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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Island End! Goodbye Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Island End! Goodbye Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 07:58

To begin another time with her
End your grief with me
There's another way
Release your life
Take your place inside the fire with her

A Ruiva retornava das ferias de verão, a dura realidade recebia ela carinhosamente, a presenteando com um soco na cara. A mão da marinheira se moveu em direção ao nariz da ruiva que por ainda estar voltando a si recebia o golpe completo sendo derrubada, com o nariz quebrado e sangrando… Parecia que a luta tinha reiniciado… E até mesmo os arranhões da marinheira tinha sumido.

Entretanto Katt não tinha entendido uma coisa… Quando diabos a menina tirou as roupas? E por que exatamente ela tinha tirado as roupas? Essas eram perguntas que deixavam uma interrogação na cabeça dela. A garota inclusive poderia notar essa confusão no olhar da sua inimiga, mas ao mesmo tempo, ela era focada em seu trabalho…

Provavelmente se capturasse a ruiva, ela iria perguntar isso em um interrogando o por que exato de ela tirar as roupas aleatoriamente, entretanto não era seu foco, e Ria começava sua estrategia de se movimentar, entretanto não demorava para que ela sentisse o chicote se enrolar no seu pulso. Sabendo o que vinha a seguir a garota já se preparava repetindo o movimento de cravar a foice no chão para usar o metodo de alavanca…

E esse era o bait… A ruiva ouvia as palavras -Geppou!!- e simplesmente via a marinheira voando para o alto onde enrolava o chicote na foice puxando ela para cima o que quebrava completamente a alavanca, e ainda no ar ela usava algo estranho… Ela sumia em meio ao ar dando um Dash? isso mesmo era uma fusão de duas habilidades Soru e Geppou a força que puxava a foice arrancava ela das mãos de ria com facilidade.

A foice era jogada em direção a outra acertando ela com a lâmina grudando uma na outra que saiam descendo a ladeirinha em direção ao QG ficando agora a 100 metros do local da luta, pois elas pegavam velocidade pela inércia da queda que ia pela ladeirinha lisa, até baterem numa pedrinha e ficarem lá grudadas.

A Marinheira era experiente e seu estilo de combate usava o desarme como um poderoso artifício, mesmo que a ruiva não soubesse da habilidade que concede voo, ela tinha visto acrobacias por parte da marinheira, entretanto talvez ela não esperasse esse tipo de inteligência por parte da capitã, já que desfazer essa alavanca proposta por cima requeria uma certa perspicácia.

Seja como for o segundo desarme de Fanalis tinha sido feito, ela tinha perdido duas foices no processo. -Você realmente me subestima não é ruiva? Você achou mesmo que usar a mesma coisa de novo iria me pegar? Falhar duas vezes não é comigo.- E assim ela via a capitã sumindo de suas vistas e rapidamente aparecendo por trás dela, onde ela era puxada pela mão em direção a capitã.

Ela preparava as laminas sendo puxada em alta velocidade, era nesse momento que Ria tinha notado outra coisa, ela não tinha endurecido com o tal “Tekkai” e no meio do movimento ela fazia o chicote se soltar do pulso de ria e novamente a garota que ainda estava se deixando ser levada em direção a marinheira ouvia. -Buso Koka, Ariete- e via ela novamente dando um chute no chão e desaparecendo, enquanto aparecia na lateral da garota acertando com o joelho que estava novamente com aquela coloração negra.

A ruiva tomava a pancada nas costelas enquanto a perna da loira fazia uma alavanca acertando com a canela nas costas, o que provocava uma dupla sensação de dor na ruiva. Ria voava em direção a parede ouvindo o barulho das costelas que já estavam anteriormente curadas quebrando.-Eu poderia te mostrar alguma piedade, se você se entregar eu não preciso mais te machucar.- ela dizia isso de forma básica, mais como um protocolo do que realmente alguma outra coisa. Pois seus olhos ainda estavam em chamas e não parecia ter reduzido sua vontade em nem um centímetro.

Entretanto aquela era uma oportunidade, Ria via que o leão estava por trás da capitã avançando como se fosse com tudo porem, no momento do ataque saltava indo para o leão… Ela ouvia o barulho de um estalar de dedos na mesma hora, o leão, se movia um pouco para o lado, mas a jovem ruiva ainda tentava com os giros se reposicionar para poder…

E o que? Ela só via Yue voando em sua direção e se chocando com ela em pleno voo… Ela não tinha percebido pois o estalo era uma distração também, uma mudança de foco, ela jogou o chicote para trás no exato momento enrolando o pescoço de Yue e usando o soru para frente para ganhar velocidade, força e potência, lançando ela com tudo contra a sua própria capitã.

O golpe era forte e atrapalhava toda a trajetória de ria que caia de cara no chão enquanto sentia seu corpo pesado para se levantar. Ela não só tinha sofrido com o impacto mas agora enquanto se reajustava para levantarse com a cauda, girava 180º e se impulsionava levantando entretanto quando olhava para frente o que ela via era a Yue…

Não numa boa situação… Ela estava sendo puxada em alta velocidade com o chicote em direção a Katt, que imbuindo a mão direita de Haki falava.-Bonebreaker: Tier 2- e assim o soco atingia a loira. O golpe era muito rápido mas naquele instante parecia em câmera lenta, ele podia sentir a dor mesmo que não fosse nela.

O punho se aproximando com toda aquela energia negra somada a força que a velocidade de movimento do puxão aplicado pelo chicote deveria ter causado, ela realmente enxergava quando o punho batia, a roupa de sua amiga era estraçalhada e a barriga dele se contorcia pois o soco era giratório, de modo que puxava a carne das paredes da barriga dela.

A potência do soco era forte o suficiente para que sangue fosse jorrado do corpo da garota que caia seca no chão, ela estava viva, mas cuspia muito sangue, e seu corpo logo, ia apagando, era um Nocaute? Provavelmente sim, mas não dava pra ter certeza, talvez Yue ainda estivesse consciente, mas fosse o que fosse, o leão não atacava nem tentava comer, apenas se posicionou perto do corpo caído como guarda.

A marinheira estava com uma expressão ainda mais assustadora, não que ela confiasse em piratas, mas era simplesmente chato ter de acelerar um combate daquele modo. -Acho que até agora você não tinha entendido muito bem a diferença entre a gente.- falava ela vendo a garota ainda se movimentando combativamente. E logo começava a se preparar fazendo uma pose diferente, onde ela abaixava um pouco o torso e colocava uma perna de apoio para trás.

Era uma pose que lembrava a de um corredor ou a de alguém preparada para um Dash ou algo do tipo. -Até aqui eu não usei parte de minha habilidade, mas as coisas mudaram.- Ela realmente havia acabado não tendo tempo de fazer aquilo que desejava dado a estratégia da ruiva de atacar o leão, ela precisou tomar providências rápidas contra a outra inimiga, para que não houvesse uma dupla interferência.

Porém a partir dali, ela poderia ver o verdadeiro poder das habilidades especiais chamadas Rokushikis… Sua especialização logo seria abordada e mostrada e com toda certeza, aquilo ia aumentar o nível do combate.

I'm not but shadow of what I was
And I'm hellbent and headed for you
Surely you've realized that there's
No way out of this alive

Naquele ponto voltar de um lugar tão quentinho e gostoso de volta pra zona fantasma, era um pouco complicado, talvez, a palavra fosse, frustrante. Mas ele tinha algo a fazer e por isso falava com Tusk já comentando sobre a possibilidade de se retirar do lugar. -Sim, to saindo já, boa sorte com os fantasmas.-O pescador se colocava em segurança correndo rapidamente até o lugar mais seguro e ele tava suando frio e engolindo no seco toda hora.

E simplesmente Gregory manobrava o barco para entrar na zona correta partindo para a invasão, antes ele tinha tentado alguma comunicação mas isso não tinha dado certo. Ele adentrava perto de onde sentia sua mão e buscava por uma janela ou algo assim, e logo ele via ali por dentro uma possibilidade, ele tinha achado a porta do lugar, e do lado uma janela. Agora sim ele podia entender…

Sua parte preciosa estava dentro de um baú… Sim isso mesmo, estava presa dentro do baú...era isso que atrapalhava toda a saída, ele conseguia fazer o baú voar com sua força mas ele não passava pela janela que por sinal estava aberta, era pequena e redonda o que acoplava mais uma problemática. O navio lá dentro o pouco que dava pra ver era algo entre 1 metro a dois a frente pela densa neblina então sua exploração e visão era pouca.

Entretanto tinha se chegado o momento, ele até agora podia ter evitado o combate, mas agora sim, finalmente era o momento. 8 sombras se aproximavam dele e começavam a correr em sua volta, dando alguns tipos de Dashs, ele podia ver brevemente as silhuetas, dava pra ver que essas não pareciam usar armas, estavam de mãos nuas, o que poderia indicar um lutador físico.

Essas sombras pareciam com as outras, mas, tinha um diferencial, elas pareciam bem mais reais, todas apresentavam algo similar a uma textura, e não só isso, mais a frente enquanto as 8 sombras dançavam em torno dele com seus dashs e piruetas sumindo e reaparecendo prontas para um ataque, 20 sombras pequenas voavam em direção a ele… Parecia uma CHUVA DE FLECHAS? Sim lembrava isso erma 20 pontas parecidas com flechas, e faziam um barulho real cortando o ar.

Será que todas eram reais naquele ponto? Ou só algumas? O que tava rolando ali agora sons ainda mais precisos eram produzidos, será que estar mais próximo tornava as ações ali mais reais? Ou realmente eram tantos inimigos quanto sombras. Que essa nevoa guardava? E ainda mais, será que ela representava os poderes de alguem? Agora as perguntas poderiam ser inevitáveis, mas os ataques tinham chegado.

Inclusive nesse momento uma das sombras passou com um chute rápido ao lado de Gregory que instintivamente esquivou, mas o golpe atingindo a madeira do lugar abriu um buraco que fazia um estrondo com a força da pancada. Que provava que ao menos uma sombra era real, qual delas? Eis a pergunta...

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 22:19


Embora eu almejasse apenas evitar ir contra aqueles fantasmas antes de entender o que estava por trás de tudo aquilo, eu me via encurralado em uma investida conjunta. Eram oito sombras ao meu redor e uma rajada de flechas se aproximando, o que me colocava em uma saia justa... Ou ao menos é isso que se pensa em uma primeira observação. A verdade é que esse cenário me trazia uma boa oportunidade de averiguar mais uma vez o que era real.

- É meu aniversário e eu não estou sabendo? - Disse ao me cercarem.

Minha primeira ação ali seria girar o timão visando uma manobra visando uma curva de minha embarcação para se posicionar lado a lado com o navio inimigo, além de frear a velocidade usando a resistência das águas e o possível choque com a outra embarcação. Tão logo eu girasse o volante eu dobraria o joelho e me curvaria para ficar agachado e a partir disso começaria minha resposta ao combate.

Primeiramente minha ofensiva: Antes mesmo de me agachar eu já desacoplaria minha mão direita e meu pulso esquerdo cujo qual carregaria consigo a prótese, com ambos os fragmentos armados com kunais de aço. Essas duas mãos voariam por cima para ficar lado a lado atrás das sombras e ficariam de prontidão para um ataque que se desencadearia quando as flechas estivessem próximas. Quando esse gatilho ocorresse e as flechas estivessem chegando perto, as mãos avançariam para impedir que os seres espectrais fugissem daquela região tão facilmente. Com isso minhas duas mãos aplicariam um corte, fazendo uma varredura na região do pescoço dos inimigos. Esse ataque teria um propósito não só de aplicar dano, como também de pressionar os oponentes mais desavisados a acabarem permanecendo na região acometida pela chuva de flechas para, dessa maneira, eu usar o ataque inimigo ao meu favor.

Nesse meio tempo, eu também teria que me defender e, dado a particularidade do momento, eu devo descrever minha defensiva especifica para a rajada de flechas. A verdade é que parte da defesa já teria ocorrido: Eu não me agachei a toa, fiz isso para me cobrir totalmente atrás do timão. Mas mesmo com essa cobertura poderiam haver brechas para projeteis penetrarem e, nesse caso, eu confiaria em meus poderes para não me ferir e também, por precaução, buscaria ativamente partir o corpo abrir espaço nos pontos alvejados.

