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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptyQua 22 Abr 2020, 17:49

Olha só que pena a garota do mar não fazia a mínima ideia de como me ajudar e isso era muito azar. “- Há claro, é uma pena... Cuide bem dele então” Daria um sorriso enquanto erguia a mão para a mesma. Duncan aparentemente ia dar um jeito de ajudá-los a cuidar do pássaro então eu iria dar uma volta por aí, já que não tinha nada para eu fazer, aparentemente a discussão era sobre quem iria pagar pelo barco e eu não estava nem um pouco afim de ficar ali. “Aqui até que tem uma vista bonita.” Para quem dormia em ruas sujas e comia sobras eu até que me sentiria no paraíso. Procuraria pessoas que não aparentasse pirata para conversar ou algum local por ali, vendo se eu possa andar pelo local sem correr riscos de cair no mar ou algo do tipo. Usaria minha genialidade para decorar o caminho, tomaria um gole da minha bebida alcoólica e olharia as coisas ao meu redor. Observaria se encontrava comerciantes ou pessoas perdidas, comida, qualquer coisa diferente e iria olhando. “Será que muitos aventureiros acabam ficando preso aqui ou decidem ficar por aqui razão própria. Seria estranho, mas eu já não duvido de nada.” As faixas em meu corpo meio que me incomodavam um pouco, só que me ajudavam então não havia do que reclamar, apenas me sentia um pouco estranho. “Provavelmente a melhor ideia seria tomar o navio dos piratas haha, mas no fim sempre tem algo melhor a se fazer, certeza que não será um problema.”

“- Hmm o que será que posso fazer por aqui, por enquanto?” Bom não posso demorar muito ou vão partir sem mim e isso seria um grande problema, já eu não sei navegar, cozinhar, pescar, nada. Então tentaria conversar com alguém. “- Olá, poderia me falar um pouco mais sobre o local em que eu me encontro.” Eu não tinha muitas coisas, então acho que seria difícil até conseguir uma arma para comprar o que provavelmente ali seria muito caro. “Bom eu preciso muito de uma bota, sinto a necessidade já há um bom tempo.” Mas o dinheiro que eu tinha eu iria guardar, para caso venha acontecer de eu beber todo meu álcool, então eu preciso sempre ter uma reserva para sobreviver, pois nunca se sabe o dia de amanhã. Se ainda tivesse alguém perto de mim então eu iria perguntar. “- Pode me falar um pouco mais sobre a Grand Line?” No caso de não eu procuraria alguém para me tirar essa dúvida. Bom conseguindo as informações que eu procurava, tentaria levantar um pouco de grana com meu oficio de artista, eu vendo que há pessoas ali onde eu me encontrava, acho que não teria problema pois eu talvez era o mais fraco dos Revolucionário no momento então eles iriam se virar bem, ou qualquer coisa eu chego como a arma secreta. “- Como é que se sair desse local, existe algo para fazer ou é só simplesmente entrar no navio e navegar como se não houvesse amanhã?” Assim eu continuaria minha exploração pelo local que eu me encontrava, porém só de ter saído daquela ilha em que eu estava já me sentia muito feliz, a vibe daquela ilha era muito nada haver meio que me fazia querer fazer merda, tipo só para fazer graça mesmo.

Bom se tivesse algum número de pessoa usaria do meu oficio como artista e comediante para levantar uma grana, qualquer moedinha era bem vinda ou pelo menos me divertir um pouco. Então usando todo meu carisma e meu talento de atuar eu chamaria a atenção das pessoas que ali se encontrava. “- Senhoras e Senhores!!! Uma boa tarde, gostaria de prover um espetáculo artístico de humor para vocês.” Faria uma pausa e colocaria um sorriso no rosto largo enquanto olharia para todos que ali se encontravam, claro que muitas coisas que eu iria falar ali era mentira apenas pelo desejo de dar uma boa risada. “- Bom o tema que eu vou escolher é um pouco pesado de um certo humor obscuro, como da casa Kiss que pegou fogo.” Faria um sinal de é isso aí, tentaria passar clareza no que falava, expressão no rosto de carisma e ao mesmo tempo demonstrando que tudo que eu falaria ali não passava de uma piada ou brincadeira. Assim eu seguiria minha atuação. “- Bom quando decidimos usamos esse tipo de tema você tem que deixar claro de que lado você está na piada. Por exemplo vai fazer a piada da casa Kiss, você tem que deixar claro de que lado você está, eu gostaria de estar do lado de fora! Gwahahaha” Faria uma pausa para sorrisos e continuaria meu show. “- Minha irmã de quinze anos na época namorava um cara de trinta e seis e eles eram super de boa dificilmente brigavam até porque toda vez que ela dava um piti ele ia lá e dava para ela o tablet! Gwhahahahahaahah.”

“- Bom eu não gosto muito desses negócios de pirata é mau, marinha é bom, cr é nada gwhahah não sério ... eu não gosto muito desses rótulos, sério eu não consigo engolir esses rótulos, até porque quem gosta de engolir rótulos é tartaruga marinha Gwahahahaha.” Faria uma pausa enquanto gesticulava, usando o máximo da minha atuação e comedia, usando expressão no meu rosto. “ - Simmmmm essa é uma piada difícil de digerir.” Sempre com um sorriso no rosto no final de cada frase mostrando que era só uma brincadeira. “- Existia um doce chamado tortuguita, na embalagem vinha ajude o projeto salve as tartarugas!!! Ah embalagem é de plástico, porra tortuguita me ajuda a te ajudar você não sai por aí embrulha em um troço que pode te matar gwhahaha.” Faria uma pausa e logo completaria. “- Sério, vê se vocês observam alguma mulher por aí com a camisa do flamengo escrito, goleiro Bruno atrás. Gwhahahahahahahahahahah” Fazia um sinal de agradecimento e esse era o fim do meu stand up, na sequencia estenderia meu chapéu a fim de conseguir alguns trocados ou qualquer coisa. No fim voltaria para onde meus companheiros se encontravam.
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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptyQua 22 Abr 2020, 18:28


O Eclipse

Pato Aqui Pato Acolá






Ahh… Claro...” Suspirava desanimado ao perceber que as ironias do destino haviam feito com que meus companheiros tivessem uma extrema facilidade para colocar o animal para dormir, apenas para que eu acabasse fazendo uma ameaça sem graça e vazia como sempre acontecia. Bom, dali pra frente era bem mais problemas do que eu estava disposto a enfrentar por um pássaro desconhecido, afinal, muitos de meus companheiros ainda estavam bem feridos e a última coisa que eu queria ali era colocá-los em risco.

Era neste momento que via Yumi disparar três vezes com sua besta na direção daqueles homens. Agora, já de costas para eles, um sorriso debochando de mim mesmo surgia em meu rosto. “É isso então!” Pensava percebendo que não havia mais como voltar atrás e, por isso mesmo, voltava-me novamente para aquelas pessoas a fim de acompanhar Yumi, não deixaria minha companheira se meter sozinha naquela confusão. Aquela altura, Garfield também já estava se juntando à nós dois.

- Vocês ouviram a garota, pessoal. O que fazem correndo atrás do pato? Eu achei que fosse temporada de caça ao coelho - Dizia dando uma risadinha com minha própria piada referente à um livro infantil que uma de minhas babás havia lido para mim em minha infância, sobre um coelho e um pato que tentavam enganar um caçador.

