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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Up: Altas Aventuras

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MensagemAssunto: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyQui 09 Jan 2020, 16:24

Relembrando a primeira mensagem :

Up: Altas Aventuras

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptySex 17 Jan 2020, 20:34

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Se apresentar outra vez era um pouco estranho, mas parecia necessário já que ambos tinham escutado seu verdadeiro nome sair do den den mushi. "Confio neles o bastante para os deixar me conhecer de verdade." Tranquilamente a garota cumprimentava os dois, afastando-se assim que tinham definido o próximo passo. Andar sozinha por aí parecia a melhor forma de encontrar algo interessante, investigando internamente sem precisar sair do lugar. "É o tipo de magia que eu sempre quis ter." Focar-se na busca de informações parecia bem melhor do que simplesmente explodir as coisas, como foi preciso fazer na luta contra a piranha voadora. "Matar ela foi a melhor coisa que Anna fez." Sim, deste modo a celestial podia sentir-se tranquila sobre ter feito aquilo, pois não era exatamente ela quem tinha acabado com a vida de alguém. O frio era seu maior desafio do lado de fora, deixando o corpo cair na neve sem realmente preocupar-se em como ficaria ao retornar. As informações que conseguia ver e escutar pelos fantasmas eram melhores do que Helves estava esperando, avançando bem rápido para onde poderia ir.

Anna tinha que entrar em cena de alguma forma, assumindo este manto mais sombrio para lidar com a situação. Um anjo não tinha como se envolver profundamente naquela missão, Helves precisava se manter distante dessas coisas. Isso a fazia sentir-se melhor. "Horace... O líder do tal laboratório, certo?" Perguntou-se, lembrando um pouco de já ter escutado tal nome nas últimas duas semanas. Ambas as informações tinham sido úteis, mas como entrar no laboratório por um funcionário de lá não seria exatamente sua missão, Anna simplesmente decidiu se focar na conversa sobre o chefe. "Eu poderia ir diretamente até o lugar e o encontrar, mas isso seria chamativo. Talvez ir ao companheiro dele seja a forma correta... Só seria um caminho muito longo." Atalhos eram mais interessantes neste momento, fazendo a garota simplesmente seguir caminhando até o tal trip trip lab. "Confirmar que é Marshal já resolveu meu problema." Fantasmas de volta, guardando antes em sua cabeça o lugar onde tinha escutado a conversa, além de como havia chego lá pelos fantasmas. Com todos absorvidos seu corpo voltaria a atividade, respirando fundo antes de erguer-se do chão, limpando a neve das vestes enquanto as ajeitava para ir até o ponto de encontro.

O lugar, além da pessoa que Anna havia visto conversando com o possível companheiro de Marshal deviam estar lá. Ela estaria pronta, sentada em algum lugar próximo que não fosse tão chamativo. Algum banco onde poderia simplesmente fingir que estava dormindo caso fosse usar seu poder, uma biblioteca próxima ou apenas um canto isolado e bem complicado de ver. Não importando tanto onde, Anna apenas se sentaria bem o suficiente para quando se projeta-se para fora não fosse ao chão, permanecendo sentada e encostada em algum lugar. O tamanho dos fantasmas era algo que ela tinha muito controle, principalmente os pequenos, que não parecia ter limite no quão minúsculos eles podiam ser. "Só tive problemas em criar os grandões..." Os pequeninos diminuiriam ao ponto onde um ser humano obviamente não conseguiria o ver sem ter uma visão muito boa, precisando de foco naquilo. Ou quem sabe alguma magia distinta para identificar a localizar tais criaturas intangíveis. Com a mete transferida para as coisinhas quase invisíveis, Anna se movimentaria por dentro do chão até chegar nas proximidades do ponto de encontro, posicionando as fantasminhas em lugares variados. Seja no topo de um prédio, saindo do chão perto do homem que encontraria o tal chefe. O importante para a garota era conseguir escutar e ver bem quem estava vindo e tudo que acontecia ao redor, mantendo apenas uma de suas criações para a observar.

Anna retornaria de imediato ao seu corpo se estivesse alguém mexendo nela. Caso fosse apenas alguém checando se a garota estava bem, não existiria motivo para tal. Seu retorno só ocorreria em caso de perigo, erguendo a cabeça para lidar com quem estivesse lá. "Pessoas intrometidas..." Agora se nenhum problema surgisse enquanto investigava o encontro, não haveria motivo para parar isto. A celestial escutaria e veria tudo que pudesse acontecer, tentando identificar se era mesmo Marshal que iria encontrar o suposto cliente. Quando a negociação deles estivesse terminada, Helves procuraria acompanhar o chefe se ele fosse mesmo Marshal, mantendo os fantasmas nos arredores dele. Indo muito longe, seria necessário retornar ao seu corpo, acompanhando o homem sem realmente usar seus poderes, buscando manter sua presença escondida com passos suaves e sem o observar diretamente. Mantendo-se natural para não chamar muito atenção, permanecendo em sua atuação de uma simples moradora da cidade. Existia a possibilidade de ele não ter nada com o real alvo, deixando a revolucionária com a única opção de retornar para onde tinha escutado a mulher falar sobre Horace. "Eu devo conseguir entrar no lugar por ela, mas é um pouco mais arriscado." Uma segunda opção não muito boa, mesmo sendo a forma que Helves tinha pensado seguir se não tivesse sucesso em achar pistas sobre Robbins.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyDom 19 Jan 2020, 19:17


Sub-General

Uma corrida matinal… A quanto tempo não fazia isso? Apenas correr e apreciar a paisagem, uma paisagem bem peculiar diga-se de passagem. - “De todas as ilhas pelas quais passamos essa com certeza está entre as mais estranhas.” - A neve contrastava com toda aquela tecnologia que parecia ter saído de uma história futurística maluca, era realmente bizarro como a tecnologia das ilhas se distanciaram tanto com o tempo, alguns viviam em casas de palha e barro, enquanto em outros lugares como Karakui tínhamos casas extremamente avançadas.

Após algum tempo correndo decidi fazer uma pausa na cidade, ainda era bem cedo de manhã mas a cidade estava movimentada, ou melhor dizendo a taverna estava. - “Mesmo em um lugar como esse os bares se parecem com os de qualquer outro lugar.” - Balancei a cabeça levemente em negação com um leve sorriso no rosto, não importava onde estivéssemos certas coisas não mudavam. Enquanto observava a movimentação ouvi o den den mushi no meu bolso tocar. - “Hum? Será que Helves encontrou algo?” - Me distanciei um pouco da cidade procurando por um lugar mais afastado e deserto para atender o comunicador. Sequer tive a chance de dizer algo e uma voz bem diferente da de Anna e Frisk entrava em cena, mas assim como eles sabia bem quem eu era. - Agradeço o convite e fico feliz em aceitá-lo, já estava criando teias naquela casa. - Respondi em um tom amigável. - Mas enquanto estiver nessa ilha meu nome é Jecht Wolfsong, Sr. Garbs. - O codinome que havia adotado durante a estadia em Karakui, o sub-general podia não ter tal informação ou talvez não fosse quem dizia ser…  O fato é que precisava tomar cuidado para não cair em outra armadilha, Garbs podia ser um impostos assim como Balalaika ou nem mesmo ser um agente infiltrado. Seja como for o sujeito já sabia quem eu era e não havia motivo para recusar sua oferta. - “A diversão fica para outra hora.” - Pensei comigo mesmo em meio a um suspiro antes de me virar de costas para o bar. - Chego ai em breve, até mais. - Disse desligando o comunicador.

Ainda com certo receio fui ao encontro do tal revolucionário, se fosse verdade seria interessante conhecer outro sub-general que não fosse Balalaika, nunca tinha parado para pensar muito a respeito mas agora eu fazia parte do alto escalão do exército revolucionário também, ocupava um dos quinze assentos de sub-generais. - “Nunca pensei que chegaria tão longe, mas ainda sim… Não sinto nada de especial, digo eu não deveria me sentir diferente?” - Ainda não sabia dizer o que o cargo significava pra mim, muitas pessoas de patentes mais baixas deviam me olhar com admiração e os superiores com cobranças, mas a verdade é que não me sentia nem um pouco especial, não sabia bem como lidar com a responsabilidade que agora tinha sobre os ombros. - “Você também passou por isso?” - Desviei o olhar para o céu, meu pai como um vice-almirante da marinha já tinha passado por uma situação como essa, de não saber como se portar? Até pouco tempo não passava de uma sombra do Rei Vermelho, mas desde Alabasta as coisas mudaram, sem Ray ou Axell por perto tive de aprender a me virar por conta própria e tomar minhas próprias decisões... Tidus Belmont agora era o nome de um daqueles que lideravam a vanguarda, um procurado com a recompensa de mais de 300 milhões e alguém que podia salvar ou tirar muitas vidas. - “Viver uma vida tranquila está realmente fora de cogitação.” - Um riso torto se formou em meu rosto, o garoto do South Blue que não sabia o que fazer da vida agora precisava ser um líder confiável, como não rir?

