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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

On The Top Of The World

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensa Akira Suzuki. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyQua 04 Dez 2019, 16:46

Horizonte Azul - Parte I

Finalmente era hora de zarpar, de dar um passo adiante em direção ao desconhecido. A madeira sob meus pés era inconfundível, quase como se estivesse mais uma vez me dizendo que não haveria volta para aquela decisão. Sinceramente, eu não me importava; seguir para a Grand Line não só era o que eu pretendia, mas também era o que eu buscava a muito tempo. Não havia mais muito a buscar nos Blues, aquelas águas eram calmas demais para conterem o que eu buscava, fazia tempo que eu sabia que precisava abrir meus horizontes, e não havia opção melhor do que aquela. Uma parte de mim não se sentia preparada, mas eu sabia bem que se ficasse esperando pela segurança vir eu nunca conseguiria fazer aquela viajem, precisava confiar na evolução que já havia tido, nas experiências que já havia passado. Doia deixar para trás tudo e todos que haviam cruzado meu caminho, mas assim era a vida de um aventureiro, a vida que eu havia escolhido, a vida que eu precisava, e não iria recuar agora, depois de tanto caminho andado.

O nervosismo em fazer a travessia para a Grand Line e, mais do que isso, encontrar aqueles que a fariam comigo, era grande. Por mais que eu houvesse estudado navegação para poder comandar navios, eu nunca esperei realmente ter que comandar um navio cheiro de desconhecidos, mas a essa altura já tinha noção de que essa era a única opção que havia testado. Em uma tentativa de me acalmar, ou ao menos reduzir a ansiedade, logo eu me encontrava repetindo mentalmente palavras de confiança e encorajamento - "...Essa foi a vida que você escolheu, não pode recuar agora depois de tanto caminho andado!" - Dizia, com pouco resultado, a mim mesmo. Mas, para minha surpresa, todos aqueles monólogos mentais não foram lá de grande ajuda, ao menos não em comparação com uma simples palavra que me deixou em estado de choque - C-capitão?!? - Meus olhos se arregalavam ao ouvir o rapaz do navio. Eu esperava atuar como navegador naquela viajem, não como líder do grupo - "Sebastian maldito, você foi longe demais!!"

Após ouvir aquela revelação um tanto inesperada, minhas mãos se erguiam afrente do meu corpo com as palmas abertas e braços recolhidos, quase como se buscando espaço pessoal - Ow ow ow, p-pera ai, que história é e-essa?! - Então, logo em seguida minha mão direita ia ao meu rosto com uma palmada suave, quando finalmente percebi o que havia acontecido - Ah não, ele não fez isso... - Olhando para o rapaz que havia se introduzido como vice-lider, logo o responderia antes que ele pudesse me interromper - B-Bolton, não é? Olha só, eu n-não vim aqui com intuito de liderar essa expedição ou nada do gênero. Eu sou só um navegador que veio ajudar e aproveitar pra fazer a travessia junto, não me d-dou bem com esse tipo de liderança - Dando um rápido toque em seu ombro, começava a passar por ele, adentrando no navio - Se quiser pode ser o l-lider ou o que for. Só... Me deem espaço e transmita minhas mensagens quando estivermos navegando, você tem cara de que conseguiria alcançar melhor todos com a sua v-voz - Dizia, antes de ajeitar as alças da mochila e dar uma olhada rápida na proa do navio. É claro que eu não queria ficar comandando o navio, ainda mais se tivesse que ficar gritando para todos; mesmo que não fosse tão aguda, minha voz não era um exemplo de masculinidade. Falando em tom normal eu não tinha problemas em disfarçar, mas gritando? Eu nunca havia tentando forçar a voz gritando, e tinha a impressão de que ficaria bem forçado, isso se sequer conseguisse.

Já definitivamente do lado de dentro do navio, após alguns segundos logo me tocaria. Bolton havia se apresentado, mas o choque havia feito eu me esquecer de fazer o mesmo - Aliás, sem títulos, por favor. Eu me chamo Akira, pra mim apenas isso já é mais do que s-sufienente. É um prazer navegar com vocês- E logo daria uma volta pelo local, para saber como era o navio, mas, acima disso, para achar o leme e um local para por minhas coisas. Eu não havia tido tempo de comprar um mapa do blue, então esperava que o grupinho houvesse se dado ao trabalho de o fazer, caso contrário teria que pedir o dito cujo para Bolton, já que precisávamos de um para sabermos as direções. Com mapa pronto, instrumentos posicionados, direção verificada pela bússola a acertada pela tripulação e navio preparado, finalmente avisaria a Bolton que estava pronto para começar a viajem. Seria minha primeira vez guiando um navio de verdade, mas isso apenas significava que eu precisava dar meu máximo. Eu tinha conhecimento teórico e havia tido algum contato com um navio antes, mas uma viajem completa, ainda mais na travessia para a Grand Line, era definitivamente amedrontador. Me manteria sempre verificando a rota, usando a bússola e o mapa, além de olhares periódicos no horizonte e céu para verificar como estava o tempo, sempre avisando ao pessoal qualquer alteração que precisássemos fazer para mantermos o trajeto. Caso o mar estivesse calmo e não houvesse nenhum sinal de mudança por algum tempo, tentaria puxar assunto com Bolton - Hey, err, bom... Vocês sempre foram um grupo ou também só se juntaram para essa viajem? - E, caso a calma se mantesse, tentaria também manter a conversa - Algum motivo em especial pra querer ir para a Grand Line?
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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyDom 08 Dez 2019, 00:18


