sem usar força demais, ainda com um pouco de medo de despencar até lá embaixo - parando pra senti-las com as mãos se fossem realmente sólidas como pareciam. Traria Banchou comigo também - mas dessa vez na coleira - e andaria junto com ele e Missu, impressionado com a ilha agora que a via mais de perto. Não era preciso ter pressa ainda. Por enquanto, era hora de dar uma voltinha por Stanford!

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyTer 7 Abr 2020 - 13:06


Winter Season

#16





~ Anteriormente:

A ilha do céu, Stanford. Um lugar de lendas e mitos, mas que os bravos revolucionários procuravam se aventurar por lá para resolverem o grande problema por trás do passado de Frisk e conseguirem levar a justiça até Horace. Um lugar que parecia levantar mais perguntas do que respostas, seja pela expectativa totalmente diferente do que tinham, ou pelos mistérios que ainda encontrariam lá.  ~


~Helves & Aya~

A pirata Helves, junto de seu amor Aya, pareciam tomar uma decisão mais de inteligência, a garota optava por ficar ali pelo navio e usar o seu fruto para conseguir obter o máximo de informações possíveis.  Aya, em resposta as informações dadas parecia um pouco confusa por imaginar como aquilo iria funcionar, mas parecia acreditar na companheira e afirmava timidamente com a cabeça, esperando que o plano funcionasse.

A máscara da morte emitia os seus fantasmas e ligava sua consciência a eles, fazendo com que eles percorressem até onde podiam alcançar. Basicamente, a pirata podia observar as ruas da cidade e alguns prédios, via que as pessoas ali tinham um estilo de vida muito agitado, impessoal e de certa forma frio. Pareciam ocupadas demais com seus ofícios e não pareciam uma comunidade extremamente unida, mas ao mesmo tempo não demonstravam ser insatisfeitas com a vida que levavam.

Suas roupas em geral eram feitas de tecidos mais quentes e curiosamente eram de tecidos bem semelhantes ao que se encontrava na terra firme, mostrando que deveria haver um certo grau de comercio ou outro tipo de estratégia que levava lã e esse tipo de recurso para eles. Somado a isso, uma coisa era muito curiosa, as pessoas não deixavam suas asas a mostra, guardavam-nas sobre as vestes, talvez com faixas, o que era exatamente o oposto do que muitos esperariam de uma ilha do céu, um habito cultural? Talvez.

No mais, a vida ali não parecia ter nada de maligno ou um plano secreto, talvez o problema não estivesse entre as pessoas normais. Elevando seus fantasmas, ela conseguia ter uma vista mais geral da ilha, conseguia ver aquela cidade tecnologia que expandia-se sobre uma imensa nuvem, e mais ao norte havia algo muito interessante, uma imensa fábrica, que assemelhava-se em certo grau ao laboratório K em questão de tecnologia e magnitude. E ao redor dela haviam algumas árvores e construções estranhas que assemelhavam-se um pouco a ruínas de algo do passado.

Sem mais o que ver, a pirata poderia voltar para seu corpo, e Aya aguardava ao seu lado, protegendo sua amiga. - E então, o que viu?


~Tidus, Frisk (e a cambada toda)~

O Duque Azul junto de seu amigo Frisk decidiam ir direto para a ilha do céu, e desse modo, após as preparações Tidus era o primeiro a saltar no barco, a fim de verificar como se dava a dinâmica do solo. Saltava, torcia para dar certo, e conseguia. A nuvem, por mais irônico que fosse, tinha a sensação semelhante ao se pisar no chão da terra. Desse modo, nada mudava, a não ser o fato de aceitarem que estavam flutuando no céu.

Na sequência, Frisk retornava com seu novo disfarce e Missu, em resposta, parecia bem animada com toda aquela aventura. - Incrível! Respondia a garota com um sorriso crianço e logo saltava em direção da nuvem, ficando próxima a Tidus e agitando a mão para que Frisk a seguisse. Bansho, em compensação, parecia ter medo. O cachorro(?) andava até a borda do navio, olhava para baixo, choramingava e dava alguns passos para trás, mas seu dono logo vinha com a coleira e isso indicava que não havia muita opção. Inicialmente, parecia resistir, mas com um pouco de insistência por parte do Dreemurr conseguia trazer o cachorro que andava cabisbaixo sobre as nuvens com o rabo entre as pernas.

