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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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Créditos : 59
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySeg 20 Jan 2020, 19:26


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite ~ quarta, não se sabe que hora no fim do post
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" horário do almoço

Azura e Garfield
A situação não estava boa, Azura percebia que seu amigo estava perdendo a razão e sozinha não daria conta daquela situação por completo. Acabou por gritar para acordar seu companheiro quase desmaiado. Garfield havia simplesmente sonhado com várias coisas quase que instantaneamente. Para sua sorte não havia visto a sua vida passando diante de seus olhos, isso poderia ser um mal sinal, ao invés disso, tudo que passara em sua perturbada mente o animavam para a batalha. Quando ouviu os gritos de sua amiga não possuía nenhuma dúvida do que precisava fazer ali. O pernas longas precisava vencer aquela batalha logo.

Apesar do chamado e da situação de seu amigo, Azura simplesmente partia na direção dos atiradores que corriam na direção da espada, algo bem interessante de se pensar. Corria em zig-zag na direção dos dois, parando e voltando a correr, isso tudo fazia a tensão em suas pernas aumentar, sentia a dor em sua perna direita a cada acelerada abrupta que fazia. Os dois no entanto pareciam cochichar algumas coisas entre eles e não atiravam em Pendragon apesar do avanço desta. Quando ela chegou a posição que queria usou toda sua força para saltar por cima dos marinheiros. Neste momento ela percebeu que foi completamente ignorada. Assim, apesar de todos os seus movimentos, via seu pé descendo e raspando na cabeça do soldado que continuara correndo. A ignoraram por completo, uma coragem maluca? Bem, esses mesmos atiradores haviam ignorado Garfield batendo neles a curta distância, eles já haviam provado sua maluquice antes.

Com o ímpeto de ânimo que recebia, Garfield podia imaginar-se fazendo diversas coisas, mas a prática não era tão perfeita quanto a realidade. Usava seus dedos para cravar na pele de seu adversário, mas esse parecia simplesmente ignorar o campeão do sol, estaria ele assim tão fraco? Isso não importava, se seus dedos não eram o suficiente, seus dentes seriam. O pernas longas então forçava um pouco o braço do marinheiro para mordê-lo. Era a primeira vez então que o marinheiro soltava sua garganta. O ar entrava então e sentia até mesmo dor por causa disso. Quando foi falar alguma coisa, acabou sentindo sua voz saindo bem mais fraca do que imaginara.

Não poderia simplesmente deixar que os marinheiros a ignorassem. Mas o espadachim que havia chegado depois na rua estava para chegar onde Azura estava. A jovem mal possuía tempo para se defender do ataque da espada, o escudo era suportado pelos dois braços de Pendragon, mas ela precisava ser rápida. Com um movimento simples derrubou o espadachim no chão, ele ainda não estava em suas melhores condições depois da batalha com a revolucionária. Esta então aproveitou para descer com o calcanhar na barriga do marinheiro. O soldado vomitava alguma coisa misturada com sangue, o que era não importava, pois com o canto do olho a moça via os atiradores chegando até a espada do outro homem. Se já estava cansada, imagine tendo que lidar com aquele homem e sua espada novamente.

Garfield aproveitava o pequeno momento com ar para encher seus músculos do puro sabor de oxigênio e assim reunir forças. Aos poucos forçava seu corpo para cima, porém tudo mudou quando sentiu do nada toda uma mudança de peso, o objetivo ali ficava várias vezes mais leve. O marinheiro simplesmente saíra de cima dele. Quando olhou o motivo, viu os dois atiradores que lutaram com ele anteriormente trazendo a espada para ele. Azura ao fundo lutava com outro marinheiro. Em um estado de berserk, Henryford preparava-se para atacar aquele homem de maneira suja, mas viu um dos atiradores pulando na frente. A terra que jogava atingia os olhos daquele soldado, que logo era acertado repetidas vezes pelo revolucionário com o machado. O rosto do marinheiro era fatiado várias vezes e só parou com isso por dois motivos, o primeiro foi a própria queda deste, o segundo, e bem mais importante, foi o golpe que Garfield levava por completo daquele homem. - O que você acha que está fazendo?! - Ouvia o grito dele enquanto sentia sua pele do ombro esquerdo até o umbigo sendo cortados. Sentia seu sangue saindo com extrema facilidade daquele corte, poderia jurar que se estivesse um passo a frente provavelmente seria cortado ao meio.

Azura corria na direção dos marinheiros que estavam entregando a espada para o provável sargento ou tenente. No caminho via Garfield matando, ou algo próximo disso, um dos dois soldados, mas via também seu colega sendo acertado por um horrível golpe, sentia dentro de si de alguma forma que aquilo a mataria se estivesse no lugar do pernas longa. O impressionante é que seu companheiro ainda estava de pé e Pendragon até mesmo ouvia seu companheiro falando. — EU VOU SALVAR VOCÊ! - A voz não era tão forte quanto ele queria provavelmente, mas a mensagem ali claramente era dirigida para Azura. Via ele inclusive dando um passo em sua direção enquanto ainda se aproximava. Ele parecia levantar o escudo querendo protegê-la, mesmo estando num lado e ela no outro, mas aquilo era importantíssimo para ela, pois chamava a atenção dos marinheiros. Como estava de costas, ao realizar o movimento que desejava de jogar seus braços e se lançar pra cima, acabou por acertar a nuca do marinheiro e não o queixo, como era seu alvo primário. Aquilo resultara num golpe ainda mais eficiente, sentira a coluna do soldado quebrando em seus calcanhares e o corpo daquele homem caía igual uma marionete que suas cordas foram cortadas.

Igual Azura desejava, o sargento realmente estava ocupado com Garfield, pois o segundo golpe de sua espada ia em direção a Henryford naquele momento. Fraco como estava, sentia a espada literalmente cortando seu escudo, o golpe feito de forma horizontal mais uma vez cortava a sua pele, indo do lado direito até próxima de sua costela esquerda. Aquilo a muito já havia passado o ponto que o pernas longas podia lutar. Pendragon vendo a situação deplorável que seu amigo estava partiu na direção do espadachim. Num salto onde já ignorava qualquer possível dor de seu corpo desceu como um míssil na direção das costelas do marinheiro. O golpe pelo menos o empurrava para longe de Garfield, era difícil saber se havia quebrado a costela dele ou não, o corpo dele era bem mais duro que o normal.

E isso também não importava no fim das contas, ele ainda não havia sido derrotado. Azura dava uma cambalhota e corria para as costas dele, o homem não era lento e já ia virando seu corpo junto da corrida dela. Quando Azura pulava e girava no ar acabava por ver a espada indo em sua direção quando terminava o giro. Ela acertava o homem e ele a acertava ao mesmo tempo. Ela acertava a parte superior do peito, enquanto ele acertava um golpe vertical que cortava aqueles peitos que ele tanto falava, além de um corte pela barriga. O golpe doía e não era pouco, seu corpo não era tão resistente quanto o de Garfield e aquele mero golpe tomava muito da revolucionária. - Por que não estou surpreso de acertar logo os peitos? Parece que eles são o único alvo que existe por aqui. - Ouvia ele falando, mas aquele tom não era mais o mesmo de brincadeiras anteriores, ele estava mais fraco, por mais que não demonstrasse isso fisicamente.

Com a piada do marinheiro em mente, Azura partia para outra série de movimentos, o primeiro era mais rápido que o anterior e por isso conseguia realmente acertar a cabeça do sargento por trás após correr a volta deste. O segundo no entanto era desta vez bloqueado pela espada de seu adversário. Ele aproveitava o bloqueio para forçar o corpo de Pendragon a ir violentamente para trás, sendo jogada e atingindo a parede da construção mais próxima. A distância entre os dois era aumentada a força. Sentia-se um pouco tonta, o sangue que havia escorrido de seus ferimentos com a batida de sua cabeça já faziam por pouco Azura não perder a razão por completo.

O que nem Azura e nem o sargento contavam era com o fato de Garfield ainda estar "acordado". Em seu modo quase zumbi ele parecia agir por puro instinto contra o marinheiro. Enquanto Azura corria novamente na direção de seu adversário, via o pernas longas pulando nas costas do espadachim, o machado havia sido solto e o seu escudo também, estava só a capa da gaita pulando em cima do inimigo. Com seus dedos todos melecados pelo sangue e sujeira que haviam no chão tentava cegar o espadachim, só que sua força a muito havia deixado seu corpo e era meramente incrível o fato dele estar fazendo aquilo tudo.

Azura então via o sargento totalmente vulnerável, bem, ele começava a agitar a espada em vão em qualquer direção com sua mão, enquanto com a outra tentava retirar Garfield de cima dele, parecia que ele sabia que soltar a espada ocasionaria em sua derrota naquele momento. Pela confusão que eram os golpes do marinheiro naquela situação, ficava fácil para Pendragon bloquear o golpe e acertar o joelho do marinheiro. Ela sentia o golpe ser efetivo, contudo não era tanto quanto com o soldado, via o homem caindo no chão com uma das mãos indo em direção ao joelho.

A luta estava ganha, não havia mais o que fazer ali e por isso Azura não pensava duas vezes, ajudava Garfield a se sustentar já avisando que precisavam partir. Mesmo semi acordado claramente a direção que o pernas longas guiava a revolucionária era o Pub de Guin. Infelizmente, pelo estado de Azura, a arma e o escudo de Henryford eram deixados para trás já que ele havia os largado em sua última investida. E em passos curtos os dois chegavam naquele lugar.

-x-

Quando Azura abria os olhos indagava-se onde estava, não se lembrava do que havia acontecido na noite anterior após chegar ao Pub. Só via o teto com um ventilador lento rodando. Uma janela sinalizava que já havia no mínimo amanhecido, se é que já não havia passado mais tempo. Garfield também aos poucos acordava no colchonete ao lado, o major continuava dormindo em um terceiro colchonete. No chão via uma jarra de água com copos.

Era até difícil dizer quanto tempo havia passado, mas vira Guin abrindo a porta e indo até eles, a ruiva sorria ao ver que ao menos Garfield e Azura haviam acordado. - Já era tempo mesmo de acordarem.  - Apesar da frase meio autoritária, ela parecia satisfeita de ver que Azura, em particular, estava bem. - Vocês simplesmente surgiram do nada e acabaram com a noite de arrecadação do meu bar, além de chegarem totalmente detonados. - Ambos ouviam o sermão da ruiva, mas percebiam que haviam sido tratados. - E ainda custaram dinheiro. Não se enganem, peguei todo o dinheiro que vocês tinham, mas nem isso foi o suficiente para pagar o médico e fazê-lo ficar de boca fechada, estão me devendo no mínimo um baita favor por isso tudo. - Falava a ruiva realmente em tom mais sério daquela vez, algo que deixava claro que não era bom não pagarem o favor.

Ferimentos escreveu:
Azura
Sangrando pela perna direita por causa do tiro
Sangrando na barriga por causa do tiro
Corte no peito que desceu para a barriga.
Choque de sua cabeça contra a parede


Corte cicatrizando, pode retirar os pontos em 0/6 posts
Tiros tratados, vão parar de incomodar/doer em 0/6 posts

Garfield:
Sangrando na região superior do corpo quase que por inteiro graças aos diversos tiros que tomou
Corte profundo que vai do ombro esquerdo até o umbigo.


Basicamente todo o tronco está enfaixado, sentindo uma dor linda. A dor passará em 0/6 posts
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 0/8 posts
Após a dor passar e a retirada das faixas, verá que está com uma nova cicatriz que vai do ombro esquerdo até o umbigo


Faust, Duncan e Naomi
As opções eram variadas e o cabo em comando daquele pequeno grupo perguntava algumas coisas para o major Derlir quanto a rota que usariam. Com um dar de ombros ele começava a resposta já na negativa. - Não temos isso. Sabemos as ilhas que eles vão, mas que rota vão usar para isso é simplesmente desconhecido. - Ele dava uma pausa. - Quando o navio partir partiremos pouco depois seguindo-os, com certa distância para mantermos a discrição. - Não parecendo que teriam as informações desse lado, Duncan então virava para Yumi e o major Seshiro e realmente concordava com aquela parte do plano apesar de conhecer os perigos que haviam no plano.