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os planos de Sebastian haviam surpreendido Akira, de forma que ela havia sido pega despreparada para lidar com a situação. Ao menos, era o que ela pensava — O meu contrato com o senhor Sebastian é claro. A fim de evitar motins, há uma cláusula em que você é inexoravelmente o Capitão e, se acontecer alguma coisa, eu devo intervir - informava, deixando claro que rejeitaria a posição mesmo que Suzuki não se sentisse segura para tal. Nos cálculos de Sebastian, ela era mais do que confiável para assumir a posição e, mesmo que não acreditasse nisso, o seu potencial estava ali, pronto para ser despertado — Será isso, Capitão Akira, nenhum dos outros homens tem a capacidade para assumir o posto - gesticulava com as mãos, demostrando que não havia o que ser feito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O grupo, anteriormente apresentado por Bolton, era composto por cinco pessoas, compondo uma tripulação de seis indivíduos ao total, contando com Akira Suzuki. Após uma breve apresentação, Akira tinha uma sucinta noção com quem estava velejando. Bolton, o Don, um caçador de recompensas que não temia a morte; Parklife e Beyond, dois irmãos que formavam uma dupla de caçadores, em busca de fama e riqueza; Cave, um marujo que estava tentando pagar suas contas após endividar-se com um agiota; Sam, uma caçadora de recompensas de renome, a qual estava atrás de um pirata específico. Todos haviam sido contratados por Sebastian para fazer a travessia. Sobre os termos, o mordomo era sagaz o suficiente por não deixar apenas nisso...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O navio já havia deixado Baterilla para trás, a qual era apenas um ponto preto no horizonte. Akira estava responsável pelo leme e estava atenta à passagem do tempo, a fim de tornar a viagem o mais eficaz e segura possível. Bolton agia como um genuíno sub-líder e repassava as ordens devidamente, mantendo todo mundo nos eixos, permitindo que Suzuki focasse no seu trabalho, o que era o melhor que podia fazer, visto que não tinha habilidades relacionadas à navegação. Os irmãos Park e Beyond eram a dupla perfeita para controlar as velas, sempre em sintonia - ou quase sempre; às vezes o orgulho falava mais alto e tinham pequenas discussões por besteiras.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Cave e Sam não tinham muito o que fazer, senão ajudar em algumas tarefas independentes que surgiam vez ou outra, pois haviam sido colocados no navio em razão de seus ofícios, vez que o homem era um cozinheiro e a mulher uma médica. Eram pequenos detalhes que Sebastian havia considerado. Se as coisas saíssem dos rumos, o grupo tinha uma retaguarda com quem contar. E nessa dinâmica a viagem acontecia, com o clima ameno dentro da embarcação, o céu limpo e sol forte, mas os ventos mais fortes ainda — E você, Akira, por que está indo para a Grande Rota? - Bolton pulava do convés até o parapeito da parte superior do navio, ficando suspenso nele, com apenas a sua cabeça e braços a aparecer para Akira, a qual não desgrudava do leme.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, com a cabeça de Bolton à frente, a grande montanha vermelha se agigantava sobre eles. Sua extensão parecia não ter fim, pois as nuvens engoliam o seu topo. Era um fenômeno interessante e que Akira havia aprendido recentemente. As grandes montanhas eram capazes de reter as nuvens ao redor delas. E, contrariando toda o senso comum e a imaginação, ao longe podia-se ver as fortes correntes subirem a montanha, não a toa Suzuki havia sentido algo estranho na embarcação nos últimos momentos, como se tivesse ficado mais veloz - além do fator dos ventos — É a... - Park começava, perdendo as palavras — Montanha Reversa! - o seu irmão complementava, animado. Ao ouvir, Bolton se deixava cair novamente ao convés — Capitão Akira, às suas ordens! - ironicamente se botava a obedecê-la ao desobedecê-la.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O navio precisava ajustar o seu curso com precisão, tomando as medidas necessárias para suportar as fortes correntes e se ajustar ao seu curso, mantendo-se longe da montanha rochosa e dos iminentes perigos que o mar escondia.

Off

Botei alguns NPCs e dei uma base para eles, de forma que se você se interessar por algum, pode estreitar os laços e quem sabe o que rola no futuro. Reverse Mountain! Finalmente chegamos!


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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptySab 14 Dez 2019, 21:38

Horizonte Azul - Parte II

Com as mãos firmes no leme, mesmo que ainda estivesse um pouco nervoso com aquela viajem, logo a paisagem ia me acalmando. O mar azul se estendendo por todas as direções por algum motivo me passava uma sensação de calma, a sensação de que só precisávamos deixar que o vento nos levasse tranquilamente ao nosso destino. Eu sabia, claro, que aquilo não era verdade, e que não demoraria para a viajem se tornar mais tortuosa, mas eu também gostava de me deixar levar por aquela sensação, de afrouxar os braços e sentir o cheiro do mar adentrar os meus pulmões cansados da poeira levantada da terra firme - "Essa é uma sensação que eu não me importaria de me acostumar... É como se eu pudesse ir a qualquer lugar, como se essas águas pudessem me guiar para onde eu quisesse desse mundo enorme... " - Pensava comigo mesmo, o que não deixava de ser verdade. Sabendo para onde navegar, eu podia ir a qualquer lugar, mas nem sempre o caminho seria tranquilo como aquele. Era para isso que aquela tripulação havia se unido, para superarmos a Reverse Mountain juntos e podermos continuar nossa viajem, não podia esquecer disso.