Conforme iam adentrando na ilha, Tidus e Frisk conseguiam notar que a mesma parecia ter uma certa elevação "natural", era como se houvesse um nível inferior e superior e no caso eles estavam no inferior. Ainda que fosse um lugar com uma simplicidade maior do que quando puderam ver no navio, essa região era nitidamente um lugar mais pobre, só que bem superior a cidade anterior em que estavam em termos tecnológicos.

As pessoas andavam por ali apressadamente, mas pareciam conversar entre si, as roupas, claramente algumas de segunda mão e inclusive remendadas, mostravam que estavam entre os trabalhadores. Muitos deles passavam sem sequer perceber o grupo, outros olhavam estranhando para Bansho, provavelmente um cão não era algo normal ali.

Enfim, iam caminhando por ruas não tão largas, cheia de barulhos de construção e pessoas que vivam suas vidas individualmente, até que chegavam em uma espécie de feira ao ar livre. Tidus, buscando seu objetivo de venda, começava a passar os olhos pelas barracas até que encontrava uma que vendia artigos raros e talvez pudesse lucrar um pouco ali.

O Anjo Caído, por sua vez, poderia observar tudo ali, então essa era sua terra natal. Mas, ele ouvia o som de alguém caindo no chão junto de objetos, e quando virava-se para trás poderia ver uma moça, de cerca de 25 a 30 anos, caída de joelhos no chão, com as mãos tapando a boca e lágrimas escorrendo de seu rosto, olhando fixamente para Frisk, como se estivesse vendo um fantasma. - Altair... ela dizia com a voz embriagada pelo choro. - Impossível.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyTer 7 Abr 2020 - 20:14


The Sky People

Caminhando sobre as nuvens, eu estava literalmente caminhando sobre as nuvens! - Isso só pode ser brincadeira… - Murmurei comigo mesmo enquanto dava alguns saltos sobre as nuvens. - Essas nuvens são realmente sólidas! - Olhava quase como uma criança ao perceber tal fato. Nesse momento notava Frisk retornando com outras roupas e seu cachorro. - Talvez eu devesse ter colocado umas asas mesmo. - Comentava com sarcasmo.

De longe a cidade se mostrava algo grandioso nunca antes visto, mas quando adentramos suas ruas ficou bem claro que no fim não era tão diferente das outras ilhas. - “Parece que toda aquela grandiosidade é seletiva.” - Não importava se estávamos sob ou sobre as nuvens, a desigualdade estava sempre presente, a mão de obra daqueles que trabalhavam até não aguentar mais sustentavam o luxo dos nobres, nada mudava seja onde for. - “O cenário de Karakui parece se repetir aqui também, me pergunto se a política das duas cidades são regidas pela mesma pessoa.” - Observava as lojas e pessoas caminhando de um lado para o outro, alguns me recordava dos trabalhadores do laboratório com quem havia me encontrado na taverna.

Eventualmente chegamos a uma espécie de feira ao ar livre, a última vez que tinha ido em uma havia sido em Alabasta, uma experiência que me trazia péssimas recordações já que tinha sido lá meu primeiro encontro com Aard. - “Me pergunto que fim o bando daquele sujeito teve.” - Aard havia sido um oponente e tanto, forte o suficiente para ficar gravado em minhas memórias de forma bem vivida, pensar que o mesmo não passava de um simples subordinado de um pirata ainda mais poderoso me fazia sentir um frio súbito na espinha. Bem, deixando meus fantasmas de lado comecei a olhar loja por loja, curioso para ver o que encontraria em uma ilha tão diferente.