Quanto à possíveis investidas das sombras, desviar delas nessa postura seria complicado mas ainda assim  confiaria que com minha agilidade eu conseguiria ter o reflexo de mover o corpo para evitar ter atingido, usando desde simples contrações corporais até me deitar no piso em caso de ataques em conjunto altos ou pequenos pulos em caso de ataques conjuntos rasteiros.

Depois dessa primeira ofensiva, conduziria minhas mãos de volta a mim e então, independente do resultado de meu plano, iniciaria a segunda etapa de minha estratégia ousada...

Aproveitando que eu já estava agachado e de joelhos dobrados, trataria de usar essa postura para me impulsionar a frente em um avanço súbito. Se as sombras ainda estivessem ali ou se colocassem no caminho para me impedir de fugir, utilizaria as kunais de ambas as mãos para golpeá-los na altura da barriga para infligir dor e além disso buscar forçar o golpe mais além para empurrá-los. Golpear nessa região facilitaria o empurrão pois a barriga é onde, por questão de física, fica o centro de gravidade de um corpo humanoide.

Com isso eu iniciaria uma corrida na direção onde a amurada de ambos os navios estivessem se encontrando. Avançaria ziguezagueando com impulsos diagonais em uma corrida desenfreada. Tudo isso seria feito para eu alcançar a amurado e então passar por cima dela para finalmente pisar na embarcação inimiga.

Mas não acabaria com meus pés tocando o assoalho da embarcação misteriosa, pelo contrário, apenas começaria: Eu já sabia onde a mãozinha estava e resgatá-la era o objetivo prioritário. Por isso a corrida prosseguiria, com eu continuando a me deslocar só que dessa vez com o objetivo de chegar até àquela porta do cômodo que guardava o baú. Se eu chegasse até lá, abriria a porta e analisaria o que podia encontrar lá dentro enquanto extravasava com um gritão. - PAPAI CHEGOU, MÃOZINHA!

No meu caminho até a porta, obstáculos poderiam ser impostos e eu estou bem ciente disso. Se os fantasmas se colocassem em frente para obstruir a passagem, buscaria guardar a kunai da mão direita fincada em minha barriga para poder ficar livre para usá-la para manejar quatro shurikens nos espaços entre os dedos. Eu arremessaria as quatro estrelas de aço simultaneamente de forma que elas avançassem em uma linha horizontal para criar uma rajada que pressionaria eles a saírem da frente.

Mas se as shurikens atravessassem ou não fossem o bastante, após arremessá-las eu pegaria a minha faca ninja de volta de meu abdômen e continuaria avançando para poder dar um golpe de curto alcance quando eu fosse de encontro aos inimigos: Primeiramente eu deixaria a perna avançar a frente, encolheria a outra perna para aguentar o tranco no chão e então deixaria meu corpo avançar por inércia num movimento conhecido como "carrinho"; Após preparar tal aproximação, quando estivesse perto o bastante aplicaria uma estocada no joelho em pelo menos dois dos enxeridos e usaria a força do golpe para forçar seus membros para fora do caminho. E assim o impacto teria objetivo de abrir brecha para a minha passagem e, tendo isso em mente, depois de aplicá-lo eu imediatamente me esgueiraria pela brecha e continuaria minha corrida.

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Antes eu já descrevi certos movimentos defensivos, mas eles se aplicariam apenas naquele momento especifico e portanto devo citar algumas evasivas para evitar ofensivas inimigas nos demais momentos. Primeiramente, devo deixar claro que como eu estaria numa corrida desenfreada iria adotar esquivar que não atrasassem meu movimento. Para atender tais demandas, usaria como primeira camada defensiva alguns passos para longe do ataque acrescidos de uma contração corporal para me tirar ainda mais rapidamente da linha de perigo. A segunda camada de defesa surgiria para complementar a primeira e se daria com a utilização de meus poderes, com eu partindo meu corpo em um ou três pedaços na altura da região alvejada para deixar o ataque passar em branco e então reacoplar para seguir em frente.

Minha estratégia de esquivas rápidas e curtas só se quebraria diante de necessidade, quando ataques em área ou em conjunto viessem contra mim. Nesse caso eu teria que abandonar minha posição atual usando um pulo para me reposicionar em uma zona mais espaçosa.

Devo acrescentar também que em caso de ataques inimigos se aproximarem ao mesmo tempo que eu estivesse atacando, usaria meus reflexos para redirecionar meu ataque de forma a esquivar e ao mesmo tempo prosseguir com minha investida de forma limpa, ou seja sem ser atingido.

Diante de tal postura adotada por mim o objetivo de chegar até o meu fragmento estava claro, mas havia algo além disso: Com minha aproximação eu estaria pressionando os espíritos a revelarem um corpo tangível para obstruírem meu caminho. Por isso esse era um momento perfeito para tentar contra-ataques e com isso em mente depois de minhas esquivas, tendo sucesso ou não, eu buscaria retaliar ao aplicar uma estocada em direção à base do pescoço da criatura. Num acerto, puxaria a lâmina para o lado em busca de abrir ainda mais a ferida.


Histórico:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Última edição por Wander em Sab 20 Jun 2020, 13:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 23:54

Tudo ou Nada! A Ruiva Vai com Tudo!


Eu voltava à mim recebendo aquele soco no nariz e mais uma vez rolando no chão de dor e gritando já que meu corpo não era feito para levar tanto dano. - AAAAAÍ, MEEEU NARIIZ! AAAAÍ... - Ainda com os olhos lacrimejando continuava. - AAAAH. PIRANHA! Nossa, MATAR! EU VOU MATAR AQUELE ZEFF, sério que ele me trouxe de volta de forma tão descuidada? Ao menos agora minhas costelas estão bem... - Parecia que não tinha uma folga, que fixação era aquela que a mulher tinha com meu nariz afinal?

Quando a mulher falou “Geppou” e começou a pular pelos céus, arregalei os olhos sem entender nada me mantendo imóvel por alguns milésimos de segundo ao gritar irritada apontando para a capitã. - QUÊÊÊÊ? INJUSTOOOO! PULO DUPLO! ELA TÁ USANDO PULO DUPLO! - Colocando a mão na cabeça, não queria acreditar no que estava vendo. “Isso é mesmo possível?” Mas querendo ou não, estava acontecendo, ela realmente não era só muito poderosa como também tinha muitos truques diferentes na manga, foi vendo aquilo que caiu a ficha e percebi o que estava realmente acontecendo. Por mais que eu soubesse que eu sou forte, não sou burra, estava mais do que claro que ainda faltava alguma coisa para derrotar a capitã, ainda mais quando estava jogada no chão novamente com as costelas quebradas me contorcendo de dor enquanto me levantava só de biquíni.

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“Minhas costelas de novo? SÉRIO? Quantas coisas novas ela vai usar? Não dá pra ganhar dela, pelo menos não como estou agora, preciso pegar Yue e sair daqui o mais rápido possível! Depois a gente dá um jeito nela.”

Quando Yue foi arremessada, não sabia como… Como as coisas tinham ficado daquela forma? Apenas gritava desesperada enquanto sangue saía pela minha boca e eu mantinha minha mão na região onde tinha sido atingida nas costelas com muita dor. - YUEEEE! - Eu só queria achar Boujin e agora parecia que tudo estava indo pelos ares. A capitã e o leão estavam cercando a minha preciosa companheira, não tinha muito o que fazer e nesse momento, o Mordomo que estava acompanhando toda a luta veio andando até mim e sussurrou em meus ouvidos baixinho como um fantasma querendo assustar uma criança. - É exatamente como daquela vez… Lembra Senhorita Ria? Aquele dia… O dia em que eu morri... - Nesse instante uma lágrima escorreu rapidamente pelo meu olho esquerdo enquanto eu me deparava com aquela situação mais uma vez onde Yue gemia de dor.

“Yue… Eu… Eu não vou fugir, nunca mais vou fugir, não depois… Depois do Mordomo... Eu e você... Vamos sair daqui juntas e vivas!”

Eu não podia me entregar, não depois de ter visto como era a prisão de Dream Whater, quer dizer, e se Utopia fosse igual? Não podia deixar que Yue fosse submetida novamente àquele tipo de tratamento. Não era mais momento para brincadeiras, era óbvio que tanto o leão quanto a capitã não seriam derrotados ou mesmo levariam dano, eram basicamente imparáveis naquela situação.

“Eu ainda tenho uma Mushroom Bomb, preciso que tanto o leão quanto a capitã sejam pegos pelo flash, assim eu posso pegar Yue e tentar sair daquele lugar, é a única forma!”

Acreditando que sabia da maior parte das coisas que a capitã sabia fazer. correria em sua direção gritando. - AAAAAAAAAAAAAAH. - Era tudo ou nada, ou eu saía daquele lugar com Yue nessa investida, ou muito provavelmente seríamos capturadas ou mortas. Como tinha que dar um jeito de alcançar Yue, meu foco seria totalmente em desviar dos ataques que viessem e não em atacar a capitã e o leão, ao menos até certo ponto onde finalmente tentaria afastar o leão de alguma forma, afinal, Se o básico não ia funcionar com aquela mulher, era hora de inovar. Enquanto corresse meu sangue estaria fervendo e pensamentos estariam passando rapidamente conforme me aproximasse.

“Ela pode voar, teletransportar, endurecer, chicotear, socar, chutar… Tem um leão totalmente treinado e talvez até mais forte que ela… Mas não tem o que fazer!”

A todo momento prestaria atenção na capitã, o leão ou se algum outro inimigo surgisse, eu não podia me dar ao luxo de levar alguma bala ou ser atingida por algum terceiro na luta, então tomaria cuidado com qualquer movimentação que ocorresse em meu contorno e eu percebesse. Já não tinha mais porque tentar derrotar a capitã, provavelmente no máximo a acertaria com algum golpe para a retardar ou a afastar em algum momento oportuno, logo se fosse acertada, buscaria ignorar a dor e continuar os movimentos que pretendia fazer, mesmo que um de meus braços fosse arrancado fora pela garota, devorado pelo leão ou coisa pior. O importante é que sendo atingida ou derrubada, a todo momento faria de tudo para aguentar ao máximo, me levantar e seguir em frente.

Parecia que a garota tinha tesão em me arremessar por aí e arrancar minhas armas, o que me deixava ainda mais irritada já que eu gostava de ter controle sobre mim mesma. Sabendo de suas tentativas de tirar as armas dos oponentes a todo momento, manteria os punhos fechados com a intenção de manter minhas manoplas em mãos, fazendo todo o possível para que não fossem tiradas de mim, inclusive se chegasse em uma situação onde ela prendesse o chicote na lâmina, pressionaria o botão da arma para que o movimento da lâmina fosse liberado e ela fosse posicionada em 180 graus em relação à arma, liberando assim o chicote.

Se ela tentasse me puxar na horizontal, focaria em tentar prender as lâminas das manoplas que carregava no chão em conjunto com minha cauda que utilizaria para me segurar em qualquer estrutura ou objeto que estivesse por perto se houvesse algo do tipo. O mesmo faria se fosse na vertical, dando ainda mais ênfase em me segurar com minha cauda, utilizando inclusive as mãos ou os pés se fosse possível para evitar de ser lançada. Outra coisa que poderia fazer se não houvesse alternativa seria pular em direção a algum lugar que permitisse que eu usasse de apoio ao avançar um pouco na direção da capitã já que isso faria com que ela provavelmente perdesse o timing de me puxar para cima, tentando ganhar alguns poucos segundos para desprender o chicote de meu corpo ao rotacionar o membro preso, algo que provavelmente a pegaria de surpresa já que ainda não tinha feito.

Em último caso, se chegasse em um ponto onde não conseguisse me agarrar em nada, pegaria o chicote que deixava amarrado em minha bolsa e o prenderia em algum objeto qualquer para impedir que a capitã conseguisse fazer o que quisesse com meu corpo de forma que com o tempo ganho tentaria desprender o chicote da chicoteadora de mim, da mesma forma já mencionada, para logo em seguida guardar meu chicote e poder o utilizar de novo se necessário caso essa situação ocorresse novamente.

