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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - A Match Made In Heaven

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MensagemAssunto: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySex 27 Dez 2019, 16:25

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Giannina Salieri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptyDom 29 Dez 2019, 20:05



Nothing Personal



*Sigh* suspirava a pequena Nina - não deixem ela saber que eu a chamo assim - enquanto perambulava pela rua ao lado de sua fiel escudeira, Jeje. Devo dizer, os suspiros não eram sem motivos. Os últimos meses não foram os melhores de sua vida. Se houvesse uma lista provavelmente estariam em último. Mas isso era passado e agora a jovem precisava retomar o rumo de sua vida. E era isso que pretendia fazer.

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Não era a primeira vez que Nina caminhava pelas ruas de Newberry City, mas desta vez algo parecia estar diferente. Algo lhe incomodava, como se estivesse faltando. Quem sabe fosse por não ter uma missão a cumprir. Ou talvez por, pela primeira vez, não ter a sua família por perto. São boas hipóteses. Porém todas erradas. A pequena mulher já não conseguia mais se lembrar da última vez que havia bebido refrigerante, e se há algo que Nina abomina é uma garganta seca - Vamos, Jeje. Preciso reabastecer, gihaha! - comentaria casualmente estampando um sorriso maroto no rosto redondo.

Até então a jovem caminhava sem um rumo em mente, sem prestar atenção onde estava, mas agora observava atentamente onde estava, procurando por algum ponto de referência para que pudesse se situar. De qualquer forma, descobrir onde estava não era sua prioridade, então não teria problemas caso não tivesse sucesso. Apenas queria encontrar um lugar que vendesse bebidas, fosse taberna, bar, boteco, minimercado. Podendo comprar seu refri, poderia ser até mesmo uma banca de jornal.

- Falando nisso… - falava como se lembrasse de algo. A garota começava a tatear os bolsos, procurando por algo. De um deles acabava retirando uma pequena carteira, rapidamente olhando o conteúdo da mesma sem descuidar quem estava na volta - 50.000 BERRIES!?!?!?! - exclamava, agora sem se importar com quem estava na volta "Eu tenho certeza de que tinha ao menos 1.000.000 sobrando..." pensava perplexa ainda encarando a carteira, "Não bastasse estar sem Cola, sem meus chocalhos e sem minha arma, agora também estou sem dinheiro?! " analisava a situação em que repentinamente se encontrou, rapidamente mudando a expressão no rosto para de desespero - POR QUEEEEEEE?!?!?!?! - gritava aos céus enquanto caía ao chão, completamente devastada - O QUE FOI QUE EU FIZ PRA MERECER ISSO!? ME DIZ, JEJE!! - suplicava a sua amiga, ainda esperneando no chão.

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Desolada, permaneceria deitada por um tempo se recuperando. - HEY!! Olha por onde anda! - recriminaria caso percebesse alguém prestes a tropeçar nela - Jeje, cospe nele! - completaria, apesar de esperar apenas que a outra pessoa se assustasse, não que Esmeralda realmente cuspisse - embora não fosse algo incomum -. Se passasse um minuto ou dois sem ser incomodada, voltaria a se pôr de pé, como se nada tivesse acontecido - Ok. - diria retomando a caminhada.

Cuidando os estabelecimentos no caminho, entraria no primeiro que vendesse bebidas, sem se importar com a “aparência” do lugar ou da clientela. - FALA MESTRE!! - gritaria assim que encontrasse um lugar para comprar a sua bebida, sem se importar em incomodar os outros - DESCE UMA GARRAFA DE COLA BEM GELADA!! GIHAHAHAHA!! - continuaria falando alto, agora subindo no balcão da loja, ou o que quer que houvesse no lugar.

A pequena praticamente se babava com a antecipação, podendo até mesmo sentir o gosto da bebida só de pensar. Se pedissem por dinheiro, pagaria a quantia dita, apenas esperando que não demorassem para lhe trazer a garrafa. Assim que estivesse com a sua bebida em mãos, não faria cerimônia para entorná-la com tudo que tinha. Porém, não tomaria tudo de uma vez - Melhor guardar um pouco pra depois. - diria para Jeje, consciente de que estava mais pobre do que esperava.

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Com um dos problemas resolvidos, agora era a hora de falar de negócios - Hey, chefe! - chamaria novamente a atenção do dono/atendente - Sabe onde duas garotas podem arrumar um servicinho que pague bem? Gihahaha. - diria apontando para Jeje e para si mesma - Perigo não é obrigatório,  mas é bem vindo, gihahaha! - terminaria, animada por finalmente poder voltar a fazer aquilo que fazia de melhor, trabalhar e lucrar no limite da legalidade.

Se ninguém soubesse lhe dar a menor informação, guardaria a sua garrafa de Cola e saíria do estabelecimento - Vamos embora, Jeje. Não vamos encontrar nada aqui. - diria um tanto quanto indignada, afinal, que estabelecimento de respeito é esse que não sabe nem onde conseguir um trabalho de origem duvidosa. Enfim, voltaria a perambular pelas ruas, dessa vez procurando um lugar que lhe parecesse ter propostas mais promissoras.