Uma das barracas me chamava a atenção, aparentemente trabalhavam com artigos antigos e talvez conseguisse vender meu tesouro ali. - Olá. - Cumprimentaria o(a) funcionário(a) da barraca com um sorriso no rosto e um singelo aceno. - Reparei que você tem várias iguarias por aqui, não estaria interessado no tesouro de uma civilização antiga? - Se o vendedor demonstrasse interesse apanharia a cápsula com o tesouro no bolso e apertaria o botão para liberar o baú. - Aqui está. - Comentaria com um leve sorriso no rosto. Voltaria a guardar a cápsula no bolso e ficaria na espera de uma oferta agradável. - Huuum, e você sabe onde posso encontrar alguns Dials a venda? - Apanharia o Water Dial que carregava comigo e apontaria para o mesmo com o dedo indicador da mão livre, provavelmente o vendedor saberia do que se tratava pelo nome mas nunca se sabe.

Se conseguisse vender as joias e obtivesse a informação de onde poderia encontrar dials, agradeceria ao vendedor. - Foi ótimo fazer negócios com você. - Assentiria positivante com a cabeça. - Ah, uma última coisa. Eu não pude deixar de notar toda essa tecnologia fantástica que existe por aqui, qual é a mente brilhante por trás de tudo isso? Adoraria conhecê-lo se possível. Digo, sou um grande entusiasta e um aprendiz na arte da forja e criações, seria ótimo conhecer a pessoa que arquitetou tudo isso e aprender mais! - Comentaria com entusiasmo, existia certa verdade em tais palavras, mas no fundo meu objetivo era apenas encontrar Horace ou pelo menos alguém próximo.

 
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyTer 7 Abr 2020 - 22:04

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A viagem e toda a observação não mostravam muitas coisas interessantes. Helves até achava estranha a forma como as pessoas agiam, além de esconderem suas asas, algo bem estranho aos olhos da celestial que era de uma ilha completamente diferente. – É uma ilha normal... Se eu não soubesse antes, nem mesmo pensaria que é uma ilha do céu. Não parece nada com uma, ainda sinto que estou em Karakui. – comentava para Aya assim que retornava ao seu corpo principal, desaparecendo com todos os fantasmas quase que de imediato, procurando esconder estes poderes de qualquer um para não ter problemas na ilha. Felizmente a celestial estava disfarçada e poderia aproveitar isto, imaginando que até a sirena teria usado algo para se disfarçar ou ao menos não era tão conhecida ao ponto de necessitar desse tipo de coisa. – Quer explorar um pouco? – os garotos pareciam ter ido na frente e não existia motivo para os culpar, era um lugar interessante de visitar, todos precisavam aproveitar isto enquanto a missão não era feita.

Erguendo-se de onde estivesse sentada, esticaria um pouco o corpo antes de partir. Aya provavelmente precisaria de ajuda, Helves a carregaria para fora da embarcação após coletar todos os seus pertences. Carregando ou apenas auxiliando a sirena, Helves saltaria para fora da embarcação, seguindo rumo à cidade com um sorriso bobo no rosto. Algo tão incrível como aquilo era a casa da mente maldosa por trás dos experimentos? Essa pessoa horrível teria que pagar por todos os crimes cometidos, mesmo que a pirata ou revolucionária não pudesse ser a justiça do povo, ainda poderia cobrar do seu próprio jeito esse tipo de pessoa. "E eu pretendo acabar com isso." Respirava fundo, relaxando um pouco ao olhar sua amada por perto, segurando uma de suas mãos com a sua direita livre enquanto caminhavam. – Está com fome? – ninguém realmente tinha feito um café da manhã, simplesmente partiram assim que estavam prontos, tendo pouco tempo para pensar nessas coisas. "Preciso questionar algumas pessoas..." Procuraria um lugar para comer com a sereia, algo que ela estivesse interessada e não fosse muito cheio.

Helves aguardaria sua companheira pedir algo, aproveitando o momento para observar melhor a região onde estava e conversar um pouco com quem estivesse atendendo-as. – Vou querer o mesmo que ela. – começaria, mostrando um breve sorriso. – Ahn, poderia nos ajudar em algo? Estamos procurando lugares para visitar e nos divertir, saberia nos dizer os pontos mais interessantes de Stanford? – fora isto, terminaria com mais uma questão, mantendo um semblante amigável enquanto falava tranquilamente. – Hmm, e onde eu consigo mais informações sobre a ilha e outras coisas no geral? Existe algum prédio administrativo, uma prefeitura? – não seria agressiva nas questões, recuando assim que conseguisse notar desconforto ou coisa parecida na pessoa questionada. "Preciso me adaptar ao povo daqui." Suspirava, observando Aya enquanto comia e bebia algo, aproveitando aquela paz para ter um bom momento com sua companheira sem se importar muito com os outros. No máximo a celestial permaneceria com os olhos atentos, analisando melhor quem andava pela cidade, se existia algum tipo de guarda ou mesmo se a marinha se estendia até ao céu.