De qualquer forma assim que chegasse no porto tentaria encontrar o sujeito baseado na descrição que havia me passado, mas antes de me aproximar estudaria as redondezas utilizando o haki da observação para me atentar as auras e intenções de todos no meu raio de alcance, estava ficando bom no uso de tal habilidade e agora já não possuía um limite fixo de quantas pessoas podia sentir a presença - apenas uma distância da qual ainda não era capaz de ultrapassar. Se julgasse que era seguro me aproximar assim o faria. - Garbs? - Questionaria sem mencionar o cargo do sub-general a princípio. - Aqui é seguro? - Questionaria antes de prosseguir, conversar tão abertamente não me parecia uma decisão muito sensata a princípio. - Não esperava encontrar outro membro aqui. - Me manteria atento e se houvesse alguma movimentação hostil por sua parte puxaria rapidamente a espada da cintura ao mesmo tempo em que me afastava utilizando o Soru, pronto para contra-atacar fazendo com que parte do solo se erguesse se fosse necessário.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptySeg 20 Jan 2020, 23:45



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Seguir alguém daquele jeito, por pura diversão, era uma experiência bem interessante pra dizer o mínimo. Não tinha toda aquela tensão de acompanhar os movimentos de um alvo às escondidas, prestando atenção em qualquer coisa que pudesse ser uma informação importante. Era quase que um...passeio, mas com um ar de mistério que era gostoso de respirar. Nós estávamos sempre ao lado de Helves, mas sem nunca realmente se aproximar. Era como assistir o dia dela por uma tela, mas acompanhando-a sempre que ela ia de um lugar pra outro. – Ah, ela caiu! Ugh, deve tá fazendo um frio danado... – eu comentei ao ver o corpo da jovem cair contra o gelo, como se tivesse desmaiado. Eu sabia que aquilo acontecia quando ela usava seus poderes, mas ainda era de dar pena vê-la caída e no frio daquele jeito.

Apesar de não ter lá muita coisa pra fazer, eu ao menos tinha a companhia de Missu e Banchou, e ali dentro, o frio não nos incomodava como do lado de fora. – Talvez eu devesse ter trazido algo pra ler...ah, deixa eu provar isso também. – e assim nós esperamos alguma coisa acontecer, comendo algumas das coisinhas que eu tinha trazido na mochila, jogando conversa fora e alisando os pelos do Banchou. – Ahhh...o pelo dele é tão fofinho. E ele cresceu tanto desde que a gente chegou também...acha que ele ainda fica grande o suficiente pra montar, Missu? – eu brinquei com a ideia, imaginando o quão divertido seria se realmente acontecesse. Mesmo que não fosse muita coisa, aquele era um momento que eu queria aproveitar ao máximo. Um estranho momento de paz em meio àquela nossa jornada sempre conturbada - uma espécie de oásis no deserto pra cada um de nós, eu imagino.

Quando Helves finalmente resolvesse acordar do seu sono de beleza, eu pegaria qualquer coisa que estivesse jogada por ali e, guardando tudo de volta na bolsa, voltaria ao plano de segui-la silenciosamente e de perto. – Dormindo de novo...pra ser sincero, eu esperava ver ela se esgueirando por aí feito uma espiã ou algo assim. Tinha me esquecido completamente dessa parte da projeção astral. – eu ainda não entendia direito como o poder dela funcionava, mas meio que se parecia com o meu no sentido de ser bom pra investigar as coisas sem ser percebido. Pelo menos o fato dela ficar ali, parada e indefesa, significava que não tinha sido uma má ideia vir junto com ela afinal de contas. Se alguma coisa acontecesse enquanto ela estava daquele jeito, eu não tinha certeza se ela conseguiria se defender direito.

De qualquer forma, eu ficaria mais atento caso o lugar em que ela resolvesse cochilar tivesse mais gente por perto. Todo mundo tinha colocado seus disfarces - e os da Helves eram especialmente bons - então eu achava bem improvável que a reconhecessem pelos cartazes. Mas como essa não era nem de longe a única coisa ruim que podia acontecer, não custava nada ficar de olho pra ajudar caso alguma coisa desse errado. Por isso, se algum estranho se aproximasse demais dela ou se fizessem algo suspeito, eu avisaria a Missu e sorrateiramente saltaria para fora da dimensão de bolso. Como que sem querer, eu esbarraria no sujeito com um pouquinho de força, só pra ter certeza de que conseguiria sua atenção. – A-ah, desculpa! Eu tava correndo rápido demais e não te vi na frente, foi mal! – mentiria. Seria uma pena me revelar daquele jeito, sem muito impacto, mas no fim era o melhor a se fazer. Pelo menos assim eu chamaria a atenção de Helves, pra resolvermos o que quer que fosse juntos.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyTer 21 Jan 2020, 12:41


Winter Season

#03




~ Helves e Frisk ~

~ Anteriormente

Frisk, Missu, e Bancho começaram a acompanhar a vigilante Helves em sua nova missão, mas totalmente do que o jovem Anjo Caido esperava, a busca pelas informações estava mais como um “aguardar os fantasmas voltarem” do que outra coisa, o que tornava até um pouco entediante.
Agora, em relação à revolucionária, podia-se dizer o contrário, as recentes informações obtidas já a deixavam muito à frente de todo o trabalho que poderia ter se esgueirando aí e provavam a razão do exército ter delegado a ela tal tarefa.  Mas ainda sim, de quem seriam todas as aquelas vozes? E será que, de fato, as escutas estavam certas?

~

Com as informações sobre o Trip Trip Lab em mente, Helves ou melhor, Anna, entrava em ação. Saia em caminhada para algum lugar mais próximo do seu objetivo, e acabava por encontrar um pequeno parque próximo a região, e nele havia um tímido banco tomado pela neve, não seria o mais confortável, mas seria o mais adequado. Sendo assim, a garota dirigia-se até o local e mais uma vez utilizava suas habilidades astrais, emitindo mais fantasmas para observar toda a cena do encontro entre Robbins e seu suposto cliente.

Vendo a revolucionária cair no sono, Missu parecia um pouco curiosa sobre aquilo, além de Frisk desapontar-se um pouco por esperar ver mais ação naquela missão. – Ei Frisk, será que ela consegue ficar nesse estado para sempre? E se alguma coisa acontecer com ela durante isso, ela vira literalmente um fantasma? Missu perguntava isso de maneira inocente, mas sincera, parecia que sua cabeça estava pensando sobre as possibilidades com Anna, o que era bom, já que indicava um carinho e preocupação por parte dela.

Bancho, por sua vez, latia ao ver o dono com a comida e aparentemente não era só o frio de Karakui que não tinha fim, a fome de Bancho também. – Do jeito que ele come é capaz de virar até um gigante, quero só ver como vamos fazer para ele caber nos lugares. Nem parece que é só um filhote. Ela dizia em um tom de repreensão ao cachorro, mas ao mesmo tempo fazia carinho nele, era talvez uma preocupação levemente maternal? Não dava para saber totalmente o que passava na cabeça dela agora.

De todo modo, voltemos à Helves e sua missão vigilante.

Após emitir as projeções, elas ficavam posicionadas de forma estratégica na região que fora indicada na conversa, a início, nada condizia com o descrito, mas minutos depois a mesma figura de antes( o cliente ) aproximava-se e pouco tempo depois surgia o som de uma coruja. Olhando para o animal, Anna poderia ver que, apesar da aparência fidedigna à natureza, o animal possuía certa “roboticidade” nos movimentos, não eram naturais, e qualquer um poderia deduzir isso, tal que o cliente de logo sacava.

A falsa ave tomava seu voo mecânico e saia das árvores indo em direção para um local pouco a frente de onde estavam, era como se fosse um bueiro, e o cliente abria o mesmo, descendo por uma escada. Sem delongas, os fantasmas se aproximavam do novo local e passavam pela neve e o solo, saindo em uma espécie de galeria de esgoto totalmente escura, em que somente havia duas luzes, uma era um isqueiro usado pelo cliente, a outra eram os olhos da coruja robótica que iam revelando o caminho.