Apesar das poucas palavras, manteria em meu semblante e minha voz um tom ao mesmo tempo confiante e ameaçador, que tentava principalmente desencorajar aqueles homens a retaliar os disparos de aviso dados por Yumi e, quem sabe, até mesmo a perseguição aquele estranho animal. Manteria a lança apertada em minha mão direita, à frente do corpo e com o final do cabo apoiado no chão, não estava disposto à mais uma vez abrir mão de minha arma para aquela possível luta.





Post: 026~ Rename: -X- ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos: 40 Mil Berries
Peruca - Preta
Lentes de Contato (Pretas)
Anel Vermelho
Todas as dores da aventura anterior curadas

•Perdas: 248 mil berries

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptyQui 23 Abr 2020, 01:39


Narração
Sensação térmica: Quente, mas vai começar a resfriar
Chovendo no final do post
Localização: Farol
A noite


Azura, Duncan, Garfield e Naomi
O povo um pouco mais normal e que ficava no navio tinha algumas pendências a arrumar. Os primeiros a reagirem eram Garfield e Azura. A mulher ia na direção de Naomi verificar quão machucada ela estava, porém só havia ralado seu corpo. Já Henryford ia na direção da tritão enquanto falava algumas palavras com Duncan por perceber que este finalmente tinha uma lança novamente.

Quando o pernas longas chegava na tritão seu discurso ilógico e preconceituoso começava. O homem claramente não percebia a merda que estava falando. Além disso acabava segurando o rosto dela quando esta não entendia o que era para explicar. Se aproximando dela acabava por demonstrar ser um racista de marca maior, fazendo o olhar da tritão mudar no mesmo instante. O tom animado que ela parecia ter ao ver que alguém havia feito o animal dormir era trocado por um olhar mais compenetrado e sério nas palavras de Garfield. Quando este a chamava de animal e partia em direção a Duncan, a tritão via a aproximação de Azura. Seu olhar para esta já estava frio e ao ouvir as falas de Pendragon a situação só piorava. - Três animais? Por bem ou por mal? Vocês piratas são sempre um bando de bosta mesmo. - Falava ela num tom frio em resposta a fala de Azura. - Racistas e egoístas como todos os piratas. Se quer conhecer o bando é só ir para as cavernas. - Falava ela apontando para a paredona que era a Red Line.

Enquanto Azura ouvia aquela resposta, Duncan via que Yumi havia atirado algumas flechas chamando a atenção dos homens que corriam na direção do pássaro. Nesse meio tempo, tanto Dellumiere quanto Naomi ouviam tanto as falas de Garfield quanto as falas de Pendragon. Porém os dois ali queriam outra briga no momento, uma para defender um animal desconhecido. Ela chamava a atenção do animal que parecia ainda bastante assustado, e obviamente ela chamava a atenção dos homens que pararam ao verem os virotes. Todos olhavam para ela tentando decifrar o que ela queria com aquilo. Ela indagava os homens sobre porque corriam na direção do animal. E um deles respondia. - Karthus disse que daria uma nova chance de aposta a quem o capturasse. - Respondia um deles. - O pássaro é mágico e apareceu do nada. - Falou outro deles.

Algum tipo de alucinação coletiva ocorria, porque todos os três revolucionários ali estavam chamando isso aqui de pato. Duncan e Yumi tentavam chamar a atenção do animal enquanto tentavam acalmar aquele grupo que corria atrás do animal. E foi então que Garfield que provavelmente cheirou alguma coisa antes de fazer seu post acabava chegando nos homens e anunciando que o "pato" era dele. A alucinação era tanta que o pernas longas tentava falar com Hugo, sendo que este estava junto das M's, Lenora, Katie olhando os estragos no navio e a situação dos feridos que caíram do navio. - Seu pássaro? Quem você acha que é? - Falava o mais próximo que chegava e socava o rosto de Garfield. Este sentia a dor do golpe e até mesmo sentia que seus joelhos poderiam tremer. - Todos sabem que o pássaro veio do nada, não tente se fazer de idiota filho da puta! - Falou o homem nervoso. Ali estava Duncan, Garfield e Yumi encarando pelo menos nove homens. O pássaro parecia parar de correr em cima do animal vaca gigante cansado e pensando que ninguém se aproximaria daquele monstro. Naquele momento começava a chover lentamente.


Faust
Faust era um elfo livre uma alma livre que simplesmente não se importava com toda a confusão que ocorria naquele barco. Tudo se resumia a dores de cabeça que ele não queria para si. Por isso seu pensamento foi simples, Georg se afastava e procurava outra coisa naquele ambiente inexplorado por ele e seus colegas.

Obviamente o que mais chamava a atenção ali era o farol, naquela ilha desolada o farol era uma fonte de luz chamativa e que continha muita vida a sua volta. Um tanto de pessoa estava por ali e todos pareciam cercarem um velho barbudo que estava deitado em uma rede tentando olhar o horizonte. Ao chegar mais perto ouvia vários dos homens ali perguntando coisas aleatórias para ele. "Mas o que você quer com o pássaro?", "Por que aquele canário é importante?" e outras diversas perguntas. Foi quando viram o homem se levantando meio nervoso com aqueles que insistiam em perguntar de tudo para ele. - Eu só queria me entreter com vocês pegando aquele animal. Parecia interessante, poderia gerar algumas apostas, mas vocês são um bando de medrosos inúteis. Vocês são chatos demais para valer a pena até mesmo apostar. - A voz dele parecia meio irritada e por isso vários homens já iam se afastando com medo. Vários partiam para direções aleatórias.

No meio disso tudo, Faust indagava para o velhote sobre o que era aquele local em que se encontrava. Via um sorriso no rosto do homem. - Você é um dos que chegou no último navio? Parabéns. Parece estar pouco machucado. - O sorriso do homem parecia realmente mais animado que antes. - Você está no Farol, a primeira parada de qualquer pessoa corajosa que deseja explorar a Grand Line. Para isso você vai precisar de um desses aqui. - Falava ele mostrando um relógio bússola para Georg. - Isso aqui é um Log Pose. Podemos apostar para você receber um se quiser. - O palhaço fazia outra pergunta sobre partir dali e o homem sorria. - Vocês podem até sair um desses aqui. Mas a chance de sobreviver é nula. - Falava o homem confiante de suas palavras, mas percebendo que não seria fácil de sair dali com isso Faust mudava para o tema de como era a Grand Line. - Ilhas perigosas, várias rotas diferentes que levam para o mesmo ponto. A rota que você vai depende unicamente dessa belezura na minha mão. Uma ilha pântano onde não existe uma alma viva quase? Uma ilha cheia de aranhas gigantes? Uma ilha de viciados em drogas? Vai saber onde vocês vão cair, são tantas opções. - O homem parecia instigar Faust para que ele desejasse apostar com ele, porém isso não fazia parte dos planos dele.

Faust simplesmente se virava para todos aqueles homens que estavam partindo e chamava a atenção de todos eles fazendo um espetáculo. Via vários sorrisos de degenerados surgindo no rosto de alguns deles, afinal, só assim para alguém rir daquelas piadas em específico. No entanto, nenhum deles parecia dar qualquer moeda para ele. Talvez nem percebessem que essa era a intenção dele ao contar aquilo tudo. Porém a intenção dele ficava clara quando retirava seu chapéu e estendia querendo grana. Aí sim ele conseguiu retirar sorrisos de todos eles. - Todos aqui são piratas fracassados que nem conseguiram ir para a Grand Line fazer seu nome. E você acha que temos dinheiro?! - Ouviu um deles indagando de forma bem agressiva. - Você deve ser mais louco do que eu imaginava! - Ouvia outro falando. - Se tivesse dinheiro eu já tinha dado um jeito de comprar um barco de algum pirata que chegasse e tinha partido! - Ouvia outro comentando.