Assim que houvesse terminado a refeição, pagaria o preço necessário e assim a garota sairia de lá segurando uma das mão de Aya, querendo manter aquela aparência para todos que estavam vendo, como se realmente fossem um casal apenas visitando Stanford. "Estou sem ideias... Quero encontrar os desgraçados logo, mas é muito suspeito sair usando meu poder em todos os lugares. Não quero encontrar outro Marshal por aqui que consiga me sentir." Foi uma experiência única e provavelmente não se repetiria, mas o cuidado parecia essencial no momento. Helves apenas procuraria seguir aos lugares interessantes de visitar, observando bem por onde andava, quem estava por perto e também as construções mais chamativas que pudessem ter algo interessante no exterior.  Por fim a celestial procuraria a prefeitura se houvesse sido informada de uma, deixando Aya relaxar se ela quisesse isto, seguindo para lá sozinha ou simplesmente carregando a sirena até encontrarem um ponto onde poderia sentar-se e descansar um pouco antes de começar a perguntar mais por aí. – Tem alguma sugestão? Estou meio perdida e... Não quero abusar daquela magia aqui. – diria um pouco pra baixo, olhando para sua mão direita por algum tempo durante o descanso.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyQua 8 Abr 2020 - 21:20



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Não tem pra que ficar com tanto medo, Banchou! A gente já testou e viu que era chão, tá vendo? – eu dei duas pisadas fortes no chão, ainda que um pouquinho nervoso com a possibilidade daquelas nuvens se desfazerem e me lançarem numa queda de milhares de metros até o oceano. Felizmente, eu consegui convencer o cachorro a descer e a colocar a coleira, e nós logo adentramos a ilha voadora. Podia ser graças àquele sentimento engraçado de estar na minha terra natal, mas eu não conseguia deixar de ficar impressionado - era um lugar ainda mais avançado que Karakui, mas acima das próprias nuvens!

Aquela parte parecia ser uma espécie de "cidade baixa", e era onde a parte mais pobre da população provavelmente vivia. Felizmente, ninguém ali parecia viver em extrema pobreza, e as pessoas pareciam levar uma vida boa. – Só é estranho não ver ninguém com as asas à mostra. Talvez eu devesse ter escondido as minhas também...? – eu olhei pras minhas costas, com as duas pequenas asas à vista para todos ali. Ninguém parecia ter feito alarde, porém, e Banchou parecia estar chamando mais atenção do que qualquer um de nós ali. Depois de um tempinho caminhando, nós acabamos chegando numa feira ao ar livre, e isso logo me fez abrir um sorriso. Sempre dava pra achar umas coisas interessantes em vendas desse tipo.

E então, enquanto deixava Tidus-san cuidar dos negócios e procurava por alguma coisa divertida pra comprar junto de Missu e Banchou, eu ouvi um barulho atrás de mim que chamou atenção, e eu me virei pra encontrar uma mulher caída de joelhos, com um olhar assustado e lágrimas escorrendo o rosto. Eu quase entrei em pânico, olhando em volta sem entender direito o que estava acontecendo. Depois, olhei pra Missu, meio que perguntando com o olhar se devia me envolver. Mas não importava como eu visse aquilo, a moça estava claramente olhando pra mim. – Aqui, segura o Banchou um segundo. – daria a coleira a Missu.

Eu me aproximaria da mulher, me abaixando ao seu lado e pegando um pouco do que ela tivesse derrubado no chão, um olhar preocupado no rosto. – O que aconteceu, moça? Você tá bem? – eu a ajudaria a levantar se precisasse, e se ela se acalmasse um pouco, a observaria com um olhar de curiosidade. Não sabia o que exatamente tinha acontecido pra ela cair aos prantos daquele jeito, mas pelo visto, tinha algo a ver comigo. – Isso, respira fundo. Pode me dizer o que houve? Quem... – senti um nó se formar na garganta – ...quem é Altair?