Caso eu fosse arremessada para algum lugar, utilizaria das lâminas em meus braços ao finca-las no chão ou em qualquer objeto próximo enquanto estivesse voando ou rodando por aí para amortecer o impacto e amenizar ou mesmo evitar quaisquer danos. Nesse caso em específico, utilizaria de minha cauda também ao desliza-la ou prendê-la em algum objeto para rotacionar o meu corpo e evitar impactos maiores.

Sabia que ela podia se teletransportar e voar, o que era ainda mais problemático que suas endurecidas levando em conta as possibilidades que eram geradas. Meu movimento durante o combate seria ininterrupto, mas ainda sim ela podia tentar algum jeito de tentar me pegar de surpresa. Tentaria a acompanhar com os olhos a todo momento prestando atenção no que a mulher falava para ao menos saber mesmo que milésimos de segundo o que ela faria a seguir e me preparar para a melhor alternativa. Ainda sim, não era certeza que ela sempre falava o que ia fazer a seguir, então tomaria cuidado com seus movimentos mesmo que ela não falasse nada.

Com ela utilizando “soru” ou mesmo simplesmente sumindo diante de meus olhos, tentaria fazer alguma acrobacia aleatória para evitar ataques que não poderia normalmente ao menos até que a localizasse novamente e pudesse tomar as melhores medidas possíveis para os movimentos, é claro que assim que percebesse onde a capitã estava após seu rápido movimento, passaria a evitar normalmente seu próximo ataque e não mais de forma aleatória.

Agora se ela fosse para os céus, sabendo que podia me atacar por cima, tentaria me esquivar de seus ataques da mesma forma que se estivesse no chão, a não ser que fosse utilizar aquela estratégia de me puxar, algo que evitaria a todo custo já que como eu não sabia voar ou utilizar o pulo duplo poderia ser perigoso para mim sair do chão.

Caso ela conseguisse me puxar em sua direção ou do leão para tentar algo ou mesmo fosse me arremessar em alguma estrutura, aguardaria a aproximação para que no último instante batesse com minha cauda no chão e conseguisse me esquivar do que quer que fosse. Se estivesse muito longe do chão, utilizaria minha cauda ou minhas pernas no próprio chicote para me posicionar de forma que eu fosse de encontro ao que quer que fosse com as pernas de forma que quando fosse ser atingida, flexionaria as pernas e minha cauda contra a pessoa, animal ou objeto com cuidado para que não fosse acertada por outra coisa de forma que amortecesse o impacto e conseguisse me desprender do chicote na sequência.

Para chicotadas, mordidas, garradas ou quaisquer golpes contundentes vindo em minha direção verticalmente ou linearmente, moveria para o lado a parte do corpo necessária pela esquiva como o pescoço, a cintura ou mesmo dando um pequeno ou longo salto para o lado enquanto mantivesse meus avanços. Em casos de golpes horizontais ou diagonais, priorizaria primeiro me abaixar e seguir em frente, a não ser que não fosse ser possível, nesse caso, saltaria por cima dando uma leve pirueta e mantendo minha cauda próxima do chão sem ser atingida durante o parafuso para que pudesse utilizar a ponta do rabo para voltar ao chão assim que o ataque passasse.

Sempre que fosse necessária alguma acrobacia mais complexa como algum mortal, estrelinha, pirueta, cambalhota ou qualquer coisa do tipo, faria, inclusive alternando minhas esquivas mais básicas com esses movimentos de forma aleatória para que não fosse previsível e ela não conseguisse me atingir com tanta facilidade. O espírito da coisa seria que mesmo que ela conseguisse saber quais seriam meus próximos movimentos, eu conseguisse ser tão rápida que ela não conseguiria fazer nada a respeito para me atingir ou me deter.

Conforme eu fosse avançando, imaginava que a capitã fosse se afastar de Yue e vir para cima de mim também, mas talvez esse não fosse o caso já que ela era imprevisível. Em todo caso, meu foco era fazer com que a capitã ficasse em uma posição linear com o leão já que eu tinha apenas uma chance de fazer o que queria, então a princípio minha corrida tinha como foco em me posicionar a alguns metros da capitã, mas deixando ela em uma posição onde ficasse em fogo cruzado com o leão, onde caso eu realizasse algum disparo o leão fosse ser atingido.

Talvez ela viesse para cima de mim, o que facilitaria as coisas já que quando ficasse perto, eu provavelmente conseguiria o ponto que tanto queria. Outra coisa era que eu não podia deixar que ela simplesmente repelisse meu ataque ou simplesmente me impedisse de movimentar logo em seguida. Nesse ponto várias ideias vinham em minha mente, mas apenas uma delas fazia sentido.

“É tudo ou nada, preciso dar tudo de mim nesse momento.”

Aguardaria pelo momento em que a capitã desse seu ataque a média ou longa distância sendo que no instante que ela fizesse isso, focaria em me esquivar das formas que pretendia a todo custo. Durante essa esquiva, pegaria a foice curta que eu tanto gostava, uma das primeiras armas que tinha feito e era bastante especial para mim. Já a utilizava como enfeita a um bom tempo, eu a carregava do lado de fora da mochila, mas finalmente tinha chegado a hora de a utilizar como arma. Se não fosse conseguir realizar a esquiva e ocorresse uma situação em que ela fosse me atingir em algum lugar, faria de tudo para que esse lugar fosse ou uma das manoplas que usava, sendo preferencialmente a da mão que não estava com a foice ou uma das botas onde tentaria a enganar facilitando para que ela conseguisse remover alguma dessas armas por mérito dela ao deixar que a manopla ou bota fosse removida.


Caso ocorresse de ela segurar a manopla que estava com a foice, rapidamente jogaria a foice para o ar a aparando com a outra mão antes que a manopla fosse puxada de mim. No instante em que a arma fosse puxada, sem parar de avançar nem por um segundo, com toda minha habilidade e maestria como acrobata e atiradora de facas, ou melhor de foices, arremessaria a arma na direção do leão sendo que se tivesse conseguido fazer com que a capitã ficasse no caminho, arremessaria a arma rotacionando ainda com a intenção de atingir o leão, mas passando pela mulher antes para a distrair ainda mais ao forçá-la a se esquivar. Quando jogasse a arma, tentaria fazer de forma que além de surpreender o leão e a mulher, não fosse fácil para o leão perceber já que tentaria fazer com que a mulher estivesse obstruindo sua visão. Outra coisa que faria durante esse ataque, é que além da mulher, pouco antes de meu braço se mover, deixaria minha longa e musculosa cauda na frente, a removendo enquanto meu braço com a foice fosse a arremessar, de forma que a arma rotacionando só poderia ser notada depois de já ter sido lançada, estando rotacionando na direção do leão que queria atingir.

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Conforme a arma avançasse, eu correria logo atrás dela indo na direção de Yue e do leão, indo o mais rápido que conseguisse ao utilizar minha cauda como um terceiro membro e propulsor para corrida sempre que fosse possível ou necessário. Durante essa investida, não importando o que tivesse acontecido até aí, pegaria minha Mushroom Bomb, sim, a última delas seria utilizada nesse momento, era a única forma de dar certo, a programando para explodir dali a 2 segundos, sendo que só a acionaria para que o tempo começasse a rodar quando pegasse Yue.

“É minha última bomba, ela precisa render!”

Talvez o leão não tivesse sido atingido pela foice, nem se esquivado de forma que me desse o tempo que precisava para que eu alcançasse Yue. Podia ser até mesmo que Yue não estivesse desmaiada, eu sabia que ela não morreria tão facilmente, poderia estar fingindo, então com tudo dando certo ou não, enquanto me aproximasse tentaria chamar por ela para vir comigo já avisando para que não fosse afetada pela bomba que ela já conhecia. - YUE, AGORAA! MUSHROOM BOMB! - Mais para desencargo de consciência que qualquer outra coisa, é claro que manteria indo em sua direção para a pegar se fosse necessário.

Provavelmente aquela bomba seria um elemento surpresa, então a acionaria arremessando para cima de forma que sua explosão não atingisse ninguém, eu conhecia a bomba que tinha criado e tinha noção da física do lugar em que ela seria explodida, seria fácil calcular a melhor trajetória para o explosivo, mesmo nas condições severas em que estava para que o flash criasse o efeito que queria no leão e na captã. Naquela situação, fecharia os olhos e tamparia os ouvidos já que a intensidade da explosão mesmo com tudo tampado poderia afetar meus sentidos. O importante mesmo era que a bomba afetasse bem mais a capitã e o leão do que eu, embora talvez esse não fosse o caso e eles ainda conseguissem me atacar, então não relaxaria ao tentar desviar de tudo que viesse contra mim a todo instante enquanto tentasse pegar Yue e sair daquele lugar, coisa que faria no instante em que me aproximasse dela.

O principal durante os segundos que a explosão fosse me gerar seria em tirar Yue de lá, então se a capitã ou o leão estivesse a segurando de alguma forma, atacaria o que estivesse sendo utilizado para a segurar como por exemplo a perna da capitã ou a pata do leão, que cortaria ao dar um dash com minha lâmina posicionada em um ângulo de 90 graus em relação ao meu braço. Nesse ataque, tentaria cortar horizontalmente o que quer que fosse que estivesse me impedindo enquanto pegaria Yue com meus braços em conjunto com minha cauda se ela não pudesse se mover e tentaria sair daquele lugar o mais rápido que conseguisse.

Caso nesse intervalo a capitã fosse tentar me impedir com seu chicote, faria de tudo para atacar a arma com a lâmina da minha, tentando fazer com que o chicote se enrolasse nela e o ataque fosse impedido. Se isso ocorresse com a arma que usava para atacar ou mesmo caso ela focasse uma de minhas botas, deixaria que a arma fosse puxada, me soltando para conseguir sair com Yue daquele lugar. Agora se ela prendesse algum de meus membros ao invés das armas, como em uma situação em que ela prendesse meu braço sem a manopla, não pensaria duas vezes, fecharia os olhos para aguentar a dor e cortaria o membro fora com a lâmina da manopla restante tentando resistir à dor causada. O mesmo faria se ela prendesse o braço com a manopla de forma que não prendesse a manopla, onde removeria a arma com a outra mão e a utilizaria para cortar o braço fora deixando a manopla para trás e saindo daquele lugar.

Se durante o clarão ou o último ataque tivesse conseguido pegar Yue, correria com tudo pulando para o telhado da primeira casa que conseguisse ao fazer a acrobacia nos objetos e estrutura que estivesse mais próxima indo de telhado em telhado ou mesmo entrando no primeiro beco que avistasse tentando despistar a capitã da marinha. Sempre que necessário auxiliaria Yue esperando que a fuga fosse possível enquanto imaginaria desesperada já que precisava cuidar rapidamente de Yue. “Leões não conseguem farejar, né? Eles não são como cães de caça, certo?”

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptySeg 22 Jun 2020, 12:30

To begin another time with her
End your grief with me
There's another way
Release your life
Take your place inside the fire with her

Bom, a ruiva realmente tinha se tocado da diferença de poderes, talvez com algumas costelas quebradas de atraso. Mas ela tinha entendido a questão, entretanto naquele ponto, as coisas simplesmente escalonaram diferente. A raiva e determinação da ruiva perante toda aquela situação tinha se mostrado superior ao tamanho do problema.

Ela ia com furia para cima da marinheira que tinha finalmente feito uma pose diferente proferindo as palavras. -Aegis Slash, Divine Shutdown.- e assim o dash era realizado. Ria podia pela primeira vez ver que ela tinha concentrado aquela mesma energia estranha no chicote.

Sim talvez a ruiva não tivesse notado muito mas até agora ela não vinha usando o seu poder naquela arma que parecia ser a sua principal, mas por que? Bem resposta vinha junto do dash, era um dash extremamente veloz, e a ruiva usava de suas habilidades acrobáticas para mover-se rapidamente já que aquele era um golpe de chicote.

Ela não havia sentido nada, talvez tivesse sido bem sucedida na sua esquiva e em seguida, via a garota sumindo para o ar, onde ela podia claramente ver que a garota conseguia usar o seu teleporte no ar. E logo ela via aquele chicote completamente negro com energia vazando dele vindo do céu com extremo poder. Ela esquivava para a lateral rapidamente. E via o chicote atingir o chão.