Assim como eu, cada um deles possuía seus próprios motivos para ir aquele mar turbulento, e, longe de os julgar sobre dar esse passo, sentia certa curiosidade quanto a suas histórias. É claro que eu não esperava que houvesse problemas como o meu, mas, é claro, eu também não esperava que algum deles estivesse tentando conseguir dinheiro para pagar a dívida com um agiota, e lá estava Cave. Ouvindo sobre cada um, não podia deixar de sentir inveja por alguns deles, feitos consigo mesmos e indo buscar uma história, uma vida, enquanto eu era preso ao meu passado, ao meu presente. O que eu não daria para ser como eles, livres pra seguir a vida como desejavam, mas o que me reconfortava era a esperança de algum dia ser assim tambem, quando os meus problemas e passado não mais me atormentassem toda vez que olhava no espelho - Uhm, eu...? - Dizia, com o olhar distante, quando Bolton passou o bastão da pergunta a mim. Eu me sentia inseguro a responder, mas também seria insensível me calar depois de saber um pouco dos motivos de cada um. Logo tentava buscar um meio de por em palavras que não fosse muito específico, nem vago demais - Eu... - Suspiro, sabendo que aquilo não era a resposta para a pergunta, mas também uma afirmação a mim mesmo, para renovar minhas esperanças - Eu tenho um problema, que tento resolver a anos, e espero conseguir uma resposta definitiva do que fazer lá, na Grand Line - Mais uma vez meu olhar se ficava no horizonte - Um meio de finalmente poder olhar para frente, sabe? - Dizia, com um sorriso amargo no rosto. Um sorriso amargo, talvez até um pouco triste, mas sincero - Talvez... Me achar? Eu não sei ainda, mas espero saber lá - Adicionava após alguns segundos. Eu sabia que talvez nunca conseguisse a solução para o meu problema, sabia que existia chances de eu continuar daquele jeito para sempre, mas também sabia que nunca me perdoaria se não tentasse, e aquilo era o que importava, o que não me deixava desistir.

Fazia muito tempo que eu não falava de forma aberta daquele jeito, mesmo que sem muitos detalhes, e não demorou para eu perceber o quanto havia falado. Mesmo que fossem comentários inconclusivos, era um pouco constrangedor me abrir tanto com um rapaz que havia acabado de conhecer, e não podia evitar virar o rosto, quase que tentando fugir. Isso que dava discursar pra mim mesmo por causa de uma simples pergunta. Em outras situações eu teria tentado mudar de assunto rápido, mas o universo fez isso para mim, na forma de grandes paredões vermelhos se erguendo a perder de vista. Havíamos chegado na Red Line, e logo afrente estava a Reverse Mountain. Logo de cara eu senti várias perturbações no controle do navio, que felizmente já fazia ideia do que se tratavam. Por um instante pensei em gritar as instruções para o resto da tripulação, mas sabia que não conseguiria forçar a voz gritando por muito tempo, não no meio da barulheira daquela travessia, então como sempre decidi deixar que Bolton repassasse as informações - Bolton, avise a Parklife e Beyond para subirem as velas! A correnteza que sobe a montanha já nos pegou e está nos levando para a passagem, se os ventos se mantiverem carregando também o navio ficará impossível manobrar caso haja problemas na direção! Se as velas continuarem baixadas nos seremos carregados contra os paredões! - Terminava com um resumo para leigos, para que ele tivesse noção do que ocorreria caso a situação se mantivesse, era bom que agisse o mais rápido possível. Com aqueles ventos horrorosos e malucos carregando o navio junto da correnteza, eu tinha certeza que não haveria como virar o navio, qualquer erro na direção dos ventos significaria sermos carregados até um obstáculo e seria o fim, e isso era tudo o que não queria.

Sem os ventos nos carregando, restava apenas a corrente nos puxando em direção a passagem, e está agia mais a nosso favor que contra nós, desde que conseguíssemos manter o barco na linha. Era importante não haver sequer um mínimo erro na direção do navio, para reduzirmos as chances de batermos nas laterais daquele estreito canal nas menores possíveis, e isso eu não podia conferir sozinho. Após a ordem inicial dada a Bolton, prosseguiria com as instruções - Peça a alguém que fique na Gávea! É perigoso, mas alguém precisa ficar la em cima para tentar ver se existe algum erro na direcao do navio para que possamos corrigir! Quem for, peça para levar uma corda e se amarrar no mastro para que não caia! - E, após isso, tendo as informações quanto às direções, começaria a dar instruções aos tripulantes sobre o controle do navio, ao mesmo tempo que tentaria com todas as forças manter o leme firme, o rodando sempre que algum erro de ângulo ocorresse para que eu pudesse o consertar. A prioridade máxima era estarmos exatamente paralelos as paredes do canal e entrarmos exatamente no meio, após isso restaria apenas sermos levados pela correnteza montanha acima. Caso um erro de ângulo ocorresse e eu não conseguisse ter força para girar tanto o leme, começaria a entrar em desespero e gritaria - A-ALGUEM ME AJUDA!!!! - E, assim que houvesse resposta, explicaria - GIRE O LEME COMIGO, NÃO ESTOU TENDO FORÇAS PARA GIRAR TANTO! - Quase que em tom de súplica.