Foi quando um se aproximou e jogou um peixe para ele como pagamento. Via a vara de pescar em suas costas. - Se quer ouro por aqui, vá atrás do tesouro do corsário. - O tom dele era irônico e era seguido por uma risada enquanto ele se afastava. Foi nesse momento que sentiu os primeiros pingos de chuva caindo em seu cabelo que estava desprovido do chapéu.



Ferimentos escreveu:
Duncan - Seu corpo irá parar de arder em 3/3 posts

Georg - Tronco todo enfaixado, pode retirar as bandagens em 4/4 posts

Naomi - Tratada, poderá retirar as bandagens em 3/3 posts

Legenda:
 

Histórico:
 

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySex 24 Abr 2020, 20:10


A situação com o barco era resolvida, em tese, o animal que antes erguia a embarcação voltava a dormir, mas nosso barco… aparentemente não estaria em boas condições para seguirmos com a viagem, isso me deixava um tanto irritada, mas a beleza exótica da jovem tritão, não permitia que eu ficasse brava com ela, conversava com a mesma ao mesmo tempo que escutava palavras hediondas vindas de Garfield.

“Não acredito que estou escutando isso!” Pensava quando fechava meu punho direito e olhava lentamente na direção do pernas longas, desde que eu o conheci ele tinha falado muita besteira que havia sido relevadas até porque o mesmo tinha uma mente fora da caixa. - Depois de saber a minha história, e das M’s! O tom severo estava presente em minha voz, não podia permitir fala de cunho racista e escravista em minha presença.

Saltaria na altura da cabeça do Garfield desferindo um chute com todas as minhas forças, assim que voltasse ao chão começaria dar um grande sermão no lunático. - Quando o chamei para ser o Arauto do sol fora por ter encontrado empatia pelos outros dentro de você, essas palavras foram totalmente desnecessárias seu idiota. Dava uma pausa olhando diretamente ao olhos do grandalhão. - E você foi com essa mulher tão horrível quanto as pessoas que juramos enfrentar! Começaria a me afastar do arauto do sol, olhava de relance para o mesmo, e em meu rosto estava estampada a decepção com o homem.

- Você um homem-feito, agindo como uma criança, lembre-se que assim como eu, ela você e alguém má vista na sociedade, olhe suas pernas, e nem por isso te chamo de animal ou diga que alguém é seu dono! Repense Garfield no que você falou, e veja se e digno de portar o anel que carrega! Assim andaria para o mais longe possível do grandalhão, precisava esfriar a cabeça o quanto antes, para não fazer ou falar nada que me arrependesse.

“Esse idiota me dá muita dor de cabeça!” Pensava caminhando indo em direção que estivesse M-4, tinha de ir para algum lugar, sabia que tinha de ir acertar as contas com os ditos piratas que se encontravam em meio as cavernas, mas assim que olhava para baixo e via o estado de minhas botas. - É acho que não aguentam mais uma luta! Olhava a minha volta, e sabia que ali não encontraria uma loja que pudesse comprar botas novas.

Assim que chegasse perto das meninas, tentaria disfarçar minha raiva com Garfield e logo então faria um pedido para a pequena M-4. - Ahn M-4, não sei se no barco teria ou vocês, mas preciso de botas novas, essas aqui não aguentariam mais nenhum chute rs! Com um sorriso inconveniente no rosto coçaria a parte de trás da cabeça esperando a resposta da pequena.

Caso a mesma tivesse um par novo de botas para me arranjar as colocaria jogando as antigas de canto. - Me foram bastante uteis velhas amigas! Assim com um grande sorriso no rosto agradeceria a pequena. Em seguida voltava a ficar em um tom sério para com a garota. - Vou encontrar o bando pirata dono daquela vaca! Não podemos ficar no prejuízo, e como todos estão ocupados e tão pouco quero ficar perto do Garfield procurarei o palhaço para podermos ir as cavernas! Dava uma pausa olhando de relance para os outros que estavam ocupados. - Quando o pessoal parar de correr atrás da ave pede para me encontrar para podermos dar uma surra naqueles idiotas! Informaria o mesmo caso ela não tivesse um par de botas novas para me arranjar.

Quando começava a me afastar das pequenas, percebia algumas gotas de água caindo em minha cabeça, conforme distanciava a frequência ia ficando maior. “Só me faltava essa!” Pensava quando começava a dar paços mais largos em direção ao farol, aonde poderia me abrigar da chuva, mas sempre a procura de Faust.

Assim que encontrasse o palhaço com um breve sorriso no rosto, me aproximaria falando. - Vamos brincalhão, você é o sortudo que foi escolhido na empreitada de chutar alguns cus naquelas cavernas! Falaria apontando com o polegar para as entradas que estariam a minhas costas. Caso o mesmo tivesse com mais alguém olharia de canto de olho falando. - Ah tu tá ocupado, termina ae e vamos chutar umas bundas, quero ver do que você e capaz hi hi hi! Falaria sorrindo para as pessoas ali perto.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySab 25 Abr 2020, 01:57



A fala da moça doía em minha alma, sentindo como se mil agulhas me espetassem. Não havia prestado muito atenção no que Garfield dissera, mas dava claramente para perceber que havia sido algo que a magoou profundamente. E não somente isso, mas a fez entender como se fôssemos racistas e preconceituosos. Eu podia não entender na pele sobre racismo, mas havia sofrido muito preconceito por toda a minha vida, morando nas ruas. Entendia o quanto doía ter a existência ignorada ou diminuída simplesmente por ser quem era.


— Gomen, gomen, gomen. Foi uma péssima forma dele falar, tenho certeza que ele não quis te ofender... Garfield só é uma pessoa meio... excêntrica. Ele traduz muito mal o que está pensando e comete alguns deslizes. Gomeeennnn. Ninguém merece ser menosprezado por ser quem é, muito menos maltratado. Posso te garantir, a nossa luta é justamente contra isso!!


Tentava demonstrar todo o meu pesar e arrependimento em minha voz e ações, até mesmo ajoelhando-me rapidamente para pedir perdão. Entretanto, levantava-me rapidamente, já focando os homens que queriam nos enfrentar, até mesmo porque um já socara o rosto de Garfield.


— Eu entenderia se falassem que estavam caçando o pato para comer, mas caçando por diversão? Não, meus senhores, vocês não vão fazer mal a esse animal... ou ao pato!


Dizia, apontando para o guardião do Sol e para o pato. A bem da verdade é que eu sentia também que Garfield merecia esse soco, então não estava tão brava. A reação da mulher ainda estava gravada em minha mente, me deixando condoer com sua situação. Mas minhas palavras se transformavam em ações, comigo deixando a besta armada e apontando na direção dos nove homens.


— Por favor, parem de caçá-lo. Eu não quero atirar em vocês também...


Faria o pedido como uma súplica, mas demonstrando firmeza em minhas palavras, passando a ideia de que eu o faria se fosse preciso. E assim seria. Se notasse algum dos homens avançando novamente para bater, fosse em Duncan, em Garfield ou em mim, faria dele meu alvo, atirando com minha besta e já recarregando rapidamente para voltar a fazê-lo. Buscaria recuar enquanto o fazia, tentando manter a distância entre nós, de tal forma a não permitir que me alcançassem para um ataque direto.


— Desculpe, mas não pedirei novamente.


