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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyQui Dez 19, 2019 11:39 pm

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Helves. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptySex Dez 20, 2019 1:35 am

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A pequena e suave mão da criança era estranha de sentir, tendo até medo de colocar qualquer força naquilo. "Se eu machucar uma criança..." Helves preferiu nem completar o pensamento, apena respirando fundo e sorrindo de volta ao garotinho, querendo o proteger de todo o perigo enquanto fosse possível. Ele não tinha nada com a garota, provavelmente tinha uma família para voltar, mas aqueles curativos e até mesmo perder um paninho importante soava estranho para a celestial. "Ou alguém o fez perder isso e causou estes ferimentos." Cogitar isso era um absurdo, mas a garota não conseguia ficar parada ao ver que aquela criança podia estar sofrendo com tantos problemas em sua curta vida até então.

Com a explicação dos curativos Helves pode se acalmar um pouco, entendendo melhor a razão por trás deles sem precisar dar uma lição na família do garoto. "Menos mal." Pensou ao acariciar a cabeça o topo da cabeça dele enquanto dizia. – Entendo... Sofri muito com isso no passado, tive tantos problemas com quem não me aceitava. É triste, mas quem perde são eles. – com um sorriso no rosto a celestial abaixou-se, dando um beijo na testa do pequeno. – Somos incríveis, sempre pense assim... Nunca ache que o errado é você mesmo que eles tentem te fazer pensar isto. Isso te ajuda a se fortalecer, então seja feliz e mostre para eles quando crescer. Terá muito tempo para os fazer pagar por isso se quiser. – Helves resolveu que não tinha tempo para vingar-se, mas entendia muito bem quem ia atrás disso e adorava ver um trombadinha sofrer na mão de quem ele abusou no passado.

Perguntas, olhares e nada do paninho ser encontrado facilmente. A garota até pensou em parar, mas não conseguia deixar o pequeno sem uma ajuda que ele precisava. "Mais um pouco." O cansaço surgia no pequenino, sendo óbvio que após algum tempo de busca ele seria o primeiro a precisar dormir. Helves o pegou em seus braços e novamente garantiu que acharia o paninho. Como esperado as coisas terminaram no quarto que a celestial tinha conseguido no trem, usando sua chave para abrir a porta, e a trancar após estar lá dentro. "Descanse bem." Pensou ao colocar a criança na cama, deixando que ele fizesse uso completo dela junto do cobertor e travesseiro para descansar. A maior surpresa ali era um paninho na cama, algo que normalmente não deveria estar ali, mas parecia ser o caso. "Talvez?" A possibilidade existia, por isso ela colocou o mais novo paninho nas mãos do garotinho dormindo.

Helves caminhou até o frigobar, buscando ver o que tinha por ali antes de pegar algo para beber. Estava bem após caminhar tanto, mas ainda tinha muita força para continuar, seu corpo era preparado para tudo isto. – Eles não vão sentir minha falta, posso aproveitar isso mais um pouco. – a bebida tinha que ser algo com álcool, qualquer coisa forte o bastante para a fazer relaxar um pouco. No caso de ter algo para comer ali, pegaria também e deixaria um pouco para quando o pequeno estivesse acordado. Algum suco também faria bem para ele, resolvendo não deixar gelando já que uma criança poderia ficar doente tomando algo muito gelado. Se a qualquer momento o pequeno viesse a acordar, Helves simplesmente se aproximaria ele com um sorriso. – Como se sente? – perguntava ao acariciar a bochecha fofinha do garoto. – Este [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estava aqui no meu quarto, poderia ser o seu? – questionaria, realmente acreditando que aquele poderia ser o tão esperado pano perdido.


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyDom Dez 22, 2019 4:10 am


Narração
Expresso Oceânico (5/8) até Karakui.

Helves
O trem continuava calmamente e Helves no quarto abri o frigobar deliciando sua vista com um vinho que havia por ali, no entanto, não havia comida. Bebendo um pouco do vinho percebeu que não haveria como descobrir se o paninho era o que procurava ou não. Como o paninho aparecera sobre a cama de seu quarto permanecia um mistério.

O tempo ia passando e Helves conseguia ver pela janela uma ilha que estava passando, parecia uma ilha bonita apesar de tudo, todas as árvores com suas folhas amareladas, daqui a pouco perderiam elas, além de montanhas que tomavam boa parte da visão da celestial. Via que o céu estava alaranjado, estava anoitecendo e por isso começava a esfriar um pouco dentro do expresso.