Caso o pior acontecesse e o navio estivesse com um ângulo muito errado e indo em direção iminente aos rochedos, a adrenalina inundados meu corpo e meus batimentos iriam a mil; com as mãos mais firmes e determinadas que nunca, daria uma ordem ousada que poderia nos salvar se bem executada - GIREM A VELA 90 GRAUS PARA BOMBORDO/ESTIBORDO E A BAIXEM!!! DEPOIS SEGUREM-SE!! - Gritaria aos tripulantes, sem tempo de ter Bolton como intermédio, para baixarem a vela na direção angular contrária à que o navio estava indo. Com a vela naquela posição, os ventos puxaria o navio em direção ao paredão oposto, que provavelmente estava distante enquanto nos dirigimos de encontrão àquele. Uma vez que o vento comecasse a agir na vela, o navio possivelmente sofreria um solavanco em direção ao lado contrário que seguimos, e tão logo que começasse a girar o leme para concertar a direção do navio, gritaria mais uma vez - AGORA SUBAM A VELA PARA NÃO SERMOS CARREGADOS DESSA VEZ AO OUTRO PAREDÃO! - E mais uma vez me concentraria em manter o navio no ângulo correto. Uma vez que adentrassemos de uma vez por todas na corrente da Reverse Mountain e o navio se estabilizasse, finalmente suspiraria aliviado e deixaria meus braços relaxarem - Finalmente! - Diria, suando frio, mas, mesmo grato, sempre preparado para não deixar o navio ir pro lado errado na etapa seguinte da travessia, o topo. Embora, felizmente, mais do que nunca agora a corrente estivesse a nosso favor - Se segurem com força em algo! No topo vai haver um forte solavanco quando começarmos a descer! - Diria aos outros para que não comemorarem cedo demais, e manteria minhas mãos firmes no leme.
OFF:
 

Histórico do Ceji:
 

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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyDom 15 Dez 2019, 14:26


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar da última frase descontraída, quanto mais o navio se aproximava dos paredões da Red Line, mais a tensão crescia. O sentimento era esmagador. As poderosas correntes eram fortes o suficiente para criar um canal de água que subia a montanha; destroçar o navio contra as rochas não era nada. Akira estava ciente disso e começava a tomar as devidas precauções  — Eu subo! - Cave dizia. Havia passado a viagem inteira sem fazer muita coisa, mas no momento em que precisavam dele, ele estava lá — Já fui marujo e já estive no posto! Há uma cerca de Gávea, o que facilita tudo! - o homem dizia, começando a subir o mastro até a dita cerca — O navio está levemente inclinado para a esquerda! É pouca coisa, mas pode fazer diferença quando as correntes ficarem mais fortes ainda! - relatava.

Imagem - Entrada:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Diante da nova informação, Akira segurava fortemente o leme, tentando redirecioná-lo sutilmente na posição certa — Mais para a direito! O leme virou demais! É apenas um pouco! - Cave instruía, o que era seguido por Suzuki, que, após algumas imprecisões, conseguia colocar o navio na direção correta - ao menos, era o que parecia. "Perfeito!" - o marujo dava seu aval. Os irmãos Park e Beyond, às ordens de Akira, começava a recolher as velas, subindo-as, para que a mudança nos ventos não influenciasse a direção do navio, tirando-o da rota segura. E os ventos estavam, de fato, mais violentos, o que dificultava a tarefa — Eu ajudo! - Sam se colocava à disposição para ajudar a puxar a corda das velas. Só com a sua força que elas eram devidamente recolhidas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, mesmo diante do esforço que tinham feito, haviam demorado um pouco mais que o possível, afetando a rota do navio e pondo por água abaixo o que havia sido feito anteriormente. O Baterilla Seawater¹ estava fora de rota e Cave logo anunciava — Saímos de rota! Saímos de rota! - a Red Line já estava à frente. Sábia e rapidamente, Akira mandava baixarem as velas novamente, o que Park, Beyond, Sam e, agora, Bolton, se uniam para realizar. As velas eram giradas a estibordo, jogando o navio para o lado bruscamente — MENOS! - Bolton gritava com o grupo, o qual recolhia parcialmente as velas e a girava a bombordo — NO PONTO! - Cave forçava sua voz ao máximo para ser ouvido, diante do barulho de ondas rompendo nas rochas — ESTAMOS SUBINDO! - com as velas recolhidas e o navio na direção correta, o Baterilla Seawater começava a subir a montanha mágica — ESTAMOS SUBINDO! - Sam e os irmãos gritavam em coro — SEGUREM-SE!! - Bolton relembrava - e não que fosse necessário.

Imagem - Subida:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todos se agarravam como podiam e, sendo atirado contra a parede do navio, Bolton tentava alcançar a posição de Akira — ESTAREI AQUI PARA AJUDAR NO LEME, SE PRECISO! - ele havia recebido uma forte pancada, de tirar o fôlego, contra a parede, mas agora estava próximo, pronto para auxilá-la, segurando nos corrimãos da escada que levavam à pequena parte superior do navio, onde ficava o leme. O navio subia freneticamente, dando a impressão que as correntes os guiariam até os céus — ESTOU VENDO O FIM DELA! - Cave gritava — CHEGAMOS AO TOPO! - um segundo tempo, a sensação era como se a embarcação estivesse voando — SEGUREM-SE MAIS FORTEEE! - o navio estava no ar e, naquele momento, Akira podia ver diversos caminhos convergindo, tornando-se uma só corrente que seguia uma linha única, a qual aparentava ser ainda mais poderosa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando o navio tocasse a água novamente, seria violentamente atacado por todos os lados. Apenas uma habilidosa navegadora poderia guiá-lo naquele momento. E, se não se segurassem direito, seriam todos atirados para fora da embarcação - morte instantânea.





¹ Não havia nomeado essa embarcação, mas agora ela tem um nome clichê!

Off

Ao avaliador: é minha primeira narração subindo a Reverse, feedbacks mais específicos sobre essa parte são muito bem-vindos!


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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyQua 18 Dez 2019, 22:16

Horizonte Azul - Parte III

Eu mal podia acreditar nos meus próprios olhos enquanto via o navio subindo a tortuosa e majestosa correnteza montanha acima. Mesmo tendo lido sobre, era inacreditável como algo como a Reverse Mountain podia existir, e a animação era clara em meu olhar, misturada com a adrenalina e tensão. Ao mesmo tempo que aquela vista incrível era algo de uma vez apenas na vida, eu sabia bem que podia a ser tanto pela raridade da travessia quanto por ser nosso fim, e eu não pretendia que fosse a segunda opção de forma alguma. Os respingos de água inundavam o convés como um chviscar, e se misturavam ao meu suor frio ao me alcançar, mas era algo tão simples e desprezível que sequer chegava aos meus sentidos, sobrecarregados com a imensidão, beleza e ferro da Reverse Mountain - "Akira, foi para isso que você estudou navegação. Está indo tudo bem, você sabe que consegue terminar a travessia!" - Repetia a mim mesmo mentalmente, para não deixar nenhum ponto de coragem me escapar.