O plano parecia simples naquele momento já que precisavam ir até o hotel para realmente se prepararem para tudo. Duncan citava vários detalhes que achava pertinente, sobre as armas que precisavam, sobre cordas que precisavam para amarrarem os funcionários reais da Torch. - Até temos uma, mais do que isso terão que comprar no caminho do hotel infelizmente, ou depois de já ter passado por lá, afinal, tem algumas horas ainda antes de tudo. - Mesmo com aquele pequeno adendo, Duncan continuava falando, já imaginando coisas que poderiam ocorrer se explodissem o navio e coisas afins.

A verdade é que tudo estava simplesmente no campo das ideias ali, era bom deixar claro o que queria, mas precisava agir também. Notando toda a insegurança do cabo, Faust dava sua opinião sobre o porque de tanto medo pairar no ar, aparentemente a primeira missão de Dellumiere como líder, era normal aquilo e as palavras do palhaço vinham como um bom modo de acalmar os nervos.

Com os detalhes acertados por alto, cada um deles começava a dar seus passos para fazer a missão andar. Para a infelicidade de Yumi acabava descobrindo que os revolucionários que poderiam ajudá-la na criação do que queria foram presos no ataque de dois atrás. A pequena ouvia a resposta de Derlir para a pergunta de Duncan. - Não mais que quinze minutos, é bem rápido já que a marinha está escoltando. - Com aquilo, Naomi aos poucos se concentrava para fazer as modificações que queria na arma.

Naquele momento os três acabavam por ficar separados.


Faust e Duncan
Duncan achava três sacolas meio rasgadas meio inteiras para colocar os uniformes, colocava sua peruca e suas lentes e esperava por algum sinal de que Faust retiraria sua maquiagem para fazer o mesmo e assim partirem. Dellumiere pedia para Derlir lembrar Naomi de alguns detalhes antes de partir.

Com aquele mapa em mente acabara sendo fácil chegar até o hotel, era um hotel comum, não chamava a atenção em nada. Não é como se fosse necessário também, o carregamento de armas parecia ser algo totalmente comum também. Não era possível ver a marinha por ali, além de no máximo um outro marinheiro passando pela rua simplesmente por estar passando pela rua. Também não via no hotel nenhum possível funcionário do Torch, talvez em seus quartos? Além da escada de incêndio também não parecia existir qualquer forma de fugir daquele prédio, era difícil determinar até o que aqueles revolucionários poderiam esperar de tão diferente, afinal, era somente um hotel, simples assim.

Com aquela pouca informação, Duncan se aproximava do balcão e pedia por um quarto de solteiro para ele e Faust. - Claro senhor, mas aqui o pagamento é em antecipado. - Falava a velha atendente sorrindo para ele. Como o próprio revolucionário já imaginara, tentara baixar o preço do cômodo, totalmente em vão, acabou por pagar cinquenta mil berries para ficar com o quarto.

O hotel possuía três andares e aparentemente tinha quartos em todos os andares. Era difícil simplesmente deduzir onde estariam os funcionário de Torch. O quarto que ficaram era no segundo andar e ele era bem simples, as duas camas estavam bem separadas, apesar de nada impedir que as juntassem se quisessem. Via pela janela a rua de entrada do hotel, o povo ia e vinha tranquilamente, mas ninguém com o mesmo uniforme que possuía e algumas nuvens se aproximando ao longe. Um banheiro simples completava o quarto. Apesar da simplicidade, Faust com certeza sentia uma melhora clara em relação ao quarto que havia dormido no dia anterior.


Naomi
A pequena Yumi vivia num mundo de sonhos onde tudo parecia ser lindo e simples. Até conseguia fazer o seu melhor com a arma, o problema não envolvia esse ponto. Era algo posterior a isso. Com exceção da maquiagem do Artista, simplesmente não possuía nada por ali. Vestido? Não. Salto alto? Nops. Espartilho? Esquece. Os revolucionários naquela ilha eram simplesmente pobres e quebrados, não a toa que havia recebido um pedido de ajuda de M-4, que até então nem mesmo havia conhecido.

Teria que se contentar com maquiagem e pronto. Ou seria esse o caso, enquanto se aproximava do major Seshiro era parada por Derlir. - Duncan deixou algumas últimas instruções. Eles se hospedaram com o nome de Hank e Jason. E que ao chegar lá você pode tentar, se quiser, achar informações sobre os possíveis funcionários da Torch, claro, desde que não seja muito arriscado no seu ponto de vista. - Ele falava isso e já ia andando, parecia que estava ocupado com outra coisa.

Yumi então se aproximava do major Seshiro e ele parecia bem triste com a transformação. - Você até se maquiou bem, mas com as mesmas roupas fica bem fácil de saber que é você. - Falava, demonstrando que a culpa disso não era dela e sim da falta de recursos que os revolucionários daquela ilha tinham. Ele iria recomeçar a falar, mas uma voz ecoou antes. - Se vocês querem uma mudança de roupas, podemos trocar. - Era uma pequena loira baixinha que aparecia falando com eles. - Isso me ajudaria também, vou procurar por algumas pessoas que desapareceram ontem e ainda não obtive nenhuma informação quanto ao paradeiro deles. - Falava a desconhecida ainda para Naomi. Ficava a cargo de Yumi decidir se aceitaria aquela proposta, o vestido da menina era bem chamativo, poderia ser um problema para ela.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptyTer 21 Jan 2020, 10:09



A luta contra os marinheiros estava ficando cada vez mais perigosa, Garfield se mostrava em uma situação complicada, mas tinha que confiar no potencial do maluco, a final estava decidido ele seria meu guardião do sol. Não por causa do seu tal Deus idiota, mas sim porque guardiões do anel do sol, eram aqueles que de certa forma “brilhavam” em meio ao combate, sempre apaixonados e se exibindo para os outros, e certamente não teria ninguém melhor que o Garfield para tomar o posto da saudosa Mirian. “Conto com você lunático!”

Estava confiante que poderíamos sair dali e enfim voltarmos a nos reunir com nossos amigos, assim partia em direção dos atiradores, a cada movimento preciso que dava sentia um gigantesco peso em meus músculos, pequenos espasmos faziam sentir bastante dor nos músculos das coxas enquanto corria em direção dos inimigos, talvez estivesse começando a chegar em meu limite. Por causa dos ferimentos sentia que a qualquer momento minhas pernas poderiam falhar. “Agora não, vou mostrar para todos que eu sou a arma perfeita! Não preciso de ferramentas para isso!” Pensava quando finalmente chegava nos marinheiros, percebia que eles estavam me ignorando fazia meu movimento de ataque sentindo as fibras do meu corpo puxando, mas errava por pouco enquanto os dois continuavam a correr.

- Droga! Soltava quando via os marinheiros continuando a segui em direção a espada do tal sargento, antes que eu pudesse interferir o terceiro marinheiro, aquele que tinha lutado mais cedo vinha em minha direção pronto para me atacar, rapidamente bloqueava seu ataque com meu escudo. O sorriso em meu rosto era nítido naquele momento, o homem não tinha aprendido que não era páreo para mim, rapidamente desferia um chute em seu estomago, naquele momento via sangue e oque parecia ser vomito saindo da boca do marinheiro, ao mesmo tempo que sentia todos os muculos da minha perna começarem a vibrar, a cada movimento que fazia sentia que meu limite estava próximo. “Concentra, aguente firme, não perca o controle!” Minha mente estava focada, não poderia deixar a fadiga me vencer muito menos deixar que aquela “coisa” tomasse conta de mim novamente.

Voltava a olhar na direção dos atiradores, e via os mesmos chegando perto da espada, se o marinheiro a pegasse novamente Garfield poderia estar realmente muito mas muito ferrado. Corria em direção aos mesmos, mas era tarde demais, ao mesmo tempo que o homem pegava sua arma Garfield simplesmente dilacerava um dos marinheiros, uma cena realmente forte, assim que o marinheiro caia meus olhos arregalavam com o grande golpe que o mesmo tinha recebido, meu corpo arrepiava como um todo, certamente se aquele golpe tivesse me acertado eu estaria morta. - Garfield! Soltava involuntariamente, quando tensionava ainda mais meus músculos para que pudesse chegar ao encontro dos três.

Impressionantemente, o lunático mesmo após levar um golpe em cheio, depois de levar tantos tiros ainda permanecia de pé, ainda conseguia falar que iria me salvar. “Idiota, não consegue nem mesmo se salvar!” Por conta de todo aquele show do Garfield conseguia aproveitar a distração para aplicar um golpe certeiro no outro atirador, infligia um chute na coluna do mesmo, que ao mesmo tempo que sentia meu corpo inteiro doer, sentia a coluna do homem simplesmente sair do lugar o fazendo desmoronar como uma boneca de panos. “menos um, vai dar tempo!”

Só restava um obstáculo para que pudéssemos sair dali ainda com vida, aproveitava que o sargento estava ocupado com o lunático, assim partia em direção do mesmo, naquele momento não importava se meu corpo já estava a beira do seu limite, tinha de dar tudo de mim para acabar com aquilo o mais rápido. Assim com minha velocidade máxima tentava um forte chute contra a costela do mesmo, sentia minha perna doer ao entrar em contato com o corpo do homem, não sabia se tinha conseguido infligir algum dano no mesmo. “Desgraçado, essa porra vai ser difícil de derrubar!” Corria para as costas do mesmo para poder acertá-lo na nuca, mas o mesmo parecia ter mudado de alvo se virava junto comigo assim que sentia minha perna acertando o mesmo, uma dor alucinante percorria todo o meu peito ate a barriga, somada com as dores do meus músculos prestes a se romperem, sentia meu sangue jorrar dos meus seios, não esperava um golpe desses.

“Matar!” O sentimento vinha a minha mente ao ver todo aquele sangue sair do meu corpo, tinha sentido a mesma sensação não a muito tempo, em Conomi, não era algo que queria trazer atona naquele momento, mas não conseguia mais controlar. Uma fúria ardente tomava conta do meu corpo, as dores alucinantes começavam a diminuir, não por conta de magica, mas sim pela adrenalina que meu corpo estava produzindo em escalas gigantescas, naquele momento estava me tornando uma máquina que só pararia quando estivesse com meu corpo caído no chão ou o do meu inimigo.

Corria para continuar desferir mais golpes no mesmo, naquele momento só pensava em atacar ele o máximo possível, quando o meu segundo golpe era parado por sua arma em seguida jogada contra uma parede fazendo minha cabeça bater, escutava um zumbido nos meus olvidos, naquele momento, estava cem por cento em fúria. Alinhava meu corpo olhando fixamente para o homem, meus cabelos estavam afrente do meu rosto, tendo espaço apenas para que meus olhos vissem o marinheiro. - Você vai se arrepender, dilacerarei seu corpo por completo!  Gritava para o homem.

Naquele momento, voltava a correr o mais rápido que conseguido, ignorando completamente toda a dor que estava sentindo, estava convicta de eliminar aquele homem, quando via Garfield se levantar e segurar o sargento, aproveitava quele momento para conseguir desferir um poderoso golpe no homem que o fazia cair no chão. Meu corpo vibrava completamente, sentindo toda a fadiga, parecia que iria desmoronar, mesmo sem controle total das minhas ações, meus instintos falavam para não ficar ali, assim agarrava Garfield e pedia para que ele nos guiasse para aonde tinha levado o Major.