Diria, mantendo os ataques caso repetissem a tentativa de avanço. Usaria de toda minha agilidade e aceleração para sempre recuar rapidamente mas, se mesmo assim me alcançassem, procuraria desviar de seus ataques, aproveitando o momento frágil em que se punham mais vulneráveis para disparar contra meu agressor.


Se, entretanto, me ouvissem e desistissem da caçada, sorriria para eles, agradecendo:


— Muitíssimo obrigada! Não é nada pessoal, vocês parecem legais. Alguma hora tomamos uma bebida juntos!


Voltaria-me, então, para o pato, olhando-o melhor pela primeira vez. Chamá-lo de pato claramente estava errado, pois era um animal diferente. Mas tampouco era uma galinha ou algo do tipo. Estava intrigada com ele, mas não sabia se poderia me aproximar, pois não queria assustá-lo. Assim, andaria vagarosamente em sua direção, não demonstrando medo, mas tentando demonstrar tranquilidade e carinho. Se visse que ele se preparava para fugir ou algo do tipo, pararia e simplesmente me sentaria, pensando em como lidar com aquele novo ser.


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Contagem

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySab 25 Abr 2020, 03:07

Bom nada como um espetáculo para me animar, achei bem divertido esse público preciso fazer mais isso de vez enquanto. Um artista precisa sempre mostrar ao mundo o seu talento, bom, mas não consegui tudo o que eu queria, porém também não me importaria nem um pouco as vezes precisamos apenas de coisas simples para mudar a vibe do dia. O velhote falava de desafio de fato seria interessante assistir as pessoas pegarem o pato. “Espero que isso não inclua eu correndo igual um maluco e tomando drible do animal. Mas ver os outros ia ser muito engraçado Gwha hahahhah” Bom aparentemente ele iria querer apostar comigo e eu nem imaginaria qual seria o tipo de desafio o que eu podia fazer é aceitar a aposta e pedir ajuda para os outros. “Bom aparentemente sem um desses Log Pose, não sairemos daqui acho que os parceiros não vão ligar muito de eu fizer uma simples aposta, qualquer coisa eu só deixo de lado, mas por hora esse velho é a melhor solução de sairmos desse farol. Claro isso se os camaradas resolverem as paradas do navio, ou galera de alto escalão aí da Revolução.” O ouro era algo que me atraia, eu gosto de riqueza e quero ser muito rico, mas sozinho não sei se conseguiria explorar essa parada, mas também era algo que eu poderia discutir com o grupo, mas pelo visto o objetivo deles não era ter dinheiro apenas soltar os escravos de Alabasta. Não que eu não queira realmente fazer isso, até por que parecia divertido e chamaria muito a atenção do governo mundial então era algo que eu realmente iria gostar, mas acho que a vida tem que ser aproveitada da melhor maneira possível. Agora eu tenho um peixe, mas não sei cozinhar, mas pode me ser útil, guardar esse alimento. “- Obrigado pelo peixe Senhor.” Faria uma pausa com um sorriso bem animado no rosto.

Então olharia para o velhote e conversaria mais um pouco com ele, pois parecia estar de mau humor, acho que ele precisa de uma dose de sorrisos para o seu dia. Mas antes eu precisava saber como seria essa aposta e se eu poderia envolver meus amigos nisso, até porque entre nós eu no momento acho que sozinho não iria conseguir, ok, poderia até conseguir, mas se posso conseguir de uma maneira mais fácil por que eu iria me arriscar a perder algo. “- Amigão, meu nome é Faust, sim eu vim com os Revolucionários naquele navio. Achei mais do que interessante e essencial sua proposta, acima de tudo isso e mais importante do que qualquer coisa, achei divertido. Gwahahahah” Daria uma risada e o pior de tudo é que isso era realmente divertido, apostar, parece algo bom. “- Me fala aí, como vai funcionar essa aposta? Eu posso envolver meu grupo todo nela?” Faria uma pausa e ouviria o que ele teria a dizer, mas de fato eu não estava nem um pouco a fim de fazer essa parada sozinho, eu nem sabia nada de navegação, nem sabia se esse velho estava falando a verdade ou era só um noiado. “- Não entendo nada de navegação, não entendo de rotas, mar, dificuldade, nadinha de nada, talvez o exército até consiga nos tirar desse farol, mas eu quero me divertir e que graça teria? Prefiro do seu jeito é desafiado e ao mesmo tempo engraçado, até por que o povo aqui parece estar no tédio, o que eu posso observar é que eles perderam seus navios e ficaram presos por aqui esperando uma ajuda ou roubar o navio de alguém, acontece, já fui burro também.” Faria um sinal com o corpo e com as mãos de fazer o que. Esperava que ele entendesse meu lado, por que acredito eu que os amigos do povo aí devem ter uns contatos para nos dar uma carona, mas ia ser chato demais, temos que conseguir do nosso jeito.

“- Então eu podendo envolver aí meus companheiros, manda ai qual é o desafio, eu ganhando terei esse Log Pose, perdendo pagarei o preço que eu não sei qual é. Gwhahahahaha” Esse puto deve se divertir aqui, vendo as pessoas desesperadas fazendo de tudo por esse Log Pose. Velho maldito arrumou uma aposentadoria e tanto, até porque olhando para ele está meio acabadinho. Ficaria ouvindo qual seria o desafio que ele iria me passar para que eu possa levar essa experiencia para todos e ambos se ajudarem a sair desse farol. Claro isso se eles resolverem a parada do navio. “Imagina que louco a gente com Log Pose sem navio GHWHAHAHAHA.” Ia ser uma desgraça e tanto, por isso temos que rir é o melhor remédio. “- Há propósito o que aquele pescador falou sobre tesouro é verdade? E o senhor conhece Alabasta? Tem possibilidade de eu conseguir algo lá, digo financeiramente sabe? Tipo libertar escravos é legal e tudo mais, mas dá um certo trabalho e não dá muito retorno ... assim hipoteticamente falando.” Precisamos de umas coisas diferente se não vai ser sempre as mesmas coisas, chegar em local, libertar os oprimidos e partir e assim por diante, desse jeito os revolucionários vão ser mais sem graça que o povo do telemarketing. “Quanto tempo esse cara deve estar aqui no farol, uns 80 anos, parece velho pra porra.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySab 25 Abr 2020, 04:40


Narração
Sensação térmica: Aos poucos ficando mais frio
Chovendo
Localização: Farol
A noite


Azura e Naomi e dois desconectados
As duas mulheres reagiram de forma completamente diferente naquele exato momento, Azura partia na direção de Garfield que já estava no chão após o golpe que havia levado. Enquanto isso Naomi se direcionava para a tritão e começava a pedir desculpas pelas falas que o pernas longas havia falado.

Os homens que queriam partir para a briga com Garfield, Duncan e Naomi pareciam até apreciar a cena que se passava a frente deles. Uma mulher peituda bonita chegou chutando a cabeça de Henryford que nada fazia para se defender e tomava o golpe com tamanho peso que seu corpo caía no chão. Aquilo chamava atenção não só pela aparência de Azura, como pela força de seu golpe já que nem mesmo o outro homem havia conseguido derrubar o guardião do sol, porém entre tudo isso acontecendo outra coisa chamava ainda mais a atenção de todos ali. A bronca que Pendragon dava em Garfield.

Entre aquilo tudo a pessoa que mais parecia perdida era a tritão, claramente aquele grupo que estava encarando era mais diverso do que havia imaginado e talvez houvesse feito um julgamento precipitado de todos eles.