Era difícil falar que horas eram, mas alguém acabou batendo na porta. Ouviu do lado de fora uma mulher falando. - Serviço de quarto, desejam alguma coisa para jantar? - Aquela fala acabou acordando o menino, Helves aproveitou a deixa para se aproximar e indagar sobre aquele ser o paninho dele. Ele olhou para o paninho ainda meio sonolento e balançou a cabeça. - Não. - Novamente a voz do lado de fora soava, ainda calma. - Serviço de quarto, desejam alguma coisa para jantar? - E o pequeno olhou para a porta, seus olhos cresceram imaginando a comida. Baba começava a sair do lado da boca do menino. - Queremos? - Indagou ele com a mão indo até a boca limpando a boca.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptySeg Dez 23, 2019 4:29 pm

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A viagem tinha ocorrido muito bem até aquele momento. Helves observava pela janela do quarto que estavam passando por uma ilha por agora, fazendo ela pensar sobre a chegada em Karakui. "Ainda preciso encontrar eles..." Pensar nisso a deixava um pouco triste, não querendo abandonar a criança sem antes encontrar seu paninho que era tão importante. As chances daquele que estava no quarto ser o certo existiam, mas a celestial resolveu não se precipitar sobre isto. Encontrar a garrafa de vinho pareceu como o destino. "Hah, eu tinha certeza que ia beber vinho hoje." Sorriu ao fechar o frigobar, bebendo do vinho que tinha em mãos, aproveitando cada momento para saborear sua bebida enquanto aguardava o despertar do pequeno.

Batidas na porta e uma voz do outro lado acabavam quebrando todo o clima. Helves tentou caminhar até lá para atender a mulher, mas não conseguiu antes do garoto acordar. "É uma pena." Com ele acordado, restou para a celestial questionar sobre o paninho, que claramente não parecia ser este. – Não tem problema, procuraremos mais. – falou suavemente, sorrindo ao escutar mais uma vez a voz do lado de fora. A reação da criança fez Helves rir um pouco, cobrindo sua boca com o dorso da mão direita. – Vejo que está com fome, venha. – disse enquanto deixava a garrafa de vinho em alguma estante ou mesmo no chão em um ponto onde não passariam andando muitas vezes, encaminhando-se para a porta que logo era aberta.

Helves estava com um pouco de fome, tinha muito dinheiro para se abastecer com alimentos ali, mas ainda precisava cuidar da criança e isso a preocupava um pouco. Ela não sabia que tipo de alimento o garoto poderia ter. – Vamos querer... – quando estava para continuar viu-se olhando a criança, ficando claro que não podeira escolher por ele. – Pode escolher qualquer coisa, não se importe com a quantidade. Eu cuido do pagamento. – buscava passar tranquilidade na voz, não querendo que o pequeno ficasse preocupado com os gastos na refeição. Helves estava com vontade de comer tantas coisas, por isso deixar a escolha do pequeno primeiro era melhor. Ela iria primeiro observar tudo que poderia ser pedido e somente quando o garotinho estivesse satisfeito com tudo que quisesse ela iria atrás de escolher sua janta.

Eu sou muito indecisa nessas horas, por isso vou querer os mais pedidos. Os melhores pratos e sobremesas... – ainda não parecia exatamente certo para ela, mas resolveu apenas seguir com isto. – Ah, também quero uma garrafa do melhor vinho que possuir. – Helves estava séria em pedir tudo aquilo, pronta para comer e satisfazer sua vontade de gastar um pouco de todo o dinheiro conseguido até aquele momento. A revolucionária estava indo descansar um pouco após tantos problemas em missões passadas, por isso sentia que precisava deixar o dinheiro ser gasto em coisas assim. "Quando chegarmos na ilha eu posso voltar ao normal, eles não me conhecem tanto para se preocuparem com a minha situação atual." O grupo inteiro estava bem protegido, por isso Helves estava tranquila em ficar andando pelo trem. Ela era a última pessoa que seria reconhecida naquele lugar, talvez por isso as coisas estivessem tão tranquilas na cabeça dela.

