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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Licia
Caçador de Recompensas
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptyQui 19 Dez 2019, 01:13


Mesmo sendo impossível crer que possam existir ilhas no céu com mares de nuvens eu não duvidaria de Licia, apenas ficaria um pouco surpresa e sem curiosidade por essas ilhas ou vontade de conhecê-las. " Não tenho nada para fazer nessas ilhas, muito menos com seus habitantes, as ilhas que caiam, assim como esses celestiais deveriam vir à terra para terem a honra de idolatrar-me, não o contrário.”  

O comentário da loira a respeito de minha “raça”/origem, me daria uma brilhante idéia para brincar com ela, assim que ela me chamasse de diabinha eu arregalava os olhos ficando boquiaberta como se estivesse assustada com algo. - Como conseguiu descobrir… - Diria com a voz trêmula, querendo dizer que ela realmente descobriu meu segredos. - Por ter descoberto meu segredo terei que devorar sua alma sem poder deleitar-me de sua luxúria. - Nesse momento eu estaria fazendo uma expressão que Licia consideraria como sedutora e perigosa, lambendo os lábios fazendo parecer que estou prestes a saborear uma apetitosa refeição, encarando-a intensamente com o olhar lascivo, talvez ela ficasse ainda mais arrepiada por isso. Tendo dito isto, eu não aguentaria manter a cena por muito tempo, deixando um riso escapar, e voltaria ao café da manhã, mantendo um semblante bem adorável, como se fosse uma pessoa completamente diferente.

>><<

- Mmmpf… - Deixaria escapar um gemido abafado enquanto mordo os lábios, e olho para Licia fingindo estar brava, mas seria uma atuação propositalmente ruim, para que a loira percebesse. - Pervertida! - Diria de forma arrogante em resposta a atitude audaciosa da loira. - Está mais para uma anjinha  travessa e impertinente… Ao menos faça essas coisas quando estivermos sozinhas. - Ainda manteria um pouco da arrogância, porém deixando claro a ironia no tom de voz, visto que acabei de fazer algo parecido.

- Hunpf. Como se criminosos medíocres pudessem entreter-me a ponto de ficar minimamente cansada. - Digo sendo totalmente convencida, e na sequência um sorriso malicioso se forma em meus lábios. - Não se preocupe, terei energia em excesso para aliviar isso que está tentando conter. - O tom de voz séria igualmente malicioso, deixando bem clara minhas intenções para com ela.

>><<

Durante o caminho até Scarlet modas eu faria uma pausa de alguns segundos no caminhar, levando a ponta do dedo indicador até a bochecha enquanto olho para cima. - Succubus… Não soa mal. - E após pensar  um pouco sobre o apelido voltaria a caminhar.

- Ah sim, eu irei avisá-la. - Diria em alto e bom tom, para responder Andreia sobre o comentário relacionado a loira. - ...se eu lembrar…- Sussurraria está última parte, para que seja inaudível, afinal lembrar de detalhes sem importância assim não é meu forte. E pode ser dizer que o relacionamento entre mim e Licia não é muito baseado em conversas...

Eu escolheria uma peruca curta de cor magenta, julgando por ser uma boa opção, levando em consideração a diferença de comprimento e tonalidade entre a peruca e meu cabelo, optaria por uma pela qualidade ao invés do menor preço. E na verdade me sinto satisfeita pela maneira como a ruiva foi objetiva em relação aos negócios. " Se precisar novamente de roupas baratas, talvez minha pessoa possa retornar aqui." Tal pensamento que poderia facilmente interpretado de maneira negativa, na verdade seria como um elogio de minha parte.

>><<

Eu observaria o ferreiro inclinando a minha cabeça um pouco para o lado, sentindo-me muito confusa. - Que estranho, graças a sua estirpe poderia jurar que estava lidando com um delicado alfaiate. - Tal comentário deixaria bem claro se tratar de uma ironia. Não posso dizer que estou surpresa pela grosseira, considerando o estado dessa forja, mas ainda é um incômodo lidar com gente naturalmente grosseira, ele ter se apresentado ou não era o menor dos problemas.

O restante seria difícil de prestar atenção visto que o ferreiro ficou fugindo do assunto algumas vezes, surtando facilmente começando a gritar "sem motivo algum", me fazendo ter que massagear minhas preciosas orelhas com a ponta dos dedos. - Tornozeleiras? Na mansão eu tenho uma estante "pequena" apenas para guardar as minhas, mas nunca considerei usá-las em combate. - Nesse momento eu apenas estaria dispersa pensando alto, sem me importar muito com estar sendo ouvida ou não. Mas se me fosse questionado a respeito da quantidade de acessórios que possuo, eu me veria obrigada a justificar-me. - Eu sei que uma estante é pouca coisa, na verdade eu não possuo o hábito de usar tornozeleiras, geralmente eu uso um closet inteiro para cada tipo de peça de roupas e acessórios. - Apesar deste comentário ter a possibilidade de ser visto como uma maneira soberba de gabar-me, eu diria com bastante naturalidade como se fosse a coisa mais normal do mundo, e até me sentindo um pouco envergonhada por ter pouquíssimas Tornozeleiras.

Então eu optaria pelas tornozeleiras, e escolheria uma lança que fosse um pouco maior do que minha altura, quando o ferreiro jogasse seu aprendiz contra os escudos, eu estaria observando a cena atentamente, me sentindo incomodada com algo em específico. - Espero que as tornozeleiras tenham a mesma resistência daqueles escudos. - Está séria minha preocupação, afinal se não fossem resistentes eu poder acabar machucando meus lindíssimos pés. Por algum momento alguém realmente achou que eu iria me preocupar com o ajudante? Por favor, eu tenho prioridades…

Então seguiria na direção apontada, me sentindo aliviada por deixar aquele espaço imundo, e também antes que toda aquela fumaça fique impregnada em mim. Deixaria sob a bancada 65k bellys, para o pagamento da arma, e se fosse questionada sobre o excedente, eu apenas iria virar o rosto sendo simpática e gentil. - É uma taxa de bonificação pelo excelente atendimento. - Diria sendo EXTREMAMENTE sarcástica. - Eu sei que a quantia é milhares de vezes maior do que o merecido, entretanto hoje acordei generosa. - Retribuindo assim toda a "gentileza" do ferreiro, com uma maneira bem mais sofisticada de se ofender.

>><<

Seguindo na direção do pátio eu estaria refletindo sobre o comportamento do ferreiro. " É a segunda vez que alguém se mantém completamente indiferente diante mim, será que ele tem a mesma preferência do Sr. Jaqueta amarela? Talvez eu deva apresentar eles um para o outro, isso reduziria consideravelmente o nível de estresse deles. " Aceno positivamente com a cabeça cerrando ambos os punhos, sentindo-me brilhantemente incrível, pela minha exímia capacidade de dedução, e também pela incrível idéia de juntar ambos.

Primeiramente encontraria que estivesse minimamente limpo, e de preferência com alguma cobertura, para evitar a neve, então deixaria o casaco dobrado, assim como o restante das compras junto da lança, e finalmente colocaria a tornozeleira, não, não ta errado, colocaria apenas a tornozeleira na perna direita, afinal é um acessório horrível a menos para usar. Eu me sentiria muito receosa nesse momento, pensando se realmente estaria fazendo a coisa certa, ao menos ninguém vai ver essa cena vergonhosa.  - Posso considerar-me ficar feliz por estar sozinha aqui, não sei o que faria se me vissem usando essas coisas horrendas no tornozelo, e para piorar, elas não combinam nem um pouco com o vestido. - Depois de juntar coragem suficiente para pôr a tornozeleira, eu caminharia até o primeiro objeto de treino que me servisse, visto que a única necessidade seria que fosse alto o suficiente para eu acertar chutes baixos e médios (lembrando que tenho quase 1,9m). Sem me importar se é um rolo de palha ou boneco de treino.

- O Sr. Ferreiro Irritadiço disse que era pra chutar utilizando dos calcanhares. - Eu me colocaria em frente ao objeto de treino, estando posicionada um passo para o lado para ser mais exata, e antes de realizar a execução dos golpes, eu me manteria equilibrada em um pé, enquanto movimento levemente a perna suspensa, para me acostumar com o peso das armas novas.- Seria assim?. - Após o breve "autoquestionamento", eu deixaria minha perna erguida ao lado do objeto e a moveria na direção oposta do mesmo, então retrocedo com a perna realizando um chute lateral com o calcanhar, mantendo o pé virado horizontalmente, para que a tornozeleira acertasse no objeto de treino. Repetiria tal movimento algumas vezes, 15 à 20 por série chutes com a perna direita, sem me prender muito a contagem, e é bem provável que eu me perca e tenha que começar do 0, com descanso de poucos segundos entre cada série antes de retornar a prática dos golpes. Mas por acreditar que algo tão simples fosse ser extremamente fácil de se fazer, eu não estaria de fato me dedicando, simplesmente chutaria com a intenção de acertar a tornozeleira no objeto de treino. Iria gastar algum tempo nisso até ter uma faixa de acertos minimamente aceitável.

E independente do resultado eu não me sentiria nem um pouco satisfeita, na verdade ficaria pensativa e indignada. Cruzei meus braços e fiquei olhando na direção do objeto, mas sem estar prestando atenção nele, mas sim dispersa em minha própria aversão. - Está terrivelmente errado, esses movimentos não belos e graciosos, não posso utilizar de golpes tão disformes durante minhas apresentações em combate, onde tem outras pessoas olhando. - Então uma idéia no mínimo interessante me vem à mente, fazendo-me arquear uma sobrancelha considerando a possibilidade, e um sorriso audacioso  surgiu em meus lábios. - Pode funcionar... -  

Eu começo a espalhar a neve debaixo de meus pés, para deixar menos escorregadio e respiro fundo como uma forma de ajudar-me a manter o foco, estaria com o corpo virado de lado na frente/lado do objeto de treino, mantendo os pés um pouco afastados entre si, alinhando joelhos e ombros. E repetiria o mesmo movimento, porém dessa vez eu usaria o pé de apoio como pivô, rotacionando-o e movendo sincronicamente o corpo em conjunto ao chute como se estivesse treinando um novo passo de dança, para deixar os chutes mais belos e harmoniosos (E também mais fortes… Mas não me importo com tais detalhes superficiais). Mirando novamente em acertar a tornozeleira no objeto de treino, com um “chute de calcanhar”. Novamente fazendo diversas repetições com pequenas pausas entre si, apenas me atentando a observar a progressão na eficácia dos chutes. E aos poucos aumentaria a angulação dos golpes, através da rotação do pé de apoio em harmonia com o giro corpóreo, até poder arriscar chutes de 180º.

