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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2019, 17:09

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptyTer 31 Dez 2019, 00:24


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Fechava então o livro e respirava fundo. Meus olhos se fechavam lentamente, e erguia meu rosto ao céu, absorvendo o conhecimento passado pelo livro. Era um bom livro, de fato — não dos mais divertidos, nem daqueles com criaturas fantásticas e histórias de se dar risada, mas ainda sim, um livro que mudaria minha vida de agora em diante. Sorria ao pensar na hipótese de agora poder construir certas coisas para mim e para meus colegas, coisas únicas, que apenas eu poderia construí-las e somente este haveria em todos os universos, visto que seria fabricado por mim, não por qualquer outro ferreiro genérico que encontramos em certas esquinas. Por qual espécie de item eu deveria começar? Uma bota com espinhos para Azura? Uma lança de cinco cabeças e cabo fervido para Duncan? Melhor: uma clava de tamanho ajustável para mim? Quem sabe. Com a bênção do Sol e fé no meu gigantesco potencial, posso mover montanhas.

Antes que eu pudesse terminar de raciocinar sobre a próxima coisa a ser confeccionada, outro tipo de escrita passava na minha mão. Era um jornal, falando sobre pessoas que nunca conheci e que para mim não eram realmente relevantes. Entretanto, algumas palavras me chamavam a atenção, sendo "Herói" a principal delas. Olhava para os lados, procurando por alguém que tivesse também lido o jornal, na esperança de conseguir fofocar meus pensamentos. Encontrando alguém, proferiria as palavras para a pessoa, caso contrário, proferiria em voz alta, esperando que alguém escutasse: — Ora, por que "herói"? Ele matou o próprio irmão, só porque o cãozinho tinha medo dos seus donos perderem a coleira! Ó, humanidade... a verdadeira heroína aqui é a tal da...— Lia o nome Mao de Lut Ima. — Mal de quê?! — Dizia. — O que é Lutima? E por que ela é o mal dele? Espera um pouco... — Forçava a visão para ler a alcunha da suposta pirata. — Filha do Caos... — Então, entendia perfeitamente o que estava acontecendo. A pirata era o mal de Lutima, porque era uma malfeitora, e portanto, desorgulho para seu pai, uma mal a ele. Lutima era seu pai, e como ela era filha do Caos, o Caos se chamava Lutima! Ficava boquiaberto por alguns segundos ao entender a situação, e passava o jornal para o próximo. — Pois diga a esse jornalista que ele escreve como um gago das mãos! — Dizia, a quem quer que ouvisse. — Mal é com 'élle'! Não com O! E pelo amor do Sol, coloque o nome do agente do Caos junto. Lutima, não Lut Ima! — Indignado, contorcia meu corpo um pouco, e aquela dor incômoda voltava a aparecer. O jornal por sua vez ia parar na mão de M-4, e depois de ler, ela se comunicava com a equipe.

— Bom, sabemos que existe uma ilha que os Vermillyon usam de ponto intermediário entre aqui e Nirvana. Chaos é o nosso melhor chute. — Minha testa franzia e meus olhos ficavam em posição de determinação, de confronto. — A ilha de Lutima... — Dizia, quase que sussurrando. Agora, estava determinado a sequestrar a filha do Caos, na sua própria ilha, para que ela nos levasse ao Caos, para que enfim pudéssemos o derrotar e aliviar os desastres da população. Quantas intrigas, desavenças e ódio esse ser maligno nos trouxe, nos tirando da claridade do Sol? Ele sim merecia ser expurgado da realidade. — De qualquer forma, nós não estamos em condições de partir para Chaos agora, vou dividir importantes tarefas para todos, assim vamos conseguir partir em melhores condições o mais cedo possível. — Certo, eu havia me perdido no caminho da raiva, e mais tarde deveria agradecer M-4 por me livrar desse caminho, nos privando de ir diretamente para o Caos, e primeiro buscando o aprimoramento. Nada menos esperado do que uma líder de célula! Então, a moça se aproximava de Azura, chamava-me, e chamava a outro qualquer aleatório mundano que vestia o título de major, quando na verdade, deveria ter bem menos altura que eu.

— A marinha aumentou a vigilância do porto após a confusão toda de ontem. — Ela dizia, e me fazia rolar os olhos. Quem os marinheiros pensam que são para placar a vontade do Sol, defendendo os injustos e saudando os pecaminosos? Bem, uma coisa neles, afinal, é linda: a união deles que compõem sua força. Talvez assim seja o melhor modelo para espécie humana, só não sendo melhor que os revolucionários, que por sua vez querem somente um mundo melhor, e não zelar por leis falhas criadas pelos seus semelhantes. — Vocês podem dar um jeito nisso? — Segundos depois, vinha a resposta do louco aleatório. — Pode deixar conosco. Nós vamos agir essa noite e não terá nenhuma estrutura da marinha intacta após nosso serviço. — Para variar, falava abrobrinhas, que cabia a mim consertá-lo, pobre tolo, mero mortal. — Estou enfraquecido por ter gasto todas as minhas recargas solares na luta. Preciso recompô-la para ter melhores resultados! Mas ainda sim, poderei aniquilá-los sem problema algum. — Olhava para o "major" com esnobeza no olhar.

Me direcionava novamente à minha cama, tendo em mente que, de fato, eu não poderia despediçar a tarde com atividades, já que precisaria me regenerar um pouco para estar completo quando fosse destruir os marinheiros por completo. Voltaria a ler aquele livro de engenharia mecânica que tinha deixado do meu lado após o aprendizado, apenas para revisá-lo e ver se eu conseguia fixar bem na cabeça, a fim de não falhar em aprendê-lo e depender dele para confeccionar algum material mais tarde.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.
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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptyTer 31 Dez 2019, 21:23


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Azura & Garfield
Os dois reagiam de maneiras completamente diferentes a notícia. Azura possuía diversas memórias de Alucard e relutava em acreditar naquela informação. Já Garfield viajava completamente no texto do jornal, falava que o nome da pessoa havia sido escrito de forma errada, que o jornalista era incompetente, entre outras coisas.

Naquele momento os dois possuíam o mesmo pensamento, só que por motivos completamente diferentes. Azura queria saber mais sobre o destino final de Alucard, enquanto o guardião do sol queria aproveita que a pirata era a filha do Caos para acabar com ele, que era o maior inimigo do Deus Sol. Só que esse objetivo é algo completamente voltado para o futuro. No momento eles teriam que fazer algo bem menor e simples, quebrar a defesa do porto.

E como nenhum dos dois parecia realmente com vontade de fazer algo especial naquela tarde, Garfield limitou-se a reler o livro, enquanto Azura comeu direitinho no almoço e foi na direção de Creg, que também estava comendo. - Bom, se sairmos matando os marinheiros vamos acabar chamando mais atenção para o porto, o que o ideal. - Falou ele parando para levar o garfo a boca. Quando terminou de engolir ele continuou. - Estava pensando em sabotar sua infraestrutura. - Complementou. - Quebrarmos suas televisões, roubar seus den den mushi's de comunicação e câmeras. Existem diversas formas de fazermos o que queremos. - Falou ele ainda pensativo. - Além de na confusão podermos, por exemplo, pegar algum tipo de dado sobre quais as próximas embarcações que estão para chegar na ilha, podemos ameaçar funcionários para falar sobre alguma coisa que não nos interessa. Assim eles podem ficar preocupados com um futuro que não vai ocorrer porque simplesmente não é o nosso objetivo. - Terminou, deixando claro que não era assim um plano tão bem pensado pro momento, poderiam adicionar detalhes ou outras coisas.

- Eu aceito sugestão, tanto de você quanto daquele... homem maluquinho que anda com você. - Falou ele, e como num passe de lembrança, estalou seus dedos e enfiou a mão no bolso da calça. - Isso aqui é para você. - Falou entregando uma medalha para Azura. - Ela indica que você já completou três missões pelo exército revolucionário. - Falou ele. - E me lembre de promover o pernas longa depois, isso deve ser feito antes da missão, mas não chega a ser algo muito grande.

Com isso, Azura poderia dar dicas ou ideias sobre a missão, enquanto Garfield só via o tempo passar. E todos os três se reuniram enquanto estava para anoitecer. Não se sabe como seria a missão, mas os dois precisavam estar preparados para qualquer coisa, principalmente porque Creg falava algo importante. - Esqueci de comentar, mas vocês dois possuem recompensas pelas cabeças de vocês. Oito milhões e quatro milhões. - Falou olhando para Azura e para Garfield. - Então podemos ser reconhecidos facilmente, cuidado para não serem reconhecidos. - Apesar do aviso, não parecia que ele acreditava realmente que esse tipo de situação iria ocorrer.