Assim o mesmo o fez, reconhecia totalmente aonde ele tinha nos levado, era o bar da Guin, não era como eu gostaria que ela me visse, mas não tinha escolha tínhamos de nos esconder da marinha, assim que chegávamos la dentro. Meu corpo melecado de suor e sangue, olhava para o chão vendo uma gigantesca poça de sangue se formando, mas não era só meu, Garfield também estava sangrando horrores, assim que levantava a cabeça, minhas vistas começavam a ficar turvas, a última gota de energia que ainda me restava ia embora como um último fio de líquido em uma garrafa de vinho, assim me fazendo cair no chão como uma fruta madura.

Inicio do sonho


Estranhamente via um céu azul em minha volta, oque era estranho porque agora a pouco estava a noite e entrando em algum estabelecimento que mesmo que por muito esforço não conseguia lembrar qual era. “Aonde estou?” olhava para baixo e via que não tinha nenhum ferimento em meu corpo, em seguida começava a olhar a minha volta, reconhecia algumas pessoas a minha volta, faziam parte da célula da Senhora Katharine. Quando olhava a minha frente estava ela, aquela mulher maravilhosa, uma das muitas importantes da minha vida, com o seu olhar sério analisava meu corpo por completo. - Sua postura esta errada garota! É assim que quer impedir que mais pessoas passam pelo que você passou? Ela se aproximava de mim desferindo um soco, rapidamente bloqueava fazendo um “X” com meus braços mas era empurrada para trás.

Agora lembrava aonde estava, era um dos muitos treinamentos que minha mestra fazia entre as viagens de ilhas em ilhas, sentia falta da minha mestra, mas sabia que a mesma tinha me enviado para o East Blue para poder trilhar meus caminhos na grande causa revolucionaria sem estar em sua sombra. - Logo Logo estarei enviando você até a ilha de Grambos, fiquei sabendo que aquele velho bêbado estava precisando de ajuda! Ela dava uma pausa se aproximando de mim. - Só irei te enviar quando tiver certeza que poderá lutar com garra! Para assim não ser um peso para seus companheiros! Lembre-se o campo de batalha é imprevisível, mas se tiver confiança em seus companheiros e eles em você, poderão lidar com qualquer dificuldades! A mestra falava dando as costas para mim e assim sua imagem começava ficar longe, até ficar tudo escuro.

Fim do sonho


Abria meus olhos e via um ventilador rodando bem de vagar, não fazia a mínima ideia de onde estava, olhava para o lado e via a luz do sol entrando pela janela, naquele momento levantava meu corpo para que pudesse ficar sentada, sentia dores em todos os meus muculos, franzia a testa de dor. Olhava ao meu lado e via tanto o Major quanto o Garfield deitados em colchões mais afastados. “Já é de manha, quanto tempo será que fiquei desacordada? E aonde estamos?” Estava preocupada, não sabia se aonde estávamos era um lugar seguro, muito menos por quanto tempo estávamos ali. Olhava para meu corpo e via faixas e curativos por toda parte. “Alguém cuidou da gente, certamente não foi a marinha!” Pensava enquanto via que Garfield também estava enfaixado, o mesmo na real parecia uma múmia, ao ver aquilo dava um pequeno sorriso em direção ao lunático.

A porta do quarto abria, rapidamente meus olhos se voltavam para mesma, e a vista era quase tão bela quanto da primeira vez que a vi. Guin adentrava no quarto, meu sorriso aparecia na hora, a mesma com aquele tom autoritário que tinha visto dias atrás, vociferava que já estava na hora de acordarmos, e em seguida começava um belo de um sermão para nós. Mas estava aliviada, sabia que ali estávamos seguros, lembrava que Guin não tinha uma boa relação com o governo, logo a mesma não ganharia nada nos entregando.

- Não se preocupe Guin, sou eternamente grata pelo favor! Dava uma pequena pausa. - E quanto o favor, farei qualquer coisa para poder sanar nossa dívida com você! E com um grande sorriso e um olhar um tanto safado falava. - E eu não esqueci do nosso compromisso, pode apostar que quando tiver recuperada mostrarei todo o potencial de uma Amazona! Tinha dias que queria finalmente sair com aquela mulher, mas os eventos turbulentos daquela semana parecia impedir aquilo.

- Desculpa, mas quanto tempo estamos dormindo? Perguntava, pois era importante, mesmo adorando a companhia da ruiva, tinha meus deveres, tinha de reportar tudo que tinha acontecido para M-4. - Sei que deve está ocupada, mas podemos conversar em um lugar mais reservado? Ou ao menos tomar uma bebida juntas? Falaria com um sorriso amigável para a mesma, precisava saber como estava a situação la fora antes de sairmos para encontrarmos nossos companheiros. Caso a mesma aceitasse a seguiria até o local que a mesma julgasse mais reservado, mas caso contrário apenas ficaria deitada por mais algum tempo para poder reunir mais forças para levantar, a final a cada movimento que fazia sentia meu corpo doer. “Espero que M-4 tenha conseguido usar nossa distração seja lá pra que ela queria isso!” Pensava olhando para os outros dois na sala que estavam completamente acabados. Caso saísse do quarto com Guin, viraria para Garfield falando. - Grandão, não esqueça que eu to te devendo uma bebida, tenho um assunto muito importante para tratar com você! E assim sairia seguindo a ruiva.
Katharine:
 

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptyTer 21 Jan 2020, 18:18



O plano até parecia simples, mas ao mesmo tempo sentia uma certa dificuldade tinha algo que não batia, bom, mas também eu poderia estar errado. “Espero que eu esteja errado.” Não tinha medo, só, não queria que a diversão terminasse. Eu observava o major falando sobre os equipamentos e ficava com uma impressão ruim. “Caramba, como uma organização dessa que planeja roubar carregamento não tem nada!” Aquilo era hilário de mais, até para mim, sentia ou um mal preparo dos Revolucionários ou digamos que falta de planejamento. “- Só digo uma coisa para você Major.” Faria uma pausa com um sorriso carismático no rosto e então diria. “- Planejamento.” Bom antes uma corda do que nada, já iria ajudar e muito. Bom o jeito era seguir rumo a missão e tentar melhorar nas próximas, quem sabe com mais experiência as coisas se tornem mais fáceis, ou até mesmo confiança, ainda sinto que não há confiança uns nos outros. “Huahuahua somos por enquanto apenas membros da mesma organização, só que ainda há um sentimento de solidão Huahuahuauhaua Precisamos quebrar isso e logo.”

Olharia por todo hotel, antes de entrar era no mínimo curioso, assim como olharia o movimento pelas ruas da cidade. Tinha uma escada de incêndio, como único ponto de fuga ou janela para os corajosos. “Se eu estivesse sendo perseguido pela marinha por onde eu sairia do Hotel.” Levaria minha mão levemente ao rosto enquanto pensaria, acompanhando Duncan. “Um talvez com minha acrobacia, quando todos entrarem no hotel, eu possa sair pela janela, tipo pulando de galho em galho, preferencia próximo a escada.” O cabo não havia levado sorte na negociação, referente ao pagamento dos quartos, então no caminho até a comodidade eu falaria com o cabo bem baixinho no ouvido dele. “- Pechinchando, não sabia que tu é Zé Mindongo. Me diz uma coisa, todos vivem na miséria?” Me afastava com um sorriso no rosto, mas é a impressão que eu tinha do exército no momento, não tinha armas, cordas, mal conseguia pagar alojamentos, se vestem mal, aparentam estar sujos. “Gwhahahaha e eu achando que eu estava mal.” Ao abrir a porta do quarto, meus olhos até brilhavam.

Olhos Brilhando:
 

Me sentia até um rei, nunca estive num quarto tão arrumado e confortável, sempre dormindo em espeluncas e muitas vezes até na rua. “Eu mereço, de a mim toda a glória.” Enquanto olharia as nuvens se formando pela janela, diria com um sorriso confiante no rosto. “- Ventos, tragam a tempestade, para que hoje ela caia sobre o seu destino.” Bom o hotel era até que grande, tinha três andares e isso provavelmente inúmeros quartos, então ainda teríamos que encontrar os membros da Torch, isso seria um problema talvez. Então começaria a pensar em uma maneira de explorar aquele Hotel, iria ter que pensar em algo legal e divertido. “Bom é hora de socializar com as pessoas Huahuahuaha” Não sabia se o líder da missão tinha alguma ideia melhor, mas aparentemente ele não é de falar muito e eu já sou falastrão de mais. “- Ei!!! Precisamos explorar esse hotel para encontrar as pessoas ... se ta ligado né.” Faria uma pausa animada e depois completaria. “- Mas antes ... cai entre nós. ... Eu sou bonito pra caralho né?” Bom pode até parecer que eu tenho uns parafusos a menos na cabeça, mas eu era muito mais inteligente do que mostrava. “- Bom voltando ao que interessa, não podemos só simplesmente sair batendo de porta em porta, pois isso seria muito suspeito ou estranhamente estranho hahaha.” Faria uma pausa bem rápida e em seguida, diria o que eu estava pensando. “ - Bom, estava pensando em disfarçar de alguém do hotel, mais fácil bater de porta em porta, oferecendo serviço de quarto, qualquer coisa, só pedir desculpa e dizer que foi no quarto errado. Há duas maneiras, uma é conseguindo uma roupa na lavanderia e a outra é chamando alguém aqui e tomar a roupa dele.”

Minha primeira ideia era colocada em prática então, verificaria se tinha minhas outras roupas comigo, ou, alguma coisa como lençol da cama. No caso do lençol eu embolaria bem para ficar algo discreto e então caminharia até a lavanderia do Hotel. “Normalmente fica no piso inferior, bom, mas vamos procurar. Em todo caso é bom que eu já mapeio os andares, vamos começar pelo piso 1 mesmo.” Então começaria a caminhar pelo local, verificando se há indicações de lugares. Faria meu máximo para não chamar muita atenção o que normalmente é um pouco difícil para mim, porém não custava nada tentar olharia todos os cômodos. Assim que encontrar verificaria se tinha outras pessoas no local, sorria e com uma voz carismática cumprimentaria. “- Boa Tarde(Dia), parece que vai chover!” Então como quem não queria nada, começaria a colocar o que eu tivesse na mão para lavar, misturando com outras, assim deixando no ar o que era meu ou não. Olharia discretamente para ver quantas pessoas haviam ali no local. Se fosse só uma tentaria arrancar algumas informações para não fazer nenhuma besteira, meus movimentos eram friamente calculados. “- Está hospedado aqui quantos dias Sr(Sra)?” Sendo um hospede do hotel, as coisas ficariam mais fáceis então começaria minha atuação, mantendo a postura de cavalheiro, digna até de um mordomo então eu diria. “- É uma honra tê-lo(a) em nosso hotel, espero que esteja bem acomodado se precisar de serviço de quarto pode me chamar, estou sempre as ordens, meu nome é Alfredo.”

No caso da pessoa que estivesse ali fosse alguém do hotel então já puxaria um assunto mais discreto, já que já havia conseguido a informação que eu queria. “- Legal, quanto tempo trabalha aqui já? Dá para levantar uma grana?” Ouviria a resposta do mesmo atentamente, para informações futuras, vai que essa parada de Revolução, não da grana e nem umas gatas aí fica difícil ser revolucionário. No fim meu objetivo era conseguir as roupas, assim que desse um certo tempo eu iria buscar meu lençol, sem tirar da máquina eu colocaria roupas de funcionário, ou terno, algo que aparenta de alguém que trabalhe no Hotel e colocaria no meio do meu lençol na sequencia dobraria o lençol tampando as roupas, digamos que enrolando tudo, só que as roupas no meio de um jeito que quando eu tirasse de lá fosse possível ver somente o lençol. “- Até mais!!!” Sempre com o carisma lá em cima falando então sairia com minhas coisas e voltaria para o quarto onde eu estava hospedado. Entraria no quarto e fecharia a porta com tranca e se Duncan estivesse lá apenas diria. “- Consegui.” Desenrolaria o lençol mostrando a roupa dentro dele, com isso era hora de começar a me disfarçar para achar os funcionários de Torch, a diversão iria começar para valer. “Isso vai ser incrível, pode ser que cause uma certa confusão.”