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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySeg 30 Dez 2019, 14:39

Merus

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Três dias... Fazem três dias desde que aqueles humanos miseráveis tentaram me capturar. E fazem exatamente três dias que essa voz maldita começou a falar em minha cabeça. Desde então, confuso, decidi me isolar assim como fazia antes com o velho, pra deixar a poeira baixar e garantir que ninguém me perturbaria. Mas devido ao meu tamanho, e da maldita curiosidade que esses macacos tem com qualquer coisa diferente deles, me esconder não tem sido uma tarefa fácil. Algo bom é que, aparentemente a ilha atual tem uma área onde todo tipo de raças vive, além de que, os marinheiros não parecem ter muito controle por aqui, e ninguém é estúpido o suficiente pra mexer com um gigante.

Demoraria um pouco, mas aos poucos eu me levantaria e sairia do local isolado que tinha conseguido encontrar. Eu entraria cada vez mais no "coração" da ilha, tendo como objetivo procurar um quartel general. "Lembro que o velho dizia que poderia encontrar cartazes com  imagens de procurados em um quartel..." eu pensava, e logo mais me arrependia de ter pensado, mesmo sendo algo involuntário... “Ahhh... O irresoluto guerreiro sai de tua procrastinação, e finalmente decide parar de ser uma montanha de carne inútil... Celebremos!!".

Ouvir a voz desse verme me fazia instantaneamente contrair as sobrancelhas e fazer uma expressão de desgosto, não importa quão pequenas fossem suas frases, o fato de eu ter que ouvir sua “voz” obrigatóriamente, me deixava irado. Eu não conhecia palavras o suficiente para expressar o quanto aquela voz maldita me fazia ter vontade de destruir alguma dessas casas humanas até ela virar pó, mas por hora eu devia me conter e apenas responder o palerma com um nervoso pensamento: “CALADO MALDITO!” e por algum maravilhoso motivo era o suficiente para eu não ter que ouvir sua voz por um bom período.

Andaria sempre olhando para frente, ignorando os humanos perto de meus pés, já que independentemente de cuidado, eles sempre ficam com aquelas caras imbecis deles e tentam se afastar, e me focaria em encontrar o quartel da marinha.
Se conseguisse encontrar algo que me remetesse aos humanos de uniforme, pararia em frente ao edifício, e me agacharia, usando um de meus joelhos como suporte para o corpo, e então perguntaria para algum deles, se houvesse alguém próximo. – Cartaz de procurado, onde acho um? – Perguntaria, sendo bem direto. Caso não houvesse ninguém próximo, bateria com um de meus dedos na porta do quartel, com não muita força, esperando que alguém fosse aparecer, e por fim, faria a mesma pergunta. Capturar um procurado era um bom começo para tentar chegar mais próximo do meu objetivo de um dia ser tão forte quanto o velho Erick.
Dados:
 

Objetivos:
 





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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySex 03 Jan 2020, 21:58

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Newberry City - 01 Post



O tempo estava nublado naquela tarde, nuvens cinzentas cobriam o céu, doravante, poucas eram vistas entre os prédios grandes naquele local. Pessoas caminhavam falando em seus den den mushis, esbarrando uma nas outras sem pedir desculpas, sequer diziam um simples bom-dia. Entre aquela selva de pedra, uma menina parecia preocupada com outra coisa, ela queria molhar sua garganta com um liquido demasiado doce, nomeado de refrigerante. A anã Nina tateava seus bolsos em frente a um desses prédios localizados na ilha de Manhakan, tirava sua carteira e para sua surpresa havia apenas cinquenta mil berries, era tão grande o desapontamento da atiradora que a mesma se jogava no chão e esperneava. Ao seu lado, estava JeJe a Ilhama mais bonita do West, o animal olhava sua dona enquanto revirava os olhos.

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Entre o tráfico intenso de pessoas ninguém pisava em Nina ou Jeje, talvez por pura sorte, tendo em vista que ninguém esperaria haver uma anã naquele lugar da cidade. Após alguns minutos, a atiradora se recuperava da sua histeria e começa a caminhar até um bar que havia na esquina. Nina não tinha dificuldades em se locomover no meio dos transeuntes, criada no meio daquele espaço, já sabia os atalhos necessários, JeJe que não era nada boba, seguia os passos da sua amiga. O bar que entraram era relativamente simples, com as paredes pintadas em verde cheia de quadros e pôsteres. Havia uma maquina para escolher a música ambiente, naquele momento tocava uma música melancólica.



Havia poucas mesas e o local não era grande, todos os detalhes em vermelhões, inclusive os pisos, que mesclavam o verde com o vermelho, formando um tabuleiro. O balcão tinha três acentos, todos livres e atrás da mesa, a atendente mascando seu chiclete enquanto lixava suas unhas rosas. A porta se abria e dali entrava a dupla mais estranha que se poderia imaginar, a mulher fazia uma bolha de chiclete com a boca, estourando no momento em que a loirinha pulava em sua frente. A mulher levantava as sobrancelhas e saia de costas, sem dar muita intenção. Abria a geladeira e tirava uma garrafa de Coca, colocando ao lado de Nina – São 5 mil berries – A garrafa possuía 1 litro (consumível por 3 post).