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptyQui 9 Abr 2020 - 14:24


Winter Season

#17





~ Anteriormente:

O destaque tecnológico era uma marca bem clara em Stanford, todavia, a disparidade econômica também era, o local onde estavam, a Cidade Baixa, guardava esse lado obscuro da cidade e que deixava a vista a distopia que era aquela ilha do céu, o que Horace e Andrew estavam, de fato, fazendo por trás das cortinas? .  ~


~Helves & Aya~

Aceitando o convite de Helves, Aya contava com a ajuda da garota para descer da embarcação, parte porque não era muito comodo para uma sirena descer de uma embarcação que estava envolta em algo diferente de água, e parte porque sentia uma certa apreensão em pisar naquela nuvem, talvez caísse?

Depois do auxílio, a Máscara da morte sob seu disfarce, junto da companheira, começavam a adentrar para a cidade, e a primeira coisa que podiam ver era aquela clara distinção entre o lado rico e pobre, nem os céus eram livres da injustiça dos homens. As pessoas começavam a olhar surpresos para a dupla, não pelo fato de ser duas mulheres, mas pela sirena. Um céu do mar na ilha do céu? Isso já teria acontecido alguma vez? Aya não parecia se incomodar, mas parecia apreensiva em certo grau. - Talvez eu acabe arranjando problemas.

As pessoas davam até certo espaço para que as duas passassem, imaginando se ela seria alguém importante da superfície e estava passeando com sua guarda costas, o que era até comodo para Helves. Então, a pirata sentia o cheiro de algo gostoso invadir sua narina, de certa forma aquele cheiro era até nostálgico para ela, lembrava-a a infância ?

Seguindo esse convite, Aya ia em direção do mesmo e quando chegassem no local poderiam ver uma espécie de loja com mesas de um material parecido com mármore do lado de fora, havia em uma das janelas um pão recheado com um creme e com um formato de concha, o que poderia talvez reaver memórias da celestial, o povo do céu podia ser separado em várias ilhas, mas havia uma cultura original que ligava-os de certa forma.


Acabavam por entrar no estabelecimento, e por respeito a Aya, pegavam uma mesa mais alta, sem cadeiras ou bancos, promovendo maior conforto da revolucionária. Ao ver o cardápio, a sirena olhava um pouco confusa, não entendia nada daquilo e tanto ela quanto Helves podiam notar que a escrita era muito semelhante aos papeis que Frisk desvendara, ela então apontava aleatoriamente para um dos itens e pedia para um garçom. O mesmo, ao ouvir o pedido, anotava-o e virava para a pirata, ouvindo sua pergunta. - Bem..temos alguns entretenimentos como teatro e música, mas para sua alteza... Dizia o homem abaixando a cabeça por um instante para Aya, fazendo a sirena corar por um momento percebendo que havia um mal entendido. - Acredito que para vossa alteza os passeios da Cidade Alta sejam os melhores lugares, se continuar na rua principal, subindo, chegarão até a Casa de Mármore, lá também é onde funciona a parte administrativa e onde poderão encontrar o prefeito Andrew Ford.

O homem se retirava e depois voltava com um prato, uma mistura de alguns cereais e proteínas, tinha um bom cheiro e parecia ser gostoso, então era entendível porque de Aya comer com curiosidade.

Com o caminho em mente, a dupla caminhava, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que marcava a parte Alta da cidade, seguiam caminho até que chegavam em uma espécie de praça, diferente do cenário anterior, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] esbanjava prosperidade, prédios imensos de mármore com uma arquitetura clássica contrastavam com o clima de subúrbio e industrial do distrito anterior, nas ruas pessoas passavam sorridentes e olhavam para a sirena ainda com curiosidade.

Optavam por sentar em um banco e descansavam por um instante, Helves questionava sobre outras opções, e a morena parava para pensar um pouco sobre, com o dedo sobre os lábios. -Hmm, de fato a sua magia é muito útil aqui, mas os poderes do Sub-General Belmont também. Aya falava a última parte sem se importar muito com ser ouvida, na verdade ela já tinha percebido o que Helves notava agora, não tinham visto sequer um sinal da marinha, um sinal de caçadores de recompensa, nada, a ilha parecia completamente a parte das políticas militares da terra firme.

