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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Unbreakable

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Ainz
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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptyTer 03 Dez 2019, 09:17




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Asura!


Nocauteando o espadachim com certa facilidade enquanto ele exclamava seus últimos murmúrios desesperados, dirigi-me para o lutador que se erguia com certas dificuldades. — Ho... Ainda quer brigar? — Comecei a armar uma postura de combate, mas sequer tive chance de completa-la e o lutador à minha frente caiu sem vida nos olhos, com uma bala alojada no crânio. — Ei, ei... Que sem graça! — Suspirei, chateado. Olhando por cima do ombro, pude ver a tropa revolucionária vitoriosa – ou quase, Julius ainda lutava. Um dos homens aproximou-se e me elogiou com dois tapas nas costas. — Ér, bem. Eles eram fracos. — Disse sem um pingo de hesitação, embora minha mente me dissesse coisas piores. "Você também é fraco, olhe o estado em que ficou lutando com esses merdinhas." E infelizmente tive que concordar.

Abaixei-me para saquear os corpos dos derrotados por mim, totalizando um acúmulo de 35.000 Berries e um par de soqueiras, furtada do falecido lutador. — Que seu julgamento seja justo. — Juntei as palmas das mãos frente ao peito antes de tomar seus pertences, murmurando a frase religiosa. O embate teve fim com a vitória revolucionária em cima dos traficantes de órgãos, mas não liguei muito para isso, estava distraído em pensar o que faria a seguir, afinal estava machucado e não tinha onde ficar. Helena se aproximou de mim quando tudo acabou, e em lágrimas me agradeceu enquanto se curvava. Aproximei-me lentamente da jovem e tentei a envolve-la em um abraço firme, demonstrando uma personalidade muito diferente de quando estava em combate. — Não se preocupe com isso, eu só queria lutar, nada mais. — Me afastaria um passo da jovem em seguida, lamentando minhas dores. — Tsc! — Apalparia minha coxa e costas doloridas, me encurvando levemente.

O grupo de revolucionários aproximou-se e fez uma proposta de conceder hospitalidade a mim, em troca da ajuda com os traficantes. — Ah, claro! Adoraria! — E assim os seguiria pelo caminho que traçassem. Havia ouvido por acaso que um dos traficantes escapou para Hirotown, a cidade vizinha de Shirotown, onde era a base dos meliantes. "Não é da minha conta agora, eu acho." Concluí. Estava satisfeito, havia treinado o bastante em uma situação real e conseguido tirar um lucro em cima disso, talvez vendesse as manoplas depois.

Chegando ao tal hospital, procuraria uma maca e o atendimento médico de que falaram – perguntando a direção para os próprios revolucionários. Sendo atendido, realizaria os procedimentos indicados pelos médicos e procuraria repousar com uma boa soneca, mas antes pediria: — Tem comida aí? Nem almocei. — E se tivesse, pediria gentilmente por um prato, mas caso não pudesse comer naquela hora, iria atrás da sua refeição após ser devidamente tratado/enfaixado/cuidado pelos médicos.

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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptyQua 04 Dez 2019, 20:11

A paz enfim reinava, após todos concordarem que o melhor seria retornar ao QG revolucionário, helena se aproximava de levy e pedia perdão por tudo que havia causado porém para sua surpresa o lutador albino, mesmo aos pedaços, se solidarizava com a garota e a envolvia num quente abraço que foi aceito. Demonstrando um emocional abalado a jovem loira não conseguia manter as lágrimas até que alguns revolucionários chegavam e fariam a proposta para que helena se juntasse a força da revolução na ilha para melhor protege-la da organização criminosa, determinada ela aceitava. - Eu nunca mais serei um fardo para ninguém! Vou treinar e ficar forte... Agora este é meu objetivo de vida! - Respondia, determinada.

Na medida em que as gostas de chuva penetravam o solo, cada vez mais se fortalecendo, os homens partiam para o litoral onde encontravam pequenas canoas com espaço suficiente para cruzarem o arquipelago e irem para a cidade vizinha onde a unidade havia um quartel general, todos entravam e partiam. O clima estava bastante desagradável com a chuva e as águas que rebatiam nos casos de madeira gerando uma intensa onda de frio, mas em menos de uma hora chegavam ao outro lado deixando as canoas no litoral e adentrando a cidade. Hirotown estava semi desértica devido a forte chuva que banhava o local, as pessoas estavam aconchegadas dentro de suas casas e embora ainda fosse dia havia uma pequena neblina se formando pelo horizonte que transpassava uma sensação de tardar, levy seguia os homens caminhando calmamente ainda sentindo as dores que fisgavam suas pernas e deixavam suas costas pinicando, indicando que teriam de ser tratadas para não virar algo pior.

