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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySeg Dez 23, 2019 1:09 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptyQui Jan 16, 2020 6:53 pm



- Você quem manda! - Respondia ao pedido de M-4 sobre reunir os sem-medalha - Imagino que Azura e Garfield também não tenham recebido. Começamos todos naquele dia e já tendo missões logo de cara. Quando tiver um tempo aviso pra eles. - Completava enquanto seguíamos nosso caminho até a base revolucionária. Era interessante saber que o exército dava esse tipo de reconhecimento aos seus membros, mas seria uma informação na qual eu não buscaria me aprofundar nesse momento.

- Ah, não se preocupe. Você logo vai ver que mereceu tudo isso! - Dizia a garota que parecia um tanto incrédula com relação a sua promoção. De certa forma eu a entendia, era no mínimo estranho chegar a um cargo assim por causa dos outros, mas ainda assim algo me fazia ter certeza de que a garota seria mais do que capaz de fazer juz ao cargo que lhe foi confiado. Uma loira saía e a outra chegava, agora começava o meu diálogo com M-2 e ela não demorava para explicar os detalhes sobre a próxima missão.

- Okay, dá pra ver que vocês andaram trabalhando - Dizia ao final de toda a explicação da loira - Aliás, se depois quiserem compartilhar um pouco dessa fonte de disfarces com o colega aqui, eu ficaria bem feliz. Não deve ser muito higiênico usar a mesma peruca toda vez que preciso sair da base - Dizia em tom de brincadeira, mas logo exibia novamente um semblante sério e até um pouco pensativo - Sendo sincero, os marinheiros de Loguetown estão em alerta máximo para me achar. Acho arriscado nos infiltrarmos no navio mesmo que disfarçados e por pouco tempo... - Colocava a mão no queixo, como se estivesse analisando as possibilidades - Vamos pensar bem nisso. Quando o major chegar também pode dar alguma informação que contribua para decidirmos.

Dito tudo aquilo, me despedia de M-2 e em sequência de Faust. Os próximos instantes eu passava pensando sobre a vida e me culpando por alguns dos últimos incidentes, até que tomava uma decisão e ia até Lenora. O consultório médico estava bem lotado e cada vez mais eu conseguia perceber a proporção que as coisas haviam tomado na batalha da mansão dos Vermyllion. Nosso contingente havia de fato recebido uma redução grandiosa, e não restavam dúvidas que realmente precisávamos melhorar aquela situação, o que só servia para me dar mais determinação quanto a missão que estava por vir.

A médica sorria ao ouvir meu flerte, e aquele sem dúvidas já era um bom começo para nossa interação. Suas palavras, entretanto, iam um pouco além daquele sorriso e começavam a tomar um tom de ironia com sua insinuação ao final -Outra pessoa? - De quem ela estava falando afinal? Ela não ousaria insinuar para mim alguma coisa com a Azura e M-4… Ela é muito nova, isso! Ou ao menos parece ser e eu não sou esse tipo de pessoa. É claro que queria sair com a médica - Nah, fique tranquila. Não precisa ter ciúmes! - Respondia devolvendo o tom de brincadeira que ela tinha na voz.

Depois de tudo isso, entretanto, eu acabava me lembrando do real motivo de estar ali e logo questionava Lenora sobre conhecimentos em psicologia. Ela dizia não saber mas indicava que provavelmente uma outra médica que estava ali saberia me orientar melhor que ela. Apesar disso, prestativa como sempre, a bela doutora me ensinava um exercício de respiração que poderia me ajudar com meu objetivo. “Inspirar, expirar!” e era assim que eu ficava por algum tempo, nem sei ao certo quanto, até que minha concentração no exercício era interrompida pelo retorno de Lenora que trazia consigo a outra deusa… Digo… Médica.

Naquele momento eu me arrependia por nunca ter estudado medicina. A loira que surgia à minha frente era tão bela quanto a primeira médica, e seus olhos… Uma súbita carga de energia me tomava, eu estava pronto para entrar em ação mas era nesse momento que olhava novamente para Lenora e me lembrava que não poderia fazer esse tipo de coisa, não ali ao menos. Não agora. Respirando e tentando conter meus instintos mais carnais, estava pronto para ouvir o que a médica teria a dizer sobre o meu problema.

- Grand Line, é? Pelo jeito nosso navio vai estar bem provido de médicas, acho que poderei levar mais umas surras por lá, mas vou tentar evitar - Brincava - Tudo bem então, irei trabalhar esse exercício de respiração o quanto puder - Dizia enquanto me levantava do chão - Tenho que ir então, o dever chama. Vejo vocês duas no navio. - Sorria olhando para cada uma delas e começava a querer dar as costas para ir embora, mas antes me lembrava de que ainda faltava uma coisa - Katie, não é? - Indagava para a loira e, sorridente, eu esperaria a resposta  para então dizer - É um prazer conhecê-la! Continuem o bom trabalho aqui então, eu vou tentar não trazer mais ninguém para cá na próxima missão - Agora sim, dava as costas e começava a sair do local.

Nossos parceiros para aquela missão eram um homem grande e uma garotinha, não tinha muitas dúvidas em quem era quem ali, mas me surpreendia com a quantidade de garotinhas alistadas entre os revolucionários. Talvez algum chefão estivesse pensando em fazer um exército delas. O major Derlir, por sua vez, estava ali para nos dar as informações necessárias que M-2 havia falado anteriormente. Com tudo explicado, abríamos as caixas e eu percebia que nos disfarçaríamos de funcionários da loja de armas, ou ao menos era o que dava para imaginar vendo que claramente não se tratavam de uniformes da Marinha. Era então que o major abria a caixa, via o tamanho dos uniformes e dizia algo que fazia meu coração acelerar, e aquele resto de dor de cabeça que ainda existia mostrar-se presente.

Eu? Responsável pela missão? Droga, tudo acontecia tão rápido que nem tinha tempo para pensar se estava pronto para aquilo. Mais do que nunca as vidas de meus companheiros estariam em minhas mãos naquele momento, então eu não poderia cometer erros. Botava em prática por alguns instantes os exercícios de respiração ensinados por Lenora, o sentimento de insegurança era sem dúvidas uma grande novidade para uma pessoa como eu.

- Pode contar comigo! - Respondia ao major tentando demonstrar confiança em minhas palavras. Respirando fundo uma última vez, olhava nesse momento para o rosto de Faust e da garota que estaria sob meu comando, e então dizia - Pois bem, sou o cabo Duncan. Este aqui é o soldado Faust - Dizia apontando para o palhaço e por fim, olhava para a garotinha - E você é? - Yuumi, eu já havia ouvido o seu nome antes, mas achava importante oficializar certas coisas e quem sabe conhecer um pouco a mais da personalidade daquela garota.

- As informações que recebemos de M-4 dizem que o carregamento sairá da rota dez, M-2 disse que fica fácil traçar uma rota então Delrir! - Dizia olhando para o major - Vocês já fizeram isso? Se não, vou precisar de um mapa da cidade e talvez de alguém que entenda de geografia para fazermos, mas devemos conseguir nos virar mesmo sem um especialista, não pode ser tão difícil - Eu sei que parecia mais uma ordem que um pedido, e que talvez eu não devesse me dirigir assim a um superior, mas eu estava no comando da missão e deveria demonstrar minha autoridade para que possa resolver as coisas da melhor maneira possível, sem colocar meus companheiros em grande risco.

- É um carregamento de rotina, então pelo que imaginamos não estará muito bem defendido também, e eles também não esperam um ataque. Ideal para atacarmos com um grupo tão pequeno. - Olhava então para o rosto dos subordinados, e voltava a explicar - As possibilidades apresentadas foram duas, podemos interceptar a carga antes de chegar no navio, isso botaria a vida dos funcionários em risco ou podemos nos infiltrar no navio do carregamento e sabotarmos tudo para que nossos aliados invadam em alto mar. Nesse caso, teremos com certeza que lutar, devem ter alguns marinheiros no navio também para evitar piratas em alto mar. - Respirava e mais uma vez voltava a falar - Particularmente, eu não gostaria de botar em risco a vida de civis que podem estar apenas ganhando o seu dinheiro levando o carregamento até o navio, e no primeiro plano podemos acabar tendo que entrar em combate de vida ou morte se as coisas derem errado e eles apresentarem resistência.   - Fazia uma pequena pausa, e então voltava mais uma vez a falar - Por outro lado, a marinha de Loguetown está em alerta máximo atrás de mim e talvez me infiltrar num navio onde possam ter marinheiros possa ser brincar com a sorte, apesar de que hoje mesmo eu entrei disfarçado no próprio QG.

- Yuumi, preciso que me conte o que você e o major descobriram em sua missão, e depois preciso que você e Faust me digam suas habilidades. Como lutam, se tem armas ou não, o que sabem fazer além disso, qualquer detalhe é crucial - Ouviria então o resumo da garota sobre suas descobertas, e então diria - Pois bem então, eu não sou um especialista em planos, então vocês sintam-se livres para apresentar suas ideias. Vamos tentar bolar algo juntos e também decidir qual das duas abordagens preferimos… Ou talvez bolar uma terceira. - Finalmente terminava de falar. Caso Delrir surgisse com um mapa, procuraria uma mesa para que pudéssemos abrí-lo e marcar os locais chave, além de dar espaço de fala para o geógrafo, caso trouxesse um.







Historico:
 


Última edição por Wesker em Sex Jan 17, 2020 1:12 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptyQui Jan 16, 2020 7:27 pm



Um inimigo inesperado aparecia na no um marinheiro arrogante, mas que claramente era muito mais forte do que os demais que estávamos lutando no porto, rapidamente o mesmo conseguia desferir um golpe certeiro no major, no qual arrancava seu braço. Não sabia se o homem era muito habilidoso ou se aquilo era efeito do retardo que Creg tinha tido recentemente desde que bateu a cabeça, mas uma coisa era certa, tinha de lidar com aquele marinheiro o quanto antes e deixar Creg em um lugar seguro.

Assim rapidamente após minhas ordens Garfield mesmo parecendo um pouco relutante com a ideia acatava e levava o Major dali, não tinha ideia de onde ele levaria o homem, mas acho que quase qualquer lugar era melhor do que ali. Escutava o mesmo falar como um açougueiro sobre meus peitos, o marinheiro estava muito confiante com a situação presente, mas gostava assim, a maioria dos meus adversários sempre me subestimaram, e sempre conseguia mostrar minha força sem depender de armas para tal.

“Essa daqui você não vai aguentar!”
Pensava enquanto partia em direção do adversário, desferia minha sequencia de golpes, na qual era bloqueada, mas não desistia fácil rapidamente acertava a segunda sequencia, percebia que o mesmo aguentava bem mais do que os últimos marinheiros, um sorriso de canto de boca podia ser visto em meu rosto. Via sua espada vindo em minha direção, tinha de ser cautelosa, um passo em falso e lá se ia meu braço, levantava meu escudo apoiado com meu braço esquerdo, sentia o impacto da arma do homem batendo contra meu escudo fazia com que eu fosse empurrada para trás, tentava fixar minhas pernas no chão para poder aguentar o peso, mas a espada era muito pesada fazia me arrastar um pouco para trás.

- Parece que teu brinquedo além de grande e pesado em!? Eu gosto! Falava provocando o marinheiro, tinha de arrumar uma forma de tirar ele de cima de mim, não tinha força suficiente para somente empurrá-lo, colocando força nas pernas tentava tomar o domínio da situação, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa rapidamente via um grande vulto vindo pela lateral, quando sentia a leveza na situação via Garfield empurrando o marinheiro o fazendo cair no chão. “Boa Garfield, fez uma para Deus ver!” Minha mente acompanhava a espada do marinheiro indo para longe, oportunidade maravilhosa de pegar sua arma e neutralizá-lo.

Escutava barulhos vindo da direção na qual tínhamos vindo, dois dos atiradores no qual Garfield tinha enfrentado chegavam no nosso encontro, a situação ia ficando cada vez mais interessante. “Dois já chegaram, não vai demorar para os outros aparecerem!” Pensava quando meu olhar voltava para o marinheiro caído no chão, naquela altura, o sargento caído apresentava mais perigo que aqueles dois atiradores lá a trás.

- Gardield, Vamos acabar logo com isso e dar o fora daqui! Gritava para o pernas longas, tínhamos que sair dali o quanto antes, não tinha ideia de onde Garfield tinha deixado o Creg, e se ele estava bem, pois poderia morrer em questão de minutos pelo sangramento. Me sentia cada vez mais responsável pelo homem, talvez o magrelo de óculos tivesse razão, não era para o ruivo estar naquela missão, mas tanto faz a merda já foi feita, agora tínhamos de nos alinhar a ela.