Não importava o tempo que fosse preciso, ela aguardaria a chegada da janta enquanto brincava com o pequeno. Os olhos da celestial procuravam algo de interessante no quarto, não importava muito o que fosse, apenas precisava chamar um pouco a atenção dos olhos dela mesmo sendo alguma coisa inútil. – Iremos comer e descansar um pouco mais, depois procuraremos o paninho com mais cuidado... Sua família não vai ficar preocupada que está sumido? – questionou assim que se lembrou quanto tempo estava junto do garoto, podendo parecer suspeito para familiares que se preocupavam muito.



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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyTer Dez 24, 2019 6:21 am


Narração
Expresso Oceânico (6/8) até Karakui.

Helves
Helves se divertia com a reação do menino. Era estranho o paninho ali não ser o que procurava, mas era o que tinha para o momento, depois lidaria com isso. Abriu a porta e viu uma mulher sorrindo, parecia que ela já estava pronta para sair e continuar sua jornada a procura de outras pessoas. A celestial não sabia o que escolher e deixou o menino escolher primeiro. Ele olhou para a moça com os olhos arregalados de felicidade. - Eu quero o maior peixe que vocês tiverem. - Falou já quase babando de ansiedade, o tom feliz dele animava a mulher que o olhava feliz também. - Vou pedir para pegarem o maior de todos só para você. - Falava a moça dobrando seu corpo e tocando no nariz do menino com seu dedo indicador. - E para a senhora? - Perguntou a moça.

A resposta de Helves era simples e a moça ficava sacudindo a cabeça positivamente. Ela anotou tudo num papel. - O mais pedido é a pasta a moda da casa. Nosso macarrão é famoso. - Falou ela e ao terminar de escrever um pequeno número num papel entregou dois papéis para Helves. - Esse é o número do seu pedido, quando eu voltar é só me mostrar esse número que te entrego tudo, o pagamento é feito na entrega. - Falou ela continuando a andar pelo corredor.

O primeiro papel só possuía o número 34, que provavelmente era o número do pedido como a moça havia dito, mas o segundo papel era maior e estava dobrado, algo diferente do normal, a mulher não havia nem dito nada quanto a este papel, só havia entregado. Ao abri-lo Helves conseguiria ver seu conteúdo com certa facilidade.

Olá, acho que estamos com um paninho que é seu e você está com um paninho que é nosso. Que incrível coincidência não é mesmo?

Que tal você vir pegar ele de volta? Estamos a dois quartos de distância só, na direção do vagão restaurante. Bata duas vezes e entre sem falar nada.


Procurando algo interessante pelo quarto Helves então indagava sobre a família do menino, já estavam juntos a um tempo. A criancinha balançava a cabeça negativamente de forma bem enfática. - Eles não vão se preocupar não. O trem é do governo, nada de ruim acontece aqui. - Falou ele confiante com a inocência incrível que só uma criança poderia ter, parecia que ele estava falando que o papai noel existia.

Brincaram por um tempo, como não havia nada ali, acabaram jogando jogos em sua maioria que envolviam as mãos. Jo-ken-po, briga de dedão, entre outras brincadeiras sondaram o pequeno quarto enquanto a fome aos poucos ia aumentando.

Até que finalmente alguém batia na porta. A comida havia chegado, era a mesma moça, mas ela parecia um pouco diferente naquele momento, como se um peso tivesse saído de seus ombros. A refeição ficava um total de cinquenta mil berries, vinte mil em cada prato e dez mil pelo vinho, nada caro realmente. E a bebida tinha cara de realmente ser excelente.

Ao fechar a porta via uma cena um pouco cômica, o menino tentava devorar um peixe que parecia maior que a cabeça da própria criança. - Me ajuda a cortar? - Falou ele triste após uma luta intensa que acabou em derrota contra o peixe. A barriguinha dele até roncava desesperado por uma refeição. Seu macarrão também estava com uma ótima cara e cheiro, o molho estava bonito e parecia apetitoso só de olhar. O cozinheiro estava de parabéns.