Em algum tempo de caminhada, chegavam a uma rua afastada do centro da cidade onde havia um grande barracão de madeira com dois revolucionários guarnecendo as portas, eles logo avistavam o grupo e se afastavam liberando o caminho, todos entravam e enfim estavam aquecidos do clima de fora. - Vou te levar para a enfermaria. - Dizia julius, em quanto guiava levy. Subiam as escadas do primeiro e segundo andar com calma, chegando ao terceiro encontravam uma clínica médica pré moldada com algumas camas, acessórios medicinais e enfermeiras revolucionárias que rapidamente ouviam toda a história e atendiam o jovem albino utilizando algumas pomadas nas regiões feridas e em seguida enfaixando e fazendo alguns curativos. - Você vai ter que ficar de repouso por alguns dias caso contrário poderá agravar! - Dizia a enfermeira chefe, aparentando ter meia idade. Logo após era servido com um ensopado de carne como cortesia do local e também era emprestado um par de moletas a levy para caminhar sem forçar as pernas em quanto se recuperava. Descendo os andares o lutador encontraria diversos locais em atividade, como uma biblioteca, uma área de forjas, diversas salas fechadas e até mesmo uma mini prisão onde via o primeiro espadachim que havia confrontado nas ruas de shirotown, sendo interrogado pelo cabo julius. A circulação de pessoas entre os andares era grande, e haviam muitas mulheres também... Qual seria o próximo passo de levy?


Histórico do narrador: 15 posts.
OBS: Seus ferimentos começaram a sarar a partir deste post em que foi tratado, então.. [1/5] se mantém para ambos os hematomas e se fizer esforço físico o post em questão não contará.

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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptyQua 04 Dez 2019, 22:13




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Merecido Descanso.


Helena foi recrutada para o exército revolucionário. — Bom pra ela. — Pensei. Não tinha percebido até então, talvez estivesse muito distraído com minhas próprias dores para sentir o toque suave da água que caía dos céus e rapidamente esfriava meu corpo, acalmando os batimentos cardíacos e trazendo a fadiga que me pegou de jeito ao ponto de cair com o joelho no chão. — Droga! — Resmunguei, irritado com minha própria fraqueza.

Mas segui adiante, estávamos a uma longa caminhada de chegar ao nosso destino, engoli a seco o orgulho e requisitei ajuda. — Pode me dar um ombro de apoio? — Pediria para Helena, mas se ela estivesse muito distante então tentaria pedir a Julius e se este também estivesse incapacitado, pediria à algum figurante qualquer que estivesse próximo, forçando um sorriso que expressava a dor que sentia atingir meu corpo. — Por quanto tempo será que lutei? Bem, acho que me excedi um pouco... — Se conseguisse a ajuda para caminhar, agradeceria e seguiria o restante dos homens, caso contrário tentaria me apoiar em cada obstáculo que visse pela frente — árvores, pedras altas, barrancos, etc.

Cruzamos a forte chuva até a cidade vizinha, foi uma caminhada um pouco extensa para um homem debilitado, mas aguentei firme. Adentramos uma instalação de madeira bem grande, guarnecida por dois vigilantes na entrada que liberaram a passagem ao ver os superiores. — Eles parecem bem organizados, esses revolucionários... — Comecei a pensar nas causa daquele grupo peculiar, que lutava pela libertação dos povos. — Hm... Bem, não me interessa tanto, no final somos todos maus. — Concluí o pensamento e dei por encerrado o assunto. Julius se ofereceu para me guiar até a enfermaria, então resolvi agradecer a gentileza e ao mesmo tempo pedir ajuda para subir as escadas. — Ah, obrigado. Pode me dar uma ajuda? — Estenderia o braço para que o revolucionário entendesse que precisava me apoiar em seu ombro.

Subiria as escadas devagar para não forçar ainda mais os membros desgastados, encontrando uma clínica médica aparentemente bem equipada. — A revolução parece ir bem, hein. — Comentei sorrindo. Uma enfermeira de meia-idade me atendeu devidamente, passando pomadas nas partes doloridas e me enfaixando com curativos. Ela me orientou para repousar por alguns dias, o que seria realmente entediante. — Sério? Que diabos vou fazer enquanto espero?! — Estava inconformado, mas aceitei mesmo assim. O mau humor não durou tanto, acabando assim que fui servido com um saboroso ensopado de carne que devorei em instantes, lembrando que não havia sequer almoçado e já devia ser tarde. Quando me ofereceram um par de muletas, agradeci sorrindo outra vez. — Ah! Obrigado, desculpe por isso. —

Repousei mais um pouco naquela cama, deliciando-me com o conforto de um travesseiro que há muito não sentia. — Até que não é má, a vida dos revolucionários. — Pensei alto, e quando percebi olhei rapidamente pros lados esperando que ninguém houvesse me ouvido. — Mas seguir ordens não é comigo... Só quero lutar com pessoas fortes e cumprir meu objetivo. — Fechei o punho, olhando para cima com um pensamento distante. — Ainda falta muito... — Concluí, fechando os olhos para descansar um pouco. Tentaria dormir o máximo que conseguisse, e quando acordasse ou fosse acordado por alguém, perguntaria para alguém próximo: — Com licença, que horas são? — Se fosse respondido cordialmente, agradeceria mesmo que a resposta não me satisfizesse. Assim, me ergueria da cama e me apoiaria nas muletas para caminhar pelo “prédio”, absorvendo os detalhes que pudesse do ambiente e conhecendo as diversas divisões que haviam ali. — Eles tem uma forja aqui... — Pensei, curioso ao avistar a área de forja. Tentaria adentrar se pudesse e observaria o trabalho dos ferreiros caso houvesse algum, planejando algo na mente. — Bem, seria conveniente aprender a forjar minhas próprias armas, né? — Concluí, dando sequência em uma fala. — Com licença! Desculpe o incômodo, mas estou interessado em aprender a forjar armas e armaduras, alguém aqui poderia me ensinar? — Não tinha vergonha em manifestar meu pedido sincero. Se o ferreiro aceitasse, buscaria aprender com ele todos os passos e adaptaria o aprendizado à minha condição atual – procurando me sentar para realizar os trabalhos, uma vez que me apoiar com as pernas prejudicaria minha recuperação. Se tivesse qualquer dúvida, perguntaria sem hesitar para que absorvesse o máximo que pudesse do aprendizado.


