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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyQua 26 Fev 2020, 23:05



SPRING: JOURNEY OF HEROES

O nono andar tinha nos recebido com um ar bizarro e amedrontador, mas nem mesmo num ambiente daqueles eu esperaria fazer o tipo de descoberta que tinha feito - ainda mais a respeito de mim mesmo. Apesar do choque inicial ter passado, eu ainda não sabia como ia digerir tudo aquilo. Experimentos em crianças? Não, em crianças celestiais? Eu sabia que o Governo fazia todo tipo de coisa terrível por aí, mas a ideia de ter sido uma espécie de rato de laboratório sem nem mesmo conseguir me lembrar era particularmente assustadora.

Mãe? Então...essa é a sua mãe? – eu olhei de novo pra imagem no pingente, e as duas eram realmente bem parecidas, ambas belas e com longos cabelos esverdeados. Helves começou a chorar depois disso, e eu meio que conseguia entender a sensação - se visse uma foto do papai e do pessoal da mansão depois de tanto tempo assim, seria bem difícil de controlar as lágrimas. Nesse momento, porém, eu senti uma aura ameaçadora e poderosa se aproximando, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar num instante. Pelo visto, eles não tinham só um monte de seguranças qualquer por ali. – Droga. Tem alguém vindo pra cá, e pela aura, parece ser bem problemático! – avisei às duas, com um tom de urgência. A Doa Doa tinha nos deixado invadir o lugar sem muitos problemas, mas agora que tinham notado, as coisas iam ficar meio complicadas. Além disso, ainda tinha muita coisa que eu queria ver ali.

Nessa hora, porém, Helves tomou a iniciativa e contou o seu plano: – Hm... Eu vou segurar eles, mas preciso que cuidem muito bem do meu corpo. Use seu poder e continue procurando tudo que for necessário enquanto eu cuido de quem estiver nos procurando. – ela disse, confiante. Eu ainda abri a boca pra contestar e dizer que era perigoso fazer isso sozinha, mas a verdade é que desde que a gente mantivesse o corpo dela a salvo, ela não teria problema nenhum. – Tá legal, mas não vá fazer nenhuma loucura em? Missu, me ajuda com essas coisas! Papéis, documentos, fotos, qualquer coisa que parecer importante serve! – pediria, pegando eu mesmo aqueles que já tinha lido e colocando dentro da bolsa, antes de me virar pra garota de cabelos verdes. – Boa sorte, Helves. Conto com você. – daria o meu melhor sorriso de confiança pra ela, mesmo que ainda estivesse meio abalado com o desenrolar das coisas.

Com Helves nos comprando um pouquinho de tempo, eu focaria em cuidar das coisas ali o mais rápido possível, já que não sabia até quando ela conseguiria dar conta. Começaria abrindo uma passagem pra dimensão de bolso, onde repousaria o corpo caído dela. – Vai você pra dentro também, Banchou, é mais seguro lá. – e deixaria os dois lá dentro, seguros, enquanto seguia na busca junto com Missu. Antes disso, porém, pegaria o Baby Den Den Mushi que vinha carregando comigo. – Continua procurando, Missu. Vou fazer uma ligação. – e ligaria pro Tidus-san, vasculhando as mesas próximas por documentos importantes enquanto ele não atendia. Quando ouvisse sua voz, seria rápido: – Tidus-san! Eu sei que vai parecer confuso, mas eu, a Missu e a Helves estamos no laboratório da ilha. É uma construção bem grande por detrás das montanhas, e...nós descobrimos umas coisas bem desagradáveis aqui. Sobre o governo e sobre...mim, eu acho. – engoliria em seco, já que ainda era uma verdade difícil de aceitar. – Bem, uma mãozinha cairia super bem agora que eles nos descobriram. As coisas vão ficar bem barulhentas por aqui. – sorriria, explicando.

Feito isso, só restava confiar em Helves e continuar revirando aquela sala - e outras salas próximas também, se conseguisse encontrar alguma coisa por lá. Com a ajuda de Missu, não devia demorar muito pra pegarmos tudo que fosse relevante por ali, mas eu também não correria demais: era importante ao menos dar uma olhada nas fotos e nos documentos que encontrasse, pra não sair enfiando qualquer coisa na bolsa. Talvez me desse conta de alguma coisa sobre o meu passado também, então não queria deixar passar nada. Se fôssemos mudar de sala, faria tudo por dentro da dimensão de bolso, até porque precisava levar o corpo da Helves também. E se as buscas acabassem nos levando pra o próximo andar, eu não hesitaria em abrir as portas com os meus poderes e continuar procurando. Se desse tudo certo, Tidus-san já estaria a caminho, e eu poderia descobrir o que diabos tinham feito comigo no passado.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyQui 27 Fev 2020, 14:41


Winter Season

#10




~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

Com as recentes descobertas dos revolucionários sobre o projeto “Lost Children”, o grupo decidira avançar naquela instalação afim de descobrirem mais sobre o passado de Frisk e sua relação com Helves, todavia seus planos começaram a ser atrapalhados pelo avanço de soldados e funcionários rumo aos invasores. Desse modo, buscando atuar junto com o Anjo Caído, Anna resolveu começar a explodir o laboratório enquanto o “time de apoio” buscava um meio termo entre fugir dali e pegar o máximo de informações possíveis.
~


Frisk, em um momento de frenesi misturado com um embrulho de estomago, advindo das recentes descobertas, começavam a passar a mão nos papeis, junto de Missu, procurando o que fosse útil sobre aquele projeto ou seu passado. Dessa forma começava a olhar os documentos, a maioria sendo anotações técnicas sobre exames, e hipóteses, muitos dados ali por si só não faziam sentido, falavam sobre um soro, sobre um fator X, fator Y, enfim, vários termos que por si só não ligavam nada, e dos papeis, acabava por achar alguns importantes, os mesmos eram as fichas médicas das cobaias, entre elas havia duas que chamavam a atenção: Frisk e a criança que segurava.

O seu arquivo detalhava que havia sido submetido a testes com o soro, chamado de SRM8, mas parecia ser inconclusivo, ou que a ficha tinha sido interrompida durante os testes. Todavia, a do seu irmão, sim, a ficha designava-o como irmão de Frisk, por isso a semelhança de números, parecia ser bem completa, continha várias anotações e detalhes, e diferentemente da sua parecia que o experimento tinha sido concluído, mas ainda declarava a criança como morta no fim de tudo, não especificando a causa mortis.

Acabava que Missu e Bancho entravam dentro da dimensão de bolso, e o jovem antes de entrar fazia uma ligação para seu amigo Tidus, a fim de informá-lo sobre tudo que ocorria. Após isso, sentia novamente aquela presença aterrorizante vindo do corredor e agora estava mais perto, na realidade na sala anterior, aonde a projeção de Helves encontrava-se também. Os olhos do Anjo Caído passavam rapidamente pelos documentos e nada ali, decidia então ir para a próxima sala, mas nada também. De todo modo, o que tinha que buscar ali, em relação ao seu passado já havia acabado, Helves também já tinha achado os documentos que precisava, pelo menos em parte, ligando Stanford ao Governo em vias indiretas.

Subitamente, som da sirene mudava e assim, parte do chão e da parede da instalação recuava, dando espaço para uma parede de aço que ia se levantando até que fechava parte do espaço, deixando-os presos em um espaço de cerca de 25m². Logo após, a sirene cessava e graças ao silêncio Frisk conseguia ouvir um som até antes impossibilitado, o som de água correndo, bem semelhante ao de quando entraram na instalação. De alguma forma havia uma saída para o oceano ali, só restava descobrir onde. As paredes, por sua vez, caso Frisk tentasse tocá-las, veria que tinham a presença do kairoseki, o que impossibilitava seus poderes. Do espaço onde estava, conseguia ter acesso a só uma sala, e havia o vão do centro daquele andar, de forma que o barulho da água parecia ser cada vez mais intenso à medida que ia para o centro e olhava para baixo. – E agora, Frisk? Perguntava Missu, com um latido de Bancho a acompanhando, talvez por medo de ouvir o barulho da água.