O dinheiro era colocado no balcão e rapidamente um terço do liquido descia refrescando a garganta a garota, matando assim sua sede. Terminando o gole, o animal que estava no chão, abria boca, talvez querendo um pouco, ou porque estava com fome também, podia ser muitas coisas. A atendente continuava a lixar suas unhas, quando a garota perguntava sobre um certo serviço – Olha querida – os olhos da mulher passavam pelo corpo pequeno de Nina – Não sei de ninguém que teria interesse numa mocreia igual você – talvez a moça tenha entendido errado a pergunta, não se sabe, a pergunta de Nina era ambígua e merecia muitas respostas. O que se sabe é que no balcão havia um jornal, acima dele havia dois cartazes de procurados, o jornal era um pouco antigo e informava sobre alguns acontecimentos no Novo Mundo.

O gigante Merus se levantava, seu corpo estava coberto de poeira e alguns objetos. O lanceiro estava sozinho naquele momento, de um lado ele via luzes brilhando e do outro via um galpão grande, pichado por alguns vândalos. Quando ficou finalmente em pé, pode ver a origem das luzes, eram prédios grandes com telões, conseguia ver também muitas pessoas caminhando naquela região, como se fossem pequenas formigas.

Caminhando por uma rua relativamente mais calma, podia notar que havia algumas casas com luzes acessar em plena luz do dia, mas pouco se via de humanos ou qualquer outra raça. Depois de alguns passos, chegava ao lado de um prédio do seu tamanho, la dentro ele podia ver pessoas de terno trabalhando, falando em pequenos caracóis, homens e mulheres presos numa gaiola como ratos de testes. Dito isto, já se via pessoas passando perto do seu pé, algumas xingavam baixo, outras olhavam feio para o rapaz, mas nada fora do comum e da rotina.

Não se via homens de uniformes brancos ou quarteis, em vez disso, o que se via reiteradamente era homens vestindo terno negro carregando caixas de madeira em carros pelas ruas, buzinavam e as pessoas saiam sem reclamar, também era possível ver o volume de pistolas em suas cinturas. Merus conseguia ver dois deles parados na esquina, um deles usava uma boina cinza o outro fumava seu cigarro enquanto conversavam. Na esquina que estavam era um bar, dois homens de avental levavam algumas caixas para dentro. O lanceiro parava perto deles e perguntava sobre cartazes de procurado, a dupla colocava a mão na pistola, o susto era maior naquela ocasião – Cartaz de procurado? Ta me achando com cara de marinheiro? – falava o da boina, que era mais jovem.

O outro homem erguia as mãos – Desculpe a falta de educação do meu parceiro, vou ver se tem alguns aqui no bar – o homem entrava no local e saia com dois papeis – Aqui está, eram os únicos que consegui – erguendo a mão, entregava ambos para o gigante – Qual seu nome gigante? Está perdido ou coisa parecida? – perguntava o sujeito, enquanto acendia outro cigarro, aguardando pela resposta.

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... Cartazes quem ambos acharam


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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySab 04 Jan 2020, 10:29



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Sem grande dificuldades, Nina não demorava para adentrar no primeiro bar que encontrava. Esse em particular não parecia lhe trazer nenhuma memória. Talvez fosse novo. De qualquer forma, o ambiente agradava a anã, parecendo ser um lugar bem divertido "Oh… conheço essa música." pensaria imediatamente após pôr os pequenos pés dentro do bar.

Apesar de ter a animação de um coala dormindo, a atendente não demorava em alcançar a bebida de Nina, que soltava um sonoro - Mmmm!!- após apreciar o tão esperado refresco. Antes de continuar com suas últimas perguntas, Nina percebia Jeje fazendo careta - Nada disso. Você sabe o que acontece quando você come açúcar. No caminho a gente procura uma moitinha pra você, gihahaha! - diria descansando a garrafa ao seu lado, no balcão.

Buscando saber sobre onde conseguir um serviço, Nina não apenas ficava sem uma resposta, como também acabava sendo insultada no processo - Mocreia? MOCREIA?! - exclamava em pé ainda no balcão - QUEM VOCÊ PENSA QUE É?! - bradava enquanto apontava para a cara da atendente - Você vai ver só, sua vagab-... - a pequena alcançava para baixo de seu capuz, tateando por sua arma em um sinal de reflexo involuntário. Por um breve momento havia esquecido que não carregava mais as suas pistolas, mas o que encontrava no lugar se mostrava igualmente importante.

- OHHHHH!!! - vociferava com os olhos brilhando como se fosse manhã de natal - JEJE, ACHEEI!! - continuava retirando a mão de dentro do capuz, agora segurando um maço de dinheiro "Parece estar tudo aqui..." matutava rapidamente verificando se seus 1.000.000 Berries estavam intactos, em seguida os guardando de volta no bolso do casaco. Pulando do balcão com a sua Cola, Nina dançava ao redor de Jeje comemorando a saída da miséria, sem nem pensar mais na atendente.

