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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mine-Revescream] Prazer Homicida

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MensagemAssunto: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySex 11 Out - 15:11

Nome: Wodas Gyaku
Idade: 15
Sexo: Masculino
Raça: Tritão (Tubarão Tapete Japonês)
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Gatuno
Localização: Loguetown – East Blue
Grupo: Civil
Vantagens: Genialidade
Desvantagens: Insano (Esquizofrenia)
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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptyQua 16 Out - 13:59

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Citação :
OBS: Defina sua esquizofrenia, é necessario definir como ela é em relação ao personagem, se tu escuta vozes e vê coisas, que coisas são essas... Que vozes costuma ouvir ? Variam, São aleatorias?

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptyQui 17 Out - 0:02

Prazer Homicida
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Poderia ser um dia agradável, como o de costume, estaria sentando num banco perto da praça observando as pessoas que passavam pelo local. Meus olhos, escondidos junto ao resto do meu rosto pela minha mascará, perambulariam pela paisagem que poderia ser pacífica ou não. Não estaria concentrado em nada em específico, estaria apenas remoendo as minhas lembranças passadas. Minhas "Belas" lembranças. Começaria a me relembrar de tudo aos poucos, abriria um pequeno sorriso, eu não sabia ao certo o que sentir. O cheiro de ferro enferrujado, os ratos procurando por alimento, cordas presas aos meus pulsos e sangue...Não, uma enjurrada de sangue saindo de minha nuca, onde deveria estar uma de minhas nadadeiras... Essa qual estava em minha frente decepada.

- Haha... Hahaha... HAhahAha! - Uma gargalhada, perturbadora e rouca devido a mascará, seria efetuada mesmo sem consciência do autor. Porém, não demoraria muito para que o mesmo percebesse e depois parasse, pois mesmo sendo curta isso já era um sinal de que estava... Passando de uma linha sem volta.

Me levantaria e começaria a caminhar em meio as pessoas, ainda estaria com os remorsos em mente, continuaria com os meus olhos vidrados nas pessoas em minha volta tentando notar qualquer expressão voltada a mim. Ver tantos rostos serenos, simples e pacíficos me atraia de uma forma o tanto peculiar... Ahh sim, eu já sabia do que se tratava.

- Haha... A quanto tempo eu... Estou sem fazer "Aquilo"? - Sussurraria para mim mesmo, com uma leve risada no início junto de uma pergunta no fim. Eu estava aos poucos me perdendo pela vontade, entretanto, ainda tento me manter firme para não levantar mais suspeitas do que minha simples presença já possui.

- Há tempo suficiente...Faça o que tem que ser feito. - Responderia o que parecia ser a voz de um garoto, era grave, porém, misteriosamente suave.

- Poderíamos procurar por algum estuprador, seria mais divertido de ouvir os gritos. - Dizia em seguida uma voz que parecia ser de uma garota, por volta de seus 10 anos, soava em um tom calmo e gentil o que contrastava totalmente as palavras que ela tinha citado antes.

- Calem a boca. Eu não posso fazer isso no momento atual, sem contar que estou sem armas! Vocês só estão fazendo-me parecer doido.

- E você não é? Hihihi. - Dizia em um tom brincalhão, que logo em seguida falaria: - Eu também estou entediada, por favor, não demore muito para encontrar alguém divertido.

- E quanto mais pessoas brincarem conosco, melhor.

Essa curta conversa já estaria me levando ao delírio de cometer alguma besteira, se bem que não é como se eu não quisesse cometer... Preciso de uma faca, um canivete, adaga ou qualquer coisa afiada. Teria de satisfazer essa vontade, só assim para eles pararem de me encher o saco, mas não posso fazer nada impulsivo ou indiscreto... Teria uma ideia do que fazer, poderia funcionar, a expectativa era alta, um grande sorriso se formaria em meu rosto mesmo não sendo visível.

- Pelo visto alguém tem uma ideia em mente. O que pensa em fazer? - Indagaria aquela gravíssima voz.

- Só fiquem quietos, os dois, e aguardem. Já irei fazer vossa vontade meus "amigos".

Já teria tudo imaginado em minha mente, era como dar "Start" numa partida de tabuleiro, tudo dependeria de minhas habilidade e um pouco da sorte, mas ainda sim, seria muito satisfatório caso fosse concluído com êxito.

Provavelmente, eu já estaria perdido devido ao tempo que fiquei andando sem prestar atenção para aonde caminhava. Mas, isso não seria problema, já colocaria o meu "jogo" em ação. Começaria a procurar por uma loja de armas, caso eu não encontrasse iria me aproximar de qualquer pessoa e perguntaria: - Licença, sabe onde fica alguma loja de armas? Preciso pegar uma encomenda. - Caso eu recebesse uma resposta negativa, procuraria outra pessoa e repetiria a pergunta, mas caso fosse positiva ou logo no começo eu tivesse encontrado uma loja de armas, eu caminharia rumo a ela e antes de entrar analisaria toda a estrutura de dentro e fora da loja, e logo depois entraria com o propósito de encontrar o(s) funcionário(s) do lugar.





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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySex 18 Out - 3:39

Interação & Diálogo


O vento corria forte naquela ilha, era possível até mesmo sentir as ondas do mar naquele dia, mesmo que você estivesse muito longe dele, o sol ainda estava tímido, escondido por trás de algumas nuvens, não estava completamente nublado, mas se olhasse para cima ele veria uma extensa quantidade de nuvens que se moviam vagarosamente de sua perspectiva.

Umas mais engraçadas tinham até mesmo formatos, um dragão, um coelho, e até mesmo um barco voador estavam naqueles desenhos. Mas assim que ele saía de seus pensamentos, que pareciam talvez o perturbar, a primeira coisa que ele veria de certo eram as árvores…

Aquele lugar a sua volta era raro até mesmo para Loguetown, que era uma cidade bem menos arborizada do que o normal. Mas naquele pequeno “parque” isso não parecia verdade, as copas estavam bonitas, e uma delas até mesmo tinha um belo canteiro de flores em volta de seu tronco.