A situação do sargento caído no chão era favorável para que eu pudesse tentar outra voadora baixa, visto que tinha funcionado contra os outros marinheiros, assim correria usando toda a minha velocidade em zigue zague para confundir os dois marinheiros que tinham aparecido lá atras, para assim evitar tiros, e com a minha vantagem de aceleração atingiria a minha velocidade máxima em pouquíssimo tempo e quando estivesse próxima do sargento daria um impulso para frente e daria uma voadora baixa mirando a cabeça do marinheiro, esticaria a minha perna esquerda e encolhia a direita indo como um míssil usando toda a minha velocidade e daria um chute usando toda a força que tinha para que assim atordoasse o inimigo deixando o mesmo fora de combate.

Se os movimentos dessem certo, usaria impulso na cabeça do homem para tentar dar um salto e se afastar mantendo a sua guarda bem fechada e ficando bem atento a todos os movimentos dos marinheiros a minha volta, esperando o efeito que os golpes haviam causado. Se em algum momento os meus movimentos dessem errado, daria algumas cambalhotas para trás mantendo a guarda bem fechada enquanto observaria o homem atentamente tentando se desviar de qualquer ataque que pudesse vir do mesmo, e se em casos extremos não conseguisse desviar, tentaria arquear o braço com o escudo novamente e bloquear o golpe.

Caso tudo tivesse terminado por ali, olharia para o marinheiro com desdem. - Esperava mais de você! Falaria olhado para o mesmo, mas não tinha muito tempo para ficar por ali, seguiria Garfield para podermos nos reunir com o Creg novamente, a vida do homem estava em perigo. “Não posso perguntar aonde ele deixou o major, alguém poderia escutar!” Tinha de confiar que Garfield tinha deixado o ruivo em um lugar seguro.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptyQui Jan 16, 2020 8:41 pm

A bem da verdade, a confiança que todos possuíam em Cruzis e no próprio Torch dava-me um certo receio. Será que esse roubo ao carregamento era realmente a melhor coisa que poderíamos fazer? Algumas possibilidades começavam a se formar em minha mente, alguma ideia para que pudéssemos tentar realizar o roubo do modo mais limpo possível. Mas ainda tinha muitas dúvidas. Começava a notar que precisaria estudar mais sobre estratégias, se quisesse me tornar uma boa revolucionária. Já longe dali, ouvia a fala do major e dava um sorriso um tanto quanto travesso para ele.


— Talvez fosse melhor então que eu não tivesse aprendido com o Artista. Bons disfarces são feitos nos detalhes, ou estou errada, Seshiro-sama?


Demonstrava o devido respeito, mas ao mesmo tempo mantinha minha postura leve. Sabia que ele não estava verdadeiramente bravo. Até porque poucas eram as pessoas que podiam dizer terem ganho um beijo meu. A bem da verdade é que eu gostava muito mais de flertar do que de consumar em si. Uma vez já dentro do QG, ouvia as novidades, bem como o tempo para nosso plano entrar em ação, fosse ele qual fosse. Ouvia a fala do major e me decepcionava um pouco sobre o fato dele não poder participar do plano.


— É uma pena não podermos contar com seu apoio diretamente, Seshiro-sama...


Havia ficado confiante pois o major confiara em mim e estava ali para apoiar-me. Sem ele por perto não sentia mais a mesma segurança e começava a ficar ainda mais apreensiva. Talvez fosse porque Duncan notara o meu temor, talvez fosse simplesmente porque ele precisava saber mais sobre mim, mas sua apresentação rápida e suas formulações me deixavam um pouco mais tranquila. Ao menos ele parecia saber do que estava falando.


— Meu nome é Yumi. Naomi Yumi. Tenho 22 anos e, até semana passada, sequer sabia da existência dos revolucionários. Tampouco tenho muitas habilidades... Sei atirar de maneira decente, tanto com armas de fogo quanto com armas manuais. Particularmente prefiro o uso de uma besta... Eu tenho uma certa habilidade com arrombamentos e com andar sem ser notada. Aprendi recentemente a me disfarçar, a atuar e a criar projéteis. Ah, e sou uma boa corredora.


Parava por um momento. Pensar sobre minhas qualidades e dizê-las em voz alta não somente era bom para acalmar meus ânimos, mas também me dava tempo para pensar e formular sobre o que descobríramos.


— Seshiro-sama, por favor me ajude caso discorde de algo que eu vá falar ou caso esqueça algo, está bem? Bom, o que eu pude notar é que a Torch tem uma relação muito grande com a Marinha. Suas defesas são boas e todos por ali, tanto marinheiros quanto funcionários confiam cegamente no Torch e no Cruzis. Dizem até mesmo que se Cruzis estivesse na ilha no momento do nosso ataque a história seria outra.


Suspirava levemente enquanto pensava um pouco mais. Algumas ideias já vinham sendo formadas em minha cabeça e via na fala de Duncan uma oportunidade. Ele também não queria envolver civis, o que praticamente só nos deixava uma opção: atacar o barco.


— Concordo com você, Duncan-kun. Também não quero colocar a vida de inocentes em risco. Se nosso objetivo é tornarmos o mundo um lugar melhor, como poderíamos alegar isso se o fizéssemos? Acho que só temos uma opção: atacarmos em alto-mar. Além disso, uma frase que Torch falou ficou na minha cabeça. "O capitão vigia a ilha toda." Isso significa que em alto-mar ao menos podemos ter certeza que Cruzis não poderá nos seguir. Na pior das hipóteses, teremos "apenas" de lidar com Torch.


Engolia em seco ao terminar aquela frase. Lidar com o dono da companhia também não era algo que eu queria. Precisávamos, definitivamente, de um chamariz. E finalmente eu conseguia terminar de formular as últimas questões que eu não conseguira pensar antes.


— Seshiro-sama, mesmo não podendo se infiltrar conosco, acho que poderíamos utilizar sua ajuda. Não sou nenhuma especialista em estratégias elaboradas, mas acho que pensei em uma maneira um pouco simples de resolvermos isso. Por acaso temos a rota comercial do navio de carga?


Esse seria um ponto crucial para o que eu pensara. Se não tivéssemos, o plano ficaria mais arriscado, mas ainda assim me parecia a melhor ideia. Olhando devagar para cada um, falava mostrando meu raciocínio, embora um pouco receosa de ter deixado passar algum detalhe importante.


— Se nossa maior preocupação é lidar com Torch, o ideal seria que o impedíssemos de embarcar também. E como podemos fazer isso? O que poderia ser tão importante para ele para garantir que levar a carga não seria uma prioridade? Só consigo pensar na própria empresa dele. Eu comprei a arma na loja pensando, inicialmente, em tentar criar uma distração com ela na floresta, pra fazer Cruzis ir lá. Mas podemos usá-la para que Torch fique na ilha. Se eu aumentar a quantidade de pólvora no projétil, o disparo vai ecoar bastante e o clarão vai ser grande também. Se alguém aqui souber como criar fumaça colorida, melhor ainda. Podemos usar como um grande sinalizador.


Dava um tempinho para que todos assimilassem minha ideia. Seshiro principalmente, já que ele seria quem correria o maior risco.


— Seshiro-sama, gostaria que você fosse o chamariz. Eles viram seu rosto mais cedo, e um homem do seu porte não é fácil de esquecer... Se o virem rondando por ali sozinho e logo em seguida surgir esse barulho e ainda o sinalizador, certamente vão suspeitar de um ataque na empresa. Se isso não alertar Torch, não sei o que vai. O problema é que você virará um alvo, então não sei se tenho o direito de te pedir isso, mas seria a nossa melhor chance...


A primeira parte do meu plano havia sido explicada, mas faltava a principal: como faríamos o ataque?


— Ainda não sabemos quantos estarão presentes no navio e, se forem poucos, isso pode atrapalhar nosso plano. Mas se conseguirmos embarcar, uma vez lá dentro podemos esperar nos afastarmos da ilha e, então, abrirmos um buraco no casco do navio. Ou simplesmente iniciar um fogo. O navio naufragará e os homens estarão preocupados em se salvarem. Nessa hora nosso reforço poderá chegar e nos resgatar, levando as armas conosco. Se virmos que os outros estão se afogando, podemos deixar boias ou coisas do tipo para que não morram, mas fiquem a deriva. Isso impedirá qualquer perseguição e evitará muita luta.


Terminava, por fim, minha explicação. Sentia meu rosto corar com todos olhando para mim. Balançava levemente os pés e entrelaçava as mãos, num claro gesto de desconforto. Eu havia exposto o que conseguira pensar durante esse tempo. Mas não sabia se era um bom plano, muito menos se aceitariam. Ficava, portanto, na expectativa de que alguém apresentasse furos no meu plano ou, melhor ainda, que se mostrasse capaz de me ajudar com o sinalizador e/ou com a rota do navio.


Citação :
Contagem

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Zhac: em construção
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Torch: em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptyQui Jan 16, 2020 10:32 pm



O treino havia sido ótimo, sim, eu de certa maneira sempre gostei de aprender coisas novas. Bom por eu ser um novato, parecia que não tinha sido levado a sério, o que já não era nenhuma novidade para mim. Enquanto ouvia o que o home falava, eu pensaria um pouco comigo mesmo. “Ser responsável por um assalto, nunca me imaginei nessa situação. Mas vai ser algo bom. Gwhaha.” Bom eles falavam muitas coisas e eu pensaria apenas qual seria o jeito mais fácil de conseguir ajudar ou se havia algum caminho, ironicamente falando parecia até uma piada. “ - Gwhahahahaha realmente vai precisar de uma roupa especial, para caber em você.” Eu achava aquela situação muito engraçada por sinal, meus lábios abriam um largo sorriso, que transmitia sinceridade e ao mesmo tempo felicidade, até porque sorrir é o melhor remédio. “Não há dor que não possa ser curada com sorriso, pois ele diz muita coisa sobre cada pessoa.” Bom eu olhava para aqueles disfarces, talvez eu possa contribuir um pouco com o grupo, sem precisar lutar eu sempre fui para combates com ferocidade e adoro fazer meus oponentes meus brinquedinhos e quem sabe, atacá-los pelas costas. Então tomaria uma postura de observar primeiramente ouvir as pessoas, que ali se reunia para uma missão bem importante.

É claro que eu iria aproveitar o momento para tirar um sarro, por que é isso que eu sei fazer de melhor. A minha vida era um circo, onde eu era o grande astro e o espetáculo nunca podia parar. Eu observava o quanto eles lutavam para não machucar os inocentes e isso era algo muito nobre que eu admirava muito, só que eu ainda não era completamente assim, mas quem sabe um dia eu me torne assim. “Sabe, eu penso em mim, penso que o mundo tem que mudar, ser um lugar divertido onde as crianças principalmente merecem sorrir.” Então decidia falar um pouco mais sobre mim, colocaria um largo sorriso, como se fosse contar uma piada, sabe porquê? Porque minha vida era uma piada, as vezes mal contada, mas quem se importa, desde que todos riem no final dela. Então diria em tom animado e agradável. “- Meu nome é George M. Faust, tenho 18 anos e vim da ilha do céu.” Mostrava minhas asinhas, me virava novamente meus movimentos eram muito cuidadosos, muitos da minha região tentam esconder suas asas, mas eu, não estava nem aí. “- Luto com os pés, como principal fonte de combate, porém costumo aprender rápido a utilizar outras armas.” agora era a grande parte do show, falar das minhas capacidades, vai ser um espetáculo, apesar de eu achar que não iria agradar a todos.

“- Sou um artista e um comediante eu vim de um circo.” Eu era bom na atuação então mostrava um pouco para eles, usando um pouco dessa habilidade de atuar eu começava por Duncan, imitava seu jeito de andar, sua voz. “- Yuumi, preciso que me conte o que você e o major descobriram em sua missão, e depois preciso que você e Faust me digam suas habilidades. Como lutam, se tem armas ou não, o que sabem fazer além disso, qualquer detalhe é crucial.” Usava uma de suas falas para mostrar meu talento, na sequencia imitava o cara de Zé mané, andava um pouco repetia algumas de suas palavras sobre a missão, o jeito um pouco mais sério de ser, até movimentos repetitivos caso ele costume a fazer. Na sequência imitava um pouco a garota que acabava de conhecer o jeito de falar, tom e voz, movimentos e repetiria sua apresentação, com um sorriso no rosto, até os movimentos que ela fazia durante a apresentação. “— Meu nome é Yumi. Naomi Yumi. Tenho 22 anos e, até semana passada, sequer sabia da existência dos revolucionários. Tampouco tenho muitas habilidades... Sei atirar de maneira decente, tanto com armas de fogo quanto com armas manuais. Particularmente prefiro o uso de uma besta... Eu tenho uma certa habilidade com arrombamentos e com andar sem ser notada. Aprendi recentemente a me disfarçar, a atuar e a criar projéteis. Ah, e sou uma boa corredora.” Então na sequencia parava um pouco com isso, pelo visto o exército tinha muitos artistas no grupo o que poderia facilitar a infiltração. “- Também sou um acrobata e sei me disfarçar.”

