One Piece RPG
O Ronco do Bárbaro - Página 4 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Akira Suzuki
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor ADM.Noskire Hoje à(s) 10:58

» Lurion
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor ADM.Noskire Hoje à(s) 10:57

» O Legado Bitencourt Act I
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Ineel Hoje à(s) 04:15

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Akuma Nikaido Ontem à(s) 23:54

» Livro Um - Atitudes que dão poder
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 22:20

» Seasons: Road to New World
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 22:04

» Supernova
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Takamoto Lisandro Ontem à(s) 21:56

» Hey Ya!
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Takamoto Lisandro Ontem à(s) 21:55

» Cap.1 Deuses entre nós
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Thomas Torres Ontem à(s) 21:05

» The One Above All - Ato 2
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor CrowKuro Ontem à(s) 19:44

» A inconsistência do Mágico
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 19:27

» Vamos nos aventurar! Anjinhas me aguardem...
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor GM.Muffatu Ontem à(s) 18:23

» As mil espadas - As mil aranhas
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor jonyorlando Ontem à(s) 17:46

» [Mini - Cass Sabach] A fumaça cresce no horizonte
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Jinne Ontem à(s) 16:34

» Um Destino em Comum
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor (Orochi) Ontem à(s) 15:13

» A busca da liberdade
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Dogsofain Ontem à(s) 14:12

» Karatê Cindy
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Oni Ontem à(s) 13:11

» Meu nome é Mike Brigss
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Oni Ontem à(s) 12:03

» Enuma Elish
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 10:12

» Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista
O Ronco do Bárbaro - Página 4 Emptypor Furry Ontem à(s) 09:59



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 O Ronco do Bárbaro

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 59
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyQua 13 Nov 2019, 19:00

Relembrando a primeira mensagem :

O Ronco do Bárbaro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gustav Karlsefni. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas


Data de inscrição : 12/03/2016

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyDom 19 Jan 2020, 19:42

Gustaf Karlsefni


A Marinha era exatamente aquilo que Gustaf imaginara. A dupla ali parecia ser a descrição perfeita que o avô do bárbaro falava – Marinha – gusp – são homens fracos e sem ambição Gustaf – As palavras do velho e sua imagem cuspindo no chão quando desgostava de algo ainda era clara em sua mente. Eles pareciam apenas crianças com medo de fazer arte e tomar surra do pai, uma metáfora perfeita para a situação – Eu não estou aqui pra salvar vocês – retrucava no exato momento em que aquilo era dito, não escondendo a cara de nojo só de pensar em algo assim – Se não querem enfrentar os inimigos de frente, então vão pra casa – dizia com mais rispidez, sabendo que eles poderiam atrapalhar o plano que estava em andamento.

Pelo menos eram fracotes e não iam contra a ideia de jogar a molotov dentro da caverna. Com o pano acesso, a garrafa era arremessada na escuridão, o barulho do vidro quebrando era alto e logo o cheiro da fumaça sobreponha ao cheiro esquisito das ervas. Gritos e passos eram ouvidos saindo do esconderijo, nesse momento podia notar um sorriso de satisfação nos lábios de Gustaf, logo sua mão pousava sobre o machado, seu sangue já corria com mais força em suas veias, deixando seu pescoço vermelho.

Os bandidos saiam em desorganização e logo estavam encurralados pelo grupo, ou pelo menos era essa a ideia. Como todo bom plano, aquele estava preste a começar. O tiro dado por um dos garotos ecoava pela floresta, acertando um dos adversários – Bom tiro – sussurrava para si, enquanto tirava o machado e o martelo do cinto – VOCÊS VÃO TODOS MORRER BRAHAHAH – gritava o bárbaro num tom desvairado. Os inimigos estavam em maior número, logo cada um se via cercado por eles – YOHAN SEU BASTARDO, VENHA ATÉ MIM – sua postura mudava completamente, seus olhos brilhavam de fúria ao ver o sujeito avançando contra Nereu.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Doravante, antes do prato principal havia as entradas. Alguns bandidos cercavam Gustaf – SAIAM DA MINHA FRENTE – segurando firme no cabo das suas armas, flexionava levemente seus joelhos – AHHHHHHHHHHH – bradava enquanto girava seu corpo com os braços esticados. Usaria seu tamanho e força para acertar, ou pelo menos, tentar acertar o máximo de inimigos de uma vez. Vociferaria alto para tentar intimidar os inimigos e chamar a atenção de todos para si. Completando o giro em 360°, verificaria quem havia sido acertado e se o loiro estava com algum ferimento, tendo em vista, que durante o giro não cessaria o movimento por qualquer ataque simples.

Varreria seu redor rapidamente com seus olhos. Atacaria aquele que estivesse em pior condição, ou seja, sangrando, desequilibrado ou até mesmo caído. Avançaria sem escrúpulos e usaria a lâmina do machado para cortar tudo que conseguisse, carne, músculos, ossos, não se seguraria agora. Queria derrotar aqueles sujeitos logos e partir para cima do Elfo. A cada golpe gritaria e mostraria os dentes – YOHANNNNNN – enquanto estivesse cercado pelo quarteto, atacaria com ambas as mãos, mesmo não tendo total controle das duas, tentaria fazer o melhor possível.

Se após o giro, o resultado não fosse dos melhores, atacaria do mesmo modo, sem se preocupar demais com a defesa, acreditava em sua capacidade e parecia não ter aprendido a lição de noites atrás. Caso sentisse algum golpe nas costas ou nas laterais, se viraria no mesmo momento e atacaria com força e sem piedade, naquele momento, tudo se resumia a alguns metros em sua volta, se sangue fervia em suas veias, seu rosto ficaria vermelho, demonstrando toda sua fúria. Seus olhos ficariam atento ao movimento dos quatro, assim que tivesse oportunidade, atacaria e atacaria, não recuaria nenhum passo, não com todos olhando.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ghast
Narrador
Narrador
Ghast

Créditos : 20
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/06/2018
Idade : 18

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyTer 21 Jan 2020, 05:18


Narração

Fim da tarde(penumbra), frio moderado
vento intenso
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 15

Gustaf



Tendo sucesso em espantar o grupo de bandidos para fora da caverna, o bárbaro já exclamava uma vitória de antemão, sua voz estridente, seu sangue fervente e suas veias pulsantes deixavam claro que o sujeito, sem demora, entrava no frenesi da batalha. Em sua fúria, o loiro chamava pelo nome de seu alvo, mas Yohan não cessava sua investida contra Nereu, que já levantava o martelo em frente de seu rosto a fim de aparar qualquer golpe.