Os bancos que tinham por ali eram bonitos, brancos e bem lustrados. Entretanto era muito cedo, agora estavam dando 7 e meia da manhã e isso por si só, ditava um pouco o público que ele poderia encontrar, apenas crianças estavam ali, às vezes alguns pais, ou mães por longe, mas praticamente nenhum deles parecia se importar muito com a existência do tritão.

Exceto é claro um pai bem distante que demonstrava certa preocupação… Ao menos até ele ver que o garoto caminhava para longe do lugar aparentemente, e um alívio se fazia no rosto daquele pai que viu a segurança de seu filho voltar novamente.

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Saindo dali, o tritão aos poucos ia debatendo com suas vozes, aquelas que mandavam ele fazer coisas… Questionáveis, talvez a melhor palavra para definir isso seja essa, questionável, pois até certo ponto índoles são pontos de vista afinal.

Ele acabava por demorar para achar um ferreiro naquele lugar, sua caminhada para longe daquele ambiente durava em média duas ou três horas, pois ele acabou rondando a ilha, ele chegava a questionar a um civil porém eles sempre davam informações distintas, ou que não levavam a lugar nenhum como “Tinha uma na esquina perto do porto, logo na esquerda da loja de bananas” e por aí ia.

Mas finalmente ele podia avistar a loja, onde ele dava uma bela olhada em sua estrutura. Era madeira rústica que cobria a parte de cima dela, mais especificamente o telhado. Pedras formavam as paredes e pareciam ser bem grossas, ele poderia observando chutar que a grossura daquela parede devia aguentar um tiro sem ser perfurada até o fim mole mole.

A porta, bem aquilo… Não era exatamente uma porta, era um portão enorme e de madeira maciça daqueles que abrem uma parte para cada lado e lá dentro ele já começava a visualizar um curto corredor que levava ao balcão. Haviam alguns escudos nas paredes e enquanto ele caminhava podia notar que eles tinham brasões, deveriam ser apenas ornamentais, pois apenas de olhar dava pra se imaginar que seu peso deveria atrapalhar.

Chegando mais perto do balcão ele finalmente podia ver a primeira alma viva em vista, e era… Uma garota, isso, mesmo, era uma moça que estava perto da caldeira, ali do balcão ele podia ver melhor o cenário, havia lá no fundo um grande caldeirão que estava aparentemente com algo fervendo dentro, derramando o que parecia ser algum tipo de metal derretido sobre uma bigorna.

Mais para a direita o que deveria ser uma fornalha, e ao centro uma garota de cabelos rosa que estava distraída, ela mede em média 1,72 aparentemente, está sem a blusa provavelmente para lidar melhor com o calor, seu rosto parecia simpático, e seu olhar meio distraído. Sua pele era branca bem clara, e parecia um pouco calejada se ele focasse pelas zonas das mãos, mas sem perder o charme.

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Ela acabando por ver o rapaz no balcão se virava ficando de frente pra ele enquanto falava. -Bom dia, senhor, posso ajudar com algo?- dizia colocando as mãos na cintura. Sua voz era fina, mas suave, era relativamente uma voz bem bonita.

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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySab 19 Out - 1:30

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Chegava naquele rústico local analisando cada detalhe do mesmo, tinha o analisado tanto por fora quanto, depois de entrar obviamente, por dentro. Já estaria tomando minhas primeiras conclusões.

- Certamente, não tem nada, pelo menos nesse momento, de diferente do que se imagina encontrar em uma ferraria. O lugar, em minha visão, é de certa forma pequeno. Da entrada para um único curto corredor que em instantes já estaria no balcão; definitivamente, acho-o pequeno. Principalmente, para aquilo que vim procurar. - Eu teria esse longo pensamento enquanto analisaria as paredes do local, enxergava alguns escudos, porém, eu procuraria por alguma faca, adaga ou qualquer coisa que fosse parecido dando mole por ai.

Não demora muito para eu chegar no balcão e logo sou chamado a atenção por...Uma garota? Ficaria um pouco confuso, procuraria por mais funcionários para ver se realmente era só ela ali sozinha. Uma Ferreira? Não é raro e nem difícil de se imaginar, entretanto, ainda é incomum de se ver. Neste momento duas coisas vem em minha cabeça; ficaria aliviado por eu estar de máscara, não só pelo meu rosto "diferente", mais sim pois acho que foi muito desrespeitoso da minha parte, caso eu tenha reagido de tal forma, e se ela tivesse percebido a minha expressão seria uma infelicidade; E ficaria pensativo pois ninguém até agora comentou nada sobre minha máscara, será que era normal as pessoas dessa ilha usarem cotidianamente?

Deixando os pensamentos um pouco de lado, eu finalmente responderia a pergunta feita por ela: - Sim, bom dia moça, você teria armamentos já forjados para combate? Em preferência, adagas e sais. - Eu ouviria a resposta que viesse, mas também, apenas agora começaria a prestar mais atenção pela garota em minha frente. Não teria parado para raciocinar antes de o quanto a garota era bela, sua pele branca parecia macia mesmo com algumas regiões calejadas, principalmente nas mãos, e o fato da mesma estar sem camisa me recearia um pouco, entretanto, ainda continuaria firme em minha posição e com minha mente longe de pensamentos "absurdos".

Caso ela não tivesse alguma arma forjada, pediria para ela fazer alguma coisa básica com lâmina para eu poder ver a qualidade da forja, quero dizer, isso era o que diria para disfarçar o real motivo.