Com o fim da bronca Azura começava a se distanciar enquanto Naomi começava a se concentrar em impedir que aqueles homens chegassem até o pato. Uma ameaça era contada pela fofa garota na frente deles. A silhueta de Yumi em comparação com a imagem muito mais sexualizada e badass que Pendragon havia acabado de fazer parecia até mesmo uma piada. Principalmente graças a água da chuva que colava cada vez mais as roupas de todos em seus corpos.

Azura se aproximava do navio e percebia que Lenora e Katie iam tratando vários dos feridos. O navio estava de lado e M-3 e M-2 pareciam conversar sobre como iam virar ele para o outro lado e procurar alguém para fazer o possível reparo no navio. M-4, Hugo, Zhac e o Snowflake descarregavam caixas do navio para provavelmente deixá-lo mais leve. Ela vinha perguntando sobre botas, nada sobre o navio ou sobre os feridos e sim sobre sapato. A comandante ali olhava para ela com uma cara meio surpresa. - Claro que temos. Afinal o navio que atacamos era um navio cheio de suprimentos de armas. Esse era o objetivo. - Falava ela apontando para uma caixa que possuía os mais diversos tipos de armas ali. Azura colocava as botas e ia saindo avisando o que ia fazer e o que queria que os outros fizessem. - Se eles tiverem um Log Pose trás para gente! Vamos precisar! - Ouviu o navegador baixinho gritando ao longe.

- Olha só pirralha. Não queremos bater em você. Nem falamos que vamos machucar o pato. - Falava um dos homens ali. - Falamos que vamos capturá-lo. Só isso. Então para de meter esse seu nariz onde você não foi chamada. - O homem parecia furioso e Naomi atirava uma flecha nele, mas ele desviava com facilidade. Aquele ser humano era claramente mais habilidoso do que ela e se aproximava para acertá-la com facilidade, porém durante o avanço dele todos acabaram por ouvir uma pessoa gritando ao fundo. O grito indicava que a caça ao pato havia acabado. O homem parava pouco antes de acertar Yumi. - Parece que a bonitinha deu sorte. - Falava ele virando de costas e partindo com seus amigos na direção da Red Line.- Não pense que ser bonitinha vai te fazer sobreviver aqui menina.

Não da forma que desejava ou imaginava, mas com o problema resolvido, Yumi se dirigia a vaca gigante e ao pássaro. A tritão também ia na direção do animal, ignorando aquele bizarro grupo que havia feito contato. Naomi via o povo no navio começando a se preocupar com os machucados que estavam por ali com aquela chuva. Via algum comentário de Zhac sobre Azura pegar um tal de Log Pose e depois via M-4 indagando para o povo ali perto se alguém sabia trabalhar com madeira. Quando passou pelo grupo revolucionário, percebeu que o passarinho não parecia se importar muito com a aproximação da tritão e de Yumi, confortável em cima da vaca gigante e curtindo a chuva bater, percebia que sua situação ali estava muito mais tranquila do que imaginava. - Aí aí, olha o estrago que você fez. - Ouvia a tritão falando para a vaca que dormia sem se importar muito com a mulher peixe falando.


Faust
Faust agradecia pelo peixe. Sua mente estava a mil, uma enxurrada de informações caíram em seu colo. Ele voltava sua atenção para o velhote a sua frente já que claramente ouro ali naquele lugar seria algo difícil de obter. Só de se apresentar para o homem já via outro sorriso surgindo em seu rosto. - Nunca vi um revolucionário se apresentar dessa forma. Você com certeza é uma espécime única. - Falava ele brincando com Georg.

A simpatia entre os dois era clara, Faust chamava mais a atenção do velho do que a maioria daqueles homens entediantes a sua volta. - Claro que pode envolvê-los. A aposta que será feita dependerá de quantos desejarem participar. - Falava ele esticando mostrando que qualquer um ali poderia participar. - Eu só preciso me entreter. - Essa informação animava o palhaço que também comentava que queria se divertir. Os dois ali possuíam o mesmo objetivo. E com a fala de Georg viram ele dando um sinal para todos aqueles homens a sua volta. - Olha, parem de perseguir aquele pato. Vocês não servem nem para isso mesmo. - Avisava ele para os homens a sua volta e estes aos poucos foram se distanciando e gritando que a caça ao pato havia acabado.



Azura e Faust
Azura andava a procura de Faust para ter algum apoio enquanto fosse atrás dos piratas na Red Line. E foi nisso que ela ouvia a voz do palhaço falando ao longe sobre algum tipo de desafio ou coisa do tipo. Mas não era isso o principal que ela ouvia enquanto se aproximava. Georg falava a palavra Log Pose igual o baixinho havia pedido. - Depende. Será só você? Quanto de seus amigos irão participar? Afinal, existem jogos que só dois participam, existem jogos que mais de dois participam. - Perguntava o velho que estava a frente dele perguntando interessado.

Azura chegava e falava com o palhaço sobre chutar algumas bundas. Karthus sorria para ela. - Imagino que esta seja uma amiga revolucionária que nem você. - Comentava ele olhando principalmente para as condecorações que ela levava em suas roupas novas.  - Vocês podem chutar bundas depois. Vai participar da aposta para conseguir o Log Pose também jovem? - Perguntava o velho olhando para Azura, claramente ele parecia se entreter com aquela situação.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptyDom 26 Abr 2020, 14:34

Azura me surpreendia um pouco, bom mais a ideia ali era aceitar a aposta do velhote. “- Para sairmos desse farol, esse homem Karthus tem uma proposta bem interessante e divertida. Uma aposta para gente.” faria uma pausa com um sorriso animado enquanto olhava para a mulher de personalidade forte então completaria. “- Vamos jogar? Acho que seria interessante nós dois jogarmos enquanto os outros resolvem a questão do navio. Para ganharmos um certo tempinho.” Daria minha sugestão para a moça enquanto olharia com um sorriso animado e aguardaria a decisão dela. “- Escolha é toda sua, estou bem animado para esse desafio.” Completaria com um sorriso bem alegre no rosto me sentia super feliz com tudo aquilo, era algo bem divertido. Meu objetivo era ter as duas linhas de frente trabalhando para não ficarmos focado tudo em uma coisa só, bom mas aceitaria minha posição atual no grupo então deixaria a líder tomar sua decisão, mas não veria a necessidade de todos participarem em minha mente quanto mais pessoas estiverem no game, maior será o desafio para animar o velhinho aqui e no momento não quero me esforçar muito, só o suficiente para conseguir o tal do Log Pose para o nosso navegador, que com toda certeza não seria eu. “Deve ser muito chato ser navegador.” Imagina carregar toda a responsabilidade da tripulação para que não se perca no mar ou afogar todos fazendo cagada. “Imagina eu com uma responsabilidade imensa dessas ia ser hilário GWHAHHAHAHAAHAHAH.” Ela parecia agressiva uma barbara me questionava se essa mulher vinha de terras primitivas pelo modo de falar, chutar bundas, talvez tenha vivido uma vida cheia de combates, coitada, nunca soube aproveitar a vida. “Temos um grupo cheio de traumas, mas ao mesmo tempo eles tentam ser extremamente bom, não querendo machucar adversários e tudo mais. Isso é meio estranho.”