Duncan
A conversa fluía de forma ótima com M-3, mas o mundo ali era mais cruel e por isso logo o dever chamava. A missão era bem lógica dado o que havia acontecido durante o ataque. Só que antes disso, outra missão era dada, uma missão que parecia completamente ilógica para Duncan, mas o que ele poderia fazer além de seguir a ordem? Com isso em mente, falou que iria se disfarçar, que M-4 iria se disfarçar, só que antes iriam comer alguma coisa.

A base não tinha muita coisa para comer, na verdade os recursos ali eram escaços, o que provavelmente faria o disfarce ser um pouco mais complicado do que Duncan planejava. Comeu algumas frutas e logo se viu com M-4 e M-3, que os seguiu meramente pela diversão, no local onde iriam se disfarçar.

Dellumiere pedia para que a sua chefe soltasse o cabelo enquanto ele mesmo cortava o dele. A pequena relutava um pouco, mas a irmã dela acabou soltando o cabelo dela. - Nossa. Você fica bem mais parecida com a M-6 do que eu imaginava. - Falou a irmã olhando para a M-4 de cabelo solto, mas logo após falar ela colocava a mão na própria boca, arrependida por ter falado algo de errado. Antes que Duncan pudesse sequer perguntar, a M-4 perguntava. - M-6? - O tom dela era da mais pura incredulidade. - Depois eu vou ficar sabendo sobre isso. - Falou ela com um tom pouco mais nervoso.

Com aquilo o sinal era dado, para Duncan fazer o que quisesse. A maquiagem não era muito pesada, porque não tinham tanta maquiagem assim na base. A roupa de Duncan era uma verde escura, mas não conseguira pintar o cabelo e muito menos por uma lente, então o corte de cabelo e talvez o jeito de agir teria que bastar. Já M-4 mudava o vestido para um azulado.

- Bom, nós vamos pro quartel general, tenha cuidado com o que falar... você está certo sobre a recompensa, mas ainda não sei quanto que ela é. - Falou sua chefe já saindo na direção do quartel general.


Faust
Faust pagava pela bebida, pedia por uma nova, e, o mais importante de tudo, mudava o rumo da conversa por completo. O que antes era uma piada acabava por tomar um teor mais sério, onde o palhaço indagava sobre o exército revolucionário. A ruiva o olhou por um segundo, estranhando a coragem do homem de perguntar isso de forma tão aberta. Mas ela acabava sorrindo com a última fala, sobre ele não gostar de ruivas. - Sim, é sorte sua. - Falou ela pegando os doze mil berries e entregando a outra cerveja para ele. - Não sei nada sobre eles. O meu bar já tem encrenca o suficiente sem eu saber esse tipo de coisa. - Falou ela. - Mas se fosse para eu chutar alguma coisa, diria que os responsáveis pelo ataque a família Vermillyon são revolucionários. - Ela iria continuar falando algo, mas um outro cliente pediu alguma coisa, ela se afastou por um segundo enquanto Georg apreciava a bebida para atender.

Nesse meio tempo Faust se preparou, chamou a atenção do bar e contou uma história que fez vários começarem a rir no final. Quando ele se virou novamente para o balcão viu a bartender ali pronta para continuar. - Assim, eu não sei se eles são realmente revolucionários. - Falou ela dando uma pausa e se aproximando. - Foi o que o jornal local informou, então a confiança não é tão grande assim. - Ela voltou a se afastar, mas ainda complementou em tom normal. - Talvez a marinha tenha cartazes de procurados deles, afinal, eles são a prioridade na ilha no momento. - Comentou ela, o que lembrava Georg que ele poderia ter pegado cartazes de procurados no próprio QG da marinha ontem antes de ter saído, talvez demonstrasse quais eram os revolucionários por perto.

A informação era até boa, mas não era certeza, com isso, Faust acabou procurando-se por mais pistas com o povo do Pub em geral. Só que ninguém o ajudou em nada, na verdade a maioria das pessoas daquele bar pareciam viajantes que provavelmente seriam presos se fossem em outros locais. Georg acabava com suas mãos um pouco atadas.


Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 

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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptyQui 02 Jan 2020, 00:16



Era decepcionante ver que não tínhamos muito recursos para disfarce naquela base, na verdade não tínhamos nem uma boa variedade de comida ali. Isso deixava explícito a pouca força que o exército revolucionário tinha naquela ilha, principalmente se comparada com Conomi Island onde os recursos eram vastos. Será que seria assim no resto do mundo também? Talvez eu devesse começar a pensar em adquirir alguns recursos próprios para usar nesse tipo de situação.... Mas para isso precisaria primeiro conseguir algum dinheiro. Vou tentar me lembrar disso na próxima vez que invadir a mansão de algum ricaço por aí.

Minha linha nem tão aleatória de raciocínio era interrompida por um comentário de M-3 sobre a aparência que a quarta adiquiria ao soltar o cabelo. Olhava instantâneamente para o rosto da major, tentando inutilmente perceber algo em sua aparência que pudesse indicar nem sei bem o quê. M-3 levava as mãos a boca arrependida, servindo para me intrigar ainda mais até que por fim as falas de M-4 aumentavam ao infinito toda a confusão sobre aquelas garotas.

Pera… ela não sabia que tinha uma M-6? Elas não são irmãs?” Tentava então refletir um pouco sobre a informação, mas aquilo só servia para piorar tudo “Calma… Então quer dizer que também tem uma M-5???” Talvez minha cabeça começasse a liberar fumaça em alguns instantes. Imaginava seis garotas super parecidas com M-4 a minha frente, e tentava inutilmente me questionar sobre o que significava tudo aquilo.

Minha confusão era interrompida pelo sinal de M-4 para que eu continuasse trabalhando no disfarce, e por isso mesmo eu sacudia minha cabeça para os lados tentando voltar a realidade e me punha a trabalhar. A falta de recursos infelizmente não me deixava ser muito criativo, mas dava o meu máximo para fazer o melhor que podia com o pouco que tínhamos - Voilà - Dizia ao fim de tudo, fazendo uma concha com a mão direita e beijando a ponta dos dedos em sinal de um trabalho bem feito. Agora era hora de falar sério novamente.

- Bom, não tínhamos muitas coisas pra usar aqui nos disfarces, então teremos que fingir bem, principalmente eu que fui o mais visto pelos inimigos. Se não se sentir confortável com isso, pode deixar que eu falo - Depois de dizer aquilo, era a vez de M-4 falar novamente e ela insinuava que já era a hora de irmos até o quartel. Antes disso, entretanto, me despedia de M-3 - Nos vemos mais tarde. Tente não explodir ninguém enquanto isso - Me despedindo da garota, seguia agora M-4 que já havia começado a andar.

- Está bem, quem é o cara que procuramos? Qual seu nome, aparência e por que diabos o chefe mandou ele praquele lugar? Qualquer informação vai ser útil. - Questionava a garota tentando não dizer nenhuma das palavras chave que poderiam entregar quem éramos para alguém que estivesse simplesmente passando por ali. Esperaria pela resposta da major para que pudesse bolar algo, e esperava que ela tivesse informações o suficiente para isso.

- Tá, vamos lá. Se perdemos contato com ele, ou ele foi preso ou dispensado. Em todo caso, sumiu. O incidente na mansão saiu nos jornais? Talvez ele possa começar a busca por aí. - Informações, precisava de mais informações. Procurar um cara qualquer no meio daquela cidade gigantesca era como procurar uma agulha num palheiro. Por fim, depois de muito pensar, chegava a uma conclusão bem lógica - Precisamos arrumar um estrategista pro grupo. Sério, minhas ideias secaram - Concluía em tom de brincadeira - Vamos ter que improvisar um pouquinho, mas a gente vai pensando no caminho - Finalizava.

Infelizmente falar era mais fácil que fazer, estava realmente bem perdido em meio a toda aquela missão. O único lado bom de tudo aquilo, talvez, é que agora eu teria um tempo livre para falar com M-4. Talvez pudesse começar a conhecê-la melhor, sabia que precisava, e aquela era a oportunidade perfeita para isso - Sabe… Eu sempre achei que você tivesse se apresentado para mim com um codinome - Dizia olhando para ela com uma cara mais séria - Me desculpe se não quiser falar sobre isso. É só que enquanto eu era espancado por um velhinho eu acabei percebendo que não sabia nada sobre meus companheiros, principalmente você - Dava uma pausa para tentar analisar a reação da garota e quem sabe esperar uma possível resposta, caso recebesse algum tipo de negativa diria - Tudo bem, a verdade é que todos escondemos coisas. Se um dia se sentir confortável para me contar algo ou precisar realmente falar sobre isso, estarei a disposição - Em tom amigável, finalizava a conversa e então voltava a tentar me focar no plano.