- Hmmm interessante. - Fingiria interesse em qualquer possível oferta que a Ferreira me oferecesse e até examinaria qualquer objeto que ela me desse por qualquer motivo relacionado a venda de sua mercadoria. Uma adaga, por exemplo, eu manejaria um pouco para ver se sua desenvoltura era eficiente. - São bons materiais, você realmente é muito boa no que faz. Imagino que isso aqui deve ser sua vida, não é mesmo? - Comentaria apenas para deixar a vendedora a vontade, afinal, quando mais tranquilos as presas estão mais fáceis ficam de serem abatidas. Já estaria abrindo a minha boca para falar algo até que:

- ISSO JÁ ESTÁ LONGO DEMAIS! CHEGA DE CONVERSA FIADA! - Sentiria uma repentina dor de cabeça, junto daquela alta voz cheia de fúria ecoando altamente pela mesma região.

- Ela é apenas uma garota... Inocente e, provavelmente, com família.

- Pode me dar um minuto? Eu vou dar uma olhada de novo naqueles escudos lá atrás e já volto. - Diria para a de cabelos rosa com uma das minhas mãos encostadas na minha cabeça, devido a dor. Falaria: - Não é nada, obrigado pela preocupação. - Caso ela perguntasse se eu estava bem.

Quando ficasse longe o suficiente para que a Ferreira, ou um ser humano normalmente, não ouvisse minha voz começaria a falar: - Vocês não colaboram nem por u-

- Você, seu imbecil, que não está colaborando! - Falaria a voz interrompendo minha fala.

- Você não precisa mais fingir, já temos tudo favorável, ponha ela logo para dormir.

- NÃO! Ela não fez nada, ela é apenas uma garota, ela não merece sofrer isso!

- Como? Que palhaçada é essa Sally?

Maravilha, tudo que mais precisaria agora era de que minha cabeça virasse um chatbox de discórdia. Eles falavam e se alfinetavam sem parar. Estaria difícil pensar nessas condições, minha cabeça parecia que ia explodir!

- Gente...Gente... - Tentaria chamar atenção deles, coisa que funcionaria, mas logo me colocava numa situação difícil.

- Gyaku, meu amigo, não evite fazer o que você quer tanto fazer hehe, vamos por um GRANDE sorriso naquele rosto feio de cabelos rosas!

- Gyaku, não faça isso, apenas compre ou até ROUBE uma arma e saia dai! Vamos procurar um pouco mais! A gente pode encontrar alguém melhor! Eu tenho certeza!"

Cada voz, provocativa e desesperada, me deixava numa situação complexa de escolher. Eu posso mata-la? CLARO QUE EU POSSO! Eu tenho algum motivo? Não! Mas seria tão bom ouvir os gemidos de dor que aquela pessoa pode mim proporcionar! Mas... como fica a família dela? Sua mãe, pai, irmão, possível namorado, como fica? Eu quero tanto dar "Start" no que já planejava fazer, mas essa sanidade, essa porcentagem de humanidade, me faz remoto e simplesmente sufocado pela dúvida. Eu quero mas não quero. Eu quero mas não quero! EU QUERO MAS NÃO QUERO! EU QUERO MAS NÃO QUERO!

Em um rápido movimento, ainda tentando me manter discreto, colocaria as minhas mãos na boca para impedir a gargalhada que estava por vir. Eu estava louco, eu já sentia isso, um silêncio agonizante havia se instalado em minha mente. Aos poucos, a sanidade, a insanidade, já não SABIA MAIS QUAL RESTAVA! Agora, para poder me acalmar, olharia para baixo e começaria a respirar fundo. Depois, não importando o quanto tempo eu tivesse demorado para tal feito ou mesmo que eu ainda não tivesse totalmente sã, voltaria para o balcão onde possivelmente veria a garota de cabelos cor de rosa me esperando, como havia a pedido. Tomaria uma postura firme, meus olhos passariam perambulando por traz da garota parando num caldeirão e depois numa fornalha. Uma ideia acabaria de surgir em minha mente, abriria um sorriso sínico sendo este não sendo possível ver devido a máscara, e logo perguntaria um pouco trêmulo:

- Você teria um saco bem grande? Gostei das coisas que eu vi, penso em comprar bastante coisa. - Caso a resposta fosse positiva, e ela me desse um saco grande, eu analisaria o saco para ver se ele era realmente grande para poder carregar um monte de coisa... ou até mesmo algo grande e relativamente pesado.



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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySeg 21 Out - 15:16

Interação & Diálogo

A primeira pergunta do rapaz, fazia com que a garota esboçasse um leve sorriso, estava animada, pois fazia algum tempo que ela não vendia adagas. Era mais comum que comprassem dela martelos, às vezes alguma espada, talvez até lanças saíssem mais. Mas adagas foram como ela começou nesse ramo.

A garota então já bem perto do balcão abaixava pegando uma chave e abrindo a gaveta. Ela apenas pegava duas adagas diferentes e um conjunto de Sais. -Essas duas são de boa qualidade, e esse conjunto de Sais eu fiz em uma viagem recente, tem um ótimo material. - ele então pegava o que lhe era oferecido, balançava testava.

Ele poderia sentir que o cabo das adagas se encaixava muito bem nas mãos dele, ficando completamente justas. Dava para ver que o balanço de peso entre a lâmina e o cabo era perfeito, de um modo único. Ela tanto serviria perfeitamente para um combate rápido e frenético corpo a corpo. Como a boa estrutura e divisão de peso a tornava híbrida, podendo ser perfeitamente usada em um lançamento.

O garoto então de certo modo puxava mais conversa para disfarçar, não era como se ele estivesse interessado de verdade, mas era um bom método de distrair ou como ele dizia amaciar a presa. Entretanto a garota não sabia disso de maneira clara, apenas respondendo ele. -Eu na verdade apenas trabalho em forja por Hobbie, eu tenho dinheiro de outro lugar. Na verdade o que ganho vendendo armas não paga muito mais do que as migalhas do pão haha.- dizia ela um pouco incomodada sobre o assunto, ela definitivamente gostaria de viver disso, de talvez não precisar ter seus trabalhos por fora dali.