Antes que pudesse partir para seu alvo, Gustaf tinha que tomar conta de algumas inconveniências que o cercava, ele inclusive tratava-as como tal, não gastando esforços para focar um cuidadoso ataque apenas em um, o berserker rodopiava seu próprio corpo com ambas as armas em punho, acertando os 4 em suas volta. Por conta da diferença de proficiência de sua mão esquerda e direita — em conjunto com a posição dos inimigos, sendo os menos afetados aqueles que estavam nas costas do rapaz — o dano causado em todos era nitidamente divergente. Dois em sua frente foram atingidos completamente pelo golpe; Aquele na direita caiu inconsciente ao ter a têmpora aberta pelo martelo do gigante, aquele da esquerda teve “apenas” um grande corte em seu braço esquerdo, dando início a uma hemorragia mas poupando sua vida por hora. Por outro lado, aqueles atrás do loiro não sofriam danos consideráveis, eram apenas empurrados para trás.

Vendo que ele era o mais ferido ainda de pé, Gustaf lançava seu martelo contra o rosto o sujeito a sua frente, derrubando-o de uma vez por todas. Entretanto, o ataque abriu oportunidades para os bandidos atrás do loiro, que faziam dois cortes simultâneos na área traseira de suas coxas, agora dificultando e incomodando o seu andar. Consumido pela fúria, o brutamontes realizava outro giro tentando acertá-los, mas a diferença de tamanhos — em confluência com o descuido do rapaz — deu deixa para que ambos pudessem se abaixar e escapar do golpe sem arranhões. Dessarte, um deles corria para a esquerda e o outro para a direita do bárbaro, apontando suas cimitarras para ele e cercando-o

— Tu num é ninguém rapá —
— Tu vai é pagar por ter matado o Washington e o Jeremias —

Ademais — além da luta de Gustaf e do parelho embate dos marinheiros — o martelo de Nereu se chocava com as cimitarras de Yohan — bloqueando o golpe com sucesso — mas a disparidades de números dificultavam, fazendo-o levar dois ataques: uma mordida lateral do lobo cinzento em sua perna — tendo escapado do agarrão por pouco — e um corte limpo em suas costas proveniente de um bandido que posicionava-se lá. Os danos teriam sido piores se a trupe de garotos não tivesse conseguido eliminar mais dois que estavam lá com disparos sincronizados, então é válido dizer que eles estavam sendo de certo ajuda.

off:
 
Legendas:
 

Npc's:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyTer 21 Jan 2020, 09:39

Gustaf Karlsefni


O combate se desenrolava conforme as partes se moviam. O bárbaro atacava como um touro, sem se preocupar com sua retaguarda, isso lhe custava dois cortes na coxa. Em troca desses pequenos ferimentos, dois inimigos agora estavam jantando na mesa de Odin – EU ... – logo após os golpes, a dupla que sobrevivia o cercava, um de cada lado, tentando flanqueá-lo, suas frases apenas faziam o sangue de Gustaf ferver ainda mais – VOU ACHAR O – apertando firme o cabo das suas armas, suas veias pulsavam com força em seu pescoço e antebraços – ONE PIECE – exclamava com o urro de um ogro, enquanto rodopiava o martelo em sua mão. Seus olhos claros fitavam ambos de lado a lado, a raiva emergia de dentro dele como um vulcão preste a explodir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

O vento que o martelo fazia a rodopiar assoviava perto da cintura de Gustaf, não havia uma grande estratégia em sua mente agora, como sempre fez a vida inteira, ele iria atacar com mais veracidade até que todos estivessem no chão e ele fosse o ultimo homem em pé. Segurando firme o machado na sua melhor mão, ele semicerrava os dentes e franzia seu cenho, era hora de agir. Com o martelo girando em sua esquerda, miraria o melhor que podia no inimigo desse lado e lançaria o objeto com força em seu rumo. Não sabia se iria acerta-lo, mas apostava na curta distância entre eles para que aquilo fosse possível.

Com esse movimento feito, daria dois passos para trás, antevendo um avanço do sujeito da direita, assim viraria seu corpo de frente para ele. O suor escorria pelo seu peito e costas, colando sua camisa em seu corpo musculoso – Sua vez – diria baixo, apenas para o oponente escutar. Segurando o machado na mão direita, o loiro mostraria toda sua selvageria avançando com passos largos, sentindo a dor e o sangue escorrendo pela suas pernas, mas sabia que sem dor não ganhos – GHARRRRRRR – levantando o machado acima da sua cabeça, colocaria as duas mãos no cabo para dar mais impacto e desceria de cima para baixo, num corte que carregava sua fúria, mirando na parte superior do sujeito (cabeça, ombros).

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Conseguindo acertar o golpe, soltaria apenas a mão esquerda do cabo de madeira, fecharia seu punho e socaria o estomago do sujeito, apenas para garantir que ele iria cair. Mesmo se o corte fosse profundo o suficiente para desmaia-lo ou derrota-lo, socaria apenas para garantir. Contudo, se o sujeito esquivasse do golpe ou conseguisse bloqueá-lo, usaria sua mão esquerda para agarrar seu colarinho, fechando seus dedos na gola do sujeito, puxaria ele para si e daria uma cabeçada do melhor modo que conseguisse. Se durante algum desses golpes, ele recebesse algum dano, não cessaria seu avanço e tentaria ao máximo matar o inimigo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Conseguindo neutralizar o adversário da direita, viraria para analisar o da esquerda. Não tinha certeza se o seu martelo tinha acertado ou não, por isso, estaria pronto para terminar aquilo com rapidez. Vendo o sujeito, estando perto ou mais distante, avançaria com olhos de tigre, contudo, desta vez, o golpe viria de baixo para cima, tentando acertar suas costelas e barriga. Usaria seu braço esquerdo para impedir um ataque algum ferimento, caso o sujeito tente uma estocada, colocaria o braço a frente para impedir que a ponta chegasse até seu corpo, seria um sacrifício necessário, tendo em vista que acreditava que apenas um golpe seu seria suficiente.