Enquanto isso, Helves projetava seu corpo na outra sala, de forma a garantir um tempo para que Dreemurr pudesse buscar seu passado, inicialmente começava a gerar vários fantasmas explosivos, dos quais vários subiam para outros andares explodindo o que podiam explodir. Assim, uma fumaça começava a preencher todo o ambiente e a sirene de emergência não cessava nem por um instante. A moça poderia até pensar que os inimigos haviam desistidos, mas sua opinião era refutada quando via uma parte da porta de aço, isso mesmo, um fragmento da porta, cortado em triangulo era arremessado em direção da parede, acertando-a e causando um belo amasso.

Tudo ocorria de forma rápida, mas só conseguia ver em meio a fumaça agitada uma sombra de uma figura feminina e em um instante havia um objeto em sua mão esticado, era a questão de uma respiração, quando ela via seu corpo astral dividido na metade por uma espécie de lâmina-chicote. Por ser feito de nada além de energia, o corpo voltava ao seu normal e a figura recolhia sua arma. – O que? Era possível ouvir a voz da mulher que logo mais, com a evacuação da fumaça graças ao corte da porta, avançava um passo demonstrando sua aparência. Essa vestia um quepe, com um uniforme justo de marinheira com seus traços de personalidade e que destacava bem as medalhas que possuía, ou seja, não era uma qualquer naquela organização.

A Comodoro olhava para a projeção que havia cortado agora pouco e estranhava mais uma vez, pensando em cortar a figura que se anunciava. – O que você faz aqui? Perguntava ela rispidamente. Assim, antes que pudesse ouvir a resposta, um fantasma de negatividade aproximava-se dela, todavia, a figura acabava por sentir a aproximação e dessa forma seu corpo acabava por desviar, como se fosse papel, além disso ela empurrava o ar, saltando duas vezes e pairando por um segundo até que outro fantasma passava reto por onde estava. Ela acabava por não falar mais nada, puxava um den den mushi de suas vestes e era prontamente respondida. – Comodoro Amber, suas ordens. – Tranque tudo. A marinheira era clara nas ordens e dessa forma o som da sirene mudava, parte das paredes começavam a recuar e desses vãos surgiam novas paredes, parecendo de aço. Os fantasmas de Helves aproximavam-se da parede tentando explodi-la, mas no que tocavam acabavam simplesmente sumindo, mostrando que aquelas estruturam provavelmente tinham kairoseki na sua composição.

A oficial da marinha estava em uma sala de cerca de 100m² com Helves, que além da sua projeção contava com mais dois fantasmas, como estava cercada por kairoseki, provavelmente não conseguiria produzir mais projeções, mas ainda era possível manipular esses fantasmas, além da sua própria projeção. A mulher olhava para a garota de cabelo verde e ajeitava sua arma, fazendo seu metal bater contra o do chão, arranhando o chão. – Pirata Helves..não é? Me impressionei com Marshall vendendo alguém, não é tanto do feitio dele, você o deixou puto ou alguma coisa assim?




~ Tidus ~


~ Anteriormente:

Depois de ir para o local de encontro com a Major, Tidus Belmont fora pego de surpresa por duas coisas: a primeira era a beleza de destaque da sirena que faziam ser entendíveis os homens que haviam morrido no conto das sereias. A segunda era uma presença que sentia através do seu Haki, não era alguém perigoso, mas ainda assim, podia colocar seu disfarce em risco. ~


A sirena ao ver o gesto do superior aceitava-o de bom grado, colocando o sobretudo sobre seus ombros, e ao ouvir sobre o invasor, acabava por ficar um pouco surpresa, de modo que os olhos se arregalavam um pouco mais e seus instintos ficavam em alerta. Antes que pudesse reagir, Tidus acabava por usar o soru de forma que instantaneamente acabava atrás da vítima que sentia, para sua surpresa não era um marinheiro, mas sim o velho John Rider que havia conhecido. O mesmo, ao ver a velocidade e intenção que o sub-general tinha apenas levantava as mãos e dava para ver claramente seu estado de arrependimento e surpresa. [color:e4f9=#8B008B ]– E-ei Jecht, o-o que é isso? Você saiu de repente e eu achei que estava com problemas... O homem parecia que ia terminar a sentença, mas sua pupila subitamente dilatava e seus braços pendiam, de forma que parecia que ele estava em um transe.

Nesse instante o Duque conseguia ouvir um som agudo em volume baixo que ia oscilando, parecia ser uma espécie de melodia baixa e que seu volume ia aumentando na medida que a sirena ia aproximando-se da dupla, e a mulher, aproveitando aquele momento inusitado, dava um soco perto do estômago de Rider, fazendo-o cair no chão desacordado. – Me desculpe Sub-General, acho que fui descuidada na escolha do lugar.

Belmont acabava por falar então do lugar aonde iriam e ao citar o nome de Anna os olhos dela brilhavam por um instante, mas voltavam ao normal na sequência, como se ela tivesse se repreendendo. – Entendo, vamos então. Mas antes disso, o que fazemos com ele? Dizia indicando para o loiro amigo de Wolfsong. Depois que o revolucionário respondesse a habitante do mar, seu den den mushi voltaria a tocar de forma agitada, e se decidisse atendê-lo logo ouviria a comunicação de Raven. – Suas ordens? Perguntaria a moça imediatamente ao termino de comunicação.



Legenda:
 


Ryoma e Raven:
 

Aparência Aya:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptySab 29 Fev 2020, 03:10


To Fly and Fight

A sombra que se esgueirava no crepúsculo para minha surpresa pertencia ao funcionário do laboratório que havia salvo dos marinheiros outrora. - Rider? - Arregalei os olhos. - “Merda, de todas as pessoas...” - Suspirei comigo mesmo, mas antes que precisasse fazer alguma coisa a revolucionária qual havia de escoltar tratava de resolver nosso pequeno contratando de uma forma bem peculiar. - “Essa melodia... Hipnose?” - A melodia da sirena não deixa de me chamar a atenção, contudo apenas Rider era afetado, sendo golpeado e apagando logo em seguida. - Não se preocupe, eu me encontrei com esse rapaz mais cedo, foi descuido da minha parte não ter percebido. - Voltei o olhar na direção do sujeito em uma mistura de melancolia e culpa. - Lugar errado e hora errado meu caro amigo. - Passei a mão livre rente a testa enquanto pensava no que fazer a seguir.

Antes de partir o den den mushi em meu bolso voltava a tocar, apanhei o comunicador sem demora e do outro lado da linha uma voz familiar: Frisk. - Vocês o que? - Arregalei levemente os olhos enquanto ouvia o rapaz explicar rapidamente a situação em que se encontrava, ele estava certo ao dizer que tudo parecia confuso, mas ao mesmo tempo isso explica muita coisa. - Então o motivo dos marinheiro estarem tão agitados são realmente vocês. - Deixei escapar um riso ao mesmo tempo em que balançava levemente a cabeça para os lados. - Vou passar em casa para deixar uma convidada e pegar minhas coisas, visitar esse laboratório estava na minha lista de coisas a fazer antes de deixar essa ilha mesmo. - Mesmo que não tivesse tocado no assunto aparentemente Frisk havia descoberto ou estava próximo a descobrir sobre o tal experimento Lost Children citado pelo sub-general. - E Frisk… - Por um momento ponderava se devia dizer algo com o celestial, mas no fim tudo que eu tinha eram mais perguntas do que respostas. - Tomem cuidado, já estou a caminho. - Finalizava sem adentrar em qualquer outro assunto, não era hora nem lugar para uma conversa que poderia apenas atrapalhar sua tomada de decisões.