Ela então comentava com ele de uma maneira mais simples sobre o assunto, apenas por cima sem dar detalhes demais, mas esclarecendo a situação. -Minha mãe adoeceu a bastante tempo, e ela não pode trabalhar, meu pai perdeu a perna em uma viagem de barco e ainda tenta trazer algum dinheiro pra casa usando o barco para transporte. Entretanto nada disso ajuda, e nem a forja, eu caço recompensas, isso sim gera retorno financeiro.- e isso era o caso, estava certa, para cuidar de um familiar doente e colocar comida na mesa, esse era o melhor trabalho, exceto pelos riscos é claro.

O garoto naquele instante estava ficando insano e por isso ele pedia alguns segundos para falar com as vozes de sua cabeça, ela pegava as Adagas e guardava de volta nas gavetas, trancando elas com a chave e deixava que ele se afastasse, é claro como ela guardou aquilo, apenas uma arma ficou ali, e estava na mão dela, ela estava sim com uma das adagas. Porém apenas parecia estar observando o balanço de peso.

Por alguns instantes o rapaz insano, pensando que talvez pudesse apenas matar ela, ou não… Por que ele quer, mas não quer? Ou ele não quer mas quer? Sabe se lá o que… Então acho que ele vai? Ou não vai? Sei lá… Uma hora descobriremos isso… Eu acho…

Ao se aproximar dela ele questionava algo estranho, coisas sobre ela ter um saco grande, e a garota distraída não tinha compreendido bem a pergunta, por uns primeiros 10 segundos ela parou e pensou “Eu não tenho esse tipo de coisa não… Será que ele acha que eu sou menino?” e só então que caiu a ficha, ele tava falando de uma sacola pra carregar as armas…

Então ela antes de falar alguma besteira tossia duas vezes “Cof Cof” e tirava o pigarro da garganta. -Sacola? Saco? Sei sei… É isso é haha eu tenho alguém lá dentro sim. Acho que não tão grande, mas serve pra carregar armas, ele é de couro acho mas aumenta um pouco o preço.- ela então novamente se abaixava ainda com a adaga na mão e pegava um saco na parte de baixo do balcão.

Ele poderia ver que aquele saco de couro aguentaria bem carregar algumas armas, mas sua proporção e tamanho não suportam tão bem assim o peso de um ser humano. Poderia até aguentar algum tempo mas não muito, então é difícil saber se era usável para seu propósito.

Naquele mesmo instante enquanto ele pensava uma outra pessoa adentrava no lugar, era um homem de máscara e com uma espada na cintura. Ele tinha ali seus 1,75m mais ou menos, carregava um Katana? Ou era uma Ninjaken? Pela bainha era difícil dizer pois a maneira como ela estava colocada naquele ângulo não deixava que se tivesse uma visão clara.

As roupas dele talvez fossem o que chamasse atenção pois apesar de tudo, ele estava vestido como um bartender. Além disso tudo, uma das respostas do rapaz era respondida o por que de ela não estranhar o uso de uma máscara, já que aquele homem estava ali com uma máscara que lembrava a ideia das kitsunes, ou de uma raposa como um todo.

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Seu caminhar até o balcão era lento mas a garota logo o cumprimentava como se fosse um velho amigo, ou talvez um parceiro de trabalho. Mas também pela primeira vez ela dava alguma “bola fora”. -E aí cara, você atrasou muito hoje, era pra termos saído a alguns minutos. Se você tivesse chegado cedo, já estaríamos no porto.- o homem ainda meio silencioso balançava a cabeça positivamente concordando.

Mas talvez você esteja se perguntando… Bola fora? O que ela fez de errado? A resposta talvez seja feliz para as vozes, no momento em que ele chegou, ela acabou deixando a adaga em cima do balcão e se movendo para até perto da zona em que o rapaz novo estava, ou seja, para a direita de Gyaku, talvez pela displicência momentânea ou por alguma euforia que a atingiu ali.

Agora cabia ao garoto e suas vozes, decidir se atacar eles era mesmo uma boa ideia, números podem ser uma faca de dois gumes afinal, tanto podem dizer “Cuidado, tem gente demais” como podem dizer “Uhul dois corpos”, então quem sabe o que poderia acontecer dali pra frente...

Dicas e Orientações:
 


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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptyQui 24 Out - 14:00

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Legenda:
 




Já estaria mais calmo depois daquela "crise" de alguns minutos atrás, a cabeça doía menos, mas aquele silencio interno ainda me agoniava de certa forma. Sally e Jeff estavam em um verdadeiro conflito de interesses, uma não via motivo para matar alguém sem motivo enquanto e outro queria apenas pelo puro desejo, definitivamente, eles me representam em todos os aspectos. Ouviria um pequeno choro, quase inaudível, olharia para ferreira e perceberia que não era dela...E só depois de ouvir um pequeno grunhido de raiva de Jeff já saberia de qual menina estava vindo.

Após eu pegar e analisar a sacola de couro, a qual ficava decepcionado por não ser o que esperava, teria notado a entrada de mais um ser no recinto. Me viraria para ver e observaria que era, claramente, um homem também mascarado, vestia roupas bem...formais, além de possuir uma arma similar a uma katana em sua cintura, entretanto, não sabia de qual arma se tratava ainda. Enquanto o homem se aproximava, começaria a ouvir o barulho voltando, sim, digo me referindo as vozes.

- Olha que temos aqui! Parece ser nosso dia de sorte, não? Mais um cadáver para nossa festa. - Parecia recobrar a alegria que havia perdido a míseros segundos atrás.

- Gyaku (sniff), vamos brincar com ele...Ok? - Essa já dizia um pouco chorosa, não tinha clara noção, por qual motivo ela parecia sentimental?