Tendo sucesso em acerta-lo, procuraria por seu martelo, pegando-o se estivesse por perto, mas se não o acha-se, deixaria para procura-lo mais tarde, sua preocupação estava em seu parceiro, era possível sentir o cheiro do sangue impregnando o ar, sangue do seu amigo. Entretanto, se um golpe não fosse o bastante, ou o bandido se esquivasse do golpe, não pararia de caminhar para frente, dando golpes consecutivos com seu machado, em movimentos que se repetiriam, golpes em diagonais e horizontais, até que o sujeito não consiga mais bloquear ou esquivar, abriria completamente mão da sua defesa para acabar com aquele obstáculo que o separava do prato principal.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ghast
Narrador
Narrador
Ghast

Créditos : 20
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/06/2018
Idade : 18

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyQui 23 Jan 2020, 06:13


Narração

Início da noite, frio moderado
vento intenso
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 16

Gustaf






Mesmo cercado, o bárbaro não vacilava, seguia implacavelmente e, anunciando seu desígnio final ao céu e aos 4 mares, rodopiava o martelo em suas mãos, podendo sentir até o próprio vento curvando-se diante sua soberania. Sem sequer importa-se com suas proficiências e se conseguiria ou não, ele arremessava aquele bruto bloco de ferro contra a face de um dos bandido, tornando o que havia ali em uma grotesca poça carmesim. Decerto que o guerreiro não tinha aptidão para arremessos, mas a distância entre si e seu alvo era tão pífia que a arma acabava por expurgá-lo quase no momento que fugia das mãos de Gustaf.

Não bastasse o estrago feito naquele criminoso, o berserker perdurava seus avanços, a fúria que percorria como combustível em suas veias e artérias não o deixava estancar. Dessarte — vencendo as dores e as limitações causados pelos ferimentos na própria perna — o brutamontes dava dois passos largos para trás e não apenas impedia um avanço do bandido que lá estava, mas — ao efetuar uma colisão com ele — inutilizava completamente um golpe lançado pelo sujeito, visto que sua cimitarra passava pelas laterais do loiro sem causar mal algum.

Já virado, o Karlsefni amaldiçoava os maus agouros da derrota a seu inimigo e — mais uma vez, superando a tortura agonizante que respaldava suas coxas — levantava seu machado acima do sujeito, preparando um temeroso golpe. Durante sua formação, os movimentos do braço do rapaz faziam as faixas que resguardavam seu abdômen caírem. Com elas ao solo, uma aura negra emanava daquele ponto, tão negra que aparentava afugentar o crepúsculo do entardecer, dando espaço para que o céu escuro da noite pudesse enfim sobrepujar o imperioso sol. Sem sequer saber de onde vinha ou o que era aquela energia que cobria-o, o bárbaro continuava seu movimento, abrindo uma deforme fissura na escápula direita do bandido. Como se as chorosas súplicas originadas pelo rapaz ao largar sua arma e colocar as mãos na recém originada ferida não fossem o suficiente, Gustaf emendava um atordoante soco contra sua face, jogando-o ao chão e enfim selando de uma vez por todas o seu destino. Para que seus esforços não sejam jogados aos recantos dos desvairados, o bárbaro corria até o bandido acertado pelo martelo e rasgava seu peito com um único golpe de machado, ele nem sequer estava em condições de reagir, o estrondo anterior em sua face bastou para que ele fosse posto para fora do embate.





Sóbrio de seu frenesi e com o martelo mais uma vez em mãos, o Karlsefni sentia o cheiro de sangue que trescalava o ar, sendo esse claramente associado aos machucados de Nereu. Falando no rapaz, ele não aparentava se estremecer mesmo cercado, a avidez pela vitória fazia-o buscá-la usando quaisquer que forem os meios, dando início a uma fervorosa reação por parte do tritão. Com o malho empunhe, ele fazia um movimento de arco e realizava um único ataque contra o crânio do lobo, fazendo o animal cair ao chão. Ademais, após levar outro golpe horizontal nas costas Nereu — contagiado pela peste do ódio — virava-se até o sujeito atrás de si e arrancava um grande pedaço de seu pescoço em uma única abocanhada, denotando o estado mental no qual ele encontrava-se. Infelizmente, o golpe impensado deixou suas costas totalmente expostas para Yohan, dando deixa para uma perfurada completa que atravessava o abdômen do tritão, fazendo-o cair de joelhos, ainda incerto se com ou sem consciência. Os garotos até tentaram ser de alguma ajuda, mas os inexperientes disparos dados por ele nem sequer chegavam perto de tocar o elfo, então eles migravam os tiros para bandidos comum.