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- Vamos, Jeje. Está na hora de ir às compras, gihaha! - diria alegremente após guardar a Cola em um dos bolsos internos do casaco, começando a caminhar para fora do bar - OHH!! Quase me esqueci… - falaria correndo até o balcão e saltando no mesmo - Vou ficar com isso… - diria sem olhar para a atendente e sem esperar por permissão, pegando os dois cartazes de procurados de cima do jornal e então voltando até a Jeje - Agora sim, vamos lá, gihahaha! -.

- Primeiro preciso comprar uma mochila. - comentaria casualmente andando pelas ruas nubladas, se mantendo atenta ao movimento como de costume - Não posso ficar carregando tudo nos bolsos… isso é um saco. - continuaria, procurando por alguma loja que vendesse mochilas e acessórios. - Oba! - diria assim que encontrasse e entrasse na loja - Preciso de uma mochila. Tem alguma que me sirva? - perguntaria de forma direta, buscando não perder muito tempo. Se houvesse mais de um modelo, escolheria aquele que melhor combinasse com as suas roupas. Se houvesse apenas um, compraria sem dar bola para a aparência. Em último caso, se não houvesse nenhuma mochila disponível, buscaria por outra loja, onde seguiria o mesmo roteiro.

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- Certo… - sussuraria sorridente após concluída a busca por uma mochila, colocando a sua garrafa de Cola e os dois Cartazes de Procurados dentro da mochila, evitando deixá-los no mesmo compartimento pra não acabar molhando. - Agora preciso de armas novas. - diria para a sua companheira - Estamos quase no fim, gihaha! - atestaria à sua amiga, fazendo um pequeno carinho na mesma - Se encontrar algo no caminho pra comer só me avisar que a gente para um pouco. - comentaria carinhosamente.

Por enquanto, a única coisa que restava eram as suas armas. As suas armas não eram algo muito comum de se ver, motivo pelo qual iria atrás de uma loja que vendesse armas customizadas, onde imaginava ter mais chances de sucesso do que em uma loja comum. Ainda assim, em último caso tentaria a sorte em qualquer loja de armas, caso encontrar algo se provasse mais difícil do que imaginava.

- Fala ilustre! - exclamaria ao entrar na loja - Tenho uma listinha de coisas que eu preciso, espero que possa me ajudar, gihahaha! - comentaria risonhamente - Aqui vai: dois revólver Webley - se não tiver dois, apenas um basta, mas aí vou precisar de outra pistola -; um coldre de ombro para duas armas; um canivete; e munição, óbvio, gihahaha! - recitaria a lista de itens que buscava, esperando que pudesse comprar tudo de uma vez só.

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Caso fosse necessário, continuaria indo de loja em loja até que conseguisse todos os itens de sua lista. Por fim, perguntaria ao atendente se tinha alguma ideia de onde seria possível conseguir mais informações sobre os cartazes, mostrando-os, se fosse necessário - perguntaria em todas as lojas, se fosse o caso -. Se alguma dica lhe fosse dada, começaria a seguí-la assim que terminasse as compras.

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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySab 04 Jan 2020, 13:57

Merus

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Em uma tentativa falha de encontrar um quartel general, optava por abordar qualquer criatura que de alguma forma pudesse me dar informações. Dois humanos estavam a minha frente, e decidia aborda-los unicamente por estarem armados. Um deles, sendo o macaco que era, respondia de forma rude e agressiva, talvez por estar assustado demais pra se comportar como gente, enquanto o outro trazia dois cartazes de procurado e me entregava, se comportando apropriadamente.

Não havia muito que eu pudesse fazer a respeito dos cartazes, a não ser olhar as gravuras que eram tão pequenas quanto o próprio cartaz. Aproximaria de meu rosto o cartaz do que parecia ser um mink, ou um humano desprovido de beleza, e tentava analisar todas as suas características faciais, pois ele parecia ser mais perigoso do que o outro que parecia ser um daqueles peixes falantes nojentos que se veem por ai.

Infelizmente eu não conseguia entender mais nada daquele cartaz, já que humanos escreviam em proporção ao seu tamanho, fazendo as letras serem pequenas demais para meus olhos, e apesar de ter uma visão boa, o estresse de ter que tentar fazer sentido dessas letras minúsculas sempre me desinteressou em aprendê-las.  O Humano que antes tinha me dado os cartazes tentava iniciar uma conversa, entretanto eu me levantaria e o ignoraria, afinal, não tinha nada a ganhar com aquela conversa. Guardaria os cartazes em um dos espaços em minha bermuda e seguiria meu caminho.

Agora que meu foco era caçar aquele sujeito, eu voltava para a parte da ilha onde haviam várias raças e sujeitos suspeitos, e tentava achar pelos arredores lugares que tinham uma concentração grande de pessoas, buscando alguém que tivesse as características daquele homem. Ficaria um tempo andando e procurando ao redor daquela área, e se depois de algum tempo não conseguisse encontrar ninguém com as características do homem apenas observando, decidia que deveria perguntar para alguém.