De qualquer forma permaneceria calado, não estava em uma boa hora para falar, já que o homem finalmente já estava a alguns metros de mim. A ferreira, parecendo já o conhecer, começava a cumprimenta-lo. Ela se movia para ao meu lado quando...Haha, parece que uma oportunidade surgiu diante de meus olhos, perceberia que a garota de cabelos rosa ao distanciar do balcão deixou sua bela adaga sem nenhuma proteção em cima da mesma.

O que eu faria agora? Aproveitaria a brecha para pegar a adaga e ataca-la? Simples assim? Não, isso é estupidez. Não só teria de me preocupar depois com o mascarado, sendo que este eu desconheço totalmente como age ou o que é capaz de fazer, ainda tem a possibilidade da garota me dar problemas já que ela diz conseguir dinheiro caçando recompensas, assim é de se presumir que ela tenha experiência em combate, o que faria dela não ser uma vítima tão fácil. A desvantagem numérica era claramente evidente, eu poderia simplesmente enrolar até que ele saísse, porém, as chances disso da certo são broxantes sem contar que seria...Chato. Começaria a pensar, numa velocidade de raciocínio surpreendente (genialidade), em várias formas, teorias, possibilidades, e por fim, conclusões do que eu tinha de informação até o momento e do que eu faria diante de tudo isso.

- Isso ao todo é muito arriscado. Mesmo que a desvantagem de eu não saber o que me espera também se aplique a ele ainda teria a garota depois. Ataca-lo de primeira seria quase suicídio, ele poderia bloquear o meu golpe e isso só serviria para matar o elemento surpresa. Mesmo que eu ataque a garota primeiro, ou até acabando por a matar, não consigo ver como isso seria benéfico para mim, só deixaria o meu provável oponente em alerta, além do fato da mesma ainda ter chance de desviar pela sua possível "experiência" em caçar recompensas...se eu não tomar cuidado...Poderia até...Morrer. Essa última frase teria, por um breve momento, me deixado apreensivo, porém, a expressão mudaria drasticamente em seguida para um sorriso de orelha a orelha com os olhos exaltados e pupilas finas. Não sei o porque...mas isso me soava...tão excitante. Uma sensação estaria passando pelo meu corpo rapidamente.

- Haha...Hahaha! Isso! Incrível! Era isso que procurava! Hahaaa! A sensação de perigo e angustia, junto desse prazer...imagino só como deve ser os gritos deles de haha TEREM UMA FACA EM SEUS PULMÕES! Foda-se a desvantagem numérica, desafios são feitos com a proposta de deixar as coisas mais entretidas possíveis! É isso! EU VOU MATA-LOS! AhhaHA FUJAM SE CONSEGUIR!

A escolha estava feita, queria mata-los mas ainda sentia uma farpa de que isso só acabaria em frustação. Mesmo nesse estado de agora, ainda conseguira pensar em milhões e mais milhões de formas (genialidade) para agir. Movimentos inteligentes mais instintos psicóticos...Como é bom ser louco :D


~ "BOM" CAMINHO ~


Mesmo contradizendo um pouco ao que tinha falado antes, chegaria a rápida conclusão de que a melhor formar de atacar sem grandes prejuízos era de fazer a ferreira refém. Possivelmente, por ter proximidade ou apenas pelo instinto de ajudar, aquele homem não faria nada de imediato e que fizesse a moça sofrer o pior. Em um movimento rápido e atencioso, aproveitando-me da distração deles, pegaria a adaga com a mão direita de cima do balcão e prenderia a garota por traz colocando meu braço esquerdo afrente de seu corpo pressionando-a mim, também tampando sua boca no processo para abafar os gritos, e com novamente a mão direita colocaria a adaga no pescoço da vitima quase que colando a lamina com o pescoço. A faca estaria tão perto do pescoço dela que qualquer movimento brusco da mesma poderia fazer um corte profundo em sua garganta, já que só de estar ali, caso fosse extremamente afiada, a lâmina faria o pescoço da garota soltar uma linha fina de sangue superficial.

Tentativa de ilustração do movimento:
 

Caso eu tivesse êxito no movimento, falaria alto e perturbadoramente: - Um movimento sem consciência e diga adeus a sua vida garota! O mesmo serve para você caso mexa-se sem permissão! - Estaria no limite de segurar uma gargalhada, puramente insana, adoraria mais aquele momento caso eu percebesse que ele ira cooperar.

- Não tente falar garota, caso contrario você mesma estará empurrando sua garganta para a lâmina. - Falaria caso ela começasse a se manifestar.

- Você. - Direcionaria a voz agora para o Homem em minha frente. - Você vai fazer o que eu disser, ok? Eu não arriscaria disso tudo ser um blefe, se é que me entende, Haha! - daria ênfase a um trecho de minha fala, teria acrescentado um pouco da insanidade na voz para parecer que realmente estava louco.

Se ele ainda hesitasse, eu falaria: Bem, lamento por sua mãe menina, você não teve sorte. - Cortaria, com a mão firme para que não houvesse "um acidente", de leve o superficial do pescoço, agora sim seria possível ver com clareza o sangue escorrendo aos poucos. Pararia somente quando ele aceitasse se submeter, caso contrario a amiga iria sofrer com o proposto.

Caso ele tenha mudado de ideia ou já tivesse aceitado a subordinação, falaria com calma nas palavras: - Pedido número 1. Tranque a porta da loja, dê o jeito que for! - Não abriria brechas para soltar a garota por nada, apenas levantaria um pouco a minha palma para ela poder falar caso ele perguntasse aonde estaria uma possível chave. Observaria os movimentos dele para não correr o risco de eu ser surpreendido e assim evita-lo, esperando que o que foi pedido fosse concluído......