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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySex 06 Dez 2019, 00:38

O Albino finalmente despertava, o extremo cansaço que passou por despercebido por parte do jovem talvez, acabava por lhe presentear com horas de sono e quando percebia já estava no outro dia com um imenso sol tocando sua face que lentamente se contorcia ainda dormente com o descanso. Levy então sentava ao lado aconchegante travesseiro e com rapidos olhares buscava alguém para perguntar as horas, quando fora surpreendido por helena que estava abaixada próxima a quina da cama, ainda cochilando em um sono profundo e logo vendo uma enfermeira que notava que o lutador havia acordado e vinha lhe trazer um par de muletas. - Não se esforce muito, pode ir lá pra baixo se quiser... Eu vou acordar a garota hehe, ela ficou a noite toda pedindo instruções de medicina para a equipe médica, disse que se tornaria uma grande médica um dia. - Dizia, em quanto começava a cutucar a garota.

Levy se ajeitava e descia com as muletas, vendo a forja o jovem logo demonstrou interesse indo até la, via três homens em ofício e se aproximava perguntando se poderia aprender algo. - Mas é claro, chegae! - Dizia o ferreiro, calvo e barrigudo, vestindo um grande avental branco totalmente desbotado. O lutador então puxava uma cadeira e se sentava, logo observava atentamente tudo que o ferreiro fazia. - O segredo para forjar uma boa arma não é a força que você bate a bigorna, e sim como você bate! - Dizia, em quanto demonstrava que por mais que batesse forte o martelo, a lamina só tomava forma  quando se batia em locais separados e com delicadeza para não extrapolar o limite, nem com muita força para rachar a armação de ferro ainda em solidificação. Logo após o ferro tomar a forma da arma desejada, o careca despejava meio balde de água em cima fazendo subir um enorme vapor. - Depois de tomar a forma da arma que você quer, você tem que esfria-la e checar se a solidificação está boa, se não tiver você tem que joga-la a fornalha novamente para enrijecer a estrutura. - Complementava. Algumas horas se passava, levy observava tudo atentamente e aprendia diferentes casos para se forjar variadas armas de metal, já estava quase na hora do almoço e o estomago de ambos roncava, alertando que estava na hora  e faziam uma pausa. - Você pode praticar depois, agora eu vou comer. - Diria para o jovem, se apressando para ir até sua comida. A fornalha já estava aquecida e todos os materiais disponíveis estavam ali, depois de horas de instrução e de conhecimento compartilhado o lutador talvez tivesse confiança para tentar, ou deixaria para depois do almoço.  [/color][/color]


Histórico do narrador: 16 posts.
Ferimentos do player: Hematomas leves [2/5]
Obs: Recomendo que você treine e revise as pericias aprendidas porque ainda podem ser negadas, quando aprender as duas previstas eu marco o número do post pra não confundir a avaliação.

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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySex 06 Dez 2019, 10:42






#17 - Aprendiz de Ferreiro


Para minha surpresa ao acordar, o dia tinha raiado e indicava que um novo amanhecer viera. Helena debruçava-se a dormir próxima a minha cama, o que foi explicado pela enfermeira quando percebeu que eu havia acordado. — Entendo... Você está se esforçando, então... Bom, não posso ficar parado então! — Concluí, me erguendo com as muletas que a enfermeira me dera. — Obrigado. — Agradeci antes de deixar a enfermaria e descer as escadas.

Na forja, três homens se empenhavam em seus trabalhos braçais a construir armas e armaduras, a pele coberta de fuligem e o corpo suado com o calor das fornalhas. Um dos ferreiros me ouviu pedir por tutoria, aceitando para minha felicidade. Me apressei a puxar uma cadeira e me aprumar para ouvir os ensinamentos do homem, que parecia ter profundo conhecimento e disposição para ensinar. Ouvi calmamente seus ensinamentos, passo a passo na construção de uma espada que era forjada nas batidas do martelo, ao mesmo tempo bruscas e controladas, o ensinamento que ficava era o da precisão antes da força. — Entendo! Martelar com força demais só irá deformar a lâmina e atrapalhar no projeto final... — Pensei, segurando meus joelhos com as mãos enquanto me inclinava com ânimo no aprendizado.

Gastei horas ali enquanto absorvia o conhecimento que podia, e quando me dei por conta estava no horário de almoço e os ferreiros anunciaram que iriam fazer uma pausa para comer. E agora, acompanharia os homens ou me aventuraria em uma tentativa e erro para aprender a arte da forja. — Eu gosto do desafio. — Abri um sorriso no rosto e me ergui com as muletas. — Eu vou logo, até já! — Me despedi momentaneamente dos ferreiros e galguei até a fornalha. Me apoiaria com uma única muleta no braço esquerdo, deixando a outra encostada em uma mesa que estivesse próxima a mim, de fácil acesso.

