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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 5º Tale: Into the Unknown

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MensagemAssunto: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyTer 07 Jan 2020, 21:40

Relembrando a primeira mensagem :

5º Tale: Into the Unknown

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elsa Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptySeg 13 Jan 2020, 21:44






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Compreendo… - sutilmente soltava uma resposta contida as informações pescadas, entre um pequeno gole e outro do conhaque. - Então aqui funciona como uma espécie de zona segura, onde a maioria opta por se manter neutra em assuntos dos quais normalmente tomariam uma posição. Talvez por isso tenhamos sido mandados para cá. - silenciosamente, pensava a respeito do assunto, especialmente a saber da Comodoro. - Uma figura de comando como ela deve ser capaz de contornar ameaças e aparentemente, ela administra bem a ilha, não há sinais de nada abusivo até agora. - durante o devaneio, observava Às não muito animada por ali, o que era bem esperado para uma criança de sua idade. - O prazer foi todo meu Kim. - respondia ao homem antes de sair do estabelecimento em direção a casa. No caminho de volta, minha filha tomava uma postura mais falante, não deixando de comentar a respeito do barman e de sua estranha educação. - Hahaha… eu também sentia tédio nesses lugares quando eu ia com meu pai. - repentinamente ficava muda ao fim das palavras, como se tivesse dito algo proibido e imediatamente, procurava contornar o assunto. - Cordialidade em excesso realmente parece estranho, mas talvez seja apenas uma exigência do local, ser sempre bem educado com os clientes. - comentava com a menina.

Na chegada, pedia para que a mesma levasse a casa de Tidus e os demais uma garrafa de Whisky, pedido este que era aceito, apesar da reclamação dela a respeito do frio. - Não reclame do frio se quer uma guerra de bolas de neve! - dizia em tom jocoso, enquanto a observava andar em direção a residência, antes de eu mesma entrar em casa. Onde era recebida por Mindy, que imediatamente percebia a ausência da menina. - Às foi levar uma coisa que comprei para os Tidus e Helves, para que eles se lembrem de que estamos aqui. - dizia em meio a risos suaves, como se brincasse com a situação. - A ilha está uma calmaria só, não se preocupe tanto. - caminhava na direção da mulher, deixando sobre a mesa da cozinha as compras e puxando as garrafas de vinho recém compradas. - Fui chamada para uma guerra de bolas de neve. Ninguém sabe como eu posso voltar desse conflito, mas até lá temos um pouco de tempo, se quiser aproveitar! - dizia de forma maliciosa, flertando com a mulher.

Após o breve momento de malícia, caso prolongado ou não por Mindy, comentaria com a mulher em tom casual a respeito das coisas de casa. - Agora que passamos esse tempo nos recuperando, acho que seria bom voltar ao meus projetos. Lembra-se da estufa que encontrei em meus pertences? Acho que vou retomar meus estudos em botânica e fármacos. - fazia uma leve pausa, atenuando o tom casual e conduzindo para algo levemente mais sério. - Também queria conversar a respeito de algumas coisas da revolução. Algumas coisas que vem atormentando minha mente recentemente. - dizia aquilo com as mãos a apertar minha cintura antes de juntá-las em um claro sinal de que, o assunto pedia um momento particular entre nós duas. - Bom! Tendo dito isso, o que acha de acompanhar a minha batalha, antes de almoçarmos?! - comentava com um sorriso no rosto, já puxando-a para vir comigo até a frente da casa. Onde caminharia sozinha até o quintal coberto pela neve, onde faria uma bola enquanto esperava pela volta de Às, caso a menina ainda não estivesse por lá. Independente, surpreenderia minha filha, arremessando a bola contra sua cabeça de maneira bem suave.

Em uma Guerra de Bolas de Neve, deve-se estar sempre atenta! -
bradaria, abaixando-me para pegar uma outra bola. - Me mostre o que você tem!








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 01:36


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
Localização: Karakui - Grand Line



Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Elsa adentrou a casa repleta de pensamentos, dos mais variados. Já havia refletido antes sobre o que o bartender Kim havia dito para ela, especificamente sobre o comando do QG da Marinha da ilha de Karakui, que caía sobre as mãos da Comodoro Amber Himmelstein. O moço havia informado sobre a criminalidade na cidade de Awakino, que era bastante baixa, assim como a sua população em geral. Problemas públicos comuns em cidades, como o de saúde pareciam não ser alarmantes também, visto o que Kim havia falado, parecia não ter muitos pacientes para os médicos da cidade. Com essas informações, Elsa logo pensava o motivo de terem enviado toda a célula Seasons para a Karakui. Teria Karakui sido escolhida para descansar um pouco, devido a sua aparente pacacidade? Com certeza era uma boa possibilidade para se pensar. A revolucionária também havia deixado transparecer os seus pensamentos ao falar de seu pai, na Red's Drinks, quando respondia o comentário de Às, como se tivesse falado algo inapropriado... ou como se quisesse não revelar algo para a sua filha. Por fim, tinha assuntos mais pessoais e ainda mais sérios para resolver com Mindy, em particular.

- Ah, tudo bem então. Acho que eu nem deveria ter ficado preocupada, afinal ela estava com você.- a moça dizia, claramente mais aliviada, ao receber a resposta de Elsa, de que Às apenas tinha ido entregar um presente para Tidus e Helves, que moravam logo ao lado, reforçando ainda mais a ideia ao falar do estado aparentemente pacífico da ilha.- Tudo bem. Acho que eu ainda não estou totalmente tranquila. Me desculpe.- Mindy dizia, segurando o braço direito com a mão. Elsa então avançava a conversação de maneira... mais íntima, que fazia a tímida e retraída Mindy corar, desviando o olhar de uma maneira fofa enquanto passava a mão na nuca.- E-eu acho que agora não seria o momento adequado. M-mas, quem sabe de noite?- a mulher dizia ainda com as bochechas vermelhas.