Começaria a me trocar então se Duncan estivesse no quarto então falaria para o mesmo. “- Olha fica como sugestão, tipo, quiser se virar, por que mesmo de cueca, só pelo volume, você vai se impressionar com jiromba do palhaço huahuahaua.” Só para descontrair, e claro para zuar. Me vestiria rapidamente, mas tomaria cuidado para não ficar desleixado, arrumaria meu cabelo, buscaria ter uma boa aparência, faria questão de não estar amarrotado e assim que terminasse de me vestir, mudaria minha expressão do rosto ficando um pouco mais sério, com um olhar calmo e sereno e jogaria as palavras ao ar, usando da minha atuação o jeito e as palavras seriam de maneira bem formal. “ - Posso servi-lo em algo?” Eu talvez merecesse um Oscar, é algo a se discutir estava pronto para ver se encontrava o quarto dos inimigos o Cabo ia atrás de cordas, no caso dele já ter conseguido, agora é comigo, pelo menos sabendo o número do quarto as coisas ficariam bem mais fáceis. No caso de não então apenas daria continuidade sozinho para ir adiantando as coisas, até porque eu estava louquinho da silva para fazer isso, era uma zueira sem limite, então começaria pelo 3º andar. Eu mudava meu jeito de andar, tirava os passos de folgado e andava com mais postura, subiria as escadas caso eu não esteja já no último andar e iria até a última porta iria fazer um Walk Down.
Tentaria ficar parecido com isso:
 

Usando toda minha criatividade começaria a bater nas portas, olharia atentamente o número do quarto e pessoa que abrir a porta e olharia discretamente para dentro do quarto do mesmo para ver se poderia observar algo. Assim que batesse na porta as pessoas que fossem atendendo eu iria falando de maneira educada enquanto colhia as informações. “- Boa Tarde(dia). Gostaria de saber se desejam serviço de quarto, arrumar camas, trocar toalhas do banheiro.” Faria uma pause e depois completaria “- Hoje também temos ótimas opções hoje de comida.” No caso ou na maioria dos casos que as pessoas disserem não mesmo, elas sendo grosseiras eu manteria minha atuação e responderia de maneira educada. “- Mudando de ideia, nos procure, estamos as ordens.” Se por motivo alguém aceitar o serviço, for apenas arrumação entraria e arrumaria deixando em perfeito estado, mas sendo troca de toalha ou qualquer coisa. “- OK, Sr(Sra) Já retorno com as limpas.” Dependendo da pessoa nunca mais iria me ver na vida. “HAUHUDHAUHDUAHDUA ISSO É TÃO DIVERTIDO.” Mesmo que por dentro esteja mijando de dar risada, por fora eu manteria meu papel e faria isso de quarto em quarto.

Bom se por algum motivo tivesse alguma mulher muito bonita nos quartos em que eu fosse passando eu não resistiria e então perguntaria para a mesma. “- Arrumo meu quarto e quartos por aí e sempre acho que está faltando alguma coisa.” Colocaria a mão sobre o queixo fazendo uma expressão de pensativo, no caso dela responder “O que” Eu a responderia logo na seguida, mas caso ela não fale nada, responderia como se estivesse lembrando de algo. “- Ahhhhhhh você.” Por mais bobo que eu fosse uma coisa eu tinha que admitir, essa foi genial. “Caralho mano, essa ... foi foda, até eu me gamei em mim.” Daria uma piscada e sairia para continuar com a minha missão. Em caso de eu localizar os membros da Torch eu marcaria bem o quarto então puxaria um pouco mais o assunto. “- Senhores (Senhoras), hoje para nossos hospedes estaremos servindo um prato especial, a moda da casa, gostariam de experimentar? Vocês não serão cobrados, mas por favor apenas fale bem, para nos ajudar.” Se eles falassem que sim, diria que já retornaria com o prato e voltaria para meu quarto, pois a parte bruta era com Duncan o sequestrador de Jiromba.
Citação :

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Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras:
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Objetivos e OFF para Narrador



Objetivos:
 

Off:
 



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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptyQua 22 Jan 2020, 02:41


Antes de partirmos Delrir respondia mais algumas perguntas levantadas por mim e por meus companheiros. A maioria das respostas, infelizmente, só serviam para confirmar o quanto a causa revolucionária era fraca e precisava de recursos naquela ilha.... Ou o quanto a Marinha liderada pelo tal Cruzis era poderosa ali. Sem perder a motivação, eu simplesmente adicionava mais alguns gastos aos meus cálculos antes de sair daquele lugar.

Chegando no hotel após um caminho tranquilo, não notava nada além do esperado naquele local, na verdade a quantidade de informações que conseguia chegava até a ser um pouco abaixo das expectativas. Nenhuma aglomeração de marinheiros, nenhum dos funcionários Torch a vista, poucas rotas de fuga… No fim, era realmente algo rotineiro. Duvidava cada vez mais que o próprio Torch pudesse embarcar com o carregamento, o que tornava a missão de Seshiro simplesmente em suicídio, mas ainda era melhor prevenir que remediar.

Ia até a recepção e pedia a reserva de um quarto, o preço não era nada extravagante mas eu tentava negociar mesmo assim, sem sucesso. O palhaço, sem perder sua oportunidade, fazia um comentário - Não exatamente. Eu trouxe algum dinheiro comigo antes de me juntar e, como você viu, as coisas são melhores na sede. O problema é que desde que cheguei em Loguetown tudo tem saído do meu bolso, a situação não está boa aqui, então é bom tentar economizar - Respondia a Faust sem tentar ser muito direto em minhas palavras quando me referia ao Exército Revolucionário, afinal, as paredes tem ouvidos.

Ao chegarmos no quarto eu via os olhos do palhaço realmente brilharem. Era engraçado toda aquela reação, mas eu tinha um sentimento um pouco melancólico ao perceber o quanto eu sempre fui privilegiado. Para mim um quarto assim era bem simples, e ver Faust agindo daquele jeito ao entrar me fazia pensar em como a desigualdade no mundo poderia ser gritante. No fim, mesmo em meio a toda a melancolia, dava uma risada com as ações do soldado enquanto fechava a porta do quarto.

Olhava pela janela enquanto o palhaço terminava de aproveitar o local. Nada muito fora do comum do lado de fora também, conseguir pistas sobre algo tão rotineiro seria mais difícil do que eu havia pensado anteriormente. Por fim, ouvia a voz do coringa me chamar e olhava para meu companheiro de quarto, ele parecia estar pronto para seguir em frente com o plano - Lavanderia, com certeza - Respondia as opções que ele colocava, e ficava aliviado ao ver que ele se predispunha a cuidar daquela parte.

- Ótimo então, eu sairei por um tempo para comprar os materiais que precisamos. Não se esqueça da sua chave, deve precisar se trocar. Te encontro aqui - Com tudo isso dito, pegaria minha própria chave e sairia do hotel após trancar o quarto. Continuaria prestando atenção nos arredores durante a saída, para o caso de encontrar um funcionário ou alguma outra coisa fora do comum. Buscaria por uma loja onde fossem vendidas cordas, precisava de algumas bem resistentes.

Vejamos… Supõe-se que sejam em média 3 funcionários, então levarei 4 cordas pra garantir. Uma mochila pra guardar tudo isso também. Não vai ser barato...” Suspirava decepcionado com a velocidade que meu dinheiro ia sendo gasto naquela ilha. Talvez depois eu precisasse pedir um aumento a M-4. Ao encontrar uma loja, faria o pedido pelos itens já citados. Caso não fossem vendidos na mesma loja, daria prioridade a comprar a mochila primeiro em outra loja e depois ir novamente atrás das cordas “Ah, mordaças!” Me lembrava da necessidade de mais um item, e para suprir essa necessidade procuraria por pedaços de pano resistentes e grandes o suficiente para serem amarrados no rosto de alguém. Minha busca inicial seria por pedaços de pano ou toalhas de rosto, mas caso não encontrasse nada disso, procuraria por bandagens (que poderia doar as que sobrassem para Lenora e Katie) ou por peças de roupa não muito caras. Em todo caso, compraria um mínimo de 4 para que pudesse amordaçar todos os funcionários.

Com tudo comprado e devidamente guardado na mochila eu voltaria até o hotel. Iria até o meu quarto sempre prestando atenção nos arredores e, ao chegar, bateria antes de abrir a porta para garantir que não encontraria o soldado em meio a sua troca de roupas. Em todo caso, não tinha tempo a perder e entraria de qualquer forma um pouco depois de bater. Feito tudo isso, me sentaria na cama e esperaria que o soldado reportasse suas descobertas, enquanto isso eu checaria os materiais comprados e, periodicamente, olharia pela janela para analisar o movimento do lado de fora do hotel.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptyQua 22 Jan 2020, 19:00

Ficava triste ao saber que as pessoas que poderiam nos ajudar estavam presas. Sempre fui pobre, sempre morei nas ruas, às vezes nem tinha o que comer. Mas sempre fui livre. Talvez por isso valorizasse a liberdade mais do que tudo. Ser privada dela era algo que poderia me enlouquecer.


— Não se preocupe, Major. Vamos dar um jeito de resgatar nosso companheiros.


A missão de recuperar armas, para nos dar uma nova chance de defesa, ganhava um novo contorno para mim. Não queria permitir que tais pessoas ficassem presas. E com esse novo ânimo, iniciei meus preparativos. Do jeito que dava, montei o projétil sinalizador. Por fim, entreguei a arma nas mãos do Major, dizendo:


— Seshiro-sama, essa bala não terá o efeito chamativo visual que eu gostaria, infelizmente. Mas o barulho no disparo será alto o suficiente para atrair a atenção de todos por perto. Por favor, cuidado. Só use se realmente precisar e se vir que possui uma rota de fuga. Nenhum homem ficará privado de sua liberdade. Me prometa!


Aguardava sua resposta para, então, soltar a arma em sua mão. O problema tornava-se depois. As roupas diferentes que o Artista possuía não estavam conosco. Haviam ficado em Conomi ou no navio. O problema é que isso limitava muito minha possibilidade de disfarce. Fiz o que podia e fui encontrar-me com Seshiro novamente. Antes de vê-lo, porém, era interceptada por Derlir que dava-me as informações de como encontrar Duncan e Faust no hotel. Agradeci-o e ouvi a fala de Seshiro. Não havia como negar as verdades de suas palavras. Com as mesmas roupas, meu disfarce rapidamente cairia por terra. E foi quando uma garota dava-nos uma nova esperança. Com um novo sorriso, aceitei prontamentesua proposta.


— Seria ótimo! Venha, vamos nos trocar!


Minha animação, por hora tímida, voltava. Em um local reservado, trocaria de roupa com a garota, colocando seu vestido e calçando sua bota de salto alto. Os detalhes combinavam com o que eu queria me passar por: uma ricaça excêntrica. O único detalhe que gostaria de arrumar era sobre o laço de cabelo. Usá-lo daquela forma não combinava tão bem com minha personagem. Se a nova garota não se importasse, o amarraria de forma a cobrir a maior parte de meu cabelo, deixando apenas a parte longa de minhas madeixas soltas. Do contrário, amarraria da mesma maneira que ela. Pegando sua bolsa, guardaria os dardos de minha besta ali dentro. A minha arma, por outro lado, seria amarrada com o meu cachecol à minha coxa esquerda, na parte medial dela. O faria de tal jeito a não atrapalhar a minha mobilidade, mas ainda assim garantir firmeza, para que não corresse o risco dela cair durante meu caminhar. Pelo fato do vestido ser volumoso, não havia perigo de notarem uma massa diferente em minha coxa. Uma vez pronta, caminharia alguns metros e daria uma leve corrida em outros, para garantir que amarrara corretamente. Após isso, viraria-me para a minha salvadora, dizendo:


— Muito obrigada pela ajuda! Sem sua ajuda meu disfarce estaria arruinado!