Bem, a visão provavelmente era assustadora. Pois ela conseguia ver o chão rachando com a pancada de modo que a zona afundava para dentro fazendo uma mini cratera concentrada, mas o problemático daquilo era o quanto o poder era concentrado naquela região.

Mas era também nesse exato momento em que se movendo a Ruiva tinha notado o o golpe que antes tinha passado despercebido. Isso mesmo a dor só vinha vindo agora de forma atrasada. O chicote tinha cortado de raspão apenas a lateral de sua barriga, e aquilo realmente doia, aparentava não ser fundo externamente, e tinha pouco sangue, mas será que era mesmo? Pois mesmo que fosse de raspão a dor era grande.

Talvez esse fosse o efeito do tipo de golpe que o chicote geralmente dava, uma mistura de impacto e corte queimando, era bem desconfortável mas aquele ainda era o momento de tentar fazer alguma coisa e por isso Ria continua se esquivando dos golpes tentando evitar o máximo ao mesmo tempo que se movia.. Até que após 3 golpes que abriam buracos no chão perto dela, a capitã descia.

Katt pousava lançando o chicote no pulso da garota e começando a puxar. Naquele momento Fanalis precisava tomar uma atitude e usando a sua cauda e as lâminas das manoplas ela rapidamente se grudava ao chão para não ser puxada. O que rapidamente era efetivo.

Mas Katt soltando o chicote imbuído de haki apenas dava um toquinho pra frente com a mão colocando força para atingir a pirata exatamente no centro do corpo. Ela ainda tinha tempo de se afastar um pouco pra trás recebendo apenas a dispersão solta de poder, o que naquele momento fazia com que o estômago dela fosse pressionado para dentro.

A pressão era tão grande, que forçaria a garota a vomitar. Colocando todo o seu almoço para fora. A batalha estava calorosa e finalmente Novamente Ria tinha conseguido se mover mais um pouco e aguentar a série de investidas, o que queria ou não era um feito dado a sua desvantagem.

Mas o ponto finalmente tinha chegado, naquele momento, ela puxava a sua foice e sentia o chicote se amarrando em seu braço, de modo que ela logo passava a foice em direção ao leão. A marinheira logo desviou seu foco de atenção jogando o chicote em direção a foice que tinha sido jogada a parando no ar e puxando ela para trás, jogando para a ladeirinha.

O leão tinha tido um momento de distração também dando um salto pro lado, aquilo tinha funcionado bem de certo modo. Ria girava pelo chão pegando Yue em um dos giros e se levantando com ela em sua lateral, este era o momento que ela percebia que a loira na verdade estava acordada. E abria os olhos dando um sorriso leve e levantando o polegar, mas ainda precisaria de certa ajuda passando o braço sobre os ombros da ruiva.

Ela então comentava com a garota.-É capitã, acho que não é nosso dia, preciso realmente de um tempo pra arrumar essa ferida.- ela podia notar que o cansaço da loira era aparente. Lá atrás ela já podia ouvir os son de fúria de uma pessoa saltando ensandecida. Seguido da explosão.

A fumaça subia, e também o barulho alto, as duas ganhavam alguma distância, mas a felicidade não durava logo a garota podia ver saltando do meio da fumaça para os céus Katt, que usava o geppou pra pagar alto terreno podendo ver a ruiva de cima… Essa seria uma fuga claramente difícil, pois a inimiga tinha recursos bem elevados, inclusive a possibilidade de dar passos no ar.

Ela pousava nas casas saltando por cima delas e usando o Geppou em seguida de novo, algo que não estava diminuindo exatamente a distância mas fazia com que a perseguição fosse minimamente mais complicada. Entretanto o que tinha acontecido com o leão, elas ainda não tinham avistado ele o que poderia indicar que talvez o bicho tivesse recebido alguma ordem diferente.

Seja como for Ria tinha conseguido iniciar a sua fuga, mas a pergunta é, ela poderia mesmo fugir de Katt ou teria sido uma banal tentativa de fazer aquilo. Ela tinha ganhado alguma vantagem na corrida, o problema era, como despistar ela. Além disso tinha outra má noticia, que era o fato de que a capitã parecia retirar algo do bolso, um den den mushi? Bem, as coisas tão ficando insanas mesmo.

I'm not but shadow of what I was
And I'm hellbent and headed for you
Surely you've realized that there's
No way out of this alive


Vendo a possibilidade de enfrentar o inimigo agora Gergory girava o timão fazendo com que sua embarcação fosse logo capaz de desajustar a embarcação inimiga. Esse momento era rápido e sem demora o rapaz já desacoplar as suas mãos fazendo com que elas fossem atacar por ele, uma com a prótese e a outra normal, ambas segurando uma kunai.

Ele esperava o momento exato para que ele naquele ponto, as flechas que faziam um barulho metálico cortando o ar, estavam próximas, e ele fazia um corte preciso naquela zona para evitar que as sombras fugissem. Para a surpresa dele, todas as sombras eram atingidas? Isso mesmo ele sentia suas lâminas cortando e dilacerando duas delas.

Além de que algumas das flechas eram paradas nas sombras que caem ao chão? Sim, e desapareciam deixando apenas sangue nas duas armas e sangue pelo chão. Mas Gregory ainda abaixado esquivava das flechas remanescente desacoplando partes de seu corpo para evitar a perfuração, as que passavam de raspão não o feriam, já que provocariam cortes dos quais ele era imune.

Ele se preparava para avançar novamente, mas as sombras que antes tinham desaparecido surgiam do além denovo, ele aproveitava o momento para rapidamente saltar de um barco para o outro, como as paredes estavam encostadas ele deslizava entre as sombras, enquanto ao quase se chocar com uma desestabilizava sua base a jogando para a lateral

Em seguida mais chutes vinham obrigando ele a partir parte de seu corpo mais uma vez e depois umataque conjunto de todas as sombras que miravam o centro do rapaz que era obrigado a abandonar a postura veloz e saltar.

Entretanto ele não demorava muito para tomar uma nova posição e tomar a correr denovo em direção ao ambiente, e logo a frente a porta, varias sombras se acumulavam e ele jogava uma rajada de shurikens que era efetiva, as sombras de fato sumiram após os golpes de alguma forma elas eram meio sólidas.

Após a dificuldade para chegar ao lugar onde sua mão estava, ele acabava já arrombando a porta e como ela estava fragil já caia por cima da trava do baú em uma só tacada e ele podia ser aberto facilmente, entretanto a coisa tinha ficado feia lá fora. Agora eram 30 sombras que estavam espalhadas por os dois barcos. Não havia muito como comemorar.

Mas ao menos ele tinha alguma pista do que estava acontecendo, aparentemente algumas das sombras eram tangíveis e podiam atacar, mas outras não. O inimigo era capaz de criar corpos vivos, e logo Gregory era obrigado a se esquivar mais uma vez usando de deslocar partes de seu corpo pra evitar um chute.

A névoa no entanto ficava ainda mais densa, e o rapaz podia ver que além das muitas sombras, a cor começava a mudar, aquela nevoa ia tomando aspectos esverdeados ao longo do tempo, não ela toda, mas eram como pequenas linhas verdes de nevoa que ficavam passeando entre o total.

Era claro que todo aquele ambiente tinha algo de errado e talvez com a nevoa não fosse diferente. No final das contas agora uma rajada de flechas que vinha de cima mirava ele, poderia não ser tanto problema já que a sua frente havia cobertura, mas era sempre bom precaver, afinal não se sabe se a madeira poderia ser ou não atravessada.

Além disso duas sombras que tinham surgido do nada dentro da sala vinham na direção dele e tentariam passar uma rasteira em cada pé, enquanto as sombras de fora juntariam 5 pernas para dar um chute centralizado no tórax de Ross..

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptySeg 22 Jun 2020, 18:39


Tal qual uma caixa de Pandora a abertura do baú deixava o ambiente ainda mais sinistro e no meio disso, como já é de se esperar, a horda de sombras buscava me encurralar novamente. Com mais uma leva de chuva de flechas, um golpe frontal em conjunto pela frente e um golpe rasteiro vindo por trás, me via diante de mais um aperto. As coisas ficavam cada vez mais sobrenaturais, mas, para meu alívio, ao retomar meu fragmento eu não tinha mais assuntos a resolver ali.

Com isso em mente, começaria minha reação para evitar aqueles ataques simultâneos: Primeiramente eu usaria de um pulo que me impulsionasse para trás em busca de tirar meu corpo da mira dos chutes frontais e meus pés da altura das rasteiras que estavam por vir. E enquanto eu realizasse a esquiva o fragmento de minha mão avançaria na direção dos cinco na entrada, então pararia tal movimento repentinamente e esgueiraria meu pedaço pela fenda aberta no baú para que, por inércia, apenas a peça de madeira prosseguisse voando na direção dos sujeitos. Seria um pulo para me reposicionar e um objeto se chocando contra meus agressores, dessa forma buscaria usar duas ações defensivas que se complementariam.

Quanto à chuva de flechas, mais uma vez eu confiaria principalmente na minhaimunidade a cortes e na cobertura oferecida pelas paredes e teto do cômodo, mas também buscaria abrir espaço em meu corpo ativamente quando percebesse a aproximação de uma flecha em meio a minhas ações.

A agilidade é o meu forte, mas nem por isso deixo de priorizar o ataque: Primeiro, em meio a meu movimento do pulo para trás eu elevaria ambos os cotovelos e bruscamente buscaria encaixar uma cotovelada nos rostos de ambas as sombras que estavam por ali. Depois pousaria um dos pés no chão com firmeza, giraria o corpo em torno do meu calcanhar e então deixaria meu braço direito esticado direcionar a lâmina da kunai passear pelas gargantas dos dois na retaguarda em um corte em arco.

Enquanto realizasse meus ataques em direção as duas sombras que surgiram na sala, teria tempo de preparar a mãozinha para se juntar à batalha: Os dedos sairiam do bolso e se juntariam à irmã em busca de ficarem mais completas. Após isso, deixaria que minha mão esquerda sacasse minha ninjaken da bainha para também se armar.

Com todas as ações descritas até aqui, chegamos em um ponto crucial: Era hora de abrir passagem na multidão de seres fantasmagóricos. Para fazer isso, sem pausa alguma viraria na direção da saída e deixaria que minha prótese e ambas as minhas mãos - todas já armadas - se desacoplassem e começassem a girar em minha frente. E então romperia num ímpeto desenfreado avançando em direção à porta enquanto anunciava o nome de minha técnica.

- SAI DA FRENTE, SATANÁÁÁÁÁÁS!!!! - Bradaria, elevando minha voz com a mesma violência que minhas lâminas triturariam os inimigos. Com tal movimento as mãos formariam uma hélice de ar cortante de três metros de diâmetro e avançariam por até cinco metros e eu seguiria correndo logo atrás, acompanhando de perto conduzindo sua trajetória de forma a abrir passagem entre as sombras na direção que eu desejava.

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Meu objetivo era forçar espaço entre os fantasmas em busca de chegar até a embarcação de Tusk. Enquanto as mãos estivessem ocupadas fazendo a limpa, estaria atento à aproximação de inimigos pelas laterais e caso isso ocorresse trataria de os empurrar de volta para longe alternando entre chutes frontais mirando suas barrigas e chutes laterais para fazê-los se chocarem uns contra os outros.

Ao fim da "Sai da frente, satanás" eu conduziria minhas mãos ao seus devidos lugares e analisaria a situação a minha frente. Se ainda tivessem espíritos obstruindo o caminho, continuaria minha corrida na direção almejada e no caminho prepararia mais um ataque em área em busca de tirá-los dali: A mão destra iria até o pacote de shurikens para posicionar as armas entre os dedos e então faria o já manjado lançamento simultâneo de várias estrelas de aço avançando em linha horizontal, só que, dessa vez, em adição à rajada em linha viria outro ataque a distancia. Esse arremesso se daria com minha mão posicionando mais quatro shurikens entre os dedos e então as atiraria com força impulsionando todas em direção a um único ponto no corpo do sujeito que tivesse mais companheiros por trás dele.

- TOME-LHE PIPOCO! - Anunciaria o nome dessa técnica, visando intimidar com sua nomenclatura ameaçadora. Meu objetivo com esse ataque seria deixar a massa de metal varar a carne do primeiro e derrubar mais fantasmas por trás dele, abrindo assim uma brecha para minha passagem.