Procuraria uma pinça de ferreiro e pegaria um pedaço de ferro, jogando-o na fornalha para que amolecesse o metal. — Primeiro amolecer o material... — O suor já escorria da minha testa e periodicamente eu o limpava com uma esfregada do antebraço antes que as gotículas caíssem em meus olhos. Assim que o ferro estivesse avermelhado e aparentemente amolecido, vestiria um par de luvas de couro e usaria a pinça de ferreiro para remover o ferro aquecido da fornalha, jogando-o no balcão de forja.

Procuraria um balcão de forja bem baixo, próximo do chão, em que pudesse trabalhar sentado, para que fizesse uso das duas mãos, assim indo até ele e despejando o pedaço de ferro avermelhado do fogo. Pegaria um martelo e vestiria um avental, me sentando para começar os trabalhos na peça. Com a pinça na mão esquerda e o martelo na direita, seguraria a peça com a pinça e daria marteladas firmes para ver o quanto a peça se dobrava a cada martelada. — Ohhh! — Diria, empolgado com os resultados. — Isso é bem mais legal de se fazer do que observar! — Indagaria, animado.

Pouco a pouco iria martelar a peça para que tomasse a forma de uma lamina de espada, provavelmente falhando nas primeiras tentativas e por isso tendo que devolver a peça ao fogo outra vez para que pudesse recomeçar o trabalho. — Bom, não podia pedir que acertasse de primeira... — Não se deixaria abater pelas falhas, recomeçando o processo do zero até que acertasse nas batidas e conseguisse dar forma à lamina.

Se conseguisse moldar o ferro ao seu gosto, exclamaria com a empolgação de uma criança. — Finalmente! Consegui! — O sorriso seria evidente, mesmo que minha face estivesse manchada de fuligem. Se os ferreiros já tivessem voltado, mostraria a peça para o que estava me ensinando, procurando sua aprovação. — E então? Que tal?! — Se sua resposta fosse positiva, me alegraria mais ainda, mas se fosse negativa não desanimaria e voltaria ao trabalho para que alcançasse um bom resultado, refazendo o processo do zero e pedindo dicas para o homem. — Tsc, eu vou acertar dessa vez! — Só sairia satisfeito dali quando tivesse aprendido o suficiente e pudesse pôr em prática.

Depois que terminasse a espada, tentaria forjar agora uma peça de armadura, para ter conhecimento em ambas as partes. Escolheria barras de ferro mais escuras para forjar braçadeiras de ferro e as jogaria na fornalha com ajuda da pinça. Assim que estivessem aquecidas, as tiraria e jogaria na mesa de trabalho e daria início aos trabalhos, martelando a peça para que se achatasse como uma folha de metal e depois usando a pinça e marteladas laterais para dobrar o ferro e assumirem a forma circular. Procuraria uma cilindro de aço da largura de um braço e colocaria a peça ainda quente nessa espécie de forma para melhor adaptar o material ao formato cilíndrico. A braçadeira seria um semi-circulo que encaixa no antebraço do indivíduo dando pequenas dobradas e cobrindo-o quase por inteiro. Se falhasse, reiniciaria o processo colocando a peça na fornalha outra vez e aguardando o período para que o ferro amolecesse outra vez e pudesse começar o processo novamente. Quando estivesse pronto, perguntaria ao seu mestre caso ele estivesse por perto. — E aí? Está bom? — Vibraria com um sim ou resmungaria com um não, mas não se deixaria abater e começaria tudo do zero, perguntando aonde errou para o ferreiro.

— Obrigado por me ensinar! — Quando terminasse tudo, deixaria os equipamentos na forja, pegaria minhas muletas e procuraria por um lugar em que pudesse tomar um banho e limpar toda a sujeira do meu corpo. Assim que tomasse o banho, me direcionara para o refeitório e almoçaria enfim, saciando a fome e a sede que a essa altura deviam estar enormes. — Onde será que estão Helena e Julius? — Me perguntaria sobre a dupla.


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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySab 07 Dez 2019, 06:35

Levy optava por seguir a ideia do ferreiro que se ausentava, levando como um desafio pessoal e logo se animava, se preparando para forjar algo para por a prova suas instruções começando por amolecer o material metálico na fornalha, que com precisão e com os equipamentos devidamente corretos conseguira fazer sem problemas porém o calor escaldante da forja já começava a surtir efeito no jovem, e logo percebia porque o ferreiro calvo suava como um porco cevado a esta altura. Com a luva térmica em mãos e uma pinça de ferro, levy mexia e remexia no material em brasas regulando o calor e seu processo e quando via que estava bom retirava, colocava sobre a mesa e começava a martelar dando forma a sua primeira obra, na primeira tentativa não conseguia formar a imagem exata que queria mas logo percebia que a chave realmente estava nos determinados locais em que batia e não na força, e depois de três tentativas conseguia ter um formato de uma lamina voltando com a mesma para a fornalha para solidifica-la.