Com os preparativos prontos, caminhava na direção do hotel. Já dentro da personagem, andava com elegância e fineza, sem pressa, como se possuísse todo o tempo do mundo. Guarda-sol aberto sobre minha cabeça, não só me protegendo do sol como também jogando sombras em meu rosto, dificultando a visão perfeita de quem tentasse me enxergar. Eu estava confiante de que a mudança de personalidade, aparência e atitude impediriam qualquer um de me reconhecer. E essa confiança dava-me um ar ainda mais imponente.


Finalmente, ao chegar ao hotel, caminharia com leveza e serenidade até a recepção, não sem antes fechar o guarda-sol.



— Foi isso que eles conseguiram arrumar? Tsc.


Falava para mim mesma, em tom de desprezo, sem preocupar-me em baixar a voz. Por fim, chegaria até o atendente, falando-lhe:


— Meus criados Hank e Jason alugaram um quarto para mim mais cedo. Qual é ele? E não há ninguém hospedado no mesmo andar que eu, né? Fui bem clara com eles que não gosto de trombar com desconhecidos no corredor!


Revirava os olhos, como se estivesse visivelmente irritada. Em minha experiência, as pessoas costumavam ficar nervosas quando estavam perto de alguém de alto prestígio financeiro e tendiam a seguir ordens sem sequer raciocinar em cima. Eu não sabia em qual dos três andares estava nosso quarto e tampouco sabia onde estariam os marines. Entretanto, ao perguntar se não havia mais ninguém no mesmo andar, poderia começar a deduzir alguns detalhes. Se o funcionário respondesse que estávamos sozinhos no andar, poderia deduzir que os marines estavam no terceiro ou no primeiro andar.  Entretanto, se dissesse que haviam outras pessoas no mesmo andar que eu, olharia para ele, com um ar incrédulo, respondendo:


— Não é possível que esses IN-COM-PE-TEN-TES esqueceram de frisar isso! Onde há menos pessoas? No primeiro ou no terceiro andar? Transfira o MEU quarto. E eles vão ouvir quando for até eles.


Novamente usaria desse artifício para poder, a partir daí, eliminar algumas possibilidades. Em minha mente já imaginava que os nossos alvos ficariam no último andar, já que era de onde poderiam ter a melhor visibilidade de dentro do hotel. Mas só poderia confirmar isso depois. Uma vez com a negociação realizada, iria para o quarto onde Faust e Duncan encontravam-se. Caso me fosse cobrado algum valor, fosse por transferir o quarto ou por outro motivo, responderia:


— Pode deixar que falarei para meus criados virem aqui acertar com você. Onde já se viu, esses inúteis não conseguem fazer um serviço direito. Pff!


E sairia, determinada, sem dar chance para que minha autoridade fosse questionada. Quando chegasse no quarto, bateria na porta e esperaria que fosse aberta. Uma vez lá dentro, daria uma piscada para os dois, para que entendessem que eu estava acenando, e então começaria a falar, quase gritando:


— Isso foi o melhor que conseguiram arrumar? Eu pedi um hotel no centro da cidade, mas, por deus, o lugar é uma espelunca! Espero que façam as coisas certas quando eu mandar!


Em seguida, daria um sorrisinho travesso pondo a língua para fora, antes de sentar na cama. Era hora de falar com eles o que eu descobrira do hotel até então.


[quote]
Contagem

Posts: 8
Ganhos: Arma de fogo
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção


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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptyQua 22 Jan 2020, 22:02


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Consigo apenas me lembrar, naquele tempo, andar em direção ao bar de Guin, com os ferimentos perdendo o efeito da adrenalina e voltando a doer, muito mais do que antes doía. Minha visão estava turva e perdi completamente a memória quando Azura me ajudou a ficar em pé — não que eu precisasse, porque andar até o bar é muito mais simples que enfrentar soldados das sombras, tarefa simples, é claro. Tudo voltou ao escuro, não via Sol e nem silhuetas dessa vez, apenas uma voz muito familiar de fundo. A voz parecia onipotente, e dizia a mim: — Parabéns, minha criança. — Em algum momento da minha vida tinha certeza de ter ouvido tais palavras antes, só não conseguia me recordar de onde vinham. Conseguia ouvir meus passos e algo como água pingando, não parecia ser chuva, parecia ser um derramamento. Meu corpo novamente se tornava etéreo, muito mais leve que o normal, e a grande voz se fragmentava em dezenas, que formavam um coral de alguns minutos.

Coral:
 
Durma meu filho, eles não conhecem suas guerras
Embora sejam eles, por quem você está lutando.

Cante meu filho, culpe o mundo não mais
Sempre dê sentido ao seu esforço.

Aqueles sorrisos inocentes, risos valem a pena
Cada lágrima derramada
Cada gota de sangue sangrou.

Durma meu filho, eles não conhecem suas guerras
Embora sejam eles, por quem você está lutando.

Louve e cante meu filho, não culpe mais o mundo
Sempre dê sentido ao seu esforço
Todos nós apontamos para a felicidade
Embora nossos caminhos possam divergir.

Logo quando começava a me entreter com a música, tudo desmoronava e perdia completamente a consciência, com uma espécie de ruído de porta no fundo. No mesmo instante, ou pelo menos parecendo ser o mesmo instante, abria meus olhos e erguia meu tronco no susto. Respirava ofegante e olhava para os dois lados, rapidamente bradando: — AZU... AI! — Colocava minha mão na parte superior do meu corpo e me deitava novamente, tateando meu corpo e notando que estava todo enfaixado, e cheirava a sangue. Meus ferimentos ainda doíam muito e estava mais enfraquecido que da última vez que me encontrava sangrando em um local de sono. Enxergava Guin abrindo a porta, então, sorria. Mesmo que machucado, tentava me pôr em pé e sorrir, para ao menos parecer estar bem, mas a tentativa era falha e sequer conseguia levantar meu corpo para me sentar sem sentir fortes necessidades de voltar a deitar. Seu sorriso porém era um cavalo de tróia, pois acompanhado a ele, um "blah blah blah" existia. Não prestava muita atenção, só estava muito grato de ver Azura logo ao meu lado, viva e minimamente bem, ficava muito grato por Guin aparentemente nos ter ajudado.

Quando via a ruiva ficar séria, não pude deixar de gargalhar, ainda que meu peito e ombro estivessem doendo muito de maneira aguda e linear. — Hahaha-- ai! Ughn... — Gemia de dor por ter rido. — Você é única, Guin. Alguém já disse isso a você alguma vez? — Estava sereno novamente, aliviado pela situação ter sido um sucesso mas não surpreso, porque toda situação na qual estou incluso tende a ser um sucesso, de qualquer forma. — Juro aos céus e ao Sol que você será recompensada por ser boa samaritana. — Sorria de maneira sincera. Respirando melhor, virava para o outro lado, e via Creg deitado, também enfaixado. Algo atingia meus nervos e me levava a lançar um breve olhar de desgosto ao major, que não durava muito. Meu rosto se suavizava cerca de momentos depois, junto com isso vinha um sorriso e um suspiro. — Ah, Creg... — Dizia, olhando principalmente para o braço do homem e me lembrando da situação incômoda na qual haviamos passado. — Antes de atacar um ser sombrio, deve primeiro colocar sua fé na luz. Assim, não será atingido de surpresa, pois saberá que estará protegido por Ele. — Proferia as sábias palavras e reconhecia que logo mais ele guardaria sua arrogância para si, tornando-se uma pessoa melhor, até mesmo um aliado oficial do Sol.

Notava o pedido de Azura para tomar algo com Guin, sentia inveja ao imaginá-la tomando um refresco, ainda mais se este fosse de laranja. Com saliva na boca, diria a mim mesmo, sussurrando: — Você é GARFIELD HENRYFORD, não deixará a sede te matar. Matará a sede primeiro, a matará sem a necessidade de tomar algum líquido. Sim, sim, será muito fácil... você não precisa disso... — Os pensamentos pecaminosos da sede viriam a encharcar minha boca de saliva. Engolia apenas minha saliva numa tentativa fútil de matar a vontade de um suco de laranja. Caso Azura saísse de fato com Guin, esperaria chegar as duas chegarem até a porta, pensaria "Coragem!" e inflaria o peito para dizer: — Por obsequio poderiam me trazer um delicioso suco de laranja...? — E logo ouviria o que Azura tinha a dizer para mim. — Grandão, não esqueça que eu to te devendo uma bebida, tenho um assunto muito importante para tratar com você! — Levaria meus dedos a coçar o queixo, processando o que me foi dito. —... e ponha na conta da Azura, por favor! — Fecharia meu punho, colocaria-o paralelo com meu rosto e faria um movimento vertical com meu braço, como quem estivesse se sentindo vitorioso por ter conquistado aquilo que queria. — Sucesso! Hunf! — Meus olhos brilhavam.

Não conseguia me levantar da cama por enquanto por conta dos ferimentos, então apenas olharia ao meu redor para ver se havia algo interessante, como outro livro daqueles de engenharia que antes eu tinha lido, ou então um brinquedo portátil, ou até mesmo algo que quicasse bem, para arremessa-lo diversas vezes na parede, como passatempo até que meu corpo melhorasse. Ouviria Creg se fosse necessário, a conversa entraria por um ouvido e sairia por outro se eu percebesse que o homem estivesse sendo arrogante de novo. A todo momento, usaria minha boa audição para tentar perceber passos vindo em direção ao quarto, o movimento de fora dele e até mesmo algumas conversas paralelas de pessoas aleatórias que se encontrariam no bar, por pura vontade de julgar moralmente as conversas alheias, tal ação popularmente conhecida como fofoca.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySex 24 Jan 2020, 05:18


Narração
Sensação térmica: Quente
Céu aos poucos se fechando
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "quarta" - horário comentado no post
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" começo de tarde

Azura e Garfield
Com a entrada e a "bronca" que Guin dava neles, ambos acabavam por se divertir com a situação. Natural, estavam seguros ali e tratados. Todos os dois falavam alguma coisa quanto a fala da ruiva, mas curiosamente, a mulher preferia responder Garfield a responder Azura. - Oh grandão, você não imagina o tanto que falam que eu sou única. - O tom de voz malicioso era claro para Azura, até mesmo porque a moça começou falando olhando para o pernas longas, mas enquanto falava virava-se para encarar Azura. Talvez pular na mulher ali não fosse uma ideia ruim, porém, com um pouco de consciência ainda a jovem se controlava. - De qualquer forma, vocês dormiram por mais de meio dia, agora são duas da tarde já. - Respondia Guin.

Enquanto Azura se levantava e preparava para ir com Guin, Garfield ficava falando algumas coisas inaudíveis para as duas. Só que o pernas longas não podia deixar só por aquilo, estava com sede e pedia algo para beber enquanto via as duas saindo.

Ferimentos escreveu:
Azura
Corte cicatrizando, pode retirar os pontos em 1/6 posts
Tiros tratados, vão parar de incomodar/doer em 1/6 posts

Garfield:
Basicamente todo o tronco está enfaixado, sentindo uma dor linda. A dor passará em 1/6 posts
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 1/8 posts
Após a dor passar e a retirada das faixas, verá que está com uma nova cicatriz que vai do ombro esquerdo até o umbigo


Azura
Azura e Guin andavam por um pequeno corredor e logo a revolucionária se via no Pub que Guin era dona. Via que, como sempre, o local estava cheio de mulheres, apesar de existir alguns homens por ali que provavelmente não conheciam o gosto da dona do local, ou simplesmente queriam beber e comer em um local que a marinha não interferisse.