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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyTer Dez 24, 2019 11:27 pm

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A maior surpresa que ela encontrou após fazer o pedido da refeição foi um papel extra que tinha recebido, conseguindo ler e então entender bem a razão dele estar ali. "Ainda é estranho." A mensagem suspeita deixada ali preocupava um pouco a garota, fazendo-a pensar se valia o risco ir sozinha ao quarto dos desconhecidos sem falar nada. O quarto em si não tinha nada de tão chamativo e interessante, talvez por isso conversar com o garoto fosse a melhor forma de passar seu tempo. Helves não tinha muito para falar, apenas escutando a resposta do pequeno enquanto se segurava para não rir. – Menos mal, não quero ser acusada de sequestrar crianças. – essa preocupação era bem real. O trem era seguro no papel, mas ninguém poderia prever que ela e os outros revolucionários estavam por ali escondidos.

O tempo de espera para a janta foi longo o bastante para que os dois pudessem brincar um pouco, nada muito elaborado. Crianças eram bem simples nesse sentido, normalmente se divertindo com as coisas mais fáceis de fazer. "Um dia eu vou querer um filho, ter essa responsabilidade e cuidar de algo tão frágil e pequeno me atrai." Com a vida atual dela seria impossível isso, mas nada a impedia de no futuro arrumar um lugar mais tranquilo para se viver e acabar com essa questão de revolucionários, piratas e todo o resto que assombrava sua vida. Como a fome era o principal problema ali, Helves relaxou bastante no aguardo da comida e ficou assim até escutar as batidas na porta, correndo para receber a mesma mulher que antes estava a atendeu. Papel entregue, pagamento feito e finalmente tinha tudo em mãos para se alimentar junto do garoto.

Tudo estava perfeito. A celestial mal conseguia falar durante a arrumação de tudo, rindo um pouco com as dificuldades do pequeno em comer seu peixe. – Hah, é claro que ajudo. – falou rindo baixinho, aproximando-se dele e o ajudando nos problemas de corte pelo tamanho do peixe. Era uma diferença bem grande, talvez fosse complicado ele comer sem aquela ajuda, por isso Helves buscou cortar no tamanho perfeito para ele conseguir pegar e colocar o peixe na boca sem problemas. – Está bom? – questionava, buscando entender se era o bastante ou precisaria cortar mais. – Então se divirta, estou escutando seu sofrimento daqui. – disse isso enquanto sorria, olhando para a barriguinha dele que fazia alguns sons não muito amigáveis.

Finalmente a hora de comer chegava. Helves estava com tanta fome quanto o pequeno, mas conseguia segurar e ao menos fingir que não era tão ruim assim. O cheiro do macarrão estava incrível, assim como sua aparência. Era o tipo de refeição que ela raramente tinha, pois não viajava tanto assim de trem e pouco comia em restaurantes caros pela questão da discrição. "A vida de procurada viva ou morta é bem complicada, infelizmente tenho que me contentar com isso aqui." Mesmo tendo dinheiro as coisas ainda eram bem irritantes. Como o problema ali não existia, Helves estava bem feliz em comer a massa e beber algo incrível junto. Apreciar cada vez que levava o macarrão até a boca era algo bem raro, isso a fazia pensar em roubar aquele cozinheiro para ser somente seu, tirando das garras do governo.

Ao fim de tudo, Helves estava cheia de tanto comer e beber. Seu corpo tinha aguentado tanto tempo apenas bebendo vinho que agora sentia-se tão bem, quase que obrigando-a a deitar-se no chão quando tinha limpado o prato e terminado a garrafa de bebida. – Isso foi muito bom, faz algum tempo que não como algo tão gostoso. – os deveres esperavam por ela, mesmo feliz com tudo aquilo e em estar com uma criação tão incrível, Helves ainda tinha que cumprir sua obrigação de devolver para ele seu paninho. "Preciso tentar." O perigo de ser descoberta a incomodava de leve, mas isso não impediria a celestial de ir atrás de fazer a criança feliz. – Fique aqui no quarto, estou indo atrás do seu paninho. Só abra a porta se eu mandar. – assim que disse isso ela jogou a chave do quarto perto do pequeno, pegando o paninho que já estava ali e levando para fora enquanto orientava o garoto na questão de fechar a porta.

Do lado de fora Helves faria assim como a mensagem no papel havia indicado, andando até a porta e batendo duas vezes e assim que ela fosse aberta, entraria sem falar nada. O olhar buscaria qualquer coisa significativa ao adentrar, buscando descobrir perigos e talvez reagir se fosse necessário. O máximo que ela poderia fazer era sair da frente de qualquer ação ofensiva demais de alguém que estivesse segurando armas, caso contrário a garota apenas entraria e aguardaria novas instruções para conseguir o paninho do garoto.