Voltando ao problema atual, quer dizer, na verdade ainda existiam dois problemas para resolver: a major e o civil. - Parece que nossos amigos começaram uma bagunça então vamos nos apressar. - Voltava o olhar na direção de Rider caído. - Mas antes. - Me abaixei para conseguir levantar o rapaz, joguei seu braço por cima do meu ombro e o coloquei de pé. - Se o deixarmos aqui ele vai morrer de frio, vamos. - Com o rapaz sobre os ombros começaria a caminhar em direção ao esconderijo, daria prioridade de caminhar por lugares mais afastados para evitar a multidão e olhares curiosos, mas se porventura alguém nos visse utilizaria do civil como desculpa. - O rapaz bebeu demais, será que pode dar uma ajudinha aqui? - Se um marinheiro se oferecesse para ajudar me abaixava um pouco cobrindo o rosto com o chapéu enquanto me soltava de Rider, empurraria quem quer que estivesse ajudando de leve como se tivesse tropeçado, mas nesse exato momento avançaria com Soru na horizontal, apanhando Aya no processo e sumindo entre as vielas da cidade e deixando Rider aos cuidados do marinheiro.

Mas se ninguém interviesse em minha caminhada até o esconderijo continuaria sem desvios trazendo Rider comigo, desta vez me manteria atento as redondezas a todo momento com o auxílio do kenbunshoku, se notasse que estávamos sendo seguidos novamente deixaria o civil no chão e novamente avançaria na direção de nosso perseguidor, tentando golpeá-lo na nuca com o cabo da espada o mais rápido possível, não havia mais tempo para perder com contratempos banais.

Assim que chegasse no esconderijo apresentaria rapidamente o local para Aya. - Bem, fique a vontade, temos aquecedor, roupas limpas nos quartos, comida e bebida na cozinha. - Se Rider ainda estivesse comigo o levaria até o subsolo e o amarraria em uma cadeira, utilizaria os poderes da minha akuma no mi para fazer com que algumas pedras e terra se erguessem e prendessem em volta de seus tornozelos e pulso, apenas para evitar que se soltasse de alguma forma. -  Fique de olho nele, é um bom homem mas não tenho tempo para explicar as coisas para ela agora. Se precisar de algo a casa ao lado é o da Coronel Elsa Volkerball, ela lhe prestara auxilio se necessário. - Diria para a sirena, caso precisasse prender o rapaz.

De qualquer forma assim que tudo fosse resolvido caminharia até o meu quarto e trocaria de roupas, era melhor evitar de comprometer o disfarce, minhas roupas comuns seriam mais adequadas para o que estava prestes a fazer. Junto as roupas também apanharia a bainha composta com todas as espadas. - Certo, hora de trabalhar. - Não havia mais motivos para tanta discrição, se me lembrava bem Frisk havia mencionado que o esconderijo estava atrás das montanhas, um local de difícil acesso e que com a ilha toda em alerta dificilmente conseguiria me aproximar de maneira convencional. Do lado de fora do esconderijo tentaria encontrar um local mais afastado e me aproveitando do crepúsculo ascenderia aos céus, indo em direção às montanhas e mantendo uma distância segura que me mantivesse longe de olhares destreinados, primeiro precisaria encontrar o tal laboratório secreto antes de agir.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptySab 29 Fev 2020, 22:54

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Nada ali fazia muito sentido aos olhos da garota. As paredes tão resistentes que ninguém conseguia destruir, mas por um milagre era cortada e algo até atacava Helves só que a forma atual dela não permitia nada a acertar. "Sorte." Se estivesse em seu corpo real a situação seria completamente diferente, a garota até mesmo gelava um pouco, mesmo que a sua versão atual não tivesse este tipo de coisa, era como se houvesse mesmo sido partida ao meio. "Eu podia ter morrido... Não sei que arma é aquela, mas é perigosa." Só podia pensar nisso após ver a porta de aço ser cortada tão facilmente e voar por aí. A silhueta na fumaça ia se formando e finalmente surgia uma pessoa, alguém que a celestial realmente não conhecia, mas sentia medo só observar aquele ser poderoso e que nunca conseguiria derrotar em seu corpo real. Todas as conquistas dela ficavam expostas pelas medalhas, conseguindo facilmente entender a dificuldade que teria para segurar tal mulher.

Ordens eram dadas por ela, estava clara o quão complicada aquela situação seria. Não importava muito como faria, Helves apenas tinha de lidar com aquela marinheira ou fugir assim que algum tempo tivesse passado. "O suficiente para Frisk ver tudo e sair daqui." Podia ser algo rápido, não tinha como a garota ter noção de quando seria isso, apenas imaginar que estava na hora certa e escapar. A parte mais incrível naquela mulher era os poderes estranhos que usava para escapar de todos os fantasmas da celestial, evitando tudo com habilidades tão interessantes. "Bem... Eu gostaria de saber sobre esse tipo de coisa, mas não é ela quem vai me dizer eu imagino." Já havia visto tais habilidades antes, agentes usavam esse tipo de coisa, só não era algo muito fácil de detectar e entender para uma pessoa de fora. Paredes surgiam, provavelmente eram algo complicado de lidar e que a garota não poderia destruir. – Nunca facilitam pra mim. – comentava em um suspiro, liberando mais fantasmas de seu corpo, deixando dois dos negativos e oito explosivos que cresciam até o tamanho máximo enquanto se espalhavam pela sala.

Uma comodoro... Tal patente estava bem longe do alcance que Helves imaginava ter. – Então foi culpa da... – comentava com um sorriso, sabendo que piratas tinham esse tipo de jeito para resolver as coisas quando elas não iam do jeito deles. – Ele queria algo muito importante pra mim, era impossível entregar por simples informações que nem mesmo precisei. – dizia tranquilamente ainda mantendo o sorriso na face, analisando com cuidado sua oponente naquele instante. Marshal não passou de um inútil no final, mal conseguindo informações dele e ainda recebendo esse tipo de tratamento. Ela não podia esperar menos de um mero pirata, pessoas do tipo dele não conseguiam aceitar a decisão dos outros se ela não fosse favorável para eles. Infelizmente as coisas tinham seguido por aquele caminho, algo complicado de se resolver, porém não era impossível. Com um pouco de explosões e muitos fantasmas a jovem atiradora se imaginava segurando e talvez até derrotando aquela Comodoro.

Não existia muito bem um plano. Helves apenas imaginou algo que já tinha testado antes com sua magia, conseguindo até aumentar e diminuir o tamanho de sua forma espectral. Com isso em mente a celestial começaria manipulando e criando mais fantasmas explosivos sempre que eles fossem atacados. Por estarem no tamanho máximo, era óbvio que a explosão seria maior e por isso poderia ter mais força para destruir e atacar a marinheira. Os únicos dois fantasmas negativos estariam a todo momento avançando contra a Comodoro, procurando atrapalhar sua movimentação e talvez atravessar o corpo dela caso estivessem no alcance para tal. O importante era que ela ficasse muito ocupada com tudo isso enquanto os explosivos se aproximavam para explodir ela ou o pouco do cenário que destrutível que restava. E fora isto, Helves ainda aproveitaria para diminuir seu corpo e voar para o chão, atravessando o solo para subir logo por baixo da mulher enquanto expandia seu corpo o suficiente para ocupar a sala inteira. Como não conseguia acertar ninguém naquela forma, simplesmente faria um soco em sua direção que obviamente atravessaria, buscando apenas a atenção da marinheira por alguns instantes para que o restante do plano pudesse fluir um pouco. Seja dificultando a visão com seu corpo em diferentes tamanhos ou apenas atravessando ela de diversos lugares diferentes.