Olharia para Karthus então diria para ele. “- A decisão ficará com ela, como líder, e sim, ela é uma Revolucionária. Meu ponto de vista senhor é que só nós dois ia ser mais divertido e iria lhe proporcionar de maneira agradável muitas risadas. Gwhahahahaha.” Eu tinha uma simpatia com esse homem e o engraçado é que eu não sabia nada sobre ele de fato, mas só pelo modo que ele leva a vida é algo formidável, talvez para mim ele era o tipo de pessoa que sabia como aproveitar a vida e isso era algo bem maneiro. “- Nunca entendi o porquê os Revolucionários tem medo de dizer que são revolucionários senhor, se são amigos do povo, não há o que temer e sim mostrar para eles que estão do lado deles, mas quem sou eu na fila do pão GWHAHAHAHAHAHAHAHAAHA.” Até o momento eu era o único que batia no peito e dizia com firmeza que trabalhava para o exército o resto vinha numa vibe mais de essa coisa tem que ser secreta o que para mim era bobeira a coisa era como seria esse jogo. Já me via tendo que fazer coisa absurda para conseguir esse log pose, eu que ainda não fiz nada aos olhos dessa mulher que parece ser líder do grupo, ou seja, eu sou apenas um estranho ou um amigo do Duncan só por isso estou aqui. Independentemente de como Azura vai querer esse desafio se era só nós dois ou geral eu olharia para o Karthus e diria de forma agradável. “- Então como vai funcionar a brincadeira Gwhaha.” Ouviria atentamente o que esse homem queria para nos dar o dispositivo.

“Bom vamos no divertir.” Olharia para Azura então completaria dizendo para ela de maneira bem calma e confiante. “- Vamos ganhar essa parada.” Faria um joinha, não me importaria qual seria o jogo eu queria ganhar de toda maneira eu não era um jogador fanático, mas eu gostava do sabor da vitória era algo legal. “ O velho gosta de rir é? Prometo a ele que sou bom nisso!!” Já imaginaria as trapalhadas que isso iria ocorrer, mas fazer o que tem que ser assim né, senão iria perder realmente toda a graça. [/color]

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptyDom 26 Abr 2020, 22:42


O Eclipse

Pato Aqui Pato Acolá






De maneira totalmente inesperada, Garfield soltava algumas palavras com a tritão que eram no mínimo bem mal colocadas. Na verdade, eram um tanto racistas de fato. Fosse de propósito ou apenas fruto de sua estranha criação, um revolucionário deveria saber o peso de dizer algo assim, e o pernas longas claramente não sabia. A ação de Azura fazia com que eu percebesse que realmente teria que ensinar o pernas longas a viver em sociedade, e a reação da mulher polvo também era um tanto inesperada. Uma pirata que odeia piratas?

Por sorte a maioria de meus companheiros havia agido antes que eu pudesse fazer alguma coisa, estava bem perdido naquela situação. Yumi acalmava a mulher enquanto Azura dava uma bronca no Arauto do Sol, graças a isso eu teria tempo para pensar no que fazer “Mas que merda...” Respirava fundo me questionando como a criação de Garfield havia acabado criando alguém assim. Realmente queria ajudar o grandalhão.

Felizmente ou infelizmente, tinha outros problemas para lidar. Yumi parecia bem decidida a impedir os homens de caçarem o pássaro e neste momento eu tomava a decisão de ficar parado. Já havia visto a garota se impor várias vezes a homens muito maiores que ela, e já a havia visto atirar neles. Ainda assim, seu discurso no barco me dava um certo receio de que algo poderia ter mudado e por isso mesmo eu decidia observar como ela agiria ali, apenas ficando a disposição para caso a coisa ficasse feia.

As coisas escalaram rápido e obviamente a aparência inofensiva de Yumi não a ajudava a intimidar aqueles homens. Quando um deles parecia disposto a atacá-la, o que daria início a uma luta, um grito emanava e deixava claro que a tal perseguição ao pássaro havia acabado. Naquele momento, aliviava um pouco o aperto de minha mão direita na lança, realmente não estava disposto a lutar mais uma vez naquela noite.

- Muito bem Yumi - Eu dizia assim que a confusão havia acabado - Você não demonstrou medo em nenhum momento, e eram nove caras contra você. Vai ter um futuro brilhante no exército, com certeza - Parabenizava a garota com um sorriso, e então olhava sério para Garfield - Quanto a você... - Suspirava - Estou muito decepcionado grandão, não é daquele jeito que falamos com as pessoas. Ninguém é propriedade de ninguém, você não viu pelo que a M-4 passou? Eu sei que não fez por mal, mas tem que tomar mais cuidado com o que fala, pode parecer mais um dos Vermyllions que o Campeão do Sol, e isso não atrai as pessoas, só as deixa com medo e raiva de você e tudo que você prega.

- Depois vamos conversar melhor e eu te ajudo a entender o que pode ou não fazer tá? Aproveita e separa algumas perguntas, pode ser sincero que eu não vou te julgar. Mas só depois - Finalizava finalmente o sermão para o pernas longas - Agora se você tiver entendido que fez besteira, vai pedir desculpas pra moça que ela precisa ouvir isso muito mais do que eu! - Com todo o falatório terminado, dava as costas para o Arauto do Sol e podia novamente voltar minha atenção para a ave que impressionantemente estava em cima da vaca.

Inacreditável!” Deixava escapar uma risada mais uma vez devido ao modo como as coisas vinham acontecendo ali. A chuva começava a cair e M-4 estava preocupada com os feridos enquanto eu sentia as gotículas de água umedecendo minhas roupas e aliviando um pouco a ardência dos ferimentos tratados. Eu iria ajudá-la assim que possível, mas no momento queria aproveitar para terminar o problema com a ave e também falar com aquela mulher. Com este intuito, depois que Garfield tivesse pedido desculpas para ela eu diria ao pernas longas - Agora vai ajudar a M-4 com os feridos grandão. Boas ações são um jeito legal de compensar o que aconteceu.

Feito isso, Garfield tendo ou não se afastado, abordaria a mulher dizendo - Me desculpa pelo meu amigo. Sou Duncan Dellumiere, somos do exército revolucionário e alguém falar algo assim é realmente uma vergonha - Eram palavras sinceras. Apesar de minhas atuações durante as missões, não havia necessidade de tratar pessoas aleatórias tão mal, ainda mais disseminando preconceitos. Respirando fundo, resolvia mudar de assunto agora - Alguma ideia de como tiramos a galinha dali sem acordar seu bixinho? Vou ser sincero, tô pensando em adotar! - Dizia agora com um tom mais brincalhão e descontraído, tentando fazer a mulher baixar um pouco a guarda conosco e quem sabe se sentir mais segura.

- Aliás moça, tenho uma pergunta - Me lembrava de algo que havia me chamado a atenção anteriormente. Apesar de parecer pertencer a um bando pirata, a mulher havia dito palavras bem pesadas sobre este grupo enquanto brigava com Garfield - Você é uma pirata que odeia piratas? Me parece meio estranho... - Esperava que ela entendesse que eu queria uma resposta, mas não forçaria muito a barra - Qualquer coisa, nosso barco é bem pequeninho mas sempre cabe mais um - Faria o convite de forma despretensiosa, acreditando que ela talvez gostasse de trocar suas companhias.

Em todo caso, seguiria as instruções dadas pela mulher para tirar o pássaro de cima da vaca, tentaria não assustar a criatura e acariciá-la para que ficasse mais mansa. Tomaria cuidado no processo para não assustar e nem machucar a vaca. “Disseram que o pássaro surgiu do nada… Que coisa estranha. Tem até uma cela” Questionava a mim mesmo, lembrando-me da dimensão alternativa para a qual eu havia sido levado e me perguntando se era algum fenômeno semelhante.