“- Bom eu vejo que há uma grande preocupação com os inocentes e principalmente com o capitão, que deve ser um ponto crítico a se levar. Gwahahaha ... também acho que em alto mar seria a melhor opção.” Usando um pouco da minha coragem de meter o oloko, pegaria o disfarce e então completaria. “- Não tenho nenhuma recompensa sobre minha cabeça, se vocês têm certeza como eles agem, não será um problema para eu me infiltrar no navio disfarçado e atuando como um deles, claro, desde que não afundem o navio dos caras Gwhahahaha.” Sabia que a situação e o dialogo era sério, mas não conseguia levar aquela situação bem a sério, pois imagina que doidera eu me disfarço, infiltro e fica tão perfeito que me afundam com eles, ia ser uma piada e tanto. “ - O mundo precisa de mudanças, um lugar ... onde , todas as crianças podem sorrir, para que quando forem adultas continuem sorrindo.” Sabe porque, pois eu não sorria quando era criança, a vida era diferente. “-Eu sou uma pessoa leal, vocês acreditando ou não hahahaha, se me colocarem naquele navio, eu vou fazer o melhor, talvez possa observar alguns deles de longe antes para ter certeza e fazer uma atuação de matar Gwhahahaha no bom sentido é claro.”

“ - Sabe qual é a melhor parte de fazer alguém sorrir? A expressão do rosto, não é a expressão quando já estão felizes, é quando eles sentem um sorriso vindo sem entender, é uma surpresa não conseguem acreditar no que está acontecendo com eles, o porque estão rindo. As pessoas não conseguem entender e eu não tenho muitas respostas para dar, nada do que eu disser fara alguém dormir melhor a noite, mas talvez faça ter um dia, ou quem sabe um simples momento na vida a qual possa chamar de felicidade. Por isso eu me tornei um Revolucionário. Pessoas pararam de sorrir, porque deixaram de ser feliz, só que a felicidade é uma busca constante é algo que temos que buscar dia após dia, então porque não deixar uma marca na alma dos outros.” Faria uma pausa com um sorriso no rosto, eu sabia que tinha embolado o assunto, entrando na missão e voltando com a apresentação, mas de verdade eu era uma pessoa leal e como uma, tinha que falar a verdade, ou o que eu sentia que eles tinham que saber, de maneira animada é claro. “- Eu gosto de mulheres, álcool e ouro, porque meus amigos eram piratas, ou se diziam pelo menos, ops, falecidos amigos. Quando eu estava com os piratas, eu não fui surrado, molestado, capitão nunca bateu em mim, Pagliacci o Palhaço não me estuprou. Gwhahahahaha, não fui obrigado a nada, apesar a ser uma atração pelas minhas pequenas asas de anjo, mas eu ganhava minha parte. Eu sou que sou é única explicação que eu tenho. Não existe mistério eu faço o que faço porque eu gosto, por que eu quero fazer.”

Em todo momento manteria meu sorriso no rosto, por que eu era assim, então tinha que voltar ao foco, até porque muitos ali poderiam não estar nem aí para o que eu falei e eu nem me importava com isso. Sou apenas um recruta, estava me divertindo com toda essa empolgação de missão, enquanto as coisas me fazer sorrir, sempre terá um sentido. “ - Bom, precisamos saber quantos deles vão embarcar no navio, sequestrar deixar amarrado e se infiltrar Gwhahaha ou podemos ir pelo modo mais difícil, sendo honesto e olhando para essa sua carinha(Duncan) você quer ir pelo modo difícil né danadinho, tem o bracinho pesado né cabo. Mas eu sugiro a infiltração e o ataque pelo mar, assim como a cinderela ali disse também.” Usando um pouco da minha genialidade, deixaria os grandes resolverem isso, pois estava curioso para saber como eles iriam tomar a melhor decisão, na guerra do xadrez, quem daria o xeque mate. “- Bom, mas estou à disposição para o que for melhor decidido ... você tem vários planos similar, mas ao mesmo tempo diferente Cabo, a decisão é sua huahauhuadh.” Olhava para a moça. “- Até que seu plano não é ruim, pensa bem até num caso possível para salvar os que estão afogando ... só espero não ser eu no mar Gwhahahaha.” Com certeza talvez por eu ser um zombeteiro metade do que eu falei ia ser descartado, mas ia adorar me infiltrar naquele navio de armamento e quando eles menos esperarem os Revolucionários já estão lá.[/color]
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySex Jan 17, 2020 2:29 pm


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" horário do almoço

Azura e Garfield
A luta estava complicando, não pelo homem no chão que claramente tinha uma força física absurda, mas sim pela chegada aos poucos de reforços. Azura disparava na direção do marinheiro e Garfield preparando-se para acertar o golpe com toda a força possível. Os dois soldados atiradores preparavam para atirar, eles não pareciam mirar nela especificamente, mas sim num ponto futuro, era óbvio onde ela estava indo e por isso os tiros foram disparados na região entre a revolucionária e os dois que estavam no chão. Como não miraram na pessoa em si, um tiro passou antes dela estar até mesmo na região, outro chegou atrasado, mas dois dos tiros pegavam em cheio, um na perna direita, quase no centro da coxa e outro na barriga, provavelmente fazendo um irmão para o umbigo.

Garfield julgava o homem como alguém de menor impressão e por isso tentava ficar por cima dele, mas percebia que seu adversário não era pequeno e muito menos fraco. Na verdade a espada gigantesca e pesada que usava era a prova máxima da força absurda daquele marinheiro. O homem segurava o braço direito do pernas longa com a mão esquerda com extrema facilidade e começava a puxar o seguidor do sol com uma incrível capacidade. - Voltou pela peituda! Entendo seu gosto! - Falava o marinheiro animado com aquela situação. Henryford conseguia, ainda no meio de toda essa confusão, ouvir os tiros que sua amiga havia levado.

Quando Azura pulava para acertar o marinheiro via este alternando de posição com Garfield e o seu chute acertando as costas de seu colega. O homem aproveitava o golpe que o revolucionário havia tomado para ficar completamente por cima do pernas longa. - Até subestimei um pouco vocês, mas vocês estão me subestimando também. - Falava ele já armando um soco para acertar o revolucionário no chão, este protegia o rosto com o escudo. Mas o golpe vinha muito abaixo. Acertando em cheio na altura do plexo solar de Henryford.

Mais tiros ecoavam enquanto Azura pegava um pouco de distância da dupla. E Garfield sentia sangue juntando em sua boca pelo soco absurdo do homem que o atingira. Agora ele não tentava socar mais, ele levou a mão para o pescoço do revolucionário. - Peguem a minha espada! - Falava ele tentando sufocar Garfield, claramente tinha forças para isso se nada fosse feito. Azura via os dois soldados atiradores começando a correr na direção deles. O som dos passos deles no entanto não eram os únicos que ecoavam por aí, o som de fundo, que Garfield principalmente ouvia com uma facilidade muito maior, eram de vários passos, bem mais distantes, mas que pareciam guiados justamente pelos tiros que aqueles dois marinheiros deram mais cedo, talvez por isso essa segunda leva de tiros havia ocorrido. E talvez por isso, Azura via uma outra figura conhecida aparecendo de onde os dois atiradores vieram, o marinheiro que ela não havia arrebentado o joelho. A situação estava piorando a cada segundo que se passava.

Ferimentos escreveu:
Azura
Sangrando pela perna direita por causa do tiro
Sangrando na barriga por causa do tiro

Garfield
Sangrando na região superior do corpo quase que por inteiro graças aos diversos tiros que tomou


Faust, Duncan e Naomi
A reunião precisava caminhar. Duncan assumia a situação como líder e para juntar mais o grupo acabava se reapresentando, junto de Faust e indagava então sobre a sua nova colega de missão. Yumi se apresentava deixando claro que não sabia nada dos revolucionários até uma semana atrás.

Enquanto Naomi se apresenta, os uniformes na cor de um cinza giz que haviam na caixa eram retirados por Derlir. Com dificuldades ele ia até a frente de Faust que também era alto, e colocava o uniforme como se medisse o uniforme e o palhaço. Georg era alto, ou melhor, o mais alto dos três que iam na missão, porém bem mais magro e esquelético que o major Seshiro, acabando assim que não parecia realmente um problema aquele uniforme para ele. Com a retirada do exemplo, todos os três percebiam que a camisa não possuía mangas longas, um simples espaço para o crachá que ficava no peito e calças cinzas também só que um pouco mais escuras.

Duncan então retomava e indagava sobre um possível mapa. Derlir concordava que possuía com a cabeça e indicava para outra pessoa ir buscá-lo. Enquanto isso Dellumiere aos poucos ia dando mais detalhes para o major e para Yumi sobre o que M-2 havia contado. Quando terminou de falar e fazer suas considerações acabou indagando sobre o que os dois que participariam achavam daquilo tudo.

Yumi era a primeira a contar tudo que achava, ela dava vários detalhes sobre como funcionava a defesa da loja e da relação marinha e Torch, lembrando principalmente do detalhe que tanto foi frisado quanto ao capitão simplesmente andar por aí na ilha. O major não ia falando nada, mas concordava com as falas de Naomi. A menina ia além um pouco e mencionava que pela lógica o melhor seria atacar pelo mar, uma chance menor de infligir danos a civis e a basicamente anulação da possível ameaça do capitão Cruzis. O plano parecia ser bem sólido nesse ponto.

Com aquilo dito, ela mudava um pouco o rumo e falava especificamente de Torch e o plano para contorná-lo. Era um plano arriscado, bem arriscado, que o Major Seshiro aceitou apesar de tudo. - Eu, sinceramente, tenho mais medo desse Torch que do capitão. Ele possuía uma aura a sua volta que demonstrava a força que tinha. - Falava ele demonstrando que aceitava a pistola oferecida. - Se ele chegar até vocês no carregamento eu simplesmente não acredito que vocês vão conseguir roubar a carga. Espero que ele não vá, mas se ele for farei o possível para desviar a atenção dele.

Com aquilo tudo concluído, chegava a vez de Georg opinar. Ele se reapresentava, não só isso, falava muito sobre ele mesmo. Demonstrava suas habilidades de atuação e simplesmente contava todo seu passado para aqueles a sua frente sem nenhum problema. Sua linha de raciocínio se mantinha sincera consigo mesma durante todo o monólogo. Ele claramente não possuía problemas em contar seu passado ou qualquer coisa do tipo, ao contrário de Duncan que tentava evitar relembrá-lo, ou até mesmo M-4 que parecia ter fugido dele.

Só que nem só de piadas o palhaço vivia. Ele levantava algumas boas questões sobre esse ataque. Uma das características de atuação já havia sido ditas e tals, sobre respeitar os marinheiros e Torch, mas era só isso? Ele perguntava coisas bem mais cruciais, sobre como iriam sequestrar funcionários e assumir as posições deles. Afinal, isso teria que ocorrer independente deles quererem machucar civis ou não. Nesse momento o mapa que Derlir pediu apareceu e alguma informação era contada para ele rapidamente. As sobrancelhas dele subiam de surpresa com a informação e ele rapidamente parecia informar para eles enquanto estendia o mapa em cima da caixa de uniformes com a tampa devolvida.

A rota da loja de armas até o porto era bem grande, com um ponto marcado no mapa de forma bem interessante. - Recebemos uma informação interessante nesse momento. - Falava ele apontando para o ponto marcado com mais enfase. - Nesse ponto que o "sequestro" e a tomada de lugar de vocês pode ocorrer. - Falava o major que não participaria, porém mais animado. - É um hotel. - Falava Derlir dando uma pausa. - Geralmente os funcionários da Torch que viajam para outras ilhas levando a carga ficam nele. O número geralmente fica entre três e quatro funcionários mesmo, levando carga para Yotsuba, Gecko e Dawn. - Informava o major. - A marinha irá parar ali para escoltá-lo lá pelas três e vinte eu imagino pela rota. Então vocês precisam estar prontos perto das três horas igual M-2 havia informado. - Ele parava pensando se ele mesmo tinha mais alguma coisa para falar. - Acho que outras informações vocês precisam pegar com os próprios funcionários quando... bem desmaiá-los ou qualquer coisa do tipo. - Ele parecia poder responder mais algumas questões se fosse necessário, mas realmente era mais por conta do que eles iriam fazer. - Se vocês tentarem roubar direto a carga partindo do hotel... seria mais fácil no geral para a gente que não precisaria do barco, mas o capitão Cruzis aparecer se torna um perigo absurdamente alto. Esse hotel fica basicamente no centro da cidade. - Falava ele lembrando do ponto que era comentado por Yumi mais cedo. De qualquer forma, quem decidiria isso realmente era Duncan, se ele levaria em conta o desejo dos dois que iriam com ele ou não era outra história.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySex Jan 17, 2020 8:43 pm



A situação começava a se complicar mais do que o desejável, apesar de Garfield ter conseguido voltar a tempo, os marinheiros que estávamos enfrentando também fizeram o mesmo. Tínhamos de lidar com o cara da espada grossa o quanto antes, era o único que estava impedindo nossa passagem, e aquela rua logo logo estaria lotada de cãezinhos do governo. “Droga, não temos tempo para ficar brincando!” Pensava enquanto partia alternando os movimentos em direção do sargento. Quando me aproximava do mesmo escutava o barulho dos tiros dos marinheiros na minha retaguarda, uma dor aguda crescia na minha perna direita, minha coxa tinha sido atingida pelos tiros, em seguida minha barriga, a dor era tremenda pois somava com o ferimento que os espadachins tinham feito mais cedo, a dor era tanta que fazia com que mordesse meus lábios.