Ambos caminhavam alguns minutos e ainda não parecia estar muito distante do lugar, já que ainda era possível para a vigilante manter suas projeções ligadas à sua consciência. Enfim chegavam até uma espécie de porta, que tinha uma trava com um símbolo de broche, ao objeto ser inserido, a porta abria e de dentro dava para ver sair uma forte fumaça. – Que cheiro de incenso. Reclamava o cliente ao sentir a invasão em suas narinas.

Todos entravam lá dentro e claro que os fantasmas acompanhavam tudo. O ambiente lá dentro era como se fosse uma sala de um submarino, haviam aparelhos eletrônicos para vários lados, mas, o centro do local tinha uma atmosfera diferente, haviam várias almofadas de diferentes cores, havia uma espécie de colchão que separa o chão desse lugar e encostado na parede havia uma espécie de mini assento acolchoado. Parecia que quem vivia ali era como um nobre de Alabasta, já que lembrava muito a arquitetura usada nos lugares de poder daquela ilha.

Sentado nesse mini assento estava ninguém menos que o suposto Marshall Robbins, sendo que ao seu redor haviam cerca de três mulheres que o cortejavam, além de estar presente no recinto dois seguranças, um deles saia fechando a porta e o outro ficava no canto do recinto.

- Então, soube que precisa dos meus serviços.

A negociação tomava rumo e o cliente e Marshall começavam a discutir os termos, pela propriedade com que falava do assunto, sua postura e o respeito de todos ali por ele, ficava evidente que ele era o verdadeiro pirata a qual Helves fora designada de falar. As conversas por fim terminavam e, antes que o cliente saísse, Marshall olhava para o horizonte e abria um pouco a boca, como se fosse falar algo, mas não falava, parecia que estava vendo algo, ou que estava tendo algum tipo de ataque, tanto que até as mulheres em sua volta mostravam-se preocupadas.
Mas, na sequência, ele trocava a expressão enigmática por um sorriso discreto. Quando a porta era fechada, o pirata não olhava para nenhum lado, apenas continuava fixo á porta. – Então, menina dos fantasmas, por que não vem até aqui para a gente conversar? Eu não consigo te ver, mas consigo te sentir, se você se aproximou dessa forma, não deve ser do governo nem da marinha, venha até mim, quero ouvir o que você tanto quer ganhar fazendo isso. Venha, você é minha convidada.

Incrivelmente aquele pirata não era só um boêmio e gênio da robótica, suas habilidades pareciam serem finas, a ponto de sentir a presença de Anna através dos fantasmas. Bastava agora a vigilante decidir qual caminho tomar, aceitaria o convite e iria até lá, ou então preferiria pensar com seus amigos a respeito?


~ Tidus ~

~ Anteriormente

Enquanto Helves e Frisk foram encaminhados de uma missão pelo comando do exército, Tidus, em espera, decidira caminhar pela cidade para se exercitar, quando subitamente, em meio aos sons da vida boêmia, seu den den mushi tocava, ao ser atendido revelava um tal sub-general Garbs, que procurava conversar com o revolucionário. Com o convite em mente, o Duque Azul aceitava-o e dirigia-se ao lugar.

~


Ao chegar no porto, Tidus imediatamente usava o Haki da Observação, já que suas habilidades com ele já tinham aflorado e agora estavam mais consolidadas que antes, permitindo que observasse as auras ao redor, tudo estava ok. Sendo assim, o revolucionário seguia com seu disfarce pelo porto procurando o tal broche de águia, andando por ali via algumas pessoas recém aportadas e ao fundo, via uma embarcação grande, que não tinha visto no dia da chegada do grupo, nessa embarcação em questão, havia um homem encapuzado em seu convés e no ombro dele era observável o tal objeto esperado.

Seria ele Garbs? Ao olharem-se, Garbs encaminhava-se até o porto, na medida que o Duque Azul acompanhava seus passos indo até a ponte do navio. Ao chegar lá, a figura encapuzada já se encontrava praticamente no chão e ao ver Tidus aproximava-se mais estendendo a mão. Nesse momento era possível ver a aparência do homem, parecia ser alguém de porte físico forte, e já de meia idade, afinal seus cabelos brancos denunciavam que não era mais tão novo, deveria estar na casa dos 60 anos se fosse para chutar, além disso, o tapa olho no lugar do olho esquerdo mostrava, também, que tinha passado por algum possível episódio de batalha.

- Tidus Belmont, fico feliz de poder te conhecer. Ele dizia mostrando uma medalha do exército revolucionário, tentando provar que realmente era quem falava ser. – Vamos conversar dentro do navio, tem alguma coisa para comer lá também. O homem dava passagem para o convidado e indicava o caminho com a mão. – Pode ficar tranquilo, sei que você deve estar apreensivo, consigo dizer isso sem mesmo sentir sua aura. Mas eu também estava curioso para conhecer o mais novo a assumir uma das 15 cadeiras.

Se aceitasse o novo convite, ambos iriam para um recinto no navio que parecia uma cozinha. Lá dentro havia uma mesa com algumas cadeiras e no centro da mesa havia um chá já preparo e alguns biscoitos, o homem sentava-se e pedia ao revolucionário que fizesse o mesmo.

- Tão jovem e com uma responsabilidade tão grande, me lembro de ter virado sub-general com meus 40 anos, já faz tanto tempo.  Me diga, o que te fez aceitar assumir essa posição? Digo, você sabe que com esse posto vem grandes consequência para nós como pessoas.

De fato, ele parecia apenas querer conversar com Tidus a respeito do exército ou talvez da vida, seria uma qualidade de velhos querer conversar com os mais novos a respeito do passado?  Ele esperava que respondesse e logo tornava a falar.

- E o que você pensa sobre essa ilha? Parece que aqui é quase uma terra sem lei, Horace é o regente e tem uma carta branca do governo, ao mesmo tempo em que a marinha finge proteger, mas na verdade quase só tem robôs aqui, fiquei surpreso que os marinheiros tem que proteger uma cidade de robôs. Ele falava em um tom de brincadeira na última frase, talvez querendo quebrar o gelo com o outro. Em seguida, ofertava-lhe chá e biscoitos, como uma cortesia de conversa.




Legenda:
 

Aparência Garbs:
 

Aparência Marshall Robbins:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyQua 22 Jan 2020, 02:37

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A garota sabia que estava só de alguma forma, focando em manter-se segura mesmo fora de seu corpo. Como a situação escalava rapidamente, Helves apenas acompanhou o cliente que ia seguindo a coruja robótica. "Marshal... Todos querem te achar, mas você manda algo tão chamativo para um cliente?" A situação era tão óbvia que a celestial apenas acompanhou por conta de seu alvo estar movimentando-se, já tendo noção de onde aquilo a levaria, podendo obviamente ir com seu corpo real atrás do objetivo. "Me pergunto se o governo é ingênuo até este ponto... Ou apenas deixam este homem viver em suas terras, fazendo  tudo aquilo que quer." Era a possibilidade mais óbvia, mas como não existia um motivo para se importar tanto com o assunto ela resolvia apenas relaxar e continuar com a missão. Um bueiro, escadas e então seguindo pelos esgotos até chegar na porta que todos esperavam. O lugar em si era bem diferente de tudo que a celestial tinha visto em Karakui, não parecia muito com o lugar e provavelmente tinha esta intenção.

A presença do provável Marshal lá dentro não era uma surpresa, mas o que acontecia após a negociação do homem com seu cliente provavelmente surpreendeu mais do que apenas a celestial. "Ele consegue me ver? Mas isso é impossível... Não só sentiu a ligação com os fantasmas, conseguiu até saber que sou uma garota." Um homem e tanto, bem mais interessante do que Anna estava esperando e isso a fez aceitar aquele convite imediatamente. "Espero estar certa." Os fantasmas retornavam ao corpo da garota por baixo da terra, subindo exatamente onde ela estava sentada para entrar em seu corpo da forma mais sútil possível mesmo que os ver fosse quase impossível pelo tamanho. – Bem... – falou após sentir-se novamente no corpo, esticando as pernas para colocar-se de pé e então caminhar na direção onde o bueiro estava localizado. "Poucos sabem dos meus poderes, não pretendo ser reconhecida por eles com a máscara... Quem me viu usando-os enquanto estava de máscara já morreu, cuidei muito bem disso... Então só posso o encontrar desta forma, como Helves." Infelizmente era a melhor maneira dela conseguir o que buscava, além de ter como lidar com um outro pirata de maneira igual.