Realmente achei estranho aquele cara conseguir me notar tão fácil. Foi uma surpresa, mas no fim ele era apenas um dos piratas normais que fica irritado quando é contrariado. – diria no meio do combate, tendo conhecimento que a arma dela não conseguia lhe acertar, abusaria disso o máximo possível para não se preocupar com esquivas e coisas parecidas. – Amber... Você está aqui só para me capturar? Me surpreende que recebe informações de piratas, poderia se tornar minha aliada, garanto que cuidarei bem de você... – Helves estava bem séria na proposta, sorrindo amigavelmente assim que terminava de falar, continuando com ataques, fantasmas surgindo de seu corpo a todo momento para explodir e atravessar a mulher em situações oportunas. Aproveitando do tamanho para criar fantasmas em locais onde ela não esperaria e então usar da negatividade junto de uma forte explosão que deveria dar algum dano na oponente. – Um dragão não pode cair aqui... – se mostrar como Helves tinha sempre algo com isto, lembrando-se da época com Asken, um verdadeiro deus que a acompanhava por tanto tempo e simplesmente foi capturado por algum motivo. – Ainda mais um com a minha beleza, seria um crime me proibir de voar pelo mundo. – o Dragão da Beleza, aquele que era considerado o mais belo entre os que andavam com Asken. A celestial tinha conseguido esse título por seu irmão e até os dias atuais pensava sobre isto, aceitou que era uma mulher linda como muitas nunca conseguiriam ser. E como havia dito, um verdadeiro dragão não poderia cair naquele lugar, não antes de voar por muitos lugares antes.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptySeg 02 Mar 2020, 23:51



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Depois de Helves se oferecer para ganhar tempo para nós, eu continuei vasculhando aquele quarto e outros próximos ao lado de Missu e Banchou, mantendo o corpo dela em segurança enquanto isso. Infelizmente, as buscas não nos renderam muita coisa, e eu acabei não conseguindo descobrir quase nada a respeito do que realmente tinha acontecido naquele lugar. – Meu irmão, em...? – pensei alto, sem saber ao certo como deveria me sentir a respeito. Eu não tinha lembranças do que tinha acontecido e nem de ninguém ali, e talvez por isso saber que aquele menino era meu irmão não me fazia sentir...nada. Claro, continuava confuso e com raiva só com a ideia de terem feito experimentos em mim e em outras crianças, mas não era algo pessoal. Eu só via ali um menininho que nunca tinha visto antes.

"E mesmo assim...essa ansiedade por descobrir mais não quer passar. Para o que diabos eles estavam nos usando aqui?" – balançando a cabeça pra me livrar desses pensamentos, eu segui com Missu pro andar seguinte, os sons da batalha já se deixando ouvir na sala mais ao fundo. – "Tome cuidado, Helves." – pensei meio que por instinto, por mais que soubesse que ela ficaria em segurança desde que protegêssemos seu corpo. Já no outro andar, a situação era um tanto quanto diferente, especialmente por causa do grande buraco que ficava no centro - infelizmente, não tivemos nem tempo de dar uma boa olhada, já que as sirenes começaram a fazer um som diferente, e um monte de paredes se ergueu ao nosso redor, nos deixando presos. Geralmente, não seria um problema, mas tocá-las provou o contrário.

Tsc. Kairouseki, tinha que ser. – me afastei da parede, pra não ter minha força drenada a troco de nada. Com as novas barreiras, o espaço pra explorar tinha ficado bem menor: nós só tínhamos acesso a uma das salas e a uma parte do grande do vão no centro do andar, mas a parte mais interessante era o som de água se movendo que eu consegui escutar depois que as sirenes pararam. – A gente tem que dar o fora daqui, mas fica um pouquinho difícil com essas paredes. Eu vou tentar descer e descobrir o que tem lá embaixo, se dermos sorte dá pra achar algum tipo de saída por lá. Enquanto isso, procura nessa sala e vê se consegue achar mais alguma coisa, eu já volto. – e com isso, eu iria até a borda da abertura, procurando algum canto por onde pudesse descer em segurança pra investigar o som da água.

Desde que não fosse tudo feito de Kairouseki - o que eu duvidava, já que só essas paredes de antes tinham sido até agora - eu conseguiria arrumar um jeito de descer. Se fosse liso demais, eu podia simplesmente usar a Doa Doa pra abrir pequenas portas ao longo da descida, usando os espaços pra me segurar conforme avançasse. Tentaria me aproximar do barulho da água, procurando algum tipo de saída pros esgotos ou qualquer coisa do tipo: mas tomaria cuidado, já que se caísse num canto fundo sem querer, morreria na hora. Eu nunca tinha parado muito pra pensar nisso, mas essa parte das Akuma no Mi era bem assustadora. Um deslize em alto mar podia significar o fim quando você afunda como uma pedra.

Uma vez lá embaixo, eu procuraria a fonte do som que tinha ouvido antes: fosse uma passagem para os esgotos ou só uma maldita goteira. No caso de uma descoberta mais animadora, porém, eu subiria de volta - usando o mesmo método das portas, se precisasse - para buscar Missu e Banchou e darmos o fora dali. – Parece que tem mesmo uma saída por lá, vamos aproveitar e sair logo. Achou alguma coisa na sala? – perguntaria, mas sem perder muito tempo. Precisaria levar os três lá pra baixo - o corpo de Helves incluso - ou só dois caso Missu conseguisse descer sozinha. Tomaria todo o cuidado do mundo, pra evitar que algum de nós acabasse se afogando, mas pelo menos poderia contar com a ajuda dos dois que conseguiam nadar dessa vez. Se as coisas não fossem como o planejado, porém, eu só continuaria vasculhando a única sala disponível, esperando que Tidus-san chegasse com o resgate aéreo. Só esperava que ele fosse rápido, ou as coisas podiam complicar por ali.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyQua 04 Mar 2020, 15:06


Winter Season

#11




~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente:

A saga do laboratório finalmente chegava em seu clímax. Helves e Frisk, após descobrirem a nefasta verdade sobre aquela instalação e descobrirem fragmentos sobre o “Lost Children” decidiram investigar tudo aquilo e punir as pessoas daquele lugar pelos feitos abomináveis. Todavia, os ataques eram interrompidos pelo aparecimento de uma assustadora mulher, a Comodoro Amber, com um rápido golpe ela já tentava dividir o corpo da Máscara da Morte em dois, mas percebia que a batalha não seria simples ao notar que na verdade era um espírito.

Enquanto isso, Frisk seguia para os outros andares e depois de muita busca não achava mais nada que ligasse os revolucionários aos experimentos dali, mas, devido a ofensiva de Helves o lugar começava a receber medidas de segurança e Dreemurr ficava preso em um dos andares de forma que conseguia ouvir apenas o som de uma correnteza.~


Amber continuava usando suas técnicas secretas para escapar dos fantasmas que iam sendo liberados pela moça, seu corpo defletia como papel, seus saltos agora tomavam o ar, fazendo com que ela pulasse em várias direções possíveis, inicialmente parecia tudo bem, mas depois de um certo tempo ela acabava voltando ao chão, agora já levemente ofegante. O ambiente já estava bem mais quente devido as recentes explosões dos fantasmas, assim como agora parecia bem mais com um laboratório destruído, do que abandonado, de certa forma Helves tinha até redecorado o lugar.

Helves, vendo que seu plano teria que seguir para outro lado, começava a acumular as projeções explosivas formando uma verdadeira bomba magna, ao ver tal reação a comodoro exibia uma feição de surpresa e tentava afastar-se o máximo que podia daquela arma colossal, ao mesmo tempo que a pirata começava a mudar sua forma, tomando o máximo daquele espaço. Ao contrário do que Amber pensava, trancafiar a pirata naquele espaço só tinha complicado a vida dela, não por menos que quando Helves decidia fingir um ataque, usando sua projeção para socar a mulher, essa acabava por acreditar e tentava desviar, mas o fantasma de negatividade chegava perto dela, obrigando-a a atingir o fantasma com a arma e Haki, fazendo-o sumir e provocando um novo desvio dela para longe.

A situação desenrolava-se da seguinte forma: o giga fantasma aproximava-se lentamente de Amber, a qual começava a retomar seu ritmo e bruscamente ia desviando do outro fantasma negativo. A mulher acabava por afastar-se mais uma vez e chegava próxima a uma das paredes, nesse momento, ela parava por um instante, parecia fechar os olhos e concentrar-se, mas era ai que Helves poderia ver a sua “magia” e talvez entender como fora possível cortar aquela porta tão pesada anteriormente. – O único crime é a sua existência. Dizia a oficial em um momento.