— M-MERDA —
— N-NEREU CAIU —
— CONTINUEM ATIRANDO, FILHOS DA PUTA —

off:
 
Legendas:
 

Npc's:
 
[/color]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyQui 23 Jan 2020, 19:24

Gustaf Karlsefni


O machado do bárbaro estava encoberto de sangue dos inimigos. Gustaf estava parado olhando seu melhor amigo caido a sua frente. Por uma fração de segundos suas pernas fraquejavam, seus olhos ser arregalavam deixando sua pupila dilatada. Sua boca espumava pelos cantos, não tinha força para gritar ou agir, ver Nereu naquele estado era um choque imenso para o rapaz. O assovio do vento em seu ouvido, a dor dos cortes em suas pernas, todos esses sentimentos afloravam e fazia o loiro apertar seus dedos ao redor do cabo do machado. Aquela sensação de fraqueza logo dava lugar ao olhar endiabrado e enfurecido que era mais costumeiro – GAROOOOOOOTOS – sua voz era tão alta como o rugido de um leão, seu dedo apontaria para a floresta – NÃO ATIREM NO ELFO! – seu peito ardia, seu rosto e braços estavam vermelhos com o sangue fervendo em seu corpo – EU VOU CUIDAR DELE – em nenhum momento seu olhar vacilaria, Yohan poderia não saber, mas ele já estava morto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Colocando o martelo na sua cintura, sua mão livre agarrava sua camisa e arrancava aquele pano do seu corpo, se tivesse com faixas ou qualquer coisa assim, arrancaria junto, estava com calor, sentia um calor descomunal. Apenas sua capa vermelha encobria suas costas bem definidas, naquele momento, naquele exato momento, Gustaf não importava com mais nada, tudo que ele via era um alvo, um pequeno alvo a ser esmagado. Segurando ainda o machado, apertava firme seu pé no solo, sentindo a dor fisgar seu corpo. Sua respiração pesada parecia a de um touro bufando, a cada passo dado para frente, seu rosto se fechava num semblante horrendo, era um pequeno preço que logo passaria, Gustaf não importaria de perder uma perna, conquanto que segurasse a cabeça daquele maconheiro safado.

Quando estivesse em uma distância que conseguisse saltar e desferir um golpe no Elfo, assim faria. Sem parar, colocaria força em seus joelhos e saltaria numa parábola para frente; Seu braço erguido fazia seu machado ser colocado acima da cabeça – AHHHHHHHH – bradaria ao golpear para baixo. Mesmo enraivecido, Gustaf ainda não tinha perdido a consciência do combate, seu principal objetivo era tirar os inimigos de perto de Nereu. Conseguindo ou não acertar o inimigo, se viraria rapidamente para o tritão – Eu cuido daqui pra frente, parceiro – o sorriso formado ao dizer frase, rapidamente daria lugar para uma feição intimidadora – SUA VEZ – apontando o machado para o Elfo, era hora de acabar com aquilo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Gustaf ignoraria quaisquer outros adversários no campo de batalha, durante seu avanço contra o espadachim, empurraria ou tentaria desviar dos outros para focar no seu alvo principal. Quando estivesse próximo de Yohan, usaria a vantagem que seu tamanho exercia para atacar de média distancia com um golpe horizontal, acertando ou não o sujeito, já faria outro corte horizontal no sentido inverso desta vez e por fim, um corte vertical de cima para baixo, todos em sequência. Sabendo que o inimigo tinha uma certa habilidade com as espadas, deixaria seu braço livre para bloquear ou agarrar a espada, ignorando os machucados que seriam feitos na mesma, se não conseguisse agarrar, colocaria a mão a frente para impedir uma estocada direta em seu corpo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Efetuando os três cortes, independentemente de ter tido sucesso, ou de ter sido atacado, daria um passo para trás, buscando encher seus pulmões com oxigênio. Colocando seu braço um pouco ao lado, avançaria com toda a velocidade que conseguisse, deixando o machado próximo de Yohan, com o intuito de tirar seu corpo da sua zona de ataque, e então recuando o braço, daria um corte com toda a força que seu corpo possuía – MORRAAAAAAAA – colocaria força necessária para um corte profundo no espadachim, mas seu avanço cessaria apenas alguns metros atrás do sujeito, onde tendo ou não sucesso, já giraria em seus calcanhares, observando como era o estado do seu inimigo, ignorando inicialmente o seu próprio.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ghast
Narrador
Narrador
Ghast

Créditos : 20
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/06/2018
Idade : 18

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyTer 28 Jan 2020, 03:26


Narração

Início da noite, frio moderado
vento intenso e clima tempestuoso
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 17

Gustaf







Com o surgir das nuvens negras ao céu, uma súbita tempestade formava-se, encharcando Gustaf e lavando o sangue que banhava seu corpo. As poças criadas ao chão formavam um pequeno córrego que corria até a estrada principal, constituindo-se de uma indistinta mistura de lama e sangue. Relâmpagos corriam pelo horizonte como corcéis alados, constantemente indo de encontro ao solo e dando início a pequenos incêndios quando acertavam árvores, mas esses eram logo extinguidos pelo aguaceiro que caía de cima.

Embora, o cenário da batalha tenha mudado constantemente, o frenesi do bárbaro não o deixava focar nele com primazia, ele ainda estava incrédulo do que acabava de presenciar, seu mais leal amigo — não, irmão — fora atingido por um sorrateiro golpe em suas costas, ferindo-o gravemente e jogando-o ao chão. O loiro estava ferido, cansado, incerto, entretanto, o ódio que queimava seu coração como uma fornalha acesa à luz do meio-dia não o deixava vacilar. De antemão, soltava um grito contendo ordens para os garotos que o acompanhava, recebendo logo sua resposta com um aceno de cabeça e uma determinada mudança de atitude por parte dos três, que agora alvejam impiedosamente os últimos 2 bandidos que restavam.

Feito isso, Gustaf guardava o martelo em sua cintura e arrancava do peito aquele encardido pano o qual tinha tornado-se sua camisa. De sua cintura para cima, ele só esperava ter sua rubra capa esvoaçante, mas não, contemplando ela, um objeto nunca visto pelo rapaz enrolava-se nele: um cinturão negro com escritas rúnicas. Era dele que vinha a estranha aura que rodeava o loiro, agora guarnecida com pequenos feixes roxos que assemelhavam-se a relâmpagos. Não importo o quanto ele colocasse sua cabeça para pensar, ele não lembrava o momento que tinha vestido o item, poderia ser após a derrota da Bucaneira ou após a ressaca da noite do festival, mas ambas as opções pareciam tão implausíveis que só rodeavam o rapaz de mais dúvidas.