Quando havíamos nos aproximado daquela montanha lendária, a primeira coisa que eu havia pensado era em como ela era aterrorizante. Ver aquele paredão por baixo e o caminho improvavelmente pequeno de água desafiando a gravidade parecia um anúncio de morte, e eu apostava que não podia ficar pior. Ah, como eu estava errado. Embora a base fosse mais sombria, e passasse a sensação de estar cara a cara com um enorme cadafalso preparado para lhe receber, o topo conseguia ser tão ou mais amedrontador, o que me fazia questionar a sanidade de qualquer um que algum dia pudesse cogitar fazer a travessia mais de uma vez. Enquanto base parecia um encontro ao cadafalso, ver a montanha por cima, com todos os oceanos de misturando embaixo do navio, ver o mundo todo se estendendo kilometros abaixo de onde está, era como lentamente se ver caindo em uma armadilha mortal, mas sem poder fazer nada para impedir o que estava por vir. A diferença, porém, é que eu sabia que aquela armadilha na forma de rio que descia a montanha tinha uma saída - SEGUREM-SEEE!! - Eu gritava aos tripulantes, com o navio em meio ao ar.

Por mais que antes eu houvesse decidido não erguer a voz, houvesse falado para Bolton transmitir minhas mensagens, eu estava tão concentrado na travessia que sequer me importava mais com aquilo. Não haveria tempo de qualquer forma, e o que me consolaria mais tarde seria o fato de eu estar tão acostumado a forçar a voz grave que fazia até mesmo sem pensar; um alívio, desde que eu não perdesse a voz depois de tanto a forçar. Minha voz, infelizmente, não era o maior dos meus problemas, e sim a queda a nossa frente. Com as correntes ascendentes todas se misturando no momento da descida, aquilo era como uma corredeira tortuosa e instável que se chocava e dispensava abaixo de nós; e como se não bastasse, a fato de sermos projetados nela de algum dos quatro lados da montanha significava que com certeza não entrariamos nela retos e alinhados. Diferente de antes que pude alinhar o navio baseado nas informações de Cave, dessa vez eu não teria tempo para pedir informações antes de sermos projetados, eu precisaria manter o navio no lugar em meio à tormenta só com o que conseguia ver, era tudo que teria tempo de processar. Com os pés firmes no chão, mãos segurando o leme com força e muita determinação, eu rapidamente abaixava a aba do meu boné para ficar no topo da minha visão periférica, e alinhados minha cabeça ao centro do leme - "O boné vai ser meu guia. Se as paredes estiverem abaixo da aba do bone na minha visão, estaremos sendo puxados para nossa morte.

Por mais que houvesse feito da tática do bone, eu sabia que não usaria logo de cara, o primeiro passo era ajeitar o navio no primeiro impacto. Nós estaríamos vindo das laterais da montanha, com certeza não aterrisariamos reto, e isso ao mesmo tempo que significava que aterrisariamos levemente virados para uma das paredes, significava também que eu podia usar isso para aliviar a queda brusca. Zigue-zagueando na aterrissagem faria o impacto não atingir o navio todo de uma vez, e o fato de aterrisariamos levemente virados significava que teríamos que fazer algo quanto a inclinação de qualquer forma. No ar após sermos projetados, rapidamente olharia para a lateral da montanha, tentaria ver o ângulo que estavamos sendo projetados em relação ao curso da subida, e logo começaria a virar o leme na direção contraria a da parede que fossemos estar virados para. No impacto, eu tentaria aguentar estando com o centro de gravidade levemente abaixado e estável, com os joelhos levemente dobrados e mãos segurando o leme, mas só aquilo não seria o bastante. Com a rotação de leme que havia feito, aterrissagem ocorreria em uma das laterais do casco e logo o navio faria uma curva para longe da parede, fazendo o resto do imoacto atingir em seguida o resto do casco e, infelizmente, lentamente indo em direção à outra parede. Aquilo já era esperado, então não demoraria uma fração de segundo para que eu reagisse; agora sim usando o nome como guia, eu tiraria o leme na direção oposta à que havia girado no momento inicial da descida, mas em ângulo menor. Aquilo tinha intuito de fazer o navio fazer mais uma curva em direção ao centro da correnteza, e me manteria repetindo o movimento, virando o leme na direção contrária à anterior mas em menor ângulo, até que o navio não mais parecesse instável e nem as paredes estivessem atrás das linhas do meu boné. Nesse momento, daria um rápido olhar para trás - Cave, situação do navio! - Pediria, rezando para todos estarem bem e que o inferno finalmente houvesse chegado a seu fim.
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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyDom 22 Dez 2019, 02:04