- Não vou perguntar quem você são. - Ouvia Guin falando enquanto tirava uma bebida e oferecia para Azura. - Mas não vou aceitar ficar no prejuízo, como vocês parecem aceitar isso de forma tranquila, precisamos fechar algum acordo. - Falava a moça com um sorriso no rosto. Parecia que ela ia continuar falando algumas coisas, mas acabava se focando na pessoa que estava entrando no local.

Era uma imagem interessante, Azura facilmente reconhecia M-4, mas por algum motivo a pequena não estava com suas roupas comuns. Estava com um gorro e com uma roupa que claramente era para uma pessoa maior do que ela. Animada, via a loira indo até ela. - Não sei porque não vim aqui primeiro. - Falava ela se sentando do lado de onde Pendragon estava. - Estou te procurando tem mais de uma hora já. - Complementava a baixinha. - O que aconteceu ontem? E onde estão aqueles dois? - Pelo tom da voz que ela perguntava, parecia que ela queria alguma resposta não tão direta, não parecia que ela confiava em Guin ou nas outras pessoas que haviam por ali.


Garfield
E assim ali ficou esperando o pernas longas sem ter nada para fazer além de observar o teto girando lentamente. Isso até que Creg acordasse. O homem se colocava na posição de sentado com bastante dificuldade, apesar disso, Garfield ouvia ele falar. - Incrível o tanto que já estou melhor. - O major estava mexendo o cotoco que um dia fora seu braço, ele não parecia tão triste olhando para o membro faltante, apesar do tom em si de sua fala ter sido deprimente.

Creg olhou para Garfield e com um tom de voz triste acabava por falar. - Obrigado por ter me salvado ontem. - Ele usava o único braço que tinha para retirar uma medalha de seu bolso e mandar para o pernas longas. - Essa é a minha medalha, mas pode ficar para você como um gesto de reconhecimento por tudo que você fez por mim ontem. - Falava ele, a medalha era bem simples. - Ela é igual a outras medalhas que nós entregamos para a maioria dos cabos. Representa que você fez três missões pelo exército revolucionário. - Dizia ele e com aquilo Henryford via o major se esforçando para levantar. O braço faltante fazia falta e por isso ele acabara caindo algumas vezes no colchonete que estava.

Quando finalmente o major conseguira ficar em pé ficava clara a falta de força que estava graças a falta de sangue. Creg havia perdido litros de sangue e parecia um milagre ele estar simplesmente vivo. - Isso me lembrou algo que deveria ter feito ontem, mas acabei esquecendo. Peço perdão, minha cabeça não está das melhores ultimamente. - Falava ele. - Garfield Henryford, eu Creg Grant, te nomeio cabo do exército revolucionário. - Ele esticava seu único braço para um aperto de mão com o pernas longas. - Essa é a primeira promoção que você pode receber, mas eu tenho a estranha sensação que você e seus colegas vão longe. Não contente-se com ser um cabo, nem mesmo um major. - Apesar de toda a situação, algo soava estranha para o pernas longas naquele discurso, parecia, pelo tom de voz, que o major estava se despedindo. Despedindo do que era difícil saber, pois o homem fraco como estava acabou desmaiando e caindo meio no seu colchonete, meio no chão.


Faust e Duncan
A diferença entre os dois era gritante, não só pelo modo de agir, como pelo modo de falar e o modo de pensar. Um veio da pobreza extrema enquanto o outro veio da riqueza. Mesmo assim, os dois estavam ali com o mesmo objetivo, e, por isso, precisavam agir em conjunto para descobrirem mais coisas sobre aquele hotel e onde estariam os funcionários de Torch naquela confusão toda que havia por ali. Talvez por existir toda essa diferença, talvez por não confiarem tanto um no outro, acabavam decidindo que cada um faria uma coisa ali naquele primeiro momento. O palhaço iria se concentrar em uma tarefa de infiltração meio arriscada enquanto Duncan iria comprar alguns materiais que ajudariam na hora de lidar com quem teriam que amarrar.


Faust
Com o aval de poder procurar pela lavanderia e por algum uniforme do hotel, Faust saía do quarto e começava a sua busca de forma calma a partir do primeiro piso. Saindo de seu quarto viu que não havia ninguém no corredor e conseguiu descer tranquilamente as escadas com aquele amontoado de lençóis, algo que percebeu ao fazer isso é que havia do lado da escada no primeiro piso uma porta daquelas bem típicas de escadaria de prédio. Independente disso deu uma pequena volta pelo primeiro andar, não havia ninguém por ali tampouco que lhe chamasse a atenção com exceção da velha da recepção.

Percebendo que ali só perderia tempo, o palhaço aos poucos olhava a sua volta e entrava pela porta para descer ainda mais. Acabando por cair onde realmente queria, ali parecia claramente o local onde lavavam-se tudo, pois já ouvia o barulho das máquinas de lavar e das secadoras enquanto descia as escadas. Percebia que havia por ali funcionários do hotel, bem, meio óbvio. Inclusive, quando via o homem chegando com lençóis, uma imediatamente ia em sua direção para pegar todo aquele pano. - Senhor! Não se incomode com isso. - Falava a moça tentando retirar os panos da mão de Faust. - Se alguma coisa sujou nos chame que iremos atendê-lo o mais rápido possível. Qual quarto o senho precisa de um lençol novo? - Indagava a faxineira do hotel prestativa. Afinal, não havia motivo algum para ela deixar o hóspede fazer aquele tipo de trabalho.


Duncan
Duncan trancava a porta enquanto saía e partia na direção da cidade. Sua tarefa naquele momento era simples. Ele só precisava comprar algumas coisas e já possuía até mesmo uma lista em sua mente. Uma mochila, quatro cordas e depois por quatro toalhas de rosto. Uma lista simples, porém, Dellumiere não conhecia muito da cidade além das poucas regiões que havia andado no dia que invadira a mansão e por isso viu a tarefa tomando-lhe certo tempo.

E nessa simples tarefa, Duncan via seu dinheiro aos poucos indo embora e o céu se fechando cada vez mais. A mochila por si só custava cinquenta mil berries, cada uma das cordas custava mais vinte mil, só nisso já havia dado cento e trinta mil berries, mais do que Dellumiere jamais havia recebido no exército revolucionário. Porém aquilo não era tudo e via então gastando mais simples oito mil berries comprando quatro toalhas de rosto bem vagabundas. Já estava mais do que bom de gastar dinheiro.

Voltando para o hotel, via de longe uma figura conhecida conversando com a recepcionista, só que a imagem parecia lhe pregar peças, talvez Lenora não estivesse tão maluca ao insinuar coisas, pois via Yumi Naomi com o vestido de M-4. Estaria ele viajando e imaginando a roupa da comandante em sua subordinada naquele momento? Bem, independente disso, ouvia as últimas palavras da velha recepcionista para ela, algo como "preferência de andar?".


Naomi
Seshiro garantia para Naomi que iria tomar cuidado, a menina estava tão preocupada com o major que parecia realmente que eram um casal. Só que o casal era interrompido pela pequena loira que tinha uma proposta para Yumi. A jovem aceitava a troca e logo se via com roupas bem diferentes, mais chamativas do que tinha em mente, e menores também, a loira era menor do que ela e por isso o vestido não chegava até o chão igual chegava com a dona do vestido. Só não era curto o suficiente para não tampar a arma, então quanto a isso Naomi podia ficar tranquila.

Quando estava realmente pronta, via o major Seshiro conversando com a loira na porta do local. As roupas de Yumi ficavam estranhamente grandes nela, a pequena parecia uma mendiga que recebera roupas de alguma pessoa gente boa. - Bom que conseguiram informação então. Se tudo der certo nos veremos já no navio partindo para a Grand Line. - Ouvia a baixinha falando com o major. O homem parecia atento as palavras dela. - Sim, tudo dará certo. - Falava ele e ao ver Naomi se aproximando e agradecendo a loira acabava por complementar. - Não é a toa que M-4 foi promovida para comandante. - Apesar do tom animado do major, via que a tal M-4 não gostava muito do comentário e partia sem nem se despedir.

Com a situação resolvida de certa forma, Yumi pôde partir na direção do hotel. Ela já possuía o papel que faria em mente, só não poderia imaginar que aquilo sairia de forma tão errada no momento de realmente atual. A velha mulher que estava na recepção olhava para a jovem naquele pomposo vestido falando e falando e então, quando pode responder falava algo bem simples. - Olá senhorita. Seus "criados" não falaram nada de um quarto para a senhora ou qualquer outra dessas coisas que você está falando. - Ela dava uma pausa vendo que a mulher a sua frente estava nervosa, mas a velha recepcionista continuava firme e comentava com um tom mais raivoso, talvez não gostasse da forma que Naomi estava interpretando, afinal, ela criticara aquele hotel abertamente. - Nós aqui só aceitamos pagamento adiantado e o seu criado tentou até mesmo pechinchar para deixarmos mais barato. Talvez devesse pagá-los melhor, assim fariam um serviço mais adequado. - Ela dava uma pequena pausa para respirar e tentar se acalmar um pouco. - Como ele não reservou um quarto, podemos pegar um para você agora. Possuí alguma preferência de andar? - Perguntava a velha claramente querendo que a revolucionária simplesmente fosse embora, mas cliente não era algo que você poderia simplesmente mandar embora.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySex 24 Jan 2020, 08:42


Me sentia um pouco desconfortante com a Bronca que a bela Guin tinha dado na gente, mas sobre tudo estava muito mas muito feliz, por ter enfim conseguido uma luta digna, só Deus sabe qual foi a última vez que alguém tinha conseguido me dar tanto trabalho assim. “Talvez a senhora Katherine!” Pensava olhando para o teto, oque me fazia lembrar do sonho que tive com a mesma, a saudade era real, fazia muito tempo que não via minha mestra, ou recebia notícias da mesma, depois de me enviar para o East Blue, não fazia a mínima ideia de onde ela poderia estar.

Mas aquilo não era importante, estava de frente a uma bela mulher, segura, tratada, só oque tinha de fazer era buscar informações para enfim tomarmos uma decisão do que fazer dali em diante, olhava para meu corpo enfaixado, e a cada movimento do meu busto sentia uma dor gigantesca em meus peitos que pareciam que seriam arrancados de mim. “Parece que ficarei um tempo sem poder fazer alguma coisa!” A situação me lembrava do que tinha acontecido com minha perna a alguns dias, mas dessa vez era um pouco pior.

Assim começava a conversar com a bela ruiva, esperava ansiosamente pela atenção da mesma, fazia poucos dias que a tinha visto, e infelizmente não tinha tido tempo para poder acertar minhas pendências com a mesma, esperava que ela não estivesse nervosa com isso. Mas pelo que aparentava a ruiva estava, parecia que eu não me encontrava no quarto, o sorriso em meu rosto logo se transformava em uma expressão seria escutando ela falar com Garfield, em seguida percebia que ela olhava em minha direção, levantava meu rosto para olhá-la no rosto quando enfim respondia uma das minhas perguntas. “Dormimos demais, Espero que esteja tudo bem na base!” Naquele momento me restava pensar se M-4 tinha conseguido fazer oque planejava com a nossa distração, já que custou um braço do Creg esperava que valesse a pena.