Em meio a mais essa corrida incessante para escapar daquela loucura, eu tinha que estar pronto para preservar minha integridade. Para fazer isso, buscaria reagir às investidas inimigas ao mover as áreas alvejadas para fora da mira deles. Usaria de minha agilidade para reagir e de minha flexibilidade para contrair o corpo ao máximo para aplicar tais evasivas. Quando a "Sai da frente, satanás" não estivesse ativa eu inclusive chegaria a seccionar o corpo para aumentar ainda mais a amplitude de esquivas para ataques subsequentes ou para ofensivas que eu percebesse que seria acertado se desviasse usando apenas movimentos simples.

No âmbito dos movimentos que aproveitam minha agilidade, cabe também as fintas. Quando mesmo com meus ataques sobrasse inimigos a minha frente me impedindo a passagem, tentaria um drible ao voltar meu corpo para o lado esquerdo e fazer menção de desviar para esse lado quando na verdade eu me impulsionaria subitamente para a lateral direita. Com isso eu visaria usar de um truque para distraí-lo em minha busca de ultrapassar tal obstáculo.

Como pode se notar, mais uma vez minhas esquivas priorizavam movimentos que serviam para evadir mas que não me tirariam muito da posição atual. Esse padrão só se quebraria quando eu me visse sendo alvo de ataques em pinça por parte daquele exército ou por ofensivas de grande alcance como explosões. Nesse caso eu teria que usar de saltos para desengajar em direção a um ponto espaçoso.

Na hipótese de me alvejarem ao mesmo tempo que eu estivesse aplicando um ataque eu tentaria redirecionar o meu golpe em meio à sua execução de forma a evitar ser atingido sem precisar parar minha investida.

Se eu conseguisse chegar até o barco do pescador, já anunciaria em voz alta. - TUSKE! RASPA O CASCO, MEU VELHO. TIRA A GENTE DAQUI! - Gritaria enquanto continuava a prestar atenção nos fantasmas.

• Sai da frente, satanás!:
 


Tome-lhe pipoco!:
 

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyTer 23 Jun 2020, 20:28

Ainda Não Chegou A Hora! Correndo Pela Liberdade!

Olhava para minha companheira estando aflita com a situação em que eu tinha nos colocado, me mantendo preocupada ao responder sua fala com seu nome sem nem saber o que dizer. - Yue... - Quer dizer, ignorando toda a dor física que sentia, eu até que estava bem, ao menos estava feliz, finalmente tinha conseguido pegar Yue, só precisava sair daquele lugar e dessa vez, eu não tentei fugir sozinha, nunca mais faria isso, não depois do que tinha ocorrido com o Mordomo. Quando entrei no primeiro beco correndo com Yue da forma que conseguia a ajudando com o ombro, vi o Mordomo, ele estava escorado em uma parede em pé de braços cruzados com a cabeça levemente abaixada e por mais difícil que possa parecer, sorrindo, não de forma irônica ou rindo de mim, parecia estar sorrindo de felicidade por minha atitude enquanto falava em seu tom calmo de sempre.

- Seu crescimento está cada vez mais aparente… Nada mal futura Rainha dos Piratas! Agora… Corra por sua liberdade! - Escutando aquilo, dei um sorriso de volta abaixando levemente a cabeça com mais uma lágrima escorrendo. “Mordomo...” Mas logo ergui novamente com um grande sorriso mostrando todos os dentes ao gritar para que ele escutasse sem parar a corrida nem por um segundo. - PODE APOSTAR QUE SIM! -

O foco nessa fuga seria principalmente sair das vistas da mulher voadora, o que aparentemente não seria nada fácil já que quando ela pulou da fumaça, me senti tão impotente quanto enquanto lutava com ela, olhando para a capitã utilizando o “geppou” e ficando com aquela cara de quem não estava entendendo nada ao pensar. “Sério isso?” O pior era que nem eu e nem Yue estávamos nas melhores condições para uma fuga daquelas e ainda tinha um leão desaparecido que podia aparecer nos cercando a qualquer segundo.

Para tentar a despistar, não adiantaria nos locomovermos pelos telhados, então tentaria nos manter nas calçadas mais próximas das construções. Nessa situação, sempre correria auxiliando Yue ao utilizar minha cauda como mais um apoio para nos movermos rapidamente sempre que fosse necessário se a dor em alguma de minhas pernas ou em meu corpo incomodasse demais a ponto de diminuir o ritmo da nossa corrida mesmo que um pouco.

Durante a fuga, manteria nossos corpos por baixo de quaisquer coisas que pudessem obstruir a visão da mulher mesmo que por pouco tempo, onde caso surgisse a oportunidade de desviar nosso caminho durante esses breves momentos para que ela nos perdesse de vista, faria isso na hora. Por exemplo se algum prédio tivesse uma sacada com algum beco logo em seguida onde ela ficasse sem visão da gente entrando no beco, de forma que se isso acontecesse, tentaria sair do beco rapidamente entrando em qualquer rua aleatória para que ela nos perdesse.

Outra coisa que faria se conseguisse algum momento onde eu desviasse o caminho sem que a capitã nos visse fazendo isso, seria entrar dentro de algum prédio ou residência que estivesse com a porta ou a janela aberta e fosse possível fechar a mesma, de forma que assim que o fizesse, fecharia antes que ela tivesse a visão da porta ou janela e correria imediatamente com Yue até alguma outra saída mantendo nossa corrida ao seguir essa estratégia de sair da visão dela.

Sempre que surgisse uma estrutura que permitisse alguma acrobacia para que a gente se distanciasse mais ainda da capitã, a utilizaria ao fazer força segurando Yue nos braços e utilizar minha cauda como um membro extra que auxiliasse na execução. Como por exemplo se houvesse alguma barra sobressalente apoiando alguma coisa que eu pudesse me balançar com minha cauda pegando impulso para frente ou algo parecido, a questão é que se a possibilidade de parkour surgisse e eu percebesse que seria fisicamente possível, o faria instantaneamente para me afastar ao máximo da garota loira.

Uma das chaves para essa fuga, seria me afastar do QG da marinha ao máximo possível, já que uma das situações que eu queria evitar ao máximo seria estar correndo e do nada ter vários marinheiros com algum tipo de barricada no meio da rua, então me manteria correndo sempre na direção oposta ao quartel da marinha. Claro que ela poderia contactar marinheiros na rua para tentarem isso, então me adiantaria prestando muita atenção o tempo todo não só nela, mas também em possíveis marinheiros na rua ou no leão da garota, de forma que entraria no primeiro beco, esquina, prédio ou residência que parecesse permitir uma rota de fuga para um possível cerco.

Outro ponto seria chegar na Loja de Roupas, mas não queria que a Capitã encontrasse aquele lugar, então não me atreveria a chegar perto embora me mantivesse indo ao menos para a região onde estava a loja já que lá seria o melhor ponto de encontro para falar novamente com as revolucionárias, tanto que durante a corrida me lembraria do porquê de eu estar naquela situação. “Nossa, se aquelas revolucionárias não conseguiram o que queriam com esse espaço que abri pra elas, podem aposentar que não vão derrubar o governo nunca...” Ter marinheiros rondando a loja diminuiria drasticamente as minhas chances de encontrar Boujin para podermos seguir em frente, sem falar que não queria envolver o Macaco no que estava acontecendo.

Durante a corrida também tentaria me manter nas ruas mais movimentadas possíveis, onde se houvesse alguma carroça mais rápida do que eu ou em um momento em que a capitã não tivesse visão de mim e Yue vindo em nossa direção, tentaria entrar na carroça ou ir para cima dela nos cobrindo com o que quer que tivesse nela para sumir do mapa e deixar a capitã para trás, saindo da mesma apenas se fossemos percebidas ou se por algum motivo ela parasse com sua alta velocidade indo na direção contrária a que a capitã ou mesmo o leão viesse.

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Se durante a fuga a capitã tentasse me atingir com seu chicote, como já era de costume, evitaria a todo custo que ele sequer encostasse em mim fazendo sempre a acrobacia pertinente para a forma que ela me atacasse, poderia ser uma cambalhota, um parafuso, um mortal ou qualquer outra pirueta que fosse mais apropriada para a situação. Sabia que Yue não era das melhores para esses movimentos, então a auxiliaria na esquiva a deixando junto de meu corpo onde a seguraria com minha cauda ou mesmo a afastando brevemente de forma que o chicote não encostasse nela também quando a capitã o usasse.

Se ela conseguisse me atingir, faria de tudo para resistir a dor sem que isso retardasse nosso movimento, onde mesmo que retardasse se ela me derrubasse ou algo do tipo, me esforçaria para me levantar e seguir em frente fugindo da garota. Agora se não tivesse jeito e ela conseguisse prender minhas manoplas ou as botas que usava, deixaria que as armas fossem puxadas como forma de distração para a garota que provavelmente acharia que conseguiria me puxar de alguma forma com sua arma, nos dando algum tempo, mesmo que breves instantes para continuar tentando a despistar.

Agora se não houvesse jeito de me livrar da arma e continuar seguindo, ou seja, chegando em uma situação onde ela me segurasse com o chicote e fosse me puxar, não havendo o que fazer para manter a fuga, manteria a estratégia de fincar as lâminas de minhas manoplas no chão enquanto tentaria me segurar em qualquer objeto ou estrutura que avistasse com minha cauda. Claro que se ela me puxasse, tentaria me estabilizar tanto com minhas lâminas quanto com minha cauda e pernas utilizando o chão ou o próprio chicote como apoio para conseguir ter algum controle sobre meu corpo, onde tentaria sempre reduzir ou impedir que eu sofresse qualquer impacto ao bater contra algum lugar ou a própria garota.

Caso ela utilizasse seu soru, faria qualquer acrobacia aleatória em alguma direção qualquer para logo em seguida continuar minha fuga. O intuito desse movimento seria localizar a garota e acompanhar seus movimentos a partir daí para que ela não tivesse a oportunidade de me atingir sem que eu tivesse a chance de sair do caminho de seu ataque e me manter correndo na esperança de que surgisse alguma brecha de a despistar.

Certa vez utilizaram um sedativo em mim que me derrubou facilmente, por sorte eu tinha conseguido uma seringa com aquela substância naquele dia, se aquilo tinha me botado para dormir por horas a fim, muito provavelmente deveria ao menos retardar o leão se o mesmo aparecesse. Caso ocorresse do leão tentar me impedir, antes mesmo dele se aproximar arremessaria nele a seringa como se fosse um dardo tentando atingir qualquer parte de seu corpo para ver se o sedativo surtia algum efeito na criatura.

É claro que poderia ser que não adiantasse de nada ou que eu nem sequer acertasse o leão, então se ele viesse para cima, faria o mesmo que para desviar dos chicotes, embora desse um foco maior para utilizar o ambiente ao meu favor ao tentar passar por lugares de difícil acesso para um leão gigante ou correr entre pessoas comuns que provavelmente o leão não era treinado para atacar.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyQui 25 Jun 2020, 13:22

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Ria corria notando que a coisa tava feia, e não era só isso, tudo que ela precisava fazer naquele momento ela fugia rápido tentando sempre usar das sacadas de lojas, prédios e coisas similares, visando se distanciar do QG, a marinheira com o den den começava a falar com uma pessoa, ou mais de uma, mas Ria não podia ouvir.

~Enquanto isso na Loja de Roupas~

O rapaz de óculos com duas espadas estava parado a frente da loja enquanto os marinheiros faziam um checkup, pois é, com o barulho das bombas anteriores eles tinham encontrado o lugar e vasculharam aquilo. -Mochi Mochi… Há… Claro, entendido, bem, estamos terminando algo por agora, mas vou mandar uma parte do pessoal pra aí.- ele pegava a caixinha de yogurt que ele tinha nas mãos com o canudinho e sugava.

Ele parecia estar ouvindo o que a pessoa do outro lado da linha estava dizendo.-Sim, uma pequena parte está cuidando de depoimentos no banco, Mas comigo muitos estão parados, irei enviar eles para ajudar. Vou entrar em contato com o QG também.- ele falava isso rapidamente enquanto terminava o Yogurt desligando depois desse contato.