~ MAU CAMINHO ~


Uma possibilidade pouco provável de acontecer é que mesmo se eu tivesse sucesso em fazer a de cabelos rosa refém o homem mascarado poderia simplesmente não sentir compaixão ou remorso e atacar-me mesmo com a garota na frente! Se isso viesse a acontecer, quando percebesse que o ataque viria com tudo, rapidamente empurraria o corpo da garota para frente usando-a como escudo, a consequência esperada é que o ataque fosse absorvido em partes e que no processo a garganta da garota fosse cortada pela adaga que estivera ali.

Eu teria ficado um pouco impressionado pela atitude do homem, ele atacou e provavelmente finalizou a própria colega sem piedade alguma. Ele seria um assassino psicopata doentio?! Pera...nesse caso um irmão gêmeo perdido? Tanto faz, apenas entretanto - ELE ESTÁ COM NOSSA CARNE! - A voz cheia de fúria não deixaria me abalar e já avançaria para o ataque...

Outra possibilidade, essa seria a pior de todas, é caso eu não conseguisse êxito em prender a ferreira e assim alarmando todos ali presente. Torceria para que a hipótese de que ela tenha noção em combate seja falsa e avançaria para cima da mesma...


~ COMBATE ~


Em qualquer um dos casos em que tivera que avançar em direção ao inimigo, faria o exatos movimentos que já pensava antes: Avançando contra o oponente, inclinando-me um pouco no processo, tentaria realizar um corte horizontal na região de sua coxa com a intenção de dificultar seus movimentos. Caso ele/ela viesse a contra-atacar perante a esse movimento, se o contragolpe fosse na horizontal me inclinaria para baixo mantendo o equilíbrio para tentar se esquivar e em seguida aplicaria o meu ataque. Se o contragolpe viesse na vertical jogaria meu corpo para o lado com o intuito de desviar sem parar de avançar, assim tentado concluir o meu ataque. Se o contragolpe viesse na diagonal, a depender do lado que o movimento viesse, inclinaria o meu corpo para a direção oposta do movimento e tentaria atacar na região já intencionada.

Depois de realizar o movimento, me distanciaria rapidamente para evitar de receber algum golpe (tanto do alvo quanto do possível aliado dele), e novamente avançaria (caso eu tivesse lutando contra os dois, o avanço de agora seria contra o homem), com mais velocidade do que no ataque anterior, com a intenção de realizar outro corte horizontal, entretanto, agora, na região do abdômen. E ainda mantendo a postura e a inercia de velocidade, aproveitaria para tentar aplicar outro corte na vertical na mesma região anterior, porém, um pouco mais acima da mesma.

Após isso, tentaria me defender/esquivar de algum ataque que viesse em seguida. Na oportunidade, tentaria fazer distancia para dar tempo de recuperar o folego...pois teria sido exaustivo fazer aqueles movimentos tão ágeis....





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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySab 26 Out - 1:10

Combate


O garoto de início não estava sendo imprudente, seus pensamentos eram mais do que racionais, lutar contra dois era algo impensável, ainda mais naquela situação, no terreno deles, no lugar deles. Ele pensava racionalmente mas as vozes… Elas não tinham se acalmado até que no mais belo, propício e grandioso “FODA-SE” ele decidiu por fazer seu trabalho sujo.

Em um súbito impulso, o garoto avançava contra a garota de cabelos rosa que inicialmente sentia a pressão do grande avanço, ela sentia a adaga se aproximar e naquele momento, antes que a adaga apertasse contra seu pescoço, ou o garoto tivesse a posição perfeita, ela movia a cabeça pra trás com toda a força, flexionando os joelhos e saltando de costas pra cima do rapaz, dando uma cabeçada no nariz do garoto com uma pancada enorme que poderia desnortear ele apenas momentaneamente.

Ela praticamente tinha saltado de uma vez contra ele, o que demonstrava sua velocidade de reação acima do normal, ou seja se ele pensou que ia ser uma luta fácil, talvez ele acabe preso quem sabe, a vida é complicada... Mas a ação da ferreira não tinha sido perfeita, pela forma estabanada com que o movimento precisou ser realizado, a faca acabava por raspar em seu braço, deixando um profundo corte no antebraço da garota, inutilizando sua mão esquerda de cara. Era uma reação bizarra, mas com grande efetividade. O rapaz em menos de 10 segundos tinha passado de uma posição de possível vantagem para sua pior opção.

O espadachim mal encarado em uma velocidade ainda maior saltava sobre o balcão tomando a frente da garota e dizendo. -Com o ferimento eu prefiro que não lute, apesar de sua habilidade, acho que devo assumir daqui. Consegue se mover normalmente acredito ignorando esse braço certo?- E sim, ele estava certo, pois a jovem não demonstrou sequer expressão de dor. Ela era portadora de uma condição rara, a qual estímulos de dor praticamente não existiam. Ou seja apesar da vantagem que isso dava para sua movimentação… Não saber ou sentir quanto dano se toma, não é uma boa forma de sobrevivência.

A garota assentiu com a cabeça e corria de perto do lugar, enquanto o homem da Katana bloqueou a passagem então falando. -Por que você atacou ela? Qual o sentido disso, está tentando roubar a loja por acaso?- Ele não esperava respostas, era retórico. Apenas se mantinha segurando a bainha na mão esquerda e a espada na mão direita. Ele aparentemente pretendia usar as duas coisas no combate e desse modo se preparava.

O nosso caro garoto psicopata, não se conteve e rapidamente avançou em direção a perna do homem, ele planejava um golpe horizontal ali,  para inabilitar a perna. O golpe vinha veloz, mas o espadachim apenas dava um passo para trás e mantendo sua postura ele movia a espada para a lateral posicionando a lâmina de maneira que ela ocupava o lugar da perna ficando com a ponta voltada para o chão.

Enquanto isso, ele rapidamente aproveitava o bloqueio bem sucedido, para atacar usando a bainha vindo com um golpe horizontal, o que fazia o rapaz se abaixar mais uma vez, antes mesmo de se levantar completamente. Mas a pressão não acabava por ali, o mascarado inimigo, girava o corpo 180 graus movendo suas pernas sempre em uma postura perfeita,  e assim vinha com o calcanhar na bochecha do gatuno.