Assim tentava me levantar para poder seguir Guin, a dor podia ser vista em meu rosto, parecia que alguma coisa ia sair de dentro do meu peito, sem contar a dor na perna, olhava para minha coxa aonde se encontrava as ataduras. “Covardes dependendo de armas de fogo para poder lutarem comigo!” Pensava mas já estava feito, mas tinha de pensar em algo para lutas futuras, o escuto era bastante útil contra lâminas, ou armas de curta distância, mas tinha de pensar nos idiotas que usavam armas de longa distância. Enquanto isso seguia Guin pelos corredores, me apoiava pelas paredes, para tentar não jogar todo o meu peso em meu corpo que estava bastante debilitado.

Logo chegávamos ao bar, estava do mesmo jeito que me lembrava, bastante mulher e obviamente bastante gado, quer dizer homens achando que teriam chance com a dona do lugar, oque me fazia dar um breve sorriso. “Mal sabe eles que a fruta que eles gostam ela chupa ate o caroço!” Assim me sentava perto ao balcão do bar, Guin parecia animada, e fazia o certo, a mesma não queria saber quem eramos, oque era bom, quanto menos soubesse melhor para ela. A ruiva me entregava uma caneca de bebida, o cheiro do álcool fazia com que um grande sorriso pudesse ser visto de longe, minha boca estava seca, não lembrava quando foi a última vez que tinha bebido algo, talvez fora antes de sair para a missão. “Puta que pariu, já faz tempo de mais!” Pegava a caneca e dava boas goladas na mesma, o doce sabor da bebida descia pela minha garganta, fazendo eu me esquecer de toda a dor que sentia no restante do meu corpo.

Enquanto bebia, Guin falava de que não queria ficar no prejuízo, oque era aceitável, a mesma tinha salvo nossas vidas e ainda inteirou o dinheiro do médico, faria tudo para pagar a divida com a garota. Bom quase tudo, a ruiva parava de falar olhando na direção da entrada do bar, me virava no banquinho para ter a mesma vista, com o copo em minha boca via algo um tanto peculiar, rapidamente cuspia a bebida que estava em minha boca e começava a gargalhar. - Puta que pariu, roubou esse gorro de algum metido a malandro? Gargalhava das vestes da garota. - Tem que crescer mais um pouco para tá usando isso não!? A cena era bastante hilária, mas a garota não estava ali para brincadeiras.

Ela soltava várias perguntas, mas em um tom que parecia desconfiada, era certo, talvez qualquer um ali no bar poderia nos vender para a marinha, mas confiava na Guin, mas M-4 deveria manter a calma. - Vamos com calma, a situação ontem se complicou e estamos vivos graças a ela! Falaria em um tom no qual somente M-4 escutasse, mostrava para a garota que a ruiva era de confiança.

- Não sei se você tá querendo entrar em algum tipo de grupo de arruaceiros, mas você está muito engraçada com essa roupa! Dizia rindo para a garota tentando descontrair do papo e tirar a atenção de qualquer pessoa que estivesse prestando atenção na gente. Sairia do banco de vagar, ainda sentindo as dores por todo o corpo, tentava não parecer fraca na frente da garota. - Guin vou mostrar eles para ela, depois você me fala oque posso fazer para quitar nossa divida! Assim faria sinal para M-4 me seguir.

Calmamente pelas paredes me apoiando, para que não caísse no chão de dor começaria a falar bem baixo. - A situação ontem se complicou um pouco, fizemos oque foi pedido, causamos uma bagunça no por, mas fomos emboscados! Daria uma pausa perto da porta do quarto aonde estávamos dormindo. - Um sargento com uma espada enorme impediu nossa saída, acho que ele estava tentando compensar alguma coisa com o tamanho da espada, mas enfim, Creg tentou enfrentá-lo sozinho mas acabou perdendo o braço, acho que ele não estava pronto para uma missão como essa! Suspirava tomando folego, aquilo pesava um pouco, poisa sabia da situação do homem e mesmo assim deixava-o lutar sozinho contra o marinheiro. - Assim como eu, Garfield ficou bastante ferido na batalha, mas nada tão urgente, basicamente isso que aconteceu, espero que tenha conseguido usar nossa distração para alguma coisa, poque apareceu muitos marinheiros no porto! Terminava de falar mostrando o quarto para a garota.

- Bom, ambos estão ai, pode entrar para dar uma olhada neles, tenho de terminar de acertar as contas com a Guin, a final depois da luta quem deixou a gente ficar vivo foi ela, pagou todos os cuidados médicos e ainda fez com o máximo de sigilo, ela fora uma ótima aliada! Ainda me apoiando pelas paredes me viraria voltando a andar de volta para o bar, e com o canto do rosto voltaria falando. - M-4 assim que checar os garotos, estou pronta para sair daqui e voltar para a base para minha próxima missão! Assim terminaria de falar voltando a caminhar lentamente por conta das minhas feridas.

Assim que voltasse para o balcão, daria um longo sorriso para a ruiva. - Enquanto a pequena chefe está com os garotos, me diga oque posso fazer para poder acertar minha dívida com você!? Escutaria atentamente voltando a tomar da bebida que estava na caneca, esperava que fosse algo divertido de fazer para poder assim quitar aquele favor que ela tinha feito para nós.

Assim que M-4 decidisse sair dali para voltarmos para a base, sairia devagar novamente do banco. - Bom ruivinha, volto outra hora para podermos acertar TODAS as nossas pendências! Logo me virava e andaria calmamente de vagar, para evitar o mínimo de dor possível, escutaria oque a pequena tinha para falar e a seguiria calmamente, mas sempre com a guarda em alto, para saber se alguém estava nos escutando ou nos seguindo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySex 24 Jan 2020, 22:13


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Olhava para o teto enquanto descansava, mas não estava tão entediado quanto parecia estar. Os momentos de guerra foram essenciais para que eu conseguisse valorizar a paz que estava tendo. Passava a mão nas minhas bandagens novamente e começava a me questionar quem era a pessoa que tinha aparecido para mim alguns momentos antes do meu desmaio — digo, era mesmo uma pessoa? Uma entidade, talvez. Espere um pouco, não falo do Sol, falo das demais entidades, as escuras, sobretudo a que emanava luz negra. Por que alguém tão grandioso quanto o Sol estaria próximo de sombras insignificantes? Bom, possivelmente por não serem tão insignificantes quanto achava que eram, poderiam ser sombras de outros campeões, já que um deles até se pareceria comigo, pelo menos na questão da altura. Meus pensamentos então se encerravam quando acidentalmente passava a mão em uma região que doía mais que as demais, talvez por ainda estar aberta, me levando a tirar os dedos rapidamentes dali e instintivamente grunhir baixinho de dor.

Me punha sentado, agora, e pude ver Creg acordando finalmente. Estava sem um de seus braços, é claro que não pude deixar de reparar e sentir pena do intitulado que no fim estava se esforçando o quanto podia, mesmo sendo um homem tão arrogante, cheio de si. Entretanto, ele mesmo não sentia pena de ter perdido um braço, pelo menos era o que me parecia, até porque a primeira coisa que dissera fora: — Incrível o tanto que já estou melhor. — Me arrancava um sorriso. Mostrava bravura ao menosprezar sua fraqueza e dar ênfase no fato de estar bem, deixava-me orgulhoso por essa razão. — Ora, não é? Acho que mesmo assim estou melhor, afinal. Hahah! — Sabia pesar os dois lados da balança entre um braço perdido e alguns tiros seguidos de cortes, e claro, com certeza estava bem melhor que o pobre major. Minha testa estava franzida, mas meu rosto suavizado, porque não conseguia estar brincando com Creg na mesma hora de estar sentindo dó dele. O homem então prosseguia, com a voz talvez meio melancólica. — Obrigado por ter me salvado ontem. — Apenas assentia com a cabeça. Era minha obrigação como campeão salvar meus aliados e amedrontar meus inimigos, então nada mais era que um dia de trabalho comum, não merecia parabenizações — não por isso, é claro. Por outras coisas, inúmeras, aliás, ainda concordo que mereço.

Via o coitado vasculhando seu bolso com o braço que sobrava, automaticamente me refrescando a memória de que ele era muito teimoso também, mas não ficava bravo, apenas um tanto preocupado com o estado do rapaz. — Ei, Creg, para de fazer esforço, você vai aca-- — Era interrompido com algum objeto metálico que atirou contra mim. Não conseguia o pegar no ar, recolhia logo depois que caía. Analisava o objeto e percebia que era uma medalha presa em uma espécie de pano azul. — Essa é a minha medalha, mas pode ficar para você como um gesto de reconhecimento por tudo que você fez por mim ontem. — Minha atenção era cobrada por Creg, mas não tão correspondida, porque estava vidrado na medalha. Como? Por quê? Uma medalha por ter feito algo que todos em sã consciência deveriam fazer, isto é, ajudar os aliados a sobreviver em uma batalha? Por mais que eu tivesse dúvidas acerca da fonte cultural do recebimento de uma medalha, ainda a segurava de bom grado, também sentia a estranha sensação de dívida para com Creg. — Ela é igual a outras medalhas que nós entregamos para a maioria dos cabos. Representa que você fez três missões pelo exército revolucionário. — Então, entendia. Era sobre ter feito três missões, não sobre ajudar o aliado. A medalha, por ser originalmente de Creg, me era concedida por puro valor emocional, porque aparentemente ele não precisava me dar a dele, o exército revolucionário eventualmente me atribuiria. Entendendo o gesto como uma proposta de amizade, meu coração batia um pouco mais forte, me levando a sorrir e até mesmo me sentir melhor dos meus ferimentos, embora a dor ainda permeasse. — Estou muito grato e orgulhoso de você, Creg. Conseguiu quebrar minhas expectativas e... — Dizia, apertando a medalha e desviando o olhar generoso para o homem. Ao proferir as palavras, via Creg tentando se levantar e caindo algumas vezes no próprio colchonete. Como posso esquecer de uma personalidade tão teimosa quanto a dele, não? Era único. — ... e-ei! Para com isso! Vá deitar! Creg, não seja teimoso! — Me esforçava para levantar, também, mostrando ser tão teimoso quanto. Minha causa porém era nobre, queria deitá-lo novamente no colchonete, já que ele não faria isso sozinho.

Estávamos então nós dois em pé, teimosos, orgulhosos, cheios de si. Por muitas vezes me esquecia que somos muito parecidos em certos aspectos, poderia até me julgar seu braço direito: não posso, afinal, eu pelo menos continuo existindo. Enquanto segurava o riso pela minha própria piada de mau gosto, Creg era o primeiro a falar. — Isso me lembrou algo que deveria ter feito ontem, mas acabei esquecendo. Peço perdão, minha cabeça não está das melhores ultimamente. — Parava de segurar o riso porque não tinha mais necessidade. Uma incógnita surgia na minha cabeça e tomava o lugar das coisas cômicas. O que havia ele esquecido? Seria papel meu voltar para o lugar que saímos e resolver os problemas deixados? Pois muito que não. Revelava-se: — Garfield Henryford, eu Creg Grant, te nomeio cabo do exército revolucionário. — Esticava sua mão para mim, esperando um aperto. Meu coração novamente batia forte, sentia meus braços e pernas amolecerem, colocava a culpa na fraqueza do combate, não na ferida emocional do aperto. Meus músculos do rosto tremulavam, principalmente os da boca, cujos lados ascendiam e se tornavam um sorriso emotivo, uma denúncia de que até mesmo a armadura mais grossa não era párea para um ataque no coração, ainda mais no meu: o músculo mais forte de um campeão. Com os olhos e rosto suavizados, um sorriso sincero esboçado, estendia minha mão e apertava a única que lhe sobrava. — Creg Grant, não é? — Dizia. — Pois te nomearei, também. — Usando a outra mão livre, com a medalha na palma, preensava sua mão, a deixando no meio das minhas duas, como um sanduíche de mãos, a grosso modo. — Creg Grant, eu, GARFIELD HENRYFORD, o campeão do Sol, o arauto da luz, o pesadelo das sombras, o... — Notava que ali não era o momento ideal para isso. — ... ahem, certo, muito bem! Eu o declaro meu aliado, não só aliado, como também, meu grande amigo. — Sorria para ele, enfatizando sua posição por mim atribuída.