Em um piscar de olhos ela avançava, deixando apenas uma fina camada de fuligem no lugar onde estava, somente era visível para a pirata os lugares nos quais ela havia pisado, sendo que quando notava, a mesma já estava na parte de trás do fantasma explosivo,[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e em um movimento a Máscara da morte poderia ver [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] O resto na sequencia acontecia em cadeia, a porta de aço a frente parecia ceder com o golpe, mas o giga fantasma era ativado antes, fazendo com que uma forte explosão atingisse todo aquele ambiente, nesse meio tempo, um tremor mais forte atingia todo o laboratório e mais coisas além dos fantasmas começavam a explodir, era claramente dizível que parte daquela instalação estava em colapso. Helves poderia até tentar procurar por Amber, mas subitamente sentia uma dor de cabeça e quando piscava estava em outro ambiente.

Enquanto a amiga revolucionária batalhava contra a comodoro a fim de ganhar tempo, Frisk e sua trupe buscavam um jeito de sair daquele lugar já que a procura estava finalizada, inicialmente, o Anjo Caído deixava Missu, Bancho e Helves no andar de cima e descia, através da Doa Doa, para o andar debaixo com bastante facilidade, ao chegar no mesmo, o som de água tornava-se cada vez mais forte, e buscando por ele o garoto ia até uma sala, abrindo a porta com pressa e vendo que ali dentro parecia ter umas tubulações de esgoto ligando em direção ao chão, ou seja, estava para baixo.

Usando novamente a Doa Doa, o rapaz tocava no chão, e ao passar para o  outro lado da porta saia em um espaço bem mais amplo do que a entrada pro laboratório, era um grande córrego de água em alta velocidade que guiava até uma encosta da ilha, dava para sentir ali uma temperatura bem mais baixa do que antes, mostrando que, de fato, estavam já um pouco longe da instalação.
Com o caminho de saída descoberto, Dreemurr voltava rapidamente para o espaço anterior para buscar Missu, abria a porta e chamava o grupo. – Não ach- Mas antes que Missu pudesse terminar a resposta, o grupo sentia um tremor severo, que mexia com toda a estrutura daquele andar, fazendo parte dos corredores cederem, rochas desprenderem-se, o chão começava a rachar e algumas paredes também, além de um calor infernal invadir subitamente aquele espaço, somado é claro de labaredas de fogo que saiam dos espaços de ar condicionado na parte de cima do teto e começavam a invadir o espaço, vendo essa cena, Missu não pensava outra solução, pegava Helves e Bancho e pulava para dentro da porta, caindo sobre Frisk e rolando com o mesmo entre o corredor dimensional da Doa Doa, a parte da entrada fechava-se, contendo as chamas, e na sequência a de saída, ainda aberta, fazia com que de forma atrapalhada a trupe rolasse até cair naquela correnteza.

Inicialmente, Bancho conseguia se virar melhor, nadando butralmente até uma das bordas do que tinha de terra ali, conseguindo se segurar enquanto a terra terminava de tremer, enquanto Missu bravamente segurara Helves e na sequencia puxara Frisk pelo colarinho, não conseguindo salvar seu boné do disfarce, mas pelo menos sua vida, ela segurava o grupo e arrastava-os até uma parte em que a água perdia mais velocidade, uma leve encosta, na qual Bancho corria em direção ao grupo latindo e tropeçando pela terra ainda instável.

Os tremores paravam, Frisk já conseguia, agora em terra firme, voltar ao seu normal, apesar da recém experiencia de quase morte. Helves, molhada e sem entender muito, tinha recém voltado do combate com a Comodoro, talvez suas habilidades tivessem sido interrompidas por Ultrapar o alcance máximo ou por ter entrado em contato com a água. De todo modo, o grupo estava, por enquanto, a salvo, fedidos, mas salvos.

O espaço onde estavam era uma pequena gruta, com um forte córrego de esgoto que desembocava em uma “praia” de um lado de Karakui, ao saírem dali, poderiam ver um lindo céu estrelado, o frio que já estavam habituados e um cenário de rochas, neve e gelo, sendo tocado por uma estranha água que apesar de translúcida, fedia igual esgoto. Estavam fora do laboratório, com as informações, e vivos.  – Vocês estão bem? Dizia Missu deitando-se no chão, extremamente ofegante.

Mas a paz durava pouco, logo que saiam poderiam virar para trás e olhar para uma imensa labareda de fogo e fumaça que saia de uma imensa instalação, radial de onde estavam, talvez fosse um reator de energia ou coisa assim, mas a explosão de Helves somado aos danos anteriores fora o suficiente para colapsar aquilo. Era uma confusão em tanto, conseguiam ouvir o grito de marinheiros que não observavam o grupo, e nem o grupo distinguiam o que estavam falando, apenas notavam o estado de agitação.

Nesse instante, o den den mushi de Helves tocava e dessa forma, ao ser atendido, mais uma vez a voz entrava em contato. – Vigilante Helves, sua missão foi completada. Suas novas instruções são: Junte-se à Belmont e capturem Standford para coletar mais informações sobre os documentos recém obtidos. Frisk Dreemur deve se unir também a essa tarefa. Sem esperar mais, a voz cessava a comunicação.


~ Tidus ~


~ Anteriormente:

O encontro com Aya poderia ter sido melhor, mas uma presença inesperada atrapalhava a ocasião, visando resolver isso, o Sub-General ia a procura dessa aura e descobria que era ninguém menos que Rider, o qual se mostrava preocupado, mas era rapidamente desacordado pela Comandante. Na sequência, uma ligação chegava até Tidus, Frisk mostrava-se em uma situação complexa e perigosa, o que fazia o Duque Azul partir em busca de seus amigos.  ~


Com o desmaiado Rider em seu ombro, Tidus pensava o que poderia fazer a respeito disso, Aya, por sua vez, começava a caminhar em direção do esconderijo e achavam um marinheiro que obviamente parava-os, o homem não parecia estar de bom humor, mas quando ouvia o pedido de Jecht fazia apenas um “tsc” de resposta e segurava o “bêbado”, mas na sequencia sentia o empurrão e não conseguia acompanhar com os olhos, nem Aya conseguia, quando o revolucionário usava o Soru para sumir dali e ir em direção do esconderijo em alta velocidade.

Quando chegavam, o homem soltava Aya de seus braços, vendo que a sirena havia corado levemente, ela rapidamente ajeitava as roupas e timidamente falava – Obrigada. Mas não havia muito tempo para isso, na verdade, a prioridade era para com o grupo de amigos. Belmont por sua vez anunciava sua intenção de ir ao resgate dos outros. Aya parecia que ia falar algo, talvez se oferecer, mas ficava relutante, seja lá qual fosse o motivo. – Desejo-lhe sorte Sub-General. A moça então parecia ir em direção da casa, talvez procurando algum alimento ou outra coisa.

Nesse meio tempo, Tidus livrava-se do seu disfarce e pegava seu equipamento, já deixando-o preparado e logo acendia aos céus (pique Superman). No alto, ele começava a procurar algo que parecesse o tal laboratório e na verdade sua busca era rapidamente encerrada, ao ver entre as montanhas, ele conseguia ver algumas luzes acessas em um paredão, que continha o símbolo da marinha, mostrando provavelmente ser a base, haviam luzes de lanternas para todos os lados, mostrando que de fato os marines estavam a flor da pele, e muitas luzes estavam acessas em direção do laboratório, uma imensa instalação com um núcleo e vários “fossos” ao redor dela, pequenos cilindros que emitiam alguma luz.

Havia um caminho principal para chegar lá, uma extensa ponte, mas que estava cheia de soldados. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Um forte incêndio iniciava-se naquele ponto e com certeza o Sub-General poderia saber, felizmente, ou infelizmente, onde seus companheiros estavam, queira ser com vida ou não.