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O barco continuava a sua trajetória parabólica, tendo o seu brevíssimo momento de ascensão — WOOOOOOOOOOOAAAAAAAAH - os caçadores gritavam em conjunto — WOOOOOAH! - de modo que nem mesmo os marujos experientes escapavam ao frio na barriga que tomava-lhes o corpo. Os respingos de água passavam pelos fulgentes raios solares, formando pequenos arco-íris ao redor da embarcação. Era uma cena encantadora - e, da mesma forma, assustadora. Logo o momento mágico acabava tão rápido quanto começou e os gritos voltavam a ser tão aterrorizantes quanto sempre.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Akira era sagaz e, apesar de não estar imune às intemperes, seja aos encantos, seja aos medos, sabia que logo a embarcação retornasse ao curso d'água, precisaria tomar rápidas e cirúrgicas medidas, a fim de alinhar o Baterilla Seawater à trajetória segura. Do contrário, nada menos que uma colisão e a morte os esperavam. Usando de todas as suas habilidades para livrar-se daquele lúgubre destino, Suzuki controlava o leme do navio com maestria, segurando-o firme no momento da aterrissagem — FIZEMOS CONTATO! - Bolton gritava — ESTEJAM ATENTOS ÀS ORDENS DO CAPITÃO! - o caçador bravejava, fazendo a tripulação se recuperar rapidamente do impacto, aliando a busca pela compostura com a eficácia de suas tarefas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O navio chacoalhou para todos os lados, fazendo o leme querer rodar para toda direção e exigindo um esforço desmedido da navegadora para mantê-lo sob controle. Seus braços já estavam cansados, enfadonhos, clamando para aquele momento acabasse; ardiam como se pegassem fogo. Akira tentava a todo custo estabilizar a embarcação, mas faltava algo. Bolton, pressentindo aquilo, pulou para a parte superior, fazendo um parkour por cima do parapeito, ajudando Suzuki a segurar o leme com todas as forças — ESTOU FAZENDO O QUE POSSO! - rangia os dentes e contraia a face, mas aquilo não foi o suficiente para impedir a embarcação de raspar delicadamente a sua lateral na montanha vermelha. O som de madeira raspando foi assustador — MAIS FORÇA! MAIS FORÇA! - Bolton se assustava, dando tudo de si para levar o leme onde a navegadora desejava, mas as correntes tornavam a tarefa muito penosa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]NADA BOM! NADA BOM! IREMOS CADA VEZ MAIS CONTRA A MONTANHA! - Cave vociferava, com as duas mãos ao redor da boca para se fazer escutar, ainda dentro da cerca da Gávea. O som de madeira raspando aos poucos passava para a de madeira rachando, o que definitivamente não era um bom agouro — AS ORDENS, CAPITÃO! O QUE FAREMOS?!?! - o homem já era tomado pelo desespero, diante do naufrágio iminente. A sua vida e a dos tripulantes estavam em risco; a pressão sob os ombros de Akira aumentava como nunca. Uma decisão poderia lhe custar tudo - e era hora de fazê-la.







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Anime? Aqui as coisas são mais embaixo. Boa sorte!!


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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyDom 29 Dez 2019, 12:20

Horizonte Azul - Parte IV

Eu já havia ouvido todo tipo de som, até os mais terríveis como gritos de agonia, mas, enquanto ouvia a madeira da lateral do navio rachar sobre a pedra, podia jurar que aquele era o som mais terrível que eu já havia ouvido. Não era direto como gritos, mas o rangido perturbador ressava com o uma ameaça inescrupulosa de uma morte terrível, como um presságio inevitavel do fim vindo se apresentar por seber que não havia o que pudéssemos fazer. Mas, independente de tudo, eu não ficaria de braços cruzados esperando minha morte. Minha vida passou diante dos meus olhos, todas as decisões e desventuras que me levaram aquele lugar; eu já havia ouvido histórias sobre pessoas que viram sua vida em flash em situações próximas da morte, mas nunca havia entendido o motivo até aquele instante. Minhas mãos seguravam tão firme o leme que ficavam vermelhas com as juntas esbranquiçadas - "EU NÃO POSSO MORRER AQUI!! NÃO AGORA, NÃO NESSE FIM DE MUNDO!!! EU NÃO ALCANCEI NADA AINDA, NÃO POSSO SER ESQUECIDO NO FUNDO DO MAR!!!!" - Era para motivar, aumentar a força de vontade, que víamos aqueles flashes, e ah, como havia dado certo.

A adrenalina percorria com fúria por todo o meu corpo ja molhado de suor e água, revivendo meus braços fracos, que lutavam pela sobrevivência do navio tanto quanto os de Bolton que havia vindo me ajudar. Em outras situações eu talvez me retraisse com a chegada de Bolton, mas naquela situação eu não tinha condição mental para tal. Cada segundo importava, e minha mente se focava em apenas uma coisa: sobreviver. Aquela altura, com duas pessoas tentando inutilmente girar o leme, eu já mais do que sabia que não seria suficiente; naquela correnteza e posição, mesmo que conseguíssemos forçar o mecanismo contra a força da água, não adiantaria de nada se o navio inteiro estava sendo empurrado para a parede. Nós precisávamos de alguma outra força para virar o navio, que também não podia ser as velas uma vez que não havia vento que superasse aquela correnteza. Não havia outra opção, muito menos tempo para raciocinar mais sobre o assunto. Eu precisava tomar uma atitude rápido, e teria que tomar a única providência que conseguia pensar, por mais arriscada que fosse - JOGUEM A ANCORA A BOMBORDO/ESTIBORDO!!! - Gritava, indicando o lado oposto ao paredão de pedras - SEM PERGUNTAS, NÃO TEMOS TEMPO PARA ISSO!! JOGUEM SÓ A PONTA; PRECISAMOS USAR O PESO, NÃO ANCORAR!!! - Dava o máximo de explicação que a situação permitia, torcendo pra ser o suficiente.