Estar sozinha em uma missão desse tipo era um pouco excitante, deixando Helves um pouco nervosa sobre tudo que poderia acontecer caso alguma coisa seguisse pelo caminho errado. Abrindo o bueiro, descendo as escadas até o esgoto e então seguindo para onde o homem que procurava estava a esperando. Era uma sequência de eventos bem simples de ser seguida, mas de qualquer modo a garota tomaria cuidado em seu caminho, pronta para usar seu corpo em esquivas rápidas, seja saltando, movendo o mesmo ou apenas correndo para longe. De todo modo a celestial estava lá para encontrar Marshal e realmente esperava o ver, mesmo sofrendo no caminho para tal. "Faz tanto tempo... Não sei se estou feliz por encontrar outro pirata ou apenas triste por ter deixado toda essa vida para trás." Ria um pouco, levando o pulso de sua mão direita até boca para morder um pouco antes de chegar até a porta. A situação ali a deixava um pouco tensa mesmo sem conseguir demonstrar isto, precisando de algo para aliviar a tensão. – Hmm... – deixava escapar algo por sua boca pela leve e prazerosa dor que sentia pela mordida, indo fundo o bastante para deixar uma pequena quantidade de sangue escorrer. Helves passava a língua neste sangue, chupando brevemente antes de o cobrir com a manga do sobretudo roxo e por fim entrar na sala para começar a conversa com o pirata.

Marshal Robbins. – diria com um sorriso no rosto assim que estivesse na sala onde o pirata a aguardava. – Exatamente o homem que eu estava procurando, acho incrível ter conseguido me sentir... É algo que não tive a oportunidade de presenciar antes de o encontrar. – Helves estava realmente impressionada com o poder do pirata, um poder que tinha visto pouco em sua curta vida até então. O objetivo dela era bem simples na realidade, mas como estava conversando com alguém que tinha força o bastante para a encontrar ficava clara a necessidade de tomar cuidado. – Possuo um poder bem útil, não acha? Coisas complicadas como te encontrar se tornam muito mais simples. – existia o problema de nunca mais poder nadar, uma perda bem grande aos olhos da celestial, que tinha uma sirena como companheira. "Vou lamentar isso até morrer..." Naquele momento parecia melhor deixar esses problemas de lado, mantendo um singelo sorriso em sua face, observando Marshal e quem mais estivesse na sala com ele. – Acho que já está na hora de falar a razão de estar aqui... Bem, escutei de alguns informantes que somente o senhor poderia me ajudar em alguns assuntos. – jogar na cara dele as coisas parecia um pouco estranho mesmo para a garota, que simplesmente continuava a agir tranquilamente na frente do homem, buscando esconder qualquer resquício de dúvida e mentira em seu olhar. No fundo ela estava sendo verdadeira, só precisava usar de suas habilidades como atriz para lidar com o pirata da melhor forma possível.

A calma era sua amiga naquele momento, mantendo-se bem tranquila enquanto observava a sala e conversava com Marshal. Helves procuraria alguma parede para se encostar ou apenas algum ponto onde poderia se sentar e conversar mais seriamente com o homem. – Preciso entrar no Laboratório K o quanto antes. – lançava a primeira questão que precisava ser resolvida, sabendo que era provavelmente a coisa mais simples dele fazer naquele ponto. – E também gostaria de saber se conhece algo sobre uma ilha do céu por aqui... Não é algo que consegue ver pelas roupas, mas eu nasci em uma e sinto falta do céu. Queria entender se realmente existe na região, onde ela está exatamente e como alguém de Karakui faria para ir até lá. – poderia ser uma pergunta inútil, mas Helves tinha um motivo para isto e não tinha ligação alguma com sua missão. Tidus e Frisk estavam esperando pela notícia de que realmente existia algo no céu para eles explorarem, por isso a garota retornaria até lá com isso em mãos. Pelo que havia escutado antes, ela entendia tudo como uma negociação e não esperava ir muito para o pessoal, fazendo isto apenas se Marshal fizesse alguma menção a algo do tipo. – Aha, sim... Eu escutei algo diferente, por isso não tinha comentado nada... Bem, pode me chamar de Helves, sou uma pirata que alguém famoso como você nunca deve ter ouvido falar. – não era uma mentira, faltando a parte mais importante que obviamente ela não gostaria de contar para um pirata.


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Última edição por Ryoma em Sab 25 Jan 2020, 23:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptySex 24 Jan 2020, 16:12


My Justice

Uma caminhada tranquila até o porto… Quanto tempo fazia desde minha última caminhada tranquila? Já fazia tanto tempo que sequer era capaz de me recordar. O local estava tranquilo como o restante da ilha, chegava a ser tão estranho que não podia deixar de ficar um pouco inquieto. - “Esse silêncio todo… Não gosto disso. ” - Não podia deixar de associar a frase “a calmaria antes da tempestade” a situação. De qualquer forma a figura pela qual estava buscando se revelou sobre um navio misterioso. - “Hein… Esse cara não sabe ser muito discreto não é mesmo?” - Um homem encapuzado com o broche de uma águia, acho que de longe seria capaz de reconhecê-lo como revolucionário. - Digo o mesmo, Garbs. - Assenti positivamente com a cabeça. - É um costume ruim que acabei desenvolvendo, ser caçado a todo momento causa esse efeito. - Disse em um tom sarcástico deixando escapar um riso sem graça.

Em meio a um clima mais leve embarquei no navio do revolucionário, depois de Balalaika não podia deixar de ficar com uma pulga atrás da orelha, mas precisava deixar esse sentimento de lado ou poderia acabar ficando paranoico. A embarcação parecia bem agradável e nossa primeira parada foi a cozinha onde algumas coisas já estavam preparadas sobre a mesa, tirei o chapéu que estava utilizando me sentei a mesa deixando o chapéu pendurado na cadeira enquanto ouvia o que Garbs tinha a dizer. - O que me fez aceitar? - Uma pergunta direta e complicada logo de cara? O sujeito sabia como começar uma conversa. - Huumm, não tenho uma resposta bonita preparada para essa pergunta pra ser sincero. - Me inclinei um pouco para trás na cadeira e ergui a cabeça. - Pra responder isso vou precisar contar uma história longa e chata. - Comentava ainda um pouco pensativo. - Eu vim de uma família de marinheiros e cresci vendo como a justiça como chamam pode ser parcial muitas das vezes. A justiça como chamam não é para todos. - Foquei o olhar em um ponto qualquer no teto enquanto me perdia em meus devaneios. - Em algum momento decidi sair de casa e procurar minha própria justiça, uma que atendesse a necessidade daqueles que eram ignorados ou explorados pela “justiça” de outras pessoas. - Um leve suspiro deixou transparecer um pouco de melancolia. - Mas as coisas são bem complicadas, tentar fazer o bem para algumas pessoas não é bem visto por todos, no fim cada um tem seu próprio conceito de justiça e quando dois conceitos entram em conflito temos guerra. - O tempo me fez perceber que não existia bem ou mal como nas histórias, existiam pontos de vistas diferentes e todos se achavam os mocinhos da sua própria história. - E essa busca por justiça me trouxe até aqui, esse com certeza não é meu ponto final mas também não sei se no fim deste caminho vou encontrar uma resposta ou apenas uma parede simbolizando o fim. - Me inclinei um pouco para sempre expressando uma feição bem mais leve. - Acho que essa resposta acabou sendo mais filosófica do que deveria. - Um leve riso foi solto ao fim da frase, por algum motivo dizer tais palavras me trouxeram um estranho alívio.

Por vezes o caminho que decidi trilhar tornava-se nebuloso, não parecia existir um propósito muito certo ou que sequer resultaria em algo, mas aquele tempo de paz na ilha me fez refletir sobre muitas coisas e sobre a pessoa que eu havia me tornado e queria me tornar, não existiam mais nuvens meu horizonte. Prosseguindo com a conversa o sub-general abordou um tópico interessante que também me intrigava. - De fato, essa ilha está entre as mais estranhas que visitei nos últimos tempos. - Apanhei um dos biscoitos sobre a mesa antes de prosseguir. - Não sei dizer se os moradores são utilizados como cobaias ou aceitam esse destino por vontade própria, mas para terem carta branca para esse tipo de coisa com certeza o governo mundial está ganhando algo no processo. Não seria a primeira vez que exploram o povo de uma ilha para benefício próprio. - Karakui a uma primeira vista podia parecer diferente de outras ilhas pelas quais passamos, o povo parecia em paz e os bares estavam cheios mesmo pela manhã, mas qual era o real preço por tudo isso? As pessoas ali podiam não estar utilizando correntes como em Cactus Island e Pindorama, mas existiam outras formas de escravidão e exploração. - Não sei bem porque me enviaram para esse lugar para não fazer nada, talvez estejam esperando alguma coisa acontecer? Os ventos estão mudando e todos parecem apreensivos com o próximo movimento do governo após a acensão de um de seus agentes para o posto de Almirante de Frota, isso foi realmente inesperado. - Voltei a me inclinar para trás na cadeira um pouco mais relaxado, toda aquela conversa séria não parecia muito propicia para um momento informal. - Me enviaram para esse lugar para ter algum tipo de ferias eu acho, mas e você sub-general Garbs, está aqui por algum motivo em especial? - Para dar continuidade a conversa decidi uma abordagem mais leve, estava um pouco curioso do motivo para existir outro sub-general na mesma ilha se não fosse para algo importante, ou seria apenas uma coincidência do destino?