- No momento, seu nome é Lilian Heartz e eu sou James Flowers. Somos caçadores de recompensas e queremos saber mais sobre os autores dos ataques a mansão - Diria em voz baixa para a major - Vamos tentar reparar em algum marinheiro que tenha uma reação estranha ao nos ouvir perguntando sobre isso, pode ser o nosso cara na possibilidade de ele ter tido sucesso na missão. Se nada der certo, vou perguntar sobre algum suspeito de quem a marinha possa saber. - Não era o melhor dos planos, mas era a única coisa que me vinha à cabeça naquele momento… Além da dor ainda bem incômoda. Só esperava que tivesse conseguido usar os poucos recursos para me disfarçar bem o suficiente para não ser reconhecido ali.

No caminho tentaria ainda me atentar a algumas lojas em específico, principalmente aquelas que vendessem perucas e lentes de contato. Não só meus cabelos azuis, mas principalmente meus olhos cor-de-rubi eram muito fáceis de identificar, e aquilo poderia me colocar em problemas bem sérios no futuro. Por isso mesmo eu iria procurar pelos itens citados, optando pelos de qualidade média, apenas bons o suficiente para que não entregassem o disfarce. Tentaria tons que não chamassem muita atenção, como preto para os olhos e os cabelos, e então pagaria as compras ao vendedor para logo depois já começar a usá-las. Tendo feito isso, voltaria ao caminho para o quartel - O que acha, hein? - Perguntaria a M-4 apenas para descontrair um pouco.

Ao chegar ao QG, observaria primeiramente o movimento por já haver a possibilidade de alguém estar causando confusão no local, provavelmente o cara que procurávamos. Caso nada acontecesse, entretanto, entraria no QG procurando pelos cartazes de procurado, para os quais olharia a fim de manter uma atuação de quem estaria interessado naquilo. Nesse momento, buscaria principalmente cartazes de meus amigos ou até mesmo um meu, e então me afastaria dali caso encontrasse o meu rosto exposto, mesmo com o disfarce colocado não era bom dar muita sorte ao azar.

Buscaria então algum tipo de guichê de informações ou algum marinheiro que não me parecesse ter uma patente muito alta, não queria me arriscar com alguém com mais experiência e que poderia já ter passado por uma situação semelhante anteriormente - Boa tarde, vocês tem alguma informação sobre os autores do atentado na casa dos Vermillyon? Estamos atrás das recompensas desses desgraçados. - Tentaria exibir um tom de desprezo em minha voz ao me referir aos autores como “desgraçados”. Para a atuação dar certo, era importante que realmente parecesse desprezar revolucionários e criminosos. Esperaria que qualquer informação fosse dada, estaria também disposto a ir a outro lugar que me fosse indicado, desde que não parecesse uma armadilha. Tendo essa pergunta finalmente respondida, ou não, poderia saber algumas das informações que o inimigo já tinha sobre meu grupo, e então por fim perguntaria - Tem alguma pista? Algum objeto encontrado ou talvez alguém suspeito que possa ter alguma informação? - Tendo tudo isso respondido, sem nunca deixar de olhar os arredores, eu deixaria o QG e tentaria verificar se estava sendo seguido, tentando despistar possíveis perseguidores ao passar por becos e vielas. Caso não estivesse sendo seguido, entretanto, pararia não muito longe do local para tentar verificar com M-4 a situação.
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Em homenagem aos que se foram::
 


Última edição por Wesker em Qui 02 Jan 2020, 18:01, editado 2 vez(es)
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Kenshin Himura
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Comandante Revolucionário
Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptyQui 02 Jan 2020, 17:42


O dia mal começava e uma enxurrada de acontecimentos eram despejados em cima de minha cabeça, não conseguia acreditar no fim que Alucard tinha tido, mas não ficava surpresa com os próprios irmãos indo atrás dele. “Mao… ela vai saber me explicar oque aconteceu!” Pensava na garota que tinha sido o último contato do Alucard em vida, estava determinada em encontrar aquela garota aonde ela estivesse, mas agora tinha de voltar a me concentrar na missão atual.

Apertava o punho como uma forma de controlar a raiva que estava sentindo, a dor em meu estômago já estava me incomodando, assim saia em direção a cozinha do lugar,. Chegando la pegava um pouco da comida que estava pronta, na primeira garforada sentia que a mesma não era muito saborosa, mas aquilo que falam né a fome é um ótimo tempero, me sentava em uma das cadeiras do lugar olhando diretamente para o prato de comida. Parecia que somente meu corpo estava no lugar, minha mente estava em outro planeta, com minha mão direita colocava a minha garrafa de vinho em cima da mesa, a mesma já estava mais leve do que a primeira vez que tinha comprado “Tenho de comprar mais!” Pensava enquanto continuava a comer a comida, a cada última garforada sentia a comida descer ceca pela minha goela não demorava muito e assim terminava colocando o prato de lado, e agarrando a garrafa dando alguns bons goles na mesma.

- Vamos ao trabalho! Falava guardando a garrafa de volta, me levantava começando a andar em direção do Creg que também estava na cozinha então logo o questionava de qual maneira iriamos agir contra os marinheiros do porto. Logo o Superior começava a expor sua visão de missão, a cada palavra dele minha cara de deboche podia ser vista de longe, serio que ele tava recomendando para que eu fosse na maciota, assim que ele terminava de falar eu dava uma gargalhada.

Ele parecia perceber que não estava boa com a ideia, e pedia para que pudesse ajudar com a maneira que iriamos agir naquela noite, mas antes que eu pudesse pronunciar sobre a grande ideia do mesmo, ele fazia uma cara de como se lembrasse de algo, e retirava uma condecoração do bolso e estendendo em minha direção. Lembrava uma das muitas que a minha mestra tinha em seu ombro, Creg informava que isso representava que havia feito três missões com sucesso para o exército, por um momento ficava feliz guardando em meu bolso, em seguida ele pedia para lembrar em promover Garfield antes de partimos para a missão.

- Bom como pediu minha opinião sobre oque faremos, vou ser direta! Dava uma pequena pausa levando meu punho a frente minha boca e tossindo um pouco. - Se tá maluco ou fumou uma, porque eu e Garfild nunca iriamos conseguir ficar na moita fazendo essas missãozinha de pegar informação e não ser vistos! Falaria em um tom um pouco mais elevado para mostrar o descontamento com a ideia. - Quer fazer isso chama o maricas do Duncan isso é a praia dele, agora M-4 quer que a gente surre algumas pessoas, destrua algumas outras para criarmos sim uma distração para o porto. ai sim é comigo e com o grandalhão ali! Apontaria para Garfild que estava mais ao canto.

- Eu e o Garfield podemos lidar com a marinha tirando eles de seus postos, enquanto você faz a parte ai de se infiltrar e etc! Quando chamarmos muita atenção para o porto a gente sai que teremos feito nossa parte. Bom ao menos é oque farei já que foi o pedido central dessa missão! Assim dava as costas ao Creg para que pudesse me preparar para a missão quando ele soltava uma informação que aparentemente também tinha esquecido, talvez o mesmo tivesse um grau baixo de Alzheimer porque porra tanta informação jogada aos poucos.

Me virava novamente para escutá-lo, e assim o homem de cabelos vermelhos informava que depois da bagunça na casa dos Vermillyons, tanto eu quanto Garfield estavamos com uma recompensa por nossas cabeças, um número um tanto alto para uma primeira recompensa, uma quantia já esperado por termos mexido com o berço dessa sociedade corrupta. - Mais um motivo para estamos visíveis para todos no meio do porto, a ideia e criar uma distração, claro que a marinha vai vir atrás de nós assim criando a distração para a M-4! E sim o intuito e fazer parecer que não e algo da revolução por isso uma bagunça generalizada assim vai chamar mais atenção ainda! Falaria finalizando a ideia da missão. - Bom vou me preparar e esperar as suas ordens para sairmos, Garfield vamos fazer uma bagunça no porto, mostrar pra que viemos! Daria um sorriso para o grandalhão e sairia em direção ao quarto para descansar e esperar as ordens do Creig.

Assim que Creig nos convocasse iria em direção a entrada do esconderijo e esperaria suas ordens para que pudéssemos seguir em direção ao porto. Até chegarmos no lugar desejado seguiria o líder da missão sem questionar caso ele quisesse ir de uma forma mais discreta, chegando lá tentaria pegar uma posição boa para ver quantas pessoas estavam no lugar, e as posições dos marinheiros, para que assim pudéssemos dar início aos nossos planos.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySex 03 Jan 2020, 05:42


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

E que comecem os pulos

Duncan
Duncan percebia que a história de sua amiga acabava de ficar ainda maior e mais confusa. Porém, ao invés de perguntar sobre isso naquele momento, preferiu adiar um pouco, despedindo-se de M-3 e depois indagando sobre o homem que iriam procurar. - Ele se chama Georg Faust. - Falou a sua chefe andando lado a lado com ele, ela parecia meio avoada, talvez pensando em sua possível irmã que não conhecia. - Eu não sei como ele é, mas Grambos me afirmou que ele é alguém que "chama a atenção naturalmente". - Falou ela imitando o homem em sua fala final.