Depois começaria a realizar chutes usando a parte frontal do tornozelo, seguindo a mesma premissa de utilizar todo o corpo para realizar cada golpe, lembrando de fazer as repetições alternadas. Agora tentando controlar melhor os chutes, para acertarem em alturas diferentes focando principalmente chutes baixos e médios. Praticaria também chutes mais altos mas por esses aparentarem ser de execução menos fácil, eu testaria no ar antes de arriscar com o objeto de treino, fazendo um arco lateral com a perna, até ficar com ela estendida apontada para cima e com um movimento rápido movê-la para baixo, faria esse aquecimento algumas vezes até sentir um bom equilíbrio, e começaria a praticar contra o objeto, acertando-o de cima para baixo com a tornozeleira. Lembrando de pausar alguns segundos entre cada séria de repetição, para evitar a exaustão rápida de minha perna.

Não ficaria o tempo todo apenas chutando, também faria algumas pausas de poucos minutos, assim que o cansaço começasse a incomodar e eu sentir o rendimento e produtividade diminuindo. Não iria atentar-me ao tempo gasto no patio, iria dar mais atenção a execução dos chutes, para torná-los mais fluídicos e harmônicos. Se não fosse interrompida provavelmente ficaria praticando por algumas horas até sentir alguma progressão na execução dos chutes, ou quando o possível cansaço não fosse recuperado com pequenas pausas, nesse caso acredito ser melhor interromper os exercícios, afinal ainda preciso “trabalhar” hoje, e o motivo principal seria para não machucar muito meu tornozelo.

Em algum momento eu imagino que ficaria entediada por praticar contra um objeto imóvel então como uma forma de descontração, eu arriscaria um movimento mais ousado, na verdade um pequeno “autodesafio”. Faria um salto curto, estando de frente para o objeto, com os pés previamente posicionados para adicionar giro durante o pulo, com a força da perna junto ao movimento do corpo para fazer um giro completo no ar, acertando com a tornozeleira no objeto de treino. Se por obra do destino eu viesse a me atrapalhar e estivesse prestes a cair, rapidamente iria equilibrar-me na ponta do pé e giraria o corpo como se estivesse em uma aula de ballet, para recompor-me e ainda fazer pose enquanto finjo arrumar os cabelos, com um ar de extrema confiança e frieza, dando a entender que foi tudo minuciosamente calculado. " Talvez ainda seja um pouco cedo. “

De qualquer forma antes de deixar o pátio de treino, eu retiraria a tornozeleira (Não sou obrigada a usar esse troço em público, arruína totalmente meu look), pegaria as coisas que deixei protegidas da sujeira e neve, mas não sairia imediatamente, esperaria pela temperatura do corpo abaixar um pouco, antes de vestir o casaco e finalmente deixar a forja, imagino que eu estaria com um pouco de sede, mas não iria me dar o trabalho de pedir para o Sr. Ferreiro Irritadiço, afinal ele é tão “”“simpático.””” Se fosse próximo de meio dia, eu iria retornar ao inferno (vulgo escritório/esconderijo do Hen). Caso contrário iria pensar em outra maneira de matar o tempo restante.


Ao avaliador.:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySex 20 Dez 2019, 19:07




A sacola balançava ao seus passos batendo-se levemente contra sua exuberante e magnífica perna direita. As ruas haviam ficado levemente mais vazias agora que a maioria das pessoas encontrava-se nos seus respectivos trabalhos. Na rua ''viu'' alguns garotos pobres quase nus sentados encolhidos em becos, havia em algumas ruas -- entre as construções -- latões onde uma voraz chama queimava expelindo ao ar uma fumaça negra e mal cheirosa, mas Kare só a sentiu por um breve instante quando o vento virou.

>><<

- HUNF. - Bufou simplesmente ao comentário de Kare.

>><<

- E quem perguntou? - comentou sobre o comentário de Kare sobre sua pequena estante o que cortou qualquer possibilidade de Kare evidenciar a grandiosidade do seu vestuário.  

- Aqui. - disse ele alcançando para Kare duas tornozeleiras pequenas. Elas eram na verdade um tipo de placas de metal com rebites salientes que acabavam por formar algo parecido com os nós dos dedos ao redor do tornozelo e até um pouco acima na canela. Também tinham uma "saia" traseira montada em placas móveis que cobriam a parte traseira do pé até o calcanhar permitindo assim alguns tipos de chutes diferentes.

>><<

- Tenho certeza que são mais resistentes. - O velho cuspiu as palavras e nem sequer deu-se o trabalho de olhar para o dinheiro que Kare depositou sobre a bancada, pois estava agora focado em preparar outro pedaço de metal para o trabalho, novamente impedindo Kare de ter chance de mostrar sua absoluta bondade para com os outros… Essa jovem estava se tornando realmente empática, visto que até estava deixando uma gorjetinha por ser "bem atendida", na esperança que talvez aquilo melhorasse o dia do ferreiro, certamente, EU TENHO CERTEZA ABSOLUTA que a adorável Kare deve ter percebido que o homem estava em um período difícil e por isso foi generosa com o mesmo… Realmente uma grande empatia.  


>><<

Perdia-se em seus pensamentos, contemplativa adentrou o pátio dos fundos com seus pés afundando-se levemente na neve fofa que cobria o que deveria ser um chão batido. Era-lhe, afinal, inconcebível aquele tipo de atitude. Ou talvez não deva ser esta a palavra que devo utilizar. De toda forma, era uma atitude capaz de causar grande perplexão.

O pátio era razoavelmente amplo, mas cercado em todos os lados por outras construções, felizmente todas eram paredes fechadas e sem janelas. Havia duas grandes árvores, uma delas possui um alvo redondo com a tinta já muito gasta abaixo, já a outra tinha amarrada em seu tronco sacos de palha que cobriam toda a sua circunferência até quase 2m de altura.  


O chão embaixo da árvore possui menos neve de modo que iria atrapalhar menos, os pertences foram deixados junto a parede da forja em cima de um banco que ficava levemente protegido pelo beiral do teto.

''Vestida'' a bela e sensual avançou até a árvore onde a copa lhe deu uma leve proteção contra a neve. O pátio cercado lhe protegia, por outro lado, do vento e assim nessas condições talvez um pouco precárias uma deusa começava a se aprimorar.

Embora…

Não sei se poderíamos chamar isso exatamente assim. Os primeiros chutes dados a fizeram rodopiar em torno do seu próprio eixo ao errar o alvo. Sentiu seu pé raspando nos sacos e tinha certeza que havia posicionado anteriormente a perna esticada para medir a distância, mas mesmo assim sempre que movia-se para chutar acabava errando o alvo.

Demorou certo tempo para perceber sua falha. Seu pé de apoio ficava fixo e isso prejudica o seu giro. Normalmente para alguém que dança esse era um movimento simples, mas devido a sua concentração em algo novo e em um foco diferente ela acaba cometendo um pequeno erro, mas uma vez percebido foi facilmente corrigido.


Mas depois deste vieram outras surpresas. Primeiro o impacto em seu joelho ao chutar com a perna estendida. A dor foi justamente devido ao fato da perna estar muito reta e ela não estar preparada para o impacto.

Os próximos foram um pouco melhores, mas devido ao receio do impacto acabaram sendo demasiadamente fracos e cada um acertava um local diferente sem qualquer constancia e precisão no movimento.


O treino prosseguia com a jovem tendo variados niveis de sucesso em suas tentativas igualmente variadas. O frio que havia sentido no inicio agora era somente uma antiga lembrança. O banho que havia tomado no início da manhã já não era suficiente para deixar seu corpo perfeitamente limpo, embora o suor de uma deusa tão pouco poderia ser tido como desagradável. Talvez…. Kare deve-se vende-lo como perfume como certas aguas de banho por ai.

O suor percorria por suas costas e devido às repetições contínuas as próprias doíam um pouco como também seu pés, panturrilhas e magníficas e exuberantes coxas. Sortudo seria aquele que pudesse ter a honra de massagear estas belas e inestimáveis partes esculturais.

>><<

O cheiro de comida pairava no ar. O sol não era exatamente visível, mas era possível observar que o mesmo estava bastante alto. O cheiro de comida no entanto lhe indicava com certa precisão o horário do dia. No ar vagava principalmente o odor de frutos do mar, condimentos e alguns legumes.

Um numero muito maior de pessoas passava pela rua nesse momento. Kare tinha sede e um princípio de fome, mas era provável que houvessem limites para a paciência de um homem como Henry? Ou talvez fosse mais sábio dizer que não havia limites para o que aquela jovem achava-se no direito de fazer?

Fosse o que fosse as escolhas eram dela e poderia sair dali para qualquer lugar.. Ver Licia? Comer? Ir para o escritório de Henry? Ou qualquer outra ideia que tivesse? Cada uma lhe guiaria para um caminho, mas cada uma também poderia acabar fechando alguma porta. O que ela se propunha a arriscar naquele momento?

Seu casaco estava pendurado em seu ombro, ao seu redor ao menos quatro lugares para comer em todos haviam pessoas. Estava a 15 minutos da companhia de teatro e ao menos 25 minutos do escritório de Henry.