Então, quando estavam para pensar sobre, ouviam passos em sua direção e podiam ver uma jovem vestida com uma roupa formal  e salto, ela fazia uma leve reverência em direção das duas e se aproximava. - Bom dia, vocês duas devem ser da superfície não é? Perguntava olhando para Aya, já que a resposta era bem óbvia. - Nós temos uma política de boas vindas ao povo da superfície, notamos vocês quando chegaram na praça, portanto o prefeito Andrews gostaria de convidá-las para tomar um chá com ele na prefeitura. A mulher fazia um sinal para a Casa de Mármore e Aya olhava para Helves, esperando sua resposta.

~Tidus, Frisk (e a cambada toda)~

Tidus Belmont após chegar na ilha procurava de alguma forma lucrar com os pertences da superfície em um lugar como aquele, o vendedor, ao ver o baú de joias até ficava surpreso e parecia de alguma forma curioso sobre aquilo, se levantava um pouco para observar mais de perto, só que ao ouvir sobre os Dials, e ver o mesmo, sentava de volta na cadeira. - Dials, é ? Você é o que? Um caçador de tesouros da superfície ? Vai lá e volta? Em que distrito você mora homem? O vendedor cruzava os braços parecendo um pouco desconfiado mas só revirava os olhos por um momento relaxando em seguida. - Tanto faz. Para ser sincero, esse seu tesouro tem sim um bom valor, mas vendendo aqui não vai ganhar nada, teve sorte de falar comigo, na parte alta da ilha existe as industrias Sulivan, lá é o único local autorizado a vender os Dials, é mais fácil você fazer a barganha diretamente com eles.

Industrias Sulivan, Dials, Horace, Lost Children, como tudo aquilo poderia se encaixar em um lugar que transmitia uma aura de pacificidade?

Enquanto isso, Frisk encontrava-se frente a uma pessoa aparentemente desconhecida, a mesma de joelhos e chorando, em socorro a ela, delegava Bansho à Missu, e aproximava-se da mulher, ficando de joelhos na altura dessa. Em resposta, a moça chegava mais perto e lentamente, com certo medo, deixava seus dedos encostarem no rosto de Frisk, nesse momento algo acontecia, o toque dela, era quente, muito quente, confortante, e não era estranho ao Anjo Caído, na verdade sentia que conhecia aquele toque de algum lugar, mas de onde? Suas memórias não o atendiam naquele momento, apesar de conseguir sentir que aquela pessoa estava ligada a ele de alguma forma.

- Eu..eu pensei que você estava morto, assim como... Albafica. Ela dizia entre soluços e as lágrimas iam escorrendo mais. Missu também ia mais próxima da dupla e olhava para o revolucionário, notando que havia uma lágrima que escorria no rosto dele, do lado direito, uma lágrima inconsciente. - Frisk..você conhece ela?. Nisso, os três podiam ouvir passos mais pesados caminhando em direção deles, e quando olhavam, podiam notar um homem em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou saído de um conto de ficção, não dava para saber se era uma proteção ou o que quer que fosse, a única coisa notável era que as pessoas abriam espaço para ele passar, e claramente com medo. A mulher desconhecida, ao ver a figura rapidamente passava o manto que usava sobre os olhos e se levantava olhando para a autoridade.

- Parece que algo lhe incomoda com esse celestial, tem algo errado senhora? O homem olhava então para o Dreemurr e depois para Missu e por último para o cachorro, onde ficava alguns segundos analisando aquilo. - Você conhece eles? A mulher ao ouvir essa perguntava parecia ficar bem mais tensa e perplexa, ela ficava quieta por uns segundos e depois respondia rispidamente. - Não. O maquinário ambulante pensava por um tempo e por fim aceitava a resposta, começando a caminhar na direção que tinha chegado, e as pessoas davam-lhe todo o espaço do mundo e aparentemente o terror.