Subitamente, Elsa mudava de assunto, abordando um tema mais sério, no caso, sobre a estufa e os estudos sobre farmácia e botânica, áreas importantes para se ter conhecimento quando se é médica.- Ah, lembro sim. Ótimo então, essa é realmente é a oportunidade perfeita para se fazer algo do tipo.- a moça dizia, mais assertiva. Logo após, Elsa falava algo mais pesado, assuntos referentes a atuação da revolução e como isso afetava a sua mente, o que fazia o semblante de Mindy mudar para um tom sério.- Entendo.- a moça fazia um sinal positivo com a cabeça, ao ver os trejeitos de Elsa, que indicavam o tom particular que a conversa teria no futuro.

Outra mudança de assunto por parte de Volkerbäll, agora pelo menos, para um assunto de tom mais leve.- Ah, claro que sim! Não perderia essa batalha por nada!- a espadachim então seguia juntamente de Elsa, mudando a sua expressão novamente para um sorriso feliz. As duas iam em direção ao quintal da casa, que estava repleto de neve e era bastante espaçoso, local perfeito para a "batalha" que iria acontecer. Não demorava muito, logo Elsa e Mindy escutavam a voz de Às, que havia entrado na casa.- Alô? Cadê vocês duas, hein!?- a menina exclamava, enquanto sua voz ficava cada vez mais alta, devido a sua aproximação. Mindy permanecia parada, como se tivesse segurando um riso, enquanto Elsa preparava uma bola de neve, pronta para arremessar em Às. E quando a pequena apareceu, logo foi surpreendida por uma bola de neve que acertava em cheio a sua cabeça, misturando a neve branca com os seus cabelos negros.- Pera aí, isso não vai ficar barato!- a menina limpava o rosto, e fazendo uma bola de neve com as mãos, atirava a mesma em Elsa, acertando a revolucionária na perna. Ao fundo, Mindy gargalhava.- Toma essa!- a menina dizia, enquanto corria novamente para fazer outra bola de neve.


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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 19:58






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



É… tem razão. - o comentário levemente malicioso se mantinha com um sorriso suave expresso em minha face. - Quem sabe de noite? - respondia a Mindy ao fim de nossa conversa. Embora as palavras pudessem ser justificativas a somente um pequeno trecho do que havíamos conversado, não podia deixar de pensar a respeito da forma que minha companheira tratava a situação, sempre me apoiando ao mesmo tempo em que parecia ainda muito machucada pelos eventos passados, especialmente ao que dizia respeito a nossa segurança. - Passamos por tantas coisas juntas, é compreensível que fique receosa sobre nossa real situação. - divagava enquanto deixava o olhar correr de encontro aos olhos dela. - Podíamos passear um pouco pela ilha se quiser. - tecia um comentário, momentos antes de seguirmos para o quintal. - Pelas nossas características, dificilmente vão conseguir nos distinguir dos habitantes naturais da ilha, especialmente se ficarmos longe do porto ao Sul. - levava minha mão aos cabelos da mulher, ajeitando-os em meio ao sorriso rápido e sutil de confiança..

Confiança da qual precisava para encarar minha adversária. No quintal da casa, envolta da baixa temperatura e um terreno repleto pela neve, podia ouvir minha filha se aproximando ao gritos. - Estamos aqui! - comentava em um tom mais alto de voz, erguendo o braço para que a menina pudesse ser capaz de nos perceber. Mas o artífice tinha seu efeito, pois tão breve quanto Às nos encontrava, ela era recebida com uma bola de neve na cabeça. - Parece que eu irritei alguém! - dizia em meio a um breve acesso de riso, enquanto observava-a atirar bolas de neve, tendo uma atingido minha perna. - Aaarg! Você está ficando melhor nisso! - comentava ao perceber que havia sido pega, mas não tinha muito tempo para perder já que a garota continuava em sua busca por mais acertos, preparando novas bolas de neve. - Toma! - arremessaria uma bola de neve, sem nenhuma intenção de acertar Às, tal como pretendia fazer na maioria esmagadora de arremessos. Deixaria para mirar próximo a ela e a uma velocidade que a menina pudesse ser capaz de perceber e tentar uma esquiva, quanto ao ‘ataques’ dela, não faria grande esforço para evadir-me, deixando os arremessos inevitáveis me atingirem.

Ajuste um pouco mais seu corpo! -
comentaria, entre nossos ataques. - Abra um pouco mais as pernas e trabalhe mais o tronco, menos força e mais precisão! - aos poucos conduziria a guerra em algo próximo a um treinamento, ainda que não fosse essa minha real intenção. - Use o corpo e… analise o… terreno. - aos poucos, eventualmente perceberia o rumo que tinha tomado. - O que estou fazendo? - pensaria, antes de tomar uma ação a respeito daquilo. - Ah não! - diria, caso fosse atingida. - Você é forte demais! Eu preciso de reforço! - diria, dando a deixa para que Mindy viesse em meu auxílio, ainda que fosse precisa dar a ela um gesto sutil. Lentamente, caminharia na direção de Às, arremessando bolas de neve e voltando a divertir-me com aquilo, até estar perto o suficiente para em um salto agarrá-la gentilmente para que pudesse nos jogar ao chão gelado, em meio a gargalhadas. - Peguei você! - diria com um tom carinhoso, virando o rosto para observá-la, limpando qualquer sinal de neve que pudesse estar sobre sua face. - Mostre-me seu anjo de neve! - viraria o corpo, ficando de joelhos para ver a garota em ação. - É o anjo de neve mais bonito que já vi. - diria, levantando-me e ajudando a menina a se levantar, para que pudesse observar também.

O que acha de tomar uma banho antes do almoço? Hmm?! - comentaria para com Às, segurando-a pelas mãos como se conduzisse uma marionete. - Já comeu doce, já brincou na neve, já lhe dei muita colher de chá pra pouco tempo! - diria em tom de brincadeira. - Vou garantir que dessa vez você não vai encher a banheira de água quente somente. Acha que eu não percebi que você tem evitando os banhos?! - diria. Se fossemos ao banheiro, deixaria a banheira encher com água quente e ajudaria a menina a despir-se, certificando-me que ela entraria na água. - Você já tá crescida demais para evitar água! Não acha?!