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Licia
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2019, 03:23


A visão decrépita dos mundanos vivenciando o auge da própria decadência parecia ter ficado inúmeras vezes pior, meus olhos doíam toda vez que observava um desses seres inferiores. Como se minha perna doendo já não fosse incomodo o suficiente, estava sendo obrigada a suportar o suor em minhas costas grudando no vestido. Dor, sede, fome… Tais sensações são fáceis de se ocultar, porém eu não posso permanecer grudenta durante o resto do dia, é no mínimo insuportável, e esses tolos mortais não merecem a honra divina de sentir a divina  fragrância que exala de meu corpo.

Antes se fazer qualquer coisa, logicamente que minha pessoa iria até a companhia de teatro para banhar-se. Agiria com extrema naturalidade como se fosse perfeitamente normal a minha presença ali. - Bom dia senhora Badeaux. - Digo casualmente, enquanto sorrio e aceno para Bellatrix e logo vou adentrando a companhia a caminho do banheiro. É bem provável que Bella questionasse minha presença, então eu a responderia de cara limpa, como se minha pessoa estar aqui já fosse parte da rotina. - Não é óbvio? Utilizarei os chuveiros para refrescar-me. - E continuaria a seguir o caminho.

Porém… Algo me diz que ainda não seria o suficiente. - Cadê sua compaixão? É necessário que haja um limite para a crueldade de ser humano, vai realmente negar a uma delicada e indefesa dama a possibilidade dela poder remover o suor de seu corpo, que foi conquistado dignamente? - Apesar de eu realmente duvidar que Bellatrix fosse se comover com isso, eu faria todo esse drama na esperança dela me deixar vencer pelo cansaço e querer logo se ver livre de minha estonteante presença.

Mas se Bellatrix ainda sim Bellatrix fosse cruel a ponto de negar-me água, eu me veria obrigada a usar o último recurso. - Tudo bem, já vou, não fique tão estressada ou vai ganhar mais cabelos brancos e rugas, mas se não quiser saber o que o Hen falou de vossa pessoa, eu não tenho problema algum com isso. - Eu sei que é um artifício desleal, mas eu preciso tirar o suor do corpo, e a chantageio com as informações privilegiadas que possuo do Hen, mas só iria dizer algo depois de tomar banho.

Se Bellatrix deixasse-me usar os chuveiros eu ficaria muito contente e a abraçaria, em um gesto bem caloroso e amigável, para demonstrar toda minha gratidão. E também porque é uma ótima maneira de irritá-la. - Eu sabia que por trás dessa carapaça carrancuda existe uma mulher gentil e bondosa, obrigada Sra. Badeaux. - E antes que a bruxa velha pudesse me agredir e até mesmo arremessar algo, ou pior ainda, mudasse de idéia, eu rapidamente a soltaria indo direto até o banheiro da companhia. Então tomaria um banho relativamente rápido, apenas para tirar o suor do corpo, para evitar que meu perfume natural exale. Só tomando cuidado para não deixar meus pertences molhados. E depois de estar com o banho devidamente tomado, ou não (depende de certas bruxas ai…) , eu iria até o escritório/esconderijo do Hen. Entretanto antes de deixar a companhia, minha pessoa iria até o camarim das atrizes e usaria a maquiagem para esconder o roxo no pescoço… Maldita loira depravada!

E sobre a chantagem, caso eu tivesse que usar desse recurso, minha pessoa faria um suspense antes. - Meu corpo está muito desidratado, e por causa disso minha memória está afetada, talvez depois de um pouco de água, eu posso lembrar-me melhor. -  E provavelmente depois de deixar Bellatrix com mais raiva por causa dessa minha exigência, eu daria a ela a informação sobre o Hen. - Na verdade ele perguntou sobre vossa pessoa logo quando começamos a conversar casualmente, parece que ele guarda sentimentos profundos a seu respeito, e a esposa dele não é a única mulher que Hen parece ter interesse. -  Eu sei que a última parte é sobre mim, afinal ele já me desejou algumas vezes com os olhos, mas eu iria esboçar um sorriso malicioso e diria com um tom igualmente maléfico, para fazer Bellatrix acreditar que estou falando dela.

E se em algum momento Bellatrix questionasse o porquê de uma pessoa tão magnífica e esplendorosa feito eu estar suada, eu levaria o dedo indicador ao queixo ficando um pouco pensativa sobre quais palavras usar nessa situação. - Eu estava elevando o nível de perfeição em minha coreografia. - E não daria mais detalhes, essa bruxa velha não precisa saber sobre o que aconteceu dentro daquela forja e das pessoas horrendas que vi durante o trajeto.

Se eu chegasse na companhia e não encontrasse com Bella, minha pessoa iria simplesmente entrar e ir até os chuveiros e só pararia se fosse questionada, nesse caso eu responderia cordial e um pouco autoritária. - Boa tarde, avise a Sra. Badeaux que a Srta. Lawford a aguarda no camarim. - Acredito que ela não se esqueceria de meu sobrenome, e o camarim é um bom lugar para encontrá-la, afinal preciso passar ali para esconder a marca que Licia deixou, depois de suor e banho, não há maquiagem que aguente. (Mas se aguentar, pelo amor de Deus, me diz o nome).

>><<

Durante o caminho até o inferno eu manteria toda minha arrogância e o ar de superioridade na postura e no desfilar, mesmo que significasse aguentar a dor na perna, o que sinceramente, é muito melhor do que ferir o orgulho e ficar mancando na frente de outras pessoas. Mas não teria pressa alguma, sem me importar com o horário, andaria em meu ritmo normal, Hen que me espere.

Assim que chegasse ao esconderijo logo iria procurar pela empregada, perguntando para algum lacaio se sabiam onde ela estava. E logo quando a encontrasse eu começaria a fazer drama. - Martha, me faz uma massagem na perna? Ela está doendo tanto, é até difícil caminhar, minha pessoa estava praticando um novo passo de dança, acho que distendi algum músculo, por favor, se essa dor continuar minha movimentação vai ficar prejudicada e pode comprometer o sucesso da missão. - Muito provavelmente isso tudo, é apenas eu exagerando e fazendo drama, mas não tenho culpa de ter lindas pernas delicadas e sensíveis.

E se eu recebesse a massagem iria soltar alguns gemidinhos abafados e impertinentes graças à sensação prazerosa, e diria algumas coisas que poderiam ser interpretadas erroneamente em outra situação, como por exemplo. -  Aí não! Mais em baixo! Seja mais gentil! Vai, usa mais força!... -

E independente da presença de Martha, eu ainda estaria muito bem humorada, até mesmo seria mais amigável com o Hen. - Bom dia Hen! Teve uma boa noite de sono? - Diria sendo sendo um pouco mais animada do que o normal, e logo iria sentar-me no sofá do escritório. Para que se fosse o caso, eu possa receber minha massagem enquanto fico sentada nele. - O que de tão especial você tem para mim, que me fez esperar um dia inteiro para descobrir. - E sem muita enrolação, iria direto ao ponto. Mas antes de receber alguma resposta eu olharia confusa para o Hen. - O seu cãozinho de guarda ainda não chegou? Você precisa treinar melhor vossos lacaios, para que sejam mais pontuais. - Provavelmente eu não notaria o “RasAlgumaCoisa” mesmo se ele estivesse no escritório, afinal existem coisas mais importantes nesse mundo, principalmente, EU! E talvez, apenas talvez, eu queira criar um pequeno desentendimento com essa fala.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2019, 16:39




A companhia se mostrou a frente de Kare não muito tempo depois de ter deixado a loja do ferreiro. Entrava, como antes, pela porta dos fundos em uma rua não muito movimentada e da mesma forma que antes não era Bellatrix que se encontrava na sala.

- O que posso ajudá-la? - Era uma garota que ainda não havia sido vista por Kare. - Ah… Você é a moça de ontem. Veio falar com a Senhora Bellatrix? - Depois de Kare ter chegado alguns passos mais próxima ela foi aparentemente reconhecida pela jovem, mesmo que não conseguisse se lembrar da mesma.


- Já vou chamá-la. - Mas Kare que sentia-se como dona de tudo já começava a avançar sem nem esperar pela jovem. - Ei… Ei… você não pode. - Mas Kare não lhe deu ouvidos e seguiu avançado, a jovem teve que sair atrapalhadamente atrás dela. - Você tem que esperar lá. Eii. - A voz era meio insegura e até mesmo um pouco chorosa.

>><<

- O que está havendo Carol?   - Chegou a elas a voz de Bella que coincidentemente estava no camarim. Na mão da mulher estava um vestido preto com detalhes em vermelho. - Desculpe senhora, ela não me ouviu e foi entrando. - A garota se curvava em desculpas.

Um pequeno sorriso surgiu nos lábios de Bella que piscou para Kare. - Você não tem mesmo jeito não é garota? - a voz estalou como um chicote. - Suma daqui, agora que chegamos a isso deixe que eu cuido disso. Vamos, Vamos, Vamos, suma, depois eu converso com você. - A jovem de cabelos prateados embranqueceu e mais do que rapidamente desapareceu do camarim voltando para a sala de espera. Bellatrix por outro lado cobriu a boca e soltou um pequeno risinho. - Vai ser bom pra ela criar um pouco de juízo. - Disse começando a se aproximar, mas detendo-se a alguns passos. - Minha nossa! O que aconteceu com você? Correu uma maratona? Suma daqui, vá arrumar isso. Vou pedir um chá para nós. - Talvez houvesse sido um tanto quanto inesperado e Kare se visse tentada a explicar o que havia acontecido com ela, mas seria ''rudemente'' cortada. - Minha querida, me explique depois. Recuso-me a conversar com vossa pessoa nesse estado. Deixe as roupas no cesto do banheiro e pegue outras se precisar. - Bella fazia um sinal apressado com a mão.