- Arrgg! Soltava enquanto continuava minha investida contra o marinheiro, pulava em sua direção para poder aplicar minha sequencia de golpes, quando o mesmo fazia um movimento inesperado, o mesmo agarrava Garfield e trocava de posição com o grandalhão, naquela altura não tinha como mudar de direção, assim acertava em cheio as costas do lunático. Naquele momento ficava preocupada com o pernas longa, já tinha levado muito dano dos atiradores agora somando com o meu, não sabia o quanto mais ele poderia aguentar naquela luta, me afastava do mesmo para ter uma visão melhor da situação, sentia o sangue quente escorrendo tanto da minha perna quanto da minha barriga.

“Parece que vou dar mais trabalho para a Lenora!” Pensava passando a mão por cima da minha ferida, tinha que fazer os primeiros socorros o quanto antes. Olhava para os outros marinheiros e via um dos espadachins no qual tinha lutado mais cedo, escutava o som de mais gente chegando, definitivamente tínhamos que acabar com aquilo agora, mais alguns minutos estaríamos cercados até o pescoço de idiotas. Voltando minha vista para o Sargento via ele segurando o pescoço de Garfild enquanto o mesmo dava ordens para os soldados pegarem sua espada.

A dor em minha perna e o meu abdome era intensa, mas ao ver meu companheiro agarrado pelo marinheiro, sentia uma fúria crescendo dentro de mim, a dor no qual era aguda começava a incomodar menos, talvez pela adrenalina que a situação apresentava. - Garfield! Gritava para o lunático que estava sendo enforcado. - Mostre a sua verdadeira força, sua determinação! Mostre todo o poder de um guardião do sol! Claramente falava me referindo a determinação que Mirian a antiga portadora do anel do sol, muitas vezes mostrava em meio a diversas batalhas como a guardiã do anel do sol, sempre brilhando em meio ao campo de batalha. Nisso desde o início da batalha, ou melhor desde que nos conhecemos Garfield se mostrou digno de ser o portador do anel do sol.

- Vamos terminar com isso logo para tomarmos uma boa cerveja, juntos! Eu vou cuidar desse idiotas mantenha esse idiota ocupado! Assim me virava na direção dos três marinheiros, as dores no corpo incomodavam um pouco, mas a adrenalina e a fúria crescente no meu corpo faziam ficar mais empolgada com a luta. - Vou mostrar para vocês, o quão perigoso é deixar uma amazona furiosa! Falaria começando a caminhar na direção dos inimigos.

Assim com minha aceleração daria início a corrida em zig zag em direção ao trio, como já estava esperando que previssem meu ataque tentaria dar pequenas pausas para confundir os mesmo e enquanto correria posicionaria meu escudo a minha frente, preparando-a para algum tipo debloqueio caso fosse pega de surpresa. Tendo alcance o suficiente do marinheiro do meio, ignoraria a dor em minha perna e saltaria por sobre o seu corpo ainda por detrás dele, almejando pegá-lo de surpresa, e impulsionando-me ao ar o máximo que conseguisse, girando-me de forma vertical para a frente e esticando a perna destra poucos momentos antes de voltar a cair. Procuraria atingir o corpo do marinheiro com a maior força possível para que ele fosse ao chão do porto, não ligava para as dores em meu corpo, a adrenalina estava nas alturas.

Caso em meio a esse ataque algum deles tentassem me atacar arquearia meu escudo na altura do ataque dos marinheiros apoiando com os dois braços para que o bloqueio não me jogasse para trás, em seguida jogaria meu corpo para frente com o escudo a fim de desequilibrar a pessoa que estivesse me atacando. Depois agacharia o mais rápido possível esticando minha perna direita fazendo um movimento em meia lua da direita para esquerda afim de dar uma rasteira no inimigo. Assim que o mesmo tivesse no chão para enfim desacordá-lo levantaria e arquearia minha perna para cima e desceriam com um poderoso chute de calcanhar em seu estômago.

Após iria de encontro ao próximo inimigo sempre correndo em Zig Zag dando algumas pausas para confundi-los e esquivar de qualquer projetil que possa vir em minha direção, assim que tivesse bem próximo do inimigo, com um sorriso no rosto de quase encostar a cara um no outro me agacharia colocando a palma das mãos no chão, para me apoiar, jogaria meu corpo em cima dos braços em seguida esticaria minha perna destra em direção da cabeça do homem assim efetuando um poderoso chute na vertical de baixo para cima no queixo do homem.
Caso alguém desferisse algum golpe em minha direção em meio a esse ataque rapidamente elevaria meu escudo de lado fixando minhas pernas no chão para poder receber todo impacto do golpe.

Com todos os marinheiros neutralizados me voltava para o Sargento, e em seguida partiria para o ataque aproveitando que o mesmo estava ocupado com o Garfield, correria usando toda a minha velocidade em direção ao mesmo, e quando estivesse a dois metros do adversários daria um impulso para frente ignorando todas as dores que meu corpo estava sentindo e daria uma voadora mirando a costela do marinheiro, esticaria a minha perna esquerda e encolhia a direita indo como um míssil usando toda a minha velocidade e daria um chute usando toda a força que tinha, a sua intensão era quebrá-lo para dificultar ainda mais a mobilidade do mesmo além também de causar uma imensa dor.

Caso realizasse o chute com sucesso, mesmo se não quebrasse as costelas do inimigo, com certeza teria causado bastante dor e possivelmente limitaria os movimentos do oponente por algum tempo. Após realizar o chute, daria uma pequena cambalhota para a esquerda e assim que tocasse os pés no chão, correria para trás do adversário e daria um pulo para fica na altura das costas do oponente e logo depois daria um giro de 360º para pegar um pequeno impulso e assim desferir um poderoso chute nas costas visando tentar derrubá-lo, se acontecesse. Correria pelo corpo do oponente e daria uma pequena cambalhota para frente pra pegar mais impulso e força e assim acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro com o seu calcanhar usando toda a minha força. Em seguida daria outra cambalhota por cima do mesmo, e assim que tivesse atras do mesmo daria um pulo maior até chegar da altura da cabeça do mesmo e daria mais um giro de 360º para pegar mais força e acertaria a parte de trás da cabeça do marinheiro usando o meu cotovelo. Se não alcançasse a altura que desejava apenas com um salto, daria mais pulos usando o peso do homem para assim executar as suas ações.

Se enquanto o corresse em direção ao oponente na primeira ação e percebesse que o sargento iria realizar qualquer tipo de movimento ofensivo, o procuraria arquear meu braço direito com o escudo afim de aparar o golpe, caso notasse que não dava para bloquear, a única opção seria prosseguir com a corrido e assim passar entre as pernas do oponente e assim se conseguisse desviar daquilo daria o mesmo movimento que era girar o corpo em 360º e acertar o joelho do marinheiro com o meu calcanhar e usando toda a força e assim dar continuidade com a estratégia anterior, e sempre se mantendo bem alerta a "terceiros" que possam atrapalhar, priorizando sempre a defesa. Após realizar os meus movimentos, me manteria bem atenta a tudo em minha volta com uma posição defensiva e esperava ataque de qualquer lado, pronto para levantar o escudo para o primeiro golpe que viesse ou me esquivar pro melhor lado possível e assim contra-atacar como desse.

Assim se a batalha tivesse terminado, sentia o recuo de todo aquele combate, meu corpo tremia de dor, tínhamos de sair dali o quanto antes, virava para Garfield fazendo sinal para que podemos sair dali o quanto antes. -Vamos, precisamos de ajuda médica! Falava para o grandalhão. “Depois disso vou precisar de uma boa bebida, e um bom tratamento!” Pensava começando a seguir o Garfield pelas ruas.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySex Jan 17, 2020 10:28 pm


Muitos ou praticamente todos ali mais experiente demonstrava medo do tal Torch, o que me fazia pensar o quão assustador era esse cara, seria um demônio em pessoa? Pensava isso, pois ouvia da boca de um Major, não conheço as patentes dos Revolucionários, mas acreditava que era uma patente alta, alguém que já passou por inúmeras missões e provou seu valor para estar naquela posição. “Provavelmente Seshiro morrerá, se enfrentar esse Torch Huahuahuahua, quando um homem já entra numa batalha com medo, ele já perdeu.” Havia dado minha opinião e colocado as cartas na mesa, porém não sei se me ouviram, as vezes é difícil me levar a sério. Bom pelo menos eles tem um mapa, acho que isso já era um passo a mais, me perguntava será que é possível realmente fazer isso sem machucar ninguém. “Quero saber como resolveram essa questão.” Com um sorriso prestava atenção ao que era dito, olhava as coisas e ouviria com muita atenção, as coisas pareciam bem animadas. O tempo de era favorável para a marinha, à tarde, provavelmente fácil para eles mandarem algum reforço ou até mesmo identificar pessoas problemáticas com mais facilidade. “O destino ficou em suas mãos Duncan, qual vai ser?” Não acho que roubar em pleno a luz do dia vá ser uma boa ideia. Pois o local não me parecia nada fácil, poderíamos ser cercados logo na sequência, a não ser que alguém realmente seja capaz de abrir caminho de uma maneira absurda, o mais engraçado é que esse alguém não sou eu.

“- Bom, senhor Cabo ... Olha se você quiser roubar esse armamento em pleno a luz do dia .... o que eu posso fazer para ajudar de imediato é uma apresentação.” Colocaria um sorriso animado no rosto enquanto olhava para todos. “Não sei se é uma grande ideia, mas é uma ideia divertida. Gwhahahaha” Eu era meio doido, mas gostava de sorrir, então não tinha medo de buscar meu divertimento, até que se é para viver que viva uma vida feliz. “- Bom posso começar uma apresentação de um show, no caminho do carregamento, chamando a atenção de milhares de pessoas, assim atrapalhando um pouco eles, para que vocês possam roubar e sair no meio da multidão. Gwhahahahahaha” Não seria nada fácil, mas ai entra outra questão, as pessoas ali se preocupava bastante com os civis, não que eu queira o mal deles ou esteja cagando para eles, só que por que não usá-los, já que estamos lutando por um mundo melhor até mesmo para eles. “- Interessante não? Com vocês disfarçados eles vão confundir facilmente com outros e perguntarem se viu bandidos ou dificilmente irão atacar, pois mal conseguiram olhar nos olhos de vocês, apenas as vestimentas, enquanto um ladrãozinho foge com as arminhas Gwhahahahahahahahaha.” Bom era só uma sugestão, uma que fosse mais divertida, pois as coisas estavam muito sérias, cheias de planos, sequestros e tudo mais, porque não relaxar um pouco e fazer as coisas de uma maneira que fique bem melhor para todos. A minha genialidade servia para alguma coisa, na verdade eu poderia ir até mais além, só que eu não quero.