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyQua 15 Jan 2020, 09:42


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

A família estava reunida no quintal gelado e coberto de neve, brincando e se divertindo com uma guerra de bolas de neve, como uma forma de passar o tempo. Um momento único para ser apreciado, um dos poucos momentos tranquilos que as três tiveram na verdade, por causa de toda a pertubação que se tem no Exército Revolucionário. Elsa refletia sobre o apoio que Mindy lhe dava, e que sempre deu, ainda mais fortemente nos momentos sombrios e obscuros por quais a Rainha dos Espinhos passava. Realmente, a espadachim era a melhor companhia que a Elsa poderia ter, seja nos momentos de paz ou de guerra, Elsa tinha a convicção disso.- Seria ótimo sair um pouco.- Mindy respondia Elsa com um leve sorriso tímido, na caminhada ao quintal.

Elsa continuava a sua "árdua batalha" contra Às, jogando as bolas de neve em direção da garota, sem ter a intenção de acertar a mesma. Claro, se Elsa quisesse ela poderia acertar a menina todas as vezes, com precisão inigualável, mas, qual seria a graça? Da mesma forma, poderia se esquivar de todas as bolas de neve atiradas por Às, mas, também optara por não fazer isso, dando a garota a chance de acertar várias bolas em seu corpo. O máximo que Volkerbäll fazia era jogar as bolas de neve próximo de Às, numa velocidade baixa, para que a mesma pudesse desviar, o que a mesma fazia na maioria das vezes, sendo acertada somente poucas vezes.- Eu ainda tô me aquecendo, você não viu nada!- a menina dizia, ao esquivar das bolas de neve que Elsa arremessava. Quase que inconscientemente, Elsa dava algumas ordens para Às, com intuito de melhorar as esquivas da garota.- Calma, logo eu irei conseguir!- a menina falava ofegante, como que se tentasse impressionar a sua mãe. Aos poucos, a guerra se parecia menos com uma brincadeira e mais como se fosse um treinamento de combate, devido as palavras de Elsa, que pareciam ordens militares dadas para soldados em treinamento, como se a mesma se perdesse no meio da brincadeira. Felizmente, a menina não tinha percebido a sua mãe desanimando, por causa de toda a euforia, mas, o mesmo não poderia se dizer para Mindy, que demonstrava preocupação ao ouvir as palavras de Elsa para Às. Antes de Mindy tomar uma atitude por si só, Elsa percebia o rumo que a brincadeira estava começando a seguir e parava de agir de tal forma, logo sendo atingida na barriga por uma bola de neve disparada por Às.- Te peguei!- a menina parecia orgulhosa de seu feito. Então a loira pedia o "reforço" de Mindy, que logo se juntava a Elsa na guerra contra Às, jogando as bolas com força semelhante a de Elsa, sem o intuito de acertar.- Ei, assim não vale!- a menina dizia enquanto era acertada pelas bolas de neve, em meio a risos, antes de ser surpreendida por Elsa e ser derrubada de maneira gentil por Elsa.- É, parece que eu perdi.- a menina dizia sorrindo. A revolucionária então pedia para a garota fazer o anjo de neve, e logo ela começava a mexer os braços e pernas para cima e para baixo, levantando-se com a ajuda de Volkerbäll.- Ai está, prontinho!- a menina dizia observando a sua obra.

- Tomar banho? Érrr... não sendo com água fria, eu topo!- Às dizia ao ser conduzida por Elsa, que levava a menina até o banheiro da casa.- Não é que eu estou evitando, é que aqui faz muito frio, então não precisa tomar banho toda hora né?- a menina dizia, dando desculpas esfarrapadas. Mindy, que acompanhava toda a conversação, apenas ria ao fundo.- Também irei me aprontar para o almoço.- a moça então ficava para trás, enquanto Elsa e Às iam juntas para o banheiro. Lá, Elsa ajudava Às a tirar as pesadas roupas de frio. Então, a loira enchia a banheira com água quente vinda da torneira da própria banheira e assim a garota entrava na água.- Eu não tô evitando a água, eu já disse!- Às falava reforçando o seu ponto dito anteriormente.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyQua 15 Jan 2020, 22:44






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Você tá merecendo é um banho de água fria mesmo! - comentava com uma pitada de rigor, ao fim da guerra de bolas de neve. A menina por sua vez, insistia em suas desculpas enfadonhas, enquanto a conduzia pelos braços, o comentário no entanto era de fato bem engraçado, o que proporcionou uma sutil mudança em meu cenho, alterando do rigor levemente sério a um sorriso sutil dotado de sarcasmo. - Toda hora é bem diferente de a cada quatro dias! - a levantava, tirando-a do chão para dar-lhe uma boa chacoalhada, tudo é claro com um certo ar de ternura, enquanto os risos de Mindy embalavam nosso percurso até o interior da casa. - Ok, nós vemos na mesa então! - comentava, virando o rosto para soltar uma piscadela. Aquele afinal de contas, era um momento que necessitava talvez de mais foco do que o arremesso de neve.

No banheiro, arregaçava as mangas do casaco, enquanto indicava para que Às entrasse na banheira. - Ei ei! Tá achando que me engana é?! - assim que ela entrasse, usaria algum tipo de pote para recolher a água quente e jogar sobre a cabeça da menina, não perdendo tempo em usar o shampoo em seus cabelos, formando assim o máximo de espuma que conseguisse. - Aqui tome isso! - daria a ela uma esponja. - Pode começar a se limpar e sem enrolar! - comentaria, antes de procurar um pente para assim começar a desembaraçar os cabelos de Às. - Filha. - repentinamente mudaria o assunto, trazendo a conversa para uma outra perspectiva. - Acho que até agora não tive muita coragem de fazer essa pergunta, mas você se lembra de que lugar veio? - a pergunta soava inesperada, até mesmo pra mim. - O que diabos estou fazendo? - pensava, após ter dito as palavras.