Não viu outras pessoas durante a passada por ali. O banheiro, assim como o camarim e os corredores estavam todos vazios. Iria descobrir depois durante a conversa com Bellatrix que as garotas haviam saído para comemorar a estreia de Nicolle nos palcos, a qual iria ocorrer no final de semana, ou seja, dali 4 dias.

Ao sair do banheiro encontraria a funcionária anterior lhe esperando pronta para levá-la até o hall de entrada onde Bellatrix estava lhe esperando. - Espero que possa ao menos tomar um chá. - A mulher, que estava em pé, fazia sinal para Kare se aproximar da outra cadeira e caso a morena se sentasse encontraria na mesinha ao lado uma xícara tampada com um chá vermelho ainda mais saboroso que o qual havia anteriormente consumido ali. - Você saiu tão rápido ontem que não tive tempo de lhe agradecer. Eu sempre tive medo de forçar Nic a vivenciar o trauma e fiquei esperando partir dela. Creio que ela não chegou a lhe contar, mas a verdade é que os pais dela sofreram um acidente e morreram no palco na frente dela… Talvez felizmente ela não recorde disso, apenas lembra do som das palmas que antecedeu… - Bella deu uma leve tossida. - Adotei Nic depois daquilo, eu era muito amiga dos pais… Na verdade fui eu que os apresentei e sou madrinha dela, mas sempre tive medo de forçá-la. - Fez um instante de silencio. - Sei que não deve lhe interessar, mas quis que entendesse o meu lado para que entenda o que vou dizer a seguir. Acabei não percebendo o quanto ela cresceu e por isso obrigada. - Bella ergueu uma das mãos. - Por isso, enquanto estiver por aqui e precisar de alguma coisa não exite em aparecer.

A sim, havia algo muito importante. Haviam biscoitos para comer junto ao chá.

>><<

Martha apenas permanencia parada, não demonstrando qualquer atitude em ''obedecer'' o pedido de Kare, ainda que se a jovem observasse bem, conseguiria ver um ínfimo lampejo de tristeza cruzar os lábios da garota. Henry por outro lado sorria e rodava o seu copo com uísque fazendo as pedras de gelo produzirem um leve tilintar.

Kare obviamente estava atrasada por quase uma hora, mas Henry nada disse, apenas sorriu e a convidou para sentar. Rasnak também estava ali, bem como Martha. Kare, agora que havia se habituado um pouco a existência de Martha, conseguiu a notar mesmo esta estando completamente imóvel no canto esquerdo ao fundo do aposento. Henry como de prache estava sentado atrás da mesa, enquanto Rasnak sentava-se à frente da mesa na poltrona da direita deixando assim a da esquerda para Kare.

Nem Henry, nem Rasnak se levantaram e ambos bebiam.

- Hahahaha, coitadinha. Henry, por favor. Você não tá vendo que ela ta quase morrendo? HAHAHAHAHA.   - Rasnak baforou o charuto que fumava. Na verdade Kare não o reconhecia, o sujeito estava agora completamente de preto. No entanto, sobre a mesa de Henry havia algo que poderia ajudar Kare a identifica-lo.

Ali, em meio a outros papéis, havia um cartaz de procurado com o rosto sorridente e um charuto na boca idêntico ao sujeito ao seu lado. No entanto o valor estava encoberto por outros papéis.

- Tenho que ela é mais forte do que isso. Aceita uma bebida? - a pergunta agora era para Kare. - Começamos sem você, mas sei que não se importa. - Ele se referia a terem começado a beber.

- Você viu o jogo? - Perguntou enquanto batia o charuto se livrando das cinzas, mas antes de Henry responder era Kare que se pronunciava tentando ir diretamente ao assunto. - Calma, temos tempo para isso. Apenas relaxe.  - respondeu ele com um sorriso torto de quem não conseguia esconder o prazer que sentia. - Ah sim. Onde estão meus modos. - Ergueu a mão direita antes de em arco abaixa-la mantendo a palma para cima como se tivesse feito uma reverência embora não tivesse se curvado. - Você está muito bonita hoje, assim como ontem. - Seu tom tinha um 'q' de diversão, embora o elogio não fosse de fato mentira. A diversão no entanto se dava da lembrança que ele tinha do jantar na noite anterior quando Kare lhe havia aconselhado como devia agir.


>><<

Caso Kare solicitasse alguma bebida Henry faria sinal para que Martha servisse a jovem, todavia não haveriam palavras proferidas pela empregada e também não teria qualquer ação da mesma em relação a obedecer qualquer pedido realizado por Kare.

>><<

Rasnak e Henry falariam durante uns 20 minutos sobre um jogo que havia sido transmitido pelos den den mushis, não era algo que Kare conseguisse entender, tão pouco ter-lhe-iam incluído na conversa. Só depois de Henry esvaziar o segundo copo de Uísque e Rasnak terminar o charuto é que o assunto começaria a ser explicado. (Mesmo se Kare tentasse forçar a conversa antes eles irão retrucar. Caso Kare apenas deixe o recinto eles não farão nada e a deixaram ir.)

>><<

- O Barão Tenfloy está contratando alguns mercenários para reforçar a proteção do vinhedo e também da fabrica. A safra deste ano teve uma qualidade muito acima do esperado. O que deve ter haver com o retorno do filho dele. - - Até a safra passada o Barão usava dos meus serviços para vender o seu vinho, mas depois que o filho dele retornou ele de repente criou alguns culhões e começou a achar que tem capacidade de gerir tudo sozinho sem a minha ajuda. Como você pode concluir, eu não posso deixar que as pessoas comecem a ter esse tipo de ideia. Ele é um cliente menor, mas nesse ramo o problema deve ser rapidamente exterminado e a raiz arrancada para que não possa crescer. - - Ainda assim… aquele velho gordo foi bastante perspicaz já que conseguiu fazer tudo às escondidas até agora. - Mais uma vez o som do gelo tilintando no corpo era ouvido. - É coisa do filho dele. Aquele garoto não puxou em nada o Pai. Deve ter saído aos avós. A questão é. Aqueles inúteis que você acabou matando ontem iriam servir de distração, eram peões que eu iria usar, mas pode-se dizer que cumpriram seu papel.

Com isso a explicação continuou entre Henry e Rasnak anternando quem falava enquanto explicavam para Kare o contexto da missão a qual não era nada bonita.

Deveriam atacar a fazenda do barão, matar seu filho e dar-lhe uma bela surra. Destruir o estoque da produção, mas não todo. Apenas o suficiente para deixar o barão em maus lençóis e obrigá-lo a pedir empréstimos, os quais generosamente seriam fornecidos por Henry. Matar o filho era um ponto importante que foi mais de uma vez frizado durante a conversa.

A situação deveria ser executada o mais rápido possível ou o mais discretamente possível visto que a fazendo ficava a não mais de meia hora de um posto avançado da marinha que poderia acabar mandando pessoal para o local e dificultando a conclusão do serviço. Ou seja, em aproximadamente 35 a 40 minutos teria de concluir o serviço caso contrário eram grandes as chances de haver envolvimento da marinha.

O grupo seria Rasnak, Kare, e outros 4 sujeitos, os quais ainda estavam vivos depois da confusão arrumada por Kare. Sairiam as 5 da tarde o que lhe faria chegar a fazenda do barão por volta das oito da noite. O ataque começaria às 10. Carroças haviam sido preparadas no dia anterior por Rasnak, nelas haviam algumas armas, mas também materiais inflamáveis, elas sairiam de um armazém na doca no lado extremo esquerdo.

Até a hora combinada o grupo deveria esperar na zona portuária, se questionado Henry diria algo como: "Afinal, manter a hora combinada não é um dos seus muitos talentos e também não posso correr o risco de algo daqui vazar."



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2019, 21:52


A reação “hostil” de Bellatrix era na verdade um alívio para mim, ela se recusar a conversar comigo nesse estado, era sinônimo de precisar aturar as roupas suadas por menos tempo, e como a própria me deu a oportunidade de escolher roupas novas, não vejo razão para recusar. Colocaria as roupas no cesto com exceção do casaco que não estava suado, e após o banho optaria por escolher roupas mais casuais, visto que não há necessidade de um jantar, eu poderia usar o disfarce, mas se chama “disfarce” por um motivo, não é algo que se deve usar o tempo todo. E aproveitando a boa vontade da bruxa velha eu procuraria por acessórios para complementar o disfarce, buscando por um par de segunda pele de cor roxa para usar nos braços.

E como não estou com nem um pingo de pressa não me importaria de sentar-me na cadeira para tomar chá com ela e comer alguns biscoitos para camuflar a fome. - Não me agradeça! Apenas a ajudei para poder me gabar com você e mostrar o quanto eu sou incrível, mas agora que perdi o momento no palco, não tem porque eu me divertir com esse fato. - Diria como se estivesse entediada e tomaria um gole do chá, pausando a fala. - Eu não fiz nada digno para receber congratulações, era impossível não perceber o quanto Nic queria atuar, mas dependia apenas da determinação dela superar para o trauma, admito que subestimei o problema dela, mas parece que as palavras de carinho do público puderam substituir os sons que tanto a assombravam. - Nesse momento Bellatrix poderia perceber um ar de gentileza sincera em minha voz.

- E você está certíssima, a vida de outras pessoas não é de meu interesse. - Diria com um tom de frieza e desgosto. - Mas não foi totalmente ruim, agora o brilho que antes ficava oculto no interior daquela criança, pode ser contemplado por outras pessoas, a jornada dela apenas começou, agora depende de Nic, e o quanto ela pode ascender rumo ao estrelato. - E uma mudança drástica de comportamento e tonalidade seria notada em mim, agora sendo novamente mais amigável por minha parte. - Claro que poderia ter sido uma falha desastrosa, mas ao menos vocês teriam uma “vilã” para odiar. - Faria um pequeno trocadilho divertido em relação ao papel que interpretei na cena do ensaio. - E não precisava dizer, eu voltaria aqui nem que fosse apenas para importuná-la. - Digo sendo mais cômica e implicante, em relação à oferta de possível ajuda que Bellatrix ofereceu, enquanto esboço um sorriso travesso.

