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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Arthas Mandrake

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Wing
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MensagemAssunto: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptySab 07 Dez 2019, 19:48

~ PESSOAL ~

Nome: Arthas Mandrake
Idade: 38
Altura: 1,79m
Peso: 71kg
Mão predominante: Canhota
Sexo: Masculino
Raça: Celestial
Tamanho/Espécie: Normal
Origem: Mandrágora; Ilha do Céu
Localização: East Blue; Conomi Island
Grupo: Civil

~ ATRIBUTOS ~

LEVEL: 1
EXP: 10/25
BERRIES: 50.000
BANCO: 0

HP: 44
SP: 62

DANO: 0 [+2] [+2] = 4
ACERTO: 0 [+5] = 5
PONTARIA: 9 [+2] [+2] = 13 (Habilidoso)
ESQUIVA: 0 [+4] [+2] = 6
BLOQUEIO: 0
RESISTÊNCIA: 1
VELOCIDADE DE ATAQUE: 3


KENBUN-SHOKU HAKI


Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

BUSOU-SHOKU HAKI


Citação :
LEVEL: -X-
EXP DO PODER: 000/050

~ ESTILOS DE COMBATE ~

Citação :
Estilo de Combate: Atirador
LEVEL DE COMBATE: 1
EXP DE ESTILO: ~PRIMÁRIO NÃO POSSUI EXP~

~ Perícias ~


Citação :
• Oratória
• Acrobacia
• Furtividade

~ Ofícios ~

Citação :
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ FAMA & REPUTAÇÃO ~


Photoplayer:
Spoiler:
 
Alcunha:
Recompensa:
Citação :
LINK DOS JORNAIS:

~ AKUMA NO MI ~


Citação :
Nome:
Tipo:
Energia:
Bonificação:

~ EQUIPAMENTOS ~

• ARMA(S)
Nome:
Dano:
Requerimentos:
Custo:

• CABEÇA
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

• TRONCO
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

• BRAÇOS
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

• MÃOS
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

• PERNAS
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

• PÉS
-Nome:
Bônus:
Requerimento:
Custo:

~ INVENTÁRIO~


(MÁXIMO DE 10W)





~ EMBARCAÇÕES ~

Nome:
Tipo:
Descrição:
Velocidade:
Número de tripulantes máximos acomodados:
Lotação máxima no transporte:
Número de ilhas sem precisar reabastecer:
HP:
Canhões:

~ TÉCNICAS ~


• -X-
• -X-
• -X-
• -X-
• -X-

~ TÉCNICAS SUPREMAS ~


• -X-
• -X-
• -X-


~ EXTRAS ~

APARÊNCIA: De aparência não tão nefasta quanto o gênio do celestial, é justo descrevê-lo, a priori, como um homem de altura modesta. Arthas não deixa que esse infortúnio, no entanto, o abale; vive todo ele feições retesadas, de postura hirta e olhos semicerrados em seu rosto que, não fossem as expressões carrancudas e a horrenda cicatriz que lhe circunda o olho direito, seria digno de admiração pela ossatura bem estruturada que lhe dá aspecto enrijecido às maçãs do rosto e ao maxilar. O dito olho, o mandragoriano oculta — em grande parte do tempo — por detrás de uma bandana vermelho vinho afixada na cabeça, que lhe percorre da nuca ao lado direito da mandíbula e divide-lhe a faceta em duas, cobrindo o seu maior flagelo exceto à extremidade inferior da hedionda cicatriz supracitada; já o esquerdo, sempre à mostra, destaca-se pela coloração verde esmeralda. Sob a bandana, também, escorrem-lhe as madeixas amarronzadas em uma vertente do topo da cabeça à altura das bochechas, estilizadas de maneira a não ofuscar-lhe as orelhas de abano. Das alturas do cotovelo à beira superior de seu pescoço distribuem-se, não uniformemente, marcas de aspecto tribal que os residentes das ilhas terrestres conhecem por tatuagens; para Mandrake, todavia, são meras marcas pinceladas por tinta à base de seiva, bem como a conexão com a natureza e com seu povo, comuns ao mandragoriano como o olho ou a orelha que carrega de nascença. Por sobre o físico saudável constituído por uma fisionomia muscular delineada e, emergindo das dorsais, o par discreto de asas competentes aos celestiais, Arthas se veste com várias camadas de malha, couro, algodão e até cota de malha, sobre as quais carrega as insígnias militares do antigo reino além de apetrechos, coldres e fivelas, aqui e acolá, nos quais porta seu arsenal.