Às havia sido adotada por mim ainda em Pindorama, após a queda de Asmodeus. Seus pais haviam morrido e suas mãos tinha sido queimadas durante o ataque a base dos revolucionários de Lampião. Tudo o que sabia dela era isso, além do fato da jovem ter uma certa idolatria por minha pessoa, visto que me conhecia muito bem quando nos vimos pela primeira vez. - Digo, você tem algum lembrança de como era o local em que vivia antes… antes de tudo, antes de mim. - tornava a voz suave, mas trazendo um certo peso emocional, uma vez que permanecia em conversa enquanto sustentava uma dualidade entre querer e não querer seguir com o assunto. Cessaria o penteado, jogando meu corpo para o outro lado da banheira, onde pudesse ver o rosto da menina e ela o meu. - Posso presumir que não era um local frio, já que sua cara quando chegamos em Karakui deixou claro que nunca viu neve na vida. - soltaria um sorriso tímido, enquanto tocaria a água com sutileza, formando pequenos cristais de gelo em forma de flocos de neve, tão suaves que pouco resistiriam muito pouco em meio a água quente. - De onde eu vim, a neve caia todos os dias, e temperaturas como essas de hoje, eram tão normais que achávamos até ser quente nos dias de inverno árduo. - deixaria de tocar a água, cruzando os braços sobre a borda da banheira. - Wintercall, no North Blue. - diria.

Deixaria Às confortável para falar o que quisesse e perguntar o que quisesse também. - O que quer saber? - perguntaria caso, a conversa seguisse. - Sabe que pode conversar e se esfregar ao mesmo tempo né? - diria, caso a menina usasse daquilo para cabular o banho e manteria ou não o assunto até o fim daquilo, onde puxaria uma toalha para secá-la, inspecionando se ela não havia deixado nenhum rastro de sujeira. - Cubra-se e vá para o seu quarto, trate de se vestir e venha direto para a mesa. - comentaria caso não houvesse muito mais o que conversar, dispensando a menina para se aprontar enquanto seguia até a mesa, onde aguardaria pelas duas, isso se Mindy já não estivesse por lá. - Ela virá em breve. - comentaria com minha companheira, sentando-me a mesa e aguardando todos para que pudéssemos nos servir.








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyQui 16 Jan 2020, 10:40


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

Após dar muito trabalho, finalmente a garota aceitava o fim inevitável para ela: tomar o banho. Na água quente a menina esfregava as mãos e os braços, limpando-se enquanto Elsa pegava uma pequena vasilha que tinha no banheiro e utilizava ela para encher de água e despejar sobre a cabeça da Às. Logo após, pegando o shampoo, colocando-o nas mãos e depois esfregando o produto nos cabelos negros de Às, fazendo uma espuma branca que cobria-o completamente.- Ele tem um cheirinho bom.- Ás passava o dedo indicador no cabelo, pegando um pequeno tufo de espuma feita pelo shampoo.- Parece framboesa ou cereja. Sente só, mamãe!- a menina então, passava o dedo levemente na ponta do nariz de sua mãe, que sentia o aroma de frutas do shampoo, apesar de não conseguir identificar bem o que seria. Parecia na verdade, a mistura de vários cheiros de fruta. Volkerbäll então pegava uma esponja e entregava para a sua filha, que segurava e logo passava um pouco de espuma vindo do shampoo na esponja.- Agora eu vou ficar com cheirinho de fruta!- a menina se esfregava com a esponja cheia de espuma, fazendo um cheirinho gostoso se espalhar pelo banheiro todo, enquanto Elsa já prosseguia com a limpeza dos cabelos de Às, utilizando um pente para desembaraçar os cabelos de sua filha.

Elsa então decidia mudar de assunto repentinamente, com um pouco de receio, afinal era sobre um passado anterior ao momento que Às foi adotada pela revolucionária. Sabia pouco sobre tal tempo, por causa do medo da pergunta e como isso poderia afetar a menina. Mesmo após da pergunta, Elsa quase se arrependia de ter feito-a, após sentar-se frente a frente com Ás, olhando diretamente em seus olhos. Elsa então contava um pouco de seu passado e de sua origem, para que menina se sentisse mais a vontade em contar o seu, enquanto fazia pequenos flocos de neve pela água da banheira, que tinha pouca durabilidade, mas, muita beleza. A menina já havia escutado em alto e bom som.- Eu me lembro de algumas coisas...- a menina falava em tom mais sério.- Eu era de um canto onde não nevava, como sempre acontecia de onde você veio. Sempre era verão onde eu morava. Mas, não tinha desertos de areia como Alabasta. Eu vivia com meu outros pais perto de uma plantação que fazia parte de uma fazenda, onde um velhinho tomava conta do local e nos dava até mesmo alguns legumes. Vivíamos numa casa de madeira bem simples, mas, eu gostava de lá. Tinha também algumas crianças com quem eu brincava; um se chamava John, era um garoto de cabelos loiros, da minha idade, ele era neto do velhinho que tinha a fazenda. Ele dizia que queria ser um marinheiro quando crescesse. Tinha também a Elise, que era um pouco mais velha que nós dois. Ela sempre usava roupas mais caras e mais bonitas e nos dava brinquedos toda vida que vinha visitar eu e John. Mas, algum dia, Elise foi embora e nunca mais a gente viu ela.- a menina fazia uma breve pausa, olhando para cima como se estivesse imaginando alguma coisa.- Nós costumávamos brincar na plantação e num bosque que se tinha pertinho da minha casa, onde passava um pequeno rio. Eu me lembro que um dia, o John falou que iria virar um marinheiro para poder me proteger e decidiu pular no rio, já que ele havia dito que um marinheiro tinha que saber nadar, e nisso, ele quase se afogou.- a menina dava um riso, nostálgica.

Após terminar a sua fala, ainda com certa alegria e curiosidade, a menina escutava a pergunta de Elsa, se ela queria saber de mais alguma coisa. Após atiçar a curiosidade da menina, a mesma decidia fazer uma pergunta também.- Quem era seu pai, mamãe?- a menina dizia curiosa, começando a se esfregar novamente.- Você falou que ele te levava em lugares como aquele que a gente foi mais cedo e sabe, eu fiquei curiosa sobre isso, desde aquela hora.- a menina dizia, com os olhos brilhantes de curiosidade.