O sorriso evidente de superação do albino era notável, e o fornalheiro barrigudo conseguia notar lá de sua mesa de almoço que o rapaz estava se esforçando para por em prática o que havia aprendido, mas também se surpreendeu quando levy optou por seguir sua prática em pular para as armaduras. - Oi Oi... Isto já é mais difícil! - Gritava da mesa, algo que não abalava a determinação do lutador em seguir em frente que escolhia com cuidado as barras de ferro que utilizaria para forjar um par de braçadeiras refazendo o mesmo processo, porém não conseguia por em forma circular o material por mais que martelasse e vendo a situação o ferreiro se aproximava. - Você deve usar um molde circular pra isso, veja como é. - Dizia, em quanto pegava uma espécie de cuia de ferro que colocava cuidadosamente sobre o material ainda amolecido e pressionava, deixando uma leve marca. - Agora você martela por cima do molde e a forma circular será feita! - Exclamava, acuando levy a segui-lo com as ordens, e para sua surpresa após algumas marteladas, quando ele retirava a cuia de ferro via uma forma circular quase que perfeita em seu material com o menor esforço possível. O sinal de aprovação do fornalheiro tocava levy positivamente que não se importava em demonstrar sua alegria, e por fim acabava de dar forma as braçadeiras e as finalizava. - Bom, não posso permitir que leve os equipamentos mas o conhecimento você já tem. - Falava o ferreiro com um tom ranzinza.

Antes que pudesse se levantar, o albino era chamado por um outro ferreiro próximo, com este já aparentando ser jovem e vinha se aproximando em quanto falava. - Ele não te ensinou os principios da mecânica nê?, como você irá trabalhar sem saber forjar os equipamentos para isso? hahaha, se quiser eu posso te ensinar. - Indagava o homem, levy aceitaria a proposta ou partiria para seu sonhado almoço e banho? A esta altura já estava ensopado de suor.



Histórico do narrador: 17 posts.
Ferimentos do player: Hematomas leves nas costas e pernas [4/5]
obs: Já estou colocando a oportunidade para você aprender a pericia de mecânica que pediu.

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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySab 07 Dez 2019, 21:31


O passado ainda se mostrava um mistério, não me recordava de nenhuma memória, apenas restavam vestígios de uma vida passada. Tudo que eu tinha era o meu conhecimento e uma bainha sem espada na minha cintura, bom, já era uma pista para seguir. As ruas de Conomi Island não pareciam ser familiares, porém não era algo que me atrapalharia, um simples diálogo e a boa vontade poderia resolver o meu problema. ─ Olá, sabe onde eu posso comprar uma espada por aqui? Andando pelas ruas, me pronunciaria para qualquer bom samaritano que estivesse disposto a me dar a informação. Caso eu não conseguisse encontrar algum, apenas continuaria andando pela cidade, observando sua beleza e cada estabelecimento, talvez a sorte estivesse ao meu lado no dia de hoje.

Uma vez que eu encontrasse tal lugar, abordaria o responsável pelas vendas. ─ Gostaria de comprar uma espada, poderia me arrumar uma decente? Indagaria para o mesmo. Apenas aguardaria que o indivíduo me trouxesse a arma, entregaria a quantia de dinheiro necessária e então guardaria a lamina na bainha, saindo do local em seguida, novamente em direção às vielas da cidade. Não tendo a quantia suficiente para comprar a espada, apenas me retiraria da localidade.

Mais uma vez a procura de um recinto, entretanto agora uma taverna, ou então um bar, lugares onde os boatos e as informações circulariam com cada viajante e aventureiro que passasse por lá. Minha intenção nesse lugar seria conseguir informações, maneiras de descobrir pelo menos um pouco do meu passado. Retornaria a pedir informações aos civis das redondezas para que me ajudassem a encontrar meu caminho, do contrário, contaria com minha capacidade de observar para acha-lo - armado ou não, esse seria meu próximo passo -.

Encontrando um bom lugar para repouso, minhas próximas atitudes seriam observar o que restou de mim, colocaria a mão sobre o meu tapa olho e em seguida analisaria a minha bainha. Não é como se estivesse desacostumado a não enxergar, pelo fato de não me recordar do passado, seria como não possuísse um olho desde o meu nascimento. A questão agora seria encontrar o motivo pelo qual eu estaria desacordado em uma praia, talvez tenha sido resultado de um naufrágio, não poderia afirmar com clareza, mas o interesse e curiosidade apenas aumentavam a cada minuto que se passava em um lugar desconhecido.

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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 09:27






#18 - Aprendiz de Mecânico


A vida de um ferreiro não é nada fácil. Suportar todo o calor, a fuligem, o contínuo esforço físico e as falhas ao criar seus equipamentos, era necessário muita força de vontade para continuar a trabalhar naquilo. Mas não me desanimei um segundo sequer, mesmo falhando três vezes seguidas, na quarta obtive um resultado agradável em forjar uma lâmina.

Não satisfeito em forjar uma única lâmina, resolvi me aventurar na forja de armaduras. O ferreiro barbudo gritou lá de trás, me alertando que isso era mais difícil do que parecia. — Besteira! — Pensei. Mas era realmente complicado, não soube para onde ir por mais que martelasse o material amolecido, até que o homem se levantou e veio me mostrar como fazê-lo. Com ajuda de um molde martelei até que a peça tomasse o formato circular, e ao retirar o molde a braçadeira estava quase pronta em sua forma. — ÔOOH! — Meus olhos se encheram de admiração, parecia algo totalmente surreal. Estava aprendendo coisas novas e me aprimorando a cada dia, e isso me fazia sorrir. O homem, no entanto, afirmou que nada poderia ser levado dali. — Tudo bem, o mais importante está comigo, hehe. — Apontei com o indicador para minha cabeça, fazendo alusão ao conhecimento adquirido.