Com aquilo em mente, Duncan então indagava sobre outras coisas, afinal precisava saber mais do que havia perdido enquanto dormia. - O incidente saiu sim no jornal, inclusive com as recompensas de Azura e Garfield, a sua ainda não saiu, mas algo me faz pensar que é porque a sua será a maior de todas e estão discutindo o valor. - Informou ela. - Vocês não só saíram no jornal local, como até um tal Terrence informou que você e Garfield eram dois dos culpados por tudo. - Falou, o que não só remetia ao fato de que o segurança ficara vivo, como também como poderiam ter muitas informações de Duncan.

Enquanto continuavam andando, o tempo foi passando e calados Duncan acabou sendo vencido pela curiosidade. Aos poucos foi abordando M-4 sobre o passado dela, a major o olhava de lado, pensativa enquanto ele ia comentando o que estava pensando. - De certa forma é um codinome. - Ouviu dela. - Mas acho melhor a explicação vir com todos juntos, inclusive com minhas irmãs, para eu entender sobre a tal M-6. - Falou a pequena, demonstrando que aquele assunto só iria distraí-los da missão real.

Assim, com esse chamado para a missão, Duncan criava todo um personagem tanto para ele quanto para M-4, nomes e motivo para explicarem o porquê de estarem indo ao quartel general. Tudo parecia bem se a sua própria aparência não fosse tão chamativa. Com um testemunho de Terrence ficava bem óbvio que conseguiriam reconhecê-lo mesmo tendo cortado o cabelo. Não só a cor do cabelo chamava a atenção como seus olhos eram de cores extremamente incomuns.

O que veio a calhar foi uma loja que encontrou no caminho para o quartel general. Nela encontrou um par de lentes, que não era a melhor coisa do mundo, mas também não era a pior. E uma peruca que pinicava um pouco no começo. O preço fazia valer a pena, trinta mil berries por cada item. Com aquilo, Duncan ficava um pouco mais irreconhecível.

E ainda bem que Duncan comprara esses itens, ao chegar ao quartel general, via um murmurinho pairando no ar e um novo cartaz era pregado no quadro do local. Sua foto estava ali com o valor escrito bem grande registrando os dez milhões de berries, antes mesmo de ver seu nome ou sua alcunha via que M-4 pegava o cartaz e também ouvia. - Esse aqui parece ser uma presa fácil. - Disse a pequena já interpretando o papel. - Deveria ser mesmo, mas é meio louco também. Aparentemente falaram que ele fugiu carregado depois do ataque de anteontem enquanto gritava que tinha bombas em seu corpo. - Falou um marinheiro qualquer passando no lugar e que viu a loira arrancando o cartaz do local. Dellumiere aproveitou e indagou sobre qualquer tipo de pista. - Infelizmente nenhuma. Só que os revolucionários ultimamente estão fazendo confusão por toda parte da ilha, será fácil pegar uma recompensa alguma hora. - Falou o homem se afastando já.


Azura
Quando ouviu o plano de Creg parecia uma piada de mal gosto, e foi basicamente por isso que Azura explicava que isso simplesmente nunca funcionaria com ela e Garfield. Não só isso, ela propunha um plano que daria mais certo com a forma dela e de seu colega atuarem. - Ótimo então. - Falou o homem animado com a decisão rápida que a jovem havia tomado. Ele nem mesmo discutia se esse plano era melhor ou pior, simplesmente acatava a sugestão e seguia em frente.

Com tudo aquilo organizado, Azura simplesmente esperava por Creg pelo chamado para partirem. No entanto, enquanto o tempo passava, um jovem que conhecera no dia anterior aparecia. Derlir, o jovem fotógrafo que parecia ser alguém mais ou menos importante também na reunião do dia anterior. Ele estava com o corpo todo enfaixado e andava de muletas. A câmera fotográfica havia sumido. - Olá. - Disse ele se aproximando e sentando-se ao lado dela independente do que ela poderia dizer. - Fiquei sabendo que você vai participar de uma missão com Creg. - Ele claramente iria contar alguma coisa, só que dava uma pausa esperando alguns ali passarem, ele queria que somente Azura escutasse.

Quando ficaram "sozinhos" por alguns instantes ele falou. - Você não conhece Creg muito bem. - Começou ele. - Mas se você lembrar de quem ele era ontem na reunião vai perceber que ele está diferente. - Falou tentando recordar a singela reunião onde Creg criticava Azura por estar envolvida demais com o caso dos Vermillyon. - Na luta de ontem bateram na cabeça dele diversas vezes.... e ele está esquecendo várias coisas enquanto conversa com a gente. Eu falei para ele não fazer nenhuma missão, mas como temos a mesma patente não é como se eu pudesse mandar nele exatamente. - Falou o jovem meio triste com a situação. - Só que M-4 conseguiu convencê-lo a ir com você, ela disse que se você estivesse junto tudo provavelmente acabaria bem porque você assumiria as rédeas da situação de qualquer forma. - Comentou o jovem se animando. - E eu vi que mais cedo você simplesmente não acatou a ordem que lhe parecia ilógica, isso é bom. Não confie no senso de noção do Creg para essa missão. Está totalmente quebrado. - Completou ele já se levantando ao perceber que mais alguns iriam passar por ali e ele não queria chamar mais atenção ainda para o que quer que ele e Azura pudessem estar conversando.

Derlir assim partiu sem falar tchau, ou desejar boa sorte, ou qualquer coisa do tipo. Meio que ficava implícito na confiança que depositara nela e que agora Azura sabia que M-4 também havia depositado. Talvez fosse até mesmo por isso que Creg, que antes parecia o manda chuva do lugar, aceitara uma missão quase que dada por M-4.

Além de Derlir, ninguém falara nada com ela e a tarde passara de forma entediante até finalmente, no pôr-do-sol, Creg dar um sinal de que estavam de partida. Ele não parecia muito preocupado com ser discreto para ir, até porque Azura mesmo havia determinado que ela seria uma isca, então talvez ela chamar a atenção enquanto andavam parecia algo natural para aquele homem.

A cidade em si parecia meio morta, assim todos os três conseguiam andar com calma, talvez a notícia do atentado deles de ontem houvesse diminuído a excitação de qualquer civil a andar por aí a noite. Assim, quando finalmente chegaram ao porto, Azura via uma patrulha indo e vindo, era formada por três marinheiros. Via os den den mushi's câmeras, talvez não todos, mas pelo menos dois ela conseguia ver, e via também que havia mais marinheiros numa pequena construção perto das docas. Destes, alguns jogavam cartas, outros olhavam desinteressados para alguma coisa, pelo ângulo ela não conseguia ver, mas provavelmente era a imagem dos den den mushi's câmeras. Com isso, eram pelo menos oito marinheiros que a jovem conseguia ver ali, se houvesse mais estariam espalhados pelo porto num geral. - Bem, como será a sua distração?


Legenda:
 

Ferimentos:
 

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Última edição por PepePepi em Sex 03 Jan 2020, 18:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySex 03 Jan 2020, 17:18

A ruiva apesar de não me passar uma completa certeza até que me dava uma informação muito boa. Só tinha que pensar numa maneira de executar ela com maestria, mas me assustava não conseguir nenhuma informação sobre os rebeldes. “Caramba os cara são secretos mesmo. Como encontrei aquela porra de Grambos.” Bom seguiria novamente para o QG da marinha, já conhecia muito bem o caminho, assim que já tinha algo na minha cabeça de como agir, já que pararam meu alistamento, então já tinha minha atuação na cabeça, cada palavra, seria como uma obra de arte perfeita. Seria mais que uma comédia. “Bom vamos ver se consigo levar o marinheiro na conversa” um sorriso confiante brotava no meu rosto, assim como meus passos também seria extremamente confiantes, isso tudo na minha cabeça era tão divertido. “Essa busca pelos revolucionários não dá dinheiro, porém até que é divertida huauhauhuahu” iria caminhando e olhando as coisas ao meu redor até chegar no Quartel da Marinha. Meus olhos estariam atentos a todos os detalhes possíveis, alem de que se algo despertasse minha curiosidade eu não perderia tempo e iria dar uma olhada.

Assim que chegasse no prédio da marinha, era possível me encontrar novamente com o marinheiro que me abordou e deu início ao meu alistamento. Para mim era extremamente hilário chegar ali de novo, mas eu tinha que provar que não estava ali somente para fazer graça. “ – Há quanto tempo, meu camarada, tranquilo?” Aguardaria a resposta com um sorriso no rosto, ao qual demonstraria minha total confiança para estar naquele local novamente. Por ventura ele falasse algo, questionasse ou já deixasse claro que eu não iria me alistar na marinha. “ – Não vim, para me alistar eu vim buscar cartazes de procurados.” Antes dele responder qualquer coisa então já logo falaria. “- já que não consegui me alistar, para conseguir minha busca ... sabe como fiquei bobo e sorridente assim?” Usando o máximo da minha atuação, alternando entre sorrisos e expressões sérias, tentando passar para ele que o que eu tenho a dizer é verdade. “- Meu pai me vendeu para uns piratas, devido a eu ser um habitante do céu.” Diria mostrando minhas asinhas e apontado para cima, passando uma expressão um pouco melancólica. “- então eu era muito triste por causa disso, todos os dias eu apanhava, enquanto ele dizia sorria, sorria , sorria.” Falaria no final colocando um sorriso forçado no rosto. “- Eu sorria, mas incrivelmente ao mesmo tempo eu chorava HaHaHaHa, era esse o meu sorriso.” Faria uma pausa dramática. “- Vou caçar esses malditos, já que não pude virar um marinheiro.”