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyQui 16 Jan 2020, 22:04






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Talvez sejam frutas vermelhas… - comentava com certo ar de surpresa, enquanto sentia a fragrância do shampoo, em meio ao banho era reconfortante pelo menos saber que tal fato parecia ser uma razão boa o suficiente para fazer com que Às se empenhasse na limpeza de seu corpo. - … hmm, tenho certeza de que Mindy irá gostar desse perfume! - comentava em tom de incentivo, finalizando o desembaraço dos cabelos da menina, momentos antes de questionar a ela sobre seu passado. Dentro daquele pequeno espaço de tempo, era como se um mar de dúvidas corresse em minha mente. Estaria fazendo a coisa certa, perguntando sobre o passado dela? Ela teria parentes ainda vivos? Conhecidos, amigos? Alguém que pudesse estar a sua procura? Uma ponta de desconforto passou a surgir, um certo temor subia a espinha, na medida em que ela esboçou uma reação, mencionando lembrar-se de algumas coisas.

O que ouvia a partir dali, era uma história muito comum em sua essência, observava um pouco de mim naquela inocência, observava também um pouco de meus pais e suas próprias histórias de vida. Todo o começo era simples, belo e feliz nem sempre o que vinha após isso seguia o mesmo tom, infelizmente. - De onde você pode ter vindo? - pensava comigo mesma, intrigada pelas informações daquele passado não tão distante. Elise e Jhon haviam sido seus primeiros amigos, e o rapaz em especial parecia ter uma ligação bem mais forte com ela. O riso dela, era compartilhado comigo, que em vista da história, sorria com o fato do rapaz quase ter se afogado na tentativa de aprender a nadar. - Você gostava bastante desse Jhon não é mesmo? - comentava após ouvi-la, esboçando um certo brilho no olhar. Embora desejasse fazer mais perguntas, mantinha-me suficientemente satisfeita com o que tinha obtido até então. Havia ainda muito tempo para conversas, muito mais oportunidades para confidências.

No entanto, embora eu tivesse dado uma oportunidade para questionamento, Às acabava por soltar uma pergunta repentinamente surpreendente. - Meu pai… - as palavras vinham lentamente, enquanto o olhar percorria as água da banheira. - O que falar para ela? - o pensamento pegava-me em dúvida, embora tivesse muitas certezas do que dizer a respeito de minha figura paterna. A jovem talvez não conseguisse compreender a complexidade que cercava minha vida pessoal e passado, ao mesmo tempo em que não podia deixar de compará-la com Frisk, que compartilhava a mesma idade que ela. Ambos pareciam viver em realidades diferentes, tal como seria se comparasse a mim mesma em sua idade. - Se ainda tivesse me perguntando sobre minha mãe. - divagava, embora explicar sobre quem me deu a luz iria inevitavelmente levá-la a fazer a mesma pergunta de agora. Suspirava, sutilmente para que ela não percebesse a confusão que havia me causado. - Por onde posso começar… - falava, observando um pouco o além, relembrando os dias de Wintercall.

Meu pai não era, ele ainda é um Marinheiro. - começava assim a minha resposta. - Ele nasceu no East Blue, em Shells Town a muitos anos e juntou-se a marinha ainda muito jovem. Ele tinha uma vida… complicada, se bem posso dizer. - me aproximaria mais dela. - Eu nasci no navio dele, no meio do Calm Belt e ele deixou a mim e minha mãe no North Blue, para que eu pudesse crescer um pouco. Ele me visitava periodicamente, algumas vezes ele demorava semanas, outras ele demorava meses mas ele sempre vinha, sem avisar. - naquele ponto, até que não quisesse, mas não podia evitar o ar nostálgico na voz ao lembrar daqueles dias. - Ele me contava histórias todas as noites em que estava junto de mim. - suspirava. - Se pudesse, eu gostaria de apresentar você a ele e aos seus tios. - dizia com um sorriso no rosto. - Till Volkerbäll é o nome do seu avô. - dizia por fim, respondendo a pergunta de Às, antes de voltar a jogar água sobre ela, para remover o sabão.

Vamos, se ficarmos tempo demais por aqui, Mindy ficará uma fera conosco! -
apressava-a, mas não a impedia de fazer mais perguntas enquanto estivessemos terminando com aquilo. - Venha, levarei você ao seu quarto para que se troque! - dizia com certo ar maternal, conduzindo-a até o quarto onde caso não houvesse mais perguntas, seguiria com ela até a mesa de almoço. - Demoramos demais? - diria a Mindy, antes de nos sentar para comer, onde permaneceria aberta a conversa com ambas. - Estive pensando depois que voltei, como será que está Ìsis em Alabasta. Prometemos a ela apoio, mas as coisas por lá parecem estar bem difíceis. - puxaria assunto, caso ninguém dissesse nada.








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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptySab 18 Jan 2020, 01:34


Narração

Céu Nublado, -25°
Manhã
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Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

O papo entre Às e Elsa desenrolava-se ainda mais, cada uma lembrando uma parte de seu passado, na sua própria maneira. Volkerbäll tinha criado a coragem necessária para perguntar para a sua filha adotiva as partes de seu passado antes dos acontecimentos em Pindorama, que foram marcantes para Às e para a revolucionária de uma maneira ruim, obviamente. A história que Às contava era simples, não tão bem detalhada, algo de se esperar vindo de uma narrativa feita por uma criança, mas, abria brechas para Elsa imaginar bastante sobre os detalhes que a menina deixava escapar aqui e ali.- E-eu n-não gostava dele não!- o rosto da menina corava e a mesma gaguejava um pouco antes de terminar a sua fala, era claro que o que a menina dizia não era verdade.