>><<

Eu não poderia conter um sorriso de satisfação em meus lábios após ser imediatamente elogiada, mesmo que possa não ser totalmente sincero, receber elogios é quase um ponto fraco meu. - Você realmente acha? Ou apenas está sendo galanteador? - Eu fingiria modéstia apenas para poder receber mais elogios,  enquanto faço meus cabelos esvoaçarem movendo o pescoço e passando meus dedos sob eles, aproveitando para olhar discretamente o cartaz, mas sem interessar-me sob o valor da recompensa, apenas a descoberta de mais uma recompensa fácil já é bem satisfatória.

Porém eu ainda iria querer uma massagem nos pés, pouco importa-me o que eles estão assistindo, minha pessoa belamente iria até a mesa do Hen, sentando-se em cima dela, ficando de frente para o pirata, durante o caminho eu tomaria em mãos o copo de whisky que ele estava bebendo. - Eu aceito essa bebida. - Então removeria os sapatos com os pés, e colocaria meu pé descalço acima da coxa do Hen, propositalmente próximo a virilha dele. - Já que Martha não quis, lhe concedo a honra de massagear meus majestosos pés, eles estão muito tensos, tive que andar durante horas, e ainda pratiquei um novo passo de dança apenas para essa ocasião, então assuma a responsabilidade. -

E como forma de incentivá-lo um pouco mais, eu iria esfregar meus lindos pés sobre as coxas dele. - Pense no quanto eu poderia ficar feliz se fizesse isso por mim, e também na forma relaxante que eu poderia retribuir tal favor. - Diria com um tom de voz bem sedutor e provocativo. E convenhamos que me oferecer uma massagem certamente é mais interessante do que assistir um jogo idiota.

Mas se ele não quisesse, eu apenas daria de ombros para Hen e beberia o MEU copo de whisky, enquanto cruzo as pernas e dou de ombros para ele. - Entendo, vossa pessoa não se sente digna a ponto de poder tocar nos pés de uma divindade, perdoe-me o equívoco. - E sem mais nada para  fazer, minha pessoa apenas  iria aguardar a boa vontade dos “princesos.” E se o sabordo whisky não me agradasse o paladar, talvez por ser muito forte eu não faria questão de esconder meu descontentamento. - Isso é horrível, apenas alguém com o paladar morto consegue beber algo assim, por gentileza Martha, traga-me uma bebida doce suave, para tirar o gosto ruim da boca. - Então colocaria o copo de whisky acima de mesa com descaso. E de forma alguma minha pessoa submeteria-se a fazer uma expressão de nojo, como uma careta por exemplo.

>><<

- PAREM! - E como se não bastasse fazer com que minha ilustre pessoa tivesse que aguardar pelo entretenimento sem importância desses dois, Hen e o sujeito desconhecido começaram a se atropelar seus enquanto falavam. - Vocês são tão harmoniosos quanto uma orquestra de vidrarias estilhaçando-se, meus preciosismos não merecem suportar tamanha tortura sinfônica. - Eu deixaria claro todo o meu descontentamento com aquela desordem.

- Como você pode permitir que um cãozinho de guarda atropele vossa autoridade, agora compreendo a falta de competência. - Eu não faria questão alguma de esconder minha indignação hipócrita, visto que provavelmente também estaria atropelando a autoridade do Hen nesse momento.

- Só precisamos fazer o barão Tenfloy arrepender-se de ter ousado desafiá-lo, não precisam falar os dois ao mesmo tempo, apenas torna mais difícil o desafio de prestar atenção em ambos. - E como uma maneira de evitar que eles repitam todo o discurso eu demonstraria que havia entendido mesmo com toda a desorganização presente na explicação.

- Apesar de eu considerar um desperdício tirar a vida de um baronete, se ele for bonito até poderia divertir-me um pouco, caso fosse em uma ocasião mais propícia. - Essa seria minha única "reclamação" do trabalho, mas não seria grande o suficiente para me fazer ao menos pensar em reconsiderar o trabalho. Me referindo ao filho do barão Tenfloy.

>><<

Após as informações sobre o trabalho serem passadas eu iria fazer um pequeno questionamento, junto de um pedido ao Hen. - Hen, eu imagino que sua pessoa deve ter algum lacaio que saiba ser sorrateiro, se deseja que eu seja mais sutil, considero uma idéia viável aprender esse tipo de conhecimento. - Nesse momento eu estaria séria, pensando apenas no sucesso da missão. Porém eu iria cativá-lo um pouco. - Acredito que minha pessoa ficaria ainda mais… Surpreendente. - Agora diria com um ar de mistério e sedução.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptyQua 25 Dez 2019, 15:32




- Suspeitei que poderia ser algo assim. - disse a mulher sorrindo por detrás da xícara, mas acaba não mudando o fato. [/color] - Ouviu Kare complementar. - Quem sabe você seja só você fingindo que seus motivos são egoístas para não precisar admitir que se importa. - Seus ombros deram uma leve erguida como alguém que descartava o assunto. - Não vou julgar… E sim… as meninas gostam muito dela. Deve ser fácil imaginar o porque.


- Ha….ha…. Na verdade - Bellatrix começou a falar com um tom gélido. - Eu não teria não. Já que você não estaria mais aqui. - Bebeu um gole de chá e relaxou o rosto deixando que Kare decidisse se aquilo era ou não uma brincadeira entre colegas.


- Então peço desculpas por estragar seu ''motivo'', já que acabará por não me importunar… Aliás, volte no final de semana para assistir.

>><<

"Aquele era de fato um momento infeliz, maldita fostes tu, ó meia calça, pois odiadas é a sua presença neste momento de possível deleite. "

O batom marcava a borda do copo. (Não lembro se ta de batom, se não estiver ignore.) O som seco da bota caindo no piso de madeira seguiu o som do copo sendo mais uma vez solto sobre o tampo da mesa. Henry, o qual estava preparado para muitas coisas, não estava para aquela atitude. Kare sentiu quase imediatamente uma reação do mesmo, mas esta não era em seu rosto e sim algo mais próximo aos pés da beldade que moviam-se suavemente em movimentos circulares sentindo a reação aumentar. Viu o corpo todo de Henry ficar um pouco mais tenso, muito embora ele fosse bastante hábeis em esconder a emoção em seu rosto…. Talvez já tivesse passado por algumas situações semelhantes em outros momentos? Recebido um carinho especial enquanto estava fazendo outras coisas.

- Você por acaso já massageou os pés dos seus empregados? - Questionou Henry, mas aparentemente ignorado. Seu tom tinha sido realmente alterado para raiva. Ele estava prestes a continuar quando Kare distraidamente deu um gole maior no copo e acabou sentindo descer queimando pela garganta o que a levou a uma onda de agitação. - HAHAHAHAHA, ISSO NÃO É BEBIDA PARA CRIANÇAS MOCINHA. HAHAHAHAHAHA. - Disse Rasnak e Henry aproveitava o momento para empurrar com certa brusquidão o pé de Kare para longe de sua virilha. - Martha! Assim que ela se sentar na poltrona você pode trazer um suco para ela. - Completou Henry claramente a levando como uma criança. - Claro senhor. - Respondeu a empregada em seu tom seco.

(Completamos aqui no pŕoximo turno… Admito que fui pego desprevenido)

>><<

Eles se calaram quando Kare exaltou-se de repente. - Você está bem? Parece estar muito exaltada hoje. Quer mais açúcar no suco? - foi a resposta debochada de Henry. - HAHAHAHAHA, TALVEZ ELA QUEIRA UM OSSO. - brincou o comediante que parecia não se abalar com as coisas, como se tudo para ele fosse apenas um jogo divertido que tornava-se melhor quanto mais caótico fosse. - Você precisa dar mais atenção para a vira-lata nova Henry, ela parece estar com ciúmes, HAHAHAHAHAHA. AHHH, EU NÃO AGUENTO. - Rasnak continuou a rir, Henry sorriu junto ao homem e bebeu mais de seu uísque.

- Sabe? É assim que uma conversa funciona. Uma pessoa fala, a outra responde e continua o assunto. Mas eu entendo a sua confusão. Duvido que tenha tido a chance de ter amigos. Então não precisa se preocupar. - o som do gelo tilintou.

>><<

A explicação chegava ao fim com uma lamentação de Kare. - Se você quiser trepar com ele. - ele dava os ombros ao mesmo tempo que acende um novo charuto. - Acho que temos um tempo, HAHAHAHAHAHA. DEVE SER INTERESSANTE ASSISTIR, HAHAHAHAHAHA, TALVEZ…. TALVEZ - o homem não conseguia falar direito porque ainda ria em meio as palavras como um completo deturpado. - POSSAMOS USAR HAHAHAH ISSO HAHAHA DE DISTRAÇÃHAHAHAHAHAÇÃO. - - Isso foi perturbador até pra mim. - confessou Henry com uma expressão um pouco torcida em desgosto e sem se virar para Kare completou. - O restante do pagamento é feito no final como já expliquei. Volte aqui amanhã ao meio dia para receber.

>><<

Henry apenas olhou para Rasnak no momento da pergunta. - O Crow é caçador. Creio que ele poderia ensinar já que vou precisar dele no combate. É um atirador decente. - Rasnak bateu o charuto para liberar as cinzas. - Mais irritante eu diria, HAHAHAHAHAHA.

>><<

Dali Kare descobriria que não poderia mais perambular desacompanhada. Rasnak iria a levar em direção ao porto, lá acabariam por encontrar o restante do grupo já esperando no pavilhão. Obviamente Rasnak insistir para ir para lá. - Depois de chegarmos lá Crow vai lhe acompanhar, você pode sair depois disso.





Lembre-se de adicionar em perdas as roupas deixadas lá e add em ganhos as novas.