Não havia como mudar a trajetória do navio com o leme, e muito menos com os mastros; ou melhor, não havia como controlar o navio, mas isso não significava que não havia meios de mudar sua trajetória na marra. Eu sabia que era arriscado usar a âncora, mas sabia também que se não desse certo nós estaríamos mortos de qualquer forma, uma aposta era melhor do que certeza de morte. Com a âncora lançada, duas situações moderadamente vantajosas poderiam ocorrer: 1- Se a âncora fosse densa demais para ser carregada pela correnteza com a mesma intensidade que o navio, a corrente da mesma puxaria a embarcação, causando um solavanco e o fazendo inclinar e curvar em direção à ancora; a força de tensão da corrente nos puxaria em uma trajetória levemente circular em direção ao centro da correnteza, onde teríamos que reerguer rápido a âncora. 2- A correnteza conseguiria carregar a âncora apesar da sua densidade, mas está, jogada na lateral interna da corredeira, seria puxada mais ao centro, com mais intensidade por ser pesada, e o navio seria puxado pela corrente da âncora em direção à correnteza central, até ficar imediatamente atrás da mesma. Se a âncora fosse carregada ou não pela correnteza haviam chances de sobrevivência, desde que fossem em valores relevantes, uma vez que não havia tempo.

Caso o navio fosse puxado para o lado em direção ao centro, isso significaria a âncora havia sido carregada pela correnteza em direção ao meio, assim que o navio fosse mais ao centro, gritaria - ALGUEM MAIS NOS AJUDE A ACERTAR A POSIÇÃO DO NAVIO!!! - Dizia, tentando impedir o navio de ser carregado virado de lado, e daria outra ordem assim que a posição estivesse mais ou menos ajeitada - SUBAM A ANCORA, NÃO PODEMOS CORRER O RISCO DE ELA SER PUXADA PARA O OUTRO LADO E NÃO TERMOS COMO MUDAR A TRAJETORIA!! - Gritaria, um pouco mais calmo depois do pior já ter passado. Caso, porém, o navio, após o solavanco, tivesse a parte frontal curvada em direção ao centro da correnteza, isso significaria que a âncora não foi carregada com a mesma intensidade que o navio, e estávamos tendo a posição alterada pela tensão da corrente. Nessa situação eu tentaria aproveitar a chance ao máximo para forçar o leme, tentar sair da lateral da montanha aproveitando que o mesmo havia sofrido uma curvatura, e logo em seguida gritaria aos outros, assim que o navio começasse a sair da lateral da montanha - SUBAM A ANCORA, ANTES QUE A CORRENTEZA QUEBRE O NAVIO TENTANDO NOS ARRASTAR MAIS DO QUE A ANCORA PERMITE!!!! - Informaria. Em ambos os casos, faria de tudo para manter o navio no centro, para que aquele erro não se repetisse. Se tudo desse certo e conseguíssemos chegar no fim da montanha, em águas mais calmas, minha força faltaria em minhas pernas e eu cairia no chão, em meus joelhos, sem forças e ofegante - Con... Seguimos...?
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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptySex 03 Jan 2020, 15:32


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Situações drásticas exigiam medidas drásticas. Akira era forçada a usar de um artifício não convencional para lidar com o problema. E, se não agisse rápido, o barco inteiro poderia eclodir — Eu posso fazer isso! - Sam respondia às preces da navegadora, indo em direção à âncora. A instabilidade do navio fazia a mulher correr desgovernadamente, se apoiando em tudo que podia, ao passo que tentava alcançar a âncora. Reconhecendo a importância do momento, Beyond, um dos irmãos, também ia ao auxílio da caçadora, a fim de realizar a tarefa o mais rápido possível, mas não era diferente com ele. Era como se um pequeno terremoto estivesse abalando toda a embarcação. Ainda, o som de madeira gritando ainda atormentava-lhes o ouvido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após muito esforço, a dupla conseguia chegar até o local onde estava repousada o mecanismo da âncora e, girando a correia, começavam a lançá-la ao mar — ESTAMOS JOGANDO-A! - todavia, era difícil girar a engrenagem e, assim,o, o segundo irmão também abandonava o posto das velas - que já estavam estáveis - e corria para auxiliar os demais, fazendo as correntes se moverem e dispersarem a âncora na água, rasgando a sua superfície — FORÇA! MANTENHAM-A AI! PARADA! - Sam gritava, forçando todos os seus músculos a fim de manter o mecanismo parado onde estava, senão a força da corrente marítima que descia a montanha faria-o girar descontroladamente contra as suas vontades. O Baterilla Seawater começava a inclinar para o lado, voltando para o centro da descida — VOLTAMOS PARA O CENTRO! - Cave advertia da gávea, em sua posição privilegiada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, mais um enorme esforço conjunto era necessário para fazer a âncora subir, mas com os três tripulantes se empenhando, a âncora logo voltava ao navio e ele estava corretamente posicionado para completar o último trecho da descida — A ROTA ESTÁ ESTÁVEL! - o anúncio do marujo trazia uma enorme sensação de conforto e segurança para os tripulantes. Finalmente podiam relaxar um pouco e aproveitar o último trecho da descida da Montanha Reversa, apreciando as rubras formações rochosas que rapidamente ficavam para trás — IREMOS FAZER CONTATO! - Cave gritava, e segundos depois a proa da embarcação mergulhava na água, fazendo o navio ficar suspenso diagonalmente ao levantar da parte traseira, jogando todos para a frente e forçando-os a se segurarem em algo para não serem atirados ao mar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, assim, a proa se ergueu novamente, jogando água para cima do convés, banhando a tripulação com a sagrada água da Grande Rota, que os recebia de braços abertos — HAHAHA! CHEGAMOS! - Bolton se emocionava, próximo a Akira, segurando-se com um braço e uma das pernas no parapeito, em uma posição extremamente desconfortável. O grupo que estava na parte inferior do Baterilla Seawater também ria de emoção. Finalmente haviam voltado para o mar e a terra vermelha se estendia para os dois lados. Todavia, em um deles, podia-se ver um farol mais distante  — Creio que esse seja o nosso destino? - Bolton olhava para Akira  — Acho que a maior parte do grupo irá se separar aqui. O que você pretende fazer? - indagava. O contrato realizado com Sebastian perdurava até que cruzassem a Montanha Reversa e, agora, Suzuki tinha novos desafios a enfrentar: a começar com a embarcação danificada.