Após isso, era a vez de Elsa revelar o seu passado para Às, ainda com algum receio como tivera quando perguntou sobre o da menina. A primeira coisa com que Volkerbäll se preocupou, seria como explicar toda a sua história para uma criança, que certamente não entenderia direito devido a sua complexidade e detalhes, e até mesmo fazia o comparativo com Frisk, jovem que compartilhava da mesma idade de Às, mas, que ao mesmo tempo era tão diferente da mesma. Então, sem ter por onde correr e com alguma dificuldade ainda de começar a contar a sua história, Elsa falava, lembrando-se dos dias de Wintercall. Começava então a dizer que seu pai era um Marinheiro, enquanto a pequena escutava tudo quieta, mas, ainda que curiosidade intensa em seu olhar. Falava também do East Blue e Shells Town, como seu pai tinha adentrado a marinha e a vida conturbada que o mesmo tinha e se aproximava mais de Às. Elsa prosseguia dizendo o local de seu nascimento e criação; Calm Belt e North Blue, respectivamente. Depois, sobre as poucas visitas que ele fazia para filha e esposa, sempre repentinamente e aos poucos a nostalgia começava a se apresentar na voz da loira, principalmente quando se referia as histórias que seu pai lhe contava pelas noites e sobre os seus tios. E por último, revelava o nome do avô adotivo de Às; Till Volkerbäll e logo jogava água, finalizando o banho de Às, ao passo que removia o restante de sabão que tinha no corpo da garota, que surpreendentemente, ficou calada ao contar da história de Elsa, falando somente ao fim da fala da loira.- Depois você me conta mais, ok, mamãe? Agora, vamos, você tem razão, mamãe Mindy pode ficar brava conosco!- a menina dizia sorrindo e logo após, se enxaguava e cobria-se com uma toalha por conta própria, logo após sendo conduzida ao quarto por Elsa.

Após vestir-se, Às e Elsa começavam a ir em direção até a mesa de almoço, que já exalava um cheiro ótimo.- Que cheirinho bom! Parece... curry! - a menina dizia animada, já salivando antes de chegar na mesa. Dito e feito, lá estavam já alguns pratos colocados na mesa, com um delicioso bife temperado ao molho curry e arroz branco, um para cada uma das moças que ali estavam.- Venham, sentem-se! Fiz com todo amor e carinho, espero que gostem. Vocês provavelmente nem perceberam, mas, esse banho foi demorado hein!- Mindy ria, sentado-se numa cadeira e respondendo o comentário de Elsa.- Mamãe estava contando histórias!- logo Às sentava-se, na cadeira ao lado de Mindy. E então, todas sentavam-se. Por um pouco de tempo, fazia-se um silêncio constrangedor e ninguém tocava na comida. Elsa até pensou em puxar assunto, mas, pouco antes de falar, Ás dizia primeiro, levantando as mãos.- Ei, marinheiros são maus?- a menina conseguia a atenção de Mindy e de Elsa.- Sabe, eu tava pensando... será que a gente pode algum dia ser amigas de algum marinheiro?- terminava, olhando de um lado para Mindy e do outro para Elsa.- Er...hmm... é uma pergunta bastante difícil.- Mindy dizia pensativa, logo olhando para Elsa, com uma cara confusa, sem saber o que dizer para a menina. Era mais confiável que a filha de um marinheiro pudesse responder, não é?

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptySab 18 Jan 2020, 16:18






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



Não podia deixar de me divertir com as reações de Às em relação ao seu passado, sua expressão ao comentar sobre Jhon fazia abrir um largo sorriso, em meio a repentina agitação que aquele simples banho havia tomado. - Tem certeza absoluta disso? - comentava, prendendo o riso e questionando a veracidade daquela afirmação. No entanto, se havia questionado de um lado inevitavelmente ocorria uma certa reciprocidade, da qual eu tinha de dar as respostas. Meu pai nunca havia sido uma pessoa fácil de se lidar, nisso podia até mesmo julgar-me sortuda por ser a caçula dos quatro filhos. Ainda tinha vívida na memória, as histórias de Oberyn, minha irmã mais velha e a que mais havia sofrido, de certa maneira, com a inexperiência paterna e o caráter extremamente frio de nosso progenitor no passado. Tinha recebido muito atenção, muito amor e carinho por parte dele, mas nisso já haviam passado três filhos de duas esposas diferentes, ainda sim explicar a Às sobre as camadas mais profundas da personalidade de seu avô parecia um repentino taboo, ainda mais considerando que em sua idade já havia passado por situações bem mais complexas.

Claro, depois eu posso lhe contar. - comentava quase que como um sussurro, ajudando-a a cobrir-se com a toalha. - Parece que comecei algo que não posso mais evitar. - pensava silenciosamente, conduzindo as ações que nos levavam até a mesa de almoço em um silêncio quase penitente. - Essa comida parece ótima. - comentava ao sentir o odor que despertava minha fome. Retornar para perto de Mindy parecia sempre uma forma de reorganizar meus pensamentos e colocar-me novamente a normalidade dos atos. - Desculpe, parece que perdemos um pouco da noção do tempo. - deixava-me corar com o pedido de desculpas, sinceramente encabulada por tê-la deixado esperando. Sentadas a mesa, no entanto, o clima pareceu retornar a um constrangedor silêncio, até ser rompido pela menina, em uma pergunta fugazmente perspicaz.

Sem qualquer palavra, media minhas reações através das expressões enquanto Mindy parecia realmente desconcertada pelo questionamento. De repente, sentia-me um pouco desconfortável a mesa, com o dedo a fazer pequenos círculos em sinal de uma certa ansiedade até que sentia o olhar de minha companheira em direção a mim. Sutilmente, movia a face em um suspiro vagaroso enquanto fechava os olhos até a conclusão daquele pequeno ato. - Nada é totalmente bom ou totalmente mau Às. - deixava as palavras seguirem, enquanto a observava com um olhar carregado de doçura. - Mindy era uma marinheira quando a salvei em Lvnell, ela já era boa desde sempre, mas se sentia perdida e solitária nesse Mundo… - observava a mulher, levando minha mão de encontro a dela. - Existem marinheiros bons e marinheiros maus, assim como revolucionários, assim como piratas, assim como quaisquer pessoas além dos Blues ou da Grand Line. - esticaria minha outra mão, para segurar a de Às. - Não vou dizer que é impossível ser amiga de um marinheiro filha, mas estamos em lados opostos na maneira de se observar o Mundo e as regras que conduzem a sociedade, ou mesmo a falta delas. - sorriria. - Nessa vida, cada escolha gera uma consequência, cabe a nós decidir se vamos suportá-las ou não. Então, sim ainda que marinheiros e revolucionários estejam de lados opostos, ainda pode haver um sentimento de amizade, ainda pode haver respeito entre ambos os lados. - apertaria sutilmente a mão da menina, antes de piscar para ela. - Então, vamos comer antes que o Curry esfrie!? - diria em tom de animação, não perdendo tempo em começar a servir tanto Às quanto Mindy antes de mim mesma, provando da comida ainda quente.