Decidia me aproximar de qualquer pessoa, humano ou não, que parecesse ser suspeito o suficiente para ser julgado como um criminoso, e me abaixando para diminuir a diferença de altura, perguntaria, puxando o cartaz daquele sujeito com barba: - Conhece esse merdinha? Onde consigo encontrá-lo? - E então esperaria alguma resposta. Caso perguntar para uma pessoa apenas não me desse nenhuma informação, procuraria alguém que também tivesse características suspeitas e faria a mesma pergunta, até que obtivesse alguma informação do meu alvo.


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Última edição por Teo em Seg 06 Jan 2020, 16:18, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySeg 06 Jan 2020, 10:46

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Newberry City - 02 Post



Saboreando sua Coca, a anã não recebia muito bem a resposta dada pela garçonete, que pouco se importava com a reação daquela pequena criatura. Nina procurava por sua pistola, mas achava coisa melhor, pelo menos assim parecia, pois como um índio fazendo a dança da chuva, saltitava de forma estranha pelo balcão enquanto gritava para seu animal, que não esboçava reação alguma aquilo. Esquecendo completamente da sua pequena fúria, a atiradora saltava para chão e corria para as compras, tendo em vista que agora possuía o dinheiro para isso. Saindo da lanchonete sem se despedir, voltava para as ruas cinzentas e movimentadas de Manhatan.

JeJe escutava tudo que sua dona dizia, com a paciência e reação de sempre, ou seja, nenhuma. Não demorou muito até que vissem uma loja que parecia vender tudo por 10 mil berries, famosa por ter coisas baratas. Entrando nela, a dupla de garotas pediam por uma mochila, diferente de antes, o atendente um rapaz jovem, dezesseis anos no máximo, tinha um cabelo desengonçado e seu corpo era tão magro quanto o cabo de uma vassoura – UMA ANÃ – exclamava pulando sobre o balcão – MEU – pausa dramática- DEUS, UMA ALPACA ANÃ – seus dedos passavam por seus olhos, como se ele não acreditasse naquilo. Escutava o pedido e sorria ao ter uma ideia – Não tenho uma mochila normal, MASSSSSSS – como uma cobra, ele forçava o “s” para dar ênfase na próxima frase, essa que não vinha, pois, o sujeito saia correndo pela loja e voltava com uma boneca.

Era uma boneca comum no mundo, cabelos loiros, com varias roupas para serem trocadas, a marca chamava “Brabrie”, as meninas mais novas matavam por uma. O rapaz abria a caixa e tirava uma mochila que serviria perfeitamente na atiradora – Aqui, como está no letreiro da loja, são 10 mil berries – colocando a mochila perto da garota, esperava pelo valor. Sem titubear, a garota pagava e saia com aquilo que desejava. Doravante, antes de deixar a loja saltitando e feliz, o rapaz pegava seu den den mushi, depois de poucos segundos podia escutar algo – Diga ao Luccifiore, que tenho algo para ele – o que podia escutar era isso. Quando a dupla saiu da loja, ele continuou – Tom, uma anã e um alpaca anã vieram a minha loja, creio que deva ser fácil vende-las no mercado negro – não tinha como saber o que a pessoa do outro lado tinha a dizer, mas o jovem sorria – Perfeito, farei isso – desligando a comunicação, o rapaz se agachava e pegava outro den den mushi, parecia entusiasmado.

Encontrar loja de armas era uma tarefa simples, destarte, encontrar armas para uma pessoa de 24cm era algo dificil. Apenas lojas que customizavam armas únicas poderiam ter tal tipo de armamento e era atrás dessas lojas que Nina estava a procura. Não foi algo fácil de se achar, principalmente pelas pausas que a dupla fazia para JeJe saborear um pouco de capim seco em volta das poucas arvores que havia naquela parte da ilha. Por fim, encontraram algo promissor. A loja era grande, com um letreiro enorme de duas pistolas cruzadas a frente com neon em volta. Adentrando no local, podia notar grande quantidade de armas nos mostruários. O atendente era um homem barbudo de meia idade com as laterais da cabeça raspada, deixando um coque samurai no topo da cabeça – Isso não se vê todo dia – dizia o sujeito rindo de forma respeitável – Manda a lista – o homem escutava com atenção, anotando tudo num pequeno bloquinho – Olha, vou ser bem sincero loirinha – começava – Não tenho nada disso agora, contudo, meu ferreiro está no fundo e forjar armas pequenas assim não deve demorar, mas exige muito talento – o rapaz tinha uma fala clara e convincente, JeJe não parava de olhar para o rosto de um homem com coroa de espinhos que ele tinha tatuado no ante braço esquerdo.

- As duas pistolas serão 100 mil berries, 50 mil cada, o coldre também 50 mil, o canivete farei por 40 mil e 10 mil das munições, totalizando ... – olhando para cima, como se estivesse procurando pela resposta, ele dizia assim que a encontrasse – 250 mil berries no total, senhorita. – o preço era alto, mas o trabalho seria bem feito. O rapaz tirava um biscoito, mastigando e entregando o outro pedaço para a Alpaca – Livre de glúten, sem leite ou manteiga, totalmente orgânico – JeJe até começava a mastigar, mas cuspia o resto no chão, arrancando o sorriso do rapaz – Creio que em uma hora ficara pronto, pode esperar aqui se assim desejar – o rapaz mostrava um sofá vermelho no canto, para a dupla esperar enquanto o ferreiro faria o trabalho.