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyQua Dez 25, 2019 11:46 pm


Narração
Expresso Oceânico (7/8) até Karakui.

Helves
Helves parecia tranquila com a situação como um todo mesmo existindo essa pulga atrás da orelha quanto ao paninho. Conseguia comer e agir tranquilamente, conseguia brincar com o menino, tudo ia ocorrendo na melhor condição possível. A comida era gostosa, não havia nenhum problema do menino ficando ali com ela, o vinho era sublime.

Como tudo aquilo estava ocorrendo de maneira perfeita, era natural que a celestial questionasse se deveria procurar por ajuda ou não para verificar a situação com o paninho. Acabou decidindo que iria sozinha para o quarto ao lado, queria resolver aquilo sem chamar a atenção. Por isso, a única regra que impunha ao pequeno era a de só abrir a porta para ela. Passou a chave para a criança e indicou para ele trancar a porta após a saída dela.

Quando estava no corredor ouvia a porta atrás de si sendo trancada. Como não havia muito o que fazer, andou um pouco e viu-se de frente para a porta predestinada. Com os nós dos dedos bateu duas vezes na porta e esperou. Quando a porta se abriu, entrou e duas ações ocorreram quase que ao mesmo tempo. A primeira foi a porta se fechando. A segunda foi um flash que a pegou de surpresa, Helves se jogava para o lado tentando desviar de qualquer potencial golpe que levaria, mas acabou esbarrando em algum cômodo que havia naquele quarto na tentativa.

Só que nenhum golpe veio, na verdade ouviu uma risadinha de leve e outro falando. - Magnífico, perfeito. - A voz excitada era interessante, ele parecia realmente muito animado com o que havia acabado de acontecer. - A expressão ficou perfeita. - O quarto estava escuro, mas havia uma luz escura nele ainda e Helves conseguia ver que o homem estava usando isso para revelar uma foto ali naquele espaço. O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estava realmente entretido, parecendo até mesmo esquecer que Helves estava por ali por um instante, até que o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ao seu lado o cutucou, indicando para ele falar algo para a celestial.

O homem bateu a mão na própria testa. - É claro, é claro. - Ele se aproximou de Helves e estendeu a mão para cumprimentar a jovem. - Mil perdões pelo susto que te fiz passar. Mas estou num estudo incrível. - O homem, que já parecia animado, parecia se animar ainda mais. - Estou vendo até onde mães vão pelos seus filhos. - Falou animado. - Principalmente para comparar mães humanas com animais. E devo dizer que estou surpreso. - O tom de voz parecia cada vez mais animado. - Nunca pensei que uma mãe se colocaria em tal posição para pegar um mero pedaço de pano para seu filho. - O tom de animação dele era tão constante que irritaria várias pessoas. - E essa foto ficou perfeita. - Falou ele já retirando a foto do líquido e colocando para secar. - Uma mãe decide encarar sozinha o desconhecido para pegar algo precioso para seu filho. Nem nos meus mais belos sonhos imaginaria isso com tamanha perfeição. - O excitamento do homem era incrível, talvez fosse até mesmo uma pena Helves não ser a mãe da criança. Será que a celestial manteria o sonho do homem acordado, ou informaria que ela não era uma peça de estudo por não ser uma mãe?


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyQui Dez 26, 2019 4:14 pm

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Não existia um motivo bom para alguém querer a encontrar em outro quarto, ainda mais sem a deixar muita escolha. Helves estava preocupada, mas acabou se surpreendendo com o que encontrava após passar pela porta. "Hm?" O flash a deixava sem jeito, buscando recuar por não saber com o que estava lidando naquele momento. "Nenhum ataque..." Somente a voz de um homem que parecia focar na escuridão, revelando a foto que havia tirado. – Então... – ela sentia-se tão estranha naquele momento que mal conseguia falar, simplesmente olhando as duas figuras no quarto que por algum motivo não ligavam tanto assim para a presença da celestial até olharem para ela novamente. – Foi um pouco estranho, mas tudo bem. – felizmente o homem não parecia tão ruim quanto Helves esperava, conseguindo ao menos sorrir para ele enquanto segurava sua mão para o cumprimentar.