Dessarte, o Karlsefni ia de encontro ao Elfo Pestilento. Em suas mãos, portava apenas o velho machado, apertando-o com tamanho vigor que não seria de se espantar caso algumas lascas de seu cabo voassem. A passos largos ele seguia, encarando e bufando para Yohan como um touro revolto, e o elfo reconhecia isso, mas respondia ao bárbaro de maneira presunçosa, apoiando-se em uma de suas cimitarras ao chão e girando a outra pela mão, isso enquanto lançava um odioso sorriso. A feição do sujeito era iluminada por um relâmpago que caia próximo a si, fazendo-o pular de espanto e ficar na defensiva

— Cruzes, você não é o Deus do trovão ou algo do tipo, né? BOHAHAHAHA —

A arrogância do bandido era colocada em prova quando o bárbaro raspava o seu rosto com o machado, conseguindo sair impune apenas porque dava um descarada salto para trás. Com isso, Gustaf atingia o que queria, o seu desejo — nesse movimento pelo menos — não era explodir a face de Yohan, mas sim dar proteção para seu colega caído ao chão. Fazendo seus votos de vitórias em honra do tritão, o enfurecido loiro retornava sua empreitada. Então, aproveitando-se das diferenças físicas as quais tinha com seu oponente, o bárbaro lançava três impiedosos ataques com seu machado, mas pela distância posta entre eles, o elfo esquivava-se com sucesso dando poucos passos para trás e para os lados. Como reação, o bandido estocava a cimitarra, mas essa era bloqueada pelas agora ensanguentada e ferida mão esquerda do guerreiro. Vendo uma oportunidade para um golpe sorrateiro, ele preparava a outra lâmina, todavia, outro relâmpago caía dos céus e — dessa vez — iluminava completamente o rosto do Karlsefni. Vacilando ao fitar a diferença de postura e tamanho entre si e seu inimigo, Yohan loga puxava sua cimitarra da mão do bárbaro e impulsionava-se para trás, suspirando aliviado

— Não fode, porra! —

Usufruindo da deixa dada pelo elfo, o loiro tomava o machado em mãos e avançava implacavelmente contra o sujeito — que até tentava se esquivar, mas não conseguia sair a tempo do alcance dos largos ombros de Gustaf — fincando a lâmina da arma no peito do bandido e correndo alguns metros. Durante o deslocamento, Yohan desesperava-se, mas em meio aos seus chiliques, conseguia fincar uma de suas cimitarras às costas do guerreiro, prendendo-a lá. Antes que pudesse parar de fato, os pés do bárbaro — que agora encontravam-se mais bambos pelas feridas sofridas em seu corpo —  deslizavam em umas das diversas poças no solo, lançando ele e seu oponente ao chão em meio a floresta antes que o golpe pudesse realmente cortar partes vitais

recuperando-se rapidamente, Yohan apoiava-se com seus cotovelos e joelhos, grunhindo de dor mas ficando de pé. Só assim, ele apontava seu dedo do meio ao loiro e gritava completamente enfurecido

— TÔ FORA CARALHO, VOCÊ É LOUCO! —

Desse modo, o Elfo Pestilento começava uma fuga pelo bosque, correndo quase em meio a mancos e pingando como uma moça deflorada. Os rastros do carmesim sangue eram visíveis ao chão, mas não duravam muito por conta do efeito da chuva.

Legendas:
 

Npc's:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyTer 28 Jan 2020, 13:58

Gustaf Karlsefni


A visão do bárbaro estava turva, sentia sua respiração ficando ofegante conforme se levantava. A chuva caia sobre suas cabeças, relâmpagos cortavam o céu como batidas de um ferreiro entre as nuvens. Naquele momento, Gustaf sentia uma pontada em suas costas, não, mais do que isso, era uma dor aguda – Mas que ... – levando sua mão livre, tentava tatear o que era, conseguindo segurar, puxaria a espada para fora do seu corpo, jogando-a no solo lamacento em que estava – YORAAAAAAAAAAAAAAAN – grunhiria, entre trovões e relâmpagos, expurgando toda a dor que sentia. Uma aura negra o rodeava, o loiro não sabia o que era e naquele momento não tinha tempo para procurar, tendo em vista que conseguia ver o rastro de sangue seguindo floresta adentro.

A chuva impedia um rastreio melhor, mas Gustaf não tinha outro objetivo senão acabar com a vida daquela criatura. Apertando o cabo do machado, se colocava a caminhar no rumo do sangue, ou pelo menos, de onde achava que o sangue iria levar. Se sua visão não fosse algo a se exaltar, seu olfato estaria tentando farejar o cheiro quente do líquido carmesim escorrendo do Elfo. Havia dado um corte em seu peito, mas não fora profundo o suficiente para leva-lo ao chão. Seu corpo estava quente, sentia uma veia pulsando próxima ao seu olho esquerdo, saliente abaixo da pele, seu maxilar fechado com tanta força que era possível ouvir os dentes rangendo.

Seus passos pesados estariam tentando seguir a trilha de sangue, ou talvez o cheiro estivesse o guiando, qualquer que fosse o motivo, estaria cambaleante e se fosse preciso, apoiaria nas arvores para se movimentar melhor ou para não cair, o bárbaro tinha o costume de ignorar os ferimentos que recebia, então sua situação atual era algo que ele tentaria ignorar a todo custo, toda a dor que estaria sentindo, seria encoberta pela raiva, pela vontade de fincar o machado no pescoço daquele fumante de substancias desconhecidas.