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Bem-vindo à Grand Line!


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MensagemAssunto: Re: On The Top Of The World   On The Top Of The World EmptyQui 16 Jan 2020, 18:43

Terra Vermelha - Parte I

Conforme o navio se estabilizava naquele novo mar, a proa se erguia e com ela trazia junto a água, que nos banhava quase que em batismo místico. Nos havíamos superado a morte mais de uma vez naquela travessia demoníaca, e aquele ritual apenas me fazia agradecer por não ter desistido. Houveram vários momentos que eu pensei em deixar de lutar e aceitar meu fim, mas desistir desse jeito não era e nunca foi meu jeito de fazer as coisas. Trazendo o navio, ajustando o curso, em meio ao ar, afastando-o da parede, houveram várias vezes que a morte nos cumprimentou de frente, mas se estávamos aqui hoje era porque nossa determinação foi mais forte, nossa vontade de viver foi mais forte, e eu nunca deixaria minha mente esquecer disso, não importava o quão fundo no poço eu chegasse - "Eu li sobre, mas nunca imaginei que a travessia fosse tão mortal... Agora faz sentido aquela taxa de portes..." - Pensava comigo mesmo, com a certeza de que agora em diante não duvidaria mais de informações em materiais oficiais, e principalmente nunca mais tentaria fazer essa travessia uma segunda vez, não importava o que acontecesse.

Aquela água salgada não só nos dava boas vindas a um mundo novo, mas mais do que tudo, nos ensopava. Eu já estava repleto de suor pela tensão, e aquela água carregada de sal chegava deixando minhas roupas mais grudentas e pesadas do que já estavam. Uma de minhas mãos tentava apertar a ponta da mangá da camisa, como em uma esperança irracional de secar aquela água toda, mas em sabia que seria impossível me livrar daquele volume todo - "Droga, se eu ainda fosse um rapaz eu podia ao menos tirar essa droga de jaqueta e camisa... Nesse estado nem a jaqueta posso tirar, a camisa deve estar colada no peito, argh" - Aquela altura eu sequer conseguia ficar pra baixo, apenas com raiva. Eu já havia convivido com aquele corpo tempo o suficiente pra saber que meu pior inimigo eram as proporções, especialmente quando a roupa fucava colada como naquele momento graças a água. Após algum tempo descansando, logo juntava forças para me levantar mais uma vez após o sufoco da travessia que me tirava das pernas a força, e via os outros tripulantes comemorando. Não os julgava, eu estaria daquele jeito também se estivesse em plenas forças e condições, mas eu já havia me forçado demais naquele leme.

Entre as comemorações, porém, um deles se destacava se dirigindo a mim, Bolton me fazia uma pergunta um tanto inesperada - Sepa_?! - Minha voz falhava. Depois de tanto gritar, ainda mais tendo forçar a mesma, não era de se surpreender que minhas cordas vocais não estavam em plenas condições; nenhuma parte do meu corpo estava. Logo tossia um pouco e aquecia a voz - D-desculpe. O que quer dizer com se separar? Aqui, no farol? Eu achei que iriam se separar na primeira ilha. Como ficará o navio, então? Ou melhor, o que fará quem não prosseguir com este navio?! - Questionava, incrédulo. Nós estávamos no Farol, uma terra sem civilização, eles não esperavam conseguir outros navios ali, não é? Se fosse realmente isso que ele pensava, eu seria obrigado a o interromper - E como conseguiriam navios nesse lugar? Isso daqui é desolado, casa de piratas e náufragos que milagrosamente sobreviveram a destruição de seus navios. Aqueles que têm condições de partir daqui já o fizeram faz tempo. Que vantagem teria em se separar aqui em vez de em uma ilha civilizada? Eu realmente não entendo Se esse não fosse o intuito, porém, eu realmente não saberia qual era. Eu duvidava que houvessem navios preparados para todos aqui, não sabia sequer se era possível, e não confiava na possibilidade de terem outros caçadores apenas esperando novos membros para partir. Na verdade, se o intuito fosse se juntar com outros, aí mesmo que eu não veria sentido em nos separamos, e eu infelizmente não lia mentes para procurar um na cabeça deles. No final, não havia muito o que fazer.

O que eu sabia que tínhamos que fazer, porém, era por o navio em um local adequado. Logo que todos tivessem tido seus descansos, tomaria a rédea da tripulação novamente. Por mais que no início eu houvesse sido contra a ideia de liderar, àquele ponto eu ja estava o fazendo sem muita reflexão, como se passarmos por aquelas quase mortes juntos houvesse me feito me aproximar daquelas pessoas. Se já estivéssemos do lado de terra firme onde pudéssemos atracar, logo comandaria a subida das velas e descida da âncora, assim como os outros preparativos que eu mesmo ajudaria no trabalho. Caso estivéssemos ainda um pouco longe, chamaria todos pra por aquele navio para se mover novamente, até alcançarmos um local propício da margem onde finalmente pudéssemos âncorar. Após tudo preparado, eu mesmo desceria do navio, assim como imaginava que os outros o fizessem, e pisaria no chão com a saudade justificada da terra firme e de um chão que não fosse de madeira - Finalmente - Diria para mim mesmo, antes de dar uma olhada ao meu redor, gravando a forma daquele lugar, e buscando algum ponto de referência fora o farol ou até mesmo algo que chamasse minha atenção em meio a pedra vermelha que constituía aquele lugar.
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