PERSONALIDADE: Aos olhares simpatizantes, Arthas representa integridade, brio e pudor. Há quem diga, no entanto, que não passa do calibre de um facinora travestido dessas qualidades e, honestamente, não age de modo a evitar que a perspectiva polarizada que recai sobre si deixe de acompanhar-lhe até a cova. É possível fragmentar o elfo em três frentes claras: a devoção exacerbada, a flamejante sede de vingança cujo comburente é o senso de patriotismo e o temperamento amargo como cravo e canela. Quanto à primeira, se deve à conterraneidade mandragoriana de Mandrake, graças à qual segue o estrito códice religioso mandragoriano e nutre imenso apreço e respeito pelos deuses elfo-celestiais, representados através de aspectos da natureza. A gana por vendeta dá-se pelo corte repentino com os laços e a cultura mandragoriana com que Arthas veio a sofrer, ante o fim fatídico do reino em questão; diante disso, nutre em si a determinação de livrar outros em situação correlata, minando as forças do Governo Mundial e concedendo a soberania a qualquer que seja o povo ou nação, pois ainda traz em sua língua o gosto amargo de perder, pelas mãos de outrém, tudo aquilo que lhe é sagrado e o identifica como um indivíduo dentre as suas raízes e cultura. Por fim, o mau humor latente que Arthas carrega é corriqueiramente um infortúnio para as relações interpessoais, por vezes levando o homem a desferir coices através da língua e discriminar os que se afastam, comportamentalmente, do espectro conservador à que a religião o condicionou — comumente no dialeto mandragoriano, a língua nativa que apesar de morta, Arthas nega-se a abandonar. Esses trejeitos são reprimidos em momentos de regozijo ligados à devoção ou aos anseios pessoais, bem como pelo contato com a natureza e o diálogo com seus deuses, e agravado por condutas que vão de encontro à qualquer uma das frentes mencionadas. Apesar de as rédeas curtas da cultura mandragoriana lhe impedirem de, via de regra, enxergar viventes terrestres como iguais — pois seja humano, anão ou mink, ante celestiais será sempre imperfeito —, ainda nutre em si certa esperança de manejá-los ao favor de sua causa e dá-lhes grande mérito se, por acaso, vê neles certos traços de devoção, anseio por redenção ou mesmo do patriotismo e da repulsa violenta pela repressão da liberdade; traços que os de olhar perspicaz veriam como o reflexo do próprio homem.

HISTÓRIA: Nasceu no Reino de Mandrágora, onde os costumes anciões e a cultura elfo-cestial reinavam. Os mandragorianos eram descendentes indiretos de certa linhagem celestial que, como outras, antecedeu os Shandians, Skypeans e Birkans: celestiais como os demais, à exceção das peculiares orelhas de extremidade arrebitada, do idioma próprio e da cultura excêntrica em que se vêm como uma raça à parte, ainda que o sangue a correr-lhes nas veias seja do mesmo calibre de qualquer outro vivente das ilhas do céu. Nutriam fé em seus próprios deuses e tornavam-nos em lentes para a ótica com que viam o mundo, sempre em acordo à vontade divina. Para além, o ilhéu das nuvens, abençoado pela forma de uma enorme Mandrágora — planta de longas raízes que lhe dão aspecto humano — vivia do comércio intercontinental de ervas raras, pedras preciosas e outros subprodutos úteis para a indústria química e o desenvolvimento bélico de ilhas industrializadas, o que rendeu ao local sustento e estabilidade por milênios. No entanto, à altura do terceiro dia do nome de Arthas, o reino foi anexado à jurisdição do Governo Mundial, sujeito em diante a uma cobrança exacerbada de impostos sobre a importação, concomitante à expressa proibição, através de um embargo, quanto às trocas com qualquer reino inimigo ou desvincilhado à marinha. Mais tarde, o feito arruinaria a economia Mandragoriana, tornando-se na causa motora do colapso e posterior extinção do reino de Mandrake.