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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySex 27 Dez 2019, 00:29


- Que benefícios minha pessoa teria em agir com altruísmo disfarçado de maneira egoísta? Apenas faço o que bem entendo, tudo em prol de meus próprios caprichos. - Diria com um certo desinteresse até mesmo chegando a bocejar de tédio, enquanto cubro os lábios com as mãos. Sem tentar ficar me provando para Bella. Ela que decida se acredita ou não, afinal não é algo que eu me importe.

- Se eu ainda "estiver aqui" talvez venha agraciar-vos com minha ilustríssima presença. - Diria em um tom cômico para Bellatrix, antes de partir.

>><<

Após Hen ter desafiado completamente o bom senso e ter empurrado meus pés, recusando minha oferta tentadora, minha pessoa simplesmente iria erguer a perna de forma que a ponta de meus dedos passasse bem próximo ao corpo dele até chegar ao rosto, onde sensualmente balançaria minhas pernas como se quisesse “hipnotizá-lo”, propositalmente abrindo um pouco as pernas, o suficiente para ele poder contemplar-me, mas não o suficiente para enxergar por baixo da saia. - Se meus empregados tivessem pés tão macios e delicados quanto plumas angelicais, eu adoraria proporcioná-los uma massagem extremamente relaxante, apenas para ter a oportunidade de tocá-los, tendo em mente as diferentes formas de ser retribuída por um ato tão generoso. - Diria com um tom de voz doce, sendo bem manhosa, apenas para brincar um pouco mais com o pirata.

Para simplesmente descer da mesa, calçar os sapatos e sentar-me na cadeira, antes de “mostrar muito”. E também para poder beber o suco, como forma de tirar o gosto forte do whisky, e talvez mascarar a sensação de fome um pouco mais.

Por gentileza, peço que não me interpretem erroneamente, mesmo dizendo que minha grandiosa pessoa submeteria-se a massagear os pés de meros servos, seria totalmente impossível, visto que nenhuma pessoa no mundo teria pés tão esplendorosos quanto os meus.

>><<

Minha confiança inabalável não permitiria que eu desse importância para o que o Cãozinho está falando, mesmo ofendendo diretamente, é apenas um cão latindo escandalosamente, não tenho porque considerar tais latidos como uma ofensa. Porém a observação de Hen, me deixaria um pouco pensativa.

- Amigos? - Questionaria-me levando o dedo indicador ao queixo. - São como os fãs que te idolatram acima de tudo? - Diria ainda demonstrando estar um pouco duvidosa com esse tipo de relacionamento, apesar de ter uma certa loira que eu poderia chamar de amiga colorida , não é de meu interesse deixar que saibam qualquer coisa sobre a existência dela e o meu relacionamento. "Porque agora eu passei a me importar com você.”

>><<

De fato o comentário do cãozinho era tão perturbador quanto asqueroso, para evitar de mentalizar a cena eu me veria obrigada a novamente ter que pegar o copo do Hen e tomar outro gole. - Se me permite. - Para sentir a ardência percorrer meu interior, na tentativa de impedir que a imaginação possa fluir. - Obrigada, agora entendo o motivo de vossa pessoa preferir bebidas fortes. - Hen poderia notar que meu agradecimento foi sincero, assim como o comportamento educado. Apesar de ainda estar visivelmente incomodada com as palavras do cãozinho.

Após alguns instantes minha pessoa estaria recomposta, e apesar de ter sido desprezível, a idéia do cão de guarda não era de todo ruim, principalmente considerando meus objetivos reais. - Não teria tempo de deleitar-me com o baronete tanto quanto gostaria, porém... - A princípio minha expressão que estaria serena, iria transformar-se em um sorriso maléfico. - Eu poderia fazer muito mais do que apenas distraí-lo, de forma que seja impossível para ele… Recusar. - Nesse momento o gelo iria tintilar se eu ainda estivesse com o copo de whisky em mãos, enquanto minha voz soa com um ar ameaçador de tentação e mistério, assim como um belíssimo sorriso diabólico formado nos lábios. Tentando transmitir a mensagem de minha pessoa poderia, digamos, enviar o baronete para conhecer outros anjos no paraíso.

>><<

Eu simplesmente sairia da sala sem dar muitas explicações após os dois terminarem de falar. - Se me dão licença. - Eles que me esperem, tenho algo para fazer, antes de simplesmente andar pela cidade com o cãozinho me vigiando.

E sem me preocupar com a paciência do "canino" minha pessoa se dirigiria até o vestíbulo para por o disfarce assim como as tornozeleiras, e trancaria a porta antes de despir-se, se caso houvesse uma fechadura com chave. Mas se não tivesse possibilidade de trancar a porta, eu teria que usar de um método mais direto para evitar de ser espionada. Assim que eu escutasse algum ruído feito pela porta, meu gentil ser iria ""sutilmente"" arremessar a lança em direção da porta com a intenção de acertar quem estivesse tentando espionar-me, usando força suficiente para cravá-la na madeira. Porém, arremesso não é o meu forte, então me daria por satisfeita se a o arremesso apenas assustasse o "espião". - Ops, como sou descuidada, minha mão escorregou, talvez ela escorregue novamente, e dá próxima vez posso não ser tão desatenta com a pontaria. - Diria gentilmente com um tom de voz meigo, em contraste com a ameaça, tentando passar a mensagem de que errei propositalmente.

E tranquilamente iria trocar de roupa, sem me apressar ou fazer questão de demorar, visto que não preciso me maquiar, pois a maquiagem adequada para o disfarce não combinaria com as roupas novas, por isso ignorei esse fato enquanto estava na companhia.

E já que estou me passando por outra pessoa, porque não ir pouco mais além e agir como se estivesse interpretando um personagem. "Acredito que assim as coisas ficam mais interessantes." Não fugiria muito de minha original e divina personalidade, é apenas para agregar ao disfarce.

>><<

Após estar devidamente vestida eu retornaria ao escritório para deixar as roupas ali, afinal me parece ser o local menos perigoso para deixá-las, levando comigo apenas o casaco. - É melhor não fazer nada de pervertido com elas. - Usaria um tom de voz mais grave e agressivo do que o meu, para alertar o Hen, em relação às roupas. - Ou eu vou castrar você. - Responderia agressivamente se Hen questionasse minha ameaça, enquanto esboço um sorriso sádico e perverso.

Antes de deixar o esconderijo minha pessoa provocaria novamente o Hen, apenas para deixá-lo ansioso. - Não se atrase amanhã, ou eu vou comemorar o sucesso do trabalho com outro. - Encarando-o com olhar de cobiça.

>><<

- Vamos cãozinho, estou ansiosa para colocar o barão de volta na coleira. - Diria sadicamente, após finalmente estar pronta para prosseguir com o trabalho.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySeg 30 Dez 2019, 09:51




O uísque desceu-lhe queimando a garganta após um grande gole, mas mesmo esta sensação era melhor que o horrível sabor sentido pela deturpada imaginação de Rasnak. Um sorriso surgiu no rosto de Henry ao comentário de Kare e ele deixou que seus olhos fossem da esquerda para a direita enquanto olhava demoradamente para a dupla a sua frente. - Você não faz ideia… Talvez seja hora de arrumar algo mais forte. - Talvez Kare não entendesse o comentário, afinal ela jamais suporia que alguém poderia sequer imaginar que sua companhia era exaustiva.

…[tilintar do gelo]...

- Se banhar nos fluidos corporais dele? Alias… esse seu fetish é um pouco perturbados, HAHAHAHAHAHAHA. - Não que Rasnak, o qual era capaz de rir satisfatoriamente disto, não o fosse igualmente perturbador.

>><<

Kare acabou levantando-se de repente ao final do assunto ''pedindo'' licença para sair, muito embora aquela fosse apenas uma ''cordialidade'' visto que sairia de qualquer jeito. Rasnak nem Henry se incomodam ao fato, mas um sinal de cabeça de Henry informou Martha acompanhar Kare.

A jovem passou pelo mesmo corredor, onde outros dois capangas agora sentavam-se ao lado da porta, embora é claro fosse improvável que ela notasse que estes eram outros e não os do dia anterior.  

Se olhasse para fora pela janela ao fim do corredor veria que já começava a escurecer, mas não era que fosse tarde e sim apenas uma característica causada pelo clima invernal do lugar ainda que no momento ainda existisse claridade o suficiente para ser chamado de ''dia''.

Notaria que ao começar a descer as escadas a empregada lhe alcançaria silenciosamente como de costume, embora suas intenções não fossem exatamente claras. Ainda assim pode entrar sozinha no vestíbulo, pois Martha parou ao lado de fora da porta onde esperou, mas não sem dizer com um tom levemente respeitoso. - Estarei aqui se precisar.

Enquanto se vestia sentiu um princípio de ''embrulho'' no estômago que revoltava-se contra o forte Uísque e também a falta de comida, mas não era algo que fosse muito preocupante desde que comesse algo dentro de algum tempo.

>><<

- HAHAHAHAHAHA, É MAIS UM DOS SEUS FETISHS? - Rasnak gargalhou quando Kare entrou novamente na sala. - HAHAHAHAA, DEVO CHAMA-LA DE QUE? DOMINO? HAHAHAHAHAHAHAHAHA.



- Ou o que? - Como se para não perder sua deixa Henry realmente perguntou enquanto inclinava-se sobre a mesa ao se levantar apoiando-se com ambas as mãos no tampo de madeira.



- Hahaha, boa sorte com isso.



- Acho muito provável…. - Henry respondia conforme voltava a sentar-se. Martha estava mais uma vez em seu local de costume. Henry manteve um sorriso um tanto suspeito antes de voltar a beber. A porta fexou-se atrás de Rasnak. Kare sem ressalvas começou a avançar chamando ''seu'' cãozinho para acompanhá-la.

- Não deveria ter mais cachorros atrás de uma cadela de raça como você? HAHAHAHAHAHAHAHA. - Aparentemente Rasnak e seu senso de humor deturpado não possuía qualquer problema em ser chamado de cachorro.