— Essa é a primeira promoção que você pode receber, mas eu tenho a estranha sensação que você e seus colegas vão longe. Não contente-se com ser um cabo, nem mesmo um major. — Assentia com a cabeça. Era um conselho muito sábio, cabia a mim complementá-lo. Longe da lucidez e da consciência de que ele estava de fato se despendindo, me empolgava e começava a falar. — Não se contente, também. Devemos nos contentar apenas em sermos aliados do... — Quando menos esperava, Creg caía no chão. Inicialmente me assustava, mas logo me preenchia com o orgulho de estar certo sobre não dever se movimentar. — Seu teimoso! Eu lhe avisei! Agora... agora... ei... — Via que não tinha reação, parecia desmaiado. Sentia uma dor imensa no peito, daquelas que não conseguia fortalecer o músculo para que passasse. Essa dor me arrancava um olhar pasmo, também me fazia ir em direção a ele e segurar sua cabeça. — Levanta! Creg, levanta! Se recomponha, Creg! — Minha voz começava a tremular. Creg não reproduzia movimentos e nem espamos, mesmo que eu o chacoalhasse ali mesmo e gritasse no seu rosto. — N-Não! V-Você vai levantar! É uma ordem, Creg, é ordem do Sol! EU JURO QUE É! — Dizia, lacrimejando. Curvava a coluna, juntava as duas palmas das mãos e olhava para cima, como quem proferisse aos céus. — P-Por favor! Eu suplico! — Parava de olhar para cima e tentava me conter. Meu peito doía, não falo dos ferimentos, mas falo do interior dele. Meu coração parecia cortado, arranhado, submetido a quilos de pressão, não sabia o que significava aquilo, não sabia se era devido ao esforço em segurá-lo, só sabia que inevitavelmente não conseguia falar direito, minha boca se enchia de saliva, meu nariz se congestionava e meus olhos lacrimejavam muito, tanto que as lágrimas escorridas no meu rosto estranhamente enrijecido caíam no peitoral do homem. — NÃO! — Pegava a medalha dada a mim e sentia que aquilo era a solução. Colocava a medalha na sua bochecha, na testa, no seu rosto em geral. — TOME! VOCÊ PODE TÊ-LA DE VOLTA! SÓ POR FAVOR, POR FAVOR, SE LEVANTE! — Notava que a medalha não fazia efeito, que, na verdade, não tinha ligação com as energias do homem. Talvez porque tivesse transferido sua energia solar para a medalha, a fim de me fortalecer em futuras lutas. Agora, não tinha mais compromisso nenhum com manter a postura. Meu moral e meu orgulho eram quebrados, me ajoelhava com os dois joelhos e segurava a gola da sua camisa com as duas mãos, forte o suficiente para erguê-lo até meu próprio peito. Queria evitar em dizê-lo, mas não poderia ignorar a cruel realidade: NÃO SE ATREVA A MORRER, CREG GRANT!! — Meu grito deixaria gotas de saliva pingarem no seu rosto e pescoço. Faria força para levantá-lo, mesmo com o tronco doendo muito. Se possível, carregaria-o segurando pelos braços e pernas, mas se não, o ergueria e o carregia pelo ombro passado nas minhas costas. — EU VOU TE SALVAR!! VOCÊ VAI FICAR BEM!! — Com dores e fraqueza, superaria meus limites para ao menos chegar até a porta com ele, e bradar: — AJUDA! AJUDA!! QUALQUER UM!! — Não me importava mais com a minha imagem no momento, só queria resgatar um amigo em apuros, custe o que custar. Lealdade é o primeiro mandamento.

Se eu não conseguisse carregar Creg até a porta ou se até mesmo não conseguisse o erguer a princípio, me apoiaria na parede mais próxima com as costas, e depois, iria tateando a parede e caminhando o mais rápido que pudesse caminhar com os ferimentos até a porta. Ao chegar na porta, bradaria o mesmo que foi citado anteriormente. Lágrimas escorreriam do meu rosto no momento, culparia a dor por ser a encarregada de criar as lágrimas nos olhos. O corte afinal havia sido profundo, tão profundo que minhas energias solares haviam se esvaido em determinado momento da luta anterior.
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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySab 25 Jan 2020, 21:18

Após os nossos preparativos, parti para o hotel. A minha ideia de fingir ser uma rica excêntrica era perfeita, inclusive o jeito estranho como as roupas me caíam combinavam com a personagem. Mas havia encontrado um grande problema. Não imaginava que Duncan e Faust fossem tentar pechinchar o valor de um quarto. Ao ouvir a resposta da recepcionista, corei imensamente, parte por ser repreendida, parte por esbarrar em um detalhe crucial para meu disfarce. Para a minha sorte, consegui pensar rápido em uma resposta para não ser pega na mentira. Respirava fundo, o que provavelmente daria um ar mais zangado à minha reação, antes de dizer:


— ELES O QUÊ? MEU DEUS, QUE VERGONHA!!


Apoiava a mão no rosto, tampando um olho, como se pensasse por um momento naquela situação, como se fosse simplesmente inimaginável acreditar que aquela situação era real.


— Se eu não precisasse desses dois palerma por agora, despediria eles agora mesmo! Mas infelizmente ainda preciso de ajudantes para a apresentação dessa semana. Afinal, lançar moda não é algo que dá para se fazer sozinha...


Mantinha a fala, expressando minha indignação e sugestionando a minha importância. Infelizmente, se havia algo que fazia as pessoas mudarem, era o dinheiro. E dar a entender que eu tinha bastante poderia fazê-la me tratar melhor. Afinal, mesmo criticando o hotel ela não me expulsara. De fato eles precisavam de grana.


— De toda forma, me perdoe. Estou super estressada com esses problemas que vêm surgindo e acabei sendo muito rude. Vamos recomeçar, sim? Me chamo Arabella Stonks e vim de muito longe para apresentar as novas tendências da moda para a cidade.


Dava um sorriso meio cansado, como se tentasse realmente dizer que sentia muito. Virava-me para a recepcionista e complementava:


— Pedi para que meus criados fizessem uma reserva de quarto para que ficasse isolada, afinal, não quero risco de ter minhas criações vistas antes da hora ou até mesmo roubadas. Pelo jeito os dois pamonhas não sinalizaram que o quarto que era pra alugarem deveria estar sozinho no andar. Poderia me dizer qual o quarto que eles alugaram e se há mais alguém nos quartos próximos, por favor?


Ela parecia não ter entendido antes que o quarto alugado já era o quarto que eu iria para. Até poderia tentar alugar um novo quarto, mas não me sobrava muito dinheiro restante, e se ela realmente cobrasse adiantado, poderia arriscar revelar meu disfarce. Dessa forma, preferi simplesmente insistir na ideia de que o quarto já estava pago pelos dois.


Se a resposta viesse que haviam pessoas nos quartos próximos, responderia:



— E será que poderia trocar o quarto que estamos por outro? Um que cumpra esses requisitos. Seria muito importante para mim!


Eu poderia agradecer ou suplicar, mas isso sairia da ideia de uma garota mimada, como estava interpretando. Dessa forma, deixava o pedido implícito apenas. Uma vez que o assunto fosse resolvido, fosse com o quarto atual já sendo isolado, fosse sendo feita a troca de quarto, fosse tendo o pedido negado, diria:


— Ok, obrigada! Agora com sua licença, está na hora deu dar uma bela bronca nesses dois incompetentes!


Reviraria os olhos, demonstrando minha fúria prestes a desabar nos dois de outrora. Iria, então, com passadas firmes para o local que me fosse apontado. Uma vez que entrasse no ponto de destino, começaria a falar, quase gritando:


— SERÁ QUE VOCÊS NÃO CONSEGUEM CUMPRIR UMA ORDEM DIREITO? EU PASSEI A MAIOR VERGONHA POR CULPA SUAS!!!


Em seguida, daria um sorrisinho travesso pondo a língua para fora, antes de sentar na cama. Era hora de falar com eles o que eu descobrira do hotel até então.


Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 6 EmptySab 25 Jan 2020, 22:38


É, acho que não dá pra medir gastos quando o assunto é o bem maior...” Suspirava tentando me confortar após gastar uma grande quantidade de dinheiro com os materiais necessários para a missão. A verdade é que estava um tanto quanto decepcionado com o quanto o exército revolucionário era decadente naquela ilha, principalmente após a missão na casa dos Vermyllion. Apesar disso eu até conseguia entender a situação, era a ilha mais próxima da Grand Line e a que tinha a marinha mais forte do East Blue, liderada pelo homem mais forte. Na verdade era até surpreendente que o exército ainda conseguisse atuar ali.

Olhando para o lado positivo, ao menos agora tinha uma mochila que poderia vir a calhar em situações futuras, e as cordas serviriam pra garantir que não teríamos que fazer mal aos funcionários para que estes não fizessem algum alarde antes da hora depois que os substituíssemos. Mesmo que houvessem outras variáveis em jogo, apenas ter essa segurança a mais já servia para me dar alguma determinação em seguir em frente com aquela missão.

Chegando no hotel uma visão conhecida rapidamente chamava minha atenção “Eme qua...” Interrompia meu pensamento ao perceber que a pessoa que vestia aquelas roupas extravagantes não era a comandante “Yumi?” Me questionava enquanto olhava a situação. Fato é que escondia meu semblante de confusão ao ouvir a mulher perguntar sobre uma preferência de andar para a garota “Bom, eu havia dito que ela deveria nos encontrar. Está querendo alugar um quarto? Deve ter algum plano em mente então” Decidia deixar que a garota seguisse com sua ideia, e para que não a atrapalhasse eu apenas tentava ficar perto o suficiente para que pudesse ouvir o que ela dizia.

Pelo que entendia a garota parecia se referir a nós como criados que deveriam alugar um quarto para ela e, em sua atuação, não estava nada satisfeita. Se é este o caso o ideal seria que eu não continuasse ali e por isso mesmo esboçava uma cara de preocupado, de quem havia acabado de fazer uma burrada muito grande, e então partia de fininho em direção ao meu quarto. Caso a recepcionista olhasse para mim, com a mesma cara de preocupação eu colocaria o dedo indicador à frente do nariz, de modo até cômico, pedindo para que ela não me dedurasse.

Acho que assim qualquer um observando vai achar que eu fiquei com medo de tomar bronca e saí de fininho” Suspirava aliviado ao me afastar em direção ao quarto. Achava o plano da garota um tanto estranho, mas tinha que confiar em meus subordinados, ainda mais que só havia escutado por alto o que ela queria. Chegaria no quarto e me deitaria na cama, deixando a mochila ao lado desta. Esperaria até que Yumi ou Faust chegassem também. Caso o palhaço já estivesse ali, apenas ficaria sentado e ouviria seu relato.

Meu deus do céu!” Me assustava com a chegada nada silenciosa de Yumi. De fato, o susto havia sido tamanho que eu quase caia da cama - Não foi de propósito! Eu juro! Foi tudo culpa dele! - Gritaria de volta com uma voz de quem implora por perdão, enquanto me recompunha e ficava de pé novamente. Fecharia a porta antes de começar a falar, agora em tom mais baixo para que apenas a garota e Faust (caso estivesse ali) pudessem ouvir:

- Você foi criativa, preciso admitir - Sorria para a garota - Nesse meio tempo, comprei cordas e algumas toalhas de rosto para usarmos como mordaças, assim tem menos chances de precisarmos machucar algum funcionário - Abriria a mochila e mostraria rapidamente seu conteúdo para meus subordinados, antes de fechá-la e colocá-la no chão novamente. Por fim, questionaria - E então, descobriu alguma coisa?


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