De dentro da loja alguns marinheiros saiam com vários papéis lá de dentro, armas e algumas coisas diferentes, pequenos itens, Eles traziam também uma outra pessoa que parecia ter sido capturada a tempos. E assim o responsável falava. -Parte de vocês siga para essa região aqui, vocês irmãs, se encarregam de levar o capturado.- dizia ele apontando para uma região do mapa e depois falando com as minks gato.

Enquanto isso na parte de cima da loja o macaco estava completamente paralisado deitado no teto, torcendo para que não fosse encontrado nesse lugar.

~De volta a Perseguição~

Ria tentava se locomover o mais rápido que dava, mas o peso de Yue fazia com que fosse difícil alcançar velocidade máxima, mesmo que a loira estivesse tentando ajudar a dor dos ferimentos que a médica tinha faziam ela perder bastante velocidade também.

A ruiva durante alguns minutos era perseguida, entrando e saindo de becos, mas nada parecia estar adiantando, até que chegando na zona um pouco mais alta da cidade, já mais pra zona movimentada. Ela podia ver que as pessoas do lugar estavam se alimentando, a maioria em cadeiras comendo um almoço ou coisas similares, era quase o fim do horário de almoço deles.

A garota passava de sacada em sacada, até que em um devido momento, ela conseguia por um pequeno tempo parar em uma delas sem que Katt visse, Yue se mantinha em silêncio, mas era possível ver que havia em seu olhar uma certa sensação de falta de vida. Como se aos poucos ela ficasse mais fraca.

Mas logo o barulho do chicote não deixava que as garotas ficassem em paz Ria saltava para o lado usando a cauda para facilitar a impulsão ajudando a loira a se desviar conjuntamente, e a corrida seguia. E por quase 20 minutos era uma perseguição implacável.

Era um verdadeiro teste de resistência, era como um pique esconde do satanás… Mas ainda assim continuava, ela passava pelo centro da rua e as pessoas em volta que estavam nas mesas começavam agora a olhar, ao ver o sangue que pingava de ambas as garotas sendo perseguidas pela regente do lugar.

Era uma cena que pra quem estava de fora tinha seu charme e os olhares é claro se mantinham firmes ao verem o ocorrido no entanto a brilhante ideia vinha na mente da ruiva quando a carroça vinha passando ela tentava saltar lá pra dentro e de fato a chance de isso dar certo até era boa.

Se não fosse pelo fato de que quando a garota saltava o chicote se enrolava no pé de Yue que era puxada antes de entrar, enquanto Ria já dentro da carroça em movimento veloz era levada…

Yue ficava pra trás e se levantava voltando a correr, mas estava debilitada, e em alguns segundos a carroça tinha se distanciado dali alguns poucos metros. A Ruiva precisava agir rapido para decidir o que fazer.

A loira de fato não sabia bem o que esperar apenas tentava manter a estratégia de corrida. Porém a queda dela tinha agravado ainda mais o seu estado. A vida é bem dura, e o chão da rua também, era o que pensava a medica após ter de forçadamente se levantar toda ferida.

~Enquanto isso no caminho~

-Esquadrões da direita e esquerda se organizem para marchar e formar Barricada o capitão Eric disse para nos moveremos com cuidado- Dizia uma grave voz de um homem de 1,80 com corte militar cabelos loiros e músculos bem torneados.

-Sim senhor!! Tenente Argus!!- Diziam todas as vozes dos marinheiros em uníssono que marchavam em ritmo apressado para direção do ponto informado, era complicado, todos eles estavam bem motivados e putos já que da outra vez a pirata tinha passado a perna neles com explosivos.
~De volta a Pereseguição~

Katt se aproximava cada vez mais de Yue, pois mesmo que essa tivesse a vantagem, sem ajuda de sua capitã, ela estava debilitada demais para manter a velocidade constante, tendo grandes oscilações, o que poderia gerar um problema bem, grande.

No fim das contas povo tinha parado para olhar aquilo, alguns tiravam fotos da cena e outros simplesmente cochichavam entre si sobre o que estava acontecendo, era perigoso estar ali, e por isso que a maioria ficava fora do alcance da batalha.

Waiting, for your modern messiah
To take away all the hatred
That darkens the light in your eye
Still awaiting, I

Gregory era veloz e saltava para trás usando o baú flutuante em direção aos inimigos, puxando seu fragmento de mão de dentro na mesma hora e deixando que baú fosse jogado contra as sombras que estraçalharam o baú com os chutes.

O fragmento agora se juntava ao pedaço remanescente e os dedinhos, deixando a mão um pouco mais completa. Mas não apenas isso a esquiva era um ataque, os dois cotovelos dele atingiam as sombras em questão, e nesse momento girando o corpo em torno do calcanhar o corte era inevitável.

Ele havia feito um golpe em arco e as sombras novamente caiam degoladas, sangue se espalhava respingando no combatente ali. as flechas passavam por ele, tudo que era de raspão não o danificava, mas aquelas centrais, ele precisava tomar precauções já que perfuração era outra coisa.

Ele conseguia manter a postura e separando os membros esquivar, entre um golpe e outro isso ia se tornando quase ciclico e vicioso. Mas as marés estavam mudando, pois logo ele via algo diferente. Do céi uma flecha que lembrava um parafuso? Isso mesmo a flecha descia girando mas não ia em Gregory…

Na verdade ela acertava a parte de cima da cobertura da sala onde ele tava e o pior acontecia… A flecha explodia… Isso mesmo, era uma flecha explosiva que consumiu toda a cobertura do convez. Fazendo as madeiras voarem…

Mas não era a hora ainda pra parar, e assim o homem deslocando suas partes iniciava sua investida contra as sombras usando a sua técnica, falando o icônico nome enquanto dilacerava as sombras uma após a outra…

Eram 10 sombras que eram empurradas e cortadas fazendo com que ele se encharcar-se completamente com sangue, mas… Naquele momento ele via em sua volta, que agora tinham mais de 100 sombras o cercando, por todos os lados, será que elas estavam cada vez mais se multiplicando? Bem, aquilo não o parava e logo “Tome Lhe pipoco” era o que acontecia mais sombras eram derrubadas e mais nasciam, ele não conseguia avançar além daquele ponto.

Logo mais chutes vinham na direção ele, o fazendo novamente tomar ações para esquivar, e mais flechas passavam de raspão por cima dele mas por sua imunidade a cortes nada ainda tinha acontecido, agora as coisas tinham ficado feias? Sim elas tinham chegado bem perto do limite. Talvez pra sair dali ele tivesse de descobrir a verdadeira fonte que reinava sobre aquele imortal exercito de sombras que pareciam ir ganhando força.

Entretanto a nevoa agora ficava? Verde? Sim isso mesmo, toda a nevoa mudava a coloração para verde e não apenas isso ela começava a periodicamente mudar de cor, indo para rosa, vermelho e depois azul até fixar em verde por mais alguns segundos… É realmente aquilo já tava muito mais do que longe de ser normal.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyQui 25 Jun 2020, 16:24


Minha estratégia de bater em retirada e evitar estender o combate se tornava impossível diante da aglomeração de lacaios inimigos. Assim como zumbis eles eram frágeis mas em hordas se tornariam um pé no saco. E para piorar mesmo que eu derrubasse todos em meu caminho eles ressurgiriam, tal qual uma hidra faria com suas cabeças.

Ofegante e cercado por um exercito numeroso de natureza enigmática, não pude evitar sentir irritação para com aquele que controla as marionetes. - Eu já peguei o que queria e estou claramente me retirando desse navio, então o que diabos esse cara ainda quer? - Imaginei, ainda levando em conta que ele estava me atacando apenas para se defender. - ...Ele realmente vai dar falta do pedaço de minha mão? - Tentei racionalizar seus motivos, por mais estranhos que fossem.

- Deve ser um xamã. Uma parte do corpo de um médium seria valioso para ele... - Kabu Lozo pontuou.

O responsável por aqueles acontecimentos tinha seus motivos e eu tinha os meus e por mais que as coisas ali estivessem obscurecidas pelo mistério e pelo clima nebuloso uma coisa estava clara: Se ele não sair de meu caminho por bem, sairá por mal.

Dado todas essas observações que tive no decorrer dos últimos acontecimentos, eu tomaria uma postura diferente visando evitar as marionetes para achar o controlador. Mas como eu rastrearei o dito cujo praticamente cego em meio às sombras e um nevoeiro? A resposta é simples: Navegação. Navegadores não precisam enxergar o destino para saber chegar até ele, desde que usem as técnicas certas.


Minha primeira ação agora seria me agachar dobrando os joelhos e levando ambos os braços atrás para ajustar meu equilíbrio e, dessa forma, assumir uma postura de preparação para um pulo alto. Enquanto me abaixasse, a mão destra e canhota (mãozinha, para os íntimos) se desacoplariam para guardar a ninjaken de volta na bainha e a kunai de aço fincada em minha barriga. Depois disso eu enfim romperia num pulo alto, estendendo os joelhos e movendo meus braços a frente para ganhar mais impulsão. Enquanto o pulo era feito, ambas as minhas mãos estariam em meu pacote de shurikens enchendo os espaços entre os dedos com aquelas armas de arremesso.

Com isso, eu visaria sair do cerco das centenas de sombras e ao mesmo tempo ter a visão limpa do ponto mais alto de meu salto. Durante a subida estaria de olhos bem abertos para fazer análises do ambiente. E, ao atingir o ápice de meu salto, duas rajadas de shurikens seriam feitas alvejando dois pontos.

O primeiro ponto seria alvejado pelas shurikens da mãozinha e seria nesse alvo que minhas habilidades de navegação seriam postas em prática. Usando minhas observações anteriores quanto às rajadas de flechas eu colocaria a mente para trabalhar em busca de uma origem para tais ataques. Faria isso usando duas coisas: Conhecimentos físicos de trajetória oblíqua aliados com uma triangulação da trajetória de mais de uma flecha. E tudo isso se concluiria com minha mão esquerda arremessando todas as estrelas de aço simultaneamente no lugar estimado.

Quanto ao arremesso da mão direita, seu alvo seria mais simples: As direções de onde tinha visto as linhas coloridas saírem em meio a névoa. Seria apenas um palpite, mas se aquelas sombras eram mesmo como marionetes poderia haver algum "fio de controle" de controle ligado a eles. Para reforçar tal teoria, antes eram apenas algumas linhas mas agora que reuniram tantas criaturas o ambiente estava totalmente tomado pelo verde. Enfim, as shurikens seriam lançadas na direção que surgiu tal anormalidade quando ainda estava no começo da invasão. Ela poderia não ter um inicio claro e se estender de um lado até o outro, então eu deixaria que o arremesso fosse feito para ambos estes lados para encontrar onde ficaria o começo.

- SE VAI ME IMPEDIR DE SAIR, FAÇA-O PESSOALMENTE! - Gritaria, guiando as mãos de volta para perto de mim. A provocação seria meu terceiro ataque, atingindo seus ouvidos sem depender de minha destreza.

Após arremessar as shurikens eu estaria em queda livre em direção ao mar de inimigos. Foi sim um movimento imprudente, mas os maiores resultados não vem ao assumirmos riscos? Seria difícil, mas eu tentaria lidar com isso.

Antes de mais nada devo deixar claro como pretendo me mover agora que o espaço do assoalho estava quase todo preenchido pelos zumbis: Primeiramente tentaria pousar pegando apoio no corpo dos inimigos ou em objetos que estivessem ao redor e então passaria a me mover pegando impulso empurrando os pés contra a região de suas cabeças, ombros, peitorais ou onde quer que meus pés encontrassem apoio em meio àquele mar de inimigos. Usaria sempre minhas habilidades acrobáticas para reajustar minha postura usando mais um pulo para um novo ponto afim de me recompor caso pisasse em falso ou acabasse perdendo o equilíbrio.

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Quando estivesse no ar eu colocaria meu máximo esforço para não ser atingido já que estava em pleno ar, para esquivar começaria contraindo meus membros para trás calmamente para então projetar minhas pernas para a frente com força afim de usar isso para me impulsionar para longe de inimigos preparando investidas contra mim. Em adição a tal movimento, buscaria contrair meus músculos de forma a mover pontos de meu corpo alvejados  por golpes inimigos.