Eram dois golpes seguidos bem encaixado, a pancada não era tão forte vista que aquele era o chute de um espadachim… Não tinha técnica por trás do golpe era mais como algo aprendido nas ruas ali… Porém esse era um dos pequenos erros do inimigo, ao chutar, ele não conseguia desestabilizar Revés o suficiente, fazendo com que ele conseguisse aplicar um corte por dentro da coxa dele.

O corte era bom, mas raso, visto que o desequilíbrio não o deixou se aprofundar muito naquela ação. Era interessante que ambos tivessem se atingido com golpes um pouco desajeitados. A luta estava bem equilibrada e aparentemente ela ia continuar por mais algum tempo.

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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptySab 26 Out - 22:19

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- Droga! - Me afastaria do mascarado após o golpe, na tentativa de me recompor dos golpes que tivera atingido. Estaria um pouco frustrado por não ter saído como planejado, a garota havia fugido, agora estava contra o tempo e o espadachim. Entretanto, não me deixaria abalar, pois ainda sentia o louco sentimento invadindo a minha mente. Depois de tomar certa distância, analisaria a situação atual. Observaria a postura que o rapaz adotava e em qual mão o homem segurava a espada. Caso ele viesse a atacar nesse meio tempo, me atentaria para o golpe e, numa esquiva rápida, tentaria escapar de seu ataque com a espada e bainha, impondo a adaga logo em seguida.

Se ele viesse com um golpe em linha reta, na intenção de me perfurar, realizaria uma esquiva para o lado e, caso atacasse com a bainha em sequência, me afastaria se necessário, flexionando meus pés dando um pequeno salto para traz, preparando a adaga para o meu avanço futuro. Vendo que o ataque viria na horizontal, me agacharia rapidamente e rolaria para frente, tendo a intenção de escapar do ataque, de outro possível com a bainha, e de me aproximar. Caso ele golpeasse de cima para baixo, na diagonal ou não, me afastaria para o lado (oposto a direção de onde acertaria o golpe) e recuaria para longe do alcance de seu ataque, me preparando para a próxima investida com a minha adaga. Colocaria o braços em forma de "X" caso não conseguisse escapar a tempo ou visse outro golpe inesperado.

Porém, se o mascarado não tiver feito nada durante esse tempo - pois ele pode ter hesitado devido ao corte em sua coxa - me prepararia para um impulso com a conclusão: - Uma espada? Se for assim, vamos encurtar a nossa distância! - Pensaria com um sorriso insano. Com o impulso preparado, avançaria rapidamente em direção ao meu alvo e chegando a uma distancia possível, com a adaga firme em minha mão, aplicando força e velocidade no movimento, cravaria a lâmina em seu tórax ou abdômen, logo a retirando com a força restante e me distanciando depois da ação.

Se ele bloqueasse o golpe, já estaria preparado, chutaria sua perna lateralmente com o intuito de faze-lo fraquejar e se desiquilibrar. Se conseguisse, aproveitaria a oportunidade para manejar a adaga de forma que a lâmina da mesma fizesse um corte na mão, pulso ou tendão, que segurasse a espada querendo faze-lo a largar, caso eu tivesse êxito chutaria a espada caida para longe. Ele poderia se esquivar e, se fosse esse o caso, sem perder tempo, aproveitando a velocidade que tivera no impulso, continuaria a avançar em sua direção atacando-o com um corte diagonal em seu ombro antes que ele conseguisse terminar a esquiva anterior.

Não deixaria ele ter tempo de reagir e, tendo uma distancia para o ato, logo tentaria desferir outro corte acima de seu tórax, tentando cortar a região do coração ou do pescoço, com uma possível brecha dele devido ao ataque anterior. Ficaria atento a possíveis contra-ataques. Me esquivando, pulando, agachando, e até me afastando caso precisasse. Estava tentando ser um pouco mais cauteloso em minhas ações sem ter que perder a primeira chance que tivesse de atacar. Entretanto, se algum golpe viesse em minha direção sem quaisquer chance de eu desviar, colocaria o meu braço esquerdo, o qual não segurava a adaga, afrente para tomar o dano e, mesmo assim, tentaria resistir a dor e aproveitaria que a espada estivesse ocupada com meu braço arrasado, usando-o mesmo ferido para deter uma possível fuga da arma, para me aproximar e rasgar com um corte de baixo para cima todo o tronco do homem. Se ele bloqueasse com a bainha, o chutaria nas "regiões baixas" para o atordoar e, se tivesse sucesso, repetiria a ação que antes tinha falhado.

Após vários ataques, esquivas e possível bloqueio improvisado, devido ao tempo consumido pelas mesmas ações eu já estaria impaciente. Procuraria finaliza-lo agora. Se eu estivesse ainda próximo o suficiente para o golpe, não pensaria duas vezes, o atacaria com vários ataques frontais repetitivos em qualquer região em que eu tivesse a oportunidade, visando estoca-lo ao máximo que eu conseguisse de forma brutal. Entretanto, caso eu tivesse tomado distancia anteriormente, agora avançaria novamente com tudo que tenho, esbravejaria durante o trajeto - Só morre logo zorra! - Se ele conseguisse bloquear, com a velocidade da corrida, aplicaria força para o empurra-lo ao chão e tentaria concluir o que havia começado com várias estocada em seu estomago. Se ele se esquivasse, tentaria o derrubar com uma rasteira giratória e iria para cima do mesmo para mata-lo com uma perfuração na região do peito, repetidas vezes, até acertar e dilacerar o coração.