>><<

Dali seguiram por mais ou menos 30 minutos de caminhada. Na saída Rasnak havia se cobrindo com uma capa marrom grossa parecendo um trabalhador qualquer do cais, por outro lado Kare mesmo com seu casaco chamava uma grande atenção por onde passavam. No caminho algumas caixas caíram, trabalhadores esbarraram um nos outros e um pobre coitado inclusive caiu no mar. Impropérios foram largamente pronunciados em sua direção e eram de tal maneira vis que era possível que Kare sentisse a necessidade de tomar um banho para se limpar.

A neve ainda caía e começava a esfriar, lampiões já estavam acesos o que ajudava a manter a via iluminada.

No local de encontro se viu frente a outros 4 homens.

Um homem vestido em um tecido rasgado como se fossem vários retalhos costurados era o sujeito que lhe foi apresentado como Crow. Ou seja, o homem que poderia lhe ensinar.

- EI CROW, HAHAHAHA, A DOMINO AQUI QUER APRENDER A SER DISCRETA, HAHAHAHAHAHA, O QUE VOCÊ ME DIZ? HAHAHAHAHAHAHAHAHA. - Crow que ergueu apenas levemente seu olhar logo sacudiu a cabeça de forma negativa.... - Com essas roupas? - Ele não parecia muito satisfeito, mas falaria mais caso Kare se dirigisse a ele. - Vai ser limitado…. Você tem que entender que nem toda roupa serve pra tudo pra inicio de conversa garota. - Crow tinha uma voz grave, seu cabelo era comprido castanho rajado de cinza devido a idade. Era um homem por volta dos seus 50 anos, sombrio e bastante sério e seus olhos não se desviavam dos olhos de Kare, era um olhar bastante intenso para dizer a verdade.

Caso Kare quisesse sair para comer o tal de Crow a acompanharia, mas antes ele tiraria a capa de retalhos escuros revelando por baixo uma roupa bastante casual em tons marrons que o deixava parecido com muitas das pessoas que transitavam na rua e assim que saíssem do galpão ele novamente teria dito. - Como eu disse. As roupas importam. Mas imagino que você não se vista assim sempre. - Dali Crow começaria a lhe explicar muitas das ''técnicas'' de furtividade. O que permitiria que Kare comprasse comida durante isso. O aprendizado iria durar cerca de 4hs, ou seja, seria concluído quando já estivessem aproximadamente na metade do caminho da viagem. Crow estaria naquele momento lhe orientando como se mover por entre as árvores e em como deveria usar as sombras a seu favor. Incluindo a sombras geradas pelas nuvens quando necessário se mover em campos abertos.






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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptyQui 02 Jan 2020, 08:17


Seria um desperdício de palavras e esforço tentar dialogar com um neandertal igual o "cãozinho", por tal motivo apenas me limitei a suspirar desgostosamente, porém fiquei feliz por saber que não iria precisar aturá-lo por muito tempo. Apenas retribuí a atitude asquerosa com um gentil sorriso, fechando os olhos para parecer mais meiga. Escondendo meus reais pensamentos perversos, imaginando qual seria a melhor maneira de fazê-lo arrepender-se futuramente.

>><<

Apesar de não gostar nem um pouco da idéia de ser vigiada o tempo todo, ter Martha para cuidar da porta era melhor do que ter um bando de depravados se espreitando para me olhar trocar de roupa. E para não perder o costume eu faria uma pequena brincadeira com ela. - Se é você eu permito que espie. - Dizendo a princípio com um tom de voz autoritário como se realmente estivesse falando sério. - Mas só um pouco. - Porém toda a seriedade logo desapareceria, dando lugar para uma expressão travessa com tom de voz cômico enquanto pisco um olho para a empregada. Acreditando que ela não fosse espiar mesmo comigo “permitindo”. E também, não é nada que ela já não tenha visto antes… E não daria a menor importância pros outros lacaios.

>><<

Nesse momento Ras não poderia ver meus olhos, apenas as lentes escuras, mas pode ter certeza de que minha pessoa está o encarando, enquanto esboço um sorriso demoniacamente lindo. -  De fato, se eu julgar necessário posso tornar-me uma demônio. - Não iria ofender-me com as palavras de um mero cão de guarda, se ele me acha um ser infernal agora, imagino que ele irá chamar-me, após o objetivo ser concluído.

>><<

Movimento minha mão por cima do ombro com o cotovelo dobrado na direção dos “cachorros” que ficaram latindo para mim, demonstrando todo o meu descaso por eles, sem nem mesmo virar o rosto para eles, enquanto me dirijo a palavra para o cãozinho de guarda. - Esses viras latas respondem sua pergunta? - Dizendo em tom de indiferença para Ras, em relação a pergunta que ele me fez anteriormente. " Não posso culpá-los, estão apenas sendo deixando os instintos animalescos falarem mais alto, mas também não estou surpresa, para minha pessoa receber esse tipo de atenção é tão natural quanto ser perfeita.”  

>><<

Um riso escapou de meus lábios enquanto Crow ficou me encarando, se a intenção dele foi intimidar-me, não foi algo o que minha pessoa chamaria de efetivo, eu caminharia na direção dele, deixando o casaco cair por trás dos ombros, ficando suspenso apenas por meus braços, para que ele pudesse ter uma visão ainda melhor de minhas roupas. Parando próximo dele, retribuindo o “olhar intenso”, com os óculos na ponta do nariz e encarando-o por cima das lentes, meus olhos alaranjados pareceriam ainda mais chamativos, como se o céu escuro fizesse parecer com que eles brilhassem, semelhante a dois âmbares. - Algum problema com minha vestimenta? - Diria com um leve tom de sarcasmo, sorrindo debochadamente.

>><<

Eu procuraria por um restaurante, para poder comer antes da invasão, afinal dentro do vestíbulo,  meu organismo havia dado sinais da ausência de nutrientes, escolheria por um lugar que ao menos parecesse ser limpo, visto que o nível dos estabelecimentos dessa parte da ilha são bem ruins, para não dizer coisa pior, então não esperaria por nada grandioso. Até porque um local requintado não combina nem um pouco com o “novo cão de guarda”.

- Na verdade sempre uso esse tipo de roupa para invadir e incendiar fazendas de barões rebeldes. - Diria ironicamente como se fosse uma piada, para confirmar a suposição de Crow, maneirando no tom apenas para que ele escutasse, afinal é algo que poderia ser problemático se outras pessoas ouvissem.

Aproveitaria essa oportunidade para conhecer um pouco mais dessa tripulação? Acho que posso chamar disso. - No armazém do Hen tem uma bandeira com cabelos azuis, você sabe alguma coisa dessa pessoa superior ao Hen? - Diria casualmente, sem demonstrar muito interesse, apenas para não deixar a conversa morrer. E se minhas intenções fossem questionadas eu responderia com um pouco mais de entusiasmo. - Não é natural querer saber algo do “presidente” quando se está em uma “empresa”? - Diria casualmente, sem insistir, até porque saber de quem é a tal bandeira não é minha prioridade agora.

>><<

Aprendizado: Furtividade.


Mesmo antes de Crow terminar todas as explicações eu já colocava em prática as instruções, não foi tão desinteressante ou difícil quanto parece, afinal uma pessoa tão incrível feito eu passar despercebida pode ser algo improvável, porém a possibilidade de surpreender meus fãs com entradas triunfais, acrescentou uma motivação extra para o esforço.

No começo tive uma certa estranheza, a movimentação era totalmente diferente da que eu estava acostumada, a forma de pisar ao solo, mover o corpo, usar sombras e objetos como pontos cegos. Nunca havia praticado algo assim, porém nada é impossível, no fim eu pude adaptar esse novo conhecimento ao meu próprio estilo. Praticamente podia dancei pelas sombras, tomei cuidado para fazer fazer o menor ruído possível, desde evitar pisar em galhos no chão até mesmo a controlar o ritmo e intensidade da respiração, deixando-a o mais silenciosa possível.  

Algumas vezes tive que esperar as sombras das nuvens, moverem-se para continuar “camuflada” na escuridão, em outras precisei improvisar por caminhos alternativos para não ser vista, saltando por cima de alguns objetos como troncos de árvores caídos, e pousando com a ponta dos pés para amortecer fazendo menos ruídos. E a lança não ajudava, o comprimento acabou dificultando, ou devo dizer, tornou mais interessante o desafio. Tive que tomar cuidado para não esbarrar com a lança, pois qualquer deslize poderia ter causado um alarde. Entretanto, essa nem foi a pior parte, esgueirar-me por árvores, becos, campos abertos, não é difícil imaginar que esses lugares não são os mais limpos do mundo.

Porém um ser tão perfeito não se sujaria mesmo com tanto empecilhos contribuindo para tal. Depois de dar-me por satisfeita com a nova movimentação, eu os tive que esperá-los enquanto estava alguns metros a frente, porém ainda tendo-os em meu campo de visão. - Vamos acabar logo com isso, já estou ficando entediada. - Diria após bocejar cobrindo os lábios com a mão, observando-os com desinteresse.


Fim do aprendizado.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptyQui 02 Jan 2020, 13:50





Martha em tom mortalmente sério respondia a provacação de Kare com um simples. - Acredito que não é necessário Senhorita.

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- Problema? Nenhum se você estiver querendo passar despercebida em uma festa a fantasia. - Crow parecia ter realmente o humor que seu nome sugeria, pois ele era exatamente um homem obscuro com temperamento frio que transmitia quase nenhuma emoção em seu tom de voz grave. - Mas poderia ser pior…. Poderia ser tudo rosa. - ele ergueu uma das mãos massageando os olhos com a ponta dos dedos antes de olhar para Rasnak. - Vou fazer o que der. - Levantou-se.