Quando me visse sendo alvo de ataques reagiria com meus movimentos defensivos:  Em geral, estaria sempre tomando o cuidado de contrair os músculos para me encolher e me curvar de forma me tirar da rota de ofensivas inimigas. Quando estivesse me movendo em cima das sombras, teria a particularidade de eu estar em constante movimento o que por si só já deixa difícil de encaixarem uma ofensiva contra mim. Em meio a meu deslocamento conturbado, toda vez que efetuasse um pulo para me reequilibrar eu deixaria que meu corpo fizesse movimentos acrobáticos envolvendo giros para confundir a mira de meus oponentes com trajetórias diferenciadas.

Caso tentassem me agarrar, deixaria que meus poderes entrassem em ação para seccionar a parte de meu corpo segurada para que desvencilhassem de tal imobilização. A fragmentação se daria na altura onde os inimigos tinham contato com meu corpo, para facilitar que meus pedaços escapassem. Depois de escapar, continuaria em minha movimentação inquieta.

Se nesse meio tempo viesse mais uma chuva de flechas, deixaria meu corpo mais uma vez se modificar com a fragmentação para abrir espaço para a passagem do projétil. Não deixaria de me mover durante essa ação defensiva, pois alguma flecha poderia explodir e eu não queria estar em seu raio de ação.

Em alguns movimentos eu teria que usar meus poderes e, por isso, estaria atento para não esquecer de retornar fragmentos para seus devidos lugares após se concluir minhas ações.

Minha movimentação se daria na direção de um ponto mais alto ou de algum corredor onde a tropa inimiga teria que se afunilar, o que dificultaria a aproximação deles e me daria algum tempo para raciocinar.




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Pensamentos
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Última edição por Wander em Dom 28 Jun 2020, 02:26, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyQui 25 Jun 2020, 23:35

S VS. S! A Determinação Da Ruiva!

Estava ficando cada vez mais aflita com o desenrolar das coisas, quer dizer, aquela capitã não tinha mais o que fazer da vida? Ia nos perseguir para sempre? Até os confins do mundo? Tinha uma alta possibilidade de ela ter se apaixonado por mim ou talvez ter percebido que eu seria uma grande ameaça para o mundo, mas mesmo assim… Eu estava toda dolorida, mas tentava segurar o sofrimento já que não podia relaxar, apenas a ofegação do meu cansaço por correr por tanto tempo se sobrepunha a minha raiva pela capitã que tinha acabado com meus planos de me separar para procurar pistas - Arf… Arf… Arf... - Já ela realmente não parecia estar para brincadeiras e não me deixava escolhas, não tinha a menor chance de deixar Yue para trás.

“Por sorte a capitã não é a única “S” aqui, eu também sei usar um chicote!” Daria um sorriso sádico enquanto pegasse a arma.

Então sem muita margem para pensar ou para erros, simplesmente gritaria o nome de minha companheira ao remover a manopla do meu braço esquerdo mantendo sua lâmina ativa. - YUE!  - O motivo para remover a manopla era simples, eu não podia puxar Yue sem distrair a capitã, não queria me ver em uma situação onde eu puxasse a loira por um lado, a capitã por outro e ela se transformasse em duas. Então arremessaria a manopla rotacionando com a lâmina na direção da capitã para que ela perdesse mesmo que breves segundos se esquivando ou se defendendo enquanto utilizaria o chicote como se fosse atacar Yue ao mirar no braço de mais fácil acesso da garota tentando a agarrar para puxar para a carroça.

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"YUE, EU DEFINITIVAMENTE NÃO VOU TE DEIXAR MORRER AQUI!" Pensava melancólica sabendo dessa possibilidade que faria de tudo para tornar impossível.

Provavelmente não seria fácil mirar nem na capitã e nem em Yue já que eu estava tão ferida, mas provavelmente ao menos com certeza deixaria o chicote próximo o bastante dela para que ela se agarrasse eu eu pudesse a puxar para a lateral da carroça com tudo, sendo que apararia seu corpo com minha cauda antes que ela ultrapassasse o veículo. Obviamente que se a capitã utilizasse de seu chicote para agarrar Yue e impedir que a mesma viesse comigo, não tentaria fazer uma disputa de forças que pudesse machucar minha amiga, apenas saltaria da carroça correndo em sua direção tentando ainda a segurando com o chicote, mas mais para impedir que a mesma fosse arremessada e se machucasse que a trazer para perto de mim, fazendo isso ao correr mesmo.

Se tudo desse certo seja com a distração da manopla funcionando ou qualquer outra coisa e eu tivesse conseguido trazer Yue para a carroça, a deixaria sentada por alguns instantes enquanto me manteria observando a capitã que provavelmente seria mais lenta que a carroça já que até eu seria deixada para trás sem pular nela.

É claro que a carroça não estava isenta dos ataques de chicote da capitã e provavelmente não seria difícil para a mesma atingir o veículo e impedir seus movimentos. Aquela era com certeza a nossa melhor chance, por isso não podia deixar que a garota voadora nos parasse. Sendo assim, quando conseguisse trazer Yue para o veículo, enquanto observasse a capitã, me manteria pendurada em pé na porta da carroça com as mãos em seu teto de forma que se ela tentasse uma estocada ou ataque vertical, forçaria para cima com as mãos enquanto empurraria com os pés para frente fazendo força. - AAARGH! - E tentando inclinar rapidamente o calhambeque para impedir que o ataque nos atingisse. Se fosse necessário, iria para o outro lado fazer o mesmo movimento para nos inclinar para o lado oposto à direção do ataque e conseguir esquivar a carroça do chicote.

Em uma situação onde o ataque fosse horizontal, faria o mesmo movimento, mas não com a intenção de desviar completamente já que isso seria impossível, seria mais para que o chicote não se enrolasse contornando o veículo e ela pudesse o parar ao fazer com que ele refletisse na parte superior do mesmo ou fazer com que a garota perdesse o ângulo que fosse tentar utilizar para segurar em alguma parte da carroça. Me manteria tentando desviar com a carroça dos ataques da garota o tempo todo, ao menos até que ela perdesse seu alcance, coisa que não deveria demorar muito se é que ela ainda o tinha. Logicamente que se em qualquer momento ela fosse me atacar enquanto manobrasse a carroça, a inclinaria para que meu corpo saísse da direção do ataque, sendo que adentraria o veículo para não ser atingida se não fosse conseguir desviar inclinando toda a carroça, evitando assim de ser atingida.

Assim que o cocheiro fizesse alguma curva onde saíssemos da vista da capitã, de forma discreta ao tomar cuidado até mesmo para que as pessoas na rua não nos vissem, quando avistasse algum beco, barril, estrutura, porta, janela ou qualquer coisa do tipo que permitisse que nós nos escondêssemos, saltaria da carroça ao puxar Yue com pela mão com cuidado para que ela não se machucasse, de forma que me esconderia com ela esperando que a capitã passasse indo atrás da carroça e nos perdesse de vista onde preocupada diria baixinho para Yue. - É melhor acharmos um lugar pra você se tratar.. Arf… Arf… Eu também estou exausta. -

Tinha mais ou menos a noção da velocidade em que estávamos e a da capitã, então faria mentalmente um rápido cálculo físico estimado do tempo que ela demoraria para passar e cronometraria no relógio para ter certeza de acertar. Aguardaria mais alguns breves segundos enquanto olharia para as construções próximas procurando alguma sacada que escalaria auxiliando Yue tomando muito cuidado para não sermos vistas e adentrando pela porta se não houvesse ninguém na casa, sendo onde poderíamos descansar um pouco e tratar dela, de forma que se conseguíssemos, suspiraria aliviada ao falar. - Ufff. Pode se tratar agora, essa foi quase, né? -

Caso enquanto eu e Yue estivéssemos na carroça a capitã utilizasse "soru", eu arrancaria minha outra manopla com a lâmina ativada e arremessaria na garota assim que ela surgisse em algum lugar para tentar ganhar algum tempo com a distração. Se conseguisse, provavelmente seria o suficiente para nos distanciarmos dela para que a mesma perdesse seu alcance e conseguíssemos fugir.

Estaria atenta também com alguma aparição do leão ou de alguma barricada, sendo que se avistasse algo do tipo que pudesse interromper o movimento da carroça ou o meu e de Yue, instantaneamente sairia do veículo ou simplesmente mudaria minha direção ao entrar no primeiro beco que houvesse para desviar o caminho. Sendo que se não tivesse jeito de fugir tão facilmente, com Yue nos braços, na posição descrita antes, faria os pulos acrobáticos necessários para subir nos telhados e passar pelo bloqueio podendo continuar com a fuga.

Ainda tinha a chance de tudo dar errado e eu não conseguir trazer Yue comigo por algum motivo ou a carroça ser parada, nesse caso pularia da carroça indo rapidamente até minha companheira se necessário para a socorrer e a ajudar a sair dali mesmo que fosse perder a vantagem que tinha obtido conseguindo entrar na carroça. Nessa situação onde ela estivesse longe, pularia na direção da médica utilizando minha cauda como propulsor de forma que quando a alcançasse, manteria minha cauda sendo utilizada como um terceiro membro para me auxiliar na corrida e assim que me aproximasse da médica, pegaria Yue a carregando nos braços já que ela parecia muito machucada e cansada, talvez até mais do que eu ao falar em um tom extremamente preocupado com um rosto meio triste pela situação em que ela se encontrava. - Aqui, se segura em meu pescoço! - Já voltando a fugir enquanto pensaria no que fazer para sair das vistas daquela marinheira.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyDom 28 Jun 2020, 06:54

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A ruiva ao ver a sua colega cair, puxava ali o seu chicote e jogava em direção a mão de Yue, ela tinha verdadeiramente a esperança naquele momento, mas… No momento em que Yue ia se segurar no chicote levantando o rosto para tentar realmente fazer algo… Ela era puxada. Ainda mais pelo fato de que a Ruiva tinha esquecido que a carruagem em nenhum momento parou de se mover, assim ela apenas via o chicote da capitão puxando a garota antes que ela pudesse ajudar.

Katt parava o que estava fazendo, pra olhar o estado de Yue, enquanto ganhava algum tempo, já que Ria desceu da carroça saltando para vir em sua direção, a ruiva ainda conseguia pegar a loira nos braços mas a carroça tinha seguido em movimento, nos braços da ruiva a loira que já tinha perdido muito sangue durante toda a perseguição desmaiava dando um beijo na bochecha da ruiva -Obriga.. cof cof.. obrigada, por não desistir de mim cof cof- e assim depois de dizer isso apagava completamente.

A carroça seguiu em frente e alcançar ela era difícil, entretanto havia ali a esperança de alguma outra daquelas passar e talvez poder adentrar nisso… Mas o que pior poderia acontecer? Bem, a marinheira estava ali na frente dela, o olhar de predador não tinha saído do rosto da chicoteadora que comentava. -Ei garota, eu já percebi que ela é importante pra você. sabe que se insistir nisso ela pode não resistir não é?- as palavras dela tinham um tom de voz calmo, apesar de bem audível.

Era um desafio? Uma corrida contra o tempo? Ela talvez pudesse escapar, mas aquele seria o preço? Onde estava o leão? Essa pergunta era algo que Fanalis não sabia mas… poderia ser vista em outro lugar.

~Enquanto isso Mr. Juba~

O leão vinha em direção a onde a ruiva estava por hora, e ele tinha passos apressados guiando outras pessoas para aquele lugar… Sim desde aquele momento da bomba… Ele tinha voltado ao QG, e trazia com ele mais marinheiros, correndo enquanto todos o acompanhavam marchando.

Sim, isso mesmo ele havia ido lá dar um sinal, e por isso que Katt não havia ligado para o QG e sim para o outro capitão que estava lá pela loja. O barulho de botas havia se espalhado por todo lugar que aquele mar de fardas brancas passavam. Esse era aquele momento de alívio da ilha…


Depois de tanta destruição, e tantas perdas, aquele era o horário em que finalmente os marinheiros que sofreram durante os ataques tendo de resolver problemas e cuidar da população, tinha seu momento para respirar em paz, soltar um ar e talvez até mesmo para os civis talvez fosse de uma vitoria da marinha que todos estivessem precisando.