Cada palavra que saia da boca do homem era estranha, tornando a história ainda pior em um nível que Helves precisou segurar-se muito para não contar a verdade. Mesmo que ela não tivesse parentesco algum com o garotinho, ainda sentia que tinha obrigação em cuidar dele como uma verdadeira mãe. "Ele bem que poderia ser meu filho, mas eu não tenho tempo para isso com a minha vida atual." Era realmente uma pena não ter espaço o bastante em sua vida pessoal para ter uma família, precisando largar tudo isto somente na intenção de proteger essas pessoas importantes. "Um dia terei minha chance." Voltando para a conversa, Helves simplesmente sorriu e respirou fundo, começando a sua atuação com uma pitada de verdade no que dizia. – Eu faria tudo para conseguir algo que é importante para o meu filho, não importa se é um pedaço de pano. Se ele quer este paninho, conseguirei de volta já que é dele por direito. – a seriedade em sua voz se mostrava bem real, buscando realmente fazer o papel de mãe naquele momento.

Mas tem duas coisas que me preocupam aqui. – começou a falar assim que viu aquela foto ser pendurada, aproximando-se dela para observar melhor. – Onde irá usar essa foto e... Onde está o paninho do meu filho? – a seriedade na voz e a frieza no olhar, Helves queria respostas e não estava pronta para sair daquele quarto enquanto não as tivesse em mãos. Aquele homem e o garoto não pareciam perigosos, mas ninguém deveria realmente saber que ela estava no trem, principalmente se uma foto estivesse sendo usada por aí. Ninguém a reconheceria por algo tão estranho e simples, não dava nem para dizer que estava em um trem. Se as respostas fossem dadas, não precisaria de muito tempo perdido ali. Aguardaria o paninho ser entregue e sairia do quarto se mais nada fosse dito, retornando até o seu "filho" que a aguardava por lá.

Helves daria duas batidas com dois dedos da mão direita na porta para chamar a atenção do pequeno. – Sou eu, pode abrir. – entraria rapidamente e trancaria a porta mais uma vez, entregando o paninho para a criança se estivesse com o mesmo em mãos. Junto disso, abraçaria o garoto carinhosamente, erguendo-o do chão para ficar em seu colo. – Está tudo bem? Quer voltar para sua família? – questionaria com um pouco de tristeza na voz, não querendo realmente se afastar dele. O pouco tempo com uma criança tinha a feito realmente se aproximar e querer aquilo para a sua vida no futuro. A viagem logo terminaria, não restava tempo para Helves fazer muito com o garoto, por isso precisava aproveitar seu pouco tempo com ele e terminar da melhor forma possível antes de desembarcar.


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptyQui Dez 26, 2019 9:40 pm


Narração
Expresso Oceânico (8/8) até Karakui.

Helves
Aquela situação confusa ia se desenrolando de uma forma inesperada para Helves que aos poucos ia assimilando tudo. Como o homem não parecia ruim aos poucos podia baixar a guarda, mas nada tão extremo, ainda não havia encontrado o pano e agora havia o perigo de uma foto sua vazar por aí.

Independente disso, a conversa com aquele homem acabavam por fazer a celestial pensar no rumo que sua vida havia tomado e como pensar em ser uma mãe parecia algo simplesmente distante e quase que inalcançável naquele momento. Precisava aproveitar aquele momento para permanecer nesse sonho e acabava por responder o homem como se realmente fosse a mãe do pequeno. Além disso, ainda permanecendo no papel indagava sobre o paninho de seu filho e sobre a foto. - Oh, o paninho está aqui.  - Falou ele retirando um pano do bolso e entregando para Helves. O ânimo dele continuava em alta, mas ele dosava melhor o tom agora por claramente estar um pouco constrangido. - Eu vi o menino deixando cair e quando peguei o pano ele já havia desaparecido. Quando vi ele de novo acabei vendo ele com você e não pude perder a oportunidade, me desculpe. - Só que esse tom não durou muito. - A foto eu não sei por quanto tempo eu vou deixar sem o mundo ver. - Falou ele feliz pegando a imagem e mostrando para Helves. Era claramente seu rosto ali, surpresa, porém longe de estar assustada. - Eu preciso catalogar as reações de muitos animais ainda para montar meu estudo, podem demorar anos até que eu finalize infelizmente. - Apesar da palavra infeliz ser citada, o ânimo do homem era tamanho que ficava difícil de acreditar que demoraria isso tudo. Independentemente disso, Helves podia confiar que sua foto não sairia por aí tão cedo. Talvez quando essa foto aparecesse por aí ela já fosse mãe em algum lugar isolado e estivesse vivendo uma vida de paz e harmonia.