Hmmm isso está delicioso! -
diria com a boca ainda cheia de comida. - Sabe Mindy, hoje teremos rapadura de sobremesa. Cortesia da nossa menina! - brincaria com aquilo, procurando deixar o ambiente mais leve embora ainda pudesse me permitir a mais questionamentos ou conversas. Deixaria o almoço seguir, até chegar a sobremesa e assim prolongaria meu dia, caso não houvesse mais o que ser dito por enquanto. Ajudaria Mindy nas tarefas se houvessem, leria alguns livros de botânica se houvesse tempo para dedicar a leitura ou brincaria com Às, entre histórias ou brincadeiras. Deixaria o dia correr, até alcançar o anoitecer. - Vinho? - questionaria Mindy, logo nas primeiras horas da noite.








Histórico:
 






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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyDom 19 Jan 2020, 00:12


Narração

Céu Nublado, -28°
Noite
Localização: Karakui - Grand Line



Into the Unknown

Elsa Volkerbäll

A pergunta que Às havia feito deixava a revolucionária pensativa, enquanto a mesma lembrava de coisas tristes de seu passado, principalmente ao que se referia à sua família e os problemas que haviam acontecido no âmbito familiar. Seu pai sempre fora um homem severo, principalmente com sua irmã Oberyn, que para ela sempre foi um homem extremamente frio, tratamento bem diferente que Elsa recebia. A revolucionária acreditava que esse tratamento melhor fosse devido ela ser a caçula de todos os filhos de Till, e como normalmente é, o filho caçula tinha um tratamento melhor que o de seus irmãos mais velhos. Devido a conturba relação com o seu pai, Elsa ainda sentia que contar sobre eles poderia ser um taboo, devido a toda a complexidade que se tinha na história.

Já com toda a família sentada para o jantar, Às fazia a pergunta para as duas mulheres e Volkerbäll decidia por responder, mas, não antes de levar uma pequena pressão de Mindy. Elsa se sentia incomodada e até transparecia tal incômodo em pequenos gestos: mexia o dedo fazendo círculos e logo após suspirava, ao ser olhada por Mindy. Começava explicando para a menina sobre a relatividade do que é bom ou mau, olhando com carinho para a pequena Às, que permanecia quieta, ao escutar as palavras de Elsa. Poderia ser um pouco difícil para a menina entender isso de primeira, mas, com certeza no futuro ela se lembraria dessa conversa. Continuava falando um pouco do passado de Mindy, da época que a mesma era marinheira, contando um pouco da história de sua companheira para Às, segurando gentilmente a mão da espadachim. Prosseguia dizendo que havia alguns marinheiros que eram bons e alguns eram maus, assim como qualquer pessoa poderia ser, seja dos Blues ou da Grand Line. Com um movimento leve como uma pluma, esticava a sua mão e segurava a de Às. Falava agora sobre a dualidade de ideias da Marinha e da Revolução, uns que lutavam pelas regras e outros que lutavam para quebrarem elas, por isso que havia toda a dificuldade de tal relacionamento acontecer. Após sorrir, Elsa continuava a resposta, finalizando ao dizer que cada um tinha a liberdade de lutar pelo o que queria e pelo que achava que era certo e mesmo que revolucionários e marinheiros trilhassem caminhos completamente diferentes, poderia surgir um respeito mútuo ou amizade para com as duas partes. Elsa então concluía a sua fala de forma leve, após apertar gentilmente a mão de Às, que escutou tudo e ao fim apenas assentiu com a cabeça.- Vamos lá então!.- a menina dizia enérgica como de costume, pegando os talheres que estavam postos ao lado de cada um dos pratos. Mindy por sua vez não dizia nada, na verdade, não precisava já que seu rosto sorridente para Elsa já lhe revelava tudo que a revolucionária precisava saber. Era como se ela estivesse dizendo "Obrigado" apenas com seu semblante, para a revolucionária. Então, logo as três começavam sua refeição, com Elsa servindo sua filha e sua companheira. A loira comentava em seguida sobre a qualidade da refeição e Mindy logo sorria orgulhosamente.- Fiz com todo carinho, fico feliz que esteja bom!- Mindy então ria levemente.- Rapadura? É um doce?- a moça desconhecia o doce.- É um doce de Alabasta muito bom! Só é um pouco difícil de morder.- a garota respondia.

Então, as três finalizavam a refeição e se aprontavam.- Realmente é muito bom, gostei bastante.- Mindy dizia, referindo-se a sobremesa.- Agora pode deixar que eu irei arrumar a mesa.- Mindy então tirava os pratos e levava-os para lavar na pia, onde Elsa foi lhe auxiliar.- Ah, obrigado.- as duas continuavam a tarefa e logo terminavam. Logo após, Elsa se recolhia para ler seus livros sobre botânica. Às ia pro seu quarto tirar um cochilo e Mindy havia ido para o banheiro, onde passara horas relaxando.

O tempo passava, logo começava a anoitecer e Elsa logo procurava por Mindy, que estava sentada num sofá que tinha na casa, aproveitando o calor que o fogo vindo da lareira emanava, enquanto relaxava. Às, não dava sinal, provável que estivesse no seu quarto fazendo alguma coisa.- Aceito.- a moça dizia, com suas bochechas rosadas enquanto estava com bastante frio, devido a temperatura que baixara ainda mais pela noite.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 5º Tale: Into the Unknown   5º Tale: Into the Unknown - Página 2 EmptyDom 19 Jan 2020, 23:33






- Into The Unknown -

~ Queen of Thorns ~



O almoço havia sido aproveitado em sua totalidade, com a resposta dada fazia com que Às tivesse, por hora, sanado suas curiosidades enquanto para Mindy e eu mesma, era como se conseguíssemos um tempo para avaliar aquele momento com cautela. A natureza curiosa da menina inevitavelmente implicaria em mais perguntas, o que lentamente tornaria a ideia de mantê-la deslocado dos assuntos mais delicados uma tarefa arduamente impossível. Pela observação, no canto do olhar podia notar o “agradecimento” da mulher, enquanto sorria levemente, captando e explicitando que havia recebido o gesto. - Um pouco difícil e doce até demais. - comentava entre uma garfada e outra. - Mas acho que agradará o seu paladar. - prosseguia, direcionando a alva as palavras e como esperado, ao término do prato principal a sobremesa agradava muito bem para as duas, enquanto apenas me contentava em comer cerca de um quarto daqueles pequenos blocos de açúcar antes de retirar-me da mesa. - Como prometido, lavarei a louça! - fazia questão de relembrar a promessa, realizando-a antes de sair da cozinha rumo a varanda da casa para ler um pouco.