Crescer presenciando o espólio e a decadência de seu próprio lar pelas garras do Governo Mundial nutriu em Arthas uma enorme gama de ressentimentos e dotou-lhe de amargura. No entanto, perduram o amor à terra e as memórias, então longínquas, do desenvolvimento pessoal e da formação do caráter que hoje tem. Como toda criança Mandragoriana, o jovem Arthas foi letrado e doutrinado na cultura que lhe é devida. Os homens fortes se tornavam patrulheiros, e com Mandrake não houve exceção; na adolescência, tornou-se um com as florestas na arte da furtividade e fez delas o bom uso, como os deuses ordenavam e a patrulha citadina transmitia aos recrutas. Na arte da guerra não foi diferente: as premissas foram tortuosas e a negligência de manejo rendeu-lhe o rompimento da rabeira de uma flecha em meios ares que, através de um ricochete, lhe lacerou ao flanco direito da face. Apesar da curandeiria mandragoriana ter lhe preservado a visão do olho direito, a horrenda marca alastrou-se pelo rosto e jamais cicatrizou. Essa vergonha, Arthas tendeu a ocultar por detrás de sua bandana cor de vinho, ousando além mesmo a par do infortúnio e mesclando arco e aljava, já agora dominados como ofício principal, aos princípios acrobáticos e outras ferramentas de combate, como espadas e adagas.

Se porventura Mandrágora perdurasse e ascendesse na cadeia de influência dos ilhéus celestiais, o principal pilar do império em que se tornaria seria, indubitavelmente, a religião. Em paralelo à formação de caráter militar, a doutrina religiosa intrínseca em Arthas advém quase de berço. Conforme as autoridades manejavam os rapazes no uso da natureza como arma, também lhes era apontada a presença etérea de suas divindades em cada santo aspecto presente nas florestas. Deuses dos campos, das marés, dríades a viverem nas copas das árvores, deuses da terra e de sua fertilidade e, entre centenas de outros mais, aqueles presentes em cada criatura dentre as matas ciliares. No reino de Mandrágora, com efeito, todo fenômeno era um feito de seus deuses, fossem tufões, monções e a formação de fiordes, ou mesmo fenômenos vãos como a queda de uma folha no outono. Nada escapa do alcance dos das divindades — dizia o pai do então púbere Mandrake, um sacerdote discursista de viés conservador e devoto ao códice religioso, e a quem hoje o homem Arthas deve crédito à capacidade oratória.

Nas alturas em que a rotina massacrante, o convívio conflituoso e a intensa juventude dedicada à devoção já haviam rendido ao rapaz a tendência aos nervos aflorados, Mandrágora passou pelo estopim de seu colapso. A primeira rasteira nas enormes pernas da Mandrágora ficou conhecida como a Peste Terrestre: com o embargo e o reino sob a jurisdição do Governo Mundial, o vai-e-vem de visitantes terrestres e representantes da organização citada se tornou em algo corriqueiro. Antes, no entanto, o reino jamais foi solicito à visita de estrangeiros, exclusos com mais ênfase ainda os que não partilhavam de seu próprio sangue. Houvesse vista que Mandrágora, graças ao contato direto com à natureza, os costumes élficos e a medicina tribal centenária, era inóspita à qualquer tipo de doença comum aos terrestres, os visitantes logo se dariam conta da frágil imunidade no organismo desta raça de elfos-celestiais: a vinda dos humanos e ademais raças conterrâneas do além-mar alastrou pragas e epidemias, aos visitantes já extintas graças à imunidade, dentre o reino agora frágil de Mandrágora. A Peste Terrestre dizimou, ao fim de dez lamuriosos anos, dois terços da população do ilhéu celestial, dentre os quais os pais de Arthas. Esse ocorrido fora a primeira chama a queimar qualquer vista harmoniosa que o homem pudesse ter em relação ao Governo Mundial e suas ações desvairadas.