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptySab 25 Jan 2020, 23:05



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Ah, parece que ela levantou de novo. Deve ter achado alguma coisa. – a nossa pequena missão secreta continuava, sem muito de novo acontecer nesse meio tempo. Diferente do que eu tinha esperado, seguir Helves não estava sendo lá uma grande aventura, já que na maior parte do tempo a gente só ficava esperando ela se mover de um canto pro outro enquanto dava um jeito de inspecionar as redondezas com ajuda de seus poderes. Mesmo assim, era meio que o primeiro passeio do Banchou, e um dia diferente assim pra variar um pouquinho também não era nada ruim. – Não sei quanto tempo ela consegue ficar assim, mas no mínimo deve ter que voltar quando ficar com fome, né? Ou com vontade de fazer xixi. – eu comentei com um sorriso, e fiz sinal para continuarmos seguindo. Pra onde ela iria agora?

Como vínhamos fazendo até então, nosso grupo continuou seguindo Helves pelas ruas de Karakui, e ela parecia saber exatamente pra onde ia dessa vez. Não demorou muito pra que seu caminho a levasse até um bueiro, que ela abriu sem pensar duas vezes e desceu. – Ah, droga! Peraí, deixa ela se afastar mais um pouco que eu abro pra gente continuar. – não dava pra simplesmente atravessar o bueiro pela dimensão de bolso, já que a passagem tinha que estar aberta do outro lado. Eu podia abrir ele com um toque, mas se fizesse isso na mesma hora, Helves ia acabar me nos percebendo. Depois de dar um tempinho, eu abriria uma pequena porta no ar para estender meu dedo e tocaria o bueiro, fazendo-o abrir-se como uma porta dupla pro lado de fora e liberando a nossa passagem pro subsolo.

Vamos rápido agora, temos que ficar na cola dela pra não a perdermos de vista. – eu diria, descendo pelas escadas e ajudando Banchou a fazer o mesmo, já que ele provavelmente se complicaria um pouco pra fazer isso sozinho. Apertando um pouco o passo, faria questão de permanecer perto de Helves pra caso alguma outra surpresinha nos esperasse. – Mas vendo melhor agora...que diabos ela veio fazer nos esgotos? O que ela pode ter encontrado aqui embaixo? – era uma paisagem estranha e nem um pouco agradável, mas as coisas pareciam estar começando a ficar mais interessantes agora. O que quer que Helves estivesse indo ver, era importante o suficiente para que viesse com seu corpo real em vez de usar a projeção.

A caminhada continuava esgoto adentro, mas depois de algum tempo, finalmente deu pra ver uma luz no fim do túnel - ou mais especificamente, uma porta. – Parece...que esse é o lugar. Fiquem perto, vamos passar assim que ela abrir a porta. – e assim, esperaria até que ela entrasse na sala misteriosa para disparar para dentro também, evitando ficar preso do lado de fora como da outra vez. E lá dentro, eu fiquei ainda mais surpreso, já que aquele lugar não era nem de longe o que eu esperava. Era tecnológico como tudo em Karakui, os painéis e aparelhos espalhados pelo lugar dando um ar futurista à sala. Mas em meio a tudo isso, uma cama que parecia ter vindo diretamente da mansão de algum nobre ridiculamente rico se destacava, com um homem acompanhado de algumas mulheres na mesma.

Marshal Robbins. – Helves disse, assim que entrou na sala. Ela conhecia aquele cara? Eu continuaria ouvindo a conversa, prestando atenção no vai e vem das perguntas e respostas. Pelo que dava pra tirar das falas de Helves, o homem era um pirata, e se eu não tivesse entendido errado a parte do "sentir", ele devia saber usar Haki também. – "Pelo menos ele não tem como nos achar aqui dentro. Espero que isso não termine em confusão..." – eu nunca fui muito fã de piratas, apesar de saber bem que existia todo tipo de gente entre eles. Mas entre confiar e não confiar em alguém assim a primeira vista, eu preferia ser bem cauteloso, e era por isso que a ideia de ver Anna...quer dizer, Helves fazendo um trato com um deles ali me deixava um pouco nervoso. Ainda assim, por hora, eu só continuaria assistindo. Se ele realmente tinha alguma informação sobre a tal ilha do céu, eu também queria escutar.

Como sempre, eu ficaria atento pro caso de precisar aparecer do outro lado pra dar uma mãozinha à nossa amiga. Pediria a Missu pra ficar por perto, e se fosse preciso, abriria uma porta pro outro lado sem perder um segundo sequer. Mas no fim, eu realmente esperava que não precisasse chegar a esse ponto. Brigar era a menor das minhas prioridades ali.

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptySeg 27 Jan 2020, 11:30


Winter Season

#04




~ Helves e Frisk ~

~  Anteriormente:

Helves através do uso de seus poderes conseguia achar a localização do tão procurado Marshall Robins, de fato  um negociador entre os piratas, mas o que mais achava a atenção da vigilante e de Frisk era a capacidade de Marshall de identificar a revolucionária mesmo em sua forma astral, nunca tinham visto essa habilidade antes, com certeza um novo desafio.

Com certa empolgação frente ao desconhecido, a moça avançava sobre a base escondida em sua persona non assassine, de modo a negociar com o mesmo e cumprir sua missão com o Quartel General revolucionário. ~


Ao chegar na porta antes vista, a garota pensava em tocar na porta, mas antes do feito a mesma era aberta, permitindo que adentrasse no recinto. Imediatamente sentia o forte odor de incenso e fumo misturado naquele lugar, e agora podia observar melhor o ambiente, a decoração como pensado distoava bastante de Karakui e as moças que o acompanhavam também não pareciam estar vestidas para o frio já que usavam roupas de odaliscas, isso a levava a pensar em outra coisa: a temperatura ali era bem maior do que a do exterior, de modo que o cachecol usado no disfarce começava a parecer um exagero.

Ouvindo seu nome ser chamado, o pirata passava um dos braços pelo ombro de uma de suas mulheres(três no total) e com o outro apanhava o cachimbo com detalhes dourados, entregue por uma de suas concubinas, sua postura e visão dava bem a entender que ele se via como uma espécie de “sultão” com direito a esposas e riquezas, mesmo que bem debaixo das asas do Governo Mundial. – Suas habilidades são bem formidáveis, o que é uma pena também, você é muito bela, mas ter o risco de ser visto ou ouvido quando não quero é bem problemático. Depois dessa fala, as mulheres ao redor olhavam o homem com uma expressão típica de ciúme e na sequência canalizavam toda aquela raiva sobre Helves, com olhares certamente não amigáveis.

Ele ouvia as requisições da revolucionária entre baforadas e outras de algum fumo com cheiro peculiar, notas de tabaco com alguma coisa erva que o olfato da procurada não conseguia identificar. – Interessante, uma garota vem a minha residência perguntar sobre como entrar no laboratório sendo que tem a habilidade de poder invadir qualquer lugar sem ser vista. Além disso, já possui até a informação que esse laboratório existe de fato. Não satisfeita, ainda me pede para compartilhar algo sobre a famosa ilha do céu. Por que não me diz seu nome antes disso tudo?

Depois que a garota se identificava, outra baforada pausava a conversa e mais uma vez ele continuava. – De fato, nunca ouvi seu nome antes. De toda forma, se você chegou viva até aqui, não deve ser atoa. Não acho que você está sozinha, deve estar ajudando alguém maior, só assim faz sentido. Mas de todo jeito, não vou ficar julgando meus clientes. E sobre isso, tudo o que você me pede tem um valor até maior do que uma prótese, que é o que geralmente vendo. Nesse momento, Helves podia observar melhor as próteses mecânicas existentes no corpo do pirata, talvez por isso que fosse tão procurado.