Durante a perseguição, gritaria para atormentar o Elfo, tentando causar todo o desespero em sua alma – YORRAAAAAAAAAANNNNNNNNN! – sua voz talvez fosse encoberta pelos trovões, isso pouco importava para o bárbaro, que gritaria de tempo em tempo o nome da sua vítima. Assim sendo, adentraria a floresta sem receio de se perder, enquanto sentisse o cheiro do sangue ou das ervas familiares da caverna seguiria, atento ao sangue no solo, assim seria até encontra-lo ou perder ambos rastros.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
...Dark Thunder

Quando encontrasse o Elfo, olharia para o mesmo, sem nada dizer, não queria trocar palavras. Usaria esses segundos para recuperar seu folego, seus olhos ardentes fitariam o inimigo. Como um felino preste a atacar, daria passos lentos rumo ao espadachim com seu machado ainda abaixado. A aura escura o rodeando, com pequenas faíscas roxas o rodeando e quando estivesse a alguns metros do sujeito, urraria o mais alto possível e avançaria desenfreado num ataque onde toda a sua força seria colocado – DARK THUNDER – colocando o martelo ao lado do seu corpo, pularia para frente usando a força do impulso para efetuar o corte no momento em que passasse ao lado do inimigo, com intuito de dilacerar o lado esquerdo do seu corpo (o machado estaria da mão direita).

Não faria defesa, seria o ataque final, dois homens usando tudo de si para vencer. Efetuado o corte, acertando-o ou não, giraria em seus calcanhares para vislumbrar o estado do seu inimigo. Vendo que o golpe fora um sucesso, ficaria observando o elfo (caso este estivesse sem condições de lutar), vendo a chuva caindo sobre seu corpo, limpando o sangue que provavelmente estaria escorrendo do mesmo – Nunca ... – falaria com certa dificuldade – Encoste em algum amigo meu – seu tom era baixo, apenas para o Elfo escutar – Morra solitário nessa escuridão – deixando o corpo para trás, tentaria caminhar de volta para o seu grupo, torcendo para acertar o caminho.

Destarte, não acertando o golpe, ao girar já atacaria sem pestanejar. Saltaria sobre o espadachim, usando o peso do seu corpo para deixa-lo ao solo, onde usando a mão esquerda, tamparia sua boca, deixando o sangue escorrer sobre seu rosto, com a mão direita, soltaria o machado e pegaria o martelo, onde com um golpe tentaria acertar a cabeça do sujeito. Com os joelhos, tentaria impedir que seus braços se movessem, impedindo assim um golpe com as espadas. Conseguindo nocauteá-lo, deixaria seu corpo cair para o lado, recebendo a chuva em seu rosto. Sua boca aberta estaria com a língua pra fora, na tentativa de beber um pouco de agua, ato meramente estupido por parte do bárbaro, que estaria exausto de todo a ação anterior.

Perdendo o rastro de Yorran, Gustaf simplesmente se ajoelharia – MERDAAAAAAAAAAAAAAAA! – onde amaldiçoaria todos os deuses por ter falhado em seu objetivo. Ficaria ali por um tempo, com vergonha de voltar a encarar Nereu e dize-lo que havia deixado o adversário fugir floresta adentro. Entre os trovões e relâmpagos, os gritos de ira de Gustaf estariam abafados, mas a raiva do Elfo havia apenas aumentado, não importe quanto tempo ou quão dura a próxima batalha, aquele sujeito iria sofrer pelas mãos de Gustaf Karlsefni.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ghast
Narrador
Narrador
Ghast

Créditos : 20
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/06/2018
Idade : 18

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyQua 29 Jan 2020, 22:18


Narração

Início da noite, frio moderado
vento intenso e clima tempestuoso
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 18

Gustaf







Ainda desnorteado, Gustaf levantava-se e percebia seus sentidos ficando menos nublados pela atenuação da adrenalina em seu sangue. O que parecia apenas ser apenas um mero arranhão em suas costas, revelou-se como uma profunda fenda hemorrágica causada pelo espada de Yohan. Removendo o objeto de si, um graúdo grito era lançado aos céus pelo bárbaro, grito esse que dava início ao rastreio do fugitivo.

Ciente que a chuva era um obstáculo a ser considerado, o bárbaro utilizava seu avantajado olfato na perseguição, uma escolha sábia, visto que não demorou até que o aguaceiro começasse a apagar o recém formado e confuso rastro do líquido rubro. Outro fator que o auxiliava era o inconfundível odor de ervas queimadas que o Elfo carregava, o amálgama de tais aromas forneciam pistas o suficiente para que Gustaf não fosse levado de volta até a caverna — visto que as ervas eram queimadas lá — ou ao campo de batalha — em decorrência do mar de sangue que tornou-se o local —  No percurso, o loiro constantemente berrava o nome de sua presa a fim de levar terror ao coração dela, talvez ele até tenha conseguido, mas cada vez que realizava essa ação tinha que buscar apoio no tronco de alguma árvore próxima para não ir ao chão. Isso é, a hemorragia proveniente de seus cortes, em conjunto das não tão recentes feridas na perna, eram mais que o suficiente para destruírem a estabilidade do rapaz.

Após cerca de 30 minutos, o Karlsefni deparou-se um carvalho de tronco mais largo, ao redor dele, pegadas na lama eram quase que invisíveis, podendo até ser confundidas com meros buracos feito pelo rebuliço da água do temporal. Mas o bárbaro sabia que não tratava-se disso, mesmo não tendo quaisquer habilidades de rastreio, ele sabia que aqueles eram os pés de um covarde, os pés de Yohan, sabia que seu olfato não podia enganá-lo, o aroma de medo — mijo, talvez? — e sangue eram fortes demais para serem desconsiderados.

Sentindo também que não estava só, Yohan saia de trás da árvore e ficava de pé, dando passos para trás e soltando desculpas para o bárbaro

— Qualé, cara, eu nunca procurei confusão, mas você já me fudeu todo, o-oque eu te fiz? —

Mas essas de nada serviam, visto que o loiro empunhava o machado e avançava implacavelmente contra ele. Percebendo que não havia mais escolhas senão lutar, o Elfo Pestilento puxava sua única cimitarra e respondia o avanço com outro por parte dele, numa postura que lembrava o saltitar de gazela, ele corria para o choque. No confronto, Gustaf segurava o martelo com o vigor e a fúria de um touro, mas de nada adiantava, a diferença de tamanho deu vantagem para Yohan mais uma vez, o rapaz apenas deslizava no chão lamacento abaixo do loiro e realizava outro corte na parte interna das coxas do bruto antes de chegar com sucesso ao outro lado.