Confiante e zombeteiro seguia para dar uma olhada nos cartazes, só que não queria levar nenhum comigo para não causar uma má impressão quando conhecer as pessoas, meu foco seria procurados revolucionários, porém para disfarçar eu olharia todos. “- hum, muitas cabeças vão rolar.” Após eu olhar todos os cartazes saia do QG e seguiria com as imagens e nomes gravados na minha mente. Então agora meu foco era achar os revolucionários, daria passos calmos e iria olhando as pessoas ao meu redor vendo se encontrava, também perguntaria a pessoas na rua se havia visto tais pessoas. Diria nome e descrevia a pessoa com todos os detalhes a qual eu havia visto no cartaz. “Talvez seja como encontrar uma agulha no palheiro.” Mas na minha mente nada seria impossível e a esperança era a última que morria. Mesmo que se essa busca fosse longa ou demorada eu não tinha nada melhor para fazer mesmo, pelo menos me distraia e me divertia a cada minuto que eu buscava os rebeldes.

Caso eu consiga encontrar alguns dos Rebeldes eu o cumprimentaria animadamente com um largo sorriso no rosto. “ – Olá eu sou George M. Faust ... Grambos pediu para que eu encontra-se revolucionários por aqui, para eu me aderir ao grupo.” Então usaria da minha atuação e começaria a imitar o líder de conomi, jeito de andar, gestos e a voz do mesmo. “- olha garoto os membros te acharam por lá.” Após isso daria uma risada e completaria. “ – Só que não me acharam kkkkkk , já que Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé huahuaua.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySex 03 Jan 2020, 20:09


- Ahh, o Terrence? - Dizia em tom de irônia ao ouvir a informação dada por M-4 - Cara legal - Completava como forma de brincadeira. Me surpreendia o fato do segurança da família Vermyllion ainda estar vivo, é verdade que eu o havia atacado com as mãos nuas, mas estava sob controle total da fúria naquele momento, e exatamente por esta razão eu sequer consegui perceber se ele ainda respirava depois de tudo o que eu havia feito - Bom, se eu encontrá-lo de novo algum dia dou um jeito nisso - Completava dando de ombros sem ter muito o que fazer quanto aquilo.

- Qual a sensação? - Perguntava em tom brincalhão para M-4, e então me abaixava para sussurrar em seu ouvido - Talvez você esteja andando com o homem mais procurado de Loguetown! Não é perigoso? - Erguia meu corpo novamente e ria sozinho. Talvez o fato de ter a maior recompensa do grupo estivesse me subindo a cabeça naquele momento, mas eu só poderia ter certeza disso quando visse meu cartaz de procurado com meus próprios olhos.

Mudando um pouco o assunto, agora eu perguntava sobre o passado de M-4 e, infelizmente, o que ela dizia mais uma vez não ajudava muito. Ao menos, neste caso, já era uma promessa de que a garota esclareceria tudo quando nos reuníssemos novamente com os outros - Reunião de família, tá bem - Dizia analisando o que garota havia dito - Fofo da sua parte nos incluir - Terminava brincando novamente. Desta vez, entretanto, a dor de cabeça me lembrava novamente de sua presença. Talvez eu já estivesse a algum tempo ignorando-a, ou talvez alguma fúria oculta que minhas brincadeiras tivessem despertado em M-4 tenham atacado diretamente o meu corpo. Em todo caso, aquela sensação incômoda servia muito bem para calar a minha boca ao menos por mais alguns minutos.

Focava-me então no problema de minha aparência. Por mais que tivesse um planejamento bem sólido quanto a atuação e ao background do personagem que eu iria assumir, o fato de ser um homem tão lindo com aparência tão marcante não facilitaria para que me mantivesse oculto naquela missão, ainda mais estando no topo dos mais procurados da cidade e com Terrence provavelmente dando uma descrição detalhada do meu rosto para todos os marinheiros do local. Uma loja no caminho servia para resolver este problema, e nela eu comprava lentes de contato e uma peruca que tornariam mais difícil a minha identificação.

Ao chegar no quartel o murmurinho chamava nossa atenção e não demorávamos para perceber o motivo de toda aquela comoção “Dez milhões de berries” Minha atenção era atraída imediatamente para a minha foto estampada no cartaz “Quando tiraram essa foto? Eu estou….” Uma sensação de orgulho me alcançava “Lindo!” Pensava logo antes de sentir novamente uma pontada de dor atravessar todo o meu corpo. Aquilo servia para me voltar a realidade e com isso eu via M-4 pegar rapidamente o cartaz no quadro. Pensou rápido, muito mais rápido que eu. Pena que não tive tempo para ver a alcunha que o governo havia me dado.

Um marinheiro passando por perto logo via a ação de M-4 e ouvia o que ela tinha dito, muito esperta, e não demorava para nos dar alguma informação - Bombas no corpo? Um cara desses não tem nada a perder, deve ser um maníaco! - Respondia ao marinheiro sobre aquele criminoso tão perigoso. Talvez ele pudesse espalhar esses boatos para seus amigos e quem sabe *dor de cabeça* seja melhor eu focar na missão. Okay, eu entendi o recado. Sem me empolgar com minha recompensa nesse momento.

Após me recompor eu questionava o marinheiro sobre possíveis pistas, esperando quem sabe que ele falasse sobre a prisão de algum revolucionário recentemente e que isso me levasse até o tal Faust - Certo. Se os idiotas não pararem de chamar atenção, em algum momento vão cometer um deslize - Dizia levando a mão ao queixo, como se estivesse pensando em alguma coisa. O marinheiro começava a se afastar e ao vê-lo ir embora eu percebia que talvez nosso homem não estivesse mais naquele lugar. Alguém que chama a atenção naturalmente, ótimo, pena que os marinheiros ali pareciam ser apenas figurantes nesta história.

-  Teremos que ser criativos para achar esse cara - Dizia agora olhando para M-4. Minhas ideias para achar uma agulha num palheiro eram cada vez mais escassas, e eu não sabia muito bem o que fazer - Acho que o primeiro passo é investigarmos quais os próximos planos desses revolucionários. Se descobrirmos, podemos impedí-los e ainda ganhar uma grana com isso! - Ainda que sem gritar, dizia aquilo em alto e bom som, esperando que as pessoas pudessem escutar nossos planos. Talvez nos ouvir falando sobre parar os planos dos revolucionários fizesse com que um possível infiltrado viesse atrás de nós, e assim encontraríamos nosso alvo.

Ainda assim, verificaria novamente os cartazes pregados antes de começar a sair do QG. O próximo passo agora seria provavelmente ir até o bar da ruiva, local que fora o meu plano B desde o início. Por isso mesmo, agora começaria a sair em passos lentos do QG e aproveitaria o momento para observar o movimento e a estrutura do local, talvez pudesse me aproveitar disso para absorver alguma informação importante. Ainda manteria em mente que a pessoa que procuramos é alguém que se destaca naturalmente, por isso talvez fosse um sujeito bem excêntrico. Por isso mesmo manteria meus olhos abertos para esse tipo de gente ali dentro do QG, ou mesmo no caminho para o Pub, e caso enxergasse alguém assim eu cutucaria M-4 com o cotovelo e diria:

- Esse aí com certeza sabe como chamar a atenção!

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySab 04 Jan 2020, 01:42


De barriga cheia e descartada a ideia maluca de agirmos na maciota, só me restava descansar até o horário para iniciarmos a missão, caminhava em direção ao salão principal para poder ficar de boas, e esperar o Creg e o Garfield apareceram para podermos iniciar os trabalhos. Olhando descontraída para as pessoas que perambulavam pelo local, me lembrava que não tinha visto o Duncan desde que tinha colocado na enfermaria. “Será que ele está bem? A essa altura ele já estaria enchendo meu saco!” Pensava encostando minhas costas na parede olhando para o teto do esconderijo, olhava para o lado de relance e via alguém se aproximando de mim.