Ao menos era assim que aquele pelotão se portava...

~De volta para a perseguição~

Katt mantinha seu olhar sério e mais uma vez questionava. -Ei eu estou falando com você!! Se você se entregar, talvez de tempo dela ser tratada. Se vamos continuar a dança tudo bem...- ela soltava agora um ar pela boca, como se estivesse profundamente irritada, talvez por ver tamanho descaso com a saúde da outra garota… Ela não tinha pena exatamente, apenas não compreendia esse tipo de pensamento humano, colocando seus desejos acima do bem estar do outro.

Mas ela estava com o chicote nas mãos e preparada para continuar aquilo, já que de certo modo ela esperava que as coisas não fossem mudar. Provavelmente a Ruiva já estava decidida em que ação tomar, na verdade ela sabia que deveria apenas ter logo derrubado a garota e a rendido naquela oportunidade, entretanto não acreditava que ela pudesse fugir, até por que para onde ela iria? Bem, ela confiava nas habilidades.

Waiting, for your modern messiah
To take away all the hatred
That darkens the light in your eye
Still awaiting, I

Gregory já tinha notado que aquelas coisas não iriam largar do pé dele… Pelo contrário, as coisas poderiam só piorar dali pra frente, quem disse que ele realmente tinha tanta sorte. Assim sua ideia era simples usar a suas habilidades de um navegador para encontrar o que ele procurava, e desse modo ele tentava aplicar suas ideias, aproveitando ali do momento para derrubar mais alguns dos inimigos com suas shurikens e saltar.

Entretanto não importava o quão alto ele ia, não dava pra ver através da névoa, assim como as mudanças de cores que agora estavam acontecendo periodicamente a cada 5 segundos dificultavam ainda mais… Não apenas isso, o vento não se comportava como no mar, nem terra, na verdade, era esquisito, era uma textura estranha, parecia “Grosso” mas não só isso…

Ele nesse breve salto poderia compreender que essa não era uma névoa gerada naturalmente, poderia ser uma névoa sobrenatural, talvez do tal shaman que tinha sido criada com os espíritos dos escolhidos ou algo assim? Talvez? Ou um fruto de alguma bruxaria? Talvez…

A questão é, a névoa gerava clones? Ou aqueles clones geram névoa? Ou os dois se complementam? Não existia resposta facil para essas coisas, ele poderia contar apenas com o pouco que seus sentidos viam…

Por isso ele começava a saltar de ombro em ombro, cabeça em cabeça daqueles bichos, avançando rapidamente para de onde ele entendeu que as flechas vinham… Mas a atitude mais inesperada possivel veio dos clones… Eles segurando uns nos pés dos outros…

Enquanto um embaixo girava… vários corpos para o alto Kage Bushin Feelings, mas não era apenas uma dessas “pontes” de corpos, eles faziam exatamente 5 dessas pontes…

A primeira segurava os pés de Gregory no meio do giro e o clone da ponta se soltava caindo ao chão segurando os pés, e logo em seguida a segunda puxava logo o braço direito que era seccionado e caia ao chão enquanto segurado pelo tal.

A outra ia no tronco e saia com mais um pedaço, mas por fim, todos que ainda giravam nas grandes pontes eram lançados para cima criando uma chuva de clones do alto que iam segurando uns nãs mãos e pés do outro.

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Eles montavam uma rede que realmente era funcional, puxando o resto do corpo de volta para o chão, os corpos estavam bem fundidos, e não abriam espaço suficiente entre eles apara os pedaços saírem rapidamente. Ele até poderia sair dali posteriormente mas não naquele ponto.

O negócio ali é que… Ele agora tinha uma cupula escura sobre sua cabeça que formava um domo enorme para ele… Ele não tinha se machucado, mas com certeza estava se atrasando, a tensão crescia ali e gregory durante alguns segundos daquela frustrante batalha eterna…

Via algo… Era como se ele tivesse sentido uma aura, distante, e que se movia entre as sombras, ela talvez fosse a original? Bem, ele nunca tinha tido essa sensação esquisita antes… Era de fato a primeira vez vendo e sentindo algo se mover como agora…

Não era algo como suas habilidades de navegação… era diferente… Mas logo isso sumia… Tinha sido ali um primeiro vislumbre espiritual? Talvez fosse. No entanto independente daquilo Gregory agora conseguia perceber que a luta não iria simplesmente ser facil…

Agora a névoa ficava em uma cor completamente vermelha, essa cor se estendia ao longo de toda a névoa dominando aquilo, era simplesmente alucinante e psicodélico estar ali no meio...

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 8 EmptyDom 28 Jun 2020, 11:27

YUE! Você Vai Viver Livre!

Com a fala de Yue e da capitã, apertei minha amiga com força entre os braços. Naquele instante as muitas valiosas memórias que tinha passado com a garota começaram a passar rapidamente em minha mente, desde quando nos conhecemos em uma barraca médica em Conomi Island, quando eu estava na ponta do navio durante a subida na reverse mountain enquanto ela me dava um sermão falando que era perigoso e eu podia cair ou mesmo quando fugimos juntas no caminho para Ennies Lobby. Enquanto a apertava, lágrimas escorriam de meus olhos, tanto a morte seria horrível quanto sermos presas de novo, não é como se fosse ser possível escapar daqueles marinheiros molestadores e abusadores uma segunda vez.

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“Não vou deixar você morrer, simplesmente não vou!”

Precisávamos dar um jeito de sair daquele lugar e carregando Yue nos braços seria ainda mais difícil, mesmo assim, eu jamais a abandonaria, daria meu máximo para conseguirmos escapar de uma forma ou de outra. Sabia que não adiantava ficar chorando ou qualquer coisa do tipo, então franziria as sobrancelhas, não porque estava brava ou algo do tipo, era mais porque agora estava realmente séria naquela fuga. Com Yue nos braços, começaria a pensar em formas de despistar a capitã da marinha.

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“Os becos não estão adiantando, não consigo sair das vistas dessa mulher, os telhados também seriam inúteis e ainda não vi nada de diferente que pudesse utilizar pra sair do radar dela. Talvez outra carroça? Mesmo assim seria difícil, não adianta ir pra cima e nem pros lados… E se eu for pra baixo? Até Hirotown em Conomi tinha um sistema de esgotos, lembro de ter utilizado deles algumas vezes vários anos atrás pra fugir depois de roubar materiais pras minhas armas.” Começaria a balançar a cabeça para os lados ao me lembrar do Mordomo ”Bem que o Mordomo podia indicar o caminho, do que adianta ter um fantasma seguindo se nessas horas ele some?”

Responderia a capitã com um leve sorriso, mas um tom bem mais sério que o de costume. - Não sei por que quer tanto me capturar a ponto de deixar seu QG indefeso pras revolucionárias o atacarem... - Dito isso, finalizaria gritando. - MAS EU NÃO VOU DEIXAR! - Então  daria um salto com as pernas e a cauda ao mesmo tempo para pegar o máximo de distância que conseguisse e voltaria a correr desenfreadamente tomando todas as medidas possíveis para que a capitã não me atingisse ou me parasse de forma alguma, principalmente com seu chicote que aparentemente era sua principal arma.

Começaria a olhar para os lados procurando por alguma coisa que pudesse utilizar a meu favor para fugir indo para ela imediatamente se encontrasse para só então ver o que faria. Claro que nessa procura, o foco principal seria encontrar alguma entrada para o esgoto, sendo que deveria possuir um buraco grande o bastante para que Yue e eu pudéssemos passar de alguma forma. Nesse meio tempo, enquanto procurasse o bueiro, me manteria tentando despistar a capitã utilizando dos becos, sacadas, estruturas, pessoas e quaisquer objetos que aparecessem no caminho. Como me manteria utilizando minha cauda frequentemente como um terceiro membro além de minhas pernas, provavelmente não seria muito difícil carregar Yue e fazer acrobacias para nos esquivar, distanciar e tentar despistar a capitã sempre que fosse necessário ou possível, mesmo estando bastante ferida por causa dos ataques de mais cedo.

Em uma situação onde a capitã fosse tentar nos atingir com seu chicote, focaria em tentar me esquivar enquanto continuasse avançando, então tentaria se o ataque permitisse, desviar do chicote dando um simples salto para frente ou diagonal utilizando as pernas em conjunto com a cauda. Agora se não fosse ser o bastante, utilizaria de algum movimento mais complexo como um mortal ou um parafuso para frente, mas sempre com cuidado para não apertar Yue ou deixar que ela caísse ou fosse atingida em nenhum momento.

Se a capitã conseguisse me acertar, tentaria ignorar a dor como já tentava fazer com as dores que sentia da luta que tínhamos travado, fazendo o mesmo se ela me derrubasse ao deixar para lá o ocorrido me levantando e pegando Yue nos braços novamente após um leve xingamento para a marinheira. - Maldita! - Mas já voltando a correr novamente.

Caso ela fosse me puxar para algum lugar com seu chicote, como de prache, prenderia a lâmina de minha manopla no chão enquanto tentaria me segurar em algum lugar com minha cauda para ganhar tempo e tirar o chicote da minha pessoa. Mas se não fosse ter jeito, ao menos deixaria Yue para que apenas eu fosse puxada enquanto tentaria utilizar minha cauda para assumir o controle enquanto tentasse impedir ou amenizar qualquer dano ao deslizar minha cauda e as lâminas de minhas manoplas pela primeira superfície que encontrasse ao tentar me estabilizar para tentar chegar na superfície que fosse ser lançada com as pernas para ficar bem.

Agora se ocorresse de ser puxada em direção a capitã para que ela utilizasse algum golpe contra mim, tentaria desviar minha direção ao bater minha lâmina ou cauda em alguma superfície como o chão para não ser atingida, sendo que em último caso utilizaria o próprio corpo da marinheira para isso no último segundo enquanto tentasse me livrar do chicote dela me segurando.

Ela poderia utilizar seu soru em vários momentos, se utilizasse simplesmente saltaria em alguma diagonal aleatória sem cessar a corrida até que voltasse a conseguir acompanhar seus movimentos, podendo continuar desviando de quaisquer ataques que viessem em minha direção sem ser atingida por alguma surpresa vindo de uma direção que eu não esperasse.

Estaria atenta também com alguma aparição do leão ou de alguma barricada, sendo que se avistasse algo do tipo que pudesse interromper o meu movimento com Yue, instantaneamente mudaria minha direção ao entrar no primeiro beco que houvesse para desviar o caminho. Agora se não tivesse jeito de fugir tão facilmente, com Yue nos braços, na posição descrita antes, faria os pulos acrobáticos necessários para subir nos telhados e passar pelo bloqueio podendo continuar com a fuga ao deixar os marinheiros e/ou o leão para trás, por mais que a capitã provavelmente fosse continuar me perseguindo com facilidade.

Todas os meus movimentos seriam tomando o máximo de cuidado para não machucar Yue e que ela não fosse atingida ou removida de de mim pela capitã ou de qualquer outra forma. Sempre continuaria seguindo em frente, parando apenas se de alguma forma a capitã conseguisse tirar Yue de mim, já que não avançaria em hipótese alguma sem ela comigo, preferindo ser presa com minha amiga.

Se encontrasse algum bueiro do tipo, não entraria nele automaticamente, entrar lá para fugirmos seria bom, mas seria melhor ainda se conseguíssemos fazer isso e despistar a capitã ao mesmo tempo.

Vendo o bueiro, adentraria com Yue na primeira rua que estivesse por perto depois de passar pelo mesmo. Conseguindo entrar nessa rua, manteria a fuga por pelo menos duas quadras, para então virar a direita e depois de mais uma quadra, a direita novamente, voltando para a rua onde eu estava no início. Conseguindo chegar nela, tentaria sair da vista da capitã por alguns poucos segundos ao dar o maior salto que conseguisse em direção ao bueiro com muito cuidado com Yue para que a mesma me acompanhasse nesse movimento mais brusco sem se machucar, de forma que removeria a tampa a arremessando para cima habilmente para que desse tempo de eu e Yue pularmos no bueiro e a tampa o fechasse na posição exata, de forma que conseguíssemos finalmente despistar a mulher, onde correria pelos esgotos procurando por um segundo bueiro algumas quadras distante daquele pelo qual havia entrado.

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