- Vamos ver, por todas essas informações, um preço justo.. O homem passava o olhar pelo corpo de Helves, soltando um leve sorriso, mas olhava depois para suas concubinas que ainda não pareciam felizes. – Suas joias, você usa bastante delas, e ainda não são joias quaisquer. Quero todas que estão com você, entregue-as para minhas mulheres. As moças nesse momento trocavam a expressão de raiva por uma de felicidade, iriam ganhar joias, ainda daquela que não gostavam, ou seja, no imaginário delas, tinham ganhado aquela batalha silenciosa.

Se Helves acordasse com o proposto, o homem faria um sinal para seu capanga que traria uma espécie de almofada, na qual seriam colocadas as joias e na sequência oferecidas as damas ali presentes. – Primeiro sobre o laboratório do Horace. Aquilo está mais para uma fábrica do que um laboratório, sua localização certa é nas montanhas dessa ilha. Mas, como toda fábrica, precisa de um sistema para eliminar os resíduos, em outras palavras, um sistema de esgoto. Existem bueiros escondidos pela cidade, como esse, que dão acesso ao final desse sistema, mas se você seguir o caminho em linha reta vai chegar até uma barragem, além dela está o laboratório. Para passar da barragem você precisaria normalmente de algum mecanismo para furar ou derreter o aço, mas para uma habilidade como a sua, não vai ter problemas.

- Agora sobre a ilha do céu, como você pensou, ela existe e seu nome é Stanford. No começo ela não tinha nada demais, mas depois que o regente da ilha assumiu ela começou a mudar bastante. Como uma ilha do céu você pode até imaginar, ela está exatamente em cima de Karakui, as nuvens que você vê na verdade são o chão daquela ilha. Para chegar nela, bem, o jeito mais fácil é você pegar um foguete que existe dentro do laboratório de Horace e chegar até a ilha. A razão desse foguete e o porquê de estar no laboratório não vem ao caso, mas de todo jeito, posso colocar você e seus amigos secretos lá dentro e embarcá-los nessa engenhoca, por um preço é claro. Todavia, se for o caso, quero que todos estejam aqui, não sou tão tolo assim garota.

Após feitas as negociações, o homem faria um sinal para Helves sair do recinto, mas, antes que ela pudesse sair, Marshall tomava novamente a fala. – Uma cortesia a você pela nossa ótima negociação. Não sei sobre o seu passado, mas a ilha do céu tem uma parte que foi ocultada da história pelo próprio Governo Mundial. Dizem os boatos que a filha do regente da ilha teve uma doença quando bebê, uma doença rara, e que para curar ela, o homem entregou para Horace várias crianças celestiais, a maior parte das pessoas que sabiam sobre isso morreram ou foram mortas, então quando estiverem no laboratório dele, procurem por um projeto chamado “Lost Childrens”. Quem sabe você pode encontrar um pouco da sua história lá.

As falas terminavam, e o homem fazia novamente o sinal para que Helves saísse do recinto, agora restava a ela decidir o que fazer com tais informações.

~ Momentos antes ~

Frisk, Missu e Bancho, o trio parada dura, seguiam com a imaginação da missão secreta atrás de Helves, e não tardavam em seguir a garota onde quer que fossem, por mais que não tivessem acesso as informações obtidas por ela durante suas pesquisas astrais. Depois de passarem pelo bueiro, e pelo forte odor de esgoto, chegavam até a cola da vigilante e depois de voltarem ao mundo das portas, observavam tudo que ocorria entre as negociações.

Talvez pelo clima de nervosismo ou pela seriedade da situação, Missu não comentava nada, apenas ficava observando Marshall e Helves, sendo que somente após ele pedir as joias que ela decidia comentar algo. – Não gosto dele, ele lembra muito os nobres de Alabasta, nenhum deles prestava. Ela comentava se abraçando um pouco, como se sentisse um calafrio passando pelo corpo, talvez por relembrar algum flash sobre o passado.

De todo jeito, ficavam ali observando toda a conversa, ouviam sobre como entrar no laboratório, tal como as informações sobre a ilha do céu, e até enganavam Marshall no sentido que parte dos integrantes da “missão Stanford” estavam ali, mas de forma que ele nunca poderia os achar.
Todavia, uma informação era muito importante: “Lost Childresn”. Isso fazia Missu ficar um pouco inquieta, e seu olhar logo ia para Frisk. – Frisk, você é um celestial também, não é? Você sabe alguma coisa sobre quando era um bebê? Será que você e Helves poderiam ser uma dessas crianças? A expressão dela com certeza era de preocupação, inquietude, enfim, parecia que a dúvida estava forte nela e não por menos, o Anjo Caído, apesar de sua alcunha, desconhecia tudo isso.

Vendo Helves sair daquela sala poderiam decidir o que fazer já que sua missão de a acompanhar já estava terminada, poderiam ir logo e descobrir sobre Horace, poderiam ir para a ilhar do céu, poderiam tentar negociar novamente com Marshall, cabia ao grupo decidir seus próximos movimentos.

~ Tidus ~

~ Anteriormente:

Após encontrar o Sub-General Garbs, e ser convidado para um breve chá matinal, ambos começavam uma conversa sobre o exército revolucionário, levando Tidus a breves reflexões a respeito de sua posição e determinação, assim como conversavam um pouco sobre Karakui e suas impressões. ~


Garbs ouvia atentamente cada palavra de Tidus, e parecia que estava satisfeito com o que ouvia, de forma que expressava um sorriso de satisfação quando ouvia sobre “justiça”, talvez por ser mais velho sua preocupação com a próxima geração estava sendo resolvida pelas palavras filosóficas do Duque Azul. – De modo algum, esse discurso já foi mais que o suficiente. A conversa continuava e tocavam no assunto sobre Karakui, o homem concordava com as palavras acenando com a cabeça, e de certo modo ele parecia mais pensativo sobre esse ponto.

- Nem eu sei todos os planos do exército revolucionário, apesar de já conhecer Alice, ela é bem difícil de entender. De todo jeito, a razão de me pedirem para te encontrar foi basicamente duas: A primeira é te entregar esse navio, parece ser um tipo de apoio entregue pelo exército ao seu grupo, o segundo é para te passar as informações que consegui até agora. Já estou nessa ilha a três anos, e não consegui muita coisa para ser sincero, mas fui ordenado para prosseguir até o Novo Mundo, parece que os mares lá estão bem mais agitados do que aqui. Dessa forma, devem ter te direcionado para cá a fim de que resolva os assuntos pendentes.

Ele pausava um pouco a conversa tomando um pouco do chá e oferecendo ao outro sub-general a mesma bebida, se ela aceitasse o serviria e tornaria a conversar.

- Como já deve saber, nessa ilha existe um laboratório secreto do Governo Mundial. Bem, ele é secreto para a mídia global, mas para os habitantes daqui não é lá um grande segredo, já que boa parte da população daqui trabalha nele. Mas, o que eles não sabem de verdade é o quão podre aquela instituição é, você deve ter se reparado com escravos e outras atrocidades cometidas durante as suas missões, mas nada se compara ao que acontece e já aconteceu aqui Duque Azul.

A expressão dele estava bem séria, de modo que Tidus conseguia sentir o clima pesado que se instaurava.

- Eu não tive acesso a todos os projetos que aconteceram lá, mas tive acesso a alguns documentos, entreguei todos para o exército revolucionário, mas quando soube que você e sua célula viriam até aqui, guardei um para mim. Esse é um dos motivos pelos quais que eu queria te encontrar.

O homem puxava do sobretudo um papel levemente amarelado, e passava-o para o outro revolucionário, ao abrí-lo, Tidus poderia ler as seguintes palavras, digitadas por alguma máquina.

Citação :
“Lost Childrens”

- Ano XXXX -
Situação: Concluído
Resultado: Positivo
Observação: Cobaia 8052 e 8053 escaparam, dadas como mortas pelo batalhão de execução.

- Ano XXXY-
Situação: Concluído
Resultado: Positivo

Nova observação: Cobaia 8052 foi reconhecida por agentes como “Frisk Dreemurr”.
Coabia 8053 não foi reconhecida, dada como morta pelo batalhão de execução.

- Não sei se Alice daria o direito a vocês de investigarem isso por conta própria, mas foi o que me pareceu mais justo, por isso, usem bem essa informação, e em último caso a revelem ao exército. Infelizmente, não sei muito mais sobre isso. Todavia, existe um ótimo informante aqui chamado Marshall Robins, provavelmente um de seus membros já deve ter recebido ordens para contactá-lo.  De todo modo, mandem calorosas lembranças para ele de minha parte, e avisem que eu não esqueci que ele perdeu para mim no carteado.