Eu estava para me retirar, mas outra voz me chamou a atenção e me ofereceu a chance de aprender sobre mecânica. — Aaaah! Sim, eu quero! — Aceitei de imediato, peguei minhas muletas e me apoiei nelas para ir até onde estava o outro homem. O calor e o suor estavam desgastando meu corpo, mas uma chance dessas não viria com tanta facilidade outra vez. Almoço e banho ficariam para depois.

— Sou todo ouvidos! — Primeiro, queria aprender a teoria por detrás da mecânica. Pegaria um assento e ouviria atentamente aos ensinamentos do homem. Estaria mais longe da fornalha, então o calor daria uma diminuída considerável e poderia relaxar mais. Assim que tivesse ouvido todos os ensinamentos, tentaria ir para a parte prática; me apoiaria em uma única muleta e puxaria a cadeira para perto da mesa onde realizaria os trabalhos. Assim, tentaria seguir as instruções do homem para montar uma peça qualquer, tirando minhas dúvidas que surgissem e tentando quantas vezes precisasse até atingir um resultado positivo, mesmo que falhasse repetidas vezes, buscando compreender por completo aquela habilidade com mecânica.


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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySeg 09 Dez 2019, 07:56

~ Reisi ~


O ex pirata não se recordava de seu passado, até então, vagando como um sem rumo pelas ruas de shirotown naquele fim de manhã onde os comércios já estavam se fechando para o almoço, indicando que já havia passado do meio dia. Na medida em que caminhava o jovem espadachim percebia o fluxo de pessoas se esvaindo com as ruas cada vez mais vazias, os caminhos lhe pareciam familiares e ele para as pessoas, que ouviam seu chamado mas reviravam o rosto com uma forte expressão de desdenho estampada na face. Mesmo sem entender, reisi seguia seu rumo a procura de uma loja na qual poderia adquirir uma espada porém seu estomago tentava fisgalo para a barraquinha de cachorro - quente da esquina anterior, realmente o barulho que seu estomago fazia alertava que estava na hora de um lanche mas com o dinheiro curto o aspirante a pirata tinha como prioridade sua arma, e por fim resolver o mistério de sua amnésia precoce.

Após alguns minutos, finalmente encontrava uma loja de armas e se aproximava já observando uma pequena concentração de homens encapuzados em um tecido marrom, com coturnos militares que se destacam, obviamente demonstravam ser da guarda revolucionária presente na ilha. Conversavam entre eles, e como reisi se aproximava conseguia ouvir um bocado da prosa. - O Cabo julius foi para shirotown junto do lutador misterioso e da garota, alguém tem que ficar e cuidar da loja! - Dizia um deles, demonstrando bastante preocupação, e logo que olhavam para trás percebiam o espadachim desarmado, que por sua vez aparentava um civil comum para seus olhos desgastados, eles logo chamavam reisi para ir até lá com um sinal de mão, confuso o jovem se aproximava e então era indagado. - Você quer comprar uma arma? Ketz irá atende-lo! - Informava. Sem delongas, ambos adentravam a loja e ketz mostrava o arsenal de olho no pedido, rapidamente pondo uma bela espada sobre o balcão. - São 30,000! - Dando o preço, seco e curto nas palavras.

Traçando um novo rumo a procura de pistas sobre seu passado, o agora completo espadachim buscava por informações valiosas visando encontrar alguma localidade que pudesse barganhar informações ou questiona-las de homens já calejados na cidade, seu estomago não dava trégua e estava evidente que a coisa ficaria feia se não realizasse uma refeição logo, até que encontrava uma pequena taverna próxima que por sorte não estava fechada. Se aproximando da entrada, reisi era surpreendido com um grandalhão atirado pela porta de madeira do estabelecimento, se esfolando pelo duro asfalto. - Quem vai ser o próximo frango?! HAHAHAHAHA - Ouvia reisi, vindo do interior da taverna.



~Levy~

O Lutador aceitava de bom grado receber mais uma instrução, ainda sob moletas, se ajeitava num cantinho junto do revolucionário mecânico que então mostrava seu trabalho esbanjando um certo orgulho. - Observe! Esta chapa de ferro irá se tornar parte de um canhão para a nossa guarnição naval. - Dizia, chamando a atenção do albino articulando com as mãos. O mecânico então começava, ligando um maçarico a uma fonte elétrica ao lado da mesa e pressionando o gatilho que liberava chamas azuladas continuas na placa de ferro perfurando o material em quanto redesenhava sua estrutura, mudava para uma posição horizontal na qual mantinha as chamas sob as beiradas da placa, amolecendo a região sobre aquecida, e então desligava o maçarico e ligava a pequena prensa de serra elétrica acoplada a mesa, manuseando os serradiços que cortavam a região antes amolecida com o maçarico, liberando faíscas de fogo próximas aos dois, sendo estas não tocando realmente a pele de levy mas cobrindo quase que totalmente o corpo do mecânico que tinha como proteção uma máscara metálica e uma couraça de pano reforçado que cobria seu torso e braços. Em questão de minutos a placa de ferro tomava uma forma circular, e com isso o habilidoso revolucionário repetia seu trabalho em outra placa criando uma estrutura quase idêntica. - Agora vamos regular o maçarico para soldar as duas partes e formamos uma torreta de canhão. - Dizia para levy, detalhadamente, em quanto soldava as beiradas e o interior das placas formando uma torreta de canhão completa.