Será que Frisk e Helves estavam vivos? Bem? Ou isso era um evento isolado? Como iria alcançar eles para saber, e no pior caso, o que falaria para Aya? Todas as questões podiam atingir o Duque nesse momento, e restava a ele decidir qual seria a peça de xadrez a movimentar.


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyQui 05 Mar 2020, 01:44

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Aquela mulher era incrível. Helves mal conseguia acompanhar os movimentos dela, além de ter pouca chance de realmente fazer algo contra ela. Mas o ambiente em si estava favorável para a pirata, que estava pronta para lançar seu ataque final na Comodoro e também naquele laboratório causador de tantos problemas para celestiais. – Terá que se acostumar, pois eu voltei, Dragealderen voltou e dessa vez o mundo vai realmente conhecer o poder de um dragão. – ela estava extremamente focada no combate, dizendo tais coisas assim que escutava a resposta da marinheira, encontrando apenas um fim no combate. Os fantasmas eram mais poderosos do que a celestial imaginou, aquele tipo de explosão causaria problemas até mesmo para Frisk e Missu. "Merda, eu não estava esperando tudo isso." O tremor que aquilo causava era estranho, mais coisas estavam explodindo e Helves não podia fazer nada para impedir. Era um fim bem justo aos olhos da garota, que já estava planejando causar uma destruição do tipo no local. "Ela deve estar viva ainda..." Até pensou em seguir atrás da marinheira, mas sentiu-se mal, uma situação que só ocorreria se seu corpo estivesse em perigo. – Amber... – murmurou enquanto sua cabeça doía e em um piscar de olhos ela se via em seu corpo real.

A cabeça ainda doía levemente, seu corpo estava molhado e o cheiro não era dos melhores. – Droga, acho que usei poder demais. – um pouco irritada com o resultado de sua luta, esfregava os olhos e finalmente observava os três que a acompanhavam. – Estou? Tenho sorte de ter essa magia pra me ajudar, aquela mulher era forte. – com cuidado a garota erguia-se do chão, sabendo que aquelas vestes molhadas só dariam problemas com o clima natural da ilha. "Vou acabar ficando doente... Queria saber a razão de ter voltado aqui, eu poderia ter seguido ela e confirmado." Por hora era melhor cuidar da sua saúde e ter um retorno seguro até a cidade, pois precisariam muito se esconder e partir logo para a ilha do céu antes que os marinheiros pudessem os encontrar. A ligação a pegava de surpresa, parecia até um pouco estranho os revolucionários saberem da localização dela e terem noção de que a celestial já havia finalizado sua missão. – Hm, tudo bem, só precisamos cuidar de algumas coisas antes. – dizia enquanto observava suas vestes e de seus companheiros. A chamada terminava e assim eles estavam livres para começar a movimentação pela ilha, podendo também subir quando estivessem prontos. – Bem, todos precisam de roupas novas e um banho. Temos alguma forma de sair daqui? – questionava Missu e Frisk, imaginando se teriam chamado Tidus ou ao menos visto um caminho para retornar até a casa.

Eu poderia usar aqueles fantasmas no tamanho máximo, mas sempre tem o problema da explosão caso ele bata em algo ou alguém bater neles. – ainda que estivesse dizendo isso, Helves não tinha total confiança no plano. Era muito mais seguro seguir andando do que acabar caindo de uma altura considerável e morrer. Tranquilamente o cachecol era retirado e jogado fora, já não aguentando aquela coisa fedida em volta do pescoço. A saída do laboratório não tinha sido das melhores formas, mas a segurança de todos era mais importante do que se sujar um pouco. "Tudo bem, eu bem que queria morder algo, mas posso esperar um pouco." Era visível o incomodo da celestial naquele momento, ela queria morder alguma coisa, só não conseguia imaginar algo ou alguém ali que estivesse limpo depois de todos os problemas. "São nesses momentos que eu sinto falta dela... Espero que esteja chegando logo, preciso a ter em meus braços." Aya logo estaria na ilha, isso se já não estava, pois a visão de Helves estava muito focada na missão e no descobrimento das informações sobre Frisk. Qualquer outra coisa não tinha passado por sua cabeça até sair do laboratório. – Finalmente vamos ver essa ilha do céu, mesmo que não seja da forma que eu gostaria. – diria aos dois, virando o olhar para o céu enquanto sorria. A chance de voltar aos céus era tão atraente, ainda que não fosse uma visita completamente amigável, aquilo parecia o melhor que conseguiriam.

Naquele ponto era óbvio que precisariam do duque ou teriam de voltar andando por uma ilha gélida enquanto tinham as vestes molhadas. Nada disso daria certo, mas Helves os acompanharia no que fosse definido. O importante para ela era chegar na casa, onde poderia se limpar e trocar de roupa com maior tranquilidade. – Foi uma missão e tanto, não esperava ter que me mostrar como a pirata Helves, mas deu tudo certo. – sorriria com o olhar nos companheiros, lembrando-se de ao menos dizer algo sobre as explosões. – Foi algo muito maior do que eu esperava, deu um bom resultado, só que provavelmente causou problemas para vocês... Me desculpa. – se curvaria levemente ao dizer isto para Missu e Frisk, tendo noção da quantidade de coisas que tinha jogado nas mãos deles ao ficar para trás. Como ainda tinha mais uma missão para completar na ilha do céu, era preciso uma velocidade maior nas partes menos importantes enquanto estava na casa ou em algum lugar para se limpar. Ela aguardaria até que Tidus estivessem junto para compartilhar as novidades sobre a tal missão, além de confirmar a ilha que todos queriam ir. – Temos que subir e capturar Stanford para conseguirmos mais informações sobre os experimentos. – concluía imaginando que todos estariam com vontade de descobrir mais, já que era algo que envolvia um dos companheiros.




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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptySex 06 Mar 2020, 15:41


Invasion

Sem mais contratempos Aya estava entregue sã e salva em nosso esconderijo, me sentia um pouco mal por ter de deixar Raider de tal forma mas era melhor assim, meu trabalho era tornar o mundo um lugar melhor - ao menos um pouco - para pessoas como ele, mesmo que no fim ninguém nunca soubesse e ainda me culpasse por crimes que não cometi. - “A vida de um revolucionário é realmente solitária, mas aquilo foi divertido.” - Deixava escapar um fraco sorriso, por mais que sempre estivesse acompanhado por meus companheiros não podia deixar de pensar em tudo e todos que foram deixados para trás. Mas não havia tempo para sentimentalismo, o tempo urge e havia um trabalho a ser feito.

Por sorte a marinha era sempre bem extravagante, não era difícil identificar uma de suas construções quando elas ostentavam um símbolo enorme. - “Essa foi a parte fácil, agora é que o problema começa.” - Mesmo encontrando o laboratório a verdade é que não fazia ideia do que fazer, o local estava em alerta máximo como se fosse uma prisão impossível de escapar. - “Dessa vocês vocês definitivamente se superaram.” - Meneei a cabeça de forma negativa esboçando um leve sorriso, não importava para onde fossemos as coisas sempre terminavam da mesma forma.

Enquanto pensava no que fazer uma explosão aconteceu! Um dos fossos que cercava o núcleo da construção estava tomado pelas chamas. - “Mas isso… !” - Arregalei os olhos e senti o coração acelerar, seria possível?! Não, eles não podiam… - “Merda!” - Levei a mão até o bolso do casaco puxando o comunicador e tentaria ligar para o celestial. - Frisk! - Diria eufórico caso o garoto atendesse. - Eu estou bem em cima do laboratório, onde vocês estão exatamente? Vi uma explosão agora pouco, você estão bem? - Questionada a respeito de sua posição e situação. - Estou vendo o fosso que explodiu em chamas, vocês estão por perto dessa região? Preciso de uma referencia para entrar. - Aguardaria algum comentário que pudesse me guiar - além da explosão. - Certo, eu vou abrir uma saída. - Concluiria desligando o transmissor caso o garoto não tivesse mais nada para comentar.