Não muito longe daquele sofá, estava um gigante mal-educado, ignorando a pergunta do velho, saia do local com os cartazes em mão. A dupla se olhava e o mais novo começava – Se o nosso chefe tivesse bolas para vender escravos, esse gigante seria uma boa mercadoria – o mais velho, e também mais inteligente – Ainda bem que tem alguém que faz isso não é mesmo? – puxando o pequeno caracol, dizia algo – Passe para o Luccifiore, diga que sei de uma boa mercadoria para o leilão – o mais novo acendia seu cigarro, escutando a conversa que se desenvolvia.

Merus caminhava rumando a parte da ilha onde havia uma mistura maior de raças e bandidos, contudo, seu caminho estava errado e ele acabava caminhando para um local apertado e cheio de pessoas. De dentro da loja de armas, Nina poderia ver pernas grandes passando pelo lado de fora. O lanceiro estava no centro da ilha de Manhakan, mais precisamente na Blue Square. Luzes o cegavam, prédios maiores que ele próprio o cercavam, era como estar preso sem algemas, via letras que não podia ler, pessoas saiam assustadas da frente da criatura, ninguém parava para ajuda-lo, ninguém parecia ter coragem para isso, tanto pela estatura enorme de Merus, como pela forma intimidadora de agir.

Passando por ali, o rapaz chegava até uma ponte. Do outro lado podia ver fumaças saindo de fabricas, um odor diferente, vinha de lá, o vento era mais quente, sinais de um local menos civilizado. A ponte aguentaria perfeitamente o peso do gigante, então atravessa-la não seria problema. Contudo, um carro vinha em sua direção, um homem seu tronco para fora da janela, puxava uma arma e apontava para Merus – ALA, ALA, ALA, PARE DE MEXER SEU PUTO – gritava de forma histérica a criatura. No volante outro humano desta vez era um rapaz gordo que mal cabia dentro do carro. Ambos vestiam ternos sujos e baratos, mas podia ver que não vinham dizer as boas-vindas.


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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySeg 06 Jan 2020, 16:25

Merus

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Ao tentar fazer um caminho para voltar ao local que antes estava, acabava por pegar um caminho diferente do que o que tinha planejando, mas no fim provavelmente daria na mesma. Várias luzes e uma quantidade anormal de pessoas estavam nesse caminho e aquilo me irritava de certa forma, afinal, não só as luzes eram irritantes, mas as reações de medo de todos aqueles seres minúsculos me faziam querer sair de lá o mais rápido possível, parecia ser impossível ter uma reação normal de qualquer um desses vermes. Eu tentava apressar os meus passos e não olhar diretamente para as luzes malditas, afim de chegar logo aonde pretendia chegar.

No fim do caminho que traçava, havia uma ponte. Eu parava rapidamente para analisar o que via, e podia perceber que aquele caminho dava para um local que não remetia ao que eu antes estava, havia fabricas e o cheiro vindo daquele local era bem atípico. Sentia que deveria voltar e tentar outro caminho.

Sem que tivesse tempo pra pensar no meu próximo movimento, percebia que um carro vinha em minha direção, e um dos indivíduos dentro dele apontava uma arma para mim. “Ahhh... Novamente estes seres de natureza inferior buscam tua ruina... Vamos Merus, deixe-me lidar com essas formigas como da ultima vez...” Aquela voz maldita saia de dentro da minha cabeça novamente, só que dessa vez ela dizia algo que me intrigava. “Ultima vez?” eu perguntava em pensamento. “Ora, não te lembras de quando vários destes que procuraram tirar tua liberdade foram subjugados por meu insólito poder? Não tens gratidão por aqueles que o ajudam, Merus?” Eu pensava sobre as palavras que acabava de “ouvir” e me lembrava de alguns dias atrás, quando acordei rodeado de corpos mortos, que antes tentavam me capturar. O problema é que eu não me lembrava de ter matado eles, e nem de nada depois do momento que eles começaram a me atacar... “Então o motivo de eu não me lembrar de nada daquele dia foi...”.

Eu não conseguia terminar o meu pensamento, pois aquele que apontava a arma pra mim agora gritava com quem o estava acompanhando. Todo aquele “dialogo” na minha cabeça me fazia ficar um pouco mais frustrado que o habitual, e minha expressão facial não era as das mais agradáveis naquele momento, já que não sabia se aqueles dois tinham alguma relação com algum daqueles humanos que aparentemente eu tinha matado.

Nesse momento eu sentia algo faltando, e então lembrava minha antiga lança. O velho Erick a tinha feito pra mim há muito tempo atrás, e eu a perdi no mesmo dia que aqueles vermes miseráveis decidiram me atacar. Eu bufaria, pela frustração de não ter mais a minha lança, "Vou ter que fazer tudo na mão mesmo..." eu pensaria antes de começar a agir. Colocando minha perna direita um pouco pra trás e curvando o meu corpo levemente, eu me preparava pra uma corrida. Ela serviria não só pra assustar os dois imundos, como também pra aproximar-me do veiculo deles e poder eliminar a desvantagem que tinha, que era a distância entre nós.