O galpão que deixaram para trás era algo bastante comum e de certa forma até bem parecido com um outro galpão anteriormente visitado por Kare. Um espaço amplo com algumas caixas empilhadas pelos cantos, também haviam sacas e algumas ferramentas, mas nada que chamasse de fato alguma atenção. Dentro dele havia ficado Rasnak e outro sujeito sem muitas características marcantes, ou seja, aquele carinha que mora logo ali, mas que ninguém nunca da bola o qual irá muito provavelmente ser o primeiro a morrer. Ele era jovem, mas mesmo assim deixará uma viúva com 2 filhos pequenos que terá que dar tudo de si para conseguir sustentar as crianças, mas felizmente essa viúva tem pais que moram em Wars para onde ela poderá voltar desde que aguente os olhares e palavras de crítica de sua família visto que esta possível viúva fugiu de casa para viver esse "Sonho de liberdade" com o amor da sua vida…. Porque estou descrevendo tudo isso? Também não sei… Gosto de histórias trágicas.

E já que estamos falando disso, Crow é solteiro, ele nunca se casou. Na verdade ele não confia em relacionamentos ou mesmo em emoções. Ele é alguém prático que paga uma prostituta quando precisa se aliviar e depois segue em frente. Ele na verdade não confia nada em mulheres que demonstrem interesse nele e não no dinheiro que ele está oferecendo…. Ele é realmente alguém bem sem graça como um certo bruxo.

>><<

- Entendo.... Você nunca considerou que essa não é a melhor roupa para isso? … - Ele estava falando sério? Crow…. Crow….Porra Crow… Isso é sarcasmo irmão, Sarcasmo… Você tem que entender isso cara… - Se bem que deve funcionar de certa forma… A aparência é tão gritante e chamativa que as pessoas vão ter dificuldade de lhe reconhecer sem, mas ainda assim não é o mais adequado para ser furtiva. Você será capaz de andar sem fazer barulho, mas no momento que passar na visão periférica de alguém irá ser notada.

>><<

Kare tentava aproveitar o tempo para conseguir mais alguma informação, mas Crow não se mostrava exatamente como a melhor fonte para isso. - Sei. - Respondeu secamente voltando a comer, ele havia também aproveitado a oportunidade para se alimentar.

Falando nisso… O lugar onde comiam não era exatamente um restaurante, talvez pudesse passar por isso se tivessem muita boa vontade. O lugar era lugubre, o teto era baixo o que tornava o ambiente quente. Felizmente pela hora do dia não haviam ainda muitas pessoas em seu interior. Aquilo era uma típica taberna de beira de cais...  Até onde nossa Deusa está disposta a se rebaixar? Meus olhos sangram e meus dedos protestam conforme narro isto. Ainda assim, meu único alento é saber que terá alguém que será mais pesadamente punida do que eu e este torna-se meu único consolo. Limitar-me-ei aqui, pois recuso-me a descrever mais desta abominação.

>><<


- Você caminhar mais rápido não vai fazer a hora passar mais rápida. - Respondeu Crow ao final do treinamento. Ele havia ficado satisfeito com a habilidade de Kare, ainda que não estivesse impressionado. - No futuro arrange uma capa, uma barata e descartavel. Se você se preocupar menos em não se sujar e mais em prestar atenção no horizonte vai parar de parecer uma amadora. Mas deve ser o suficiente por agora, ao menos durante a luta com todos focados nisso você deve ser capaz de passar despercebida. - Rasnak havia conversado com todos antes da partida de modo que cada um sabia a função que o outro iria desempenhar.

Haviam partido inicialmente em uma carroça, mas isso durou apenas até se afastarem da cidade quando não podiam mais serem vistos juntos. Ou seja, depois da carroça ter cumprido seu objetivo de "Esconder" o grupo ela foi descartada. Houve um sexto membro que retornou com a mesma. Dali Kare havia seguido um pouco mais a frente com Crow, enquanto os outros 3 seguiam mais atrás.

Assim sendo Kare se encontrava a frente sozinha com Crow, cerca de 10 minutos a frente do grupo.


- Estamos mais próximos agora. É possível que haja algum sentinela pelo caminho. - Como talvez Kare soubesse se houvesse prestado atenção na explicação antes da saída a função de Crow seria seguir a frente do grupo garantindo que a rota era segura e que não seriam vistos.

O grupo seguia por "dentro"  da floresta, mas bem próximos a estrada que levava a propriedade. O grupo principal seguia na verdade pela estrada enquanto Crow e Kare haviam ziguezagueado pelas duas margens enquanto praticavam. Como estavam longe da propriedade e a hora já era avançada não foi difícil passar despercebido. Em dois momentos apenas tiveram de entrar um pouco mais fundo na mata para permitir que uma carroça passasse sem lhes ver.

Crow tinha um Den den mushi com o qual se comunicava com Rasnak para informar este tipo de coisa.

Como não afundaram muito na mata a jovem ainda era capaz de enxergar, muito embora com grande dificuldade. Isto não parecia afetar muito Crow que movia-se bem mesmo com a extensa falta de iluminação.

Dali Crow iria pedir para Kare esperar o restante do grupo, mas todavia este "papel" poderia ser negociado. Kare no entanto teria bastante dificuldade em avançar inteiramente por dentro da mata como era agora o plano de Crow. Após 10 minutos de caminhada a frente a estrada começaria a se tornar iluminada por algumas lanternas dispostas a cada 30m. Não era algo que tornava o caminho realmente brilhante, mas servia bem para orientar a direção que deveria ser seguida pela estrada.

Kare poderia insistir em seguir com Crow, poderia ficar parada esperando o restante do grupo lhe alcançar, poderia inclusive sugerir algum tipo de abordagem que fosse mais adequada às suas habilidades. Crow se mostraria alguém sensato e aberto a ideias desde que estas não fossem idiotas. [Start the mission.]





Lembro de por o aprendizado de ganho, também informe o post pro excelentíssimo avaliador e assim facilitar.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 2 EmptySab 04 Jan 2020, 14:31


Apesar de não estar surpresa, toda a seriedade era muito chata , faz ela parecer uma velha senhora ranzinza. - Francamente, você precisa de algum senso de humor, se continuar tão séria o tempo todo, logo menos terá tantas rugas quanto a senhora Badeaux mesmo ainda sendo jovem. - Diria com tom de lamentação, respondendo Martha, antes de adentrar ao vestíbulo.

>><<

- Sim, rosa e com bastante purpurina pra poder brilhar ainda mais no escuro, é genial! - Cansada de ouvir Crow falando o óbvio eu o responderia sendo claramente irônica, antes dar as costas para ele e suspirar por me sentir desgastada mentalmente tendo que lidar com esse tipo de ser. "Parece que essa ilha só é habitada por idosos irritantes.”

>><<

Dentro do… Estabelecimento gastronômico? Talvez eu possa referir-me assim, sendo extremamente gentil com o local, eu fiquei muito perplexa com a falta de discernimento por parte de Crow, a ponto de permanecer olhando para ele estando terrivelmente surpresa, enquanto pisquei algumas vezes. " Como? Como essa situação tornou-se tão insuportável? É melhor eu não me estressar, se não terei cabelos brancos antes de hora.” Como se já não bastasse o “restaurante” provavelmente ter sido o finalista no concurso de pior estabelecimento gastronômico do North Blue, ainda a pessoa que me faz companhia é um velho tapado. Mas tudo bem eu já comi em locais piores…. Ok, a quem eu quero enganar, sempre tive um chefe particular para fazer minhas refeições, e quando decidia comer fora, eu fechava um restaurante só para mim. De longe essa foi a pior das piores fatalidades que já sofri. Talvez a segunda pior, quebrar uma unha é também foi uma tragédia horrenda e desumana…

- Não pretendo ocultar-me por muito tempo, um instante de distração é muito mais do que minha pessoa precisa. - Diria naturalmente esboçando enquanto esboço um sorriso esnobe. E se Crow tentasse retrucar-me eu imediatamente concordaria com ele. - Velhote, você está absolutamente correto! Um instante é tempo demais, meio instante já é suficiente, ou talvez até menos. - Então deixaria um risada irritantemente arrogante escapar. Ao menos a diversão em provocar alguém irritante não me foi tirada (até agora), e provavelmente será meu passatempo mais divertido para fazer, nesse local calorento e nada aconchegante. E não iria gastar mais saliva fazendo perguntas para Crow, ele é um velhote MUIIIITO tedioso e monótono para ter um privilégio tão grande.

>><<

- O que está querendo dizer velhote? Eu tive que me controlar para andar devagar, se não vocês me perder completamente de vista. - Diria demonstrando estar irritada e insatisfeita, com a lerdeza deles. - Se minha pessoa não se importasse com a sujeira teria sido ainda mais tedioso e sem graça, dessa maneira eu pude tornar o desafio minimamente mais interessante para alguém de meu nível é claro. - Sendo mentira ou não, eu os faria acreditar que estava dizendo apenas a mais das verdades, demonstrando confiança em minha postura e no tom de voz, além de fazer parecer que nem precisei esforçar-me para tal.

"Uma capa? Pra que? É um sacrilégio cobrir uma obra prima moldada pelos deuses da perfeição.” A princípio eu não veria necessidade de uma capa, considerando a idéia de Crow uma total tolice, porém não vejo motivos para demonstrar minha insatisfação. " A não ser que seja uma capa realmente bonita, nesse caso, eu poderia talvez considerar.”

Insistir em andar por meio de uma floresta que não posso enxergar direito, correndo o risco de rasgar as roupas? Ou pior ainda, sujar meu lindíssimo rosto? É piada né? De extremo mal gosto inclusive, por obséquio alguém avisa pro roteirista que ele deve ter estar com o script errado. (Pra não lembrar que ficou descrevendo história de figurante random roubando meu tempo de tela..) Não faria a menor questão de seguir Crow, iria belamente esperar pelo resto da equipe, encostada relaxadamente em uma parede ou árvore que parecesse estar limpa. Ficando de braços cruzados e deixando transparecer um sorriso aparente.  


Off: SOS - Pobre e inocente Narradora em apuros:
 
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