Obstante ao desfalque populacional causado pela peste, os tributos sob a exportação e o embargo sitiado pelo Governo não foram de forma alguma adaptados à nova realidade Mandragoriana. Já agora homem, Arthas sentiu na própria pele os males da crise econômica que afligiu o reino: um dia de trabalho já não era o bastante para o pão de cada dia, e isso para os abastados membros da patrulha citadina; portanto, é de imaginar que as classes sociais às margens encontraram desafios ainda piores. Não bastasse as garras da organização, o volume de exportações decresceu exponencialmente após a Peste Terrestre, levando em conta os temores em relação à possível contaminação dos materiais antes importados em grande escala. A maior parte do terço sobrevivente à peste pereceu à fome, até que, assim, lenta e dolorosamente e sem feitos grandiosos, sem batalhas memoráveis ou a chance de hastear, em campo de batalha, bandeiras com a face dos seus deuses, Mandrágora foi declarada como extinta. O milenar reino antes abastado por centenas de milhares dos seus residentes, todos de sangue elfo-celestial, agora derivava às meras centenas; incluso nesses poucos e infelizes sobreviventes, Arthas Mandrake.

A raiva efervesceu-se em seu devido tempo e ebuliu como água em uma chaleira quente. Mesmo os meses, nesse aspecto, não tiveram eficácia alguma em amenizar a sua dor. Com Mandrágora à deriva, carente de autoridades e agora populada por dezenas, Arthas tomou a direção do além-mar, nutrindo em si o ódio e a sede por vingança. Homem algum devia ver a sua pátria e a cultura que é seu norte desfazer-se diante de si; assim Mandrake decidiu. Peregrinou aos mares do leste e à beira de Conomi Island, notória pela influência revolucionária, fez moradia em um acampamento rupestre nas florestas circundantes à cidade, no que jurou jamais voltar a ser subjugado.

~ VANTAGENS E DESVANTAGENS ~


Vantagens:

• Adaptador [2]
• Genialidade [2]
• Visão na Penumbra [1]
• Noção Exata do Tempo [1]


Desvantagens:

• Mau Humor [1]
• Código de Honra: Caçador [2] — Como compete aos devotos do códice religioso de Mandrágora, Arthas nutre um profundo respeito à natureza, aos vulneráveis e ao dever de fazer jus à memória de sua caça. Junto à bravura adquirida no ofício da Guarda Citadina de seu reino, através da qual não mede esforços em tomar partido, a priori, do combate ao oponente de calibre mais ameaçador, adquiriu o código de honra comparável ao de um caçador.
• Devoção [1] — Minar as forças do Governo Mundial concomitantemente ao suporte aos reinos oprimidos por sua influência, no fito de evitar que a sua própria história se repita.

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


PLAYERS:
 

NPC's Importantes:
 

NPC's Criados:
 

~ AVENTURAS CONCLUÍDAS ~

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Link da ficha anterior ou da Mini-Aventura concluída: https://www.onepiecerpg.com/t42187-edmure-de-rivia#373037

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Última edição por Wing em Qua 11 Dez 2019, 13:27, editado 14 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptyDom 08 Dez 2019, 14:21

Sua ficha aparentemente não tem outros problemas por enquanto, entretanto, você inverteu as cores do Racial e EDC, peço que se possivel mantenha o padrão, sendo EDC vermelho e Racial Azul, os tons que você usou podem ser mantidos, apenas inverta para que eles fiquem com o padrão correto :3

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Percebo que não tenho muito onde ir
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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptyTer 10 Dez 2019, 18:17

Feito. ;)

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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptyQua 11 Dez 2019, 13:13

Eu avaliando agora, percebi algo que não tinha notado o Código do Caçador, precisa ter a sua origem na frente da desvantagem em parenteses ou abaixo em spoiler, mesmo que a historia esclareça tal coisa, pelas regras isso acaba sendo necessário. E além disso tem outro detalhe, na sua aparência acabou que você não cita a existência das asas, mesmo que seja obvio um celestial ter elas, é bom que se coloque dentro desse quadro algo relacionado que ao menos mostre que elas estão lá.

Um detalhe importante também é que caso você queira ser um celestial que perdeu suas asas, ou não as possui, é plenamente possível, mas os bônus raciais recebidos são os de um humano comum. Tinha acabado deixando essas coisas passarem na ultima aval sem notar Sorry :3

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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptyQua 11 Dez 2019, 13:25

Adicionei as asas às últimas linhas da aparência. A intenção é ter elas mesmo, só não optei pela aerodinamicidade.
Descrição do código também adicionada.

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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake EmptyQua 11 Dez 2019, 13:28


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MensagemAssunto: Re: Arthas Mandrake   Arthas Mandrake Empty

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