Tendo obtido alguma informação de Frisk voaria para uma direção mais ou menos próxima de onde o garoto informasse que estava - ou pelo menos tentaria deduzir de suas palavras se não houvesse um ponto de referência tão específico. Tentaria me mantar longe das luzes e no ar, para evitar o confronto com os marinheiros que cercavam o lugar, assim que me aproximasse da estrutura puxaria minha espada lendária revestindo-a com a cor do armamento. - Kokutou. - Com a lâmina negra em mãos desferiria três golpes, dois na diagonal e um na horizontal, formando um triangulo na estrutura por onde pretendia passar.

Assim que adentrasse a usina tentaria me encontrar com os demais, na verdade seria bem mais fácil eles me encontrarem se estivessem utilizando da dimensão esverdeada do celestial, deste modo precisaria chamar sua atenção, infelizmente isso significava chamar a atenção de todo o resto também. - Frisk! - Gritaria o nome do rapaz para sinalizar onde estava em meio a toda confusão, não esperava ter uma resposta de volta já que seria mais seguro que ele viesse ao meu encontro da sua própria maneira, mas se por ventura houvesse tentaria seguir sua voz e aura.

Se encontrasse o grupo de revolucionários cortaria um pedaço do solo ou qualquer outra superfície próxima e utilizaria os poderes da minha akuma no mi para utiliza-la como plataforma, adentraria sua dimensão de bolso e os guiaria para fora do edifício pelo mesmo caminho que havia utilizado para entrar. Mas claro havia a possibilidade do meu encontro ser com pessoas indesejadas, ou seja, marinheiros. Se fosse o caso e precisasse enfrentar os guardas o primeiro movimento seria fazer com que as espadas em minha bainha composta flutuasse, lançando-as em suas direções em alta velocidade, rasgando o ar e tentando perfura-los como uma agulha costurando o tecido. Também utilizaria os poderezes do diabo para lançar partes da estrutura em suas direções, cortando pedaços com a espada e formando barreiras para bloquear a passagem ou esmagar multidões. Tentaria não ficar muito tempo parado, procuraria evitar os golpes inclinando-me para os lados mais mais livres, flutuando e utilizando o cenário a meu favor, tentando contornar objetos ou até mesmo erguer barreiras com os constructors sob meu domonio.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyDom 08 Mar 2020, 21:32



SPRING: JOURNEY OF HEROES

A decida pelo grande vão que ficava no meio daquele andar acabou não sendo muito complicada, e em pouco tempo eu cheguei numa sala que ficava mais abaixo. Lá dentro, as tubulações logo chamaram a minha atenção, e eu me permiti um sorriso aliviado. – Beleza, isso deve dar nos esgotos! Agora, deixa só eu ver o que tem aqui embaixo... – e assim como eu esperava, o espaço logo abaixo dava num monte de água que com certeza nos levaria pra longe daquele lugar. – Ainda preciso achar algo que boie pra não acabar me afogando aí, mas por enquanto serve. – e agora que tinha uma rota de fuga, eu logo fiz o caminho de volta pra onde tinha deixado Missu e Banchou cuidando do corpo de Helves e procurando na última sala que tínhamos encontrado. – Alguma coisa? – perguntei, saindo do buraco.

Não ach- – Missu nem sequer teve a chance de terminar de responder. Uma explosão das grandes fez o andar inteiro estremecer, e logo tudo em volta começou a desmoronar e ruir numa mistura caótica de rochas e fogo. Ela ainda foi mais rápida que eu pra reagir, pegando os outros dois e saltando sobre mim, nos fazendo rolar ladeira abaixo em direção à sala que eu tinha visitado antes e cair direto pela porta que eu tinha aberto - bem no meio do córrego fedido que ficava lá embaixo. Quando eu caí na água, senti pela primeira vez o terror que a maldição das Akuma no Mi trazia consigo - eu não conseguia mexer um músculo pra tentar me mover na direção da superfície, e se Missu não tivesse me puxado pra cima, eu provavelmente teria morrido afogado sem nem conseguir fazer alguma coisa a respeito.

Depois de ser carregado pra terra firme, ainda molhado e com um cheiro terrível, eu respirei fundo algumas vezes, honestamente assustado. Eu me virei pra Missu, ofegante, e depois só consegui dar um abraço nela, forte e apertado, meu coração ainda batendo acelerado no peito. E depois de um momento, me acalmando mais um pouquinho, eu me afastaria, um sorriso envergonhado no rosto: – Ahaha...foi mal, eu devo estar fedendo horrores. Eu tô bem agora, obrigado. – eu balancei um pouco a cabeça e olhei em volta, tentando me orientar. Ainda não tinha entendido direito o que tinha acontecido naquele último minuto, mas tinha sido tudo bem rápido. – Essa explosão foi coisa sua? Eu achei que ia morrer quando tudo começou a desabar, e depois de novo quando caí na água. Que diabos aconteceu lá dentro? – eu perguntei, e logo estremeci com o frio que fazia ali fora. A ilha exigia roupas de inverno o tempo todo, mas não adiantava de muita coisa se elas estivessem ensopadas.

Eu tiraria o que pudesse das roupas, já que ficar com elas molhadas por cima do corpo só ia piorar a situação, me livrando também a peruca já que ela não ficava mais tão bem sem o boné a segurando no lugar. – E eu gostava tanto desse aqui, heh. Agora pra gente sair daqui...bem, se o Tidus-san não tiver tido nenhum problema, ele já deve estar bem... – e no instante em que disse isso, eu senti o meu Den Den Mushi tocar, surpreso em como o pequenino ainda parecia bem depois do nosso quase-afogamento. – Alô, Tidus-san? – eu respondi, ouvindo sua voz do outro lado. Ele parecia aliviado por saber que estávamos bem, e não era de se surpreender: a explosão tinha sido enorme, e se tivéssemos ficado por lá, não ia terminar nada bem. – A gente conseguiu fugir no último instante pela saída de esgoto. Eu realmente recomendo que você tape o nariz quando estiver chegando, hahaha. – brincaria, explicando em seguida mais ou menos onde o grupo estava em relação ao laboratório em ruínas. Com a ajuda do Duque Azul, não demoraria muito pra chegarmos em casa.

E agora, um pouquinho mais relaxado, eu finalmente pararia pra observar o céu, só agora notando que já tinha anoitecido. – É bonito, né? – diria pras duas, e em parte também pra Banchou, que alisaria um pouco os pelos pelo bom trabalho que tinha feito. Quando visse a figura voadora de Tidus-san se aproximando, eu tentaria sinalizar sem fazer muito barulho - pra não acabar chamando a atenção de algum marinheiro desavisado - acenando para o céu como pudesse. – Tidus-san! – diria, quando ele chegasse, saltando para abraçá-lo de propósito já que ainda estava meio sujo daquela água fedida – Que bom que veio, as coisas saíram um pouquinho do controle, heh. – e então, usando os poderes da Doa Doa, eu abriria uma porta para a dimensão de bolso por onde ele pudesse passar o que quer que fosse usar de plataforma pra gente. E no caminho de volta pra casa, eu aceitaria sem problemas as desculpas de Helves, que não tinha como ter previsto que as coisas iam chegar àquilo. Se eu fosse me preocupar com alguma coisa agora, seria em tomar um bom banho quente pra tirar aquele cheiro, colocar umas roupas limpas e jantar - o resto podia ficar pra depois.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptyTer 10 Mar 2020, 13:24


Winter Season

#12




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O embate entre Helves e Amber havia sido concluído, a marinheira mostrara-se uma oponente tenebrosa até mesmo para a Máscara da Morte e felizmente, devido a natureza de seus poderes, conseguia enfrentá-la no mesmo nível. Como resultado desse embate, uma forte explosão no laboratório K ocorria, de forma que o andar do experimento fora destruído e junto deixava o coração do Duque Azul eufórico ao contemplar a possibilidade de ter perdido seus amigos.