Em certo tom de despedida, Garbs se levantava e tirava o broche de gavião das costas, colocando o capuz em seguida. – Esse broche é bem chamativo, não é? Ele guardava o mesmo e na sequência tornava a olhar o homem de cabelos azuis. – Lutei contra o seu pai algumas vezes Tidus, na verdade já fomos amigos, e isso infelizmente denuncia a minha idade, mas ele é alguém forte e que teve seu senso de justiça deturpado. Acredito que você pode ter herdado a força dele, e felizmente conseguiu enxergar além das amarras do governo, vou estar de olho nas suas notícias e espero te encontrar novamente depois de Sabaody.

Depois disso, o homem pegava um papel dentro do sobretudo e cortava um pequeno pedaço, entregando-o para o Sub-General. – Você já deve ter visto um Vivre Card antes, não é? Se precisar de apoio no Novo Mundo, já sabe o caminho. Então o homem saia dali, deixando Belmont em sua nova embarcação ao lado de biscoitos, chá e o Vivre Card.






Legenda:
 

Barquinho novo:
 

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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyTer 28 Jan 2020, 16:38


Lost Childrens

A atmosfera daquela conversa informal com outra sub-general era completamente diferente da vez em que encontramos com a traidora Balalaika, talvez por ser uma traidora ela nunca tivesse de fato apresentado empatia com outros revolucionários? Não era impossível, mas provavelmente deveriam existir outras pessoas como ela que não são traidores. De qualquer forma aquele encontro foi estranho, mesmo Garbs sendo um completo estranho senti como se nos conhecêssemos a algum tempo, um sentimento que não sentia a algum tempo em relação a novas pessoas.

Durante a conversa o sub-general mencionou algo peculiar, algo sobre estar me entregando aquele navio. - Então esse navio é meu? - Olhei um pouco espantado em sua direção enquanto virava a cabeça para os lados um pouco desnorteado, até então tínhamos utilizado o trem para nos locomover pela Grand Line, mas parando para pensar agora todas as outras células que encontramos em nossa jornada possuíam um navio característico ou uma base local. - “Parece que somos um grupo de verdade agora.” - Deixei escapar um sorriso discreto, mas o sorriso não durou muito dado o rumo que a conversa tomou em seguida. Segundo o revolucionário Karakui escondia um laboratório secreto - não tão secreto ou escondido assim diga-se de passagem - e o que faziam em seu interior ainda era um mistério, contudo era fácil deduzir apenas de olhar o estado da ilha.

Conforme as informações me eram passadas uma delas em específico me fez arregalar os olhos e sentir um frio sobrenatural subir a espinha. - Isso é… - O sub-general me entregava um papel curioso a respeito de um experimento chamado Lost Childrens. - Frisk Dreemurr. - Murmurei comigo mesmo, meu corpo todo estremeceu e os punhos apertaram o papel com força automaticamente, uma estadia de férias? Não… Aquilo havia acabado de se transformar em outra coisa. - “O conflito entre ideias realmente causa guerras, mas outra coisa que as causa é mexer com meus amigos.” - Tentei conter a raiva na frente do sub-general mas uma pequena parte do meu subconsciente fez o poder da fuwa fuwa fluir momentaneamente fora de controle fazendo com que todas as minhas vestes e fios de cabelo se agitarem, algo que não durou mais do que poucos segundos como se uma forte brisa tivesse batido. - Desculpe eu me exaltei um pouco. - Respirei fundo e levei a mão direita até o rosto pressionante entre os olhos. - Agradeço pelas informações e a confiança, esse projeto me deixou realmente curioso a respeito do que estão fazendo aqui. - O fato de Frisk estar envolvido já era motivo o suficiente para que eu fosse pessoalmente até o tal cientista e saber exatamente o que ele tinha e estava fazendo.

Por fim Garbs mencionava já ter se encontrado com meu pai no passado. - Acho que é mais complicado do que parece, já o odiei no passado por suas escolhas mas não podemos negar que a marinha ainda é uma organização necessária, sem eles as coisas seriam ainda piores, infelizmente não são o suficiente e possuem suas próprias falhas. - O tempo me havia feito enxergar o mundo de maneira mais madura, sabia que não existia um sistema perfeito que atendia a todas as necessidades do mundo, revolucionários e marinheiros eram duas caras de uma mesma moeda, infelizmente um desses lados estava sendo corrompido por algo maior, o verdadeiro vilão por assim dizer. - Espero que chegue o dia em que possamos apertar as mãos de outros marinheiros e lutar pelo mesmo propósito, mas até esse dia chegar nós lutamos. - Esbocei um sorriso amigável no rosto, quase nostálgico. Antes de partir o sub-general me entregava um pedaço de papel, um vivre card para ser mais preciso. - Obrigado por tudo, vou guardar comigo e espero que tenha uma boa viagem. - Apanhei o papel e o guardei em um dos bolsos internos o casaco. - Foi um prazer conhecê-lo sub-general Garbs, espero que possamos nos encontrar novamente no futuro. - Estiquei a mão lhe oferecendo um aperto de mãos.

Agora sozinho precisava pensar no próximo passo, o arquivo deixado pelo sub-general levantava questões importantes, uma delas é que a mente por trás de tais experimentos não podia ficar impune, que tipo de atrocidades aquele monstro estava fazendo? Quantas famílias não foram destruídas por sua culpa? - Inadmissível… - O semblante sério em meu rosto deixava transparecer o ódio em sua mais pura e bruta forma. Além daquele tópico existia o outro lado da moeda, Frisk… Será que era correto contar aquilo para o garoto? O que ele faria se descobrisse sobre isso? Lembrar do seu rosto sorridente e feliz me fazia hesitar, talvez ficar no escuro fosse melhor para o seu próprio bem, ao mesmo tempo todos tinham o direito de saber sobre seu passado. - ”Aaarg! Dilemas...” - Puxei uma cadeira e me sentei novamente, peguei o den den mushi do bolso e o coloquei sobre a mesa. - O que eu faria no lugar dele se soubesse disso? - Era difícil me colocar no seu lugar dado a situação, estávamos juntos a um bom tempo mas não sabia muito sobre seu passado para opinar e tinha medo de que aquela informação trouxesse algo de ruim. - "Talvez por hora seja melhor esperar..." - Puxei um filtro de cigarro do bolso e o acendi com o insqueiro, dando uma longa e profunda tragada. - "Preciso pensar bem antes de tomar essa decisão" - Por hora decidi permanecer no silencio, precisava de um tempo para refletir e descobrir mais sobre o assunto, dito isso aguardaria o retorno de Helves e Frisk, a garota tinha partido para procurar informações sobre o tal laboratório e talvez trouxesse consigo informações sobre o mesmo tópico.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyTer 28 Jan 2020, 17:21

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O clima no meio da negociação não era exatamente bom. As garotas de Marshal pareciam com raiva, algo que Helves não se importou tanto assim por estar mais focada no objetivo final. "Justo?" Só de olhar para a face do homem enquanto ele falava sobre o tal preço justo era bem complicado. Não que a celestial tivesse qualquer problema para confiar no pirata, mas a situação naquele ponto estava longe de ser justa. A realidade era que a garota não necessitava do homem, somente se ele pudesse indicar para a mesma onde ficava o tal laboratório, mas isso não parecia um grande problema aos olhos dela. "Se eu cheguei até aqui sozinha, não demoraria muito para encontrar o lugar... Não preciso dele, não mesmo." A verdade estava clara, não tinha algo a ser negociado. Se aquele era o preço do pirata, Helves naturalmente poderia recusar. Sua feição era séria, mantendo-se calma para não o atacar. Suas joias eram os bens mais preciosos, os entregar a um pirata qualquer por aí nunca seria uma opção. Nem mesmo para ajudar a revolução.

A felicidade das garotas de Marshal não duraria muito, Helves faria questão de isso ter um fim. – Aha... Então é assim que as coisas funcionam aqui. Minhas joias valem muito mais do que suas informações, ao menos o valor sentimental, pois ganhei de pessoas importantes... – por um momento sua mente a levava para os momentos onde tinha conseguido cada uma das joias, sendo a maioria recebida de Elsa ao fim da batalha de Chaos. "Ela parecia gostar tanto delas, mas mesmo assim as dividiu comigo... Eu mataria para as proteger." No rosto da revolucionária surgia um sorriso, fechando os olhos por alguns segundos, virando-se de costas para o pirata sem precisar pensar no que faria. – Foi bom conhecer você... Farei as coisas do meu jeito, sei que vai entender. – abriria a porta, saindo do esgoto sem tanta pressa assim. Só de ter alcançado tal feito em pouco tempo era incrível, podendo fazer o mesmo com o laboratório. Aquilo até parecia uma falha, algo que Helves poderia ter ultrapassado se fosse menos obsessiva sobre as joias que possui. Mas no fim era seu jeito de ser, pouco importava se os superiores tivessem algo a dizer, pois ela faria as coisas do seu jeito e retornaria a tal ligação ao entrar na tal construção do governo.