Me endireitando percebia que se tratava daquele sabichão de óculos da reunião do dia anterior, o mesmo parecia um tanto acabado, talvez não tenha aguentado toda a missão passada, oque bem-feito para quem tinha um ar de superioridade. Ao meu lado ele me cumprimentava e informava que o mesmo estava sabendo que eu sairia em missão com o Creg, não sabia oque o quatro olhos queria comigo, mas parecia querer falar algo apenas comigo. Quando a sala esvaziou um pouco ele começava a falar sobre o estado atual de saúde do Creg e que ele estava diferente da noite anterior, oque me fazia lembrar que o mesmo aceitava muito que numa boa a nova tática de missão, mas aquilo não me interessava muito.

Cruzava minhas pernas a fim de me descontrair daquela conversa chata, assim que o magrelo quebrado terminava de falar, olhava para ele com um ar bem debochado pois aquilo não se dizia respeito a ele, então começaria a falar. - Olha garoto, diferente de você ele está bem apto a ir para uma missão, acho melhor se preocupar com seus ferimentos do que com a dos outros, e não se preocupe se a cabeça dele não funcionar eu mesmo coloco! E como você mesmo falou M-4 me colocou no jogo então só senta e espera o show! Um sorriso confiante podia ser visto em meu rosto, enquanto mais algumas pessoas voltavam a rondar a sala e o magrelo sair sem se despedir.

- Já vai tarde! Soltava ainda sentada esperando o momento para sairmos. Após algum tempo a tarde vai se indo e finalmente o pôr-do-sol chegando, e com ele o Creg aparecia na sala, rapidamente me levantava da cadeira levantando os braços para cima me espreguiçando falando. - Finalmente pensei que nunca ia chegar a hora! Falava enquanto o superior fazia sinal para que pudéssemos ir, e com um pequeno salto andava em sua direção pronta para darmos inicio a nossa baguncinha.

Sem mais delongas caminhávamos pelas ruas da cidade que já estavam escurecendo, percebia que tinham bem menos gente do que a noite anterior, talvez resultado do que tinha acontecido na casa daqueles idiotas. “Um tanto oportuno assim conseguiremos chamar mais atenção sem machucar o povo!” Pensava quando finalmente chegávamos ao porto, o lugar não parecia muito movimentado, conseguia ver uma pequena patrulha de marinheiros perambulando pelo lugar, alguns mais afastados e outros em um tipo de construção da marinha. “uns oito, parece que a marinha tá bem tranquila com o porto, devem estar guardando algo mais importante em algum outro lugar.” Pensava me aproximando de uma das quinas do lugar aonde nos encontrávamos.

Creg me perguntava como iriamos iniciar a distração, talvez ele realmente não estivesse muito bem da cabeça. - Bom, simples não acha? Eu e Garfild temos recompensa, tem algumas câmeras espalhadas por aqui, a gente bate nesses 8 marinheiros que estão aqui e rapidamente aparecem outros. Dava uma pequena pausa para ver se ele tava acompanhando. - Você pode aproveitar e ir naquela construção da marinha roubar informações ou colocar explosivos, não sei se trouxe algum, então é isso! Falava olhando tanto para o Creg quanto para o Garfield.

- Grandalhão, vamos lá mostrar como se faz! Falaria jogando meu cabelo para trás com meu braço esquerdo. E logo caminharia para o meio do porto, e assim que visse os três marinheiros em patrulha assoviaria para eles, caso tenha chamado atenção dos mesmos começaria a falar. - Oque uma garota tem de fazer para achar um pouco de diversão aqui em!?

Assim daria início a corrida em zig zag em direção ao trio, enquanto correria posicionaria meu escudo em minha mão destra, preparando-a para algum tipo debloqueio caso fosse pega de surpresa. Tendo alcance o suficiente do marinheiro do meio, saltaria por sobre o seu corpo ainda por detrás dele, almejando pegá-lo de surpresa, e impulsionando-me ao ar o máximo que conseguisse, girando-me de forma vertical para a frente e esticando a perna destra poucos momentos antes de voltar a cair. Procuraria atingir o corpo do marinheiro com a maior força possível para que ele fosse ao chão do porto, em todo aquele movimento meu sorriso era nítido, estava empolgada por poder liberar todo aquele estresse acumulado.

Caso em meio a esse ataque algum deles tentassem me atacar arquearia meu escudo na altura do ataque dos marinheiros apoiando com os dois braços para que o bloqueio não me jogasse para trás, em seguida jogaria meu corpo para frente com o escudo a fim de desequilibrar a pessoa que estivesse me atacando. Depois agacharia o mais rápido possível esticando minha perna direita fazendo um movimento em meia lua da direita para esquerda afim de dar uma rasteira no inimigo. Assim que o mesmo tivesse no chão para enfim desacordá-lo levantaria e arquearia minha perna para cima e desceriam com um poderoso chute de calcanhar em seu estômago.

Após iria de encontro ao próximo inimigo sempre correndo em Zig Zag afim de esquivar de qualquer projetil que possa vir em minha direção, assim que tivesse bem próximo do inimigo, com um sorriso no rosto de quase encostar a cara um no outro me agacharia colocando a palma das mãos no chão, para me apoiar, jogaria meu corpo em cima dos braços em seguida esticaria minha perna destra em direção da cabeça do homem assim efetuando um poderoso chute na vertical de baixo para cima no queixo do homem.
Caso alguém desferisse algum golpe em minha direção em meio a esse ataque rapidamente elevaria meu escudo de lado fixando minhas pernas no chão para poder receber todo impacto do golpe.

Logo assim após essas sequências de golpes daria algumas cambalhotas para trás para poder me distanciar e ver a situação que me encontraria, sempre com um sorriso no rosto, estava mega empolgada com tudo aquilo que estava por vir naquela noite.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySab 04 Jan 2020, 12:48


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As horas caíam e aquela sensação terrível de tédio me consumia, mesmo tendo uma atividade sido realizada e reforçada. A vida intelectual não era para mim e nunca foi, sempre soube disso: não por falta de talento, é claro, mas por me destacar melhor no âmbito do combate. Ora, um grandioso campeão como eu, muito próximo ao Sol por causa da altura, homem de fé, dos bons costumes, teria alguém melhor para lidar com as sombras do que eu? Por isso, minha função não era ficar acoplado à letrinhas e numerozinhos que não fazem diferença na vida real, e sim gladiar ao banho de sangue e glória fornecida pelos calores do campo de batalha. Pensar na ideia de completar mais uma missão do exército revolucionário e deixava com uma sensação estranha, não de contentamento, mas de dúvida. Seria certo agir a favor de uma instituição que por sua vez machuca civis normais ou servos de Lutima apenas para a realização do desejo de revolução, que muitas vezes não passa de um desejo egoísta dos denominados líderes? Me descontentava com a ideia, e só não ponderava a saída da célula por ter sido a ela que o Sol me indicou.

O céu já não estava da mesma cor de antes, o tempo havia passado, era hora da ação. Meus ferimentos ainda não haviam fechado por completo e a sensação de fraqueza, embora menor, não havia sumido por completo. Da mesma forma, me dirigia em encontro ao arrogante "superior" e a Azura, nos reunindo para a expedição ao mesmo lugar que estávamos a tempos atrás, talvez um pouco mais a frente ou mais para trás, em um porto dessa vez. Lembrar das chicotadas não me apavoravam, pelo contrário, me davam a sensação de que somente eu poderia ter suportado àquilo, que qualquer um dos meus dois aliados não suportaria as dores. Coçava minha garganta com sons cófagos, e logo catarrava o chão, em homenagem a desgraça de lugar que era aquele e para ser amistoso com os nobres. Claro, de forma irônica. Sou muito bom em analogias irônicas.

No local indicado, olhava aos arredores. Muitos marinheiros fazendo patrulha, bem entendiados por sinal. Por um momento, sentia pena deles. "Observe-os bem. São apenas seres humanos, como seus aliados, como os civis, como quaisquer outros. Jogam baralho, se entediam fácil, não querem realmente estar ali, só querem o dinheiro no fim do expediente, voltar para casa e alimentar suas famílias." Pensava comigo mesmo. Franzia a testa e suavizava meu rosto, o alongando a uma expressão de tristeza e dúvida. "Estão defendendo o mal. Viram claramente que os nobres faziam coisas ruins com crianças, com adultos, como vermes que são, escória da humanidade... só que... esses marinheiros são só peões... o mal verdadeiro está no comando deles. Eles seguem aos senhores de Lutima, não à ele... são apenas formas de vida..." Por um momento, pensava em tentar convencê-los a abandonar seus postos e unirem-se a nós, os verdadeiros aliados da justiça, contra o inimigo maior. Então, momentos depois de terminar o raciocínio, ouço Creg proferir suas palavras arrogantes para Azura. — Bem, como será a sua distração?