“Revolucionários, eles têm bastante informações, possui um senso de justiça muito grande, algo para lutarem, mas são um pouco desorganizados, talvez seja um grupo em formação.” Me sentia feliz olhando aquelas pessoas, apesar de eu também saber que sou completamente diferente deles, isso era mágico para mim, ser diferente. “Me pergunto o que será que passa na cabeça de Duncan agora, é uma responsabilidade e tanto.” A garota também demonstrava ser alguém bem inteligente, pois me lembrava que ela também é boa em atuar, talvez esse roubo inicie no talento e só depois que vem a força, até porque acho que eles têm mais condição de usar a força bruta do que nós. “ - Temos muitos artistas e isso tem que servir para alguma coisa não é? Hahahahahaha Eu sou bom em chamar a atenção, minha cara de tonto já ajuda Huahuahuau.” Ouviria o que meus companheiros tinham a dizer e esperaria pela melhor decisão, sou uma pessoa leal então não me importava qual seria eu seguiria até o momento que perdesse a graça. Uma coisa eu tinha certeza eles ainda falariam muito e muito o que faria as coisas serem meio cansativas então eu sentaria um pouco. Enquanto colocaria um enorme sorriso no rosto e ficaria olhando para as pessoas. “Vejo que alguém provavelmente abortará a missão.” Bom em todo o caso eu esperaria que alguém ali tivesse grandes ideia, sabe qual é o problema de uma grande ideia? Por trás de toda grande ideia, existe alguém para executar esse plano, normalmente esse cara costuma ser eu. Queria ver as opiniões diferentes que iriam ser postas na mesa, não me importava nenhum pouco se iam concordar ou discordar, só queria fazer do jeito mais divertido. “Quanto tempo será falta? Será que temos tempo para continuar pensando, bom, se não tivesse tanto tempo seria um problema, fazer as coisas correndo é sempre um mal sinal.”

“ - Um dos problemas é que ainda não conhece todos muito bem Cabo. Isso é que lhe gera a dúvida, mas as coisas vão ficar melhor nas próximas missões, porém se forem dar continuidade nessa, as coisas infelizmente vão ter que ser na confiança.” Sabia que eu era a pessoa que ali todos deviam menos confiar, mas e daí, a vida é assim, não é? Não é possível agradar a todos, mas com o tempo eles vão confiar ou não. Bom se definissem algum plano eu apenas me levantaria animadamente e diria em um tom baixo, porém sem deixar de demonstrar felicidade e animação. “- É isso aí equipe, vamos detonar!!!! Concluir essa missão!” Tentava saber ao máximo o que eu teria que fazer e qual era a minha real função, usando um pouco da minha curiosidade iria perguntando o que eu teria que fazer, como fazer e o porquê fazer, quais as consequências de não fazer da maneira correta. Então me prepararia de maneira animada para poder seguir a galera para darmos uma lição nesses comédia. “Ops o comediante sou eu! Esquece a lição.” Então com tudo arrumado. “- Partimos!”

Mas se as coisas ficassem ainda enroladas, então eu sugeria irmos para o hotel, pelo menos ficar perto de onde vai ser a missão. “- Acho que deveríamos seguir pelo menos para o local lá que o zezinho ali falou, lá a gente põe um ponto final, para não perdemos tempo, sabe, no nosso caso o tempo é sagrado.” Esperava que todos concordassem, pois se quiserem abortarem, infiltrarem ou até mesmo apenas roubar na cara dura, pelo menos já estava no local. “ - Até porque estando lá, é bem mais fácil de planejar um ataque eficiente, pode se estudar rotas de fuga, da onde pode vim reforços deles e tudo mais.” Na sequência ficaria à disposição do Cabo e seguiria a melhor decisão.
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Ganhos:
 

Perdas:
 

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Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Objetivos e OFF para Narrador



Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySab Jan 18, 2020 12:19 pm



Respirava fundo e puxava uma cadeira para que pudesse apenas me apoiar. Após alguns poucos segundos fazendo isso, e já tendo ouvido todas as apresentações e os planos apresentados pelos recrutas, era finalmente a minha vez de falar - Estar no comando de algo assim é mais pressão do que eu imaginava - Esboçava um sorriso em meu rosto - Pois bem, vocês podem ter certeza que darei o meu melhor para conseguirmos realizá-la - Finalizava, e então voltava a ter uma expressão mais séria em meu rosto - Agora de volta aos planos!

- Primeiramente, Yumi, você diz não ter muitas habilidades mas se portou como uma verdadeira revolucionária aqui, vai se dar muito bem no nosso grupinho. Você também Faust, mostrou que o palhaço sabe falar bem sério quando é necessário - Dava um último sorriso para os dois subordinados, e então voltava a dizer - Pois bem, seguiremos os dois planos. Quero dizer, iremos juntar os dois e aproveitar as melhores partes de cada um. Agora deixem-me dizer o que penso - Fazia uma pequena pausa e voltava a falar - A nossa melhor opção, conforme concordamos, é fazer o roubo em alto mar. Dito isso, seria bom sabermos detalhes como a rota do navio e principalmente quanto tempo teremos depois que o navio zarpar. Quem vai estar a cargo da abordagem? - Perguntava olhando agora para Delrir.

- Dito isso, o plano da Yumi é bom. Considerando que esse transporte de mercadoria é algo de rotina, eu duvido que o próprio Torch saia da ilha com os carregamentos toda vez, um homem como ele deve ter mais o que fazer - Dizia olhando para Yumi e para o major - Dito isso, é melhor prevenir do que remediar. Se o major realmente estiver disposto a forjar um ataque na loja, eu não vou me opor. Mas deve se lembrar que ela é quase ao lado do QG da marinha, você pode acabar atraindo muito mais que o próprio Torch. Provavelmente o próprio Cruzis dará as caras por ali. Perdermos um major nessas condições seria um golpe e tanto a essa altura, devem se lembrar disso. - Dava um tempo para que alguém pudesse falar algo enquanto respirava fundo e assim que possível voltaria a falar:

- Podemos fazer a abordagem no hotel, conforme dito por Delrir. Acho que posso usar o fato de ser um homem procurado junto de alguma atuação para convencer os funcionários a se renderem sem uma luta. Entretanto, vamos precisar de alguma coisa para amarrá-los e taparmos suas bocas. Eles tem que sumir ao menos por algumas horas. Se apresentarem resistência, entretanto, vocês não precisam exitar, porque eles não vão. Caso eles se rendam podemos ainda tirar algumas informações deles - Parava de falar por mais alguns instantes, o exercício de respiração era mesmo interessante até mesmo para me ajudar a pensar melhor - Daí em diante, com nossos disfarces de funcionários, levamos a carga até a doca dez e a colocamos no navio. Não se esqueçam de fazerem a atuação de suas vidas. Se por qualquer motivo o Torch subir no navio, missão abortada. Essas são as ordens

- Agora entra a parte que o plano da Yumi se torna meio falho, em minha opinião. E que as ideias de Faust vem a calhar - Fazia uma breve pausa, olhando para cada um dos que foram citados naquela frase, e então voltava a dizer - Se afundarmos o navio, perdemos as armas. Dificilmente vamos conseguir transferi-la para outro navio a tempo. Ainda temos o fato de que não sabemos quanto tempo os aliados vão demorar para chegar - Mais uma pausa, talvez alguém tivesse alguma oposição - Se incendiarmos o navio… Bom, apenas estaremos criando um grande farol para alertar quaisquer marinheiros no mar ou em terra de que algo grande está acontecendo. Entendem onde quero chegar? Também não sabemos em quanto tempo Torch ou o próprio Cruzis podem chegar até o local ao fazermos algo assim. - Respirava - Além disso, é um carregamento de armas. Provavelmente tem muita pólvora ali e as coisas podem acabar saindo do controle, não sei bem como isso funciona - Daria mais alguns instantes para alguém falar.

- Por isso, ao meu ver, é aqui que entra o plano de Faust. Um de nós precisa criar uma cena. Ou  o palhaço desconhecido com suas piadas hilárias, ou o psicopata que matou uma família inocente de médicos. Em todo caso, provavelmente conseguiríamos atrair a atenção dos marinheiros. Sendo sincero, talvez algum deles acabe percebendo e atacando, então a pessoa tem que conseguir se cuidar - Eu não queria colocar a vida dos recrutas em risco, por isso mesmo preferia que fosse eu a chamar a atenção no navio, tinha também a impressão de que poderia me defender melhor que os outros dois. Queria, entretanto, dar um voto de confiança a Faust caso ele desejasse fazê-lo. Já havia visto como o palhaço era bom em atrair as multidões - O que sobrar irá fazer dupla com Yumi. Enquanto a cena acontece, os outros dois irão procurar um modo de sabotar o navio. Eu não sei como isso funciona, mas com certeza deve ter alguém aqui que sabe como sabotar um navio para que ele fique encalhado. Se não tiver, descobriremos na hora com mais atuação. As habilidades de arrombamento que você citou podem vir a calhar aqui - Finalizava olhando para Yumi.

- Por fim, quero que prestem atenção. Estaremos com um carregamento e armas, então tentem posicionar algumas estrategicamente para que possam pegá-las se a coisa ficar feia. Uma lança para mim, uma besta para Yumi e um par de botas para Faust. Dito isso, se houver uma luta quero que me deem cobertura. Claro, se o navio já tiver sido sabotado ou isso não for mais possível - Era o pior dos casos, mas deveria ser levado em conta - Por fim, quero que se lembrem que aqueles que estão no navio estão colocando sua vida em jogo, assim como nós. Estão prontos para matar e vão fazer isso se tiverem a oportunidade, espero o mesmo de vocês. Ali é uma guerra, e ninguém é inocente - A verdade é que tinha certa preocupação, principalmente quanto a Yumi. Temia que a garota pudesse acabar não querendo lutar para não sacrificar a vida de ninguém. Eu entendia o sentimento, mas era algo ingênuo para alguém que vive como nós.

- Objeções? - Perguntaria por fim. Esperaria que as pessoas dissessem o que mais tivessem para falar, depois de tudo seria o momento de começar as preparações - Pois bem, hora de colocarmos os disfarces - Dizia a todos - Imagino que todos aqui já foram vistos pela marinha ou pelos funcionários, não é? Faust pode simplesmente tirar a maquiagem e vestir roupas menos chamativas, eu comprei um kit que pode me fazer passar despercebido. - Finalizava aquela parte, e logo dava as últimas instruções - Vestiremos os uniformes dentro do próprio hotel, pode ser perigoso chegarmos lá já com tudo pronto. Alguém também vai precisar descobrir os quartos onde os funcionários estão hospedados - Completava esperando que alguém se dispusesse a tal tarefa.

Yumi, você tem tempo para montar o sinalizador, mas não muito. Vá com o major e depois o entregue isso. Mas não sei se alguém vai poder ajudá-la com a cor da fumaça - Agora me voltaria para Delrir, de quem também esperava uma resposta para esta última pendência de Yumi - Delrir, quanto tempo devemos levar do hotel até a doca? Precisamos que o major Seshiro saiba disso para ter uma ideia melhor de quando agir, pode falar com ele? - Obviamente, só diria isso caso Seshiro realmente houvesse concordado em participar da missão suicida. Faust dizia em seguida que seria melhor se já partíssemos, e eu não precisava pensar muito para concordar com o palhaço - Faremos isso então, você nos encontra lá Yumi - Iria em seguida vestir novamente a peruca e as lentes de contato que havia comprado, acreditava que seriam úteis o suficientes para que eu passasse despercebido de novo. Procuraria por fim por três sacolas ou mochilas, ou qualquer outro recipiente onde pudéssemos guardar os disfarces sem levantar grandes suspeitas, e assim o faria.

Com tudo pronto, procuraria por Faust e o chamaria para que se juntasse a mim. Em seguida, buscaria por Delrir - Major, avise a Yumi que Faust e eu partimos primeiro. Vamos alugar um quarto no hotel onde poderemos vestir o disfarce, e aproveitar esse tempo para tentar ver o movimento no local. Diga a ela que busque por nós assim que chegar, e que busque pelo quarto onde os funcionários estão hospedados, se ela se sentir pronta pra isso. Mas lembre para que ela não faça nada precipitado. Nos hospedaremos com o nome de Hank e Jason - Ao dizer aquilo, me viraria para Faust e daria sua sacola. Se encontrasse Seshiro ou mesmo a própria Yumi no caminho, passaria a mesma mensagem que Havia passado para Delrir. Por fim, antes de sairmos do local, ainda diria ao palhaço - Roubaremos um navio escoltado pela marinha… Já foi um pirata, Faust? Estamos prestes a voltar para estes dia!