Ainda no chão, o Elfo era recebido por um salto do Karlsefni, que prendia-o lá. O Bárbaro então encarava seu rosto, fazendo o próprio suor e sangue escorrer no bandido apavorado. Antes que esse pudesse soltar mais uma única palavra, ele recebia um único, mas devastador, golpe de martelo em sua têmpora, fazendo abrir um buraco que escorria sangue lá e praticamente lançado o olho direito do sujeito para fora da órbita.

Assim, Gustaf decretava o fim de sua caçada, longe da caverna na qual estava e imensamente ferido, ele precisava dar seu jeito para reencontrar seus companheiros e dar o suporte necessário para Nereu antes que seja tarde demais. Todavia, o loiro apenas abriu sua boca aos céus e recebia de bom grado a chuva que caia de lá, após um minuto ou outro, conseguia ao menos molhar a garganta e recuperar um pouco de seu fôlego

ferimentos:
 

Legendas:
 

Npc's:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyQui 30 Jan 2020, 15:06

Gustaf Karlsefni


Seus olhos estavam fechados, sentindo as gotículas frias da chuva caindo sobre sua pele ardente, fazendo o suor evaporar pelos seus poros. Sua garganta seca tentava se satisfazer com o pouco de líquido que a língua absorvia em vão. Gustaf estava cansado e ferido, ele sabia disso, havia tentado se levantar, mas sua perna cedia com o peso do seu corpo, ele só pensava em como Nereu estaria agora, talvez fosse melhor o tritão não ve-lo daquele jeito, ajoelhado ao lado do corpo desacordado do Elfo. Quando abriu seus olhos claros, contemplava o céu escuro, talvez conseguisse ver algum relâmpago cortando a escuridão, o que de fato acontecia era que o bárbaro estava pronto para sair dali.

Apoiando no seu machado, erguia seu corpo pesado com dificuldade, era possível ouvir seus gemidos e a sentir o sangue escorrendo pelos machucados. Uma vez em pé, colocaria suas armas em seu cinto, sua cabeça tentava lembrar qual rumo ele tinha vindo e para onde devia ir, Gustaf deixava esse capricho para o destino, para onde o seu nariz apontou, ele começou a caminhar, ou tentar caminhar. Antes de deixar o local de batalha, parava e dava uma última olhada no sujeito – Que nunca esqueça o meu rosto – sussurrava sem força, deixando para o deus da morte fazer o seu trabalho.

Usando suas mãos para apoiar nas arvores ou em qualquer lugar para não cair, tentaria farejar algum odor familiar: Ervas, Tritão, Pólvora. Encontrando seguia por esse rumo, doravante, não tendo noção de onde prosseguir, seguiria seguindo seu instinto, respirando pausadamente para não perder a consciência. Sua cabeça mal podia pensar, o calor da batalha ia se esvaindo e logo vinha as dores. Gustaf tinha uma estrutura corpulenta e rígida, mas era um ser humano, onde cortasse iria sangrar, mesmo não admitindo para ninguém as dores que sentia, talvez hoje devesse deixar isso de lado.

Quando encontrasse ou fosse encontrado por algum aliado, sorriria de imediato, tentando demonstrar que estava tudo bem – Eu venci brahaha – sua gargalhada não era carregada de alegria como antes, era algo forçado – Nereu ... como ele está? – perguntaria de imediato, caso não visse o tritão entre os amigos. Recebendo a notícia de que ele estava bem, sorriria novamente, agora erguendo um pouco mais seu corpo – Acho que preciso de uma bebida ... e de um médico – seus olhos pesados não escondiam sua fraqueza, esperava que conseguisse alguma ajuda, sabia que iria precisar.

Se não achasse ninguém ou não fosse encontrado, caminharia até suas forças acabarem e seu corpo cedesse ao chão, fecharia os olhos e descansaria, esperando acordar numa cama quente com uma ruiva do seu lado. Sonharia com sua terra natal, correndo pela neve sem camisa com seus amigos, fingindo lutar com gigantes e rei dos mares.

Por acaso, se conseguisse ver os marinheiros não perderia a oportunidade de zombar dos mesmos – Vocês me devem uma bebida, digam para seus amigos que Gustaf está na ilha brahahaha – sua risada agora seria verdadeira, se todos os marinheiros fossem como aqueles, iria esmaga-los como formigas, mostrando todos os seus dentes amarelados entre a barba, talvez sua próxima aventura fosse contra marinheiros. De todo modo, recebendo apoio de alguém, tentaria chegar até algum lugar próximo, ou simplesmente entrar na caverna e esperar a chuva passar, procurar por algo la dentro que não tenha pegado fogo e que possa ser útil: atadura, álcool etc.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ghast
Narrador
Narrador
Ghast

Créditos : 20
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 27/06/2018
Idade : 18

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptySeg 03 Fev 2020, 20:02


Narração

Início da noite, frio moderado
vento intenso e clima tempestuoso
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 19

Gustaf







Ainda ajoelhado ao lado do corpo de Yohan, Gustaf refletia acerca de seu próprio estado físico e do de seu amigo, mesmo com tal altruísmo,  é evidente que o loiro estava com ferimentos graves o bastantes para deixarem de apenas atrapalhá-lo em suas tarefas para colocarem uma real risco de vida dessa vez, por isso, ele precisava pensar em sua autopreservação acima de tudo agora.

Após contemplar o tempestuoso céu constantemente rasgado por relâmpagos, o bárbaro apoiava-se em seu martelo para levantar-se. Guardando ambas suas armas, ele forçava sua mente a lembrar o caminho o qual tinha percorrido, mas é certo que a escuridão da noite e a ofuscação da chuva tornarão a volta árdua caso a visão fosse o único sentido usado pelo loiro. Atormentado por uma infernal enxaqueca, ele decidiu parar de tentar pensar tanto, seguindo instintivamente seu olfato para encontrar o trajeto correto. Decerto que caso fossem levados em consideração apenas os odores de sangue e ervas, o bárbaro encontraria problemas, visto que o Elfo detinha ambos em seu cadáver, todavia, lembrou-se dos disparos dados pelo garoto, por isso seguia o característico e anormal cheiro de pólvora que pairava uma parte do bosque.