Post: 027~ Rename: -X- ~ Location: Farol

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 16 EmptySeg 27 Abr 2020, 00:11


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A paulada me deixava com raiva, por um momento ficava incrédulo que alguém um dia poderia ser louco o suficiente para encarar Garfield Henryford, o campeão do Sol, numa luta física. Sorria depois de receber o soco, me levantaria de onde quer que estivesse e encarava o homem que havia o desferido com olhos hostis. — Ah, que cheiro de infância… — Me aproximaria mais dele e estaria prestes a segurar sua gola. — Sabe o que eu fazia com…!!! — Prestes a terminar a sentença, uma coisa muito mais rígida, aparentemente mais rápida e com certeza muito mais potente me atingia, não parecia ser de um ser humano normal. Instantaneamente me dava conta de quem havia me atingido tal chute. ”Foi a Azura!” Assim que era acertado, soltaria um grunhido advindo de um espasmo, por não conseguir reagir a tempo de parar sua perna ou algo do tipo. Me levantaria do chão com as duas mãos na cabeça, passando as palmas das mãos no local atingido várias vezes, na esperança de que a dor passasse mais rapidamente. — Ai! Olha direito onde mira, Azura! Ai... — Então, a bronca vinha. — Quando o chamei para ser o Arauto do sol fora por ter encontrado empatia pelos outros dentro de você, essas palavras foram totalmente desnecessárias seu idiota. — Me colocaria na frente de Azura, com olhos de piedade. — Mas eu só queria proteger o pato! Eles são os inimigos, eles! Eles iam comer o pobre pato, eu já vi isso uma vez! — Apontaria para o homem que primeiro me atingiu um soco.

— E você foi com essa mulher tão horrível quanto as pessoas que juramos enfrentar! — Tirava as mãos da cabeça e parava para raciocinar. Mantinha um semblante confuso no rosto por alguns momentos, mas bastava alguns segundos para cair a ficha. — Oh! Fala da mulher-peixe? — Riria, com um sorriso aliviado no rosto, enquanto passaria uma mão na região da dor e abanaria para frente a outra. — Ah, está tudo bem! Papai disse que homens-peixe são cruéis, insensíveis, e que caçam crianças que não comem o que os pais dão de comer. Nós não temos negócios com eles! — Diminuiria o sorriso, mas ainda manteria feição amistosa. — Que susto você me deu. — A segunda parte da bronca viria logo então. — Você um homem-feito, agindo como uma criança, lembre-se que assim como eu, ela você e alguém má vista na sociedade, olhe suas pernas, e nem por isso te chamo de animal ou diga que alguém é seu dono! Repense Garfield no que você falou, e veja se e digno de portar o anel que carrega! — Rapidamente olharia para as minhas pernas. — Ehk?! Mas minhas pernas são — quero dizer, eu estou mais alto e perto do... — digo, isso é coisa de famí... — quero dizer…! — Levaria um tempo para absorver tudo que foi dito, e a conclusão final viria logo depois. — O-O anel não, Azura, espere aí! Não tem como a gente conversar? Eu gosto desse anel! — Esconderia os dedos atrás das costas e taparia o anel com a outra mão, buscando proteger o que me foi concedido. Notava a ruiva saindo de perto de mim e conseguia respirar mais aliviado por não ter meu anel confiscado.

Virava-me então novamente. — Certo, então. Temos negócios a resolver… — Estalaria os punhos enquanto me virava novamente para os homens, mas repararia que no momento, então, não estavam mais no mesmo lugar. ”Maldição!” Procurava os homens com os olhos, mas o primeiro a encontrar havia sido Duncan. Cumprimentava-o com um afirmar de cabeça, mas recebia muito mais do que apenas um cumprimento. — Estou muito decepcionado grandão, não é daquele jeito que falamos com as pessoas. Ninguém é propriedade de ninguém, você não viu pelo que a M-4 passou? Eu sei que não fez por mal, mas tem que tomar mais cuidado com o que fala, pode parecer mais um dos Vermyllions que o Campeão do Sol, e isso não atrai as pessoas, só as deixa com medo e raiva de você e tudo que você prega. — Aprofundaria minhas olheiras com pasmar no rosto. Recuaria um pouco o corpo e colocaria minhas mãos na frente do tronco. — M-Mas irmão…! — Colocaria minhas palmas das mãos à mostra, em frente ao peito. — Mas não era uma pessoa! E… ela come crianças… não tem como falar como se fosse ser humano… tem? — Olharia novamente para minhas pernas longas. — … tem? — Encararia o chão, confuso. Não era comum ver pessoas que não tinham problemas com tritões, principalmente depois de saberem de todos os seus crimes no mundo. Continuaria ouvindo a bronca, então. — Depois vamos conversar melhor e eu te ajudo a entender o que pode ou não fazer tá? Aproveita e separa algumas perguntas, pode ser sincero que eu não vou te julgar. Mas só depois. Agora se você tiver entendido que fez besteira, vai pedir desculpas pra moça que ela precisa ouvir isso muito mais do que eu! — Meus lábios relutavam a fala, mas me era concedida a maldição da preguiça mental, o senhor Sol havia me punido por um deslize de fala. OIharia para cima e abriria os braços. — Ó, Senhor! Conceda-me a bênção do linguajar humano! — Colocaria os dois dedos indicadores na cabeça e fecharia os olhos, respirando devagar por alguns segundos e enfim voltando ao estado normal, mais calmo. — Obrigado por apontar uma maneira melhor de lidar com os peixes, Eclipse! Garfield Henryford não falhará novamente! — Dizia, positivando com a cabeça.

Caminharia em direção ao tritão, sem sequer olhar para o seu rosto. Não faria contato visual com ela e cruzaria os braços ao chegar próximo. Frente a frente com ela, falaria em tom hostil, embora a mensagem fosse pacífica. — Ei. Você mesma. — Olharia para o chão, bem abaixo de seus tentáculos, buscando não olhar nos seus olhos. — Não tenho nada contra você, não. — A partir daí, olharia nos seus olhos e me aproximaria. — Vou fazer nada contra você, também, não. Respire sossegada. — Colocaria dois dedos nos meus olhos e apontaria esses dois para os olhos dela, como quem diz estar de olho. Reviraria os olhos, então. — “Desculpa”, “desculpa”, pronto, feliz? Saiba que não tenho culpa, não. — Me distanciaria um pouco. — Eu te respeito porque você é uma criatura da luz. Nosso único e soberano senhor é o grandioso Sol e ninguém mais. Nenhum ralé humano pode ser seu dono. — Falava com um pouco de receio, mas a coisa ia fluindo até que se tornava natural dizer esse tipo de coisa. — Eu sou o homem mais humilde dos reinos celestiais e terráqueos, de todos os mares e ventos, e é por isso que lhe concedo a bênção das minhas desculpas. Mas estou de olho em você! — Me lembraria então do fato dos tritões comerem crianças. — Pois fique longe da M-8, você! — Viraria de costas, ainda olhando para seu rosto, e caminharia para longe dela, ainda a encarando, até que tomássemos distância o suficiente para se tornar inútil encará-la e enfim eu pudesse olhar para frente de novo. Me aproximaria de Duncan. — Pedi as desculpas, Eclipse. Se ela aceitou ou não, já não sei. Quero que mais tarde me explique por que devemos confiar em peixes com pernas. — Colocaria-me em postura formal, de queixo erguido. — Agora vai ajudar a M-4 com os feridos grandão. Boas ações são um jeito legal de compensar o que aconteceu. — Concordaria com a cabeça e estaria prestes a me retirar, mas algo me apertava o peito. Dava alguns passos para longe, mas voltava com o dobro de velocidade e puxava a nuca de Duncan para perto, assim encostando testa com testa. — Veja bem, Eclipse. — Colocaria o dedo indicador no seu peito algumas vezes e depois daria-lhe alguns tapas nas costas. — Você é o único que tem paciência comigo. — Teria olhos de pena. — Compreendo que, por eu ser um campeão, minha visão do mundo mortal é diferente da dos demais. Mantenho-me resiliente por saber que nada de mal me ocorrerá se eu colocar minha fé n’Ele. Porém, são raras as oportunidades de aprender alguma coisa com os outros, exceto com papai. Papai deve estar em algum lugar da Grand Line… bom, finalmente. O que estou querendo dizer é que seu aspecto de Eclipse lhe permite enxergar o mundo de outra maneira. Agradeço por me ensinar os caminhos do mundo. — Soltaria-o, então, com um sorriso orgulhoso, e iria ajudar M-4 com os feridos.