Sairia então do local e iria em direção ao hotel. Ao chegar lá me manteria atento aos arredores. Marinheiros, funcionários da Torch, civis, rotas de fuga, o próprio carregamento ou qualquer outra figura que chamasse a atenção. Enquanto fazia essa varredura, iria andando até o balcão onde diria ao atendente - Boa tarde, gostaria de um quarto para dois. Camas de solteiro. Só ficaremos nele hoje, estamos de passagem. Se possível, quero um que tenha uma bela vista dessa cidade. Coloque no nome de Hank Grayson - Manteria um sorriso simpático em meu rosto durante toda a conversação. Daria a atendente a quantia de dinheiro requisitada e negociaria para abaixar o preço ou conseguir um quarto “inferior” se necessário. Feito tudo isso, pegaria a chave e iria para o quarto indicado - Agora é esperar a Yumi enquanto observamos o movimento no local - Diria em voz baixa a Faust assim que estivéssemos a sós no quarto.
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Última edição por Wesker em Seg Jan 20, 2020 12:33 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySab Jan 18, 2020 5:35 pm


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Investia contra meu oponente e conseguia levá-lo ao chão. Ao reparar que Azura se preparava para atingi-lo e eu mesmo estava próximo de nocautea-lo, dava a batalha por vencido, me desvincilhando de pensamentos de combate no momento, apenas pensando em qual seria meus próximos passos. O infortúnio então chega, em meio à tempestade: Ouvia sons de tiro, aqueles malditos sons de tiro, e de carne se rasgando. Por pouco achava que era eu quem tinha perdido parte do abdômen, mas não, era minha companheira, alvejada aparentemente por dois deles. Instintivamente parei de prestar atenção no homem, me levando ao brado. — AZURA!! — Me preparando para levantar e assassinar os dois covardes que de longe atiraram. Não conseguia, porém, já que estava submetido à força do corajoso, que não me deixava sair do chão.

Estava caído com o marinheiro e me preparava fisicamente para vira-lo abaixo, de maneira que me colocasse acima para desferir diversos golpes em sua cabeça. Entretanto, ele conseguia se aproveitar da minha fraqueza momentânea e absorver o poder da noite, me virando até com bastante facilidade, aparentemente. Ficava com muita raiva dele por não me permitir ajudar minha colega, não era coisa digna de um campeão, até mesmo das sombras. — Uhghn! — Gemia de dor pelo peso do homem nas minhas feridas e pela pressão que me colocava contra o chão. Novamente Azura se movimentava e conseguia ouvir ela superando as barreiras da dor para tentar me ajudar, o que me motivava mais a tentar levantar e ajudá-la com os covardes atiradores. Como defesa, o homem acabou por me virar contra minha própria parceira, fazendo com que eu fosse o novo alvo do chute. Azura sempre lutou com os pés, mas o golpe não foi mais danificador do que minha resistência natural conseguiria aguentar, só que do mesmo jeito, aquilo doía muito, me enfraquecendo mais do que estava enfraquecido, dando brecha para o marinheiro novamente montar em mim. Ele visivelmente preparava um soco na minha direção, e eu, inteligente como sempre, sabia onde desferiria, rapidamente defendendo meu rosto com o escudo. Estava enganado: o golpe foi mais embaixo, acertou onde o escudo não abrangia. Tão forte foi o ataque que minha respiração oscilou, minha vista embaçou e senti dificuldade de respirar que crescia junto com um estranho gosto metálico que subia da garganta e pintava meus dentes de vermelho. Sequer conseguia identificar que substância era aquela, estava atordoado demais para tal.

Assim que o brutamontes desferia o golpe, talvez por ver que naquele momento eu estava vulnerável, colocou a mão no meu pescoço. Estava sem ar, minha visão ia escurecendo até que o breu assumisse a realidade. Ouvia sons abafados de vozes que não conseguia reconhecer, ouvia também passos com sons estridentes, estes não eram abafados, apenas muito altos e ecoavam. "Eu... fui..." Pensava, ouvindo minha própria voz ecoando nos pensamentos. "...derrotado...?" E então, ouvia meu coração bater, somente ele. As dores sumiam do corpo e me encontrava perdido no breu. Olhava para os lados, para cima — ou melhor, sabia que estava olhando, mas ao mesmo tempo, tudo era muito igual, muito escuro. Me sentia indefeso, fraco, sentia até que meus músculos nos quais tanto tenho orgulho se tornassem apenas água, ou algo líquido. "Socorro..." Dizia, me indagando se era isso que havia após a morte, se estava morto e agora estava sob o breu, não no paraíso, como tanto queria estar. "Estou com medo..." Desde dito, abraçava então meus dois antebraços, como quem se encolhe de frio. Ao assumi-lo, uma porta se abria no horizonte. Era muito branca, clara, me dava a entender que eu estava em um túnel extenso.

Venha, minha criança...

A porta sussurrava coisas inaudíveis, nas quais só pude identificar tal fragmento. Sentia que aquilo seria a luz da esperança, mas me fazia curioso para analisar o que tinha atrás de mim. Olhando para trás, conseguia enxergar um peito, um pescoço e vestes pretas, uma mão segurando o que deveria ser meu pescoço e sons abafados de peguem a minha espada!. Passos, muitos passos, muito sangue escorrendo, muito caos em uma cena só. Me virava novamente para a porta, e ela ainda estava lá, reluzente. Caminhava em direção à ela, precisando colocar os braços na frente do rosto para não acabar me cegando. Os murmuros começavam a se intensificar, porém ainda não conseguia identificá-los. Quando estava na beirada da porta, dando meu primeiro passo para dentro, toda a escuridão sumiu, estava apenas em uma sala branca, muito bem iluminada por sinal. Enxergava sete silhuetas, uma delas estava à frente das outras. Na fileira de trás, uma moça de cabelos e pernas longas; um homem magro, com postura sedutora, e algo que se parecia com uma enorme lança presa às suas costas; um homem da minha altura, de musculatura hipertrofiada, arrastando uma clava com uma bola de espinhos e segurando um escudo; uma silhueta cômica, de sapatos que se enrolavam na ponta e artefatos de circo presos em seu corpo; uma pequena dama, parecia vulnerável, mas algo me dizia para não me aproximar dela; por fim, outra dama, essa tinha expressão maliciosa e uma aura negra complementava seu corpo, emanando de maneira contínua e sem indícios de que pararia. Todos, um ao lado do outro. Na frente, uma silhueta negra vestindo um terno branco, muito chique por sinal, com uma rosa no peito e um lenço no bolso. Este se aproximava de mim e puxava minhas mãos pra si, neste ponto, podia ver que tinha um sorriso no rosto, mas não tinha olhos e nem outros traços humanos. Todas as silhuetas eram negras, e quando puxava minhas mãos, notava que eu também não passava de uma silhueta, mas minha cor era diferente dos demais — cinza claro, transparente, era a cor.

O homem de terno completamente branco retirava seu lenço do bolso e o passava sobre as minhas mãos, entre os dedos, até o pulso. Algo no meu coração estava tumultoso, parecia começar a recuperar minha racionalidade. Entendia que ali eram seres não-humanos, e se fossem, não eram normais, sobretudo aquele que se encontrava na minha frente. Olhava-o diretamente onde era suposto de ser seus olhos, após seu sorriso diminuir até que sumisse. Lágrimas então escorriam do meu rosto, e mesmo que eu apertasse as pálpebras e fizesse força no seio do rosto, elas não paravam de escorrer. Entre soluços e deslizes na voz, dizia, notando também que eu estava sem voz e qualquer som naquela sala era inaudível: — Pai, que faço eu? Que sou eu, diante do universo, diante do senhor? — Não pude reparar que não conseguia me mascarar. Não conseguia conter emoções e nem dizer a mentira, não poderia estar resiliente como sempre fui. Sabia, então, que não estava falando com qualquer ser, e sim com o próprio pai, o Sol, em sua manifestação espiritual. Ele então largava minhas mãos. — És meu campeão, Garfield Henryford. — Nesse momento, pude ver seus olhos, Ele os abriu. Não tinham pupilas, apenas eram fruto de luz incandescente branca, ainda mais branca que a própria sala, um tom de branco que a humanidade possivelmente nunca viu. Os dois olhos começavam a se unir, tornando-se um único olho, dessa vez com uma grande pupila de tons amarelos e laranjas, como o fogo. Não conseguia parar de olhar para o que parecia o Sol em si, que pode-se ver no céu. Seu olho ia ficando cada vez maior, saindo até mesmo de seu corpo, e quanto mais crescia, mais sentia minha pele queimar, meus músculos ferverem, meu sangue ter a mesma temperatura de uma água recém-fervida num bule que alguém esqueceu de tirar do fogo. Começava então a gritar de dor, tentativa frustrada esta, pois não conseguia emitir som algum — o que era muito estranho, já que Sol poderia me compreender perfeitamente. As silhuetas de trás então sumiam, e meu corpo inteiro era tomado por fervor, como se tivesse sido mergulhado em lava. Não conseguia parar de gritar, apenas parava quando finalmente me acostumava com o ardor, e, milagrosamente, a dor que sentia era tão alta que mal conseguia sentir dores mundanas, como cortes e tiros. O olho crescia de tamanha imensidão que fui engolido, apenas pude enxergar um grande breu iluminado por um Sol colossal e robusto.

Quando as cinzas são duas, uma chama acende.

Tu és cinza, e o fogo convém a ti. Claro.

Nesse momento, Azura me vinha na cabeça, e ouvia algo com sua voz. — Garfield! — Pensava então: "Azura...?" e conseguia ouvir minha voz. Aparentemente, havia me livrado daquela sala. — Mostre a sua verdadeira força, sua determinação! Mostre todo o poder de um guardião do sol! — Sentia meu coração palpitar. O Sol que via intensificava seu calor e seus raios. "Azura!" Pensava. — Vamos terminar com isso logo para tomarmos uma boa cerveja, juntos! Eu vou cuidar desse idiotas mantenha esse idiota ocupado! — Ouvia. Sentia meu coração bater forte. "Eu... não..." Ao pensá-lo, sentia meu sangue pulsando, meus membros voltando à vida, o gosto metálico que agora descubro ser sangue, meu bulbo capilar arrepiando, minhas mãos apertando cada vez mais no braço que segurava meu pescoço. "EU NÃO VOU MORRER!" Então, o Sol começava a brilhar com sua máxima força, e pude ouvir uma risada orgulhosa vindo do horizonte que se fechava. Sentia meu corpo inteiro formigar anestesiado, já não conseguia sentir as dores dos ferimentos mundanos, mesmo que ainda os tivesse. Um grande sorriso pelo Sol era esboçado; recuperava minha consciência e pude enxergar o cenário completo no qual estava inicialmente, porém as cores brancas tornavam-se vermelho claro. Ouvia então a voz do Sol bradar, ferozmente, tornando-se minha voz logo em seguida.

Theme:
 

GARFIIEEEEEEEEEEEEEEELD!!

Pude então enxergar perfeitamente. Segurando o braço do homem de preto com as duas mãos, meus músculos começariam a se contorcer e se ajeitar para a posição mais sólida e rígida possível, cravaria todos os meus dedos na sua pele humana tão frágil, encararia-o com olhos cegos de raiva, bradando com o ar que me restava: — DESCANSAR É PARA OS VIVOS!! — Assim, com minhas forças renovadas, tentaria erguer seu braço, mesmo que fossem só alguns centímetros, me dando brecha para respirar e prender o ar nos meus pulmões e músculos. Colocaria meu escudo no seu tronco ou até mesmo no seu rosto se possível, e soltaria o ar acumulado a medida em que fizesse força com meus ombros, peito e bíceps, também usando minhas pernas para me impulsionar do chão e assim soltar todo o peso em cima do homem, no objetivo de tirá-lo de cima de mim, custando minhas forças. Assim que estivesse na metade do caminho de ser virado, grunhiria: — GruuuuOAAAAAAAAAAAAAH!! — E impulsionaria meu corpo e toda força deste para uma investida na área mais frágil que poderia ver no homem, a fim de ter certeza de que o derrubei. Caso conseguisse realiza-lo, usaria meus joelhos e braços para me pôr em pé, ainda com o escudo em mãos, o mais rápido que eu conseguisse, e, durante o processo, tentaria atingir os olhos do homem ou alguma outra região frágil como o nariz ou as bolas, usando o cabo do machado ou o fio deste para acertar um golpe vertical potente, o que estivesse mais confortável de fazer na situação. Aplicaria vários golpes rápidos nessa região sensível, até que tivesse seguro de que ele não se levantaria mais, ou ficaria um bom tempo no chão. Dessa forma, garantiria não ser puxado novamente ao chão, e poderia continuar com meu objetivo principal: salvar Azura.

Em pé, bravejaria: — EU VOU SALVAR VOCÊ! — Para Azura, e faria força para caminhar em direção à ela, virando meu escudo para a direção dos tiros e a protegendo de futuros projéteis. Com a outra mão, a empurraria de pouco em pouco para longe — não exatamente para longe, mas a esconderia de ser alvejada e me poria na frente das balas. Vendo que suas intenções eram as de nocautear os três marinheiros, garantiria que não tomasse tiros usando o escudo, até que chegasse em uma distância razoável para atingi-los com uma corrida. Se tudo então funcionasse, avançaria em direção a um marinheiro atirador com o escudo e tentaria o derrubar no chão: esse seria meu último golpe, antes de necessitar respirar e caminhar para trás, ainda com o escudo em mãos. Gritaria então, para Azura: — AZUraa..! Arf... arf...! — Tomaria distância. — Passos... muitos... arf... corra... se esconda... arf... eu te levo... — Faria sinal para que a moça me seguisse, e aos passos mais rápidos que conseguisse dar, iria em direção ao bar do Guin, novamente, naquele local que havia deixado Creg, na esperança de que Azura me seguisse.