Todavia, Missu salvava o grupo conseguindo empurrar o corpo de Helves, e Bancho para dentro da dimensão de bolso aberta por Frisk, resultando em um banho de esgoto para os revolucionários. Tidus, ao descobrir as coordenadas, partia para o encontro do grupo.

Aya continuava em sua casa, Rider, em qual condição estivesse, estava sobre o domínio da marinha. As novas ordens tinham sido claras o suficiente para celestial, além disso, estava na hora de descobrir a verdade sobre “Lost Children”, a foto, e tudo mais que ela estivesse relacionada.

O arco do céu havia sido iniciado. ~


Belmont, ao ouvir as instruções de local dada por Frisk rapidamente aproximava-se voando com o auxilio de seu poder, inicialmente tinha uma certa dificuldade para localizar, e acabava por gritar o nome do amigo, mas diferente do que pensava, não havia respostas por parte da marinha, talvez por estarem ocupados demais com a explosão e com a procura pela Comodoro. A única, e feliz, resposta que tinha era por parte do pequeno revolucionário, o qual ao ver o amigo aproximando-se acabava por dar um forte abraço nesse, passando o fedor para ele também.

- Parece que conseguimos sair de lá vivos, achei que não ia dar certo. Dizia Missu olhando para Helves com bastante felicidade, e acabava por aproximar-se em um impulso e abraçar a amiga, celebrando aquele momento de vitória do grupo.

Para fugir dali o Duque Azul pegava sua espada negra e rapidamente realizava alguns cortes formando uma plataforma de terra e neve na qual o grupo subia e era aberta a dimensão de bolso, lá dentro, continuavam seu caminho até o esconderijo. Do céu conseguiam ver qual era o real estrago que tinham causado e por onde estavam, o Laboratório K possuía várias luzes acessas apontadas para o fosso que recentemente explodira, esse exalava fumaça e as chamas pareciam mais controladas, mas ainda assim existiam, talvez Amber estivesse viva, talvez não, era impossível saber nessa condição, do todo jeito, esse era o tamanho do estrago que a trupe tinha causado e agora era impossível Helves estar longe do palco principal.

Passava-se pouco tempo até que o grupo chegava na residência, diferentemente do local anterior, tudo ali parecia monótono, as árvores paradas, a neve fofa no chão, o som de um pássaro mecânico ou outro, o céu estrelado que hora ou outra delatava uma estrela cadente que passava rasgando o espaço. A única coisa que quebrava esse ar gélido era uma luz acessa dentro da casa, a qual podia ser uma nova luz acessa dentro de Helves.

Para quem quer que fosse o primeiro a adentrar, Aya estava sentada(como?) no sofá e a frente dela havia uma pequena mesinha com cinco copos, um whisky e uma espécie de suco no centro, enquanto os copos envolviam as bebidas, ao ver o grupo a sirena levantava(como?) e fazia um breve reverencia, ajeitando suas vestes rapidamente. – Bem vindos de volta.

Ela ainda não olhava o grupo, mas era nítida a diferença para aqueles que já a conheciam, tinha se tornado mais bela, mas ao mesmo tempo ela transmitia um ar de maturidade, com notas de vivência e traços de felicidade e tristeza, mas seu rosto belo deixava escondido tudo que podia ter passado até então, havia um certo abismo no momento em que Helves a deixara e no momento atual, em que muitos episódios ocorreram, feridas nasceram e foram curadas, flores, tais como as que ela trazia bordadas no kimono, desabrocharam e morreram durante toda essa trajetória. – Que bonita. Era a única coisa que Missu conseguia falar ao ver a nova integrante do grupo, de forma que Bancho concordava abanando o rabo.

Os olhos de Aya buscavam entre os presentes Helves, como se estivesse resgatando uma memória perdida, mas ao achar o que buscava, fitava por uns segundos e parecia se policiar, desviando o olhar para o chão, fechando brevemente os olhos e voltando a focar o Duque Azul. – Todos ficaram sabendo da explosão, contactei o Quartel General para me relatar e informei da explosão, eles devem ter entrado em contato com vocês também, me designaram para dar apoio na ilha do céu. Sendo assim, por que não comemoramos essa vitória depois que vocês descansarem?

Sobre descanso, ela obviamente falava sobre um banho, devido as péssimas condições de higiene de todos ali, e para aproveitarem aquele momento tênue que teriam, antes de irem direto para a fonte do problema.



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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 5 EmptySex 13 Mar 2020, 15:21


Together Again

Com o auxílio de Frisk encontrar a localização do grupo de infiltrados se tornava uma tarefa mais fácil, sentia-me aliviado em saber que todos tinham conseguido escapar a tempo, meu coração ficava até mesmo mais leve como se uma lâmina tivesse sido removida do meu peito. - “Vocês ainda não me matar de susto.” - Suspirei em meio a um sorriso de alívio. Infelizmente nem tudo eram flores e o local para o qual escaparam não podia ser mais desagradável. - “Não se pode ter tudo na vida…” - Cobri os nariz e retorci o rosto levemente em resposta ao odor desagradável.

Com certo esforço finalmente os alcançava nos esgotos, de longe acenei com a mão livre enquanto a outra carregava a espada imbuída pelo armamento. - Mas que bela lambança vocês arrumaram dessa vez. - Comentava em meio a um riso. - Vamos dar o fora daqui, tem uma galera bem eufórica lá em cima. -  Apontava para cima com o polegar. - Alguém está nos esperando. - Pairava o olhar sobre Helves por um breve momento, talvez a garota soubesse de quem se tratava, mas ainda era melhor guardar a surpresa. Com o balançar da lâmina negra algumas plataformas foram criadas e em seguida utilizadas para nos guiar para casa.

Em pouco tempo chegávamos ao esconderijo, havia acontecido tanta coisa naquele dia que nunca pensei que me sentiria aliviado em ver aquele lugar novamente. - Lar doce lar. - Baixava as plataformas até o solo para que todos pudessem descer.  Do lado de dentro a sirena nos esperava com uma mesa preparada, mas antes de comemorar suas palavras me fizeram parar e coçar a cabeça um pouco incomodado. - Eeer, na verdade espero que isso não nos traga problemas. - Suspirei passando uma das mãos no rosto, só de lembrar de todo trabalho que o sub-general Garbs tinha tido para no fim simplesmente destruirmos o lugar não me parecia certo, quer dizer, no fim tínhamos conseguido o que queríamos e o ataque não ficaria atrelado aos revolucionários já que a garota mascarada ainda era tratada como pirata, mas ainda sim era difícil dizer se aquilo havia sido algum tipo de vitória. - Bem, eu vou tomar um banho e trocar essas roupas, acho que vocês devem ter coisas para conversar. - Assenti com a cabeça olhando para Aya, aparentemente a mulher ainda parecia um pouco intimidada, um momento a sós com Anna talvez lhes fizesse bem.

Deixando os outros um pouco a sós, fui até o quarto onde havia deixado a roupa de meus disfarce e logo depois para o banheiro do quarto, onde tomaria um longo e relaxante banho. - “Essa foi a decisão correta?” - Não podia deixar de lembrar de Rider e dos outros funcionários do laboratório, aquele ataque lhes traria mais problemas ou algum benefício? Nossas ações estavam impactando em muitas outras vidas, nosso objetivo era olhar por aqueles que a justiça era incapaz de ajudar, mas será que realmente estávamos fazendo isso da maneira correta? - “As coisas eram mais fáceis quando nossa única preocupação era o ataque de exército de tritões raivosos.” - Suspirei enquanto terminava de enxaguar o corpo. Assim que terminasse o banho retornaria a sala vestindo o disfarce de outrora, me sentaria a mesa e pegaria um copo de bebida quente, precisa me esquentar. - E ai, como o dia terminou com um laboratório em chamas e marinheiros por toda parte? - Questionaria de forma bem informal e relaxada quando todos retornassem - ou pelo menos alguém que pudesse me responder isso, mas no fundo estava realmente curioso em como as coisas tinham terminado daquela forma.



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