Devido ao raciocínio rápido (genialidade) conseguiria responder as perguntas caso feitas pelo oponente em meio a luta no mesmo instante em que eu as ouviras, sem hesitar ou parar um movimento para poder falar. E obviamente, sempre tentaria aplicar algum golpe com a adaga, de qualquer maneira possível, sempre que ele abrisse brecha para poder falar algo. Possíveis respostas seriam:

- Porque é divertido! - Daria em seguida uma risada, rouca devido a minha própria máscara.

- Não é nada demais. Só me deixe lhe ajudar a dormir, você parece tão cansado! - Falaria zombando meu oponente com a "metáfora".

- Sabe de uma coisa? Gostei da sua máscara, vamos trocar?! - responderia em um momento que eu não tivesse prestes a executar um movimento e que eu tivesse parado de frente para ele. Mesmo que a pergunta não tenha nada haver com a resposta, seria apenas para mudar de assunto de forma bem louca. Eu retiraria a máscara do rosto, revelando a minha aparência "monstruosa", e se ele hesitasse perante a isso, não perderia o momento, avançaria para dar um corte na horizontal, da direita para esquerda, na região do quadril.

Não deixaria, em nenhum momento, me abalar por alguma provocação ou xingamento de meu adversário. Afinal, um futuro cadáver sempre deve ter direito as suas últimas palavras mesmo não sendo as mais "bonitas" que existem. E se, depois de tudo que aconteceu, eu tiver conseguido "derrota-lo", no momento antes de executar o golpe final, falaria calmamente junto a uma voz que estivera calada esse tempo todo provavelmente observando tudo:

- Vá. Dormir./Go. To. Sleep.





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MensagemAssunto: Re: [Mine-Revescream] Prazer Homicida    [Mine-Revescream] Prazer Homicida  EmptyTer 29 Out - 3:01

Combate

Inicialmente o espadachim acabava tendo um leve recuo após o corte em sua perna, o que abria uma pequena brecha de vantagem momentânea. O assassino trevoso, não perdia tal oportunidade avançava para cima dele com a adaga, seu ataque visava o tórax do inimigo, com uma investida fatal.

Porém a velocidade de reação do espadachim permitia que ele sem muita demora movesse sua espada em alta velocidade e colocasse a lâmina posicionada de maneira vertical, com sua ponta para baixo. Logo parando a adaga com devida facilidade, ele movia a bainha em alta velocidade em direção ao rosto do rapaz, aproveitando do tempo de ação dele para usar aquela brecha.

Vendo que não poderia desviar da bainha da espada ele então improvisadamente colocava a mão livre na frente. Ele já havia algum tempo atrás prestado atenção que a esquerda do espadachim é que segurava a espada e a direita a bainha, ou seja, ou ele era canhoto, ou ambidestro. Provavelmente a segunda opção pela forma como atacava, assim, o bloqueio vinha de forma rápida.

Mas o dano ainda acabava acontecendo, apesar de a bainha não causar ferimentos graves a pancada no pulso com toda certeza dava uma bela dor. O garoto no entanto, sentindo a pancada não podia parar sua investida, afinal, que benefício teria nisso, então executava seu chute planejado nas pernas do inimigo. O golpe acertou na panturrilha do inimigo, entretanto sua força apesar de dar algum desequilíbrio, não era tão eficiente, pois chutar não era sequer a especialidade do rapaz.

Sem demora aproveitando do desequilíbrio do inimigo ele partia com tudo para tentar ferir seus tendões, mas o tempo não era suficiente, ele conseguia desferir um corte no antebraço direito do inimigo, mas a reação rápida do espadachim se afastando momentaneamente para trás o salvava de danos sérios, tomando apenas um corte superficial.

A trocação intensa começava a cansar ambros, o espadachim avançava agora pela primeira vez e atacava com um corte na horizontal, rápido, e o garoto era forçado a afastar para trás, o golpe era rápido e preciso e aquilo por si só já era chato, e em seguida um golpe rápido vinha em seguida pela lateral, fazendo ele ir para o lado, e outro horizontal rápido, fazendo ele saltar para trás de uma vez até que… A parede estava logo atrás dele.

O garoto esquivando para trás aos poucos acabara com a parede em suas costas, para sua sorte aquele momento o espadachim, ao invés de seguir com os cortes rápidos,emocionou total preparou uma estocada na altura do coração usando os dois pés ele se impulsionava mas nosso controverso protagonista antagônico, simplesmente estava preparado, indo em velocidade pro lado, a espada cravou levemente na madeira e assim o garoto aproveitando a brecha atacou ele o que fez um leve corte na lateral do pescoço.

O homem com katana num rápido instinto de sobrevivência a largou saltando velozmente pra trás. A luta estava praticamente decidida, exceto pela bainha, que ainda estava em uma das suas mãos, o que era bem mais simples, ele sangrava bastante pelo pescoço, e de certo a dor e os pequenos danos ao longo do tempo tinham o acabado. Mas o destino é foda…

Naquele exato momento antes de a luta ser decidida, o grande barulho de botas fazia-se ao redor de todo o local, uma voz imponente surgia naquele ambiente, e a visão do garoto era um homem alto, jovem, com um grande rabo de cavalo, entrando pela porta enquanto, de seu lado mais outros 4 homens vinham em conjunto. -Renda-se, acabou a luta para você- e o espadachim sem demoras corria de costas indo para a direção onde os marinheiros estavam tomando grande distância do rapaz mas sem tirar os olhos dele e com a bainha armada como se fosse uma espada, o que mostrava o tamanho do perigo que o tritão representou pra ele.

O Homem do rabo de cavalo, era Kattleback Cruzis, o líder do QG de Loguetown, infelizmente para o nosso tritão a marinha dessa ilha é simplesmente excelente e uma das mais fortes daquele mar… Cruzis não dorme em serviço e suas patrulhas são constantes, o lugar estava cercado, e apenas a presença daquele homem já representava uma ameaça assustadora. Aquele seria o final? Muitas possibilidades existiam naquele cenário, mas o que Reves decidir fazer que responderia como essa história acaba.

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