Levy observava tudo atentamente não permitindo nada passar em branco, mas a essa altura seu estomago já denunciava que o almoço estava passando da hora e então o mecânico decidiu por fazer uma pausa, ambos se direcionavam para o refeitório onde se serviam de arroz, batatas e carne de porco cozida, se passando meia hora de intervalo para a refeição o mecânico convidava levy novamente a sua mesa de trabalho. - Bom, comece por soldar um cano simples de um revolver dai você pode tentar fazer algo mais grande. - Indagava o revolucionário. O albino então seguia seu concelho, pegava uma placa de ferro sendo auxiliado a como manusear o maçarico, além de se esquipar corretamente com proteção para os olhos e seu torso, repetindo o mesmo movimento visto, o jovem lutador amolecia o metal nas regiões indicadas pelo seu tutor e então pulavam para os serradiços, que cortavam o metal levantando grandes faíscas que batiam na proteção de ferro no rosto de levy, deixando o jovem sozinho daqui pra frente, o mecânico apenas observava e tirava dúvidas esporádicas. Tendo como primeira prática, levy demorava algumas horas até modelar um cano corretamente, e então voltava a ser auxiliado, agora na montagem da arma. - Vou desmontar minha pistola aqui para você ver, depois quero que refaça todos os passos até montar uma do zero. - Dizia o mecânico. Com muito profissionalismo o revolucionário desmontava peça por peça de sua pistola, o precursor, a massa de mira e a espoleta eram os componentes principais, era explicado que os componentes de uma arma de fogo podem ser pré fabricados e importados prontos para a produção, mas que também poderia moldar todos os componentes requisitados com conhecimento destes, dando o exemplo da espoleta que para sua produção seria preciso um breve conhecimento de armas de fogo, porém voltando ao aprendizado, levy parava e estudava por um tempo cada peça desmontada até que começava a monta-la no corpo de seu projeto, sendo chefiado de perto e retirando todas suas dúvidas até que enfim conseguia montar seu primeiro revolver na marca de algumas horas. - O mais importante que você deve saber é manusear o maçarico e a serra para dar forma aos seus projetos, com isso você precisa apenas da teoria do que quer montar pois a pratica está nos equipamentos que você sabe manusear, vou deixa-lo treinar mais se quiser mas não podemos permitir que fique com os materiais criados, sabe como é a verba né hehehe - Indagava o mecânico, finalizando as instruções.

Mais algumas horas se passava, o albino começava a se preocupar com o esforço que tinha feito temendo um agravamento de seus ferimentos até que uma enfermeira se aproximava e induzia o lutador mais uma vez até a ala médica nos andares superiores, de lá a enfermeira desenfaixava levy e checava mais uma vez seus ferimentos, com uma expressão positiva dizia. - Está praticamente regenerado! Repouse até a noite e não sentirá mais nada. - Dizia, em quanto depositava mais um pouco de pomada nas regiões com hematomas, e logo sugerindo para que levy dormisse mais um pouco, o que faria a seguir o lutador?


Histórico do narrador: 18 posts, post de n°18 o player hooligan invadiu a aventura.
Histórico de levy: Hematomas [5/5], pericias forja e mecânica post's 15,16,17,18.
Histórico de Reisi: Perda de 30,000 Berries, ganho de uma espada lv1.
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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptySeg 09 Dez 2019, 10:08






#19 - O Homem mais Forte.


Passo a passo eu estava me engajando no aprendizado de mecânica. Descobri a maneira de manusear o maçarico e a serra, que eram as ferramentas que davam forma aos projetos. Fiz uma pausa para o almoço, pois a fome já estava desnorteando meus sentidos, e em cerca de trinta minutos no mínimo voltamos às atividades.

Segui as instruções e tirei minhas dúvidas que apareciam vez ou outra, afinal eu não era um gênio que pegava tudo de primeira. Quem dera fosse. Treinei um pouco com a ajuda do mecânico e em seguida ele me deixou praticar sozinho, montando uma pistola usando uma pistola desmontada como “guia”. Eu nunca havia pegado em uma arma de tiro, então era especialmente complicado para mim, tive que ver e rever cada componente com muita atenção para aprender o lugar de cada peça e não montá-la errada depois.

Quando terminei, agradeci educadamente aos dois “mestres” que se despuseram a me ajudar. — Muito obrigado! — E com isso saí mancando com as muletas até a enfermaria outra vez. — Caaara, espero que eu esteja bem. Isso realmente foi pesado. — A médica checava minha situação ao remover minhas bandagens e uma expressão positiva me fez ter esperanças. A boa notícia veio, para meu deleite, agora restava um bom descanso e tudo estaria em ordem. — Obrigado! — Agradeci à mulher. Buscaria agora por uma toalha e uma muda de roupas pela enfermaria, mas se não as encontrasse, perguntaria à enfermeira mesmo. — Com licença... Tem alguma muda de roupas para mim? Eu vou tomar banho e, érr, essas roupas estão realmente sujas. — Daria para ver só de olhar, mas se dissessem que não havia roupas ali então perguntaria: — Entendo, e onde posso achar? — E assim seguiria as instruções, afinal elas deviam saber. Depois que pegasse a toalha e a muda de roupas, procuraria pelo banheiro para que tomasse um belo banho – obviamente depois que a pomada que a enfermeira passou, secasse.