Se o homem não tivesse sido derrubado ou nocauteado, mas ainda sim eu conseguisse sair debaixo dele, montaria em cima deste, largaria meu escudo e meu machado e, com as mãos e dedos sujos de sangue, suor e terra, ficaria meus dois polegares nos seus olhos e faria a maior força que conseguisse naquele momento, para cegá-lo por completo e com sorte assassiná-lo, assim, saindo de cima dele e repetindo as ações anteriores. Se não tivesse saído de cima de mim, a princípio, faria o mesmo: força nas mãos para sair do sufocamento. Porém, desta vez, ao me soltar, almejaria enfiar os polegares nos seus olhos direto, enquanto uso de minhas pernas longas para me impulsionar do chão e me aproximar o máximo que conseguisse dele, impedindo que seu braço no meu pescoço fizesse distância o suficiente para não receber o golpe. Conseguindo, tomaria as ações anteriores como continuação.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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Última edição por Sagashi em Dom Jan 19, 2020 10:55 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySab Jan 18, 2020 10:29 pm

Observava, ansiosa, a reação de todos com o plano que formulara. A principal, entretanto, era a de Seshiro. Ver que o major aceitava minha ideia me dava um pouco de felicidade, por sentir a confiança dele em mim. Ao mesmo tempo, sentia também medo pela fala dele.


— Seshiro-sama, por favor, não faça nada que vá te por em risco demais. Se achar que não vai ser possível distraí-lo sem conseguir escapar, deixe para lá. Sempre teremos armas para roubar em outras ocasiões...


Eu não me sentia muito segura, e talvez esse fosse o maior problema. Era tudo muito novo para mim, e outras pessoas estariam pondo a vida em risco. Eu vivera sempre uma vida simples, sem grandes riscos. Era pobre, passava por necessidade algumas vezes, mas o maior perigo que passava era tentar roubar comida de alguém e ser pega no flagra. Agora era algo totalmente diferente. Ouvia as novas informações dadas por Derlir e assentia, pensativa.


— Saber onde interceptá-los torna-se uma vantagem para nós...


No fundo, ainda havia algo que me preocupava. O uniforme era um tanto quanto simplório, necessitando que eu pensasse muito bem como faria para me disfarçar de maneira adequada. Minha preocupação era rapidamente aliviada pelo jeito que Faust portava-se e falava. Não entendia exatamente como, mas o homem era um tanto quanto divertido. Ouvia o que ele tinha a falar e, por fim, as instruções de Duncan. Ele possuía um ar de liderança nato. A confiança crescia lentamente, sentindo que podíamos fazer isso.


— Começarei os preparativos agora mesmo, Duncan-donno. Apenas me deixem avisado como posso contatar vocês no hotel. Talvez fosse interessante alugarem um quarto lá sob um nome falso. Assim não chamarão a atenção e ninguém se importará com hóspedes andando pelo hotel. E eu posso procurar por vocês quando chegar.


Dava a minha sugestão. Se topassem ou não, era com eles. Para mim bastava saber como iria encontrá-los depois. Com a ideia do plano resolvida, virava-me para Seshiro e Derlir.


— Seshiro-sama, Derlir-sama, sabem se algum revolucionário aqui tem conhecimento de materiais químicos? Eu sei como montar o projétil, mas não sei o que misturar ou quanto para torná-lo um sinalizador de luz. Se não houver ninguém para me guiar, apenas criarei um projétil com quantidades extras de pólvora, para realizar muito barulho à explosão. Não teria capacidade de fazer muito mais que isso em tão pouco tempo.


Aguardaria pela resposta e, em caso de positiva, pediria para que me apresentassem a pessoa e, uma vez explicada o que queria fazer, ouviria suas instruções e as seguiria cuidadosamente. Utilizaria duas das balas da pistola que compráramos mais cedo para montar o invólucro do projétil. O resto faria conforme as ordens.


Do contrário, caso não houvesse ninguém com tal habilidade para me ajudar, ou se não tivéssemos os materiais necessários, apenas manusearia a pólvora das duas balas com cuidado, compactando-as em uma única. Tomaria bastante cuidado para que durante a compactação a bala não explodisse na minha mão. A última coisa que precisava era me acidentar.


Fosse qual fosse o resultado, não deveria gastar mais que alguns minutos para realizá-lo. Uma vez terminado, entregaria a arma a Seshiro, com a bala já pronta para disparo, na posição correta.



— Por favor, me prometa que não vai se sacrificar pela missão. Como Duncan mesmo disse, perdê-lo, seja porque foi preso ou porque foi ferido, seria desastroso...


Uma lágrima se formava enquanto pedia a Seshiro que tomasse cuidado. Dava um beijo em sua bochecha e então saía para arrumar o meu disfarce.


— Eles já me viram antes vestida assim e com essa aparência, então é hora de radicalizar um pouco.


Procuraria pelo estoque de maquiagem do Artista. Ele me ensinara a disfarçar-me muito bem e sabia como modificar várias coisas em minha aparência para que pudesse ficar irreconhecível. Se não achasse seu kit, propriamente falando, pediria por um para Derlir. Uma base desse tamanho provavelmente teria acesso pelo menos aos materiais mais básicos.


— É hora de uma pequena transformação de beleza!


Ria um pouquinho, enquanto, no banheiro, retirava a minha roupa. Olhava para meu próprio corpo, pensando em como seria a melhor forma de não ser reconhecida como a mesma garotinha de antes. Se tivesse à minha disposição, pegaria um espartilho, inicialmente, para apertar minha cintura e, principalmente, meus seios, criando um volume extra que normalmente não era notado. Por cima dele, colocaria algum vestido longo e elegante. Pegaria a maquiagem e começaria a utilizá-la, passando base no rosto, delineador, blush... Procuraria fazer de modo a deixar meu rosto mais alongado e fino, o que passaria a sensação de alguém mais velha. Um batom de cor quente finalizaria essa parte. O cabelo não era uma grande preocupação, uma vez que fora vista de touca e ninguém havia me visto com os cabelos longos soltos. Mas por precaução cortaria minha franja, modificando um pouco a aparência. Além disso, se não fosse demorar muito, passaria algum produto como cinzas em meu cabelo, deixando sua tonalidade mais clara. Para finalizar, calçaria um salto.


— Pronto, assim ninguém deve me reconhecer!


Admiraria meu trabalho por um momento, procurando por detalhes que ainda pudessem ser corrigidos. Quando me sentisse satisfeita, sairia para o hotel, atrás dos rapazes.


Entretanto, se por algum motivo eu não sentisse que a qualidade de meu disfarce estava boa, procuraria pelo Artista para que pudesse me ajudar. Não gostava de recorrer a ele, mas estávamos com o tempo curto e ele possuía muito mais experiência que eu. Não à toa me ensinara essa arte. Obedeceria suas sugestões e comandos, deixando que me auxiliasse a modificar minha aparência.



— E então? Que tal estou?


Perguntaria a Seshiro, caso tivesse me aprontado sozinha, ou para o Artista, caso ele me ajudasse. Dessa forma eu parecia indefesa, mas por trás possuía uma ideia de como levar minha arma comigo. Dentro da bolsa que carregaria comigo a arma ficaria escondida sob um fundo falso. E amarraria os dardos juntamente ao espartilho, de modo que não fosse facilmente visto. Sob esse disfarce, estaria pronta para deixar o QG.


aparência imaginada ao fim da transformação com o disfarce:
 


Citação :
Contagem

Posts: 6
Ganhos: Arma de fogo
Perdas: 30.000 berries
Relações: Seshiro: em construção
Zhac: em construção
Derlir: em construção
Torch: em construção
Duncan: em construção
Faust: em construção


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 5 EmptySeg Jan 20, 2020 3:26 pm


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Linha temporal:
Azura e Garfield estão numa "terça" a noite ~ quarta, não se sabe que hora no fim do post
Duncan, Faust e Yumi numa "quarta" horário do almoço

Azura e Garfield
A situação não estava boa, Azura percebia que seu amigo estava perdendo a razão e sozinha não daria conta daquela situação por completo. Acabou por gritar para acordar seu companheiro quase desmaiado. Garfield havia simplesmente sonhado com várias coisas quase que instantaneamente. Para sua sorte não havia visto a sua vida passando diante de seus olhos, isso poderia ser um mal sinal, ao invés disso, tudo que passara em sua perturbada mente o animavam para a batalha. Quando ouviu os gritos de sua amiga não possuía nenhuma dúvida do que precisava fazer ali. O pernas longas precisava vencer aquela batalha logo.

Apesar do chamado e da situação de seu amigo, Azura simplesmente partia na direção dos atiradores que corriam na direção da espada, algo bem interessante de se pensar. Corria em zig-zag na direção dos dois, parando e voltando a correr, isso tudo fazia a tensão em suas pernas aumentar, sentia a dor em sua perna direita a cada acelerada abrupta que fazia. Os dois no entanto pareciam cochichar algumas coisas entre eles e não atiravam em Pendragon apesar do avanço desta. Quando ela chegou a posição que queria usou toda sua força para saltar por cima dos marinheiros. Neste momento ela percebeu que foi completamente ignorada. Assim, apesar de todos os seus movimentos, via seu pé descendo e raspando na cabeça do soldado que continuara correndo. A ignoraram por completo, uma coragem maluca? Bem, esses mesmos atiradores haviam ignorado Garfield batendo neles a curta distância, eles já haviam provado sua maluquice antes.

Com o ímpeto de ânimo que recebia, Garfield podia imaginar-se fazendo diversas coisas, mas a prática não era tão perfeita quanto a realidade. Usava seus dedos para cravar na pele de seu adversário, mas esse parecia simplesmente ignorar o campeão do sol, estaria ele assim tão fraco? Isso não importava, se seus dedos não eram o suficiente, seus dentes seriam. O pernas longas então forçava um pouco o braço do marinheiro para mordê-lo. Era a primeira vez então que o marinheiro soltava sua garganta. O ar entrava então e sentia até mesmo dor por causa disso. Quando foi falar alguma coisa, acabou sentindo sua voz saindo bem mais fraca do que imaginara.

Não poderia simplesmente deixar que os marinheiros a ignorassem. Mas o espadachim que havia chegado depois na rua estava para chegar onde Azura estava. A jovem mal possuía tempo para se defender do ataque da espada, o escudo era suportado pelos dois braços de Pendragon, mas ela precisava ser rápida. Com um movimento simples derrubou o espadachim no chão, ele ainda não estava em suas melhores condições depois da batalha com a revolucionária. Esta então aproveitou para descer com o calcanhar na barriga do marinheiro. O soldado vomitava alguma coisa misturada com sangue, o que era não importava, pois com o canto do olho a moça via os atiradores chegando até a espada do outro homem. Se já estava cansada, imagine tendo que lidar com aquele homem e sua espada novamente.

Garfield aproveitava o pequeno momento com ar para encher seus músculos do puro sabor de oxigênio e assim reunir forças. Aos poucos forçava seu corpo para cima, porém tudo mudou quando sentiu do nada toda uma mudança de peso, o objetivo ali ficava várias vezes mais leve. O marinheiro simplesmente saíra de cima dele. Quando olhou o motivo, viu os dois atiradores que lutaram com ele anteriormente trazendo a espada para ele. Azura ao fundo lutava com outro marinheiro. Em um estado de berserk, Henryford preparava-se para atacar aquele homem de maneira suja, mas viu um dos atiradores pulando na frente. A terra que jogava atingia os olhos daquele soldado, que logo era acertado repetidas vezes pelo revolucionário com o machado. O rosto do marinheiro era fatiado várias vezes e só parou com isso por dois motivos, o primeiro foi a própria queda deste, o segundo, e bem mais importante, foi o golpe que Garfield levava por completo daquele homem. - O que você acha que está fazendo?! - Ouvia o grito dele enquanto sentia sua pele do ombro esquerdo até o umbigo sendo cortados. Sentia seu sangue saindo com extrema facilidade daquele corte, poderia jurar que se estivesse um passo a frente provavelmente seria cortado ao meio.