- Altair...se é você mesmo...fuja de Stanford o mais rápido que puder! Por favor! A mulher não olhava de volta para Dreemurr, na verdade ela começava a caminhar em passos apressados rumo a uma das vielas daquele bairro. Tidus, poderia ter observado toda aquela cena, apesar de não conseguir ouvir muito, e só notar que havia um quê de autoridade naquele homem de armadura, assim como Frisk estava envolvido nisso tudo.

- Vamos atrás dela? Perguntava Missu, esperando uma resposta.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 7 EmptySex 10 Abr 2020 - 20:28


Gold and Jewel

A reação do comerciante ao ver o baú de tesouros era animadora, mas essa animação toda parecia se esvair repentinamente ao ouvir a palavra dial. - “Hum?” - Curioso arqueei uma das sobrancelhas, era realmente estranho como o comportamento do sujeito havia se alterado de forma tão súbita de uma hora para outra. - “Acho que todo esse glamour é apenas fachada como lá em baixo.” - E as suspeitas de pouco tempo atrás se confirmavam, aquele lugar era apenas um reflexo de Karakui, tinha de haver uma relação as duas ilhas ou seria coincidência demais. - Agradeço o aviso e desculpe qualquer incomodo. - Agradecia de forma cortês, logo em seguida apanhava minha cápsula vazia e armazenava o tesouro novamente.

Enquanto recolhia minhas coisas uma cena curiosa me chamou a atenção. - “O que são essas coisas?” - Uma espécie de robô parecia ter abordado Frisk por algum motivo, para piorar os outros moradores pareciam respeitar - ou talvez temer - aquela coisa seja lá o que fosse. - “Fomos descobertos?” - A possibilidade de já termos sido descobertos me fez ficar em alerta, minha mão estava pronta para sacar a katana sob o casaco quando toda tensão simplesmente desapareceu com a partida do robô/armadura.

Com a cápsula contendo o tesouro guardada no bolso me aproximei de Frisk. - Tudo certo ai? - Comentaria olhando na direção do garoto e alternando para Missu. - O que aquela coisa queria com vocês? - Questionaria olhando na direção para o qual a armadura ambulante tinha partido. Assim que o garoto respondesse ao meu questionamento prosseguiria. - Parece que não vamos encontrar muito aqui. Mas tenho um nome, Sulivan, aparentemente é a única fábrica com autorização a vender Dials por aqui, o que é estranho. - Cocei a nuca enquanto olhava as barracas em volta. - Por que um único lugar tem permissão para vender isso? - Podia ser apenas uma formalidade ou lei local, mas não deixava de ser esquisito, em feiras como aquelas era natural encontrar itens diversos de segunda mão, mas aparentemente certos artefatos eram proibidos.

- O que você vai fazer? - Perguntaria antes de prosseguir, aparentemente o garoto tinha conseguido seus próprios assuntos para resolver. - Eu vou até as indústrias Sulivan, mas se tiver outro lugar em mente sinta-se livre, nos encontramos no navio depois. - Assenti positivamente com a cabeça. - Tome conta deles, grandão. - Olharia na direção do cachorro com um sorriso no rosto. - Se precisarem de algo sabem como me chamar. - E com um um aceno começava a caminhar em direção a cidade alta.

Indústrias Sulivan, não sabia o certo o que esperar, mas quando uma cidade era dividida entre cidade baixa e cidade alta o resultado era sempre o mesmo: um bairro humilde e outro luxuoso, tão luxuoso que muitos sequer percebiam ou ligavam para a existência da miséria. Chegando a outra face da cidade meu primeiro objetivo seria encontrar a tal indústria, para a qual me dirigiria imediatamente. - Olá. - Me apresentaria no balcão ou para algum funcionário que encontrasse pela frente. - Ouvi dizer que aqui é o melhor lugar da cidade para comprar Dials e negociar tesouros. - Com a mão direita apanharia a cápsula do tesouro novamente e o libertária uma vez mais, colocando o baú sobre um balcão ou mesa que estivesse por perto. - Estou buscando um lugar para vender isso e comprar algumas coisas. - Esboçaria um sorriso confiante ao mesmo tempo em que guardava a cápsula vazia no bolso de onde havia lhe removido, era chegado a hora de descobrir se estava no lugar certo e se havia algo a mais ali do que uma simples loja de luxo.

 
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