Começaria então a correr, não com velocidade máxima, mas com velocidade o suficiente para que o veículo deles não pudesse ser mais rápido que eu, e a medida que chegava mais próximo de meu alvo, curvaria cada vez mais o meu corpo, até que pudesse pegar o veículo deles com minha mão.

Se conseguisse pegar o carro, o levantaria até a altura de meus ombros, e viraria o lado em que estava o atirador pra baixo, com o intuito de fazê-los cair, e colocando minha mão logo abaixo, faria com que aqueles dois insetos caíssem sobre minha mão. Conseguindo fazer tudo isso, fecharia minha mão em uma especie de concha com os dedos prestes a se fecharem e diria com uma voz ameaçadora. – Se não quiserem ser esmagados, joguem as armas e tudo de valor que tem em minha mão, AGORA!! – Falaria a ultima palavra mais forte que o resto, enquanto fechava mais minha mão para pressioná-los psicologicamente. Se eles se recusassem a cooperar, ou tentassem alguma coisa, usaria meu polegar para impedi-los, pressionando seus corpos contra minha própria mão, e continuaria fazendo mais pressão até que finalmente decidissem cooperar.

Quando finalmente conseguisse tirar algo deles, nem que fosse só a arma que um deles carregava, pegaria os dois com a outra mão, e assumindo que ainda estava na ponte, os lançaria para o mar. Se não houvesse mar por perto, apenas faria um lançamento baixo para que eles fossem lançados a uma boa distância. E independente de onde eles fossem lançados, decidia retornar de onde tinha vindo, procurando outro caminho para chegar ao lugar onde antes estava para começar minha caçada.
Dados:
 

Objetivos:
 





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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptySeg 06 Jan 2020, 19:22



Nothing Personal



A primeira parte das tarefas de Nina não mostrava ser de grande dificuldade. Enquanto buscava por uma mochila, a anã era recepcionada com uma animação bastante estranha "Eu, hein… não deve bater muito bem da cabeça..." pensava olhando para Jeje de soslaio, mas continuando suas tratativas de maneira normal. Apesar de não terem uma mochila do tamanho de Nina, isso não se mostrou um problema "Oh… ele pode ser louco, mas é eficiente." refletia enquanto o atendente lhe apresentava uma mochila de boneca, que caía perfeitamente. Após guardar as suas coisas, a dupla se retirava da loja, mas não antes de escutar o jovem falando com alguém. Não escutou toda a conversa, mas imaginava do que se tratava, afinal, quem não ficaria impressionado ao conhecê-la, não é mesmo?

Conseguir armas novas, por outro lado, se provou uma tarefa mais complicada. Encontrar uma loja que atendesse às suas necessidades não era algo trivial. Ainda assim, se havia um lugar que guardasse as respostas para todos os problemas, esse lugar era Newberry City, ao menos era o que Nina acreditava. Até hoje não havia se decepcionado com os serviços que a ilha ofereciam e, pelo que parecia, assim continuaria. Apesar da demora, a pequena encontrava o estabelecimento que buscava.

Dessa vez o atendente se mostrava mais contido do que o anterior, embora tivesse uma aparência bem mais extravagante - Muito talento, é? Hmm… - comentava mais para si mesma do que para o atendente - Espero que ele faça valer os meus berries, hein. - diria retirando 250.000 de dentro de sua jaqueta. Tudo que precisava fazer era esperar uma hora e estaria pronta para o combate, ou algo assim.

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Sentada no sofá, aproveitava para olhar melhor os cartazes que havia pego no bar - Hmmm… onde será que eles estão... - sussurraria observando cada um dos folhetos - Oi… o que você sabe sobre esses dois? - se dirigiria ao atendente, caso não encontrasse nada de útil nos cartazes.

Sem nada para fazer enquanto esperava, aproveitaria para ver os modelos em exibição pela loja. Quem sabe houvesse algum modelo novo que não conhecia, mesmo que seu trabalho lhe tivesse agregado um vasto conhecimento em armas. Enquanto exercia o direito como cidadã de apenas dar uma olhadinha, Nina acabava se deparando com uma imagem bastante incomum: pessoas assustadas na rua enquanto duas pernas, que mais pareciam o tronco de uma árvore, passavam pela frente da loja. - Ainda vai demorar muito? To com o pressentimento de que coisa boa vem por aí, gihahahaha! - diria gargalhando, como se tivesse acabado de bolar um plano extremamente lucrativo - o que não era nem de longe verdade -.

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Sem sair da loja, permaneceria colada na vitrine tentando observar o que estava acontecendo do lado de fora. No instante em que seus equipamentos estivessem pronto, vestiria o coldre por baixo do seu capuz, encaixando os dois revólveres no mesmo, guardaria o seu canivete no bolso do macaquinho, por baixo da camiseta, e prenderia a bolsa de munição na cintura, também por baixo da camiseta. - Vamos, Jeje… Ah, pode deixar que vou recomendar a loja pros outros, gihahaha! - diria saindo às pressas, indo por onde imaginava ter visto os dois troncos de árvore seguirem.