Azura corria na direção dos marinheiros que estavam entregando a espada para o provável sargento ou tenente. No caminho via Garfield matando, ou algo próximo disso, um dos dois soldados, mas via também seu colega sendo acertado por um horrível golpe, sentia dentro de si de alguma forma que aquilo a mataria se estivesse no lugar do pernas longa. O impressionante é que seu companheiro ainda estava de pé e Pendragon até mesmo ouvia seu companheiro falando. — EU VOU SALVAR VOCÊ! - A voz não era tão forte quanto ele queria provavelmente, mas a mensagem ali claramente era dirigida para Azura. Via ele inclusive dando um passo em sua direção enquanto ainda se aproximava. Ele parecia levantar o escudo querendo protegê-la, mesmo estando num lado e ela no outro, mas aquilo era importantíssimo para ela, pois chamava a atenção dos marinheiros. Como estava de costas, ao realizar o movimento que desejava de jogar seus braços e se lançar pra cima, acabou por acertar a nuca do marinheiro e não o queixo, como era seu alvo primário. Aquilo resultara num golpe ainda mais eficiente, sentira a coluna do soldado quebrando em seus calcanhares e o corpo daquele homem caía igual uma marionete que suas cordas foram cortadas.

Igual Azura desejava, o sargento realmente estava ocupado com Garfield, pois o segundo golpe de sua espada ia em direção a Henryford naquele momento. Fraco como estava, sentia a espada literalmente cortando seu escudo, o golpe feito de forma horizontal mais uma vez cortava a sua pele, indo do lado direito até próxima de sua costela esquerda. Aquilo a muito já havia passado o ponto que o pernas longas podia lutar. Pendragon vendo a situação deplorável que seu amigo estava partiu na direção do espadachim. Num salto onde já ignorava qualquer possível dor de seu corpo desceu como um míssil na direção das costelas do marinheiro. O golpe pelo menos o empurrava para longe de Garfield, era difícil saber se havia quebrado a costela dele ou não, o corpo dele era bem mais duro que o normal.

E isso também não importava no fim das contas, ele ainda não havia sido derrotado. Azura dava uma cambalhota e corria para as costas dele, o homem não era lento e já ia virando seu corpo junto da corrida dela. Quando Azura pulava e girava no ar acabava por ver a espada indo em sua direção quando terminava o giro. Ela acertava o homem e ele a acertava ao mesmo tempo. Ela acertava a parte superior do peito, enquanto ele acertava um golpe vertical que cortava aqueles peitos que ele tanto falava, além de um corte pela barriga. O golpe doía e não era pouco, seu corpo não era tão resistente quanto o de Garfield e aquele mero golpe tomava muito da revolucionária. - Por que não estou surpreso de acertar logo os peitos? Parece que eles são o único alvo que existe por aqui. - Ouvia ele falando, mas aquele tom não era mais o mesmo de brincadeiras anteriores, ele estava mais fraco, por mais que não demonstrasse isso fisicamente.

Com a piada do marinheiro em mente, Azura partia para outra série de movimentos, o primeiro era mais rápido que o anterior e por isso conseguia realmente acertar a cabeça do sargento por trás após correr a volta deste. O segundo no entanto era desta vez bloqueado pela espada de seu adversário. Ele aproveitava o bloqueio para forçar o corpo de Pendragon a ir violentamente para trás, sendo jogada e atingindo a parede da construção mais próxima. A distância entre os dois era aumentada a força. Sentia-se um pouco tonta, o sangue que havia escorrido de seus ferimentos com a batida de sua cabeça já faziam por pouco Azura não perder a razão por completo.

O que nem Azura e nem o sargento contavam era com o fato de Garfield ainda estar "acordado". Em seu modo quase zumbi ele parecia agir por puro instinto contra o marinheiro. Enquanto Azura corria novamente na direção de seu adversário, via o pernas longas pulando nas costas do espadachim, o machado havia sido solto e o seu escudo também, estava só a capa da gaita pulando em cima do inimigo. Com seus dedos todos melecados pelo sangue e sujeira que haviam no chão tentava cegar o espadachim, só que sua força a muito havia deixado seu corpo e era meramente incrível o fato dele estar fazendo aquilo tudo.

Azura então via o sargento totalmente vulnerável, bem, ele começava a agitar a espada em vão em qualquer direção com sua mão, enquanto com a outra tentava retirar Garfield de cima dele, parecia que ele sabia que soltar a espada ocasionaria em sua derrota naquele momento. Pela confusão que eram os golpes do marinheiro naquela situação, ficava fácil para Pendragon bloquear o golpe e acertar o joelho do marinheiro. Ela sentia o golpe ser efetivo, contudo não era tanto quanto com o soldado, via o homem caindo no chão com uma das mãos indo em direção ao joelho.

A luta estava ganha, não havia mais o que fazer ali e por isso Azura não pensava duas vezes, ajudava Garfield a se sustentar já avisando que precisavam partir. Mesmo semi acordado claramente a direção que o pernas longas guiava a revolucionária era o Pub de Guin. Infelizmente, pelo estado de Azura, a arma e o escudo de Henryford eram deixados para trás já que ele havia os largado em sua última investida. E em passos curtos os dois chegavam naquele lugar.

-x-

Quando Azura abria os olhos indagava-se onde estava, não se lembrava do que havia acontecido na noite anterior após chegar ao Pub. Só via o teto com um ventilador lento rodando. Uma janela sinalizava que já havia no mínimo amanhecido, se é que já não havia passado mais tempo. Garfield também aos poucos acordava no colchonete ao lado, o major continuava dormindo em um terceiro colchonete. No chão via uma jarra de água com copos.

Era até difícil dizer quanto tempo havia passado, mas vira Guin abrindo a porta e indo até eles, a ruiva sorria ao ver que ao menos Garfield e Azura haviam acordado. - Já era tempo mesmo de acordarem.  - Apesar da frase meio autoritária, ela parecia satisfeita de ver que Azura, em particular, estava bem. - Vocês simplesmente surgiram do nada e acabaram com a noite de arrecadação do meu bar, além de chegarem totalmente detonados. - Ambos ouviam o sermão da ruiva, mas percebiam que haviam sido tratados. - E ainda custaram dinheiro. Não se enganem, peguei todo o dinheiro que vocês tinham, mas nem isso foi o suficiente para pagar o médico e fazê-lo ficar de boca fechada, estão me devendo no mínimo um baita favor por isso tudo. - Falava a ruiva realmente em tom mais sério daquela vez, algo que deixava claro que não era bom não pagarem o favor.

Ferimentos escreveu:
Azura
Sangrando pela perna direita por causa do tiro
Sangrando na barriga por causa do tiro
Corte no peito que desceu para a barriga.
Choque de sua cabeça contra a parede


Corte cicatrizando, pode retirar os pontos em 0/6 posts
Tiros tratados, vão parar de incomodar/doer em 0/6 posts

Garfield:
Sangrando na região superior do corpo quase que por inteiro graças aos diversos tiros que tomou
Corte profundo que vai do ombro esquerdo até o umbigo.


Basicamente todo o tronco está enfaixado, sentindo uma dor linda. A dor passará em 0/6 posts
Fraqueza pela perda massiva de sangue, irá se recuperando aos poucos, ficando perfeito em 0/8 posts
Após a dor passar e a retirada das faixas, verá que está com uma nova cicatriz que vai do ombro esquerdo até o umbigo


Faust, Duncan e Naomi
As opções eram variadas e o cabo em comando daquele pequeno grupo perguntava algumas coisas para o major Derlir quanto a rota que usariam. Com um dar de ombros ele começava a resposta já na negativa. - Não temos isso. Sabemos as ilhas que eles vão, mas que rota vão usar para isso é simplesmente desconhecido. - Ele dava uma pausa. - Quando o navio partir partiremos pouco depois seguindo-os, com certa distância para mantermos a discrição. - Não parecendo que teriam as informações desse lado, Duncan então virava para Yumi e o major Seshiro e realmente concordava com aquela parte do plano apesar de conhecer os perigos que haviam no plano.

O plano parecia simples naquele momento já que precisavam ir até o hotel para realmente se prepararem para tudo. Duncan citava vários detalhes que achava pertinente, sobre as armas que precisavam, sobre cordas que precisavam para amarrarem os funcionários reais da Torch. - Até temos uma, mais do que isso terão que comprar no caminho do hotel infelizmente, ou depois de já ter passado por lá, afinal, tem algumas horas ainda antes de tudo. - Mesmo com aquele pequeno adendo, Duncan continuava falando, já imaginando coisas que poderiam ocorrer se explodissem o navio e coisas afins.

A verdade é que tudo estava simplesmente no campo das ideias ali, era bom deixar claro o que queria, mas precisava agir também. Notando toda a insegurança do cabo, Faust dava sua opinião sobre o porque de tanto medo pairar no ar, aparentemente a primeira missão de Dellumiere como líder, era normal aquilo e as palavras do palhaço vinham como um bom modo de acalmar os nervos.

Com os detalhes acertados por alto, cada um deles começava a dar seus passos para fazer a missão andar. Para a infelicidade de Yumi acabava descobrindo que os revolucionários que poderiam ajudá-la na criação do que queria foram presos no ataque de dois atrás. A pequena ouvia a resposta de Derlir para a pergunta de Duncan. - Não mais que quinze minutos, é bem rápido já que a marinha está escoltando. - Com aquilo, Naomi aos poucos se concentrava para fazer as modificações que queria na arma.

Naquele momento os três acabavam por ficar separados.


Faust e Duncan
Duncan achava três sacolas meio rasgadas meio inteiras para colocar os uniformes, colocava sua peruca e suas lentes e esperava por algum sinal de que Faust retiraria sua maquiagem para fazer o mesmo e assim partirem. Dellumiere pedia para Derlir lembrar Naomi de alguns detalhes antes de partir.

Com aquele mapa em mente acabara sendo fácil chegar até o hotel, era um hotel comum, não chamava a atenção em nada. Não é como se fosse necessário também, o carregamento de armas parecia ser algo totalmente comum também. Não era possível ver a marinha por ali, além de no máximo um outro marinheiro passando pela rua simplesmente por estar passando pela rua. Também não via no hotel nenhum possível funcionário do Torch, talvez em seus quartos? Além da escada de incêndio também não parecia existir qualquer forma de fugir daquele prédio, era difícil determinar até o que aqueles revolucionários poderiam esperar de tão diferente, afinal, era somente um hotel, simples assim.

Com aquela pouca informação, Duncan se aproximava do balcão e pedia por um quarto de solteiro para ele e Faust. - Claro senhor, mas aqui o pagamento é em antecipado. - Falava a velha atendente sorrindo para ele. Como o próprio revolucionário já imaginara, tentara baixar o preço do cômodo, totalmente em vão, acabou por pagar cinquenta mil berries para ficar com o quarto.

O hotel possuía três andares e aparentemente tinha quartos em todos os andares. Era difícil simplesmente deduzir onde estariam os funcionário de Torch. O quarto que ficaram era no segundo andar e ele era bem simples, as duas camas estavam bem separadas, apesar de nada impedir que as juntassem se quisessem. Via pela janela a rua de entrada do hotel, o povo ia e vinha tranquilamente, mas ninguém com o mesmo uniforme que possuía e algumas nuvens se aproximando ao longe. Um banheiro simples completava o quarto. Apesar da simplicidade, Faust com certeza sentia uma melhora clara em relação ao quarto que havia dormido no dia anterior.


Naomi
A pequena Yumi vivia num mundo de sonhos onde tudo parecia ser lindo e simples. Até conseguia fazer o seu melhor com a arma, o problema não envolvia esse ponto. Era algo posterior a isso. Com exceção da maquiagem do Artista, simplesmente não possuía nada por ali. Vestido? Não. Salto alto? Nops. Espartilho? Esquece. Os revolucionários naquela ilha eram simplesmente pobres e quebrados, não a toa que havia recebido um pedido de ajuda de M-4, que até então nem mesmo havia conhecido.

Teria que se contentar com maquiagem e pronto. Ou seria esse o caso, enquanto se aproximava do major Seshiro era parada por Derlir. - Duncan deixou algumas últimas instruções. Eles se hospedaram com o nome de Hank e Jason. E que ao chegar lá você pode tentar, se quiser, achar informações sobre os possíveis funcionários da Torch, claro, desde que não seja muito arriscado no seu ponto de vista. - Ele falava isso e já ia andando, parecia que estava ocupado com outra coisa.

Yumi então se aproximava do major Seshiro e ele parecia bem triste com a transformação. - Você até se maquiou bem, mas com as mesmas roupas fica bem fácil de saber que é você. - Falava, demonstrando que a culpa disso não era dela e sim da falta de recursos que os revolucionários daquela ilha tinham. Ele iria recomeçar a falar, mas uma voz ecoou antes. - Se vocês querem uma mudança de roupas, podemos trocar. - Era uma pequena loira baixinha que aparecia falando com eles. - Isso me ajudaria também, vou procurar por algumas pessoas que desapareceram ontem e ainda não obtive nenhuma informação quanto ao paradeiro deles. - Falava a desconhecida ainda para Naomi. Ficava a cargo de Yumi decidir se aceitaria aquela proposta, o vestido da menina era bem chamativo, poderia ser um problema para ela.


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