Ao chegar próximo de M-4, cumprimentaria-a com um bradar. — Iluminada noite, M-4! — Me poria ao lado da pequena. — Fui enviado para ajudar com os feridos. O que devo fazer? — Ouviria suas próximas ordens e as seguiria. Antes disso, me colocaria no centro de todos os feridos e ergueria a mão direita. — Senhores, rezemos todos ao senhor Sol para que nossas feridas sejam curadas, para que nossos corpos sejam resilientes e nossa força de vontade seja ardente. A sabedoria de hoje é: homens-peixe também são parte homens. Não devemos tratá-los com desdém. Pois bem. — E então, tomaria as atitudes que M-4 haveria me ordenado. Ao terminar o serviço, me aproximaria da pequena. — M-4, com licença. — Me abaixaria para ficar mais ou menos da sua altura e poder falar com mais clareza. — É um pouco íntimo, se não for problema! — Afirmaria com a cabeça, olhando para seus olhos. Me aproximaria um pouco. — Como Creg teria agido se encontrasse… bem… um homem… meio peixe, meio homem? Um tritão, assim, sabe? O que ele faria? — Esperaria pela resposta.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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Kenshin Himura
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Após o atrito com Garfield, seguia rumo ao navio, aonde encontrava com M-4, minha cabeça estava pegando fogo, com toda aquela situação, precisava espairecer. Assim que chegava ao barco M-4 respondia que o carregamento roubado da marinha era de armas, e inclusive teria uma bota para batalhas no meio delas, ficava feliz com aquilo a final o esforço de Duncan e os outros, e os nossos de ajudar eles com a fuga do navio não fora em vão.

- Então aquilo tudo não foi atoa! Dava uma pequena risada. - Que bom que ao menos isso deu certo! Falava pegando o par de botas, tirando as velhas e colocando as novas no lugar. Sentia meus pés pisando em um material mais macio, talvez por serem novas, mas que pareciam ser de uma qualidade superior as minhas outras. “Fazer bom usos delas já já!” Pensando no grupo de piratas que estavam escondidos em meio as cavernas.

Em seguida informava para onde iria e logo escutava a voz do pequeno Zhac informando que assim que encontrasse um log pose trazer para ele pois precisaríamos. De início o nome não era estranho, já tinha escutado em algum lugar, mas não fazia ideia do que se referia, e muito menos aonde encontrar. - Não se preocupe pequeno, seu pedido é uma ordem! Dizia sorrindo para o mesmo, fazendo um sinal de sentido para o pequeno anão.

Seguia rumo ao farol em meio aos pingos gelados que caiam em minha cabeça não, gostava da ideia de me molhar com a chuva em meio aquela noite, detestava passar frio. Em busca do palhaço conseguia escutar sua voz meio que de longe, assim que caminhava na direção de sua voz escutava o mesmo nome que o anão tinha pedido para que eu encontrasse. “Olha parece que foi mais fácil do que eu esperava!” Pensava me aproximando do palhaço, mas não tirava da mente a ideia de bater em alguns piratas.

Antes que o palhaço pudesse falar, o velho que estava perto dele perguntava se eu era amiga do mesmo e se eu era uma revolucionária, olhava estranho para o velho, em seguida o mesmo falava que eu poderia chutar algumas bundas mais tarde, e perguntava se eu participaria da aposta pelo tal loge.

- Aposta? Eu estava interessada naquilo coçava o queixo com minha mão direita, sentia minha boca ficar seca como um deserto, não sabia se era o fato que poderia ganhar algo, ou apenas estava com vontade de tomar minha bebida. - Isso vai valer dinheiro? Perguntava com um sorriso malicioso em meu rosto, então pegando minha garrafa de vinho e em seguida tomando alguns bons goles da bebida, o suficiente para saciar minha sede.

Mas antes que o velho pudesse falar, Faust me dava o parecer sobre oque se tratava, então o Loge era algo que permitiria nossa saída daquele pedaço de terra desolada, aquilo era muito importante, não tinha ido até ali para ficar estagnada naquele lugar. - A proposta parece interessante Faust! Dizia rindo ao mesmo, não saberia qual seria o desafio que o homem iria fazer.

Assim Georg, deixava a decisão para mim, colocava a mão no ombro do mesmo e com um sorriso começaria a falar. - Bom como meu amigo aqui gostou da ideia de um desafio! Acho valido a gente participar junto hi hi hi! Sorria para o velho esperando pelo oque seria tal desafio.

Assim escutava Faust falar palavras interessantes, aquilo realmente me deixava um tanto intrigada, sempre bati no peito sobre minha causa e para quem eu lutava, e via que o mesmo tinha a mesma linha de pensamento que eu, mas não podia deixar ele achando que todos os revolucionários eram covardes de admitir. - Não é bem assim meu caro palhaço! Dava uma pausa me posicionando ao seu lado.

- Nossa luta tem muitos lados, isso é fato, principalmente minha causa! Tenho orgulho de todo trabalho que venho fazendo e das condecorações que venho ganhando, estampo elas em meu peito para que todos vejam quem sou e que saibam que estou lutando por eles. Falava passando a mão em cima das condecorações que havia ganhado recentemente. - Mas precisamos de pessoas como Duncan ou Yumi que são mais discretos para conseguirmos informações e infiltrar em lugares que seriam difíceis para nós, assim é bom eles terem cautela de falar quem realmente são! E com um grande sorriso olhava em seus olhos falando. - Assim como preciso de pessoas como você e eu, que bate de frente contra quem for nossos inimigos sem medo de dizer quem somos, ah claro tem o Garfield mesmo ele sendo um idiota, ele ainda é uma boa pessoa eu acho. Luta pela nossa causa no mesmo estilo que eu e você! Falaria assim olhando para o velho e com um grande sorriso.

- Certo senhor Karthus, cracus, sei la seu nome, ganhou minha atenção com esse desafio, oque temos de fazer? Com um olhar confiante para o homem, estava gostando do rumo daquilo e da determinação do palhaço.

- E Faust, farei assim, se ganharmos, e você quiser se juntar ah minha célula te farei um dos meus arautos! Falaria assim tirando um dos anéis de meu bolso, o verde com o símbolo do trovão. - Preciso de pessoas como você que não tem medo de estar a frente da revolução para defender a célula, se ganharmos você será meu arauto do trovão! Assim falaria mostrando o anel para o palhaço.


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