Nessa hora, entendia nosso objetivo ali, de verdade. Era apenas uma distração, então nada deveria dar errado e nenhuma vida seria extinta. Me faltavam ideias em mente, mas aparentemente, não para Azura. A ruiva logo mais dizia que o plano seria agredir os marinheiros para que viessem mais marinheiros. "Se nós agredirmos gratuitamente aqueles marinheiros, qual a diferença de nós para com os nobres?" Me perguntava, roendo a unha do polegar logo em seguida. Então respiraria fundo, e me autorrefutaria, se é que isso pode acontecer com o campeão perfeito do Sol. "Acalme-se, Garfield. É para o bem maior: expurga-los-emos, para que mais tarde, salvemos vidas, e fortaleceremos a comunidade solar. Eles não são páreos para você, e além disso, você odeia jogos de azar." Pensava, e a expressão de dúvida se transformava em braveza. Azura jogava seu cabelo para trás e me convidava para a luta. Não entendia muito bem o gesto, mas sabia que poderia fazê-lo muito melhor. Segurava minha longa trança prateada, a colocava sobre meu peito, para que eu também pudesse jogá-la para trás, assim como Azura. Vendo ela assoviar e se aproximar dos marinheiros, focaria meus olhos em um marinheiro só, se possível, em um que segurasse alguma arma de bárbaro — clavas, machados, porretes, enfim, tudo o que eu pudesse utilizar com firmeza. Caso visse um deles, interrompendo as próximas palavras que Azura teria proferido, bradaria: — Bata naquele com cara de fanfarrão, primeiro! — E apontaria para o marinheiro que estivesse mais longe daquele no qual eu estaria focando, para que assim Azura atraísse toda atenção para si, e eu pudesse lidar a sós com o pobre azarado.

Se tudo desse certo até então, mesmo se minhas palavras fossem ignoradas, ameaçaria uma corrida em direção ao marinheiro focado, mas assim que começasse a correr, minhas pernas bambeariam e meu corpo fraquejaria. Minhas forças ainda não eram das melhores, mas ainda estava muito resistente e tenaz, como sempre. Então, como quem estivesse planejando tudo desde o início, andaria a passos rápidos, porém não correndo, em direção ao marinheiro. Estufaria meu peito e faria força na escápula, para parecer maior do que já sou e intimidar o homem, enquanto olharia diretamente em seus olhos com agressividade. Assim que chegasse em uma distância favorável para ataques corpo-a-corpo, buscaria pegar a arma da sua mão, como um adulto pegando doce de uma criança. Ele, como bom ser humano que deve ser, provavelmente me atacaria com a arma ou ficaria intimidado o suficiente para se encolher e não atacar — em qualquer um desses casos, rosnaria como um animal e seguraria o cabo da arma ou o braço em que ele a segurasse, o que fosse mais seguro para mim. Logo em seguida, com a outra mão, usando minha ambidestria, impactaria seu pescoço com um enforcamento e o ergueria no ar com apenas a mão usada, retirando a arma do marinheiro enquanto o ergo ao ar no enforcamento. Caso funcionasse, usaria minha audição aguçada para ouvir possíveis recarregamentos de armas de fogo, aquele clique famoso de quem estivesse pronto para atirar. Se o ouvisse, usaria o corpo do homem e meus conhecimentos de escudista para usá-lo com um escudo de carne, segurando-o ainda pelo pescoço e manuseando-o como uma boneca de pano.

Se tudo desse certo e eu estivesse com o homem pendurado, observaria os arredores para ver se havia algum marinheiro próximo pretendendo atacar e faria força para arremessar o corpo contra esse próximo, empunhando a arma bárbara em questão logo em seguida e andando rápido novamente em direção a ele, que, com sucesso, estaria caído, ou pelo menos abalado pelos danos ao seu aliado. Ao chegar em sua direção, usaria da minha arma para atingir golpes em sua cabeça, verticalmente, dessa vez de cima para baixo, a fim de atordoá-lo a cada golpe ou fatiá-lo na região do corpo que mata mais, a cabeça. A todo momento sentiria dores no corpo, principalmente ao manusear o marinheiro, sentiria tremedeiras fortes nas pernas e uma sensação incomum de cansaço, que seria levemente abatida pela adrenalina da batalha. — É pelo bem maior, trabalhadores! Em breve, libertarei todos vocês da tirania da marinha e do governo! Eu, Garfield Henryford, o campeão do Sol, vos prometo! — Diria isso, com sorte, segurando o pescoço do marinheiro, que a esse ponto provavelmente estaria desacordado ou relutante. A todo momento, prestaria atenção para possíveis golpes corpo-a-corpo e laminados, usando da minha audição aguçada como principal alarme para bloquear ou resistir a golpes. Caso eu visse que Azura estivesse em perigo, abandonaria rapidamente todas as minhas ações, continuaria com a arma bárbara caso eu houvesse a segurado, e usaria das minhas forças enfraquecidas para correr em direção ao motivo do perigo, desferindo uma investida com o corpo para ir ao chão com este, e assim recomeçar um duelo, no qual me focaria em estar sempre em cima, desferindo golpes nos olhos, nariz e testa do meu oponente, seja com armas ou com as próprias mãos.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Aumentar a recompensa.
— Aprimorar meu escudo ou encontrar um que dê atributos.
— Completar uma missão.

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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptySab 04 Jan 2020, 15:22

Eu podia perceber que o artista não gostava da voz do anão, que se apresentara como Zhac. Mais um motivo para gostar do pequenino, pensara eu naquele instante. Ouvia a conversa e a explicação, tentando lidar com aqueles sentimentos. Um misto de preocupação e ansiedade vinham crescendo em meu peito. Tentei contê-los, mas, por fim, precisei falar com o major.


— Se-Sehiro-sama! Tem certeza que eu vou ser útil nessa missão? Por mais que o senhor tenha me treinado intensamente na última semana, ainda sou uma mera aprendiz... Tenho medo de atrapalhá-los...


Infelizmente eu tinha uma real noção de que minhas capacidades ainda estavam aquém das do grupo. E Aragão havia feito questão de jogar isso na minha cara também. Suspirava, mantendo o ritmo imposto. Ouviria a resposta do major e, caso recebesse algum alento nela, responderia:


— Entendo... Bem, farei o meu melhor para poder ajudá-los!


Daria um sorrisinho, tanto para mostrar minha simpatia quanto para tentar me acalmar. Ao menos de algo eu tinha certeza. O melhor jeito de auxiliar Seshiro e os demais era mantendo minha calma e pensando. Nisso eu era bastante boa.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem!   Cap. 2: Da alvorada ao Crepúsculo, os aspectos da liberdade surgem! - Página 2 EmptyDom 05 Jan 2020, 05:56


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown

Faust
Com as poucas informações que conseguiu, Faust se viu basicamente forçado a seguir em direção ao quartel general da marinha. Era bem óbvio o motivo de ser tão difícil encontrar informações naquela ilha, haviam marinheiros por todos os lados na cidade de Loguetown, qualquer revolucionário ficaria com medo andando por aí. Quando ele chegou no quartel general, viu que havia uma certa aglomeração de marinheiros por ali, pareciam animados com o novo cartaz que havia aparecido ali.

Georg até olhava a sua volta, mas o marinheiro que havia falado com ele no dia anterior não parecia estar por ali, outros no entanto acabaram por reconhecê-lo de qualquer forma, a imagem de Faust era chamativa o suficiente para isso.


Faust e Duncan
Duncan estava satisfeito com a recompensa que tinha conseguido por sua cabeça e pelo pensamento rápido que M-4 teve ao pegar o cartaz para ela. No entanto, isso não foi o suficiente, pouco depois dela ter arrancado o cartaz, viu que ele foi reposto, afinal, era um cartaz que tinha acabado de ser feito naquele mesmo quartel general.

A alcunha era o nome que Garfield gritara: O Eclipse. Só que havia outra coisa lá que chamava muito mais a atenção, seu nome estava Duncan Dellumiere, não Duncan Edmund como havia contado para Terrence e como basicamente todos deveriam saber naquela ilha, como haviam localizado seu verdadeiro nome era algo que deveria se indagar depois, pois naquele momento uma figura realmente excêntrica começava a conversar com os marinheiros que estavam por ali.

A imagem do homem era um tanto quanto diferente do normal, ele parecia com um palhaço, fazia piadas, ou seja, era um palhaço mesmo, mas o que um palhaço estaria fazendo no quartel general? E, ainda mais, com um motivo tão estranho, pois, quando o marinheiro indagou sobre o que ele estava fazendo ali já que não poderia se alistar novamente, acabou por ouvir o palhaço responder sobre ter tentado se alistar e não ter conseguido e que por isso iria se focar no cartaz dos procurados.

A verdade era que Faust se divertia com aquilo, enquanto contava algumas baboseiras misturadas com verdades. Sentia que sua atuação estava indo muito bem e conseguia ir até o mural de cartazes dos procurados. O que chamava mais a atenção era do revolucionário Duncan Dellumiere, que possuía uma recompensa de dez milhões de berries por sua cabeça, seus olhos eram vermelhos e o cabelo azul, não deveria ser uma pessoa muito difícil de localizar. Só que ele teria que ser rápido, ou muito eficiente, pois esse cartaz parecia ser encarado por um homem com cabelo preto e uma pequena menina de longos cabelos loiros que estavam soltos. O homem de ainda comentava algo sobre esse tal Duncan ser um maníaco que provavelmente não tinha nada a perder.