A dedicação ao estudo da Botânica embora recente, havia me cativado ferozmente, a formação médica ajudava bastante para algumas coisas, o estudo de uma medicina alternativa pela acupuntura havia maximizado demais minhas capacidades clínicas e de combate, porém sentia uma grande perspectiva no estudo sobre as plantas para agregar ambas as vertentes. - Eu ainda possuo algumas plantas que consegui enquanto seguíamos para Chaos, mas elas são praticamente medicinais e estimulantes… - pensava entre pausas pontuais entre as leituras e anotações pelas páginas. - … eu comecei o estudo de Póllux, mas ainda preciso finalizá-la para iniciar o de Advertimus. - realizava anotações, fazia cálculos porém tudo ainda muito superficial, muitas ideias e pouca prática. - Obter qualquer planta de caráter venenoso trará suspeitas, ao menos das mais notórias embora muitas delas sejam usadas para fins estéticos em muitas casas ou jardins. De toda maneira, preciso manter algumas comigo. - imaginava algumas coisas, certos padrões que poderia seguir e que pudesse executar em caráter imediato. Fato era, havia inconscientemente passado boa parte de meu dia lendo do lado de fora da casa e a baixa luminosidade era quase um convite para que retornasse.

Descalça, caminhava pelo chão frio, deixando sobre uma mesa próxima o livro de botânica, procurava por Mindy, encontrando-a no sofá próximo a lareira, o que tornava ali o canto mais confortável da casa, ainda que o aquecedor ajudasse como um todo a manter a temperatura agradável para ela e Às. - Parece que o aquecedor da casa não anda dando conta do frio da ilha não é mesmo? - comentava ao perceber o rubor na face da mulher, enquanto sorria, deslocando o corpo sutilmente para além do cômodo. - Volto já! - diria, antes de seguir até a cozinha onde buscaria além do vinho e das taças o pote de biscoitos que havia comprado pela manhã. - Não é tão doce quanto rapadura, mas pelo menos não vai quebrar nossos dentes! - diria com certo êxtase na voz, deixando o pote de biscoito próximo de onde me sentaria, ao lado dela. Abriria o vinho e o serviria nas taças, brindando antes de dar o primeiro gole para apreciar o sabor da bebida. - O que achou? - questionaria, retirando um dos biscoitos para comer enquanto buscaria me sentar bem próximo a ela, permitindo que a mesma se apoiasse em meu corpo ou vice-versa. - Mindy… - comentaria após alguns segundos de silêncio, dos quais dedicaria a simplesmente observar as chamas da lareira e ouvir a respiração da mulher. - … desculpe pelo que ocorreu mais cedo.

Sacaria o comentário, muito pela privacidade de estar ali sozinha com ela, sabia que ela tinha notado minha mudança de postura em dado momento da brincadeira com Às pela manhã na neve, tinha observado sua expressão e sua intenção de agir caso eu não tivesse percebido. - Acho que entendo um pouco do que Tidus anda sentindo quando não há caos em nossas vidas. - comentaria com um certo amargor na voz. - Viver uma vida assim é um sonho, mas com você mesmo disse… se fosse para ter essa vida comum, teríamos ficado no North Blue. - as palavras vinham em tom suave, enquanto mantinha o olhar fixo na taça, mas contemplava absolutamente nada, como se me perdesse nos pensamentos. - Eu estive pensando… Às já possui doze anos e ela só viveu normalmente parte de sua vida e mesmo assim, ela viveu e ainda vive com uma certa inocência. - bebia do vinha, consumindo todo o líquido que estivesse na taça. - Sabe com que idade eu comecei a ser treinada por meu pai? Sete anos de idade… sete anos. - não deixava tempo para que ela respondesse, naquele momento, eu apenas falava sem processar demais as coisas. - Aos sete eu estava em um navio junto de meus irmãos mais velhos, que já estavam sendo treinados desde a mesma idade. Meu pai não era o mesmo homem pela manhã, mas era exatamente a figura que eu amava pela noite e aos poucos eu comecei a entender que não havia diferença entre um e outro, eu fui amadurecendo muito rápido para minha idade. - suspirava.

Na idade de Às, eu fui testada, na realidade não foi um teste no sentido literal. Meu pai foi ao rastro de um marinheiro corrupto, eu e meus irmãos ajudamos na captura, mas o homem possui influência suficiente para se livrar de qualquer punição. Matar ou não matar? - olharia para Mindy. - Eu fiz uma escolha naquele dia, eu sabia que se o deixasse vivo, ele voltaria a fazer pessoas sofrerem… pessoas que ele deveria proteger. - deixava a taça sobre a mesa, rindo logo em seguida, mas não de felicidade, havia um certo nervosismo. - “Todo Volkerbäll que procura paz, encontra guerra.”, era o que meu pai dizia. Temo de que ele esteja correto nisso. - faria um breve silêncio. - Mindy… nosso estilo de vida não vai permitir que Às viva para sempre desse modo, ela precisa saber se defender. Se quiser viver, se quiser ser como a pessoa que ela admira, mas eu não me sinto preparada para tomar essa decisão, muito menos questionar ela sobre isso. - tocaria-a pelas pernas, aninhando-me perto dela mais ainda como se buscasse refúgio na mulher. - Me diga sinceramente… você realmente está gostando dessa vida tranquila? Enquanto o Mundo talvez esteja em chamas lá fora?








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