Se conseguisse o bendito banho, suspiraria de alívio. — Caaara! Que alívio, esse calor estava me matando, haha! — Enxaguaria o corpo bem trabalhado, e agora as dores não me açoitavam tanto, estava me sentindo bem melhor e já não precisava mais das muletas para andar. Apalpava cuidadosamente os lugares dos hematomas para senti-los, e via uma considerável melhora. — Certo, mais um pouco e poderei lutar de novo, hehe. — Sorriria de canto, continuando o banho.

Quando terminasse, secaria meu corpo e vestiria as roupas, procurando por Julius. Se achasse o Cabo, cumprimentaria o conhecido e o faria uma pergunta simples. — E aí, Julius. Diz, pelo que percebi dessa ilha, o exército revolucionário tomou conta dela completamente. A Marinha nunca pensou em vir aqui? — A ideia não parecia absurda, afinal os boatos poderiam rolar e chegar aos ouvidos dos marinheiros, não seria estranho que eles viessem investigar.

Mas caso não achasse Julius, iria para meu quarto organizar minhas coisas para partir pela manhã. Sabia que estava em Hirotown, ou seja, não conhecia nada da cidade. — Que caras fortes devo encontrar por aqui? Mal posso esperar... — Abria um sorriso animado. Lutar era sua vida, e nada lhe fazia desistir de ser o homem mais forte.


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MensagemAssunto: Re: Unbreakable   Unbreakable - Página 4 EmptyOntem à(s) 22:05


Em um piscar de olhos mais da metade do meu dinheiro ia embora, não poderia deixar de pensar que aquele bando de estranhos estaria me passando a perna, não lembrava de pagar tão cara por uma simples espada, porém não lembrava de nada realmente e talvez este fosse o motivo para que eu saísse tão calado quanto cheguei. Neste instante percebi o quão sem rumo eu estava, pois não tinha para quem recorrer nem para onde correr e logo os trocados que me sobraram iam ser empregados na minha alimentação, já que meu estomago estaria fazendo tanto barulho quanto minha boca. ─ Eu preciso arrumar algo pra fazer!

Meu caminho finalmente era interrompido por algo que me chamara a atenção, um brutamontes arremessado do estabelecimento próximo a onde eu estava, certamente alguém muito forte não estava muito contente lá dentro, porém não daria nem tempo de esboçar alguma reação sobre o ocorrido, eu imediatamente dava meia volta e seguiria em direção ao pequeno quiosque de cachorro quente pelo qual havia passado. Com passos largos, me aproximaria como um desesperado. ─ Ei, você! Quanto custa? Indagaria, referindo-me ao alimento. Assim que tivesse uma resposta, sacaria meu dinheiro e entregaria a quantia solicitada. Comeria como um animal não me importando com a bagunça que poderia fazer, assim que encerasse a refeição, com um suspiro farto, me despediria do vendedor.

Agora com um pouco mais de calma e cautela, me dirigiria para o estabelecimento onde o homem havia sido lançado para fora, ciente do caminho, ao estar bem próximo entraria devagar tentando não chamar muito a atenção. Colocando os dois pés lá dentro, rapidamente observaria o local, a quantidade de pessoas e aspectos físicos, tentaria imaginar que foi o grande causador de tal tumulto, mesmo que por ora eu não estivesse afim de me envolver com nada. Procuraria pelo local mais calmo para me recostar, priorizaria estar perto do responsável pelo local, ou então por atender os clientes. Se este fosse encontrado, logo começaria a questionar. ─ Onde é possível fazer dinheiro nessa ilha? Sou um viajante e estou começando a me preocupar, preciso de um local para ficar e me alimentar...sem dinheiro isso não será possível. Perguntaria e em seguida justificaria minha busca, é uma cortesia muito comum expor seu objetivo antes de pedir algum tipo de auxílio.

No caso de algum indivíduo me responder, procuraria manter a conversa fluída. ─ Esta ilha é boa para viver? Não tenho muito conhecimento sobre o que se passa aqui, será que poderia me ajudar? Voltaria a questionar, mas antes que pudessem perder a paciência comigo, ficaria calado e ouviria as respostas. A partir daí minha próxima decisão seria tomada ao raciocinar a resposta do ouvinte. Se me garantisse um local para ganhar uma fortuna, imediatamente sairia do recinto e seguiria para tal, pediria algumas orientações e rumaria ao novo desconhecido. Do contrário, permaneceria por ali e pediria uma bebida que coubesse no meu orçamente. Já estava em baixa, decidi que minha postura não importaria em um momento como esse, até que eu pudesse planejar meus próximos passos.

Se a taverna não me entretece por um longo período, me levantaria e sairia em direção a praia em que a velha senhora dizia ter me achado. Mais um local que eu não sabia onde ficava, porém seguiria a brisa e se necessário as informações dos populares que estivessem pelas ruas. Abordaria-os gentilmente perguntando pela praia ou alguma espécie de porto onde conseguisse simplesmente observar o mar. Este era um sentimento repentino, talvez só precisasse respirar um ar puro que ficava sobre os oceanos.

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