Karakui é um país grande, mas suas construções mais famosas estavam bem aos olhos de todos. O laboratório estava entre eles por conta de seu tamanho, sendo bem chamativo. Só existia a questão de como entrar sem ser vista e encontrar exatamente tudo que buscava por lá, já antecipando que sua missão não terminaria apenas entrando. "Poderia explodir alguma coisa, mas eles podem ter algum sistema para identificar coisas assim." Pensar sobre essas coisas abertamente era bem estranho, lembrando-se de quando não queria nem mesmo matar ninguém, mas o fazia para manter-se oculta. "Só preciso dar uma olhada, com os fantasmas daquele tamanho ninguém vai conseguir ver... Só aquele pirata deve ter habilidades de sentir as coisas nesse nível." Após sair dos esgotos, Helves procurava seguir até onde o laboratório estava, pois sua localização não deveria ser um grande mistério a ser resolvido com os fantasmas ou mesmo informações que escutou por aí nos últimos dias. Mas caso fosse um problema, só seria necessário buscar com os fantasmas até achar ou simplesmente voar por aí por si só, diminuindo bastante seu corpo o bastante para ninguém conseguir a ver normalmente e então subir o suficiente para observar a ilha toda. Isso deveria ser o suficiente, voando por aí até achar o objetivo. Um disfarce devia resolver a questão da entrada, mas se houvesse algo mais rigoroso na identificação dos funcionários poderia complicar a celestial. – Somente olhar... – murmurou, caminhando por perto, procurando um banco próximo para sentar, buscando colocar seus poderes em prática o quanto antes.

Em questão de segundos seu semblante mudava levemente, ficando mais séria, focada no objetivo, despertando a revolucionária dentro de si. Somente ela poderia lidar com uma invasão e investigação do lugar. Helves não tinha esse tipo de habilidade. Tranquilamente se posicionaria sentada no banco ou em algum lugar mais quente, dentro de alguma construção que fosse bem próxima do laboratório, relaxando para quando estivesse saindo do corpo não houvesse nenhuma queda complicada. Os fantasmas sairiam de dentro dela, todos tão pequenos que nem mesmo ela poderia ver normalmente. As pequenas criaturas logo partiriam até o laboratório, deixando apenas um para trás observando o corpo original da garota. A busca seria rápida, atravessando cada parede após dar uma boa olhada no local, descendo pelo solo se necessário ou subindo caso houvesse alguma coisa superior. Anna procurava algo chamativo, alguma informação importante que conseguisse ver ou escutar pelos fantasmas. Talvez uma entrada fácil fosse a melhor forma também, procurando rotas, quem poderia usar para conseguir acesso, além do disfarce que teria de utilizar. Os sistemas de segurança do governo poderiam ser avançados, precisando de mais do que uma simples roupa, mais uma coisa a ser observada por ela.

A observação dos fantasmas seria feita por algum tempo, indo até os limites de seu controle, parando apenas quando houvesse passado e checado todos os locais possíveis, retornando ao corpo satisfeita com a primeira parte da missão. O pequeno animalzinho comunicador seria retirado das vestes da celestial, ligando para quem havia lhe passado a missão antes de adentrar ao local. – Quais são os próximos passos? – diria baixo, procurando ficar em um local com poucas pessoas para ninguém escutar a conversa. Sem nomes, sem identificação. Era preciso se manter neutra naquele ponto, imaginando que poderia estar em público. Sua voz devia bastar se estivesse falando com o mesmo que havia lhe passado a missão, caso contrário a garota diria ao menos seu nome se ninguém estivesse muito perto. – É a Helves falando... – não era mais situação para se esconder por trás de uma máscara, talvez aquela missão conseguisse provar isto para Helves.


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MensagemAssunto: Re: Up: Altas Aventuras   Up: Altas Aventuras - Página 2 EmptyQua 29 Jan 2020, 21:54



SPRING: JOURNEY OF HEROES

Já de início, a negociação não estava dando super certo. O tal pirata pediu todas as joias que Helves estava carregando como pagamento pelas informações, e essa ideia pareceu desagradar a revolucionária. Eu não sei se ela é fissurada nesse tipo de coisa igual a Elsa-san, mas por qualquer que fosse o motivo, ela recusou a oferta do homem ali mesmo. Missu também parecia um tanto desconfortável ali, o que fez bastante sentido depois do que ela disse. Feridas emocionais levavam bastante tempo pra curar, e lembrar de gente como o Darwishi com certeza não ia ajudar agora. – Ei, aqui. – com um sorriso gentil, eu peguei na mão dela, entrelaçando nossos dedos. Não tinha como fazê-la esquecer do passado, mas podia pelo menos deixá-la saber que estava tudo bem, e que eu estava ali.

Eu espero que isso não acabe em confusão. Esse tipo de gente não costuma gostar de ser contrariado desse jeito... – assisti Helves continuar falando, pronta pra sair dali sem nem sequer olhar pra trás. Não sei se ela tinha perdido a noção do perigo ou o que, mas ficaria de olho pra caso algum dos engraçadinhos resolvesse tentar alguma coisa. Se eu sequer imaginasse que algum deles iria pra cima dela, daria um golpe de dentro da dimensão de bolso, abrindo uma porta pequena só pra que meu braço pudesse passar. Com sorte, porém, talvez a gente não tivesse que lutar ainda. – É, essa foi uma visita bem curta. Vamos dar o fora rápido também, se a gente correr dá pra passar pelo bueiro antes da Helves chegar lá! – e sorriria, arrastando Missu pela mão e chamando o Banchou pra vir correndo junto.

Quando chegássemos do lado de fora, o plano seria o mesmo de sempre: continuar seguindo a Helves sem que ela nos notasse, de dentro da dimensão de bolso. – Se bem que isso tá começando a ficar bem chato, pra ser sincero... – eu suspirei. Tinha sido bem divertido até então, mas ficar só observando o tempo inteiro, sem poder interagir, estava perdendo a graça bem rápido. Acho que já estava passando da hora de eu aparecer pra começar a fazer alguma coisa de realmente interessante, e por isso, iria atrás da revolucionária de cabelos verdes até que ela resolvesse parar em algum outro lugar - já que ela disse que o faria pra procurar o tal do laboratório secreto. – Isso faz eu me perguntar que tipo de coisa eles fazem nesse laboratório. Numa ilha dessas, eu chutaria um monte de robôs! – falei animado, apesar de ainda não saber o que esperar de um laboratório envolvido com o governo.

Depois de algum tempo, nós estaríamos assistindo a mesma cena que já tínhamos visto algumas várias vezes nesse mesmo dia - a Helves desmaiando sozinha em algum canto pra poder usar os seus poderes. – Hmm...talvez eu devesse ter trazido minha câmera. Ou umas canetas, heheh. – comentaria brincando, e depois, voltaria pra o que tinha virado rotina toda vez que ficávamos nessa situação: brincar com o Banchou e ficar jogando conversa fora com a Missu. Pegaria também algo pra comer na bolsa, se ainda tivesse sobrado, e dividiria com os dois. Mas depois de um tempinho esperando, eu resolveria que finalmente era hora de mostrar a cara e olharia em volta, pra ter certeza de que não tinha ninguém por perto no momento. E então, abriria uma portinhola no ar, passando metade do corpo pro outro lado.

Anna...quer dizer, Helves! Ei, tá acordada? – falaria num tom de sussurro, me estendendo pro lado de fora e dando uns tapinhas de leve em seu rosto, pra ver se conseguia chamar a sua atenção. Eu não fazia ideia de como trazê-la de volta daquela projeção astral, e só podia torcer pra que ela conseguisse me ouvir de algum jeito. Se a visse abrir os olhos, sorriria com um aceno, antes de explicar pra ela tudo o que tínhamos feito desde mais cedo: seguindo-a por aí de dentro da Doa Doa e a acompanhando pra caso alguma coisa desse errado. – Bem, acabou que nós ficamos mais assistindo você e comendo uns lanches...mas, esquece, não foi disso que eu vim falar. – eu sacudi a cabeça, tentando me focar no assunto – Se vai entrar no laboratório, pode ser que precise de ajuda pra passar por alguns lugares. Nós vamos seguir você por aqui, então se precisar de uma porta em algum lugar...sabe a quem pedir. – eu sorri, esbanjando confiança. Era hora de ajudar naquela operação também, das sombras!

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