Caso não encontrasse, tentaria seguir por onde houvesse alguma comoção ou algo do tipo - Do jeito que as pessoas se assustaram, provavelmente ele é um procurado, gihahahaha! - comentaria com Jeje enquanto seguiam pelas ruas. Se encontrasse dificuldades, tentaria subir em algum lugar algo para observar melhor a situação, nem que precisasse pedir a ajuda de Jeje. Caso o encontrasse, permaneceria apenas observando por um momento, tentando descobrir qual era o problema e para onde estava indo. Se fosse necessário, seguiria a criatura até que encontrasse um momento oportuno para fazer a sua entrada triunfal.

Histórico:
 

Personagem:
 


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MensagemAssunto: Re: I - A Match Made In Heaven   I - A Match Made In Heaven EmptyQui 09 Jan 2020, 11:29

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Newberry City - 03 Post




Ver um gigante correndo em sua direção deve ser uma cena no mínimo, intimidadora. Merus flexionada suas pernas e partia para cima do carro que vinha em sua direção. Do outro lado, a dupla engolia seco, mas sabiam que ordens eram ordens, se fugissem, seriam mortos e provavelmente ocorreria o mesmo com sua família. O espaço entre eles ia diminuindo, até que próximo ao meio da ponte, a colisão ocorria. O carro era algo revolucionário, bastava girar a manivela na parte de trás do carro e como um relógio, o motor ligava. A velocidade atingida não era tão alta, mas para se locomover entre as ilhas era de suma importância.

Quando Merus se agachou para tentar pegar o veiculo com a mão. De fato, sua mão era grande o suficiente para agarrar o automóvel, mas a velocidade quem ambos estavam o prejudicou, seus dedos ficavam presos entre o pneu e a lataria, a borracha quente queimava a pele superior dos dedos. Os dois passageiros vendo o carro ser levantado, não ficavam parados, o que segurava a Tommy Gun, apertava o gatilho com força e as balas saiam pelo para-brisa acertando o peito do lanceiro.

As balas não tinham força para atravessar os músculos do gigante, mas ainda sim causam dores, fios de sangue escorria pela pele morena, Merus sentia diversas fisgadas no local onde as balas acertavam. Vendo que aquilo não levaria a lugar nenhum, ambos abriam a porta e saltavam para o solo da ponte. O carro era levemente amassado pela força do rapaz, entretanto, lá de baixo, os dois homens se arrastavam para longe do gigante, o gordo sacava sua espada e corria em direção ao pé grande em sua frente – AHHHHHHH! – gritava buscando força para fazer tal alto. A espada era cravada no pé de Merus, que sentia dessa vez uma dor mais forte. Enquanto isso, o magrelo trocava o cartucho e balas e atirava novamente, mas desta vez na canela esquerda.

Não muito longe dali a pequena Nina aguardava pelas suar armas. Enquanto isso, perguntava quem eram aquelas figuras nos cartazes que ela havia pego na lanchonete – São dois tritões – dizia o rapaz, forçando a vista – Vi que mataram alguns homens algum tempo atrás, homens que não se deve matar – concluía, esperando que a anã entendesse a indireta. Enquanto esperava, sentia o tedio a dominando, por isso, caminhava pela loja, vendo as armas em exposição. Tinha diversos tipos de armas, snipers, pistolas com dois canos, espingardas coloridas, arpões customizados etc.

Há coisas que só se vê uma vez, time ganhando dois mundiais com uma libertadores, o maior clube de minas caindo para a serie A-2, um presidente condenado sendo solto e fazendo campanha, de tudo um pouco, e naquele dia, Nina via duas pernas gigantes passando pela porta da frente da loja, aparentemente, somente ela havia visto, o homem de coque samurai estava limpando o cano de uma pistola prata e parecia imerso naquela tarefa, sendo incomodado com outra pergunta da garota – Deixa eu ver – colocando os objetos na bancada, ele ia para fundos e depois de alguns minutos, voltava com a resposta – Está terminando as munições, creio que mais quinze ou vinte minutos – falava com tranquilidade de um monge tibetano. De fato, o homem não estava enrolando, passados o tempo dito, saia dos fundos uma mulher loira com carvão abaixo do nariz e sobre suas mãos, mesmo naquele estado, podia ver sua beleza. Entregando a sacola para o homem, ele entregava para Nina, pegando o pagamento em volta.

JeJe tirava um cochilo quando foi acordada pelo chamado de Nina, que arrumava suas compras e se despedia com certa rapidez – Cuidado com as ruas haha – falava o rapaz, cumprimentando a anã, para ele, o dia estava ganho. Nina e JeJe seguiam a trilha deixada pelo gigante, o que não era dificil de notar, o asfalto estava levemente trincado, crianças chorando ou homens fumando, ainda nervosos pelo ocorrido. Já havia um tempo que Merus havia passado por ali, então Nina corria por alguns metros, até que ouvia tiros vindo da ponte. JeJe não esboçava nenhuma reação quando a dupla chegou até a entrada da ponte, onde conseguia ver uma luta acontecendo. O gigante segurando o carro, enquanto tiros eram disparados em sua canela e um gordão tentando tirar a espada no pé do homenzarrão.


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