O homem ainda não parava por aí e comentava que se os revolucionários continuassem assim acabariam por cometer um deslize onde seriam pegos. Onde os dois acabaram por ouvir a resposta do marinheiro em alto e bom tom. - Com certeza ele vai cometer um deslize alguma hora. Ele matou o próprio pai, é um maluco que não consegue ficar longe da matança. - O desprezo na voz ali era perceptível. - O próprio pai e agora uma família de médicos. Se não o pararmos imagine o que ele fará. - M-4 olhava para Duncan por um instante, mas não manteve o olhar para não trazer nenhum tipo de desconfiança por ali.

Faust ainda analisava os cartazes e conseguia notar que haviam outros nomes de revolucionários por ali com recompensas. Um tal Garfield que parecia ser da tribo dos pernas longas, e uma mulher chamada Azura possuíam recompensas que ainda eram boas, claramente eles haviam cometido algo grave naquela ilha para serrem marcados desta forma. Não deveria ser tão difícil localizar aquelas pessoas na ilha, apesar de ser óbvio que não desejavam ser encontrados.

Enquanto Faust saía do quartel general, Duncan cutucava M-4 e comentava sobre o tanto que aquele homem chamava a atenção, a major não comentava nada, só concordava com a cabeça. Ele seria um bom ponto de partida para o patricida tentar sua busca.


Azura e Garfield
Apesar da educação de Derlir, Azura agia como uma verdadeira babaca com o major. O que era até interessante, ela falara que colocaria a cabeça de Creg no lugar se fosse necessário, sendo que a única coisa que ele pedira para ela fazer fora esquecida. Garfield fora para a missão sendo um mero recruta, sem a sua promoção para cabo, igual o major havia pedido para ela lembrá-lo mais tarde e nem mesmo após já terem chegado no lugar.

Como aquilo passara batido, ali estavam eles no porto, um major, Azura, que era cabo e Garfield, como um mero recruta ainda. A jovem falava que iria servir de distração da forma mais básica possível. Chamou seu colega para a batalha e partiu na direção dos marinheiros que faziam a ronda. Não se preocupou em talvez checar como era a rota ou onde eles estavam posicionados no momento, simplesmente queria atacar e chamar a atenção.

Creg parecia desaparecer enquanto Garfield percebia que o primeiro alvo de Azura a atacava exatamente com um machado. A sorte, ou melhor, o esperado, afinal, o escolhido do Deus Sol não precisava necessariamente de sorte, acabava por agraciá-lo com um possível machado se a sua colega vencesse aquele primeiro marinheiro.

E Azura estava em perfeitas condições para vencer. Quando Garfield finalmente chegara ao local em que a luta da revolucionária contra os marinheiros estava ocorrendo, ela já havia derrubado o primeiro deles e o pernas longa poderia pegar o machado dele caído no chão com facilidade se este não estivesse se levantando. Via ainda sua colega acertando o segundo marinheiro com um potente chute vertical ascendente ao mesmo tempo que bloqueava a espada do terceiro marinheiro, a verdade é que ela simplesmente era muito mais forte que aqueles soldados.

O pernas longa teve que agir depressa, aproveitou que o homem estava em uma posição pior e o segurou com uma de suas mãos, pegando o machado com a outra. Já ouvia gritos dos homens que estavam jogando baralho, a distração começara, aparentemente Azura não havia ouvido os mesmos gritos, o esperado de uma humana normal. Ou era o que ele pensava, a verdade é que a jovem não escutara os gritos por simplesmente estar feliz demais aproveitando a batalha.

Mesmo sendo claramente superior aqueles soldados, a diversão continuava. Azura derrubava outro marinheiro e continuava bloqueando o golpe de espadas do terceiro. Este não tardava a cair para alguns chutes de Pendragon. Esta, por sua vez, acabou recuando quando viu seu colega segurando o primeiro marinheiro que havia derrubado. Garfield usava o marinheiro como escudo, era então que a jovem percebia que os marinheiros que estavam jogando baralho e checando as câmeras foram na direção deles. Dos cinco, um usava espada, outro estava com outro machado e os outros três com rifles.

O seu corpo ainda não estava perfeito, Garfield sentia que seus músculos reclamavam mesmo tendo feito quase nada ainda naquela batalha, na verdade Azura basicamente cuidara dos três sozinhos. Só que novos inimigos já haviam chegado e o pernas longa poderia muito bem aquecer seu corpo ainda nessa batalha. Assim, tentara arremessar o marinheiro na direção dos marines que se aproximavam, mas pela condição de seu corpo, ou pela sua falta de força, vira o marinheiro caindo pouco a sua frente, longe de acertar qualquer um dos cinco novos inimigos que haviam surgido.

Além disso, sem seu escudo humano, o pernas longa acabou por virar um alvo fácil para os soldados que logo atiraram nele com vontade. Sentia diversos tiros acertando seu corpo, mas nenhum deles doía tanto quanto lembrava de ser possível, os cortes da espada de Luke Vermillyon eram mais fortes que aqueles tiros, ou a benção havia aumentado tanto que agora parecia que meros rifles não machucariam tanto seu corpo quanto antigamente.

Apesar de saber que os tiros não o machucaram muito, também sentia que a benção não duraria para sempre, principalmente com o tempo escurecendo, mais alguns tiros e golpes e provavelmente pereceria. Precisava juntar forças e vencer aqueles cinco, antes que reforços chegassem.

Já Azura notava que os dois espadachins possuíam espadas claramente melhores que a espada que o marinheiro da ronda possuía. Se o bloqueio dela fosse mal feito provavelmente veria até mesmo seu escudo cortado ao meio, a aura deles era um pouco diferente.


Naomi
O grupo de Naomi recebia novas informações conforme caminhavam em direção a base. A ilha parecia completamente controlada por marinheiros, os revolucionários estavam passando por péssimos momentos em Polestar naqueles últimos dias. Toda essa dificuldade descrita começava a causar dúvidas para Yumi que logo as expressou para o major. - Tenho certeza que você conseguira ajudar. - Ouviu ele falando confiante e até mesmo um pouco animado. - Em tempos de crise nossa ajuda se torna vital, qualquer pequeno passo já se torna um gigantesco. - Falou ele animado, parecia que ele sentia que finalmente estavam chegando a base revolucionária.

O que realmente aconteceu. O pequeno Zhac abriu a porta de uma construção bem antiga, mas bem cuidada e logo se viram em um grande pátio. Vários olharam para eles e muitos entraram em posição de batalha instintivamente, tais posições foram aos poucos sendo dispersadas ao perceberem o anão ali e ao perceberem que não havia ninguém com uniforme da marinha entre eles.

Um jovem então ia bem lentamente na direção deles. O óculos dele estava com um remendo no meio e ele estava todo enfaixado, andando com o auxílio de muletas. - Olá, eu sou o major Derlir. - Falou ele já sabendo que eles ali também eram revolucionários. - Eu sou o major Seshiro. - Começou falando e depois apontando para cada um que estava por ali falou. - Esses são os cabos Katie e Artista, e os novos recrutas Yumi e Aragão.

Katie dava um passo a frente. - Eu sou médica. Posso ajudar de alguma forma? - Perguntou percebendo não só o estado do major a sua frente, como o de vários outros na base que pareciam ter passado por apertos a pouco tempo. - Eu estou bem, só preciso de repouso, mas você pode checar na enfermaria se precisam de sua ajuda. Zhac, leve-a até lá por favor. - Após a ordem viram o anão e a médica partindo para dentro daquele prédio. - M-4 está no comando de tudo já que Creg está indisposto. - Falou o novo major a sua frente. - Só que no momento ela está em uma missão com o cabo Duncan a procura de um possível recruta enviado por Grambos. - O homem deu uma pausa, mexeu um pouco o corpo que parecia dolorido de simplesmente ficar parado. - Mas eu já sei qual é a próxima missão, então já vou perguntando, algum de vocês sabe se disfarçar? Isso é importante para a próxima missão.

O major foi mais rápido do que Yumi poderia ser e logo indicou que ele e ela poderiam se disfarçar para a futura missão, seja lá qual ela for. - Bom, a missão é roubar uma carga que irá partir para Yotsuba Island. É uma carga carregada de armas. - Ele fez uma pausa. - A ideia é que vocês se disfarcem de funcionários da Torch's Weapons e roubem a carga. - Finalizou Derlir. - Para isso teremos que saber como essa loja funciona. - Ouviu o major Seshiro falando. - Vamos Yumi, vamos procurar essa Torch's Weapons para conhecê-la um pouco melhor. - Falou já querendo sair do local.


Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 

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