Com tudo resolvido de forma bem diferente do que imaginava, a celestial podia voltar para o quarto, preparando-se para a despedida. Sentia que o expresso estava parando e reparava que a voz no trem sinalizava que havia chegado em Karakui. O pequeno abria a porta do quarto e Helves apressava-se para abraçá-lo. Via ele sorrindo quando viu o paninho na mão da revolucionária. - Muito obrigado! - Falou ele com a voz meio bloqueada pelo abraço.

Sabendo que o trem havia chegado em seu destino, Helves não tinha muito o que fazer além de perguntar e via ele com toda sua fofura balançando a cabeça positivamente. A celestial até queria demorar com o pequeno, mas quanto tempo o expresso ficaria ali naquela estação? Era melhor ir rápido antes que acabasse ficando e partisse para outra ilha sem querer. Despedidas teriam que ser rápidas, o dever chamava a revolucionária.


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MensagemAssunto: Re: Art. 2 - Just a little bit   Art. 2 - Just a little bit EmptySex Dez 27, 2019 4:38 am

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Se aquele problema fosse demorar a aparecer, Helves podia simplesmente ignorar por hora e focar no que realmente importava: o paninho. – Ele pode ser um pouco desastrado as vezes, mas muito obrigada por retornar o pano dele. Sei que ficará feliz, é um presente que ele ganhou da irmã... Agora sobre a foto... – com calma ela se aproximou do homem, buscando falar baixo para que somente ele pudesse escutar. – Pode usar ela, mas demore um pouco... Eu ainda quero viver um pouco essa vida. – ria um pouco, sabendo que mesmo com a liberação da foto nada poderia ser feito. Helves era simplesmente uma pirata pouco conhecida, talvez até o momento da divulgação ela já estivesse mais famosa, mas isso pouco importava. Uma foto não entregaria sua identidade, por isso a celestial podia ficar tão tranquila sobre isto e simplesmente sair do quarto para retornar ao seu filho.

No caminho de volta tudo que ela conseguiu pensar foi na despedida. Tão pouco tempo para curtir com o pequeno que ela não queria se afastar dele agora, tinha tudo em suas mãos, mas não podia ser egoísta naquele momento. "Não com ele... Não posso ser egoísta quando se trata dele." O trem estava parando, as vozes anunciavam que a haviam chegado em Karakui e cada vez mais Helves ficava agitada. Sua única opção era resolver isso rapidamente, indo ao encontro dele assim que a porta era aberta. – Tudo bem... – a felicidade dele em ver o paninho derretia o coração da celestial, continuando abraçada com ele até decidir sair do quarto o carregando. – Foi muito bom esse tempo que passamos juntos, realmente gostei de ter você aqui comigo... Me fez relaxar um pouco e parar de pensar em todos os problemas que tenho para resolver. – o sorriso em seu rosto era legitimo, mas passava um ar de tristeza. A garota não queria se afastar dele mesmo sendo a escolha correta, enquanto ela ainda estivesse na revolução e trabalhando com coisas perigosas, nada disso poderia ocorrer em sua vida.

Por não saber onde a família dele estava, simplesmente iria para a saída do expresso enquanto observava os arredores e aguardava alguma indicação do pequeno. Somente ele poderia reconhecer sua família, algo que a garota realmente não tinha como saber. – Me avise se os ver. – dizia e continuava a andar para fora do trem, até mesmo ficaria lá fora se não os encontrasse no meio do caminho. Do lado de fora seria mais fácil a encontrarem carregando a criança. "Acho que é isso... Preciso voltar ao meu trabalho de verdade, voltar a me esconder." Mesmo não querendo se afastar, sentia a necessidade disso e assim que a família do garoto surgisse, Helves se aproximaria para entregar a criança de volta para eles. – Aqui está, vai ficar tudo bem, certo? – como última despedida a celestial daria um beijo na testa dele e se afastaria finalmente. – Fique bem... – desta forma ela buscaria sumir no meio das pessoas, indo para longe enquanto começava a procurar algum lugar onde poderia sumir completamente de vista e se esconder enquanto não via ninguém do seu grupo revolucionário.


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