Após uma breve — mas custosa — caminhada, o Karlsefni enfim voltava ao ponto de antes, deparando-se logo de cara com Nereu, coberto de sangue encostando em uma árvore rodeado pelos garotos

— Grrrr… isso não é nada —
— TU TA PARECENDO UMA FONTE DE SANGUE, COMO QUE ISSO NÃO É NADA, PARCEIRO! —
— Caralho, cade aqueles desgraçados que não chegam! —
— Caralho, saca só, olha o Gustaf vindo putão! —

À constatação de Nero, todos viravam-se e deparavam-se com o colossal bárbaro fazendo sua chegada arrastando-se pelos troncos de árvores, seus braços já estavam raladas e cobertos de lascas das mesmas. Aliviado e com — por conta de todas as dores que naturalmente faziam seu rosto retorcer-se — um forçado sorriso, o rapaz demonstrava sua alegria e preocupação com os aliados, constatando também a própria vitória na batalha

— Bem, eu estou vivo Jehahah- Argh! M-Merda… é vergonhoso ter sido cercado por tantos —
— Porra mas que puta dentada que tu meteu no maluco lá, parecia um tubarão, tio —
— Tá tudo certo agora, Gustaf. Os marinheiros falaram que foram trazer socorros pra tratar dos feridos e dar uma geral na área, é melhor ficar de boa aqui por enquanto —
— Chega mais, a gente separou umas folha pra tu deitar, encosta na árvore aqui que tua situação tá muito melhor que a de Nereu não —

Assim, apoiando-se no tronco do carvalho e protegendo-se da chuva por conta da larga copa de folhas, o bárbaro —  com a sensação de dever cumprido —  podia pensar melhor no que fazer de agora em diante.


ferimentos:
 

Legendas:
 

Npc's:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : O Ronco do Bárbaro - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 EmptyTer 04 Fev 2020, 00:40

Gustaf Karlsefni


Os braços do bárbaro abraçavam os troncos da arvore com força, espinhos e pequenas lascas cortavam sua pele, fazendo o sangue vermelho escorrer até sua mão, sendo lavado pela chuva. O que guiava os passos do loiro era o odor típico de pólvora, ele sabia que os garotos tinham atirado várias vezes, então o local estaria infestado por esse cheiro inconfundível. Depois de caminhar por alguns minutos, ou horas, para Gustaf, parecia dias. Sua respiração era ofegante a ponto de sua língua ficar pra fora da boca, o suor escorria pela sua testa, se misturando rapidamente com a chuva. Seu corpo exalava o vapor pelos poros, diminuindo a temperatura do corpo, fazendo voltar para a cor pálida.

Entre trancos e barrancos, Gustaf encontrava seu bando. Todos estavam vivos, inclusive Nereu, o que era um grande alívio. Após uma breve interação, Fausto informava que aquela dupla de Marinheiros fora buscar reforços e viriam com ajuda. Isso fazia os pelos do bárbaro se eriçar, ouvia historias da marinha quanto criança, o jovem era inocente ainda, mas não era tolo – Levantem, levantem rápido – ordenaria, também erguendo seu corpo, sentindo a dor e o sangue escorrendo pelos cortes em sua perna – Não podemos ficar aqui – começaria a explicar sua visão da situação – Com esses corpos espalhados por ai, além do corpo do Elfo, não podemos confiar nesse tipo de pessoa, Marinha são os piores tipos de gente – Talvez o grupo não tivesse sacado ainda, por isso continuaria – Eles podem voltar, prender a gente e ficar com a gloria da vitória pra eles, vamos sair daqui o mais rápido possível – finalizaria, apalpando seu ferimento nas costas, vendo quão profundo era.

Não teria contra argumento que faria Gustaf ficar ali, se ficassem falando dos seus ferimentos, diria com certa raiva na voz – ISSO AQUI NÃO É NADA, VAMOS EM FRENTE – apoiaria nos garotos, ou nas arvores, de todo modo, não queria ficar naquele lugar de forma alguma. Sabia que Nereu também estava com dificuldade, dificilmente o tritão reclamaria, mas confiava em sua força mais do que em si próprio, juntos, eles não perderiam pra ninguém. Indiscutivelmente, se seu corpo não aguentasse mais caminhar, o jeito era apostar na sorte e esperar pelos marinheiros.

Conseguindo sair do local, não deixaria a dor domina-lo, usaria o que lhe restava de força para fugir dali, iria até onde conseguisse. Sabia que muito provavelmente, não chegaria até um hospital ou até mesmo até Cath, nesses casos, buscaria um local para ficar, onde ficasse encoberto de algum modo – Pegue esse dinheiro, busque um médico na cidade e traga-o até aqui, vão logo – ordenaria para o trio, colocando todo o seu dinheiro nas mãos de Claudius, confiando que os garotos cumpririam a ordem, Nereu devia ficar consigo, afinal, estava tão ferido quanto.

Estando ainda no local, por não conseguir se mexer, esperaria os marinheiros chegarem. Não buscaria o diálogo, não teria brincadeiras ou sorrisos, estava exausto mentalmente e fisicamente – Sou Gustaf Karlsefni – responderia sem vontade, caso perguntassem seu nome, se tentasse saber o que aconteceu, jogaria a batata para eles – Pergunte aos dois inúteis que estavam aqui, eles devem ter visto tudo que ocorreu – falaria rispidamente, buscando trocar olhares com a dupla. Por fim, esperaria o tratamento acabar, e tentaria caminhar de volta para o bar, deixando toda aquela cena para trás.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 4 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
O Ronco do Bárbaro
Voltar ao Topo 
Página 4 de 5Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Dawn Island-
Ir para: